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Caros Leitores Tivemos a presença de Enéas Pestana, diretor presidente do Grupo Pão de Açúcar, no dia 9 de maio. Enéas visitou o Retail Lab e logo em seguida fez uma excelente palestra aos alunos de Administração da ESPM, destacando o momento econômico favorável, os novos perfis de consumo e o Grupo Pão de Açúcar, suas estratégias, estruturas organizacionais, valores e perspectivas: - uma verdadeira aula de gestão e estratégia de varejo! No final deixou sua receita para a construção de uma carreira bem sucedida, uma lista de 10 itens que visa ajudar na formação dos nossos jovens e futuros gestores de empresas. Ao Enéas os nossos agradecimentos e o convite para ele e os executivos do GPA retornarem em futuros eventos. Boa leitura!

Ricardo Pastore, Prof. Msc

Coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios do Varejo - ESPM


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Super & Hiper Walmart retoma o topo da lista da fortune O varejo voltou ao topo do ranking das 500 maiores empresas americanas criado pela revista Fortune com base na receita das companhias. O líder da lista é o Walmart, cuja receita aumentou 5% em 2012, para US$ 469,2 bilhões, puxada principalmente pela volta da oferta de preços mais baixos. A gigante do varejo retomou o primeiro lugar ocupado um ano antes pela petrolífera ExxonMobil, que em 2013 caiu para a segunda colocação, com receita de US$ 449,9 bilhões em 2012. No Brasil, porém, os americanos do Walmart ainda não conseguiram ameaçar a liderança dos franceses do Casino, que controlam o maior varejista do País, o Grupo Pão de Açúcar, e nem do Carrefour, marca presente em solo nacional desde 1975. Internacionalmente, o Walmart ainda enfrente uma crise de imagem ligada à suspeitas de irregularidades para a construção de novas lojas no México, além de investigações envolvendo ainda a Índia, China e o próprio Brasil. O terceiro lugar no estudo da Fortune é ocupado por outra petrolífera, a Chevron, seguida pela Philips, Berkshire

Hathaway, Appple, General Motors, General Electric, Valero Energy e Ford Motor. Confira, a seguir, as dez primeiras marcas do ranking da Fortune: 1 – Wal-Mart Stores 2 – Exxon Mobil 3 – Chevron 4 – Phillips 66 5 – Berkshire Hathaway 6 – Apple 7 – General Motors 8 – General Electric 9 – Valero Energy 10 – Ford Motor (Meio & Mensagem – 07/05/2013)


Super & Hiper Supermercados devem ter caixas operados por clientes em 2013 Caixas de supermercado operados pelo próprio consumidor devem chegar a cidades de São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul em 2013. “Estamos em fase final de negociação com varejistas grandes e menores. Teremos lojas em operação nesses locais ainda no segundo semestre”, afirma Claudio Reina, diretor da RMS, empresa que instalou, em novembro passado, equipamentos pioneiros do tipo em Londrina e Maringá (PR). Nesses caixas, o cliente registra cada produto pelo código de barras e em seguida o coloca na sacola, que fica apoiada sobre uma balança para verificar se o peso corresponde ao do item, para evitar furtos. Câmeras também são instaladas no local para reforçar a segurança. Depois, o próprio consumidor faz o pagamento com cartão de crédito ou débito. De acordo com a RMS, o sistema diminui em 20% a 30% o tempo no caixa. Além disso, no espaço de dois caixas comuns podem ser instalados quatro de autoatendimento. A novidade é uma aposta do setor supermercadista para diminuir as filas. “Os consumidores das classes C, D e E passaram a usar caixa eletrônico, por isso acreditamos que o brasileiro

está aculturado para o self checkout , afirma Fernando Yamada, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “Vimos também que o uso não é determinado pela idade do cliente, mas pela pressa no momento da compra”, diz. ‘Sistema funciona bem fora do País’ No Paraná, o self checkout foi adotado pela rede Super Muffato, que tem 40 lojas e 9 mil funcionários. Em maio, a varejista irá estrear a tecnologia em outras duas unidades no Estado, em Curitiba e Cascavel. No mesmo mês, uma loja do grupo Comper em Campo Grande (MS) passa contar com o sistema. No segundo semestre, a RMS afirma que a tecnologia deve chegar ao interior de São Paulo e ao Rio Grande do Sul. “Ao todo, temos 20 contas em negociação, em diferentes regiões do País”, diz Reina. O diretor da empresa trabalhou em Portugal e na Espanha por 20 anos com self checkout – na Europa, essa forma de pagamento é mais comum do que na América Latina. (IG – 07/05/2013) Confira a notícia completa em varejo.espm.br


Mercado Lojas começam a informar tributos na nota fiscal Três grande varejistas já começaram a informar o consumidor em notas fiscais sobre os tributos embutidos no preço final de cada produto e serviço vendido. A medida foi tomada em antecipação a 10 de junho, quando entra em vigor a lei que regulamenta o tema. Na semana passada, Renner, Riachuelo e Telhanorte emitiram em algumas lojas as primeiras notas fiscais adequadas à nova legislação. Outras empresas, como o Pão de Açúcar, também estão testando o sistema de cálculo dos tributos, implantado com ajuda do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). A entidade disponibiliza dados sobre a carga tributária embutida em cada tipo de produto e auxilia as empresas a fazerem os cálculos necessários. A lei que trata do assunto, de número 12.741, foi aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff no ano passado. A partir de junho, a empresa que descumpri-la pode ser enquadrada no Código de Defesa do Consumidor, que prevê multa, suspensão da atividade e até cassação da licença de funcionamento. A lei determina que sete tributos que influenciam o preço de venda de produtos

e serviços –ICMS, ISS, IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins e Cide– sejam usados no cálculo. Adicionalmente, as empresas também podem informar o consumidor sobre a carga tributária dos produtos em painéis instalados nas lojas e em cartilhas. Segundo especialistas, porém, o valor discriminado nas notas fiscais não é o volume real da carga tributária, mas uma cifra aproximada. CÁLCULO APROXIMADO O valor não leva em conta, por exemplo, dois tributos que foram vetados da lei pela presidente com a justificativa de que seu cálculo seria muito difícil –o Imposto de Renda e a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido). Outro problema é que uma série de tributos têm alíquotas diferentes em cada região do país, como o ICMS. Por enquanto, as varejistas estão trabalhando com uma média nacional do imposto. (Folha de S.Paulo – 07/05/2013) Confira a notícia completa em varejo.espm.br


Mercado ABLV diz que não há leite adulterado no mercado A Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida (ABLV) disse, em nota, que os itens disponíveis no mercado hoje “encontram-se em perfeitas condições de consumo”. “Os [oito] lotes identificados com problema foram retirados do mercado e não se encontram mais à disposição do consumidor.” A ABLV disse acompanhar desde o início o trabalho realizado há meses pelo Ministério da Agricultura e Ministério Público, mantido sob sigilo pelas autoridades em razão da natureza da investigação. “O problema foi pontual e ocorreu com a matéria-prima (leite cru) durante seu transporte”, declarou, sem explicar como o item chegou a ser comercializado com adulterações. A ABLV também disse que “condena veementemente qualquer ação que comprometa os padrões de qualidade do leite e a segurança do consumidor e confia na apuração dos fatos e na responsabilização dos culpados”. A representação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Rio Grande do Sul (SFA-RS) e o Ministério Público do Estado (MP-RS) desencadearam nesta quarta-feira, 8, a Operação Leite Compen$ado, que

resultou no cumprimento de nove mandados de prisão e oito de busca e apreensão nas cidades de Ibirubá, Guaporé, Horizontina. Conforme o Ministério, em nota, na análise de amostras realizadas em janeiro pelo laboratório oficial da pasta foi possível identificar a presença do formol em seis lotes de leite UHT da marca Italac (da Goiasminas Indústria e Lacticínios Ltda), produzido na unidade de Passo Fundo – RS (SIF 1369); em um lote de leite Líder (da Latícinios Bom Gosto/LBR), fabricado na fábrica de Tapejara – RS (SIF 4182) e em um lote do leite UHT Mu-Mu, de 18 de janeiro de 2013 produzido pela Vonpar Alimentos na unidade de Viamão – RS (SIF 1792). (Exame – 08/05/2013) Confira a notícia completa em varejo.espm.br


Mercado Itaú compra credicard por quase R$3 bilhões O banco Itaú bateu os concorrentes e fechou a compra da emissora de cartões Credicard por quase R$ 3 bilhões. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o anúncio com detalhes do acordo deverá ser feito na semana que vem. A negociação não envolverá troca de ações e o pagamento será feito em dinheiro. A Credicard foi colocada à venda pelo

Citibank no início do ano e era disputada também pelo Bradesco e Santander. De acordo com reportagem da edição de 1º de maioda revista EXAME, Roberto Setubal, presidente do Itaú, já havia realizado na terceira semana de abril uma reunião com a cúpula do Citi do Brasil para deixar clara sua intenção de ganhar a briga. (R7 – 30/04/2013)


Mercado Renner vale mais do que j.c.penney A Renner, maior rede de vestuário do país, alcançou neste ano um valor de mercado superior ao da J.C. Penney, rede americana que se desfez de 98% das ações que tinha na rede brasileira em maio de 2005, saindo definitivamente do país. “Foi depois que eles saíram [da Renner] que viramos uma ‘corporation’ [empresa com controle diluído no mercado]“, disse José Galló, ao Valor. Galló foi um dos premiados no evento “Executivos de Valor” de 2013, realizado na segunda-feira em São Paulo. Enquanto a varejista dos EUA registra prejuízo crescente e resultado de vendas abaixo da expectativa de seu comando, a Renner amplia lucro, faz planos de expansão orgânica para 2013 – de até 46 novas lojas – e mantém o mesmo presidente há anos. A J.C. Penney trocou de presidente recentemente, numa tentativa de colocar a empresa nos eixos. A “virada” aconteceu na última semana de 2012, mais precisamente em 28 de dezembro, quando as duas empresas valiam praticamente o mesmo – R$ 9,8 bilhões. A Renner distanciou-se da rede americana neste ano. Ações de J.C. Penney chegaram a um

pico histórico de US$ 40 no início de 2012. Mas vêm caindo (ver gráfico ao lado). Nos primeiros dias de janeiro de 2013, a rede valia US$ 4,57 bilhões (R$ 9,15 bilhões). Com base na cotação média da manhã de ontem, a empresa vale US$ 3,64 bilhões (R$ 7,29 bilhões). O papel fechou ontem a US$ 16,40. A Renner já esteve melhor, mas perdeu bem menos valor que sua ex-controladora neste ano. No acumulado de 2013, as ações da Renner perderam 2,8% do valor. Com base na média do preços das ordinárias na manhã de ontem, a Renner vale R$ 9,38 bilhões. A rede americana adquiriu o controle da Renner, de origem familiar do Rio Grande do Sul, em 1998 por US$ 139 milhões. (Valor Econômico – 09/05/2013) Confira a notícia completa em varejo.espm.br


Mercado Classe média é maioria em número de cartões de crédito É o que aponta pesquisa realizada pelo Data Popular, nos meses de fevereiro e março, com 2006 brasileiros de 53 cidades. De acordo com o levantamento, em 2012 foram contabilizados 183,6 milhões de cartões de crédito. Em 2007 o número era de 104,5 milhões. Em 5 anos, ocorreu um crescimento de 75,7%. Do total do ano passado, é a classe média, com 103 milhões, que possui o maior número de cartões de crédito, com participação de 56% entre as classes. As pessoas da classe A representam 55 milhões, ou 30%. E a classe baixa, fica com 25,6 milhões, ou apenas 14%. É também a baixa renda que aproveita

mais sua rede social como fonte de auxílio financeiro: 25,5 milhões de brasileiros emprestaram seu cartão de crédito para parentes ou amigos. Na classe média, essa atitude aconteceu com 22 milhões e na classe alta, só 3% recorreram ao comportamento. Segundo análise do estudo, é por isso que essas pessoas buscam a informalidade para solucionar suas necessidades. Nos últimos seis meses, 45% da classe baixa fez compra fiada, 27% da classe média também utilizou esse método e 6% da classe alta recorreu ao sistema. (Supermercado Moderno – 10/05/2013)


Mercado A provável união entre PepsiCo e Mondelez Depois dos filmes de Hollywood, refrigerante e Justin Timberlake, parece que o voraz apetite pelos salgadinhos deve ser o próximo hábito exportado pelos americanos. Já consolidado nos Estados Unidos, o consumo de biscoitos, batatas chips e doces estão começando a aguçar o paladar também dos consumidores da Índia, China, entre outros mercados que emergem à reboque de pessoas que cada vez mais ascendem para a classe média. A tendência é tão forte que começa a influenciar a realização de negócios de grande porte, incluindo no ano passado a separação da Kraft Foods, que criou a Mondelez, empresa com gestão independente nas áreas de doces e salgadinhos e modelo de negócio baseado justamente no crescimento dos mercados emergentes. E este deve ser apenas o começo: a iniciativa fomenta especulações em torno da possibilidade de que a Mondelez possa unir seus esforços à PepsiCo para criar uma gigante do setor, com pelo menos 15 marcas globais, cada uma delas avaliada em cerca de US$ 1 bilhão, como Tostitos, Doritos, Lays, Trident, Oreo e Nabisco. Embora ambas as companhias já estejam

investindo em novos negócios nos países emergentes, estas iniciativas ainda permanecem “aquém do esperado”, enfatiza a Bernstein Research, em recente relatório que aponta as oportunidades mais promissoras do segmento. “A combinação dos negócios pode acelerar o crescimento e elevar a escala, beneficiando ambas as empresas”, diz o documento. Em outras palavras, “ser maior pode ser melhor”, especialmente porque o portfólio das companhias não apresenta zonas de atuação conflitantes. A PepsiCo, com as marcas Lays e Ruffles, detém a liderança entre os salgadinhos. Já a Mondelez concentra seu domínio na categoria de biscoitos e doces, com as marcas Oreo e Cadburry. (Meio & Mensagem – 10/05/2013) Confira a notícia completa em varejo.espm.br


Varejo Fashion Varejistas

de roupa sofrem com o outro lado da mão de obra

barata

Uma onda recente de acidentes em fábricas de roupas de Bangladesh tem ressaltado as péssimas condições de trabalho no país. No entanto, para as grandes varejistas em busca de outras opções — sem abrir mão da força de trabalho de baixa remuneração —, as alternativas não são muito melhores em outras partes do mundo em desenvolvimento. Um membro da equipe de resgate entre os escombros de uma fábrica de roupas que desabou em Savar, perto de Daca, a capital de Bangladesh. Um incêndio em uma fábrica de confecções no ano passado, o colapso de um prédio que matou mais de 900 pessoas em abril e um novo incêndio ontem que deixou mais oito mortos em outra fábrica em Bangladesh trazem à tona problemas de segurança, violações de direitos trabalhistas e a transferência irregular de encomendas feitas por grandes grifes ocidentais a empresas subcontratadas. Mas ativistas sindicais dizem que os mesmos problemas são frequentes em países asiáticos de baixo custo, que produzem a maioria das roupas do mundo. Eles também se repetem nos grandes centros de produção terceirizada de

confecções na América Central, segundo denúncias de organizações internacionais como a Transparência Internacional. As preocupações relacionadas a esse problema se intensificam à medida que os varejistas — cada vez mais incomodados com a ideia de depender de Bangladesh — buscam países como o Camboja, a Indonésia e o Vietnã, onde os salários são mais baixos do que na China. Vários desses países, porém, não são muito melhores do que Bangladesh no que se refere às condições de trabalho. E os críticos temem que a segurança nas fábricas não vai melhorar enquanto as empresas continuarem focadas exclusivamente nos baixos custos de produção. (The Wall Street Journal – 10/05/2013) Confira a notícia completa em varejo.espm.br


Canal Farma Participação dos genéricos no mercado atinge nível recorde A participação dos medicamentos genéricos alcançou nível recorde no primeiro trimestre de 2013, ao ser responsável por 27,3% do mercado. Nos três primeiros meses de 2012, o market share dos genéricos era de 25,8%. O Consumo registrado no período foi de 176,5 milhões de unidades, informou a Associação Brasileira de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos). Esse volume corresponde a uma aceleração de 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado (152,8 milhões). Entre janeiro e março, as vendas do setor movimentaram R$ 2,9 bilhões, montante 21% superior ao verificado na mesma

época de 2012(R$ 2,4 bilhões). A PróGenéricos avalia que 2013 será um ano desafiador para o setor. “Devemos apresentar um resultado semelhante ao de 2012, que apresentou crescimento de 17%, mas o ideal seria um crescimento maior, que fosse equivalente ou superior à nossa média histórica que é de 20%”, afirma Telma Salles, presidente executiva da PróGenéricos.”Percebemos pelos resultados do mercado farmacêutico total e de outros setores produtivos que o ritmo de expansão da economia brasileira está mais lento”, completa. (Brasil Econômico – 09/05/2013)


Clipping do Varejo 13

13/05/20 Shopping Center

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