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N.º 3 | Maio 2012 | Director Fausto Farinha | distribuição gratuita www.bragabraga2013.com

«Estou preparado. É a hora de escolher»

Páginas 5 e 6

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traz-nos amiúde temas e problemas novos, que não são discutidos no seio do Partido Socialista; a minha garantia é a de que, com a minha vitória, o PS/Braga passa a ter um papel político e estratégico mais interventivo.

Editorial Aproxima-se o momento em que temos a responsabilidade de decidir o caminho do partido a nível concelhio para os próximos dois anos e o futuro da cidade e do concelho nos próximos anos. Com efeito, dia 2 de Junho, ao elegermos a Comissão Política Concelhia do Partido Socialista, escolhemos também quem queremos que lidere a Câmara Municipal e com que projecto de futuro para Braga. Nós, militantes, sabemos exatamente o que queremos, tal como todos os simpatizantes e apoiantes do Partido Socialista: uma cidade moderna, com qualidade-de-vida e com oportunidades que garantam a coesão social e o dinamismo de uma juventude qualificada e empreendedora. Queremos um partido aberto, solidário, criativo e inovador, com uma larga base de apoio, acima dos interesses individuais e de pequeno grupo. Temos a certeza que só esta candidatura propõe a liderança que os novos tempos exigem, pela capacidade que tem de se afirmar, pela abertura e debate que provoca a nível interno, discutindo ideias e projectos, ao mesmo tempo que sabe dar coerência e consistência e um rumo às propostas resultantes da discussão. Essa é a mais-valia do nosso candidato, António Braga: liderar com eficácia e eficiência. E sabemos que, num partido plural e que queremos plural, e nesta cidade, quanto a capacidade de ouvir e decidir são mais do que palavras de conveniência. Falta, no momento em que escrevemos estas linhas, a candidatura concorrente aceitar e marcar o debate para que todos os militantes tenham a certeza de que a abertura e a discussão de ideias não são enfeites que a dinâmica da nossa Candidatura impôs. Sabemos, por isso, que os nossos adversários de circunstância vão acabar por aceitar esse frente-a-frente. Todos os militantes e simpatizantes o exigem, pois não conseguem perceber coerência na anunciada abertura do partido com a recusa do contraditório. Desde o princípio que nos comprometemos com um projecto, escrevemos as nossas ideias e pontos de vista e queremos um partido aberto e plural, onde o debate é fundamental para mobilizar na ação todos os militantes e responder aos desafios do século XXI com inovação, empreendorismo e qualidade da democracia, onde a liberdade e a cidadania são valores estruturantes, onde a chantagem, o medo ou a ausência de valores não têm lugar. A forma como expomos as nossas ideias e as nossas orientações não deixam dúvidas de que sabemos como ganhar o partido e a cidade. Com base na coerência, no trabalho sem demagogia ou ameaças e no respeito que nos merece a inteligência e o apego aos valores da honra e integridade de todos, alicerçada na ética republicana. Tudo isto faz vencedora a candidatura “BragaBraga2013”, afirmando António Braga como líder da Concelhia e candidato à Câmara Municipal de Braga. Esta edição testemunha o caminho que não deixaremos de percorrer, afirmando inequivocamente o que pensamos e com que valores queremos conduzir o partido e a gestão autárquica de Braga. Fausto Farinha

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“O quotidiano da cidade

Caros Amigos, Como sabem, a 2 de Junho próximo temos eleições para a Comissão Política Concelhia do PS/ Braga, a que me candidato, com um conjunto de camaradas que, de há meses a esta parte, comigo têm trabalhado na construção de um projecto de futuro para a cidade. Não é tarefa fácil substituir o candidato que o PS tem apresentado, desde 1976, à Câmara Municipal de Braga, já que o camarada Mesquita Machado, pelo seu perfil e pela sua vasta obra, impõe a fasquia muito alta. A base da minha moção é abrir o partido a todos os militantes e à sociedade, debatendo nos seus órgãos todos os assuntos importantes do Concelho, do País e da Europa. De facto, o quotidiano da cidade traz-nos amiúde temas e problemas novos, que não são discutidos no seio do Partido Socialista. A minha garantia é a de que, com a minha vitória, o PS/Braga passa a ter um papel político e estratégico mais interventivo, de primeira grandeza. Estamos convencidos que a vitória clara que os militantes nos vão dar no dia 2 de Junho vai ser a grande rampa de lançamento para o PS voltar a ganhar a Câmara Municipal de Braga em 2013. Somente com um projecto político forte e transparente, que diz logo à partida ao que vem, que não esconde nada e que transmite aos militantes qual será o candidato à Câmara Municipal se ganhar a concelhia, é que poderemos refazer o sonho e a esperança, levando os eleitores a acreditar que somos os portadores das ideias que Braga precisa nos tempos actuais. No PS, a nível nacional, só os candidatos que se propuseram à liderança dizendo claramente que, caso ganhassem, seriam os candidatos a primeiro-ministro – e, por isso, conseguiram mobilizaram os militantes para esse objectivo, reforçando-se na sociedade – é que saíram vencedores. Todos os projectos, ao longo da história do PS, que não apresentaram um candidato a primeiro-ministro perderam com um resultado muito baixo!!! É sabido que os militantes do partido desejam

estar na posse de todas as informações para fazerem as suas escolhas. O voto só é livre se o eleitor estiver bem informado e convicto do seu acto, sabendo que está a votar num projecto que transcende as amizades e os favores, em nome do interesse superior da comunidade que queremos servir. Por tudo isto, camarada, o seu apoio à minha candidatura à Comissão Política Concelhia garantirá as condições políticas para ganhar a Câmara Municipal. Caso contrário, o Executivo municipal será entregue ao PSD/CDS. Neste contexto, basta acompanhar o que estes partidos estão a fazer no governo do país para perceber que, se chegassem à Câmara de Braga, agravariam ainda mais a situação que se vive no concelho. Será fácil perceber que o caminho será o de aumentar o desemprego e o endividamento com um continuado ataque à classe média e aos trabalhadores em geral. Tudo o que depender da Câmara Municipal será tratado com mais austeridade e maior recessão. Pelo contrário, a continuidade do PS na liderança do Município, com um projecto assumido por mim, terá como maior prioridade a criação de emprego e a defesa do que ainda nos resta. É para isso que nos propomos apostar na diplomacia económica, apoiando a internacionalização das empresas, para que possam exportar mais, e a atracção de investimentos para Braga que ajudem a fixar os nossos jovens quadros e trabalhadores qualificados. Também no que à qualidade-de-vida respeita, temos de ser determinados a promover mais a cultura e o ambiente e ser arrojados a inovar em outras áreas que sejam fundamentais nos tempos que correm. Somos defensores da continuidade, mas sem continuismo, e da mudança, mas sem refundação! Podem contar comigo e com aqueles que me acompanham. António Braga

RTP INFORMAÇÃO — “VICE-VERSA”

António Braga todas as quartas-feiras – 21h30

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Um novo candidato para um novo desafio por António Sousa Fernandes A sucessão do camarada Mesquita Machado na Câmara Municipal de Braga não deixa de colocar um enorme desafio aos dois candidatos que se perfilam para esse cargo. De facto, eles deparam-se com um aparente dilema cuja alternativa não é de fácil escolha. Ela situa-se entre a tentação da continuidade e a tentação da ruptura. A propósito da tentação da continuidade à sombra de figuras eminentes, é bom recordar o comentário de Karl Marx sobre a figura de Luís Bonaparte, que quis imitar o seu famoso tio Napoleão. Apenas conseguiu ser uma repetição em farsa, ou seja uma caricatura, de uma forte personalidade que marcou indelevelmente o princípio desse século. Salvas as devidas proporções, é o que se passa actualmente com a candidatura alternativa à do Dr. António Braga. A fácil tentação de imitar o caminho prosseguido pelo Eng. Mesquita Machado não pode deixar de dar como resultado uma caricatura de mais que duvidoso sucesso a curto prazo e de um seguro fracasso a médio prazo. Isso por razões que facilmente se depreendem. Nem o perfil do candidato se pode medir com a marcante personalidade que dirigiu durante três décadas os destinos do município, nem os projectos que ela desenvolveu em tempos de construção de um concelho estigmatizado por carências básicas em infraestruturas, equipamentos e serviços à população se podem transportar para os tempos emergentes de uma população urbanizada, instruída e desejosa de perspectivas inovadoras que projectem a cidade e o concelho para o futuro. Como essa candidatura dá mostras de não ser capaz de indicar e propor estes novos caminhos, nem dispõe de uma personalidade cujo perfil se possa equiparar ao do presidente actual, sob a aparência de uma continuidade, de facto, ela estabelece uma ruptura com o espírito inovador e pioneiro que marcou essa presidência.

“É caso para dizer

que a alternância é a melhor forma de dar continuidade ao projecto iniciado pelo Eng. Mesquita Machado e o Dr. António Braga a pessoa mais bem posicionada para o fazer.

“A fácil tentação de

imitar o caminho prosseguido pelo Eng. Mesquita Machado não pode deixar de dar como resultado uma caricatura de mais que duvidoso sucesso a curto prazo e de um seguro fracasso a médio prazo. Isso por razões que facilmente se depreendem.

A candidatura do Dr. António Braga apresenta vários indicadores de renovação em termos de personalidade e de projecto. Em termos de personalidade, o Dr. António Braga, para além da sua ligação umbilical a Braga, onde nasceu e iniciou a sua vida profissional e política, soube articular de uma forma inteligente e interventiva as suas ligações locais com os papéis que foi chamado a desempenhar a nível nacional e internacional, como deputado e membro do Governo. Isso deu-lhe um olhar que rompeu com as visões provincianas dos horizontes locais para propor uma integração da cidade no contexto nacional e europeu. Esta perspectiva é suportada num projecto cujas linhas programáticas foram já divulgadas e onde a abrangência dos assuntos revela a descoberta de novas visões sobre a cidade e o concelho, a proposta de novos projectos que importa iniciar e o desenvolvimento de novas formas de participação e vida cívica que marquem a diferença numa cidade moderna, dinâmica e voltada para o futuro. Aparentemente, poderíamos pensar que estamos perante uma ruptura de personalidades e de projectos. Mas será exactamente isso o que está presente nesta candidatura? Na realidade, a candidatura do Dr. António Braga é a que, no essencial, maior continuidade apresenta à personalidade e ao projecto da presidência do Eng. Mesquita Machado, não porque seja uma cópia ou caricatura da pessoa e do projecto, mas porque revela a continuidade de uma característica comum a estas duas personalidades e projectos: a procura de resposta adequada às necessidades e aspirações colectivas e a presença de uma liderança transformadora capaz de as levar a cabo. É caso para dizer que a alternância é a melhor forma de dar continuidade ao projecto iniciado pelo Eng. Mesquita Machado e o Dr. António Braga a pessoa mais bem posicionada para o fazer.

Francisco Assis:

«António Braga seria sempre um grande Presidente da Câmara Municipal de Braga, porque tem vontade de o ser, tem conhecimento e formação para tal, é um homem de Braga, que nunca se esqueceu da sua cidade e que, mesmo nos momentos de desempenho governamental, a teve sempre no centro das suas atenções».

Almeida Santos:

«Claro que não é fácil substituir Mesquita Machado. Foi, e é, um grande socialista, um grande presidente de Câmara; mas a minha vinda aqui tem uma explicação: eu gostava que António Braga ganhasse estas eleições; se as ganhar, sei que está à altura; tem uma experiência muito rica, a que faltava uma componente internacional, que ganhou agora na Secretaria de Estado. (…) Se votasse em Braga, eu votava António Braga!».

João Cravinho:

«Estou aqui, não pela amizade que me une a António Braga, mas em nome de um desejo político: ver o nosso país, um pouco por todo o lado, bem gerido, com políticos que percebem não só o local, mas, sobretudo, a importância do local no plano nacional e até no plano europeu; e o que conheço de António Braga dá-me essa esperança. A presença na direcção de um Município como Braga de um deputado e de um governante tão experiente é também um conforto.

Caro Camarada e Amigo, A 2 de Junho (sábado), entre as 11h00 e as 22h00, na sede concelhia (Avenida João XXI), acontece a eleição de nova Comissão Política do Partido Socialista de Braga. Exorto-o a ponderar bem a sua intenção de voto. Se considerar que as propostas que apresentámos correspondem ao que deseja para o Partido e para o Município de Braga, então vote…

Vote Lista B, vote António

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Braga …………….…………..........

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O futuro é agora! por Cláudio Silva foto Direitos Reservados

Quando estamos a poucos dias de encetar um período decisivo e peculiar do nosso Partido Socialista, na Concelhia de Braga, é difícil expressar o fervilhar de sentimentos e opiniões em tão reduzido espaço. As moções, as ideias, as equipas, os pressupostos, os currículos, os objectivos e tantas outras particularidades das listas que se apresentam a votos, já foram sobejamente difundidas nos diversos meios disponíveis para o efeito. Agora, a nossa energia deve ser concentrada na ponderação da difícil decisão que a todos nos cabe de escolher o rumo do futuro do Partido Socialista. Todos, sim, porque não exercer o dever do voto é entregar a decisão do futuro político do partido e de Braga nas mãos de terceiros e, com isso, perder a legitimidade de poder evocar posteriormente a razão do nosso fundamento. Com o devido respeito, na minha

opinião, a honra do presente é consubstanciada no passado e na inegável e reconhecida obra que constitui o legado supremo da liderança do nosso partido, personificada pelo Eng. Mesquita Machado. E quanto a este aspecto, nenhuma das candidaturas questiona tais predicados. No que respeita ao futuro, este é preparado com as decisões do presente,

“Ao assumir a candidatura ao partido, evocando desde já o desejo e compromisso de vir a ser o líder da lista do PS candidata à Câmara Municipal, denota, uma vez mais, a transparência e a seriedade com que [António Braga] abraçou este projeto, evitando surpresas inesperadas, qual ovo “kinder”, que, quando compramos, não sabemos o brinde que nos reserva.” que o enformam e lhe definem o rumo. Por isso, a decisão que tomarmos no dia 2 de Junho não vai preparar o que quer que seja, mas antes decidir o rumo do novo futuro. E só sustenta o futuro quem tem provas dadas no passado. Os caminhos que António Braga tem percorrido nos inúmeros cargos

políticos que desempenhou constituem inegavelmente o seu mapa de vida, de entrega, competência e êxito, motivo de orgulho bracarense e, em particular, dos socialistas, que não invejam o sucesso dos camaradas, mas antes enaltecem e reconhecem o seu valor intrínseco. No desempenho das suas funções, António Braga aplicou sempre uma visão de futuro, alargada a uma amplitude europeia e mundial, que foi conhecendo ao longo do tempo. Numa frase, eu diria que António Braga tem a tradição de construir o futuro. Respeitando outras leituras divergentes, entendo que, ao assumir a sua candidatura ao partido, evocando desde já o desejo e compromisso de vir a ser o líder da lista do PS candidata à Câmara Municipal, denota, uma vez mais, a transparência e a seriedade com que abraçou este projeto, evitando surpresas inesperadas, qual ovo “kinder”, que, quando compramos, não sabemos o brinde que nos reserva. O futuro do partido não espera por 2013. Votem António Braga, porque o futuro é agora!

Democratizar o empreendedorismo por Cláudia Sousa foto Direitos Reservados

Ao contrário do que vulgarmente transparece, os empreendedores não são personagens míticas ou personagens dotadas de características exclusivas, inacessíveis ao comum dos mortais. Peter Drucker - por muitos considerado o “pai” do “management” - foi quem, muito contra a corrente, melhor defendeu e sintetizou esta realidade: “«O que todos os empreendedores de sucesso revelam não é uma qualquer personalidade especial, mas sim um empenhamento pessoal numa prática sistemática de inovação. A inovação é a função específica do empreendedor, quer surja num negócio clássico, numa agência pública, ou numa nova empresa criada numa garagem ou num vão de escada». Contabilizar esta desmistificação na definição de políticas públicas potenciadoras e facilitadoras de um “espírito empreendedor” é, seguramente, estar em sintonia com as necessidades da realidade económica e social que atravessamos. No respeito pelas pessoas e no compromisso com o desenvolvimento sustentável da economia e do ambiente, urge, assim, desenvolver todos os esforços no sentido de

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«democratizar o empreendedorismo e a inovação», desde logo através da criação de condições e instrumentos que a todos os níveis potenciem a dinamização de negócios de valor acrescentado e a criação de emprego. Disso mesmo nos dá conta a moção “Aprofundar o desenvolvimento, fazer crescer o legado”, em especial no ponto relativo à Diplomacia Económica. Aqui encontramos de forma bem clara a visão estratégica que António Braga possui para o Município, a qual se encontra em perfeito alinhamento com o actual estádio de desenvolvimento da economia portuguesa – e também local – e a sua inserção no quadro

competitivo internacional. O acréscimo da competitividade das empresas bracarenses e a melhoria do perfil de especialização do Município, favorecendo o desenvolvimento territorial e a internacionalização da economia através de actividades de produção de bens e serviços transacionáveis ou internacionalizáveis é, estou certa, um objectivo que António Braga tem muito bem priorizado em termos políticos. Colocar o Município como motor do desenvolvimento regional passará indelevelmente pelo cumprimento deste desiderato, no qual se encontra subjacente a promoção de uma nova atitude empresarial e um reenquadramento facilitador, numa lógica de firme empenhamento e inovação constantes. Como Presidente da Concelhia do PS/Braga e Presidente da Câmara Municipal, António Braga, como em tantas outras coisas, saberá “democratizar o empreendedorismo e a inovação”. Saberá, certamente, devolver a vontade e a ambição aos bracarenses, e reinscrever a palavra mérito no dicionário. Esta é uma Candidatura em que participo com orgulho e esperança. É um projecto verdadeiramente socialista,

“O acréscimo da competitividade das empresas bracarenses e a melhoria do perfil de especialização do Município, favorecendo o desenvolvimento territorial e a internacionalização da economia através de actividades de produção de bens e serviços transacionáveis ou internacionalizáveis, é, estou certa, um objectivo que António Braga tem muito bem priorizado em termos políticos.” aberto à diversidade, à iniciativa e ao progresso, e onde a liberdade de pensamento e o debate de ideias constituem as forças motoras da acção política. É um projecto de liberdade, de igualdade e de solidariedade, com olhos postos no futuro e à altura da mudança histórica e dos desafios que se avizinham.

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entrevista | 5 Considera-se preparado para disputar, e vencer, a presidência da Câmara Municipal de Braga para os socialistas. Explica as suas ideias para combater o desemprego. Faz reparos aos seus adversários por tergiversarem continuamente. Acusa-os de, nesta altura, ainda não terem ninguém para propor aos militantes como o seu candidato à liderança do Município. É por isso que António Braga diz:

«Estou preparado. É a hora de escolher» foto Direitos Reservados

O facto de ser o único socialista a manifestar publicamente a vontade de ser candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga pode ser assumido como um trunfo eleitoral para 2 de Junho? De facto, apenas a nossa Candidatura mantém a intenção de, ganhando a Comissão Política do partido, assumir, comigo a cabeça-de-lista, a corrida à presidência da Câmara Municipal de Braga nas próximas Autárquicas. Desde o início deste percurso, sempre quisemos ser transparentes com os militantes. Aliás, fazendo jus ao que propomos: a transparência no interior do próprio PS/Braga. Mas, dizia, desde o início que a nossa candidatura assume este objectivo substancial, que se realiza no exercício do poder autárquico. Queremos ganhar a Comissão Política para que ela sustente a nossa candidatura à Câmara Municipal. Queremos dizer directamente aos militantes socialistas: se no dia 2 de Junho quer escolher o candidato à Câmara Municipal. Comigo há um projecto, há uma liderança. Desculpem-me a imodéstia, mas considero que estou bem preparado para o exercício do cargo, muito melhor preparado que outros eventuais candidatos cujos nomes por aí se vão comentando. Ora, depois do que o partido me tem proporcionado ao longo da minha actividade política, era minha obrigação retribuir com a disponibilidade para o representar num momento difícil como é o de suceder ao Eng. Mesquita Machado na presidência da Câmara Municipal. Acho que os militantes gostam que lhes falem claro. E se, contrariamente a outros, eu lhes falei claro, dizendo-lhes que temos um projecto bem pensado para a gestão do Município e que temos as melhores condições para o liderar, os nossos camaradas vão ter isso em conta na hora de escolher, no momento em que, a sós na cabine de voto, vão ter que escolher, com o seu

voto secreto, aquele que acham que deve ser o candidato a Presidente da Câmara Municipal de Braga, aquele que tem melhores condições para manter a Câmara Municipal sob a liderança socialista. A candidatura que se lhe opõe está sempre a mudar de posição. Não tinha candidato à Câmara Municipal, depois já tinha dois! Depois voltou a ter um, agora volta a não ter nenhum! Inicialmente, não achavam correcto o anúncio do seu candidato à Câmara Municipal, apenas à Comissão Política Concelhia… Depois, um dos líderes dessa candidatura já se anunciava candidato, para dias depois dizer que não era tempo para tratar disso... E

terminaram a apresentar uma moção de estratégia para o partido que é um autêntico plano de actividades para a Câmara Municipal. O que pensa disto? De facto, não é fácil entender os nossos camaradas que se juntaram contra nós! É conforme diz. Ora dizem uma coisa, como logo a seguir o seu contrário. Já anunciaram um candidato, mas passados dois dias o mais jovem parceiro dessa coligação eleitoral obrigou o primeiro subscritor a recuar, dizendo-lhe que não era o tempo de definir o candidato, que isso se resolverá entre eles mais tarde… A par de muitos outros exemplos, durante esta campanha deram prova de um incompreensível despudor. Criticaram-nos por promovermos conferências sobre

temas de interesse para Braga e para os bracarenses. Acabaram a tentar fazer algo parecido… Criticaram-nos por convidarmos dirigentes nacionais do partido. Acabaram a fazer o mesmo… Criticaram-nos por realizarmos iniciativas fora das paredes do partido, passaram a vida a organizar jantares para militantes, amigos e vizinhos… Criticaram-nos por a nossa moção formular propostas substanciais para a governação do Município. Acabaram a fazer um plano de actividades, mal orçamentado, logo insustentável, para a Câmara Municipal. Criticaram-nos por dizermos que honraremos o nosso passado na gestão do Município de Braga, logo vieram a público dizer que discordavam agora das piscinas olímpicas e do novo estádio… Um outro pormenor: passaram estes últimos anos a fechar o partido em torno de um pequeno grupo. Pois, eles mesmos, vêm agora prometer abrir o PS/Braga à participação dos militantes e à sociedade. Quem vai acreditar no que dizem? Ora, todo este comportamento não pode servir senão para constatarmos que, além de tergiversarem continuamente no seu discurso, adaptando-o sempre às circunstâncias, não têm um projecto sério para o PS/Braga e para a gestão do Município. Mas estes são os exemplos mais corriqueiros… Muitos outros há. E, em sua opinião, a que se devem essas confusões permanentes na outra candidatura? Será porque os seus líderes se habituaram a viver à sombra da liderança forte e esclarecida de Mesquita Machado e agora não conseguem desenvolver um projecto próprio? Bem, da outra candidatura sabem os seus responsáveis. Não me compete a mim esclarecer as suas debilidades. Sou dos que penso que quanto mais fortes são os nossos adversários, melhor. Porque nos obrigam a trabalhar mais e a prepararmo-nos ainda (continua)

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entrevista | 6 (continuação)

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melhor. Uma coisa é certa: já perdemos demasiado tempo neste processo. E se assim é, devemos aproveitar o que nos resta até às Autárquicas, que estão já aí, para darmos visibilidade a quem nos há-de representar a todos na corrida à Câmara Municipal, a quem há-de suceder a Mesquita Machado. Isso, sim, é que é importante. Porque o PS é um partido para exercer o poder. Não nos adianta termos um bom candidato à Câmara se não lhe dermos tempo para fazer chegar as suas ideias e propostas até aos bracarenses. O tempo de mostrar obra-feita já passou. O que os eleitores de Braga vão avaliar agora é quem está melhor preparado para governar a Câmara Municipal nestes tempos difíceis. E quem melhor os pode ajudar a vencer esta crise qua ainda vai durar. É isso que nós queremos fazer. O que aconteceria se, por acaso, o candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga fosse um dos membros da lista opositora? Por muito que mo custe admitir, a derrota seria quase inevitável. Perderíamos a presidência da Câmara Municipal. O Eng. Mesquita Machado e o PS são vencedores em Braga há 37 anos. Esse foi sempre o cenário que tivemos. Mas os tempos hoje são muito mais exigentes e impõem respostas novas para problemas novos. E não podemos contar com Mesquita Machado. Ora, só alguém muito bem preparado politicamente, com uma visão clara do mundo actual e com capacidade para constituir e liderar uma boa equipa de colaboradores pode garantir êxito na governação do Município. Acresce que teremos de defrontar nas próximas Autárquicas alguém que anda há dez anos em campanha. Que acompanha de forma peculiar a vida municipal. Alguém que, mesmo tendo estragado nos últimos tempos todo o capital politico-autárquico que granjeara, nõ deixa de ser um forte candidato junto de um eleitorado que dá sinais de interesse pela mudança. Fácil é de ver, assim, que, ou temos um candidato ainda melhor, ou acabaremos por perder a Câmara Municipal. Por mim, considero-me à altura das exigências. Assim os militantes socialistas o considerem também. Uma das coisas que marca mais negativamente esta campanha foi a ausência de debates, para que os militantes ficassem a conhecer melhor as propostas, as ideias, de cada candidatura, mas também a personalidade de cada um dos candidatos. Não concorda? Plenamente de acordo. Mas não nos responsabilizem a nós. Responsabilizem quem nunca se dignou responder aos nossos desafios

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nesse sentido. Sempre convidamos a outra candidatura para debater connosco, frente aos militantes. A resposta nunca chegou. Propusemos que escolhessem o modelo de debate, mas nunca aceitaram. Obviamente, compreendemos as razões. E acreditamos que os militantes também compreendem por que é que Vítor Sousa e Hugo Pires nunca quiserem falar connosco, frente-a-frente, perante um auditório de militantes! Mas essa forma de fazer política e de tentar conquistar os nossos eleitores já não é admissível nos dias de hoje. A democracia madura de hoje não pode admitir que qualquer pretendente a líder fuja ao contraditório perante o seu eleitorado. Nós tentámos tudo para que falassem, juntos connosco, perante os militantes. Eles sempre fugiram, até hoje, a essa obrigação. Mas digo-lhe: acho que o deviam fazer e que, por nós, até ao último dia, estaremos disponíveis para isso. Seria uma boa prova de seriedade política para com aqueles que nos propomos representar na Comissão Política Concelhia e, futuramente, na Câmara Municipal. Dos últimos tempos da sua campanha sobressaem iniciativas voltadas para o desporto, para o espaço público… Seja através de um passeio de bicicleta, seja através de um jogo de

futebol… O que pretendeu com essas acções? Antes de mais dar um sinal político do que significa para nós a vida numa comunidade urbana como a de Braga. Somos indiscutivelmente a terceira cidade do país. Integramos uma rede de cidades médias europeias, com características muito próprias. Uma das quais é o usufruto do espaço público. Essa é, aliás, uma das características enformadoras da qualidade-de-vida que já temos, mas que desejamos potenciar. Associamos a isso o máximo respeito pelo ambiente. De que todos temos o direito de usufruir. E, neste contexto, o Município tem um papel fundamental. Seja no correcto ordenamento do território, seja no urbanismo que desenha. Nós temos ideias, boas ideias, neste âmbito. Queremos os bracarenses e todos quantos fazem em Braga o seu quotidiano a usufruir do melhor que a natureza nos pode dar, mesmo em contexto urbano. A gestão municipal dos últimos anos já fez significativos investimentos nesta área. Ora, queremos ser consequentes e potenciar ao limite um correcto aproveitamento das infraestruturas que já estão executadas. Promovendo condições para que possam ser usufruídas por um máximo número de pessoas. As iniciativas que promovemos foram sinais que quisemos dar.

Embora tenha insistido que a prioridade da sua candidatura é promover a criação de emprego, todos sabemos que essa não é tarefa nada fácil, nada fácil… muito menos para um Município. Quer explicitar melhor a ideia? Não precisamos de enquadramento para esta questão. Todos sabemos que o desemprego é o primeiro flagelo consequente da crise que atravessamos. Todos sabemos que este flagelo vai continuar. Nem sabe o que me custa ver que, tendo nós um das gerações mais qualificadas de sempre, sobre ela cai, no caso de Braga, uma taxa de desemprego da ordem dos 36 por cento, de acordo com as estatísticas. Pareceme então óbvio que combatê-lo é o nosso primeiro imperativo. E é isso que propomos, criando condições para que a economia local consiga sair mais cedo da crise em que estamos mergulhados. Desde logo, promovendo parcerias para a internacionalização das empresas que temos cá e que têm produto para vender no exterior. Aproveitando a geminação com localidades da nossa rede de cidades médias europeias, de forma a atrair aí investimento para o nosso concelho. Dando cumprimento a propostas que venham a emergir de um Conselho Municipal de Concertação Social, que adiantamos como forma de congregar todos os parceiros em torno deste objectivo comum, pretendemos desenvolver o conceito da diplomacia económica a nível municipal. A minha experiência governamental, acredito, pode ser muito importante também neste contexto. Estabeleci contactos com muitos empresários portugueses na diáspora. Acredito que será possível atrair algum do seu investimento para a terra de origem. Por outro lado, temos de explorar as potencialidades de Braga, desde logo o turismo de índole cultural e patrimonial. Temos um património religioso riquíssimo, tanto construído, como imaterial. Temos de pôr isso no mapa turístico da Europa e do Mundo. Aqui, o Município tem de intervir. Outra ideia que temos vindo a defender é a de o Município se assumir como parceiro da comunidade académica, da comunidade que se dedica à investigação. Tem de investir nas ideias e esperar pelo seu retorno. Disponibilizar apoio para a concretização das ideias e esperar que se transformem em “royalties”. Correr esse risco é cooperar com o empreendedorismo e com quem tem ideias. Nesta parceria, o Município ganha como parceiro de negócio e porque está a apoiar empresas que no futuro vão pagar aqui os seus impostos.

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testemunhos | 7 Para dissipar todas as dúvidas sobre o debate no PS/Braga… por Elísio Maia Araújo Conheci uma pessoa que me costumava dizer: «mais vale estar calado e passar por ignorante, do que abrir a boca e dissipar todas as dúvidas». É um bocado isto que se passa neste momento numa certa eleição perto de nós. Há duas candidaturas, uma clara e definida e outra que mais parece um dia de nevoeiro. A primeira candidatura, de António Braga, constante e repetidamente convidou a segunda para um debate eleitoral em que cada parte pudesse esclarecer as suas propostas e, assim, permitir uma decisão muito mais informada aos seus eleitores. Que é, aliás, como funcionam as eleições civilizadas em países civilizados. Ora, a recusa da segunda candidatura em aceitar os diversos convites para debater (em todos os formatos possíveis e imaginários) recorda-me a citação com que iniciei este texto. Vítor Sousa sabe que lhe fica mal não debater. Vítor Sousa sabe que toda a gente sabe que lhe fica muito mal não debater. Mas, mesmo assim, essa é a escolha dele. Analisemos então essa escolha. Dividido entre aceitar debater (correndo o risco de ficar malvisto) e recusar-se, a opção foi clara! Quer isto dizer que Vítor Sousa acha que o resultado do debate

lhe seria ainda mais desfavorável do que a postura de não debater? Não. Isto quer dizer que Vítor Sousa (e a sua candidatura) acham que o resultado de tal debate seria, para a sua candidatura, muito pior do que aquilo que qualquer um de nós possa imaginar, preferindo assim manter-se sob o cobertor do nevoeiro a efectivamente “dissipar todas as dúvidas”. E nem se pode dizer que a pressão estivesse do lado dele. António Braga tem mais experiência em debates, discursos em público e contraditório de ideias no seu dedo mindinho que Vítor Sousa no corpo inteiro. Uma derrota estrondosa nesse debate seria aceite pelos seus apoiantes e até por indecisos. Este debate seria o equivalente político a um Real Madrid – Carcavelinhos, menos que 15-0 para o Real seria uma vergonha e ninguém exigiria a cabeça do treinador do Carcavelinhos. Pelo contrário, o risco estaria todo do lado do Real Madrid, que só teria a perder. Se ganhasse, seria o expectável, se não ganhasse seria uma vergonha. Ora, apesar de a obrigação de ganhar estar do seu lado e de pouco ter a mostrar no debate, António Braga é o primeiro (e único) a mostrar-se disponível para o mesmo.

Sílvia Faria:

José Gomes:

Porque defendo que as eleições não devem ser vistas como “guerras de interesses”, mas como reforço das identidades partidárias e oportunidade de reflexão, porque defendo o PS como partido de confiança, estabilidade e rumo, manifesto o meu apoio convicto a António Braga e nele deposito a confiança tranquila de uma nova visão para a cidade de Braga. Reconhecido por todos como líder experiente, com grande capacidade mobilizadora e organizativa, com uma longa e meritória carreira, não só local mas nacional e internacional, ele tem levado, no nome e no coração, a cidade de Braga pelo mundo. Dadas as circunstâncias económicas e sociais adversas, precisamos, hoje mais do que nunca, de reflectir sobre as nossas escolhas. Este é um momento crucial para a cidade. Perderemos em 2013, sem oportunidade de escolha, a brilhante liderança do Eng. Mesquita Machado. Impõe-se-nos agora a escolha de um novo líder. Acredito em António Braga para traçar o novo rumo, num renovada e reflectida esquerda, assente nas premissas sociais e no ideário político que nos é caro.

António Braga é, de entre todos os bons quadros do PS/Braga, aquele que melhor se preparou para vir a assumir a gestão do Município de Braga. Acompanho-o há longos anos e sou testemunha da dedicação que vota à sua carreira política, isto depois de ter sustentado a sua carreira profissional. E se, do ponto de vista intelectual, é senhor de grande substrato, o que lhe proporciona um à-vontade cultural de fazer inveja, o mesmo se passa com a formação e informação no que toca aos assuntos da política, seja a nível local, onde desempenhou várias funções autárquicas, seja a nível nacional, como dos melhores elementos do grupo parlamentar socialista, seja a nível internacional, como governante, tutelando uma das pastas que mais mundo, diferentes realidades e variadíssimos interlocutores pode proporcionar. Esta minha opinião foi, aliás, sobejamente afirmada nos últimos anos pela generalidade dos dirigentes do PS/Braga, entre eles Mesquita Machado. Ora, como para governar a Cidade eu sempre quis os melhores, não precisei de mais razões para, desde o início deste processo, dispensar a António Braga toda a minha disponibilidade, o que tenho feito com muito orgulho. Estou convencido que os meus camaradas vão reconhecer a diferença das propostas que

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temos para escolher, optando por quem melhores garantias nos dá para que o PS continue a gerir os destinos da nossa terra.

Carlos Amado: Apoio a candidatura de António Braga à liderança da Comissão Política do PS/ Braga, por duas ordens de razões: 1ª - a externa: por considerar que a experiência política adquirida nos diversos cargos que já ocupou e, em especial, as funções no Governo da República lhe permitirão ampliar as potencialidades de Braga no contexto regional, nacional, transfronteiriço e europeu, tornando Braga num polo de desenvolvimento sustentado fazendo jus à sempre recordada “Bracara Augusta”; 2ª – a interna: por entender, até por experiência própria que com António Braga na liderança do PS/Braga será, ainda mais, possível a livre, participativa e construtiva diferença de opiniões no sentido do envolvimento de todos (militantes ou não), nas batalhas políticas para a construção constante de uma sociedade que queremos mais justa, equitativa e que cumpra os desafios que o 25 de Abril nos lançou e que ainda não concretizamos e, que este governo da direita quer tornar impossíveis.

Bruno Duarte Coronho: Precisamos hoje de lideranças sérias, livres e com valores morais que dignifiquem as pessoas e ajudem à credibilização da política. António Braga é, no caso de Braga, a melhor escolha para a revitalização política urgente. Por tudo o que constatei, a sua candidatura assenta em valores absolutamente fundamentais: liberdade, lealdade, coragem e responsabilidade… A hora é de fazer escolhas e todos os militantes e cidadãos têm de estar conscientes da sua responsabilidade quanto ao futuro da cidade, assumindo que são livres nas suas escolhas, mas também prisioneiros das suas consequências. Pela sua vasta experiência política, pelo profundo conhecimento dos “dossiers” da governação da cidade e pela sensibilidade quanto às questões sociais, António Braga garante-nos uma digna liderança do PS/Braga e, por certo, uma exemplar gestão autárquica.

Estefânia Ribeiro: Apoio António Braga. Reconheço-o como homem de carácter, com atitude, liderança e força motivadora. É um homem que acredita na juventude desta tão bela e vibrante cidade que é Braga. Nestes tempos em que estamos descrentes e pessimistas com a crise que o país atravessa, é

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testemunhos | 8 fulcral ter uma atitude positiva, capacidade de trabalho e, além do mais, acreditar na nossa força para enfrentar os problemas. António Braga tem a experiência e a capacidade de mobilizar e continuar a desenvolver o concelho de Braga. Eu acredito nele.

Fernando Correia: Caro militante, Camarada/ Amigo – sim, Amigo, porque não concebo partilhar a palavra, ser autêntico, sem ser Amigo – na hora de votar, de escolher o líder da Comissão Política do PS/ Braga, devemos ir à nossa essência, à nossa consciência, e, no completo sossego da cabina de voto, meditar na melhor escolha para vencer a Direita, no candidato que inequivocamente é ganhador. Nessa hora, nesse momento, não devemos olhar para os interesses instalados ou lembrarmo-nos daqueles que nos dão palmadinhas nas costas ou nos fazem promessas que não podem cumprir. Devemos reparar no nosso interesse individual, que, no caso, é o interesse colectivo da alma socialista. E, como tal, só poderemos votar em António Braga. Eu voto.

Carlos Ferreira: O Partido Socialista precisa de um candidato com capacidade para lhe garantir uma vitória nas eleições autárquicas de 2013 em Braga. Só com António Braga, a minha cidade terá a possibilidade de potenciar as infraestruturas e equipamentos existentes, colocando-os ao serviço da cultura, da educação, do desenvolvimento económico, do crescimento e do emprego. Apoio particularmente esta Candidatura porque nos propõe um homem “com mundo”, com conhecimento bastante para colocar ao serviço do Município, capaz de captar investimento e investidores, impulsionando a diplomacia económica. São razões suficientes, mas muitas outras poderia enunciar. Designadamente o seu carácter de verdadeiro democrata, que respeita os que dele discordam, os que pensam de forma diferente. Já para não falar da honradez e da ética com que aborda a praxis política.

João Antunes: Apoiar a Candidatura de António Braga à Comissão Política Concelhia do Partido Socialista é assegurar um Partido aberto, transparente, isento de vícios e com efectiva actuação de proximidade com a comunidade, não descuidando a sua responsabilidade interventiva nos destinos do Município e, consequentemente, dos seus munícipes. Não chega o querer ser, é preciso sê-lo. Somente com a vitória do Dr. António Braga estaremos em condições de nos apresentar a sufrágio

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nas próximas eleições Autárquicas seguros de que possuímos uma verdadeira proposta de valor para a cidade de Braga! As provas estão dadas. O currículo pessoal e político é reconhecido. E esta Candidatura aprovou em tempo oportuno uma excelente moção, onde estão vertidas propostas fundamentais para o futuro de Braga, mormente num contexto económico e social que não é nada animador. Só fazia sentido a minha intervenção neste processo eleitoral se a fizesse ao lado de António Braga.

António Rebelo: Esta é uma oportunidade histórica para estabelecer uma mudança de paradigma. Não nos podemos demarcar do nosso passado, antes valorizá-lo, pois constitui um legado inalienável. Estamos a viver uma conjuntura única e, por isso, temos que mudar de linha nas nossas prioridades para a gestão do Município. Este é o momento em que deve ser implementado um novo modelo de organização e gestão autárquica. Este é um momento que valores como a solidariedade, fraternidade, equidade, coesão, justiça, pluralidade, devem ser os argumentos basilares para a tal ruptura de paradigma. É condição “sine qua non” a

restauração da democracia interna no PS, para que todos os restantes argumentos possam entrar na vida dos cidadãos. Não é sequer possível discutir a vida autárquica e democrática do nosso país sem o PS. Por isso, que, de facto, a criação de um fórum, de um centro interno de discussão de ideias, é fundamental.

Manuel Gomes Braga: A minha militância socialista vem de há longo tempo. Coube-me a liderança da Juventude Socialista bracarense nos inícios desta aventura democrática. E dou por mim, com toda a convicção, a trabalhar activamente na Candidatura de António Braga à Comissão Política da Secção e à Câmara Municipal. E dou-me bem. É homem, como eu, de convicções fortes. Tem espírito de liderança. Tem um saber feito de ciência e de mundo. Tem provas mais que dadas na política nacional. Conhece Braga, a sua terra, melhor que ninguém. E porque respeito pela vontade coletiva é, nos tempos que correm, uma regra de conduta que se pede a um político, estou convencido que António Braga nunca deixará de respeitar essa regra. Como tal, tem o meu firme apoio.

Por cidadania e por convicção por Abílio Vitorino

Consciente que desde o 25 de abril de 1974 até à presente data nem tudo tem corrido pelo melhor no seio das associações representativas do povo, continuo a defender que cabe aos partidos políticos promover acções que permitam “o exercício de uma cidadania activa e participativa”. É fundamental impulsionarem-se ações políticas mobilizadoras da militância activa, sem medos, sem receios, sem constrangimentos, alargando-as o mais possível a simpatizantes ou a tendências ideológicas que sufragam os princípios e valores do socialismo democrático. O PS, pelos seus valores ideológicos, pela sua filosofia, é um partido aberto ao pensamento, ao diálogo, à crítica, ao contraditório. É capital erradicar de vez a asfixia como único modelo do desempenho político de quem representa o todo. O cidadão deve sentir que está a participar e a colaborar na construção de um país melhor, mais justo, mais equitativo, um país que nos dá esperança. A Candidatura de António Braga marca um novo ciclo político, onde todo o cidadão é tido como uma referência importante na elaboração de um novo projecto para a cidade e para a política local: apresentou um manifesto estruturante

modelado por uma política local irreverente nos seus objectivos, impulsionador na abertura à participação; construiu, na envolvência de todos, uma moção estratégica para a cidade, para o partido, para o concelho, abrangente das áreas de intervenção local, consistente com a realidade actual, humana nas orientações de salvaguarda social. Braga é um concelho com muitos jovens, mas também com muitas pessoas da terceira idade. Braga é um concelho onde os diferentes sectores de actividade, económica, social, educacional e cultural, elaboram os seus planos e projectos de acção enquadrados nas necessidades e respostas exigidas pelas comunidades que representam. Acredito que este movimento, e a sua aposta na Candidatura de António Braga à Câmara Municipal de Braga, representa o início de uma nova forma de todos nós, os presentes e os vindouros, verem, estarem e sentirem a cidade e o Partido Socialista. Acredito que a nossa candidatura à Comissão Política da Secção do PS/Braga vai dar uma nova força e dinâmica à relação entre a autarquia e a população, vai promover sistemas de regulação e estabelecer formas de autoavaliação dos diferentes desempenhos.

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testemunhos | 9 Rui Lopes:

O único candidato ganhador para a Câmara Municipal por Carvalho Ribeiro

No dia 2 de Junho, vamos fazer história no PS de Braga. Depois de trinta e seis anos de governação socialista do Município e de dez eleições sucessivamente ganhas, coloca-se aos militantes a honrosa responsabilidade de escolher o novo candidato do PS que vai suceder a Mesquita Machado. Muitos têm escrito e referido a importância desta escolha para o Partido e para a Câmara. Conheço António Braga e todo o seu percurso político que sempre se pautou pela competência, pelo saber ouvir e decidir em benefício da coisa pública. O concelho de Braga precisa de uma personalidade cuja mundivisão acrescente mundo à centralidade que Braga representa na região, no País e na Europa. As propostas que nos deixa e o seu currículo são garante de um PS aberto e transparente para a construção de um programa que envolva a comunidade e construa instrumentos que promovam o desenvolvimento do concelho centrado no

João Gil Mano: A capacidade de ouvir, assimilar outras ideias, debatê-las, contrapor e, posteriormente, apoiá-las é cada vez mais um “dom” esquecido pela nossa classe política. Através do contacto com o mundo que me rodeia e do que da pessoa nos é dado a conhecer, vejo em António Braga precisamente essa personificação: um político com palavra, que gosta do contraditório, mas que honra compromissos. Dei igualmente conta do rigor que imprime ao que faz. A política, a sociedade, precisa de personalidades assim. Por isso, com António Braga abre-se uma nova janela sobre o futuro de Braga, um futuro ditado, após discutido, pelos bracarenses. Obviamente, tem o meu apoio.

Augusto Vilela Marques: Várias razões justificam a minha opção pela candidatura de António Braga. Desde logo, aquelas que se apresentam como das mais fortes propostas da sua moção de estratégia. Por exemplo, o esforço para a captação de investimento externo na cidade. E o combate a este flagelo que a todos nos preocupa, o desemprego, sobretudo dos mais jovens. Acresce o facto de António Braga ser um homem de carácter, de convicções fortes, com valores, e um grande capacidade para gerar consensos. Esta última característica há-de ser bem

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crescimento e no emprego. Diante de uma população jovem que passa pelo flagelo do desemprego, António Braga tem argumentos e capacidades para dinamizar a diplomacia económica em prol do combate ao desemprego e puxar pelo investimento. As políticas sociais, designadamente a saúde, área que conheço particularmente bem, tem sido exaustivamente enfatizadas como uma das vertentes em que o novo ciclo de políticas autárquicas necessariamente trarão mais atenção por parte do Município. Todos sabemos que o que irá a votos em 2013 será um novo candidato do PS e já não mais a obra que está feita. Ora, o candidato melhor preparado, com melhores condições para derrotar de novo a direita todos o sabemos é António Braga. Essa é a minha escolha, sem margem para dúvidas. Ao votar para o Partido escolho o único candidato ganhador à Câmara.

importante para os momentos seguintes às eleições de 2 de Junho, em que é preciso unir o PS/Braga em torno da agora desgastada Concelhia. Uma outra razão: só António Braga tem condições para enfrentar, nas próximas Autárquicas, uma Oposição que se vai servir de tudo para atacar os socialistas. Só ele tem condições para manter a Câmara Municipal sob a gestão do PS, disso não tenhamos dúvidas.

José Manso: Apoio António Braga porque a sua moção de estratégia salienta uma enorme preocupação com o desenvolvimento económico do concelho. O destaque ao empreendedorismo e a interligação com as instituições “fazedoras” de saber, ou seja, as Universidades, é fundamental. Braga é hoje, já, um pólo aglutinador de forças empreendedoras em diversas áreas de preparação para o investimento e aquisição de saber, contudo, devem ser criados grupos de trabalho para acompanhamento e dinamização das vertentes económicas, criadoras de emprego e, com isso, de bem-estar e conforto para os cidadãos. Neste âmbito ganha especial destaque o papel dos jovens. Será óbvio referir que o futuro é deles. Mas poderá ser deles um futuro melhor e não o futuro de alguém que passivamente espera que lhes ponham comida na mesa.

A Candidatura de António Braga faz-me acreditar num projecto novo para a minha querida Cidade. Estou, por isso, com este projecto porque é liderado por uma pessoa experiente, com sentido de responsabilidade social e com particular atenção ao rigor da gestão pública. O Partido Socialista tem em António Braga um excelente prestador de serviços à causa pública, com uma invejável capacidade para a diplomacia, seja ela de que natureza for. Com a sua candidatura, a Cidade e os Bracarenses podem ter a certeza de que vai acontecer um renovar de políticas, com inovação, mas com particular atenção aos interesses de todos os estratos sociais. Admiro a sua visão futurista, que nos permitirá continuar o desenvolvimento da cidade de forma ainda mais harmoniosa, dinâmica e preponderante no contexto nacional e internacional. Tenho acompanhado as intervenções que, no contexto deste movimento, tem feito. Bato palmas, por isso, ao seu discurso motivador, tão necessário nos tempos que correm.

Ricardo Cardoso: A votação dos militantes do PS na lista encabeçada por António Braga é, na minha óptica, um autêntico referendo à sua escolha como candidato do PS às próximas eleições autárquicas. Pelo contrário, a lista sua opositora à Comissão Política Concelhia não apresenta nenhum candidato à presidência da Câmara Municipal. Aliás, apresenta dois ou três potenciais candidatos à autarquia, o que deixa pressupor que, se eventualmente ganhasse estas eleições, teríamos uma disputa dentro do partido para escolher o tal candidato, que neste momento não se vislumbra. Por ser feita divorciada da participação dos militantes, inclusive entre elementos que hoje aparecem juntos na mesma lista, seria vista como fratricida pelo eleitorado e, isso sim, criaria divisões profundas e fragilidades preocupantes. Por tudo isto, considero que a Candidatura de António Braga, passado que é este período eleitoral interno, legítimo e enriquecedor da vida democrática do partido, entendível e até aplaudido pelos eleitores em geral, é a que melhor serve o PS/Braga e todos aqueles que habitualmente votam no PS.

Bruno Pereira: Muitos dos problemas que hoje afectam os cidadãos bracarenses não dependem exclusivamente da actividade autárquica, mas dependem muito da actividade política da secção de Braga do Partido Socialista. É essa dimensão que António Braga se propõe devolver ao PS! Como militante de base, sinto que é preciso acompanhar com pormenor o que se passa nas áreas sociais,

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testemunhos | 10 nomeadamente a saúde, a educação, a segurança social e, obviamente, na justiça, a economia e o trabalho, entre outros. Só assim o PS será o partido dos trabalhadores portugueses. Também é preciso que o PS encare o trabalho junto das freguesias de outra forma, mais determinada! A capacidade demonstrada por António Braga nos vários cargos que ocupou dá-nos a garantia que, tanto como líder do PS bracarense, como próximo presidente de Câmara Municipal, reúne todas as condições para unir os socialistas e trabalhar para todos os bracarenses sem discriminação. escolher o tal candidato, que neste momento não se vislumbra. Por ser feita divorciada da participação dos militantes, inclusive entre elementos que hoje aparecem juntos na mesma lista, seria vista como fratricida pelo eleitorado e, isso sim, criaria divisões profundas e fragilidades preocupantes. Por tudo isto, considero que a Candidatura de António Braga, passado que é este período eleitoral interno, legítimo e enriquecedor da vida democrática do partido, entendível e até aplaudido pelos eleitores em geral, é a que melhor serve o PS/Braga e todos aqueles que habitualmente votam no PS.

João Galina Barbosa: A vida é uma lição permanente. Fui educado que por mais conselhos que possamos receber de terceiros no decurso da nossa vida, incluindo dos nossos pais, irmãos ou amigos, cabe-nos sempre a última palavra em termos de escolha e/ ou decisão, assumindo sempre com frontalidade, lealdade e tolerância as causas e consequências dos nossos actos sem ferir ou prejudicar ninguém. Por conseguinte, como diziam os meus avós maternos ou familiares mais velhos, “a cabeça é para pensar”... “que a união faz a força rumo à vitória”...”que o bem vence sempre o mal”... “que a verdade é sempre positiva”... “que a mentira tem perna curta”,... , “quem tudo quer tudo perde”... “que toda e qualquer relação que não tem verdade não tem futuro”... “que ninguém é dono da razão, pois ninguém está certo a 100%”... etc. Estou nesta cidade de Braga há quase três décadas, onde estudei, construí e formei a minha família. Tenho amigos e colegas de quase todos estratos sociais e cores políticas, em particular devido à minha educação e também à forma de ser e estar na vida, de coração aberto, leal e sincero, aliás de fácil relacionamento e espírito de luta, compreensão e solidariedade humana sem discriminação, “pois todos iguais, todos diferentes”! E a minha intuição ensinou-me sempre o caminho a seguir! Em suma, o meu apoio sincero à Candidatura do Dr. António Braga à presidência de Concelhia do PS e também à presidência da Câmara Municipal de Braga teve como princípio básico, não só a coerência global do seu projecto, inovador e de esperança para o desenvolvimento e crescimento económico, social, humano e sustentável para esta grande cidade, mas também devido à sua experiência política de índole regional, nacional e internacional, sem esquecer das suas qualidades, capacidades, atitudes pro-activas, empreendedoras e inovadoras na

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Por convicção por Tarroso Gomes

Posso dizer que deposito a minha maior esperança nesta Candidatura à Comissão Política Concelhia, e, se tudo correr como espero, à Câmara Municipal. Como advogado, lido todos os dias com a realidade mais profunda de Braga, que está a ser atingida em cheio por esta crise, o que implica que é preciso mudar muita coisa, criar uma nova realidade, tanto na vida económica, social, cultural e, acima de tudo, uma nova mentalidade, mais virada para a participação dos cidadãos, para uma ética individual e colectiva, para uma maior transparência, enfim, para a construção de um partido e de uma cidade com mais abertura, mais preocupada com a cidadania, com o emprego sustentável, com a atracção de investimentos reprodutivos e de bens transaccionáveis. Por uma cidade em que as associações cívicas sejam a norma e não a excepção, em que as universidades se aproximem da cidade… Para, com uma

apresentação e resolução das propostas e/ou problemas que enfrentamos na era da globalização económica e financeira, em particular da sua dimensão humanista e cívica em acreditar nas pessoas de boa vontade que saberão ultrapassar e vencer com bom senso e diálogo as adversidades ou obstáculos da vida que nos rodeia. “O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa tudo o que diz” (Aristóteles). E um dos maiores problemas do ser humano... é falar sem pensar! Falar sem perceber quais vão ser as consequências das nossas palavras e o quão elas podem ferir ou até prejudicar um projecto político ou ideológico, entre outros contextos! Ora, o Dr. António Braga é um homem simples e afável, educado, de espírito aberto e tolerante, diplomata, modesto, lutador e vencedor incansável que surpreende sempre pela positiva os seus demais adversários directos e indirectos e com uma linguagem e mentalidade construtiva em prol de um legado histórico, cultural, socio-económico e sustentável que a cidade de Braga merece. É a minha escolha, tem o meu voto!

Baía Patrão: Nas eleições internas que vão levar à constituição da Comissão Política Concelhia de Braga e à indicação do candidato do PS à Câmara de Braga estará em jogo a continuidade da governação da Câmara de Braga pelos socialistas. Caberá aos militantes decidir quem estará nas melhores condições para garantir a liderança de um novo projecto que mobilize e recrie a esperança nos bracarenses, nos socialistas, para derrotar a direita. Todos

cidade ainda mais cosmopolita, podermos responder melhor à crise. Um projecto desta dimensão só pode ser liderado pelo camarada António Braga, com quem tive a honra de participar no Secretariado da Secção do Partido Socialista já lá vão uns anos, que tem mundo e um saber muito próprio, pois participou durante anos no Governo do país, e ainda hoje é deputado na Assembleia da República, tendo que, para isso, passar a semana em Lisboa, pois é lá que funciona o Governo e o Parlamento, passando sempre os fins-de-semana em Braga. Hoje, por todas as razões conhecidas, o concelho de Braga precisa de levar uma “volta”. Ora, o facto de António Braga ter estado nos órgãos de soberania em Lisboa permite-lhe chegar ao PS/Braga e à própria Câmara Municipal descomprometido e sem preconceitos, assumir o que está bem e mudar o que muito que urge mudar.

sabemos que é isso que estará em jogo. Governar o Partido para Governar o concelho. Sendo assim, como é, diante das duas candidaturas já conhecidas escolho com toda a convicção o projecto liderado por António Braga. Por um lado pela sua personalidade, pelo seu currículo, indiscutivelmente o militante melhor preparado para o cargo, que já desempenhou funções de relevo nacional, passando pelo Governo, onde demonstrou a maior competência e inteligência. Mas igualmente pelo projecto que lidera, inovador e com propostas para responder aos problemas que assolam a comunidade local, assinalando a necessidade de envolver o município quer com novas competências quer em parcerias por forma a capacitar com instrumentos actuais as estruturas municipais a fim de melhor agir diante da emergência económica que o País atravessa. Ora, são estas questões que estarão a votos também no próximo dia 2 de Junho. Identifico nas preocupações de António Braga a capacidade para abrir o partido aos militantes e simpatizantes e o seu currículo dá-me a garantia da mobilização dos bracarense para uma vitória eleitoral autárquica. Cabe aos militantes socialistas escolher o próximo candidato à Câmara de Braga expressando o seu voto de confiança na lista de António Braga. É esse o meu desejo e será o meu voto.

Caro Camarada e Amigo, no próximo 2 de Junho,

B B

Vote , vote António raga.

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conferência | 11

Município deve ter papel estratégico na defesa do Estado social – defende António Braga, em conferência com João Cravinho foto Direitos Reservados

«O Município tem um papel estratégico, de conforto, de resguardo e de defesa do Estado social; não apenas pela proximidade aos cidadãos, mas como plataforma ao serviço desse Estado social; nós não defendemos um Estado subsidiário, inspirador de políticas que possam cair no domínio da caridade, defendemos um Estado social que radique em direitos constitucionalmente consagrados e resguardados na lei». As palavras são de António Braga, candidato à presidência da Comissão Política Concelhia do PS/ Braga e foram feitas no âmbito da conferência “Braga

e a Europa: o Estado Social”, iniciativa que teve como convidado o ex-governante João Cravinho. Falando para um auditório lotado, na sede da Associação Industrial do Minho, António Braga – que enquadrou a palestra/debate no âmbito «de uma actividade politico-partidária que pretende mobilizar militantes socialistas e eleitores» – sublinhou a importância de «recuperar a confiança das pessoas no Estado social». «Vamos iniciar um novo ciclo autárquico e, associado a ele, temos que desenvolver novas políticas

e novas competências que permitam ao Município interagir neste domínio, para reganhar as pessoas para o sistema e para que os direitos consagrados se possam recuperar», disse, relevando a importância da presença do Estado em «determinados domínios estratégicos na área da solidariedade social». De acordo com o Presidente da Assembleia Municipal – que agora assume a predisposição para se candidatar à presidência do Executivo – cabe aos municípios «um papel importantíssimo» neste contexto da defesa do Estado social europeu, desde logo «porque ao racionalizar, quer equipamentos, quer recursos, vão permitir dar um novo fôlego aos serviços de proximidade». António Braga – que ouvira já o enquadramento do debate feito pela sua apoiante Lígia Portovedo – não perdeu a oportunidade de referir a «falta de solidariedade tremenda» do actual Governo para com as regiões e com as iniciativas locais, dando o exemplo dos atrasos no pagamento dos financiamentos anunciados à “Capital Europeia da Juventude 2012”, através do Quadro de Referência Estratégico Nacional. Esse atraso – disse – tem vindo a prejudicar a organização de «um evento extremamente importante para a região e para Braga, como é o caso da CEJ 2012, apertando a cedência desses recursos e ameaçando com a suspensão e a não entrega dessa componente protocolada previamente».

João Cravinho: «só há uma maneira de ver estas ideias postas em prática - é serem votadas» João Cravinho – que sucedeu a Francisco Assis e Almeida Santos nas palestras promovidas por esta Candidatura – começou por manifestar o seu acordo «quanto ao que António Braga pensa do poder local em relação ao Estado social»: «Estou a desejar que essas ideias passem à prática… E só há uma maneira, é serem votadas». O engenheiro-economista disse ter aceite o convite, «não pela amizade» que o une a António Braga, «mas em nome de um desejo político: ver o nosso país, um pouco por todo o lado, bem gerido, com políticos que percebem não só o local, mas, sobretudo, a importância do local no plano nacional e até no plano europeu; e o que conheço de António Braga dá-me essa esperança». «A presença na direcção de um Município como Braga de um deputado e de um governante tão experiente é também um conforto. (…) E um apoio para que a população perceba, não só o trabalho global, mas também as contingências e as dificuldades e oportunidades oferecidas no

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plano nacional; é por isso que é muito importante a escolha que vão fazer nas próximas semanas», disse então. Quanto ao tema da conferência, relevou «o ataque generalizado ao Estado social» que agora se verifica, e o contributo que a actual crise está a dar para o desmantelamento desse sistema social «com argumentos aparentemente inquestionáveis». No âmbito local, onde «há um campo imenso de trabalho», chamou a atenção dos presentes para a necessidade de reforçar as políticas de protecção social de proximidade. «Chegámos tarde ao Estado social, por razões conhecidas; ora, o Estado social não é de esquerda nem de direita; há 80 a 85 por cento de pessoas que precisam do Estado social na sua vida normal; não é possível refazer, hoje em dia, uma aliança suficiente para adaptar esse Estado social às condições do nosso tempo? Terá que ser possível… se não for é porque quem está no poder não está a fazer bem o seu trabalho», concluiu.

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| 12 Almeida Santos, na conferência “Braga e a Europa: desafios e convergências”

«Se votasse em Braga, também votava António Braga» O Presidente Honorário do Partido Socialista foi o convidado de António Braga para a conferência “Braga e a Europa: desafios e convergências”. Antes de se introduzir numa extensa conversação sobre o tema, fez questão de dirigir um cumprimento especial ao anfitrião, afirmando que «é ele quem está melhor preparado para suceder a Mesquita Machado», de quem se declarou igualmente amigo e admirador. «Se eu votasse aqui, é claro que o meu voto seria para António Braga», disse. Na circunstância, António Braga assumiu o dia 13 de Abril, precisamente aquele em que falava, como «um dia particularmente relevante para Portugal» dada a aprovação na Assembleia da República do Tratado Europeu e ainda da infeliz aprovação, pela maioria PSD e CDS, da Lei que extingue freguesias. Falando para uma plateia que esgotara o auditório

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da Associação Industrial do Minho, o candidato dirigiu uma crítica directa ao Governo e à maioria parlamentar, reafirmando o seu “voto contra” esta Lei, «pela forma errática e inconsequente como ela foi preparada e apresentada e ainda pelas consequências para a organização do território que a sua aplicação poderá acarretar». António Braga justificou ainda o seu “voto contra” com a ausência de «uma verdadeira reforma administrativa», que «ocorreria se fossem levadas em consideração as mudanças necessárias nas competências, no orçamento e na própria lei eleitoral que regulam todo o universo do poder local, quer nas freguesias, quer nos municípios», e só depois retirar eventuais consequências para a organização administrativa do território. No âmbito da conferência, considerou o Pacto

Orçamental da União Europeia como «um consenso possível, mas desejavelmente mutável», que a Europa conseguiu. O candidato à presidência da Comissão Política do PS/Braga insistiu, então, na ideia de valorização das políticas dirigidas à cidade e ao concelho, relevando os consensos em torno da “Carta de Leipzig”, e admitiu «a crise do euro e das dívidas soberanas» como «o maior desafio que atinge igualmente as políticas municipais» e desenvolveu os temas da moção programática que a sua Candidatura apresentou aos militantes socialistas como uma plataforma de compromisso para a sua candidatura à Câmara Municipal onde pretende enquadrar toda a acção política num “novo ciclo” cujo ponto de partida é a obra que Mesquita Machado deixa como legado político.

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| 13 António Braga pergunta aos opositores pela sua proposta para a Câmara Municipal

«Faz algum sentido continuar a esconder o candidato?» Desde o início do processo que conduziu à formalização da Candidatura que António Braga assumiu a predisposição para ser o cabeça-de-lista do PS/Braga nas Autárquicas de 2013. Isto, se vier a ganhar a liderança da Comissão Política, como espera, e se os militantes assim concordarem, como está convencido que será. Aliás, a sua propositura, além de dar corpo à vontade de tornar o partido mais vivo, mais aberto e mais democrático, tem na candidatura à Câmara Municipal o seu grande objectivo. Isto mesmo tem António Braga reafirmado nos múltiplos encontros com militantes, seja com os que residem no espaço urbano, seja nas freguesias suburbanas. Quando se reuniu com os militantes da cidade, na sede da Federação Distrital do partido, enfatizou mesmo o tema, perguntando se «faz algum sentido, a um ano e pouco das eleições autárquicas, continuar a esconder o candidato?». Uma pergunta, retórica,

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dirigida aos camaradas Vítor Sousa e Hugo Pires, os líderes da candidatura que se lhe opõe. Que desafiou a dizer publicamente quem propõem para candidato à sucessão de Mesquita Machado. «Desde o início deste processo – que em boa hora tivemos a iniciativa de despoletar – que dissemos que um dos objectivos fundamentais da nossa candidatura era liderar a Comissão Política do partido para que ela sustente a nossa candidatura à presidência da Câmara Municipal; fizemos questão de iniciar cedo este processo para que pudéssemos disputar de igual para igual com um adversário da Direita que anda há dez anos em campanha; ora, é completamente incompreensível que a outra candidatura não tenha ainda definido quem é o seu candidato», afirmava. Também nos múltiplos encontros com militantes, António Braga voltou a relevar o facto de os seus opositores se furtarem ao debate, recusando as

várias propostas e vários modelos sugeridos pela sua Candidatura, privando, desta forma, os militantes e simpatizantes socialistas de conhecer de viva-voz as ideias de cada um dos concorrentes. «Nos dias que correm, de democracia adulta, a recusa de uma conversa pública com os eleitores parece-me suficientemente ilustrativa da impreparação para assumir qualquer cargo político; se não se acham capazes de defender as suas propostas ou senão têm nada de novo para dizer a quem pedem o voto, mais vale que o assumam e não se escondam em jantares de amigos», dizia. Os militantes do PS/Braga – sublinhava – têm de saber que o que está verdadeiramente em jogo nas eleições de 2 de Junho é a indicação do candidato à gestão do Município da terceira cidade do país e que só pode ser candidato a essa função quem vencer agora.

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Pedalar e jogar… por Braga! “Pedalar por Braga” e “Jogar por Braga” foram dois dos momentos fortes da campanha que a Candidatura de António Braga tem vindo a desenvolver. Um cruzamento de acção política e convívio de apoiantes. A primeira incidiu no centro da cidade, a segunda na freguesia de Adaúfe, ambas tão invulgares como atractivas, a avaliar pela significativa adesão. Pretendeu-se relevar, assim, algumas das propostas da moção de estratégia, concretamente a atenção às estruturas de lazer, a fruição do espaço público, o respeito pelo ambiente, o ordenamento do território, e, claro, a promoção de hábitos de vida saudável.

Caro Camarada e Amigo, a 2 de Junho, vamos escolher aquele que queremos ver, em breve, a gerir e representar o município da terceira cidade do País… Vote…

Vote B, vote António Braga …………….…………..........

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opinião | 15

Tempo de escolhas por José Pedro Bastos foto Direitos Reservados

Quando hoje caminhamos pela cidade de Braga, aquilo que mais se ouve na boca dos nossos concidadãos são palavras associadas às dificuldades sentidas por todos, directa e indirectamente. Sente-se no ar um certo espírito pessimista, em que as pessoas se interrogam acerca das causas para as dificuldades vividas, ao mesmo tempo que olham em redor em busca de soluções para as mesmas. É um tempo em que todos aqueles com responsabilidades na definição e implementação de políticas, a todos os níveis, se confrontam com cenários nunca antes colocados, imprevisíveis e de grande volatilidade. Onde existe uma certeza é na constatação de que há um enorme peso de factores externos à cidade, globais, na situação vivida. Problemas como o desemprego e a exclusão social, a título de exemplo, têm causas essencialmente externas, que não podem ser totalmente atribuídas a um qualquer modelo de gestão local, a nível de município, mas a que este tem que dar resposta. As próprias alterações sofridas pelas diferentes comunidades que integram o município, a sua constituição e realidade, expectativas e anseios, são cada vez mais catalisadas por impulsos que não são gerados no seu seio, mas a que estas são cada vez mais permeáveis. Indo para além das dificuldades, identifica-se também um leque de oportunidades a que se deverá estar atento, de forma a saber apostar naquelas que trarão no futuro valor acrescentado a todos os níveis e que, se possível, ajudem a antecipar e resistir melhor a períodos de crise como o actual. Esta reflexão traz-nos ao momento vivido em Braga, onde se perfila um conjunto de actores políticos, com as suas visões e propostas para a cidade, e consequente vontade de as submeter ao escrutínio dos eleitores no próximo acto eleitoral autárquico de 2013. Por um lado, vemos o recandidato do PSD a insistir nas propostas

«A candidatura de António Braga vem ao encontro do que foi escrito: a urgente necessidade de fazer uma leitura das mudanças que estão a ocorrer fora das fronteiras do município, mas que têm impacto “dentro de portas”» apresentadas no passado, identificando-se nestas um desfasamento entre a realidade de há alguns anos atrás e a actual – todos teremos a ganhar se souber trazer para o debate um maior ajustamento das suas ideias aos tempos de hoje. Por outro, vemos no PS/Braga o surgimento de duas candidaturas protagonizadas por António Braga e Vítor Sousa/Hugo Pires, respectivamente. Daquilo que se conhece a nível de projectos na área do PS, apenas António Braga se apresentou com uma visão e entendimento acerca do que deverá ser o futuro de Braga e, mais importante, com vontade de a discutir aberta e saudavelmente com

os militantes do partido, algo que já há alguns anos não ocorria. A candidatura de António Braga vem ao encontro do que atrás foi escrito: a urgente necessidade de fazer uma leitura das mudanças que estão a ocorrer fora das fronteiras do município, mas que têm impacto “dentro de portas”. Quem ouviu a sua intervenção na Conferência “Braga e a Europa – Desafios e Convergências”, que também contou com uma excelente participação de António Almeida Santos, pôde aperceber-se da sua elevada preparação para, “lendo” o que acontece a nível europeu, apresentar soluções e caminhos aos desafios que se colocam neste momento à cidade de Braga. António Braga apontou a urgente necessidade de, tirando proveito da “estrutura” existente, levar o município a assumir uma nova arquitectura, virada para o exterior, com o propósito de atrair diferentes tipos de investimento, para que este se posicione como pólo não só de atracção, mas também de projecção de desenvolvimento na região. Mais, apresentou essas soluções de forma clara e simples, mas não simplista, mostrando que o município tem muito a ganhar com a sua experiência internacional. Em sentido contrário vemos a outra candidatura, através dos seus representantes, apresentar uma visão da gestão do município voltada para dentro, desvalorizando completamente a urgência de abertura que se entende necessária nos dias de hoje. Admitindo que essa visão vinga, teremos uma cidade confinada aos limites do concelho, onde a procura de soluções e oportunidades também não irá além dos mesmos. Ao contrário do que propõe António Braga, a candidatura concorrente assume um papel menor para o município, limitado nas suas fronteiras físicas e, consequentemente, com limites nas ideias que devem enformar o futuro. Essa postura remete para uma visão

«A escolha que se apresenta aos militantes do PS/Braga acaba por ser entre a continuação por um caminho que deu frutos no passado, mas está gasto e desadequado, que levará invariavelmente ao definhar do concelho; ou um caminho ousado e ambicioso que nos colocará no patamar de desenvolvimento».

provinciana da cidade, talvez adequada à capacidade de quem a defende, mas que a curto prazo poderá condenar Braga a uma irrelevância de que dificilmente poderá recuperar. Face a uma tão grande diferença de visões para o município e, mais importante, uma tão grande diferença de ambição, a escolha que se apresenta aos militantes do PS/Braga acaba por ser entre a continuação por um caminho que deu frutos no passado, mas está gasto e desadequado, que levará invariavelmente ao definhar do concelho; ou um caminho ousado e ambicioso que nos colocará no patamar de desenvolvimento que, estou certo, a maioria dos bracarenses deseja e quer aproveitar, tirando partido da capacidade de António Braga em atingir esses objectivos.

Se quer um partido mais activo… Se quer um partido mais democrático… Se quer ganhar a Câmara Municipal…

Vote B, vote António Braga …………….…………..........

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última

“Lista B – António Braga” – a juventude e a história do PS/Braga foto Direitos Reservados

É uma lista de candidatos que alia a militância mais jovem aos históricos mais activos do PS/Braga. Equilibrada nos géneros, propõe para um órgão político cidadãos com provas dadas no desempenho profissional. Assim refuta a ideia de que poderíamos estar perante alguém que procura algo mais que o respeitável exercício político, sempre em prol da sociedade que se propõe servir. Compõem-na 122 militantes, metade efectivos, outros tantos suplentes. Reconhecem o «momento histórico» que os socialistas bracarenses atravessam, preparando a substituição de um líder forte e carismático, que marca indelevelmente a história da Braga das últimas décadas. Estão dispostos a assumir a Comissão Política do PS/Braga, que querem tornar bem mais democrática e muito mais interveniente na discussão dos assuntos que fazem a vida do Município e, claro, da Cidade. Suportar politicamente a propositura daquele que consideram o melhor candidato do PS para impor mudanças na política local, mas também para «honrar o legado» e continuar o desenvolvimento do concelho – António Braga, de seu nome – é um dos seus primeiros objectivos. Os componentes desta lista têm bem presente que

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foi nas eleições autárquicas que o PS/Braga obteve sempre os seus maiores sucessos, alcançando vitórias sucessivas para a Câmara e Assembleia municipais e para as assembleias de freguesia. Sabem também que a principal competência do órgão a que se candidatam – e que justifica as eleições do próximo sábado (2 de Junho) – é a definição das políticas para o concelho. «Muitos dos problemas que hoje afectam os cidadãos bracarenses não dependem exclusivamente da actividade autárquica, mas dependem muito da actividade política da Secção de Braga do Partido Socialista. É essa dimensão que queremos para o PS! Porque é preciso acompanhar com todo o empenho o que preocupa as pessoas, seja no âmbito da acção social, nomeadamente na saúde, na educação e na segurança social, ou na justiça, na economia e no trabalho, entre outros», fez questão de relevar o primeiro proponente desta lista, António Braga, quando procedia à sua apresentação pública, após a devida formalização junto do secretariado federativo. Estes são os 61 membros efectivos da “Lista B – António Braga” candidata à Comissão Política Concelhia do PS/Braga:

1. António Braga, inspector de educação; 2. António Sousa Fernandes, professor do ensino superior; 3. Catarina Ribeiro, técnica superior de ambiente; 4. José Manuel Tarroso Gomes, advogado; 5. João Manuel Tinoco, professor do ensino básico; 6. Lígia Santiago Portovedo, gestora de recursos humanos; 7. Vasco Cunha Grilo, professor do ensino secundário; 8. Cláudio Silva, engenheiro civil; 9. Gabriela Sequeira, professora ensino básico; 10. Bruno Torres, gestor de projectos; 11. Abílio Vitorino, professor do ensino secundário; 12. Lélia Pinto, técnica superior de cultura; 13. João Paulo Mesquita, jornalista; 14. Carlos Ferreira, técnico oficial de contas; 15. Clara Alves, gestora de formação; 16. Fausto Farinha, professor do ensino secundário; 17. Carlos Malainho, técnico superior (edp); 18. Susana Leite, professor do ensino básico; 19. Hugo Xavier, estudante; 20. José Ribeiro, condutor; 21. Sílvia Faria, técnica superior de acção cultural; 22. Jorge Faria, professor do ensino secundário; 23. Fernando Correia, inspector tributário; 24. Marta Malhadas, inspectora tributária; 25. José Aldeia, técnico de farmácia; 26. Armando Leite, economista; 27. Cláudia Sousa, consultora de gestão; 28. António Rebelo, funcionário hospitalar; 29. António João Lopes, gestor público; 30. Brigite Gonçalves, técnica administrativa de comércio; 31. Augusto Urjais, técnico superior justiça; 32. Agostinho Domingues, professor ensino secundário; 33. Carmen Ramos, técnica comercial; 34. João Monteiro, assistente administrativo; 35. Bruno Coronho, técnico comercial; 36. Helena Ferrete, técnica de secretariado; 37. Rui Ferreira, enfermeiro; 38. José Manso, técnico oficial de contas; 39. Luísa Pinto Mendes, técnica superior de assistência social; 40. Nuno Costa, técnico de análises clínicas; 41. João Ricardo Silva, estudante; 42. Mafalda Leite, técnica comercial; 43. José Manuel Barbosa, dirigente associativo; 44. José Pedro Bastos, bancário; 45. Bruna Rodrigues, estudante; 46. Jorge Vitorino, técnico superior (ctt); 47. António Machado, condutor; 48. Isabel Couto Machado, estudante; 49. Rui Lopes, técnico de informática; 50. Manuel Gomes Braga, engenheiro civil; 51. Helena Faria, engenheira civil; 52. Filipe Fernandes, agente de seguros; 53. Bruno Pereira, técnico de artes gráficas; 54. Rita Lopes Gomes, estudante; 55. Augusto Vilela Marques, técnico comercial; 56. Artur Ferreira, técnico administrativo; 57. Isilda Costa, estudante; 58. Ricardo Cardoso, advogado; 59. José Augusto de Castro, advogado; 60. Isabel Almeida, empresária; e 61. António Carvalho Ribeiro, médico.

Ficha Técnica Director: Fausto Farinha Publicação isenta de registo, Decreto Regulamentar n.º 8/99, de 9 de Junho, Artigo 12.º, alínea a) Tiragem deste número: 3.000 ex. Impressão: Graficamares Lda - Parque Industrial Monte Rabadas 10 - 4720-608 PROZELO AMARES. www.bragabraga2013.com | http://bragabraga2013. blogspot.com | bragabraga2013@gmail.com

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