Page 1

N° 12

REVIEWS, RETRO REVIEWS, OLD SCHOOL E MAIS

E3 CANCELADA: O QUE PODE VIR NO FUTURO


ÍNDICE EDITORIAL

Mais um mês, mais um Revista. Muita gente me pergunta o motivo de eu continuar fazendo essa Revista, pois “o povo hoje me dia não lê muito, poucas pessoas vão acompanhar” e tal. A resposta é bem simples: É a realização de um sonho de um cara que passou praticamente a vida toda cercado por Revistas de Games (Ação Games, SuperGamePower, Gamers e tantas outras). E enquanto eu tiver prazer em continuar escrevendo sobre o que eu amo, ela vai continuar existindo. E muito me anima com várias pessoas e amigos me incentivando e ajudando a ir aprendendo e me divertindo enquanto faço todas as edições. Pessoas que nao precisavam, mas me ajudam com várias dicas, com divulgação, com incentivo e graças a eles, eu sigo firme e forte. Agradeço de coração a vocês, Jarrão, Carvalho, Lucas, Ygor Freire Fabio Santana, Renato Almeida e ao Marcelo Tavares por mais essa edição !! Luciano

- SUSSUWORLD RESPONDE .............................................. PÁG. 03 - INTERNATIONAL SUPERSTAR SOCCER 98 (N64) ... PÁG. 04 - POKÉMON LET´S GO EVEE & PIKACHU (GBA) ........... PÁG. 06 - MASTER SYSTEM: O CONSOLE DA MINHA VIDA ...... PÁG. 08 - REVIEW DO LEITOR ............................................................ PÁG. 09 - YAKUZA ZERO........................................................................ PÁG. 12 - THE DIVISION 2 WARLORDS OF NEW YORK.............. PÁG. 14 - RESIDENT EVIL 3 DEMO..................................................... PÁG. 16 - E3 CANCELADA: O QUE PODE VIR NO FUTURO.......... PÁG. 17 - PREDATOR HUNTING GROUNDS.................................... PÁG. 19 - PARASITE EVE ESPECIAL - 22 ANOS............................. PÁG. 21 - FESTIVAL RETROGAMES BRASIL................................... PÁG. 23 ENVIEM SEUS REVIEWS PARA REVISTA.SUSSUWORLD@GMAIL.COM


SUSSUWORLD RESPONDE Alguém sabe se tem como desligar esse rádio ?? Não aguento mais esse povo falando no meu ouvido o tempo todo... Solid Snake - Alasca SW: Posso te dar duas opções: 1 - Tirar o fone da orelha. 2 - Se isso não for possível, você pode tentar fazer uma coisa que pode funcionar: QUIETOS. PRECISO ME CONCENTRAR NA MISSÃO !! Nunca falha. Abraços

E aí pessoal da Sussuworld. Tenho uma pergunta importante: VOCÊS VIRAM O MEU FILME ?? O QUE ACHARAM ?? Aquele abraço !! Sonic - Green Hill SW: Olha Sonic, vou ser muito sincero: Quando você estava com aquela cara de Lobo Viralatas, eu me preocupei. Mas depois que isso foi resolvido, posso te dizer que sim, Adorei. Que venha mais um. Abraços

Então vocês tem alguma dica para eu me tornar um Mestre Pokémon? Ash Ketchum - Pallet SW: Só passamos depois que vocês nos ensinar o segredo da Juventude eterna. Abraços

Eu Já não aguento mais o Bowser ficar sequestrando a Princesa toda semana. Vocês tem alguma dica para evitar que isso aconteça ??

Sejam sinceros: Vocês acham que existe alguma chance de algum dia eu conseguir voltar em um novo jogo ?? Alex Kidd - Radaxian SW: olha Alex, posso te afirmar com toda a certeza que isso É UMA DAS COISAS QUE MAIS ESPERAMOS que aconteça. Torcemos por isso com todo o nosso coração. Se depender de nós, sim. Abraços

Mario - Pipe Land SW: Só te digo uma coisa: ABRE TEU OLHO MARIO... Abraços

ENVIEM SUAS PERGUNTAS PARA: CONTATO@SUSSUWORLD.COM


Retro Review

CALÇEM AS CHUTEIRAS E PREPAREM-SE... A DIVERSÃO AINDA ENTRA EM CAMPO AQUI Por Luciano Coelho

E

xistem jogos que são tão divertidos que se tornam eternos para os jogadores. Esse é o caso da franquia International Superstar Soccer do Nintendo 64. Feito por uma equipe diferente da que fazia Winning Eleven (Quem fazia a franquia WE era a KCET, Konami Computer Entertainment Tokyo. Já a ISS era feita pela KCEO, Konami Computer Entertainment Osaka). E porquê eu escolhi justamente o ISS 98 ? Porque essa é a versão da Copa do Mundo e a que trouxe muitas melhorias, novidades e várias diferenças entre as versões americana e japonesa. E para mim a principal diferença, e que eu até hoje não entendi o motivo, é o fato da versão japonesa ter todas as seleções com os jogadores reais e a versão americana ter os jogadores fictícios. Mas e o jogo em si ? Em comparação a versão anterior, ISS 64, nós tivemos muitas melhorias. A Konami aperfeiçoou a movimentação dos jogadores, a velocidade do jogo e a variedade das jogadas. As cabeçadas também foram melhoradas e são jogadas quase mortais. Pág. 4

Uma das coisas que mais achávamos legal na época era o cuidado com os detalhes e o ambiente dos estádios. Ligávamos o jogo nas caixas de som e colocávamos uma em cada canto e com o som alto parcia que estávamos no estádio. Era realmente incrível a sensação. Dentro de campo, a movimentação dos jogadores era realmente empolgante. Chutes, cabeçadas, bicicletas, além de boladas, a entrada da maca, o juiz e os bandeirinhas em campo a partida inteira... Tudo isso era novidade na época e só fez com que cada partida ficasse mais empolgante. Isso sem contar o narrador japonês, que na franquia ISS não era o Jon Kabira, mas que se empolgava e se esgoelava com cada gol marcado.

O jogo teve seus modos básicos mantidos: o International, que era a Copa do Mundo, e o World League, que era uma liga mundial, que basicamente era todos contra você. Nesse modo são 70 JOGOS e no final quem fizer mais pontos, ganha. Também temos o modo de cobrança de pênaltis separado das partidas, que ainda não entendi o motivo dele não existir nos jogos atuais, e um dos modos que eu mais gostava: Os Scenarios. Ali tínhamos várias partidas em que o nosso objetivo era mudar o cenário de um jogo, tipo, começar perdendo de 1 a 0 e o seu objetivo é virar a partida. A dificuldade vai aumentando e só vai ficando mais complicado.


Com uma jogabilidade fácil e fluída, os finais de semana eram movimentados com a galera. Quantos campeonatos foram armados em folhas de caderno...

Em uma época que a Konami tinha duas franquias de futebol de sucesso, a diversão era garantida com esse jogo no console da Nintendo. Mas uma coisa eu ainda posso afirmar sobre esse jogo: Se você pegar para jogar hoje em dia, esse não será um daqueles jogos em que você irá dizer que “envelheceu mal”. Pois International Superstar Soccer (World Cup) 98 é um daqueles jogos que na minha opinião, “envelheceu muito bem”. O gameplay ainda é suave, a ambientação ainda impressiona e a diversão ainda é garantida. Pág. 5


REVIEW

ESSA HACK ROM VAI FAZER MUITA GENTE VOLTAR A SER UM MESTRE POKÉMON

Quando Pokémon Let´s Go

Pikachu & Eevee foi anunciado para o Nintendo Switch, eu fiquei feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por mais um jogo da série Pokémon, mas triste por não ter um Switch para poder jogar. Mas graças a um Hack muito bem feito, eu vou “jogar”. Esse hack tem como base o Pokémon Fire/Red e conta com novos gráficos, Pokemóns da 1 a 8 geração, além das formas de Galar e Alola, Mega Evolução, novos eventos, Sprites refeitos no estilo do Pokémon Let´s Go e o principal e mais legal: TODOS os Pokémons selvagens são vísiveis no mapa o tempo todo. Isso deixa o jogo mais dinâmico, pois ele não fica parando toda hora com batalhas aleatórias. Você sabe exatamente onde os Pokémons estão, qual tipo e onde pegar.

Eu realmente acho que o fato de você poder sempre ver onde os Pokémons estão no mapa é uma das melhores coisas do jogo. Muita gente sempre reclamava que achava um pouco chato você ficar andando e toda hora aparecer uma batalha. Aqui a batalha só de inicia se você clicar no Pokémon.

Você irá começar o jogo com Pikachu, ou Eevee, isso claro, dependendo da versão que você jogar. Confesso: começei a jogar a um tempo e está bem dificil de parar. Não que isso seja ruim...

Outra coisa que o jogo faz é recompensar o jogador “curioso” com coisas muitos legais. Conversar com todos os NPCs é uma coisa que acredite, vocês DEVEM fazer.

Pág. 6

Logo no começo do jogo, você pode ganhar um Mew de um NPC que está na Rota 22, que vocês vêem na imagem abaixo:

Mas aviso: essa vai ser a única dica minha nessa matéria. Sejam curiosos, conversem com vários NPCS e terão ótimas surpresas.


E

xistem muitos NPCs que irão dar a vocês itens realmente muito importantes, outros darão novos Pokémons. Procurem em várias cidades e encontrarão NPCs que lhe darão dois velhos amigos dos jogos antigos, com suas respectivas histórias inspiradas diretamente do desenho. Pokémon Let’s Go Pikachu & Eevee é um ótimo Hack Rom para o GBA e dá uma renovada no jogo que foi muito bem vinda. Temos vários novos Pokémons, mudanças na história, muitas batalhas, várias que são bem desafiadoras por sinal, e que podem ser o empurrão que faltava para quem quer matar a saudade desse jogo em grande estilo.

Pág. 7


Retro Review

Por Luciano Coelho Todos nós temos um console preferido. AQUELE console que marcou a nossa vida e que nos traz lembranças deliciosas das nossas jogatinas com os amigos. E na coluna desse mês vou falar do meu: O MASTER SYSTEM. O Master System foi um console que me acompanhou por três gerações. Eu “pulei” a geração Mega Drive (Não tive o console, mas joguei e muito, graças aos meus vizinhos, amigos e primos) e só fui pegar outro console com o Sega Saturn. E fico feliz em dizer que os dois consoles continuam aqui comigo e bastante na ativa. Me lembro com clareza do dia em que ganhei o Master System no Natal. Esperei ansioso por ele na festa de Natal, mas nada. Mas quando voltei para o meu quarto lá estava ele, em cima da cama. Ele chegou bem completo, com Jogos de Verão, dois controles e a Pistola Light Phaser. E quem iria conseguir dormir sem pelo menos dar uma jogada inicial? Importa lembrar que o meu modelo era o Master System 1, que vinha com três jogos na memória: Hang On, Safari Hunt e Labirinto (que eu ainda não sabia que estava lá).

E lá se foram vários torneios de tiro no Safari Hunt, Campeonatos no Jogos de Verão e de ver quem chegava mais longe em Hang On. E vale a pena lembrar que essa era uma época em que a pirataria não existia e se nos quiséssemos jogar jogos novos e diferentes, nós só tínhamos um caminho: As locadoras. E foi graças a elas que conheci a maravilhosa jogoteca do Master System. Me lembro claramente até de qual foi o primeiro jogo que aluguei e um dos meus jogos preferidos até hoje: Psycho Fox.

Uma consideração interessante: Talvez o fato de eu só ter tido a opção de alugar os jogos, tenha feito eu aproveitar os jogos e o connsole mais a fundo, pois não dava para ficar pulando de um jogo para o outro. Talvez por isso Phantasy Star se tornou o jogo da minha vida, pois o aluguei durante semanas até finalmente terminar e nesse tempo mergulhei com força no mundo do jogo. Vários jogos do console são memoráveis como os jogos de Alex Kidd, Sonic e tantos outros. Mas creio que o fato de eu ter passado tanto tempo com ele, aproveitando ao máximo os seus jogos e me divertindo com os amigos, fizeram o Master System ser o console da minha vida e que me acompanha até hoje, tendo um espaço de destaque no coração desse velho jogador. Pág. 6


REVIEW DO LEITOR

POR GEORGE BERNARDO DA SILVA Street Fighter Zero Two !! Isso o que se escuta ao apertar Start para iniciarmos o jogo na versão japonesa. Mas a versão americana trocou o Zero pelo Alpha. SFZ 2 foi lançado primeiramente para os Arcades em meados de 1996, e em seguida para os consoles domésticos, PlayStation, Sega Saturn e SNES. É possível perceber de imediato que as novas versões possuem um número maior de personagens, mais cenários, novos golpes especiais e uma jogabilidade mais balanceada (marca registrada da Capcom). PERDENDO A VIDA SOCIAL: Jogar Street Fighter Zero 2 foi, é e sempre será uma experiência muito divertida. Diferente dos jogos atuais, os cenários de SFZ 2 são mais criativos, a trilha sonora e efeitos sonoros são melhores, os personagens são mais carismáticos e a jogabilidade é simples e perfeita. É aquele jogo que você não consegue achar defeitos.

O modo Arcade prenderá o jogador por horas na frente da TV para apreciar as animações finais de cada personagem. O modo VS prova que jogar com amigos no mesmo ambiente é melhor do que qualquer modo online existente atualmente.

CONTINUES INFINITOS: Não jogar SFZ 2 é perder um jogo de ótima qualidade, divertido e viciante. Quem gosta muito de jogos de luta deve jogá-lo imediatamente, seja no PS1, Saturn, SNES, Árcade, PS3/PSN ou até mesmo usando um emulador.

Pág. 7


Por Luciano Coelho

Pรกg. 6



REVIEW

por lUCIANO

KAZUMA KIRYU FINALMENTE CHEGA AO XBOX ONE

Yakuza Zero finalmente chegou ao Xbox One, via Xbox Gamepass. E é a primeira interação da série no Xbox. E eu espero que não seja a única e que os outros jogos da série cheguem logo. Yakuza Zero é o primeiro jogo da franquia, cronologicamente falando. O jogo se passa em 1988 nas ruas de Kamurocho, cidade japonesa fictícia que é baseada na verdadeira cidade de Kabukichõ, e ali nós acompanhamos o começo da saga de Kazuma Kiryu, Protagonista dos outros jogos da série, e nesse jogo nós começamos a ver como foram os primeiros passos da sua “carreira” na Yakuza. No começo do jogo, vemos Kazuma,”gentilmente” cobrando uma dívida. Depois de deixar o cara no chão, ele sem saber se envolve em uma confusão que não tem culpa: Ele é acusado de um assassinato que não cometeu, e então ele precisa prestar contas aos chefões da Família Dojima . Você pode pensar: “Mas é a Yakuza”. Mas se vocês nao sabem, e isso o jogo nos mostra comm detalhes, é que

Pág. 10

as Famílias da Yakuza são pessoas com seus próprios códigos de honra. Ninguém faz nada por conta própria, principalmente matar alguém,a não ser que tenha vindo uma ordem de cima. Então depois desse começo complicado, vemos Kazuma saindo do Clã e começando a correr atrás do necessário para limpar o seu nome. Nesse meio tempo, ele conhece várias pessoas enquanto se envolve com outra organização com muitos segredos: a Tachibana.

Quem prestar atenção e mergulhar no mundo de Yakuza, vai ver que,a história de Yakuza 0 é muito bem contada,e isso significa que teremos muitos diálogos. É provável que muita gente deixe o jogo passar, pelo fato do jogo não ter sido localizado para o Brasil; Em resumo, nada de dublagem nem legendas em PTBR aqui. Só temos os diálogos em Japônes e as legendas em Inglês. Mas vou dizer: deixar esse jogo passar é realmente uma pena e um desperdício, pois Yakuza 0 consegue te cativar se você deixar.


Kamurocho é um lugar muito vivo. É tanta coisa para se fazer no jogo que muitas vezes você vai se pegar esquecendo a história e passando mais tempo explorando essas possibilidades. Nas ruas de rua de Kamurocho, por exemplo, podemos encontrar uma locadora de vídeos adultos, mas ela só será liberada para uso, se encontrarmos garotas pela rua, que oferecerão esse serviço a Kazuma. Ele então cria uma amizade com elas e vídeos delas são liberados nessas llocadoras. Além disso também temos fliperamas, autoramas, sinuca, dardos, lojas de artigos diversos, casas noturnas, bares com karaokês e muito mais. Nos Arcades, se destacam as lojas da Sega, onde você pode jogar as versões completas de Hang On, Space Harrier e Out Run. Além das máquinas de bichinhos. Isso na primeira cidade, pois conforme o jogo avança, você troca de personagem e de cidade.

Além de tudo isso, temos também as sub quests, que são histórias secundárias que você terá acesso conhecendo novas pessoas na cidade e as ajudando .Graficamente, o jogo impressiona com detalhes realmente incríveis no rosto dos personagens, e na ambientação das cidades. É relamente um deleite de se ver. A tirlha sonora é um show a parte, principalmente quando você for nas casas de karaokê e nas pistas de dança.

Como Kazuma é uma Ex-Yakuza, claro que os combates são realmente muito bons, com algumas cenas épicas de pancadaria. A Sega sempre caprichou nesse ponto na série. Temos muitos socos, chutes, golpes especiais, tudo com um visual sensacional, além de vários estilos de luta diferentes que podem ser melhorados, aprendendo assim novos golpes. Yakuza é um jogo completo, redondinho que fará você gostar da série. É só você permitir.

Pág. 11


REVIEW WARLORDS OF NEW YORK

por lUCIANO

CHEGOU A HORA DE POR UM FIM NISSO

Warlords of New York, a nova expansão de The Division 2, chegou para por um “final” na história do primeiro The Division. E de cara já digo a vocês: Warlords of New York não é uma simples expansão; Ele leva The Division 2 a “Oto Patamar”. Em Warlords of New York, no entanto, a Division desembarca na região sul de Manhattan oito meses após os acontecimentos do The Division original. Essa região da cidade não foi explorada no primeiro jogo e o lugar está muito devastado por conta de um furacão, que destruiu ainda mais a Nova York pós-apocalíptica de The Division. A história é a seguinte: Para conseguirmos finalmente chegar a Keener, temos que dar cabo de 4 chefes regionais (Nao importa a ordem), descobrindo assim todas as pistas do paradeiro dele. Mas para isso, temos mais armas e itens aumentando ainda mais variedade do arsenal do jogo, além de agora o nível máximo dos jogadores tenha sido aumentado para o 40. Pág. 12

Tivemos também alguns ajustes na jogabilidade, balanceamento do jogo e uma adição ao estilo “Megaman”: A cada chefe derrotado, ganhamos uma habildade específica desse chefe. Essa expansão realmente parece até um outro jogo, tamanhas são as coisas para se fazer e de lugares para se ir. Mas uma coisa tem que ser dita aqui: O jogo nunca esteve tão bonito. O que podemos ver de detalhes, a destruição da cidade, a natureza urbana do jogo, a ambientação é realment sensacional, ponto para a Ubisoft.

A Expansão leva ao final da história que começou no jogo original. O mais interessante é que se você prestar atenção nos áudios, você irá perceber que os Agentes Traidores tem um ponto interessante, e que de repente, nem tudo é o que parece. E tudo isso irá levar você a um final supreendente, que irá estourar a sua mente, Mas não pensem que o jogo acaba depois de eliminar Keneer. O jogo recomeça com muitas missões importantes, caça a novos inimigos e muitas coisas que com certeza, farão você ficar preso ao jogo por muito tempo.


Pรกg. 16



REVIEW

DEMO Por Luciano Coelho

NEMESIS ESTÁ DE VOLTA...MAIS IMPLACÁVELDO QUE NUNCA

Depois de jogar a Demo de

Resident Evil 3 Remake, eu só tenho uma coisa para dizer: Se já existia algum hype para o lançamento do jogo, esse hype se multiplicou por 10. Pelas informações que já tinham sido reveladas, nós já tinhámos uma noção que que o jogo seria maravilhoso. E jogando a Demo você confirma que tudo que nós, os fãs, estávamos esperando desses remake, está lá e mais. A ambientação de Raccon City está realmente espetacular. E aquela sensação de que a cidade está entrando em colapso fica bem ntítida com os sobreviventes correndo em desespero, a cidade em chamas, e os zumbis em todo lugar, tomando conta da cidade. Falando dos zumbis, eles realmente estão em outro patamar em uma comparação com o Resident Evil 3 original. Eles estão bem mais resitentes e te surpreendem se você não tiver certeza de que eles estão realmente mortos. Para vocês terem uma ideia do que eu estou falando: para matar um zumbi comum, você term que dar 3 tiros...na cabeça !!

É exatamente isso que você leu. E pensa que acabou ? Vou te contar o que aconteceu comigo: Eu dei três tiros na cabeça de um zumbi ele caiu, ficou no chão e eu segui. Na frente encontrei mais dois zumbis. E eis que enquanto eu estava metendo bala neles, eu ia me movendo para trás para não ser agarrado por eles. Pois bem, eis que de repente, o zumbi dos três tiros aparececeu e agarrou a Jill por trás !! 3 tiros na testa e o safado ainda estava vivo !! Então minha recomendação é: Depois dos 3 tiros na cabeça (ou depois que ele cair), chegue nele, mire na cabeça dele no chão e larga o aço. É o único jeito de ter certeza que ele se foi.

E o Nemesis ? Implacável como eu nunca vi. A primeira vez que ele te vê, ele não vem andando até você. Ele vem correndo para te dar uma porrada. Isso mesmo. Nada do Nemesis calminho que vem andando girtando S.T.A.R.S. Ele agora está com sangue nos olhos e irá ter perseguir de várias maneiras inimagináveis. E vocês preparem-se: A sensação de que a qualquer hora você pode ser morto é muito, mas real.Chega logo, dia 03.

Pág. 16


E3 2020 CANCELADA PELO CORONAVÍRUS

por lUCIANO

O QUE O FUTURO RESERVA PARA A FEIRA ? Se você não está morando em uma caverna, sabe que nós estamos enfrentando uma crise graças ao Coronavírus, e que isso está impactando também o mundo dos games. Mas o que está acontecendo e como isso pode modificar as coisas ?? Todos os eventos de games do ano foram adiados ou cancelados até o momento para se evitar o período do contágio. GDC, E3 e tantas outras não terão suas tradicionais feiras anuais. Mas vamos falar especificamente da E3. Vejo muitas pessoas dizendo que a feira está ultrapassada e até que deveria acabar. Eu não concordo com isso e tentarei explicar o motivo. Mas vamos relembrar a história da E3. O evento teve seu início em 1995, para ser um Evento exclusivo de Games. Antes, as empresas utilizavam a CES para revelarem seus produtos, e desde então, ela acontece anualmente. E nós tivemos uma feira bem movimentada naquele ano, com o lançamento do Sega Saturn, e o famoso “299” do PlayStation, o Virtual Boy, e as especificações do, na época, Pág. 17 Nintendo Ultra64.

Muitos outros momentos épicos foram vividos em todos esses anos de E3. Mas a Feira aparentemente foi perdendo seu encanto nos últimos anos. Uma ajuda para isso foram as feiras de 2007 e 2008, com mudanças para diminuir seu porte e com várias alterações no formato, colocando foco em profissionais da indústria. Isso fez com que o número de visitantes diminuísse vertiginosamente, fazendo com que em 2009, o evento fosse novamente reestruturado para voltar a abranger esses profissionais mais diversificados.

Então o que pode estar causando a possível derrocada da E3? Talves o fato de que hoje em dia a informação chega ao público mais rápido que antes, com vários vazamentos antes da Conferências. Empresas que estão saindo e fazendo as suas próprias Conferências de modo digital, como vimos a Nintendo começar a fazer. Eu creio que o potencial da marca é enorme mas já passou da hora de os organizadores começarem a entender isso. Um pontapé inicial foi dado com a feira sendo mais aberta ao público.


A idéia da empresa era transformar já o evento de 2020 em um festival totalmente voltado para os fãs, imprensa e para os influenciadores, e a ideia era permitir pela primeira vez a aproximação do público com as empresas que desenvolvem os jogos. A proposta seria aumentar o foco em ações com celebridades e influenciadores na feira, e para isso, a ideia da ESA é aumentar o número de credenciais dos visitantes de 15 mil para 25 mil. Primeiro erro: Na minha opinião esse número é muito baixo se a gente for comparar com outros Eventos de Videogame do mundo, como a Gamescom e a Brasil Game Show, que já chegou a receber mais de 300 mil pessoas em uma Edição do Evento. Eles também estão com a ideia de criar um meet and greet de fãs com grandes nomes da indústria, para atrair mais visitantes. Mas, como eu disse acima, com essa limitação de

Michael Jackson esteve no primeiro dia da E3 de 1995 visitantes, todas essas ideias para melhorar a feira seriam em vão. Chega a ser meio inacreditável que com uma Feira desse nível, com um nome tão importante, tantas histórias e tanta espera por essa época do ano, eles só cogitem 25 mil ingressos no

máximo. E vocês repararam que todas essas melhorias pleitadas por eles já são feitas na BGS? Se eles não colocarem na cabeça que a Feira tem que ser mais aberta, e com mais novidades voltadas para o público alvo, nós corremos o risco de ver chegar ao fim a Feira mais importante da historia dos games. Pág. 18


PREVIEW

por renatO matosinho

ESCOLHA O SEU LADO E PREPARE-SE PARA A CAÇADA Bom, como começar uma matéria sobre um jogo que traz todo sentimento de nostalgia da minha infância, sem expressar a felicidade por ele existir. Sim, estou falando dele, o Predator. Toda criança que viveu a década de 90 se lembra dessa figura carismática (#SQN), com os seus dreads e sua presença marcante e ele retorna no ano de 2020 diretamente pra sua casa no Playstation 4 e PC. A desenvolvedora IllFonic nos trouxe a pouco tempo o jogo Friday the 13th (Sexta Feira 13) e agora volta com esse clássico dos filmes dos anos 90: Predator: Hunting Grounds. A IllFonic pegou a fórmula do jogo Evolve, ao qual ela dava suporte depois do desenvolvimento, e a usou no Predator; Seja o Caçador ou a Caça. Predator: Hunting Grounds, é um jogo de tiro que se passa em áreas remotas, onde o Predator tem a missão de perseguir a sua presa; Já o esquadrão de elite, tem que cumprir diversas missões antes que o Predator chegue consiga caçá-los.

Pág. 19

Nem tudo são flores em Predator: na versão do PS4 além de adquiri-lo, você terá que ter uma assinatura ativa da PSN Plus para jogar por se tratar de um título totalmente voltado ao modo Multiplayer. Na pele do Predator, você tem que estudar os ambientes e seus alvos para traçar a melhor estratégia, e os esquadrões de elite estarão atrás de vários objetivos para sair dessa área remota e buscar informações valiosas. Esse preview está sendo escrito em andamento pois jogamos cerca de 7 horas, então esse preview é a minha visão em relação ao jogo.

Quando você está na pele do Predator, o jogo fica em 3º pessoa, num ambiente vasto em uma floresta, e você é capaz de saltar de uma árvore pra outra com agilidade e rapidez, além de conseguir rapidamente saltar e atacar seus inimigos que estão abaixo. Já na pele dos de um dos membros do esquadrão, o jogo se passa em 1º pessoa, e se torna muito ágil, pois cada personagem tem a suas habilidades e além disso, eles contam com uma barra de fôlego, que rapidamente se enche assim que você passar alguns segundos sem correr.


Dentro do jogo existe level para cada um dos personagens :“Predator e Caçador” e uma variedade de itens e armas. Já as habilidades vem ao longo dos leveis. Ainda dentro do jogo existe um sistema de lootbox, porém até na atual versão que jogamos, elas só podem ser adquiridas por moedas ganhas dentro do jogo. A minha felicidade ao jogar o game foi tamanha que não tive nenhum tipo de problema, a não ser a demora para encontrar uma partida, e é nesse ponto que eu negativo o game, pois ele nasce fadado ao fracasso por ser totalmente online, onde você só sentirá vontade de jogar se for jogado com os amigos, e é nesse ponto que ele se destaca. Por fim gostaria de fazer uma matéria mais a fundo do game, porém não sei se vamos ter a oportunidade, pois o jogo vem

recebendo criticas pelo fato de ser totalmente online e espero que não aconteça igual a Sexta Feira 13, que depois de lançado perdeu os diretos da marca e não pode mais ter nenhum conteúdo novo lançado para o game. De toda forma é um bom jogo, divertidíssimo e que superou as minhas expectativas, principal

mente na versão de PC em 4k na qualidade épica. Graficamente o jogo esta ok, sem muito brilho mais não faz feio a altura do Predator (Eta bicho feio). Recomendo o game no PC por custar metade do valor, cerca de R$79 reais na Epic games. Já na PS Store, a versão básica está por R$159,90. Pág. 20


ESPECIAL

22 ANOS A 22 anos, graças a Square e ao Diretor Hironobu Sakaguchi, os jogadores do PlayStation eram apresentados a Aya Brea, uma policial de Nova York que se envolve em um incidente em que acaba descobrindo verdades sobre seu passado após um incidente no Carnegie Hall. Misturando elementos de terror, ação e RPG, Parasite Eve foi foi o primeiro título da Square a receber o selo "Mature”, de recomendado para maiores de 17 anos. O jogo foi baseado no romance literário de mesmo nome escrito pelo autor japonês Hideaki Sena, publicado em 1995, e além dele ter servido de base para o jogo, ele também rendeu um filme em 1997.

Pág. 21

Tentar explicar a história de Parasite Eve é meio complicado, mas vamos tentar dar uma resumida no início: Tudo começou depois de um acidente de carro que tirou a vida de Maya Brea aos 11 anos. Maya foi criada com códigos de DNA semelhantes às de Eve, uma mulher pré-histórica que os cientistas acharam o cadáver na África, e assumem que ela é a primeira mulher do mundo, Então a cantora Melissa Pearce recebeu o Rim de Maya e Aya recebeu as córneas da irmã.

Então, eis que 20 anos depois, em 24 de Dezembro de 1997, em uma Ópera Natalina do Carnegie Hall, tudo se iniciou. Melissa, já totalmente dominada por Eve, assumiu o controle das mitocôndrias nas células das pessoas da audiência, transformando o teatro em uma fogueira gigante e as pessoas em cinzas. Aya foi a única sobrevivente do evento, e assim como o poder se revelou em Melissa, ele também foi liberado em Aya, revelando a Parasite Energy.


Por Elinewton

O fato de Aya ter recebido as córneas da irmã explica porque ela foi a única a sobreviver no teatro. E a partir daí a história vai se desenrolando de uma maneira que prende o jogador. Na época, não foi raro ver alunos pedindo aos professores alguma explicação sobre as Mitocôndrias. Uma curiosidade interessante: Aya Brea foi criada por Hironobu Sakaguchi e foi projetada por Tetsuya Nomura. Aya estava sendo desenhada originalmente por outra pessoa, mas os esboços originais não satisfizeram Sakaguchi, que queria uma personagem de cabelos compridos como Aeris, de Final Fantasy VII. Na época, ele estava criando outro personagem não especificado para um projeto diferente que tinha cabelos curtos: ele ficou confuso ao projetá-los e acidentalmente combinou os dois designs, criando o conceito atual de Aya. O conceito original da personagem dizia que ela era forte, sexy e "encantadora". Parasite Eve mistura bem o gênero Survival Horror com o estilo Action RPG. O jogo tinha

muitas coisas que nos fazia lembrar de Resident Evil. O estilo Survival Horror, o gameplay, que era um pouco mais refinado que o jogo da Capcom e também a câmera do jogo era do mesmo estilo: A câmera era fixa, mas ia mudando de posição de acordo com a movimentação de Aya. Umas coisas interessantes na época é que o jogo fez um enorme sucesso entre os jogadores aqui no Brasil, mesmo ele sendo toalmente em inglês.

Mas eu também tenho que dar crédito as Revistas de Games da época que faziam detonados do jogo, principalmente a da Revista GAMERS, que além de detonar o jogo, traduzia TODA A HISTÓRIA nas páginas da Revista. Com certeza, eles contribuíram e muito para que muitas pessoas não tenham deixado passar esse jogaço. Parasite Eve mora no coração de muitos jogadores e já passou do hora dele ganhar outro jogo ou um Remaster. A bola está nas mãos da Square. Pág. 22


Festival trará muito mais nostalgia e entretenimento para toda família A organização do Festival Retro Games Brasil anunciou que a aguardada edição 2020 do evento de entretenimento retrô para toda família acontecerá EM São Paulo no Centro de Convenções do Centro Universitário Senac - Santo Amaro, em uma data futura a ser confirmada, graças ao surto do Coronavírus. O Festival RGB, que após grande sucesso de sua primeira edição em 2019 se tornou referência no mercado, volta reafirmando seu compromisso de qualidade com conteúdo e atrações relacionadas ao universo retrô. Serão dois dias de campeonatos, palestras, arcades, jogos indie e muito mais, reunindo entusiastas de todas as idades para se divertir, jogar, trocar experiências e compartilhar sua paixão. Informações e detalhes completos sobre convidados, atrações e venda de ingressos para o Festival Retro Games Brasil 2020 serão compartilhados em breve, mas a primeira grande novidade fica por conta do apoio educacional do Senac São Paulo. Além da realização do evento no Centro de Convenções no campus Santo Amaro do

Centro Universitário Senac, o apoio educacional da instituição ao Festival RGB compreende uma série de atividades temáticas promovidas durante o evento para discutir o mercado de desenvolvimento de jogos no país.

"O evento tem como um dos objetivos fortalecer o mercado de games no Brasil e conta com a presença de profissionais que vivenciaram o surgimento da indústria de games nacional, com isso os participantes poderão conhecer os games indie de sucesso e trocar experiência com pessoas influentes da indústria de jogos digitais no Brasil", conta Fabio Lubacheski, coordenador do curso de Bacharelado em Jogos Digitais do Centro Universitário Senac. Após ganhar corpo em 2019 e de capturar a atenção dos fãs e entusiastas ao entregar aos fãs uma experiência inédita no

segmento, o Festival RGB tornou-se referência e criou expectativas para uma nova edição. Para 2020, o evento promete ainda mais convidados especiais e personalidades, máquinas e equipamentos originais de época, grandes jogos indie, espaço kids, campeonatos para todos os gostos e níveis de habilidade, palestras, maratona de speedruns, cosplayers, shows de game music e mais. Para os visitantes de fora de São Paulo, outra novidade é a parceria com a agência de viagens oficial do Festival RGB, a Ultravel, que oferece preços e condições especiais para passagens aéreas e hospedagem em hotéis próximos ao evento. Fabio Michelin, um dos idealizadores do Festival RGB, comentou: "Após o sucesso da edição anterior, é uma satisfação poder trazer o Festival Retro Games Brasil de volta bem maior e melhor em 2020. Nós eremos muito mais atrações e por isso nós esperamos receber ainda mais visitantes de todas as idades." Pág. 23


WWW.SUSSUWORLD.COM O MUNDO DOS GAMES GIRA AQUI !!


Millions discover their favorite reads on issuu every month.

Give your content the digital home it deserves. Get it to any device in seconds.