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a Externato de São José Restelo

500 exemplares . 2 voz março 2018

docolégio

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A Páscoa como mudança de paradigma

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chegada da Primavera anuncia todos os anos que a natureza inicia um novo ciclo de vida. Os povos antigos, antes do Povo Hebreu existir, já tinham esta perceção quando celebravam os seus ritos de passagem ao fazerem a transumância dos rebanhos dos abrigos do inverno para as pastagens da Primavera. Era a Páscoa dos nómadas que se juntavam na noite da lua cheia a seguir ao equinócio da Primavera. Era um ciclo novo que se iniciava, a esperança de haver bons pastos para que o gado fosse forte e tivesse boas crias. Era a garantia da tribo não passar fome, poder adquirir o que precisava, ter de algum modo, a sua autonomia garantida. A Páscoa dos judeus introduz neste rito um elemento novo, a memória. Já não pede às divindades a bênção para os rebanhos, mas celebra a memória da sua passagem para a liberdade. Para um tempo novo de vida que lhe é dado para conduzir o seu destino, por caminhos novos de respeito e acolhimento, que o seu Deus lhe propõe. Com Jesus Cristo esta Páscoa da memória continua a ser proposta de passagem para uma vida nova. Nela o amor faz-se doação, entrega gratuita onde a esperança e a vida renascem numa dimensão totalmente nova. Uma realidade percecionada na intimidade do coração, mas vivida e celebrada

na dupla dimensão pessoal e comunitária. Mostrando a cada homem e mulher que, todas as situações de dor, perda, culpa ou desespero, não se fecham sobre si mesmas. Em cada dia é dada ao ser humano a possibilidade de recomeçar de novo, de renascer de todas as cinzas e angústias que a vida lhe possa trazer. A Páscoa apresenta ao mundo o sonho de Deus, que não hesitou em passar pela cruz, para mostrar que o amor é mais forte que todos os determinismos e infortúnios. Essa mudança de paradigma, que coloca o assento na vida, apresenta os caminhos novos da esperança que todos podem trilhar. Esta é a mensagem que, como escola católica e dominicana, somos chamados a transmitir aos nossos alunos. A escola tem de ser esse laboratório de experiência da cultura da paz e da esperança, da solidariedade e do sonho, da tolerância e do respeito. Ajudar a desenvolver, nos seus alunos, a capacidade de sonhar, talvez seja o maior desafio que hoje se coloca à escola. Todavia, não se pode descurar esta capacidade, alicerçada na esperança e no amor é ela que projeta o ser humano para o futuro que o ajuda a vencer dificuldades e desânimos, que o leva a acreditar que amanhã podemos ser melhores do que somos hoje ou do que fomos ontem. A Direção

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coordenacao

Educ. Andreia Barata Prof. Patrícia Eusébio Prof. Joana Pinto Machado Prof. Paula Falcão grafismo e paginacao

Prof. Carlos Fernandes

sugestões ou comentários? jornal@esj.edu.pt

visite-nos em www.esj.edu.pt


Na verdade, sem o saber aquele dia mudaria todo o rumo da minha vida.

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aquele mês, naquela hora, começava o maior e mais belo desafio da minha vida, setembro de 1996. Tudo parecia igual, só a estranheza do novo bibe e as inquietudes dos meus pais anteviam o meu novo caminho. Pela mão da minha mãe entrei no Externato de S. José com 4 anos; podia ser uma escola como tantas outras, ali iria fazer os primeiros amigos, brincar, aprender a ler e a escrever… Mas na realidade tudo o que sou hoje aprendi nos anos em que por aqui passei…

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Foi aqui que cresci pautada pelas regras diárias que hoje agradeço e percebo como são fundamentais para o crescimento saudável de uma criança. E, em retrospetiva recordo cheiros e memórias que pertencem a um passado e agora também ao meu presente (o cheiro característico do refeitório do jardim-de-infância, o cheiro da cera na capela), o refeitório que era o ginásio e onde fazíamos as festas, o “põe a camisa para dentro” ou “não se corre nos corredores”, haverá sempre o eterno respeito e existem coisas que nunca mudam e nos levam para tempos em que somos verdadeiramente felizes … a infância. Aqui fui bailarina, branca de neve, a Minnie, a princesa e tudo o que uma criança sonha ser. Nem sempre fui uma aluna com distinção, mas com princípios e valores que só se aprendem neste colégio e que me conduziram até ao gabinete de Psicologia da minha primeira escola. Hoje regresso ao Externato S. José depois de 10 anos, como Psicóloga Estagiária. Tem sido gratificante poder conviver todos os dias com todas as pessoas que fizeram parte da minha infância e adolescência, continuando esta caminhada de aprendizagem, e ajudando também a fazer parte do crescimento e desenvolvimento de todas as crianças com que me cruzo diariamente. Confesso que no primeiro dia do estágio, senti a responsabilidade que outrora não podia entender, com todas as borboletas na barriga, tal e qual como no primeiro dia. Dizem que o bom filho, à casa torna. E eu voltei, estando agora do outro lado! Marta Marques

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Eco-Escolas

tartaruga reciclada elaborada pelas famílias

o cuidado da Casa Comum ma educação integral não pode esquecer a sensibilização para o respeito pelo ambiente, o uso racional dos recursos, o desenvolvimento sustentável…

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Foi com esta convicção que o Externato aderiu ao Programa Eco-Escolas. É importante transmitir aos nossos alunos e a toda a Comunidade Educativa que os 3 Rs da sustentabilidade - Reduzir, Reutilizar e Reciclar, são ações práticas que visam estabelecer uma relação mais harmoniosa entre o consumidor, que somos nós, e o Ambiente.

A cultura da paz e da solidariedade, não pode permitir que se continue a envenenar o ar, a terra e o mar, provocando um impacto negativo no ambiente, que é suportado em primeiro lugar pelos mais fracos e pobres do nosso mundo. Contudo, todos nós, direta ou indiretamente, sofreremos o seu efeito. Recordemos as palavras finais do Poema Ecológico:

Adotando estas práticas, é possível diminuir o custo de vida (reduzir gastos, economizar), além de favorecer o desenvolvimento sustentável (desenvolvimento económico que respeite o ambiente). O futuro do nosso planeta depende da forma como olharmos e protegermos a floresta e o mar, as espécies marinhas e terrestres, os recursos hídricos, etc. É importante transmitir aos nossos alunos que são os pequenos gestos do dia a dia que fazem a diferença na qualidade do futuro.

Onde está o matagal? Destruído. Onde está a água? A desaparecer. Restará dizer adeus às andorinhas e aos animais da floresta. Este é o fim da vida e o começo da luta pela sobrevivência.

Cabe-nos a todos, trabalhar para inverter esta tendência, para proporcionar às gerações futuras a possibilidade de continuarem a ter um lugar aprazível para viver. O nosso Planeta Azul. Ir. Assunção Faustino

A IGREJA AO SERVIÇO DA ECOLOGIA INTEGRAL inda dentro deste conceito, divulgamos aqui uma iniciativa de diversos movimentos e organizações cristãs, bem como pessoas a título individual, denominado Cuidar da Casa Comum.

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WWW.CASACOMUM.PT

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Caravela Portuguesa com rolos de papel

ação de formação "O Planeta limpo do Filipe Pinto"


Como gerimos as nossas emoções

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os últimos anos, a Escola tem tido como preocupação desenvolver nas crianças mais novas, competências de leitura, escrita e matemática. Mas, também tem tido um olhar atento para a criança como um todo, neste sentido, prepara-as para desempenharem com sucesso os diversos papéis que as esperam no futuro, ajudando-as a desenvolverem atitudes pessoais, valores e competências interpessoais que servirão de suporte para os papéis que irão desempenhar (filhos, estudantes, colegas, amigos, profissionais, entre outros). O desenvolvimento das competências socioemocionais no pré-escolar é fundamental para as crianças. É na infância que as crianças se encontram mais permeáveis a este tipo de aprendizagens e passam muito tempo em contextos de atendimento à infância. Desenvolvendo estas competências os educadores podem evitar problemas de comportamento antes de aparecerem e estimular assim, o crescimento social saudável das crianças. A principal tarefa que se impõe a uma criança que entra para o jardim-de-

-infância é a competência emocional para gerir as suas emoções e que se encontra relacionada com as interações sociais, sendo estas fundamentais para o aumento da capacidade de relacionamento com os outros.

tências sociais, as emoções, o autocontrolo, o esforço e a diferenciação emocional, cognitiva e comportamental. Sandra Abreu

Podemos afirmar que o desenvolvimento emocional é fortemente influenciado pelos primeiros anos de vida, onde se inicia toda a organização em relação ao ambiente que rodeia a criança. A vida emocional de cada criança é o “trampolim” de integração no mundo, tendo em conta que a evolução emocional é muito mais precoce do que a sua maturação mental. Assim, e com o principal objetivo de desenvolver as competências socio emocionais no jardim-de-infância desenvolvemos um programa aplicado às crianças dos 4 e 5 anos. O programa é composto por sessões semanais de 50 minutos, durante todo o ano letivo, onde trabalhamos conceitos como, a autoestima, as compe-

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A vida no hegou o inverno. Na sala dos observadores explorámos esta estação, falando dos diferentes tipos de clima e temperaturas que se fazem sentir durante esta época.

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Curiosos com a vida no Gelo, pesquisámos e aprendemos muito sobre os animais dos Pólos, falámos sobre as suas características e os problemas com que se deparam devido às mudanças climatéricas, correndo o risco de extinção. Ficámos sensibilizados para a importância de preservar a natureza. Observadores

Se aqui nevasse…

Veríamos cair Neve branca e fofinha! E da janela da nossa escolinha, Ficaríamos com vontade de sair! Juntos faríamos um boneco Com neve e ramos, cenoura e botões. Púnhamos-lhe gorro e cachecol, com muito amor Chamar-lhe-íamos Boneco Investigador! À hora da nossa família chegar, À mãe ou ao pai Bolas de neve iríamos atirar Ai, ai, ai… Poema elaborado pelos Investigadores e bonecos de neve elaborados pelos Conquistadores

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Projeto “À Procura de Máscaras” urioso e interessado, o grupo dos Exploradores resolveu descobrir mais acerca de máscaras e realizou o seu primeiro Projeto, ao qual deu o nome de “À Procura de Máscaras”. As crianças queriam saber o que são máscaras e para que servem. Porque é que se usam máscaras no Carnaval? As máscaras de Carnaval são iguais em todo o mundo? Após uma grande pesquisa e fascinantes descobertas cada criança fez a máscara que mais gostou de conhecer.

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“Aprendi que as primeiras máscaras foram as do teatro para mostrar as emoções.” Gonçalo

“As máscaras do carnaval de Veneza eram usadas pelos ricos para irem às festas dos pobres porque eram mais divertidas.” Carmo

“As tribos usavam máscaras de animais ou pinturas para pedirem aos deuses boas caçadas.” António Monteiro

Exploradores

“EU SOU ASSIM”

“Riscos e Gatafunhos” numa folha de papel... e eis que como por magia surgiu… EU Pioneiros

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Fomos investigar as CASAS DO MUNDO!!

O INVERNO chegou à nossa sala!

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o passado dia 20 de março, os alunos do 3º ano A tiveram a visita da tia da aluna Matilde Almeida que nos ensinou a fazer coelhinhos da Páscoa utilizando uma meia. Ajudou-nos no enchimento, a coser as diferentes partes do corpo, a colocar os olhos, os pompons e a fazer a boca. Adorámos experimentar coser com linha! Estivemos muito atentos e animados! Obrigada Carla por nos ajudares a aprender a brincar! Patrícia Eusébio

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o dia 2 de março os alunos do 3º ano visitaram o Centro de Ciência Viva - Sintra. Fizemos muitas experiências, algumas sobre o corpo humano, outras sobre o som, a força e a água. Também estivemos dentro de um Planetário insuflável, onde podemos ver um filme e ouvir explicações de um monitor sobre o sistema solar, as estrelas e os planetas. Alunos do 3º ano

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À descoberta dos peixes!

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o dia 26 de fevereiro, pelas 10h30min a turma do 3ºC foi ao laboratório de ciências, da nossa escola. A professora Paula Falcão e a professora Sílvia Fernandes tinham em cima da mesa duas fanecas. Começaram por nos ensinar o nome das diferentes barbatanas e deixaram-nos observar as escamas. De seguida as professoras abriram cuidadosamente as fanecas. Explicaram e mostraram-nos os diferentes órgãos: coração, fígado, pâncreas, ovas, estômago, intestinos e ânus. Dentro de um dos estômagos estava uma lula, dois camarões e uma espinha de peixe. Observámos com uma lupa binocular as brânquias de uma das fanecas. Gostámos muito desta atividade pois aprendemos muito sobre os peixes! Turma do 3ºC

A mesma atividade, idades diferentes, objetivos diferentes. continua na pág. 17

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o passado dia 19 de janeiro, as turmas do 3º ano visitaram o Oceanário de Lisboa.

Foi muito interessante ver todos aqueles animais aquáticos naqueles aquários gigantes!  Também falámos com os monitores que explicaram tudo muito bem. Mas o que mais gostámos foi de ver as lontras sempre muito brincalhonas! Alunos do 3º ano.

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Mais dias Desportivos... e com convidados!

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ais um ano letivo, mais uns dias de desafios e de “Cri´Ar´Tividade” para pôr toda a turma a jogar como equipa e quem sabe vencer! Nestes dias só há desporto. Primeiro veio o Torneio de Voleibol em dezembro, depois o de Badminton em janeiro e agora o de Basquetebol. Tudo para celebrar a festa da atividade física e da cultura desportiva, onde se participa como espetador, jogador, capitão de equipa, árbitro ou até treinador! Momentos de desportolândia onde os alunos

testam as suas aprendizagens e as desenvolvem em ambiente de competição saudável, como pretende a ética desportiva. Nestes dias valores mais alto se levantam que a mera técnica ou a tática. A iniciativa, a responsabilidade, a perseverança a cooperação, a solidariedade são fundamentais. Muitos talentos se afirmam, mas também muitos se descobrem. Este ano convidámos uma escola que está bem de perto de nós, mesmo do outro lado da estrada – O Centro Helen Keller. Convivemos com alguns alunos de 6º e 9º ano e também competimos. Sobretudo partilhámos experiências com alunos e professores de uma escola com um projeto de inclusão muito especial. E como acolher faz parte da aprendizagem do nosso Externato de S. José, vamos continuar a cruzar vivências com a comunidade local. DEFA – SA

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articipando a nossa escola no Programa Eco-Escolas, coube às crianças do Jardim de Infância imaginar uma mascote que representasse todas as atividades inerentes a este programa.

Amigas das atividades ao ar livre e em contacto com a natureza, as crianças exploraram a biodiversidade existente e as ideias começaram a surgir… Que tal aproveitarmos as árvores e os frutos da nossa escola?

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Através do conhecimento da política dos 3Rs, as ideias para os materiais não foram difíceis de aparecer… Garrafões de água, pacotes de leite, rolos de papel higiénico, caixas de ovos, embalagens de fruta e rolhas de cortiça foram os materiais eleitos!

Et voilá!... Nasceu a Super-Árvore, um super-herói protetor do ambiente e de toda a biodiversidade existente no nosso Externato. Folhas | Oliveira A oliveira é uma árvore da família das oleáceas. A oliveira produz azeitonas, que são usadas para fazer azeite. São nativas da parte oriental do mar Mediterrâneo. A longevidade das oliveiras é grande, existindo uma em St Iria da Azoia com 2850 anos.

Olhos | Castanheiro O castanheiro é uma árvore de grande porte, muito abundante no interior norte e centro de Portugal, cuja inflorescência (ouriço) contém a castanha, que foi a base da alimentação em Portugal até ao século XVII. O castanheiro produz também madeira de excelente qualidade, que ainda hoje é muito utilizada em mobília e decoração interior.

Nariz | Figueira-comum

O sobreiro é uma árvore da família do carvalho, cultivada no sul da Europa e a partir da qual se extrai a cortiça. O sobreiro é uma das espécies predominante em Portugal, sendo mais comum no Alentejo litoral e serras Algarvias.

A figueira-comum é uma árvore originária da região do Mediterrâneo e o seu uso iniciou-se na Idade da Pedra. Trata-se de umas das primeiras plantas cultivadas pelo homem. Os figos são comestíveis e altamente energéticos, pois são ricos em açúcar. A figueira é a primeira planta descrita na Bíblia, quando Adão se veste com suas folhas, ao notar que está nu.

Mãos | Plátano

Boca | Laranjeira

Os plátanos são árvores nativas da Eurásia e da América do Norte. São árvores de interesse ornamental. Os exemplares mais antigos deste grupo datam do Cretácico (ca. 115 milhões de anos). Muitas vezes, crê-se que a folha do plátano é a que está simbolizada na bandeira do Canadá, no entanto, a folha ilustrada é a de bordo vermelho. A confusão ocorre devido à semelhança física entre elas.

As laranjeiras são árvores originárias do Sudoeste Asiático Tropical e Subtropical, cultivadas desde tempos remotos em todo o Extremo Oriente. Os seus frutos eram considerados frutos de luxo, reservados às pessoas abastadas. A laranjeira é muito cultivada na região Mediterrânica, pelo seu fruto e também pelos óleos essenciais que se extraem das flores e frutos, utilizados na indústria da cosmética.

Tronco e ramos | Sobreiro

Pés | Pinheiro-manso O pinheiro-manso é uma espécie de pinheiro originária do Velho Mundo, mais precisamente da região do Mediterrâneo. Desde a pré-história, esta árvore é aproveitada como fonte de alimento, devido aos pinhões que produz.

Orelhas | Abacateiro O abacateiro, cujo fruto é o abacate, é uma árvore de grande porte, de crescimento rápido, ultrapassando os 30 metros de altura, nativa da América Central e México. Os frutos, apesar de nutritivos para os humanos, podem ser tóxicos para alguns animais.

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a passada 6ª feira, dia 16, realizou-se uma vez mais a nossa festa de S. José.

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Este ano, teve como protagonistas os alunos do 6º ano que deram vida ao tema “O Mundo na nossa Escola”.

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oi para mim uma honra e um privilégio ter sido convidado para participar na grandiosa Festa de S. José.

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Tive a oportunidade de presenciar os ensaios e avaliar o excelente trabalho de bastidores, muito bem orientado pelo corpo docente, com um merecido destaque para a prof. Maria Teresa Rodrigues, tal como o enorme e aplaudido esforço das crianças do 6º ano. A festa superou todas as expectativas que qualquer um de nós pudesse imaginar. Era visível o entusiasmo e a emoção das famílias ao acompanharem todos os passos que as suas queridas crianças davam no palco. As luzes, o som, os adereços, as coreografias, tudo estava perfeito! Muito trabalho e dedicação para chegar a este resultado final.

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Associou-se à celebração a campanha de solidariedade “Dress a girl around the World”. Esta ONG tem como objetivo proporcionar vestidinhos a meninas africanas. Por esse motivo angariámos tecidos, elásticos, linhas, entre outros materiais para ajudar a instituição a atingir os seus nobres objetivos. Esta festa contou também com a participação ativa de um pai que assim animou este espetáculo.

Todos os nossos pequenos artistas tiveram a oportunidade de brilhar, cada um teve o seu momento de glória naquela tarde e nós, que tanto os amamos, rimos e chorámos, tal era o misto de emoções que pairava sobre aquela plateia, do início ao fim. Foi por elas que lá estivemos, é por elas que trabalhamos, são elas que fazem o nosso coração bater a cada dia que passa. Uma vez mais, as Irmãs Dominicanas mostraram-nos que são merecedoras do nosso respeito e admiração, perpetuando a grande obra de Madre Teresa de Saldanha. Um bem-haja a todo o Externato de S. José! José Luís Barreto Pai da Luísa Barreto, 6ºB


Este livro é recomendado pelas Metas Curriculares de Português, para o 6º ano, e, de facto prende a atenção do público juvenil! Constança Louro, 6ºC

Eu gostei muito, porque foi muito cómico! ress a Girl Around the World é uma ONG americana, fundada em 2009, cujo objetivo é fazer vestidos para doar a meninas em países carentes, levando-lhes assim um pouco mais de dignidade, proteção e esperança.

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Em Portugal, o Projeto consiste exclusivamente em costurar vestidos e calções novos, para crianças de países carenciados e conta neste momento com a colaboração de vários Ateliers de Costura assim como Centros de Dia, Escolas, Grupos, Universidades Séniores espalhados pelo país, promovendo encontros de costura solidária. Este é um projeto 100% voluntário. Desde a matéria prima da qual depende a confeção do vestido até à entrega do mesmo, todo o processo depende de apoio voluntário e solidário. Adaptado de www.dressagirlpt.blogspot.pt

Filipa Cardoso, 6ºD

A peça foi muito engraçada, demos algumas risadas e divertimo-nos muito. João Gonçalves, 6ºD

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o dia 1 de fevereiro, as turmas do sexto ano foram ao teatro.

A peça foi escrita a partir do livro “Ulisses”, uma obra da autoria da escritora Maria Alberta Menéres, que foi lida e analisada em sala de aula. Ao entrarmos no edifício do Colégio Pedro Arrupe, fomos guiados até ao auditório pelos professores e pela Irmã Assunção. A apresentação começou com a passagem de um PowerPoint que explicava a história e caracterizava as principais personagens. De seguida, as cortinas fecharam e começou a peça de teatro. Sempre com a ajuda de tecnologias (vídeos, sons, projeções, luzes…), a peça foi muito bem representada pela companhia de teatro. O espetáculo não foi exatamente igual ao livro, pois surgiram personagens novas, os cenários mostraram espaços surpreendentes, foram acrescentados deuses e a peça foi adaptada à realidade do século XXI, transformando as aventuras de Ulisses num videogame dos Deuses. Gostámos bastante desta atividade que nos permitiu entrar em contacto com a cultura clássica de uma forma lúdica. Esta peça foi uma aventura diferente que valeu a pena! Raquel Vieira, 6ºA

WWW.DRESSAGIRLPT.BLOGSPOT.PT

Gostei mais do livro do que da peça, mas não deixou de ser interessante. Rita Afonso, 6ºA

Esta peça ajudou-nos a compreender a História e as crenças daquele tempo. Carmo Moreira, 6ºB

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um museu intrigante. Passando os rostos minunciosamente pintados que pertenciam a uma gaveta esquecida do século passado, deparávamo-nos com as mais exuberantes cores, com os mais interessantes pormenores, com a mais precisa pincelada. Foi-nos apresentado um quadro completamente preto que na realidade não o era. Este quadro aparentemente preto dizimava por completo a perceção sobre o seu conceito, não só por apenas não ser um quadro completamente preto mas como por ser a junção de cores trabalhadas por três meses com a finalidade de protagonizarem a tal pintura. De seguida, foi posta a questão. Qual seria a relevância de um quadro que aparentemente todos nós seríamos capazes de re-

plicar? É uma questão de expressão artística, na medida em que a mesma não se baseia na complexidade técnica do artista mas sim na originalidade e intenção do mesmo, aliás é facilmente observada tal afirmação olhando para Marcel Duchamp cujo penico assinado constava na exposição. Após esta introdução, seguiram-se cores que eram assinaturas, dilemas de preservação de obras cujo objetivo era a sua autodestruição e ilusões de infinidade pelo esquema de cores utilizado. Como forma de complementar a nossa visita guiada, foi-nos também proposta uma visita autónoma a outra exposição, que contou sempre com um ótimo ambiente e uma vontade cada vez maior de nos perdermos no meio da arte, aquele conceito ainda tão forasteiro que nos prende em edifícios brancos e inóspitos com tantas histórias por contar.

museu berardo a intrigante expressão artística

Joana Duarte, 9ºC

museu N nacional de F arqueologia

o passado dia 8 de março os alunos do 7º ano visitaram o Museu de arqueologia. Aqui ficam alguns testemunhos dessa visita.

oi uma boa forma de aprendermos um pouco mais sobre o Egito, de uma maneira mais divertida, podendo observar uns documentos egípcios, algumas múmias e ainda ouvir novas histórias, para nós desconhecidas.

Osiris e as "suas" múmias

Matilde Limpo, 7ºC parte que mais me cativou, para além da descrição dos objetos do Neolítico/Paleolítico, foi quando o Deus Anúbis “apareceu” e contou-nos como é que os egípcios pensavam que seria o julgamento que ditaria se o defunto teria a vida eterna ou seria comido pelo monstro de cabeça de crocodilo. Durante a visita passamos por locais que eram restritos ao público e outros não e acho que isso foi uma grande possibilidade para aprendermos mais sobre a história que fez o mundo como é agora.

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Guilherme Neves 7ºA

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minha parte preferida foi a secção dos animais embalsamados, porque descobri que os egípcios veneravam os animais e que a vida deles estava intensamente direcionada para a sua segunda vida, depois da morte. Eles tratavam a vida na Terra como insignificante e como a simples preparação para o julgamento de Osiris. Assim, os Faraós conseguiam manter a maioria da população disciplinada, usando como arma o medo da perda da sua segunda encarnação.

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Egas Ribeiro, 7ºD parte mais interessante da visita foi quando entrámos numa sala com muitos sarcófagos, todos revestidos com hieróglifos e sem espaços em branco. Mas o mais engraçado foi quando observámos a reconstituição das múmias numa televisão. Foi fantástico, nunca pensei que pudéssemos reconstituir um corpo a partir de análise e testes e inclusive saber o sexo, a idade e a causa de morte.

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Maria do Carmo Costa, 7ºD


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o que come a faneca?

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ste período, no âmbito da disciplina de Ciências, o oitavo ano fez uma atividade laboratorial com o objetivo de compreender melhor e de uma forma mais prática as cadeias alimentares. A atividade consistia na dissecação de uma faneca e na análise do conteúdo do seu estômago. Começámos por fazer uma pesquisa individual sobre o nome científico, morfologia e alimentação da faneca, incluindo também a alimentação das presas da mesma. Após reunirmos estas informações, a professora entregou uma faneca sobre cortiça a cada grupo de laboratório e, através da observação da mesma,

desenhámos a faneca, legendando-a com os nomes das várias partes do seu corpo, e descrevemos algumas características gerais da mesma (como a cor, as escamas, o odor, etc.) na ficha onde tínhamos apontado a pesquisa. Antes de iniciarmos a atividade laboratorial sobre as cadeias alimentares, abrimos o opérculo, retirámos os arcos branquiais para observação e, colocando uma pipeta dentro da boca do peixe e direcionando-a para o opérculo, observámos como a água entra pela boca da faneca e sai pelo opérculo através do seu processo de respiração. Seguidamente, com a ajuda de um bisturi, abrimos a faneca desde o ânus até ao opérculo. Depois, retirámos cuidadosamente, para não rebentar, as ovas, o intestino, o estômago e, por

fim, o coração. Após isto, abrimos o estômago da faneca, retirando o que se encontrava no seu interior. Alguns grupos encontraram restos de camarão ou caranguejo, confirmando a nossa pesquisa sobre a alimentação deste peixe, e outros apenas matéria digerida, não nos permitindo definir o que haviam comido. Finalmente, terminámos a atividade preenchendo uma ficha sobre o que havíamos observado e relacionando o que registámos com o que havíamos dado nas aulas anteriores. Esta atividade foi um bom exercício, pois através de uma vertente teórica e outra prática, ajudou-nos a compreender melhor a matéria dada, tornando-a mais interessante aos nossos olhos. Sara Tavares e Maria Silveira, 8ºC

fui retirado do estômago da faneca!

A mesma atividade, idades diferentes, objetivos diferentes. continua na pág. 10

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From LOTS to HOTS

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hen students get to the 3rd cycle, they can already retrieve, recall and recognize knowledge and understand written or graphic material. In English and ITC, we have tried to take students from year 9 further: we asked them to choose a topic, analyse it, create an infographic and communicate what they have learnt to their colleagues, who based in criteria and standards evaluated each other’s work. They all succeded in using these high order thinking skills! This is one of those presentations. Sandra Marques and Rui Rodrigues

Las moscas

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n un frondoso bosque había dos moscas que estaban comiendo siempre todos los días. Hasta que un día encontraron un bote lleno de miel y comenzaron a correr.

Como tardaron mucho tiempo a llegar al bote llamaron a Óscar que era un oso, un gran amigo de ellas. Cuando el oso llegó, derramó el pote de miel para que ellas pudiesen comer. La miel era muy pegajosa, pero ellas ni conectaron, sin embargo, cada minuto que pasaba, ellas iban cada vez más para bajo. Cuando llegó la hora del oso volver ya no las vio allá y entonces él dijo:

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- ¡Ya se deben haber ido! Pero cuando miró para la miel solo allá vio las patitas negras de las moscas y el oso muy triste comenzó a llorar. Pero, de pronto pensó: voy a sacarlas, tirándolas de sus patitas …a ver… ¡ Y las sacó de la miel, salvándolas! ¡ Hicieron todos una fiesta muy “pegajosa” comiendo la miel que restaba en el bote! Matilde Santos 8ºC


5o ano e as tics | estetica e tech

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s alunos dos 5º anos realizaram pequenos artigos, como se fossem para um jornal/revista, sobre o que são as TIC, para que servem, vantagens e desvantagens da sua utilização.

Aprofundaram conhecimentos na utilização do MicrosoftWord, destacando-se o espaçamento de linhas e parágrafos e a criação de colunas, adequação do tipo de letra ao trabalho em causa, assim como consegui-

rem sintetizar a informação pesquisada, de modo a que apenas ocupassem uma folha A4. Ana Dias

T.I.C. As T.I.C. evoluíram muito durante estes anos.

Algumas das desvantagens da tecnologia são estas:

O homem começou a ter necessidades de falar à distância, por isso começou a comunicar através de sinais de fumo, desenhar nas pedras, inventou a escrita, etc… Com o passar do tempo, surgiu a eletricidade e apareceram mais tipos de comunicação como o telégrafo, o telefone fixo, a rádio e a televisão.

Nas redes socias de hoje é muito provável falares com uma pessoa que não conheces (um estranho) e essa pessoa pode querer-te fazer mal.

Agora, também usamos o telemóvel e os computadores para comunicar.

Sabiam que o primeiro computador do mundo chamava-se Eniac?

Existem hackers, que são pessoas que pirateiam os sites ou as nossas contas nas redes sociais, e eles podem nos avariar os aparelhos tecnológicos que nos gostamos muito.

Vantagens ☺ e Desvantagens  das tecnologias. Algumas das vantagens da tecnologia são estas: Com o avanço da tecnologia também avançaram os meios de comunicação, antigamente as pessoas não sabiam o que estava a acontecer nos outros países mas agora sabem tudo o que se passa e isso é bom para muitas pessoas. Antigamente para as pessoas que moravam distantes da família escreviase cartas, e os selos ainda custavam algum dinheiro e agora temos o Watsapp, Skype e Instagram para falar com os amigos ou familiares. Rodrigo Ponte e Tiago Monteiro, 5ºB

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á muitos anos Portugal era um país pequeno (tal como agora) e começou a ter a ideia de expandir o seu território. Para Castela não dava, então, tornou-se pioneiro nos descobrimentos por mar. Naquela época pensava-se que o mundo era plano e se passassem pelo cabo bojador caíam no abismo. Também se pensava que existiam monstros marinhos (tal como hoje nós achamos que existem extraterrestres). Mesmo assim, acabando com os mitos, Portugal cresceu e descobriu novos territórios e novas culturas. Mas onde está o Portugal do século XV e XVI que tinha territórios, poder e riqueza? Hoje, Portugal não pode crescer para fora, mas pode desenvolver-se cá dentro, tal como fez o Marquês de Pombal, ou no século XIX D. Maria II e depois os seus filhos ao modernizar o país. Para que Portugal cresça é necessário também que cada português cresça por dentro. Só assim podemos contribuir para um país melhor.

Madalena Ramos Pereira, 6ºB

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urante a ocupação muçulmana da Península Ibérica no ano de 711, as Astúrias (zona montanhosa) serviram de refúgio a alguns cristãos. Devemos agradecer a Pelágio, que, chefiando os cristãos no ano de 722 conseguiu vencer os muçulmanos na batalha de Covadonga começando assim a reconquistar o território para sul. Durante esse período longo, cristãos e muçulmanos viveram em períodos de paz mas também fizeram batalhas. O território era defendido por grandes e bonitos castelos que na atualidade marcam a nossa paisagem e guardam histórias, mistérios, lendas, façanhas de monges guerreiros e de romances entre cavaleiros e mouras.

Carlota Fernandes e Carlota Silva, 5ºB

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revolução francesa ocorreu em 1789 tendo como lema: “Liberdade, igualdade e fraternidade”. Começou em Paris e espalhou-se por toda a França. Os revolucionários queriam acabar com o poder absoluto do rei, com os pesados impostos e obrigações do povo. Nós gostamos desta matéria, pois a liberdade começou a ser um direito de todos. As ideias da revolução chegaram a Portugal através da imprensa escrita e de livros que influenciaram a revolução liberal Portuguesa de 1820 e a primeira constituição portuguesa, aprovada em 1822.

Carmo Moreira e Maria Gonçalves, 6ºB; Isabel Sousa, 6ºC; Matilde Costa, 6ºD


Jogos Matemáticos

A

utilização de jogos, nomeadaconta somente com a inteligência para mente de jogos de tabuleiro, se vencer. dentro e fora da sala de aula tem vindo a ser reconhecido como O Hex foi inventado duas vezes, prium recurso metodológico eficaz para meiro pelo cientista e poeta dinamarconsolidar conceitos e para promoquês Piet Hein, em 1942, a segunda, ver a motivação para a Matemática. pelo matemático americano, do filme Uma forma de constatar essa relação “Uma Mentes Brilhante”, John Nash, direta entre o jogo de tabuleiro e a em 1948, tendo sido popularizado nos matemática prende-se com a estruanos 50. tura de análise baseada em teoremas que são mais ou menos importantes Este é um jogo de conexão, no qual e mais menos generalizáveis. Se isso dois jogadores competem para é facilmente aceite na matemática, construir uma cadeia contínua de também é um fenómeno imporpeças, ligando dois lados opostante nos jogos porque certas tos de um tabuleiro. Embora técnicas são passiveis de absas regras deste jogo sejam tração, definindo padrões das mais simples entre os úteis em várias situações, jogos de tabuleiro, é exdistintas no detalhe mas tremamente difícil jogáo passado dia 16 de março, seis alunos, similares na essência, -lo bem, devido à sua do Externato de São José, participaram nas diferentes partinatureza complexa. E na 14ª edição do Campeonato Nacional de Jogos das de um mesmo é no estudo da naMatemáticos. jogo. tureza complexa deste jogo, que Foi um dia de emoções que começou bem cedo, e que juntou O tipo de prareside o inte1951 alunos de 432 escolas de todo o país, no Externato de zer associaresse para os Penafirme, em Torres Vedras. do ao penmatemátisamento cos. O desempenho dos alunos que foram representar o nosso colégio foi bom, matemátendo um deles ido à final do jogo “Produto”. O Camtico e ao penParabéns aos participantes e às suas famílias que apoiaram esta iniciativa. p e o samento n a t o Professora Sílvia Simão Nacional do jogo é e Prof. Ruben Pinto de Jogos muitas vezes Matemáticos, semelhante, organizado pela mas dada a faCiência Viva, a cilidade e a importância para os associação Ludus, jovens do objetivo, Associação de Proquase sempre os jofessores de Matemática (APM) e a Sociedade gos são mais cativanPortuguesa da Matemátites. Convém salientar que os jogos não substituem ca (SPM), tem entusiasmado centenas de alunos do ena matemática uma vez que sino básico e secundário, que os objetivos são diferentes, descobrem nos jogos matemátimais virados para a competição e prazer imediato. A matemáticos como o Hex uma outra forma ca tem objetivos estruturais, com de explorar a Matemática. enorme importância cultural e esteio Na edição do presente ano, a 14ª, o Exfundamental para o desenvolvimento ternato de S. José esteve, pela primeicientífico. ra vez, representado por seis alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos. Um dos jogos de tabuleiro mais popular entre os jovens é o Hex, onde se Ruben Pinto

Campeonato Nacional

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ste ano o proa tem um grande desafio: vamos conhecer a Madeira.

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Para conseguirmos lá chegar temos muito trabalho pela frente. Aplicando uma metodologia já nossa conhecida, a metodologia de projeto, constituímos equipas de trabalho responsáveis por diferentes áreas fundamentais para a realização do nosso projeto: alimentação, alojamento, percursos, animação, programa e orçamento/an-

gariações de fundos. Em fevereiro, estas equipas realizaram uma atividade de campo, na Bataria da Raposa, que lhes permitiu criar espírito de equipa, o que facilita, e muito, o trabalho que se segue. Nesta atividade desenvolveram também diversas técnicas de campo o que, para alguns foi uma primeira experiência, mas para outros foi a consolidação de aprendizagens anteriores. O esboço desta aventura está a ganhar forma, mas ainda falta bastante até a podermos viver!

Alimentação A equipa da alimentação está a pensar fazer alguns pratos típicos da Madeira entre os quais a espetada em pau de loureiro e o bolo do caco.

Animação A equipa da animação está encarregue de atribuir um tema à atividade, de escolher e elaborar os jogos que iremos jogar na Madeira e de animar e organizar o “fogo de conselho”.

Sara Tavares e Guilherme Correia

A nossa equipa já propôs uma atividade cheia de ritmo numa festa Tradicional da Madeira, em Santana.

Mariana Trindade

Porto Moniz

Orçamento e angariações de fundos Para o orçamento recolhemos os valores que cada grupo vai precisar para a atividade. Em relação às angariações de fundos já realizámos algumas atividades como venda de bolachas, cachorros, que continuaremos a fazer e venderemos rifas até junho.

Júlia Lopes

Alojamento

Transportes e orientação

O nosso grupo, o Alojamento, como o próprio indica está responsável pela pesquisa de locais de pernoita na Madeira. Até agora já contactámos alguns locais tais como Juntas de Freguesia e Instalações militares.

O grupo do transporte e da orientação está responsável pela deslocação durante a atividade na Madeira e por traçar os trilhos e lugares que queremos visitar. Já realizámos a pesquisa sobre possíveis modos de deslocação e trilhos a percorrer.

Leonor Matos

Madalena Parreira São Vicente

Ponta do Pargo

Santana Pico Ruivo 1 818 m

Ponta do Rosto

Pico do Arieiro 1 862 m

Calheta

Machico Ponta do Sol Ribeira Brava Cap Girão

Câmara de Lobos

22

V avozdocolégio 46

Santa Cruz Caniço

Funchal

Ponta do Garajau


partimos à descoberta da torre

S

onhávamos há muito realizar uma atividade que fosse um marco no início do segundo ciclo. Mas o quê?! Ao sonho juntámos objetivos: conhecer de forma lúdica a história e obra da ordem; criar laços entre os alunos e a comunidade das Irmãs e a estabelecer um momento de referência para o início do 2º ciclo. E isto era o que sabíamos à partida. Foi-se construindo os jogos, o tema, as equipas, a torre... No entanto, os que tornaram este sonho realidade agarraram bem o que se pretendia e durante dois dias viveu-se e partilhou-se a história de S. Domingos; reforçou-se laços entre alunos, professores e Irmãs; viveu-se em comunidade uns com os outros. Fomos nestas vinte e quatro horas uma grande família e o colégio a nossa casa. Foi um sucesso dito pelos próprios, pois empenharam-se e deram tudo de si, para que assim fosse. Anabela Santos

E

u achei a atividade “À descoberta da torre” muito divertida, havia 6 postos e o que eu gostei mais foi o posto 6 que foi ir à comunidade das Irmãs. Adorei!!! Quando foi a altura de descer a torre em rappel, eu senti três coisas: 1º borboletas na barriga; 2º ansiedade e 3º medo. Na passagem do muro da varanda para ficar na posição de descer a torre, estava cheia de medo, mas ao mesmo tempo feliz por termos descoberto a torre.

Julieta Vaz, 5 oC

P

ara mim a atividade não foi só brincar e aprender, mas foi perceber o que é trabalhar em equipa, enfrentar desafios em equipa. Foi divertido e foram dois dias que não vou esquecer. Eu recomendo porque foi divertido e faz-nos conhecer mais o colégio.

À

descoberta da torre foi ótima, porque conhecemos novas pessoas, mostrámos o nosso lado radical e também odorei a presença do proa. Por isso foi TOP!! Adorei todas as atividades.

José Carrilho, 5 oA

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a descoberta da torre diverti-me à grande! Os nossos queridos professores só têm ideias para projetos ótimos. Com este projeto aprendi muito mais além do que sabia sobre a família dominicana! E para mais conhecimento levaram-nos à comunidade! Foi encantador ver tudo limpinho e branco. Dormimos na saba de judo, todos aconchegados uns aos outros o que foi um motivo de alegria. Fizemos a abertura das refeições e aprendemos a partilhar.

Leonor Ramos, 5 oB

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u gostei muito desta atividade, porque pudemos aprender mais sobre as irmãs e a história dominicana. Também fizemos mais amigos e ficámos mais próximos dos que já tínhamos. O que eu mais gostei foi de fazer rappel (foi mesmo fixe). Adorei a atividade e acho que estava bem pensada.

Carlota Silva, 5 oB

Sebastião Cadete, 5 oA

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oigélocod

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a CAPA E CONTRA CAPA

UM ENSINO EM ESPIRAL: PICASSO 6º ANO | A 4ª DIMENSÃO NO RETRATO 4 ANOS | A INTERPRETAÇÃO DA OBRA "POLICHINELO"

A Voz do Colégio | 46  

Jornal do Externato de S. José 46 - março 2018

A Voz do Colégio | 46  

Jornal do Externato de S. José 46 - março 2018

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