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Clipping do Varejo


Caros Leitores O Curso de Marketing para Shopping Centers será oferecido mais cedo este ano, de 24 a 28 de março e não no mês de maio como fizemos nos últimos 5 anos. O motivo todos já sabem: a Copa do Mundo Fifa 2014 que começa dia 12 de junho em Sao Paulo. O Debate sobre Marketing para Shopping Centers que tradicionalmente acontece com um mês de antecedência ao início do curso, será realizado no dia 12 de março no período da manhã. Estamos definindo o programa do evento, por favor aguarde novas informações. Nosso esforço neste momento, é informá-los sobre o calendário do curso, para que se programem com segurança, aliás coisa bem desafiadora neste ano de copa do mundo e eleições. Saiba mais sobre a VI edição do curso de Marketing para Shopping Centers: http://www2. espm.br/cursos/espm-sao-paulo/marketing-para-shopping-centers Mas principalmente, pergunte aos alunos que já fizeram o curso e programe-se, pois você vai desembarcar aqui na ESPM. Boa leitura!

Ricardo Pastore, Prof. Msc

Coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios do Varejo - ESPM


Super & Hiper Receita dos supermercados cresce 5,3% em 2013 O autosserviço alimentar brasileiro apresentou, no ano de 2013, crescimento real de 5,36% na sua receita em comparação a 2012, segundo divulgou a Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Já o volume de vendas do setor avançou 0,8%. Considerando apenas o mês de dezembro, o autosserviço teve alta real de 20,62% na receita, em comparação com o mês anterior, e de 2,87% em relação ao mesmo mês de 2012. Em 2013, os supermercados com 1 a 4 checkouts foram os que apresentaram melhor desempenho, com crescimento de 3,1% em volume. Já os com 5 a 9 apresentaram alta de 2,0%.

Os hipermercados, por sua vez, de 20 ou mais checkouts tiveram o pior desempenho do ano, com queda de 2,6% nas vendas, seguido pelo modelo de 10 a 19 checkouts, que teve retração de 0,2%. O resultado do ano ficou acima das expectativas iniciais da Abras, que previa um crescimento de 4,5% em receita. “É um resultado para se comemorar, pois é, sem dúvida, um dos melhores desempenhos entre os diversos setores da economia brasileira em 2013”, afirma Sussumu Honda, presidente do Conselho Consultivo da entidade. Bazar sobe, bebidas caem Segundo a Abras, a cesta

“outros”, que contém, sobretudo, produtos de bazar, foi a que apresentou o maior crescimento em volume, de 4,1%. Em seguida vem a cesta de limpeza caseira, com 3,0%. Os grupos mercearia salgada, higiene e beleza, perecíveis e mercearia doce avançaram, respectivamente, 2,2%, 2,1% 1,3% e 0,6%. Por outro lado, bebidas alcoólicas e não alcoólicas apresentaram quedas de 1,8% e 1,9%, nessa ordem. Sussumu Honda lembrou que, não fosse pelo desempenho vacilante desses departamentos, o resultado final do autosserviço teria sido ainda mais positivo. (SM – 30/01/2014).

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Super & Hiper Supermercados aumentam vendas de sorvetes em até 60% no verão As altas temperaturas deste início de ano estão contribuindo para disparar a venda de sorvetes nos supermercados. Nas redes Extra e Pão de Açúcar, do GPA, a demanda pelo produto cresceu 60% nos primeiros 20 dias de 2014, sobre o mesmo período do ano anterior. Já o Walmart estima que terá alta de 15% a 20% nas vendas de sorvetes em janeiro, quando o mês terminar. Em dezembro, quando as temperaturas foram um pouco mais

amenas, a rede já alcançou crescimento de 6% na categoria. A paulista Coop também tem previsão otimista: alta de 15% em janeiro. Mas, segundo essas redes supermercadistas, o calor intenso não foi o único fator decisivo para impulsionar as vendas de sorvetes. Ações promocionais e a aposta em produtos premium e sabores diferenciados também contribuíram, de acordo com elas. (SM –26/01/2014)

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Shopping Center Menos shoppings devem ser abertos este ano, segundo Abrasce O setor de shopping centers estima abertura de “mais de 40 shoppings” em 2014. A estimativa está abaixo da prevista em 2013, quando se estimava mais de 45 shoppings — e o número de 2013 acabou sendo revisto ao longo do ano. No ano passado, foram abertos 38 shoppings. Os números foram apresentados na manhã desta quinta-feira pela Associação Brasileira dos Shopping Centers (Abrasce). A BRMalls, maior empresa do setor no país, já estimou a abertura de cerca de 25 shoppings pelo setor em 2014, segundo informou o comando da empresa no fim de 2013. A desaceleração da economia nos ultimos dois anos, o encarecimento dos empreendimentos e a falta de lojas satélites com capital para

investimento teriam afetado as previsões de abertura em 2013 e podem ter impacto no mercado em 2014. As vendas em shoppings cresceram 7,7% no último Natal, no comparativo com dezembro de 2012. A taxa está abaixo do crescimento do setor no ano (de 8,6%), mas acima da alta do varejo em 2013. No ano passado, o comércio cresceu 4%, segundo o Instituto do Desenvolvimento do Varejo (IDV). Ao longo de 2013, as vendas dos shoppings centers atingiram R$ 129,2 bilhões em 2013, com crescimento de 8,6%. Apesar da alta, o avanço ficou abaixo do esperado para o ano, uma vez que a estimativa era R$ 133 bilhões. A expectativa do setor para 2014 é de uma taxa de crescimento menor, de 8,3%. (Valor – 30/01/2014)

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Mercado Zaeli espera faturar acima de R$ 300 milhões neste ano Valdemir Zago, presidente da fabricante de alimentos, se mostrou otimista para o ano de 2014. Em comunicado à imprensa, ele afirmou que a Zaeli deve aumentar sua produção durante o ano e ultrapassar os R$ 300 milhões em faturamento. Segundo Zago, o ano passado foi de reestruturação administrativa para a empresa, mas este que começou deverá ser de plena expansão. Para isso, ele aposta no entusiasmo dos

consumidores, com baixa taxa de desemprego e crédito em expansão, e na previsão de crescimento de 4,7% nas vendas do varejo em 2014, conforme estimou o IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo). Fundada no Paraná, a Zaeli possui, atualmente, 300 SKUs e produz 180 milhões de quilos de alimentos por ano. A empresa não divulgou o faturamento do ano passado. (Valor – 28/01/2014)

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Economia Varejo alimentar ‘corrige rota’ e gera boas expectativas em especialistas Após resultados decepcionantes no começo do ano passado, varejistas que trabalham com itens essenciais e de menor tíquete médio, em especial os supermercados, vêm apresentando bons resultados referentes ao final de 2013. Para especialistas na análise dos dados financeiros, uma “correção de rota” feita pelos empresários do setor gera boas expectativas para os meses futuros. “Os supermercados decidiram não aumentar tanto o preço, para assim trazer o consumidor de volta às lojas”, define Daniela Martins, da corretora Concórdia, ressaltando que a estratégia trouxe bons resultados. No Pão de Açúcar, por exemplo, dados preliminares mostram que a receita do segmento alimentar teve aumento de 17,2% nos últimos três meses de 2013, sobre o mesmo período do ano anterior. O Carrefour teve desempenho mais tímido, mas também positivo.

Richard Cathcart, analista do BES Investimentos, lembra que, para repassar menos custos ao preço, varejistas perdem margens de lucro. Para compensar essa perda, essas companhias têm recorrido a cortes nas despesas operacionais. “É de se esperar uma queda no lucro bruto, mas a diminuição das despesas deve trazer um resultado operacional maior na comparação anual”, afirma o analista, aprovando a estratégia. A boa expectativa contrasta, por exemplo, com o varejo têxtil, sobre o qual pesam previsões pessimistas. Grandes empresas do setor, como Hering, Marisa e Arezzo, devem ter crescimento de “um dígito baixo” segundo especialistas, por não terem “se adequado ao novo cenário” de menor renda disponível para o consumo, ao contrário dos supermercados. ( SM– 27/01/2014)

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Economia Unilever injeta mais R$ 1,6 bilhão no Brasil A companhia vai alocar cerca de € 500 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 1,65 bilhão, no Brasil nos próximos três anos. A informação foi dada ao jornal Folha de S. Paulo por Harish Manwani, chefe de operações da Unilever, durante o Fórum Econômico Mundial encerrado ontem, em Davos, na Suíça. O grupo anglo-holandês foi um das cinco multinacionais que tiveram reunião individual com a presidente Dilma Rousseff durante o evento. O montante de investimentos citado não inclui os recursos para marketing, e será aplicado em uma fábrica e na expansão da capacidade de produção, em especial, de desodorantes, detergentes líquidos e sorvetes.

“Nosso investimento tem sido de 3% a 4% do total de receitas por ano, mas será maior nos próximos anos com a alocação desses recursos”, afirmou Manwani. Segundo o executivo, atualmente 57% do resultado global da Unilever vem de países emergentes, e o Brasil é o segundo maior mercado da empresa, atrás apenas dos Estados Unidos. Ele afirmou também que a Unilever sentiu o aumento das taxas de juros no Brasil em 2013, mas que o resultado final foi bom, ainda assim. “Para nós, é importante ter um crescimento constante. Apesar das dificuldades, posso lhe dizer que tivemos um crescimento sólido de dois dígitos”, comemorou. (SM - 27/01/2014)

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Mercado Para Fitch, aumento de capital da B2W não influencia ratings O possível aporte de capital na varejista eletrônica B2W não deve afetar os ratings de crédito da companhia e da Lojas Americanas, afirmou nesta terça-feira a agência de classificação de risco Fitch. Os ratings corporativos da Lojas Americanas e da B2W permanecem com perspectiva estável. Na sexta-feira, a companhia anunciou acordo de subscrição de novas ações entre sua controladora, a Lojas Americanas, e o fundo Tiger Global, que prevê um aumento de 2,38 bilhões de reais no capital da B2W, por meio da

emissão de ações. Na hipótese de 100 por cento dos acionistas aderirem à subscrição, a B2W deve receber 1,02 bilhão de reais da Lojas Americanas e 459 milhões do Tiger, que passaria a deter 7 por cento do capital, e 899 milhões de reais dos minoritários. Na hipótese de nenhum acionista minoritário aderir, a Lojas Americanas aportaria 1,18 bilhão de reais e o Tiger, 1,2 bilhão de reais, representando um capital final de 19 por cento. (Exame– 28/01/2014)

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E-commerce IFC, do Banco Mundial, faz aporte em varejistas online O International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, anuncia investimentos em varejistas online do Brasil e da Rússia. Na Dafitio aporte é de 15 milhões de euros, para uso na expansão dos negócios nos países em que atua: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México. Já na Lamoda, varejista online russa que também opera no Cazaquistão, o financiamento chega a 10 milhões de euros. “O IFC apoia os investimentos no setor de varejo nos países em desenvolvimento devido à sua importância econômica para geração de

empregos, poder de compra do consumidor e receita tributária”, diz a instituição em nota. Em 2013, o IFC alocou cerca de US$ 600 milhões em financiamentos de longo e curto prazos no setor de varejo. O Grupo Dafiti já atraiu quase R$ 660 milhões em financiamentos de investidores como Investment AB Kinnevik, JPMorgan, Quadrant Capital Advisors e Teachers’’ (OTPP), desde o início de suas operações, em 2011. (Estadão - 28/01/2014)

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Economia Fed não menciona emergentes e pressão sobre moedas continua Em seu comunicado, o Fed não mencionou a recente turbulência nos mercados emergentes. Anunciou apenas uma decisão unânime de diminuir em US$ 10 bilhões, para US$ 65 bilhões mensais, o programa de compra de bônus. Segundo a instituição, a continuidade da recuperação econômica permitirá que a autoridade monetária desacelere as compras de maneira gradual. A crise dos emergentes, porém, se manteve no topo da lista de preocupações de investidores, afetando as bolsas de valores em todo o mundo. Na Europa, que teve a sessão encerrada antes do comunicado do Fed, pesou mais o pessimismo com emergentes. Em Paris, o CAC40 teve queda de 0,7%; em Frankfurt, o DAX recuou 0,8%, e o FTSE 100, de Londres, perdeu 0,4%. Os mercados em Nova York acentuaram as perdas após o comunicado da autoridade

monetária. Com o aumento da busca por segurança em meio às preocupações, os contratos futuros de ouro fecharam em alta nesta quarta-feira. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, o contrato do ouro para fevereiro, o mais negociado, fechou em alta de US$ 11,40 (0,9%), para US$ 1.262,20 a onçatroy. No Brasil, o real fechou na cotação mínima em cinco meses, com a saída de recursos ao longo do dia, sobretudo do lado financeiro. No fechamento, o dólar comercial subiu 0,41%, para R$ 2,4370. É o maior nível de encerramento desde 21 de agosto de 2013. O Ibovespa não chegou a refletir a decisão do Fed, mas não escapou da tensão generalizada e fechou em baixa de 0,59%, aos 47.556 pontos. (Valor Econômico – 20/01/2014)

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Economia Entra em vigor nova regulamentação para alimentos ‘especiais’ Passou a valer no início deste ano uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária obrigando os alimentos cujos rótulos tragam a inscrição “light”, “diet”, “com redução de gorduras”, entre outros, a terem uma redução mínima de 25% do referido ingrediente em relação à versão convencional. Os alimentos que trouxerem na rotulagem a alegação light, por exemplo, devem apresentar diminuição de 25% de algum nutriente. A regulamentação também criou oito novas “alegações nutricionais”. Foram desenvolvidos critérios para alimentos isentos de gorduras trans, ricos em ômega 3, ômega 6 e ômega 9, além dos sem adição de sal. A norma estabelece, ainda, critérios para o uso das alegações de “fonte” e “alto teor” de proteínas, que passam a ter a exigência de

comprovação adicional de critério mínimo de qualidade. “Essa determinação tem por objetivo proteger o consumidor de informações e de práticas enganosas”, destaca Antônia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvisa. Ela afirma também que a norma foi estabelecida para estimular a reformulação e desenvolvimento de produtos industrializados mais adequados à saúde dos consumidores. Ainda segundo a gerente, a nova regulamentação adequou as normas brasileiras às regras do Mercosul. “A medida incorpora à legislação nacional a norma de Informação Nutricional Complementar acordada no âmbito do Mercosul, o que deve facilitar a circulação dos alimentos entre os países integrantes do bloco”, afirma. (SM– 31/01/2014)

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03/01/2014

Este informativo é destinado à comunidade de interesse sobre varejo, formada por alunos, ex alunos, professores e funcionários de empresas parceiras do Retail Lab, o laboratório de Varejo do Núcleo de Estudos de Varejo da ESPM.

Produzido por: João do Carmo Renata de Oliveira

Coordenação: Prof. Ricardo Pastore


Clipping do Varejo - 03/02/2014