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GOLFE - HIPISMO - NÁUTICA - LUXO

2016|71


Mapa de Navegação

Diretor Executivo Fábio Trisotto Edição Manoela Hoffmann Departamento Comercial Cesar Bueno cesar@golfelazer.com.br Colaboradores Gisélle Araújo Grayce Rodrigues Fotografia Fabrizio Motta Diagramação ED | Creative Studio Impressão Tipotil Gráfica e Editora Distribuição JDC Distribuidora Contato Fábio Trisotto 55 (47) 9932 0714 fabio@golfelazer.com.br A Revista Golfe & Lazer é uma publicação bimestral da Novocom com distribuição gratuita. Todos os direitos reservados. É proibida sua reprodução total ou parcial. A produção da revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e mensagens publicitárias que estão incluídas nesta edição. Siga-nos:

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06 Velocímetro O luxo nos detalhes o desejo pelo novo BMW X1

10 Tacada de Sucesso Conheça Cyrela, que está a meio século no mercado, pelas palavras de Silvia Fernandes

12 Approach O circuito da Federaçao de Golfe do Paraná

26 Hispismo Os eventos da federação Paranaense de Hipismo

36 Arquitetura A beleza que vem de dentro

53 Joinville Iate Clube Regatas e outros eventos do Joinville Iate Clube


Velocímetro Da Redação Imagens Divulgação

Novo BMW X1 Companhia ideal para novos caminhos.

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BMW X1 abre novos caminhos, indo além das soluções rotineiras. Desde o primeiro olhar fica claro que este é um modelo X de alma e coração: os para-choques compactos e a longa distância entre eixos típicos de um SAV (Sports Activity Vehicle) definem o exterior. No interior, mantém-se a filosofia BMW X. Com materiais de elevada qualidade e um intuitivo conceito de utilização, o novo BMW X1 recebe os seus passageiros em bancos com posição elevada. O interior, além de convidativo, é extremamente versátil. Ao mesmo tempo, o motor equipado com tecnologias BMW EfficientDynamics aumentam o Prazer de Dirigir a cada viagem.

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Design Excelente desempenho em qualquer trajeto: o BMW X1 combina as características de um SAV com a dinâmica e a esportividade do estilo de vida urbano. O BMW X1 possui a característica imagem de um SAV na sua forma mais versátil e dinâmica. Na cidade ou na estrada, a vigorosa silhueta impressiona com sua longa distância entre eixos e pára-choque compacto. Uma combinação perfeita de presença esportiva e dimensões compactas, sem comprometer a flexibilidade ou a generosa oferta de espaço nas duas filas de bancos. O uso de materiais de elevada qualidade e os destaques integrados completam a imagem do BMW X1.


Conforto e Funcionalidade O companheiro ideal para ir em direção ao desconhecido: o interior do novo BMW X1 recebe os seus passageiros em bancos de posição elevada que oferecem a melhor visibilidade, cercados de materiais de alta qualidade. Em combinação com a utilização intuitiva e a generosa oferta de espaço, o BMW X1 é o parceiro ideal para os seus planos.

Posição elevada do banco do condutor A posição elevada dos bancos do novo BMW X1 oferece vários benefícios. O mais óbvio é que condutor e passageiros desfrutam de uma extraordinária vista panorâmica, proporcionando um aumento considerável da segurança no

trânsito. Além disso, entrar e sair do veículo é mais confortável para todos os passageiros. Em combinação com as superfícies vidradas e o teto panorâmico, a posição elevada cria uma generosa sensação de espaço.

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Velocímetro

Sensação de Espaço O novo BMW X1 impressiona por suas compactas dimensões exteriores que ocultam muito mais do que aparentam. A visibilidade extremamente clara, fruto da posição elevada dos bancos e da grande superfície vidrada ao redor do veículo, contribui para a generosa sensação de espaço. Essa impressão não é apenas subjetiva: os 56 cm de liberdade para as pernas na traseira garantem espaço suficiente, mesmo para passageiros de maior estatura. Além disso, o porta-malas tem capacidade para 505 litros, que chegam a impressionantes 1.550 litros com os bancos rebatidos.

A performance ideal para ir além. Motores BMW TwinPower Turbo no BMW X1. Os inovadores motores BMW TwinPower Turbo que equipam o BMW X1 combinam potência e eficiência, prometendo nada menos que o absoluto Prazer de Dirigir.

Motores a gasolina bmw twinpower turbo A mais recente geração de motores a gasolina BMW TwinPower Turbo oferece um débito de potência ágil e uma resposta surpreendente, mesmo em baixos giros. Esses motores inovadores combinam a última tecnologia de injeção de combustível e o controle totalmente variável das válvulas, incluindo o duplo-VANOS com turbocompressão, e representam a base fundamental da estratégia de desenvolvimento do BMW EfficientDynamics. O resultado é uma cadeia cinemática eficiente, que eleva ainda mais a famosa agilidade da BMW. Potência- 231 cv Torque - 350 Nm Aceleração de 0 a 100 km/h - 6,5 s Capacidade do porta-malas - 505 l

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Tacada de Sucesso

Cyrela: meio século construindo sonhos

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onversamos com a executiva Silvia Fernandes que fala sobre inovação em construção e qualidade de vida em umas das incorporadoras mais sólidas do mercado nacional

Conte um pouco da sua trajetória na profissional. Sou paulista e iniciei minha trajetória profissional cedo, aos 13 anos. Sou formada em Arquitetura pela UNIP – Universidade Paulista e atuo o mercado imobiliário há 20 anos. Comecei minha carreira em São Paulo e estou há oito anos em Curitiba. Como começou sua relação com Cyrela? Minha relação com a Cyrela é antiga. Primeiro, tive contato com a construtora através de projetos realizados em parceria com outras incorporadoras em que trabalhava. E, 2008, meu marido foi transferido para Curitiba e eu o acompanhei na mudança. Na ocasião, a Cyrela estava chegando em Curitiba através da parceria com a Doria, uma construtora local. Comecei então a trabalhar na Doria, atuando em projetos em parceria com a Cyrela. Em 2009, a construtora montou sua estrutura própria na cidade e fui chamada para me juntar à equipe. Qual é o principal diferencial da Cyrela em relação ao mercado que atua? A Cyrela é uma empresa sólida, que está há mais de 50 anos no mercado. E, mais do que empreendimentos, a Cyrela entrega inovação e qualidade, além de trans-

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formar imóveis em projetos de vida. O cuidado com cada detalhe é um de nossos principais diferenciais. O que você considera essencial para o sucesso de um negócio? A busca constante pela inovação e qualidade. Precisamos sempre ter o foco na satisfação de nossos clientes, pois são eles que mantêm uma corporação viva. Sem eles, a empresa não existe. Qual a principal visão de futuro da Cyrela? Continuar desenvolvendo produtos diferenciados, buscando sempre atender as necessidades dos clientes, realizando o sonho de muitas famílias e contribuindo para o desenvolvimento das grandes cidades.

outros momentos não existiam, com descontos surreais, por exemplo. Já chegamos ao ponto mais baixo desta curva e, assim como o mercado de investimentos na Bolsa de Valores, devemos adquirir na fase de “baixa” - e o momento é agora. O mercado voltou a reagir, desta forma a valorização vai acontecer e os preços consequentemente voltam a subir - não mais como tivemos no passado, entre 2008 e 2013, mas voltará sua valorização em uma escala controlada.

Alguma dica para quem pretende investir em imóveis? Para quem pretende investir em imóveis, a hora é agora! Em função grande crise econômica que nosso país vem atravessando, o mercado imobiliário foi um dos mais afetados. Por isso, as construtoras e incorporadoras passaram a fazer concessões que

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Approach

Golfe e Cultura no 15º Aberto da Federação

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sporte e arte se misturaram, mais uma vez, durante a disputa do Aberto da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe. Os campos, sempre belos cenários - mas que costumam inspirar apenas os golfistas - ganharam o olhar dos pintores e foram parar nas telas. Com estilos diferentes, em tinta a óleo, artistas da Pigmento Academia de Arte transformaram imagens em troféus. A música também fez parte desta vez. Durante os três dias de competição, um pianista, levado pela Yamaha Musical do Brasil, embalou os intervalos dos cerca de 130 par-

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ticipantes que foram ao Clube Curitibano. A disputa - o mais importante - foi em alto nível. Como a maior parte do tempo o predomínio foi de um clima agradável, os golfistas puderam dar o seu melhor. E quem se deu bem foi o argentino Julian Fedele, único a terminar o jogo com par de campo. Entre as mulheres, a campeã foi a paranaense Ana Beatriz. Os vice-campeões foram Sophia Campos e Matias Lezeano. Diego Veiga e Daniel Celestino, paranaenses, terminaram empatados em terceiro lugar. O torneio valeu pontos para os rankings mundial, nacional e estadual.


Na categoria M1 os três primeiros lugares foram ocupados pelos paranaenses Jocimário Souza que somou 214 net, Diego Veiga com 215 net e Lucas Pacheco com 218 net. O golfista Walter Paixão somou 138 net, contra 139 do vice-campeão Lauro Furuta para vencer a categoria M2. O terceiro colocado foi Yoshihiro Miyamura com 140 net. Já na terceira categoria, a primeira colocação ficou com Rodrigo Navarrete com 140 net, o segundo colocado, Jairo A. da Rocha, e o terceiro Willian Maeayashi, também finalizaram com 140 net. Na stableford masculino, Antônio Antunes venceu com 75 pontos, o vice-campeão foi Walter Souza com 72 pontos, seguido por Flávio Vicente com 70 pontos. No feminino, a campeã Ana Beatriz somou 236 tacadas Gross, contra 247 da vice-campeã Sophia Campos. Zenilda Souza venceu a primeira categoria com 220 net, seguida por Roselaine Catarino com 228 net e Maria Julia Ribeiro com 233 net.

Na segunda categoria, a golfista Tica Hara foi a campeã com 143 net, a vice-campeã foi Lucia Sumikawa com 150 net e a terceira colocada foi Odiracy Bortolotte com 158 net. Na Stableford feminina a campeã foi Paula Nishiyama com 80 pontos, a segunda colocada foi Luiza Rudy com 76 pontos, e a terceira, Sofia Rudy com 73 pontos.

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Approach

Circuito Sênior

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Os homens seguem a disputa acirrada entre os federados. A 5ª Etapa do Circuito Sênior da FPCG, disputada no primeiro final de semana de outubro, em Ponta Grossa, teve Rafael Bernardi como campeão Scratch, finalizando com 74 gross. No pré-sênior ouro, o primeiro colocado foi Tibirissa Messias com 66 net. Já no pré-sênior prata, o golfista Alcione Bub-

niak venceu com 70 net. Marcus Bernardi ficou em primeiro na categoria sênior ouro, com 65 net, e Mitsuo Fujikawa, com 73 net, venceu no sênior prata. No super sênior ouro, Jodi Yamamoto foi o campeão, com 76 net e Mario Matsunaga faturou a categoria super sênior prata, com 70 net. Veja como está a classificação depois das cinco primeiras etapas:

RANKING CIRCUITO SÊNIOR FPCG 2016 1º Lucio Minoru Hiratomi - 35 ptos 2º Eduardo Leal - 35 ptos 3º Ricardo Correia - 28 ptos

OURO

PRÉ-SÊNIOR

1º Luiz Nascimento - 25 ptos 2º Ulisses de Morais - 24.33 ptos 3º Daniel Neves - 22 ptos

OURO

OURO

PRATA

1º Walter Souza - 28 ptos 2º Giovani Gionedis - 26 ptos 3º Waldemar Torii - 21 ptos

SUPER-SÊNIOR

1º Jodi Yamamoto - 35 ptos 2º Yasumi Takeda - 23 ptos 3º Adriano Bidá - 20 ptos

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1º Michel Calixto - 32 ptos 2º Adenir Grik - 31.83 ptos 3º Alcion Bubniak - 27 ptos

SÊNIOR

1º Henrique Okoshi - 26 ptos 2º Bruno Kick - 26 ptos 3º Nelson Matsuda - 23 ptos

PRATA

PRATA

1º Keiti Suguimati - 32 ptos 2º Mario Matsunaga - 20 ptos 3º Luiz F. Cunha - 20 ptos


Competição feminina vem forte em 2016

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Best Golf, torneio criado pela Federação Paranaense e Catarinense de Golfe, em 2011, para estimular a participação das mulheres, vem tendo sucesso nesta temporada. Em média, cerca de 80 golfistas participaram de cada etapa de 2016 até aqui. A terceira delas, disputada no final de setembro, no Clube Curitibano, teve como vencedora a equipe do Graciosa Country Club, formada por Roselaine Catarino, Nil-

ma Ribeiro, Arahy Sarrao e Roberta Cômodo – campeã também na disputa individual, com 80 gross. As vice-campeãs foram do time Confederação Clubes Associados, que reúne jogadoras do interior, Alice Aoto, Lucia Sumikawa, Priscila Ambrosio e Naiara Costa. As golfistas voltam a se encontrar pelo Circuito Best Golf no dia 24 de novembro, no Las Palmas & Country Club onde será disputada a 4ª etapa.

RANKING DAS EQUIPES CIRCUITO BEST GOLF 2016 1º Graciosa Country Club - 28 ptos 2º Clube Curitibano - 20 ptos 3º Clubes Associados - 18 ptos T3º Alphaville Graciosa - 18 ptos

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Approach Fotos Zeca Resendes

Campo Olímpico recebe Aberto do Brasil

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m dos maiores legados dos Jogos Rio 2016, o Campo Olímpico de Golfe, recebeu em setembro a mais tradicional competição profissional do país, e uma das mais importantes do continente, o Aberto do Brasil. Foram quatro dias de disputas do torneio que faz parte do PGA Tour Latinoamérica e reúne os melhores golfistas da América. Daniel Stapff, Odair Lima, Marcos Silva e Enzo Miyamura representaram o Paraná, mas foram os estrangeiros os grandes vencedores desta 63ª edição. O argentino Jorge Fernandez-Valdes ficou com o título (69/69/70/72). Em um dia com muita chuva, o golfista fechou sua participação com duas tacadas de vantagem em relação a três competidores que empataram em segundo lugar: o canadense Corey Conners, o chileno Guillermo Pereira e o americano Brad Hopfinger. Valdes faturou o prêmio de US$ 31,5 mil destinado ao campeão e uma bolsa, totalizando US$ 175 mil. “Fiquei muito contente de conquistar esse título, ainda mais em um campo tão extraordinário como esse, logo depois dos Jogos Olímpicos”, declarou.

Golfe para a vida Além da disputa em alto nível, o campo recebeu também mais de 40 crianç as e adolescentes de duas escolas municipais do Rio de Janeiro, que participam do programa Golfe para a Vida, da Confederação Brasileira de Golfe. Os estudantes assistiram ao evento e tiveram aulas da modalidade. O Campo Olímpico será a sede nacional do Golfe para a Vida, programa que já levou o ensino do esporte a quase 80 mil crianças no Brasil. Há no Rio de Janeiro 2000 jovens que já tem regularmente aulas de golfe dentro das escolas, e que passarão, em breve,

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para a segunda fase do programa, com prática no Campo Olímpico.


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Approach

Cinema Choveu? Deu vontade de jogar durante a noite? A FPCG sugere alguns filmes para você assistir e continuar pensando em golfe!

Um maluco no golfe

Happy Gilmore (Adam Sandler) vive com a avó (Frances Bay) e sonha em se tornar um jogador de hóquei. Contudo, ele tem um grande problema: não consegue patinar no gelo. Quando sua avó corre o risco de perder a casa para pagar impostos atrasados, Happy precisa encontrar um meio de ganhar dinheiro rápido. Happy descobre que tem talento nas tacadas e é convencido a se tornar um jogador de golfe, fazendo sucesso graças às suas jogadas esquisitas.

Jogo da paixão

Roy McAvoy (Kevin Costner) é um extraordinário jogador de golfe que teria tido uma vida profissional e particular muito boa se fizesse aquilo que a lógica manda. Mas como nunca soube controlar seus instintos vive em um pequeno lugarejo no Texas, dando aulas de golfe por uns trocados. Sua vida começa a mudar quando conhece uma psicóloga (Rene Russo) que está namorando seu antigo rival (Don Johnson) e acaba se apaixonado por ela. Para conquista-la decide participar do mais importante torneio de golfe do mundo: o U.S. Open.

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www.graficapronto.com.br fone (47) 3481-8818


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Approach

Galeria de fotos

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Approach Dica do Pro

Emboque mais!!!

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ara ser um bom jogador nos greens existem três pontos fundamentais: saber ler a caída, ter um bom controle de distância e, claro, uma boa técnica. Com relação a técnica, para aprimorar e buscar a consistência desejada por todos os golfistas, sugiro praticar um dos meus exercícios favoritos: o exercício do portão. Procure no green um putt com aproximadamente duas jardas de distância do buraco, e o mais plano possível. A partir desta distância coloque dois tees entre a cabeça do seu taco (veja a foto), e pratique suas tacadas a fim de evitar com que o seu taco bata no ‘’portão’’. Comece o treino com pouca exigência, e no decorrer dos dias vá aumentando conforme sua evolução. Por exemplo, no primeiro dia de treino tentar embocar cinco bolas seguidas sem tocar nos tees; no segundo, embo-

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car dez bolas seguidas também sem tocar nos tees, e assim, sucessivamente, até chegar próximo das 30 bolas. Garanto que ao treinar desta maneira, você estará otimizando o seu tempo e melhorando o seu score cada vez mais. Obrigado e até a próxima!

Luiz Felipe Miyamura é coach regional (Paraná e Santa Catarina) da Confederação Brasileira de Golfe, membro do instituto americano de performance da Titleist e treinador dos principais jogadores de alta performance do país.


Calendário OUTUBRO 08 e 09 – 34o Aberto do Clube Curitibano Quatro Barras/PR Clube Curitibano (FPCG) 15 e 16 – 4o Aberto Pine Hill Toledo/PR Pine Hill Golf Club (FPCG) 22 e 23 – 15o Aberto do Alphaville Pinhais/PR Alphaville Graciosa Clube (FPCG) 29 e 30 – 16o Aberto da Cidade de Maringá Maringá/PR Maringá Golf Club (FPCG)

NOVEMBRO 05 e 06 – 13o Aberto do Clube Santa Mônica Colombo/PR Santa Mônica Clube de Campo (FPCG) 12 e 13 – 10o Aberto do Costão Golf Club Florianópolis/SC Costão do Santinho (FPCG) 19 e 20 – 28o Aberto de Ponta Grossa Ponta Grossa/PR Ponta Grossa Golfe Clube (FPCG) 26 e 27 – Copa Integração/ Interclubes Maringá/PR Maringá Golf Club (FPCG)

Expediente Jornalista responsável: Sabrina Coelho Contato: admgolfe@fprgolfe.com.br www.fpcg.com.br

Endereço Federação Paranaense e Catarinense de Golfe: Rua Pastor Manoel Virginio de Souza, 1020 CEP 82810-400 - Capão da Imbuia Curitiba - PR Telefax: (41) 3366.9159 - (41) 3267-4620

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Publieditorial Por Jefferson Lauro Olsen

Pensão Alimentícia aos Filhos

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pensão alimentícia a ser paga pelos pais em favor dos filhos é devida por imposição da relação de parentesco, uma vez que aos pais cabe o sustento dos filhos, entretanto a grande questão a ser respondida é o correto valor a ser fixado a título de pensão alimentícia, uma vez que a lei não determina valores exatos, pois o código civil em seu artigo 1694 § 1º ao tratar sobre os valores dos alimentos determina que os alimentos devem ser fixados na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada, de modo que a interpretação do artigo da lei é bastante subjetiva, e por esse motivo

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observamos valores de pensão alimentícia fixada em casos semelhantes, de maneira significativamente discrepantes. O que é analisado em um processo onde é discutida a pensão alimentícia em favor dos filhos é a prova dos dois principais requisitos legais, que são as necessidades daquele que recebe os alimentos e as possibilidades daquele que os fornecerá, sendo que quanto mais bem documentado estiverem as necessidades do alimentado, melhor poderá o juízo fixar os alimentos de maneira justa, o mesmo ocorrendo em relação as possibilidades da pessoa obrigada, o que pode ser feito com a simples apresentação de folha de pagamento em


casos de pessoas que trabalham registradas ou cópia de declaração de imposto de renda em casos de profissionais liberais, ou em casos de maior dificuldade através de ofícios dirigidos a bancos, apresentação de faturas de cartão de crédito e demais despesas que demonstrem o padrão de vida dos genitores, sendo importante observar que a obrigação alimentar é de ambos os pais, dentro das possibilidades de cada um deles, sendo certo que o genitor que tem maior poder financeiro deverá arcar com um valor maior de alimentos enquanto aquele que tem menor poder de contribuição deverá arcar com um valor menor, mas sem perder de vista que o filho é do casal e não apenas de um dos pais, tendo ambos a obrigação de sustento. As necessidades de uma pessoa muda ao longo da vida e o legislador observou este fato ao possibilitar a revisão dos alimentos a qualquer tempo, de modo que aquele que recebe pensão alimentícia e considera que os valores por um ou outro motivo tornaram-se insuficientes para sua manutenção pode ingressar com a ação revisional, o mesmo ocorrendo com aquele que paga pensão alimentícia, uma vez que entendendo não ter mais as mesmas condições que detinha quando fixados os alimentos, poderá ingressar com ação para diminuir o valor a ser pago. A grande novidade em relação a ação revisional de alimentos é que inicialmente entendia-se que a pensão alimentícia poderia ser revisionada se houvesse alteração nas necessidades daquele que recebe os alimentos ou das possibilidades daquele que os fornece, entretanto já existem

Jefferson Lauro Olsen - Advogado - OAB/SC 12.831 Especialista em Direito de Família Membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família, e Sócio do Escritório Olsen Advocacia – Tel. 3435-0628 www.olsenadvocacia.com.br

julgados onde os Tribunais tem entendido a possibilidade do manejo da ação revisional também para corrigir distorções que tenham ocorrido quando da fixação da pensão alimentícia, sejam para majorar ou minorar os valores, mesmo que sem alteração nas condições financeiras das partes, sendo certo que a parte interessada deverá obrigatoriamente fazer provas robustas do binômio necessidade/possibilidade, uma vez que sem estes elementos é impossível ao juízo fixar/revisionar os alimentos de maneira justa, uma vez que não terá como auferir exatamente quais os valores necessários que o alimentado necessita e que o alimentando poderá suportar.

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Hipismo

Campeonato Paranaense de Amazonas

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conteceu entre os dias 16 a 18 de setembro na Sociedade HĂ­pica Paranaense, o Campeonato Paranaense de Amazonas nas categorias B; Amazonas A; Amazonas e Amazonas TOP. Confira as imagens.

Podium Amazonas A

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Podium Amazonas TOP

Podium Amazonas B

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Hipismo Fotos Emerson Emerim

Novos talentos do esporte dão show no Campeonato Sul-Americano da Juventude

Podium Young 2000

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Hipismo brasileiro mais uma vez deu show com as categorias de base no Campeonato Sul-Americano da Juventude, da Federação Equestre Internacional. O evento aconteceu na Sociedade Hípica Paulista entre os dias 6 e 11 de setembro e contou com a participação de 130 cavaleiros e amazonas, entre 12 e 21 anos, de oito países: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, EUA, Paraguai, Peru

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e Uruguai. Nas disputas por equipes e individuais o Brasil conquistou medalhas em todas as categorias. Ao todo foram definidos quatro títulos: Mirim (12 a 14 anos) disputada a 1.20m, Pré-Junior (14 a 16 anos) a 1.30m, Junior (14 a 18 anos) a 1.40m e Young Rider (16 a 21 anos) a 1.45m, consideradas categorias de alto rendimento. Na competição de Young Rider, a equipe


Podium Junior 2000 formada por Pedro Carvalho / Boomerang VH. Kluizebos, Iury Borges / August Utopia, Maria Ludwig / Gizelle van de Watering, Yasmin Santos / Piaf Quintin ficou com a prata com 24 pontos. O outro time brasileiro composto por AndrĂŠ Bacchi / Eye Catcher, Rafael Moderno / El Santo Guilia Scampini / Keep on Fighting e Anna Victoria Campelo / Fleur de Vauxelles faturou o bronze com 36 pontos.

A Argentina foi a grande campeĂŁ com 21 pontos e Santiago Orifici / Voloma, Santiago Brandolino / Clon Cooper, Martina Campi / Resistire Piam e Lihuel Gonzales / Checa Z. Na categoria Junior, mais uma dobradinha do Brasil, dessa vez com o ouro e a prata. A equipe verde somou cinco pontos perdidos e ficou com o primeiro lugar com Lucas Lima / Alpha Condor, Bernardo de Albuquerque / Valtellina do Rioacima, Laura Rait

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Hipismo

Podium Mirim 2000

Podium Pré Jr. 2000 / MD Quastor JMen e Victoria de Mendonça / Una Bella 9. O segundo lugar foi da equipe amarela, 23 pontos, com Filipe Risi / Vancouver de la Vaux, Pedro Egoroff / Wangu Cooper, Nicolle Margeotto / Chap Lando Z ePaulo Miranda / Dijon. O bronze ficou com a Argentina, com 50 pontos e a equipe Josefina Rico / Entrerriano JR, Iara Veron / Contendra, Maria Ganzabal / NM Colina Yatay e Maximiliano Baigorri / Los Talas Amapola.

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Na disputa Pré-Junior a equipe campeã contou com Thales Marino / Coudeur JMen, Gabrielle Berger / Quite Capitano, Marcelo Gozzi / Cathaar Z e André Moura / Uniroyal de Thieusis com 9 pontos perdidos. Já o time medalha de prata teve Marcello Costa / SL Speeder II, Raphael Halaban / Dito van de Rispen, Giovanna de Freitas / Samur e Laura Tigre / Cher da Boavista, com 12 pontos. O Chile ficou com o bronze com a equipe Ben-


Palestra José Roberto Guimarães jamin Maldonado / Amerikano, Valentina Rodriguez / Abracadabra, Carmen Novion / Haras Dona Ines Jager Boy e Xavier Varela Armendariz / Zoe com 17 pontos. Na categoria Mirim (12 a 14 anos), a 1.20m, o Brasil conquistou a medalha de prata e de bronze. A equipe formada, por Mariana Somparin / Espetacular do Xapuri, Maria Luiza Vieira / Wonder Z, Juliana de Almeida / Figo van de Kruishoeve e Lys Kang / Macarena Tok, teve apenas uma falta e garantiu o segundo lugar. Já a equipe com Pedro Henrique Kuhlmann / Carry Girl JMen, Carolina Chade / Corbella JMen, Rui Guião / Duka M e Matheus Sant´Anna / Poete de Preuilly, ficou em terceiro com cinco pontos perdidos. O ouro ficou com a Argentina, que competiu com Richard Kierkegaard / Du Noble, Emilia

Demattei / Carlazo Cooper, Avril Rosso Cuaino / Air Queen e Lautaro Bruno / Walterstown Cruise e não cometeu nenhuma falta. O Brasil chegou como favorito devido aos excelentes resultados dos anos anteriores e confirmou ser um seleiro de jovens talentosos. Os percursos foram elaborados pelo experiente course designer Hélio Pessoa e antes do início da competição, delegação brasileira assistiu uma palestra motivacional do técnico tricampeão Olímpico de vôlei José Roberto Guimarães, que deu conselhos para os atletas sobre a vida profissional. “Aproximem-se daqueles que são melhores, de pessoas otimistas, torçam pelos colegas, tenham energia positiva e foco total em seus objetivos. Vocês podem até não vencer, mas é preciso ter a certeza de que tenham feito

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Hipismo

Victoria, Campea junior a melhor preparação possível. Deem toda a atenção que o cavalo de vocês merece e ele também possa sentir essa energia positiva. Para alguns basta vestir a camisa do Brasil, mas para ganhar uma medalha é preciso ter espírito vencedor e isso exige treino e sacrifícios”, disse Zé Roberto. Nas finais individuais, o Brasil conquistou o ouro nas categorias Junior e Pré-Junior com Victoria Mendonça, montando Una Bella 9, e Laura Tigre com Cher da Boa Vista. O pódio de Junior foi dominado pelo país com a prata para Bernardo Pereira / Valtellina do Rioacima e o bronze para Laura Rait / MD Quastor JMen garantiu. No Pré-Junior, mais uma prata para o Brasil com Marcelo Gozzi montando Cathaar Z. Na final individual Mirim, a amazona Carolina Chade / Corbella JMen ficou com a prata e Henrique Kuhlmann / Carry Girl JMen com a medalha de bronze. Na categoria Young

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Rider o Brasil ficou com a medalha de bronze com Yasmin Almendros / Piaf de Quintin. Para a competição, cerca de 50 conjuntos vieram de fora do país e tiveram total apoio da CBH. O campeonato foi bastante disputado e mostrou como as categorias de base do hipismo sul-americano se desenvolveram muito ao longo dos últimos anos. O fomento ao esporte é uma das principais crenças da CBH e estamos trabalhando para que o futuro do hipismo brasileiro seja próspero. A nova geração nacional é uma potência mundial. Ao longo dos últimos anos conquistamos dezenas de títulos internacionais em todas as categorias de base, incluindo o Campeonato Sul-Americano, o FEI Children’s International Classics e a Copa das Nações. Além do país sede, disputam a competição Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, EUA, Paraguai, Peru e Uruguai.


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Hipismo

Laura Tigre, Campea prĂŠ jr.

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Arquitetura

A beleza está no que vem de dentro O ponto alto do projeto de interiores dessa residência é a exuberante porta “verde tomilho” do bar no estilo Escocês

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projeto pensado em detalhes é um misto de requinte e beleza, em um espaço amplo e agradável pensado para curtir com a família e com amigos.

Jantar/Espaço gourmet e bar O Compondo com as cores neutras, cinza e nude do restante do projeto, o bar foi um pedido especial dos proprietários para receber os amigos. Interligado com o bar, o espaço gourmet recebe recortes de espelho e tons neutros, muitos lugares para convidados e um estilo moderno, porém aconchegante. A sala de jantar projetada ao lado do espaço gourmet, apesar de ter recebido um decor mais requintado, serve de apoio para quando o casal recebe mais convidados. Na sala, que se basta pela beleza, um lustre desenvolvido exclusivamente para este projeto e a tela nas cores da paleta escolhida, harmonizaram com o todo e conseguimos um resultado sofisticado.

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Arquitetura

A sala de jantar jĂĄ se basta, com um lustre desenvolvido exclusivamente para este projeto.

As telas nas cores da paleta escolhida, harmonizam com o todo, resultando em sofisticação.

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V E R ÃO M A I S Q U E A LTO PA D R ÃO .

De acordo com a Lei nº 4591/64, informamos que as imagens aqui contidas possuem apenas caráter ilustrativo e que a aquisição de mobílias e peças decorativas são de responsabilidade do condomínio/condômino. Reg. Inc. M- 35462 2º O.R.I. BC/SC

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Arquitetura Fotos Daniela Buzzi

Uma pitada essencial da arquitetura contemporânea O projeto deste apartamento foi desde os quartos até a varanda gourmet

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m quarto projetado para ser usado da infância à adolescência. Uma pequena sacada foi incorporada ao ambiente interno destinada à área de estudos. Também foi criada uma área de painéis e nichos. Atrás dele, fica o móvel da sapateira e o fechamento da sacada com janelas em vidro. Para harmonizar com a madeira clara, o azul cobalto, o cinza e o branco. O resultado, um quarto alegre, criando pontos de interesse marcados pelas cores.

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Suíte do filho A escrivaninha conta com um gaveteiro azul e uma luminária verde. O painel madeirado e as prateleiras dão unidade à região de dormir e de estudar. Todos os móveis foram especialmente desenhados para o local, pensando nas sensações que causariam e na sua funcionalidade. A iluminação foi setorizada, tendo uma central geral e pontos de destaque. Neste e nos outros quartos foi utilizado o piso vinílico, com padronagem de madeira, criando ainda mais aconchego ao ambiente.


Para um casal com pouco tempo, o escritório Junkes e Nunes foi a solução. Com um projeto altamente personalizado, que compreendia desde o desenho de mobiliário ao estudo minucioso de cores para criar a atmosfera desejada para cada ambiente, e uma execução de obra completa, com a administração de cronograma e controle de qualidade de serviços realizados pelos fornecedores, o escritório entregou a apartamento pronto e decorado aos clientes.

Suíte da filha Um quarto delicado e aconchegante para uma criança de três anos, mas que pode ser usado por dez anos com a troca de decoração. Uma pequena sacada levemente curva foi incorporada ao ambiente, criando uma área de estudos. Entre as cores, nude, branco, rosa claro e verde água, a última permite contraste mais forte à delicadeza das demais cores. Pensando no aconchego, a cama tem cabeceira e peseira estofadas na parte interna e com textura de palhinha na parte externa.

Atrás da cama foi projetado um painel nude para que a criança não se encoste à parede gelada. O mesmo painel foi repetido atrás da cômoda para criar unidade à composição. A cômoda foi especialmente desenhada, pensou-se na proporção que mais harmonizaria com o espaço e a cor de rosa exata para criar leveza à composição. A escrivaninha, com gavetas sob o tampo e pés metálicos, explora o espaço mais claro do quarto e o abajur cria uma atmosfera lúdica. A iluminação do ambiente foi setorizada

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Arquitetura

Suíte do casal Um quarto contemporâneo, com uma região separada de closet. Para atender as demandas do casal, a varanda foi incorporada, criando um espaço para a poltrona e escrivaninha. A parede da cabeceira recebeu revestimento cerâmico com textura 3D, que foi evidenciada pela iluminação de pendentes. Para a cabeceira, foi desenhando um painel estofado que abrange a região dos criados mudos e escrivaninha, dando unidade aos elementos. Os tons de branco e bege são quebrados pelo tapete colorido. Em frente à cama, o painel madeirado da TV aquece a composição. O closet instalado na entrada

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do quarto aproveita toda a extensão do corredor, com armários de um dos lados e espelho do outro. A parede, toda revestida por espelhos, onde foi embutida a porta de acesso ao banheiro causa a sensação de ampliar o estreito corredor de passagem. O banheiro foi todo reformado. Criou-se uma longa bancada que comporta uma cuba dupla e uma área de penteadeira. Os revestimentos de porcelanatos com texturas de madeira e pedra criam uma atmosfera sofisticada e aconchegante.

Living e Sala de Jantar Um desenho de mobiliário limpo, fazendo base para peças de design. Os grandes painéis madeirados proporcionam unida-

de aos ambientes, além de embutirem a porta de correr. Na área de jantar, este painel vira fazendo o fundo da torre de fornos da cozinha. Na parede do hall de entrada até a cristaleira, o revestimento de porcelanato com textura 3D cria um ponto de interesse. O balcão alto da sala de jantar faz divisa com a cozinha. Na parte frontal da bancada, voltada para a sala de jantar, porcelanatos com padronagem de pedra, na cor cinza e com brilho foram aplicados, criando uma continuidade com o piso. Para a sala de jantar foi selecionada mesa com tampo de vidro e base em bronze, além de cadeiras com tecido em linho grafite. A cristaleira determina onde acaba o ambiente de jantar e onde começa o living. O desenho limpo e a iluminação linear em cada prateleira dão mais desta-

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Arquitetura

que aos cristais expostos. No living, a poltrona Charles Eames, juntamente com o sofá e a poltrona Isa, de Jader Almeida, criam uma atmosfera aconchegante para a reunião em família. As amplas mesas de centro conferem ainda mais conforto, além de criarem um ponto de destaque pela harmonização de lâmina zebrano de uma das mesas e, a laca fendi, da outra. A iluminação do living e jantar conta com sistema de automação que cria diferentes cenas para cada clima que se deseja dar aos ambientes.

Cozinha Com um aproveitamento máximo do espaço, o projeto setoriza atividades em bancada de preparo de alimentos, torre de eletrodomésticos, louceiro e geladeira. Na bancada, foi utilizado silestone branco, com acabamento de borda chanfrado, o que faz parecer que a pedra é bastante fina e delicada. A parede ganhou o mesmo revestimento da bancada alta da sala. As cores são sóbrias, sendo toda ela em cinza e branco.

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Varanda Gourmet A varanda foi fechada e transformada num espaço gourmet. A churrasqueira foi incorporada à bancada, criando um local de apoio. O desenho dos móveis proporciona espaço para a geladeira de bebidas, microondas e cafeteira, além dos armários. A concentração de todos os equipamentos e áreas de bancada num único móvel abriu espaço para uma generosa mesa de madeira maciça.

As cores sóbrias utilizadas nos armários e bancadas, que são cinza, preto e aço cortem, são quebradas pelo dourado da pastilha utilizada sobre a bancada de granito e pelo tom quente da mesa de madeira. A luminária repete as cores amarela e preta. No piso, o porcelanato com padronagem de cimento queimado. Vasos de tempero na bancada da cuba.

Lavabo Neste espaço, o destaque fica por conta da cuba, que é em pedra Pietrafina Manhattan iluminada. O piso segue o mesmo porcelanato da área social, com padronagem de cimento queimado. Nas paredes, réguas de porcelanato com padronagem de madeira aquecem e sofisticam o ambiente. Para completar a composição, um grande espelho reveste a meia parede da cuba.

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Arquitetura

Fornecedores

Junkes e Nunes Arquitetura e Interiores

Arquitetas responsáveis por projeto e execução respectivamente: Monique Junkes e Aline Nunes Rua Mario Lobo, 61, sala 1112 - 11° andar - Joinville - SC Fone: 47 3028 2008 contato@junkesenunes.com.br facebook: Junkes e Nunes Arquitetura e Interiores

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Marmoraria Trevo Av. Aluísio Pires Condeixa 2400|Saguaçú|Jlle/SC www.marmorariatrevo.com.br 47 3472 0101 facebook.com/marmorariatrevo vendas@marmorariatrevo.com.br

Revestire Revestimentos Rua Benjamin Constant 148 | América | Jlle/SC www.revestire.com 47 3026 6636 facebook.com/revestire.revestimentos vendas@revestire.com

Porto Bello Shop Rua Araranguá 116| América | Jlle www.portobello.com.br/portobelloshop 47 3433 4006| 99790 0004 facebook.com/portobellojoinville portobellojoinville@gmail.com

Ofício & Design Rua Blumenau 1200| América | Jlle/SC www.oficioedesign.com.br 47 3433 8325 facebook.com/oficioedesign atendimento@oficioedesign.com.br

Interior Casa Rua 25 de Julho 191| América | Jlle/SC www.interior casa.com.br 47 3028-9318 facebook.com/interiorcasa diretoria.america@uniflex.com.br


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Lumino Iluminação Rua Max Colin 1134 | América | Jlle/SC www.luminoiluminacao.com.br 47 3026 1212 facebook.com/luminoluz contato@luminoiluminacao.com.br

Flamingo Rua Max Colin 1010 - América|Jlle/SC www.Lojasflamingo.com.br 47 3433-5378 celular 9617-9614 joinville@lojasflamingo.com.br Instagram @lojasflamingo

Sierra Móveis Rua Blumenau 873|América|Jlle/SC www.sierra.com.br 47 3455 4419 facebook.com/sierrajoinville joinville@sierra.com.br

Di Fatto Revestimentos e Interiores Rua Visconde de Taunay, 1174|Atiradores|Jlle/SC www.difattointeriores.com.br 47 3439 0970 Instagram: di_fatto_interiores facebook.com/difatto.interiores vendas@difattointeriores.com

Vidraçaria Arte Vidros Servidão Walter Mathias 186 - Rio Cerro I - Jaraguá do Sul/SC www.artevidros.ind.br 47 3273.0071 - 3370.1218- 3370.8793 facebook.com/artevidros artevidros@artevidros.ind.br

Stilo Inox Churrasqueiras Rua Brasil, 550|Saguaçu|Jlle/SC www.stiloinoxchurrasqueiras.com.br 47 3027 5063 facebook.com/stiloinoxchurrasqueiras.com.br alan@stiloinoxchurrasqueiras.com.br


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Caderno especial


CONSELHO DELIBERATIVO Mandato 2014/2017 Jackson Hertenstein Klaus Driesnack João de Deus Assis Filho Orlando Volkmann José Mário Gomes Ribeiro Marco Antonio Corsini Edson Fajardo Nunes da Silva Mandato 2015/2018 Acyr Leye André Bornschein S ilva Antonio Carlos Minatti Eugênio Alberto Fleischer Gert Heinz Schulz Rubens Moura Waldir Harger Mandato 2016/2019 Celso Kupsch Rubens Petry Ivo Birckholz Edmundo Kochmann Júnior Marcelo Hack Horst Dieter Hardt Alberto Raposo de Oliveira

DIRETORIA Comodoro Ivo Brickholz Vice-Comodoro Klaus Driesnack Diretor Secretário José Mário Gomes Ribeiro Diretor de Patrimônio Edson Fajardo Nunes da Silva Diretor Financeiro Orlando Volkmann Diretor de Esportes Adam Max Mayerle Diretor Cultural Horst Dieter Hardt

Caro leitor, O Joinville Iate Clube esta trabalhando em seu planejamento estratégico com uma visão sempre para o futuro e bem estar do associado. O planejamento consiste na melhoria do clube, na satisfação, desejo e necessidade do associado, prevendo os investimentos a médio e longo prazo e dentro dele nasceu a necessidade de ouvir o sócio. Aplicamos a nossa primeira pesquisa de satisfação, trabalho árduo e finalizado neste mês de outubro, com 30% dos sócios entrevistados. Observamos que os sócios de modo geral demonstram satisfação pelo que o clube oferece, e verificamos também sugestões de melhorias bastante interessantes. Uma delas, um segundo pier, já em construção, que deve estar sendo instalado em breve. A demanda por ajustes apontados mostram claramente que estamos no caminho certo, e que a diretoria e seus conselheiros, têm atuado com uma ampla visão de futuro para o clube. Temos como referência os maiores e melhores Iate Clubes e Marinas do Brasil, e espelhar-se no melhor, mostrou-se uma receita adequada para crescimento e aumento da qualidade destas e outras entidades mundo a fora. Perguntamos: Como era nosso Clube a 10 anos atrás? A evolução foi muito grande: posto de abastecimento, rampa para grandes embarcações, novos galpões, piso dos pátios de circulação das embarcações, um pier com energia, uma subestação, água potável, água para lavar as lanchas, duchas, sala de aula, secretaria, banheiros e treinamento dos nossos colaboradores. O Joinville Iate Clube está sempre em movimento. É um clube dinâmico, trabalhando continuamente para atender às necessidades náuticas de seus associados bem como de seus convidados. Boas navegadas! Klaus Driesnack Vice-Comodoro

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Escola de Vela Fotos Luciano Saraiva

Escola de Vela do JIC volta de Porto Belo com medalhas Evento marca a 8ª etapa do Ranking Norte Catarinense de Monotipos

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orto Belo sediou, em junho, a 8ª Etapa do Ranking Norte Catarinense de Monotipos 2016. A 5ª Regata Junina aconteceu na sede do Emave, ao lado da Ilha Wind. Competidores de toda região participam da regata. Os alunos da Escola de Vela do Joinville Iate clube (JIC) competiram nas Classes Optimist (categorias Estreantes e Veteranos) e Laser 4.7. A disputa foi de acordo com as regras da ISAF. Para a maioria dos alunos o vento gelado foi o maior obstáculo enfrentado. “Apesar de equipados com roupas adequadas e de o sol brilhar, os pés e as mãos sentiram a baixa temperatura”, afirma o instrutor de vela do JIC, Luciano Saraiva.

Foi a estreia de Welington F. Garcia e Karlos G. Loss na Classe Optimist em competições. “Primeira vez que velejaram em uma praia. Eles só haviam treinado na Lagoa Saguaçu, em Joinville”, comenta Saraiva. Nesta primeira disputa eles foram superados pelas meninas da Associação Náutica de Itajaí (ANI). Pela Optimist Veteranos, Thiago Pascoal não teve dificuldades em vencer. Ele disputou a 1ª colocação com Alejandro Ramos. “A experiência de três anos de competições foi determinante”, salienta Luciano. Já na Classe Laser 4.7, a disputa ficou entre Eduardo da Silva, Alexandre da ANI e Lucas Michalak. “Na soma das duas regatas Eduardo superou seus concorrentes”, comenta o instrutor.

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Escola de vela Fotos Luciano Saraiva

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Classificação da Escola de Vela do JIC Classe Optimist - Categoria Veteranos 1º Thiago Pascoal 2º Alejandro Ramos Classe Optimist - Categoria Estreantes 4º Welington Garcia 5º Karlos Loss Classe Laser 4.7 1º Eduardo da Silva 3º Lucas Michalak 4º Lucas Budal 5º Beatriz Karling 6º Gustavo Souza 7º Lucas Francesco de Sant’Ana

Durante todo o dia os velejadores e acompanhantes aproveitaram as delícias juninas: pinhão, quentão e cachorro-quente. Depois, participaram da premiação dos três primeiros colocados de cada classe, que receberam medalhas. Além da Optimist e da Laser 4.7, os velejadores competiram pelas classes Laser, Holder, Magnum 422, Hobie 3.9, Dingue, Oday12, Laser Vago, Day Sailer, 420, 470, Snipe, Byte, Mistral, HobieCat 14 e 16, Hobie Cat 14 Dinocat, SuperCat 17, Acat, Prancha a Vela e Shellback.

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Escola de vela

Escola de Vela do JIC prestigia chegada da tocha olímpica em Joinville Joinville recebeu a tocha esta semana e um dos destinos foi a Baia Babitonga, no bairro Espinheiros

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Escola de Vela do Joinville Iate Clube (JIC), em clima de olimpíada, em julho, viveu um momento especial. A tocha olímpica passou o dia percorrendo ruas da cidade, carregada pelas mãos de vários joinvilenses e, por onde passava, chamava a atenção e emocionava muitas pessoas. Partiu de São Francisco do Sul até chegar a Joinville. O instrutor de vela do Joinville Iate Clube, Luciano Saraiva foi uma das pessoas que carregou a tocha pela Baía Babitonga. Do JIC, participaram deste momento, o comodoro Ivo Birckholz, os diretores José Mário Ribeiro e Adam Mayerle e o sócio Gunther Weber, além dos alunos da Escola de Vela. O primeiro destino em Joinville foi o bairro Espinheiros. Foram 22 quilômetros percorridos na cidade, até chegar ao Centreventos Cau Hansen. A chama foi acesa na Grécia em abril. No Brasil, o revezamento começou em maio. Mais de 200 cidades brasileiras receberam a tocha, com a participação de mais de 12 mil pessoas no revezamento.

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Regata Monotipo Fotos Luciano Saraiva

Mais de 50 velejadores participaram da 9ª etapa da Regata de Monotipos no JIC Sol, vento de até 12 nós e as velas das embarcações na Baía Babitonga

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dia estava lindo em Joinville no último sábado do mês de agosto e o sol refletia na água da Baía Babitonga para receber os 58 velejadores que participaram da 9ª etapa do Ranking Norte Catarinense de Monotipos deste ano. Pela manhã, o pátio e o gramado do Joinville Iate Clube (JIC), local do evento, estava lotado, velejadores por todos os lados ajustando as velas e dando os últimos retoques nas embarcações. As classes que participaram da regata foram: Hobie Cat 14, Laser, Dingue, Holder, 470, Hobie 3.9, Multicascos, Optimist e Shellback, que realizaram o percurso linear barla-sota com boias. Os 47 barcos velejaram em três regatas e quem visitou o clube pôde prestigiar, na frente da sede, o balançar das velas. Adam Mayerle, diretor de esportes do JIC,

disse que é motivador organizar um evento que incentiva o esporte e traz pessoas de outras cidades da região. “Além de velejadores de Joinville, recebemos de Florianópolis, Penha, Navegantes, Campo Largo, Porto Belo, Blumenau e também de Curitiba”, aborda. Adam participou pela Hobie Cat 14. Para ele, um dos desafios enfrentados na raia Babitonga é a maré e também conhecer o canal no meio da raia. “Tem que ter muita habilidade para dar conta”, acrescenta. Já pela Hobie Cat 16, Kiko Diener foi um dos participantes. Para ele, quando se tem pouco vento, exige-se mais técnica do velejador. “É necessário atenção com a maré, olhos na flotilha e também preparo físico”, destaca. Por este ranking, ele compete com o seu irmão e proeiro, Gunnar Diener. Em 2015, Kiko foi campeão brasileiro de Hobie Cat 16 na categoria barco nacional, no Brascat 2015.

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Regata Monotipo

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Escola de Vela do JIC Os alunos da Escola de Vela do JIC participaram nas classes Optimist e Laser 4.7, além de alunos da Associação Náutica de Itajaí (ANI), na classe Optimist, nas categorias Estreantes e Veteranos. O instrutor da Escola de Vela do JIC, Luciano Saraiva comemorou a participação dos alunos do projeto. “Temos sete participando pela Classe Laser 4.7 e oito alunos pela Optimist, sendo 5 estreantes e 3 veteranos”, comenta. Lucas Francesco, 15 anos de idade é um deles. “Estou no projeto da Escola de Vela há cinco anos. Nesta regata, participei pela Laser que é mais emocionante, o barco não é tão estável quanto o da Optimist”, revela. Também da Escola de Vela do JIC, Eduardo Silva, 17 anos, competiu pela mesma classe. Ele é o atual líder do ranking deste ano. “O velejador do monotipo Laser precisa ter esforço físico e muitas habilidades”, comenta. Para competir com os alunos da Escola de Vela do JIC pela classe Optimist, a ANI trouxe seis atletas. Entre eles, Matheus Leonardo da Silva, 14 anos, e Raissa Maria Tartari Ribeiro, de 13 anos. Matheus veleja desde 2012. Nos dois primeiros anos ele treinava dentro do clube em Itajaí. Depois disso, em 2014, participou do Sul-Brasileiro, em Foz do Iguaçu, ficou em 7º lugar entre 51 competidores. “Iniciei este ano pela Optimist, na categoria Veteranos. Para ele, um dos desafios de velejar é vencer a correnteza. Muito concentrada antes da competição, Raissa alinhava e ajustava a vela da embarcação. “Tem que ter paciência para montar a vela”, explica. Ela disse, que da outra vez que competiu aqui (Baía Babitonga) sentiu dificuldade com a ondulação e a correnteza, mas que tudo serve como aprendizado. “Temos que analisar o vento, a água, a boia e os outros competidores”, aborda.

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Regata Fotos Fabrizio Motta

Sem vento, mas muitas histórias para contar da Regata de Aniversário do JIC Nenhum velejador conseguiu concluir o percurso

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Joinville Iate Clube (JIC) sediou em junho a 5ª etapa do Ranking Norte Catarinense de Veleiros de Oceano. Como o vento não apareceu, os velejadores aproveitaram para contemplar a paisagem da Babitonga, contar histórias e confraternizar. O evento foi patrocinado pelo Clube, dando nome à Regata de Aniversário do Joinville Iate Clube. “Havia previsão de vento e marés que seriam favoráveis, definiu-se por uma regata de percurso, com largada de fronte ao JIC, montando a Ilha do Maracujá e retorno também em frente ao JIC”, explica o vice-capitão da Flotilha Norte Catarinense de Veleiro de Oceano (FNCVO), Antônio Weinfurter. Conforme ele, projetou-se uma alteração para chegada entre a Ilha Redonda e a boia verde do Ipiranga. O vento não se confirmou, porém como regata de percurso e tendo algum deslocamento a Comissão de Regata (CR) resolveu, acertadamente, oficializar a largada, na expectativa que o vento entrasse. “Sem vento, o mar ficou espelhado e a flotilha, com oito velejadores, deslocava-se ao sabor da vazante. Em alguns momentos havia brisa que empolgava, mas era muito tênue e passageira”, comenta Antônio. Weinfurter explicou que alguns barcos tiveram problemas para montar a boia encarnada da Ilha do Mel, porque já

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se encontravam na subida da maré, que os levava ainda mais. Os barcos com coeficiente de bloco maior e mais pesados andavam mais que os leves, que eram empurrados pela maré. “A previsão também dizia que choveria, mas ainda bem que também isto não se confirmou”, completa o vice-capitão. Como pela instrução de Regata a mesma encerraria às 18h30, a Comissão de Regata se deslocou e fez a linha de chegada entre a Ilha Redonda e a boia verde. Por pouco o

Zuriel não cumpriu a prova, faltaram apenas uns três minutos para chegar. Além dele, o Brasil 31 e o Makika permaneceram na regata. Os outros cinco velejadores anunciaram a desistência perto das 17 horas. “Apesar de não termos o prazer de velejar com o vento previsto, que seria muito bom, em torno dos 15 nós, todos confraternizaram alegres no jantar oferecido pelo clube. Sempre há alguma coisa para compartilhar quando se faz o que gosta”, destaca.

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Regata Fotos Fabrizio Motta

Velejadores comemoraram o vento de até 10 nós na Regata de Inverno Pelo percurso barla-sota, competiram as Classes Regata, RGS A e Bico de Proa

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egada a sol e vento constante, a Regata de Inverno, realizada em julho, marcou a 6ª etapa do Ranking Norte Catarinense de Veleiros de Oceano de 2016. Participaram 11 veleiros pelas classes Regata, RGS A e Bico de Proa. O evento é realizado pelo Joinville Iate Clube (JIC) e organizado pela Flotilha Norte Catarinense de Veleiro de Oceano (FNCVO). Conforme Antônio Weinfurter, vice-capitão da FNCVO, ficou decidido na reunião de comandantes que seriam duas regatas barla-sota com 4 pernas. “A segunda regata poderia ser de 6 pernas, caso o vento apertasse”, explica. Os velejadores percorreram a raia entre a Ilha Redonda e a Laje do Fundão, constituído do portão de partida, uma boia mais

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próxima cerca de uma milha para a Classe Bico de Proa e a mais afastada, de 1,5 milhas para as demais classes. O vento ficou em torno de 5 nós na primeira regata, com a maré subindo durante toda à tarde. Na segunda regata, o vento aumentou, chegando a 10 nós. O vice-capitão explicou que mesmo com mais vento, a Comissão de Regata, optou em manter as 4 pernas. “Próximo das 16 horas já havia encerrado o evento”, completa. A satisfação foi geral entre os velejadores. “Independentemente do resultado, eles comemoraram, pois houve vento durante toda a prova, fundamento essencial para a prática da vela”. “O evento foi representativo, competitivo e agradável”, salienta Antônio.


Regata Fotos Fabrizio Motta

Regata de Agosto, regada a muito frio e chuva, teve percurso mais longo As classes Regata e RGS competiram na 7ª etapa do ranking da FNCVO

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em o frio, nem a chuva desanimaram os velejadores a participarem da Regata de Agosto, que marcou a 7ª etapa do Ranking 2016 da Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO). Na reunião de comandantes, realizada antes do evento, foi definido que seria uma regata preferencialmente longa. “Contudo, temos sempre que dispor um contingencial caso o vento não se confirme”, explica o vice-capitão da FNCVO, Antônio Weinfurter. Os seis velejadores participantes tiveram a largada no través da laje do Fundão, montando o arquipélago Maracujá-Fundão por bombordo e uma boia em direção ao porto de Itapoá, distante cinco metros para a longa. “O través do Porto de São Francisco do Sul, próximo à Ilha do Alvarenga, era a opção B”, aborda Antônio. De acordo com ele, ocorreu um pequeno Recon. Neste caso, o galhardete vermelho e branco indica que houve retardamento da largada da regata, pois houve diminuição do vento próximo às 13h. Logo o vento entrou e se firmou de Nordeste, confor-

me a previsão, com largada às 13h18. “O último veleiro chegou às 17h01, o que deu um bom tempo de prova contínua, sem calmaria”, aborda o vice-capitão. “A chuva durante os procedimentos foi persistente, por vezes mais forte, outras vezes mais tênue, contudo o frio foi contínuo, como o vento como previsto na casa dos 6 nós o que contribuiu para vencermos a corrente de preamar forte”, explica Antônio. Foram duas classes participantes, Regata e RGS. Pela Regata, o Paranoia ficou em primeiro lugar, o Azurro em segundo e o Kraken em terceiro. “Esta classificação foi no corrigido, mas foi fita azul, mesmo tendo feito um percurso maior por engano”, comenta Weinfurter. Na RGS, Zuriel, Brasil 31 e o Hagar ocuparam as três primeiras posições. “O desafio do frio, da chuva e da corrente de maré foram vencidos por todos com muita garra e espírito esportivo, tornando o evento muito disputado e compensador. A Comissão de Regata foi muito eficiente no tratado das variações climáticas, posição de boia e comando”, salienta Antônio.

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Campeonato Fotos Iate Clube de Santa Catarina Colaboradores Lucas Michalak e Richele Mayerle

Joinville na Vela: atletas no brasileiro de Dingue Esta categoria de veleiros monocasco tem grande número de adeptos em função da simplicidade e economia

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o início de setembro a cidade de Joinville foi representada no 31º Campeonato Brasileiro de Dingue por quatro jovens atletas, todos vindos da Escola de Vela do Joinville Iate Clube (JIC). O campeonato aconteceu nas águas de Jurerê Internacional, em Florianópolis. O campeonato contou com 45 veleiros, totalizando 90 velejadores. Ao todo foram realizadas seis regatas com diversas condições de vento e ondulações. O primeiro dia de regata foi adiado pela falta de vento. No segundo, o tempo firmou e foram realizadas três regatas. No terceiro dia, o vento mudou de rumo no transcorrer da regata, originando diversas modificações no percurso, o que resultou em um campeonato com um alto nível técnico, pelas dificuldades do clima, já que o esporte a vela depende da natureza. Lucas Michalak e Gustavo de Souza obtiveram a 3ª colocação na categoria Juvenil. Eles foram premiados com troféus da Confederação Brasileira de Vela (CBV). A dupla Eduardo da Silva e Lucas Budal ficou na 5ª colocação na categoria Sênior.

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Para a dupla Michalak e Gustavo, o campeonato foi muito competitivo e o resultado do 3º lugar no Brasil deve-se aos intensos treinos realizados na Escola de Vela do JIC, onde recebem todo o apoio e contam com equipamentos que possibilitam a conquista de resultados positivos. Para poderem participar do Campeonato Brasileiro, contaram ainda com o apoio de suas famílias, da Joinville Cursos Náuticos, do velejador Adam Mayerle e outros tantos envolvidos. A dupla Eduardo da Silva e Lucas Budal se prepara, nas águas da Baía Babitonga, para participar da Copa da Juventude no Rio de Janeiro, durante o mês de outubro deste ano, a competição será a seletiva para os Jogos da Juventude 2017, em Auckland, na Nova Zelândia. A equipe de velejadores de Joinville tem a possibilidade de alcançar boas colocações em diversos campeonatos nacionais e internacionais em 2017, mas para isso, ressaltam a importância de patrocínio ao esporte. Poucas pessoas conhecem o potencial náutico de Joinville, mas com o apoio do JIC e de muitos apaixonados pela vela isso vem mudando.


Pelo JIC

Um site mais dinâmico e sofisticado Depois de muito planejamento e estruturação, em junho, o JIC lançou o seu novo site

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m junho o Joinville Iate Clube lançou o seu novo site. Para melhorar o contato com sócios, joinvilenses e visitantes, ele foi totalmente reformulado para ficar mais sofisticado e dinâmico. Nele divulgamos a estrutura do clube, os projetos desenvolvidos e os eventos da área náutica. Você quer saber como foram as últimas regatas, os investimentos e reuniões da diretoria do clube, o projeto da Escola de Vela? Em poucos cliques você conhece. Tudo está muito mais próximo e fácil de acessar. Além de todo o conteúdo, o site tem uma vasta galeria de fotos para divulgar as regatas e eventos.

No portal também disponibilizamos um espaço de classificados. Nele podem ser anunciados gratuitamente serviços e produtos referentes à área náutica. É fácil e rápido. Diga o que você pretende: comprar, alugar ou vender? Temos um formulário de contato, lá você pode ser associar, dar dicas e sugestões de matérias. Sua opinião sempre vai ser extremamente importante para o JIC. Já acessou o site do JIC e percebeu essa novidade? Acesse, esperamos a sua visita, depois conte pra gente o que achou e o que podemos fazer para deixá-lo melhor.

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Pelo JIC Fotos Patrícia Katzmann Zumbach

Treinamento de combate a incêndio no JIC O objetivo é levar conhecimentos sobre a prevenção e esclarecer as dúvidas dos participantes

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ocê está preparado para agir de forma rápida e eficaz nos casos de incêndios na sua empresa? Pensando nisso, o Joinville Iate Clube (JIC) realizou um treinamento contra incêndios. Participaram aproximadamente 30 pessoas, entre funcionários e profissionais terceirizados do clube. A empresa responsá-

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vel pelo treinamento foi a Extinville, que mostrou de forma prática o uso correto dos extintores e o manuseio de mangueiras de hidrantes. Para a diretoria do clube, essas ações são importantes para preparar as pessoas para essas eventualidades e, assim, proporcionar um ambiente de trabalho mais seguro.


Pelo JIC Fotos Patrícia Katzmann Zumbach

Calçada e muro melhoram visual do JIC A obra, em função do método construtivo, foi feita em curto espaço de tempo

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ntre as obras previstas para 2016, foi recentemente concluída a construção da calçada e do muro frontal do Joinville Iate Clube (JIC). Com um comprimento de 295 metros, a calçada em concreto foi elaborada com piso podo tátil destinado a deficientes visuais. Também uma faixa de grama faz parte da calçada, que além de melhorar o visual, permite a passagem de futuras tubulações sem quebra do piso. Por sua vez, o muro construído em concreto pré-moldado é coberto com capas, tem uma altura de 2,2 metros. Em função do método construtivo, o muro foi instalado em um curto espaço de tempo. Conforme a diretoria, é uma benfeitoria importante para o clube, que ainda traz mais segurança à comunidade local.

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Evento JIC

Design JIC participa da exposição e experiência Navega Joinville Durante uma semana os joinvilenses conheceram a história da vela e também sobre o projeto social da Escola de Vela

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o mês de agosto o Joinville Iate Clube (JIC) participou da Exposição Navega Joinville, com o tema a história da vela. O evento apresentou a vela como esporte e lazer, além de mostrar o potencial que a Baía Babitonga possui e que é pouco explorado. Três barcos foram expostos no Shopping Mueller, das classes Hobbie Cat, Laser (classe olímpica) e Optimist. “Joinville foi construída de costas para o mar e muitos desconhecem o potencial náutico que a cidade tem”, revela Barbara Beckert, gerente administrativa da Joinville Cursos Náuticos, organizadora do evento. Para ela, também é preciso desmistificar a ideia de que a vela seja um esporte elitizado e que pode ser acessível a todos. Barbara disse ainda que as pessoas que navegam pela Babitonga se surpreendem com

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a beleza do lugar e que a vela é um esporte que deve ser incentivado desde cedo. Para ela, velejar desenvolve as áreas cognitiva, sensitiva e de coordenação motora. A exposição contou um pouco sobre a história da vela no Brasil e também na cidade, retratou a história da Barca Colon. A vela educativa não ficou de fora com o projeto social Escola de Vela do JIC. Entre o público visitante, principalmente homens entre 30 e 50 anos, mas as crianças também prestigiaram e aproveitaram a oportunidade para fazer fotos dentro do barco da classe Optimist. Instrutores de vela e profissionais do meio náutico recepcionaram o público, falaram sobre a exposição e apresentaram o projeto da Escola de Vela do JIC, que existe há mais de 28 anos em Joinville. Luciano Saraiva, instrutor de vela do JIC sa-


lientou que é preciso de ações como esta para mostrar o esporte náutico e fazer com que ele cresça na cidade. “A prática de vela é saudável, um esporte que ativa o corpo e a mente”, aborda. Para Alexandra Bernardes, professora da Escola de Vela do JIC é preciso divulgar para que a comunidade conheça mais sobre este projeto social da Escola de Vela, que. Ela comentou ainda que é preciso que as empresas invistam como patrocinadores no esporte e nos potenciais atletas que são descobertos. Lucas Michalak, 18 anos de idade, é um destes talentos. Ele iniciou com 9 anos a prática de vela no Museu do Mar, em São Francisco do Sul. Suas artimanhas no mar não passaram despercebidas pelo técnico de vela Luciano Saraiva. O garoto veio para a Escola de Vela com 12 anos e começou a participar de competições pelo Joinville Iate Clube. Em 2014 Lucas foi campeão do Ranking Norte Catarinense de Monotipos, pela Classe Laser 4.7. Na mesma classe, em 2015, ficou em segundo lugar no campeonato estadual. Lucas também competiu no

brasileiro e obteve a 11ª posição entre os 40 velejadores participantes. Para ele, “o principal desafio da vela é vencer e sempre melhorar nos detalhes. Velejar é um estilo de vida que traz paz e saúde”, comenta. A paixão pelo esporte náutico motivou o atleta a estudar mais. “Estou cursando Engenharia na UFSC e em algumas disciplinas citam como exemplo a vela”, aborda. Lucas e um amigo da faculdade estão projetando a construção de um barco de madeira. No evento, também foi realizado o lançamento do projeto “Navega Joinville” de construção amadora de barcos a vela da escola Joinville Cursos Náuticos. A história da carreira do velejador Adam Max Mayerle, que foi 1º lugar no sul-brasileiro, 2º lugar no campeonato brasileiro e 8º lugar no campeonato mundial da classe Hobbie Cat também fez parte da exposição. Os visitantes acompanharam nas fotos em totens e vídeos a prática do esporte a vela (“velejadas”), competições (regatas) da Babitonga. Durante o evento foram sorteados passeios de Veleiro Oceano na Baía Babitonga.

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Meio Ambiente Por Gisélle Araujo Fotos Instituto Comar – Conservação Marinha do Brasil

O que se esconde no manguezal da Baía Babitonga? Os cidadãos devem fazer a sua parte para a preservação ambiental

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ocê conhece a fauna e flora, todas as espécies que se escondem nos manguezais da Baía Babitonga? Em um dia de pesca, velejando ou até mesmo em conversas você já ouviu falar da diversidade encontrada neste belíssimo ecossistema, que compreende as cidades de Itapoá, Garuva, Joinville, Araquari, Balneário Barra do Sul e São Francisco do Sul. Conforme o biólogo do Instituto Comar, Johnatas Adelir Alves, o manguezal propicia um grande número de nichos ecológicos, apresentando um elevado índice de diversidade biológica, desde minúsculos invertebrados aos grandes mamíferos. Os grupos mais conhecidos são os peixes (robalo), crustáceos (camarão), moluscos (ostra), principalmente espécies que têm valor econômico. De acordo com ele, a flora do manguezal da região apresenta aspecto de bosque de arbustos, composta por poucas espécies arbóreas. Nas margens ocorre uma gramínea conhecida como espartina e a vegetação lenhosa é composta pelo mangue vermelho, mangue preto e mangue branco e na parte mais seca, existem outras espécies, como o hibisco do mangue. Existem espécies que crescem e vivem associadas às árvores, são as epífitas, como as samambaias, bromélias, liquens e algas aderi-

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das às raízes. No solo existe uma rica diversidade de organismos que vivem, toda ou boa parte da vida “enterrados”, como os poliquetas (vermes), que atraem muitas aves. O local também tem os moluscos (ostra, berbigão, bacucu), que atraem peixes, e mamíferos, como o homem. Crustáceos são muito comuns e presentes nos manguezais, como as cracas, o caranguejo vermelho conhecido por aratu, o espia moça, que é marrom e vive nos troncos do mangue, o siri-azul, que fica onde tem água, o emblemático chama-maré e o famoso caranguejo uça e outras espécies. A lista de vertebrados que a Babitonga abriga é gigante. Entre os mamíferos podemos citar o preá, a lontra, a toninha, a capivara, quati, etc. Os répteis (tartaruga marinha, jacaré e cobras), anfíbios (sapos, pererecas, rãs), aves (residentes e migratórias, como o guará e o maçarico), além de peixes (mero, pescada, escrivão, baiacu, amboré, bagre, miraguaia, etc). Falar na Baía Babitonga é falar em vida, mas infelizmente a natureza está pedindo socorro. De acordo com Johnatas, os rios e mares recebem todo tipo de pressão: despejo de efluente (esgoto in natura, óleo e outros), resíduos sólidos (embalagens plásticas, pneus, etc). A especulação imobiliária, com suas ocu-


pações “regularizadas” (realizando corte de vegetação e aterros), exploração de minerais (seixo rolado, areia, barro). A agricultura, com seus agrotóxicos, supressão de vegetação ciliar e a aquicultura, ocupando áreas naturais, jogando antibióticos, introduzindo espécies, captura de fauna (pesca, caça ou manter em cativeiro, comércio ilegal de espécies nativa. “A lista é grande e a situação não é nada boa. Quando a ficha cair será tarde para voltar atrás. Se conseguirmos, o custo para remediar será gigantesco”, ressalta Johnatas. O biólogo disse: “ano após ano vemos a Babitonga agonizando, quem navega ou pesca na região sabe disso”. Para ele, muitos utilizam a baía como um grande aterro ou local do descarte de tudo que é tipo de resíduo e atividades econômicas destrutivas, prejudicando a qualidade de vida e bem-estar de todos. “Isso é irônico, pois retiramos alimento e a usamos para lazer. Os potenciais que a Babitonga tem a oferecer são muitos, mas são recursos não renováveis”, enfatiza. Também biólogo do Instituto Comar, Thiago Felipe de Souza concorda que a situação dos manguezais na Baía Babitonga está mal. “Há pressão antrópica, ou seja, poluição, lixo, ocupação desordenada e aterros ilegais”, explica. De acordo com ele, os manguezais do entorno da Baía Babitonga, representamos maiores remanescentes desse tipo de vegetação no estado de Santa Catarina, compõem um dos maiores berçários da fauna marinha localizado na América do Sul. “Todos devemos considerar os ambientes naturais como prestadores de serviços essenciais à vida e os manguezais não são diferentes disso”, aborda. Para ele, conservar esses ambientes pode garantir a sobrevivência e claro, a qualidade de vida. Para Thiago, as lagartas introduzidas na região, é mais um impacto negativo ao manguezal. “Estes insetos não provocaram a perda de vegetação dos manguezais, elas apenas comem as folhas das árvores do mangue”, aborda. “Isto já ocorreu aqui e em outros manguezais da costa brasileira, e estudos mostram que as folhas voltam a crescer. Porém, esse períodos

em que as folhas podem causar prejuízos a flora e fauna do manguezal, devido à exposição aos raios solares”, comenta. Por outro lado, Johnatas explica que a flora do manguezal perde folha ao longo de todo ano, processo que pode ser mais intenso devido a características sazonais, como o aumento de temperatura. As folhas que caem formam a serrapilheira, bactérias e fungos decompõem as folhas e a cadeia alimentar é baseada no uso dos detritos resultantes desta decomposição. Dessa mistura, com sedimentos finos, solo alagado, salino, rico em nutrientes e em matéria orgânica, surge um grande “buffet”, atraindo muitas espécies, por isso podem ser considerados uns dos mais produtivos ambientes. Johnatas destacou a frase: o mangue é um “berçário” ou “a maternidade”. Para ele, isso não é besteira, pode-se dizer que todas espécies dependem dos manguezais, direta ou indiretamente e aproximadamente 70-80% das espécies que têm valor econômico (peixes, crustáceos e moluscos) irão sumir junto com os manguezais, pois dependem dele em seu ciclo de vida. “Preservar o manguezal é importante não só para as espécies que nele habitam, mas também para várias outras que dele necessitam, inclusive nós. “Alguns estudos têm demonstrado que a diminuição da atividade pesqueira está relacionada à destruição de manguezais”, completa.

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Preservar é a palavra de ordem Para Johnatas, hoje o principal vilão dos manguezais somos nós. “Nossas ações e falta de atitude comprometem não só os manguezais, mas todo o nosso planeta. Acredito que ao mesmo passo em que somos capazes de destruir, também somos aptos a manter, restaurar e usar adequadamente os recursos”, enfatiza. Ele diz que a principal mensagem que deve ficar é: descarte seu resíduo corretamente. O foco são os resíduos sólidos, fazendo o descarte correto, iremos colaborar significativamente para a saúde dos manguezais. Vai pescar, dar um mergulho, passear de barco? Traga todo o

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resíduo (lixo) de seu lanche. Além disso, cobre ações do estado, colabore com as entidades de preservação ambiental, denuncie. “Não sejamos omissos aos maus exemplos”, reflete. Thiago salienta que os manguezais devem ser protegidos e todos devem fazer sua parte. Ações simples com, jogar lixo no lixo ou separar o lixo seco do molhado, têm impactos perceptíveis na conservação deste ambientes. Outras atitudes, como por exemplo, saber se o seu lixo e esgoto estão indo para os locais corretos, também refletem de forma positiva, assim como forma de cobrança do poder público.


Dicas náuticas Informações G1

‘Pequeno segredo’, filme de David Schurmann, representa o Brasil no Oscar Longa vai disputar vaga na categoria melhor filme em língua estrangeira

O filme “Pequeno segredo”, de David Schurmann, foi indicado pelo Brasil para tentar uma vaga na disputa pelo Oscar 2017 de melhor filme em língua estrangeira. Trata-se de um longo de ficção baseado em um episódio real ocorrido com a família Schurmann, conhecida por navegar o mundo. A trama se centra na garotinha Kat, filha adotiva de Heloisa e Vilfredo Schurmann. A menina morreu em 2006, e a história inspirou também o livro best-seller “Pequeno segredo: A lição de vida de Kat para a família Schurmann” (2012), escrito por Heloísa. O longa tem no elenco Julia Lemmertz, Maria Flor, Fionnula Flanagan, Marcello Antony, Erroll Shand e Mariana Goulart. O diretor do filme falou em seu perfil no Facebook que o “Pequeno Segredo não é só

um projeto pessoal ou da minha família. Ele é um sonho de uma equipe imensa, talentosa e extremamente profissional. E esse sonho vem conquistando milhares de pessoas. Essa é a maior realização de todos nós. A cada um que acredita no Pequeno Segredo, meu muito obrigado”. A seleção final dos concorrentes na categoria ainda será definida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. O anúncio dos indicados à 89ª edição do Oscar está marcado para 24 de janeiro. A cerimônia de premiação acontece em 26 de fevereiro, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assista o trailer do filme https://www.youtube. com/watch?v=X_qAIqyZK8g

Agenda Regata Monotipo • 19/11 - Porto Belo • 03/12 - Regata Marinha do Brasil

Escola de Vela

Eventos do JIC

• 03/12 - Regata Marinha do Brasil • 08/12 - Formatura Escola de Vela

• 14/12 - Jantar do Papai Noel (Funcionários JIC)

Regata Oceano • 26/11 - 10ª etapa FNCVO – Regata Comodoro Ivo Birckholz • 03/12 - 11ª etapa FNCVO – Regata Marinha do Brasil • 09/12 - Jantar de confraternização - Encerramento ranking FNCVO

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Clubes

Clubes Conveniados Associação Marina do Sol

Iate Clube de Paranaguá

Marlin Azul Marina Clube (MAMC)

Rua União da Vitória, 100 – Bairro: Piçarras 83280-000 – Guaratuba – PR Fone: (41) 3442-1178 e.mail: marinadosol@terra.com.br Site: www.marinadosol.org

Rua Benjamin Constant, 423 – Costeira 83203-450 – Paranaguá – PR Fone: (41) 3422-5622 e.mail: iateclubepgua@uol.com.br ou secretaria@icpgua.com.br Site: www.icpgua.com.br

Rua Benjamin Constant, 435 – Bairro: Oceania 83203-190 – Paranaguá – PR Fone: (41) 3422-7238

Associação Náutica de Itajaí

Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha

Av. Ministro Victor Konder, 1001 – Centro 88301-701 – Itajaí – SC Fone: (47) 9918-1618 e.mail: contato@culturanautica.org.br

Rua Silva Jardim, 212 – Prainha 88020-200 – Florianópolis – SC Fone: (48) 32257799 – ramal 222 e.mail: icsc@icsc.com.br Site: www.icsc.com.br

Capri Iate Clube (contrato)

Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2729 – 10º andar – Conjunto: 1010 01401-000 – São Paulo – SP Fone: (11) 3884-5313 01401-000 – São Paulo – SP Fone: (11) 3884-5313 e.mail: sec-ilha@yci.com.br

Yacht Clube Itaupu (Y.C.I)

Av. Brasil, 14 – Balneário de Capri 89242-000 – São Francisco do Sul – SC Fone: (47) 3444-7247 e.mail: secretaria@capriiateclube.com. br Site: www.capriiateclube.com.br

Iate Clube de Santos Av. República do Líbano, 315 – Ibirapuera 04501-000 – Santos – SP e.mail: ics@br2001.com.br Site: www.icsantos.com.br

Rua Iate Clube Itaupu, 500 – Riviera Paulista 04928-260 – São Paulo – SP Fone: (11) 5517-6229 e.mail: secretaria@itaupu.com.br Site: www.itaupu.com.br

Iate Clube Camboriú

Iate Clube do Rio de Janeiro

Iate Clube Lagoa dos Ingleses

Rua Dom Henrique, 1200 88330-000 – Balneário de Camboriú – SC Fone: (47) 3367-0452 e.mail: iateicc@terra.com.br

Av. Pasteur, 333 – Urca 22290-240 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 25431244/1086 e.mail: cpd@icrj.com.br Site: www.icrj.com.br

BR 040 – Km 559 – Nova Limas Minas Gerais Fone: (31) 3222-0344 e.mail: iateclubelagoa@terra.com.br Site: www.iclimg.com.br

Iate Clube de Caiobá

Lagoa Iate Clube

Iate Clube de Itacuruçá

Av. Silva Jardim, 2611 – Água Verde 80240-270 – Curitiba – PR Fone: (41) 3342-7010 e.mail: iateclube@icc.org.br Site: www.icc.org.br

Rua Hypólio Vale Pereira, 620 – Lagoa da Conceição 88062-210 – Florianópolis – SC Fone: (48) 3232-0088 e.mail: diretoria.lic@hotmail.com Site: www.lic.org.br

Rua Evelina, 30 – Itacuruçá – Mangaratuba 23880-000 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 2680-7310 e.mail: comodoria@icilazer.com.br

Iate Clube de Guaíba Av. Guaíba, 777 – Cristal 91760-740 – Porto Alegre – RS Fone: (51) 3268-0397/3268-0376 e.mail: i.c.g@terra.com.br Site: www.iateclubeguaiba.com.br

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Yacht Club de Ilhabela

Lagoa Iate Clube (LIC) Rua Hypólio Vale Pereira, 620 – Lagoa da Conceição 88062-210 – Florianópolis – SC Fone: (48) 3232-0088 e.mail: diretoria.lic@hotmail.com Site: www.lic.org.br


NOVOS SÓCIOS: João Machado Neto Esposa: Carolina Bitsch Boscardin SAÍDAS DE EMBARCAÇÕES: Julho/2016 – 122 Agosto/2016 – 118 Setembro/2016 - 166

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Golfe & Lazer 71