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Revista

Nº 116 Abril 2019

Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais

Fechamento autorizado Pode ser aberto pela ECT

Completo, inspirador e sem precedentes 16º Congresso reúne mais de mil empresários, convidados a pensar em inovações para o negócio

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Nº 116 – Abril 2019

MENSAGEM DO PRESIDENTE

Sejam bem-vindos ao

maior Congresso da nossa história!

É

um prazer falar com você enquanto vivencia todas as experiências que preparamos para este Congresso Regional. A equipe trabalhou com empenho para que o revendedor mineiro tivesse ao seu alcance tudo o que há de mais moderno e representativo para o seu negócio. E isso abrange equipamentos, processos, sistemas de gestão e, principalmente, novas opções de produtos para que os empresários visualizem e compreendam a necessidade de adotar o conceito de posto de serviços. Não me canso de repetir: quem acredita que a rentabilidade se dará apenas pela venda de combustível está fadado ao insucesso. Por isso, temos um Congresso pensado no conceito de diversificação de fornecedores e palestrantes, que nos proporcionarão a visão de mercado e a importância de inovar em todos os setores da empresa. É muito bom tê-lo aqui, sentir que o empresário mineiro ainda acredita e tem a gana de investir neste negócio tão complexo e igualmente apaixonante. Saiba que a equipe do Minaspetro se dedicou para organizar o maior congresso da nossa história, como nos provam os números – recorde de público, mais de 40 expositores, 12 palestrantes, rodas de debates com órgãos

fiscalizadores da Revenda, promoções especiais dos fornecedores, tudo isso no maior centro de eventos do Estado, o Expominas. Está um pouco perdido com tanta informação? Acalme-se! O intuito desta edição especial é justamente ser um guia para que você saiba quais são os expositores, seus diferenciais, horários das palestras e dos fóruns de discussão, entre outros. Ou seja, uma publicação para que você tenha consigo e se programe para aproveitar ao máximo todas as informações sobre mercado, perspectivas econômicas, novidades sobre fiscalizações e as tendências das empresas fornecedoras da Revenda. Ao final, não poderia faltar nossa tradicional festa de encerramento, que terá a banda Jota Quest. A Revenda mineira é uma das mais importantes do Brasil. Representamos uma das atividades econômicas que mais geram receita para o Estado e que garante empregos para milhares de pessoas. Portanto, organizar este grandioso evento é uma responsabilidade que o Minaspetro assume com prazer, pois sabemos que, nos dias de hoje, munir o empresário com informações de qualidade e oferecer a ele condições de negociações diferenciadas é fundamental para encarar este incerto mercado brasileiro.

Carlos Guimarães Jr. Presidente do Minaspetro carlos@minaspetro.com.br

Espero que aproveite ao máximo nosso evento! E aguardo você novamente em outras atividades no Minaspetro, aqui, em Belo Horizonte, ou no interior. Nosso contato contínuo, presencialmente ou por meio dos nossos canais de comunicação, é o que nos permite nos nos aproximarmos e alinhar discursos e ações em prol de causas estratégicas da Revenda. Bom evento para você e boa leitura!

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DIRETORIA Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais

Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais Sede: Rua Amoroso Costa, 144, Santa Lúcia CEP 30350-570 – Belo Horizonte/MG Tel.: (31) 2108-6500 Fax: (31) 2108-6547 0800-005-6500 Diretoria Minaspetro Presidente: Carlos Eduardo Mendes Guimarães Júnior 1º Vice-presidente: Felipe Campos Bretas 2º Vice-presidente: Paulo Miranda Soares 1º Secretário: João Victor Carneiro de Rezende Renault 2º Secretário: Bruno Henrique Leite Almeida Alves 1º Tesoureiro: Humberto Carvalho Riegert 2º Tesoureiro: Rafael Milagres Macedo Pereira Diretores de Áreas Específicas Diretor de Relações Trabalhistas: Maurício da Silva Vieira Diretora de Lojas de Conveniência: Maurícia Lopes Vieira Zama Diretor de Postos de Rodovias: Wagner Carvalho Villanuêva Diretor de Postos Próprios de Distribuidoras: Flávio Marcus Pereira Lara Diretores Regionais Belo Horizonte: Fábio Croso Soares Caratinga: Carlos Roberto de Sá Contagem: Leonardo Lemos Silveira Divinópolis: Roberto Rocha Governador Valadares: Rubens Perim Ipatinga: Vanda Maria Brum Avelar João Monlevade: Genilton Cícero Machado Juiz de Fora: Renata Corrêa Camargo Lavras: Marcos Abdo Sâmi Montes Claros: Gildeon Gonçalves Durães Paracatu: Irlan César Fernandes de Moura Passos: Reinaldo Vaz Ribeiro Patos de Minas: Moisés Elmo Pinheiro Poços de Caldas: Renato Barbosa Mantovani Filho Pouso Alegre: Luiz Anselmo Rigotti Sete Lagoas: Sérgio José do Carmo Teófilo Otoni: Leandro Lorentz Lamêgo Uberaba: José Antônio Nascimento Cunha Uberlândia: Janier César Gasparoto Varginha: Leandro Lobo Motteram

Top Five no Troféu Jatobá Prêmio Excelência e Inovação em PR 2018 Mídia Corporativa | PR Internacional

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Conselho Fiscal Membros Efetivos: Fernando Antônio de Azevedo Ramos Bernardo Farnezi Gontijo Rogério Lott Pires Membros Suplentes: José Roberto Mendonça Júnior Paulo Eduardo Rocha Machado Evandro Lúcio de Faria Diretores Adjuntos: Adriano Jannuzzi Moreira Silvio Lima Fábio Vasconcellos Moreira Gerente Administrativa Márcia Viviane Nascimento Departamento Administrativo Adriana Soares Élcia Maria de Oliveira Francesca Luciana Neves Gislaine Carvalho Luciana Franca Poliana Gomides Francielle Tamares Rodrigues (estagiária) Departamento de Expansão e Apoio ao Revendedor Esdras Costa Reis João Márcio Cayres Raphael Mike dos Santos Calixto Júlio César Moraes Marcelo Rocha Silva Oriolo de Araújo França Priciane Nobre Ricardo Donizetti Rodrigo Loureiro Araújo

Metrológico Simone Marçoni Ana Violeta Guimarães Ana Letícia Morais Osório (estagiária) Trabalhista André Luis Filomano Bruno Abras Rajão Fabiana Saade Malaquias Klaiston Soares Luciana Reis Rommel Fonseca Tributário BMM Advocacia Empresarial Ambiental Bernardo Souto Lígia Macedo Lucas Chaves Carneiro (estagiário) Sindical Klaiston Soares Advogados Regionais Governador Valadares: Gomes Costa & Brasil Sociedade de Advogados Montes Claros: Hércules H. Costa Silva Poços de Caldas: Matheus Siqueira de Alvarenga Juiz de Fora: Moreira Braga e Neto Advogados Associados Uberlândia: Lira Pontes e Advogados Associados Uberaba: Lira Pontes e Advogados Associados Ipatinga: José Edélcio Drumond Alves Advogados Associados Varginha: Eduardo Caselato Dantas Divinópolis: Luciana Cristina Santos Teófilo Otoni: Eliene Alves Souza

Departamento de Comunicação Stenyo Fonseca Lucas Jacovini Departamento Jurídico Cível/Comercial Flávia Lobato Arthur Villamil Martins Mariana Cerizze Lucas Sá

EXPEDIENTE

• Comitê Editorial: Bráulio Baião B. Chaves, Bruno Henrique Leite Almeida Alves, Carlos Eduardo Mendes Guimarães Júnior, Cássia Barbosa Soares, Fernando Antônio de Azevedo Ramos, Flávio Marcus Pereira Lara, Rodrigo Costa Mendes e Stenyo Fonseca • Produção: Prefácio Comunicação • Jornalista responsável: Ana Luiza Purri (MG 05523 JP) • Edição: Alexandre Magalhães • Redação: Guilherme Barbosa • Coordenação: Cristina Mota • Projeto gráfico: Tércio Lemos • Diagramação: Taynná Pizarro • Revisão: Luciara Oliveira • Rua Dr. Sette Câmara, 75 • CEP: 30380-360 • Tel.: (31) 3292-8660 - www.prefacio.com.br • Impressão: Paulinelli Serviços Gráficos • As opiniões dos artigos assinados e as informações dos anúncios não são responsabilidade da Revista ou do Minaspetro. • Para ser um anunciante, solicite uma proposta pelo telefone (31) 2108-6500 ou pelo e-mail ascom@minaspetro.com.br. • Sede Minaspetro: (31) 2108-6500 e 0800-005-6500 (interior)


SUMÁRIO

Lucas Jacovini

Leo Lara

Leonardo Finotti

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O maior Congresso da história

CCT com final feliz

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Desconfiança com a CFC-e

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Contabilidade na era digital

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Assessor Comercial no suporte do revendedor

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Conama decreta contenção de vapores em veículos

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Nova legislação para energia fotovoltaica

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Mais uma parceria com a FDC

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Formação de preços

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Entrevista: sucessão empresarial com Mateus Simões

Revenda mais feminina

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JURÍDICO

Novela com final feliz Convenção 2018/2019 não repete morosidade da negociação anterior, com Minaspetro e representantes dos trabalhadores fechando acordo de forma ágil

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morosidade da assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2017/2018 assustou os revendedores que participaram da comissão de negociações com os sindicatos dos frentistas. A intransigência dos representantes e até a falta de conhecimento quanto à aplicação da reforma trabalhista, vigente desde novembro de 2017, complicaram o processo. Felizmente, a experiência da Comissão Negociadora do Minaspetro permitiu que as entidades cedessem, compreendendo que o bom senso deve prevalecer quando o assunto é a CCT. As mais de 30 reuniões realizadas ao longo de 2018 resultaram em importantes avanços para a Revenda, proporcionando maior segurança jurídica na relação de trabalho, ajustadas a Reforma Trabalhista. Como tudo tem um lado bom, o desgaste das duras e longas discussões para a assinatura do documento passado parece ter contribuído para a maior agilidade das negociações da CCT 2018/2019 e para a emissão de um parecer final entre as duas partes. Praticamente todos os sindicatos que representam os colaboradores já assinaram o acordo, inclusive o da capital. SERIEDADE A rapidez da negociação e a apresentação de uma proposta alinhada aos interesses do revende-

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dor e adequada aos colaboradores mostram como o Minaspetro trata a questão com seriedade. Para o processo foi, inclusive, contratada uma negociadora profissional, Dra. Maria Lúcia Iorio. Vale lembrar que o acordo possui data-base de 1º de novembro de 2018 a 31 de outubro de 2019. Os revendedores associados podem fazer o download do documento, disponível na área restrita do site do Minaspetro, na aba Serviços/Convenções.

Sindicatos que já assinaram a CCT* Sinpospetro-BH; Sindicato de Curvelo e região; Sindicato do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Fenepospetro; Sindicato de Poços e região; Sindicato de Muriaé e região; e Sindicato de Uberaba e região. *Entidades que firmaram o acordo até o dia 25 de março


JURÍDICO

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Início da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica exige atenção Minas Gerais foi um dos últimos Estados a adotar o sistema, e a implementação dele tem gerado muitas dúvidas

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palestra do diretor da Plumas Contábil, Luiz Rinaldo, sobre Sped Fiscal, no fim de março (veja mais detalhes na página 18), foi oportunidade para que os revendedores tirassem dúvidas sobre a implementação da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). A obrigatoriedade começou a vigorar no início de abril. As inúmeras questões pontuadas evidenciam como o revendedor está receoso com a medida, ainda que cientes da sua necessidade. Neste momento de transição, não estamos convencidos de que o sistema vai comportar tamanha mudança”, comenta André Vargas, da Contabilidade do Posto Dinossauro, em Nova Serrana. Tainara Machado, da rede Caxuxa, implementou a NFC-e em seus dez postos antes mesmo do prazo máximo. Já com o sistema em operação, ela desconhecia vários pré-requisitos exigidos, informados pela equipe da Plumas e da LBC Sistemas durante o evento. “Tivemos que adequar as impressoras nos postos, e a lista de pré-requisitos é enorme. Vamos ter que continuar ajustando”, relata. ALINHAMENTO De fato, as mudanças são muitas e complexas. Além de envolver o sistema da empresa contratada, é preciso considerar os investimentos em novas impressoras, a capacidade técnica do escritório de Contabilidade e o adequado funcionamento do sistema da SEF/MG. O CEO da PROPosto, Charles Líbano, que desenvolve software para emissão da NFC-e, explica o processo. “Todos os abastecimentos que estão na tela são chamados de “pendentes de transmissão”. Ao selecionar um abastecimento, ele primeiramente vai para a Receita e somente após o retorno é impresso. É tão rápido quanto o Emissor de Cupom Fiscal (ECF), não há diferença. Assim, a fiscalização tem os dados das vendas de forma instantânea, no momento em que se emite o documento fiscal.” Ele comenta que a maior dificuldade junto a seus clientes tem sido o cadastramento dos produtos. “Se ele ocorre de forma equivocada, não há mais chance para reparo da nota, já que o sistema é online e é gerado para a Receita com assinatura digital. Por isso, é fundamental um alinhamento

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com o escritório de Contabilidade para evitar erros”, alerta. Outro problema é em relação ao acesso à internet. Como toda a troca de informações é feita online e o revendedor tem apenas 24 horas para emitir a transação, alguns postos de rodovia do interior, com poucas redes de qualidade disponíveis, têm tido mais dificuldades. BENEFÍCIOS Mesmo com todos os percalços neste início, há benefícios para o revendedor com a NFC-e. Um deles é a economia de papel. Faça uma conta rápida: uma bobina emite cerca de 300 cupons por dia. Se um posto imprime mil notas por dia, gasta mais de três bobinas diariamente. Se cada uma custa cerca de R$ 4,50, com o novo sistema, sem necessidade do seu uso, haveria economia de cerca de R$ 470 mensais. Há também a questão da mobilidade. Charles Líbano explica que, sem a obrigatoriedade da impressão do cupom fiscal, o revendedor pode usar a maquineta do cartão de crédito para repassar o recibo ao cliente. E o maior benefício, certamente, é que o sistema praticamente elimina a atuação de empresários sonegadores, uma vez que a Receita Estadual tem controle muito maior do volume vendido no varejo e consegue diagnosticar operações suspeitas com mais agilidade, sem a presença do auditor dentro do posto. A SEF/MG tem se mostrado otimista com relação à implementação da NFC-e. O órgão avalia que, à luz de experiência de outros Estados e com a expertise dos fornecedores de software, as dificuldades apontadas em Minas serão amenizadas. Uma equipe do Minaspetro foi à Secretaria para se reunir com representantes do órgão, no final do mês de março, para externar as dificuldades da Revenda na implementação, principalmente no interior. O Fisco assumiu o compromisso de flexibilizar a exigência durante um breve período, para que os empresários consigam fazer a transição do sistema corretamente. No entanto, o Minaspetro alerta que a legislação está vigente e os empresários precisam se esforçar para a adequação o mais rápido possível. A SEF/MG está presente no 16º Congresso com um estande, para tirar dúvidas dos revendedores.


Por que a NFC-e é importante? Benefícios para o contribuinte . Flexibilização na expansão de PDV sem a autorização do Fisco . Redução de custo com papel . Transmissão em tempo real da NFC-e . Uso de tecnologias de mobilidades . Integração de sistemas . Dispensa a obrigatoriedade de adoção de equipamento fiscal . Não exige qualquer tipo de homologação de hardware/software (sem PAC-ECF) . Simplificação de obrigações acessórias: dispensa de impressão de redução Z, leitura X, Mapa resumo, Lacração, Cessação, Sintegra . Possibilidade de uso de impressora não fiscal . Não exige figura do interventor técnico . Padronização de documentos, ou seja, tudo será XML, facilitando a integração com os contadores e demais envolvidos

Benefícios para o consumidor . Possibilidade de consulta em tempo real . Segurança quanto à validade e à autenticidade da transação comercial . Possibilidade de receber o DANFE da NFC-e por e-mail ou SMS

Benefícios para o Fisco . Informação em tempo real dos documentos fiscais . Melhoria no controle fiscal do varejo . Possibilidade de monitoramento das operações a distância . Cruzamento de dados e auditoria eletrônica

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Seja bem-vindo! Equipe do Minaspetro trabalhou arduamente para que você desfrute de todos os benefícios e inovações do maior evento especializado já visto no país

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Leonardo Finotti

ão é exagero dizer que o 16º Congresso dos Revendedores de Combustíveis de Minas Gerais é o maior evento da história da Revenda brasileira. Tudo foi cuidadosamente preparado. Do mais bem-estruturado local de eventos do Estado até a segurança e o tempo hábil para conhecer os expositores, o Sindicato buscou no mercado produtos e serviços de ponta para que o empresário tenha acesso ao que há de mais moderno no setor, contribuindo para que a Revenda mineira cresça e se fortaleça. Os palestrantes foram selecionados com critério, com a presença de especialistas renomados para discutir sobre mercado, economia, comportamento e regulação do setor. Segundo Carlos Guimarães, presidente do Sindicato, é a oportunidade de o re-

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vendedor ouvir dos representantes da ANP, Copasa, Secretaria de Estado de Fazenda (SEF/MG), Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e outros sobre novidades que impactam diretamente a gestão do posto de combustível. “Conhecimento e informação são as principais armas para sobreviver em um mercado cheio de surpresas como o nosso. Temos a certeza de que sairemos daqui com a Revenda mineira unida em busca de um setor mais justo e cada dia mais competitivo”, completa. São mais de 45 expositores na Feira do Revendedor, espaço construído para que o empresário esteja cercado dos melhores fornecedores de produtos e serviços para os postos de combustíveis. A seguir, apresentamos as empresas presentes no evento e o respectivo ramo de atuação:


Estande C Estande C

Integra a divisão de Marketing e Serviços do Grupo Total, atuando no mercado de lubrificantes. No segmento de combustíveis, tem 280 estações de serviço e moderna fábrica em Pindamonhangaba, interior de São Paulo.

Software online que trabalha de forma automática com informações das próprias operadoras de cartão, gerando relatórios auditados e precisos. Realiza a conferência de todas as vendas com cartão, desde a aprovação na maquineta até o depósito em conta bancária.

Estande D

Multinacional petrolífera anglo-holandesa com atuação na exploração de petróleo, gás e energia, produtos petroquímicos, energia renovável e comércio e distribuição, operando em 70 países.

Empresa aceleradora de resultados para postos de combustíveis, com o objetivo de aumento de vendas, fidelização e vantagens para clientes.

Com mais de 25 anos de mercado, é uma das pioneiras no desenvolvimento de soluções práticas e inovadoras para softwares de automação para postos de combustíveis.

Estande B

Estande 1

Empresa estatal de economia mista e a maior no setor de distribuição e postos no Brasil.

Patrocinadores

Fornece soluções completas para pagamentos online e presenciais (por aparelhos mobile e dispositivos POS) e conta ainda com a maior variedade de meios de pagamento. É regulada pelo Banco Central do Brasil, tendo parcerias com as principais bandeiras de cartões.

Estande A

Estande 2

Pertencente ao Grupo Ultra, é a segunda maior empresa de distribuição de combustíveis do país e a maior de capital privado.

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Fundada em 1996, é a quarta maior distribuidora de combustíveis do país, com uma rede de cerca de 1.500 postos em 21 Estados e no Distrito Federal.

Estande 5

Estande 4

Patrocinadores Master

Escritório contábil que há mais de 35 anos segmentou seu atendimento para postos de revenda de combustíveis.

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Estande 35 Estandes 29 e 30 Estande 61

TANQUES E RESERVATÓRIOS

Estandes 13 e 14

Indústria especializada no fornecimento de tubulações em polietileno (PEAD) e equipamentos de instalação (SASC) para postos de combustíveis. O objetivo principal da Btflex é contribuir para que os clientes encontrem, além de equipamentos de qualidade e certificados, um relacionamento descomplicado, rapidez em processos e entregas e um suporte técnico eficaz.

Fabricante de tanques e reservatórios para postos de combustíveis, TRRs, transportadoras, aviação, agronegócios e indústria. Oferece soluções para armazenamento, transferência e controle de líquido. Atende aos mais criteriosos requisitos de qualidade, mantendo-se em conformidade com as principais agências reguladoras do Brasil.

No mercado desde 1999, oferece soluções inovadoras atuando no segmento de postos de serviços.

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Empresa 100% nacional com linha de produtos para filtração.

Grupo de origem mineira, atua há mais de duas décadas na distribuição de combustíveis. Presente também em São Paulo e Goiás com sua rede de postos, além de atender clientes de consumo via TRRs.

Pioneira do 1º calibrador digital de pneus no mundo, fabrica medidores para tanques de combustíveis e monitoramento ambiental (Sistema ELS), controle para abastecimento de frotas (GTFrota) e calibradores digitais de pneus.

Estande 31

Oferece o melhor da cozinha mineira com a praticidade do box chinês, em franquia com baixo custo de investimento e alta rentabilidade. Com método inovador, entrega em apenas 5 segundos refeições típicas da culinária de Minas. Inaugurou recentemente o projeto Pit Stop, desenhado para o setor de postos de combustíveis.

Entidade de classe que representa os setores de comércio e serviços de Belo Horizonte.

Atua na produção de tubulação e materiais periféricos para instalação de Postos de Combustíveis – SASC. Lançou, em 2017, o ‘’Sistema Easyfuel’ ’de tubulação não metálica e periféricos para instalações de sistemas de armazenamento subterrâneo de combustíveis.

Estande 6

Estande 60 Estande 36

Especializada em serviços de tecnologia ambiental: desenvolve e executa projetos, obras, reformas, estudos, inspeção de tanques e tubulações em geral, venda e instalação de equipamentos. Destaca-se na prestação de serviços às distribuidoras de combustíveis, postos revendedores de combustíveis, entre outros.

Estande 42

Há mais de 28 anos no mercado, conta com portfólio multimarcas de lubrificantes automotivos e industriais, fluidos, filtros, aditivos, solventes, produtos de limpeza e cuidados com o carro.

Estande 25

Estande 61

Com mais de uma década de mercado, tornou-se uma das principais empresas de consultoria e assessoria em Medicina e Segurança do Trabalho. Realiza exames clínicos, complementares, documentações ocupacionais, pareceres ambientais, dentre outros, atuando também nas vertentes de meio ambiente e segurança do trabalho.

Estande 12

Rede de lojas de conveniência que, desde 2005, traz ao mercado uma proposta inovadora e sem a cobrança de royalties. Nossos modelos de implantação e operação são mais simples: aliamos uma estrutura flexível e econômica aos modernos conceitos de varejo do mercado.

Estande 59

Expositores

Atua com a prestação de serviços de transporte e logística de valores, segurança privada e eletrônica e terceirização de mão de obra especializada – como portaria, recepção, serviços auxiliares nos aeroportos, entre outros. Conta com uma frota de mais de 1.800 veículos e possui 45 filiais no Brasil. O Grupo Protege é formado por seis empresas: Protege, Protege Segurança Eletrônica, Provig, Proair, Protege Serviços Especiais e Proforte.


Estande 33

Estande 22

Oferece ferramentas e equipamentos para a prestação de serviços de troca de óleo, lubrificação, abastecimento e lavagem de veículos, além de uniformes e EPIs para equipes. Também dispõe de ampla linha de peças automotivas, como filtros, palhetas limpadoras de para-brisa, aromatizantes, fluidos e aditivos. Passe no nosso stand e conheça nosso pacote de soluções.

Estande 59

Estande 20

Comercializa produtos e soluções para gestão empresarial, além de capacitar sua equipe com treinamentos para uma melhor administração . Com 25 anos de atuação no mercado, a Luz Automação é uma das maiores e mais bem conceituadas empresas de automação comercial e industrial do Estado de Minas Gerais.

Estande 7

Estande 16

Oferece soluções para facilitar o dia a dia das empresas, como certificados digitais e assinador digital. Foi a primeira Autoridade de Registro de Minas Gerais e primeira a credenciar uma unidade nos EUA.

UNIFORMES

Atua no mercado ambiental de soluções para postos de serviços, desenvolvendo aplicações e produtos, além de comercializar bombas de combustíveis, equipamentos de medição, filtros, tanques, automação e acessórios em geral.

Estande 21

Estande 38

É reconhecida como uma corretora de seguros completa, com soluções personalizadas e alto padrão de atendimento. É a parceira oficial do Minaspetro na oferta de produtos desenhados exclusivamente para os revendedores, dentre eles Seguro de Vida; Empresarial/Incêndio; Transporte e RC Ambiental.

Fundada em 2012, a empresa produz uniformes para qualquer segmento e área de trabalho, mantendo um excelente custo-benefício e proporcionando maior conforto para os colaboradores.

Empresa de serviços Contábeis e de Consultoria Contábil, Tributária e Operacional específica no segmento de postos de combustíveis. Realiza serviços de uma maneira moderna e integrada nas empresas que procuram administrar o seu negócio utilizando as ferramentas de Gestão Financeira com total integração, focando nos processos em Auditoria mensal.

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Estande 41

O Instituto Jogue Limpo é uma associação dos fabricantes e importadores, hoje com 39 associadas, sem fins lucrativos, com objetivo de gerir a logística reversa das embalagens plásticas de óleo lubrificante usadas e do OLUC (óleo lubrificante usado ou contaminado). É único sistema oficial de Logística Reversa do setor de lubrificantes reconhecido pelo MMA e FEAM.

Empresa mineira que disponibiliza soluções inovadoras em projetos de engenharia, consultoria, gestão ambiental, testes de estanqueidade, gerenciamento de áreas contaminadas, tratamento e reúso de água. Possui mais de 40 anos de atividade.

Distribuidora de combustíveis que atua no mercado há 22 anos. Possui sede corporativa em Campinas-SP e está presente em nove Estados brasileiros com 22 bases de distribuição, além de rede própria de postos.

Estande 11

Estande 15

Realiza venda de automação de bombas de combustível, consultoria e prestação de serviço, há mais de 30 anos no mercado. O objetivo da Informinas é trazer comodidade e facilidade no dia a dia do revendedor.

Há sete anos desenvolve soluções inovadoras, sustentáveis e que promovam eficiência, economia e rentabilidade aos seus parceiros comerciais. Está presente presente em mais de 10 estados do país.

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Expositores institucionais Estande 39

É o órgão regulador das atividades que integram as indústrias de petróleo e gás natural e de biocombustíveis no Brasil.

Estande 43

Estande 59

Estande 8

Distribuidora de energia automotiva, com prestação de serviços de armazenagem. Atua há mais com qualidade e credibilidade. Possui 13 unidades localizadas em SP, MG e PR e 3 bases próprias nas cidades de Paulínia/SP, Ribeirão Preto/SP e Careaçú/MG.

Há 13 anos, é a melhor escola de negócios da América Latina e uma das melhores do mundo, segundo o ranking de educação executiva 2018 do Financial Times.

Atua na distribuição e revenda de Equipamentos de Proteção Individual.

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Fundada em 1993 e com mais de 5 mil clientes em todo o Brasil, disponibiliza sistemas de gestão e equipamentos para automação, que atendem desde o abastecimento em pista até os controles gerenciais de retaguarda.

território de marca

Um dos órgãos seccionais de apoio do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), a Feam atua vinculada à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). No âmbito federal, integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).

Estande 47

Estande 61

Oferece produtos para operações de medição, controle de vazamento e gerenciamento de combustíveis e outros líquidos armazenados em tanques.

Estande 27

Estande 18

A SUATRANS integra o Grupo Ambipar, junto às empresas Braemar e WGRA, com sistema de atendimento a emergências e atuando na prevenção, resposta e gerenciamento total de incidentes e situações de crise.

A SEF/MG é o órgão do Governo de Minas Gerais responsável pela arrecadação dos impostos estaduais.

*As empresas contidas neste material fecharam os contratos até o dia 22 de março.

Estande 32

Líder em equipamentos de proteção ambiental para postos de combustíveis, presente em mais de 80 países, com linha completa de soluções como tanques, reservatórios de contenção, sistema de tubulação, filtros de diesel, separadores de água e óleo, acessórios, entre outros.

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ENTREVISTA

Nº 116 – Abril 2019

Sucessão empresarial em pauta Mateus Simões, professor universitário e vereador de BH, fala sobre o tema, orientando revendedores Leo Lara

O partido NOVO surpreendeu os especialistas nas eleições de 2018 com a vitória de Romeu Zema para o governo de Minas Gerais. Quem acompanha o cenário político com mais atenção já havia percebido que o grupo reúne pessoas combativas, uma delas Mateus Simões, eleito vereador por Belo Horizonte em 2016. Tendo como objetivo de seu mandato contribuir para promover a eficiência na gestão pública, a economia nos gastos e o corte de privilégios dos políticos, ele vem se destacando na Câmara Municipal. Foi, inclusive, o escolhido pelo novo governador para coordenar a transição de governo Pimentel/Zema. Simões é graduado em Direito pela Faculdade Milton Campos. Além de lecionar nessa instituição, ele ministra aulas sobre temas ligados a governança corporativa na Fundação Dom Cabral. É especialista em sucessão familiar de empresas, ponto de grande interesse da Revenda. Em entrevista à Revista Minaspetro, Mateus Simões falou sobre o conteúdo da sua palestra, no dia 12 de abril, no 16º Congresso. A sucessão empresarial é muito comum no setor varejista de combustíveis. Em linhas gerais, quais os pontos de atenção para que o revendedor possa fazer uma passagem de bastão harmônica e bem-sucedida? Falamos de um setor com grande número de empresas familiares, criadas pelos pais, que logo envolvem os filhos na administração. Em tese, esses negócios têm facilidade na sucessão porque a família já vem sendo preparada para isso. Ao mesmo tempo, o processo é um desafio, já que há dificuldade na profissionalização. Por causa do ambiente familiar, a crítica sobre a adequada sucessão pode não ser feita. Por exemplo, quando há um diretor sem ligações com a família, observamos mais facilidade na percepção

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“Não sair dos negócios é uma crueldade com os filhos, porque isso significa não dar espaço para que eles tenham sua própria vida profissional e suas conquistas”

de desafios e problemas. Os revendedores estão claramente nesse ponto: uma administração familiar com autocrítica mais difícil quanto à qualidade da gestão. Além disso, a Revenda é um mercado que vem amadurecendo. Como as margens são mais apertadas, a competitividade do setor vem exi-


gindo maior profissionalização. Nesse sentido, temos visto a estruturação de pequenas redes de postos, um fenômeno interessante. Era comum, antigamente, que a família dividisse os estabelecimentos – fulano vai ficar com o posto X, sicrano com o posto Y... No entanto, nos dias de hoje as famílias não têm mais o número de pessoas suficiente para cuidar de todos os postos. Portanto, é preciso ter sistemas que permitam controlar as informações a distância, bem como capacidade crítica para analisá-las. Há, ainda, outro fator importante: o setor vivencia desafios ligados à tecnologia que vão impactar o negócio. Por exemplo: a mudança de modal de transporte das cidades, ter mais bicicletas, é ameaça ou oportunidade? E ter mais Uber nas ruas? O transporte coletivo, como impacta? E o carro elétrico? Aliados ao fato de que os postos agregam outras atividades na oferta de serviços, como a conveniência, tais pontos reforçam a necessidade de discutir a sucessão profissional. E isso significa trazer gente de fora da família para tomar conta, ou treinar a família para que ela seja capaz de gerir o negócio de forma eficiente.

“Sucessor e sucedido precisam entender – e aceitar – que ambos não têm todas as respostas”

Alguns empresários relutam em envolver pessoas externas à família nos negócios. Como quebrar este tabu? Faço uma provocação diferente. Acredito que temos na família pessoas capazes. É preciso orientá-las, cobrar na medida certa para que possam se capacitar e dar conta do desafio. O erro não está em tentar manter a administração do negócio na família, o erro está em não profissionalizar. Ninguém vai ser tão leal ao nosso negócio quanto os próprios familiares. Mas isso não é suficiente, precisamos garantir que as pessoas sejam preparadas para serem competentes. Na verdade, avalio que a questão não é preconceito ou receio, mas o entendimento de que a família não nasce pronta para os negócios, ela tem de ser aprimorada.

Outro problema recorrente é o sucedido não conseguir deixar de fato o negócio. Como lidar com a situação? Costumo dizer que não sair dos negócios é uma crueldade com os filhos, porque isso significa não dar espaço para que ele tenha sua própria vida profissional e suas conquistas. Você acaba condenando seu filho a uma infelicidade contínua. É normal ser apegado ao que construiu, mas esse “desapego” fica mais simples quando lembramos que quem está chegando é nosso filho, é nossa família, alguém que vai manter o negócio conosco. Então, a sucessão demanda planejamento, e o primeiro passo é ter a consciência de que não há perda, a ideia é perenizar o negócio. A provocação é simples: quanto mais apegado você é ao empreendimento, mais você deve dar importância à sucessão para o negócio perdurar.

O conflito entre as gerações é uma das dificuldades na relação entre o sucessor e o sucedido sucedido. Dê uma dica para melhorar essa questão. Sucessor e sucedido precisam entender – e aceitar – que ambos não têm todas as respostas. De um lado, o sucedido precisa abrir espaço para contribuições, não achar que tudo deve seguir como sempre foi. Do outro, o sucessor tem que agir com alguma prudência e respeito pelo que já foi construído, afinal, chegou-se até ali porque alguém “carregou os tijolos”. Parece simples quando falamos assim, mas esse diálogo é um

MATEUS SIMÕES, vereador e professor da FDC e Faculdade Milton Campos

grande desafio. A geração das pessoas com 60 anos é acostumada a dar ordens, e a geração na casa dos 30 anos está acostumada a questionar ordens. Nos últimos tempos, temos tido exemplos de processos mais traumáticos de sucessão dos últimos cem anos. É a primeira vez que está chegando ao comando uma geração que não acredita na autoridade como centro da gestão. São jovens que acreditam mais no diálogo e na construção coletiva. Ou seja, é preciso bastante cuidado com esses pontos e muito diálogo para evitar conflitos e ter uma sucessão tranquila.

Se os filhos não têm interesse em seguir com o empreedimento, o que fazer? Nós sempre podemos recorrer ao mercado, que dispõe de profissionais qualificados. É possível ter retorno financeiro com outras pessoas tocando o negócio, isso funciona com todos os setores. Acaba não sendo o desejo da maioria das famílias, mas é uma alternativa financeiramente interessante para quem não conseguiu formar a sucessão dentro de casa. É melhor do que vender o posto.

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MINASPETRO

Nº 116 – Abril 2019

A evolução da Contabilidade Representante da Plumas alerta revendedores sobre mudanças tecnológicas

A

Contabilidade das empresas mudou. E evoluiu tão rapidamente que o revendedor que não consegue acompanhar as modernizações impostas coloca o seu negócio em risco. É preciso saber qual o melhor regime tributário a ser adotado, como se dá a tributação dos produtos, como lançar faturamentos e outras questões importantes da gestão da Revenda, sobretudo com a recente exigência da emissão da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) (veja mais detalhes na matéria da página 8). Para falar sobre a modernização do setor tributário da Revenda de combustíveis, Luiz Rinaldo, diretor da Plumas Contábil, especializada na gestão tributária de postos, esteve na sede do Minaspetro para um bate-papo com revendedores e representantes de escritórios que atendem o segmento. Com o tema Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) X Contabilidade Inteligente: o beneficiar e proteger minha empresa”, o especialista falou para um auditório cheio, mostrando que os empresários ainda têm muitas dúvidas sobre a questão. “A principal dificuldade é não conseguir enxergar o benefício das exigências do Sped, embora este já seja relativamente antigo. Não se pode ver todo o sistema somente como uma forma de arrecadação de impostos. É preciso entender o que ele agrega e como o revendedor pode tirar proveito disso”, explica Luiz Rinaldo. QUAIS VANTAGENS? O primeiro ponto positivo é a agilidade no trâmite de informações. Na Contabilidade Inteligente não há vaivém de papéis, praticamente tudo é digitalizado. Além disso, na consultoria prestada pela Plumas, com abrangência nacional, o valor pago mensalmente pelos clientes que optam pela Contabilidade Inteligente é menor do que o desembolsado pelo apoio de um consultor local.

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De acordo com Rinaldo, é importante destacar a maior segurança na transição de informações entre Contabilidade e escritório do posto. “Optar pela Contabilidade Inteligente significa saber onde seu dinheiro está, ter uma previsão de lucro mais precisa, ter mais controle do negócio.” Mas, para isso, o diretor faz uma ressalva: o revendedor deve se interessar pelo assunto e fazer o acompanhamento mais próximo do escritório de Contabilidade, já que muitas empresas ainda adotam modelos arcaicos. “É essencial que os revendedores cobrem processos modernos dos escritórios contratados”, pontua. MEDO DO LEÃO? Se os processos contábeis mudaram, a forma como o Fisco recolhe e controla seus tributos também foi alterada. Rinaldo faz uma analogia interessante: antes conhecida como Leão, a Receita Federal fazia jus ao apelido porque, quando constatava irregularidades, era agressiva nas multas e na abordagem às empresas. Agora, segundo o especialista, o órgão se assemelha mais à águia. “Como os processos são totalmente digitais, a Receita consegue perceber rapidamente qualquer movimentação que pareça indevida ou inconsistente, assim como a ave avista seu predador a quilômetros de distância.” Por isso, revendedor, o recado é claro: não adianta reclamar, os sistemas tributários estão cada dia mais modernos, digitais. E lutar contra essa realidade será em vão. Quem pagará as consequências negativas é o seu negócio. Ficou com dúvidas? A palestra de Luiz Rinaldo está disponível no canal do Minaspetro no YouTube.


Lucas Jacovini

Alessandra Alkmin, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora da ACMinas, foi uma das palestrantes

Revenda cada

dia mais feminina Terceira edição do encontro comemorativo do Dia da Mulher trouxe palestras sobre comportamento, empreendedorismo e empoderamento

A

mulher que escolhe fazer parte do mercado de combustíveis tem de ser forte. Além de lidar com negócio que tem grande complexidade de gestão, ela encontra um cenário em que as revendedoras são minoria. Ou seja, é preciso ainda superar preconceitos e quebrar tabus todos os dias. Para compartilhar experiências e, acima de tudo, unir as empresárias do setor de todo o Estado, o Minaspetro promoveu a segunda edição do encontro das revendedoras, que passou a ser realizado anualmente no Dia da Mulher. “Quando comecei com posto, era praticamente a única mulher no segmento. É muito difícil atuar em um negócio tão masculino”, explica Maurícia Vieira, diretora do Minaspetro, e uma das organizadoras do encontro. “Hoje vemos que o número de mulheres vem aumentando muito, e isso é motivo de orgulho para nós.” A edição de 2019 recebeu três palestrantes para falar sobre comportamento, empoderamento feminino e empreendedorismo. “Foi gratificante participar. Eu me identifiquei muito com elas, porque o meu mercado também é essencialmente masculino,

que é o ramo de tecnologia”, explica a publicitária Renata Carvalho, uma das palestrantes, juntamente com Alessandra Alkmin e Claise Goes. Segundo Renata, o bate-papo com as revendedoras teve como objetivo inspirá-las, mostrar que é possível, sim, inovar neste mercado. Mas, mais do que isso, “dividir as dores e dificuldades de serem minoria na Revenda. O empreendedorismo feminino é muito forte e se mostra também no posto.” De acordo com Cássia Barbosa Soares, uma das organizadoras, o Minaspetro pretende aumentar a abrangência do evento ano a ano e continuar levando conteúdos importantes para o dia a dia do negócio conduzido por mulheres. Maurícia pontua que a ideia é que a iniciativa se transforme também em um projeto social. “Queremos que essa nossa união se torne uma ferramenta para ajudar outras pessoas. Em breve, divulgaremos a novidade”, anuncia Cássia. Outro resultado da união das revendedoras mineiras é o Espaço Mulher no Congresso deste ano. Um estande está recebendo as empresárias com a oferta de uma consultoria para fortalecer o empreendedorismo feminino, por meio da empresa You e Vivi Lacerda.

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MINASPETRO

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Parceiro do revendedor Um dos serviços mais antigos do Sindicato, Assessoria Comercial é fundamental para prevenção de multas uando Ramon Lúcio Magalhães, dono do posto Santa Mônica, em Sabinópolis, avista o assessor comercial do Minaspetro entrando no estabelecimento, diz que fica “mais tranquilo”. Isso porque, segundo ele, a visita do profissional do Sindicato dá segurança quanto às documentações, vencimentos e novas resoluções em vigor. “O dia a dia de um posto é muito corrido, não tem como a gente se lembrar de tudo.” Esta é justamente a missão dos assessores comerciais, que atuam em todas as regiões do Estado: ser um suporte administrativo do revendedor, auxiliando-o na checagem de documentos e exigências dos órgãos que regulam o setor. Eles ainda realizam treinamentos da NR-20, NR-9, NR35 e de análise de combustíveis com os frentistas. Por isso, os assessores passam por reciclagens periodicamente para que estejam atualizados e que mínimos detalhes não escapem de sua avaliação. PASSO A PASSO Em todas as visitas que realiza, o assessor tem em mãos uma lista de assuntos a serem tratados com o revendedor, o chamado “check-list”. São questões que podem parecer, à primeira vista, pequenos detalhes, mas que, se passam despercebidos, podem gerar multas consideráveis em uma fiscalização. Tentando evitar as autuações, Solange Alves Pereira, proprietária do Posto WAP, sempre aguarda ansiosamente a visita do assessor em seus três estabelecimentos. “Sempre tem uma placa para atualizar, um novo modelo de densímetro que é exigido, um documento que está para vencer. Isso pode passar batido”, explica. Ela conta que faz questão de acompanhar o assessor no passo a passo, com o objetivo também de se atualizar.

ASSESSORIA COMERCIAL DO MINASPETRO EM NÚMEROS

15

anos de trabalho

20

70

8

itens profissionais verificados dedicados nas visitas

280

postos visitados por mês


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NA REVENDA

Nº 116 – Abril 2019

Vitória para o setor Resolução do Conama sobre contenção de vapores em veículos fornece mais elementos para discussão sobre sistema atualmente usado nas bombas de abastecimento

N

os últimos meses, a Câmara Nacional do Comércio (CNC), por meio do seu representante na Câmara Técnica de Qualidade Ambiental e Resíduos Sólidos (CTQARS), Bernardo Souto, participou de intensas deliberações sobre os novos padrões da fase L7 e L8 do Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proncove). Estava em pauta o debate sobre a redução de gases produzidos por veículos automotores que poluem a atmosfera. As reuniões geraram a Resolução 492/2019 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), obrigando todos os veículos fabricados no país a ter, a partir de 2025, um sistema de contenção de vapores, o chamado ORVR. Bernardo Souto, advogado do Departamento Jurídico Ambiental do Minaspetro, explica que em diversos países do mundo, dentre eles os Estados Unidos e, recentemente a China realizaram estudos para verificar qual tecnologia adotar para mitigar o problema, se recuperação de vapor das bombas, chamado de fase II, ou o ORVR. O resultado final apontou a segunda como a melhor solução. “Portanto, o Conama demonstra que há campo para usar a contenção nos carros e negociou isso com todos os interessados, inclusive com o setor automotivo, presente em todas as reuniões.” Vale ressaltar que a obrigatoriedade do ORVR para os carros não desobriga as bombas de combustíveis de já serem produzidas com o mecanismo de recu-

peração de vapores, conforme exigência do Ministério do Trabalho (MTb). Bernardo comenta que a recuperação de vapor em bombas tem como foco a melhoria de qualidade do ar das cidades e não especificamente a proteção para o trabalhador. “O controle de hidrocarbonetos é feito não por conta especifica do Benzeno, mas de todos os compostos químicos existentes no combustível, porque essas substâncias são mais densas que o ar e sofrem reação fotoquímica próxima ao solo. Com isso, liberam ozônio, que, na baixa atmosfera, faz mal à saúde humana”, explica. “A recuperação de vapor foi concebida para diminuir a carga de ozônio na atmosfera”. O advogado destaca, ainda, que a recuperação de vapores nos veículos (ORVR) é uma tecnologia com data para acabar nos países da União Europeia e já está em fase de descomissionamento/abandono em muitos estados dos EUA. Em países emergentes, estão optando pelo ORVR em detrimento da fase II. “A resolução do Conama é, assim, uma vitória para a Revenda, pois abre uma nova fase de diálogo com o MTb, demonstrando que não há necessidade de instalação, nas bombas, de uma tecnologia em desuso nos mercados de todo o mundo.” Aliás, não apenas para a Revenda, mas para o meio ambiente e para a população como um todo, uma vez que direciona os recursos escassos para o uso de uma tecnologia mais eficiente e adequada.

QUADRO COMPARATIVO DAS TECNOLOGIAS Requisito

Fase II

ORVR

Certificação do equipamento

Nova

PROCONVE

Treinamento de operadores e usuários

Sim

Não

Fiscalização da operação

Sim

Não

Manutenção periódica

Alta

Mínima

Inspeção diária e testes operacionais

Sim

Não

Monitoramento automático da operação

Não

Sim

Eficiência do sistema

70%

98%

Implantação e abrangência geográfica (Fase II pode ser mais rápida)

Progressiva e nacional

Progressiva e nacional

Reduz outras emissões evaporativas do veículo

Não

Sim

Crédito direto da economia de combustíveis

Distribuidor

Consumidor

Expertise para a implantação

Terceirizada

OEM

Número de entidades afetadas

Dezenas de milhares

Dezenas Fonte: Branco, 2017

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Mudança para energia fotovoltaica Utilização das redes das concessionárias será taxada Pexels

O

Brasil registrou um marco histórico no fim de 2018: atingiu 250 megawatts de potência de energia solar fotovoltaica a partir de microgeração e minigeração compartilhada. O dado é da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). E, agora, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) começa a liberar as concessionárias regionais – em Minas, a Cemig – para taxar o uso da rede por quem produz a própria energia. Isso depois de anos estimulando a instalação do sistema. A Resolução Normativa 482/2012 está sendo revista, com cinco opções de taxação em pauta. Segundo a Aneel, as concessionárias alegam que a compensação zero para quem gera a energia reduziria a remuneração das empresas, com aumento da tarifa para o consumidor. Isso significa que não vale mais a pena ter o sistema no posto? “Ainda é vantajoso, pois a tendência é o preço da energia sempre aumentar”, avalia Bernardo Souto, advogado do Departamento Jurídico Ambiental do Minaspetro. Segundo ele, as taxas de payback (retorno do

investimento via economia na conta de energia) ficam em torno de três a quatro anos em Minas. “Depende do arranjo tributário, da forma de compra do sistema de geração e de contratação dos prestadores de serviço”. A Aneel estima que, até 2035, o Brasil terá capacidade instalada de 21 GW no modelo fotovoltaico, 13% da capacidade instalada de geração de energia elétrica no Brasil em 2018.

Combustível para chegar mais longe. Qualidade para conquistar a confiança de todo o país. Quando você escolhe o nosso combustível, escolhe uma marca que vem crescendo como poucas no Brasil, e que entende a importância da qualidade em um mercado tão competitivo. Da agilidade no atendimento à certificação de seus produtos, a Torrão investe em cada detalhe para se tornar uma das maiores distribuidoras do país. Quer saber mais sobre a origem do seu próximo combustível? Acesse www.torrao.com.br e torne-se mais um cliente satisfeito. 23


MINASPETRO

Nº 116 – Abril 2019

FDC e Sindicato novamente juntos

E

stimular a capacitação dos revendedores, permitindo o acesso a conteúdos qualificados, tem sido uma das principais estratégias do Sindicato nos últimos anos e que terá continuidade em 2019. Em conjunto com a Fundação Dom Cabral (FDC), duas novas oportunidades serão oferecidas aos empresários: a Parceria para a Estruturação da Gestão (PEG) e um módulo internacional, que levará revendedores mineiros à Califórnia, nos EUA, no conhecido Vale do Silício. . A parceria com a FDC já ocorre na oferta do Programa de Desenvolvimento Empresarial de Varejista Minaspetro, curso de capacitação em gestão específica para postos de combustíveis. Uma terceira turma está em andamento, reunindo revendedores de várias regiões de Minas Gerais e até mesmo de outros Estados. “Os participantes têm elogiado bastante o conteúdo e os professores”, diz Carlos Guimarães, presidente do Minaspetro. A boa experiência motivou as novas atividades. No curso PEG, será realizado um trabalho de acompanhamento de resultados dentro do posto, para desenvolver a gestão. “Faremos monitoramento regular da administração e capacitação do revendedor. Junto com ele, vamos elaborar plano de negócios, avaliação do Financeiro e modelos eficientes e inteligentes de vendas que possam ser adotados”, explica Carlos Eduardo Ávila Borges, gerente de Desenvolvimento de Empresas da FDC. Dez vagas serão disponibilizadas, com início em agosto e duração total de dois anos, entre curso e acompanhamento. NOS EUA No módulo internacional, os empresários irão até o Vale do Silício, na Califórnia, região reconhecida pelas inúmeras empresas dos segmentos de informática e eletrônica. A ideia, segundo Carlos Eduardo, é promover uma imersão em um ambiente em que a

Comunicação FDC

Duas novas oportunidades de capacitação são oferecidas. Uma delas levará os revendedores ao Vale do Silício, na Califórnia

Campus Aloysio Faria, em Nova Lima, onde foram ministradas aulas do Programa de Desenvolvimento Empresarial de Varejista Minaspetro

inovação é a tônica do negócio. “Eles vão poder ver de perto como as empresas pensam a inovação. Vamos visitar importantes startups e conceituadas escolas de negócio, onde vamos debater sobre empreendedorismo. É também uma excelente oportunidade de networking.” As inscrições já estão abertas com 20 vagas disponíveis. A previsão de início das atividades é outubro.

NÃO PERCA TEMPO! Quer saber mais sobre os dois novos módulos de capacitação Minaspetro/FDC? Procure o estande da Fundação no Congresso e converse com os representantes. Você pode tirar suas dúvidas também no fdc.org.br.

®

ANOS

REVENDACONTÁBIL 24


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FORMAÇÃO FORMAÇÃODE DEPREÇOS PREÇOS Gasolina – Minas Gerais / FEV - MAR/2019 R$ 4,10 R$ 4,0050 R$ 4,0347 R$ 3,9176

R$ 3,95

R$ 3,9645

R$ 3,9770 R$ 3,9716

R$ 3,8441 R$ 3,80

Carga Tributária – %

9/2 - 15/2 48,8%

Carga Tributária – R$/L R$ 2,1993

16/2 - 22/2

23/2 - 1/3

2/3 - 8/3

9/3 - 15/3

16/3 - 22/3

23/3 - 29/3

48,8%

48,8%

47,6%

47,6%

46,5%

46,5%

R$ 2,1993

R$ 2,1993

R$ 2,1993

R$ 2,1993

R$ 2,1489

R$ 2,1489

Etanol – Minas Gerais / FEV - MAR/2019 R$ 2,60 R$ 2,4241

R$ 2,4904 R$ 2,4937

R$ 2,4775

R$ 2,3164

R$ 2,3930 R$ 2,2576

R$ 2,30

R$ 2,00

Carga Tributária – %

9/2 - 15/2 21,3%

Carga Tributária – R$/L R$ 0,6243

16/2 - 22/2

23/2 - 1/3

2/3 - 8/3

9/3 - 15/3

16/3 - 22/3

23/3 - 29/3

21,3%

21,3%

20,0%

20,0%

20,0%

20,0%

R$ 0,6243

R$ 0,6243

R$ 0,6243

R$ 0,6243

R$ 0,6244

R$ 0,6244

Diesel S10 e S500 – Minas Gerais / FEV - MAR/2019 R$ 3,20 R$ 3,0307 R$ 2,9822

R$ 3,0826 R$ 3,0281

R$ 3,1302 R$ 3,0894

R$ 3,1363 R$ 3,1408 R$ 3,0853 R$ 3,1090

R$ 3,1491 R$ 3,1491 R$ 3,1118 R$ 3,1118

R$ 3,00

R$ 2,80

9/2 - 15/2

Carga Tributária S10 – %* 28,0% Carga Tributária S500 – %* 28,6% Carga Tributária S10 – R$/L* R$ 1,0075 Carga Tributária S500 – R$/L* R$ 0,9967

16/2 - 22/2

23/2 - 1/3

2/3 - 8/3

9/3 - 15/3

16/3 - 22/3

23/3 - 29/3

28,0% 28,6% R$ 1,0075 R$ 0,9967

28,0% 28,6% R$ 1,0075 R$ 0,9967

27,3% 27,7% R$ 1,0075 R$ 0,9967

27,3% 27,7% R$ 1,0075 R$ 0,9967

27,5% 27,8% R$ 1,0158 R$ 0,9995

27,5% 27,8% R$ 1,0158 R$ 0,9995

S10 Confira as tabelas completas e atualizadas semanalmente em nosso site – www.minaspetro.com.br –, no link Serviços, e saiba qual o custo dos combustíveis para a sua distribuidora. Os preços de etanol anidro e hidratado foram obtidos em pesquisa feita pela Cepea/USP/Esalq no site http://www.cepea.esalq. usp.br/etanol/. Importante ressaltar que os preços de referência servem apenas para balizar a formação de custos, uma vez que as distribuidoras também compram etanol por meio de contratos diretos com as usinas. Esses valores não entram na formação de preços, de acordo com a metodologia usada pela Cepea/USP/Esalq. Os preços de gasolina e diesel foram obtidos pela formação de preço de produtores segundo o site da ANP, usando como referência o preço médio das refinarias do Sudeste. A tributação do etanol anidro e hidratado foi publicada com base nos dados fornecidos pela Siamig. Os valores do biodiesel foram obtidos por meio do preço médio sudeste homologado no 63º leilão realizado pela ANP. Os percentuais de carga tributária foram calculados com base no preço médio no Estado de Minas Gerais (PMPF/Ato Cotepe) do respectivo mês, o mesmo usado para base de cálculo do ICMS. Os valores de contribuição de Pis/Pasep e Cofins da gasolina e diesel sofreram alterações pelo decreto 8395, de 28/01/15.

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S500


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Revista Minaspetro nº 116 - Abril/2019  

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