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150 anos

Informativo Mensal da Paróquia São Pedro Apóstolo | Gaspar, Outubro 2012 | Ano 15 | Nº 159

www.paroquiagaspar.com.br

Mãe querida, ajuda-nos a fazer, com grande entusiasmo, tudo o que Jesus pede a seus discípulos. Com a tua intercessão, apressa a “hora da graça”, da fraternidade total, para que este nosso tempo seja sem exclusões e todas as pessoas possam viver com dignidade e paz. Dai-nos a bênção ó mãe querida, Nossa Senhora Aparecida, dai-nos a bênção ó mãe querida, Nossa Senhora Aparecida…”

Confira nesta edição!!! EQUIPES DE NOSSA SENHORA...........................................................................................................................................................................02 UM CHAMADO............................................................................................................................................................................................................03 VIRGEM MARIA, A MÃE DE DEUS......................................................................................................................................................................03

CARTA DO 11º ENCONTRO ESTADUAL DAS CEB’S.....................................................................................................................................04 SÃO FRANCISCO E A PERFEITA ALEGRIA......................................................................................................................................................05 MÊS MISSIONÁRIO...................................................................................................................................................................................................06 VOCÊ SABE O QUE É CMAS??...............................................................................................................................................................................07


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Outubro 2012

O PESCADOR

Editorial Cristãos em missão permanente Paz e Bem!

Estamos em outubro. Nosso novo mês desponta com uma nova esperança. Esperança na vida, nas pessoas; esperança de que tenhamos escolhido bem nossos representantes nos governos municipais; esperança que nos faz acreditar em dias melhores para a vida de cada um de nós.

O mês de outubro está repleto de celebrações e comemorações religiosas e civis; temos o dia da Ecologia, dia da Criança, dia do Professor, dia do Médico, o dia do Direito à Vida, o dia Mundial de Oração pela Paz, dia do Poeta, e o dia muito especial para nós franciscanos e franciscanas, em que comemoramos São Francisco de Assis.

E é logo no início do mês que celebramos São Francisco de Assis, grande “discípulo missionário de Jesus Cristo”, em 04 de outubro. Com seu exemplo, incentivou muitas pessoas a viver o Evangelho; ainda hoje, ele nos ensina a depositar total confiança em Deus e a fazer de nossas vidas uma doação a serviço da Paz e do Bem. Teremos um tríduo de preparação para a grande festa onde o pregador será Frei Almir Ribeiro Guimarães, ofm. Aproveitando sua presença aqui na nossa paróquia, vai pregar o retiro da OFS no dia 06 de outubro no sítio “Clube dos 50”.

Outubro também é o mês missionário, isto é, mês dedicado particularmente à missão. Uma missão permanente, solidária, perpassando todos os ambientes em que estamos: trabalho, vida familiar, social, etc... O Documento de Aparecida nos lembra que onde

se encontra um batizado, um cristão, está presente um missionário, um discípulo de Jesus Cristo. Esse é o pedido que a Igreja faz a todas as pessoas, para que assim contribuam para a construção de uma sociedade justa.

E para nos guiar, acompanhar nessa missão, ninguém melhor do que Maria, a Mãe de Jesus e a mãe da humanidade, chamada de a “Estrela da nova evangelização”. Por isso no dia 12 de outubro, celebraremos com muita fé e devoção a nossa Padroeira, Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Nosso abraço carinhoso a todas as crianças, que também são homenageadas neste mês. Fiquem com Deus! Frei Germano Guesser, ofm

EQUIPES DE NOSSA SENHORA

O Movimento que conhecemos e amamos, o Movimento que nos entusiasma, tem todas as características que a fé exige para ser uma fé ancorada na realidade de hoje: espiritualidade do casal encarnada no quotidiano, procura do divino e do homem, unidade e pluralismo, constante tensão para não esquecer o espírito, que o identificou desde o começo, e hoje podemos juntar também a “internacionalidade”. Em 1º de janeiro de 2012, o Movimento conta com: 11.327 equipes, que dizer, 126.519 membros, sendo: 58.140 casais, 1.897 viúvas, 523 viúvos e 7.820 Conselheiros Espirituais.

Não é sem orgulho que podemos dizer que as Equipes de Nossa Senhora estão hoje presentes nos 5 continentes, em 70 países espalhados pelo mundo, que são cerca de 12.000 equipes e que seus membros ( casais, conselheiros espirituais, viúvas e viúvos ) são aproximadamente 130.000.

O Pescador

Tudo isso nos fala da internacionalidade: os números são impressionantes, mas não bastam para “fazer” internacionalidade, ou melhor, sozinhos, não representam o espírito da internacionalidade pensada pelo Pe. Caffarel quando ele dizia: “os casais cristãos devem não apenas transmitir o ensinamento da Igreja sobre o matrimônio, mas também colaborar com todas as forças nas iniciativas que visem promover condições de vida mais favoráveis ao desabrochar humano e cristão de todas as famílias nos quatro cantos do mundo” e isto levando em conta que “o verdadeiro casal cristão deve estar animado de um ardente espírito missionário”. Fonte: Livro do encontro internacional, Brasília 2012. A Equipe Nossa Senhora do Perpétuo Socorro parabeniza o casal Rita e João Barbieri, o novo casal responsável pelo setor A.

Informativo Mensal da Paróquia São Pedro Apóstolo Gaspar | Outubro 2012 | Ano 15 | Nº159 Rua Cel. Aristiliano Ramos, Gaspar, SC 47 3332-0053 | secretaria@paroquiagaspar.com.br

Cezar e Vera Costa

Expediente

Coordenação Geral: Frei Laerte de F. dos Santos, Frei Germano Guesser Frei José Bertoldi. Coordenação: Cezar Roberto Costa, Gertrudes C. Spengler. Colaboração: Comunidades, Pastorais, Movimentos. Diagramação Eletrônica: Celso Ricardo Ronchi / Gráfica e Editora 3 de Maio Ltda. Tiragem: 1.500 exemplares


Outubro de 2012

O PESCADOR

Um chamado (continuação)

Em dezembro de 1959 concluímos o estudo da filosofia, sempre no Convento de Bom Jesus em Curitiba. Não tivemos as férias, junto dos pais ou de outros parentes. Contudo, estivemos no Seminário de Rio Negro (PR). As férias em Rio Negro nos trouxeram muitas alegrias, revendo os locais em que nós havíamos estudado de 1950 a 1952. Nessas férias de 1959 visitamos o museu, a gruta de Nossa Senhora e contornamos várias vezes a estrada que rodeia a colina da gruta de Nossa Senhora. Além disso, trabalhamos nos jardins, na horta e passeamos por entre os frondosos pinheirais. Expiradas as férias, rumamos para Petrópolis (RJ), a fim de cursar os 4 anos da teologia, estudo que aprofunda a verdade revelada na Bíblia e na Tradição da Igreja Católica. O estudo da teologia se deu nas dependências do Convento do Sagrado Coração de Jesus, sito à Rua Montecaseros da Cidade Imperial.

A primeira curiosidade foi satisfeita alguns dias depois, isto é, visitamos o Museu Imperial, onde se encontram muitos objetos, roupagens, carruagens da família imperial e a linda Coroa do Imperador Dom Pedro II. Às quintas-feiras e feriados nós tínhamos a tarde livre para esporte e passeios. Eu “adorava” galgar as colinas e montanhas de Petrópolis e Teresópolis. Somente no primeiro ano de teologia andei 25 vezes pelas colinas e montanhas! Muitas vezes estive no Alto da Serra (bairro) em visita ao Grotão, gruta de onde se avistava toda a lindíssima paisagem da Baía da Guanabara. Aos domingos, após a

Oração da Tarde, os amadores do basquete jogávamos bola, às vezes, até durante 2 horas de jogo. O vôlei também era praticado, porém, com menos frequência. O futsal, jogado em campo de areia, me fez desanimar desse esporte... pendurei as chuteiras!

|3| Em 1964, ano da Revolução de 31 de março, estávamos no Convento de Santo Antônio, Largo da Carioca, Guanabara (RJ), exercitando a pastoral paroquial e estudando a espiritualidade franciscana. No final de 1964 junto com a maioria dos colegas de turma, partimos para a missão nas paróquias.

A teologia me parecia um estudo maravilhoso, porque nos fazia entender melhor as verdades da fé, que o catecismo nos passou no tempo de criança.

Pelo estudo da teologia estávamos preparando a missão que nos aguardava nas paróquias, como pastores de almas. Se não tivéssemos estudado a teologia, não saberíamos esclarecer certos problemas da moral, aliada à psicologia, na orientação espiritual das pessoas que nos procuram com muitas dúvidas a respeito da fé e da moral, ensinadas pela Igreja Católica. No terceiro ano de teologia, às tardes das quintas-feiras, percorria a pé, e com hábito franciscano, um caminho de duas horas pelas colinas de Petrópolis, para lecionar catecismo na Fazenda Inglesa, vila do município de Petrópolis. No dia 15 de dezembro de 1962, no final do terceiro ano de teologia, recebemos a Ordenação Presbiteral das mãos do Bispo, octogenário, Dom José Aguirre. Grande festa no Convento do Sagrado Coração de Jesus pelos 15 neo-presbíteros! Ficamos mais um ano em Petrópolis, concluindo o quarto ano de teologia, celebrando as missas nas capelas e paróquias vizinhas.

VIRGEM MARIA, A MÃE DE DEUS A Virgem Maria, a Mãe de Deus, é invocada conforme a história do povo cristão, em locais e regiões as mais distintas. Mesmo no Brasil, ela é chamada por muitos ‘nomes’. É quase automático nos lábios das pessoas, diante do inesperado ou do mistério grande das coisas, a exclamação: “Virgem Maria”! ou “Nossa Senhora”!

Para o descrente ou apenas o racional, a exclamação pode simplesmente ser um reflexo religioso inconsciente… No entanto, é curioso e muito significativo, que culturalmente o povo brasileiro chame sempre pela “mãe”, por uma “mulher”… que a fé sabe ser uma “bendita entre as mulheres”, porque é “cheia de graça”!

No Brasil, ela ganhou as feições simples e humildes de seu povo. É simplesmente a “Aparecida”, porque surgiu das águas, nas redes de gente simples como ela, os pescadores do rio Paraíba. A água escureceu sua imagem da argila, cor da terra. Apareceu negra, cabeça separada do corpo, que o homem colou e uniu. Outros sinais da identificação com o seu Filho e os seus irmãos: os renascidos da água e do espírito, membros do mesmo e único corpo, do qual o Cristo é a cabeça.

Antes dela ser “Aparecida”, já era a “Conceição”, aquela que concebe e dá à luz à própria Luz que veio a este mundo. Sabiamente diziam os Padres da Igreja que, primeiro Maria concebeu seu Filho na fé, crendo na Palavra que lhe foi anunciada e, por isso concebeu-O também no seu corpo. Tornou-se, então, o modelo e protótipo da Igreja, de todos os que, como ela, geram o Cristo pela fé. São Francisco de Assis, na sua 2ª Carta aos Fiéis (48-53), depois de falar sobre a necessidade da completa conversão da atitude de egocentrismo, afirma:

“Aqueles que assim agirem e perseverarem até o fim, verão repousar sobre si o Espírito do Senhor e ele fará neles sua morada permanente, e serão filhos do Pai celestial cujas obras fazem. E serão esposos, irmãos e mães de nosso Senhor Jesus Cristo. Somos seus esposos, quando a alma crente está unida a Jesus Cristo pelo Espírito Santo. Somos seus irmãos quando fazemos a vontade de seu Pai, que está nos céus. Somos suas mães, se com consciência pura e sincera o trazemos em nosso coração e nosso seio e o damos à luz por obras santas que sirvam de luminoso exemplo para os outros”.

Para São Francisco a grandeza e a importância de Maria está no fato dela ter feito Cristo nosso irmão, dando-lhe a carne de nossa humanidade. Ele a vê sempre unida ao seu Filho. Por isso, a devoção a ela se faz na vida conforme o Evangelho. Francisco não só recorre à proteção de Maria, mas assume as atitudes dela frente a Deus, e como ela, concebe, gera e dá à luz à Palavra de Deus, dando-lhe vida e forma. É a fecundidade espiritual dos que, como Maria, geram o Cristo em suas vidas. Frei Regis Daher, OFM


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O PESCADOR

Outubro 2012

Carta do 11º Encontro Estadual das CEBs Vindos das Comunidades Eclesiais de Base das Dioceses de Santa Catarina, celebramos o 11º Encontro Estadual das CEBs, com a participação de aproximadamente 800 delegados e delegadas. Assumimos logo de início, o que nos caracteriza: a profunda relação entre a missão das CEBs e a missão de Jesus de Nazaré. Considerando que o 11º Encontro realizou-se em Florianópolis, e recordando a missão de Jesus ao redor do Lago de Genesaré, dispusemos nossas atividades em três momentos: o mar, o rancho e o barco.

O mar, lugar de onde Jesus pregava às multidões que se comprimiam para ouvi-lo, foi para nós o espaço da grande reunião, da acolhida inicial, da celebração de abertura em frente à Catedral, da confraternização, das decisões, do envio, e do início da celebração final com a Romaria dos Mártires para o Alto da Caieira. No mar, foi-nos apresentado, pelo assessor Pe. Benedito Ferraro, o tema central do encontro: “Justiça e profecia a serviço da vida”. Ele lembrou que o Documento de Aparecida ensina que a misericórdia será sempre necessária, mas também que precisamos lutar para que todos possam viver com dignidade a vida em plenitude. É fundamental juntar evangelização e libertação, para reaprender a fazer política. Nós, que bebemos da vida e da missão de Jesus de Nazaré, precisamos estar enraizados nas lutas de nossos povos, levando adiante as CEBs que surgiram no continente latino-americano para o mundo. Nossa missão é ser profeta no chão de nossas comunidades.

Os ranchos, lugar onde os pescadores guardam seus barcos e instrumentos de pesca, foram para nós o espaço para conversas e refeições, para o debate sobre a missão de Jesus e dos compromissos a assumir no seu seguimento. Numa grande comunidade de seguidores e seguidoras de Jesus, percorremos os cenários da Palestina: a Galileia, a Samaria, o Deserto e Jerusalém.

A Galileia era o lugar onde moravam os mais pobres, destinatários privilegiados do

anúncio do Reino de Deus. Aí Jesus viveu a maior parte de sua vida, anunciou a Boa Notícia do Reino e, após a ressurreição, enviou os discípulos e discípulas em missão. A Galileia é, hoje, o lugar das Comunidades Eclesiais de Base e de toda a Igreja que se inclina para o cuidado da vida das pessoas empobrecidas.

A Samaria ficava no caminho entre Galileia e Jerusalém. Era o lugar de gente considerada impura e herética. Ao falar a sós com uma samaritana, Jesus rompe de uma só vez com dois preconceitos: o de gênero, que proibia a um homem falar sozinho com qualquer mulher, e o nacional-racista, que inimizava israelitas e samaritanos. A Samaria, hoje, é o lugar de travessia, onde somos chamados a romper o círculo vicioso de exclusão social, anunciando o Deus de Amor e o Reino de igualdade. O Deserto é o lugar da escuta amorosa e obediente da Palavra, do contato íntimo e do diálogo com Deus. Hoje, diante de tantas espiritualidades, somos chamados a voltar ao

vem a parte mais difícil da missão: o confronto. Mas não há verdadeira missão a serviço do Reino, sem confronto com tudo aquilo que vai contra a proposta de Jesus de Nazaré.

Da Galileia dos sonhos de um mundo novo para a Jerusalém da perseguição e do martírio, passando pela Samaria da aprendizagem e da ruptura de preconceitos e pelo Deserto da intimidade com Deus, nós também queremos em nossas comunidades viver a mesma missão de Jesus.

Os barcos, meios que levam os pescadores para dentro do mar para a lida diária da pesca, foram para nós o espaço dos debates sobre nossa missão no seguimento de Jesus. Neles partilhamos nossas vidas, o que somos e temos, o que podemos, sabemos e esperamos. No final do encontro, como Comunidades Eclesiais de Base e Grupos de Reflexão/ Família, assumimos os seguintes compromissos:

• Dinamizar o processo permanente de conversão, para fortalecer o trabalho em redes (públicas, privadas e religiosas), na busca dos direitos de todos para que haja vida plena. • Resgatar e fortalecer, na realidade atual, nossa identidade como CEBs, na defesa e promoção da vida, com olhar atento à juventude e suas especificidades.

• Assumir nas Comunidades Eclesiais de Base ampla discussão e formação aprofundada no que se refere à intolerância religiosa e a todo tipo de preconceito.

• Assumir e fortificar a articulação das Pastorais Sociais nas dioceses. deserto, ao Deus do êxodo que se revela em Jesus Cristo e que nos interpela e nos convoca para a missão. Jerusalém era o centro dos mecanismos do poder religioso, econômico e político, que levaram Jesus à morte. Se existem ainda hoje situações de exclusão, é porque a política não é exercida como arte do serviço ao bem comum. A ganância a qualquer custo justifica o massacre de milhões de pobres. A religião dominante é aquela que professa o “deus capital”, apregoa a resignação e difunde a espiritualidade da prosperidade em detrimento de um estilo de vida mais sóbrio que torne possível a justa distribuição das riquezas. Aqui

• Apresentar na Assembleia do Regional Sul 4 da CNBB uma síntese de toda a reflexão deste Encontro, para resgatar a memória das CEBs em nossas Dioceses.

É tempo de primavera. Em nosso encontro fizemos memória dos 50 anos do Concílio Vaticano II, verdadeira primavera da Igreja, e dos 100 anos do Contestado. Voltamos para nossas comunidades com os corações aquecidos pela profecia de Jeremias. “Deus disse: ‘O que estás vendo?’ Jeremias respondeu: ‘Um ramo de amendoeira brotando’. E Deus respondeu: ‘Viste bem. Assim eu estou cuidando do meu povo para que esta palavra possa acontecer’” (Jer 1,11-12).


Outubro de 2012

O PESCADOR

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São Francisco e a Perfeita Alegria Viajava São Francisco do seu convento para o de outra localidade, dali distante algumas léguas, seguia a pé com o companheiro de jornada, um irmão a quem muito estimava. Era um frade ainda moço e chamava-se Frei Leão. Os dois iam a pequena distância um do outro, ambos entregues as suas orações. Estava-se no rigor do inverno e os caminhos eram ruins. Depois de algumas horas de marcha, sem trocarem palavras, São Francisco que vinha mais atrás, apertou o passo e, alcançando o companheiro, disse-lhe com sua brandura habitual: “ Irmão Leão, tomai nota do que vos digo. Não basta ao frade dar bons exemplos. Por maior luzeiro que seja em virtude e santidade...em pobreza e paciência...não terá ele alcançado a Perfeita Alegria”. Deram mais alguns passos, e São Francisco tornou a falar: “ Irmão Leão, ainda mesmo que um frade restitua a vista ao cego...faça andar o entrevado...torne o ouvido ao surdo... volte a fala ao mudo... ainda mesmo que ressuscite os mortos... não terá ele alcançado a Perfeita Alegria.”

Ditas estas palavras, São Francisco volveu a guardar silêncio. Porém, após uma longa caminhada, virou-se para o companheiro e disse: “ Irmão Leão, ainda mesmo, que um frade possa falar a língua dos anjos... penetrar todos os mistérios do céu... da terra e do mar, ainda assim, não terá ele alcançado a Perfeita Alegria”. Mais uma vez se calou São Francisco. Andaram um bom trecho e o santo erguendo a voz, como para revelar o alcance daquelas palavras, disse:

“Irmão Leão, ainda mesmo que a sabedoria... a eloqüência e o poder persuasivo de um frade, sejam suficientes para converter a fé de Cristo em todos os infiéis do mundo, ainda assim, não terá ele alcançado a Perfeita Alegria”.

Mais e mais admirado, sem poder atinar com o sentido daquelas palavras, pediu Frei Leão ao seu interlocutor: “Em nome de Deus, dizei-me como alcançar a Perfeita Alegria”.

E São Francisco explicou: “Se um frade, encharcado de chuva... tiritando de frio... coberto de lama e morto de fome, bater à porta de um convento e lhe perguntarem aos gritos: “Quem é?” E ele responder:” um vosso irmão”. se o desmentirem e o chamarem de ladrão... se o correrem a pauladas... se ele cair calado e humilde, e cá fora, ao desamparo da noite e sentir aumentada aquelas torturas e sofrer com o pensamento em Deus, sem queixa nem revolta, mas perdoando de todo o coração a crueldade do insulto e do desabrigo, então, só então, terá ele alcançado a PERFEITA ALEGRIA”. Meus irmãos e minhas irmãs, que sentido imenso pode medir-se das palavras deste admirável santo. O perdão, a indulgência na sua síntese insofismável; o perdão que se opõe ao insulto e a maledicência, o perdão que espalha entre as angústias da humanidade sofredora, a única caridade cristã. O perdão... síntese mesma da caridade e sua condição essencial, e que sendo caridade, demanda ainda, a satisfação da não-satisfação. Mas não a caridade que se plasma no interesse e nas louvaminhas do mundo. Não a caridade que ao dar com a mão direita, espera a esquerda pronta, e recompensa. Não a caridade que exige... se impõe... que obriga.

Não a caridade que tilinta ao eco das moedas... Não a caridade que se esgueira pelas frestas do oportunismo... que espreita o aplauso... que pede condecoração. Não a caridade que esboça, minudente e cuidadosa, o sorriso finório do alarde... da jactância ou do sensacionalismo.

E sim, a caridade que renuncia... a caridade que não se mostra... a que não espera retribuição... a que não exige paga... a que não pede aplauso... que é mansa... humilde... silenciosa... humana... benevolente... sincera... piedosa. E que nada quer... nada espera... não visa a nada... a nada aspira, senão amenizar, na face da terra, a dor do próximo... suas angústias.... seus tormentos... enxugando-lhe os olhos e limpando-lhe com o bálsamo suavizante da ternura e da bondade. Se tivermos sempre dentro de nós, as palavras de São Francisco de Assis, e se as seguirmos, e as pusermos em prática, na vida e na sociedade, então, também teremos alcançado a Perfeita Alegria. E nada melhor do que repetir:

Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz. Onde houver ódio que eu leve o amor. Onde houver ofensa que eu leve o perdão. Onde houver discórdia que eu leve a união. Onde houver dúvidas que eu leve a fé. Onde houver erro que eu leve a verdade. Onde houver desespero que eu leve a esperança. Onde houver tristeza que eu leve a alegria. Onde houver trevas que eu leve a luz. Oh Mestre, fazei que eu procure mais, consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado. Pois é dando que se recebe. É perdoando que se é perdoado. E é morrendo que se vive, para a vida eterna. Assim seja.

Baseado na vida de São Francisco. Colaboração: Alexandre Costa


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Outubro 2012

MÊS MISSIONÁRIO Neste Mês dedicado às Missões queremos trazer a vocês alguns exemplos de Missionários: São Antônio de Sant’Anna Galvão, Beato João Paulo II e Beata Teresa de Calcutá: 1. JOÃO PAULO II, MISSIONÁRIO CONTEMPLATIVO (Celebra-se dia 22 de Outubro)

João Paulo II não foi só um missionário, segundo afirma Bento XVI. Seu zelo apostólico explica-se graças à oração, acrescenta seu sucessor e próximo colaborador durante mais de duas décadas. O Papa traçou um breve e pessoal perfil de Karol Wojtyla ao participar da exibição do documentário “Peregrino vestido de branco”, dirigido pelo diretor polonês Jarosław Szmidt, considerado uma das maiores produções da história dos documentários poloneses. Na exibição, o bispo de Roma sublinhou “os dois pilares” da vida e ministério do futuro beato: “a oração e o zelo missionário”.

“João Paulo II foi um grande contemplativo e um grande apóstolo de Cristo. Deus o escolheu para a sede de Pedro e o preservou durante anos para introduzir a Igreja no terceiro milênio”, afirmou, em referência a palavras que o cardeal Stefan Wyszyński, primaz da Polônia, que, no momento da eleição do pontífice polonês, disse-lhe: ‘A te far entrare la Chiesa nel Terzo Millennio’. “Com seu exemplo, guiou-nos nesta peregrinação, e agora segue nos acompanhando do céu”, afirmou Bento XVI, que recordou as palavras dirigidas na homilia do funeral de João Paulo II.

Naquele 8 de abril de 2005, o então Cardeal Joseph Ratzinger disse: “Nenhum de nós poderá esquecer que no último domingo de Páscoa de sua vida, o Santo Padre, marcado pelo sofrimento, foi até a janela do Palácio Apostólico Vaticano e deu a bênção ‘Urbi et Orbi’ pela última vez. Podemos estar seguros de que nosso amado Papa está agora na janela da casa do Pai, nos vê e abençoa. Sim, abençoe-nos, Santo Padre”. “Peregrino vestido de branco” é uma produção que durou quase 4 anos, realizada em 12 países de 4 continentes. Mais de 50 pessoas foram entrevistadas. Monsenhor Slawomir Oder, postulador da causa de beatificação de João Paulo II, disse que o documentário é “uma ilustração do que surgiu no processo de beatificação”. (fonte: ZENIT.org)

2. SANTO ANTÔNIO DE SANT’ANNA GALVÃO: MISSIONÁRIO DA PAZ E DA CARIDADE! (Celebra-se dia 25 de Outubro)

- Pregador e Missionário itinerante: Apóstolo de São Paulo

Impulsionado pelo amor de Deus, que trazia no coração, Frei Galvão foi o grande pregador e anunciador da Palavra de Deus, tendo como centro de sua ação evangelizadora a cidade de Paulo. Logo que terminou os estudos, foi eleito em Capítulo Provincial “Pregador, Confessor e Porteiro” no Convento São Francisco. A sua pregação estava sempre aliada com o contato direto com o povo: a acolhida no Confessionário e Portaria, sua bondade e compreensão, seus conselhos e orientações, seu socorro e ajuda aos necessitados, enfermos e sofredores. Pouco a pouco sua fama atravessou fronteiras.

Sempre a pé, andou a pregar por muitas localidades fora da cidade: Sorocaba, Porto Feliz, Itu, Taubaté, Parnaíba, Indaiatuba, Mogi das Cruzes, Paraitinga, Pindamonhangaba, Guaratinguetá. A serviço da Província, viajou para mais longe: ao Rio de Janeiro, mais de uma vez, e chegou até Castro, Paraná, como Visitador da Ordem. As viagens, feitas a pé, se transformavam em roteiros missionários de pregação às diversas localidades. Em todos os lugares anunciava o Evangelho e a devoção à Imaculada. Ao passar por Piraí do Sul, indo para Castro, deixou a estampa de Nossa Senhora das Brotas, que lá se encontra na Capela das Brotas, e é venerada até os dias de hoje. Não seria exagerado dizer que a devoção à Nossa Senhora da Imaculada Conceição de Aparecida, a partir de seu Santuário na pequena cidade do Vale do Paraíba e ao lado de Guaratinguetá, tivesse sido alimentada pelo trabalho de difusão desta devoção por parte de Frei Galvão. Frei Galvão foi chamado “Apóstolo de São Paulo”. Sua pregação tocava as pessoas e era acolhida pelo povo de todos os lugares, que para ouvi-lo se reunia em multidão. Como Comissário da Ordem Terceira de São Francisco, eleito por duas vezes, cuidou de formar os Irmãos na vivência do ideal franciscano como caminho de santificação e de verdadeiro apostolado leigo.

- Confessor e Conselheiro: Missionário da paz e da caridade O maior bem que Frei Galvão trazia no

coração era Deus. Este bem ele distribuía a quem o procurava. As pessoas da cidade e de longe vinham a procura de Frei Galvão para se confessar, para buscar seu conselho e orientação de vida. Ele se destacou como confessor e conselheiro do povo. Portador da bênção e do perdão de Deus, só podia mesmo trazer a paz: a paz da reconciliação com Deus, a paz da pessoa com outra pessoa, a paz na família, a paz na sociedade. Em Itu, deu-se o caso de pacificação de uma família que se costuma contar. Ele era um conselheiro sábio, prudente, maduro, mais do que isso, cheio de Deus. Por isso mesmo era considerado “Homem virtuosíssimo” e foi chamado “Homem da paz”. Além de Confessor do povo, dedicou parte importante de sua vida, primeiro como Confessor e Atendente das Irmãs Carmelitas, no Recolhimento Santa Teresa, depois, até o fim da vida, como Confessor e Diretor espiritual das Irmãs Concepcionistas do Recolhimento da Luz. Para o Recolhimento da Luz foi tudo: co-fundador com a Irmã Helena, construtor, arquiteto, pedreiro, esmoler, sustentador, Confessor, Capelão e Orientador espiritual. Embora sendo pacífico e pacificador, era defensor da justiça. Basta lembrar o caso da condenação à morte do soldado conhecido pelo nome de “Caetaninho”. Frei Galvão não hesitou em pôr-se declaradamente em sua defesa, não obstante o confronto inevitável com o Governador da Capitania que ordenara a condenação, uma condenação injusta e arbitrária.

Se era todo amor para Deus, era-o também para os necessitados. Aprendera em família a dar esmolas. Conta-se que, em criança, dera uma toalha de crivo e bordado da Mãe a um pobre que pedia esmolas. Acostumara a ser generoso, sobretudo com os pobres e necessitados. Conta-se também que ao tempo da construção do Mosteiro da Luz passava toda semana pelos bares das proximidades e pagava as dívidas dos serventes da obra, que eram negros escravos. O povo o amava e o defendia. Assim aconteceu quando o Governador por vingan-


Outubro de 2012 ça decretara o desterro de Frei Galvão. O povo cercou a casa do Governador que se viu obrigado a revogar a sentença. Com razão o povo distinguiu Frei Galvão com o nome de “Homem da caridade”.

Por todos estes títulos, o povo considerava Frei Galvão um santo, e sendo assim, ainda em vida, todos o chamavam “Padre Santo”. Fama esta que não se extinguiu depois da morte, mas perdurou por todo o tempo e o está levando, finalmente, à Beatificação. Para a glória da Ssma. Trindade, o louvor da Imaculada Conceição, a honra de São Francisco e o bem de todos nós franciscanos e franciscanas e de todo o povo de Deus. Assim Seja! Dom Frei Caetano Ferrari, OFM.

3. BEATA TERESA DE CALCUTÁ: MISSIONÁRIA DA CARIDADE (Celebra-se dia 5 de Setembro).

Beata Madre Teresa de Calcutá, cujo nome verdadeiro é Agnes Gonxha Bojaxhiu, (Skopje, 27 de Agosto de 1910 — Calcutá, 5 de Setembro de 1997) foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedónia e naturalizada indiana. Considerada a missionária do século XX, concretizou o projeto de apoiar e recuperar os desprotegidos na Índia.

Através da sua congregação “Missionárias da Caridade”, partiu em direção à conquista de um mundo que acabou rendido ao seu apelo de ajudar o mais pobre dos pobres.

“Quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se servo de todos (Mc, 10, 44). Estas palavras de Jesus aos discípulos indicam qual é o caminho que leva à grandeza evangélica. Madre Teresa de Calcutá, fundadora dos Missionários e das Missionárias da Caridade, que hoje tenho a alegria de inscrever no Álbum dos Beatos, deixou-se guiar por esta lógica. Ícone do Bom Samaritano, ela ia a toda parte para servir Cristo nos mais pobres en-

O PESCADOR tre os pobres.” Esse é um trecho da homilia do Papa João Paulo 2o durante o ritual de beatificação de Madre Teresa de Calcutá, em outubro de 2003. Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu numa família católica da comunidade albanesa do sul da antiga Iugoslávia. Foi educada numa escola pública e, ainda jovem, tornou-se solista no coro da igreja.

Determinada a seguir sua vocação religiosa, Agnes ingressou na Congregação Mariana. Em setembro de 1928, ingressou na Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, em Dublin, na Irlanda. De lá partiu para a cidade de Darjeeling, na Índia, onde as irmãs de Loreto tinham um colégio, em 1931. Lá fez noviciado e finalmente fez os votos de obediência, pobreza e castidade, tomando o nome de Teresa. De Darjeeling, Teresa partiu para Calcutá, onde viveu como religiosa e foi professora de história e geografia no Colégio Santa Maria, único colégio católico para meninas ricas da cidade de Calcutá. O contraste com a pobreza à sua volta era muito grande. Em maio de 1937, Teresa fez a profissão perpétua.

A revelação ocorreu em setembro de 1946, durante uma viagem de trem. Madre Teresa ouviu um chamado interior que a incitou a abandonar o convento de Loreto, em Calcutá, e passar a viver entre os pobres. Em 1948, autorizada pelo Papa Pio XII, Teresa foi “viver só, fora do claustro, tendo Deus como único protetor e guia, no meio dos mais pobres de Calcutá”. Em dezembro do mesmo ano, conseguiu a nacionalidade indiana.

Teresa passou a usar um traje indiano, um sári branco com debruns azuis e uma pequena cruz no ombro. Pedindo ajuda nas ruas, auxiliava pobres, doentes e famintos. Pouco a pouco, foi angariando adeptas para sua causa entre as antigas alunas. Em 1950, fundou uma congregação de religiosas. Madre Teresa fundou casas religiosas por toda a Índia e, depois, no exterior. Seu trabalho obteve grande repercussão. O Papa João Paulo II cedeu uma casa, ao lado da Santa Sé, para recolhimento dos pobres, a casa “Dom de Maria”.

Em 1979, Madre Teresa recebeu o prêmio Nobel da Paz, pelos serviços prestados à humanidade. Depois de dedicar toda uma vida aos pobres, Madre Teresa de Calcutá morreu aos 87 anos, de parada cardíaca. Em outubro de 2003 foi beatificada pelo Papa João Paulo 2o. (Fonte: http://educacao.uol.com.br)

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Você sabe o que é CMAS??? É o Conselho Municipal de Assistência Social, que delibera e fiscaliza as ações voltadas á Política de Assistência Social.

Os Conselheiros se reúnem mensalmente, ou seja, todo mês a comunidade e o governo se reúne pra debater o bem – estar da população. Qualquer cidadão pode participar com direito a voz, das reuniões do CMAS!!! DELIBERAÇÕES DE SETEMBRO: - Formação de uma comissão especial para preencher o demonstrativo físico financeiro de 2011, que é o documento que avalia as ações do conselho em relação à fiscalização dos serviços prestados; - Definição das datas e horários das reuniões das comissões;

- Agendar reunião com prefeito para esclarecimento da aprovação do aumento dos recursos para os abrigos, sem a aprovação do CMAS; - Aprovado o Plano de Ação de 2012;

- Apresentação numa próxima reunião, das ações de controle social do Programa Bolsa Família;

- Aprovado a construção de um Centro de Referencia de Assistência Social CRAS no bairro Gaspar Mirim; Reuniões toda primeira quarta-feira do mês! PRÓXIMA REUNIÃO: Data: 7 de Novembro Horário: ás 8:30 Local: Conferência Vicentina, rua Coronel Aristiliano Ramos, Centro, térreo, Salão Cristo Rei.


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Outubro 2012

O PESCADOR OUTUBRO

DIA 11 12 13 14 16 18 19-21 19 19 19 20 20 26-28 26-27 27 27 27 27 27 30

EVENTO Bingo Pastoral da Sobriedade FESTA PADROEIRA NOSSA SENHORA APARECIDA 1ª Eucaristia Santa Clara Renovação das Promessas do Batismo Centro e Bairro Sete Formação para Ministros Curso de Pais e Padrinhos Retiro Movimento de Irmãos Saída Retiro Movimento de Irmãos Encontro Formação Lareira Curso de Pais e Padrinhos 1ª Eucaristia São Judas Tadeu Reunião OFS Acampamento Nacional Agentes Pastoral da Sobriedade Coordenadores Assembleia Pastoral da Criança - Setor Blumenau Missa dia de São Judas Tadeu Encontro Pastoral da Criança Formação Grupo de Reflexão 1ª EUCARISTIA CENTRO E BAIRRO SETE 1ª Eucaristia Nossa Senhora de Fátima Evento Apostolado da Oração

DIA 1 3 3 3 9 9 10 11 17 17 17 18 20 23 24 24

EVENTO Reunião CPC e Formação Bom Jesus Curso de Pais e Padrinhos 1ª Eucaristia Bom Jesus Formação Pastoral da Saúde Encontro Formação Lareira Curso de Pais e Padrinhos Curso de Pais e Padrinhos 1ª Eucaristia Santa Terezinha Reunião OFS Missa Santa Isabel da Hungria Formação Pastoral Santa Clara Curso de Pais e Padrinhos Formação para Ministros Encontro Formação Lareira Bodas de Diamante Conferência Vicentina c/ Janta dançante Curso de Noivos

HORÁRIO 15h Todo dia 19h 19h 19h30 19h Todo dia 16h 20h 19h 17h 15h30

LOCAL Salão Cristo Rei Com. Nossa S. Aparecida Com. Santa Clara Matriz Anfiteatro Com. Virgem de Nazaré Nova Trento Salão Cristo Rei Anfiteatro Com. Bom Jesus Com. São Judas Tadeu Anfiteatro

Todo dia ? 19h 8h 14h 18h 19h 13h30

Canção Nova - SP Casa São José Com. São Judas Tadeu Anfiteatro Anfiteatro Matriz Com. Nossa Sra. De Fátima Com. São Sebastião

HORÁRIO 19h30 14h 19 14 20h 18h30 16h 8h 15h30 19h 20h 8h 19h30 20h 20h30 13h

LOCAL Com. Bom Jesus Anfiteatro Com. Bom Jesus Conferência Vicentina Anfiteatro Com. Santa Terezinha Com. Santa Clara Com. Santa Terezinha Anfiteatro Matriz Santa Clara Com. Santo Antônio Anfiteatro Anfiteatro Salão Cristo Rei Anfiteatro

NOVEMBRO

PROCLAMAS Data 12/out 13/out 13/out 13/out 20/out 20/out 20/out 20/out 20/out

Importância dos Vínculos Familiares e Comunitários Ocorreu no dia 30 de agosto de 2012 uma palestra sobre “Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária” com Wanderlino Nogueira Neto, que recebeu em 2011 o Prêmio de Direitos Humanos da Presidência da República. O Conteúdo da Palestra foi que por construção da própria população, hoje existe leis específicas para que a família seja o alicerce do acolhimento, proteção, amor e emancipação dos cidadãos, principalmente as crianças. Fortalecendo a importância dos Vínculos Familiares. Compareceram no evento por volta de 150 pessoas, no Salão Cristo-Rei. Frei Germano Guesser iniciou o evento, que foi gratuito e aberto à população e Organizado pela Conferência Vicentina e Pastoral da Criança da Paróquia São Pedro Apóstolo, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Ministério Público/SC. Mais Informações em: drwanderlinoemgaspar.blogspot.com.br

Resultado do Churrasco realizado no dia 07 de setembro de 2012 Receita: R$ 18.332,70

Despesa: R$ 10.151,83

Total Líquido: R$ 8.180,87

A todos os que ajudaram, o nosso muito obrigado!

Desejam contrair o Sacramento do Matrimônio os seguintes noivos:

Noivos Sebastião Schmitt Júnior e Juliana Pereira Mabba Fabiano Pereira Schmitt e Jaqueline Hostins Bruno Spengler Medeiros e Natasha Steiner Pasini Evandro Sidinei Coradini e Maria Aparecida Bonetti Andrione Adão e Maria Aparecida Pauly Valdir de Souza e Adriana Mariano Herberton Reitz e Michelly Schmitt Ivan Zimmermann e Cintia da Costa João Gabriel K. G. Silve e Daniela Gattáes

Local Matriz Cap. São Brás Matriz Cap. Santo Antônio Cap. Virgem de Nazaré Cap. São Judas Tadeu Matriz Cap. Santa Clara Matriz

Horário 20h30 19h30 20h30 18h00 19h00 20h30 17h00 20h30 20h30


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