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Folha_Outubro_2015

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Baixo Guandu viveu um dia de festa em 17 de outubro, quando foi lançada a pedra fundamental da nova sede da Prefeitura Municipal. A obra, que custará aos cofres públicos R$ 2.897.529,99, será construída com recursos próprios e deve ser iniciada nas próximas semanas, com previsão de conclusão em torno de 18 meses. A nova sede da Prefeitura, que será construída no mesmo local da antiga, demolida no começo de outubro, abrigará quase todos os setores da municipalidade, como secretarias e departamentos, resolvendo grande parte de uma despesa enorme com aluguéis. A antiga sede, cuja pedra fundamental foi lançada em 1962 e serviu ao município durante 53 anos, já não apresentava condições de segurança e a solução foi a demolição. Em 2005 o prédio foi desativado e desde então o município teve que distribuir pela cidade seu setor administrativo, pagando aluguéis em pontos distintos. Em pelo período de crise,

quando os municípios capixabas cortam despesas e até atrasam salários em função da queda na arrecadação, Baixo Guandu dá um passo à frente na eficiência da gestão pública. “O problema da queda de receita existe, é extremamente preocupante, mas conseguimos com muita luta e determinação garantir os recursos para a construção da sede da Prefeitura”, explicou o prefeito Neto Barros. “Os aluguéis oneram nossos custos e vamos resolver grande parte deste problema com a construção da nova sede, que será moderna e atenderá muito bem à população”, explicou o prefeito. No mesmo dia, 17 de outubro, o prefeito deu ordem de serviço para as obras de reforma do antigo SESP, um prédio construído em 1953 que também se encontrava em estado lastimável de conservação. Na verdade a reforma já tinha se iniciado há semanas e encontra-se bastante adiantada, devendo ser concluída nos primeiros meses de 2016.

A Câmara Municipal de Baixo Guandu realizou uma sessão solene, em 22 de outubro, comemorativa aos 80 anos de emancipação política do município. A sessão, realizada no auditório do Fórum, serviu também para entrega de títulos de cidadão guanduense e de honra ao mérito, além do lançamento de uma revista contando a historia política do município, destacando especialmente o papel do poder Legislativo. Para o presidente da Câmara, vereador Juscelino Henck, reviver a história dos 80 anos de Baixo Guandu significa preservar a memória local, mostrando

para a geração atual e as gerações futuras a trajetória do município. “A revista é um documento da nossa história, desde os primeiros desbravadores até os dias atuais, destacando o passado e o presente da nossa vida política e administrativa”, disse ele. Receberam títulos de cidadão guanduense: Ayr Claudio Assis Freitas, Paulo Roberto Ferreira, Arthur Silva Gomes, Eri Soares Teixeira, Manoel Farias Souza Neto, Bruno Otto, Marjo Souza Lemos, Helton Boasquives, Nelson Reis, Izaldemiro Geraldo Giorgette, Antonio Braz Andreatta, Ricardo Brito, Wilton Carlos Binda, Antonio Carlos Spe-

Quando da demolição do prédio antigo da Prefeitura, os operários encontraram na base da construção uma série de documentos relativos ao momento que Baixo Guandu vivia naquele ano de 1962, quando foi lançada a pedra fundamental. Um jornal chamado “O Circulista”, que circulava em Baixo Guandu na época, exemplar de “AGazeta,”, documentos relativos à construção e até moedas e cédulas de dinheiro foram encontradas.

randio, Marta Luiza Benfica, Jonas Bragança da Silva, Paulo Hartung e Marcelo Ferraz Volpato. Com títulos de Honra do Mérito, foram agraciados José de Barros Neto, Sonia Maria Grassi, Renato Casagrande, Genecy Luiz Andreatta, Roberto Carlos Lana de Paula, Uberaldo Ditbener e Wagner Batista de Souza. Moção de Aplauso foi entregue a José Amâncio Telles Filho, José Carlos Vieira, Osmar Moratti, Milton Antonio Pinheiro, José Roberto da Silva, Celma Côrtes Bussular, Decio Elias Gomes da Rocha e Dary Alves Pagung.

Numa atitude elogiosa, a Prefeitura providenciou uma urna onde repetiu o ritual da construção da sede original, em 1962: colocou documentos atuais da cidade, cédulas de dinheiro e jornais da cidade e do Estado, entre eles o “Folha Guanduense”. Tudo ficará eternizado na nova sede da Prefeitura, para quem sabe num futuro as próximas gerações também tomem conhecimento do que se passava em Baixo Guandu no ano de 2015.

O presidente Juscelino agradeceu a presença no evento


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A PW Brasil, industria de confecções de Colatina, já iniciou as obras de sua fábrica em Baixo Guandu. Com promessa de gerar 165 empregos diretos, a industria recebeu do município a doação de uma área de 21 mil m2 desmembrada do antigo Parque de Exposições e deve começar a operar no final do próximo ano. Serão R$ 12 milhões investidos na construção, que deve gerar de imediato mais de 100 empregos na cidade. As negociações com a PW Brasil, uma empresa com mais de 30 anos de atuação no mercado da moda e vendas em todo o Brasil, tiveram inicio no começo do ano passado. Em dezembro de 2014 a Prefeitura enviou projeto de lei à Camara pedindo autorização para a doação do terreno, que só foi aprovada depois de uma segunda votação em função da polêmica gerada.Uma ação na Justiça chegou a pedir a anulação da doação, alegando irregularidades, porém a Promotoria de Justiça entendeu pela legalidade e o processo foi arquivado. No mês de setembro o prefeito Neto Barros fez a entrega da escritura do terreno a um dos diretores da PW Brasil, Paulo Roberto Almeida Vieira, que anunciou o inicio das obras. Operários já

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estão trabalhando na futura fábrica, cuidando dos primeiros detalhes da construção, com edificação de muros e serviços de sondagem do terreno.

Novo polo Com a vinda da PW Brasil, a expectativa é que Baixo Guandu venha a se transformar, num futuro próximo, num novo pólo da industria de confecção. Isso aconteceu em Colatina a partir dos anos 1960 e a partir dos anos 1980 em São Gabriel da Palha, sendo que as duas cidades juntas geram mais de 20 mil empregos diretos neste segmento da economia. Baixo Guandu possui hoje cerca de 8 indústrias de confecção de pequeno porte, mas a vinda da PW Brasil deve atrair mais empresas deste segmento. Assim aconteceu com São Gabriel da Palha, quando influenciados por Colatina, pequenos empresários passaram a investir na indústria da moda. Hoje em São Gabriel são mais de 180 industrias, o que fez deste setor o mais importante da economia local, superando inclusive a produção de café. O prefeito Neto Barros está otimista e entusiasmado com a chegada da PW Brasil, já que olho nos desdobramentos positivos da ins-

Neto Barros entregou a escritura ao diretor da PW Brasil Paulo Roberto Almeida Vieira talação da fábrica na cidade. “Na construção já teremos a oferta de muitos empregos e na fase de operação serão 165 funcionários trabalhando de forma direta, sem contar as colocações indiretas. E por ser uma industria de ponta em seu segmento, a PW Brasil com certeza vai atrair novos e importantes investimentos para Baixo Guandu”, disse o prefeito. A chegada da PW Brasil coin-

cide com dois outros grandes investimentos em Baixo Guandu, ambos no entorno da industria: a Escola Técnica Estadual, em fase final de obras e com previsão de funcionamento a partir de março de 2016; e ainda a construção de uma unidade do SESC, que também recebeu área da municipalidade e vai construir um grande complexo em Baixo Guandu. O otimismo é grande com a

movimentação econômica em Baixo Guandu em 2016. A Escola Técnica, com capacidade para atender a 1200 alunos, vai atrair centenas de estudantes da região, com impacto positivo especialmente no comércio e na valorização imobiliária. Já a construção da PW Brasil e do SESC deve gerar mais de 300 empregos na cidade nos próximos 12 meses.


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Política

Coisas da Política Baixo Guandu vai viver na eleição municipal de 2016 a última oportunidade, pelo menos nas regrais atuais, de reeleger o seu prefeito municipal. Isto já aconteceu na eleição de 2008, quando Lastênio Cardoso foi reeleito para mais 4 anos e o prefeito atual Neto Barros também pode tentar um novo mandato em 2016, porém a partir de 2020 os prefeitos do país somente poderão ter um mandato de 4 anos. Embora evite falar diretamente que é pré-candidato à reeleição, o prefeito Neto Barros movimenta-se com desenvoltura nesta direção,

especialmente pelo bom momento administrativo que vive em plena crise econômica do país. Na cidade e no interior, o ritmo de obras é constante, parecendo que Baixo Guandu não está vivendo um momento de dificuldades. “A verdade é que Neto Barros está fazendo o dever de casa e em plena crise não para de iniciar e inaugurar obras”, definiu na semana passada um adversário tradicional do prefeito, que hoje vê a reeleição como “fato consumado”. Mas nem todos pensam assim. O ex-prefeito Lastênio Cardoso se

Apontando 5 pontos básicos que considera fundamentais para uma nova administração em Baixo Guandu, o microempresário e professor Saulo Bussolar admitiu sua précandidatura a prefeito em 2016. Filiado ao PSDB, Saulo disse que pode ser formada uma frente de vários partidos em torno de um candidato que represente mudança em Baixo Guandu “e para isso estamos em constante contato”. Nascido em Baixo Guandu em 1960, na avenida 10 de Abril, filho de Eugênio José Maria, que era alfaiate e de dona Alzira Bussular, que tem 89 anos, Saulo Bussolar tem dois cursos superiores completos (Administração e Teologia) e dois incompletos (Matemática – UFES e Direito FADIC), é pós graduado em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e em Gestão Pela Qualidade Total UFES/ESCELSA; fez, na juventude, o curso técnico em Eletrotécnica no atual Ifes. Foi aluno e professor nos colégios Estadual e Brasil, em Baixo Guandu e atualmente leciona Administração, Finanças e Matemática na Faculdade Uniest, de Cariacica. Trabalhou também na Escelsa durante 21 anos, onde chegou a diretor de uma das empresas da holding. Aos 55 anos, Saulo Bussolar entende que chegou a hora de dar sua contribuição na vida pública e pensa numa administração inovadora em Baixo Guandu “Existem alguns pontos que considero importantes para nossa cidade viver um novo período administrativo”, afirma Saulo Bussolar, que começa pela “transparência efetiva”, hoje segundo ele, prejudicada pela falta de informações sobre os destinos dos recursos públicos. Saulo diz também que entre seus objetivos está a organização da sociedade guanduense, em torno da elaboração de um projeto de gestão que envolta todos os segmentos. “ Isto não existe e vemos que a sociedade está distante, sem chances de discutir o seu futuro junto aos seus governantes”, afirma. Outra questão, de acordo com Saulo Bussolar, é a busca de um desenvolvimento para Baixo Guandu que descubra efetivamente qual a sua vocação. “Temos exemplos de São Gabriel da Palha, que desco-

movimenta intensamente para voltar à Prefeitura e conta com o reagrupamento das forças que lhe deram dois mandatos, em 2004 e 2008. O deputado Dary Pagung pode também ser candidato a prefeito, embora todas as evidências mostrem uma movimentação contrária a isso. Surgem ainda neste processo como prováveis candidatos a prefeito e ex-juiz Eraldo Trevizani e o empresário Saulo Bussolar, que seria a grande novidade na política em 2016. (veja matéria abaixo)

briu na indústria de confecção uma vocação extraordinária e Santa Maria de Jetibá, com a atividade hortifrutigranjeira em pleno vapor, Barra de São Francisco com granito. Baixo Guandu ainda não descobriu sua vocação e isto é um entrave ao nosso crescimento; o que vemos nestes 80 anos de história é a grande contribuição dos nossos agropecuaristas, industriais, comerciantes e prestadores de serviços que carregaram Baixo Guandu com muito pouco apoio e incentivos que lhes são devidos, lembrando que Santa Maria, São Gabriel e Barra de São Francisco são municípios muito prósperos que souberam aproveitar as oportunidades”, garante Saulo Bussolar. Bussolar enumera ainda a necessidade de sempre ouvir a população nas decisões administrativas e acha que Baixo Guandu tem todas as condições de se transformar num pólo extraordinário de desenvolvimento, pela sua posição estratégica dentro do Espírito Santo e proximidade com Minas Gerais. “Temos topografia excelente, água em quantidade superior ao da média dos nossos vizinhos, sistema de logística privilegiado, trilhos de uma das maiores ferrovias do mundo, produzimos a maior quantidade de energia elétrica do estado do Espírito Santo, rodovias ligando aos grandes centros do país, mas tudo isso tem que ser devidamente aproveitado, com um projeto inovador de desenvolvimento”, nossa juventude carece de oportunidades de trabalho em que o gestor municipal tem a obrigação de propiciar, afiança Saulo Bussolar. Evangélico da Igreja Maranata, divorciado e com uma filha de 22 anos (Julia, que está se formando em Direito), Saulo Bussolar assegura que o projeto de uma candidatura a prefeito não é uma imposição sua. “Pelo contrário, temos conversado com vários partidos e sinto uma boa aceitação ao meu nome, porém este candidato vai surgir do consenso. Temos no grupo muitas pessoas capacitadas e apenas coloquei meu nome à apreciação. O importante é construirmos juntos com a sociedade um novo projeto de gestão para Baixo Guandu”.

PC do B O prefeito Neto Barros conseguiu reunir um grande número de pessoas na conferência municipal do seu partido, o PC do B, realizado no clube da melhor idade. O entusiasmo era grande entre todos os presentes, especialmente em função da excelente fase administrativa que Baixo Guandu atravessa. Num momento de forte crise financeira, a administração inaugura obras importantes e começa quase toda a semana mais serviços pela cidade e interior. Duas obras se destacaram nos últimos dias: o inicio da reforma do SESP, que estava caindo aos pedaços, e a construção da nova sede da Prefeitura Municipal. Só na nova Prefeitura, serão gastos 2,9 milhões. A nova sede vai tirar o peso dos aluguéis que atormentam as finanças municipais. Candidato Neto Barros se move como candidato à reeleição, o que é perfeitamente normal para quem conseguiu transformar o limão da crise numa limonada. Baixo Guandu experimenta um período que tem causado certa inveja a municípios capixabas, com entrega e início de novas obras. Como o prefeito consegue trabalhar quando só se fala em queda na arrecadação, a resposta de correligionários é uma só: eficiência na gestão pública. 12 partidos Na conferencia do PC do B, chamou a atenção o número de partidos que continuam afinados com a administração e devem apoiar uma eventual candidatura de Neto Barros à reeleição. São eles o PDT, PSC, PV, PTC, PMN, PSD, PSL, PPS, PSB, PHS, PSDC, além do PC do B. Eraldo Dr. Eraldo Trevizani tem dito a algumas pessoas que pode sim, retornar à política em 2016. E como candidato a prefeito. Lastênio O ex-prefeito Lastênio Cardoso também se movimenta muito neste sentido e seu PMDB continua buscando o entendimento em torno de uma aliança de oposição à atual administração. Mas o desentendimento de Lastênio com o deputado Dary Pagung ganha contornos definitivos. Hoje, não existe qualquer diálogo em torno de uma reaproximação.

E o deputado? Por falar em Dary, o deputado guanduense assiste de camarote toda a movimentação política e tem demonstrado um certo desinteresse em concorrer a prefeito em 2016. O objetivo maior parece a formação de uma boa bancada na Câmara, fortalecendo o seu PRP e partidos aliados. Há quem garanta que Baixo Guandu pode ter uma grande surpresa na eleição de 2016, com Dary não sendo candidato a prefeito e até apoiando a candidatura de Neto Barros. Uma aliança Neto-Dary, tida como impossível, já ganha contornos de possibilidade, dentro de um projeto de buscar uma afinidade maior entre o prefeito e o nosso representante na Assembleia. Este projeto seria construído com objetivos claros e definidos, numa união para trazer uma série de benefícios para Baixo Guandu. Jiló na área As 11 vagas na Câmara Municipal de Baixo Guandu prometem uma boa disputa na eleição de 2016. O popularíssimo pedreiro Jiló, é um dos pré-candidatos que já estão nos bastidores agindo visando o pleito. Calcula-se que aproximadamente 120 candidatos serão lançados em diversos partidos em Baixo Guandu.

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Sociais

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Tendo homenageado especial da noite o médico Noé Cardoso, que há muitos anos atua em Aimorés, profissionais da saúde da cidade fizeram um jantar comemorativo no dia 14 de outubro, nas dependências do Instituto Terrra. Organizado por Laurito, o jantar teve participação, além de médicos, que comemoram seu dia em 18 de outubro, de enfermeiros e pessoal de apoio na área de saúde. A Câmar a Municipal se fez presente, na entrega da homenagem ao dr. Noé Cardoso.

As cidades de Aimorés, Baixo Guandu e Colatina viveram dias de apreensão em função da queda de duas barragens no município de Mariana, Minas Gerais, que despejaram milhões de toneladas de lama no rio Doce. A tragédia, que causou duas mortes e deixou quase 30 pessoas desaparecidas, é considerada o maior acidente ambiental da história de Minas Gerais. A empresa Samarco, responsável pelas barragens, deve ser responsabilizada pelos danos materiais causados a milhares de pessoas, tendo inclusive o prefeito de Baixo Guandu, Neto Barros, anunciado que vai processar a indústria pelos prejuízos causados. Centenas de pessoas acompanharam em Baixo Guandu com expectativa, a chegada do 'mar de lama' que iria acontecer por volta de segunda-feira última. Mas até o fechamento desta edição, a água do rio Doce apresentava-se apenas turva e não houve necessidade sequer do rompimento da captação de água para distribuição na cidade. Ainda não se sabe as consequencias de todo este problema ambiental, mas as equipes da Defesa Civil do Estado e do Corpo de Bombeiros, além do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal, acompanharam muito de perto o desenrolar dos acontecimentos, prestando informações a respeito do andamento das notícias sobre a lama que descia rio abaixo.

Muitos moradores de Baixo Guandu foram até a ponte Mauá aguardando a chegada da lama proveniente de Minas Gerais. Até a quarta-feira (11/11) as águas apresentavam-se apenas turvas e ainda não havia ocorrido corte do fornecimento de água à população.


A servidora do INSS Zilá da Silva Soeiro, fez pronunciamento na Tribuna da Câmara Municipal de Aimorés, na sessão do último dia 21 de outubro, quando colocou aos vereadores a preocupação com os destinos da agência local. Segundo a servidora Zilá, a agência corre o risco de fechar as portas em Aimorés em função da falta de pessoal, uma vez que vários servidores se aposentaram recentemente e que o INSS não está fazendo a reposição destes funcionários. Zilá explicou que recentemente foram aposentados os servidores Lamonier, Maria Helena, Maria José Pimenta, Indiara e Vivaldo, além da perda da colega Adelice. Segundo a servidora, não foi feita nenhuma reposição destes servidores e muitos que ali trabalham atualmente também estão próximos de se aposentar. “A agência do INSS em Aimorés pode ser fechada por falta de servidores, assim como aconteceu com a Receita Federal. Por isso eu solicito o apoio desta Casa de Leis na solução desta questão. O fechamento da agência causará um grande prejuízo a toda a sociedade aimoreense”, disse Zilá Soeiro. A servidora aproveitou para agradecer a compreensão da sociedade de Aimorés pela tolerância com a greve de 58 dias realizada recentemente, enfatizando que o atendimento voltou à normalidade no dia 21 de setembro, quando foi encerrado o movimento de paralisação. Com o pequeno número de servidores, conforme a servidora Zilá, o atendimento ao público sempre fica prejudicado, porém a preocupação maior é com a possibilidade do fechamento da agência do INSS de Aimorés.

Vários vereadores de Aimorés utilizaram a tribuna da Câmara Municipal para também externar sua preocupação com a possibilidade de fechamento da agência do INSS. O vereador Onair Vitorino Filho explicou que a greve dos servidores em Aimorés não visou reajuste salarial, mas a recomposição do quadro de servidores. A vereadora Andréa Afoumado disse que a Câmara Municipal deve cobrar imediatamente do Governo Federal a recomposição do quadro de servidores do INSS, enquanto o presidente Se-

A aposentadoria de servidores do INSS está prejudicando o atendimento na cidade de Aimorés

bastião Ferreira de Souza lembrou da necessidade de cobrar dos “nossos representantes em Belo Horizonte e Brasilia, uma solução para a questão”. Ele lembrou que Aimorés já perdeu o centro regional de documentação do INSS, que estava previsto para ser instalado em Aimorés, tendo inclusive o municipio doado área com esta finalidade. Na sessão de 28 de outubro, o ex-vereador de Aimorés Américo Monteiro de Souza, o Merquinho, que também é servidor do INSS

atualmente lotado em Baixo Guandu, voltou ao tema da agência de Aimorés. Merquinho lamentou o risco do fechamento da agência de Aimorés, lembrando que Baixo Guandu ganhou uma unidade mais recentemente e que ela está funcionando a contento. O exvereador disse que é preciso que as autoridades sejam informadas do problemas da falta de servidores em Aimorés, para garantir um bom atendimento à população e evitar em definitivo o risco de fechamento da unidade.


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A construção de um longo muro na extensão da avenida Liberdade, em Aimorés, pela Vale, está trazendo preocupação aos moradores da região e já repercutiu na Câmara Municipal. As obras estão bastante avançadas e o temor é o agravamento das inundações naquela região da cidade, com a chegada das chuvas fortes que normalmente ocorrem na primavera e no verão. Para a vereadora Andrea Afoumado, a construção do muro trouxe um profundo descontentamento aos moradores da avenida Liberdade e proximidades, tendo tendo sido feita uma comissão que acompanha o desenrolar das obras. “A avenida Liberdade é uma área de risco, devido ao grande fluxo de veículos e eu não acredito nas promessas da Vale. Tenho inclusive o sonho de um dia retirar a via férrea passando pelo perímetro urbano de Aimorés, pelos grandes prejuízos materiais e humanos que a estrada de ferro já causou à nossa cidade”, disse a vereadora. Já o vereador Paulo Roberto da Silva explicou que participou de 3 reuniões sobre a construção do muro na avenida Liberdade e que, nestes encontros, foi garantido o direito da algumas aberturas no muro para escoamento de águas. “Mas a preocupação da Vale é com o seu patrimônio e não com a população por onde passa a via férrea”, disse ele. Interferindo na discussão, o presidente do Legislativo, vereador Sebastião Ferreira de Souza, disse que a Câmara Municipal deve enviar ofício aos diretores do DNIT e da Vale. Ele quer cobrar esclarecimentos sobre a segurança da construção do muro, uma vez que a drenagem sob a linha férrea é de responsabilidade da Vale e não do DNIT. “Discussões não resolvem o problema e torna-se necessário agir”, falou Tião Molin. A questão da preocupação dos moradores da avenida Liberdade e região diz respeito diretamente ao escoamento das águas das chuvas fortes que ali ocorrem. Em várias oportunidades o córrego Chucha, que passa no começo da avenida próximo à travessia da Linha, provoca sérias enchentes ao longo daquela região, situação que pode ser agravada com a construção do muro e o consequente represamento das águas. Alguns moradores temem que a abertura de locais para escoamento das águas das chuvas, em três pontos distintos da avenida Liberdade, não sejam suficientes para evitar fortes alagamentos em decorrência das chuvas fortes. “Vai

Aimorés comemorou seus 100 anos de emancipação política e administrativa no mês de setembro, com milhares de pessoas participando das comemorações, que ficaram mais concentradas na área do Parque de Exposições, tendo ocorrido ainda desfile escolar e outras atividades em pontos distintos da cidade. Os vereadores da Câmara Municipal fizeram questão de salientar que, mesmo com o

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Os moradores da avenida Liberdade temem que o muro construído cause enchentes na região haver represamento da água da chuva e poderemos assistir um alagamento enorme em toda extensão da avenida, independente da cheia do córrego Chucha”, avaliou um morador na semana passada, que preferiu não se identificar e teme grandes prejuízos aos moradores. Se no começo do século passado a linha férrea trouxe grandes resultados econômicos a Aimorés, impulsionando o seu desenvolvimento, nas ultimas décadas o relacionamento com a comunidade local é bastante contestado. Há pouco mais de 20 anos, a comunidade aimoreense teve que se unir em protesto contra a Vale em consequência do grande número de acidentes que ceifaram dezenas de vidas no perímetro urbano de

grande público da cidade e visitantes participando as comemorações, não houve qualquer problema de segurança de maior gravidade. Para os vereadores, merecem os cumprimentos as equipes das Policias Militar e Civil que participaram do esquema de segurança, mas merece destaque especial o comportamento da população de Aimorés e dos visitantes que participaram das festividades.

Aimorés, permanece hoje a preocupação com esta segurança. Na época a Vale construiu guaritas de segurança em 5 pontos distintos da cidade, o que praticamente baixou a zero o numero de acidentes. Também foi construído um viaduto na área central, que trouxe ordenamento maior ao tráfego de veículos e pessoas, porém existem ainda algumas questões que ainda preocupam com a passagem da linha férrea no centro de Aimorés. A última delas que surgiu é exatamente a construção do muro da avenida Liberdade, já que existe o forte temor do represamento das águas das chuvas e a conseqüente inundação de centenas de residências.

O vereador Gessimar Gomes da Silva destacou que o clima de paz na festa da cidade merece um importante registro, opinião idêntica à do vereador Paulo Roberto. O vereador Onair, por sua vez, congratulou-se com os profissionais que organizaram o desfile escolar e a Banda Filarmônica, além do grupo de Desbravadores da Igreja Adventista.


A Usina de Aimorés, um empreendimento do grupo Aliança Energia, tem investido em diversas formas de cuidar do meio ambiente. A inauguração do viveiro de mudas no Parque Botânico é mais uma de suas contribuições para a conservação da biodiversidade na região do Médio Rio Doce. Com capacidade de produzir cerca de 2mil mudas por mês, o viveiro foi inaugurado na manhã de 30 de setembro, em uma solenidade que reuniu cerca de 80 pessoas, entre representantes da Aliança, órgãos ambientais, lideranças dos municípios de Baixo Guandu, Aimorés e Itueta. Segundo o Coordenador de Operações da Usina de Aimorés, Humberto Oliveira Barbosa, a importância da preservação do meio ambiente é o maior aprendizado de cada visitante do Parque Botânico. A criação do viveiro de mudas permite reforçar ainda mais o ensino de conceitos de sustentabilidade e responsabilidade ambiental junto a toda a comunidade. “Este foi um dos motivos de escolhermos o mês de setembro para a inauguração do viveiro, servindo de reforço para as atividades comemorativas do Dia da Árvore”, comentou Humberto. Plantio de 100 mudas Além de inaugurar o viveiro de mudas, a Usina de Aimorés promoverá o plantio de 100 mudas de espécies da Mata Atlântica, vegetação típica da região. As primeiras cinco mudas já foram plantadas durante o evento, pelas autoridades presentes, em homenagem ao centenário da cidade de Aimorés. As outras 95 serão plantadas até dezembro, por diversas instituições da região. Cada participante do evento foi presenteado com uma muda de

árvore, reforçando a ideia divulgada na campanha de lançamento do viveiro, é um presente que ‘vai crescer, multiplicar e semear consciência ambiental’. Segundo Tatiana Menezes Teixeira, responsável pelas atividades de educação ambiental do Parque Botânico, a distribuição de mudas se repetirá cotidianamente. “Cada visitante que vier ao Parque Botânico será convidado a conhecer o viveiro e, se quiser, levará uma muda de árvore para plantar no quintal de sua casa”. As primeiras espécies disponíveis são: amora, pitanga e ipê. O Viveiro de Mudas O viveiro foi estruturado em

uma área de 200 metros quadrados e possui capacidade de produção de até duas mil mudas por mês. Implementado de maneira totalmente sustentável, o viveiro produz mudas originadas de árvores já existentes no parque, tendo como vasos temporários os copos descartáveis utilizados na Usina de Aimorés. E ainda, o substrato orgânico é gerado pela compostagem das plantas aquáticas, retiradas do lago no rio doce. Todos esses elementos estão disponíveis no Parque e não geram custo e nem resíduos adicionais. A produção de mudas será iniciada a partir de espécies frutíferas, devido à fácil adaptação ao ambiente residencial e também pelo

resultado ecológico que proporcionam: suas frutas servem de alimento para aves, como o papagaio-chauá, que é alvo das ações de monitoramento ambiental realizadas pela Usina de Aimorés. Exposição Fotográfica registra memória do Parque Botânico Neste mês o Parque Botânico Usina de Aimorés está cheio de novidades. Uma exposição fotográfica relembra a história dos trabalhos de preservação e de educação ambiental desenvolvidos desde a sua inauguração. Os visitantes podem ainda conhecer o Viveiro de Mudas e levar para casa uma muda de árvore.

“Toda a comunidade é convidada a fazer uma viagem pela história do Parque Botânico Usina de Aimorés, através da nossa exposição fotográfica, que revela um pouco da nossa caminhada desde o lançamento do projeto do Parque até a inauguração do viveiro. E conta ainda com a contribuição dos visitantes que queiram deixar uma mensagem para nós”, completa Tatiana. O Parque Botânico está aberto de segunda a sexta-feira, das 8h, às 17h. Em caso de grupos, é importante agendar por telefone, (27) 3732-1903, ou por e-mail: parque.aimores@aliancaenergia.com.br.

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Geral

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Vote em Mim! Foi dada a largada! Um ano antes do pleito, pessoas se mobilizam e se articulam. Negociam e apertam as mãos. Trocam de partidos, de amigos e de ideologia política. Afinal, de que lado será mais conveniente para mim desta vez? O tempo voa e em poucos dias estaremos em plena campanha. O Brasil vive o processo eleitoral como um grande campeonato, e com o declínio evidente de nosso futebol, o povo investe na política como seu esporte favorito. Nossa Aimorés não foge á regra. Aliás, aqui o negócio ferve mesmo. Grandes apostas, discussões calorosas, amizades postas em cheque; enfim FLA-FLU é fichinha perto do que rola em nossas terras. E como não sou bobo, também estou nesta. Sou candidato. Ainda não sei a que... Vamos às minhas propostas! 1 – Durante a campanha, não me peça favor pessoal. Explico: Candidatos a cargos e políticos devem ser escolhidos pelo povo para representá-los e defender os interesses da coletividade. Se o que você pede não vai beneficiar a um grupo de pelo menos 10 pessoas (e que não sejam todos da tua família), não justifica o pedido. Problemas pessoais todos têm, assim como responsabilidade e capacidade para resolvêlos.

para exercer seu mandato. Lógico, o conselho, o apoio, o respeito são muito bem vindos. Nisto vou precisar de você. O Político deve ter ao seu redor, mais pessoas interessadas no bem da sociedade. Pessoas que lhe tragam sugestões e apoio. Que também estejam dispostas a trabalhar pela comunidade. Como companheiros de viagem, que vão contigo onde você for. 5 – Não me traga contas para pagar. Não me peça pra marcar seu médico e sua cirurgia. Explico: Essa não é função de Político. Se algum outro candidato te der esta esperança, explique prá ele que você precisa de muito mais de um político. Tenho um amigo, vocês conhecem, que quando era Vereador (antes de ter sido eleito Deputado), conseguiu cerca de R$ 10.000.000,00 em verbas para seu município e região. Mas não pagava nem uma conta de Vinte Reias de eleitor. Não seja como os companheiros que costumamos ver, que mais parecem filhotes de passarinho, esperando com o bico aberto, a comidinha na boca, enquanto a árvore onde fica seu ninho está sendo derrubada.

3 – Se eu for eleito, não me peça emprego. Explico: Mas como? “Eu praticamente te elegi, consegui 50, 100 votos para você! Agora não vai me ajudar”? Se um político pode ajudar um eleitor, deverá ser fazendo leis, projetos que tragam investimentos e melhorias para toda a comunidade e fiscalizando a administração dos recursos públicos, no caso de vereador. No caso de prefeito será administrando a “máquina” da prefeitura, responsável pelo bem estar da comunidade. Vagas na prefeitura existem, necessidade de pessoas de confiança em cargos estratégicos também. Eu sei disso...

6 – Não me critique por estar na Política. Explico: O diabo quer que todos pensemos que política é coisa dele, e fica sussurrando isto no nosso ouvido. Por quê? Assim ele engana aos honestos, que não querem ter seu nome manchado. E o que acontece? Fica um monte de vaga, exatamente para aqueles que não têm compromisso com a verdade, a justiça e o bem comum do povo. Simples assim. Então, meu chapa, seja político, seja ativo, participe, discuta propostas, traga sugestões. Fiscalize. Denuncie. E quem sabe, coloque teu nome á disposição do povo. Quem sabe você, que é honesto, competente, bom administrador do seu negócio e de sua casa, não será um excelente Vereador, ou Prefeito ou Deputado? Heim? Talvez você não queira votar em mim. Mas espero que, caso você não goste das minhas propostas, vote em outro com ideias parecidas com as minhas. Afinal, se alguém propuser algo parecido com o que disse, esta pessoa deve estar preocupada com as mesmas coisas que eu, que são: amadurecimento político do povo, desejo de desenvolvimento de nosso Município, esperança de trazer muitos empregos para a cidade (que não sejam na Prefeitura - entendeu?). E talvez uma coisa se destaque mais do que as outras: O candidato entender que participar da Política deve ser um sacrifício pessoal, em busca do bem comum, e não uma oportunidade para obter vantagem para si e uns poucos parentes e amigos. Mas para você não ficar totalmente decepcionado comigo, tenho uma última proposta, que posso dizer que é meu grande compromisso como candidato.

4 – Não reclame se eu não te der emprego. Explico: Se você confiou e investiu em mim para ser seu representante, meu trabalho começa depois da eleição. O Político precisa ter espaço e liberdade

7 – Se eleito for, PROMETO: •Dedicar meu mandato a buscar o máximo possível de benefícios para a população de Aimorés. Precisamos de empregos, oportunidades de negócios,

2 – Não aceite favor pessoal. Explico: Existe uma coisa muito feia chamada compra de voto. Te faço um favor e você vota mim. Acontece que, se um candidato compra seu voto, depois ele não te deve mais obrigação, por que o acordo de vocês já foi cumprido. Aí ele terá 04 anos para tentar recuperar, dos cofres públicos – do dinheiro do seu imposto, o investimento que ele fez em você. Vergonhoso, mas simples assim! Candidato que oferece favor ou se desdobra em fazer campanha atendendo a inúmeros pedidos pessoais não é sério, ele está bem perto do Político Ladrão que todos conhecem.

boas escolas, atendimento de saúde, segurança, renda para o povo. Estas coisas não aparecem com uma canetada ou uma Dr. Márcio Lima Emenda de Deputado. Todas precisam de muito empenho político e participação do povo. Político não consegue sozinho. Precisa ter o povo ao seu lado. •Não punir àqueles que foram meus adversários durante a campanha. Acredito que a disputa termina no dia em que as urnas são fechadas. Depois é preciso haver união da sociedade, em busca de um propósito maior. •Escolher na comunidade, aqueles com melhor qualificação para exercer as funções, seja das vagas de emprego, seja dos cargos de confiança. Independente se seu partido é o mesmo que o meu. •Fazer o melhor uso possível dos recursos aos quais tiver acesso e autoridade para gerir. Não beneficiar apenas a um grupo restrito de “companheiros”. •Vigiar e tomar providências para que o suado dinheiro do povo não seja desviado de seus propósitos. Isto dentro de minha área de competência. •Cobrar que o povo seja cada vez mais atuante dentro das decisões e atitudes políticas do Município. •Prestar contas a quem me elegeu e a Deus que a tudo vê e tudo governa. Afinal, Ele é o grande chefe e principal interessado em tudo que possa ser bom para o povo. E a Ele ninguém pode enganar. Então? Já decidiu se vota ou não em mim? Desculpe. Cometi uma pequena falha, ainda não me identifiquei. E sou QUALQUER UM DOS CANDIDATOS que você verá em campanha até 01 de Outubro de 2016. Ó meu Deus! Quem dera! Tomara! Oxalá! Assim seja! Pudera! Amém! Amém! E Amém!


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Folha_Outubro_2015 by Andre Schneider - Issuu