As obras da construção da sede da Prefeitura de Baixo Guandu foram retomadas há cerca de 20 dias, dando continuidade ao projeto que vai garantir uma das mais modernas sedes municipais do Estado. Com acabamento interno adiantado, as obras da nova Prefeitura estão recebendo atualmente a instalação de painéis na área externa. Numa etapa seguinte, será dado continuidade ao acabamento interno e externo, bem como os serviços de paisagismo. A intenção da administração municipal, segundo o prefeito Neto Barros, é inaugurar a Prefeitura no dia 10 de abril de 2019, quando o município comemora 84 anos de emancipação política. Com mais de 2 mil metros quadrados de área construída, distribuída em 3 andares e um anexo, a nova sede municipal vai abrigar os principais setores administrativos do município. No terraço uma área foi destinada para recepções de visitantes e reuniões com as comunidades. “Trata-se sem dúvida de uma sede municipal muito moderna, compatível com as necessidades de Baixo Guandu e talvez a maior em espaço físico de todo o interior do Estado”, explicou ontem o secretário de Obras Maximiliano Cândido dos Santos, durante visita ao canteiro de obras. A nova sede da Prefeitura vai permitir, de imediato, uma economia significativa aos cofres públicos, tendo em vista que a maioria dos setores administrativos funciona hoje em prédio alugado, próximo a agência da Caixa. Além disso, a nova sede vai proporcionar mais segurança e conforto aos guanduenses, permitindo inclusive mais celeridade ao atendimento das necessidades diárias de cada cidadão. A acessibilidade fácil também é outro fator de destaque: os principais setores de atendimento ao público ficarão no andar térreo.
Baixo Guandu já teve uma sede própria da Prefeitura Municipal, construída no começo dos anos 1960, que na época atendia às necessidades do município. No ano de 2005, no entanto, o prédio teve que ser desativado em função de problemas estruturais que colocavam em risco a segurança dos servidores e da população. O antigo prédio acabou abandonado, mas quando assumiu a Prefeitura, em 2013, o prefeito Neto Barros colocou entre as prioridades da gestão a construção de uma nova Prefeitura. Concluído o projeto e com a obra contratada, em 2015 a antiga sede da Prefeitura foi demolida e iniciaram-se as obras, originalmente a um custo de R$ 2,89 milhões. O prédio moderno foi tomando corpo dentro da capacidade financeira do município, chegou a ser paralisada em função da forte queda nas receitas, mas a intenção agora é continuar as obras até a sua finalização, prevista para abril de 2019.
Quase 60 anos depois, portanto, Baixo Guandu está prestes de realizar o sonho de ter uma Prefeitura espaçosa e moderna, capaz de servir às necessidades do município em sua plenitude.
Texto: *Márcio Antônio Ribeiro Soares No dia 06/08/2017, após experiências realizadas com as equipes de voleibol do ginásio Brasil e Estadual, ambas atingindo excelentes resultados apesar das condições precárias e do pouco tempo de trabalho, com o apoio do Presidente ALDEMIR ANDREATTA resolvi, contando com a ajuda inestimável dos colaboradores FABIANA (minha esposa), FERNANDA (professora de educação física) e RODRIGO (atleta de voleibol da cidade de Colatina-ES) iniciar um projeto para iniciação esportiva e pratica do voleibol no Clube Balneário Recreativo Guanduense. Desde seu início os objetivos principais do projeto eram a iniciação esportiva de jovens e a inclusão social, possibilitando melhores condições de vida saudável para os participantes e integração entre os membros de nossa comunidade e associados, independente das diferenças financeiras e de classe social, fortalecendo a amizade e o amor ao esporte. Destaca-se ainda que o voleibol é esporte olímpico, o que incentiva ainda mais sua prática pelos jovens e a atividade física sabidamente é uma das formas de combater os vícios que assolam nossa juventude, entre elas o uso de drogas e a dependência digital, práticas que podem levar à depressão e a morte, conforme vem sendo amplamente divulgado em inúmeros estudos. Inicialmente o projeto se deu em caráter experimental. Entretanto, em decorrência da enorme adesão, principalmente por parte de não associados, foi necessária
a divisão dos horários e dos gêneros, passando os treinos a se dividirem em masculino e feminino, para que fossem atendidas as necessidades decorrentes das diferenças físicas entre os sexos. Registra-se que na definição deste horário foi observado o de menor utilização da quadra do clube para o fim de semana, sendo definido o dia de sábado, das 09:00 às 12:00 horas. Com o sucesso dos treinamentos foi oficializado o projeto, tendo sido apresentado e registrado o requerimento junto ao Clube. Destaca-se que não existiu qualquer repasse financeiro pelo clube, sendo todo o material do projeto adquirido através de recursos próprios e de investimentos através de recursos próprios e da parceria com a iniciativa privada, sendo o empresário ARIENES DE ALMEIDA SANTOS um dos principais colaborares. Também há que se destacar o incentivo da Academia PLATAFORMA FITNESS, através de seu proprietário KAIÁ, que sempre fez descontos especiais para os alunos do projeto. Durante esse primeiro ano de funcionamento do projeto, a média de participantes foi de 43 (quarenta e três) alunos, com frequência superior a 90% (noventa) por cento. Reiterase: o único investimento do clube no projeto durante o período em que permaneceu no balneário foi a cessão da quadra de esportes e a utilização eventual de energia elétrica e água durante o treinamento. Todos que participam do projeto o fazem de forma voluntária, inexistindo qualquer tipo de cobrança de mensalidades ou similares de qualquer participante. A participação do associado sempre foi disponibilizada e divulgada no Clube, bem como os horários de funcionamento. No período de aproximadamente 10(dez) meses que o projeto funcionou no clube, em nenhuma ocasião existiu sequer uma única reclamação sobre o comportamento dos parti-
cipantes do projeto ou sua conduta nesse período, felizmente houveram somente elogios à iniciativa e aos participantes. As únicas reclamações ocorridas foram registradas no início do mês de junho do corrente ano, em decorrência das reivindicações de um associado sobre a utilização da quadra por não associados. Como um dos objetivos principais do projeto é a inclusão social através do esporte, obviamente o ambiente em que será realizada a atividade deve primar pela harmonia. Não faria o menor sentido permanecer treinando no Clube se a presença dos participantes viesse a ocasionar problemas de qualquer natureza. Tal entendimento surge do fato que uma das premissas do treinamento é a disciplina dos atletas e o incentivo do esporte na formação do caráter. Neste aspecto, a permanência em um ambiente com discussões e desentendimentos poderia ter efeito contrário nos jovens, ocasionando revolta e afastamento dos participantes. Desta forma, justamente para evitar situações desta natureza, constrangedoras tanto para os voluntários como para a Diretoria do Clube, em reunião,decidimos treinar em outros locais, conforme informado através de documento protocolado na secretaria do clube, detalhando os dias de treinamento no ginásio de esportes, liberada pela secretaria de educação, bem como a quadra de esportes do polivalente, gentilmente cedida pela Diretora Márcia.
Não posso deixar de registrar meu orgulho por ter recebido somente elogios sobre os participantes do projeto, inclusive de inúmeros associados, sendo destaque a visita pessoal do professor LOURIVAL DEMUNER ao projeto para conhecer os métodos utilizados, uma vez que, segundo o referido profissional, os resultados eram visíveis no desempenho escolar dos participantes. Ressalvo que a repercussão deste episódio somente fortaleceu o projeto, que hoje conta com a preciosa contribuição do preparador físico Daniel Bohrer no condicionamento físico e preparação mental dos jovens, além de ter recebido a doação de uma rede de voleibol profissional do professor de educação física Lúcio Montebeller. Atualmente o projeto funciona no poliesportivo aos sábados, das 09:00 as 12:30 para treinamento feminino e aos domingos, das 15:00 as 18:30 para treinamento masculino, tendo uma aluna na seleção capixaba juvenil (Ana Gabriela) e dois alunos auxiliando no treinamento da equipe de voleibol da escola viva (Gabriel Schneider e Gabriel Gaigher). *Márcio Antônio Ribeiro Soares é professor e advogado em Baixo Guandu
Novo na política Dos seis candidatos a deputado estadual em Baixo Guandu, o único que nunca teve experiência na política é o engenheiro Helton da Atec. Os demais já mais calejados na arte da busca do apoio popular: Dary é deputado atualmente, Lastênio foi vereador e prefeito por dois mandatos, Valteir da Sim já tentou uma vaga na Câmara e os vereadores Esmar da Vitória e Romilson Araújo foram eleitos em 2016, este último em segundo mandato consecutivo.
Federal Baixo Guandu não tem candidato local a deputado federal, mas aqui aparecem alguns favoritos para conquista da preferência do eleitor. Se formos levar em conta quem mais atenção deu ao município nos últimos 4 anos, o deputado federal Givaldo Vieira ganha de carroçada: conseguiu trazer para Baixo Guandu cerca de R$ 2 milhões em obras, máquinas e equipamentos. O deputado Folleto também conseguiu para Baixo Guandu máquinas no valor aproximado de R$ 250 mil. Mas tem deputado federal que obteve excelente votação aqui em 2014 e simplesmente desapareceu. Vamos ficar de olho!
O guanduense não vai poder reclamar de falta de opções para votar para deputado estadual no ano de 2018. Já estão devidamente registrados na Justiça Eleitoral seis candidatos locais em busca de uma vaga na Assembleia Legislativa, número recorde na história política do município. Os candidatos são Dary Pagung, que tenta o quarto mandato consecutivo na Assembleia; o ex prefeito Lastênio Cardoso; os empresários Helton
Dos seis candidatos à Assembleia em Baixo Guandu, o atual deputado Dary Pagung vai tentar o quarto mandato consecutivo ampliando significativamente suas bases eleitorais. Dary tem o apoio declarado de sete prefeitos do Espírito Santo: Neto Barros (Baixo Guandu), Darly Dettmann (Itaguaçu), Josaphaf Storch (Laranja da Terra), Ademar Schneider (Itarana), Edélio Guedes (Afonso Claudio), Giló (Mimoso do Sul) e Vavá Coutinho (Santa Leopoldina). Dary foi vereador em dois mandatos em Baixo Guandu, presidente da Câmara e em 2006 conseguiu ficar na primeira suplência de deputado estadual, assumindo o cargo em
da Atec e Valteir da Sim; e os atuais vereadores Romilson Araujo e Esmar da Vitória. Eles vão brigar pelo voto dos 22.168 eleitores guanduenses. A campanha já teve início oficial, mas ainda com pouca movimentação na cidade. Para a próxima semana alguns candidatos já vão fazer o lançamento oficial da campanha, inaugurando seus comitês eleitorais, prometendo movimentar Baixo Guandu na busca do voto até o começo de outubro.
2008. Foi reeleito em 2010, ganhou novamente mais um mandato em 2014 e este ano tenta o quarto mandato consecutivo. Considerado um excelente articulador político, com facilidade de ampliar suas bases eleitorais, o deputado Dary Pagung é tido no meio político capixaba como nome certo para retornar à Assembleia para um novo mandato. O deputado guanduense, no entanto, prefere evitar o otimismo exagerado e diz que eleição se ganha com muito trabalho. “Conseguimos realizar muito para vários municípios capixabas, entre eles Baixo Guandu, porém eleição se ganha renovando compromissos e buscando o apoio voto a voto, dialogando sempre com a população”, afirma Dary Pagung.
Presidente Há muito tempo não se vê uma eleição tão imprevisível para presidente como agora em 2018. Lula tem ampla vantagem nas pesquisas eleitorais, mas pode ser barrado pela Justiça e seu vice, Fernando Haddad, ficaria neste caso como herdeiro do prestígio do ex-presidente. Grande parte dos cientistas políticos apostam num segundo turno entre Jair Bolsonaro contra Fernando Haddad. Mas em política tudo pode acontecer. Resta saber como será o desempenho de Ciro Gomes, Marina Silva e Geraldo Alckmin na campanha.
Governador Para governador, tudo caminha para uma eleição até certo ponto fácil, em primeiro turno, de Renato Casagrande. Mas o imponderável permanece no ar: Rose de Freitas e Manato podem crescer na campanha e forçar um segundo turno no Espírito Santo.
Votos Baixo Guandu possui 22.168 eleitores. Na última eleição para presidente, senadores e deputados, tivemos cerca de 30% de votos inválidos, entre aqueles que não compareceram às urnas ou simplesmente anularam o voto. Se a situação se repetir este ano, teremos pouco mais de 15 mil votos válidos no município.
A Secretaria de Desenvolvimento Rural de Baixo Guandu promoveu no dia 23 de agosto, o 1º Seminário da Agroindústria do município, procurando orientar os produtores sobre a necessidade de obterem a certificação sanitária e do Serviço de Inspeção Municipal. Mais de 30 produtores rurais participaram do Seminário, que aconteceu no Círculo Operário e ofereceu várias palestras de orientação a quem produz no campo.
O prefeito Neto Barros fez a abertura do Seminário, destacando a necessidade do meio rural buscar se adequar às exigências do mercado para comercialização dos seus produtos. Neto destacou a importância da atividade rural para a economia do município, ressaltando que a busca de certificação e qualificação são muito importantes no processo de melhoria de renda especialmente aos pequenos produtores. O secretário de Desenvolvimento
VALOR DA PUBLICAÇÃO: R$ 300,00
Coligação “HORA DE AVANÇAR”: CNPJ: 31.224.774/0001-20 | VALOR DA PUBLICAÇÃO: R$ 300,00
CNPJ: 31.242.375/0001-91 - COLIGAÇÃO DEMOCRACIA COM FÉ E CORAGEM
Rural, Allony Torres explicou que o seminário buscou especialmente orientar aos produtores rurais sobre questões sanitárias e da obtenção do certificado de inspeção municipal. Allony destacou que Baixo Guandu possui muitas potencialidades a serem desenvolvidas no campo da agroindústria, como por exemplo na fabricação de queijos, embutidos, bebidas artesanais, doces, conservas, polpas de frutas e outras atividades do gênero. Para isso, segundo ele, é importante a adequação às exigências sanitárias e da inspeção municipal, garantindo uma inserção no mercado que ateste
também a qualidade do que está sendo oferecido ao consumidor. A Secretaria de Desenvolvimento aproveitou o Seminário para fazer a entrega de certificado a 16 produtores que participaram de um curso sobre fabricação de queijos. Baixo Guandu enfrentou entre os anos de 2014 e 2017 uma das maiores estiagens da história, com graves prejuízos especialmente às atividades rurais, com queda na produção de café, milho , leite, feijão e hortaliças. Neste ano de 2018 as chuvas estão dentro da normalidade, o que traz uma alento maior a quem vive do que produz na roça.
que cuida do setor de convênios da Prefeitura de Baixo Guandu. Na sede de Baixo Guandu Mas não é só o interior que vai receber tratamento do esgoto doméstico. Na sede de Baixo Guandu o serviço também vai ser realizado, sendo que atualmente encontra-se em fase de contratação, no valor aproximado de R$ 350 mil, o projeto que prevê o tratamento de todo resíduo das residências. Os recursos para execução desta grande obra virão da Fundação Renova, conforme ficou acordado entre aquela instituição e o município de Baixo Guandu e está inserido na reparação de danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana, em 2015, na conhecida tragédia ambiental da Samarco. O crédito a ser destinado ao Guandu pela Fundação Renova soma R$ 12,6 milhões, para serem aplicados em projetos relacionados à qualidade da água. O prefeito Neto Barros deu prioridade absoluta ao tratamento do esgoto doméstico da sede, que será licitado assim que for concluído o projeto.
Coligação “O MDB TRABALHA E CONFIA NO ES” CNPJ: 31.241.724/0001-50 VALOR DA PUBLICAÇÃO: R$ 300,00
Coligação “COMPROMISSO COM O ESPÍRITO SANTO”: CNPJ: 31.236.419/0001-70 | VALOR DA PUBLICAÇÃO: R$ 300,00
O município de Baixo Guandu está, definitivamente, caminhando para ter 100% do esgoto doméstico tratado. E as obras vão começar pelos quatro distritos do interior, com investimento de R$ 1.660.208,48, valor definido depois da concorrência pública realizada no último dia 21 de junho, saindo vencedora da licitação a empresa Sanevix Engenharia Ltda. Realizada a licitação, o setor de convênios da Prefeitura Municipal cumpre agora trâmites processuais para a liberação dos recursos, que já estão disponíveis na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e fazem parte do programa PAC 2, instituído pelo Governo Federal. A expectativa é que dentro de aproximadamente 30 dias estes trâmites processuais estejam definidos, permitindo ao prefeito Neto Barros dar a ordem de serviço para o início das obras de tratamento de esgotos nos 4 distritos guanduenses. “O importante é que os recursos estão garantidos na Funasa e serão liberados para executar o tratamento de esgotos no interior”, explicou ontem Nelcimar Siqueira,
ornamentarem seus estabelecimentos com motivação pomerana, dando um aspecto mais festivo à cidade. No ano passado, mais de 60 lojistas aderiram à ornamentação e neste ano a expectativa é aumentar este número. A 2ª Pomerfest se realiza de 11 a 14 de outubro. No dia 11, quinta-feira a partir das 18 horas, a Câmara Municipal faz sessão solene homenageando famílias pomeranas/germânicas que contribuírampara o desenvolvimento econômico e social de Baixo Guandu. Na sessão será lançado um livro sobre a presença pomerana no município e região.
COLIGAÇÃO: INOVAÇÃO COM COMPETENCIA | CNPJ: 31.250.666/0001-21 | VALOR: R$ 300,00
Coligação “ESPÍRITO SANTO MAIS FOTE”: CNPJ: 31.225.237/0001-02 | VALOR DA PUBLICAÇÃO: R$ 300,00
A 2ª Guandu Pomerfest já está com a programação praticamente definida e a comissão organizadora acredita que, nos três dias da festa, um fluxo de 30 mil pessoas prestigie as muitas atrações que vão acontecer nas ruas e no pátio do GB, ao lado da praça São Pedro. No dia 6 de agosto, a comissão organizadora fez na Câmara Municipal uma nova reunião e encontro com os comerciantes da cidade, explicando em vídeos e slides tudo que vai acontecer na festa pomerana de Baixo Guandu. O encontro com os comerciantes teve o objetivo de incentivar os lojistas a
Nos dias 12, 13 e 14 de outubro, as atrações são variadas, com vários shows de bandas pomeranas, apresentação de danças típicas, desfile pomerano e no pátio de festas, mais de 20 barracas vão oferecer comidas e bebidas típicas. A festa deste ano dará inclusive mais conforto ao público, com muitas cadeiras e uma enorme tenda para proteção do sol ou chuva. A Guandu Pomerfest é uma realização da Prefeitura Municipal e da Associação Diacônica Luterana, (ADL) que é ligada à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Mas da comissão organizadora fazem parte pessoas ligadas a várias outras denominações religiosas, uma vez que se trata de uma festa de motivação cultural. Realizada pela primeira vez em Baixo Guandu no ano passado, a Pomerfest surpreendeu pelo grande público e motivou mais ainda a Prefeitura e a ADL a fazer uma segunda edição muito melhor. A festa já está no calendário de eventos oficiais da cidade e será permanente. Baixo Guandu possui 40% de sua população descendentes de pomeranos/germânicos. Eles começaram a che-
gar na região do Crisciúma, vindos de Santa Maria de Jetibá, nos anos 1920, quando ocorreu também uma forte migração para o Norte de Itueta. Em Guandu os pomeranos / germânicos escreveram uma história de muito trabalho, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento local. E até hoje preservam muito sua cultura, com o idioma presente e religiosidade forte, além de uma gastronomia que nunca perdeu suas raízes. O prefeito Neto Barros, que lançou a ideia da Pomerfest nas comemorações dos 500 anos da Reforma, no começo do ano passado, diz que se sente muito feliz em ajudar a preservar a cultura deste etnia, com a realização da festa. “Fizemos uma ótima festa no ano passado e a deste ano com certeza será muito melhor”, falou o prefeito Neto, que destacou também a parceria com entidades para a organização do evento. “Esta união de forças é muito importante e preservar a cultura pomerana é acima de tudo uma questão de justiça. A Guandu Pomerfest agora é permanente e já está se tornando uma das melhores festas do Estado”, disse o prefeito.
Coligação “UNIÃO PELO ESPÍRITO SANTO”: CNPJ: 31.210.523/0001-96 | VALOR DA PUBLICAÇÃO: R$ 300,00
Coligação “UNIÃO PELO ESPÍRITO SANTO”: PC do B, PRP. CNPJ: 31.237.374/0001-59 VALOR DA PUBLICAÇÃO: R$ 300,00
Uma das atrações da 2ª Guandu Pomerfest será o lançamento de um livro escrito pelo pastor da Igreja de Confissão Luterana, Carlos Rominik Sthur, relatando a colonização e a religiosidade dos pomeranos no processo de ocupação nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Natural de Pancas, filho de descendentes de pomeranos, o pastor Carlos Sthur trabalha na comunidade Luterana em Baixo Guandu e fez uma ampla pesquisa dos aspectos que envolveram a trajetória deste povo que veio da Europa a partir de 1859. O livro foca especialmente a história dos pomeranos em Baixo Guandu e na região de Resplendor e Itueta, em Minas
Gerais, onde é muito grande a presença dos descendentes desta etnia. Os pomeranos tem por tradição uma profunda religiosidade e o trabalho no meio rural, situações que são abordadas no livro com muitas fotografias antigas e documentos guardados pelas comunidades luteranas. O autor explica que o livro visa preservar a história do povo pomerano, suas tradições e língua, a trajetória, o pioneirismo e o desbravamento, juntamente com a formação da religiosidade. Foram anos de pesquisa, segundo o pastor Carlos Sthur, que terá o livro lançado no dia 11 de outubro nas dependências da Câmara Municipal, na abertura da 2ª Guandu Pomerfest.
Uma grande manifestação tomou conta das ruas de Aimorés, no último dia 21 de agosto, em protesto contra o Governo do Estado de Minas Gerais, que está deixando de repassar verbas que por direito pertencem município. Além de Aimorés, dezenas de pequenos municípios mineiros fizeram protestos no dia 21, chegando a encerrar o expediente nas repartições públicas municipais, marcando a data como um dia de indignação com a falta de sensibilidade do Governo do Estado com o estado de penúria que os municípios atravessam. Em nota distribuída à imprensa, o procurador geral do município de Aimorés, dr. João Arlindo da Costa, explicou que o Estado deve ao município aproximadamente R$ 7 milhões: só na Saúde, o Estado deixou de repassar R$ 5 milhões, no transporte escolar o débito chega a R$ 917 mil; na Educação (Fundeb) são mais 720 mil que não foram repassados, o mesmo acontecendo na área de Assistência Social (R$ 170 mil) e de ICMS retido, são mais cerca de R$ 600 mil. A nota diz que o prefeito Marcelo Marques fez uma série de tentativas junto ao Governo Fernando Pimentel tentando o repasse dos recursos a Aimorés, porém sem uma resposta definitiva sobre quanto a situação poderá estar regularizada. O “calote” do Governo de Minas Gerais mobiliza centenas de municípios do Estado, que estão passando por sérias dificuldades financeiras, sem condições de atender a contento as necessidades dos moradores. Em Aimorés, cerca de 500 servidores municipais foram às ruas no dia 21 de agosto, mostrando à população a situação difícil que a administração municipal está enfrentando. A nota do procurador geral João Arlindo da Costa esclarece que a Prefeitura de Aimorés, em si, não está em crise, porém a falta da liberação dos recursos que constitucionalmente a ela pertencem, causa uma série de transtornos para o bom funcionamento da máquina administrativa local, entre eles o próprio pagamento dos salários dos professores do município.
Aimorés vai estar em festa entre os dias 14 e 17 de setembro, comemorando os 103 anos de emancipação política do município. A festa terá uma série de atrações no Parque de Exposições, sempre com entrada franca para o público, com atrações nacionais e locais.
A cidade terá também na festa dos 103 anos o tradicional desfile escolar, que acontece no domingo, dia 16 de setembro. A data comemorativa à emancipação é no dia 18, feriado municipal, porém a festa foi antecipada para o final de semana anterior, facilitando assim a presença do público.
O prefeito Marcelo Marques, acompanhado dos vereadores Rubens Barcelos, Tião Molin, Onairzinho, Adauto e Nenem Gomes, foram a Belo Horizonte no ultimo dia 13 de agosto, procurando mais uma vez uma solução para o estado de calamidade que se encontra o trecho urbano da BR 259 em Aimorés. Na capital mineira, acompanhados dos deputados Mauro Lopes ( federal)e Celise Laviola (estadual), o prefeito e os vereadores tiveram uma reunião no DNIT, reivindicando mais uma vez providências urgentes daquele órgão para a recuperação do trecho urbano da BR 259 em Aimorés, que há anos encontra-se em total abandono. Numa extensão de aproximadamente 2 quilômetros, a partir da travessia da linha próximo ao bairro Igrejinha (av. Brasil) até as proximidades do Instituto Terra, a BR 259 que passa no perímetro urbano de Aimorés está em estado de calamidade, com a pista repleta de buracos e o asfalto totalmente danificado. Por este trecho trafegam centenas de veículos diariamente, incluindo de carga pesada, o que tem provocado profunda indignação não só dos motoristas, mas também da população aimoreense. A pista defeituosa é um verdadeiro desafio para quem por ali transita, não só aqueles que utilizam a BR 259 de passagem , mas também a população de Aimorés que necessita da via para o deslocamento urbano. “Já reivindicamos várias vezes a recuperação do trecho asfáltico no perímetro urbano e sempre recebemos promessas de que a situação será resolvida, porém ainda não houve solução”, explicou o prefeito Marcelo Marques. Desta feita, com a presença dos deputados Mauro Lopes e Celise Laviola, mais uma vez esta importante reivindicação foi levada ao DNIT. “Estamos fazendo nossa parte, buscando uma solução para o problema e levamos nossa preocupação ao órgão federal que cuidas das estradas do país”, disse o prefeito Marcelo Marques. O DNIT realizou durante o ano passado a recuperação de um longo trecho entre a ponte do rio Manhuaçu até a travessia da linha, realizando recapeamento também na pista após o Instituto Terra, porém o trecho mais importante na área urbana ficou de fora das obras. A alegação do DNIT é que este trecho necessita de um serviço mais especializado, com a retirada de toda a camada asfáltica e serviços de infra estrutura para resolver em definitivo o problema. Com a reunião realizada no dia 13 de agosto, reforçada com a presença dos deputados Mauro Lopes e Celise Laviola,Aimorés espera agora uma providência definitiva do DNIT para recuperar o trecho asfáltico dentro do perímetro urbano.
Por ocasião da passagem do Dia do Soldado, ocorrida no dia 25 de agosto de 2018, as polícias Militar dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo fizeram uma bela festa de confraternização em homenagem a estes valorosos lutadores da nossa tranquilidade e segurança. A festa foi realizada em Baixo Guandu no Cerimonial Travessia, quando a Polícia Militar de Minas, através da 8ª Região e da 15º Companhia Independente, localizada em Aimorés, fez uma emocionante homenagem ao empresário Ademir Pereira Arruda, que todos conhecem como ‘Biriba’. Biriba recebeu o título de colaborador Benemérito da Polícia Militar, pelos relevantes serviços prestados à 15ª Cia Independente da Polícia Militar, sediada em Aimorés, contribuindo para um melhor atendimento dos serviços daquela instituição à sociedade aimoreense. O empresário Biriba ficou muito feliz com a homenagem, agradecendo a Polícia Militar de Minas Gerais e colocando-se sempre à disposição para auxiliar no que for necessário para o bom desempenho daquela corporação na segurança dos aimoreenses.
Desde que, no longínquo ano de 1572, o bandeirante Sebastião Fernandes Tourinho resolveu subir o rio Doce, partindo da Capitania do Espírito Santo, podemos dizer que começa a história de Aimorés. Comandando uma esquadra de 400 homens, o bandeirante partiu da foz do rio Doce, no atual município de Linhares (Regência), e chegou no mesmo ano até a confluência do rio Piracicaba, atingindo finalmente as encostas da futura Vila Rica de Albuquerque, atual Ouro Preto. O bandeirante Sebastião Tourinho subiu o rio Doce à procura de ouro, pedras preciosas e especialmente esmeraldas, uma gema muito valiosa que era alvo da cobiça dos desbravadores. Dois anos depois, em 1574, portanto apenas 74 anos depois do descobrimento do Brasil, outro bandeirante, Antônio Dias Adorno, montou uma caravana com 150 portugueses e cerca de 400 índios escravizados, subindo novamente o rio Doce em busca das riquezas das Minas Gerais. O nome "rio Doce" foi dado pelos portugueses ao então caudaloso curso d’água, já nas primeiras expedições exploratórias dos lusitanos ao longo da costa brasileira. Consta que os navegadores, na costa capixaba, algumas milhas mar adentro, notaram águas escuras, barrentas e adocicadas. Seguindo estas águas, encontraram a foz de um grande rio e logo o apelidaram de "Doce", podendo-se hoje imaginar o grande volume de água que adentrava o oceano atlântico proveniente das Minas Gerais. Depois das expedições comandadas pelos dois bandeirantes portugueses, praticamente não se tem notícia, nos próximos dois séculos, de novas investidas de exploração na região de Aimorés. Sabe-se apenas que na foz do rio Guandu, estabeleceu-se o chamado quartel do "Porto do Souza", uma tentativa do Governo Imperial de colonizar e povoar a região. Em 30 de setembro de 1813, no entanto, este quartel sofreu um violento ataque de índios e acabou abandonado, depois da morte de alguns soldados e civis que o habitavam.
A chegada dos trilhos da estrada de ferro Vitória a Minas permitiu também, a partir do começo do século, a vinda de muitos colonizadores provenientes do Espírito Santo, que se estabeleceram às margens direita do córrego Natividade e do Rio Doce. Em 1910, o então povoado da Barra do Manhuaçu (o primeiro nome de Aimorés) ganhava a padaria Mineira (próximo onde se localiza hoje o Hospital São José) e o movimento comercial se acelerava às margens da estrada de ferro. O livro "História de Aimorés", do professor Antônio Tavares de Paula registra que, em 30 de agosto de 1911, através da Lei número 556, o povo-
ado da Barra do Manhuaçu era elevado à categoria de distrito. Em 18 de setembro de 1915, por intermédio da Lei número 663, era finalmente criada a Vila de Aimorés, desaparecendo definitivamente os nomes de Barra do Manhuaçu ou Natividade da Barra do Manhuaçu. Aimorés comemora a data de sua emancipação política como 18 de setembro de 1915, embora apenas em 1916, através da Lei número 673, de 5 de setembro, tornava a localidade um município, com comarca, juiz municipal e os seguintes distritos: Resplendor, São Benedito (Tabaúna), Alto Capim e Penha do Capim.
O nome "Aimorés" tem um significado indígena, talvez a maior homenagem que o município poderia prestar aos seus habitantes originais. Aimorés provém da palavra "guimarés", que em dialeto dos botocudos significa "diferentes". Quando os colonizadores aqui chegaram, os próprios índios se denominavam "guimarés", que se consideravam "diferentes" dos seus antepassados, os índios "gês" ou "tapuias", que seriam canibais ou violentos. Aimorés, portanto, seria um derivado da palavra "guimaré", provavelmente ganhando este nome pela facilidade maior de pronúncia. Um livro escrito em 1610 pelo padre jesuíta Jácome Monteiro, intitulado "Da Relação da Província do Brasil", já registrava a presença, ao longo do rio Doce, de índios "tapuias" ou "aimures", considerados muito arredios e violentos. Mas os relatos dos historiadores dão conta de que os índios "guimarés" que habitavam a região de Aimorés eram realmente "diferentes", pois com o tempo se associavam ao homem branco e não tinham atitudes hostis. Já em direção a Colatina, existem muitos relatos na história de ataques dos índios botocudos a sitiantes e desbravadores naquela área do rio Doce, com registro de mortes, a exemplo do que ocorreu em 1813 no chamado "Quartel do Porto do Souza". A convivência "pacífica" entre o homem branco e os índios "guimarés", no entanto, não impediu que aos poucos os selvícolas sofressem um triste processo de extinção em Aimorés e região, motivado por doenças e à própria falta de adaptação ao modo de vida dos colonizadores. A partir de 1930, com a criação da reserva indígena de Crenaque, próximo a Conselheiro Pena, os remanescentes indígenas foram para lá transferidos e hoje ainda existe um pequeno grupo de habitantes, porém miscigenados.