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Folha - Setembro de 2016

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altando menos de 5 dias para a eleição, o cenário de Baixo Guandu caminha para sua definição. É o que indica a mais recente pesquisa* de opinião realizada no município pelo instituto Brand Pesquisas, de Vitória, sob encomenda do Jornal Folha Guanduense, nos dias 21 e 22 deste mês, quando foram entrevistados 400 eleitores com mais de 16 anos de idade. A margem de erro é de 4,9% em um intervalo de confiança de 95%. O instituto Brand é um dos mais conceituados do Espírito Santo, e já teve nestas eleições diversas pesquisas eleitorais publicadas por veículos de comunicação respeitados, entre eles os jornais Século Diário e ES Hoje, ambos de Vitória, e o Aqui Notícias de Cachoeiro de Itapemirim. Segundo o consultor em Marketing Político, Darlan Campos, "nessas eleições, com curto espaço de tempo e baixo financiamento, teremos poucas mudanças na reta final de campanha nas campanhas em geral. Os candidatos que se apresentam na frente das pesquisas, tem um passo a frente na disputa pelo executivo municipal."

Ele conclui que, "no caso de Baixo Guandu, com mais de 90% do eleitorado da cidade afirmando que seu voto está consolidado e nenhum motivo o fará mudá-lo, somado com a alta aprovação da administração, fazem do atual prefeito Neto Barro franco favorito a uma vitória com larga vantagem". Os resultados apurados pela pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral sob o nº. ES-00474/2016, mostram que, se a eleição fosse hoje, o prefeito Neto Barros seria reeleito com 60% dos votos válidos quando se desconsideram os votos brancos e nulos, e as abstenções. O candidato Lastênio Cardoso perderia a disputa, obtendo 40% dos votos válidos.

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Diferença Baixo Guandu possui 22.058 eleitores, mas com base nas últimas eleições, acredita-se que serão apurados cerca de 18.500 votos válidos para prefeito. Dentro desta estimativa e se as urnas confirmarem a pesquisa Brand/Folha, Neto Barros poderá vencer Lastênio Cardoso com aproximadamente 3.700 votos de vantagem.

O atual prefeito Neto Barros é franco favorito na disputa pelo executivo guandense. Na sondagem espontânea ele aparece com 42,3% das intenções de voto. Seu adversário, Lastênio Cardoso, aparece com 29,5%. A diferença se mantem na sondagem estimulada, quando Neto Barros chega a 45,8%, contra 32,5% de Lastênio Cardoso. A questionar os eleitores se sua decisão de votar em um dos candidatos é definitiva, ou se algum fato novo nessa reta final pode modificar seu voto, a esmagadora maioria afirma que o voto está consolidado. Para 91,7% sua decisão é definitiva e não mudará até o dia 02 de outubro. Apenas 7,7% manifestaram que poderiam mudar de opinião, dependendo dos acontecimentos na reta final de campanha. Se cruzarmos os dados de intenção de voto estimulada e a certeza do voto, 95,6% dos eleitores

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afirmam que a decisão de votar em Neto Barros é definitiva. Quando indagado sobre o candidato que não votaria em hipótese nenhuma para prefeito de Baixo Guandu, Lastênio é escolhido como o candidato mais rejeitado com 23%. O prefeito Neto Barros marca 19%. Na cidade o sentimento geral é de uma vitória do atual prefeito. Para 54% dos entrevistados o prefeito Neto Barros será o vencedor no dia 2 de outubro. Apenas 23,8% dos entrevistados acreditam numa vitória de Lastênio Cardoso. Nessas eleições, com curto espaço de tempo e baixo financiamento, teremos poucas mudanças na reta final das campanhas em geral. Os candidatos que se apresentam à frente nas pesquisas têm vantagem na disputa pelo executivo municipal. No caso de Baixo Guandu, com

mais de 91% do eleitorado da cidade afirmando que seu voto está consolidado e nenhum motivo o fará mudá-lo, somado com a alta aprovação da administração, fazem do atual prefeito Neto Barro franco favorito a uma vitória com larga vantagem em dois de outubro.

Darlan Campos é Consultor em Marketing Político e diretor executivo da empresa República MP. Também é Professor universitário e especialista em marketing político e comunicação estratégica.


Preferindo manter-se pessoalmente mais distante das campanhas eleitorais municipais no Espírito Santo, o governador Paulo Hartung deixou clara sua posição de apoio à reeleição de Neto Barros em Baixo Guandu. Considerado “homem forte do Governo” e talvez o mais próximo de Paulo Hartung, o secretário chefe da Casa Civil. José Carlos da Fonseca Junior, o Zécarlinhos, esteve em comício realizado na semana passada no bairro São José, quando deixou claro que falava em nome do governador. “Paulo Hartung pediu que eu viesse a este palanque em Baixo Guandu e dizer a todos vocês que apoia Neto Barros a prefeito, um administrador que mostrou toda sua capacidade neste primeiro mandato e com certeza merece a reeleição”, falou o secretário chefe da Casa Civil, é que diplomata de carreira e já foi deputado federal pelo Espírito Santo. Fonseca Junior lembrou no palanque um relato da viagem que fez com o governador Paulo Hartung no final de agosto e início de setembro, a Singapura, no Sudeste Asiático, um país que apresenta dados espetaculares de crescimento sócio econômico. Hartung e Fonseca Junior viajaram em busca de investimentos no Estado e o chefe da Casa Civil disse que são grandes as possibilidades de uma parceria do Estado com aquele país.

Para Fonseca Junior, a possibilidade de investimentos em território capixaba cresce naqueles municípios organizados e bem administrados. “É o caso de Baixo Guandu, onde o prefeito Neto Barros realiza uma gestão reconhecida e coloca o município em ótimas condições de atrair investidores”, disse. Além de Fonseca Junior, outro secretário do Governo Hartung veio ao palanque de Neto Barros. O secretário de Desenvolvimento e Ação Social, Rodrigo Coelho, que participou de comício no bairro Rosário I, ressaltou que estava ali a pedido do governador do Estado. “Paulo Hartung solicitou que eu viesse a Baixo Guandu deixar muito claro para o eleitorado que as portas do Governo do Estado estão abertas para a futura administração do prefeito Neto Barros. Vamos estabelecer parcerias muito importantes para o município, que tem um grande representante na Assembleia Legislativa, que é o deputado Dary Pagung”. Da mesma forma o secretário de Agricultura, Octaciano Neto, gravou vídeo de apoio a Neto Barros, atendendo à solicitação do governador. Octaciano elogiou a gestão pública em Baixo Guandu e garantiu que a ponte entre o município e o Governo do Estado está garantida e vai permitir uma relação de grandes benefícios, neste momento de graves dificuldades que

O candidato a prefeito Lastênio Cardoso investiu no apoio do vice-governador César Colnago, para convencer o eleitorado de que terá um bom relacionamento com o Governo do Estado caso seja eleito prefeito. Colnago, que é primo do candidato a vice-prefeito de Lastênio, Vinicius Gobbo, esteve em Baixo Guandu na semana passada. Colnago andou por algumas ruas do centro da cidade e, usando um aparelho de som, expressou seu apoio a Lastênio nesta eleição. No começo da campanha eleitoral, a coordenação de campanha de Lastênio Cardoso chegou

Governador Paulo Hartung quer estabelecer parcerias com o município no novo governo o Espírito Santo atravessa com a forte estiagem. Se depender de sustentação não só do Governo do Estado, mas também a nível federal, o prefeito Neto Barros, caso reeleito, terá um novo mandato com

a postar nas redes sociais um vídeo do governador com suposto apoio nesta eleição. Só que o material exibido foi filmado em 2004, portanto há 12 anos, quando realmente o governador expressou apoio a Lastênio em Baixo Guandu. A utilização do velho vídeo teria provocado irritação no Palácio Anchieta, uma vez que ninguém teria consultado Paulo Hartung. Alguns dias depois, o governador decidiu pelo apoio a Neto Barros, enviando vários secretários de Estado para falar em seu nome sobre quem realmente apoia no município.

muito mais facilidade de obter recursos para Baixo Guandu. O senador Ricardo Ferraço fez questão de também colocar seu gabinete em Brasília à disposição de Baixo Guandu. “Sei que o municí-

pio tem demandas importantes e estarei do lado do prefeito Neto Barros na busca de investimentos que proporcionem uma vida melhor para a população”, falou o senador Ferraço.

Sem apoio de Paulo Hartung, Lastênio trouxe o vice-governador


Um total de 22.058 eleitores (10.612 homens e 11.446 mulheres) vão decidir nas urnas, no próximo domingo, quem vai ocupar os poderes Executivo e Legislativo em Baixo Guandu nos próximos 4 anos. A previsão da Justiça Eleitoral é que o resultado já seja conhecido por volta das 21 horas, ou até mesmo antes deste horário. Concorrem a prefeito Neto Barros, que tenta a reeleição e tem como vice Eloy Avelino, enquanto a chapa adversária é formada por Lastênio Cardoso candidato a prefeito e Vinicius Gobbo de vice. As 13 vagas na Câmara Municipal em Baixo Guandu serão disputadas por cerca de 160 candidatos. A novidade no Legislativo este ano é o aumento do número de vagas de 11 para 13, uma vez que o município ultrapassou os 30 mil habitantes e houve esta alteração permitida por Lei. Embora tensa em alguns momentos, a campanha eleitoral de 2016 até o início desta semana transcorreu sem incidentes, com pouco ou quase nenhum trabalho da Polícia Militar para coibir excessos. O último comício pode ser realizado até a noite de quinta

A união do deputado estadual Dary Pagung com o prefeito Neto Barros na campanha eleitoral deste ano provocou, de início, uma forte surpresa na eleição municipal, tendo em vista que ambos desenvolveram trajetória política sempre em lados opostos. Dary não só fez uma aliança política, mas “caiu” na campanha do prefeito Neto Barros com muita dedicação e garante que vai manter o ritmo até a eleição. O deputado participou da maioria dos comícios de Neto Barros, fez caminhadas pela cidade e interior e ainda promoveu uma forte aproximação do candidato com o Governo do Estado. Tido como um dos deputados com ligação muito próxima com o governador Paulo Hartung, Dary Pagung só tomou a decisão de apoiar Neto Barros em Guandu depois de receber o aval do chefe do Executivo estadual. “Nós estamos vivendo um momento de forte crise econômica, uma estiagem sem precedentes e senti a necessidade de uma união de forças em favor de Baixo Guandu, sem qualquer tipo de acordo político para o futuro”, explicou na semana passada o deputado Dary,

Lembrete Nunca é demais alertar aos candidatos a prefeito, vice e vereadores que a chamada “boca de urna” é proibida pela legislação eleitoral. Na verdade esta prática, tão comum nas eleições brasileiras, não tem resultados práticos. Os eleitores raramente saem de casa sem saber em quem vão votar, ou seja, já decidiram quem escolheram durante a campanha eleitoral. Comemorar Até as 21 horas de domingo o guanduense já estará sabendo quem são o prefeito e os vereadores eleitos. Para quem gosta de dizer que o Brasil é o país mais atrasado do mundo, vale lembrar que temos um sistema eleitoral de apuração de votos dos mais eficientes do planeta. Que, aliás, está sendo copiado por vários países do chamado “primeiro mundo”. Palmas para o nosso Brasil.

feira, dia 29, mas nos dias 30 de setembro e 1º de outubro os candidatos ainda podem fazer caminhadas e distribuir material de campanha. No domingo, data da votação, a chamada “boca de urna”, com distribuição de material de propaganda está proibida, bem como manifestações coletivas de ordem política. O eleitor, no entanto, pode fazer manifestação individual,

votando, por exemplo, com adesivo do candidato de sua preferência. Este ano a campanha eleitoral em todo o país foi reduzida de 90 para 45 dias, o que de certa forma reduziu também a movimentação em torno do processo eleitoral. Com a proibição de doações de pessoas jurídicas e a crise econômica, as campanhas tiveram grande redução de custos.

que é presidente da poderosa comissão de Finanças da Assembleia Legislativa. Dary Pagung considera que, confirmada a reeleição de Neto Barros, Baixo Guandu só tem a ganhar. “Nós já iniciamos uma parceria de trabalho conjunto e ela vai ser intensificada a partir do próximo ano. Vou ser um canal de ligação permanente do município com o Governo e temos grandes demandas para serem atendidas em Baixo Guandu”, afirmou Dary. O deputado acentuou que Paulo Hartung apoia a reeleição de Neto e enviou secretários de Estado ao palanque do candidato para deixar isto claro para a população. Para Dary, a aproximação de Baixo Guandu com o Governo será fundamental para que o município receba investimentos em várias áreas. “Já me coloquei à disposição de Neto Barros e vamos juntos estabelecer um programa conjunto de ações em favor do nosso município. Tanto eu quanto Neto deixamos a vaidade de lado, esquecemos possíveis divergências políticas do passado e nos unimos porque Baixo Guandu não pode ficar dividido”, finalizou o deputado.

Intensa A busca do voto nesta reta final de campanha promete movimentar muito Baixo Guandu pelo menos até sábado. As duas campanhas - de Neto Barros e Lastênio - com certeza serão intensificadas com caminhadas e comícios, enquanto os mais de 150 candidatos a vereadores vão buscar na última hora o apoio que necessitam para a eleição. Sem prefeito O eleitor guanduense anda desconfiado com os candidatos a vereadores que não apresentam seu candidato a prefeito. A lógica é uma só e perfeita: se não são fiéis ao seu candidato a prefeito, imaginem como serão com o eleitor. E ainda tem aqueles que tem candidatos a prefeito em suas coligações e pedem votos para o prefeito do outro lado. Com estes, cuidado redobrado. Duas campanhas Tivemos no transcorrer desta campanha dois palanques bem distintos. De um lado, candidatos com discursos virulentos, carregados de rancor, disseminando até o ódio. Com as devidas exceções, é claro. Do outro, uma campanha bem tranquila, com propostas para a cidade e carregada de um clima leve, de alegria e esperança. O eleitor com certeza sentiu a diferença do clima. E saberá escolher o que é melhor para Baixo Guandu. Bom clima O eleitor guanduense está participando até bem ativamente dos comícios. Uma das razões para isso é a redução da criminalidade na cidade. Se chegamos a registrar 25 homicídios por ano em 2011, em 2016 este número até o final de setembro estava em 7 casos. Uma redução drástica nos crimes de morte que tiravam o sono dos guanduenses. Este clima de segurança está animando os guanduesnes a saírem mais de casa, ir às pracinhas bater papo de noite, andar de bicicleta, fazer caminhada. Um detalhe interessante: nenhum homicídio este ano relacionado ao tráfico de drogas. Escolha No próximo domingo, 2 de outubro, que o eleitor guanduense escolha o melhor prefeito e os melhores vereadores para Baixo Guandu. É o futuro nas mãos de cada um de nós. Pesquisa registrada O candidato a vice Vinicius Gobbo não aprende nunca: acostumado a falar inverdades em palanque, investiu agora em vídeo contra o Folha Guanduense. Vinícius ainda é novo e talvez um dia ainda mude seu comportamento insensato ao fazer política.


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s eleitores do município de Aimorés, que somam 19.519, vão as urnas no dia 2 de outubro, para escolher seu novo prefeito, vice e onze vereadores da Câmara Municipal. Aimorés conta com 16 locais distintos como local de votação, que acontece das 8 às 17 horas, sendo que o resultado sai ainda na noite de domingo, por volta das 21 horas. Dois candidatos estão concorrendo a prefeito: Marcelo Fubá e o professor Renato Teixeira, relembrando os antigos embates políticos de Aimorés, quando as duas maiores correntes políticas se enfrentavam nas urnas.


Revivendo as antigas disputas políticas em Aimorés, quando dois candidatos buscavam voto a voto a vitória na eleição, Marcelo Fubá e Renato Teixeira intensificaram a campanha para prefeito de Aimorés nos últimos dias. A cidade vive um forte clima pré-eleitoral, com presença forte em comícios, muitos cabos eleitorais andando pela cidade em busca dos eleitores indecisos, entre especulações de quem poderia ganhar a eleição marcada para o próximo domingo. Como não houve divulgação, pelo menos até o início desta semana, de uma pesquisa eleitoral feita por instituto especializado e com registro da avaliação na Justiça Eleitoral, tudo fica no terreno da especulação sobre quem estaria na frente na disputa. O candidato do PMDB Marcelo Marques, que foi prefeito de Aimorés entre 2009/2012, é tido como favorito por alguns motivos: em 2012 perdeu a reeleição para o prefeito atual Ala-

erte Silva por cerca de 300 votos, possui uma estrutura partidária consolidada com o PMDB, de forte tradição política no município, e conta com a lembrança de uma gestão bem avaliada no período em que ocupou o Executivo. Do outro lado, o professor Renato Teixeira, apoiado pelo prefeito Alaerte Silva, apresenta como fator positivo o fato de ser um nome novo na política. Como nunca ocupou um cargo político, Renato não tem avaliação positiva ou negativa formada diante dos eleitores – o que pode ser bom por um lado e nem tão favorável por outro. O fato é que, aparentemente, a busca pelo voto entre Marcelo Fubá e Renato Teixeira busca mostrar força sob todas as formas. Os comícios em Aimorés vivem lotados, de ambos os lados, com os eleitores procurando avaliar quem teria melhores condições de governar o município.

O último comício de Marcelo Fubá está marcado para as proximidades da Disvale, no bairro Igrejinha/Barra do Manhuaçu, enquanto Renato Teixeira faz o comício nas proximidades da praça do relógio, no centro da cidade. O vice de Renato Teixeira é o ex-vereador Rogerinho, que elegeu-se em 2012 mas renunciou ao cargo em 2015, frustrado por não ter conseguido, segundo ele, realizar as transformações que desejaria fazer no Legislativo. Já o vice de Marcelo Fubá é Jefinho, que trabalha na Justiça local e está licenciado para concorrer ao cargo. Mais de 19 mil eleitores estão habilitados para votar em Aimorés, que tradicionalmente apresenta na reta final disputas acirradas em torno da escolha do novo prefeito e vereadores. O resultado sai ainda na noite de domingo e a expectativa é grande em todo o município.


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Folha - Setembro de 2016 by Andre Schneider - Issuu