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Clipping Foi bem-aceito? 7441521 - AUTO ESPORTE - MERCADO - São Paulo - SP - FEV/2018 - Nº 633 - Pág 82 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Cl4zRBS7AeAj66U3SqRBMsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

A Fenabrave nao diferencio os versões pré e pós-reestilizaçõo. Mas não é difícil notar a evolução nos vendas. Enquanto foram comercializados 37.974 unidades em 2016. o número passou de 40 mil até novembro do ano seguinte. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Revista


Clipping Vendas de usados crescem em 2017 7455023 - NOVO VAREJO - INDICADORES - São Paulo - SP - JAN/2018 - Nº 278 - Pág 44 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=uDQYY8hIaeINYh1HTP9BlsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

As transações de veículos usados, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), apresentaram crescimento de 6,36% em 2017, no comparativo com 2016. Ao todo, foram registradas 14.190.442 transferências em 2017, ante as 13.341.930 feitas no ano anterior, de acordo com os dados apresentados neste mês de janeiro pela FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Na comparação entre dezembro e novembro de 2017, o crescimento foi de 15,18%. Contudo, se comparado com dezembro de 2016, o resultado geral de transações de usados, no último mês do ano, apresentou retração de 3,02%. Considerando apenas o segmento de automóveis e comerciais leves, as transações, no acumulado do ano, somaram 10.730.763 unidades, alta de 7,21% na comparação com 2016. Em dezembro, as transferências de automóveis e comerciais leves usados apresentaram crescimento de 15,97% na comparação com o mês anterior, somando 1.016.018 unidades, contra 876.111 em novembro. Em relação a dezembro de 2016, houve queda de 2,19% nas transações destes veículos. De acordo com a FENABRAVE, o mercado de veículos usados se mostrou estável. “O ano de 2017 foi marcado pela baixa oferta de veículos seminovos e pelo grande número de operações de ‘troca com troco’. Para 2018, a expectativa é de continuidade do crescimento deste mercado, que vem se mostrando maduro nos últimos anos”, ressaltou Assumpção Júnior. Do total de automóveis e comerciais leves negociados, os usados (de 1 a 3 anos de fabricação) representaram 17,79% do total do volume de dezembro e 15,12% do acumulado do ano. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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INDICADORES

Veículos importados fecham ano com queda de 17% As 17 marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 29.751 unidades, anotaram em 2017 queda de 17% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 35.852 unidades importadas. No comparativo mensal, dezembro de 2017 ainda registrou queda de 0,4% em relação a igual período de 2016. Foram comercializadas 3.324 unidades contra 3.336 licenciamentos em dezembro do ano anterior. O desempenho de vendas no mês de dezembro, porém, significou alta de 27,2%, comparado ao mês imediatamente anterior. Foram 3.324 unidades contra 2.614 unidades em novembro último. “Conseguimos fechar o ano de 2017 com crescimento 10% acima da projeção inicial de 27 mil unidades.

Ainda assim, mais uma vez, amargamos queda expressiva de 17% em relação ao ano de 2016. Agora, com o fim das cotas limitadoras sem os 30 pontos percentuais no IPI, esperamos recuperar nossa participação no mercado interno que foi de apenas 2,21%, somando importados ´puros´ e veículos produzidos por nossas associadas no Brasil. E também no segmento somente de importados, que foi de 12,45% em 2017”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores. De acordo com Gandini, a Abeifa estima para este ano 40 mil unidades, crescimento de 35% sobre os dados de emplacamentos de 2017. “No entanto, estamos falando de crescimento sobre uma base muito fraca. É até

natural que cresçamos a taxas mais expressivas, porém, sem euforia, com muito pé no chão”, esclarece, “agora, embora tenhamos isonomia tributária e sem cotas limitadoras, aos importadores fica muito difícil trazer carros de alto volume, os chamados carros mais populares, até porque a indústria local tem ofertas muito competitivas. Com o dólar no patamar de R$ 3,30, aos importadores fica quase impossível atuar fora de nicho de mercado”. Além disso, Gandini voltou a reafirmar que, com o fim do programa Inovar-Auto e o retorno das alíquotas de IPI de 7%, 11%, 13%, 18% e 25%, respectivamente para veículos com motorização de 1.0 litro (flex), 1.0 a 2.0 litros (flex), 1.0 a 2.0 litros (a gasolina), acima de 2.0 litros (flex) e acima de 2.0 litros (a gasolina), os preços de veículos importados não vão cair. “Por-

que os importadores não pagavam o super IPI com adicional de 30 pontos percentuais, que serviu apenas como limitador de volumes”, esclarece. Em dezembro último, com 5.268 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,57% do mercado total de autos e comerciais leves (204.852 unidades). No acumulado, o market share foi de 2,21% (48.123 unidades, do total de 2.172.612 unidades). Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em dezembro, por 13,23% (3.324 unidades, do total de 25.134 unidades importadas). No acumulado, 12,45% (29.751 unidades, do total de 238.964 veículos importados).

VENDAS DE USADOS CRESCEM EM 2017 As transações de veículos usados, considerando todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), apresentaram crescimento de 6,36% em 2017, no comparativo com 2016. Ao todo, foram registradas 14.190.442 transferências em 2017, ante as 13.341.930 feitas no ano anterior, de acordo com os dados apresentados neste mês de janeiro pela FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Na comparação entre dezembro e novembro de 2017, o crescimento foi de 15,18%. Contudo, se comparado com dezembro de 2016, o resultado geral de transações de usados, no último mês do ano, apresentou retração de 3,02%. Considerando apenas o segmento de automóveis e comerciais leves, 44

as transações, no acumulado do ano, somaram 10.730.763 unidades, alta de 7,21% na comparação com 2016. Em dezembro, as transferências de automóveis e comerciais leves usados apresentaram crescimento de 15,97% na comparação com o mês anterior, somando 1.016.018 unidades, contra 876.111 em novembro. Em relação a dezembro de 2016, houve queda de 2,19% nas transações destes veículos. De acordo com a FENABRAVE, o mercado de veículos usados se mostrou estável. “O ano de 2017 foi marcado pela baixa oferta de veículos seminovos e pelo grande número de operações de ‘troca com troco’. Para 2018, a expectativa é de continuidade do crescimento deste mercado, que vem se mostrando maduro nos últimos anos”, ressaltou Assumpção Júnior.

Do total de automóveis e comerciais leves negociados, os usados (de 1 a 3 anos de fabricação)

representaram 17,79% do total do volume de dezembro e 15,12% do acumulado do ano.


Clipping Vendas de veículos novos em janeiro no Vale superam média nacional 7452019 - JORNAL DE SANTA CATARINA - PEDRO MACHADO - Blumenau - SC - 12/02/2018 - Pág 22 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=A9e6+apjJz8TCupUahKui8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Aumento desafia mobilidade urbana de cidades como Blumenau, onde frota de automóveis ganhou 3.533 novas unidades em 2017 (Foto: Patrick Rodrigues, Santa ). Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Estado: SC Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Blumenau País: Tipo Veículo: Jornal


Clipping Mercado de veículos médios deve acirrar disputa entre as montadoras 7453714 - DCI - NEGÓCIOS - São Paulo - SP - 15/02/2018 - Pág 5 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=tKJX3i2VolB6oYpLWUHQRsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Após a mais profunda e prolongada crise que o setor automotivo já viveu no País, agora é o momento das montadoras afiarem as garras para não perder mercado. Com a melhora da economia e o importado mais barato, as categorias de veículos médios vão ter a concorrência mais acirrada. As vendas do setor automotivo só começaram a ganhar corpo, de fato, em meados do primeiro trimestre do ano passado, após quatro anos extremamente difíceis para a indústria brasileira. O mercado doméstico passou de 3,8 milhões de unidades em 2012 – o quarto maior do mundo – para 2 milhões de unidades em 2017. Neste cenário, emergem modelos de maior valor agregado em detrimento dos compactos de entrada, que sempre representaram a maioria esmagadora dos emplacamentos no Brasil. Entre os destaques estão o sedã Corolla, da Toyota, e o utilitário esportivo (SUV) HR-V, da Honda, que estão muito longe da alçada da grande maioria da população. Para se ter uma ideia do quanto mudou o cenário brasileiro no setor, no auge da crise o Corolla chegou a figurar como o quinto carro mais vendido do País, custando em torno de R$ 90 mil. Mas agora com a retomada econômica e com a extinção dos 30 pontos extras do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para importados, a expectativa é que os compactos de entrada voltem a ganhar volumes, mas a disputa mais acirrada deve ficar entre os veículos médios, onde haverá novos competidores. “Os carros médios devem ter um nível muito forte de concorrência no País, principalmente os SUVs e picapes, que no mundo já representam o maior mercado das montadoras”, avalia o consultor da Sell-Out 3, Arnaldo Brazil. No mercado brasileiro, estes dois segmentos já demonstram um vigor que antes não era visto, principalmente com a oferta mais diversificada das marcas. Em picapes, por exemplo, o consumidor que queria um veículo pequeno tinha que se contentar com apenas três modelos e pagar acima de R$ 60 mil. Hoje, a oferta foi ampliada e novas categorias foram criadas com a chegada de produtos como a Toro (Fiat) e a Duster Oroch (Renault). Contudo, a verdadeira estrela em ascensão continuará sendo o SUV. “O segmento é um sucesso no mundo todo, principalmente em países com grandes extensões territoriais, como é o caso dos EUA, Austrália e do Brasil”, analisa o consultor da Sell-Out 3. O SUV escalou surpreendentemente o ranking de mais vendidos do País, mesmo aqueles mais caros, como o Compass, da Jeep. Com preço que parte de aproximadamente R$ 107 mil, o modelo figura entre os mais emplacados do mercado nacional. Mas dentre as categorias do segmento, surgem opções diversas ao consumidor, que vão de modelos mais espartanos até produtos extremamente sofisticados. Somente em 2017, dos aproximadamente 50 modelos lançados no Brasil entre nacionais e importados, novas versões e inéditos, quase metade foi de SUVs. Algumas marcas passaram inclusive a chamar seus compactos de utilitários esportivos para chamar a atenção dos consumidores. Importados O fim do Inovar-Auto, que estabelecia cotas para importados sem majoração de 30 pontos do IPI, deve adicionar uma pitada importante de competição ao mercado local, especialmente nas categorias de veículos médios. “O mercado automotivo está passando por uma transformação no mundo todo, especialmente com as alternativas de compartilhamento de veículos”, pontua Brazil. “O brasileiro começa a perceber o valor do carro e o mercado vai ficar muito mais competitivo.” Segundo o consultor, os sul-coreanos devem intensificar a sua atuação no Brasil, caso da Kia, que anunciou investimentos de R$ 100 milhões no País com o fim do regime automotivo. A compatriota SsangYong também anunciou seu retorno, pela terceira vez, ao mercado brasileiro, com a proposta de “produtos premium com preços competitivos” e principais concorrentes diretos os SUVs da Honda, Jeep, Hyundai e Kia. Mas os chineses também devem tentar um contra-ataque. “A Chery está se reestruturando e a JAC Motors vai ter que reconquistar a confiança do brasileiro”, antecipa.


Para o consultor, a chegada de importados com mais força ao País favorece todas as categorias. “Até o mercado acima de R$ 100 mil é muito interessante e este consumidor não quer desperdiçar dinheiro. Ele vai escolher muito bem suas opções. Estou animado com o cenário que se desenha”, diz. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Juliana Estigarríbia Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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DIÁRIO COMÉRCIO INDÚSTRIA & SERVIÇOS G QUINTA-FEIRA, 15 DE FEVEREIRO DE 2018

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Negócios Com a retomada econômica e a queda do IPI extra para importados, a concorrência tende a ficar cada vez mais forte em modelos de maior valor agregado, como é o caso das picapes e dos SUVs

Mercado de veículos médios deve acirrar disputa entre as montadoras DIVULGAÇÃO

AUTOMOTIVO

RANKING

Juliana Estigarríbia

CAMPEÕES DE AUDIÊNCIA NO PAÍS

São Paulo julianae@dci.com.br

Após a mais profunda e prolongada crise que o setor automotivo já viveu no País, agora é o momento das montadoras afiarem as garras para não perder mercado. Com a melhora da economia e o importado mais barato, as categorias de veículos médios vão ter a concorrência mais acirrada. As vendas do setor automotivo só começaram a ganhar corpo, de fato, em meados do primeiro trimestre do ano passado, após quatro anos extremamente difíceis para a indústria brasileira. O mercado doméstico passou de 3,8 milhões de unidades em 2012 – o quarto maior do mundo – para 2 milhões de unidades em 2017. Neste cenário, emergem modelos de maior valor agregado em detrimento dos compactos de entrada, que sempre representaram a maioria esmagadora dos emplacamentos no Brasil. Entre os destaques estão o sedã Corolla, da Toyota, e o utilitário esportivo (SUV) HR-V, da Honda, que estão muito longe da alçada da grande maioria da população. Para se ter uma ideia do quanto mudou o cenário brasileiro no setor, no auge da crise o Corolla chegou a figurar como o quinto carro mais vendido do País, custando em torno de R$ 90 mil. Mas agora com a retomada econômica e com a extinção dos 30 pontos extras do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para importados, a expectativa é que os compactos de entrada voltem a ganhar volumes, mas a disputa mais acirrada deve ficar

1º GM/ONIX 2º HYUNDAI/HB20 3º FORD/KA 4º VW/GOL 5º GM/PRISMA 6º RENAULT/SANDERO 7º TOYOTA/COROLLA 8º FIAT/STRADA 9º FIAT/MOBI 10º FIAT/TORO 11º JEEP/COMPASS 12º HONDA/HR-V 13º VW/FOX/CROSS FOX 14º VW/SAVEIRO 15º TOYOTA/ETIOS 16º HYUNDAI/CRETA 17º VW/VOYAG 18º JEEP/RENEGADE 19º FIAT/UNO 20º VW/UP

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Fonte: Fenabrave

A competição tem se acentuado no segmento de SUV e modelos como o Jeep Compass ganham destaque

entre os veículos médios, onde haverá novos competidores. “Os carros médios devem ter um nível muito forte de concorrência no País, principalmente os SUVs e picapes, que no mundo já representam o maior mercado das montadoras”, avalia o consultor da Sell-Out 3, Arnaldo Brazil. No mercado brasileiro, estes dois segmentos já demonstram um vigor que antes não era visto, principalmente com a oferta mais diversificada das marcas. Em picapes, por exemplo, o consumidor que queria um veículo pequeno tinha que se contentar com apenas três modelos e pagar acima de R$ 60 mil. Hoje, a oferta foi ampliada e novas categorias foram criadas com a chegada de produtos como a Toro (Fiat) e a Duster Oroch (Renault). Contudo, a verdadeira estrela em ascensão continuará

Aneel pode promover leilão A-6 entre maio e agosto ENERGIA ELÉTRICA Da Redação e Agências São Paulo redacao@dci.com.br G O Ministério de Minas e Energia (MME) autorizou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a promover o leilão A-6, para compra de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração no segundo quadrimestre de 2018. Pelo ato, os agentes de distribuição deverão apresentar as declarações de necessidade de compra de energia elétrica para o leilão até 23 de fevereiro de 2018, na forma e

modelo a serem disponibilizados na página do MME. Essas declarações devem considerar o atendimento à totalidade do mercado, com início de suprimento de energia elétrica a partir de 1º de janeiro de 2024.

Programa Luz para Todos O MME estabeleceu no Diário Oficial da União (DOU) diretrizes específicas sobre a atuação da Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), do grupo Eletrobras, no Programa Luz para Todos no Amapá. Pela portaria do MME, a Eletronorte fica autorizada a continuar exercendo as funções de agente executor do programa no Estado. No entanto, deverá ser pactuado novo termo de

sendo o SUV. “O segmento é um sucesso no mundo todo, principalmente em países com grandes extensões territoriais, como é o caso dos EUA, Austrália e do Brasil”, analisa o consultor da Sell-Out 3. O SUV escalou surpreendentemente o ranking de mais vendidos do País, mesmo aqueles mais caros, como o Compass, da Jeep. Com preço que parte de aproximadamente R$ 107 mil, o modelo figura entre os mais emplacados do mercado nacional. Mas dentre as categorias do segmento, surgem opções diversas ao consumidor, que vão de modelos mais espartanos até produtos extremamente sofisticados. Somente em 2017, dos aproximadamente 50 modelos lançados no Brasil entre nacionais e importados, novas versões e inéditos, quase metade foi de SUVs. Algumas marcas passa-

compromisso entre MME e a Eletronorte, com a interveniência da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), da Aneel, da Eletrobras e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), “para o estabelecimento das metas e prazos a serem cumpridos pela Eletronorte”. O texto diz ainda que “a Eletrobras e a Eletronorte deverão realizar os procedimentos para encerramento do crédito dos contratos ECFS 130/2006 e ECFS 261/2009, sem a necessidade de aditamento contratual, inclusive para a extensão de prazo de encerramento do crédito, em duzentos e dez dias”. A portaria ainda define a forma como se dará a liberação das parcelas dos recursos financeiros da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para esses contratos específicos de operacionalização do setor.

ram inclusive a chamar seus compactos de utilitários esportivos para chamar a atenção dos consumidores.

Impor tados O fim do Inovar-Auto, que estabelecia cotas para importados sem majoração de 30 pontos do IPI, deve adicionar uma pitada importante de competição ao mercado local, especialmente nas categorias de veículos médios. “O mercado automotivo está passando por uma transformação no mundo todo, especialmente com as alternativas de compartilhamento de veículos”, pontua Brazil. “O brasileiro começa a perceber o valor do carro e o mercado vai ficar muito mais competitivo.” Segundo o consultor, os sul-coreanos devem intensificar a sua atuação no Brasil, caso da Kia, que anunciou inves-

timentos de R$ 100 milhões no País com o fim do regime automotivo. A compatriota SsangYong também anunciou seu retorno, pela terceira vez, ao mercado brasileiro, com a proposta de “produtos premium com preços competitivos” e principais concorrentes diretos os SUVs da Honda, Jeep, Hyundai e Kia. Mas os chineses também devem tentar um contra-ataque. “A Chery está se reestruturando e a JAC Motors vai ter que reconquistar a confiança do brasileiro”, antecipa. Para o consultor, a chegada de importados com mais força ao País favorece todas as categorias. “Até o mercado acima de R$ 100 mil é muito interessante e este consumidor não quer desperdiçar dinheiro. Ele vai escolher muito bem suas opções. Estou animado com o cenário que se desenha”, diz.

Aumento de tarifas para o aço nos Estados Unidos preocupa SIDERURGIA Da Redação e Agências São Paulo redacao@dci.com.br G As declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre elevar tarifas e impor cotas ao aço e alumínio preocupam o setor no Brasil, que tenta aumentar as exportações. Trump disse na terça-feira (13) que considerava uma série de opções, incluindo tarifas e cotas, para lidar com importações de aço e alumínio que, segundo ele, estariam prejudicando de forma injusta os produtores norte-americanos.

Alguns congressistas pediram que o presidente agisse de forma decisiva para salvar as usinas de aço e alumínio, enquanto outros pediram cautela porque preços mais altos prejudicariam produtores que consomem aço e alumínio. Segundo agentes do setor, a capacidade instalada global já se aproxima de 800 milhões de toneladas e o cerco maior às importações no importante mercado consumidor dos EUA deve pressionar ainda mais outros países. No segmento do aço, o Brasil exporta, em sua maioria, placas semi-acabadas, volumes que vêm caindo desde que os EUA elevou as barreiras tarifárias no ano passado.


Clipping Carro mais barato volta a ter demanda 7453179 - CORREIO BRAZILIENSE - ECONOMIA - Brasília - DF - 14/02/2018 - Pág 7 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=SupeeM/DMiOCQua50NkyUsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. Indústria automobilística Ônix (D) e HB20 lideraram as vendas em 2017 Foto: Rafael Arbex/Estadão A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. PARA LEMBRAR Entre os anos de 2010 e 2011 ocorreu a chamada ‘festa do crédito fácil’. Seguindo a orientação da política econômica da época, de aumento do consumo em geral, as instituições financeiras ofereciam financiamentos sem entrada e parcelas em até 100 meses para a compra de veículos. Muitos consumidores tiveram acesso ao carro zero pela primeira vez, e as vendas totais de veículos passaram de 3 milhões de unidades ao ano. O resultado, segundo dados recentemente divulgados pelo Banco Central, foi de inadimplência recorde por parte dos consumidores e, para os bancos, problemas para receber R$ 38,1 bilhões liberados, muitas vezes, com poucos critérios relativos à capacidade de pagamento dos tomadores de crédito. Os bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas ainda trabalham para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados na época. Desde então, os bancos passaram a ser mais criteriosos nos financiamentos ao setor. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: São Paulo Estado: DF Disponibilização: 15/02/2018

Categoria: Fenabrave Cidade: Brasília País: Tipo Veículo: Jornal


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CORREIO BRAZILIENSE • Brasília, quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018 • Economia • 7

por Antonio Temóteo / antoniotemoteo.df@dabr.com.br — Interino

Inflação em queda

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uem esperava que a inflação desse sinais de alta já nos primeiros meses de 2018 recebeu um banho de água fria. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou variação positiva de 0,29% em janeiro — o menor patamar para o mês desde o início do Plano Real — e alcançou 2,86% nos últimos 12 meses. Para se ter uma ideia da surpresa com o resultado, o piso das expectativas do mercado projetava elevação de 0,33% e mediana de 0,41%. O Itaú Unibanco, por exemplo, apostava em aumento de 0,40% e o Bradesco, de 0,41%. A estimativa do Banco Central (BC), apresentada no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) publicado no fim de dezembro, apontava que o IPCA avançaria ainda mais: 0,53%. Nem o governo nem o mercado têm acertado as projeções, mas parece que a inflação continuará controlada, pelo menos em 2018. Diante da melhora do ambiente econômico, o economista-chefe do Itaú Unibanco, Mario Mesquita, revisou as expectativas para a carestia. Nas contas da instituição financeira, os preços terão variação de 3,5% até dezembro, ante uma projeção de 3,8%. A alteração foi influenciada pela mudança na hipótese de bandeira tarifária na conta de luz de dezembro, que passou de vermelha para amarela. Isso reduziu a expectativa de inflação em 0,1 ponto percentual. O outro 0,2 ponto percentual está ligados à projeção para o dólar. Na projeção da equipe de Mesquita, a moeda estrangeira chegará ao fim de 2018 cotada a R$ 3,25, e não mais a R$ 3,50. “O real seguiu ganhando força frente ao dólar ao longo do último mês e atingiu, em janeiro, a máxima desde outubro do ano passado. O ambiente externo segue muito favorável para emergentes, apesar da volatilidade recente em alguns preços de ativos globais”, ressalta o economista-chefe do Itaú Unibanco. Na avaliação de Mesquita, a inconstância nos valores parece ser temporária e reflete essencialmente a correção de alguns preços, pois o cenário macroeconômico mundial segue com fundamentos sólidos. Ele aponta, em particular, o crescimento global que sustenta o valor de matérias-primas e contribui para conter a alavancagem de empresas e governos, além de favorecer uma redução da aversão ao risco global. Isso, segundo o economista, explica a perda de força do dólar contra as diferentes moedas, entre elas o real.

As incertezas quanto à aprovação de reformas e ajustes para reequilibrar as contas públicas permanecem altas e, sem que estejam no azul, o país pode sofrer com a carestia

Incertezas As principais fontes de preocupação, entretanto, vêm do fronte doméstico. As incertezas quanto à aprovação de reformas e ajustes para reequilibrar as contas públicas permanecem altas e, sem as contas públicas no azul, o país pode sofrer com a alta da inflação. No curto prazo, entretanto, as perspectivas são otimistas. “Os resultados fiscais vêm melhorando na margem e a recuperação da atividade se tornando mais robusta, de modo que o cumprimento da meta fiscal de 2018 é menos desafiador do que nos últimos anos. Assim, o prêmio de risco requerido pelos agentes para investir no Brasil deve permanecer em patamar baixo, para os padrões históricos, contribuindo para uma taxa de câmbio mais apreciada do que projetávamos anteriormente”, diz. Mesquita ainda destaca que, caso a agenda de reformas avance de forma mais rápida ou intensa do que o esperado, uma rápida valorização do real pode ocorrer. Por outro lado, sem ajustes, a tendência seria de encarecimento da divisa norte-americana, fato que impactaria negativamente a inflação. “Os principais fatores de risco para o cenário de inflação seguem atrelados às questões políticas domésticas e à evolução do cenário internacional. Em que pese alguma melhora na margem, a incerteza associada ao cenário político vem dificultando o avanço das reformas e os ajustes necessários para a retomada da economia — em especial, a reforma da Previdência —, o que pode resultar, em algum momento, em piora nos prêmios de risco e pressão sobre a taxa de câmbio”, aponta. Mesmo com as incertezas, o nível elevado de ociosidade da economia pode contribuir para uma queda maior da inflação em 2018. O processo de lenta recuperação e a manutenção do desemprego acima do nível de equilíbrio, sem pressionar o custo de vida, podem resultar numa desinflação mais rápida dos preços, comenta Mesquita. Em especial, aqueles mais sensíveis ao ciclo econômico, como serviços e bens industriais. Com isso, a inércia inflacionária representa um fator de risco de baixa para a inflação de 2018. “A forte queda nos preços dos produtos agrícolas e dos alimentos no varejo no ano passado — decorrente do choque de oferta favorável — contribuiu não apenas para a variação do IPCA (2,9%) abaixo do piso da meta de inflação (3,0%)”, destaca.

Um estranho no ninho 1

Um estranho no ninho 2

» Quem acompanha de perto as movimentações políticas do país ficou com uma pulga atrás da orelha com a ida do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), a Salvador. Ele participou de uma coletiva ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do prefeito da capital baiana, ACM Neto (DEM). Muitos interpretaram o movimento como uma indicação de que Doria pode desembarcar do tucanato e se filiar ao DEM para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes.

» As chances de Doria deixar o PSDB aumentaram após o diretório regional do partido em São Paulo debater a possibilidade de filiação do vicegovernador do estado, Márcio França (PSB). Em franca campanha para suceder Geraldo Alckmin (PSDB), França seria a primeira opção do governador. Mesmo que negue, Alckmin se sente traído pelo prefeito de São Paulo, por ter sonhado em concorrer ao Palácio do Planalto em seu lugar.

e gestão . Para o presidente do órgão, legislação é fundamental para as contas públicas

TCU faz diagnóstico das443estataisdopaís » VERA BATISTA

Ana Rayssa/Esp. CB/D.A. Press - 22/2/17

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Brasil é o país das empresas estatais. União, estados, municípios e o Distrito Federal não se furtaram em criar companhias — muitas delas, deficitárias —, que incharam a máquina pública e se transformaram em importantes moedas de troca nas negociações políticas. Segundo levantamento do Observatório das Estatais, feito em parceria do Tribunal de Contas da União (TCU) com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o Brasil tem 443 companhias controladas pelo setor público. São 151 da União, 232 de estados e do Distrito Federal e 60 dos municípios. Diante desse número exorbitante e do custo que essas empresas têm para os cofres públicos, o relator do processo de adequação à Lei das Estatais, ministro José Múcio, do TCU, apresentará um relatório até o fim deste mês apontando quais companhias efetivamente incorporaram os mecanismos de governança e gestão, que deverão estar em vigor em 30 de junho. A legislação, segundo o presidente do TCU, ministro Raimundo Carreiro, é fundamental para a correção dos resultados primário e nominal do setor público. Em uma análise, de 17 de janeiro, ele lembrou que o rombo previsto nas contas governamentais para este ano é de R$ 159 bilhões. A Lei das Estatais está em vigor desde agosto julho de 2016 e, até o momento, as empresas ainda não se adequaram totalmente ao novo marco regulatório. De acordo com o Ministério do Planejamento, 63 estão ambientadas ao estatuto da Lei 13.303/2016. Em 12 de janeiro, durante o recesso, o Tribunal de Contas da União (TCU) enviou à Casa Civil da Presidência da República e ao Planejamento um pedido para que informassem, num prazo de 15 dias, o que está sendo feito para a conformidade à nova legislação e as medi-

Tribunal de Contas da União: preocupação com o crescimento dos repasses do Tesouro a essas companhias das para correção de eventuais desvios nos cronogramas. Desde setembro de 2017, o TCU fez 29 acordos de cooperação técnica com diversas instituições para aperfeiçoar o sistema de controle, entre elas, a FGV. O resultado, ainda preliminar, segundo informações, é de que pouco se sabe sobre a quantidade exata de empresas estatais no país. A União garante que conhece exatamente o tamanho do seu patrimônio. No último relatório do Planejamento, do terceiro trimestre de 2017, contava-se 149 estatais,18 destas dependentes do Tesouro Nacional. O TCU, porém, quer ter mais segurança em relação a esses números e, sobretudo, ter uma real dimensão do que ocorre no DF, nos estados e nos municípios. Não há mais espaço para uso político dessas empresas e para a cobertura de rombos por má gestão.

Subvenções O tamanho dos repasses da União às estatais é outro fato que preocupa o TCU. Segundo o presidente do órgão, as subvenções do Tesouro Nacional a essas empresas cresceram 104,37% entre 2012 e 2016 — passaram de R$ 6,5 bilhões para R$ 13,3 bilhões no período —, bem acima dos 40,3% acumulado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. Entre as causas desse aumento, estão os programas de participação nos lucros ou resultados (PLR) pagos a dirigentes e funcionários de estatais. Carreiro defende que “tais distribuições sejam analisadas por uma ótica ainda mais rigorosa”, considerando que os altos valores podem comprometer a gestão fiscal responsável. Por isso, o presidente do TCU reiterou

o pedido do ministro José Múcio, para que a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), unidade do Ministério do Planejamento, informe as companhias com programas de distribuição de resultados, a dependência em relação ao Tesouro e os impactos financeiros. Em nota, o tribunal informou que a fiscalização está em fase de execução e que não houve qualquer relatório ou “resultado prévio”. “Assim, ainda não há informações quanto às estatais que não se adequaram à lei, tampouco consequências e/ou impactos financeiros negativos”. O TCU negou encomenda de qualquer mapeamento à FGV. Afirmou que houve apenas uma celebração de acordo de cooperação técnica para o intercâmbio de experiências, informações e pesquisas.

Carro mais barato volta a ter demanda São Paulo — A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise. Tem contado, também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os dos chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os dos hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante.O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representa as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo, porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, provocando desemprego e uma retração do crédito.

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Correio Econômico

EMPRESAS / Relatóriodevelistarempresasqueincorporarammecanismodegovernança

Fiat/Divulgação v- 6/9/16

Crescimento do ano passado foi puxado pelos modelos mais caros, cujas vendas devem aumentar menos

B3 reabre de olho nos EUA O mercado acionário brasileiro abre hoje, depois dos quatro dias de folia, na expectativa da divulgação dos dados sobre a inflação dos Estados Unidos. Em Nova York, as bolsas encerraram o pregão de ontem com a terceira alta consecutiva. O índice Dow Jones fechou com valorização de 0,16%, o S&P 500, de 0,3%, e o Nasdaq, com 0,45%. Temores sobre inflação e comportamento da taxa de juros no país, depois da divulgação dos dados sobre mercado de trabalho, causaram uma correção do mercado acionário, em 2 de fevereiro, derrubando as principais bolsas do mundo.

Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois

indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, ressaltou que está chegando o momento em que

os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado.A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave aposta em uma taxa de 11,8%.


Clipping Vendas apresentam reação 7454874 - A GAZETA - ECONOMIA - Cuiabá - MT - 15/02/2018 - Pág 7A

2º metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no 1º semestre, e levou os 2 segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias A partir do 2º semestre de 2017, as vendas dos “modelos de entrada” começaram a crescer no varejo de veículos. Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: André Ítalo Rocha Estado: MT Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: Cuiabá País: Tipo Veículo: Jornal


Clipping Venda de veículos com 9 a 12 anos de usados cresceu 78,5% em janeiro 7455188 - MSN - São Paulo - SP - 14/02/2018 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=NZ+uKF/0en9Cvza1YQsHJcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

RIO - A venda de carros semi-novos e usados teve aumento de 5,1% no mês de janeiro, em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Entre os automóveis mais procurados estão: Gol, Uno, Pálio, Fiesta e Celta respectivamente. Apesar do crescimento, o número representou um decréscimo de 14,1% em relação ao último mês de 2017, quando foram comercializados 1.332.605 veículos. Os carros mais antigos são recordes de vendas, sendo que as transferências dos veículos com nove a 12 anos de uso cresceram 78,5% e dos de quatro a oito anos, 35,7% em janeiro de 2018. Já os automotivos com até três anos, tiveram as negociações reduzidas pela metade. As regiões mais expressivas nessa tendência foram norte e centro-oeste. Segundo o presidente da Fenauto, Ilídio Gonçalves dos Santos, a busca por veículos maduros se justifica pelo fato de as pessoas estarem fugindo de dívidas, fazendo compras que possam pagar de uma única vez. Além disso, há muitos consumidores inadimplentes, os quais não têm crédito no mercado. Esse é o caso do motorista Gabriel Santos, que teve último carro roubado antes de quitar o financiamento e, por isso, não consegue outro parcelamento com o banco. — Dependo do carro para trabalhar, então estou tentando encontrar alguém que aceite um pagamento semanal, como se fosse um aluguel — conta o motorista. Já o pintor Leonardo Falbo tem dificuldades para vender seu Meriva 2007, já que a maioria dos interessados propõe um parcelamento, sem intervenção de nenhuma financeira. — Não tenho como confiar em um acordo boca a boca. Quero vender à vista para poder comprar outro carro, com até oito anos de uso. Só não compro um carro mais novo porque não tenho condições de pagar — explica Leonardo. A expectativa para 2018, de acordo com a Fenauto, é um crescimento de 6% do setor em relação ao ano anterior, já que as pessoas estão recuperando seus empregos e a confiança no estado. — A primeira paixão do consumidor é a casa própria e a segunda, é o carro. Janeiro sempre é um bom mês porque as pessoas investem o 13º salário — analisa, Ilídio. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a venda de veículos novos também cresceu no primeiro mês do ano, atingindo um percentual 22,67% maior que em janeiro de 2017. Para Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, a expectativa é que os segmentos de automóveis e comerciais leves cresçam 11,9% sobre os resultados do ano passado. https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/venda-de-ve%C3%ADculos-com9-a-12-anos-de-usados-cresceu-785percent-em-janeiro/ar-BBJ8O7Y Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Agência O Globo Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

Categoria: Fenabrave Cidade: São Paulo País: Tipo Veículo: Site


Clipping Venda de veículos com 9 a 12 anos de usados cresceu 78,5% em janeiro 7455187 - O GLOBO - Rio de Janeiro - RJ - 14/02/2018 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=NZ+uKF/0en8oLAaFNgcD3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

RIO - A venda de carros semi-novos e usados teve aumento de 5,1% no mês de janeiro, em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Entre os automóveis mais procurados estão: Gol, Uno, Pálio, Fiesta e Celta respectivamente. Apesar do crescimento, o número representou um decréscimo de 14,1% em relação ao último mês de 2017, quando foram comercializados 1.332.605 veículos. Os carros mais antigos são recordes de vendas, sendo que as transferências dos veículos com nove a 12 anos de uso cresceram 78,5% e dos de quatro a oito anos, 35,7% em janeiro de 2018. Já os automotivos com até três anos, tiveram as negociações reduzidas pela metade. As regiões mais expressivas nessa tendência foram norte e centro-oeste. Segundo o presidente da Fenauto, Ilídio Gonçalves dos Santos, a busca por veículos maduros se justifica pelo fato de as pessoas estarem fugindo de dívidas, fazendo compras que possam pagar de uma única vez. Além disso, há muitos consumidores inadimplentes, os quais não têm crédito no mercado. Esse é o caso do motorista Gabriel Santos, que teve último carro roubado antes de quitar o financiamento e, por isso, não consegue outro parcelamento com o banco. — Dependo do carro para trabalhar, então estou tentando encontrar alguém que aceite um pagamento semanal, como se fosse um aluguel — conta o motorista. Já o pintor Leonardo Falbo tem dificuldades para vender seu Meriva 2007, já que a maioria dos interessados propõe um parcelamento, sem intervenção de nenhuma financeira. — Não tenho como confiar em um acordo boca a boca. Quero vender à vista para poder comprar outro carro, com até oito anos de uso. Só não compro um carro mais novo porque não tenho condições de pagar — explica Leonardo. A expectativa para 2018, de acordo com a Fenauto, é um crescimento de 6% do setor em relação ao ano anterior, já que as pessoas estão recuperando seus empregos e a confiança no estado. — A primeira paixão do consumidor é a casa própria e a segunda, é o carro. Janeiro sempre é um bom mês porque as pessoas investem o 13º salário — analisa, Ilídio. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a venda de veículos novos também cresceu no primeiro mês do ano, atingindo um percentual 22,67% maior que em janeiro de 2017. Para Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, a expectativa é que os segmentos de automóveis e comerciais leves cresçam 11,9% sobre os resultados do ano passado. https://oglobo.globo.com/economia/venda-de-veiculos-com-9-12-anos-de-usados-cresceu785-em-janeiro-22397442 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Letycia Cardoso Estado: RJ Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Diario econômico 7455251 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - Recife - PE - 15/02/2018

Interesse nos usados A recuperação do mercado de crédito, que a reboque de uma Selic em queda tem começado a ofertar taxas de juros mais competitivas ao consumidor, começou a refletir de forma positiva no comércio de bens duráveis. Um destes termômetros é a venda de carros usados, que, assim como o mercado imobiliário, vinha em banho-maria desde que o PIB passou a encolher, mais recentemente em 2015. Com o desemprego freando seu ritmo e as expectativas de renovação que costumam marcar anos eleitorais, a tendência é que o brasileiro volte a trocar o carro que tem na garagem ou a sonhar com as primeiras chaves. A realidade, no entanto, difere dos tempos de isenção do IPI, que estimularam a compra do 0km. Os números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que janeiro foi bom para as concessionárias que trabalham com o bem de segunda mão. Ao todo, foram negociados 758.777 automóveis, contra 700.169 unidades em janeiro de 2015. Em relação àquele ano, quando o PIB fechou em -3,8%, a alta foi de 8,37% no último mês. O comparativo de 2017 com 2015 também não deixa dúvidas de que a classe média, que sustenta o comércio dos carros populares, está refazendo seus planos de consumo desde o degringolar da crise. No ano passado, as concessionárias negociaram 9,28 milhões de automóveis usados e seminovos, alta de 7,4% frente a 2016 (8,64 milhões de unidades). Desde 2013 que este nicho do mercado patinava na casa dos 8 milhões. Setor avança As concessionárias pernambucanas acompanham a evolução deste segmento, que se observa nacionalmente. Em janeiro, venderam 2.595 carros de passeio seminovos ou usados, 21,6% mais ante igual mês de 2017, quando se comercializou 2.133 unidades. “Top five” O ranking dos populares queridinhos do brasileiro permanece quase igual há anos. Os modelos mais negociados são Gol, Palio, Uno, Celta e Corsa. Pegando emprestado Sobre o maior apetite por crédito, dados do Bacen mostram que há expectativa de as operações efetuadas por pessoas físicas serem incrementadas em R$ 3,7 bi neste ano, em Pernambuco. Uma expansão de 9% frente a 2017. Mas o mesmo “furor” não se espera no meio empresarial. A previsão é de estabilidade entre PJs. Passo à frente A Tempest, que nasceu no Recife e hoje possui escritórios em São Paulo, Rio e Londres, está se transformando na maior companhia especializada de cibersegurança do país. Com faturamento anual superior a R$ 100 milhões, a startup que foi incubada no Cesar acaba de adquirir a EZ-Security, voltada à integração de produtos de tecnologia na área em que atua. Tema em alta Referência em direito previdenciário, o advogado Rômulo Saraiva abre, neste mês, filial do seu escritório em João Pessoa. Expande as atividades em tempo de discussões acaloradas na Câmara dos Deputados, já que a ala governista havia estabelecido o fim de fevereiro como prazo-limite para aprovação da Reforma da Previdência na Casa. Basta a digital Durante o lançamento dos novos Galaxy A8 e A8+, a Samsung anunciou que está ampliando o serviço Samsung Pay, que facilita pagamentos em estabelecimentos de todo o país. Agora, os clientes poderão cadastrar também tíquetes alimentação, restaurante e valecultura nos aparelhos. O serviço já contemplava 86 cartões de nove bancos. Megacentros O Boris Berenstein sela seus 30 anos com investimento de R$ 20 milhões em três novos laboratórios de medicina diagnóstica. Dois ficarão em shoppings: o Patteo, em Olinda, e o Paulista North Way, em Paulista. O terceiro local escolhido foi Piedade. Planeje-se


A TGI Consultoria em Gestão lança o livro Quem não tem prazo não tem pressa, assinado por Francisco Cunha, Cármen Cardoso e Tiago Siqueira. Fala sobre qualidade de vida e gestão do tempo. http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/cadernos/economia/2018/02/15/ interna_economia,183498/diario-economico.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: por Bruna Siqueira Campos Estado: PE Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7455225 - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - Recife - PE - 15/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. A venda de carros mais baratos voltou lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com analistas consultados pela reportagem. O resultado deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor porque é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. A expansão dos carros mais baratos em 2017, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Vendas de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, foram as que mais cresceram ante 2016. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por cau”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. (AE) http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/cadernos/economia/2018/02/15/ interna_economia,183499/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer.shtml Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PE Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7455224 - VOZ DA BAHIA - Salvador - BA - 14/02/2018

Arecuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Com informações do Estadão Conteúdo. Veja Mais + Blog Receita libera 102 mil contribuintes presos na malha fina Aneel deve promover Leilão A-6 entre maio e agosto deste ano Opep revisa estimativa de crescimento do PIB do Brasil em 2018 h t t p : / / w w w . v o z d a b a h i a . c o m . b r / i n d e x / b l o g / i d 301418/vendas_de_carros_mais_baratos_voltam_a_crescer Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: vozdabahia@hotmail.com Estado: BA Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Conheça os seminovos que não param nas lojas 7455223 - AUTO+ - 09/02/2018

552 compartilhamentos Compartilhe Tuíte Um levantamento feito pela plataforma AutoAvaliar revelou que os modelos Ford Ka, Chevrolet Onix e Fiat Mobi estão entre os modelos seminovos que vendem “que nem pão quente”. Ou seja, são carros que acabam ficando poucos dias no estoque das lojas. Para se ter ideia, os modelos Ka, Onix e Mobi permanecem entre 8 e 12 dias no estoque das concessionárias — isso considerando desde quando chegam a loja até a sua revenda online. Ou seja, se você viu aquele carro íntegro que é um dos modelos citados, não perde tempo, pois a chance de ele ser vendido rapidamente é grande. Os dados foram coletados na plataforma AutoAvaliar por meio de transações feitas entre 2,5 mil concessionárias e 20 mil lojistas multimarcas no país, num período que foi de janeiro a dezembro de 2017. A média geral que veículos seminovos ficaram em estoque no ano passado é de 15 dias. Ford Ka (divulgação) Chevrolet Onix (divulgação) Fiat Mobi (divulgação) A pesquisa reflete modelos que também são bastante procurados entre os zero quilômetro. Basta olhar o ranking de vendas de veículos novos dos últimos meses, onde Chevrolet Onix e Ford Ka estão entre os três carros mais vendidos. O Fiat Mobi também vai bem, já que aparece com certa frequência no top10 mensal do ranking de vendas da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Abaixo, confira os carros com menos tempo de estoque nas concessionárias: (reprodução) Veja mais: >> Mercado: Polo chega em 4º e Renault fica fora do top20 de janeiro >> Mercado em janeiro: hatches médios continuam despencando nas vendas >> SUVs assumem posto de 2ª categoria mais vendida do Brasil Tags Chevrolet estoque Fiat Ford Ka mercado Mobi Onix revenda seminovos http://www.automaistv.com.br/conheca-os-seminovos-que-nao-param-nas-lojas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos novos crescem 15,83% em janeiro 7455222 - CBN RIBEIRÃO PRETO - Ribeirão Preto - SP - 14/02/2018

De acordo com eles, a crise dos últimos anos, somada ao desemprego e a queda da confiança do consumidor, freou o consumo. Porém, para este ano, a expectativa é que o mercado de automóveis cresça de 11% a 15%. Vendas em alta Leal afirma que a Keiji Nissan, em venda varejo, cresceu 75% entre os anos de 2016 e 2017. "Já em janeiro de 2017 vendemos 88 veículos novos, enquanto que no mesmo mês deste ano foram 123, um aumento de 39,7%", comemora. Segundo Ferreira, em Ribeirão Preto, a Fiat cresceu 54% de dezembro de 2017 para janeiro deste ano. "Quem vem à concessionária, não sai daqui sem fechar negócio", finaliza. Fatores positivos para alta nas vendas Para André Leal, da Keiji Nissan, o setor surpreendeu bastante neste início de ano e a expectativa é seguir em alta. "O mês de janeiro bom deve-se a um conjunto de fatores: o consumidor está acreditando na economia do País, está animado e, com isso, injeta dinheiro no mercado", acredita. "Somado a isso, as taxas de juros em queda, caindo mês a mês, estimulam o consumo", completa. Já Fernando Ferreira, da Atri Fiat, frisa que o bom momento no início de 2018 se deve ao fato da queda da taxa Selic. "Com isso, reduz as taxas de juros e o banco precisa emprestar dinheiro, o que ajuda muito na venda do varejo", explica. "Esta foi a melhor notícia: a redução das taxas de juros, que faz com que o cliente tenha uma opção de compra melhor", conclui. Facilidades para fisgar o consumidor Para estimular cada vez mais as vendas, as montadoras e concessionárias oferecem inúmeras vantagens e facilidades aos seus clientes. De acordo com André Leal, em janeiro, a Nissan disponibilizou taxa zero para todos os veículos e IPVA total de 2018 como cortesia, sendo este um bônus da montadora. "Agora, em fevereiro, oferecemos bônus na troca, supervalorizando o usado, e mantivemos a taxa zero em toda a linha", afirma. A Atri, segundo Fernando Ferreira, ofereceu taxa de 0,99% em alguns modelos. "Além do desconto para CNPJ e produtores rurais, e bônus no IPVA 2018, mais documentação e as duas primeiras revisões", lista. Por isso, eles afirmam que a hora de trocar o carro é agora. "Isso porque, as montadoras estão proporcionando condições mais atrativas de negócios, como flexibilização da taxa de juros, valorização do usado do consumidor e diversos bônus", finaliza Leal. Quase 60 negócios por dia Dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) mostram que a venda de automóveis novos, em Ribeirão Preto, cresceu 15,83% em janeiro deste ano, comparado ao mesmo mês de 2017, saltando de 1.478 para 1.712 veículos comercializados. Foram registradas mais de 57 transações por dia. Em relação a janeiro de 2016, a alta foi de 33,12%. Ainda segundo a entidade, a frota ribeirão-pretana fechou 2017 com 514.866 carros, motocicletas, utilitários, caminhões e afins. Em todo o Brasil, o mercado de veículos novos começou 2018 em alta e a expectativa da Fenabrave é de manutenção do clima favorável às vendas, especialmente para os automóveis e comerciais leves. "As expectativas renovadas em função da melhora dos índices econômicos refletem, diretamente, na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos. A Fenabrave tem projeções otimistas para o ano de 2018. Acreditamos que, gradualmente, o Setor da Distribuição de Veículos retome seu ritmo normal", comentou Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade. http://www.cbnribeirao.com.br/economia/NOT,2,2,1306981,vendas+de+veiculos+novos+cres


cem+15+83+em+janeiro.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping :: Veículos :: Vendas de veículos novos crescem 23,14% em janeiro, diz Fenabrave. Confira... 7455221 - JORNAL ARAXA - Araxá - MG - 14/02/2018

Em todo o país, as vendas de veículos novos cresceram 23,14% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2017. Segundo balanço da Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave) foram emplacadas 181,2 mil unidades no primeiro mês de 2018, contra 147,2 mil no ano passado. Em relação ao último mês de dezembro, no entanto, foi verificada uma queda de 14,75%. O setor de caminhões registrou expansão de 56,26% em janeiro de 2018, com a comercialização de 4,6 mil unidades. As vendas de ônibus tiveram alta de 57,71% no período, com 1,1 mil unidades emplacadas. Os automóveis e veículos comerciais leves (como picapes e furgões) acusaram crescimento de 22,29% nas vendas. Em janeiro último, foram comercializados 175 mil veículos dessas categorias, enquanto no primeiro mês de 2017 os emplacamentos totalizaram 143,5 mil. C/ Agências A alta nas vendas reflete, segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, a melhora do cenário econômico em relação ao começo de 2017. “As expectativas renovadas em função da melhora dos índices econômicos refletem, diretamente, na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos”, disse. Para 2018, a perspectiva da entidade é que aconteça uma melhora gradual, com o setor retomando o ritmo de crescimento do período anterior antes da crise econômica. http://jornalaraxa.com.br/noticia/pagina/id/7155 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: MG Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ranking: MT-03 continua na frente na categoria naked 7455220 - MOTO.COM.BR - 14/02/2018

Segundo os números de vendas de motocicletas naked vendidas em janeiro divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a Yamaha MT-03 segue na frente e com boa vantagem frente às rivais. No mês passado, a MT-03 teve praticamente 33% de participação de mercado, deixando dois modelos da Honda logo atrás – CB500 em segundo e CB650 em terceiro. Quer vender sua moto? Anuncie no MOTO.com.br! O grupo das cinco motos naked mais vendidas em janeiro é completado pela Suzuki GSXS750, na quarta posição, e pela MT-07, mais um modelo da Yamaha a figurar no top-5. Confira a tabela com as dez motos mais vendidas no segmento naked em janeiro de 2018: RANKING MODELOS NAKED Posição Modelo dez17 jan/18 Acumulado Participação 1º YAMAHA/MT03 517 506 506 32,81% 2º HONDA/CB 500 201 183 183 11,87% 3º HONDA/CB 650 127 126 126 8,17% 4º SUZUKI/GSX-S750


156 120 120 7,78% 5º YAMAHA/MT07 101 102 102 6,61% 6º KAWASAKI/Z300 80 97 97 6,29% 7º BMW/G310 75 64 64 4,15% 8º YAMAHA/MT09 56 54 54 3,50% 9º YAMAHA/XJ6 72 54 54 3,50% 10º KAWASAKI/Z900 66 53


53 3,44% TOTAL 1.631 1.542 1.542 100% Fonte: Equipe MOTO.com.br https://www.moto.com.br/acontece/conteudo/ranking-mt03-continua-na-frente-na-categorianaked-126394.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos novos aumentam 20% em janeiro deste ano em Piracicaba 7455219 - JORNAL DE PIRACICABA - Piracicaba - SP - 11/02/2018

Em Piracicaba, as vendas de veículos novos cresceram 20% em janeiro deste ano, em relação ao mesmo mês de 2017. Segundo balanço da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores), divulgado nesta semana, foram emplacados 671 veículos em 2018, ante 536 no ano passado. Este número mantém a média de vendas do ano passado, com 22 automóveis emplacados por dia. Valéria Aversa, diretora de marketing da Concessionária Honda Aversa, em Piracicaba, diz que a empresa começou o ano otimista, já que atingiu todas as metas para janeiro. “As vendas de carros novos cresceram um pouco mais de 20% se compararmos com o mesmo mês do ano passado, o que já é bem acima do que havíamos previsto”, disse Valéria. De acordo com a Fenabrave, foram emplacados, na cidade, 454 carros, 71 comerciais leves (picapes e furgões), cinco caminhões e 141 motos. “Em todo o país, as vendas de veículos novos cresceram 23,14% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2017. Foram emplacadas 181,2 mil unidades no primeiro mês de 2018, contra 147,2 mil no ano passado. Em relação ao último mês de dezembro, no entanto, foi verificada uma queda de 14,75%”, informou a Federação. Valéria afirmou que janeiro foi um mês atípico e que as vendas surpreenderam. “É comum que neste mês as vendas sejam menores já que existem impostos para pagar, bem como outras dívidas, como matrícula e material escolar, por exemplo. No entanto, o fluxo de clientes e vendas da loja seguiu o embalo do mês de dezembro, considerado o melhor do ano. Nesta primeira semana de fevereiro o comércio de novos e seminovos está acima do esperado”, relatou. A diretora de marketing da Aversa lembrou que o mais surpreendente é a qualidade dos carros vendidos, já que os modelos populares são menos procurados. “O nosso SUV HR-V foi lançando durante o pior momento da crise e ainda temos uma boa saída dele aqui da loja. Já o Civic, que foi reformulado em 2017, temos até fila de espera de tanto é a procura pelo modelo, sendo nosso carro chefe em vendas”, informou Valéria. Segundo a diretora, o setor sofreu muito nos últimos dois anos devido a crise econômica do país, porém, a Honda foi a que menos desvalorizou ante as demais marcas. “Perdemos 10% em vendas ao longo da crise, porém, nossos modelos são boa opção na hora da revenda, o que é bom para quem vende e para quem compra”, disse. BRASIL—A alta nas vendas reflete a melhora do cenário econômico em relação ao começo de 2017, informou o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção. “As expectativas renovadas em função da melhora dos índices econômicos refletem, diretamente, na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos”, disse. http://www.jornaldepiracicaba.com.br/cidade/2018/02/vendas_de_veiculos_novos_aumentam _20_em_janeiro_deste_ano_em_piracicaba Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de carros ‘populares’ volta a crescer entre consumidores pessoa física 7455218 - AMAZONAS ATUAL - 14/02/2018

14 de Fevereiro de 2018 Hatches pequenos, chamados carros de ‘entrada’, foram os mais vendidos no último trimestre de 2017 (Foto: Anfavea/Divulgação) Do Estadão Conteúdo SÃO PAULO – A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é à toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. TAGS: Anfavea carro zero pessoa física http://amazonasatual.com.br/venda-de-carros-populares-volta-crescer-entre-consumidorespessoa-fisica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=venda-de-carrospopulares-volta-crescer-entre-consumidores-pessoa-fisica Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Cleber Oliveira Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Veja quais são os carros mais roubados e os índices que alertam para o perigo 7455217 - IG - São Paulo - SP - 11/02/2018

Veja quais são os carros mais roubados e os índices que alertam para o perigo Por iG São Paulo | 11/02/2018 09:54 Tamanho do texto - + Home iG › Carros Mês a mês, 3.800 carros são roubados no Estado de São Paulo. Entretanto, infelizmente, só 6% dos casos são flagrados no ato. Veja outros dados a seguir Divulgação/Newspress Carros roubados: compradores de peças de origem ilícita são os que financiam a prática dos gatunos de plantão A Smartia, empresa de seguros, mapeou e catalogou as ocorrências de roubo de carros, segundo levantamento de dados estatísticos. A pesquisa indica 3.800 carros roubados por mês no Estado de São Paulo, sendo que, apenas na capital, constatou-se a metade dos casos. Além disso, observou-se que o período da noite é o preferido dos ladrões, uma vez que reúne, também, 50% das incidências da prática criminosa, em relação às manhãs (18%), tardes (20%) e madrugadas (12%). LEIA MAIS: Quanto custa o seguro das 10 picapes mais vendidas do Brasil Mais informações incluem preferência dos ladrões por cor e local do roubo, no período de junho a novembro de 2017. No primeiro quesito, evidencia-se que os criminosos não se sentem muito atraídos, por exemplo, por carros verdes, rosas, roxos, amarelos ou laranjas, uma vez que as mais procuradas são: prata (6.823 unidades = 30%); preto (5.309 unidades = 23%); branco (3.598 unidades = 16%); cinza (3.467 unidades = 16%); vermelho (2.114 unidades = 9%); azul (658 unidades = 3%) e outros (4%). Por fim, o segundo quesito indica a preferência dos bandidos quanto a onde roubar. Os lugares são: vias públicas (17.423 unidades); residências (1.417 unidades); comércio/serviços (503 unidades); rodovias (132 unidades); unidades rurais (107 unidades); restaurantes (54 unidades); escolas/universidades (45 unidades) e outros (3035 unidades). Apenas 6% dos carros roubados são flagrados. Segue o ranking dos modelos mais vulneráveis, segundo a Smartia, durante junho e novembro de 2017. LEIA MAIS: Saiba quanto custa o seguro dos 10 carros mais vendidos do Brasil 1- Volkswagen Fox (587 unidades/mês) Divulgação Volkswagen Fox O compacto da marca alemã já está no fim da linha, com apenas duas versões (Connect e Xtreme, ambas com motor 1.6), depois que o Polo chegou ao mercado. Mas já teve seus dias do glória, quando esteve entre os modelos mais vendidos. O espaço interno e a relação entre custo e benefício sempre foram os principais atrativos do modelo que aparece como o modelo mais roubado do Estado de São Paulo conforme o levantamento da Smartia. 2- Hyundai HB20 (470 unidades/mês) Divulgação Hyundai HB20 O hatch compacto da marca coreana aparece como vice-campeão entre os mais roubados do Brasil mês a mês, porque está entre os carros mais vendidos do País. Entretanto, já está no 6º ano de produção sem mudanças significativas e, por isso, sente o peso da idade. Enquanto isso, a nova geração deverá ser lançada apenas em 2019 pelo o que vem sendo falado nos bastidores do setor automotivo. 3- Chevrolet Onix (381 unidades/mês) Divulgação Chevrolet Onix O carro mais vendido do Brasil fica com a 3ª colocação entre os 10 mais roubados do País. O bom volume de unidades circulando também influenciou o resultado. Tem qualidades para ser líder de vendas, mas logo terá que ter mais novidades para manter o reinado. A GM já investe em uma nova família de modelos, que deverá vir ao mercado em meados de 2020.


4- Fiat Uno (354 unidades/mês) Divulgação Fiat Uno Depois que o pequeno Mobi foi lançado, as vendas do Uno foram caindo e hoje ocupa apenas o 25º lugar entre os carros mais vendidos do Brasil, de acordo com o ranking da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). Mas, assim como o VW Fox, o hatch da marca italiana também já esteve entre os carros mais vendidos do Brasil, o que acaba despertando o interesse dos gatunos. Ao contrário do rival da VW, porém, o Uno ainda pode ser encontrado em várias versões, com motores 1.0 ou 1.3 Fire FireFly, com câmbio manual ou automatizado e com opções diversas de acabamentos e nível de equipamentos. 5- Volkswagen Gol (294 unidades/mês) Divulgação Volkswagen Gol Ele já foi o campeão absoluto de vendas do Brasil durante 27 anos consecutivos. E vem recuperando posições nos rankig dos mais vendidos do País e atualmente ocupa o 6º lugar entre os mais vendidos, ainda conforme os números da Fenabrave. Com posição de dirigir mais baixa que a do Fox e com conjunto robusto e eficiente, o carro ainda desperda o interesse não apeas de uma legião de fãs, mas também dos que furtam e roubam veículos no Estado de São Paulo, de acordo com os dados levatados pela Smartia. 6- Ford Fiesta (235 unidades/mês) Divulgação Ford Fiesta 1.6 Assim como o Mobi prejudicou as vendas do Uno, o Ka levou quase todos os possíveis compradores de Fiesta, que recebeu mudaças recentes, como grade frontal que segue o estilo adotado no Ford GT e sistema multimídia Sync3, a mais moderna da marca americana. Porém, as novidades não tem se mostrado suficientes para aumentar as vendas do hatch compacto que é produzido a conta gotas na fábrica de São Bernando do Campo (SP). 7- Toyota Corolla (232 unidades/mês) Divulgação Toyota Corolla No terreno dos sedãs médios o Corolla é o líder isolado de vendas, chegando a vender mais que a soma dos rivais. Entretanto, seu sucesso ns lojas também reflete no volume de unidades roubadas, uma vez que suas peças passam a ter mais procura no mercado clandestino. Na linha 2018, o sedã passou a ter controle eletrônico de estabilidade (ESP) disponível, retoques no desenho e mais equipamentos. Entre outros detalhes, ainda falta uma central multimídia mais prática, com comandos intuitivos e de funcionamento rápido. 8- Chevrolet Classic (195 unidades/mês) Divulgação Chevrolet Classic Eis outro modelo que já foi líder de vendas, desta vez entre os sedãs. Deixou de ser produzido em meados de 2016, dando lugar do Prisma Joy, bem mais moderno e eficiente. Por conta das centenas de milhares de unidades produzidas em mais de 20 anos de produção, o carro tem peças bem procuradas no mercado negro e, por conta disso, figura entre os 10 carros mais roubados em São Paulo, conforme os dados da Smartia. No auge das vendas, no inicio dos anos 2000, ficava entre os modelos em conta com bom espaço no porta-malas e com baixos custos, seja de manutenção, seguro e consumo de combustível. 9- Honda Fit (187 unidades/mês) Divulgação Honda Fit Na linha 2018 o Fit ficou mais equipado, passou a ter controle eletrônico de estabilidade entre os itens disponíveis e ganhou uma central mltimídia mais moderna, que pode espelhar celulares iOS ou Android, que funciona com mais rapidez e com GPS embutido. Também passou a ter faróis com LED no lugar de làmpadas na versão topo de linha e retoques no desenho entre as mudanças. Apesar do preço salgado sempre ficou entre os modelos mais vendidos do sgmento, o que o torna atrativo para os ladrões. 10- Renault Sandero (182 unidades/mês) Divulgação Renault Sandero LEIA MAIS: Confira quanto custa o valor do seguro dos carros mais baratos de consertar Está prestes a mudar, o que deverá acontecer ainda no primeiro semestre. Entre as


novidades, haverá retoques no desenho, mais equipamentos e uma dose extra de refinamento para que fique mais distante do Kwid dentro da linha Renault no Brasil. Como estamos falando de um dos carros mais vendidos do Brasil, o hatch é outro que figura entre os mais roubados em São Paulo, conforme o estudo da Smartia. Em janeiro, ficou logo atrás do Kwid no ranking dos mais vendidos da Fenabrave, em 18º lugar, com 2.666 unidades vendidas, ante as 2.729 do subcompacto. Link deste artigo: http://carros.ig.com.br/2018-02-11/carros-roubados.html Leia tudo sobre: Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo. Comentários Mais Recentes Compra Venda Encontre o seu próximo carro Estado Acre Alagoas Amazonas Amapá Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Minas Gerais Mato Grosso do Sul Mato Grosso Pará Paraíba Pernambuco Piauí Paraná Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rondônia Roraima Rio Grande do Sul Santa Catarina Sergipe São Paulo Tocantins Marca Modelo BUSCAR OFERTAS Sobre o iG Anuncie Fale conosco Denúncia Política de Privacidade Serviços iG Mail iG Cupons Siga o iG © Copyright 2000-2017, iG Publicidade e Conteúdo: iG e iBest h t t p : / / c a r r o s . i g . c o m . b r / 2 0 1 8 - 0 2 - 1 1 / c a r r o s roubados.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%253A+iG C a r r o s + % 2 5 2 8 C a r r o s + - + i G + +Not%25C3%25ADcias+de+autom%25C3%25B3veis%252C+lan%25C3%25A7amentos+e+ segredos%2529 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Confira 5 dicas para se dar bem na hora de comprar um carro usado 7455216 - IG - São Paulo - SP - 08/02/2018

Confira 5 dicas para se dar bem na hora de comprar um carro usado Por iG São Paulo | 08/02/2018 15:52 Tamanho do texto - + Home iG › Carros Comprar um carro usado pode valer a pena, mas requer bastante atenção aos detalhes. Veja o que o especialista tem a dizer Divulgação Compra de carro usado De acordo com dados da Fenabrave, a cada veículo zero km vendido no Brasil, 5 carros usados são comercializados. Em época de crise econômica, veículos seminovos, com até 3 anos de uso, em bom estado e com novas tecnologias embarcadas, se tornaram o "sonho possível" dos brasileiros. Com tanta oferta de carro usado, não é difícil se deparar com valores muito altos, carros em estado ruim de conservação ou até mesmo ofertas falsas, levando o interessado para uma emboscada. LEIA MAIS: Confira 5 itens que desvalorizam o carro na hora da revenda Para comprar um carro usado com o melhor custo-benefício (valor x conservação), Mauricio Tilhe e Marcus Vinicius Martins, fundadores do site de consultoria www.vendabemseuusado.com - que atua na venda segura de veículos na hora de comprar um carro diretamente de um vendedor particular - trazem algumas dicas sobre o que ficar atento ao analisar uma oferta. LEIA MAIS: Os 10 carros mais econômicos da linha 2017 segundo o Inmetro 1) Observar detalhes na lataria do carro Divulgação A lataria entrega muito do histórico de acidentes que o carro já passou. Nem tudo o que reluz é ouro. Logo, tome cuidado Não é preciso ser um especialista para perceber alguns pontos que podem ser indicativos de que o carro foi bem cuidado ou não. Fique atento a mudanças de tonalidade na pintura, ou ondulações na lataria. Procure pequenas diferenças de largura entre as frestas das portas, mala ou do capô, e o restante da lataria. Abra a mala e a frente do carro e observe por dentro se há indícios de terem sido contorcidos. "Todos esses pontos são fáceis de serem visualizados e podem facilmente demonstrar que o veículo sofreu algum acidente mais grave no passado" afirma Mauricio. Nem sempre o que se vê na foto é o que se encontra ao vivo, logo, fique atento. LEIA MAIS: Conheça 5 carros seminovos para você fugir na hora da compra 2) Manutenção do carro Divulgação Veja sinais que indiquem necessidade de manutenção e cruze a avaliação com as datas que o carro passou por oficinas Para os veículos com até 3 anos de idade, em geral, as revisões são realizadas em concessionária, para manter a vigência da garantia. Nesse caso, peça o manual do carro para checar se todas as revisões estão em dia. Carros mais antigos podem exigir uma checagem diretamente no veículo, além dos comprovantes de manutenção. A maior parte dos equipamentos e funcionalidades de um veículo podem ser testadas ou verificadas de forma bem simples, tais como retrovisores elétricos, ar condicionado, bancos de couro e bancos elétricos ou com aquecimento, travas e vidros elétricos, luzes do painel, estepe, dentre outros. É importante também ligar o carro e deixá-lo funcionando por alguns minutos e checar temperatura ou fumaça no escapamento. Outras partes, tais como pneus, amortecedores, bateria, correia dentada e freios, contam com a informação do tempo útil de vida ou quilometragem no manual, e, nesse caso, basta pedir comprovantes ou recibos das trocas realizadas. Por último, observe se o veículo apresenta ruídos, trancos ou solavancos no motor, na direção e na caixa de marcha – nesse caso, é melhor contar com a opinião de um mecânico profissional. Modificações na mecânica do carro, como turbo instalado por oficinas independentes,


seguem o mesmo princípio. Mesmo com todas as regulamentações ou laudos, por conta do alcance de mercado menor, o carro tanto poderá não valorizar, quanto, até, perder valor. 3) Encontro com o vendedor Divulgação Veja o vendedor como o dono do carro, não um amigo. Por isso, não caia em sua lábia e foque na análise do carro Esse é um ponto delicado, pois tanto vendedor quanto você certamente estarão preocupados com a segurança. Não deixe de pesquisar com antecedência o perfil do vendedor, perguntando o nome completo, onde trabalha e em que bairro mora. Utilize também as redes sociais para fazer algum tipo de verificação em relação à pessoa. Outro ponto muito importante é evitar ir sozinho e à noite. "Recomendamos encontros a luz do dia, sempre em pontos de grande circulação, como estacionamentos de shopping ou supermercados. Evite marcar em locais remotos, ou na casa do vendedor, mesmo que o ele se justifique dizendo que mora na região há anos", explica Marcus Vinicius. 4) Dê aquela voltinha antes no carro Divulgação Mesmo que você goste do carro que tem interesse, veja, ao volante, se roda suave e se há empatia com as sensações Esse pode ser um pedido um pouco desconfortável para o vendedor, entretanto, é essencial que, quem compre, saiba o que está comprando. A hora de dirigir o carro é a melhor oportunidade para o comprador, uma vez que essa é a hora ideal de checar ruídos, odores suspeitos, trancos ou desalinhamentos. "Se for um modelo que nunca dirigiu, o primeiro benefício do test drive é checar o seu conforto ao volante. Outro ponto importante é verificar a embreagem: se o pedal estiver muito firme ou duro, a despesa para conserto será elevada e precisa ser negociada no valor final do carro. Engates de marcha devem ser simples, sem folgas ou ruídos estranhos, o mesmo valendo para mudanças em câmbio automático. Procure verificar também o alinhamento da direção, que não deve apresentar solavancos ou ruídos. Outros pontos importantes são a temperatura do veículo e o silêncio interno", diz Marcus Vinicius. 5) Negocie o valor final Divulgação A negociação permite que o comprador garanta o carro, como também a não perder dinheiro com despesas pendentes O ideal é pesquisar alguns carros antes de fazer uma oferta final. Leve em consideração o máximo de fatores possível entre as ofertas, como a quilometragem, estado geral, origem e etc. Tudo isso além da própria tabela FIPE. Contudo, caso encontre as condições ideais, negocie para evitar perder a compra, principalmente se o perfil do vendedor trouxer mais tranquilidade para você. "Se você tomou todos os cuidados ao checar o carro, desde a lataria, manutenção, documentação, até o perfil do vendedor, então não perca tempo. Faça uma oferta justa e compre seu novo carro usado antes que outra pessoa faça isso em seu lugar" afirma Mauricio. Link deste artigo: http://carros.ig.com.br/2018-02-08/carro-usado.html Leia tudo sobre: Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo. Comentários Mais Recentes Compra Venda Encontre o seu próximo carro Estado Acre Alagoas Amazonas Amapá Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Minas Gerais Mato Grosso do Sul Mato Grosso Pará Paraíba Pernambuco Piauí Paraná Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rondônia Roraima Rio Grande do Sul Santa Catarina Sergipe São Paulo Tocantins Marca Modelo BUSCAR OFERTAS Sobre o iG Anuncie Fale conosco Denúncia Política de Privacidade Serviços iG Mail iG Cupons Siga o iG © Copyright 2000-2017, iG Publicidade e Conteúdo: iG e iBest h t t p : / / c a r r o s . i g . c o m . b r / 2 0 1 8 - 0 2 - 0 8 / c a r r o -


usado.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%253A+iGCa r r o s + % 2 5 2 8 C a r r o s + - + i G + +Not%25C3%25ADcias+de+autom%25C3%25B3veis%252C+lan%25C3%25A7amentos+e+ segredos%2529 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças 7455215 - IG - São Paulo - SP - 09/02/2018

Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças Por Carlos Guimarães | 09/02/2018 17:37 Tamanho do texto - + Home iG › Carros › Testes Versão 1.0 vem com conjunto bem acertado, mas cobra por isso e pelo pacote de equipamentos um pouco mais refinado. Parte de R$ 50.990 Carlos Guimarães/ iG Hyundai HB20S: desenho ainda agrada, com detalhes diferenciados em se tratando de um mero sedã com motor 1.0 A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. LEIA MAIS: Fiat Argo x Hyundai HB20: hatches compactos e populares, "pero no mucho" Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Divulgação Interior é bem resolvido e tem boa ergonomia, mas está há mais de 5 anos quase sem mudanças significativas Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. LEIA MAIS: Hyundai HB20 2018 passa a oferecer multimídia em mais versões O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser


mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima geração. Divulgação Cluster com iluminação azul e vermelha foi moda na década passada e já caiu em desuso atualmente O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. LEIA MAIS: Hyundai HB20 ganha nova série limitada, que acaba de chegar às lojas O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h Link deste artigo: http://carros.ig.com.br/testes/2018-02-09/hyundai-hb20s.html Leia tudo sobre: Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo. Comentários


Mais Recentes Compra Venda Encontre o seu próximo carro Estado Acre Alagoas Amazonas Amapá Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Minas Gerais Mato Grosso do Sul Mato Grosso Pará Paraíba Pernambuco Piauí Paraná Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rondônia Roraima Rio Grande do Sul Santa Catarina Sergipe São Paulo Tocantins Marca Modelo BUSCAR OFERTAS Sobre o iG Anuncie Fale conosco Denúncia Política de Privacidade Serviços iG Mail iG Cupons Siga o iG © Copyright 2000-2017, iG Publicidade e Conteúdo: iG e iBest http://carros.ig.com.br/testes/2018-02-09/hyundaihb20s.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%253A+iGCa r r o s + % 2 5 2 8 C a r r o s + - + i G + +Not%25C3%25ADcias+de+autom%25C3%25B3veis%252C+lan%25C3%25A7amentos+e+ segredos%2529 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Utilitários esportivos aumentam sua fatia de participação no mercado 7455214 - IG - São Paulo - SP - 09/02/2018

Utilitários esportivos aumentam sua fatia de participação no mercado Por Celio Galvão | 09/02/2018 11:08 Tamanho do texto - + Home iG › Carros › Colunas › Carros do Célio Montadoras investem em SUVs, que se tornaram queridinhos do consumidor não apenas no Brasil, mas em todo o mundo Divulgação Jeep Compass, líder do mercado de utilitários esportivos no Brasil em seu primeiro ano de vendas no País As novas gerações de compradores de carro viverão um dilema. Ou compartilham a propriedade de veículos ou têm o seu próprio à disposição na garagem. Enquanto isso não acontece, uma coisa as montadoras já perceberam: os grupos das chamadas gerações Y e Z, dos nascidos na década de 80 até os anos 2000, têm nos utilitários esportivos uma das preferências. Nessa sopa de letras de gerações e definições sobre perfis, as marcas sabem que estão diante dos principais consumidores do mundo atual, e fazem de tudo para conquistá-los. LEIA MAIS: Passado e presente: do Corcel ao Mustang. Conheça os dois ícones da Ford Um dado recente da Fenabrave, a associação das revendedoras de veículos no Brasil, ajuda a reforçar esta conclusão. As vendas de utilitários esportivos em 2017 representaram 22,3%. Foi a segunda categoria de carros mais comercializada perdendo apenas para os hatchs compactos, que responderam por 27% dos emplacamentos no país. No ranking, uma surpresa é o novo líder do segmento. O Jeep Compass com 49.187 unidades vendidas desbancou o Honda HR-V (47.775), que mantinha a liderança desde 2015. Completam a lista dos seis primeiros o Hyundai Creta (41.625), Jeep Renegade (38.330), Nissan Kicks (33.464) e Ford EcoSport (31.195). Esta sexta posição da Ford pode ser considerada incômoda, afinal, foi ela a primeira a apostar pesado no segmento com o EcoSport, que até 2015 era líder de vendas e em 2016 ainda ocupava o terceiro lugar. LEIA MAIS: Saiba como tem sido a transformação do mercado de carros de luxo Ainda assim, o modelo tem a confiança da montadora e passou a ser vendido nos Estados Unidos, país famoso por adorar os utilitários de grande porte. O EcoSport, um SUV criado no Brasil, tem o desafio de agradar o jovem norte-americano. Divulgação Ford EcoSport , primeiro SUV compacto criado no Brasil, chega aos cobiçado mercado dos Estados Unidos Aproveito este texto sobre utilitários esportivos para ressaltar a engenharia automotiva brasileira. Tive a oportunidade de constatar e trabalhar em todos os lançamentos de versões e gerações do EcoSport (até mesmo a versão recém- lançada do Storm AWD). Um recuo na história para o início de 2000 mostra que os utilitários esportivos eram veículos sonhados, mas custavam muito caro. Não que hoje sejam baratos, mas ficaram mais acessíveis e há muito mais opções de compra. "A Ford foi a criadora do segmento de utilitários esportivos no mundo. Sabíamos como fazer, tínhamos a fórmula dentro de casa. Tivemos a ousadia de investir em uma proposta nova, que ninguém mais tinha e a maioria dos concorrentes, na ocasião, voltava-se ao segmento de minivans. Assim surgiu o conceito do veículo que chegou do EcoSport", disse na época o Márcio Alfonso, então um dos principais engenheiros da montadora. Divulgação Hyundai Creta, um dos preferidos do consumidor brasileiro, ocupa a segunda posição entre os mais vendidos


Interessante que, 15 anos depois, o engenheiro Márcio Alfonso ocupa um cargo similar em outra montadora e foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento do Hyundai Creta, um dos líderes atuais do mercado brasileiro. Até nos segmentos mais caros chegam grandes apostas, como o Chevrolet Equinox, o Peugeot 3008, o Jaguar E-Pace e o BMW X2. A lista é enorme. A Volkswagen, por exemplo, promete cinco SUVs até 2020. Até a marca chinesa JAC trouxe T40, um SUV agradável e competitivo. LEIA MAIS: Automóveis sem motorista devem se tornar realidade nas ruas em breve Vários fatores contribuem para este tipo de veículo ser muito desejado. Entre eles, a posição de comando ao volante e altura elevada do solo, além da capacidade de transpor áreas alagadas e a sensação de maior segurança. Divulgação/Jaguar Land Rover Jaguar E-Pace chega às lojas do Brasil em abril, como o menor SUV de luxo da marca inglesa O começo do EcoSport Curioso ver que o que ajudou o EcoSport a também se tornar um sucesso foram itens que hoje são completamente comuns. Ele trouxe equipamentos até então inéditos como o compartimento refrigerado no painel, porta-objetos no banco do passageiro com espaço para um laptop, sistema de som com MP3, conexão para iPod, USB e Bluetooth. O estepe na tampa traseira do porta-malas também foi uma marca registrada. Hoje, ele é considerado de gosto discutível por muitos consumidores tanto que na Europa e Estados Unidos são oferecidas versões sem o pneu externo. O EcoSport foi mostrado pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo em 2002, bem diferente da versão atual. Divulgação EcoSport, primeira exibição da Ford em 2002 no Salão do Automóvel, no Anhembi, em São Paulo Todos esses detalhes do EcoSport mostram que o modelo abriu as portas para a popularização dos utilitários esportivos no país. Chego até a afirmar que ele foi precursor dos utilitários compactos em outros continentes. LEIA MAIS: Entenda qual é o grande desafio dos carros elétricos no mercado Mas também fica uma lição para todas as montadoras. Num mercado com tanta concorrência, não basta largar na frente. Permanecer na dianteira é tarefa árdua e as das novas gerações, que mantêm o interesse por carros, ainda são muito mais exigentes, até mesmo por utilitários esportivos. Link deste artigo: http://carros.ig.com.br/colunas/carros-do-celio/2018-02-09/utilitariosesportivos.html Leia tudo sobre: Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo. Comentários Mais Recentes Compra Venda Encontre o seu próximo carro Estado Acre Alagoas Amazonas Amapá Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Minas Gerais Mato Grosso do Sul Mato Grosso Pará Paraíba Pernambuco Piauí Paraná Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rondônia Roraima Rio Grande do Sul Santa Catarina Sergipe São Paulo Tocantins Marca Modelo BUSCAR OFERTAS Sobre o iG Anuncie Fale conosco Denúncia Política de Privacidade Serviços iG Mail iG Cupons Siga o iG © Copyright 2000-2017, iG Publicidade e Conteúdo: iG e iBest


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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer • Marília Notícia 7455213 - MARÍLIA NOTÍCIAS - Marília - SP - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://marilianoticia.com.br/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-crescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mercado de motocicletas em 2018 7455212 - MOTO MOVIMENTO - 14/02/2018

Alta de 13,9% nos emplacamentos As vendas de motocicletas no varejo totalizaram 76.993 unidades em janeiro, alta de 13,9% ante as 67.596 unidades emplacadas no mesmo período do ano anterior, segundo dados de emplacamentos do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). De acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), resultado foi o melhor início de ano desde 2014, quando foram emplacadas 133.632 unidades. “Fazia três anos que as vendas não começavam com números positivos e isto evidencia que as projeções de retomada vão se consolidar ao longo de 2018”, disse Marcos Fermanian, presidente da Associação. Segundo a Abraciclo, na comparação de janeiro de 2018 com dezembro passado, houve redução de 0,6%, “porém aquele tinha sido o mês com maior volume de vendas de motocicletas no varejo em 2017, totalizando 77.437 unidades”, informa a entidade que representa as fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). Na produção, segundo a Associação, as indústrias iniciaram 2018 com estabilidade: no primeiro mês do ano saíram das linhas de montagem 81.306 unidades, o que representa redução de 0,4% na comparação com igual período de 2017 (81.646) e alta de 17,8% sobre dezembro (69.008). A estimativa do setor é de crescimento de 5,9% no volume a ser produzido em 2018. Leia também: + BMW G 310 GS entra em produção em Manaus (AM) + Teste MotoMovimento: Roadster G 310 R + Scooter SH300i versão 2018. Nova cor marrom perolizado + Teste: SH 150i enfrenta rodovias de São Paulo + Teste: Honda PCX 150 também diverte nas pistas + Veja as motos mais emplacadas em 2018, segundo levantamento da Fenabrave + Volta Family. Scooter ucraniano leva a própria mala de roupas + Nova BMW K 1600 GTL. No Brasil, preço sugerido de R$ 135.900 + BMW Motorrad Mais tem pacotes de peças com preço fixo + Confira a programação de Janeiro de 2018 em Festas, encontro e eventos de MotoMovimento + Honda XRE 300 2018 tem novas cores e ABS de série para a versão Adventure O cenário foi mais positivo em vendas no atacado – para concessionárias –, com 71.967 unidades. No período, os negócios no atacado registraram avanço de 7,2% na comparação com janeiro de 2017 (67.136 unidades) e de 5% sobre dezembro (68.534). Entre as categorias mais comercializadas, destaque para o segmento Street que aparece no topo do ranking, com 50,7% de participação (36.480 unidades); em segundo lugar está a Trail, com 22,9% (16.469) e em terceiro a Motoneta, com 13,5% (9.731). Já o Scooter ficou com a quarta posição (4.696), o que representa participação de 6,5%. Em quinto lugar, aparece a Naked com 1.898 unidades, o que corresponde a 2,6% do mercado. Exportações As exportações iniciaram o ano com crescimento expressivo de 42,6% em janeiro (8.227 unidades) na comparação com o mesmo mês do ano passado (5.769). Na confrontação com dezembro, a alta foi de 15,8% (7.107 unidades). A Argentina foi o principal destino das motocicletas embarcadas para outros países, com 6.478 unidades. Em seguida aparecem Austrália (448) e Bolívia (282 unidades). -Informações e imagens: divulgaçãoO post Mercado de motocicletas em 2018 apareceu primeiro em MotoMovimento.


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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7455211 - MINAS1 - 14/02/2018

© Reuters A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Com informações do Estadão Conteúdo. http://minas1.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=91526 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ouça a coluna ''CBN Giro da Cidade'' com Cyane Além 7455210 - CBN RIBEIRÃO PRETO - Ribeirão Preto - SP - 14/02/2018

HOME › MULTIMIDIA › PODCASTS › Ouça a coluna CBN Giro da Cidade com Cyane Além (Grupo de Ribeirão Preto organiza torneio de Betis; competição será nos dias 7 e 8 de abril) Podcasts Ouça a coluna CBN Giro da Cidade com Cyane Além CBN GIRO DA CIDADE - Grupo de Ribeirão Preto organiza torneio de Betis; competição será nos dias 7 e 8 de abril Grupo de Ribeirão Preto organiza torneio de Betis; competição será nos dias 7 e 8 de abril Como proteger os dados de seu celular em caso de furto? Confira as dicas Especialista analisa a ata da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) As penalidades estão sendo cobradas junto com o IPTU; cerca de 60 mil áreas possuem irregularidades na cidade Vinis com o formato de grandes personalidades estão expostos no Setor Terra Vermelha, das 10h às 22h Sopas e sucos saudáveis estão no topo da lista dos alimentos indicados para o período pósfesta Grupo de Ribeirão Preto organiza torneio de Betis; competição será nos dias 7 e 8 de abril Apesar dos constantes roubos a celulares e joias dentro de blocos, ocorrências externas não foram registradas com frequência Colunista comenta livro que fala da gastronomia no combate ao câncer de intestino Tema da coluna desta semana é o refluxo nas crianças Ele estava internado no HC-UE desde a noite de segunda-feira (12); suspeito de 38 anos está foragido Mais uma testemunha diz que Isaac Antunes usou esquema para obter votos Você gosta de produzir vídeos e postar nas redes sociais? Saiba como ganhar dinheiro com as edições Valor do litro passou pela primeira vez da casa dos R$ 3 Colunista faz um balanço do Carnaval Tema Fraternidade e Superação da Violência tem objetivo incentivar o convívio pacífico entre os povos Touro encara o Água Santa e o Fantasma pega o Taubaté; ambos os jogos são às 20h AFE vem de uma vitória fora de casa contra o Linense e um empate em casa contra o Santos; partida é às 19h30, em Araraquara Partida começa às 19h30 e terá transmissão da CBN Ribeirão; Pantera lidera o grupo D do Paulistão Fenabrave aponta que o aumento de 15,83% deve-se as boas condições de negócio aliado a queda nas taxas de juros Acidente com vitimas aumentou neste ano; em 2017 foram registradas 17 colisões com feridos contra 21 neste ano Foliões fizeram queixas de roubos de celulares, bolsas, além de outros pertences; um boletim por estupro também foi registrado Bando, que estava fortemente armado e com máscaras no rosto, fugiu levando R$ 4 mil


Menina de 11 anos foi arremessada para fora do carro após a mãe perder o controle do veículo na Via Antonio Machado SantAnna Colunista comenta a importância do Censo Agropecuário para o crescimento do setor no país Posto de saúde tem janelas quebradas, mofos nas paredes e parte do teto da recepção não tem forro Duelo é às 19h30, no estádio Santa Cruz em Ribeirão Preto Colunista comenta as influências da culinária africana no Brasil Carnaval: uma oportunidade de negócio? Nosso especialista explica Colunista comenta as manifestações políticas durante o Carnaval Colunista fala dos problemas causados pelo lixo quando é descartado em local irregular Preço médio do litro do combustível no último ano ficou em R$ 4,15 Programação do Carnaval ribeirão-pretano era o destaque do impresso Parque Raya, no Jardim Botânico, Zona Norte da cidade, teve grande movimento nesta terça-feira Colunista comenta a campanha Não é Não, movimento criado para evitar o assédio no Carnaval Colunista comenta o aval do Governo do Estado para a construção da Ame em Ribeirão Preto Apesar da iniciativa, uma lei aprovada em 2016 proíbe o serviço na cidade Você já viu um garoto tocando violoncelo no Centro de Ribeirão Preto? Nossa colunista fala do dom musical de Gabriel Santos Bem humorado após a vitória contra o Ituano, zagueiro tricolor também falou do bom entrosamento com Plínio Em sua sexta passagem pelo Touro, o experiente técnico foi apresentado nessa segundafeira e estreia quarta, contra o Água Santa Apesar da provação, ainda não há previsão para que o ambulatório médico de especialidade saia do papel Falta do cinto de segurança também está entre as principais infrações em períodos festivos Agente dá dicas de como pegar a estrada com segurança Após denúncia anônima, policiais foram até uma residência no baila Vila Áurea, onde encontraram quatro quilos de cocaína Somente em 2017, mais de oito mil mulheres foram roubadas ou furtadas, média de 22 casos por dia Alguns dos veículos têm pneus carecas, vidros quebrados, além de outros problemas Criança teve o quadro de pneumonia agravado após medicação passada no Hospital Sinhá Junqueira Nas salas de aula, a quantidade de jovens que usam óculos passou de 10% para 20% Com a nova regra, os resgastes podem ser feitos a partir de R$ 0,99, antes a quantia mínima era de R$ 25 Entrada no Carnashopping é gratuita e acontece das 16h às 19h Templo católico pegou fogo em outubro do ano passado; apenas as paredes do prédio de 122 anos ficaram de pé Recreativa conseguiu arrecadar dinheiro para pagar parte dos débitos trabalhistas; déficit total passa de R$ 60 milhões Escola de Samba União da Ilha leva o tema ?comida? ao sambódromo do Rio de Janeiro


Em feriados prolongados, a queda das coletas chega a 40% na unidade Problema está no cruzamento da Avenida Costa e Silva com a Rua Patrocínio Vereador Waldyr Vilela (PSD) completa seis meses afastado da Câmara, mas ainda recebe salários Colunista comenta a recusa de Zeca Pagodinho em tirar uma foto com o prefeito de São Paulo, João Doria Semana começa com diversas vagas na região de Ribeirão Preto Programação de um dos teatros da cidade era o destaque do impresso Policiais e assaltantes trocaram tiros antes da colisão; ação aconteceu na manhã desta segunda-feira, na Zona Norte da cidade A folia de hoje fica por conta da banda Filhos da Pauta, que se apresenta das 18h30 às 20h30 Em contrapartida, venda de etanol ficou 71% menor em 2017 Ordenado de Zezinho Gimenez, que é R$ 30.722,15, é apenas R$ 300 menor do que recebe o Presidente Michel Temer Confira a programação carnavalesca para esta segunda-feira (12) Artilheiro do Paulista, atacante fez o gol da vitória de sábado contra o Ituano; próxima partida é quarta, contra a Ponte Preta AFE saiu atrás do placar, mas buscou o resultado na Arena da Fonte São Carlos vence, Matonense empata e Monte Azul e Barretos perdem no final de semana É a sexta passagem do treinador pelo Touro; ele assume o lugar de Ruy Scarpino, demitido após derrota em casa para o Guarani Quem parou de contribuir para o INSS ainda pode se aposentar? Nosso especialista explica Bando teria abordado um grupo de foliões e roubado celulares; Tenente Francisco Mango Neto comenta as ações da PM no Carnaval Klaus Philippe Lodóli foi considerado culpado por falsificação de documentos e por manter um bingo clandestino em Ribeirão Além da multa de R$ 2.934, os condutores irão responder um processo administrativo podendo ter a carta suspensa por até um ano Dupla tentou assaltar uma loja, mas foi interceptada pelos agentes; no confronto, um dos assaltantes foi baleado Expectativa é que, depois de aprovado, o composto derivado da maconha chegue ao mercado em dois anos Pesquisa apontou que seis a cada dez adultos possuem algum tipo de barreira aos produtos derivados do leite Munidos de tablets, policiais conseguem fichar os boletins de forma mais rápida; plataforma permite o anexo de fotos Queda de 5% no preço nas refinarias ainda não foi repassado ao consumidor Empresas como a 99 Pop e Uber têm 45 dias para se adequarem as normativas Ouça o segundo bloco do programa deste sábado (10) Apesar de dividirem o mesmo traçado, não há chance de colisão Confusão começou quando a PM foi chamada para liberar rua interditada por membros de uma república; comércios foram depredados Ouça o primeiro bloco do programa deste sábado (10) Ouça o segundo bloco do programa deste sábado (10) Ouça o primeiro bloco do programa deste sábado (10)


Confira as dicas para aproveitar bem o carnaval com segurança e conforto Conheças as melhores rotas para passeios em família no interior de São Paulo Colunista grava série de reportagens da EPTV em Nuporanga Colunista dá dicas de cervejas para o Carnaval Comissão de Ética da Câmara define relatores para investigações sobre Isaac Antunes e Adauto Marmita Vítimas disseram que foram avisadas em cima da hora de que a viagem não aconteceria; dono da empresa também se diz vítima Eles foram encontrados em um apartamento no centro da cidade, na tarde desta sexta-feira (9) Operações com bafômetros estão programadas durante o Carnaval Luiz Eduardo de Oliveira e Silva é alvo de investigação pela Operação Lava Jato Após averiguação foi constatado que o motorista também está envolvido em uma série de roubos e furtos em Ribeirão Preto Na A2, destaque para o confronto entre Sertãozinho e Guarani, no Fredricão; jogo é no sábado, 19h, no Fredericão Partida está marcada para às 16h30; AFE busca a segunda vitória consecutiva no Paulistão Cafú e Caio Dantas já treinam com o elenco do Pantera; neste sábado (10), o Tricolor pega o Ituano em casa, às 16h30 Moreira Franco quer que o Cade analise se há cartel de postos Adauto Marmita e Isaac Antunes são alvos de inquérito pela Polícia Federal e Ministério Público O que faz com que as pessoas mudem de comportamento no carnaval? Nossa colunista comenta o assunto Pesquise aqui http://www.cbnribeirao.com.br/multimidia/podcasts/SOM,0,1,21425,Ou%C3%A7a+a+coluna+ 'CBN+Giro+da+Cidade'+com+Cyane+Al%C3%A9m.aspx Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças - Lapada Lapada 7455191 - LAPADA LAPADA - 14/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. LEIA MAIS: Fiat Argo x Hyundai HB20: hatches compactos e populares, “pero no mucho” Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. LEIA MAIS: Hyundai HB20 2018 passa a oferecer multimídia em mais versões O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima geração. O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina


no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. LEIA MAIS: Hyundai HB20 ganha nova série limitada, que acaba de chegar às lojas O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h http://lapadalapada.com.br/2018/02/14/hyundai-hb20s-1-0-seda-mantem-receita-de-sucessomas-pede-mudancas-3.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças 7455190 - FOLHA ACADÊMICA - 14/02/2018

Carlos Guimarães/ iG Hyundai HB20S: desenho ainda agrada, com detalhes diferenciados em se tratando de um mero sedã com motor 1.0 A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Divulgação Interior é bem resolvido e tem boa ergonomia, mas está há mais de 5 anos quase sem mudanças significativas Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima geração. Divulgação Cluster com iluminação azul e vermelha foi moda na década passada e já caiu em desuso atualmente O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem


dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h Comentários Facebook http://www.folhaacademica.com.br/hyundai-hb20s-1-0-seda-mantem-receita-de-sucessomas-pede-mudancas/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7455189 - GLUP - 14/02/2018

Da Redação A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Fonte: Estadão http://portalglup.com/maismotor/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-a-crescer/6172 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Hyundai HB20S 1.0: sedã mantém receita de sucesso, mas pede mudanças - URGENTE NEWS 7455186 - URGENTE NEWS - 14/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet A briga pelo segundo lugar entre os sedãs compactos mais vendidos está bastante acirrada e o Hyundai HB20S não tem vida fácil. De acordo com os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo da marca coreana teve 2.652 unidades vendidas em janeiro, ante 2.598 do Volkswagen Voyage e 2.207 do Toyota Etios Sedan. São três modelos que já pedem mudanças para ganharem apelo. Mas o HB20S ainda tem mais atributos para se manter um pouco à frente como pudemos comprovar durante a avaliação no dia a dia, tanto na cidade quando na estrada. LEIA MAIS: Fiat Argo x Hyundai HB20: hatches compactos e populares, “pero no mucho” Pois é, o compacto da Hyundai vai ficar sem mudanças, pelo menos até o fim do ano. Espere pela nova geração apenas a partir de 2019, quando também vai mudar o hatch. Por enquanto, o carro mostra que conserva suas qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil desde o lançamento, em 2012. Na versão 1.0 Comfort Plus do Hyundai HB20S , com câmbio manual de cinco marchas, como a avaliada, o sedãzinho parte de R$ 50.990, valor que sobe para R$ 52.630 com a central Blue Media, compatível com Apple Car Play e Android Auto. Em se tratando de um sedã 1.0, o HB20S se destaca por oferecer um pacote um pouco mais refinado que se espera de um compacto de baixa cilindrada, apesar de cobrar mais por isso. Para se ter uma ideia, o líder de vendas do segmento, o Chevrolet Prisma, parte de R$ 47.490 na versão básica Joy, que é bem acertada, mas não conta com detalhes como repetidores de direção nos retrovisores, chave do tipo caninete, computador de bordo e rodas de aro 15 polegadas, tudo de série no Hyundai, que ainda traz o competente motor de três cilindros, que rende 80 cv e bons 10,2 kgfm de torque a 4.500 rpm que funciona bem com o câmbio manual de cinco marchas, com relações um pouco curtas para dar agilidade. Marcas da idade Na estrada, vindo a 120 km/h, o ponteiro do contagiros marca um pouco mais de 4.000 rpm, mas o bom isolamento acústico dá conta do recado e consegue-se viajar com conforto, sem um nível de ruído incômodo. Entretanto, se tivesse a sexta marcha, além de conseguir aumentar um pouco a velocidade máxima ainda contribuiria para economizar combustível. Mas isso deverá ficar para a próxima geração, assim como a direção com assistência elétrica e não apenas hidráulica, como é atualmente, deixando o volante mais pesado do que deveria nas manobras. LEIA MAIS: Hyundai HB20 2018 passa a oferecer multimídia em mais versões O lado bom do HB20S é que a posição de dirigir não é tão alta como a de alguns dos seus rivais e conta com regulagem de altura do banco do motorista. Ponto positivo também para o volante de quatro raios tem boa empunhadura e vem com os principais comandos do som, além dos botões para atender e desligar ligações telefônicas por meio da conexão Bluetooth. O sistema de som é simples, mas eficiente, fácil de ser conectado com qualquer celular, além de ter entradas USB e auxiliar e boa qualidade dos alto-falantes. A ergonomia do sedã continua elogiável, com comandos bem localizados e fáceis de ser acionados, seja do ar-condicionado, do som, ou qualquer outro botão. Mas o cluster com iluminacão azul e vermelha, com barrinhas digitais para marcar a temperatura do motor e o nível de combustível já cansou. E o botão que controla o computador de bordo poderia ser mais prático que o que vai no próprio painel, mais um ponto a ser mudado na próxima geração. O que deve ser mantido é o acerto da suspensão, que apesar de ser um pouco mais firme contribui com a estabilidade do carro nas curvas. Outro aspecto positivo é que o carro transmite uma sensação de segurança e funciona sempre em silêncio. Faltou apenas o controle eletrônico de estabilidade, que não é oferecido nem como opcional em nenhuma versão, o que vai ser revisto na segunda geração do modelo que tem bons freios, bem dimensionados e equalizados, com discos no eixo dianteiro e tambores no traseiro. Quando o assunto é economia de combustível, o H20S 1.0 não decepciona. Conforme os dados do Inmetro, o carro faz 11,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com apenas gasolina


no tanque, números que passam para 8,5 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Com uma marcha a mais, poderia ser ainda mais econômico e ganhar autonomia, com o tanque de 50 litros. Novos materais devem deixar o carro mais leve e ajudar ainda mais na economia de combustível. LEIA MAIS: Hyundai HB20 ganha nova série limitada, que acaba de chegar às lojas O espaço interno é outro ponto que merece destaque no HB20S, inclusive no porta-malas de 450 litros. Para levar a família, as ancoragens do tipo ISOFIX para cadeirinhas infantis também contam pontos, bem com o sistema que trava das portas automaticamente a partir de 15 km/h. Além disso, a visibilidade é boa, proporcionada pela área envidradada e pelo ângulo de visão dos retrovisores. Apenas o espelho interno ainda vem com o antiquado botão do tipo dia/noite. O ideal seria que fosse eletrocrômico, outro ponto a ser visto na próxima geração do HB20. Conclusão O Hyundai HB20S ainda conserva qualidades que o tornaram um sucesso de vendas no Brasil, mas cobra por isso e já pede mudanças que deverão ser implementadas na nova geração, esperada para o ano que vem. Itens como câmbio de seis marchas, direção elétrica, controles de estabildade e tração fazem falta em um carro que custa mais de R$ 50 mil. Tudo isso será fundamental para que o sedã continue sendo bem aceito no mercado. Ficha Técnica Preço: R$ 45.830 Motor: 1.0, três cilindros, flex Potência: 80 cv a 6.200 rpm Torque: 10,2 kgfm a 4.500 rpm Transmissão: Manual, cinco marchas, tração dianteira Suspensão: Independente (dianteira) / eixo de torção (traseira) Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira Pneus: 185/60 R15 Dimensões: 4,23 m (comprimento) / 1,68 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,50 m (entre-eixos) Tanque : 50 litros Consumo: 11,4 km/l (cidade) /13 km/l (estrada) com gasolina 0 a 100 km/h: 14,6 segundos Vel. Max: 162 km/h http://www.urgentenews.com.br/2018/02/14/hyundai-hb20s-1-0-seda-mantem-receita-desucesso-mas-pede-mudancas-3.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7455185 - SÃO PEDRO FM 105.9 - 14/02/2018

A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013 (Foto: Reprodução) A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. noticiasaominuto http://www.saopedrofm.com.br/2018/02/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fagner Soares Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Novidades 7455184 - RÁDIO PORTA VOZ - 14/02/2018

Home > Novidades > Carros mais baratos voltam a fazer sucesso no Brasil Novidades Economia fev 14, 2018 Carros mais baratos voltam a fazer sucesso no Brasil A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. fonte:correiobraziliense COMPARTILHAR Artigos relacionados Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 35 milhões neste sábado Oi ganha mais 6 meses de prazo da Bolsa de NY para apresentar informações sobre resultado de 2016


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Clipping Vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7455183 - FM PROGRESSO 97,9 - Juazeiro do Norte - CE - 14/02/2018

A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013 (Foto: Reprodução) A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. "A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho", disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. noticiasaominuto http://www.fmprogresso979.com.br/2018/02/vendas-de-carros-mais-baratos-voltam.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Fagner Soares Estado: CE Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de veículos com 9 a 12 anos de usados cresceu 78,5% em janeiro 7455182 - EXTRA - Rio de Janeiro - RJ - 14/02/2018

A venda de carros semi-novos e usados teve aumento de 5,1% no mês de janeiro, em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Entre os automóveis mais procurados estão: Gol, Uno, Pálio, Fiesta e Celta respectivamente. Apesar do crescimento, o número representou um decréscimo de 14,1% em relação ao último mês de 2017, quando foram comercializados 1.332.605 veículos. Os carros mais antigos são recordes de vendas, sendo que as transferências dos veículos com nove a 12 anos de uso cresceram 78,5% e dos de quatro a oito anos, 35,7% em janeiro de 2018. Já os automotivos com até três anos, tiveram as negociações reduzidas pela metade. As regiões mais expressivas nessa tendência foram norte e centro-oeste. Segundo o presidente da Fenauto, Ilídio Gonçalves dos Santos, a busca por veículos maduros se justifica pelo fato de as pessoas estarem fugindo de dívidas, fazendo compras que possam pagar de uma única vez. Além disso, há muitos consumidores inadimplentes, os quais não têm crédito no mercado. Esse é o caso do motorista Gabriel Santos, que teve último carro roubado antes de quitar o financiamento e, por isso, não consegue outro parcelamento com o banco. -Dependo do carro para trabalhar, então estou tentando encontrar alguém que aceite um pagamento semanal, como se fosse um aluguel. – conta o motorista. Já o pintor Leonardo Falbo tem dificuldades para vender seu Meriva 2007, já que a maioria dos interessados propõe um parcelamento, sem intervenção de nenhuma financeira. -Não tenho como confiar em um acordo boca-a-boca. Quero vender à vista para poder comprar outro carro, com até oito anos de uso. Só não compro um carro mais novo porque não tenho condições de pagar. – explica Leonardo. A expectativa para 2018, de acordo com a Fenauto, é um crescimento de 6% do setor em relação ao ano anterior, já que as pessoas estão recuperando seus empregos e a confiança no estado. - A primeira paixão do consumidor é a casa própria e a segunda, é o carro. Janeiro sempre é um bom mês porque as pessoas investem o 13º salário. – analisa, Ilídio. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a venda de veículos novos também cresceu no primeiro mês do ano, atingindo um percentual 22,67% maior que em janeiro de 2017. Para Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, a expectativa é que os segmentos de automóveis e comerciais leves cresçam 11,9% sobre os resultados do ano passado. https://extra.globo.com/noticias/economia/venda-de-veiculos-com-9-12-anos-de-usadoscresceu-785-em-janeiro-22397029.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: RJ Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de automóvel popular é retomada 7455181 - D24 AM - Manaus - AM - 15/02/2018

Economia Publicado em 15 de Fevereiro de 2018 às 06:00 Segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise, volta a se recuperar, após quatro anos, com a retomada do financiamento provocada pela alta do emprego Estadão Conteúdo / redacao@diarioam.com.br Manaus – A recuperação do mercado de automóveis deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. (Foto: Eraldo Lopes) Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Mercado A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, tipo SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, CEO da consultoria MA8. http://d24am.com/economia/venda-de-automovel-popular-e-retomada/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AM Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de veículos novos crescem 23,14% em janeiro, diz Fenabrave 7455180 - F5 NOTÍCIAS - Belo Horizonte - MG - 05/02/2018

Em todo o país, as vendas de veículos novos cresceram 23,14% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2017. Segundo balanço da Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores (Fenabrave), divulgado hoje em São Paulo, foram emplacadas 181,2 mil unidades no primeiro mês de 2018, contra 147,2 mil no ano passado. Em relação ao último mês de dezembro, no entanto, foi verificada uma queda de 14,75%. O setor de caminhões registrou expansão de 56,26% em janeiro de 2018, com a comercialização de 4,6 mil unidades. As vendas de ônibus tiveram alta de 57,71% no período, com 1,1 mil unidades emplacadas. Os automóveis e veículos comerciais leves (como picapes e furgões) acusaram crescimento de 22,29% nas vendas. Em janeiro último, foram comercializados 175 mil veículos dessas categorias, enquanto no primeiro mês de 2017 os emplacamentos totalizaram 143,5 mil. A alta nas vendas reflete, segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, a melhora do cenário econômico em relação ao começo de 2017. “As expectativas renovadas em função da melhora dos índices econômicos refletem, diretamente, na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos”, disse. Para 2018, a perspectiva da entidade é que aconteça uma melhora gradual, com o setor retomando o ritmo de crescimento do período anterior antes da crise econômica. https://f5noticias.com.br/2018/02/vendas-de-veiculos-novos-crescem-2314-em-janeiro-dizfenabrave/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação F5 Estado: MG Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Peugeot 2008: novo câmbio automático de 6 marchas é tudo que o SUV precisava 7455179 - IG - São Paulo - SP - 14/02/2018

Peugeot 2008: novo câmbio automático de 6 marchas é tudo que o SUV precisava Por Caue Lira | 14/02/2018 17:36 Tamanho do texto - + Home iG › Carros › Testes Abandonar a antiquada caixa automática de quatro marchas mostrou a melhor face do SUV com jeito de perua. Saiba detalhes na avaliação Divulgação/Peugeot Peugeot 2008: SUV com jeito de perua tem a boa estabilidade entre os principais destaques Há alguns meses, fizemos uma lista de cinco carros legais que não vendem bem no Brasil. Modelos como Volkswagen Golf Variant, Ford Focus Fastback e até Nissan Frontier apareceram entre as opções competentes esquecidas pelos consumidores brasileiros. E o Peugeot 2008 Griffe, agora com câmbio automático de seis marchas, poderia se encaixar perfeitamente nela. LEIA MAIS: Cinco carros legais que vendem pouco no Brasil Convenhamos, a Peugeot fazia por merecer. Utilizar o antiquado câmbio automático de quatro marchas para as linhas 208 e 2008 deixava os rivais ainda mais interessantes. Agora a história é outra, e a marca francesa quer que você esqueça definitivamente que a antiga transmissão existiu. Esta, caros leitores, é a versão definitiva do Peugeot 2008 . E nós gostamos do que vimos. Senti o impacto da mudança logo ao retirar o carro no escritório da PSA-Peugeot Citroën, em São Paulo. As trocas ficaram - bem - mais suaves, com ótima relação entre as marchas. Você ainda poderá escolher entre quatro modos de condução: drive ; que prioriza a dinâmica urbana, sport ; que realiza as trocas em giros mais altos, eco ; para uma condução mais eficiente e manual ; com trocas realizadas na alavanca de câmbio. Cada um traz seu gerenciamento específico para a transmissão, interferindo no tempo das trocas. Com tantas opções, aproveitei a rara ocasião de trânsito livre na Marginal Pinheiros para experimentar os modos de condução, conferindo o comportamento dinâmico do Peugeot 2008, que mudava em cada opção de ajuste. Na maior parte do tempo a bordo do SUV da marca francesa, você utilizará o modo eco . O 2008 ficará devendo retomadas fortes, mas estará de acordo com a condução urbana do dia a dia. Com gasolina no tanque, aferimos 10,5 km/l em circuito urbano. Algo bem próximo do que a fabricante divulga (10,6 km/l). De acordo com a Peugeot, o 2008 é capaz de fazer 13 km/l em trajeto rodoviário. Os mais atentos devem ter reparado que os números melhoraram um bocado. Com o antigo câmbio de quatro marchas, o máximo que você conseguiria extrair de um Peugeot 2008 seria 9,4 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada, ainda com gasolina. Para as retomadas em trajeto rodoviário, basta mudar o modo de condução para sport . Desse jeito, o SUV revela caráter mais robusto para ultrapassagens seguras e uma viagem confortável, mesmo carregado. O funcionamento do novo câmbio com o motor 1.6, de 122 cv e 16,4 kgfm surpreende, como se o Peugeot 2008 tivesse sido concebido assim. Para o conjunto anterior empolgar, só com uma intensa terapia de casal. Ficamos gratos que, nesse sentido, tenham optado pelo divórcio. LEIA MAIS: Hyundai Creta é o SUV mais vendido do ano. HR-V lidera no ano Agora você sabe que sua convivência com o Peugeot 2008 AT6 será boa, pelo menos na parte mecânica. Mas o que este SUV pode integrar para o conforto e segurança de sua família? O acabamento é simples, porém, de boa qualidade. Há detalhes com cold-touch, e plásticos de boa textura que imitam material metálico no painel e nas portas. Arcondicionado digital dá um aspecto mais rebuscado ao SUV. A versão testada, no pacote mais completo Griffe, ainda integra o teto-solar panorâmico. Há também airbags laterais e de cortina, Isofix, sensores de chuva e acendimento automático dos faróis. O pacote Griffe também conta com rodas de liga leve, aro 16, diamantadas, volante com paddle shifts , colunas em preto brilhante, ponteiros brancos no cluster , airbags de cortina, três apoios de cabeça traseiros, banco bipartido, sensores de chuva e crepuscular, sensor


de estacionamento dianteiro. LEIA MAIS: Peugeot 2008: como anda o hatch com novo câmbio automático de seis marchas A central multimídia melhorou bastante, com funcionamento rápido, interface interessante e fácil de se conectar com qualquer celular. Na maioria das vezes, você utilizará a conectividade Apple CarPlay ou Google Android Auto. Por meio desse recurso, é possível reproduzir informações do seu celular na tela do 2008, incluindo Waze e Spotify. Art nouveau Divulgação Teto solar panorâmico está entre os itens de série da versão topo de linha Griffe do Peugeot 2008 Não há o que dizer sobre a posição de dirigir dos carros da Peugeot. Todos encantam o motorista, que observa o cluster por cima de um pequeno volante de base achatada. Além do conforto, o condutor terá a sensação de estar em um carro esportivo. O espaço interno permite que apenas quatro adultos e uma criança viagem com conforto. Um quinto adulto sofreria no assento do meio, tanto pela altura - prejudicada pelo teto solar panorâmico quanto amplitude para as pernas. Ao menos há cinto de três pontos para todos os passageiros. A falta de espaço também aparece no porta-malas. Com apenas 355 litros de capacidade, o Peugeot 2008 fica devendo para os campeões Hyundai Creta (431 litros) e HR-V (437 litros). Porém, continua melhor que os meros 260 litros do Jeep Renegade. LEIA MAIS: Jeep Compass Limited Diesel surpreende com bom conjunto mecânico Falando nos rivais, o SUV da Hyundai foi o destaque do último mês. De acordo com o levantamento publicado pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), o Creta vendeu 4.164 unidades em novembro, assumindo a liderança do segmento. O Honda HR-V, entretanto, fecha o ano como o utilitário esportivo compacto mais vendido de 2017. Em novembro, o SUV acumulou 4.095 emplacamentos. Um pouco abaixo dele, surge o Nissan Kicks, com 4.041. O Jeep Renegade (3.423) aparece em quarto, seguido pelo Ford EcoSport (3.217), na quinta colocação. O Peugeot 2008 surgirá apenas em oitavo, depois dos irmãos Duster e Captur (1.754 e 1.670, respectivamente). O SUV da marca francesa vendeu apenas 947 unidades no último mês. Número baixo para um carro que volta a demonstrar competência e esbanjar competitividade. Com a nova caixa automática de seis velocidades, chegou a hora de dar a atenção e o status que o Peugeot 2008 sempre quis, mas ainda não fazia por merecer. Ficha Técnica Preço: R$ 85.190 (na versão Griffe) Motor: 1.6, quatro cilindros, flex Potência: 122 cv a 5.800 rpm Torque: 16,4 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: automática, seis velocidades Suspensão: independente McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira Freios: disco ventilado na dianteira, disco sólido na traseira Pneus: 205/60 R16 Dimensões: 4,1 m (comprimento), 1,7 m (largura), 1,5 m (altura) Tanque: 55 litros Porta-malas: 355 litros Consumo: 10,6 km/l na cidade, 13,0 km/l na estrada, com gasolina 0 a 100 km/h: 10,5 Vel. Máx: 190 km/h Link deste artigo: http://carros.ig.com.br/testes/2018-02-14/peugeot-2008-at6.html Leia tudo sobre:


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Clipping Venda de veículos com 9 a 12 anos de usados cresceu 78,5% em janeiro 7455178 - PORTAL DO HOLANDA - Manaus - AM - 14/02/2018

RIO - A venda de carros semi-novos e usados teve aumento de 5,1% no mês de janeiro, em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Entre os automóveis mais procurados estão: Gol, Uno, Pálio, Fiesta e Celta respectivamente. Apesar do crescimento, o número representou um decréscimo de 14,1% em relação ao último mês de 2017, quando foram comercializados 1.332.605 veículos. Os carros mais antigos são recordes de vendas, sendo que as transferências dos veículos com nove a 12 anos de uso cresceram 78,5% e dos de quatro a oito anos, 35,7% em janeiro de 2018. Já os automotivos com até três anos, tiveram as negociações reduzidas pela metade. As regiões mais expressivas nessa tendência foram norte e centro-oeste. Segundo o presidente da Fenauto, Ilídio Gonçalves dos Santos, a busca por veículos maduros se justifica pelo fato de as pessoas estarem fugindo de dívidas, fazendo compras que possam pagar de uma única vez. Além disso, há muitos consumidores inadimplentes, os quais não têm crédito no mercado. Esse é o caso do motorista Gabriel Santos, que teve último carro roubado antes de quitar o financiamento e, por isso, não consegue outro parcelamento com o banco. — Dependo do carro para trabalhar, então estou tentando encontrar alguém que aceite um pagamento semanal, como se fosse um aluguel — conta o motorista. Já o pintor Leonardo Falbo tem dificuldades para vender seu Meriva 2007, já que a maioria dos interessados propõe um parcelamento, sem intervenção de nenhuma financeira. — Não tenho como confiar em um acordo boca a boca. Quero vender à vista para poder comprar outro carro, com até oito anos de uso. Só não compro um carro mais novo porque não tenho condições de pagar — explica Leonardo. A expectativa para 2018, de acordo com a Fenauto, é um crescimento de 6% do setor em relação ao ano anterior, já que as pessoas estão recuperando seus empregos e a confiança no estado. — A primeira paixão do consumidor é a casa própria e a segunda, é o carro. Janeiro sempre é um bom mês porque as pessoas investem o 13º salário — analisa, Ilídio. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a venda de veículos novos também cresceu no primeiro mês do ano, atingindo um percentual 22,67% maior que em janeiro de 2017. Para Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, a expectativa é que os segmentos de automóveis e comerciais leves cresçam 11,9% sobre os resultados do ano passado. http://www.portaldoholanda.com.br/economia/venda-de-veiculos-com-9-12-anos-de-usadoscresceu-785-em-janeiro Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: O Globo Estado: AM Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Peugeot 2008: novo câmbio automático de 6 marchas é tudo que o SUV precisava 7455177 - FOLHA ACADÊMICA - 14/02/2018

Divulgação/Peugeot Peugeot 2008: SUV com jeito de perua tem a boa estabilidade entre os principais destaques Há alguns meses, fizemos uma lista de cinco carros legais que não vendem bem no Brasil. Modelos como Volkswagen Golf Variant, Ford Focus Fastback e até Nissan Frontier apareceram entre as opções competentes esquecidas pelos consumidores brasileiros. E o Peugeot 2008 Griffe, agora com câmbio automático de seis marchas, poderia se encaixar perfeitamente nela. Convenhamos, a Peugeot fazia por merecer. Utilizar o antiquado câmbio automático de quatro marchas para as linhas 208 e 2008 deixava os rivais ainda mais interessantes. Agora a história é outra, e a marca francesa quer que você esqueça definitivamente que a antiga transmissão existiu. Esta, caros leitores, é a versão definitiva do Peugeot 2008 . E nós gostamos do que vimos. Senti o impacto da mudança logo ao retirar o carro no escritório da PSA-Peugeot Citroën, em São Paulo. As trocas ficaram – bem – mais suaves, com ótima relação entre as marchas. Você ainda poderá escolher entre quatro modos de condução: drive ; que prioriza a dinâmica urbana, sport ; que realiza as trocas em giros mais altos, eco ; para uma condução mais eficiente e manual ; com trocas realizadas na alavanca de câmbio. Cada um traz seu gerenciamento específico para a transmissão, interferindo no tempo das trocas. Com tantas opções, aproveitei a rara ocasião de trânsito livre na Marginal Pinheiros para experimentar os modos de condução, conferindo o comportamento dinâmico do Peugeot 2008, que mudava em cada opção de ajuste. Na maior parte do tempo a bordo do SUV da marca francesa, você utilizará o modo eco . O 2008 ficará devendo retomadas fortes, mas estará de acordo com a condução urbana do dia a dia. Com gasolina no tanque, aferimos 10,5 km/l em circuito urbano. Algo bem próximo do que a fabricante divulga (10,6 km/l). De acordo com a Peugeot, o 2008 é capaz de fazer 13 km/l em trajeto rodoviário. Os mais atentos devem ter reparado que os números melhoraram um bocado. Com o antigo câmbio de quatro marchas, o máximo que você conseguiria extrair de um Peugeot 2008 seria 9,4 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada, ainda com gasolina. Para as retomadas em trajeto rodoviário, basta mudar o modo de condução para sport . Desse jeito, o SUV revela caráter mais robusto para ultrapassagens seguras e uma viagem confortável, mesmo carregado. O funcionamento do novo câmbio com o motor 1.6, de 122 cv e 16,4 kgfm surpreende, como se o Peugeot 2008 tivesse sido concebido assim. Para o conjunto anterior empolgar, só com uma intensa terapia de casal. Ficamos gratos que, nesse sentido, tenham optado pelo divórcio. Agora você sabe que sua convivência com o Peugeot 2008 AT6 será boa, pelo menos na parte mecânica. Mas o que este SUV pode integrar para o conforto e segurança de sua família? O acabamento é simples, porém, de boa qualidade. Há detalhes com cold-touch, e plásticos de boa textura que imitam material metálico no painel e nas portas. Arcondicionado digital dá um aspecto mais rebuscado ao SUV. A versão testada, no pacote mais completo Griffe, ainda integra o teto-solar panorâmico. Há também airbags laterais e de cortina, Isofix, sensores de chuva e acendimento automático dos faróis. O pacote Griffe também conta com rodas de liga leve, aro 16, diamantadas, volante com paddle shifts , colunas em preto brilhante, ponteiros brancos no cluster , airbags de cortina, três apoios de cabeça traseiros, banco bipartido, sensores de chuva e crepuscular, sensor de estacionamento dianteiro. A central multimídia melhorou bastante, com funcionamento rápido, interface interessante e fácil de se conectar com qualquer celular. Na maioria das vezes, você utilizará a conectividade Apple CarPlay ou Google Android Auto. Por meio desse recurso, é possível reproduzir informações do seu celular na tela do 2008, incluindo Waze e Spotify. Art nouveau Divulgação Teto solar panorâmico está entre os itens de série da versão topo de linha Griffe do Peugeot 2008 Não há o que dizer sobre a posição de dirigir dos carros da Peugeot. Todos encantam o


motorista, que observa o cluster por cima de um pequeno volante de base achatada. Além do conforto, o condutor terá a sensação de estar em um carro esportivo. O espaço interno permite que apenas quatro adultos e uma criança viagem com conforto. Um quinto adulto sofreria no assento do meio, tanto pela altura – prejudicada pelo teto solar panorâmico – quanto amplitude para as pernas. Ao menos há cinto de três pontos para todos os passageiros. A falta de espaço também aparece no porta-malas. Com apenas 355 litros de capacidade, o Peugeot 2008 fica devendo para os campeões Hyundai Creta (431 litros) e HR-V (437 litros). Porém, continua melhor que os meros 260 litros do Jeep Renegade. Falando nos rivais, o SUV da Hyundai foi o destaque do último mês. De acordo com o levantamento publicado pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), o Creta vendeu 4.164 unidades em novembro, assumindo a liderança do segmento. O Honda HR-V, entretanto, fecha o ano como o utilitário esportivo compacto mais vendido de 2017. Em novembro, o SUV acumulou 4.095 emplacamentos. Um pouco abaixo dele, surge o Nissan Kicks, com 4.041. O Jeep Renegade (3.423) aparece em quarto, seguido pelo Ford EcoSport (3.217), na quinta colocação. O Peugeot 2008 surgirá apenas em oitavo, depois dos irmãos Duster e Captur (1.754 e 1.670, respectivamente). O SUV da marca francesa vendeu apenas 947 unidades no último mês. Número baixo para um carro que volta a demonstrar competência e esbanjar competitividade. Com a nova caixa automática de seis velocidades, chegou a hora de dar a atenção e o status que o Peugeot 2008 sempre quis, mas ainda não fazia por merecer. Ficha Técnica Preço: R$ 85.190 (na versão Griffe) Motor: 1.6, quatro cilindros, flex Potência: 122 cv a 5.800 rpm Torque: 16,4 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: automática, seis velocidades Suspensão: independente McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira Freios: disco ventilado na dianteira, disco sólido na traseira Pneus: 205/60 R16 Dimensões: 4,1 m (comprimento), 1,7 m (largura), 1,5 m (altura) Tanque: 55 litros Porta-malas: 355 litros Consumo: 10,6 km/l na cidade, 13,0 km/l na estrada, com gasolina 0 a 100 km/h: 10,5 Vel. Máx: 190 km/h Comentários Facebook http://www.folhaacademica.com.br/peugeot-2008-novo-cambio-automatico-de-6-marchas-etudo-que-o-suv-precisava-2/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Peugeot 2008: novo câmbio automático de 6 marchas é tudo que o SUV precisava URGENTE NEWS 7455176 - URGENTE NEWS - 14/02/2018

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reproduzir informações do seu celular na tela do 2008, incluindo Waze e Spotify. Art nouveau Não há o que dizer sobre a posição de dirigir dos carros da Peugeot. Todos encantam o motorista, que observa o cluster por cima de um pequeno volante de base achatada. Além do conforto, o condutor terá a sensação de estar em um carro esportivo. O espaço interno permite que apenas quatro adultos e uma criança viagem com conforto. Um quinto adulto sofreria no assento do meio, tanto pela altura – prejudicada pelo teto solar panorâmico – quanto amplitude para as pernas. Ao menos há cinto de três pontos para todos os passageiros. A falta de espaço também aparece no porta-malas. Com apenas 355 litros de capacidade, o Peugeot 2008 fica devendo para os campeões Hyundai Creta (431 litros) e HR-V (437 litros). Porém, continua melhor que os meros 260 litros do Jeep Renegade. LEIA MAIS: Jeep Compass Limited Diesel surpreende com bom conjunto mecânico Falando nos rivais, o SUV da Hyundai foi o destaque do último mês. De acordo com o levantamento publicado pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), o Creta vendeu 4.164 unidades em novembro, assumindo a liderança do segmento. O Honda HR-V, entretanto, fecha o ano como o utilitário esportivo compacto mais vendido de 2017. Em novembro, o SUV acumulou 4.095 emplacamentos. Um pouco abaixo dele, surge o Nissan Kicks, com 4.041. O Jeep Renegade (3.423) aparece em quarto, seguido pelo Ford EcoSport (3.217), na quinta colocação. O Peugeot 2008 surgirá apenas em oitavo, depois dos irmãos Duster e Captur (1.754 e 1.670, respectivamente). O SUV da marca francesa vendeu apenas 947 unidades no último mês. Número baixo para um carro que volta a demonstrar competência e esbanjar competitividade. Com a nova caixa automática de seis velocidades, chegou a hora de dar a atenção e o status que o Peugeot 2008 sempre quis, mas ainda não fazia por merecer. Ficha Técnica Preço: R$ 85.190 (na versão Griffe) Motor: 1.6, quatro cilindros, flex Potência: 122 cv a 5.800 rpm Torque: 16,4 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: automática, seis velocidades Suspensão: independente McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira Freios: disco ventilado na dianteira, disco sólido na traseira Pneus: 205/60 R16 Dimensões: 4,1 m (comprimento), 1,7 m (largura), 1,5 m (altura) Tanque: 55 litros Porta-malas: 355 litros Consumo: 10,6 km/l na cidade, 13,0 km/l na estrada, com gasolina 0 a 100 km/h: 10,5 Vel. Máx: 190 km/h http://www.urgentenews.com.br/2018/02/14/peugeot-2008-novo-cambio-automatico-de-6marchas-e-tudo-que-o-suv-precisava-2.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Licenciamentos de caminhões e ônibus mostram a recuperação do mercado em 2018 7455175 - UNIBUS RN - Natal - RN - 15/02/2018

O mercado de caminhões e ônibus, no Brasil, manteve os sinais de recuperação no primeiro mês do ano. É o que apontam os dados de licenciamento do Renavam apurados pela Fenabrave, que reúne os distribuidores de veículos, divulgados na quinta-feira (1/fev). Em janeiro, foram emplacados exatos 4.594 caminhões, crescimento de 56,26% ante janeiro de 2017. No mesmo período comparativo, o segmento de ônibus registrou alta de 57,71%, totalizando 1.115 unidades emplacadas. Os emplacamentos de veículos novos, por sua vez, considerando todos os segmentos automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros - somaram 269.092 unidades, com alta de 20,06% ante janeiro do ano passado. Com relação a dezembro último, o resultado foi 10,68% menor. Para Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, a expressiva alta nas vendas de janeiro, sobre igual período do ano passado, já era esperada pela entidade. "O cenário econômico, deste início de ano, é totalmente diferente do início de 2017. As expectativas renovadas em função da melhora dos índices econômicos, refletem, diretamente, na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos", observa, ressaltando que a entidade mantém as projeções otimistas para o ano de 2018. Frota & Cia http://www.unibusrn.com/2018/02/licenciamentos-de-caminhoes-e-onibus.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: UNIBUS RN Estado: RN Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Vendas de carros baratos têm nova alta - Rádio Notícia Maranhão 7455174 - RÁDIO NOTÍCIA MARANHÃO - 14/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. Notícia anterior Brasil dobra controle sobre imigrantes Próxima Notícia TSE libera autofinanciamento na eleição Leia também Ante Próx http://radionoticiamaranhao.com.br/vendas-de-carros-baratos-tem-nova-alta/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Peugeot 2008: novo câmbio automático de 6 marchas é tudo que o SUV precisava - Lapada Lapada 7455173 - LAPADA LAPADA - 14/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet Há alguns meses, fizemos uma lista de cinco carros legais que não vendem bem no Brasil. Modelos como Volkswagen Golf Variant, Ford Focus Fastback e até Nissan Frontier apareceram entre as opções competentes esquecidas pelos consumidores brasileiros. E o Peugeot 2008 Griffe, agora com câmbio automático de seis marchas, poderia se encaixar perfeitamente nela. LEIA MAIS: Cinco carros legais que vendem pouco no Brasil Convenhamos, a Peugeot fazia por merecer. Utilizar o antiquado câmbio automático de quatro marchas para as linhas 208 e 2008 deixava os rivais ainda mais interessantes. Agora a história é outra, e a marca francesa quer que você esqueça definitivamente que a antiga transmissão existiu. Esta, caros leitores, é a versão definitiva do Peugeot 2008 . E nós gostamos do que vimos. Senti o impacto da mudança logo ao retirar o carro no escritório da PSA-Peugeot Citroën, em São Paulo. As trocas ficaram – bem – mais suaves, com ótima relação entre as marchas. Você ainda poderá escolher entre quatro modos de condução: drive ; que prioriza a dinâmica urbana, sport ; que realiza as trocas em giros mais altos, eco ; para uma condução mais eficiente e manual ; com trocas realizadas na alavanca de câmbio. Cada um traz seu gerenciamento específico para a transmissão, interferindo no tempo das trocas. Com tantas opções, aproveitei a rara ocasião de trânsito livre na Marginal Pinheiros para experimentar os modos de condução, conferindo o comportamento dinâmico do Peugeot 2008, que mudava em cada opção de ajuste. Na maior parte do tempo a bordo do SUV da marca francesa, você utilizará o modo eco . O 2008 ficará devendo retomadas fortes, mas estará de acordo com a condução urbana do dia a dia. Com gasolina no tanque, aferimos 10,5 km/l em circuito urbano. Algo bem próximo do que a fabricante divulga (10,6 km/l). De acordo com a Peugeot, o 2008 é capaz de fazer 13 km/l em trajeto rodoviário. Os mais atentos devem ter reparado que os números melhoraram um bocado. Com o antigo câmbio de quatro marchas, o máximo que você conseguiria extrair de um Peugeot 2008 seria 9,4 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada, ainda com gasolina. Para as retomadas em trajeto rodoviário, basta mudar o modo de condução para sport . Desse jeito, o SUV revela caráter mais robusto para ultrapassagens seguras e uma viagem confortável, mesmo carregado. O funcionamento do novo câmbio com o motor 1.6, de 122 cv e 16,4 kgfm surpreende, como se o Peugeot 2008 tivesse sido concebido assim. Para o conjunto anterior empolgar, só com uma intensa terapia de casal. Ficamos gratos que, nesse sentido, tenham optado pelo divórcio. LEIA MAIS: Hyundai Creta é o SUV mais vendido do ano. HR-V lidera no ano Agora você sabe que sua convivência com o Peugeot 2008 AT6 será boa, pelo menos na parte mecânica. Mas o que este SUV pode integrar para o conforto e segurança de sua família? O acabamento é simples, porém, de boa qualidade. Há detalhes com cold-touch, e plásticos de boa textura que imitam material metálico no painel e nas portas. Arcondicionado digital dá um aspecto mais rebuscado ao SUV. A versão testada, no pacote mais completo Griffe, ainda integra o teto-solar panorâmico. Há também airbags laterais e de cortina, Isofix, sensores de chuva e acendimento automático dos faróis. O pacote Griffe também conta com rodas de liga leve, aro 16, diamantadas, volante com paddle shifts , colunas em preto brilhante, ponteiros brancos no cluster , airbags de cortina, três apoios de cabeça traseiros, banco bipartido, sensores de chuva e crepuscular, sensor de estacionamento dianteiro. LEIA MAIS: Peugeot 2008: como anda o hatch com novo câmbio automático de seis marchas A central multimídia melhorou bastante, com funcionamento rápido, interface interessante e fácil de se conectar com qualquer celular. Na maioria das vezes, você utilizará a conectividade Apple CarPlay ou Google Android Auto. Por meio desse recurso, é possível


reproduzir informações do seu celular na tela do 2008, incluindo Waze e Spotify. Art nouveau Não há o que dizer sobre a posição de dirigir dos carros da Peugeot. Todos encantam o motorista, que observa o cluster por cima de um pequeno volante de base achatada. Além do conforto, o condutor terá a sensação de estar em um carro esportivo. O espaço interno permite que apenas quatro adultos e uma criança viagem com conforto. Um quinto adulto sofreria no assento do meio, tanto pela altura – prejudicada pelo teto solar panorâmico – quanto amplitude para as pernas. Ao menos há cinto de três pontos para todos os passageiros. A falta de espaço também aparece no porta-malas. Com apenas 355 litros de capacidade, o Peugeot 2008 fica devendo para os campeões Hyundai Creta (431 litros) e HR-V (437 litros). Porém, continua melhor que os meros 260 litros do Jeep Renegade. LEIA MAIS: Jeep Compass Limited Diesel surpreende com bom conjunto mecânico Falando nos rivais, o SUV da Hyundai foi o destaque do último mês. De acordo com o levantamento publicado pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), o Creta vendeu 4.164 unidades em novembro, assumindo a liderança do segmento. O Honda HR-V, entretanto, fecha o ano como o utilitário esportivo compacto mais vendido de 2017. Em novembro, o SUV acumulou 4.095 emplacamentos. Um pouco abaixo dele, surge o Nissan Kicks, com 4.041. O Jeep Renegade (3.423) aparece em quarto, seguido pelo Ford EcoSport (3.217), na quinta colocação. O Peugeot 2008 surgirá apenas em oitavo, depois dos irmãos Duster e Captur (1.754 e 1.670, respectivamente). O SUV da marca francesa vendeu apenas 947 unidades no último mês. Número baixo para um carro que volta a demonstrar competência e esbanjar competitividade. Com a nova caixa automática de seis velocidades, chegou a hora de dar a atenção e o status que o Peugeot 2008 sempre quis, mas ainda não fazia por merecer. Ficha Técnica Preço: R$ 85.190 (na versão Griffe) Motor: 1.6, quatro cilindros, flex Potência: 122 cv a 5.800 rpm Torque: 16,4 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: automática, seis velocidades Suspensão: independente McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira Freios: disco ventilado na dianteira, disco sólido na traseira Pneus: 205/60 R16 Dimensões: 4,1 m (comprimento), 1,7 m (largura), 1,5 m (altura) Tanque: 55 litros Porta-malas: 355 litros Consumo: 10,6 km/l na cidade, 13,0 km/l na estrada, com gasolina 0 a 100 km/h: 10,5 Vel. Máx: 190 km/h http://lapadalapada.com.br/2018/02/14/peugeot-2008-novo-cambio-automatico-de-6marchas-e-tudo-que-o-suv-precisava-2.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Peugeot 2008: novo câmbio automático de 6 marchas é tudo que o SUV precisava 7455172 - CARNOW - 14/02/2018

Caue Lira Abandonar a antiquada caixa automática de quatro marchas mostrou a melhor face do SUV com jeito de perua. Saiba detalhes na avaliação Peugeot 2008: SUV com jeito de perua tem a boa estabilidade entre os principais destaques Foto: Divulgação/Peugeot Há alguns meses, fizemos uma lista de cinco carros legais que não vendem bem no Brasil. Modelos como Volkswagen Golf Variant, Ford Focus Fastback e até Nissan Frontier apareceram entre as opções competentes esquecidas pelos consumidores brasileiros. E o Peugeot 2008 Griffe, agora com câmbio automático de seis marchas, poderia se encaixar perfeitamente nela. LEIA MAIS: Cinco carros legais que vendem pouco no Brasil Convenhamos, a Peugeot fazia por merecer. Utilizar o antiquado câmbio automático de quatro marchas para as linhas 208 e 2008 deixava os rivais ainda mais interessantes. Agora a história é outra, e a marca francesa quer que você esqueça definitivamente que a antiga transmissão existiu. Esta, caros leitores, é a versão definitiva do Peugeot 2008. E nós gostamos do que vimos. Senti o impacto da mudança logo ao retirar o carro no escritório da PSA-Peugeot Citroën, em São Paulo. As trocas ficaram - bem - mais suaves, com ótima relação entre as marchas. Você ainda poderá escolher entre quatro modos de condução: drive; que prioriza a dinâmica urbana, sport; que realiza as trocas em giros mais altos, eco; para uma condução mais eficiente e manual; com trocas realizadas na alavanca de câmbio. Cada um traz seu gerenciamento específico para a transmissão, interferindo no tempo das trocas. Peugeot 2008 Foto: Divulgação Peugeot 2008 Foto: Divulgação Peugeot 2008 Foto: Divulgação Peugeot 2008 Foto: Divulgação Peugeot 2008 Foto: Divulgação Peugeot 2008 Foto: Divulgação Com tantas opções, aproveitei a rara ocasião de trânsito livre na Marginal Pinheiros para experimentar os modos de condução, conferindo o comportamento dinâmico do Peugeot 2008, que mudava em cada opção de ajuste. Na maior parte do tempo a bordo do SUV da marca francesa, você utilizará o modo eco. O 2008 ficará devendo retomadas fortes, mas estará de acordo com a condução urbana do dia a dia. Com gasolina no tanque, aferimos 10,5 km/l em circuito urbano. Algo bem próximo do que a fabricante divulga (10,6 km/l). De acordo com a Peugeot, o 2008 é capaz de fazer 13 km/l em trajeto rodoviário. Os mais atentos devem ter reparado que os números melhoraram um bocado. Com o antigo câmbio de quatro marchas, o máximo que você conseguiria extrair de um Peugeot 2008 seria 9,4 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada, ainda com gasolina. Para as retomadas em trajeto rodoviário, basta mudar o modo de condução para sport. Desse jeito, o SUV revela caráter mais robusto para ultrapassagens seguras e uma viagem confortável, mesmo


carregado. O funcionamento do novo câmbio com o motor 1.6, de 122 cv e 16,4 kgfm surpreende, como se o Peugeot 2008 tivesse sido concebido assim. Para o conjunto anterior empolgar, só com uma intensa terapia de casal. Ficamos gratos que, nesse sentido, tenham optado pelo divórcio. LEIA MAIS: Hyundai Creta é o SUV mais vendido do ano. HR-V lidera no ano Agora você sabe que sua convivência com o Peugeot 2008 AT6 será boa, pelo menos na parte mecânica. Mas o que este SUV pode integrar para o conforto e segurança de sua família? O acabamento é simples, porém, de boa qualidade. Há detalhes com cold-touch, e plásticos de boa textura que imitam material metálico no painel e nas portas. Arcondicionado digital dá um aspecto mais rebuscado ao SUV. A versão testada, no pacote mais completo Griffe, ainda integra o teto-solar panorâmico. Há também airbags laterais e de cortina, Isofix, sensores de chuva e acendimento automático dos faróis. O pacote Griffe também conta com rodas de liga leve, aro 16, diamantadas, volante com paddle shifts, colunas em preto brilhante, ponteiros brancos no cluster, airbags de cortina, três apoios de cabeça traseiros, banco bipartido, sensores de chuva e crepuscular, sensor de estacionamento dianteiro. LEIA MAIS: Peugeot 2008: como anda o hatch com novo câmbio automático de seis marchas A central multimídia melhorou bastante, com funcionamento rápido, interface interessante e fácil de se conectar com qualquer celular. Na maioria das vezes, você utilizará a conectividade Apple CarPlay ou Google Android Auto. Por meio desse recurso, é possível reproduzir informações do seu celular na tela do 2008, incluindo Waze e Spotify. Art nouveau Teto solar panorâmico está entre os itens de série da versão topo de linha Griffe do Peugeot 2008 Foto: Divulgação Não há o que dizer sobre a posição de dirigir dos carros da Peugeot. Todos encantam o motorista, que observa o cluster por cima de um pequeno volante de base achatada. Além do conforto, o condutor terá a sensação de estar em um carro esportivo. O espaço interno permite que apenas quatro adultos e uma criança viagem com conforto. Um quinto adulto sofreria no assento do meio, tanto pela altura - prejudicada pelo teto solar panorâmico quanto amplitude para as pernas. Ao menos há cinto de três pontos para todos os passageiros. A falta de espaço também aparece no porta-malas. Com apenas 355 litros de capacidade, o Peugeot 2008 fica devendo para os campeões Hyundai Creta (431 litros) e HR-V (437 litros). Porém, continua melhor que os meros 260 litros do Jeep Renegade. LEIA MAIS: Jeep Compass Limited Diesel surpreende com bom conjunto mecânico Falando nos rivais, o SUV da Hyundai foi o destaque do último mês. De acordo com o levantamento publicado pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), o Creta vendeu 4.164 unidades em novembro, assumindo a liderança do segmento. O Honda HR-V, entretanto, fecha o ano como o utilitário esportivo compacto mais vendido de 2017. Em novembro, o SUV acumulou 4.095 emplacamentos. Um pouco abaixo dele, surge o Nissan Kicks, com 4.041. O Jeep Renegade (3.423) aparece em quarto, seguido pelo Ford EcoSport (3.217), na quinta colocação. O Peugeot 2008 surgirá apenas em oitavo, depois dos irmãos Duster e Captur (1.754 e 1.670, respectivamente). O SUV da marca francesa vendeu apenas 947 unidades no último mês. Número baixo para um carro que volta a demonstrar competência e esbanjar competitividade. Com a nova caixa automática de seis velocidades, chegou a hora de dar a atenção e o status que o Peugeot 2008 sempre quis, mas ainda não fazia por merecer. Ficha Técnica Preço: R$ 85.190 (na versão Griffe) Motor: 1.6, quatro cilindros, flex Potência: 122 cv a 5.800 rpm Torque: 16,4 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: automática, seis velocidades


Suspensão: independente McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira Freios: disco ventilado na dianteira, disco sólido na traseira Pneus: 205/60 R16 Dimensões: 4,1 m (comprimento), 1,7 m (largura), 1,5 m (altura) Tanque: 55 litros Porta-malas: 355 litros Consumo: 10,6 km/l na cidade, 13,0 km/l na estrada, com gasolina 0 a 100 km/h: 10,5 Vel. Máx: 190 km/h Leia Mais. carnow View all posts by ? http://www.carnow.com.br/2018/02/14/peugeot-2008-novo-cambio-automatico-de-6-marchase-tudo-que-o-suv-precisava/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: carnow Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, vendas de carros mais baratos voltam a crescer 7455170 - DIÁRIO INDÚSTRIA & COMÉRCIO - Curitiba - PR - 15/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. A recuperação é importante para o setor automotivo. http://www.diarioinduscom.com/apos-quatro-anos-vendas-de-carros-mais-baratos-voltam-acrescer/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: PR Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Venda de automóvel popular é retomada 7455169 - CANAL ITACOATIARA - Itacoatiara - AM - 15/02/2018

Compartilhar no Facebook Tweet no Twitter Manaus – A recuperação do mercado de automóveis deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, tipo SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, CEO da consultoria MA8. http://d24am.com/economia/venda-de-automovel-popular-e-retomada/ Outras notícias Manaus – Um dos mais apaixonantes esportes do país, o Vôlei, foi protagonista do Ginásio Poliesportivo do Amazonas (antigo Amadeu Teixeira) ao celebrar a... http://canalitacoatiara.com.br/venda-de-automovel-popular-e-retomada/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: AM Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Eleição é risco para venda de carros mais baratos, dizem analistas 7455168 - INFOMET - São Paulo - SP - 15/02/2018

Para Orlando Merluzzi, da consultoria MA8, está chegando o momento em que os brasileiros que compraram carro em 2011 e 2012, período em que, estimuladas por uma oferta de crédito mais fartas, as vendas bateram recorde, vão começar a trocá-los por modelos mais novos. À época, o consumo foi aquecido por taxas de juros mais baixas e incentivos fiscais concedidos pelo governo. Os anos seguintes, no entanto, foram marcados pelo aumento da inadimplência, por parte daqueles que não conseguiram quitar seus financiamentos, e, mais recentemente, pelo aumento do desemprego. Segundo dados do Banco Central, essa “farra” do crédito, especialmente em 2010 e 2011, deixou um rombo de R$ 22,8 bilhões para as instituições financeiras. Tais condições levaram os bancos a serem mais rigorosos na hora de aprovar o crédito. Indústria automobilística Agora, o crédito começa lentamente a ser liberado novamente. Segundo a Fenabrave, o nível de aprovação dos bancos, que durante a crise era de três a cada 10 pedidos, subiu para quatro a cada 10 pedidos no fim do ano passado. O que ameaça essa melhora, segundo os analistas, é o risco político. As eleições que se aproximam estão no radar dos bancos e dos próprios consumidores. “Os candidatos a presidente que temos ou vão levar o Brasil para a realidade, com o corte de gastos, ou para o contrário, que é o populismo. Como o carro mais barato é bastante financiado, e o prazo de financiamento costuma ser de quatro anos, que é justamente o período de um mandato, os financiamentos podem ser travados caso não haja muita clareza do que vem por aí”, disse Arnaldo Brazil, diretor da consultoria Sell-Out 3. Tanto Merluzzi quanto Brazil esperam que o mercado em 2018 cresça em ritmo similar ao da projeção oficial das principais entidades do setor. A Anfavea, que representa as montadoras, fala em avanço de 11,7%, e a Fenabrave, das concessionárias, aposta em uma taxa de 11,8%. E a venda de automóveis mais baratos, segundo os analistas, deve seguir a mesma tendência. Em 2017, os segmentos de carros de entrada e hatchs pequenos representam cerca de 50% de todos os automóveis vendidos para pessoa física. http://www.infomet.com.br/site/noticias-mobile-ler.php?org=&rs=&cod=124367 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Após quatro anos, venda de carros mais baratos volta a crescer 7455167 - INFOMET - São Paulo - SP - 15/02/2018

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. Os dois segmentos mais baratos do mercado são os chamados carros de entrada (como o Gol, da Volkswagen, e o Ka, da Ford) e os hatches pequenos (como o Onix, da Chevrolet, e o Argo, da Fiat). A soma de todos os veículos que se enquadram nesses dois grupos voltou a crescer em meados do ano passado, ainda que de forma oscilante. O desempenho melhor na segunda metade de 2017 foi capaz de compensar a queda que ainda se via no primeiro semestre, e levou os dois segmentos a um crescimento de 3,1% em todo o ano, com o emplacamento de 564 mil unidades, em cálculo que só considera as vendas para consumidores pessoa física, segundo dados da Fenabrave, federação que representas as concessionárias de veículos. A venda de carros mais baratos estava em queda desde 2013. Essa recuperação é importante para o setor automotivo porque esse é um segmento que movimenta maiores volumes, e acabou sendo mais afetado pela crise econômica, que provocou desemprego e uma retração do crédito. A expansão dos carros mais baratos no ano passado, no entanto, ainda foi menor do que a do mercado como um todo, que teve aumento de 9,2%. Isso ocorreu porque foram os consumidores mais ricos, que compram os carros mais caros, que deram a maior contribuição ao setor. Não é a toa que a venda de veículos utilitários esportivos, conhecidos como SUVs, na sigla em inglês, foi a que mais cresceu em 2017 ante 2016, a uma taxa de 36%, o que levou o segmento a aumentar sua participação no mercado de 18% para 22%. Para 2018, analistas do setor esperam que o segmento de carros mais baratos cresça mais do que em 2017 e passe a ter um desempenho mais próximo do mercado total. Eles apostam nisso porque acreditam que os dois indicadores que mais influenciam o consumo dos mais pobres, o emprego e o crédito, vão continuar melhorando este ano. “A demanda existe, estamos vendo que o mercado está voltando, principalmente por causa de taxas de juros menores. Além disso, há um aumento da confiança do consumidor, decorrente do aumento da melhora do mercado de trabalho”, disse Orlando Merluzzi, presidente da consultoria MA8, especializada no setor automotivo. Para lembrar Entre os anos de 2010 e 2011 ocorreu a chamada ‘festa do crédito fácil’. Seguindo a orientação da política econômica da época, de aumento do consumo em geral, as instituições financeiras ofereciam financiamentos sem entrada e parcelas em até 100 meses para a compra de veículos. Muitos consumidores tiveram acesso ao carro zero pela primeira vez, e as vendas totais de veículos passaram de 3 milhões de unidades ao ano. O resultado, segundo dados recentemente divulgados pelo Banco Central, foi de inadimplência recorde por parte dos consumidores e, para os bancos, problemas para receber R$ 38,1 bilhões liberados, muitas vezes, com poucos critérios relativos à capacidade de pagamento dos tomadores de crédito. Os bancos já desistiram de cobrar R$ 22,8 bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas ainda trabalham para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados na época. Desde então, os bancos passaram a ser mais criteriosos nos financiamentos ao setor. http://www.infomet.com.br/site/noticias-mobile-ler.php?org=&rs=&cod=124363 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: SP Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Peugeot 2008: novo câmbio automático de 6 marchas é tudo que o SUV precisava 7455166 - FOLHA ACADÊMICA - 15/02/2018

Divulgação/Peugeot Peugeot 2008: SUV com jeito de perua tem a boa estabilidade entre os principais destaques Há alguns meses, fizemos uma lista de cinco carros legais que não vendem bem no Brasil. Modelos como Volkswagen Golf Variant, Ford Focus Fastback e até Nissan Frontier apareceram entre as opções competentes esquecidas pelos consumidores brasileiros. E o Peugeot 2008 Griffe, agora com câmbio automático de seis marchas, poderia se encaixar perfeitamente nela. Convenhamos, a Peugeot fazia por merecer. Utilizar o antiquado câmbio automático de quatro marchas para as linhas 208 e 2008 deixava os rivais ainda mais interessantes. Agora a história é outra, e a marca francesa quer que você esqueça definitivamente que a antiga transmissão existiu. Esta, caros leitores, é a versão definitiva do Peugeot 2008 . E nós gostamos do que vimos. Senti o impacto da mudança logo ao retirar o carro no escritório da PSA-Peugeot Citroën, em São Paulo. As trocas ficaram – bem – mais suaves, com ótima relação entre as marchas. Você ainda poderá escolher entre quatro modos de condução: drive ; que prioriza a dinâmica urbana, sport ; que realiza as trocas em giros mais altos, eco ; para uma condução mais eficiente e manual ; com trocas realizadas na alavanca de câmbio. Cada um traz seu gerenciamento específico para a transmissão, interferindo no tempo das trocas. Com tantas opções, aproveitei a rara ocasião de trânsito livre na Marginal Pinheiros para experimentar os modos de condução, conferindo o comportamento dinâmico do Peugeot 2008, que mudava em cada opção de ajuste. Na maior parte do tempo a bordo do SUV da marca francesa, você utilizará o modo eco . O 2008 ficará devendo retomadas fortes, mas estará de acordo com a condução urbana do dia a dia. Com gasolina no tanque, aferimos 10,5 km/l em circuito urbano. Algo bem próximo do que a fabricante divulga (10,6 km/l). De acordo com a Peugeot, o 2008 é capaz de fazer 13 km/l em trajeto rodoviário. Os mais atentos devem ter reparado que os números melhoraram um bocado. Com o antigo câmbio de quatro marchas, o máximo que você conseguiria extrair de um Peugeot 2008 seria 9,4 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada, ainda com gasolina. Para as retomadas em trajeto rodoviário, basta mudar o modo de condução para sport . Desse jeito, o SUV revela caráter mais robusto para ultrapassagens seguras e uma viagem confortável, mesmo carregado. O funcionamento do novo câmbio com o motor 1.6, de 122 cv e 16,4 kgfm surpreende, como se o Peugeot 2008 tivesse sido concebido assim. Para o conjunto anterior empolgar, só com uma intensa terapia de casal. Ficamos gratos que, nesse sentido, tenham optado pelo divórcio. Agora você sabe que sua convivência com o Peugeot 2008 AT6 será boa, pelo menos na parte mecânica. Mas o que este SUV pode integrar para o conforto e segurança de sua família? O acabamento é simples, porém, de boa qualidade. Há detalhes com cold-touch, e plásticos de boa textura que imitam material metálico no painel e nas portas. Arcondicionado digital dá um aspecto mais rebuscado ao SUV. A versão testada, no pacote mais completo Griffe, ainda integra o teto-solar panorâmico. Há também airbags laterais e de cortina, Isofix, sensores de chuva e acendimento automático dos faróis. O pacote Griffe também conta com rodas de liga leve, aro 16, diamantadas, volante com paddle shifts , colunas em preto brilhante, ponteiros brancos no cluster , airbags de cortina, três apoios de cabeça traseiros, banco bipartido, sensores de chuva e crepuscular, sensor de estacionamento dianteiro. A central multimídia melhorou bastante, com funcionamento rápido, interface interessante e fácil de se conectar com qualquer celular. Na maioria das vezes, você utilizará a conectividade Apple CarPlay ou Google Android Auto. Por meio desse recurso, é possível reproduzir informações do seu celular na tela do 2008, incluindo Waze e Spotify. Art nouveau Divulgação Teto solar panorâmico está entre os itens de série da versão topo de linha Griffe do Peugeot 2008 Não há o que dizer sobre a posição de dirigir dos carros da Peugeot. Todos encantam o


motorista, que observa o cluster por cima de um pequeno volante de base achatada. Além do conforto, o condutor terá a sensação de estar em um carro esportivo. O espaço interno permite que apenas quatro adultos e uma criança viagem com conforto. Um quinto adulto sofreria no assento do meio, tanto pela altura – prejudicada pelo teto solar panorâmico – quanto amplitude para as pernas. Ao menos há cinto de três pontos para todos os passageiros. A falta de espaço também aparece no porta-malas. Com apenas 355 litros de capacidade, o Peugeot 2008 fica devendo para os campeões Hyundai Creta (431 litros) e HR-V (437 litros). Porém, continua melhor que os meros 260 litros do Jeep Renegade. Falando nos rivais, o SUV da Hyundai foi o destaque do último mês. De acordo com o levantamento publicado pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), o Creta vendeu 4.164 unidades em novembro, assumindo a liderança do segmento. O Honda HR-V, entretanto, fecha o ano como o utilitário esportivo compacto mais vendido de 2017. Em novembro, o SUV acumulou 4.095 emplacamentos. Um pouco abaixo dele, surge o Nissan Kicks, com 4.041. O Jeep Renegade (3.423) aparece em quarto, seguido pelo Ford EcoSport (3.217), na quinta colocação. O Peugeot 2008 surgirá apenas em oitavo, depois dos irmãos Duster e Captur (1.754 e 1.670, respectivamente). O SUV da marca francesa vendeu apenas 947 unidades no último mês. Número baixo para um carro que volta a demonstrar competência e esbanjar competitividade. Com a nova caixa automática de seis velocidades, chegou a hora de dar a atenção e o status que o Peugeot 2008 sempre quis, mas ainda não fazia por merecer. Ficha Técnica Preço: R$ 85.190 (na versão Griffe) Motor: 1.6, quatro cilindros, flex Potência: 122 cv a 5.800 rpm Torque: 16,4 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: automática, seis velocidades Suspensão: independente McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira Freios: disco ventilado na dianteira, disco sólido na traseira Pneus: 205/60 R16 Dimensões: 4,1 m (comprimento), 1,7 m (largura), 1,5 m (altura) Tanque: 55 litros Porta-malas: 355 litros Consumo: 10,6 km/l na cidade, 13,0 km/l na estrada, com gasolina 0 a 100 km/h: 10,5 Vel. Máx: 190 km/h Comentários Facebook http://www.folhaacademica.com.br/peugeot-2008-novo-cambio-automatico-de-6-marchas-etudo-que-o-suv-precisava-3/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Ranking: R 1200 GS lidera vendas em janeiro 7455163 - MOTO.COM.BR - 15/02/2018

De acordo com os números divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) em relação às motocicletas vendidas no segmento bigtrail, não há novidades no topo: assim como em dezembro, a BMW R 1200 GS segue liderando em unidades comercializadas. Quer vender sua moto? Anuncie no MOTO.com.br! Em janeiro, a R 1200 GS ultrapassou os 25% de participação nas vendas do segmento, seguida de perto pela Triumph Tiger, que alcançou pouco mais de 20% do mercado. O top-5 ainda tem mais uma motocicleta da fabricante alemã – a F 800 GS – além de Yamaha XT 660 e Suzuki V-Strom 650. Confira a tabela com as dez motos mais vendidas no segmento bigtrail em janeiro de 2018: RANKING MODELOS Bigtrail Posição Modelo dez17 jan/18 Acumulado Participação 1º BMW/R1200 284 188 188 25,82% 2º TRIUMPH/TIGER 158 149 149 20,47% 3º BMW/F800 GS 127 76 76 10,44% 4º YAMAHA/XT 660


68 65 65 8,93% 5º SUZUKI/VSTROM650 46 48 48 6,59% 6º HONDA/CRF 1000L 45 42 42 5,77% 7º TRIUMPH/TIGER XRX 57 40 40 5,49% 8º SUZUKI/VSTROM1000 27 20 20 2,75% 9º DUCATI/MTS 1200 24 19 19 2,61% 10º KAWASAKI/VERSYS 12 18


18 2,47% TOTAL 953 728 728 100% Fonte: Equipe MOTO.com.br https://www.moto.com.br/acontece/conteudo/ranking-r-1200-gs-lidera-vendas-em-janeiro126359.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Mais vendidos - Ka e Polo em briga acirrada pelo pódio na parcial de fevereiro 7455162 - ASSOBRAV - 15/02/2018

Por: Thiago Parísio, Analista de Mercado A briga pelo terceiro lugar entre os automóveis promete fortes emoções até o fim do mês. Considerando a menor quantidade de dias úteis de fevereiro 28, a parcial deste mês até dia 14 trouxe o Ford Ka e o VW Polo separados por apenas 5 unidades 2.152 x 2.147. Novamente vendendo mais do que os dois adversários mais próximos, o VW Onix 5.804 emplacou quase 2,8 mil unidades a mais do que o Hyundai HB20 3.039. O VW Gol, com 1.658 unidades, repetiu a quinta posição da parcial de janeiro. Se a disputa pelo pódio está acirrada, o mesmo se pode dizer da briga pelo sexto lugar. Chevrolet Prisma 1.536, Fiat Argo 1.536 e Fiat Mobi 1.524 fecharam a metade do mês separados por apenas 8 unidades. Reagindo em relação aos últimos meses, o Honda HRV 1.487 foi o líder entre os SUVs/crossovers. Em queda após o fim da versão PCD, o Toyota Corolla 1.464 completou o top 10 sob ameaça do Jeep Compass 1.420. Nissan Kicks 1.279 e Hyundai Creta 1.257, por sua vez, travam uma batalha dura pela segunda posição entre os SUVs/crossovers compactos. Iniciando uma tímida reação após os problemas com recalls, o Renault Kwid 1.035 foi o 17º, mas ainda distante do rival Mobi. POS. MODELO PARC. FEV. 18 1º CHEVROLET ONIX 5.804 2º HYUNDAI HB20 3.039 3º FORD KA 2.152 4º VW POLO 2.147 5º VW GOL 1.658 6º CHEVROLET PRISMA 1.536 7º FIAT ARGO


1.536 8º FIAT MOBI 1.524 9º HONDA HR-V 1.487 10º TOYOTA COROLLA 1.464 11º JEEP COMPASS 1.420 12º NISSAN KICKS 1.279 13º HYUNDAI CRETA 1.257 14º VW FOX 1.162 15º TOYOTA ETIOS HATCH 1.153 16º HONDA FIT 1.080 17º RENAULT KWID 1.035 18º TOYOTA ETIOS SEDAN 963 19º HYUNDAI HB20S 920 20º


JEEP RENEGADE 861 COMERCIAIS LEVES A Fiat manteve as duas primeiras posições entre os comerciais leves, mas se a Strada 1.849 na ponta mantém-se bastante confortável, a Toro sofre ameaça concreta da VW Saveiro 1.198 x 1.113. E a briga pode ficar ainda mais acirrada até o fim do mês, já que a Chevrolet S10 1.014 vem próxima das duas. Mesmo vendendo menos da metade da Toyota Hilux 939, a VW Amarok surgiu à frente da Ford Ranger 347 pela primeira vez em muito tempo – entre as duas, veio a Chevrolet Montana 427. O destaque negativo foi a Renault Duster Oroch 279, que caminha para o seu pior resultado desde o lançamento. POS. MODELO PARC. FEV. 18 1º FIAT STRADA 1.849 2º FIAT TORO 1.198 3º VW SAVEIRO 1.113 4º CHEVROLET S10 1.014 5º TOYOTA HILUX 939 6º VW AMAROK 444 7º CHEVROLET MONTANA 427 8º FORD RANGER 347 9º FIAT FIORINO 281


10º RENAULT DUSTER OROCH 279 Fonte: Fenabrave Fotos: Divulgação e Arquivo CARPLACE / Motor1.com Fonte: UOL Carros / Motor1.com Esta notícia foi marcada em Mercado Automotivo Veja também as últimas notícias Mais vendidos - Ka e Polo em briga acirrada pelo pódio na parcial de fevereiro Honda City reestilizado chega as lojas neste mês com ar de carro novo Carros mais eficientes devem reduzir em R$ 2 bi gastos com combustível VW Touareg 2019 ficará mais longo, mais alto, mais largo e com 7 lugares Novo Hyundai Santa Fe não foi lançado nem na Coreia, mas já roda no Brasil http://www.assobrav.com.br/ler_noticias.asp?id=41856 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Autor: Redação Estado: Disponibilização: 15/02/2018 Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno:

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Clipping Fenabrave 15.02.2018  

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