O comércio de Baixo Guandu está esperando um movimento intenso e histórico nas vendas de Natal em 2021, impulsionadas especialmente pelo grande volume de Indenizações pagas no município desde setembro de 2020, mas intensificadas nos últimos seis meses. Para se ter uma ideia do volume de recursos pagos em indenizações em Baixo Guandu, nos últimos 14 meses, foram R$ 638 milhões através do Novel, beneficiando aproximadamente 7 mil famílias - segundo dados oficiais divulgados esta semana pela Fundação Renova. Vendas em alta Todo este recurso, que significa quase 6 anos da arrecadação total do município, alavancou de forma extremamente positiva o comércio da cidade desde 2020 e vai se refletir diretamente nas vendas de fim de ano. Os lojistas sabem disso e se prepararam para atender a clientela, reforçando estoques na área de presentes, eletrodomésticos, roupas, aparelhos na área de informática, celulares e outros itens, sem contar a área supermercadista, cujas vendas também estão em alta. "Não resta dúvida que a expectativa é excelente. As indenizações ajudaram muito o comércio depois de vários meses de pandemia grave, e agora no Natal o comércio está otimista e se preparou para atender uma demanda forte", analisou esta semana o presidente da CDL Uberaldo Dittbenner. Não só no centro da cidade o comércio está preparado. Com o aumento do poder aquisitivo da população, um fenômeno aconteceu em Baixo Guandu nos últimos meses: o comércio de bairros experimentou um crescimento extraordinário, nos mais diversos setores, e também se mostra otimista com as vendas do final de ano.
Estradas ruins Jorge Kuster Jacob, pomerano, sociólogo, pesquisador e representante dos pomeranos na Comissão Nacional do Povos e Comunidades (decreto 20.40) de 2007 a 2013 cobra a inclusão dos pomeranos em suas pesquisas. – “Na época pela primeira vez um presidente da República chamou dos grotões deste país, 16 povos tradicionais, aproximadamente 5 milhões de brasileiros, para propor políticas para essa parte da sociedade brasileira. Foi inédito”, disse o pesquisador. A comissão nacional na época tinha seus representantes: índios, negros, caiçaras, ciganos, faxinalenses, pomeranos, povos de terreiros, fundo de pastos, catadoras de mangaba, quebradeiras de coco-de-babaçu, pantaneiras, pescadores e pescadoras artesanais, seringueiros, ribeirinhos, jangadeiros, entre outros. “Frente a frente esses povos respeitando suas diferenças debateram durante dois mandatos federais políticas para seus povos. “As reuniões de dois em dois meses. Com debates intensos mas deixar frutos eternos.” Os povos e comunidades tradicionais, embora existentes, não eram visíveis para as estatísticas oficiais, acarretando um prejuízo social para os seus indivíduos, que necessitam de políticas públicas desenvolvidas de forma adequada às suas realidades. A construção de uma metodologia, no âmbito do planejamento das operações estatísticas, que sinalize a existência, localização e identidades territoriais destas populações é o ponto inicial para implementação de um projeto institucional que contribuirá para o cumprimento da missão do IBGE “de retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento da sua realidade e ao exercício da cidadania”. “O IBGE precisa avançar no seus processo de pesquisa sobre os povos e comunidades tradicionais. O censo de 2022 vai ter apenas índios e quilombolas na pesquisa. Conforme decreto 6040 somos 16 povos e comunidades tradicionais no Brasil. No Governo Lula, especialmente de 2007 a 2014 tivemos um grande avanços na questão de políticas especificas para esses povos, especialmente no setor cultural. Toda essa política da época contribuiu para o censo de 2010. Mas precisamos avançar mais. Apenas destacar dois povos tradicionais no Censo de 2022 é muito pouco. Os pomeranos, por exemplo, precisam aparecer nas estatísticas para assim argumentar com mais informações, números e
Todo ano é a mesma história: as chuvas normais de verão deixam as estradas do interior de Baixo Guandu com dificuldades de tráfego e a culpa bate nas costas do prefeito. Com Lastênio Cardoso não tem sido diferente, com o agravante de que ele foi eleito pelo voto do interior e diariamente sofre duras críticas pelo estado ruim das vias. Nas chuvas , é realmente complicado manter as estradas em ordem, mas quem mora no interior quer ser atendido na medida das promessas feitas na campanha.
Custo alto consequentemente buscar políticas para o seu desenvolvimento local e sustentável”. Numa estimativa feita por Jorge Kuster Jacob em 2012 no Espírito Santo temos hoje 150 mil pomeranos em 17 municípios com destaque para Santa Maria de Jetibá, Laranja da Terra, Vila Pavão, Domingos Martins, Pancas, Afonso Claudio, Santa Leopoldina, Baixo Guandu, Itaguaçu e Itarana. No Brasil temos mais de 300 mil pomeranos no Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia, Minas Gerais e Paraná. Ao todo temos mais de 30 municípios onde a maioria são pomeranos. Mas as comunidades pomeranas não são só números. “Temos uma rica identidade histórica e cultural. Temos uma língua (cooficializada), agricultura familiar forte, religiosidade própria, dança, música, culinária, arquitetura, eventos culturais, museus no Brasil, literatura, filmes, cds musicais, programas de rádio, festivais folclóricos, bandas musicais, o rito do casamento, a tradicional concertina, entre outras manifestações típicas que muitos povos no Brasil já perderam. O pomerano é um dos três povos mais tradicionais do Brasil. Não existem mais na Europa ou outros continentes. Só existem no Brasil. A Pomerânia é Brasileira”. – diz Jorge. Ainda disse que vai encaminhar manifestações as igrejas, escolas, lideranças pomeranas espalhadas pelo Brasil para fortalecer esse movimento para incluir o povo pomerano no IBGE. Para fazer o censo com os pomeranos, assim como com qualquer povo tradicional, os pesquisadores devem receber um treinamento especifico ou serem pomeranos para extrair de fato aquilo que a pesquisa quer na língua pomerana. Simplesmente falando português muitas informações podem não sair ou sair distorcidas.
O prefeito de Aimorés Marcelo Marques considera Baixo Guandu privilegiado na área de Saúde, já que não gasta recursos do município para manutenção do hospital local, que é estadual. Já Aimorés repassa dos cofres municipais, cerca de R$ 230 mil mensais para manter o atendimento de emergência no hospital São José, dinheiro que, segundo o prefeito, faz muita falta na atenção básica à Saúde.
Candidatos Baixo Guandu deve ter só dois candidatos locais a deputado estadual: Dary Pagung e Neto Barros. O vereador Eliseu Siqueira, que ensaiou ser candidato com o apoio do prefeito Lastênio Cardoso, teria já desistido de entrar na briga, depois de se envolver em mais uma polêmica desgastante, a questão do abono aos professores com dinheiro do FUNDEB. O abono não deve sair e, nesta polêmica, Eliseu ficou muito mal com o magistério municipal.
Radar O radar instalado na entrada de Mascarenhas, na BR-259, fundamental para evitar acidentes, virou guerra política em cima da conquista. O prefeito Lastênio Cardoso reivindicou para si o feito, porém registros mostram que a reivindicação é antiga, com a luta da vereadora Sueli Teodoro e do ex vereador Geraldo Boone. De toda forma, o importante é o equipamento instalado.
Violência Um grupo de vereadores anda preocupado com a violência em Baixo Guandu e resolveu agir, buscando socorro e ações mais efetivas junto ao 8 Batalhão de Polícia Militar, em Colatina, a quem é subordinada a 2ª Cia da PM sediada no município. Normalmente esta providência cabe ao prefeito, porém os 5 vereadores que foram a Colatina preferiram agir de forma mais rápida. O maior problema na segurança continua sendo o tráfico de drogas, o trânsito com muitos acidentes e a alta no número de homicídios.
Baixo Guandu vai contar já no mês de dezembro, com as novas instalações do tradicional Supermercado Magioni, agora totalmente repaginado para melhor atender aos clientes. O novo Supermercado Magioni está também sob nova direção, a cargo do empresário Hélio Klems, que há anos já atua no setor em Baixo Guandu. Quem visitar o novo Supermercado Magioni vai sentir de imediato o conforto e comodidade das novas instalações, agora ampliadas e com novos setores como padaria e Hortifruti. Conheça as novas instalações do Supermercado Magioni!
PRODUTOS PARA MINERAÇÃO
Quem passa pela BR-259 na cidade de Resplendor (MG), nas proximidades da grande ponte que atravessa o Rio doce, não deixa de notar um belíssimo ponto de parada nas margens da rodovia. Trata-se do Bixu de Pé, um complexo de lazer e entretenimento que reúne restaurante bem ao estilo mineiro, loja de conveniência, lanchonete, posto de combustíveis e uma belíssima pousada, tudo numa magnífica área de 50 mil metros quadrados que é um convite para viajantes e moradores de Resplendor e cidades próximas. Toda esta estrutura possui uma rica história que começou com uma simples lanchonete no ano de 1998, fundada por um exbancário e uma professora, ambos nascidos em Itueta (MG) e que viram na construção da BR-259, naquela época, uma oportunidade de iniciar um empreendimento que agradasse o público. Os idealizadores do Bixu de Pé são os empresários Nilton Dietrich e a esposa Rosilene Nicoli Dietrich Rocha, que hoje, 23 anos depois, se sentem recompensados pela luta em garantir ao público um empreendimento reconhecido pela qualidade em tudo que oferece. A luta foi (e continua) grande, mas trata-se de uma empresa genuinamente familiar. Toda a administração fica por conta, além do casal, do filho Leonardo com a esposa Gabriela, e também do filho Lucas, de apenas 18 anos. O casal tem ainda a filha Luiza, de 21 anos, que no momento está fazendo um intercâmbio cultural na Holanda. "Nós fizemos sempre questão de manter esta gestão familiar na empresa, desde a inspiração do negócio que veio de um irmão que possuí restaurante no Estado do Rio de Janeiro, na cidade de Macaé", revela a empresária Rosilene Nicoli Dietrich.
O Bixu de Pé surgiu em Resplendor em 1998, quando o DNER construía a BR -259, que liga João Neiva (ES) a Governador Valadares (MG), até então uma estrada de terra batida e com pouquíssimo tráfego. Os empresários Nilton e Rosilene Dietrich tiveram a visão de sentir um futuro promissor há 23 anos atrás. Nilton trabalhava no Bradesco em Teófilo Otoni, foi demitido e decidiu retornar com Rosilene, professora, para Resplendor. Surgiu a ideia de montar uma lanchonete, na verdade um "boteco" onde está hoje o complexo Bixu de Pé, atendendo inicialmente trabalhadores que atuavam na estrada. O negócio era muito simples, mas aos poucos a lanchonete passou a servir comida com oito cubas, surgiu depois a necessidade de amplia-
ção do espaço com uma primeira laje e gradativamente o crescimento aconteceu. Hoje o restaurante Bixu de Pé possui capacidade para 400 pessoas, tem um enorme fogão a lenha e serve 60 variedades de comida em sistema self- service no almoço e jantar. Mais recentemente foi montada também uma pizzaria, que funciona à noite. Tudo ali hoje obedece a critérios de conforto e comodidade, com banheiros impecáveis, espaço para as crianças se divertir e lanchonete, tudo moderno mas sem fugir de um estilo rústico. Os empresários Nilton e Rosilene acreditaram no potencial da região lá no início, em 1998, surgindo depois o posto de combustíveis e a Pousada Bixu de Pé em 2013.
Todo o complexo "Bixu de Pé" emprega hoje 70 colaboradores, entre o restaurante, loja de conveniência, lanchonete, posto de combustíveis e pousada, tudo agregado numa maravilhosa área de aproximadamente 50 mil m2 às margens da BR-259, em Resplendor. A pousada , inaugurada em 2013, possui 14 chalés geminados, com 28 quartos dotados de excelente conforto aos usuários, cercada de muito verde e bem próxima do famoso rio Doce. O perfil da clientela " Bixu de Pé" é variado: vai desde os viajantes da BR-259 até moradores de cidades vizinhas dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Seja para um simples almoço ou jantar ou até mesmo para um descanso na pousada, a clientela encontra no Bixu de Pé um atendimento gen-
til, além de uma culinária elogiada, com destaque para a tradicional comida mineira. "Somos uma empresa que gosta de atender bem, idealizada por uma família que procura oferecer o melhor para sua clientela, sempre preocupada em fazer com que todos se sintam em casa", diz a empresária Rosilene Dietrich.
Ao longo dos últimos mandatos, a partir de 2008, o deputado federal Mauro Lopes destinou R$ 6.504.166,19 para o município de Aimorés, através de emendas parlamentares e outras atividades inerentes ao mandato. Neste valor não estão computadas outras conquistas do deputado Mauro Lopes em favor de Aimorés, como os recursos necessários para conclusão da ponte sobre o rio
Manhuaçu (R$ 10 milhões) e para a creche do bairro Betel (R$ 1,5 milhão). "Temos uma enorme gratidão ao deputado Mauro Lopes, que sempre demonstrou todo seu carinho para com o município, ajudando de todas as formas e em várias áreas", explicou esta semana o prefeito de Aimorés Marcelo Marques. A atuação do deputado Mauro Lopes em favor de Aimorés está pre-
sente em várias áreas, com destaque bem presente no setor de Saúde, com compra de equipamentos nesta área e manutenção e custeio das atividades em geral. Mas não é só isso: emendas parlamentares do deputado Mauro Lopes trouxeram recursos para pavimentação de ruas, aquisição de máquinas e equipamentos e reformas em equipamentos públicos, entre outros. Confira abaixo as emendas do deputado:
A Câmara Municipal de Aimorés vai realizar nos dias 9 e 10 de dezembro próximos, quinta e sexta-feira, dois importantes Fóruns na cidade, reunindo palestrantes e vereadores (as) de toda região do Vale do Rio Doce. Os Fóruns, que acontecem no auditório da Unipac, marcam a criação da Associação das Câmaras Municipais e dos Vereadores do Vale do Rio Doce (ASCAMVEVARD), entidade que tem como finalidade capacitar os membros do Poder Legislativo, para aprimorar o exercício do mandato, além do fortalecimento e integração das Câmaras Municipais. Outra finalidade é facilitar o acesso das cidades de menor porte aos governos Estadual e Federal. Confira abaixo a programação dos Fóruns que serão realizados em Aimorés, colocando novamente o municipio no protagonismo de ações de natureza pública no Vale do Rio Doce:
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