especial
especial EDIÇÃO
EDIÇÃO
www.
.com
Terça-feira, 28 de agosto de 2018
anos
/jornaldefatorn
@defato_rn
De Fato vale a pena ousar e desafiar
CÉSAR SANTOS
O
Diretor-presidente do Jornal de Fato
ano era 2004. Palco do Ibirapuera, São Paulo. Final do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalis-
mo. Entre os cinco finalistas de todo o país estava o JORNAL DE FATO, dividindo os refletores com a Folha de S.Paulo, Época, Superinteressante e Caminhos da Terra. O Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo é um dos mais conceituados e respeitados do país, que premia os melhores trabalhos da mídia nacional nas categorias Jornal, Revista, Televisão, Rádio, Internet e Fotojornalismo. Para chegar à final, o JORNAL DE FATO venceu a etapa regional (Norte/Nordeste), com uma série de reportagens sobre o trabalho infantil doméstico, publicadas em seguidas edições da revista DOMINGO, suplemento encartado aos domingos. A premiação do JORNAL DE FATO veio com a decisão do Instituto Ayrton Senna de ampliar o número de crianças assistidas em Mossoró pelo programa Acelera Brasil. A re-
portagem, assinada pela jornalista Janaína Holanda e que teve o suporte de toda a equipe de redação, despertou Viviane Senna, presidente do instituto, a reforçar o atendimento de crianças carentes através de projetos sociais. O fato, por si só, prova que valeu a pena ousar e desafiar com a fundação do JORNAL DE FATO, quatro anos antes daquela noite memorável do Ibirapuera. Mais do que fazer o bom jornalismo, o impresso nasceu para – também – cumprir o seu papel social. O jornalismo tem a missão que vai muito além da atividade de informar e formar opinião. Tem um sentido mais amplo, como promover a reflexão na sociedade do consumo, e isso só é possível quando a produção de um bem intelectual oferece ao receptor a possibilidade de refletir. A ideia de criar um jornal na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte como meio transformador, a partir do jornalismo de opinião, crítico e alicerçado nos deveres éticos, nasceu de uma geração de jornalistas em meados da década de 80. Todos formados na redação de jornal. Todos com um ideal em comum, há anos reprimido pelo jornalismo tra-
18
dicional praticado na época por impressos em circulação. O JORNAL DE FATO foi lançado no dia 28 de agosto de 2000, apresentado ao leitor com linha editorial inovadora e planejado para cumprir etapas que transformariam o jornalismo local e estadual. Inicialmente, tinha circulação semanal, chegando às mãos do leitor nas segundas-feiras. Logo, a necessidade da circulação diária, abrangendo 82 cidades do estado, a partir de Mossoró. O crescimento e a consolidação, em curto tempo, foram possíveis pela forma como o jornal foi concebido, dentro do ideal de fazer jornalismo de verdade, como afirma seu slogan, e sem abrir mão de suas convicções. Nestes 18 anos de existência, o JORNAL DE FATO segue firme o seu propósito, no ofício diário da informação e distribuição da notícia de interesse da coletividade. A edição especial dos 18 anos do JORNAL DE FATO, que chega às bancas pela generosidade do leitor, conta a história do único impresso em circulação do Rio Grande do Norte editado no interior do estado, com a mesma fidelidade que fez consolidar a marca do Jornalismo de Verdade.
/photos/jornaldefatorn
O jornalismo tem a missão que vai muito além da atividade de informar e formar opinião. Tem um sentido mais amplo, como promover a reflexão na sociedade