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ANO XXIV – Nº 201

www.diocesedeosasco.com.br/bio

Março 2013

Obrigado, Papa Bento XVI

75º Aniversário das Missionárias de Jesus Sacerdote

As religiosas, leigos e alguns sacerdotes diocesanos e religiosos, como Mons. Claudemir, Pe. Claudio, Pe. Ely e Pe. Eduar­do par­ticiparam das comemorações cele­brativas. pág. 11

Fatec de Barueri recebe o nome de “Padre Danilo José de Oliveira Ohl”

Ordenação Diaconal dos seminaristas Paulo e Pedro

No dia 09 de Janeiro de 2013 o governador de São Paulo Geraldo Alckmin promulgou o Projeto de lei nº 1039/11. pág. 11

A Igreja particular da Diocese de Osasco celebrou dia 02 de fevereiro, com muita alegria, a ordenação diaconal dos seminaristas Paulo Rogério e Pedro Rodrigues. pág. 9

Foto: Ir. Letícia, MJS

O anúncio feito por Bento XVI no final do Consistório público (11/02) para a promulgação da causa de três novos santos, foi como “um trovão em céu sereno”, como afirmou o decano do Colégio Cardinalício, Card. Angelo Sodano. pág. 6


PALAVRA DO PASTOR

Foto: Ir. Letícia, MJS

Fraternidade e juventude

no Brasil ao repro“AIgreja por Juventude como tema

da Campanha da Fraternidade, nesse tempo de mudança de época, deseja refletir, rezar com os jovens, reapresentando-lhes o Evangelho como sentido de vida e, ao mesmo tempo, como missão. O Evangelho é nossa vida, nossa existência. A Campanha da Fraternidade é um convite para nos converter-nos e irmos ao encontro dos jovens para se deixarem encontrar por Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida” (Jo. 14,6). A mudança de época causa forte impacto criando uma no­va cultura, novos critérios, novos modos de viver. A cultura midiática, este novo processo de comunicação, cria novos modos de relacionamento. Dentro deste mundo em mudança encontra-se o fenômeno juvenil: a realidade da vida dos jovens, suas organizações, seus interesses, suas procuras, esperanças, e decepções. A CF é convite para nos aproximarmos dos jovens, conhecêlos, relacionar-se com eles, so­mar forças na caminhada, acre-

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ditar nos jovens e partilhar com eles nossas experiências de fé, acolhê-los e receber suas experiências de fé. Olhando o Cartaz da CF a Igreja olha a juventude. “Tendo como referência a Cruz de Jesus Cristo, o Cartaz traz, em primeiro plano, uma jovem que demonstra alegria em responder ao chamado que Deus lhe faz. A Igreja acredita nessa disponibilidade da juventude, nessa resposta do jovem que encontra na sua comunidade a abertura, a provocação e a oportunidade para um serviço à Igreja e à sociedade”, disse Dom Eduardo. Abrir as portas das comunidades aos jovens. Caminhar e celebrar com eles. Animá-los para que sejam missionários junto aos outros jovens. A Campanha da Fraternidade se realiza no tempo Quaresmal. “A Igreja, durante o tempo quaresmal, nos apresenta o jejum, a esmola e a oração, como exercícios preciosos no caminho de nossa transformação em Jesus Cristo. A quaresma deve, portanto, vir iluminada pelo desejo de conversão” (Introd.

ao Texto Base). A CF é um itinerário de conversão pessoal, comunitário e social. Voltar-se para os jovens, anunciar-lhes Jesus Cristo, ajudá-los a viver sua juventude com Jesus Cristo que bate à sua porta. O Santo Padre afirma “Se abre para nós o caminho da Qua­resma, impregnado de oração penitência e caridade, que nos prepara para experimentar mais profundamente na Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. No Brasil essa preparação encontra um suporte válido e animo na CF...” “Com muito gosto me uno a esta iniciativa quaresmal e envio a todos e cada um minha cordial saudação no Senhor, a quem confio os esforços daqueles que estão comprometidos em ajudar os jovens a ser protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna inspirada no Evangelho... Queremos que os jovens sejam protagonistas e estejam integrados na comunidade que os acolhe, o que demostra a confiança que a Igreja coloca em cada um”. (Mensagem do Papa Bento XVI para a CF13)

Que a CF2013 ajude os jovens a acolher Jesus Cristo e tornarse disponíveis para anunciá-lo a outros jovens. A CF neste ano traz as cores da Jornada Mundial da Juventude cujo lema missionário, escolhido pelo Santo Padre compromete a todos de modo especial aos jovens: “Ide e fa­ zei discípulos entre todas as nações” (cf Mt 28,19). A CF deseja incentivar os jovens a se colocarem disponíveis para a tarefa da nova evangelização através do anúncio e do testemunho. “Vivendo e testemunhando a graça e a beleza de ser cristãos. Beleza porque são partícipes da vida do Reino e, por isso, são todos tomados por Deus que alega a nossa juventude”. Possamos todos responder com entusiasmo: “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8). Discípulos experimentando a vida de Jesus, seguindo-o e anunciadores do Evangelho do amor e da vida. A CF2013 está inserida no Ano da Fé. O Santo Padre Bento XVI na mensagem por ocasião da próxima Jornada Mundial da Juventude lembra aos jovens: “Tendes de conhecer vossa fé como um especialista em informática domina o sistema operacional do computador; tendes de compreendê-la como um bom músico entende a partitura; tende de estar enraizados na fé ainda mais profundamente que a geração dos vossos pais, para enfrentar os desafios e tentações disse tempo com força

e determinação”. A adesão a Jesus Cristo nos leva ao amor fraterno, a partilhar a Fé com os jovens. “Se Cristo for apresentado com seu verdadeiro rosto, os jovens reconhecem-no como resposta convincente e conseguem acolher a sua mensagem, mesmo se exigente e marcada pela cruz” (João Paulo II, NMI, nº 9). A CF deseja levar os jovens a redescobrir o rosto de Jesus e em seu seguimento expressar a fé e a confiança nele. A mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma termina convidando-nos a contemplar, na Cruz e na Ressurreição de Jesus, o amor infinito do Pai por nós que nos leva ao amor fraterno. “Caríssimos irmãos e irmãs, neste tempo de quaresma, em que nos preparamos para celebrar o evento da Cruz e da Ressurreição, no qual o amor de Deus redimiu o mundo e iluminou a história, desejo a todos vós que vivais este tempo precioso reavivando a fé em Jesus Cristo, para entrar no seu próprio circuito de amor ao Pai e a cada irmão e irmã que encontramos em nossa vida” Viver a CF é amar a Deus Pai. Viver a CF é amar em gestos concretos os irmãos. Viver a CF 2013 é amar o irmão jovem e buscar com ele a vida plena, cheia de amor, verdade, justiça, paz e felicidade. Desejo a todos uma santa Qua­­ resma e eficiente CF2013. Dom Ercílio Turco Bispo Diocesano de Osasco

Publicação do Boletim Informativo da Diocese de Osasco Distribuição Gratuita (12000 Exemplares) Bispo Diocesano: Dom Ercílio Turco Coordenação e Editoração: Pe. Valdivino A. Gonçalves Colaboração: Irmã Leticia, Pe. Emerson Pedroso, Diácono Marcio José Pereira, Gil Ortiz, Cristiana Brito, Carol Gonzaga, Rogério Roque Revisão: Sem. Everton da Silva Albuquerque Editoração Eletrônica: Janio Luiz Malacarne Email: biodiocese@yahoo.com.br www.facebook.com/bio.diocesedeosasco Cx. Postal: 56 – CEP: 06001-970 Impressão: PAULUS

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CATEQUESE DO PAPA

Creio em Deus Pai Todo-Poderoso

Audiência: Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013.

N

a catequese da quarta-feira passada detivemo-nos sobre as palavras iniciais do Credo: «Creio em Deus». Mas a profissão de fé esclarece esta afirmação: Deus é o Pai Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra. Portanto, agora gostaria de meditar convosco sobre a primeira e fundamental definição de Deus que o Credo nos apresenta: Ele é Pai. Hoje, nem sempre é fácil falar de paternidade. Sobretudo no mundo ocidental, as famílias desagregadas, os compromissos de trabalho cada vez mais exigentes, as preocupações e muitas vezes a dificuldade de adaptar os balanços familiares e a invasão distraída dos mass media no interior da vida quotidiana são alguns dos numerosos fatores que podem impedir uma relação tranquila e construtiva entre pais e filhos. Às vezes a comunicação torna-se difícil, a confiança diminui e o relacionamento com a figura paterna pode tornar-se problemático; e assim, na ausência de um modelo de referência adequado, é difícil também imaginar Deus como um Pai. Para quantos fizeram a experiência de um pai demasiado autoritário e inflexível, ou indiferente e pouco carinhoso ou até mesmo ausente, não é fácil pensar com serenidade em Deus como Pai e abandonar-se a Ele com confiança. Mas a revelação bíblica ajuda a superar estas dificuldades, falandonos de um Deus que nos indica o que significa ser verdadeiramente «pai»; e é sobretudo o Evangelho que nos revela este rosto de Deus como Pai que ama até ao dom do próprio Filho, para a salvação da humanidade. Por conseguinte, a referência à figura paterna ajuda a compreender algo do amor de Deus, que no entanto permanece infinitamente maior, mais

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fiel, mais total do que o amor de qualquer homem. «Quem de vós – diz Jesus, para mostrar aos discípulos o rosto do Pai – dará uma pedra ao próprio filho, se este lhe pedir pão? E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á porventura uma serpente? Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, ainda mais o vosso Pai celeste dará coisas boas a quantos lhe pedirem» (Mt 7, 9-11; cf. Lc 11, 11-13). Deus é nosso Pai, porque nos abençoou e escolheu antes da criação do mundo (cf. Ef 1, 3-6), tornando-nos realmente seus filhos em Jesus (cf. 1 Jo 3, 1). E, como Pai, Deus acompanha com amor a nossa existência, concedendo-nos a sua Palavra, o seu ensinamento, a sua graça e o seu Espírito. Ele – come revela Jesus – é o Pai que alimenta os pássaros do céu, sem que eles tenham que semear e colher, e reveste de cores maravilhosas as flores dos campos, com vestes mais belas do que as do rei Salomão (cf. Mt 6, 26-32; Lc 12, 24-28); quanto a nós – acrescenta Jesus – valemos muito mais que as flores dos campos e os pássaros do céu! E se Ele é tão bom, a ponto de fazer «nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e... chover sobre os justos e sobre os injustos» (Mt 5, 45), poderemos sempre, sem medo e com confiança total, confiar-nos ao seu perdão de Pai, quando erramos o caminho. Deus é um Pai bom que acolhe e abraça o filho perdido e arrependido (cf. Lc 15, 11 ss.), dá gratuitamente àqueles que pedem (cf. Mt 18, 19; Mc 11, 24; Jo 16, 23) e oferece o pão do céu e a água viva que faz viver eternamente (cf. Jo 6, 32.51.58). Por isso, o orante do Salmo 27, circundado pelos inimigos, assediado por malvados e caluniadores, enquanto procura a ajuda do Senhor e o invoca, pode oferecer o seu testemunho cheio de fé, afirmando: «O meu pai e a minha mãe abandonaram-me, mas o Senhor socorreu-me» (v. 10). Deus é um Pai que nunca abandona os seus filhos, um Pai amoroso que sustenta, ajuda, acolhe, perdoa e salva, com uma fidelidade que ultrapassa imensamente a dos homens, para se abrir a dimensões de eternidade. «Porque o seu amor é para sempre», como continua a repetir de modo litânico, em cada versículo, o Salmo 136, repercorrendo a história da salvação. O amor de Deus Pai nunca esmorece, nem se cansa de nós; é amor que doa até ao extremo, até ao sacrifício do Filho. A fé doa-nos esta certeza, que se torna uma rocha segura na construção da nossa vida: nós podemos enfrentar todos os momentos de

dificuldade e de perigo, a experiência da obscuridade da crise e do tempo da dor, sustentados pela confiança de que Deus não nos deixa sozinhos e está sempre próximo, para nos salvar e nos levar à vida eterna. É no Senhor Jesus que se mostra plenamente o rosto benévolo do Pai que está nos céus. É conhecendo-o que podemos conhecer também o Pai (cf. Jo 8, 19; 14, 7), é vendo-o que podemos ver o Pai, porque Ele está no Pai, e o Pai está nele (cf. Jo 14, 9.11). Ele é «imagem do Deus invisível», como o define o hino da Carta aos Colossenses, «primícias de toda a criação... primogênito daqueles que ressuscitam dos mortos», «por meio do qual nós recebemos a redenção, o perdão dos pecados» e a reconciliação de todas as coisas, «dado que resgatou com o sangue da sua cruz tanto as coisas que estão na terra, como aquelas que estão nos céus» (cf. Cl 1, 13-20). A fé em Deus Pai requer que acreditemos no Filho, sob a ação do Espírito, reconhecendo na Cruz que salva a revelação definitiva do amor divino. Deus é nosso Pai, oferecendo-nos o Filho; Deus é nosso Pai, perdoando o nosso pecado e levando-nos à alegria da vida ressuscitada; Deus é nosso Pai, doando-nos o Espírito, que nos torna filhos e nos permite chamar-lhe, na verdade, «Abá, Pai!» (cf. Rm 8, 15). Por isso Jesus, ensinando-nos a rezar, convida-nos a dizer: «Pai nosso» (Mt 6, 9-13; cf. Lc 11, 2-4). Então, a paternidade de Deus é amor infinito, ternura que se debruça sobre nós, filhos frágeis, necessitados de tudo. O Salmo 103, o grande cântico da misericórdia divina, proclama: «Assim como um pai tem piedade dos seus filhos, do mesmo modo o Senhor tem compaixão daqueles que o temem, porque Ele sabe do que somos feitos, e não se esquece de que somos pó» (vv. 13-14). É próprio da nossa pequenez, a nossa frágil natureza humana, a nossa caducidade que se torna apelo à misericórdia do Senhor, para que manifeste a sua grandeza e ternura de Pai ajudandonos, perdoando-nos e salvando-nos. E Deus responde ao nosso apelo, enviando o seu Filho, que morre e renasce para nós; entra na nossa fragilidade e realiza aquilo que o homem sozinho nunca poderia levar a cabo: assume sobre si mesmo o pecado do mundo, como Cordeiro inocente, e volta a abrir-nos o caminho rumo à comunhão com Deus, tornando-nos verdadeiros filhos de Deus. É ali, no Mistério pascal, que se revela em toda a sua luminosidade, o rosto definitivo do Pai. E é ali, na Cruz gloriosa, que

se verifica a manifestação completa da grandeza de Deus, como «Pai Todo-Poderoso». Mas poderíamos interrogar-nos: como é possível pensar num Deus Todo-Poderoso, contemplando a Cruz de Cristo? Este poder do mal, que chega ao ponto de matar o Filho de Deus? Sem dúvida, gostaríamos de uma omnipotência divina em conformidade com os nossos esquemas mentais e os nossos desejos: um Deus «Todo-Poderoso» que resolva os problemas, que intervenha para nos fazer evitar as dificuldades, que vença os poderes adversos, que mude o curso dos acontecimentos e que anule a dor. Por isso, hoje vários teólogos dizem que Deus não pode ser Todo-Poderoso, caso contrário não haveria tanto sofrimento e tanto mal no mundo. Na realidade, diante do mal e do sofrimento, para muitos, para nós, torna-se problemático, difícil, crer num Deus Pai e acreditar que Ele é Todo-Poderoso; alguns procuram refúgio em ídolos, cedendo à tentação de encontrar resposta numa presumível omnipotência «mágica» e nas suas promessas ilusórias. Mas a fé em Deus Todo-Poderoso impele-nos a percorrer sendas muito diferentes: aprender a conhecer que o pensamento de Deus é diverso do nosso, que os caminhos de Deus são diferentes dos nossos (cf. Is 55, 8) e também a sua omnipotência é diversa: não se expressa como força automática ou arbitrária, mas caracteriza-se por uma liberdade amorosa e paterna. Na realidade Deus, criando criaturas livres e dando liberdade, renunciou a uma parte do seu poder, deixando o poder da nossa liberdade. Assim Ele ama e respeita a resposta livre de amor à sua chamada. Como Pai, Deus deseja que nós sejamos seus filhos e vivamos como tais no seu Filho, em comunhão, em plena familiaridade com Ele. A sua omnipotência não se manifesta na violência, não se exprime na destruição de todo o poder adverso, como nós desejamos, mas expressa-se no amor, na misericórdia, no perdão, na aceitação da nossa liberdade e no apelo incansável à conversão do coração, numa atitude só aparentemente frágil – Deus parece frágil, se pensamos em Jesus Cristo que reza, que se deixa matar. Uma atitude aparentemente débil, feito de paciência, de mansidão e de amor, demonstra que este é o verdadeiro modo de ser poderoso! Este é o poder de Deus! E este poder vencerá! O sábio o Livro da Sabedoria dirige-se assim a Deus: «Tendes compaixão de todos, porque Vós podeis tudo; e para que se arre-

pendam, fechais os olhos aos pecados dos homens. Porque amais tudo o que existe... poupais todos os seres, porque todos são vossos, ó Senhor, que amais a vida» (11, 23-24a.26). Somente quem é verdadeiramente poderoso pode suportar o mal e mostrar-se misericordioso; só quem é autenticamente poderoso pode exercer de modo pleno a força do amor. E Deus, a quem pertencem todas as coisas, porque tudo foi feito por Ele, revela a sua força amando tudo e todos, numa expectativa paciente da nossa conversão, de nós homens, que Ele deseja ter como filhos. Deus espera a nossa conversão. O amor todo-poderoso de Deus não conhece limites, a tal ponto que «não poupou o seu próprio Filho, mas entregou-o por todos nós» (Rm 8, 32). A omnipotência do amor não é a do poder do mundo, mas do dom total, e Jesus, Filho de Deus, revela ao mundo a verdadeira omnipotência do Pai, oferecendo a sua vida por nós, pecadores. Eis o verdadeiro, autêntico e perfeito poder divino: responder ao mal não com o mal, mas com o bem, aos insultos com o perdão, ao ódio homicida com o amor que faz viver. Então, o mal é vencido verdadeiramente, porque é purificado pelo amor de Deus; assim, a morte é derrotada definitivamente, porque transformada em dom da vida. Deus Pai ressuscita o Filho: a morte, a grande inimiga (cf. 1 Cor 15, 26), é tragada e privada do seu veneno (cf. 1 Cor 15, 54-55); quanto a nós, livres do pecado, podemos aceder à nossa realidade de filhos de Deus. Portanto, quando afirmamos «Creio em Deus Pai Todo-Poderoso», nós expressamos a nossa fé no poder do amor de Deus, que no seu Filho morto e ressuscitado derrota o ódio, o mal e o pecado, abrindo-nos à vida eterna, à vida dos filhos que desejam permanecer para sempre na «Casa do Pai». Dizer «Creio em Deus Pai Todo-Poderoso», no seu poder, na sua maneira de ser Pai, constitui sempre um gesto de fé, de conversão, de transformação do nosso pensamento, de todo o nosso afeto e de todo o nosso estilo de vida. Caros irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor que ampare a nossa fé, que nos ajude a encontrar verdadeiramente a fé e que nos dê a força de anunciar Cristo crucificado e ressuscitado, e de o testemunhar no amor a Deus e ao próximo. E Deus nos conceda acolher a dádiva da nossa filiação, para vivermos em plenitude as realidades do Credo, no abandono confiante ao amor do Pai e à sua omnipotência misericordiosa, que é a omnipotência verdadeira e que salva.

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JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2013

O que é a Jornada Mundial da Juventude?

T

udo começou com um en­ contro promovido pelo Pa­ pa João Paulo II em 1984. Foi um encontro de amor, sonhado por Deus e abraçado pelos jo­ vens. Vozes que precisavam ser ouvidas e um coração pronto para acolhê-las. A Jornada Mundial da Juventude (JMJ), como foi denominada a partir de 1985, continua a mostrar ao mundo o testemunho de uma fé viva, transformadora e a mostrar o

rosto de Cristo em cada jovem. São eles, os jovens, os protagonistas desse grande encontro de fé, esperança e unidade. A JMJ tem como objetivo principal dar a conhecer a todos os jovens do mundo a mensagem de Cristo, mas é verdade também que, através deles, o ‘rosto’ jovem de Cristo se mostra ao mundo. A Jornada Mundial da Juventude, que se realiza anualmente nas dioceses de todo o mundo,

prevê a cada 2 ou 3 anos um encontro internacional dos jo­vens com o Papa, que dura aproximadamente uma semana. A última edição internacional da JMJ foi realizada em agosto de 2011, na cidade de Madri, na Espanha, e reuniu mais de 190 países. A XXVIII Jornada Mundial da Juventude será realizada de 23 a 28 de julho de 2013 na cidade do Rio de Janeiro e tem como lema “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19). As JMJs tem sua origem em grandes encontros com os jovens celebrados pelo Papa João Paulo II em Roma. O Encontro Internacional da Juventude, por ocasião do Ano Santo da Redenção aconteceu em 1984, na Praça São Pedro, no Vaticano. Foi lá que o Papa entregou aos jovens a Cruz que

se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada. O ano seguinte, 1985, foi declarado Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas. Em março houve outro encontro internacional de jovens no Vaticano e no mesmo ano o Papa anunciou a instituição da Jornada Mundial da Juventude. A primeira JMJ foi diocesana, em Roma, no ano de 1986. Seguiram-se os encontros mundiais: em Buenos Aires (Argentina – 1987) - com a participação de 1 milhão de jovens; em Santiago de Compostela (Espanha – 1989) - 600 mil; em Czestochowa (Polônia – 1991) - 1,5 milhão; em Denver (Estados Unidos – 1993) - 500 mil; em Manila (Filipinas – 1995) – 4 milhões; em Paris (França

-1997) – 1 milhão; em Roma (Itália – 2000) – 2 milhões, em Toronto (Canadá – 2002) – 800 mil; em Colônia (Alemanha – 2005) – 1 milhão; em Sidney (Austrália – 2008) – 500 mil; e em Madri (Espanha – 2011) – 2 milhões. Além do fato de estar em outro país, com seus encantos turísticos, a participação na Jornada requer um corpo preparado para a peregrinação e um coração aberto para as maravilhas que Deus tem reservado para cada um. São catequeses, testemunhos, partilhas, exemplos de amor ao próximo e à Igreja, festivais de música e atividades culturais. Enfim, um encontro de corações que creem, movidos pela mesma esperança de que a fraternidade na diversidade é possível.

Lema da Jornada: Ide e fazei discipulos entre todas as nações! (cf. Mt 28, 19)

Mundial da Juven“AJornada tude em Madrid renovou

nos jovens o chamado a serem o fermento que faz a massa crescer, levando ao mundo a esperança que nasce da fé. Sede generosos ao dar um testemunho de vida cristã, especialmente em vista da próxima Jornada no Rio de Janeiro”. Essa convocação foi feita pelo Papa Bento XVI no anúncio do lema da Jornada Mundial da Juventude Rio2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19), durante a audiência geral no dia 24 de agosto. Na ocasião a catequese foi dedicada a JMJ 2011, que havia terminado no dia 21 do mesmo mês. Bento XVI recordou com carinho a participação e a alegria dos cerca de dois milhões de jovens em Madrid, ao que ele chamou de “uma formidável experiência de fraternidade, de encontro com o Senhor, de partilha e

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de crescimento na fé: uma verdadeira cascata de luz.”Por isso é tão importante que os jovens do Brasil e do mundo assumam desde agora esse chamado à missão e participem da Jornada como testemunhas vivas do Cristo.Para o padre Geraldo Dondici Vieira, diretor do Departamento de Teologia da PUC-Rio, esse é um lema para ser guardado no coração, refletido e meditado. “Esse tema, de fazer discípulos, de chamar outros discípulos para a comunhão e o convívio com o Senhor, é o tema mais querido do Evangelho de Mateus. Esse mandato, essa missão já está anunciada em todo o Evangelho. E, na verdade, só

faz discípulo quem já é discípulo, quem convive com o Senhor”, afirmou o sacerdote. Padre Dondici ressalta que esse testemunho e o próprio anúncio do Cristo, são grandes desafios

pra juventude, que vive em um mundo plural, com milhares de informações, seja através das escolas, lazer, internet, especialmente no contato com as redes sociais, como o facebook, twitter: “Com essas mil partici-

pações, ele, jovem discípulo, é chamado a plantar no coração de quem ele encontrar, com quem ele se comunicar, o desejo de ser discípulo de Jesus”. “O que ganha o discípulo de Jesus? Ganha a per­tença ao reino, ganha a certeza do amor de Deus, ganha a certeza de ser para os outros sinal de misericórdia e de amor. Ganha o levar e doar a paz do Senhor. São esses fru­tos e dons que o mundo muito precisa. O perdão, a misericórdia, a paz é que irão diminuir na sociedade, no mundo de hoje, a violência, a guerra, a corrupção, a maldade, tudo aquilo que tira a possibilidade do jovem crescer e colocar toda a sua riqueza e vitalidade

a serviço da humanidade”, afirmou.”No mandato final do texto de Mateus – “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” –, explicou o padre, está um grande sonho antropológico de todos, de que o contato com o Senhor, a amizade com Ele, desperte o que cada um tem de melhor em si mesmo. “Vivemos em um mundo onde há muitos desperdícios, perdas humanas, por falta de chance. O convívio com o Senhor desperta o que temos de melhor. O anúncio ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’ é um anúncio para a vida toda. Em nenhum momento podemos fazer um intervalo dele, porque ele supõe que aquele que é amigo do Senhor, pela sua vida, pelo seu estar no mundo, comunique aos outros a luz, a beleza e a alegria de ser discípulo do Senhor. Essa é a missão que a nossa Igreja precisa.” Março 2013


FORMAÇÃO LITÚRGICA

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Práticas quaresmais em busca de uma vida nova

ão vários os símbolos, as atitudes e iniciativas humanas e religiosas que acompanham e enriquecem o tempo da Quaresma, no qual, como em toda preparação, já saboreamos de certa maneira a festa da Páscoa que virá. Por exemplo:

canto. Fora disto, nada de música instrumental, nem canto do “Glória” nem de “Aleluia”. • É importante que a comunidade tenha um ou mais jovens ou adultos que, tendo feito o pré-catecumenato e o catecumenato, realize a segunda etapa do Rito de Iniciação Cristã de Adultos (cf. RICA, n. 68-207). No primeiro domingo da Quaresma são realizados os ritos de eleição e inscrição do nome (cf. RICA, n. 133-151). O terceiro, quarto e quinto domingos são destinados aos escrutínios: ora­ção sobre os eleitos, preces e exorcismos. Aí, se os eleitos estiverem preparados, podem ser feitas as Entregas: do Símbolo (o Credo) e da oração do Senhor (Pai nosso).

• A cor roxa, as cinzas e a cruz lembram o caráter de penitência e conversão próprio deste tempo. A gravidade e o “luto” da Quaresma se manifestam também no visual do espaço celebrativo, sóbrio, despojado. Por isso, neste tempo se evita enfeitar o local das celebrações com flores. • O jejum (com a cabeça per­ fumada) nos orienta a dar mais atenção à palavra de Deus. Quando a gente faz jejum, a gente fica com fome. E a fome que sentimos (quando fazemos jejum) pode simbolizar e evocar a fome que temos da palavra de Deus. • Ajudados pela Campanha da Fraternidade, intensificamos a prática da caridade, procurando corrigir e aperfeiçoar, à luz da Palavra de Deus, nosso jeito como tratamos as pessoas e com elas nos relacionamos, sobretudo os mais pobres e sofredores, e como procuramos ajudá-los a viver com dignidade. • Nesse tempo forte da vida da Igreja intensificamos nossa vida de oração, na forma de súplicas, pedidos de perdão, intercessão, agradecimento, compromissos de fé, melhor participação na comunidade etc. É um tempo próprio para, nas comunidades, a gente participar de alguma celebração penitencial (individual ou comunitária). • Podemos expressar nossa vontade de participar da caminhada sofrida Jesus (vítima da violência, de ontem e de hoje), Março 2013

participando de procissões (de ramos, do encontro, do Senhor morto etc.), Vias-Sacras, círculos bíblicos etc. • Expressamos o “clima” pró­prio deste tempo forte da vida da Igreja também através da música e do canto. Há uma música própria e cantos que caracterizam este tempo, além do hino da CF. (Está publicado pela Paulus um CD com todos os cantos próprios da Quaresma e da CF para a missa de cada domingo da Quaresma deste ano. O Hinário 2 da CNBB apresenta também um bom repertório de músicas litúrgicas quaresmais. Aliás, na Introdução deste Hinário há uma reflexão muito interessante sobre o que significa “Cantar a Quaresma”, “Cantar o Domingo de Ramos e da Paixão”, “Cantar a Ceia do Senhor”, “Cantar a Paixão do Senhor”. Vale a pena ler e estudar esse texto, pessoalmente e nas reuniões das equipes de Liturgia. O Ofício Divino das

Comunidades oferece inúmeras alternativas de refrões, aclamações, hinos e versões de Sal­mos penitenciais com melodias mais populares, garantindo seu caráter litúrgico e a fidelidade aos textos bíblicos). É um ma-

terial muito apropriado para a vivência litúrgica da Quaresma. Para ajudar nesta vivência, é aconselhável também que se evite na Quaresma o toque de instrumentos musicais. A não ser que seja para sustentar o

• Já que a Quaresma é um tempo especial, é evidente que as celebrações dominicais e festivas das comunidades, neste tempo, costumam ser muito bem preparadas. Quanto melhor for vivida a Quaresma, melhor será a festa da Páscoa. Fonte: Frei José Ariovaldo da Silva, OFM

Perguntas para reflexão pessoal e em grupos 1. Para você qual é a prática mais adequada no caminho de preparação para a Páscoa? Por que? 2. Por que a Quaresma é um tempo de jejum, oração e caridade? 3. Como a sua comunidade assume a Campanha da Fraternidade? Ela ajuda na vivência da Quaresma? Por que?

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VATICANO

Renuncia do Papa

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anúncio feito por Bento XVI no final do Consistório público (11/02) para a promulgação da causa de três novos santos, foi como “um trovão em céu sereno”, como afirmou o decano do Colégio Cardinalício, Card. Angelo Sodano. E desde as 20h do dia 28/02 a sede papal esta vacante. Enquanto aguardamos com nossas orações a realização do Conclave para a escolha do novo papa, segue abaixo um pouco da história do Cardeal Joseph Ratzinger, o querido Papa Bento XVI.

O perfil de Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI Na juventude, presenciou violência nazista Doutor, foi professor e autor de diversas publicações.

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cardeal Joseph Ratzinger, papa Bento XVI, que tem 85 anos, assumiu o comando da Igreja Católica Apostólica Romana há quase oito anos. Ele nasceu em Marktl am Inn, diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de Abril de 1927 (Sábado Santo), e foi batizado no mesmo dia. O seu pai, comissário da polícia, veio de uma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de modestas condições econômicas. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhara como cozinheira em vários hotéis. Passou a sua infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fron­teira com a Áustria, a trinta quilômetros de Salisburgo. O período da sua juventude não foi fácil. O jovem Joseph conta que viu os nazistas açoitarem o pároco antes da celebração da Santa Missa. Nessa situação, conta que descobriu a beleza e a verdade da fé em Cristo. Nos últimos meses da II Guerra Mundial, foi arrolado nos serviços auxiliares antiaéreos. Recebeu a Ordenação Sacerdotal em 29 de Junho de 1951. Um ano depois, começou a sua atividade de professor na Escola Superior de Freising. No ano de 1953, doutorou-se em teologia com a tese «Povo e Casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho». Passados quatro anos, sob a direção do conhecido professor

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de teologia fundamental Gottlieb Söhngen, conseguiu a habilitação para a docência com uma dissertação sobre «A teologia da história em São Boaventura». Depois de desempenhar o cargo de professor de teologia dogmática e fundamental na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising, continuou a docência em Bonn, de 1959 a 1963; em Münster, de 1963 a 1966; e em Tubinga, de 1966 a 1969. A partir deste ano de 1969, passou a ser catedrático de dogmática e história do dogma na Universidade de Ratisbona, onde ocupou também o cargo de Vice-Reitor da Universidade. De 1962 a 1965, prestou um notável contribuição ao Concílio Vaticano II como «perito»; viera como consultor teológico do Cardeal Joseph Frings, Arcebispo de Colonia. A sua intensa atividade científica levou-o a desempenhar importantes cargos ao serviço da Conferência Episcopal Alemã e na Comissão Teológica Internacional. Em 25 de Março de 1977, o papa Paulo VI nomeou-o Arcebispo de München e Freising. A 28 de Maio seguinte, recebeu a sagração episcopal. Foi o primeiro sacerdote diocesano, depois de oitenta anos, que assumiu o governo pastoral da grande arquidiocese bávara. Paulo VI o nomeou cardeal, do título presbiteral de “Santa Maria da Consolação no Tiburtino”, no Consistório de 27 de Junho desse mesmo ano. João Paulo II o nomeou prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e presidente da Pontifícia Comissão Bíblica e da Comissão Teológica Internacional, em 25 de Novembro de 1981. No dia 15 de Fevereiro de 1982, renunciou ao governo pastoral da arquidiocese de München e Freising. O papa o elevou à Ordem dos Bispos, em 5 de Abril de 1993.

Foi presidente da Comissão encarregada da preparação do Catecismo da Igreja Católica, a qual, após seis anos de trabalho (1986-1992), apresentou ao Santo Padre o novo Catecismo. Em 6 de Novembro de 1998, o papa aprovou a eleição do cardeal Ratzinger para Vice-Decano do Colégio Cardinalício, realizada pelos Cardeais da Ordem dos Bispos. Desde 13 de Novembro de 2000, era Membro honorário da Academia Pontifícia das Ciências. Na Cúria Romana, foi membro do Conselho da Secretaria de Estado para as Relações com os Estados; das Congregações para as Igrejas Orientais, para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para os Bispos, para a Evangelização dos Povos, para a Educação Católica, para o Clero, e para as Causas dos Santos; dos Conselhos Pontifícios para a Promoção da Unidade dos Cristãos, e para a Cultura; do Tribunal Supremo da Signatura Apostólica; e das Comissões Pontifícias para a América Latina, «Ecclesia Dei», para a Interpretação Autêntica do Código de Direito Canônico, e para a revisão do Código de Direito Canônico Oriental. Entre as suas numerosas publicações, ocupam lugar de destaque o livro «Introdução ao Cristianismo», uma compilação de lições universitárias publicadas em 1968 sobre a profissão de fé apostólica, e o livro «Dogma e Revelação» (1973), uma antologia de ensaios, homilias e meditações, dedicadas à pastoral. Recebeu numerosos doutoramentos «honoris causa»: pelo College of St. Thomas em St. Paul (Minnesota, Estados Unidos), em 1984; pela Universidade Católica de Eichstätt, em 1987; pela Universidade Católica de Lima, em 1986; pela Universidade Católica de Lublin, em 1988; pela Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha), em 1998; pela Livre Universidade Maria Santíssima Assunta (LUMSA, Roma), em 1999; pela Faculdade de Teologia da Universidade de Wroclaw (Polônia) no ano 2000. Fonte: jornal o Globo

Líderes políticos e religiosos se manifestam sobre renúncia do Papa A notícia da apresentação da renúncia do Papa Bento XVI teve repercussão mundial na segunda-feira, 11/02. Líderes religiosos e políticos manifestaram a sua reação e opinião frente ao recente anúncio feito pelo próprio Papa. Ao término do Consistório, durante o qual o Santo Padre apresentou sua renúncia, o decano do colégio cardinalício, Cardeal Angelo Sodano, disse que a mensagem do Papa resoou na sala onde estavam reunidos como “um raio no céu sereno”. Ele enfatizou, porém, que a estrela desse pontificado brilhará para sempre. “Estamos ao seu lado, Santo Padre, e nos abençoe”. Veja abaixo os depoimentos sobre o anúncio da renúncia de Bento XVI: “Creio que este tenha sido um gesto de extraordinária coragem e de extraordinário sentido de responsabilidade, porque também o ter sobre suas costas um mandato extraordinariamente desafiador, como aquele do Pontífice da Igreja católica, precisa lidar também com o prolongamento da vida nem sempre em condições igualmente sustentáveis. Grande coragem, generosidade e, da minha parte, de muito respeito” - Giorgio Napolitano, presidente da República Italiana “Uma decisão que nos deixa com a alma repleta de dor e de tristeza; mais uma vez Bento XVI ofereceu um exemplo de profunda liberdade interior” - Cardeal Angelo Bagnasco, presente no Consistório para a canonização dos mártires de Otranto “O Papa Bento XVI demonstrou a todos nós o que pode ser concretamente a vocação da Sé de Roma, um testemunho em escala universal do Evangelho e um mensageiro de esperança. (...) Nós nos unimos aos nossos irmãos e irmãs católicos para agradecer a Deus pela inspiração e o desafio do ministério do Papa Bento XVI. Rezemos para que Deus o abençõe e lhe dê saúde e paz no corpo e no coração, tenhamos confiança no Espírito Santo que tem a responsabilidade de eleger o sucessor” - Dr.

Justin Welby, novo arcebispo de Cantuária, primaz da Igreja Anglicana “Com seu pontificado ele traçou um caminho rumo ao entendimento, indispensável para todos nós, reforçado pelo pontífice em suas palavras. Esperamos que Bento XVI possa contribuir no futuro para um diálogo baseado nos princípios de dignidades iguais e respeito mútuo” - Renzo Gattegna, presidente da União das Comunidades Judaicas Italianas “Respeitamos totalmente a decisão de Sua Santidade Bento XVI de renunciar. Com profundo respeito, vimos como ele assumiu a responsabilidade e o peso de seu ministério em idade avançada, num momento difícil para a Igreja. Manifesto meu apreço pelo seu amor e compromisso com a Igreja e com o movimento ecumênico. Pedimos a Deus que o abençoe neste momento e nesta fase de sua vida e que guie a Igreja Católica neste período importante de transição” - Rev. Olav Fykse Tveit, Secretário-Geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) “A declaração de renúncia do Papa Bento XVI é um passo extraordinário que merece respeito e admiração. Compreendo a decisão do pontífice, embora este passo tenha me afetado dolorosamente. Exercer a função de Papa requer um trabalho enorme, com eventos públicos, escritos, decisões e consultas. É pesado para um Pontífice de 85 anos” - Cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena e presidente da Conferência Episcopal da Áustria “Em nome dos norte-americanos de todo o mundo, Michele e eu desejamos manifestar o nosso apreço e a nossa oração por Sua Santidade Papa Bento XVI. Michele e eu re­ cordamos de coração o nosso encontro com o Santo Padre em 2009. (...) A Igreja desenvolve um papel fundamental nos Estados Unidos e no mundo, e desejo tudo de melhor possível para aqueles que logo se reunirão para escolher o sucessor de Sua Santidade o Papa Bento XVI” - Barack Obama, presidente dos Es­ tados Unidos.

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NOTÍCIAS

Doze agentes pastorais mortos em 2012

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agentes pastorais mortos de maneira violenta. Não se usa o termo mártir, para não entrar no mérito do juízo que a Igreja poderá dar eventualmente sobre alguns deles, e também pela escassez de notícias sobre a vida e a circunstância da morte. A maior parte dos agentes assassinatos em 2012 foi vítima de tentativas de roubo, como é o caso do Padre Eduardo Teixeira, que integra a lista. Sacerdote de 35 anos, que recentemente havia sido nomeado pároco da Paróquia de São Jorge na cidade de Novo Hamburgo (no Rio Grande do Sul), foi morto na noite de 16 de dezembro numa tentativa de assalto. Fonte: Rádio do Vaticano

omo todo final de ano, a Agência Fides publicou o elenco dos agentes pastorais que perderam a vida de modo violento no decorrer dos últimos doze meses. De acordo com a Agência da Congregação para a Evangelização dos Povos, em 2012 doze agentes pastorais foram assassinados, dos quais dez sacerdotes, uma religiosa e uma leiga. Pelo quarto ano consecutivo, a América lidera a lista, com seis sacerdotes, seguida pela África, onde foram mortos três sacerdotes e uma religiosa, e a Ásia, com um sacerdote e uma leiga. Esta lista preparada pela Fides não diz respeito somente aos missionários ad gentes, mas todos os

D. Odilo fala sobre dinheiro recolhido pela igreja

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ecentemente, apareceram na imprensa várias matérias e reflexões sobre o dinheiro recolhido pelas Igrejas no Brasil. São números que impressionam, se forem olhados sem o devido discernimento. Os valores globais divulgados e que teriam sido recolhidos “em nome de Igrejas” ao longo de um ano também incluem os da Igreja Católica; mas não aparecem discriminados e não se especificou o que se refere a cada grupo religioso em particular, o que leva a fazer juízos errôneos, sem as devidas distinções e considerações. No caso da Igreja Católica, considerando o número de fiéis, a média da contribuição individual por fiel pode ser baixíssima. Há que se levar em conta que, no nosso caso, as contribuições são feitas “para a Igreja”, representada também civilmente por entidades e instituições que prestam contas à Receita Federal. A pergunta que fica no ar é se isso acontece com

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todos os grupos religiosos, ou se as doações acabam beneficiando pessoalmente a quem as recolhe? Há que se ver, ainda, a aplicação desses recursos e se perceberá qual é o volume de assistência e de benefícios sociais e culturais, e até mesmo de empregos gerados a partir das organizações religiosas. Ninguém imagina que na Igreja Católica, padres, bispos e organizações religiosas não pagam impostos, INSS, contas de água e luz. As isenções previstas em lei são apenas algumas, que não beneficiam pessoalmente as pessoas em serviço nas organizações religiosas, mas essas próprias organizações. Dizer que as Igrejas recolhem mais de 20 bilhões de reais por ano no Brasil pode representar muito, aos olhos de alguns; mas isso pode representar muito pouco, se formos considerar as coisas mais no detalhe. Em tudo isso, é preciso colocar sempre um sensato e prudente “depende”. O que mais chamou a atenção foi a notícia sobre fortunas individuais e impérios políticos e econômicos organizados, até mesmo em pouco tempo, por líderes religiosos, que transformam a fé e os “serviços religiosos” em “produtos”, oferecendo-os ao público numa lógica capitalista de mercado. O “Estado laico” não deve ser um álibi para deixar livre curso à exploração econômica, e em benefício privado, da credulidade e das necessidades religiosas e espirituais dos fiéis, valendo-se dos benefícios que o mesmo Estado reconhece às organizações

religiosas. Alguma distorção grave está acontecendo no mundo religioso do Brasil, que terá consequências para a própria identidade cultural do Brasil no futuro próximo. Uma séria reflexão precisa ser feita. Na Igreja Católica, as doações não são destinadas ao padre ou ao bispo, pessoalmente, mas à paróquia, à diocese, ou a outras instituições, organizações e obras sociais devidamente re­co­nhecidas. Nossas paróquias e instituições religiosas não têm configuração empresarial, voltada para a produtividade e o ganho, mas têm fins religiosos, sociais e culturais, não pertencendo a ninguém em particular. As normas da nossa Igreja prescrevem rigor e transparência no controle e na aplicação dos recursos, bem como na prestação de contas. Requerem ainda as normas da Igreja que haja Conselhos de Assuntos Econômicos em todas as paróquias e dioceses, com a participação de pessoas idôneas e competentes, para a boa administração dos recursos recolhidos. Todos esses recursos devem ser destinados ao cumprimento da missão da própria Igreja e, jamais, ao benefício pessoal de quem quer que esteja a serviço da Igreja, em qualquer nível, serviço e cargo. Por delicado que seja, esse tema da exploração mercadológica da religiosidade e da religião carece de uma serena e profunda reflexão, para evitar o risco do descrédito da própria religião, de toda religião. Fonte: Canção Nova Notícias

Pergunte ao Padre Sou casado a 4 anos, eu e minha esposa somos fiéis um ao outro, ela faz uso de anticoncepcional e eu uso preservativo, já temos um filho de 2 anos. Estamos agindo corretamente? Responde: Pe. Cido Pereira Vigário Episcopal para a Pastoral da Comunicação em São Paulo, Diretor do jornal “O São Paulo” e apresentador do programa Bom dia Povo de Deus na rádio católica 9 de Julho. Eu vou passar para você o que a Igreja nos ensina sobre a sexualidade. Para a Igreja o exercício da sexualidade humana está a serviço do amor e da procriação. Por isso mesmo, o sexo não tem nada de sujo. Ele existe para que homem e mulher concretizem sua união de amor não apenas no plano espiritual mas também no plano físico também. E o sexo, prazeroso como é também está a serviço da preservação da espécie. Não fosse assim, não fosse uma fonte de prazer, fosse ao invés, doloroso ou seu nenhum atrativo, como levar avante o “crescei e multiplicai-vos” como o senhor nos ensinou, não é mesmo? Por tudo o que acabei de dizer, .... a sexualidade humana fechada sobre si mesma, estéril, não aberta à vida, voltada unicamente para o prazer, não atinge a sua finalidade plena, sendo por isso mesmo considerada fora dos projetos de Deus. Que se pense, por exemplo, na prostituição masculina e feminina, que se pense no tráfico de pessoas, adultas e menores, para este fim. A Igreja não pode se calar, não é mesmo? Agora, quanto à vida conjugal, a Igreja não é contra o planejamento familiar. Ela ensina que o casal pode e dever ter os filhos que pode criar. E vem então a questão: e como fazer isso sem o uso dos anticoncepcionais e preservativos? Pois é, o que a Igreja aconselha é o uso dos meios naturais par se evitar a concepção. E ela não está errada nem fora da realidade como se pensa. Porque muitos métodos anticoncepcionais interferem na saúde da mulher, alguns deles sendo até abortivos. Nesta altura do campeonato, o meu amigo ...deve estar pensando consigo mesmo: E eu e minha esposa como é que ficamos? Meu irmão, o mais bonito na sua pergunta é o que você afirma: “eu e minha esposa somos fies um ao outro. Então, vocês têm mesmo é que conversar, têm mesmo é que ver se o prazer legítimo do relacionamento sexual, não está sendo egoísta, se existirá uma forma de vocês serem fiéis também aos ensinamentos da Igreja. Um bom papo com um padre amigo, um diálogo sincero, uma oração em comum para pedir as luzes do alto para vocês se sentirem felizes... vai ajudar muito. Fiquem com Deus e que sua família seja abençoada sempre. Faça sua pergunta ao padre: biodiocese@yahoo.com.br

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Número de jovens assassinados no Brasil soma ‘73 Santa Marias’, compara ministro

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Governo pretende lançar um programa preventivo de violência contra jovens, mas Gilberto Carvalho admitiu que, sozinho, não dará conta da tragédia de quase 50 mil mortes em 2010 Para dar a dimensão da insegurança de jovens no Brasil, o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, recorreu a uma comparação dramática com o incêndio na boate Kiss em Santa Maria, no final de janeiro, que deixou 239 mortos. O ministro citou o número de jovens assassinados em 2010 e concluiu: “foram 73 Santa Ma-

rias”. “A violência de fato surge como uma grande preocupação. Em 2010, nós tivemos no Brasil 49.932 assassinatos, 53% deles, portanto, 26.422, foram de jovens e entre os jovens, 91% do sexo masculino”, relatou o ministro. “Nós que nos chocamos tanto recentemente com a tragédia de Santa Maria temos que entender que em 2010 foram 73 Santa Marias”, enfatizou ao participar na quarta-feira do lançamento da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica, que nesse ano, discute o tema da Juventude. Ao defender uma parceira com a igreja para melhorar a situação dos jovens no Brasil, Carvalho admitiu que o governo não tem condições de sozinho promover políticas capazes de mudar essa realidade. “Não há governo que vai dar conta de uma realidade como essa”, disse. O ministro informou que o governo já mapeou 132 cidades responsáveis por 70% dos crimes contra jovens no Brasil. Esses

locais serão base, de acordo com Carvalho, do programa Juventude Viva, que o governo pretende lançar com medidas preventivas para combate à violência. “Será uma tentativa de se fazer uma ação preventiva com jovens, sobretudo da periferia e negros, em relação à violência”, detalhou. O programa terá a participação de várias pastas do governo e parcerias com governos estaduais e municipais. Além da construção de espaços de convivência, culturais e de qualifica��ão profissional, de acordo com o ministro, uma parte dos recursos previstos para o Juventude Viva será destinada à formação de policiais. “Não é possível que nós continuemos a pensar que o jovem é suspeito a partir da cor da sua pele. Temos que trabalhar os agentes públicos de segurança para romper com essa trágica discriminação que se tornou uma cultura nesse país”, disse o ministro. Fonte: Luciana Lima www.ultimosegundo.ig.com.br

Instituto Coração de Jesus celebra a Consagração religiosa de Rita Ribeiro dos Santos

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m meio a muita alegria e gratidão foi celebrada a missa de Consagração Religiosa da Ir. Rita Ribeiro dos Santos. A cerimônia aconteceu na Igreja matriz da Paróquia Santa Rita de Cássia em Carapicuíba, presidida por D. Ercílio Turco e concelebrada por Pe. Edileis Silva de Araújo, Pe. Daniel Bispo, Mons. Paulo

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Link e Pe. Valter Ruy Cordeiro, da Arquidiocese de Salvador – Bahia. Estiveram presentes, várias irmãs do Instituto, inclusive a Ir. Cacilda, Dirigente Regional. Na homilia D. Ercílio ressaltou que “a fé leva uma pessoa a se colocar a serviço, foi assim na vida de Ir. Rita. E celebramos esta entrega da Ir. Rita no contexto de JMJ – Ide e fazei discípulos meus todos os homens. E também no ambiente da CF 2013 ‘Eis-me aqui, envia-me’. Ou seja, uma disponibilidade total.” Continuo dizendo a irmã, “Ir. Rita assim como Simeão precisamos distinguir a presença de Jesus Salvador e depois anuncia-lo, ir ao

encontro dos irmãos e dar Jesus, Ele a envia”.Posteriormente, se realizou o Rito da Consagração, onde a Ir. Rita foi apresentada e fez a emissão das Promessas: 1º Caminhar na Presença de Deus, 2º Vida Comunitária, 3º Pobreza, 4º Castidade, 5º Obediência. No final da Missa a irmã recebeu a Regra Espiritual e assinou o termo de Compromisso com o Instituto Coração de Jesus / Serviam.“Na presença de Deus caminhar, compromisso de vida e missão Deus presente no mundo anunciar, é a nossa maior vocação” (Refrão do Hino do Instituto Coração de Jesus). Fonte: Irmã Letícia

Publicada as nomeações de padres e diáconos da diocese de Osasco No dia 07 de fevereiro de 2013 , Dom Ercilio Turco enviou à todos os padres da Diocese de Osasco uma carta circular onde comunica as novas nomeações para 2013. São elas: 1 - Pe. Vagner de Moraes Pacheco – Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré – Jd. Arpoador - São Paulo – Região Santo Antonio. 2 - Pe. Romildo Isidro Lopes Filho – Pároco da Paróquia São Gabriel da Virgem Dolorosa – Osasco – Região Santo Antônio. 3 - Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Piratininga – Região Bonfim – Nomeação em andamento. 4 - Pe. Emerson Pedroso Borgonovi – Pároco da Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus – Jd. Baronesa, OsascoRegião Bonfim. 5 - Pe. Douglas Dias de Melo – Vigário Paroquial da Paróquia N. Sra. das Graças – Jd. Ana Estela – Região Carapicuíba 6 - Pe. Emilson Aparecido Ferreira – Pároco da Paróquia Santa Cruz – Granja Viana – Cotia – Região Cotia 7 - Pe. Douglas Pinheiro Lima – Pároco da Paróquia Santo Antonio de Sant’Ana Galvão – Vargem Grande – Região Cotia 8 - Pe. Daniel Bispo – Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima – Jd. Coimbra, Cotia – Região Cotia 9 - Pe. Paulo Ferreira Pimentel – Vigário Paroquial da Paróquia N. Sra. de Monte Serrate - Cotia – Região Cotia 10 - Pe. Severino Ferreira da Silva – Pároco da Paróquia N. Sra. de Guadalupe – Ibiúna – SP- Região São Roque. 11 - Pe. Francisco Assis de Moraes – Pároco da Paróquia Santa Cruz – Piai, Ibiúna – Região São Roque. Nomeação dos futuros padres que serão ordenados dia 23/02/2013 12 - Pe. Marcio José Pereira- Vigário Paroquial da Paróquia São Roque – São Roque 13 - Pe. Diego Martins dos Santos – Vigário Paroquial da Catedral Santo Antônio – Osasco – Região Santo Antonio 14 - Pe. Daniel Vitor S. Rodrigues – Vigário Paroquial da Paróquia São Judas Tadeu - Itapevi – Região Barueri 15 - Pe. Alexandre Santos de Jesus – Vigário Paroquial da Paróquia N. Sra. das Dores – Ibiúna – Região São Roque Nomeação dos Diáconos 16 - Diác. Pedro Rodrigues Lopes - Paróquia São José – Mairinque – Região São Roque 17 - Diac. Paulo Rogério Silva Couto - Paróquia Santa Rita de Cássia – Região Carapicuíba . No final da carta dom Ercílio abençoa os trabalhos pastorais e os fieis destas paróquias.

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Foto: Ir. Letícia, MJS

Ordenação Diaconal dos seminaristas Paulo e Pedro

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nviai sobre eles, Senhor, nós vos pedimos, o Espírito Santo que os fortaleça com os sete dons da vossa graça, a fim de exercerem com fidelidade o seu ministério” – Prece de Ordenação A Igreja particular da Diocese de Osasco celebrou no dia 02 de fevereiro, com muita alegria, a ordenação diaconal dos seminaristas Paulo Rogério e Pedro Rodrigues. Na presença de Monsenhor Claudemir, Pe. Flavio Soares, dos padres diocesanos e dos diáconos Diego, Alexandre, Daniel e Márcio, D. Ercílio conferiu, aos então seminaristas, pela imposição

das mãos, a Sagrada Ordem do Diaconato. Durante a homilia D. Ercílio falou sobre a importância do trabalho sacerdotal na Igreja “Cada diácono, cada padre, cada bispo, por força da consagração, é como Maria, uma apresentação da luz para o mundo”, disse. Assim como os primeiros cristãos se colocaram no serviço do altar e dos irmãos, no exercício da caridade e do amor, esses irmãos foram chamados e responderam sim a esta missão “Chamados por Cristo e escolhidos pela Igreja nos comprometemos a continuar com o nosso sim”, afirmou o já Diácono Pedro, no final da celebração.

10º ano de elevação da Paróquia Santo Antônio e Nossa Senhora do Carmo

ntre os dias 07 e 10 de fevereiro a Paróquia Santo Antônio e Nossa Senhora do Carmo, Região Cotia, celebrou com alegria o seu décimo aniversário de elevação. A paróquia foi a primeira criada por Dom Ercílio, logo após a sua chegada em nossa diocese. A festa iniciou-se com um tríduo, no qual os padres que passaram pela paróquia puderam, junto com o povo, rezar, celebrar e relembrar a história da paróquia A abertura, no dia 07, contou com a missa presidida pelo pároco, o Pe. Gilmar Raimundo de Santana, que em sua homilia destacou o sentido de ser paróquia e a necessidade da unidade para a vivência comunitária. No segundo dia, o Pe. Luiz

Antônio Sochiarelli relembrou a história da paróquia desde quando era uma das comunidades da Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrate. Falou dos momentos felizes e das dificuldades que a comunidade enfrentou, para se tornar paróquia, e destacou a presença de Deus em cada tempo. No encerramento do tríduo, o Pe. Flávio Soares, primeiro pároco, falou sobre os desafios do início da caminhada e dos muitos frutos, que hoje, colhemos. Disse também, que foram plantados pelos fiéis, que juntos, ajudaram a construir a história da paróquia ao longo desses dez anos. Logo após a Santa Missa, os paroquianos se confraternizaram no salão paroquial e cantaram o

parabéns, pedindo a Deus bençãos e graças para a paróquia. No encerramento dessa grande festa, a paróquia teve a alegria de contar com a presença de Dom Ercílio Turco, nosso Pai e Pastor.

A igreja estava repleta à espera do bispo que com muita alegria, animou e incentivou os paroquianos a permanecerem firmes na fé, a ouvirem o chamado do Senhor e responderem à missão dada por

ele. Dom Ercílio falou ainda sobre o Ano da Fé e convidou os fiéis a professarem e viverem a sua fé em todos os ambientes da sociedade. Fonte: Sem. Everton da Silva Albuquerque

Renovação Carismática realiza assembleia diocesana

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o domingo, 3 de fevereiro, a Casa de Retiros Nossa Senhora das Graças, em Alumínio, recebeu os coordenadores de grupos de oração da Renovação Carismática Católica de toda a diocese de Osasco, para participarem da primeira assembleia de 2013. O encontro foi marcado por momentos intensos de oração, escuta, discernimento, partilha e

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avivamento com o objetivo de por em prática as orientações diocesanas para o movimento e favorecer o crescimento de cada grupo de oração. Também estiveram presentes Lucilene Villa-Real, que assumiu a coordenação da Campanha “Nossa Casa, Nossa Bênção”, para dar continuidade à construção da sede própria em Barueri e o diretor espiritual da

RCC, padre Helio de Souza. “Precisamos nos esforçar para implantar a cultura de Pentecostes, que é fundamental para as transformações da sociedade. A assembleia diocesana permite alinhar o nosso trabalho para esse objetivo, com a força do Espírito Santo”, enfatiza o coordenador diocesano da RCC Osasco, Carlos Natal. Foto e texto: Rogerinho Roque

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3º Luau Católico na Paróquia Santa Teresinha – Ibiúna

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o dia 26/01/2013 foi realizado o 3º Luau Católico, na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus e São Roque - Ibiúna / Comunidade Santa Cruz, Bairro Piratuba. O evento idealizado pelo Setor Juventude da paróquia, teve como principal intenção reunir os jovens de nossa Paróquia

para um momento de alegria, convivência e louvor a Deus. O Luau contou com ambientes decorados, mesa de frutas, cantina e muita música. Às 20h, o DJ Marcos deu início ao encontro tocando músicas católicas remixadas, animando muito todos os presentes. Mais tarde, a Banda

Trino Amor, da Paróquia São Francisco de Paula - Alumínio, trouxe alegria e momentos de encontro pessoal com Deus. E para encerrar, o Padre Eduardo, Pároco, abençoou a todos os presentes. O 3º Luau Católico contou com pessoas de diversas comunidades e de Paróquias vizinhas, mostrando ser possível que jovens se reúnam com os amigos, se divirtam e deem glórias a Deus. Que esta união fomente o interesse de mais jovens a Igreja, pois ela precisa de novos comunicadores do amor de Cristo, de semeadores corajosos e sem medo de se entregar a esta jornada de evangelização. Fonte: Plínio H. L. Camargo Setor Juventude

Indulgências Plenárias no “Ano da Fé”

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onforme divulgado no Boletim Informativo de Osasco - BIO, em dezembro de 2012, o nosso estimado Bispo Dom Ercílio Turco escreveu uma Carta Circular com orientações sobre o Dom das Indulgências que a Igreja pode conceder a seus fiéis, por meio de práticas especiais, durante o “Ano da Fé” em nossa Diocese.A aquisição das Indulgências não é algo mágico. As Indulgências são graças especiais de perdão e misericórdia que a Igreja oferece, em nome de Deus, e que requerem o arrependimento dos pecados e o desejo sincero de conversão a Deus. Na Carta, de

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acordo com o Osservatore Romano de 06 de outubro de 2012, Dom Ercílio diz: “Ao longo de todo Ano da Fé, proclamado de 11 de Outubro de 2012 até ao fim do dia 24 de Novembro de 2013, poderão alcançar a Indulgência Plenária da pena temporal para os próprios pecados, concedida pela misericórdia de Deus, aplicável em sufrágio pelas almas dos fiéis defuntos, a todos os fiéis deveras arrependidos, que se confessem de modo devido, comunguem sacramentalmente e orem segundo as intenções do Sumo Pontífice”. Dom Ercílio determinou quatro Igrejas da nossa Diocese como

locais de peregrinação e aquisição das Indulgências Plenárias. O fiel deve “participar em alguma função sagrada ou, pelo menos, passar um tempo razoável de recolhimento em meditação concluindo com a recitação do Pai Nosso, a Profissão de Fé, as invocações à Bem-Aventurada Virgem Maria e a oração aos padroeiros”.Para grande alegria da Comunidade Paroquial são-roquense, a Igreja Matriz São Roque é uma delas! Desta forma, a Paróquia São Roque, sob os cuidados pastorais do pároco Pe. Daniel Balzan, está dedicando a Santa Missa das 19h do 4º Domingo de cada mês à aquisição das Indulgências Plenárias. Venha!!! Prepare-se com muita fé e devoção!!! Participe conosco deste momento tão especial que a Igreja está nos concedendo neste “Ano da Fé”! Queremos, unidos como irmãos, proclamar com força e convicção: “Eu creio, nós cremos!”. Fonte: Thaíza Thiemi Kono Setor de comunicação Paróquia de São Roque

Datas comemorativas Natalícia MARÇO 01/03 Ir. Elvira Pessin, mc

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03/03 Pe. Olacir Geraldo Agnolin, mi

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05/03 Ir. Maria Rita, mop

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08/03 Ir. Maria Auxiliadora R de Oliveira, fmm

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10/03 Ir. Emma Gerrescli, fnsn

75

11/03 Pe. Arnaldo Balbino dos Santos

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12/03 Pe. Mario Mancini, ssp

72

13/03 Dom Ercílio Turco

75

14/03 Ir. Maria Silvia Gonçalves, cfnsm 16/03 Pe. Jucelino Gomes da Silva, csf

41

17/03 Ir. Agueda Vorini

71

19/03 Ir. Maria das Mercês Campos Faray, cfnsm 22/03 Ir. Irene Lorenzetti, icj

68

22/03 Pe. Antônio Carlos de Souza

47

22/03 Ir. Conceição das Dores Nicomedes, jbp 43 22/03 Ir. Maria de Fátima Fonseca, cfnsm 24/03 Pe. Agostinho Dinani, crl

55

24/03 Ir. Quelle Fabiana Alves (Toca)

25

25/03 Ir. Almida Maria Moratelli, mc

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25/03 Ir. Maria Elisabet do Calvário, cmss

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25/03 Pe. José Cássio Marinho

36

25/03 Ir. Teresa do Menino Jesus, ocd

25

27/03 Pe. Pio Milpacher, cjs

90

29/03 Pe. Alexandre de Oliveira

32

29/03 Ir. Maria Lúcia de Souza, cnssm

46

29/03 Ir. Letícia Mercedes Perez Gimenez

47

29/03 Ir. Hercília Moneda, ascj 30/03 Pe. Xavier Cutajar

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31/03 Ir. Marta Oliveira Dantas

36

Ordenação ou profissão religiosa 08/03 Pe. Raimundo Nonato

05

08/03 Pe. Antônio Carlos Souza

05

08/03 Pe. Francisco de Assis Moraes

05

19/03 Pe. André Heyligers

05

20/03 Pe. Francisco Pereira da Silva

20

20/03 Pe. Jucelino Gomes da Silva, csf 25/03 Pe. Aurélio Vieira de Moraes

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Março 2013


NOTÍCIAS

Ação Social da Comunidade de Nossa Senhora Aparecida – Ibiuna

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Comunidade de Nossa Sra. Aparecida, Bº dos Ribeiros, da Paróquia Nsa Sra do Carmo e São Cristóvão Bº Carmo Messias, Ibiúna – SP, tem o costume de que, na véspera da Páscoa, a Comunidade se reúne para roçar o acostamento da estrada que liga o bairro ao Bairro Carmo Messias como também tampar os buracos e nive-

lar partes da estrada. Aninados por este exemplo, várias pessoas da comunidade católica juntamente com o pároco tomaram a iniciativa de pedir as prefeituras de Ibiúna e de Cotia para melhorar a manutenção do asfalto da estrada que do Bº Carmo messias vai ate o Bº da Cachoeira (única estrada asfaltada na paróquia) graças a Deus, a ini-

ciativa paroquial e a colaboração entre as duas prefeituras houve melhorias. Esta noticia não foi colocada antes no BIO para não aparecer como influencia na campanha eleitoral. Desejamos que a colaboração entre as prefeituras de Ibiúna e de Cotia, a Comunidade e a população continuem para o bem de todos.

75º Aniversário das Missionárias de Jesus Sacerdote

Foto: Aloísio Maurício

A

s religiosas, leigos e alguns sacerdotes diocesanos e religiosos, como Mons. Claudemir, Pe. Claudio, Pe. Ely e Pe. Eduardo participaram das comemorações celebrativas do aniversário das missionárias de Jesus Sacerdote no México. Lá puderam participar da missa ce-

lebrada pelo Núncio Apostólico no México Dom Christopher Pierre, juntamente com alguns bispos das dioceses onde as obras da congregação se encontram a serviço. Também foi momento de agradecimento pelos 50º anos de Vida Religiosa das irmãs Amelia Aguilar Mendoza, Gema

Villaseñor e Maria de Jesus Hurtado e jubileu de prata da irmã Verónica Zambrano. No Brasil, a celebração foi conduzida com muito amor e gratidão às religiosas, por parte de todos, por seu serviço e fidelidade a Diocese de Osasco. Por meio de seu carisma de honrar Jesus Sacerdote, na vida contemplativa e apostólica, elas têm dado grande colaboração na formação dos leigos nas pastorais. Também, entre o carisma da congregação, está a oração pela santificação dos sacerdotes. Estiveram presentes nesse mo­mento tão especial, os padres Ewerton (pároco da Matriz N. Sra. Aparecida), Mons. Claude­ mir, Odair José, Alexandre Siles, Claudio Gabriel, Vagner de Moraes, Frei Leandro Alci­des e Frei Geraldo Boletini (Car­melitas Descalços), Paulo Mercieca, Antonio Machado, Eduar-

do, Emilson Ferreira, o diáco­no Diego, o prefeito Rubens Mer­ guizo(Binho) e outras autoridades da região. Monsenhor Claudemir, que esteve no México representando a pessoa de Dom Ercílio e a Diocese de Osasco, falou sobre sua experiência ao conhecer de perto o trabalho realizado no país. Entre elas, destacou o trabalho na educação – do maternal à universidade. E testemunhou sua alegria ao ver as mudanças provocadas na vida das pessoas, que se tornam não apenas talentos, mas, sobretudo pessoas com uma visão cristã. O padre enalteceu a prática da congregação de “aplicar o amor que dignifica o homem”. Dom Ercílio também fez questão de deixar sua homenagem de carinho às religiosas pela co­m emoração do aniversário. Agradeceu porque “construíram

uma história de fé e vivência do amor fraterno, esposas de Jesus na Igreja.” E fez uma analogia ao evangelho do dia, as Bodas de Caná, onde Maria identifica a falta do vinho na festa. A mãe de Jesus “teve uma vocação maravilhosa, mas desafiadora. Mudou a história da humanidade”, disse. Assim, “as irmãs participam da mudança da sociedade”, concluiu. A congregação é formada por pessoas de fé que almejam a Deus em todas as circunstancias e desejam formar Cristo Sacerdote em cada adulto, em cada criança. Louvemos a Deus pelas Missionárias de Jesus Sacerdote e pelos Missionários Leigos de Jesus Sacerdote e demos graças pela sua presença no Brasil, na Diocese de Osasco e na Diocese de Ourinhos. Fonte: Meire Elaine

Fatec de Barueri recebe o nome de “Padre Danilo José de Oliveira Ohl”

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o dia 09 de Janeiro de 2013 o governador de São Paulo Geraldo Alckmin promulgou o Projeto de lei nº 1039/11, do Deputado Gil Arantes – DEM , dando nome oficial á Fatec de Barueri de “Padre Danilo José de Oliveira Ohl” , homenageando o padre que durante 56 anos dedicou-se à cidade de Barueri. Quando apresentou o projeto, assim Gil justificou a iniciativa: “Chegou a Barueri em 1954 para

Março 2013

onde foi enviado para ficar alguns meses, e estes meses se transfor­ maram em mais de 50 anos a serviço da igreja e da comunidade de Barueri”. Gil recordou ainda que padre Danilo passou por momentos difíceis durante o período da ditadura militar e em nenhum momento esmoreceu, mesmo sabendo que suas homilias dominicais eram gravadas e enviadas ao Comando Militar. O Padre Danilo construiu a nova

igreja matriz em 1960, mudando a pequena igreja do largo São João para o atual endereço. E em 1997 construiu a atual igreja, com traços modernos e com capacidade maior para acomodar os fiéis. Velho sonho realizado. Foi também o fundador do Recanto Infantil, que durante décadas abrigou crianças de vá­ rias idades até a adolescência. Como foi emérito educador, diz o prefeito Gil, Padre Danilo José

de Oliveira Ohl faz jus a esta homenagem, com a indicação do seu nome para denominar a Faculdade de Tecnologia – Fatec de Barueri, perpetuando assim a imagem do homem tão dedicado à educação e à comunidade de Barueri e região. A cerimônia de oficialização do titulo está prevista para o dia 16 de março (sábado) as 9h na Fatec. Parte do texto foi extraído do site: www.paginazero.com.br

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VARIEDADES

Jovens marcam presença na Missa de Abertura CF2013

FATOS EM FOTOS

Foto: Ir. Letícia, MJS

20/01 – Assembleia Paroquial realizada na Paróquia Nossa Senhora das Graças.

25/01 – Formação Diocesana sobre a CF 2013.

02 e 03/03 – EJC da Paróquia São Vito – participação de 87 jovens. Foto: Aloísio Maurício

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pesar da forte chuva na cidade de Osasco e região, foi grande a participação dos jovens na missa de abertura da campanha da fraternidade. A celebração eucarística aconteceu na sexta-feira, dia 15/02 , às 20h na Catedral Santo Antonio. “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8). Atendendo ao convite do bispo Dom Ercílio para este momento de comunhão e de compromisso pastoral e principalmente ao apelo de Deus, as paróquias de nossa diocese participaram da celebração, que, sobretudo, nos prepara para a Semana Missionária e para a Jornada Mundial da Juventude/Rio.

A intenção em especial foi de que a Igreja tenha realmente jovens missionários. Jovem evangelizando jovem! Dom Ercílio iniciou sua homilia, destacando o belíssimo encontro, onde mais de 350 pessoas, partilharam e aprofundaram o tema da CF 2013 (Fraternidade e Juventude). Este é um tempo que nos convida a rever o sentido da quaresma, viver o amor filial e o amor fraterno. Todos nós já sabemos que quaresma é tempo de conversão. Mas que nesse ano, além de buscar a conversão pessoal, possamos também ir ao encontro da juventude. Que a Igreja saiba usar com sabedoria a cultura mi-

diática, como porta para alcançar os seus corações. Para o bispo, a CF 2013 traz alguns pontos básicos: aproximar-se, conhecer, somar forças, acreditar, partilhar experiências e acolher as experiências do mundo de hoje com os jovens. Além disso, é um convite a contemplar a morte e ressurreição de Jesus, expressão de amor do Pai. “Viver a campanha da fraternidade é viver a união”, este ano em especial, é “amar o jovem”. A Igreja vive também o Ano da Fé, um convite não somente a conhecer, mas entender, compreender e enraizar a nossa fé. É preciso conversão e o jejum, a esmola e a oração são caminhos para essa transformação. Somos chamados a dar testemunho de Cristo, mas é necessário que tenhamos “um rosto convincente”, ressaltou Dom Ercílio. Antes do inicio da Santa Missa foi feita a apresentação do vídeo oficial da Semana Missionária (16 a 20 de julho) que foi gravada em diversos pontos da cidade e contou com a participação de 300 jovens. É esperada para essa data, a chegada de cerca de 5.000 peregrinos na diocese de Osasco. Aqui tem jovem, aqui tem fé! Fonte: Meire Elaine

Rebanhão com Jesus” atrai mais de 2 mil em Carapicuíba 11/02 – Ajuntamento de Carnaval da RCC Osasco com o tema “ Se Creres verás a Glória de DEUS”.

03/02 – 6º aniversário de ordenação sacerdotal e despedida do padre Vagner Moraes.

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19ª edição do Rebanhão com Jesus de Carapicuíba atraiu mais de duas mil pessoas no Educandário Santa Teresinha, durante

o período do carnaval. O evento, que é realizado pela Renovação Carismática Católica (RCC) da Região Carapicuíba, proporcionou momentos intensos de espiritualidade por meio de orações, pregação, louvor, confissões, missas, bênção do Santíssimo Sacramento, shows de evangelização e atividades para crianças. A infraestrutura do evento contou com praça de alimentação e estacionamento. Neste ano, o Re-

banhão também colaborou para divulgar o trabalho desenvolvido pela Congregação Filhas de Nossa Senhora Stella Maris com as crianças do Educandário Santa Teresinha, propiciando o aumento do voluntariado na instituição. Para o próximo ano, a coordenação da RCC já está planejando um evento ainda melhor com atrações e surpresas para comemorar o 20º ano do Rebanhão em Carapicuíba com a participação de diversos movimentos, pastorais e associações. Fonte: Rogerinho Roque

Março 2013


BIO - Boletim Informativo Diocesano - Abril 2013