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Clipping do Varejo Shopping Center Varejo Fashion Constru莽茫o

M贸veis e Eletro Economia Internacional Mercado

Marcas Pr贸prias

Sustentabilidade

Canal Farma Marketing Mix

Super & Hiper

Tecnologia

E-Commerce


Super & Hiper Mesmo

com objeções de

estatuto

Abilio, GPA aprova

Uma reunião ocorrida ontem (27/09) definiu que serão feitas mudanças na administração do estatuto do Grupo Pão de Açúcar. Apesar da oposição de Abilio Diniz à maioria das alterações propostas, o Conselho de Administração decidiu por implementá-las. Foi aprovada a criação dos comitês de governança e de auditoria, proposta pelo Casino. Também ficou definida a extinção do conselho consultivo formado por economistas, que davam suporte às decisões da empresa. No ponto que mais gerou polêmica entre ambos, Abilio conseguiu criar uma regra para a proposta que permite a instalação das reuniões do conselho de administração com apenas 8 membros. Pelo acordo firmado, as reuniões devem contar com pelo menos 10 membros na primeira convocação, garantindo a presença de conselheiros independentes ou do lado do brasileiro. Na segunda convocação, no entanto, a reunião pode ser instalada com 8 membros. Também foi aprovada a criação do cargo de vice-presidente do Conselho, que poderá comandar as reuniões na ausência de Abilio, mas com poderes limitados.

mudanças no

O vice só presidirá as reuniões se Abilio Diniz não indicar alguém para o seu lugar, ou se a pessoa indicada também não comparecer. O vice não tem o poder de colocar em votação questões que reduzam o poder do brasileiro na empresa. Como envolvem mudanças no estatuto, as novas regras precisam passar pela assembleia de acionistas. Estima-se um prazo de duas semanas para que o novo estatuto seja divulgado com as alterações implementadas. (Supermercado Moderno – 28/09/2012)


Mercado Vitrine LCD

eletrônica vira realidade com telas transparentes de

Para incrementar as lojas e conseguir chamar a atenção dos consumidores, uma empresa paulista lançou um tipo de vitrine eletrônica composta por uma linha de telas transparentes de LCD que permite que se veja através delas. A tecnologia possibilita a transmissão de informações que podem complementar ou destacar os produtos expostos. “Uma marca pode colocar no fundo da tela um sapato e usar conteúdo virtual para sugerir várias combinações com roupas e acessórios”, exemplifica Ronald Peach Jr., presidente da Droid, empresa responsável pelo produto. Segundo ele, as telas também podem ser utilizadas em geladeiras de bares e restaurantes. Peach Jr. afirma que tem apresentado a ideia para fabricantes de bebidas e sorvetes junto com a Metalfrio, fabricante de refrigeradores e freezers. Também estão no alvo as grandes cadeias de varejo do país. “Em 2013 é provável que a tecnologia comece a pipocar nas lojas”, estima o executivo. Lançadas em agosto, por enquanto, as vitrines eletrônicas têm sido utilizadas em eventos por empresas como a Bunge, que adotou a chamada Crystal

Screen para promover itens na área de soja e trigo. Em outubro, as vitrines digitais também poderão ser vistas no Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, onde serão utilizadas para promover uma marca de autopeças. Importadas As telas utilizadas pela Droid na elaboração das vitrines são importadas dos Estados Unidos. Peach Jr. não revela qual é o fornecedor, mas afirma que há apenas quatro empresas no mundo que fabricam este tipo de equipamento. (GS&MD – 28/09/2012)


Mercado Inadimplência atinge 19,1%, o menor índice desde 2010 O percentual de famílias inadimplentes, ou seja, que têm contas ou dívidas em atraso, caiu entre agosto e setembro deste ano, chegando a 19,1%. É o menor nível da série histórica iniciada em janeiro de 2010. O dado é da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada hoje (17) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em agosto deste ano, o percentual era 21,3% e, em setembro do ano passado, de 24,3%. O total de famílias sem condições de pagar as contas ou dívidas atrasadas foi de 7,1% de setembro, o mesmo registrado em agosto. Segundo a economista Marianne Hanson, da CNC, uma das explicações para a queda da inadimplência é a redução, em relação ao ano passado, do número de famílias que contraíram dívidas com o cheque pré-datado, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimos e prestações de carro e seguros. “As famílias reduziram seu endividamento tanto pela oferta, que está mais seletiva, quanto por uma cautela maior dessas famílias, que passaram por esse período de alto endividamento. E há também

a questão da renda que continua crescendo, com um mercado de trabalho aquecido”, disse Hanson. O nível de inadimplência caiu entre as famílias com renda inferior a dez salários mínimos, de 23,7% em agosto para 21% em setembro. O percentual de inadimplentes nas famílias com renda superior a dez salários mínimos subiu de 10,9% para 11,4%. (Exame – 27/09/2012)


Mercado Governo não aceita restringir venda parcelada no cartão A equipe econômica afirma que não vai permitir que os bancos cobrem taxa extra dos varejistas nas vendas com parcelamento sem juros para usuários de cartão de crédito. O governo teme que qualquer restrição ao parcelamento afete negativamente o consumo das famílias no momento em que a economia começa a dar sinais de recuperação. Os técnicos entendem que a cobrança de taxa extra pode desestimular as compras. Os bancos alegam que o parcelamento é uma das principais razões da cobrança de juros elevados no crédito rotativo, forma de crédito usada pelos usuários de cartões que não conseguem pagar o total da fatura no vencimento ou que ficam inadimplentes. Nas últimas semanas, o governo forçou, por meio dos bancos estatais – Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil –, a queda dos juros do crédito rotativo. As taxas caíram de forma acentuada, embora continuem bastante elevadas. Alguns bancos querem acabar com o parcelamento sem juros nas compras com cartão, como compensação pela perda de receita provocada pela redução

dos juros no crédito rotativo. Não há consenso, porém, entre quatro dos maiores bancos do país (Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil) quanto à cobrança de uma taxa extra dos lojistas. O Itaú defende a medida, mas o Bradesco e o BB não gostam da ideia. O parcelamento sem juros das compras com cartão é apontado por algumas instituições como um dos motivos do encarecimento do crédito rotativo no país. O parcelamento é oferecido aos consumidores pelo lojista. Alguns comerciantes embutem um custo financeiro no valor do produto e oferecem a venda parcelada, “sem juros”, com preço idêntico ao valor à vista. O consumidor paga, na maioria dos casos sem saber, os juros embutidos na compra parcelada. O lojista se apropria do ganho financeiro, mas o risco do crédito fica com o banco emissor do cartão. Por isso, os bancos aumentam a taxa do crédito rotativo para compensar o risco envolvido nas operações - há lojistas que oferecem prestações, “sem juros”, em mais de dez vezes. (Supermercado Moderno – 27/09/2012)


Mercado Vendas no Dia das Crianças devem subir 8% em São Paulo As vendas para o Dia das Crianças no estado de São Paulo devem avançar 8%, de acordo com levantamento realizado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDL-SP). “O ticket médio de compra deve ser entre R$ 100,00 e R$ 150,00, tendo destaque para vendas de brinquedos, produtos tecnológicos, seguidos por calçados e vestuários”, explica Mauricio Stainoff, presidente da FCDL-SP, Neste contexto, a FCDL avalia que é possível estabelecer uma melhora no varejo e estimular o consumo. A proximidade com a época de Natal pode contribuir para que isso aconteça. Na região de Campinas, a expectativa de crescimento nas vendas para o Dia das Crianças é de 9,1%, um valor abaixo do apresentado na semana anterior (13%). Essa redução seria determinada pelo aumento do endividamento. Brinquedos, eletrônicos e jogos devem ficar entre os itens mais comprados, com destaque para as bicicletas. O ticket médio de compra na região pode ser de R$ 120,00. No Guarujá, o comércio projeta aumentar as vendas em 10% em relação

à 2011. O ticket médio pode ficar entre R$ 30,00 e R$ 60,00. Mesmo com a desaceleração do comércio em Araraquara nos últimos dois meses, a data comemorativa deve atrair mais consumidores às lojas, e as vendas podem avançar em 5%, se comparada a mesma época ano anterior. (Brasil Econômico – 26/09/2012)


Mercado Google, Apple Brasil

e

Microsoft

são as marcas mais influentes do

Google, Apple e Microsoft são as marcas mais influentes do Brasil. As empresas ocuparam as três primeiras colocações na pesquisa Thought Leaders 2012 que indicou as 20 organizações mais influentes no país. O Facebook aparece na quarta colocação e em seguida a Petrobras. A pesquisa é realizada pela Ideal – The Reputation Agency e pela consultoria britânica The Leadership Group (TLG) e os resultados foram apresentados na manhã de hoje, dia 26, em São Paulo. Para elaborar este ranking são ouvidos governo, empresários, mídia, ONGs e acadêmicos, além de formadores de opinião. O resultado sugere que no Brasil as empresas de tecnologia norteamericanas possuem grande influência. Entre as top 20, somente sete são locais. Entre as marcas nacionais Petrobras, Boticário e Vale são as mais influentes. Na quarta e na quinta posição entre as brasileiras, aparecem Natura e Banco do Brasil. A presença das estatais também é considerável. Das brasileiras, três são estatais – Petrobras, Banco do Brasil e Correios. Segundo o estudo, para 80% dos entrevistados, o principal benefício que uma empresa tem ao ser considerada

líder de influência é a confiança das pessoas. Este elemento foi apontado como crítico, que dá à empresa uma espécie de “licença” para operar e crescer. Veja a lista completa: 20 marcas mais influentes do Brasil 1

Google

2

Apple

3

Microsoft

4

Facebook

5

Petrobras

6

Nestlé

7

Boticário

8

Sony

9

Visa

10

Coca-Cola

11

Volkswagen

12

Vale

13

Nike

14

Natura

15

Honda

16

Banco do Brasil

17

Correios

18

Mastercard

19

TAM

20

McDonald’s

(Mundo do Marketing – 26/09/2012)


Mercado País

está perto de atingir marca de

vendidos Somente no segundo trimestre de 2012, foram comercializadas 606 mil unidades do aparelho no País, segundo a empresa de consultoria IDC Brasil. A previsão é de que, até o fim do ano, o número de tablets no Brasil chegue à marca de 2,6 milhões, e que, em 2013, esse número mais que dobre, atingindo 5,4 milhões de dispositivos. No ranking mundial de consumo de tablets, o País saltou da 17ª posição, que ocupava no segundo trimestre de 2011, para a 11ª no mesmo período de

2,6

milhões de tablets

2012. A IDC acredita que até o fim do ano o Brasil entre no top-10. Apesar do crescimento dos tablets, a empresa acredita que ainda continuará existindo mercado para outros tipos de computadores, como desktops e notebooks. Estas máquinas têm funções complementares, sendo mais utilizadas para criação de conteúdo, enquanto os tablets são mais usados no consumo deste conteúdo, como no acesso a vídeos, livros e músicas.(Exame – 24/09/2012)


Redes Sociais Produto em troca de tweet é nova tendência A Kellogg’s está construindo a ponte entre a moeda social e o dinheiro da vida real ao permitir que consumidores em uma loja pop-up no centro de Londres paguem pelo salgadinho Special K Cracker Crisps com um tweet. Permitir que os consumidores gastem a moeda social deles não é apenas um bom artifício promocional. É um exemplo concreto do valor que o Twitter tem no mundo real, assim como uma demonstração de como as vidas online e off-line estão se fundindo. A “twittersfera” tem estado ativa, não apenas de tweets vindos de consumidores reivindicando seu snack grátis na loja, mas também de pessoas espalhando pelo mundo a nova ideia de produtos trocados por tweets, que foi pensada pela Mischief PR, através de seu braço de eventos e experiência, a Slice. Tweets carregando a hashtag #tweetshop até agora incluem mensagens como “por salgadinhos mais saudáveis e tweets transformados em moeda” e “meu primeiro tweet e ele é para #tweeshop! Brilhante! E salgadinho grátis também!”. A resposta inicial à ação tem sido esmagadoramente positiva, com apenas uma brincadeira de um twiteiro: “Desapontado em descobrir que

só negocie salgadinhos. Onde está a opção de trocar tweets por bolsas da Mulberry?”. Zoe Lazarus, sócia da Lowe Counsel, identificou a tendência de monetizar a “moeda social” no seu relatório A Nova Mudança de Valores. Ela afirmou que “os consumidores agora reconhecem o valor dos dados que criam nas redes sociais e ferramentas de busca – o IPO do Facebook destacou isso – e o poder está se transformando, uma vez que as marcas estão começando a reconhecer o valor real das redes sociais dos consumidores”. Na África do Sul, neste verão, uma máquina de vendas de Cape Town foi programada para entregar um chá gelado BOS quando recebia um tweet com a hashtag #tweet4t. A empresa, que pertence majoritariamente à patrocinadora dos Jogos Olímpicos, Coca-Cola, lançou o programa “tweet for a seat” (tweet por uma vaga), convidando seus seguidores a tweetar quem eles gostariam que fosse à Olimpíada e por que, incluindo a hashtag #tweetforaseat”. (Meio & Mensagem – 28/09/2012)

Confira a matéria completa no varejo.espm.br


Shopping Center Shopping feito de container Boxpark, considerado o primeiro shopping pop up do mundo, fica em Shoreditch, Londres, num antigo galpão de estocagem da empresa local de trem, que não era usado há 40 anos. Abriu no último dezembro, deve fechar em cinco anos, e reabrir em qualquer lugar do mundo. Tudo muito simples: o shopping não passa de uma intrincada diagramação de 60 containers marítimos, unidos um ao outro pelo lado ou pelo topo, formando andares, corredores, espaços de convivência e lojas, assemelhando-o, de longe, aos tradicionais malls. O Boxpark funciona todos os dias, e lá estão marcas consagradas como Diesel, The North Face, Puma, Levi’s, Lacoste, Calvin Klein e Nike. Marcas locais alternativas também apostaram na ideia, além de dez restaurantes e lanchonetes. “Sempre fui fascinado por containers marítimos, e o Boxpark é uma fusão de diversas ideias pessoais. Eu queria criar um espaço de comércio, em grande escala, usando os containers para oferecer aos varejistas um custo mais baixo de aluguel, versatilidade e um modelo mais eficiente que fizesse sentido, a antítese de um shopping mall tradicional. Ao mesmo tempo queria que

fosse um espaço de convivência”, comenta o CEO Roger Wade, dono da ideia. Ele esteve palestrando durante o recente World Retail Congress, contando os detalhes de seu projeto, inclusive a Boxpark, que foi um dos destinos visitados pelo grupo que realizou visitas técnicas pelas lojas mais inovadoras de Londres, escolhidas pela direção do evento. Wade se referia em sua fala à faceta de entretenimento de seu empreendimento. O shopping também empresta seu espaço em favor da comunidade em que está inserido, organizando eventos de moda, música, esporte e caridade. “É um espaço vivo, que expressa a criatividade e atitude da comunidade à nossa volta. E coloca a inovação onde ela merece estar: na rua”, comenta Wade. (DCI – 11/09/2012)


Clipping do Varejo 012

01/10/2 Shopping Center

idade de n u m o c à o é destinad o iv t a m r o f Varejo Fashion Este in unos, ex l a r o p a d a m rejo, for a v e r b o s e s interes resas Construção p m e e d s io r funcioná e s e r o s s e e Eletro rof alunos, pMóveis arejo V e d io r ó t a , o labor b a L il a t e R Super & Hiper parceiras do . M P S E rejo da a V e d s o Economia d u e Est do Núcleo d : ordenaçãoPróprias CoMarcas astore P o d r a ic R . Prof

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Clipping 01/10/2012  
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