25 Informativo ago/19
AMIGO DO PIAMARTA
Editorial ESPERANÇA E PREVENÇÃO Sempre gostei da palavra Esperança. Antes mesmo de entrar no mérito do seu verdadeiro e profundo sentido gostava do som dela. Porque é assim na vida da gente: têm pessoas, sons, cheiros, cores e palavras que nos remetem a lembranças, imagens ou simplesmente sensações de bem-estar. É isso que sinto quando penso, falo ou vivencio a Esperança. Só em escrever a palavra, já me sinto bem. A minha esperança é que possamos continuar a olhar com cuidado as crianças, os adolescentes e os jovens, sobretudo, àqueles em situação de vulnerabilidade. Já esta última palavra, vulnerabilidade, me traz mal-estar, pois sei que ela pode carregar em si, muita dor e sofrimento por onde passa. Infelizmente, vejo os rostos dos nossos meninos e meninas e penso que para eles não é só uma palavra: é a vida que eles vivem. Então, eu e todos vocês que fazemos este Movimento, somos a Esperança deles. Já pararam para pensar como isto é importante? Como é bonito e rico de possibilidades sermos a Esperança de alguém, de proporcionarmos a chance para alguém sair da situação de vulnerabilidade em que se encontra, de não ser mais vítima, mas protagonista de uma história de sucesso? Por isso, continuamos a acreditar no trabalho de Prevenção que a nossa Instituição desenvolve ao enfrentarmos, com esperança na Providência Divina, os desafios e dificuldades que surgem cotidianamente, sobretudo quando oferecemos estes serviços gratuitos. Este ano, nos faltou o apoio econômico do governo do Estado, que em outros anos foi de suma importância. Mesmo assim, começamos as atividades nas nossas Casas, em Itaitinga, com 205 crianças e adolescentes residentes, no Piamarta da Aguanambi com 143 adolescentes e jovens no tempo integral e 22 jovens nos programas de jovens aprendizes. O esforço para levar adiante tudo isso com qualidade e gratuitamente para os mais vulneráveis é muito grande em termos financeiros e de recursos humanos. Daí ser um dos motivos de muitas noites em claro, pensando em como encontrar uma forma de sustentar esta esperança. Agradeço vivamente, de todo coração a Todos os Amigos do Piamarta que contribuem fielmente a cada mês com o dinheiro ou com outra forma de doação.
PRECISAMOS MAIS DO QUE NUNCA DA VOSSA SOLIDARIEDADE. Continuem, por favor, sendo os nossos Anjos da Esperança. Venham conhecer de perto como cultivamos a Esperança na vida de muitas famílias. As nossas crianças, adolescentes e jovens esperam vocês para poder agradecer pessoalmente. Lieta Valotti
Movimento Amigo do Piamarta Sobre o que nos move.... A esperança anima a luta, fortalece a alma. Esperança é a palavra trazida por Lieta Valotti para abrir este 25º informativo. Esperar e prevenir são nossas palavras de ordem. Aprendemos com São João Batista Piamarta a esperar na Providência Divina e na solidariedade humana. E assim seguimos... O que move aos que trabalham no Piamarta é a esperança na certeza que dias melhores virão para todos. É a certeza que a prevenção é amor antecipado. E assim seguimos... As linhas e as entrelinhas dos escritos e depoimentos sobre as comemorações da SEMANA PIAMARTNA revelam o fruto desse trabalho esperançoso e preventivo. As atividades da Casa da Crianças Gov. Virgílio Távora e do Lar Nazaré acontecem porque a Esperança é chama viva , pois
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mesmo diante das dificuldades e dos parcos recursos financeiros que roubam o sono dos que estão a frente dessa obra,” ninguém solta a mão de ninguém” e o brilho no olho não se apaga. Desistir da arte jamais! Leiam as palavras do Romulo Feliz e façam com a orquestra de Sopro D. Luísa Távora uma turnê pelo Sul do Brasil. Escutem o som das notas musicais nos depoimentos de Luis Guilherme, Jorge Matheus, Antônio Alan, Fco. Elton, Isaias, Gabriel, e João Pedro, todos integrantes dessa viagem musical. Essa é a nossa esperança! “A arte é um espetáculo” salta a emoção de Vitoria Helena por ter visto o espetáculo D´agua do coral da Universidade Federal do Ceará. Porque para os que fazem o Piamarta a arte salva a esperança. E assim seguimos... Agora, se é a esperança que nos MOVE , se amamos por antecipação quando propomos uma EDUCAÇÂO PREVENTIVA para as crianças e jovens considerados vulneráveis pelas circunstancias socioeconômica em que vivem, MOVA_SE também. Não deixe esse sonho de dias melhores se apagar naqueles que esperam no Piamarta. A esperança que nos move é a certeza que dias melhores virão e isso será bom pra todos. Até para você. E até que a gente se veja, fique pois, com tudo o que acalma o coração. . Com afeto. Galeára Matos de França
Piamarta Aguanambi VI SEMANA PIAMARTINA 2019
DEPOIMENTOS SOBRE A SEMANA PIAMARTINA A Semana Piamartina nos mostrou a vida do Padre Piamarta e expôs o que ele fez ao longo de sua vida. Essa semana, além de um aprendizado, proporcionou uma grande união entre as equipes e também entre as instituições. Letícia da Silva Pessoa (aluna do 3º ano C)
A Semana Piamartina de 2019 trouxe como tema “As Fundações de São João Piamarta”. As equipes elaboraram um esquema de estudos sobre as fundações propostas e usaram a criatividade e união para desenvolver, levando em conta as políticas públicas, o conhecimento e assim criar a possibilidade de melhorar a nossa sociedade. Mais um ano. Mais uma Semana Piamartina. Mais emoções!!! Que bom ver concretamente a evolução dos alunos piamartinos sob vários aspectos. Se não vejamos, empenho, organização, criatividade, pesquisa, excelência nas apresentações e participação. São critérios que desde a 1ª Semana foram se aperfeiçoando. É evidente que a cada ano aprendemos mais. Talvez por isso mesmo, passamos de um estágio experimental para um nível maior de exigência. E tal exigência demanda uma série de responsabilidades que vão do planejamento realizado durante a Semana Pedagógica até a exibição dos trabalhos quer seja no mural, na música, no teatro, na paródia, na “gincana” e na empolgação das torcidas. Descrevendo assim, parece simples, mas requer toda uma logística dos profissionais para que tudo ocorra dentro do que foi pensado, conversado e articulado. A começar pela escolha do tema, do logotipo das camisas e do edital com suas devidas tarefas e regras a serem cumpridas. São detalhes que fazem a diferença quando nos deparamos com o espírito de equipe dentro de uma competição. Tanto é que, em pleno sábado, dia 27/04, presenciamos o maior número já registrado em todas as edições da Semana. Parafraseando Gabi: “Vocês (alunos) são adversários, mas não são rivais.” E esse espírito de equipe contempla o Ensino Fundamental I, o Ensino Fundamental II e o Ensino Médio (E.E.M.São João Piamarta), fazendo com que apreciemos momentos únicos de singeleza, sincronia e beleza. Alunos que nos pareciam tímidos em determinadas aulas, despertam e ficam impulsionados, através de um clima contagiante de euforia, a nos mostrar talentos até então adormecidos. São semanas enriquecedoras que levam a nós, educadores, a acreditar que o protagonismo juvenil é capaz sim, de promover ações efetivas que reforçam o legado de Pe. Piamarta: “Fazer bem o bem”.
Beatriz Silvino e Letícia Lopes (alunas do 2º B)
Este foi o meu 1º ano como participante da Semana Piamartina. Achei tudo original e especial. Os alunos ficaram inteiramente conectados às raízes da escola. Unir vários alunos das mais variadas séries fez com que todos trabalhassem com um único objetivo. Larissa Macário (aluna do 1º ano B)
A Semana Piamartina foi uma semana maravilhosa, onde prevaleceu a união e o respeito. Foi uma grande honra ter participado dessa semana, pois vivenciei o esforço e o trabalho em equipe. Desejo que o respeito e a união prevaleça sempre em todas as outras Semanas Piamartinas que virão. Nicole dos Santos (aluna do 1º ano A)
A VI Semana Piamartina, realizada em 2019, proporcionou uma interação contagiante entre as turmas; cooperação, solidariedade e respeito simbolizaram essa semana, sem falar da empolgação reinante nos 4 dias. Ademais, a parte cultural, teatro e dança, foram essenciais para o fechamento da semana em homenagem a são João Piamarta.
Vivemos durante quatro dias uma experiência ousada e enriquecedora. Ousada por unir o exercício da oração e contemplação com o fervor próprio do fazer artístico pela juventude, e também enriquecedor pelos tantos valores vivenciados e conhecimentos acerca das políticas, além da história e legado da Congregação Piamartina. Inélia Braga (Profº de Ed. Física)
Na semana Piamartina, o que mais chamou minha atenção foi a união entre as equipes. Vivenciamos o que houve de melhor, uma disputa saudável. O trabalho desenvolvido durante esta semana foi muito bonito. Amanda Fernandes (aluna do 3º ano A)
Nesta VI Semana Piamartina, nos aprofundamos na história e nas obras de São João Piamarta. Conseguimos ver claramente a intenção, o esforço, o desempenho e o companheirismo das turmas, dos alunos e dos professores. Mª Graça Sena (aluna do 3º ano A)
A Semana Piamartina de 2019 aconteceu em abril e desenvolveu diversas atividades culturais e intelectuais entre os alunos do Centro Educacional e da Escola de Ensino Médio São João Piamarta. As atividades foram preparadas pelos alunos com o apoio dos professores e demais profissionais da educação. Durante alguns dias, as atividades giraram em torno da temática das instituições piamartinas. No clima de uma grande gincana, foram arrecadados donativos para famílias carentes. Os alunos desenvolveram o protagonismo juvenil através de caminhos para uma participação mais ativa, vivenciando experiências que estimularam e fortaleceram a autonomia, os vínculos afetivos e a socialização de todos, criando a perspectiva de torná-los mais ativos e responsáveis nos processos de aprendizagem. Parabéns a todos os alunos e professores que participaram desta linda celebração da Família Piamartina. Milton Pinheiro (Profº de Filosofia e História)
Márcio Rogério (Profº de Redação)
Mara – Coordenadora do Ensino Fundamental II
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Piamarta Aguanambi MERAKI E A SEMANA PIAMARTINA
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Meraki é uma palavra poética que vem do grego, que significa fazer com alma, criatividade ou amor. Creio que a Semana Piamartina poderia ser definida com essa simples palavra, tamanha é a sua simplicidade, pois possui vários significados, da mesma forma que a Semana Piamartina. Nela, nos unimos de todas as formas: trabalhamos, assumimos responsabilidades, aplicamos ideias e levantamos a voz em prol de uma mensagem grandiosa. Claro, como tudo na vida, não é fácil. Afinal, somos humanos e, por vezes, há o choque entre diferentes personalidades, fazendo com que dificulte a convivência em harmonia. Não apenas isso, é difícil aplicar ideias, além de termos de ouvi-las e adaptá-las. É cansativo, desgastante e leva tempo. Mas quando há a discussão, a equipe prevalece, quando há dificuldades existe o esforço pela resolução. E quando ouvimos essa vibração, quando olhamos essas cores e sentimos essa energia, é que faz tudo valer a pena. Portanto, não vamos dar definições, porque definir é limitar-se, e pra que limitar-se quando podemos ir além. E é essa a função da Semana Piamartina. Aluna Mariana – 9º II – Manhã - 06.05.2019
Foram dias de intenso aprendizado, dias de descobrir um outro clima, uma outra vegetação, um outro sotaque, novos sabores e ver outras paisagens. A Orquestra teve uma acolhida afetuosa em cada uma das cidades visitadas. Para quase todos foi a primeira grande viagem, a primeira viagem de avião. Não dá para esquecer a admiração de todos diante das Cataratas do Iguaçu, as selfies feitas no Jardim Botânico, a felicidade e o entusiasmo com que tocaram no marco das Três Fronteiras, na Catedral de Curitiba, na Paróquia de Santo Antônio de Orleans e na cidade de Serranópolis. Foi algo muito especial que muito nos impressionou. Rômulo Santiago e Lúcia Silvestre.
Depoimentos dos alunos participantes da Orquestra de Sopro do Piamarta sobre a viagem ao Paraná. Durante a viagem tive muitos momentos bons, novas experiências, novas amizades, foi uma turnê maravilhosa. E o que mais me marcou foi poder me apresentar no Marco das Três Fronteiras. Gabriel Alisson ( percussão)
Com certeza, a viagem da banda ao Paraná foi uma experiência inesquecível, não só pelo fato de termos viajado para longe mas, principalmente, por termos viajado ao lado de grandes pessoas que são os nossos amigos da banda e
para fazer aquilo que nós mais amamos que é tocar e emocionar as pessoas, além de termos sido super bem recebidos em todos os lugares onde paramos. João Pedro Pereira ( Trompete)
A viagem me possibilitou novas experiências que eu levarei para avida toda, me senti muito feliz por ter tido essa oportunidade e agradeço a todos os que fizeram desse sonho uma realidade. Luís Guilherme ( clarinete)
A viagem possibilitou não só para mim, mas também para todos os integrantes da banda enxergo uma realidade muito diferente daquela em que vivemos. Jorge Matheus ( clarinete)
Para mim, foi bastante gratificante ter viajado com a banda para o Paraná, principalmente, porque eu nunca tinha tido oportunidade de viajar para fora do estado do Ceará e conhecer uma nova cultura. Com certeza, essa viagem vai ficar eternizada em minha memória. Antônio Alan ( clarinete)
Me senti muito feliz por ter tido essa oportunidade. A viagem me fez ver uma realidade bem diferente da que vivo e por isso penso diferente agora e sonho com essa realidade para minha vida . Francisco Elton Azevedo ( flauta)
Foi uma experiência muito boa, diferente e com certeza, impactante na vida de todos nós, tanto na parte profissional quanto na convivência social. Isaias Santos ( trompete)
Turnê no Sul do Brasil da Orquestra de Sopro do Piamarta Em Novembro de 2019, a Orquestra de Sopros do Piamarta realizou uma turnê para o Estado do Paraná com o apoio de amigos piamartinos e com recursos da Lei ROUANET. O período compreendido entre 16 e 30 de novembro, com certeza, ficará na história e na memória afetiva de cada um dos meninos. Além de ser uma oportunidade para conhecer as casas piamartinas que se localizam em Curitiba, Matelândia, Ponta Grossa e União da Vitória.
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Piamarta Aguanambi O ESPETÁCULO D’ÁGUA
O espetáculo “D´Água”, do Coral da UFC e da Orquestra Sonial, volta em curta temporada, neste mês de abril, no Centro Dragão do Mar. As 31 vozes do coral acompanhadas pelos 14 instrumentistas da Orquestra Sonial, ambos projetos de extensão da Universidade Federal do Ceará, promovem um momento de fantasia e som emocionando plateias. A história se passa na Sociedade da Água, um universo mágico de uma aldeia erigida em torno de uma cachoeira e de lendas milenares, quando as pessoas que lá vivem aprendem sobre a importância do afeto e do amor. A lenda mais cultuada trata de três moças responsáveis pela mágica de brotar e purificar a água. “D’Água” tem produção e direção geral do professor e regente Erwin Schrader, à frente deste espetáculo há mais de dois anos. Conta ainda com a condução cuidadosa dos professores Gerardo Viana Jr. e Jaderson Teixeira.
Depoimento sobre O Espetáculo D’água A apresentação do Coral da UFC e da Orquestra Sonial com o espetáculo d’água foi um show de água cristalina. E nós nunca vamos esquecer! No dia 11 de abril, nós, que estudamos no Centro Educacional da Juventude Padre João Piamarta, fomos convidados para essa belíssima apresentação que foi cheia de surpresa, mistério e arte. Um detalhe que me chamou atenção foi o lema: pra afogar tudo o que é deserto em nós. No início, eu não entendi mas quando fiz uma reflexão, percebi o que queriam dizer: libertação; para nos libertar do que faz mal, do que não é bom para nós, para nossa família e para a vida. Fiquei pensando no quanto a água é importante para nós, para o planeta. Sem água a vida acaba. Nessa noite, eu fiquei muito impressionada com o espetáculo d’água, com toda aquela água se movimentando, com os sons da Orquestra Sonial, com as vozes, com a música, com tudo. Agradeço em meu nome e de todos os meus colegas a oportunidade dessa noite maravilhosa que tivemos. Quero parabenizar a todos do Coral da UFC e da Orquestra Sonial. Ah! E já estamos ansiosos pelo próximo espetáculo. Vitória Helena de Sousa da Silva Aluna do 8º ano – Tarde - 06/05/2019
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VIII Caminhada e Corrida Cidadã Pe. Elvis Marcelino
Em nossos corações Pe. Elvis Marcelino, pela PAZ.
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Casa da Criança Governador Virgílio Távora e Lar Nazaré As Atividades No Lar Nazaré E Na Casa Da Criança No Primeiro Semestre 2019 Todos os dias, a partir das 15h 30min, são realizadas atividades que seguem cinco eixos: brincadeira, culinária, autocuidado, contação de histórias e arte. No momento das brincadeiras, são realizadas atividades que possam estimular o trabalho em equipe com o lúdico e o respeito às regras. Na culinária, a criança pode ter contato com os ingredientes: sentir os sabores e a textura, adquirir noção de quantidades e medidas e aprender sobre comida típica e alimentação saudável. As atividades de autocuidado ajudam o aluno a melhorar os hábitos de higiene pessoal e o zelo com o ambiente em que vive. A contação de história contribui a desenvolver a linguagem, a imaginação e a reelaboração de situações vividas. A arte é um momento também muito importante, pois as crianças têm a oportunidade de manipular várias matérias, entrar em contato com várias técnicas, desenvolver as suas habilidades e ainda adquirir o gosto pelo belo. Rosiane Batista de Almeida
Casa da Criança e Lar Nazaré No primeiro semestre desse ano, na Casa da Criança e no Lar Nazaré, foram realizadas atividades significativas para desenvolver a aprendizagem dos meninos e meninas que vivenciam os projetos que acontecem em nossa Escola, dentre eles, podemos destacar as datas importantes do nosso calendário, como a Semana Santa e a Semana Piamartina. Aqui vão os registros produzidos pela professora Roberta Santos:
A Apresentação da Paixão de Cristo A Paixão de Cristo foi um evento grandioso aos olhos de todos. O elenco, formado pelos nossos alunos e alunas, se doou através da arte de representar para evangelizar e ser evangelizado sobre o verdadeiro sentido da Páscoa. O público prestou muita atenção e teve a oportunidade de perceber através do espetáculo o quanto custou a Jesus, Filho de Deus, se fazer humano para nos ensinar a amar e perdoar. Por isso, a memória do maior sacrifício, que é dar a vida pelos outros, nos enche de esperança, afinal, Cristo Ressuscitou! Venceu a morte com o Amor.
Gincana da Semana Piamartina 2019 A Gincana, que faz parte das atividades da Semana Piamartina, é um evento cheio de aprendizados. Este ano, os alunos conheceram melhor a história das Fundações realizadas em vida pelo Padre Piamarta. Conheceram pessoas que, assim como o padre Piamarta, fizeram o Bem. Puderam ouvir relatos de ex- alunos que se realizaram na vida. Escreveram poemas e paródias que invadiram o teatro com muita alegria. Apresentaram a maquete da escola produzida nas aulas de arte e que encheu os olhos de todos que presenciaram curiosos e admirados o espaço e os detalhes do dia-a-dia em tamanho tão reduzido! O que precisa também ser destacado é que as equipes não estavam preocupadas só em ganhar e sim, na união que transformou o evento em diversão. Todos foram campeões, mas com o destaque para a equipe do “Instituto Artigianelli”.
Parceria Família e Escola, a proposta sonhada pelo Piamarta. Todas as crianças deveriam nascer de um desejo e de um ato de amor, deveriam ser bem acolhidos na chegada, acompanhadas com ternura e firmeza nos primeiros tempos, para depois, seguirem pelo mundo ternos e firmes. Este começo abastece de esperança uma sociedade.
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Pai e mãe deveriam trabalhar só o tempo necessário para garantir o bem-estar da família. Ninguém deveria chegar à exaustão pela sobrevivência, nem teria necessidade de ficar rico, para que tivesse mais tempo de brincar e de ouvir as narrativas dos filhos e filhas. Brincar e narrar fortalece vínculos para sempre. Os filhos e filhas teriam direitos e deveres. Seria direito dos filhos e filhas falarem dos seus sentimentos, das suas dúvidas, dos seus receios, dos seus desejos e sonhos e a esse direito correspondia o dever de ouvir de pai e mãe os sentimentos, dúvidas, receios, desejos e sonhos. Assim, pai, mãe, filhos, filhas e todos da casa viveriam no amor a humanidade que lhes cabe. Quando nos reconhecemos humanos fica mais fácil amar, perdoar e seguir adiante em harmonia. O amor deveria sair das nossas casas, atravessar as ruas, segurar nas mãos dos velhinhos, brincar com outras crianças, mesmo as pálidas ou desvestidas de grife, de cor ou de crença diversas. Saindo das nossas casas o amor entraria nas escolas, nos hospitais, nas repartições públicas, nas grandes empresas, e o único critério para um candidato a política seria; saber viver o bem comum. Escolas seguiriam os bons propósitos da família, pois, à família cabe deitar as sementes e à escola acompanhar o crescimento da árvore para que a sociedade se beneficie com frutos saudáveis e maduros. As escolas teriam como meta final formar pessoas conciliadas com seu próprio desejo de saber, de bem com a vida, com o próximo, com os bichos, as árvores e passarinhos. Os professores e professoras abririam as portas do conhecimento sem esquecer os sentimentos jamais. Família e escola juntas podem ensinar a paz. E se depois, de tudo o que você já leu sobre os meninos e meninas de Suzano, você me disser: Isso é utopia. Pois é, essa utopia é que me faz caminhar. Galeára Matos de França Publicado no Jornal O Povo - 28/03/2019
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Casa da Criança Governador Virgílio Távora e Lar Nazaré PROJETO FAMÍLIAS – AGOSTO 2019 Escrevo estas linhas inspirando-me e trazendo, resumidos, alguns trechos, de um artigo da BBC News Brasil publicado em 15 de julho deste ano. O título é “Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil”. https:// www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335 - Na tampa do gás de Alessandra por alguns dias, há um pano de prato vermelho que não será removido tão cedo. Ela tem 36 anos de idade, não tem emprego e tem cinco crianças variando de um a 16 anos de idade. Durante as férias eles correm e jogam o dia todo e quando chega a hora de pedir comida, ela deve recorrer à ajuda de avós ou vizinhos. O drama de Alessandra, infelizmente, não é incomum. Durante as férias, a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país se intensifica. - Em um distrito de Brasília, a 25 km do Palácio do governo, Maria Aparecida é líder comunitária. Ela diz que no final do dia muitas crianças vêm pedir-lhe pão. “Se chega pão de doação, acaba tudo em um minuto”. Nessa mesma comunidade, em 2017, uma criança, na época com 8 anos, desmaiou por causa da fome durante a aula, tornando-se notícia nacional. “É muito desemprego, mães com cinco, seis ou oito filhos que não têm nada dentro de casa. Nem mesmo colchão, gás para cozinhar ou cobertor para este frio. Nas férias, algumas mulheres não têm o que dar aos filhos. Tenho 48 anos, sempre trabalhei nisso (assistência comunitária), e nunca vi a coisa tão ruim quanto está agora. Temos aqui no bairro 285 famílias em situação de miséria total”, diz ela. De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil. - Marinalva, 57 anos, empregada doméstica, tem uma renda média de 360,00 Reais. Se ela pagar até mesmo uma das contas, ela e sua neta não comem. “Quando minha filha me deu essa neta pra criar, ela me disse: ‘mãe, ou você pega a menina, ou eu vou matar ela de
fome’. Quando as coisassão críticas, prefiro alimentá-la e ir para a cama com fome “, diz ela. Durante as férias a situação piora. “Minha neta levanta de manhã e quer o pão dela, e eu me viro e me rebolo, porque na escola ela recebe, e em casa eu não posso dizer pra ela que não tem pão”. Professores e diretores das escolas confirmam que estão testemunhando muitos casos de fome. Alguns testemunhos entre os relatados: - “ a percepção de que o aluno vai para a escola para comer é real, a gente é que aproveita a ida dele para ensinar “ - “Neste ano e no ano passado, tenho recebido crianças que não conseguem aprender de maneira nenhuma. Não porque têm deficiência mental, mas porque não se alimentaram direito. Tive duas crianças no Uerê que desmaiaram. (A criança) começa a passar mal, a
vomitar. Quando vai ver, não houve alimentação no dia anterior. - professora do ensino médio, conta que a colônia de férias da escola pública onde ensina ganhou adesões depois que passou a oferecer lanches. - “Esses dias, servi bolo com suco e vi um dos alunos levantando em direção a sua mochila. Depois percebi que ele deixou de comer para guardar para mais tarde. Perguntei por que, e ele não disse nada. Dei mais um pedaço e ele comeu. Na saída ele revelou: ‘professora, tô levando pro meu irmão’. Outros, resumidos aqui, onde se diz de crianças comem mais nas segundas-feiras do que nos outros dias; alunas que levam seu filho mais novo à escola porque assim comem; escolas que servem um lanche rápido antes de começar as aulas assim que as crianças podem concentrar-
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se melhor até o momento da merenda. O artigo termina com considerações importantes, sobre as quais sempre baseamos nossa ação social aqui, em nossa instituição: a crianças é um infinito de possibilidades. Mesmo que cresçam em um ambiente de extrema vulnerabilidade, o ciclo pode ser interrompido e elas podem atingir seu pleno potencial. É importante, porém, fortalecer também quem cuida delas. “Não conseguimos melhorar a condição de uma criança sem melhorar também a situação de sua família.” é a última frase do artigo. É também o que nós temos sempre sustentado. É justamente a partir deste conceito que nós tiramos da gaveta um projeto há muito tempo sonhado e que só agora nos sentimos capazes de começá-lo. Será um projeto piloto. Acompanharemos vinte mães, tias ou avós de um grupo de 47 de nossas crianças e adolescentes, dos quais percebemos as grandes dificuldades, tanto de aprendizagem, de comportamento etc. Terá uma duração de seis meses durante os quais elas terão um acompanhamento especializado, treinamento e terapia, e cestas básicas serão fornecidas, bem como passagens e outro apoio logístico. No final, cada participante receberá um kit básico com as ferramentas para poder iniciar uma pequena atividade de produção, com base nos cursos de capacitação dos quais participaram. Ainda não temos toda a verba para realizar este novo projeto, mas não podemos mais esperar que esse sonho permaneça fechado na gaveta. A necessidade é urgente. Estamos apresentando para associações e ONGs e estamos divulgando entre todos os conhecidos. Já recebemos doações de cestas básicas e passagens. Alguma instituição nos disse “talvez”. Enquanto isso, confiando na Providência, começaremos em agosto. O Senhor nunca nos deixou sozinhos. Seja feita a sua vontade. Veja também: Quase metade das crianças no Brasil vivem na pobreza – Observatório do 3º setor. https://observatorio3setor.org.br/noticias/quase-metade-das-criancas-no-brasilvivem-na-pobreza/ Angelo Faustini
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Escola Agrícola Padre Lino Gottardi O Projeto Mãos Que Fazem a Diferença.
O Piamarta Apodi começa o segundo semestre com muita alegria devido ao retorno das crianças que vivem nas Comunidades: Cabeça Preta, Km 60, Santa Maria e Tomé, podemos ouvir e sentir cerca de 500 educandos dando vida à Escola. Isso graças à parceria do Piamarta com a Secretaria de Educação do Município de Limoeiro do Norte. Esta parceria visa a melhoria e a qualidade do ensino-aprendizado, bem como o bem-estar dos alunos destas referidas comunidades.
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Retorno das Aulas do Segundo Semestre no Escola Lino Gottardi.
Ao perceber as necessidades das mulheres da Comunidade Cabeça Preta, o Piamarta Apodi se sensibilizou com realidade delas e convidou algumas delas para participar do Projeto Mãos que Fazem a Diferença, que tem como objetivo elevar a autoestima; desenvolver a prática da solidariedade e do companheirismo; facilitar o acesso ao conhecimento e realizar a transformação do trabalho em algo prazeroso e rentável. O trabalho iniciou há cerca de um ano. Nesse primeiro momento enfrentamos inúmeras dificuldades em virtude de não termos apoio financeiro, salvo o que recebemos do Piamarta e do Sr. Rafael, um comerciante da cidade de Limoeiro do Norte, bem como a força de vontade de quatorze valorosas mulheres da própria comunidade. Os encontros acontecem aos sábados. As mulheres, à medida que relatam as experiências vividas por elas e seus familiares, reutilizam os materiais recicláveis doados, transformando-os em peças artesanais como: tapetes, ladrilhos e as bonecas de pano (carro-chefe da produção). Tendo em vista a importância dos trabalhos realizados por estas artesãs, o Piamarta Aguanambi ofereceu um espaço na Praça da Gratidão para expor seus criativos artesanatos no 2º Arraiá Piamartino.
UM SER SOLIDÁRIO
Os alunos da Escola Municipal Joaquim Dino Gadelha estudam num espaço físico mais amplo e arborizado, oportunizando-os através de vários projetos, a saber: Leitura, Cooperativismo, Memória da Cultura da Comunidade e o Mais Educação. Além disso, participam do Sistema de Tempo Integral alunos do segundo, do quinto e nono ano do Ensino Fundamental, tendo como parâmetro, o Sistema Integral aplicado anteriormente nesta Instituição de Ensino, desenvolvendo os aspectos físicos, motor, cognitivo e sócioemocional dos educandos. Contamos também com o apoio das mães destas comunidades que
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formaram um grupo para contribuir com a Escola nos Projetos acima citados. Com tamanho esforço e dedicação acreditamos em uma nova perspectiva para a educação das comunidades da Chapada do Apodi na cidade de Limoeiro do Norte. Helena Montez
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O compromisso em ser solidário é o que move o Sr. Joaquim, fiel Amigo do Piamarta, a se deslocar de sua residência até esta Instituição com o intuito de entregar uma quantia em dinheiro, bem como a doação de gêneros alimentícios. Um Senhor idoso de 90 anos, simpático, com suas passadas curtas, porém demonstrando grande afeto e carinho quando abençoa nossas cabeças com suas orações, enchendo-nos de fé. Torna-se, portanto, esperançoso pensar em pessoas assim, faz bem a nossa alma! ... Quando se aproxima o final do mês já nos perguntamos: Cadê o Sr. Joaquim, que ainda não chegou? “Ser solidário com os demais é ser solidário com o próprio Cristo”. Mt.25,40.45 Iolanda Correia
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Destaque da Vez História de vida e superação de crianças e jovens, funcionários e professores, aparecerão aqui.
Minha história de vida. Chamo-me Gerlânia Gonçalves Pinheiro, estou com 22 anos e minha história com o Colégio Piamarta iniciou-se há alguns anos quando eu tinha 7 anos de idade. Desde muito tempo pequena já ouvia meus irmãos Clecio e Cleber Pinheiro falarem desta escola, pois já fazia 2 anos que residiam e estudavam nesta Instituição e muitas vezes preferiam permanecer na Escola a retornar para casa aos finais de semana devido a toda situação de vida e também morávamos numa zona de risco. Em 2004, cheguei no Piamarta Aguanambi mas o destino seria o Lar Nazaré onde deveríamos pegar o ônibus para Itaitinga. Na hora da partida observei que muitas crianças choravam ao se despedir de seus familiares, contudo, não sei se era ansiedade ou agitação, mas em momento algum chorei, beijei minha mãe e adentrei no ônibus, pois já era o momento da partida e também de descobrir novos horizontes. Ao chegar em Itaitinga, no Lar Nazaré, me deparei com um lugar lindo e acolhedor, fiquei extremamente encantada e contente quando vi uma piscina, pois jamais havia tomado banho numa, me recordo desse momento com entusiasmo, através da minha memória afetiva. Conheci as professoras e educadoras naquele mesmo dia até fizemos uma atividade da qual a única coisa que lembro é que não sabia escrever meu próprio nome. Os anos foram passando e rapidamente me acostumava com tudo. Fiz muitas amizades e era sempre falante, nas apresentações escolares estava quase sempre à frente dos projetos e às vezes era a apresentadora dos eventos escolares. Minha irmã chegou no Lar Nazaré pouco tempo depois, éramos diferentes, porém como irmã mais velha, fazia de tudo para protegê-la. Chegou o momento em que eu deveria ir embora, estava muito triste, pois sabia que o ambiente em que morávamos permanecia perigoso, minha mãe continuava desempregada e apresentava problemas psicológicos e eu não queria voltar a dormir embaixo dos bancos da rodoviária de Fortaleza, quando era menor podia até ser divertido, mas tinha crescido e tinha uma nova percepção de mundo e das pessoas, estava completamente desesperada. Assim consegui conversar com a Lieta e fui comtemplada a estudar até o 1º ano do ensino médio. Fazia cursos em Itaitinga e ajudava em atividades com as meninas na biblioteca, no refeitório e nas residências. Nesse momento, concomitantemente, aprendi também com os ensinamentos de minha mãe, mas nos finais de semana alguns deles eram desconstruídos, pois eu e meus irmãos ficávamos sozinhos em casa, sem a presença de um adulto, pois precisava trabalhar fazendo faxinas, aí aproveitávamos para brincar no meio da rua num bairro perigoso que não tínhamos probabilidade de encontrar algo construtivo e sim tráfico e violência.
Depois comecei a estudar no Piamarta Aguanambi e até hoje eu e minha irmã rimos juntas quando lembramos o meu entusiasmo em estudar na Aguanambi e vestir a farda da escola, sem contar que quase não faltava as aulas: fizesse sol, chuva ou relampeando, até com febre ia para escola porque me sentia muito bem, amava o espaço e a biblioteca, podia pegar livros sem pagar, não tinha dinheiro para comprar os livros didáticos então amava aquela biblioteca. Ingressei em cursos que até hoje compõe o meu currículo. No meu último ano escolar recebi a notícia que podia concorrer com outros alunos para ser Jovem Aprendiz, redigi uma excelente redação e por isso foi uma das escolhidas. Com este resultado saltitei de alegria e com o coração que não cabia no peito. Principiei na secretária da escola e aprendi coisas importantíssimas onde me identificava, no qual me impulsionou a fazer um curso de Secretaria. Completei dezoito anos com toda a responsabilidade de uma casa, tinha que pagar as contas: aluguel, água, luz e de alimentação. Infelizmente tive que buscar outras oportunidades de emprego, pois precisava contribuir com o orçamento da casa. Mais uma vez ganhei a oportunidade de trabalhar em umas das Instituições Piamartinas em Itaitinga. Iniciei como secretária, mas de imediato me identifiquei no trabalho com as crianças na sala de aula, dava reforço e substituía professoras. Neste mesmo ano, ganhei meia bolsa para cursar Serviço Social. Não me sentia ainda completa no trabalho, iniciei novas atividades como educadora e sinto que sou capaz de proporcionar a transformação na vida de outras pessoas. Em junho deste ano conclui minha formação acadêmica. Sinto-me realizada como sujeito social, pois posso trabalhar para viabilizar os direitos daqueles que têm seus direitos violados, sejam eles crianças, jovens, adultos ou idosos e fazer a verdadeira diferença. Gerlânia Gonçalves
Informativo do Centro Educacional da Juventude Padre João Piamarta | Fortaleza - CE
Ao longo de todos esses anos de funcionamento, o Piamarta ajudou a mais de 40 mil crianças e adolescentes, graças às generosas doações de cidadãos italianos por meio da Ong. Operação Lieta, de órgãos estaduais e federais e de brasileiros, cientes da importância da causa e do trabalho por nós desenvolvido. Em 2009, pela vontade de alguns ex-alunos e colaboradores, surgiu o MOVIMENTO AMIGO DO PIAMARTA, com objetivo de ajudar a Instituição a continuar fazendo o que sempre fez: acolher crianças e adolescentes proporcionando-lhes um futuro melhor. Se você também quer ser parte desse grande projeto de construção de uma sociedade justa e fraterna torne-se Amigo do Piamarta. Venha nos visitar, conheça o nosso trabalho de perto, e seja mais um protagonista dessa bela história. Email: amigo@piamartaaguanambi.org.br
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