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PARA © ultural Informativo da Secretaria de Estado de Cultura

Março 2014 N. 027 - Ano III Belém/Pará

PARA TODAS AS IDADES: TEMPO DE CARNAVAL NA ESTAÇÃO DA FOLIA. Págs. 02 e 03.

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© Carlos Spdré


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CARNAVAL NA ESTAÇÃO É PEDIDA PARA QUEM FICA EM BELÉM

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antasia, confete e serpentina. O já tradicional Bailinho da Estação, de 1° a 4 de março, reúne tudo isso em um clima de muita alegria na Estação das Docas. Destinado ao público infantil e à família de modo geral, a programação de carnaval ainda mistura música e teatro, com a Banda Acordalice, Farofa Bloko, Boi Veludinho, Bandinha de Fanfarra Pau de Cana e Trupe de Bubuia. O Bailinho inicia às 17h e a entrada é gratuita. Tradicionalmente, o baile é oferecido no final de semana do carnaval como opção para quem fica na cidade. Este ano, a programação foi ampliada. “Serão quatro dias de festa com programação especialmente elaborada para o público infantil. Nosso objetivo é resgatar a magia dos antigos carnavais, onde todos brincavam e se confraternizavam ao som de marchinhas e bandinhas de fanfarra”, explica

© Carlos Spdré


© Carlos Spdré

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a presidente da Organização Social Pará 2000, Gabriela Landé. O Bailinho da Estação é uma realização do Governo do Estado e da Secretaria de Estado de Cultura (Secult-PA), por meio da Organização Social Pará 2000, que administra a Estação das Docas. Confira a programação: • Dia 1 (sábado), às 17h – Abertura / às 18h – Boi Veludinho (cortejo na Orla) / às 19h – Banda Acordalice • Dia 2 (domingo), às 17h – Abertura / às 18h – Trupe de Bubuia em “Batalhas e confetes” (Anfiteatro São Pedro Nolasco) / às 19h – Banda Farofa Bloko. • Dia 3 (segunda-feira), às 18h – Bandinha de Fanfarra Pau de Cana (cortejo na Orla) • Dia 4 (terça-feira), às 18h – Boi Veludinho (cortejo na Orla) Serviço

Bailinho da Estação De 1º a 4 de março de 2014, às 17h. Boulevard das Feiras e Exposições – Estação das Docas Av. Boulevard Castilhos França, s/n – Campina. Informações: (91) 3212-5525 – Entrada franca


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SOM DO STROBO ANIMA PROJETO PARQUE MUSICAL EM MARÇO

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liar à música instrumental uma roupagem pop, a partir da tecnologia para misturar timbres sintéticos e acústicos sem restrição. Essa é a tônica do som da banda Strobo, formada por Léo Chermont (guitarra e efeitos) e Arthur Kunz (bateria e programações). A dupla vai mostrar seu trabalho no projeto Parque Musical, no próximo dia 13 de março, a partir das 18h, com entrada franca, no Coreto do Parque da Residência. Retomado há cerca de três anos, o projeto já contou com a participação de vários nomes nacionais como Tiê, Vitor Ramil, Antônio Nóbrega, Lobão, o escritor e jornalista Nelson Mota e, mais recentemente, a cantora Larissa Leite, que apresentou no mês de janeiro último o show “Ela só quer mistura”, no Teatro Gasômetro. O diretor do teatro e coordenador do Parque Musical, Leonardo Santos, explica que esse é um projeto da Secult-PA, por meio do Teatro Gasômetro, de acessibilidade e apoio aos jovens artistas. A ideia é integrar culturalmente, por meio da música, as regiões brasileiras, afirma Leonardo. A banda Strobo foi lançada em 2011 e já possui dois CDs gravados: “Strobo” (2011) e “Delírio Cromático” (2012). A banda também já gravou vários clipes, participou do programa “Experimente”, da emissora Multishow, e foi finalista do Movimento Hotspot. A Strobo tocou ainda na edição 2012 do Festival Abril pro Rock, no projeto “Som em 4 tempos” da Sala


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Serviço Projeto Parque Musical – Banda Strobo Dia 13 de março de 2014, a partir das 18h. Coreto do Parque da Residência Av. Governador Magalhães Barata, 830 – São Brás Fones: (91) 4009-8720/8721 – Entrada franca

© José de Holanda

Funarte (RJ), no Festival de Inverno de Garanhuns, na Virada Cultural Paulista 2013, no Conexão Rio (Circo Voador) e na Feira da Música de Fortaleza, além de ter sido indicada como banda revelação do 20° Prêmio Multishow.


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BANDA MAESTRO VALE FAZ SUA APRESENTAÇÃO NO THEATRO DA PAZ

A Banda Maestro Vale, do município de Vigia de

© Eunice PInto

Nazaré, vai se apresentar no domingo, dia 23 de março, às 10h, no Theatro da Paz, em Belém. O show integra o projeto O Toque Paraense das Bandas, realizado pela Secult-PA. A entrada é gratuita. O repertório é bem variado, indo de músicas clássicas a populares. Fundado em 6 de janeiro de 2008, pelo Instituto Musical Arte Show Vigia, o grupo musical já atendeu aproximadamente dois mil alunos, entre 13 e 27 anos. Em 2012, a banda assinou convênios com a Fundação Carlos Gomes para adquirir equipamentos e custear o pagamento de professores e monitores. “No município de Vigia, a tradição das bandas musicais é muito forte e muito valorizada pelos moradores. O Governo do Pará entendeu isso e está nos apoiando”, explicou o maestro José Vale. Para fazer parte do grupo é preciso estudar regularmente. Os alunos têm de apresentar o boletim


escolar com bons resultados para garantir a permanência na banda. O desempenho tem sido satisfatório e a Maestro Vale segue firme na formação dos jovens. O Toque Paraense das Bandas está em sua segunda edição. A ideia é que com as apresentações o público belenense tenha a oportunidade de conhecer e apreciar também as bandas de música dos demais municípios paraenses. Serviço Projeto O Toque Paraense das Bandas – Banda Maestro Vale Dia 23 de março de 2014, às 10h. Theatro da Paz – Av. da Paz, s/n – Campina Entrada franca, com retirada de ingressos às 9h do dia do espetáculo, na bilheteria do teatro. Informações: (91) 4009-8720 / (91) 4009-8721

© Eunice PInto

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A MODERNA CRÔNICA DE RUBEM BRAGA ABRE SARAU LITERÁRIO

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tão esperado Sarau Literário tendo como tema Rubem Braga (1913-1990), adiado desde o mês de outubro último, finalmente acontece no dia 20 deste mês. Considerado o maior cronista brasileiro, a obra do capixaba abre a programação que também integra a XVIII Feira Pan-Amazônica do Livro. O evento, realizado pela Secult-PA, tem lugar no Teatro Gasômetro, no Parque da Residência, às 19h. A entrada é franca. O jornalista e escritor João Carlos Pereira será o palestrante e vai abordar a importância do centenário do escritor, comemorado no ano passado. “Ele reinventou a moderna crônica brasileira, criada por João do Rio enquanto crônica literária. Rubem Braga reinventou e deu um novo formato à crônica moderna. É um mestre e criador do gênero. Não dá para falar de crônica sem falar dele”, disse. Rubem Braga é considerado por muitos o maior cronista brasileiro desde Machado de Assis. Nascido em Cachoeiro de Itapemirim,


© Tamara Saré

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no Espírito Santo, foi no Rio de Janeiro que iniciou a faculdade de Direito, mas acabou se formando na capital mineira, depois de ter participado, como repórter dos Diários Associados, da cobertura da Revolução Constitucionalista. Seu primeiro livro, “O Conde e o Passarinho”, foi publicado em 1936, quando o autor tinha 22 anos. João Carlos afirma que durante o Sarau fará uma abordagem didática sobre a vida e obra do mestre. “Será uma palestra voltada para todos os públicos”, ressaltou. Além do professor João Carlos Pereira, o sarau terá participação do grupo de teatro Companhia do Sarau, com intervenções artísticas e apresentação de Betty Dopazzo. A XVIII Feira Pan-Amazônica do Livro, este ano, começa no dia 30 de maio e vai até 8 de junho de 2014. Serviço Sarau Literário – Vida e obra do cronista Rubem Braga Dia 20 de março de 2014, às 19 h. Teatro Gasômetro – Parque da Residência Av. Magalhães Barata, 830 – São Braz – Entrada franca


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EXPOSIÇÃO E CATÁLOGO TRAÇAM RUMOS DA FOTOGRAFIA NO PARÁ

Trabalhos de fotógrafos paraenses integram a

© Walada Marques

© Pedro Cunha

exposição e o catálogo “Imagética”, que serão lançados no próximo dia 12 de março, às 19h, na Galeria Fidanza, no Museu de Arte Sacra. Ao todo, 17 profissionais da terra compõem o projeto realizado em parceria entre Secult-PA e Kamara Kó Galeria. O catálogo e a exposição reúnem trabalhos como o do fotógrafo paraense Alberto Bitar. Vencedor, em duas ocasiões, do Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (2010 e 2011), entre outros, apresenta fotografias sem título das séries “Crimes Noturnos”, de 1997, e “Passageiros”, de 1997 e 1998, sendo a primeira vencedora do Prêmio Aquisição do Salão Arte Pará. Além dele, também há trabalhos de Alexandre Siqueira, Anita de Abreu e Lima, Armando Queiroz, Bob Menezes, Claudia Leão, Danielle Fonseca, Flávya Mutran, Guy Veloso, Ionaldo Rodrigues, Keyla Sobral, Mariano Klautau Filho, Miguel Chikaoka, Octávio Cardoso, Pedro


Cunha, Roberta Carvalho e Walda Marques. Sobre as obras presentes no catálogo, o secretário de Estado de Cultura, Paulo Chaves, ressaltou em seu texto de apresentação “A Reinvenção do Olhar”: “Vejo nessa coleção de fotógrafos paraenses, na contramão da mesmice que invade a fotografia, a procura de um novo caminho, onde o fotógrafo interfere no real, seja pelo olhar apurado e surpreendente da cena, seja na manipulação com os infinitos recursos que a informática oferece”, afirma. A curadora do catálogo e pesquisadora em Arte, Marisa Mokarzel, destaca uma das singularidades dos trabalhos: “O grupo de fotógrafos que integra a galeria é proveniente de várias gerações, que seguem caminhos diversos, pautados por afinidades e diferenças. Enquanto uns seguem trilhas mais coletivas de cunho social e político, outros caminham pelo universo mais pessoal, de caráter subjetivo. As abordagens vão do urbano às paisagens, nas quais é possível o convívio com a natureza, com o silêncio que conduz ao encontro consigo mesmo”. Serviço Abertura de exposição e lançamento de catálogo “Imagética” Dia 12 de março de 2014, às 19h. Galeria Fidanza – Museu de Arte Sacra Praça Frei Caetano Brandão s/n – Cidade Velha Período da exposição: de 12 a 28 de março de 2014 – Entrada franca

© Bob Menezes

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III SALÃO XUMUCUÍS CONSOLIDA ESPAÇOS PARA A ARTE DIGITAL

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© Divulgação

Salão Xumucuís de Arte Digital chega a sua terceira edição. As inscrições para exposições podem ser feitas até o dia 9 deste mês, no blog do evento. Os trabalhos selecionados vão ficar expostos no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus (SIM) da Secult-PA, até o dia 6 de abril, sendo a abertura oficial no dia 25 de março, às 19h. O tema desta edição é Mídias Selvagens, “onde buscamos mais do que uma exposição, temos a intenção de discutir o espaço da arte contemporânea em plataforma tecnológica em Belém, na Amazônia e no Brasil, onde as obras transcendem o espaço expositivo convencional e se integram e transformam o cotidiano”, afirma Ramiro Quaresma, idealizador e curador do Salão. Os inscritos devem enviar os trabalhos acompanhados de um dossiê, assim como do currículo artístico e do portfólio, com vista à análise dos projetos. São duas premiações: uma nacional e outra para artistas da região amazônica. Em suas duas edições anteriores, 2011 e 2013, e no Panorama da Arte Digital no Pará em 2012, as exposições contaram com mais de 60


© Divulgação

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artistas de todo o Brasil, com obras que vão da arte sonora ao game arte, instalações e vídeo performances, sendo visitadas por mais de 2.000 pessoas. O Salão de Arte Digital surgiu como proposta do pesquisador de artes visuais Ramiro Quaresma e da museóloga Deyse Marinho, que desde 2008, no blog Xumucuís (xumucuis.wordpress.com), discutem e divulgam artes visuais, patrimônio histórico e cultural, e museologia. Ano passado, o Salão foi contemplado com o prêmio Conexão Artes Visuais MINC/Funarte/ Petrobras, e nesta edição selecionado no edital Oi de Patrocínios Culturais. Serviço Abertura do III Salão Xumucuís de Arte Digital: Mídias Selvagens. Dia 25 de março de 2014, às 19h. Espaço Cultural Casa das Onze Janelas Praça Frei Caetano Brandão, s/n – Cidade Velha Fones: (91) 4009-8821 – Entrada franca


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INDICADO AO OSCAR DE FILME ESTRANGEIRO CHEGA A BELÉM

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omeado entre os longas-metragens concorrentes ao Oscar 2014 de Melhor Filme Estrangeiro, “Alabama Monroe”, de Felix Van Groeningen, estreia no Cine Estação das Docas a partir do dia 5 de março (quarta-feira), com sessões às 18h e 20h30. O filme fica em cartaz até o dia 30, com sessões noturnas e a tradicional sessão matinal às 10h aos domingos. O filme é baseado numa peça dos belgas Mieke Dobbels e Johan Heldenbergh, este último protagonista tanto no teatro quanto no cinema. Na trama, uma história de amor marcada pela expressiva fotografia de Ruben Impens, que intercala cenas de presente e passado de forma fragmentada, numa viagem no tempo entrecortada por números musicais e flashbacks entre altos e baixos de uma história de amor. “Broken Circle Breakdown” (título original do filme) defendeu a Bélgica no Oscar 2014 com a história de Elise e Johan. Ela é tatuadora, crente em Deus, e seu belo corpo é testemunha dos amores passados que ilustram


© Divulgação

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sua arte. Ele toca banjo e canta o bluegrass, ritmo surgido entre os estados de Geórgia e Virgínia a partir da fusão de músicas tradicionais escocesas, irlandesas e americanas. Eles se apaixonam, passam a cantar na mesma banda e vivem bucolicamente numa área rural como os últimos dos hippies. Quando a filha do casal fica gravemente doente, o estilo paz & amor é posto à prova. “Alabama Monroe” arrebatou os prêmios de melhor roteiro e atriz no Festival de Tribeca e melhor filme para o público na mostra Panorama do Festival de Berlim 2013, além da indicação ao Prêmio do Público no European Film Awards. Serviço Alabama Monroe. De Van Groeningen com Veerle Baetens e Johan Heldenbergh, 111 min, Bélgica 2012, cor, 14 anos. Dia 5 (quarta): às 18h e 20h30 Dia 6 (quinta), às 18h e 20h30 Dia 9 (domingo), às 10h, 18h e 20h30 Dia 12 (quarta): às 18h e 20h30

Dia 13 (quinta), às 18h e 20h30 Dia 16 (domingo), às 10h, 18h e 20h30 Dia 30 (domingo), às 10h, 18h e 20h30

Ingressos: R$ 8,00 (com meia-entrada para estudantes). Realização: OS Pará 2000, Secult-PA e Governo do Estado.


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Governo do Estado do Pará Simão Jatene Secretaria Especial de Estado de Promoção Social Alex Fiúza de Mello Secretaria de Estado de Cultura Paulo Chaves Fernandes Secretaria Adjunta Ana Cristina Klautau Leite Chaves Pará Cultural - Informativo mensal da Secult-PA Assessoria de Comunicação Social Equipe: Alexandra Cavalcanti/Elza Lima/Leila Rocha/ Nilton Guedes/Rita Lima Estagiários: Camille Nascimento/Rafael Claudino Fotos: Elza Lima/Arquivo Secult/Tamara Saré Departamento de Editoração e Memória Projeto gráfico: Paulo Afonso Campos de Melo Edição: Lorena Souza/Editoração Eletrônica: Paulo Maurício

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