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Jornal da Manhã

ijuí, 18 de junho de 2013

Gol volta ao Rallye e traz o inédito Track

Versão Track chega com pneus de uso misto e com altura elevada do solo » 6

Martelinho de Ouro Saiba como escolher a empresa ideal para cuidar do seu veículo » 7

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Aquaplanagem Cuidados simples que devem ser tomados em dias de chuva » 4

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Ijuí, 18 de junho de 2013

Artigo

Compartilhar ou segregar? O verbo da moda é compartilhar. Nas redes sociais, no comércio e até nos meios de transporte. Já existe o compartilhamento de bens de luxo, como avião, barco e até carros superesportivos. No último Fórum sobre Segurança de Trânsito promovido pela Abraciclo, surgiram várias vezes propostas de integração entre os veículos, desde a segregação por meio de faixas e vias exclusivas até o compartilhamento de espaços. Como sempre houve exemplo de países como Holanda, no qual as bicicletas rodam na mesma faixa dos ônibus porque é mais larga e cabe todo mundo. Também foram citados outros exemplos europeus de ciclofaixas nas calçadas, junto com os pedestres, separadas apenas por uma linha pintada no chão. São belos casos, mas mais uma vez insisto que a Europa não serve de parâmetro para questões brasileiras, porque somos povos de história, cultura e convívio social muito diferentes. Nem tudo que serve para a Europa funciona no Brasil e vice-versa. O mundo ideal é aquele no qual as bicicletas, motos, carros, ônibus, bondes, caminhões e pedestres compartilham o mesmo espaço sem causar transtorno para ninguém. Quem já viajou para a Europa ocidental sabe que isso é perfeitamente possível e já é realidade na maioria das cidades. Infelizmente esse não é o caso da maioria das cidades brasileiras, especialmente as com mais de 500.000 habitantes. Em países pobres (e não se iluda com nossa posição no ranking mundial, porque é apenas um número)

esse conceito de compartilhamento foi destruído no momento que a colonização europeia pisou por aqui e impôs sua cultura seis séculos atrás. Os povos primitivos das Américas deviam saber e praticar o conceito do compartilhamento, mas isso foi dissolvido pela segunda colonização, há 60 anos: a econômica. Como a América do Sul já

O mundo ideal é aquele no qual as bicicletas, motos, carros, caminhões e pedestres compartilham o mesmo espaço sem causar transtorno para ninguém foi a China dos países ricos nos anos 50, tivemos de engolir goela abaixo a necessidade quase vital de adquirir automóveis. Ter seu próprio meio de transporte ficou chique e por mais de seis décadas o automóvel foi priorizado em todo planejamento urbano. Grandes avenidas, mas sem pontes, nem viadutos. Estradas caríssimas e o sucateamento das ferrovias. Medidas que levaram os brasileiros a adotar o automóvel como um objeto tão necessário quanto uma sandália na praia.

Neste processo de sair do transporte público para o individual, o motorista tomou para si um espaço público que lhe foi concedido por direito. As ruas, as vagas para estacionamento, o espaço viário tornou propriedade dos donos de carros em seus novos status quo social. Isso custou caro! O primeiro "conflito" pelo espaço público foi entre motociclistas e motoristas. Para um motorista, que até então era dono do "seu" espaço, ver uma moto passar muito mais rápido virou uma afronta. A moto foi apresentada como um veículo ágil, veloz, que ninguém é capaz de parar, enquanto os carros representaram o lento, pesado e "careta". Foi o suficiente para que até hoje motoristas e motociclistas não consigam dimensionar o espaço que cada um tem direito. Depois de décadas estudando o trânsito, prefiro apostar em um compartilhamento de espaços feito de forma gradual. Em um primeiro momento é preciso segregar, por meio de faixas ou vias exclusivas, tanto para bicicleta quanto para motos. A partir de uma séria política de educação e cidadania aí sim seria a hora de trocar a segregação pelo compartilhamento. O que não pode é cairmos no famoso "jeitinho brasileiro" que nada mais é do que deixar como está para ver como fica.

Geraldo Tite Simões - Jornalista, instrutor de pilotagem e ministra o Curso SpeedMaster de Pilotagem com apoio de Honda, Pirelli, Tutto e Shoei

VIVA-VOZ NOS CARROS É MAIS PERIGOSO DO QUE FALAR AO CELULAR Estudo realizado nos Estados Unidos pela Universidade de Utah, encomendado pela American Automobile Association (AAA), aponta que sistemas de interatividade para carros conhecidos como “hands free” ou “mãos livres” são mais perigosos do que simplesmente falar ao celular enquanto dirige. Estes recursos consistem em botões mais acessíveis e comandos em viva-voz para telefonar e mandar mensagens de dentro do carro, entre outras atividades. O resultado da pesquisa foi divulgado no dia 12 de junho. Os sistemas são muito utilizados pelas montadoras para atrair o público mais jovem, imerso no mundo de redes sociais e aplicativos de smartphones. De acordo com as fabricantes, os dispositivos “hands free” são mais seguros, porque os motoristas conseguem manter as mãos no volante e os olhos na estrada.

ÔNIBUS MAIS CARO DO MUNDO ESTÁ À VENDA POR R$ 4,7 MILHÕES Desenvolvido pela empresa austríaca Marchi Mobile, o ônibus mais caro do mundo (segundo a própria fabricante) está à venda por US$ 2,2 milhões, o equivalente a cerca de R$ 4,7 milhões na cotação atual. O preço tem sua justificativa. Batizado de EleMMent Palazzo, o veículo é praticamente um palácio sobre rodas. O ônibus de alto luxo é equipado com tudo que uma boa mansão deve ter: terraço no teto, escada com tapete vermelho, lareira, suíte com piso aquecido, churrasqueira e uma mobília digna de magnata. São 12,2 metros de puro requinte. O modelo foi projetado para atender desde empresários que viajam a trabalho até artistas que saem em turnê. E, como não poderia deixar de ser, o modelo está à venda em Dubai.

FORD ECOSPORT GANHA SISTEMA DE PARTIDA SEM CHAVE O novo Ford EcoSport ganhou um incremento a mais. O utilitário passa a contar com o sistema inteligente de acesso e partida sem chave. O recurso, disponível apenas o modelo top de linha Titanium, permite que o motorista abra a porta do carro e dê partida sem utilizar a chave. A tecnologia faz uso de sensores de reconhecimento por aproximação. As portas são destravadas somente quando o condutor, próximo ao veículo, aciona um botão na chave. Ainda é possível abrir o porta-malas sem que as portas sejam destravadas. As janelas também são fechadas por meio do controle remoto. De acordo com a montadora, os vidros possuem sensor antiesmagamento. A partida também é feita ao apertar um botão, localizado no painel. O sistema possibilita que o motorista ligue apenas a parte elétrica do carro sem necessariamente dar a partida.Atualmente, a versão topo de linha do EcoSport é tabelada em R$ 76.540.

PRODUÇÃO DO LAMBORGHINI AVENTADOR ALCANÇA 2 MIL UNIDADES A Lamborghini anunciou que registrou 2.000 unidades vendidas do Aventador nesta semana. O modelo foi apresentado ao público durante o Salão de Genebra, em março de 2011. No ano passado, foram lançadas as versões Roadster e, em abril, duas edições de aniversário. De acordo com a marca, a produtividade é de cinco veículos produzidos por dia. O proprietário da 2.000ª unidade do Aventador é um executivo da AT&T, que já possuía outra máquina na garagem: um Gallardo LP 550-2 Spyder. Ele ficou animado a comprar o Lamborghini após fazer um test-drive em Palm Beach, durante um evento da marca. Ao alcançar a marca de 2.000 unidades comercializadas em pouco mais de um ano, o Aventador massacrou seu antecessor Murcielago, que precisou de quatro anos e meio para atingir o número.

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Ijuí, 18 de junho de 2013

Marcelos Peças e Serviços: qualidade e bom atendimento

Empresa conta com amplas e modernas instalações para melhor atender aos clientes

A Marcelos Peças e Serviços é uma empresa que, desde 2008, vem prestando atendimento diferenciado

aos clientes de Ijuí e região no segmento de mecânica e equipamentos. Oferece serviços especiali-

zados em injeção eletrônica, conserto de módulos – sistemas elétricos e mecânicos, codificação de chaves, reparos em caixas de câmbio manuais e automáticas, além de linha diesel leve motor escapamentos e troca de óleo. Com amplas e modernas instalações, a empresa conta com profissionais especializados, equipamentos sempre atualizados e peças de boa qualidade e garantia para melhor atender aos seus clientes Ligue e agende seu horário na Marcelos Peças e Serviços. A empresa está situada na Rua das Chácaras, 958, Bairro Osvaldo Aranha. Telefones: 55 3332 1648/9137 9461/9138 3166.

ONIX E PRISMA GANHARÃO CÂMBIO AUTOMÁTICO EM JULHO A Chevrolet ainda não fez nenhum anúncio oficial, mas os lojistas confirmam: em julho, a linha 2014 do Onix e do Prisma chega às lojas. Esta será a primeira atualização da dupla desde seu lançamento. A principal novidade será a adoção de um câmbio automático de seis marchas. A transmissão é a mesma que equipa o Spin, o Cobalt e o Cruze, e estará disponível apenas nas versões com motor 1.4. Os preços ainda não foram divulgados pela montadora, mas os vendedores ouvidos pela reportagem estimam uma alta de R$ 3 mil. As demais versões, com câmbio mecâni-

co, também sofrerão reajuste A previsão é de que a linha 2014 chegUE às lojas na segunda quinzena de julho, mas algumas concessionárias já aceitam encomendas. Nova cartela de cores A linha 2014 trará uma nova cartela de cores. A surpresa aqui é a retirada do laranja do portfólio do Onix. A cor foi utilizada nos anúncios de divulgação do hatch, mas, segundo os lojistas, não vendia muito bem. No lugar do laranja, a marca vai disponibilizar a pintura metálica "azul sky", que se juntará às demais cores metálicas prata e cinza e às sólidas branco, preto e vermelho.

Principal novidade da dupla será a adoção de um câmbio automático de seis marchas

A Marcelo Peças e Serviços oferece atendimento especializado em injeção eletrônica, conserto de módulos e troca de óleo

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Ijuí, 18 de junho de 2013

Checagem do conjunto elétrico pode evitar prejuízos no futuro Realizar a checagem e manutenção do funcionamento do alarme, vidros e travas elétricos pode evitar falhas no veículo, além de prevenir prejuízos que muitas vezes podem fugir do seu orçamento. No caso das travas, não há maneira de prevenir problemas. Normalmente, as principais causas de falhas são exposição à chuva e outras intempéries, e não à maneira como o dispositivo é utilizado. Já no caso dos vidros, também há influência de fatores climáticos. Poeira é um dos complicadores que deteriora o item, assim como uso exagerado. Quando há iminência de falha, o processo de abertura fica lento e difícil. Se isso ocorrer, o recomendado é levar o carro à oficina e nunca jogar grafite nas peças, pois pode entrar nos conectores e queimar o motor do vidro. Do alarme é importante checar como vai o funciona-

mento do sistema. Cada marca recomenda um procedimento diferente e pode ser consultado no manual do produto. Não há restrições ao modelo ou idade do carro para a instalação de acessórios. É possível

Não é só o cuidado com os pneus que evita a aquaplanagem

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Muitas pessoas não sabem que não é necessário fazer grandes adaptações no carro ou no modo de dirigir para reduzir o gasto de combustível. Basta colocar em prática algumas sugestões simples, assim como alguns cuidados com a manutenção. Confira algumas dicas:

Não existem restrições ao modelo ou idade do carro para instalação de acessórios

colocar os itens separadamente ou em conjuntos universais, entretanto, deve-se observar o sistema de ignição, para reduzir o risco de descargas no alarme, fiação e lataria da porta, para não prejudicar o curso do vidro.

Aquaplanagem: cuidado redobrado

Confira algumas dicas para evitar transtornos em dias de chuva. No período de chuvas, um dos maiores cuidados que o motorista deve ter é com a aquaplanagem. Ela acontece quando uma lâmina de água se interpõe entre o asfalto e os pneus, provocando a perda de contato do carro com o solo. Vários fatores levam ao fenômeno: velocidade, qualidade do asfalto, quantidade de água sobre a pista e, principalmente, o estado de conservação do pneu. Como não é possível controlar a qualidade das estradas ou quando vai chover, a melhor maneira de se pro-

Confira dicas para economizar no combustível

teger é ficar de olho no que está ao seu alcance. Nunca deixe o pneu ficar careca: são os sulcos dos pneus que são responsáveis pela drenagem da água no asfalto. “No caso de chuva, a pouca ou nenhuma profundidade dos sulcos compromete o escoamento da água que fica entre o pneu e o piso, o que aumenta significativamente o risco de aquaplanagem e a perda do controle da direção”, explica o gerente geral da Copagra, concessionária Ford em Porto Alegre, Marcos Azambuja. O gerente ainda dá outras dicas. “Manter os pneus com a pressão indicada pelo fabricante do veículo, ter os quatro

pneus com a mesma medida e desenho, fazer o rodízio a cada oito mil quilômetros e procurar trocar os quatro pneus juntos são outras dicas para conduzir um carro com segurança sob chuva”, alerta. Mas não é só o cuidado com os pneus que evita a aquaplanagem. É importante manter o carro em velocidade baixa durante a chuva, não ultrapassando os 80 km/h. Acionar os freios antes de passar por uma poça de água também ajuda a evitar acidentes. Se a aquaplanagem for inevitável, o mais indicado a fazer é retirar imediatamente o pé do acelerador, não pisar bruscamente no pedal do freio e segurar firme o volante para manter as rodas retas. Quando os pneus retomarem o contato com o solo, gire levemente a direção de um lado para o outro, para sentir que o veículo recuperou totalmente a aderência. Caso o carro possua freios ABS (que não deixa travar as rodas), aplique a força no pedal do freio, mantendo-o pressionado até o controle total do veículo.

Algumas práticas simples podem trazer redução nos gastos com combustíveis

Pé pesado para quê? Acelerar e frear bruscamente são alguns dos piores inimigos da economia de combustível, além de ser um perigo para os condutores e pedestres que estão por perto. Evite picos de velocidade, o correto é conduzir com suavidade. Acelere gradativamente, o motor responderá com eficiência sem consumir exageradamente. Frear com calma dá ao condutor (em algumas situações) a possibilidade de aproveitar a inércia do veículo para retomar a velocidade, outro ponto a favor da economia. Quando o relevo ajuda Em declives, mantenha o veículo engrenado, acelere o suficiente e aproveite o embalo. É mais uma forma de economizar. Use o freiomotor para que o veículo não desça desgovernado e, também, para não sobrecarregar o sistema de freios quando precisar dele. Marcha X RPM Manter uma marcha baixa enquanto o motor está em regime de altas rotações é tão inadequado quanto escolher uma marcha alta para rodar em giros tímidos demais.A informação está descrita no manual do proprietário. Caso o veículo não traga contagiros, troque as marchas quando perceber que o motor “ganhou força”.

De olho nos pneus Um pneu pode ser responsável por até 20% do consumo de combustível devido à resistência ao rolamento. Esta resistência depende de fatores externos ao pneu (velocidade, peso e conservação do veículo, pavimento, temperatura, calibragem semanal) e internos, como estrutura, compostos e desenho da banda de rodagem. Lubrificante também conta Entre os tipos de óleo especificados pela montadora para o motor, escolha sempre o de menor viscosidade. Os lubrificantes de baixa viscosidade podem proporcionar redução no consumo de combustível se comparados aos óleos convencionais de maior viscosidade, além de reduzir as emissões de poluentes na atmosfera e aumentar a durabilidade do propulsor. Interferências na carroceria Cuidado ao escolher acessórios para seu veículo. Boa parte daqueles feitos para enfeitar a carroceria pode gerar maior resistência contra o ar, aumentando o apetite do motor. Motor na temperatura ideal

O motor consome menos quando está aquecido na medida certa (conforme indica o mostrador no painel). Quanto mais tempo for possível trabalhar dentro desta faixa, melhor.

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Ijuí, 18 de junho de 2013

Peugeot lança série especial Roland Garros para os modelos 308, 3008 e 308 CC A Peugeot escalou três “campeões” de sua gama de produtos para representar o espírito de um dos mais tradicionais torneios de tênis do mundo. A série especial Roland Garros foi concebida para um consumidor seletivo e exigente, limitada a 200 unidades do hatchback médio 308, 50 do crossover 3008 e outras 50 do conversível 308 CC. A série especial Roland Garros é baseada nas versões topo de linha dos modelos, o que torna o 308, o 3008 e o 308 CC ainda mais equipados e exclusivos. Em comum, possuem bancos em couro na cor Guerande (cinza claro) e o logotipo oficial do campeonato de tênis bordado no encosto dos assentos e aplicado na carroceria. Cada modelo da série especial tem a sua personalidade. À esportividade característica do hatch 308, somam-se carpetes bordados, rodas de 17 polegadas exclusivas com acabamento escurecido e capa cromada dos retrovisores externos. Outros equipamentos de série do veículo também se destacam, como seis airbags, controles eletrônicos de

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estabilidade e tração, sensor de estacionamento traseiro, luzes diurnas em LEDs, teto panorâmico de vidro e WIP NAV (sistema de GPS integrado ao painel, com tela colorida multifunções de 7’’ retrátil eletricamente), entre outros. O preço base é R$ 76.690,00. A versatilidade do 3008 é combinada com itens tecnológicos da série Roland Garros, na qual se destacam os faróis de xênon autodirecionais em moldura de máscara negra, banco do motorista com ajuste elétrico, sensor de estacionamento dianteiro, tapetes personalizados com o logo do torneio e rodas exclusivas de 17 polegadas. A ampla lista de equipamentos conta ainda com sistema WIP NAV, ar-condicionado automático digital bizone, piloto automático e regulador de velocidade, Head-up Display, entre outros. Preço sugerido: R$ 98.990,00. Já o 308 CC tem a esportividade dos cupês e o charme dos conversíveis elevados a um nível ainda mais alto na edição Roland Garros. O modelo traz rodas de liga leve escurecidas de 18 pole-

200 unidades do hatchback médio 308, 50 do crossover 3008 e outros 50 do conversível 308 CC serão apresentadas para consumidor seletivo e exigente

gadas, faróis de xênon autodirecionais em moldura de máscara negra, tapetes personalizados com o logo Roland Garros, incluído também no Windstop, uma rede que suprime a turbulência de ar na cabine. O 308 CC agrega os itens dos outros veículos da série especial, além de sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, capota retrátil automática e sistema Airwave, que aquece a nuca dos passageiros dianteiros por meio de um fluxo regulável de ar. Tudo isso por R$ 131.990,00. Motor THP: performance e

prazer de condução Elegantes na aparência, esportivos no comportamento dinâmico: os modelos da série especial Roland Garros são equipados com o motor THP (Turbo High Pressure), fabricado em bloco de alumínio e cabeçote composto de 16 válvulas com comando de admissão variável e balancins roletados. Esse motor é alimentado por um sistema de injeção direta de gasolina que desenvolve 165 cavalos de potência a 6.000 rpm. Com torque máximo de 24,5 mkgf disponível a 1.400 rpm, oferece ao condutor força e segurança

em ultrapassagens e retomadas de velocidade. Acoplada a essa motorização encontra-se a caixa automática sequencial de seis velocidades. Trabalhando sempre com o melhor regime de rotação do motor, ela permite uma rápida e suave troca de marchas, contribuindo em boa parte ao prazer de condução proporcionado a cada um dos modelos. A série especial Roland Garros será oferecida na cor branca, sendo o 308 em tonalidade sólida (“banquise”) e o 3008 e o 308 CC perolizadas (“nacré”).

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Ijuí, 18 de junho de 2013

Gol ganha versão mais aventureira e esportiva Há 25 anos, é o carro mais vendido do País. Queridinho incontestável dos brasileiros, o Volkswagen Gol já passou por diversas transformações até chegar à sua atual geração. Lançado em 1980, o compacto da marca alemã foi totalmente projetado e desenvolvido no Brasil. Só para se ter uma ideia do seu sucesso, desde o início das vendas já foram fabricadas mais de seis milhõesdeunidadesdoveículo, a maior parte delas (mais de cinco milhões) vendidas no mercado interno. Hoje, o Gol é comercializado em mais de 50 países das Américas, África, Ásia, Oriente Médio e Europa. No Brasil, ele é produzido nas fábricas de Taubaté e São Bernardo do Campo, ambas em São Paulo. Em 1980, o Gol era vendido apenas com motor 1.3 refrigerado a ar e movido a gasolina ou álcool. Nove anos depois, a VW já lançava o Gol GTI, o primeiro automóvel brasileiro com injeção eletrônica. E suas inovações não pararam por aí. Ele também foi o primeiro carro do Brasil equipado com motor 1.0 16V Turbo (em 2000) assim como o primeiro com propulsor bicombustível

Configuração Track se diferencia pelos pneus de uso misto e pela altura elevada

(2003). Em 2013, o Gol não sofreu nenhuma transformação radical, mas passou a adotar o padrão mundial de identidade da Volkswagen, composto pelas barras horizontais e faróis com linhas retangulares. A mudança deixou o design do modelo mais próximo do Fox. A oferta dos motores 1.0 e 1.6, assim como as opções de câmbio manual e automatizado i-Motion, foram mantidas. Para o bloco popular, no entanto, a VW promete uma economia de até 4% no consumo de combustível a partir de agora.

A versão Rallye retornou à oferta do compacto na linha 2014. Além dele, a Volkswagen também criou a configuração Track, cujos diferenciais ficam por conta dos pneus de uso misto e da altura elevada do solo em 23 mm. Este e outros lançamentos da Volkswagen, você encontra na Mecautor, que há 40 anos prima pela qualidade e tradição, oferecendo aos clientes os serviços de manutenção e assistência técnica especializada. A Mecautor está situada na Avenida Cel. Dico, 1553. Telefone: 55 3333 1010.

Carro-foguete pode ultrapassar os 1.600 km por hora

Carro parece um avião e foi criado para ser o veículo mais rápido do mundo

O Boodhound SSC, que parece um avião, foi criado para ser o carro mais rápido do mundo. O objetivo do modelo é ultrapassar mil milhas por hora - impressionantes 1.609 km/h (para se ter uma ideia, aviões comerciais costumam viajar a uma velocidade de cruzeiro equivalente à metade disso). Para conseguir esta façanha ele usa, por exemplo, combustível de foguete (peróxido de hidrogênio); no lugar de pneus estão as quatro rodas de alumínio maciço e o motor também é de foguete. O projeto, apoiado pelo

Ministério da Ciência da Inglaterra, começou em 2008. Com um orçamento de R$ 46 milhões. Atualmente, o recorde de velocidade na terra é do também inglês ThrustSSC, carro que, em 1997, alcançou a velocidade supersônica de 1.223km/h. O Bloodhound é tocado por Richard Noble e Andy Green - os mesmos responsáveis pelo recorde de 1997. Até 480 km/h, a impulsão do novo carro é feita por uma turbina Rolls-Royce EJ200 - a mesma do caça Eurofighter Typhoon.

Fumar ao volante é perigo constante no trânsito O Brasil é hoje exemplo a ser seguido quando o assunto é combate ao tabagismo. O aumento dos impostos sobre produtos com tabaco, restrições publicitárias e proibições à pratica do fumo em locais fechados figuram entre as principais causas para a redução do número de fumantes. Mas houve um tempo em que fumar em transportes públicos como ônibus e aviões era comum. Nos anos 50 e 60, todo mundo fumava e podia-se fumar nos cinemas, nos restaurantes, e nos bondes não era diferente. Naquela mão de direção seguiu o cinema hollywoodiano, entre os anos 30 e 60, trazendo consigo forte apelo emocional ao ato de fumar. E foi na Revista Tobacco

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Control que pesquisadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, revelaram que alguns filmes clássicos promovem incentivos ao fumo até hoje. Foram colhidas amostragens em 83 veículos de fumantes e não fumantes. E segundo Dr. Sean, especialista em qualida-

de do ar em locais fechados, automóveis com cigarros acesos - mesmo em movimento e com as janelas abertas - excedem em mais de três vezes os índices de CO2 tidos como aceitáveis pela Organização Mundial de Saúde. Esses veículos apresentam

também dez vezes mais poluição do ar em relação aos carros de não fumantes. O problema se agrava ainda mais quando há crianças no ambiente. Trazendo malefícios à saúde respiratória, auditiva e geral dos pequenos. Vale lembrar que o Ministério da

Saúde adverte que crianças com sete anos de idade nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras da mesma idade e fora desse contexto.

Entre os anos 30 e 60, era forte o apelo emocional ao ato de fumar

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As vantagens da técnica do martelinho de ouro Martelinho de ouro é uma técnica que consiste basicamente em desamassar carros de forma rápida com a utilização de algumas ferramentas específicas. Porém, não pense que é um serviço que qualquer um pode realizar. Fique atento na hora de escolher a empresa que cuidará do seu carro. A técnica exige habilidade e preparo do profissional, e a escolha da empresa deve se basear na confiança do serviço. Buscar por orientação na hora da escolha pela melhor empresa no segmento de martelinho de ouro. “Quando percebemos que o cliente que vem até a Rohde Seguros buscar por um serviço, precisa de uma

orientação, buscamos indicar a empresa que se encaixa nessas necessidades”, explica Luiz Carlos Rohde, sócio-proprietário da Rohde Seguros, empresa especializada em seguros em geral, principalmente automotivos. Uma das principais vantagens de procurar o serviço de um martelinho de ouro é manter a tinta original do veículo. “O maior benefício é a originalidade, que faz com que o automóvel não perca o valor, não deprecie e ainda facilita na hora da troca”. Os diferenciais não param por aí. A técnica utilizada em um martelinho de ouro também oferece economia e agilidade nos trabalhos. Para Luiz Carlos, a em-

presa que disponibiliza os melhores serviços e comprometimento com os clientes do ramo em Ijuí, é a Dos Anjos Martelinho de Ouro, que desde 2010 recupera amassados com pequenos danos, sem necessidade de pintura. “Indico a Dos Anjos pelos bons serviços prestados, pela seriedade no trabalho e por seguir o mesmo foco que a corretora, que é a qualidade”, finaliza. A Dos Anjos Martelinho de Ouro está situada na Rua Carlos Franck, 66, em anexo à Chapesmil . Telefones: (55) 8108 2000/8423 4004. Acesse o site e confira alguns dos serviços oferecidos pela empresa: www.dosanjosmartelinho.com.br.

Dos Anjos Martelinho de Ouro recupera amassados desde 2003, sem necessidade de pintura

Aos 60 anos, Kombi sai de cena e deixa linha de produção no final do ano

Depois de 60 anos, mais antigo modelo da Volks produzido no Brasil deixa de ser fabricado

Fim de linha para a Kombi. Presente no Brasil há 60 anos e produzida pela Volkswagen desde 1957, o mais antigo modelo Volkswagen feito no Brasil deixará de ser produzido por força da legislação de segurança. A partir de 2014 todos os carros vendidos no país têm de ser equipados de série com air bags dianteiros e freios ABS, o que torna inviável a continuidade do modelo. Apesar de não haver um comunicado oficial, o próprio presidente da marca no Brasil, Thomaz Schmall, confirmou a extinção da “Velha Senhora”, apelido que a Kombi recebeu no país, não só pela questão da lei, mas porque tem feito parte da política da Volks encerrar a produção de modelos muito antigos e promover uma renovação e modernização mundial de seus veículos. De acordo com o site de notícias Auto Segredos (http:// autossegredos.com.br), em seu último ano de produção, a Volkswagen Kombi já começou

a perder versões, para no final deste ano se despedir definitivamente do mercado brasileiro. Em dezembro foram produzidas em São Bernardo do Campo (SP) as últimas unidades da Kombi nas versões Lotação e Escolar. Restaram apenas a Kombi Standard (R$ 48.150) e a Furgão (R$ 44.990). É um avanço para a Volkswagen retirá-la de linha, mas será um tanto difícil para a marca oferecer um novo modelo adequado às exigências atuais com preços próximos aos R$ 48.150 cobrados hoje por uma Kombi Standard. Segundo Schmall, um novo modelo melhor adaptado às necessidades de quem hoje procura uma Kombi e de custo equivalente será introduzido no mercado. O executivo não deu prazo. O substituto é o Transporter, que começa a chegar da Alemanha nos próximos meses e em meados de 2014 deve passar a ser fabricado em Resende (RJ) junto dos caminhões da MAN.

Edição especial do 500 Gucci é relançada A Fiat relançou o 500 Gucci Edition no mercado norte-americano. O modelo já havia sido lançado como edição limitada em 2011 e chega por 23.750 dólares (cerca de R$ 50.900). como diferencial, traz detalhes no design que remetem à grife italiana. O modelo vem equipado com rodas de liga leve de 15 polegadas com o logotipo da Gucci ao centro e faixas verde e vermelha que decoram as tradicionais bolsas da marca decorando as laterais, o teto e os vidros traseiros. A marca também investiu em detalhes cromados nos retrovisores e nas maçanetas.

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Modelo vem equipado com rodas de liga leve de 15 polegadas com logotipo da Gucci

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Próximo caderno:

Garanta a qualidade de sua motocicleta Brasil terá laboratório com avaliações periódicas para teste de colisão

Muitos motociclistas acabam mantendo suas motos ou por um carinho especial tornando-a um estilo de vida ou por não terem condições de trocá-la por uma nova. Seja qual for a situação, é importante que alguns cuidados sejam tomados para garantir a segurança e bom estado da motocicleta. Um dos fatores mais importantes para a conservação das motocicletas é o seu uso frequente. Deixá-la em desuso por algum tempo é prejudicial para diversos componentes como: pneus, tanque de combustível, carburadores, filtros, conjunto de transmissão secundária, bateria, e outros. Para garantir de fato a segurança e bom estado de sua moto, faça uma avaliação cuidadosa na Central Motocar

Garanta o bom estado de sua moto, fazendo uma avaliação na Central Motocar

que conta com profissionais qualificados prontos para prestar os melhores serviços para sua motocicleta. A empresa oferece aparelho para injeção eletrônica, realiza serviços para todas as

seguradoras e toda linha de peças e acessórios para sua moto. Aceita cartões de crédito e parcela suas compras. A Central Modo Car também realiza os serviços de busca e entrega de sua moto.

Confira algumas dicas para aumentar a durabilidade de sua moto *Ao dar partida no motor ainda frio, evite acelerar. Deixe que funcione em marcha lenta por alguns minutos até que atinja aproximadamente 40 graus; *Acelere e desacelere o motor sempre com progressividade, sem mudanças bruscas de velocidade; *Procure antecipar as suas ações sempre que possível para não frear bruscamente. Isso economiza pneus e sistema de freios; *Mantenha os pneus sempre calibrados, o que previne desgastes excessivos da banda de rodagem e evita esforço extra do motor; * Troque o óleo do motor, bem como o filtro correspondente, após transitar em locais alagados ou muito poeirentos. Ou sempre que notar alterações de cor no lubrificante, causadas por contaminação com água (esbranquiçado) ou outros produtos (esverdeado); *Mantenha sempre limpos os filtros de ar e combustível. No caso de componentes descartáveis, troque-os sempre que “enfrentar” viagens ou abastecimentos em locais sujeitos a muita fuligem, poeira ou sujeira; *Verifique regularmente a carga da bateria e o nível de solução (se necessário), para prevenir sobrecargas e esforços extras no sistema elétrico; *Faça as revisões periódicas.

Objetivo principal é que se discutam possíveis melhorias para a evolução dos veículos

O Brasil deverá ter a partir de 2015 o primeiro laboratório independente onde serão realizados testes de colisão para avaliar a segurança dos carros. Atualmente, apenas duas montadoras realizam esse tipo de ensaio no país, em suas dependências; as demais enviam o veículo para ser testado no exterior. O laboratório nacional será montado em Duque de Caxias (RJ), onde fica a sede do Inmetro, responsável pelo projeto. Deverá ser uma alternativa para as montadoras, que precisam realizar esse tipo de teste para que um carro possa ser vendido no Brasil. Porém, não há confirmação de que elas serão obrigadas a testar seus carros naquele local. O objetivo principal é que os

veículos não só sejam testados ali, como os resultados sejam analisados por equipes no local, para discutir as melhorias possíveis e a evolução dos veículos nacionais. No local, o instituto já realiza estudos para utilização de óleo vegetal natural como combustível e para aumentar a eficiência de motores flex no uso do etanol, além de pesquisas com autopeças. A expectativa do Inmetro é que os testes de segurança veicular comecem no início de 2015 e todas as propostas para o centro estejam em prática até 2017. Testes de colisão são exigidos pelo governo federal para a homologação de veículos, processo que permite que um modelo seja vendido no país.

Como realizar a transferência dos documentos de carros A transferência de propriedade do veículo deve ser feita em um Centro de Registro de Veículos Automotores (CRVA), no prazo de 30 dias da data da aquisição, no seu município de residência. Para isso, você precisa * cópias de seus documentos pessoais (CPF, RG, comprovante de residência); * o Certificado de Registro de Veículo (CRV) do proprietário anterior, preenchido em nome do comprador, com o preço de venda e a firma reconhecida por autenticidade;

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* o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) e os comprovantes de quitação de IPVA, licenciamento e multas ¬ todos fornecidos pelo ex-proprietário; * o chassi do veículo; O Detran recomenda O vendedor deve ficar com uma cópia autenticada do documento de transferência (CRV) e realizar uma Comunicação de Venda em um CRVA tão logo efetivado o negócio. Lembramos que o prazo legal para isso é de 30 dias. Dessa forma, o vendedor não será

responsabilizado por multas do novo proprietário. O comprador, antes de adquirir o veículo, poderá submetê-lo a uma vistoria prévia ("vistoria avulsa") em qualquer CRVA para assegurar-se de que tanto a numeração do motor quanto do chassi não foram adulteradas. Nesta vistoria, também será verificado se o veículo não resultou da emenda de dois ou mais veículos, bem como a existência e funcionamento dos equipamentos obrigatórios.

18/06/2013 09:52:59

Caderno Veículos 18.06.2013  

Edição especial do caderno Veículos do JM

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