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Clipping Produção de veículos cresce 9,9% e bate recorde 4155237 - DIÁRIO - CARRO - MARÍLIA - SP - 11/01/2014 - Pág 3C http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=wAA8XGW3oalcAyXMDa9lPsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: MARÍLIA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4155237.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 55,16 Fechamento: 01/14 Tiragem: 15000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 55,16 Total: 0,0000


Clipping Venda de veículos tem a primeira queda em dez anos 4155229 - JORNAL HOJE - GERAL - CASCAVEL - PR - 04 a 05/01/2014 - Pág 5 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=wAA8XGW3oanLG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CASCAVEL Estado: PR País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4155229.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 32,00 Fechamento: 01/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 28,00 Total: 0,0000


Clipping Vendas de veículos novos tiveram de 4,4% em 2013 4155103 - GAZETA DE LIMEIRA - GERAL - LIMEIRA - SP - 12/01/2014 - Pág 10 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=noHiTYZ8c4f42/RGrNn3NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: LIMEIRA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4155103.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 104,72 Fechamento: 01/14 Tiragem: 10000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 104,72 Total: 0,0000


Clipping GM passa VW no mercado nacional 4154812 - JORNAL ABC REPORTER - AUTOMÓVEIS - S. BERNARDO DO CAMPO - SP 09/01/2014 - Pág 10 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ff0Hrc+dthd1WPrvhcA3f8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: S. BERNARDO DO CAMPO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4154812.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 01/14 Tiragem: 10000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 42,00 Total: 0,0000


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O

s carros em todo o paĂ­s jĂĄ estĂŁo sendo abastecidos com uma gasolina menos poluente, por causa da redução do nĂ­vel de enxofre. A alteração que acontece desde 1Âş de janeiro, deste ano, traz um combustĂ­vel automotivo com no mĂĄximo 50 mg/ Gasolina nova estĂĄ nos postos kg da substância, qualidade ComĂŠrcio Varejista de semelhante a erivados Nova gasolina D que ĂŠ comerde PetrĂłcializada nos reduzir emiss o de leo do ABEstados UniCDMRR), dos, CanadĂĄ enxof re em 94% Wagner de e Europa. Souza, a mudança traz Segundo o presidente duas vertentes para o atudo Regran (Sindicato do al panorama do paĂ­s. “O

Google fecha parceria para colocar Android em carros Na segunda-feira a Google anunciou uma parceria com quatro montadoras de automĂłveis para implantar o sistema operacional Android em carros. A parceria reĂşne Audi, GM, Honda e Hyundai, a fabricante de placas grĂĄďŹ cas Nvidia e tem como objetivo lançar atĂŠ o ďŹ m de 2014 veĂ­culos equipados com o sistema de internet mĂłvel da Google.

A GM informou que a empresa enxerga grandes oportunidades no uso do Android em conjunto com serviço de conectividade OnStar 4G LTE para modelos Chevrolet, Buick, GMC e Cadillac, lançado pela companhia durante o prĂŠ-CES 2014 neste ďŹ m de semana. O novo serviço oferece uma loja de aplicativos com foco em mĂşsica, notĂ­cias e previsĂŁo do tempo.

contra Ê que talvez o processo novo de produção possa trazer um aumento do combustível. Jå para o meio ambiente a mudança Ê a ideal�, comenta. O teor de enxofre mÊdio do combustível foi reduzido nos últimos anos. Era de 500 mg/kg em 2009 e baixou para 200 mg/kg em 2013. A gasolina tambÊm se adaptarå às novas tecnologias da indústria automobilística, como a injeção direta de combustível, alÊm de viabilizar as metas de emissþes da etapa L-6 do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores).

a partir da Ăşltima segunda-feira, mas uma decisĂŁo da municipalidade postergou a punição aos infratores da Lei de Trânsito. “Por conta das fĂŠrias a cidade ainda estĂĄ vazia e nosso objetivo ĂŠ conscientizar o maior nĂşmero de pessoas. Muitos ainda desconhecem as faixas e a acabam invadindoâ€?, disse o secretĂĄrio de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços PĂşblicos, Paulinho Serra.

Recentemente faixas exclusivas para ônibus entraram em operação nas avenidas Perimetral, Artur de Queirós, Firestone e Queirós dos Santos, alÊm das ruas General GlicÊrio, Luís Pinto Flaquer e Siqueira Campos, em Santo AndrÊ. No entanto, motoristas que invadirem as åreas reservadas para o tråfego de veículos de transporte coletivo,

as faixas serå multado em R$ 53,20 e receber três pontos na carteira de habitação. Ainda de acordo com a municipalidade, durante todas esta semana agentes de trânsito irão intensificar as campanhas de orientação na região central da cidade. Para este mês, a prefeitura prevê colocar em operação mais dois corredores exclusivos para ônibus, um na rua Carijós e outro na avenida Dom Pedro I.

GM passa VW no mercado nacional CELSO M. RODRIGUES A GM (General Motors) destronou a Volkswagen da segunda posição do ranking nacional de veículos novos, após três anos na posição. A GM detÊm, agora, 19,62%, contra 19,57% da VW do mercado nacional de carros. A Fiat lidera com 21,96%. A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) divulgou novos números referentes a 2013. Segundo dados da entidade o país bateu novo recorde na produção de veículos, considerando automóveis, comerciais leves, caminhþes e ônibus foram produzidos 3.740.418 milhþes de unidades, o que representa alta de 9,9%, em relação a 2012, indicando

DIVULGAĂ‡ĂƒO

DANIEL MACĂ RIO

DIVULGAĂ‡ĂƒO

por invasĂŁo de faixa de Ă´nibus sĂł no dia 13 Gasolina menos poluente chega aos postos Multas WILSON GUARDIA deveriam ser multados Quem desrespeitar

Luiz Moan, presidente da Anfavea divulgou nĂşmeros de 2013

um recorde histĂłrico. JĂĄ no quesito vendas, entre automĂłveis, comerciais leves, caminhĂľes e Ă´nibus, o segmento amargou um recuo, com total de 3.767.370 de unidades comercializadas em 2013,

com baixa de 0,9% comparado a 2012. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) o IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) baixo impediu queda maior.


Clipping Depreciação do usado no ano passado foi de 6,7% 4155428 - O ESTADO DE S. PAULO - JORNAL DO CARRO - SÃO PAULO - SP - 18/01/2014 - Pág 2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=zt0SVkp0vyHF8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4155428.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1026,00 Fechamento: 01/14 Tiragem: 265000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1026,00 Total: 0,0000


2

%HermesFileInfo:Ca-2:20140118:

JornaldoCarro1

OESTADODES.PAULO

SÁBADO,18DEJANEIRODE2014

MERCEDES-BENZ/DIVULGAÇÃO

Depreciação do usado no ano passado foi de 6,7% Lista dos 10 mais desvalorizados feita pelo InformEstado traz 6 importados de luxo Tião Oliveira

Ospreçosdoscarrosusadoscaíram,emmédia,6,7%noanopassado.Éoqueapontaumlevantamento feito pelo InformEstado, departamento de pesquisa do Grupo Estado responsável pelascotaçõesdeveículosdesegunda mão publicadas às quartas-feiras e domingos na edição impressa do Jornal do Carro e no site jornaldocarro.com.br. Na lista dos dez modelos que mais perderam preço, seis são importados de luxo. “Um dos

RANKING DE 2013 ● Os dez mais desvalorizados MODELO

VARIAÇÃO

1º Mercedes-Benz CLS 350 (2010) -24,76% 2º Porsche Cayenne V6 (2008)

-23,55%

3º Peugeot Passion XS (2009)

-21,84%

4º Renault Clio 1.0 16V (2000)

-21,21%

5º Renault Clio Sedan 1.6 (2011)

-20,99%

6º Jeep G. Cherokee Laredo (2011) -20,97% 7º VW Touareg 4.2 V8 (2004)

-20,94%

8º Toyota Camry V6 (2012)

-20,34%

9º VW Parati 1.0 (2000)

-20,29%

10º BMW 325i (2008)

-20,21% FONTE: INFORMESTADO

motivos é o custo de manutenção”, afirma o consultor da ADK Automotive, Paulo Garbossa. “Em muitos casos, as peças são difíceis de encontrar e há companhias que se recusam a segurar carros mais antigos.” Nãoénovidadequeoautomóvel deixou de ser investimento há muito tempo. Mas os usados perderam feio para a inflação e atémesmopara apoupança(vejalista de indicadores econômicos no quadro mais à direita). De acordo com especialistas, essa depreciação é normal. “O preço do usado está ligado ao do novo. Se a tabela do zero-km baixa, a dos seminovos também cai”,diz opresidenteda Federação Nacional daDistribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti. Ele se refere ao período em que o IPI para novos deixou de ser cobrado ou foi reduzido. Mesmocom a voltado imposto, os valores dos zero-km permanecem estáveis, pressionando os dos usados para baixo. Isso porque a s concessionárias estão com os pátios lotados de novos. Por isso, esses modelos são oferecidos com planos

PEUGEOT/DIVULGAÇÃO

‘Líderes’. O importado com maior depreciação em 2013 foi o Mercedes CLS 2010. No caso dos nacionais, a primeira geração do sedã 207, da Peugeot (D) foi a grande ‘campeã’

TERMÔMETRO ● Confira alguns dos indicadores

usados para avaliar a economia ÍNDICE

VARIAÇÃO

Dólar comercial

14,64%

Renda fixa

8,04%

Poupança (antiga)

6,34%

Inflação

5,91%

Poupança (nova)

5,73%

Carro usado

-6,7%

Ibovespa

-15,49%

Ouro

-17,35% FONTE: BC, BM&F, BOVESPA. TESOURO NACIONAL

de financiamento elásticos e juros bastante atrativos. A expectativa é que os preços dos usados sejamrecompostos, ao menos parcialmente, ao longo deste ano.

Bolsa JC. Referência no mercado para quem quer saber preços de veículos usados, a Bolsa do Jornal do Carro é resultado de levantamento feito a partir de ofertas de particulares, lojas in-

dependentes e concessionárias.Parafazer partedolevantamento publicado na edição impressa e no site do JC, o modelo deve ter, pelo menos, 12 ofertas durante o mês.

A apuração da desvalorização anual dos usados foi feita a partir da comparação das médias de preços publicadas na última quarta-feira de 2013 com as da última quarta-feira de 2012.


Clipping Crédito para veículos patina 4156425 - BRASIL ECONÔMICO - FINANÇAS - SÃO PAULO - SP - 20/01/2014 - Pág 23 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=OUrBThMtzrH+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Léa de Luca Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156425.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 693,00 Fechamento: 01/14 Tiragem: 46000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 693,00 Total: 0,0000


Segunda-feira, 20 de janeiro, 2014 Brasil Econômico 23 Severino Silva/Ag. O Dia

FINANÇAS

FRAUDE NA CAIXA

Polícia já recuperou 70% dos R$ 73 mi A Polícia Federal procura três envolvidos no desvio de R$ 73 milhões da Caixa, no maior golpe registrado na história do banco público. Segundo a PF, a quadrilha usou documentos falsos para abrir uma conta em uma agência da Caixa de Tocantinópolis (TO). O dinheiro foi depositado como sendo o pagamento de um prêmio da Mega Sena que nunca existiu. A PF informou ter recuperado 70% do total desviado. Abr

Crédito para veículos patina Em 2013, quantidade caiu 3%, para 6,7 milhões, e volume financeiro ficou praticamente estável em R$ 173 bilhões Patricia Stavis

Léa De Luca lluca@brasileconomico.com.br São Paulo

Os financiamentos de veículos incluindo automóveis, motos e caminhões, novos e usados, por meio de crédito direto ao consumidor, leasing ou consórcio — atingiram R$ 173 bilhões em 2013. O volume representa um aumento de 1% em relação ao realizado em 2012, segundo dados da Cetip. A quantidade caiu 3%, para 6,7 milhões de veículos. A queda vem se acentuando desde 2008. Naquele ano, as vendas a prazo representavam 55,4% do total. Em dezembro do ano passado, 37,9%, segundo dados cruzados da Fenabrave e do Sistema Nacional de Gravames (SNG): dos 1.654.116 veículos vendidos no mês, 626.718 foram financiados, segundo a Cetip. Entre 2010 e 2011, os bancos decidiram retomar esses financiamentos, mas erraram a mão e amargaram pesados índices de inadimplência. Desde então, muitos engataram a marcha à ré. Mas, no ano passado, o interesse voltou em alguns deles. Além de operar o SNG — que permite às instituições financeiras ter a custódia do carro, moto ou caminhão dado como garantia da operação de financiamento do veículo, por meio do registro eletrônico de um gravame, a Cetip agora também presta serviços para bancos que compram e vendem essas carteiras de empréstimos. No final do ano passado, lançou um novo produto, Confirmação e Monitoramento de Garantias (CMG). “O objetivo é comprovar que determinados veículos este-

jam devidamente atrelados a contratos de financiamentos, ou seja, vinculados a garantias reais e alienados àquela instituição financeira”, explica William Arakaki, gerente de veículos da unidade de financiamentos da Cetip. Segundo ele, em breve será possível medir a eficiência do produto, identificando o percentual de veículos que são dados como garantia de recebíveis que, na verdade, não estão garantindo nada. Quando um banco vende uma carteira de financiamentos de veículos a outro banco, a garantia são os veículos — se o tomador do empréstimo não pagar, o banco que comprou a carteira de financiamentos do outro retoma o bem. Mas, eventualmente, um dos

O objetivo do Confirmação e Monitoramento de Garantias é comprovar que os veículos dados como garantia de empréstimos estejam realmente alienados À instituição financeira”. William Arakaki Gerente da Cetip

Arakaki, da Cetip: Rastreamento mais eficiente das garantias

clientes decide liquidar o financiamento antecipadamente, e/ou um veículo é roubado, por exemplo — e quem comprou a carteira ficava descoberto, e não ficava sabendo. Agora, o produto da Cetip vai monitorar online essas ocorrências, e avisar o banco comprador. “Nesse caso, é possível fazer algum acordo com o banco vendedor”, explica Arakaki. A Cetip também será responsável por validar os dados de cessões de crédito de financiamentos de veículos já registradas na Câmara de Cessões de Crédito (C3). O novo produto será oferecido aos bancos por meio de uma parceria firmada com a Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), que opera a C3.

Project finance global atinge US$ 204 bi em 2013 No Brasil, volume de negócios caiu 27,5%: US$ 3,278 bi, ante US$ 4,523 bi no ano anterior As operações globais de ‘project finance’ alcançaram US$ 204,1 bilhões em 2013, ligeiramente acima do registrado em 2012, segundo levantamento feito pela Thomson Reuters. Projetos de energia consumiram US$ 70,1 bilhões, ou 34,3% do total. Nas Americas, a atividade cresceu 21,3%, totalizando US$ 51,4

bilhões. Sabine Pass, um terminal de gás natural liquefeito no Texas, Estados Unidos, foi o maior negócio fechado no mundo no ano passado: US$ 5,9 bilhões. A região que engloba Europa, África, Oriente Médio e Ásia Central registrou aumento de 26,1% e foi a mais ativa no ano passado com 247 negócios fechados totalizando US$ 90 bilhões, liderados por 43 projetos fechados no Reino Unido, no valor de US$ 16,6 bilhões. O volume na região Ásia-Pacífico e Japão atingiu US$ 62,8 bi-

lhões em 2013, com queda de 29,2% em relação a 2012. O project finance de US$ 5 bilhões da refinaria Nghi Son, no Vietnã, foi o maior negócio na região — e o maior projeto da área petroquímica, em todo o mundo. No Brasil, houve queda de 27,5% no volume de negócios de project finance fechados em 2013 em relação ao ano anterior. Foram seis operações, no valor de US$ 3,278 bilhões, ante US$ 4,523 bilhões em 2012, segundo o levantamento da Thomson Reuters.

Fechada em 29 de março, no valor de US$ 1,170 bilhão, o maior negócio no Brasil e o sexto na região das Américas no ano passado foi contratado pela Cernambi Norte MV26 BV, sociedade de propósito específico criada na Holanda para prestar serviço de fretamento para o consórcio que tem a concessão do campo de petróleo de Cernambi Norte (ex-Iracema), no pré-sal da Bacia de Santos, formado pela Petrobras, pela britânica BG e pela portuguesa Galp. O empréstimo é co-financiado com The Bank of Tokyo-Mitsubishi

UFJ, Mizuho Corporate Bank, Sumitomo Mitsui Banking Corporation, Sumitomo Mitsui Trust Bank e Mitsubishi UFJ Trust and Banking Corporation. A operação ajudou a manter o Mitsubishi UFJ Financial Group na liderança do ranking de originação e liderança de project finance nas Américas, com mais de US$ 4 bilhões em negócios. O banco japonês também é líder no ranking mundial de mandatos, mas perde para o State Bank of India e China Development Bank no de “bookrunners”.


Clipping Veja quais carros merecem destaque no país em 2013 4156675 - ABCD MAIOR - WEB - WEB - 17/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfny9uzVxbiaCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=56472 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156675.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 01/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


NÃO ESPERE O DIA SEGUINTE PARA SE INFORMAR. SEGUNDA-FEIRA, 20 DE JANEIRO DE 2014

08:45

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17/01/2014 - AUTOS

VEJA QUAIS CARROS MERECEM DESTAQUE NO PAÍS EM 2013 Por: Evandro Enoshita (evandro@abcdmaior.com.br)

Cresce procura por modelos modernos e em sintonia com o que é vendido na Europa e nos Estados Unidos

Ano passado, 3.575.935 automóveis e veículos comerciais leves foram emplacados no País. Os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) apontam uma retração de 1,61% no mercado em relação ao ano de 2012. Mesmo assim, o mercado automobilístico não sofreu sobressaltos. O ranking de automóveis mais vendidos é um exemplo disso, com os números mostrando que modelos mais modernos, em sintonia com o Inovar-Auto, ganharam a preferência entre os consumidores brasileiros.

Conquistaram mais terreno no ano que se foi o Ford New Fiesta, o Hyundai HB20 e o Chevrolet Onix

Conquistaram mais terreno no ano que se foi o Ford New Fiesta, o Hyundai HB20 e o Chevrolet Onix. Em contrapartida, perderam espaço o Classic e o Celta, da General Motors, e o Volkswagen Fox. Confira alguns dos motivos que levaram toesses carros a se destacarem positiva e negativamente no mercado em 2013:

EM ALTA FORD NEW FIESTA Lançada em meados do ano passado, a versão nacional do hatch premium New Fiesta é um sucesso de vendas por ser pouco conservador no design e bastante tecnológico para a categoria. O compacto fabricado em São Bernardo foi líder em seu segmento em 2013, com 136.711 unidades comercializadas, alcançando assim a quarta colocação no ranking geral. Vale lembrar que a Fenabrave não separa os números de emplacamento do hatch premium e do popular Fiesta Rocam. Mas só para se ter uma ideia do peso do New Fiesta nessa conta, o hatch mais antigo foi apenas o décimo mais vendido do País em 2012.

CHEVROLET ONIX Construído sobre a plataforma global GSV, o Chevrolet Onix representou um grande salto de modernidade na linha nacional da fabricante americana. Com um desenho de linhas harmoniosas e o pioneirismo da central multimídia entre os hatches compactos, o modelo é hoje o Chevrolet mais vendido do País. Só no ano passado 122.333 unidades foram emplacadas.

HYUNDAI HB20 Superado em vendas pelo Onix em apenas 13 unidades no País, o Hyundai HB20 foi o oitavo carro mais vendido de 2013. Com linhas que lembram os modelos maiores da marca coreana, o compacto tornou-se um grande sucesso em design. O veículo agradou tanto que colocou a Hyundai na quinta colocação entre os fabricantes nacionais.

EM BAIXA CHEVROLET CLASSIC Outro GM veterano que também acusou as mudanças no mercado foi o Classic. Sedã compacto mais barato do Brasil, o modelo, já defasado em relação à concorrência, caiu da nona colocação em 2012, com 98.550 unidades emplacadas, para a 12ª posição do ranking. Foram 86.936 unidades, números que fizeram o Classic perder a vice-liderança no segmento para o Volkswagen Voyage.


VOLKSWAGEN FOX Mesmo com o lançamento do novo motor 1.0 de três cilindros, o compacto da marca alemã sentiu o impacto do lançamento de novos modelos e caiu da quarta posição no ranking geral de 2012, com 147.110 unidades comercializadas, para a nona colocação, com 113.810 unidades emplacadas no ano passado.

CHEVROLET CELTA O sucesso do Onix ajudou a derrubar a procura pelo hatch veterano. Baseado na estrutura do Corsa de 1994, nem a instalação do airbag e dos freios ABS ajudaram a levantar as vendas do modelo, que fechou 2013 na 13ª colocação entre os mais vendidos. Foram 74.647 unidades emplacadas no período, números bem abaixo das 137.615 unidades de 2012, quando o compacto foi o 5º mais vendido do País.

Vinda de novas gerações aumentam vendas de modelos Lançada no final de setembro, a nova geração do Golf mais que dobrou as vendas do hatch. Até a chegada do modelo mais moderno, a marca alemã conseguia emplacar menos de mil unidades do médio. Nos últimos três meses de 2013, o veículo assumiu a liderança do segmento, com média de 2 mil unidades emplacadas. Outro exemplo é o Renault Logan, cuja nova geração chegou ao mercado em novembro. Na ocasião, com as notícias dessa chegada, o sedã atingiu o segundo pior resultado de vendas do ano. Foram 1.101 unidades emplacadas, número que saltou para 2.690 unidades no mês seguinte, quando o novo modelo já estava nas concessionárias.

OS DEZ MAIS VENDIDOS EM 2013 (EM EMPLACAMENTOS)

VW GOL — 255.061

FIAT UNO/MILLE —184.363

FIAT PALIO —177.014

FORD FIESTA ROCAM/NEW FIESTA —136.711

FIAT SIENA —129.825

FIAT STRADA —122.903

CHEVROLET ONIX — 122.333

HYUNDAI HB20 — 122.320

VW FOX — 113.810

10º RENAULT SANDERO — 102.514

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Clipping Varejo sobe 0,7% 4156677 - MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO - WEB - WEB - 17/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfnBlh6Q/vMpHsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2014/1/17/varejo-sobe-0-7 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156677.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 01/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


Bra sí l i a , 20 de Ja n ei ro de 201 4

Varejo sobe 0,7% Correio Braziliense - 17/01/2014

Impulsionado por alimentos, móveis e eletrodomésticos, o comércio varejista recuperou o fôlego em novembro passado. O crescimento das vendas de 0,7% em relação a outubro, apontado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou bem acima da estimativa média dos analistas, de 0,4%. Sete das oito atividades do chamado varejo restrito (que exclui automóveis e material de construção) tiveram ganhos. Mesmo assim, o resultado teve avaliações divergentes entre os analistas. “Foi uma expansão generalizada, ligada a variáveis econômicas como aumento da massa salarial, estabilidade no emprego e inadimplência menor”, disse a economista do IBGE Aleciana Gusmão, destacando ainda a antecipação do décimo terceiro salário entre os fatores que levaram o consumidor às compras. Na comparação com novembro de 2012, o movimento nas lojas subiu 7%. Boa parte da alta pode ser explicada pelo bom desempenho de dois segmentos com forte peso no indicador. O item supermercados, alimentos e bebidas, que responde por 40% do movimento do varejo, teve expansão de 1,1% em relação a outubro, beneficiado, segundo Aleciana, pela redução do preço de itens de alimentação. O ramo de móveis e eletromésticos, com 17% de participação na composição do índice, mostrou alta de 1,5%, impulsionado pelos financiamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, observou o economistachefe da Concórdia Corretora, Flávio Combat. No varejo ampliado, a alta mensal foi de 1,3%, com destaque para o aumento de 2,5% em veículos, motos e peças. A boa performance do setor surpreendeu, uma vez que os licenciamentos de automóveis e comerciais leves, segundo a Fenabrave, a associação dos revendedores, haviam recuado 0,37%. Os dados de novembro levaram a de alta das vendas em 2014. recuperação, após o desempenho 2013, o crescimento tenha sido de

Confederação Nacional do Comércio (CNC) a subir para 6,5% a previsão Para Fabio Bentes, economista da entidade, o varejo consolidou a fraco do primeiro semestre do ano passado. A estimativa é a de que, em 4,5%.

Se for confirmado, esse terá sido o resultado mais baixo desde 2005. Para o estrategista-chefe do Bando Mizuho do Brasil, Luciano Rostagno, a tendência é de queda, já que, em 2012, os lojistas comemoraram um crescimento de 8%. Dado o endividamento das famílias, as vendas devem desacelerar nos próximos meses, previu. “A menos que os obstáculos ao investimento sejam removidos, o Brasil vai continuar com baixo crescimento.”


Clipping Varejo sobe 0,7% 4156680 - FOOD AND NEWS - WEB - WEB - 17/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfkJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.foodandnews.com/5164-varejo-sobe-0,7 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156680.pdf

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Varejo sobe 0,7% Impulsionado por alimentos, móveis e eletrodomésticos, o comércio varejista recuperou o fôlego em novembro passado.

Ilustração 17 de janeiro de 2014 | 23:56

O crescimento das vendas de 0,7% em relação a outubro, apontado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou bem acima da estimativa média dos analistas, de 0,4%. Sete das oito atividades do chamado varejo restrito (que exclui automóveis e material de construção) tiveram ganhos. Mesmo assim, o resultado teve avaliações divergentes entre os analistas. “Foi uma expansão generalizada, ligada a variáveis econômicas como aumento da massa salarial, estabilidade no emprego e inadimplência menor”, disse a economista do IBGE Aleciana Gusmão, destacando ainda a antecipação do décimo terceiro salário entre os fatores que levaram o consumidor às compras. Na comparação com novembro de 2012, o movimento nas lojas subiu 7%.

COLUNA DO EDITOR Boa parte da alta pode ser explicada pelo bom desempenho de dois segmentos com forte peso no indicador. O item supermercados, alimentos e bebidas, que responde por 40% do movimento do varejo, teve expansão de 1,1% em relação a outubro, beneficiado, segundo Aleciana, pela redução do preço de itens de alimentação. O ramo de móveis e eletromésticos, com 17% de participação na composição do índice, mostrou alta de 1,5%, impulsionado pelos financiamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, observou o economista-chefe da Concórdia Corretora, Flávio Combat. No varejo ampliado, a alta mensal foi de 1,3%, com destaque para o aumento de 2,5% em veículos, motos e peças. A boa performance do setor surpreendeu, uma vez que os licenciamentos de automóveis e comerciais leves, segundo a Fenabrave, a associação dos revendedores, haviam recuado 0,37%. Os dados de novembro levaram a Confederação Nacional do Comércio (CNC) a subir para 6,5% a previsão de alta das vendas em 2014. Para Fabio Bentes, economista da entidade, o varejo consolidou a recuperação, após o desempenho fraco do primeiro semestre do ano passado. A estimativa é a de que, em 2013, o crescimento tenha sido de 4,5%. Se for confirmado, esse terá sido o resultado mais baixo desde 2005. Para o

Um generoso Natal e um próspero e vitorioso 2014 Leticia Ev ely n Oliv a-Cowell 22 de dezembro de 2013 02:57

Chegamos aos últimos dias do ano, onde o fecharemos com a maior festa cristã de generosidade e com a passagem do ano, o qual colocaremos nossa “sincera” esperança de que 2014 será melhor que

ARTIGOS RELEVANTES

Comércio tem o pior abril em dez anos "O preço está inibindo a compra nos supermercados. Como a população não pode deixar de comer, o que há é substituição de marcas caras pelas mais em conta. Isso pode estar afetando a receita dos supermercados",...

Varejo sob pressão Indústria tenta reajustes de até 20%. Na briga, supermercados tiram marcas das gôndolas


estrategista-chefe do Bando Mizuho do Brasil, Luciano Rostagno, a tendência é de queda, já que, em 2012, os lojistas comemoraram um crescimento de 8%. Dado o endividamento das famílias, as vendas devem desacelerar nos próximos meses, previu. “A menos que os obstáculos ao investimento sejam removidos, o Brasil vai continuar com baixo crescimento.”

Atacado e supermercado resistem à desaceleração " A população brasileira já entendeu que os preços estão descontrolados nos alimentos,então, ela busca a melhor maneira para que os alimentos afetem menos no apertado orçamento familiar". Leticia

Fonte: Jornal Correio Brazilense em 17 de janeiro de 2014 23:36

Seara quer aumentar sua presença no mercado

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SEARA FOODS amplia sua equipe comercial e reforça sua equipe de promotores,para intensificar

varejo, vendas, alimentos, IBGE, supermercados

sua presença no mercado com os produtos Seara já existentes e também atender as novas marca, sem

Venda em supermercados cresce 3,84% em janeiro

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Apesar do aumento de preço de alguns alimentos, os supermercados apresentam crescimento de vendas em Janeiro/12 comparado com o mesmo mês de 2011

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Clipping Início do ano e volta do IPI desaquece o mercado de automóveis 4156681 - JORNAL DO OESTE - WEB - WEB - 17/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfmE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.jornaldooeste.com.br/cidade/inicio-do-ano-e-volta-do-ipi-desaquece-o-mercadode-automoveis-67938/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156681.pdf

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Início do ano e volta do IPI desaquece o mercado de automóveis Dados da Fenabrave indicam que 2013 fechou com queda de 1,61% nas vendas de automóveis Da Redação

Publicado em: 17/01/2014 - 10:30 | Atualizado em: 16/01/2014 - 19:07 Arquiv o J.O.

A v olta do IPI será gradativ a, em j ulho hav erá nov o acréscimo

O consumidor estava acostumado com os preços do carro zero quilômetro com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Desde maio de 2012 o Governo Federal abaixou o tributo para incentivar o consumo e evitar demissões na indústria automobilística. Desde 1º de janeiro os percentuais estão voltando à normalidade de forma gradativa e até julho os valores estarão normalizados. Enquanto isto, o mercado de automóveis está desaquecido, influenciado também pela época do ano. Algumas empresas investem nos preços antigos para atrair o consumidor. Em Toledo, uma concessionária revela que os carros em estoque ainda estão sendo vendidos com o desconto integral de IPI. “E em algumas situações este valor que aumentou é negociado, às vezes é possível até absorver”, revela a gerente comercial Gilneia Groto. Os carros 1.0 tiveram o IPI zerado em 2012, estavam com 2% com o retorno do ano passado e agora sobem para 3% até 30 de junho. Depois subirão para 7%, alíquota que vigorava antes da redução. Os veículos 1.6 passaram agora de de 5% para 7% e no meio do ano irão para 11%. “A diferença em si ainda é pouco em reais. Um veículo de R$ 30 mil, por exemplo, fica mais caro uns R$ 600,00, valor que muitas vezes ainda é negociado”, revela. Ela cita que o mercado sentirá mais tarde a reação. “A partir do próximo faturamento que virá com o IPI reajustado, o impacto maior não foi sentido”, salienta. Groto salienta que a volta do IPI deve impactar, mas não tão significativamente, pelo menos nesta primeira alta. Quando houve a queda o IPI o aquecimento foi imediato e muito bom, aumentaram as vendas em até 30%. “Agora com a diminuição gradual a reação não será na mesma medida”, avalia.

PÉ NO FREIO


Mas os consumidores colocaram o pé no freio e diminuíram as compras. Ela salienta que já houve queda nas vendas, ocasionada principalmente pela época do ano. Porém, 2014 está sendo atípico, pois além das festas de final de ano, o carnaval será em março, terá a Páscoa na sequência e vários feriados, o que provavelmente adiará o reaquecimento do setor. Do outro lado, a gerente revela que a venda de seminovos deve aumentar, porque o governo irá aumentar a tabela Fipe e os carros à venda estarão a preço diferenciado. “A expectativa de bons negócios nos seminovos, já nos novos é difícil imaginar como será o mercado este ano”, relata. 2013 já não foi positivo para o mercado de novos. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave), houve redução o ano fechou com queda de 1,61% nas vendas de automóveis e comerciais leves, comparadas com o ano anterior. Embora dezembro tenha apresentado recuperação de 16,57% em relação a novembro, o acumulado foi negativo. Já a comercialização destas categorias usadas se recuperou ano passado e apresentou aumento. Em 2013 houve acréscimo de 4,69% em relação a 2012. 0

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Clipping Diário matinal 4156676 - MONITOR MERCANTIL ONLINE - WEB - WEB - 17/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfm2vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=146972 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156676.pdf

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OPINIÃO D O ANALISTA

Diário matinal 17/01/2014 - 09:55:26

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Mais Notícias FINANCEIRO 17/01/2014 - 22:07:35

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Casa da Moeda tem lucro de R$ 783 milhões em 2013

Queda do IBC-Br em novembro contrariou os sinais mais positivos vindos dos indicadores de atividade no período

FINANCEIRO 17/01/2014 - 22:06:55

Regulador britânico define revisão de empréstimos do Royal Bank of Scotland O índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,31% na passagem de outubro para novembro, descontando os efeitos sazonais, conforme divulgado há pouco pela instituição. O resultado veio abaixo da mediana do mercado, que esperava alta de 0,20%, contrariando a sinalização mais favorável apontada pelos indicadores de atividade, como as vendas no varejo e a produção industrial, cujos resultados até surpreenderam de forma positiva em novembro. Vale também mencionar que as variações na margem de setembro e outubro foram revisadas de 0,01% para -0,03% e de 0,77% para 0,71%, respectivamente. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a expansão chegou a 1,34%, ante alta de 2,7% observada em outubro. Assim, o índice acumula expansão de 2,43% em 12 meses e de 2,68% no ano. Dessa forma, ainda que o resultado apontado pelo indicador - uma proxy mensal para o PIB - tenha mostrado queda, mantemos nossa expectativa de crescimento do PIB de 0,7% no quarto trimestre, após queda de 0,5% verificada no período anterior. . ATIVIDADE

IBGE: vendas no varejo mantiveram expansão em novembro do ano passado O resultado das vendas do comércio varejista de novembro confirmou nossas expectativas mais favoráveis com o consumo das famílias no final do ano passado. A expansão do varejo se deu de forma generalizada entre os segmentos pesquisados e o crescimento do faturamento nominal seguiu em níveis elevados, como apontado durante todo o ano passado. De fato, o volume de vendas no varejo restrito (que exclui as atividades de veículos e motos, partes e peças e de material de construção) cresceu 0,7% entre outubro e novembro de 2013, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Pesquisa M ensal de Comércio (PM C), divulgada ontem pelo IBGE. Isso constitui uma aceleração na margem, lembrando que a expansão de outubro do ano passado foi de 0,3%. Na comparação com o mesmo período de 2012, houve expansão de 7,0%, acelerando frente à alta de 5,3% observada em outubro de 2013. O comércio ampliado (que considera as vendas de veículos e de materiais de construção), por sua vez, registrou expansão de 1,3% na margem, após crescimento de 2,0% observado em outubro passado. Em termos interanuais, o varejo ampliado subiu 5,7%. Com isso, o comércio varejista, nos conceitos restrito e ampliado, acumulou avanços de 4,3% e 3,6%, respectivamente, entre janeiro e novembro de 2013. A abertura da pesquisa apontou crescimento generalizado entre outubro e novembro passado, com exceção do comércio de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação, que recuou 2,1%. Pelo lado positivo, destacamos artigos farmacêuticos (1,6%), tecidos, vestuário e calçados (1,5%) e móveis e eletrodomésticos (1,5%). No varejo ampliado, as vendas de veículos e motos, partes e peças cresceram 2,5%, mesmo sentido sugerido pelo resultado da Fenabrave, previamente conhecido. Continuamos chamando a atenção para o crescimento nominal das vendas no varejo neste ano: na comparação interanual, o indicador restrito cresceu 13,8% em novembro, ao mesmo tempo em que o varejo ampliado avançou 11,3% no mesmo período. O resultado reflete, mesmo com a confiança dos consumidores em patamares mais acomodados, a sustentação da baixa taxa de desemprego e, consequentemente, dos reajustes salariais em níveis elevados. Assim, mesmo que o resultado da PM C, por questões metodológicas, não seja computado no resultado do PIB, a sinalização para o consumo de bens e serviços tem sido positiva, em linha com nossa expectativa de aceleração do PIB nos últimos três meses do ano passado. . IABr: produção de aço bruto recuou em 2013, mas deve mostrar recuperação neste ano A produção de aço bruto somou 34,2 milhões de toneladas em 2013, conforme divulgado ontem pelo Instituto Aço Brasil (IABr). Isso representa queda de 1,0% na comparação com 2012. O fraco resultado é explicado pela queda de 20,8% da produção de semi-acabados. Em sentido contrário, a produção de laminados subiu 2,2%, impulsionada por aços longos, usados na construção civil, enquanto planos (destinados para a indústria automotiva, de bens de capital e de eletrodomésticos) registraram desempenho mais moderado. As exportações de produtos siderúrgicos recuaram 17,5% no ano passado, totalizando 8,1 milhões de toneladas. As importações foram no mesmo sentido, caindo 2,2%. Por outro lado, as vendas internas subiram 5,4% em 2013, atingindo 22,8 milhões de toneladas. Em dezembro, especificamente, a produção de aço bruto subiu 1,5% na margem, na série dessazonalizada pelo Depec-Bradesco. Para este ano, esperamos que a produção de aço bruto volte a subir, respondendo à retomada gradual da demanda externa e do setor de construção residencial. .

FATOS & COMENTÁRIOS 17/01/2014 - 21:18:02

Vida na mão


INFLAÇÃO

FGV: descompressão dos preços agrícolas explicou a alta da 2ª prévia do IGP-M em janeiro A 2ª prévia do IGP-M registrou alta de 0,46% em janeiro, conforme divulgado há pouco pela FGV. O resultado ficou ligeiramente abaixo da mediana das projeções do mercado (0,48%). A desaceleração frente à 2ª prévia de dezembro, que tinha exibido aumento de 0,54%, refletiu a queda dos produtos agropecuários (saindo de uma alta de 0,86% para retração de 0,45%). Por outro lado, houve aceleração dos preços na indústria, que passaram de 0,45% para 0,66%. Destacamos a alta dos preços dos combustíveis (por conta do reajuste de óleo combustível) e do minério de ferro, entre os industriais, e da soja, leite e batata, entre os agrícolas. Para o fechamento do mês, esperamos que o IGP-M mostre variação próxima de 0,60%. . INTERNACIONAL

Reino Unido: crescimento do consumo deve persistir em 2014 O consumo privado deve impulsionar o PIB do Reino Unido neste ano, conforme o crédito vai se recuperando lentamente e a taxa de desemprego continua em queda. Após crescer 1,6% em 2013, as vendas do comércio varejista no país devem manter tendência de melhora em 2014. Em dezembro do último ano, o comércio varejista registrou crescimento de 5,3% na comparação com o mesmo mês de 2012, o equivalente a um aumento de 2,6% em relação a novembro. Entre os segmentos pesquisados, as vendas online e em lojas que não comercializam alimentos foram os destaques. Por outro lado, o comércio de alimentos e de combustíveis impediu uma alta maior do índice cheio. . Tendências de mercado O mercado segue cauteloso enquanto aguarda a divulgação de novos dados de atividade dos EUA. Assim, os mercados de ações na Ásia encerraram o último pregão da semana majoritariamente em queda, acompanhando as perdas norte-americanas de ontem. No Japão, a apreciação do iene ante o dólar durante o pregão amplificou a queda da bolsa. Na Europa, a cautela prevalece com o início do período de divulgação de balanços corporativos e a maioria das bolsas registra ligeira alta. Os índices futuros norte-americanos também apontam alguma recuperação. A bolsa brasileira deve seguir o movimento externo e exibir alta na abertura do mercado. . O euro e o iene voltaram a perder valor frente ao dólar, ao passo que a libra se fortalece. Entre as commodities, o preço do petróleo opera alta, revertendo a queda dos últimos dias. Em sentido contrário, as agrícolas são cotadas em baixa. No mercado doméstico de juros futuros, os vértices mais longos devem acompanhar o fechamento das treasuries. Ao mesmo tempo, os mais curtos responderão aos dados de atividade, com destaque ao IBC-Br divulgado há pouco, e às expectativas com os próximos passos do Copom, à espera da Ata que será conhecida somente na semana que vem.

Octavio de Barros Diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos - Bradesco Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

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Clipping Depreciação do usado foi de 6,7% em 2013 4156674 - ESTADÃO ONLINE - WEB - WEB - 18/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfkU/bwrbhh4EsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,depreciacao-do-usado-foi-de-6-7em-2013,16767,0.htm Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156674.pdf

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18.01.2014 - 16:19

Depreciação do usado foi de 6,7% em 2013 Lista dos 10 mais desvalorizados feita pelo InformEstado traz 6 importados de luxo Tweetar

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Mercedes/Divulgação CLS foi o modelo com maior devalorização

Os preços dos carros usados caíram, em média, 6,7% no ano passado. É o que aponta um levantamento feito pelo InformEstado, departamento de pesquisa do Grupo Estado responsável pelas cotações de veículos de segunda mão publicadas às quartas-feiras e domingos na edição impressa do Jornal do Carro e no site jornaldocarro.com.br. +Siga o Jornal do Carro no Facebook ++Mercedes fará Classe C especial para a China ++ Mercedes C 63 AMG é assustador Na lista dos dez modelos que mais perderam preço, seis são importados de luxo. O com maior depreciação em 2013 foi o Mercedes CLS 2010. No caso dos nacionais, a primeira geração do sedã 207, da Peugeot, foi a grande ‘campeã’. “Um dos motivos é o custo de manutenção”, afirma o consultor da ADK Automotive, Paulo Garbossa. “Em muitos casos, as peças são difíceis de encontrar e há companhias que se recusam a segurar carros mais antigos.” Não é novidade que o automóvel deixou de ser investimento há muito tempo. Mas os usados perderam feio para a inflação e até mesmo para a poupança (veja lista de indicadores econômicos no quadro mais à direita). De acordo com especialistas, essa depreciação é normal. “O preço do usado está ligado ao do novo. Se a tabela do zero-km baixa, a dos seminovos também cai”, diz o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti. Ele se refere ao período em que o IPI para novos deixou de ser cobrado ou foi reduzido. Mesmo com a volta do imposto, os valores dos zero-km permanecem estáveis, pressionando os dos usados para baixo.


Isso porque a s concessionárias estão com os pátios lotados de novos. Por isso, esses modelos são oferecidos com planos de financiamento elásticos e juros bastante atrativos. A expectativa é que os preços dos usados sejam recompostos, ao menos parcialmente, ao longo deste ano. Bolsa JC Referência no mercado para quem quer saber preços de veículos usados, a Bolsa do Jornal do Carro é resultado de levantamento feito a partir de ofertas de particulares, lojas independentes e concessionárias. Para fazer parte do levantamento publicado na edição impressa e no site do JC, o modelo deve ter, pelo menos, 12 ofertas durante o mês. A apuração da desvalorização anual dos usados foi feita a partir da comparação das médias de preços publicadas na última quarta-feira de 2013 com as da última quarta-feira de 2012.


Clipping Chery S-18 e Cielo deixam de ser vendidos no Brasil 4156682 - CORREIO DA BAHIA - WEB - WEB - 17/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfkl3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/chery-s-18-e-cielo-deixam-de-ser-vendidosno-brasil/?cHash=2d8f36e296095409265c570df80518fd Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156682.pdf

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Chery S-18 e Cielo deixam de ser vendidos no Brasil O Cielo foi lançado em maio de 2010, oferecido com carroceria hatch e sedã e com motor 1.6 de 119 cavalos Da Redação (redacao@correio24horas.com.br) 17/01/2014 20:29:00

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A Chery anunciou que vai encerrar no Brasil a comercialização dos modelos Cielo, nas carrocerias hatch e sedã, e S-18. A empresa informou que a decisão é para priorizar os modelos que serão produzidos na fábrica que será inaugurada em Jacareí (SP) este ano. O hatch compacto Celer será o primeiro a ser fabricado em solo brasileiro, segundo o Auto Esporte, da Globo.com.

Carro não será mais vendido no Brasil

O Cielo foi lançado em maio de 2010, oferecido com carroceria hatch e sedã e com motor 1.6 de 119 cavalos. O S-18 chegou cerca de 2 anos depois. Pouco depois, o modelo já precisou de recall por causa de uma problema no pedal de freio. A faixa de preço do carro era similar ao do Face.

Em 2013, as vendas dos três veículos foram modestas. Levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostrou que no ano passado o Cielo Sedan teve 112 unidades emplacadas. O Cielo Hatch e p S-18 não tiveram registros de vendas.


Clipping Chery S-18 e Cielo deixam de ser vendidos no Brasil 4156679 - G1 - WEB - WEB - 17/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfmCQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://g1.globo.com/carros/noticia/2014/01/chery-s-18-e-cielo-deixam-de-ser-vendidos-nobrasil.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156679.pdf

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Carros, motos, motores e velocidade 17/01/2014 19h42 - Atualizado em 17/01/2014 19h58

Chery S-18 e Cielo deixam de ser vendidos no Brasil Marca agora prioriza os modelos que serão produzidos no país em 2014. No ano passado, apenas o Cielo Sedan teve unidades emplacadas Do G1, em São Paulo

Tweet Comente agora A Chery anunciou que irá encerrar a comercialização dos modelos Cielo, nas carrocerias hatch e sedã, e S-18. Segundo a empresa, trata-se de uma decisão comercial, e que no momento prioriza os modelos que serão produzidos na fábrica que será inaugurada em Jacareí (SP), ainda neste ano. O primeiro a ser fabricado em solo nacional será o hatch compacto Celer.

Chery S-18 foi lançado em 2012 (Foto: Divulgação)

O Cielo foi lançado em maio de 2010, com opções de carroceria hatch e sedã. Ele era oferecido com motor 1.6 de 119 cavalos. Já o S-18 chegou cerca de dois anos depois, em 2012, e logo de cara enfrentou um recall devido um problema no pedal de freio. O compacto era vendido com motor 1.3 de 91 cv, em uma faixa de preço semelhante ao do Face. As vendas dos três veículos em 2013 estiveram longe de ser um sucesso. Segundo o levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), no ano passado inteiro, o Cielo Sedan teve 112 unidades emplacadas, enquanto Cielo Hatch e S-18 não tiveram registros de vendas. A Chery afirma que, apesar de não vender mais os modelos no país, os proprietários ainda serão atendidos pela rede da marca.

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Clipping Chery Cielo e S18 saem do mercado nacional em fevereiro 4156678 - CINEMA CINEMAS - WEB - WEB - 17/01/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=b6JCQlPJXfkdSTHrUDolKMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.cinemacinemas.com.br/chery-cielo-e-s18-saem-do-mercado-nacional-emfevereiro/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 20/01/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\01\20\4156678.pdf

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A Chery está mudança sua estratégia para o Brasil e agora focará as atenções em carros produzidos no país. Por isso, os modelos Cielo e S18 serão retirados do mercado em fevereiro. A marca chinesa reitera que os proprietários continuarão sendo atendidos pela rede de concessionárias em serviços de pós-venda e fornecimento de peças pelo tempo necessário. O Chery Cielo chegou ao país em 2009 e prometia muito no início, mas o desempenho do modelo não foi o esperado. Em 2013, a versão sedã vendeu 112 unidades e não há dados na Fenabrave sobre a versão hatch. Chamado de A3 na China, ele foi o primeiro carro da Chery a ganhar 5 estrelas no C-NCAP e também o primeiro com seis airbags e ESP, itens inexistentes na versão vendida aqui.

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Já o Chery S18 – nome do projeto – também andava ruim no mercado, sendo descrito como o primeiro chinês flex do Brasil, embora o Face Flex tenha sido vendido antes dele sem divulgação. Nascido como conceito Faira, o modelo é chamado de Riich M1 na China e ainda deu origem às versões sedã e perua aventureira, conhecida como S18D por aqui e que não chegou a ser vendida. A Chery quer fabricar aqui a nova geração do QQ junto com o Celer, cuja versão renovada está sendo testada no Brasil. Além deles, a empresa considera ainda o SUV Tiggo 5 e o sedã médio Arrizo 7 para 2016. O Face é montado no Uruguai e vendeu pouco mais de 800 unidades em 2013. Terá o mesmo destino? A noticia Chery Cielo e S18 saem do mercado nacional em fevereiro foi publicada no site Notícias Automotivas Carros.

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