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Fevereiro / Março 2024
Terrestre, do qual a Akaer está à frente, e que tem o Exército Brasileiro como instituição parceira. O entrevistado comentou que os motores 6.12TCE serão produzidos na unidade fabril da MWM situada em Santo Amaro (SP). Além disso, a companhia, junto com as partes envolvidas no projeto, estuda a possibilidade de exportação dos futuros propulsores. Neste ínterim, o executivo informou que uma das frentes de trabalho da empresa é a implementação de novos equipamentos industriais e, inclusive, de usinagem e fundição, em unidades do grupo empresarial situadas em Joinville (SC) e Betim (MG), com foco, nas palavras dele, “na otimização de processos industriais”. Isso inclui também planos para a aquisição de novos equipamentos e tecnologias facilitadoras para a Indústria 4.0. Voltando a falar do aumento do portfólio de peças para motores, Thomas comentou também sobre os próximos passos da MWM: “Nosso objetivo é continuar ampliando o nosso portfólio de peças de reposição para atender às necessidades de mercados cada vez mais exigentes. Considerando somente as linhas de peças Master Parts e Opcionais, nosso portfólio fechou 2023 com 1.906 itens ativos. Se for considerada também a linha Genuína, este número sobe para mais de 17.000 itens disponíveis para o mercado nacional e para exportação”. Aumentar a rede de distribuição local é uma das metas A consolidação de uma cadeia produtiva apoiada por
Notas & Informações
uma rede de engenharia local foi um dos temas abordados por Thomas. No que se refere aos trabalhos recentes realizados pela MWM e Tupy, seguem em desenvolvimento projetos que têm como objetivo fortalecer a capacitação de colaboradores, o que envolve parcerias com o Senai e com o Conarem – Conselho Nacional de Retíficas de Motores, por exemplo. www.mwm.com.br
Imagem: MWM/Tupy
Retificação: complexidade que justifica uma feira setorial. Nos processos de retificação industrial, os desafios são complexos, e por isso a VDW (Associação Alemã de Construtores de Máquinas-Ferramenta) está organizando a nova edição da feira GrindingHub, que deve acontecer em Stuttgart, de 14 a 17 de maio deste ano. A ideia é apresentar ao público tecnologias inovadoras para alcançar o acabamento perfeito de peças metálicas usinadas com o aprimoramento dos processos de retificação. A retificação costuma ser
a última etapa de uma longa cadeia de processos para a fabricação de componentes. As rejeições causadas por erros nesta etapa representam, portanto, um fator de custo significativo, especialmente na produção de pequenas séries e peças individuais. Por isso estão sendo incorporados muitos recursos digitais aos processos de retificação, tendo em vista que eles proporcionam um nível de controle mais alto. “A qualidade do desbaste depende de uma ampla gama de parâmetros e configurações como o diâmetro, o perfil e a capacidade de corte do rebolo, as quais mudam constantemente devido ao desgaste durante o processo de retificação”, explica Christoph Plüss, diretor de tecnologia da empresa United Grinding Group, com sede em Berna, na Suíça, que levará suas marcas para a feira de retificação. “Quanto mais aspectos puderem ser controlados ou regulados digitalmente, melhor será o controle do processo, levando, em última análise, a uma produção mais eficiente e a uma qualidade consistente”. A interação entre a ferramenta – neste caso, o rebolo – e a peça, bem como a forma como o fluido refrigerante se comporta na zona de contato são fatores relevantes que podem ser controlados de forma digital. “Sensores acústicos permitem registrar todos os tipos de variáveis de influência”, explicou Plüss, acrescentando que isso inclui o monitoramento e o controle da transferência de calor através da estrutura da máquina e dos componentes críticos, bem como a realização