Jornal dos Sports USA Ed 1672

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“Imigrantes legais descobrem que o tempo não apaga o passado nos EUA de Trump”

A conta pode chegar quando menos se espera, em um aeroporto ou check-in rotineiro, transformando uma viagem familiar em um confronto inesperado - PÁG. 10

Sob Trump 2.0, registros antigos – mesmo misdemeanors, DUIs ou posse de maconha menor que 30g – ressurgem via bancos de dados da CBP e ICE, especialmente em portos de entrada. Kerry Doyle, ex-conselheira do DHS, adverte: “Qualquer interação com polícia ou justiça, há 20-30 anos, exige consulta a advogado imigratório antes de viajar”. Michael Cataliotti reforça: evite viagens; condenações “invisíveis” agora são visíveis. Em 2025, mais de 600 deportações por o enses de maconha, e 65% das prisões ICE sem condenações violentas

NOSSA RÁDIO USA

Em Boston, Nossa Rádio lança o cialmente cobertura da Copa do Mundo 2026 - PÁG. 14

Massachusetts lança programa para imigrantes em risco de deportação - PÁG. 15

DE CHARLOTTE A MASSACHUSETTS

Operações do ICE em 2025: O padrão de “criminosos” que não convence – , a maioria são efeitos colaterais -PÁG. 5

NO DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS

Aos imigrantes que ainda não podem dizer “obrigado, América” - PÁG. 6

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4Editorial

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Quando a Justiça perde o equilíbrio, a democracia perde o rumo

OBrasil atravessa um dos momentos mais tensos de sua história recente. A rapidez, a severidade e a forma como foram conduzidos os julgamentos envolvendo Jair Bolsonaro e quatro generais quatro estrelas e os outros envolvidos nesse processo, reacenderam um debate que deveria preocupar qualquer democrata: até onde vai o poder da Justiça quando ela deixa de cumprir seu papel de equilíbrio e passa a atuar como protagonista político?

Independentemente de posições ideológicas, cresce no país a percepção de que estamos diante de prisões e decisões judiciais que muitos consideram arbitrárias, fruto de um processo conduzido em velocidade incomum quando comparado ao padrão histórico do sistema jurídico brasileiro. Enquanto bandidos, traficantes, homicidas e estupradores esperam anos — às

vezes décadas — por uma sentença defi nitiva, o chamado “caso da trama golpista” foi conduzido em tempo recorde, produzindo condenações que dividem especialistas, juristas e a população. Essa disparidade alimenta a crítica central: por que certos processos seguem o rito tradicional, enquanto outros parecem correr em pista exclusiva? Quando a Justiça modifica seu ritmo conforme o personagem envolvido, perde-se um princípio essencial da democracia: a igualdade perante a lei.

O nome mais citado nesse debate é o do ministro Alexandre de Moraes, cuja atuação tem sido vista por muitos como expansiva, dura e, em alguns momentos, de caráter quase monocrático. Há quem interprete essa postura como necessária em defesa das instituições. Há quem veja como abuso de autoridade e concentração excessiva de poder nas

mãos de um único magistrado.

Mesmo assim, o que mais preocupa é o efeito colateral dessa condução: o enfraquecimento da confiança pública. Quando juízes — especialmente figuras como Moraes, Dino ou Zanin — são percebidos pela sociedade como próximos politicamente do governo de turno, nesse caso do presidente Lula, toda decisão forte passa a carregar suspeitas de parcialidade, mesmo quando tecnicamente correta.

A Justiça não pode apenas ser correta; ela precisa parecer correta. Precisa transmitir equilíbrio, sobriedade, distância do jogo político. Quando a sociedade começa a enxergar vingança onde deveria haver imparcialidade, o tecido institucional se rasga.

A consequência disso é perigosíssima: cria-se a narrativa de que a condenação de Jair Bolsonaro e de generais não é apenas jurídica, mas eleitoral

— com o objetivo de retirá-lo da disputa de 2026. Ainda que tal intenção não seja provada, a simples percepção pública já é corrosiva o suficiente para gerar instabilidade, revolta e polarização.

O Brasil não pode aceitar que a Justiça seja usada como instrumento de poder, nem pode tolerar perseguições — reais ou percebidas. Da mesma forma, também não pode permitir que crimes sejam ignorados. O equilíbrio é difícil, mas essencial.

Este editorial não defende inocência ou culpa. Defende algo maior: a preservação do Estado de Direito, da Constituição e da confiança popular na imparcialidade das instituições. Quando a Justiça deixa de ser guardiã da liberdade para se aproximar do autoritarismo, todo o país perde.

E hoje, infelizmente, muitos brasileiros sentem exatamente isso.

DA Frase Semana ImagemDA Semana

"I think it's a terrible thing, very terrible.” “Acho que é uma coisa terrível, muito terrível.”

Presidente Trump, referindo-se às reportagens de Bolsonaro e ao veredito judicial no Brasil. Decretando a prisao do Ex- Presidente Jair Bolsonaro

VERGONHA NACIONAL : Generais 4 estrelas da mais alta patente; Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira, Almir Garnier Santos, Walter Souza Braga Netto, respeitados por muitos, estão presos, e bandidos, marginais e tra cantes soltos!!!
FOTO: REPRODUÇÃO/INTERNET
Alex Colombibni, editor chefe do Jornal dos Sports, Bacharel de direiro, formado pela FADIVALEGov. Valadares - MG

Um documento interno do DHS, revelado pela CBS News em 24 de novembro de 2025, expõe discrepâncias nas operações imigratórias da administração Trump. Na Operação Charlotte’s Web, em Charlotte, Carolina do Norte — lançada em 15 de novembro para capturar "criminosos ilegais" como assassinos e abusadores sexuais —, menos de um terço dos 270+ detidos pela Patrulha de Fronteira (cerca de 90) foram classificados como "estrangeiros criminosos". Os outros 70%+ eram imigrantes sem histórico criminal, capturados como "efeitos colaterais" em raids comunitários, incluindo trabalhadores e famílias. O DHS contestou os números como "provavelmente impreci-sos", citando 44 detenções iniciais com crimes como agressão agravada e DUI, mas sem break-down detalhado de condenações versus acusações pendentes. Esse padrão 30-70 (criminosos vs. não-criminosos) repete-se nacionalmente desde janeiro de 2025. No FY2025 (outubro/2024 a setem-

bro/2025), 65% dos 204 mil detidos pelo ICE não ti-nham condenações criminais, e mais de 93% sem ofensas violentas, per dados do Cato Institute compilados até junho. Em Chicago, 97% dos detidos em raids de junho a outubro sem registros criminais, segundo NPR e DOJ.

O ICE prioriza volume para quotas de 3 mil prisões/dia, de Chicago a Los Angeles, focando em "ameaças à ordem pública" — mas ativistas do ACLU e Immigrant Defense Project argumentam que só condenações finais qualificam como ameaça real, não acusações.

O que define "criminoso"? Defensores como Stephen Miller e Kristi Noem incluem delitos leves (roubo em loja, DUI, embriaguez pública), mesmo pendentes. Críticos destacam "não-crimes": multas por cinto/placa (53% das prisões ICE, per Cato); posse de maconha legal (17% de "nonvio-lent vice crimes"); brigas verbais tratadas como "assalto simples" (43,8% com misdemeanors).

Em Massachusetts, sanctuary policies elevam a taxa para 46% "criminosos" vs. 54% sem histórico —

acima da média nacional (30-35%) —, pois locais liberam pós-pena sem detainers, forçando raids ICE que capturam mais "vidas loucas" (criminosos reincidentes) do que trabalhadores inte-grados.

Isso questiona: protegem sanctuary honestos ou atraem oportunistas, deportando mais contribu-intes que ameaças? O custo humano — famílias separadas, economias locais afetadas — persiste, com 65 mil detidos em novembro, recorde histórico.

“Roubo a secretária do DHS expõe ‘turismo do crime’ de chilenos nos EUA”

O crime ocorreu em 20 de abril (Domingo de Páscoa), enquanto Noem jantava com a família no restaurante The Capital Burger. A bolsa, deixada no chão ao lado da mesa, continha US$ 3.000 em dinheiro, passaporte, crachá do DHS, carteira de motorista, remédios, maquiagem, cheques em branco, chaves do apartamento e uma carteira Louis Vuitton. Câmeras de segurança capturaram Bustamante-Leiva, usando máscara N95, boné e calça escura, pegando o item e saindo calmamen-te.

Entre 12 e 20 de abril, ele cometeu pelo menos cinco furtos semelhantes em restaurantes da capi-tal, usando cartões de crédito das vítimas para compras fraudulentas, como cartões-presente e itens em hotéis.

Bustamante-Leiva tem histórico extenso: oito condenações anteriores no Chile e Reino Unido, incluindo sete penas de prisão por roubos e furtos desde 1995.

Ele entrou nos EUA em agosto de 2021 via Visa Waiver Program (VWP), que permite estadias de até 90 dias sem visto para chilenos, mas permaneceu ilegalmente.

O caso exemplifica o “crime tourism” ou “burglary tourism”, praticado por grupos organizados de chilenos que entram legalmente pelo VWP para furtos rápidos em restaurantes, residências de luxo, estacionamentos de golfe e aero-

portos, gerando prejuízos anuais de milhões de dólares.

Estatísticas: 70-80% dos grupos sul-americanos de furto em Los Angeles são chilenos via VWP; em Orange County (2024), 94% das invasões residenciais por “turistas” eram chilenos; FBI confirma que quase 100% desses criminosos são chilenos natos entrando como turistas.

Embora uma minoria, esses casos reacendem debates sobre suspender o Chile do VWP, impulsio-nando projetos de lei nos EUA. A porta-voz do DHS, Tricia McLaughlin, celebrou: “Garante accoun-tability e deportação, impedindo mais vitimizações”.

O episódio irônico — Noem, defensora de deportações em massa, vítima de imigrante ilegal — destaca a necessidade de maior cooperação internacional em antecedentes criminais, área sob responsabilidade de sua pasta.

Edição 1672 / De 28 de Novembro a 4 de Dezembro de

Aos imigrantes

que

ainda não podem dizer “obrigado, América” no Dia de Ação de Graças

Há milhões de vocês que, neste 27 de novembro de 2025, sentam-se à mesa sem poder pronunci-ar em voz alta as palavras que o feriado pede.

Não podem publicar a fotografia da família reunida, pois falta alguém: um filho retido na fron-teira, um irmão deportado, um pai que não conseguiu atravessar.

Não podem telefonar para a terra natal sem antes verificar se o número é seguro.

Não podem voltar ao enterro da mãe ou ao batizado do sobrinho, porque sabem que a porta de saída seria também a porta de entrada definitiva para o exílio.

Vivem com o telefone em modo silencioso, o coração em alerta permanente, a gratidão engasgada na garganta.

Contudo, permitam-me recordar-vos uma verdade que não depende de lei, de governo ou de documento: vocês já têm muito pelo que agradecer.

Agradecem porque estão vivos, quando tantos ficaram pelo caminho.

Agradecem porque os filhos frequentam escolas onde recebem refeições e aprendem a língua que abrirá portas que vocês nunca ousaram sonhar.

Agradecem porque, mesmo sem nome no contracheque, constroem as casas onde outros mo-ram, colhem os frutos que outros comem, cuidam dos jardins que outros admiram.

Agradecem porque, em algum momento, uma professora, um vizinho, um padre, uma enfermeira ou um desconhecido qualquer escolheu acolher-vos em silêncio. Há uma frase de Cristo que mui-tos americanos repetem hoje com a boca cheia de peru, mas que poucos compreendem em pro-fundidade: “Tive fome e me destes de comer; era peregrino e me acolhestes.” (Mateus 25, 35)

Vocês são esse peregrino.

E, mesmo que a porta oficial esteja cerrada, já fostes acolhidos por milhares de pequenas por-tas que se abriram quando ninguém olhava: a da igreja que serve sopa aos sábados, a da escola que guarda uma marmita extra, a do patrão que paga em dinheiro e nunca pergunta o sobrenome completo.

A história deste país foi sempre escrita por quem chegou de mãos vazias e continuou batendo até que a porta cedesse.

Vocês não são uma interrupção dessa história; são o seu capítulo mais recente.

Um dia — e esse dia chegará — poderão dizer “obrigado, América” sem baixar a voz.

Um dia poderão reunir toda a família à mesma mesa, tirar a fotografia, publicar sem medo, viajar e regressar.

Até lá, agradecei em silêncio, mas agradecei com firmeza.

A cada desenho que o filho traz da escola, a cada pagamento que entra na conta, a cada gesto discreto de humanidade que recebestes.

Porque a gratidão que nasce no silêncio é a mais poderosa de todas: não precisa de permissão para existir.

Feliz Dia de Ação de Graças.

Que a mesa seja pequena hoje, mas que a esperança seja imensa.

O coração que bate dentro de vocês já possui cidadania plena — e nenhum decreto pode deportá-lo.

Com respeito e solidariedade.

SOS DA vida

Eliana Pereira Ignacio é Psicóloga, formada pela PUC –Pontifícia Universidade Católica – com ênfase em Intervenções Psicossociais e Psicoterapêuticas no Campo da Saúde e na Área Jurídica; especializada em Dependência Química pela UNIFESP Escola Paulista de Medicina em São Paulo Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas, entre outras quali cações. Mora em Massachusetts e dá aula na Dardah University. Para interagir com Eliana envie um e-mail para epignacio_vo@hotmail.com ou info@jornaldossportsusa.com

A GRATIDÃO: UM CAMINHO PSICOLÓGICO E ESPIRITUAL DE CURA

Olá, meus caros leitores. Após concluirmos nossa minissérie sobre autoestima — um mergulho em valor pessoal, identidade, reconhecimento interno e respeito próprio — avançamos para um território igualmente poderoso: a gratidão.

Estamos celebrando o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving), tradição americana cuja essência é universal: uma pausa coletiva para perceber o quanto somos sustentados e amparados, muitas vezes em detalhes que passam despercebidos na pressa do cotidiano.

O Thanksgiving não é apenas sobre mesas fartas ou reencontros familiares, mas sobre memória emocional. Reconhecer que, mesmo em períodos de dor, houve provisão; em meio a incertezas, houve força; nas lutas internas, houve crescimento.

É nesse ponto que autoestima e gratidão se encontram. A gratidão ilumina o que está obscuro e revela verdades que a autocrítica esconde. Ela nos ajuda a perceber que talvez já tenhamos muito do que sempre desejamos — só não aprendemos a reconhecer.

A Gratidão: Perspectiva Psicológica e Fonte de Autoestima Na psicologia, gratidão é mais que sentimento: é atitude cognitiva e emocional que envolve perceber e valorizar o que é positivo na vida. Não exige que tudo esteja bem, apenas que sejamos capazes de enxergar luz mesmo quando há sombra.

Pesquisas mostram que a gratidão:

- reduz ansiedade e depressão

- aumenta resiliência

- melhora o sono e diminui estresse

- fortalece vínculos sociais

- promove saúde emocional duradoura

- eleva a autoestima naturalmente

Esses efeitos acontecem porque a gratidão reorganiza padrões mentais, tirando o cérebro da hiperfocalização em problemas e ativando circuitos ligados à calma e bem-estar.

Gratidão como Canal de Cura

- Ansiedade: desloca o foco da mente ansiosa para o presente, onde há vida e cuidado.

- Feridas emocionais: não nega a dor, mas lembra da força e do aprendizado.

- Comparação e autocrítica: liberta da régua do outro.

- Culpa: revela pequenas vitórias internas, dissolvendo a sensação de insu ciência.

Gratidão e autoestima são como luzes da verdade interior. A autoestima depende da forma como narramos nossa história, e nada modi ca essa narrativa tão profundamente quanto a gratidão.

Quando agradecemos por nossas qualidades, pelas pessoas que nos apoiam e pelas oportunidades recebidas, enxergamos nossa vida com clareza. A gratidão mostra que somos capazes, fortes, amados e sustentados.

Gratidão à Luz do Evangelho

A Bíblia fala da gratidão como postura interna, ato de fé e reconhecimento da presença de Deus. Em Colossenses, somos chamados a “ser agradecidos”; em Filipenses, ela aparece como arma contra a ansiedade; nos Salmos, como lembrete para não esquecer os benefícios do Senhor.

O Evangelho mostra que a gratidão fortalece a fé, combate a comparação, cura feridas da alma, renova esperança e nos lembra que somos cuidados por um Deus presente e amoroso.

Como Praticar Gratidão

- Liste três motivos de gratidão diariamente.

- Ore agradecendo por detalhes e sustento.

- Reconheça seus esforços e limites.

- Pare por um minuto para notar algo bom.

- Agradeça alguém — fortalecer vínculos também é cura.

Conclusão

A gratidão não cria milagres; ela revela milagres já presentes. É o ponto de encontro entre cura emocional e espiritualidade, onde nossa identidade é lembrada, restaurada e celebrada. É onde aprendemos que o bem não nos falta — muitas vezes, só nos falta percebê-lo.

“Em tudo dai graças.” – 1 Tessalonicenses 5:18 Até a próxima semana !!!

Brasileira, mãe do sobrinho da secretária de imprensa da Casa Branca, é presa pelo ICE em Revere, Massa-chusetts

Bruna Caroline Ferreira, brasileira de 33 anos e mãe do sobrinho da secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, foi detida pelo ICE em 12 de novembro de 2025, em Revere, Massachu-setts, enquanto dirigia para buscar o filho de 11 anos em New Hampshire.

Atualmente, ela está no Centro de Processamento do ICE no sul da Louisiana, aguardando depor-tação, após overstayar um visto de turista B2 que venceu em junho de 1999 — entrada legal em dezembro de 1998, como criança com a família.

O DHS a classifica como “imigrante ilegal criminosa” com prisão anterior por agressão (battery), sujeita à remoção sob Trump e secretária Kristi Noem: “Todos os indivíduos

presentes ilegalmente estão sujeitos à deportação”.

Ferreira teve um relacionamento com Michael Leavitt, irmão de Karoline, nos anos 2010, resultan-do em um filho que vive integralmente com o pai e madrasta em New Hampshire desde o nasci-mento, com visitas regulares e custódia compartilhada informal da mãe.

Michael expressou preocupação com o bem-estar do menino, que não fala com a mãe desde a detenção: “Sempre tentei manter a relação, mas é difícil para a família”.

Karoline, 28 anos e defensora ferrenha de políticas anti-imigração — chamando irregulares de “il-legal criminal aliens” —, não mantém contato com Ferreira há anos e recusou comentários.

O advogado Todd Pomerleau contesta: Bruna era protegida pelo

DACA (criado na era Obama para imigrantes infantis), sem registro criminal — “Não há provas de acusação; registros públicos con-firmam zero histórico” — e estava no processo de green card quando presa abruptamente, sepa-rando-a do filho pré-Ação de Graças.

Uma campanha no GoFundMe, iniciada pela irmã Graziela Dos Santos Rodrigues, arrecadou mais de US$ 15 mil para defesa, descrevendo-a como “trabalhadora, gentil e sem crimes”.

O caso reacende debates sobre deportações em massa de Trump, afetando 500 mil beneficiários DACA, e destaca “hipocrisia política” por laços familiares. A defesa busca revisão humanitária e reunificação, com audiência de fiança pendente; fontes familiares sugerem “self-deport” de Mi-chael e Bob Leavitt.

“Agressões contra agentes do ICE sobem 1.150% em 2025, diz DHS”

O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA reportou, em 24 de novembro de 2025, um aumento alarmante de mais de 1.150% em agressões e ataques violentos contra agentes da Imi-gração e Alfândega (ICE), comparado ao mesmo período de 2024 sob Biden. De 21 de janeiro a 21 de novembro de 2025, foram 238 incidentes, contra apenas 19 no ano anterior.

A secretária-assistente Tricia McLaughlin atribui a escalada à retórica de autoridades de “cidades-santuário” (que limitam cooperação com imigração federal) e a comparações de políticos democra-tas que equiparam o ICE à Gestapo nazista ou patrulhas de escravos, incentivando resistência a prisões. “Políticos de santuário precisam baixar o tom antes que um agente seja morto”, alertou ela, destacando que os oficiais arriscam a vida para prender pedófilos, estupradores, assassinos, gangues e terroristas.

O DHS descreve um “pa-

drão perigosamente crescente” de violência, de cusparadas e socos a co-quetéis molotov, tiros e veículos como armas. Casos graves incluem: um agente precisando de 13 pontos na boca após golpe com caneca metálica; outro com concussão e sangramento na cabeça; em setembro, o guatemalteco Henry Isaul Garcia quase esmagando a perna de um oficial com o carro em Homestead, Flórida; em julho, emboscada armada por ex-reservista Benjamin Hanil Song em centro de detenção; e em junho, foragido Eric Anthony Rodriguez (com histórico de agressão e roubo) atacando hotel de agentes perto do Aeroporto de Los Angeles com molotov.

“Esses incidentes mostram que agentes do ICE são alvos pelo distintivo, não só pelas operações”, afirmou o DHS, condenando ataques como assaltos ao Estado de Direito. Autoridades pedem mo-deração no discurso público para evitar tragédias.

“Coalizão de 20 estados assegura apoio a vítimas de violência, independentemente da imigração”

ODepartamento de Justiça dos EUA (DOJ) recuou integralmente em 24 de novembro de 2025, assinando um acordo vinculante que proíbe restrições a serviços jurídicos e de apoio para vítimas de violência doméstica, agressão sexual, tráfico humano e outros crimes violentos, independen-temente do status imigratório. A vitória veio após ação judicial de 20 estados e o Distrito de Co-lumbia, liderada pela procuradora-geral de Massachusetts, Andrea Joy Campbell, contra uma polí-tica imposta

em agosto que bloqueava verbas dos programas VOCA (Victims of Crime Act) e VA-WA (Violence Against Women Act) para imigrantes irregulares — inclusive em concessões já apro-vadas.

Em outubro, a coalizão — majoritariamente democrata, com o republicano do Arizona — proces-sou o DOJ no tribunal federal de Rhode Island, alegando ilegalidade: a medida violava regulamen-tos dos programas, que historicamente não discriminam por imigração, e colocava sobreviventes em risco, pois muitas evitam denunciar abusadores por medo de deportação. Exigir compro-

vantes seria perigoso ou impossível para vítimas traumatizadas. No acordo, o DOJ declarou que as restrições “não podem e não serão aplicadas” a subsídios atuais de VOCA Victim Assistance e VAWA, permitindo que estados desistam da ação sem prejuízo — com opção de reabertura se o governo Trump reativar a política. “Enfrentando nosso processo, o governo abandonou suas restrições cruéis e ilegais sobre serviços essenciais que ajudam vítimas a superar o trauma”, afirmou Campbell, enfatizando apoio incondicional.

Letitia James, de Nova York, cha-

mou a iniciativa original de “desprezível” e celebrou o recuo: “Ata-car sobreviventes é abominável; aliviada que o federal retrocedeu nessa política perigosa”.

Esses programas financiam serviços cruciais: representação jurídica para ordens de proteção, guarda de filhos e pensão; assistência habitacional de emergência; acompanhamento em centros de crise para estupro; e compensação médica/funerária. Desde sua criação, o Congresso prioriza acesso universal para incentivar denúncias, sem barreiras imigratórias.

É a segunda vitória da coalizão:

anteriormente, o DOJ desistiu de bloquear US$ 1,4 bilhão em re-passes após processo similar. Estados envolvidos: Arizona, Califórnia, Colorado, Connecticut, De-laware, Illinois, Maine, Maryland, Massachusetts, Michigan, Minnesota, Nevada, Nova Jersey, Novo México, Nova York, Oregon, Rhode Island, Vermont, Washington e Distrito de Columbia. O acordo garante alívio imediato: milhares de imigrantes — mulheres, crianças e famílias — conti-nuarão recebendo ajuda vital sem provar status, preservando a confiança no sistema de justiça e proteção contra abusos.

“Anúncio de operação do ICE causa pânico entre imigrantes em Nova Orleans”

Nova Orleans, traumatizada por furacões como Katrina, vazamentos de petróleo e um ataque terrorista na virada de 2025, agora se prepara para o “desastre humano” da “Operação Swamp Sweep”: uma ofensiva imigratória massiva com 250 agentes federais da Patrulha de Fronteira, liderada por Gregory Bovino. Programada para dezembro, após pausa no feriado de Ação de Gra-ças, visa 5.000 detenções em dois meses no sudeste da Louisiana e sul do Mississippi, focando em imigrantes indocumentados, segundo documentos obtidos pela Associated Press e fontes do DHS.

apnews.comAgentes já se posicionam em base naval, mas sem

prisões ligadas à operação até 24 de novembro – apenas 15 detenções rotineiras no estado na semana anterior.

O pânico é palpável: famílias estocam comida, cancelam trabalhos e treinam direitos civis, ecoando preparativos para Katrina, que submersou 80% da cidade há 20 anos. Rachel Taber, da União Mi-grante, descreve “terror absoluto”, com postagens virais no X sob #SwampSweep e #NOImmi-grantsResist acumulando milhares de interações.

@WWLTVImigrantes, 6,5% da população (23.400 pessoas, per Censo), são o “esqueleto” da eco-nomia: latinos reconstruíram pós-Katrina (75% da força de trabalho, per estudo

da UC Berkeley) e sustentam turismo, hotéis e culinária creole. Impactos econômicos já surgem: restaurantes como Tia Maria’s Kitchen fecham cedo por faltas; mercearias centro-americanas veem queda de 50% na receita, com entregas grátis para clientes aterrorizados. Empresários latinos relatam paralisia em contratos de construção, temendo retalia-ção por “parecerem marrons”. Ativistas como Lindsey Navarro, do El Centro, alertam para cerco em hotéis e restaurantes, revivendo traumas de violência nos países de origem. Resistência floresce: ONGs distribuem 1.500 kits com assobios, cartões de direitos e consultas jurídicas gratuitas. Prefeita-eleita Helena Mo-

reno, mexicana-americana, emite diretrizes contra agentes, contrastando com o governador Jeff Landry, que chama a cidade de “ninho de criminosos ilegais”. Polícia de Kenner coopera, mas dados mostram queda de 20% em crimes violentos em 2025. Terceiro alvo em cidades azuis de estados vermelhos (após Chicago e Charlotte, com 200 mil deportações desde janeiro), Swamp Sweep mistura repressão e teatro político para a base Trump. Críticos pedem regularização para enraizados e vistos para essenciais, mas analistas veem priorização eleitoral. A cidade aguarda o temporal pós-Thanksgiving, entre medo e solidariedade.

“Imigrantes legais descobrem que o tempo não apaga o passado nos EUA de Trump”

Sob a segunda administração Trump, residentes permanentes legais (green card holders) que co-meteram delitos menores há 20–30 anos estão sendo detidos e, em alguns casos, deportados ao tentarem reentrar nos EUA ou em check-ins rotineiros. Casos emblemáticos expõem a nova reali-dade de “máxima enforcement” imigratória.

Maria Mendes, 48 anos, mãe de seis filhos americanos e green card desde os 8 anos, foi detida em 5 de novembro no Aeroporto de Boston ao voltar do funeral do irmão em Cabo Verde — sua pri-meira viagem em 40 anos. Agentes do CBP a mantiveram algemada por duas semanas no termi-nal, citando uma contravenção e infrações juvenis de antes de 1997, que legalmente não

deveri-am ser deportáveis. Ela havia consultado as autoridades antes de viajar e recebeu aval.

Melissa Tran, 43 anos, refugiada vietnamita que chegou criança e construiu família e negócio em Maryland, foi deportada para Hanói em 19 de novembro por um roubo de cheques cometido aos 17 anos, em 2001. O caso estava suspenso há duas décadas porque o Vietnã não aceitava repatri-ados pré-1995; em 2025 a política mudou e o ICE agiu imediatamente. Outros exemplos se multi-plicam: Lewelyn Dixon, 64 anos, filipina com 50 anos nos EUA, ficou três meses presa por um furto de 2001; Fabian Schmidt, eletricista alemão, passou 58 dias detido por posse de droga (misdeme-anor) de 2015. Advogados relatam triplicação de casos desde fevereiro de 2025 —

antes pratica-mente inexistentes. Bancos de dados integrados da CBP e ICE agora cruzam registros antigos, incluindo pleas “no con-test”, posse de maconha abaixo de 30 g e até DUIs antigos. Especialistas alertam: qualquer intera-ção com a justiça, por menor que seja, pode ressurgir em portos de entrada ou check-ins. Em 2025 já foram registradas mais de 600 deportações só por ofensas relacionadas a maconha. Para os cerca de 13 milhões de green card holders, a mensagem é clara: o passado não prescreve mais. Recomenda-se consultar advogados imigratórios imediatamente, reabrir casos antigos, lim-par registros quando possível e priorizar a cidadania americana antes que uma viagem rotineira ou funeral familiar vire deportação e separação definitiva da família.

A Guerra das Imagens: Como as Operações do ICE Despertam Fantasmas do Passado na Opinião Pública Americana

Vídeos virais em Nova York e Chicago expõem o drama das operações do ICE sob Trump: imigrantes correndo de agentes mascarados, famílias separadas em prantos e oficiais agredidos por ativistas. Clipes como o da família Gonzalez em Los Angeles (42 milhões de views) ou de Carlos Zapata em Massachusetts (500 mil compartilhamentos) humanizam o sofrimento e transformam raids em sinônimo de terror estatal.

Desde janeiro de 2025, o ICE intensificou detenções para deportar mais de 1 milhão de indocumentados por ano, priorizando gangues e criminosos violentos. Porém, narrativas emocionais dominam. Democratas como Tim Walz, Seth Moulton e Michelle Wu comparam as ações a “Gestapo” ou “táticas neonazistas”, enquanto o DHS registra aumento de 413% em agressões contra agentes.

Historiadores apontam “efeito Cronkite”: como no Vietnã, imagens moldam opi-

nião pública. Coberturas liberais destacam traumas familiares e erros — como 170 cidadãos detidos — corroendo apoio republicano.

Pesquisas revelam paradoxo: maioria apoia deportações (Harvard/Harris: 56% todos indocumentados; 78% criminosos), mas a aprovação do ICE é baixa (34%, Daily Mail/JL Partners).

Em Charlotte, a “Operation Charlotte’s Web” prendeu até 370 pessoas, mas gerou protestos, ausências escolares e recusa de 1.400 detainers pelo xerife. Republicanos como Pat McCrory alertam que imigração pode ferir o partido; María Elvira Salazar defende foco em “bad hombres”. Em estados-pêndulo como Carolina do Norte, raids podem custar caro nas midterms de 2026. A guerra narrativa — fatos versus lágrimas — ecoa Vietnã: imagens conquistam corações e levantam a questão se a América será guiada pela lei ou pela humanidade.

JUNOT

Véspera de Ação de Graças. Dois guardas nacionais de West Virginia patrulhavam a 17th Street, a 500 metros da Casa Branca, quando um homem saiu de trás da esquina e abriu fogo à queima-roupa. A mulher levou tiros no peito e na cabeça; o homem foi atingido em seguida. Um terceiro soldado reagiu, baleou o atirador e o imobilizou.

Resultado: dois militares em estado crítico nos UTIs de D.C. e um suspeito preso e hospitalizado.

O atirador é Rahmanullah Lakanwal, 29 anos, afegão de Khost que chegou aos EUA em 8 de se-tembro de 2021 na onda da Operation Allies Welcome, o programa humanitário de Biden que evacuou 85 mil pessoas em tempo recorde após a queda de Cabul. Ex-soldado de forças especiais afegãs, passou dez anos lutando ao lado de americanos e da CIA contra o Talibã. Ele entrou com parole humanitário de dois anos, reassentou em Bellingham (Washington), trabalhou na Amazon, casado, cinco filhos, sem antecedente criminal. Em abril de 2025, já no governo Trump, ganhou asilo definitivo.

Nenhum manifesto ou nenhuma reivindicação foi emitido

pelo atirador. O FBI trata como possível terrorismo doméstico, mas pode ser vingança pessoal ou radicalização silenciosa. O afegão diri-giu 4.300 km de carro até D.C. com a arma no carro (alguém que faça isso não pode alegar que foi movido por impulso).

Trump postou um video em suas redes sociais onde chamou Lakanwal de “animal deprava-do”, exigiu pena de morte federal sem apelações longas, suspendeu indefinidamente toda imigra-ção afegã e mandou reavaliar caso a caso os 85 mil que entraram com Biden. “Isso é o que acon-tece quando se abre a porta sem checar

quem entra”, disparou. Na manhã dessa quinta-feira, 27, os dois estão se recuperando do atentado e seguem em condi-ções estáveis. Lakanwal sob custódia policial algemado à cama de um hospital, aguardando indici-amento.

O Secret Service reforçou o perímetro da Casa Branca, e mais 500 guardas nacionais já estão a caminho da capital. Um ex-aliado da CIA que virou suspeito de emboscada a militares america-nos, a três quarteirões do Salão Oval. A ferida do Afeganistão, quatro anos depois, ainda sangra – e agora sangra em plena Washington.

O mundo do reggae lamenta a morte de Jimmy Cliff, pioneiro jamaicano que popularizou o gênero globalmente, aos 81 anos. O cantor e compositor faleceu em 24 de novembro de 2025, vítima de pneumonia após uma convulsão, conforme anúncio da esposa Latifa Chambers no Instagram ofi-cial do artista.

Seus filhos, Lilty e Aken, assinaram a mensagem, expressando gratidão aos fãs e pedindo privaci-dade no luto. “Seu apoio foi sua força durante toda a carreira”, destacou Latifa, enfatizando o lega-do de amor pela música e humanidade.

Nascido James Chambers em 1º de abril de 1944, em Somerton, Jamaica, Cliff surgiu nos anos 1960 com ska e reggae, lançando álbuns como Hard Road to Travel (1968) e hits como “You Can Get It If You Really Want” e “Vietnam”. Seu papel no filme The Harder They Come (1972), que compôs e estrelou, o imortalizou, introduzindo o reggae ao mundo e influenciando Bob Marley e Chronixx.

Ao longo de seis décadas, acumulou dois Grammys de reggae (1986 e 2013), entrada no Rock and Roll Hall of Fame (2010) e a Ordem do Mérito da Jamaica. Te-

mas de resistência e espiritualidade marcaram sua obra, ecoando em filmes como Cool Runnings e covers de Johnny Nash.O primeiro-ministro Andrew Holness o chamou de “gigante cultural” que levou a alma jamaicana ao mundo.

Tributos inundaram redes: bandeiras a meio mastro em Kingston, reuniões no Tuff Gong e obituá-rios no New York Times, Guardian e Rolling Stone. No Brasil e Portugal, fãs reviveram “Many Rivers to Cross”. Hashtags #RIPJimmyCliff acumularam milhões de interações no X.Cliff deixa um vazio, mas sua voz esperançosa perdurará. Sugestão: ouça “The Harder They Come” para sentir seu pulsar eterno.

Seguro

Visto

Procuradora-Geral de Massachusetts defende Boston Trust Act contra cooperação migratória

Aprocuradora-geral de Massachusetts, Andrea Joy Campbell, apresentou em 25 de novembro de 2025 um amicus brief ao Tribunal Federal de Boston, defendendo a cidade contra uma ação do governo Trump que questiona a constitucionalidade da Boston Trust Act.

A lei municipal, aprovada em 2021 e uma das mais robustas “sanctuary policies” do estado, proíbe policiais e funcionários locais de colaborarem com a imigração federal em ações civis (não crimi-nais), como detainers do ICE por status irregular. O DOJ processou Boston em setembro, alegando violação federal, mas Campbell

argumenta que a Trust Act é legal, alinhada à Constituição, leis es-taduais e federais, e essencial para a segurança pública.

Principais argumentos:

• Federalismo e poder de polícia: A Constituição reserva aos estados e municípios o “police power” para proteger moradores, permitindo limitar cooperação em fiscalizações civis mi-gratórias.

• Sem obrigatoriedade: Leis federal e estadual não compelam detenção por detainer civil do ICE, confirmado pela Suprema Judicial Court de Massachusetts em Lunn v. Com-monwealth (2017).

• Segurança em números: A Trust Act fomenta confiança, incentivando comunidades imi-grantes a denunciar crimes, teste-

munhar e buscar ajuda sem medo de deportação — re-duzindo violência, exploração e abuso. Boston, a “grande cidade mais segura da América”, exemplifica isso.

• Não obstrui crimes: Cooperação persiste em casos criminais migratórios, como tráfico ou reentrada ilegal pós-deportação grave.

Campbell urge o juiz a conceder o arquivamento pedido pela prefeitura, encerrando o caso pré-meritório. “A Trust Act promove segurança e confiança entre polícia e comunidades, e tenho orgu-lho de combater esse abuso federal”, declarou ela.

A ação integra série de processos Trump contra sanctuary cities, mas reforça autonomia local.

O governo Trump suspendeu imediatamente todos os pedidos de imigração de cidadãos afegãos após a prisão de Rahmanullah Lakanwal, 29, acusado de atirar contra dois membros da Guarda Nacional perto da Casa Branca.

Segundo o DHS, o suspeito entrou nos EUA em 2021 pela Operation Allies Welcome, criada por Biden para receber afegãos vulneráveis com autorizações temporárias. O USCIS informou que a suspensão será por tempo indeterminado, enquanto protocolos de segurança são revisados.

A medida afeta pedidos de asilo, green cards e vistos especiais (SIV). Estima-se que 77 mil afegãos tenham chegado ao país pelo programa, alvo de críticas por fa-

lhas na checagem de antecedentes. Desde 2024, o reassentamento caiu em dois terços e proteções humanitárias foram retiradas.

O ataque reacendeu o debate sobre imigração e segurança. Trump classificou o ato como “terror” e defendeu reexaminar todos os afegãos que entraram sob Biden. Autoridades locais destacaram que a investigação ainda está em andamento.

O caso ocorre em meio à crise humanitária no Afeganistão, onde mais da metade da população depende de ajuda, e a tensões com o Paquistão. Em Washington, a mobilização de tropas federais por Trump já enfrenta contestação judicial.

Empreender nos EUA pode ser um desafio financeiramente exigente

Osonho americano de abrir um negócio nos EUA existe em muitos brasileiros.

Mas será que essa ideia é viável para a maioria das pessoas? Será que empreender na terra do Tio Sam é realmente tão caro quanto dizem?

Sim, empreender envolve custos, mas a ideia de que é extremamente caro é muitas vezes exagerada. O cenário empreendedor nos EUA é vasto e diversificado, oferecendo oportunidades para todos os níveis de investimento.

Desde negócios online com custos iniciais baixos até startups que exigem capital de risco, há inúmeras maneiras de iniciar sua jornada

empresarial sem comprometer suas finanças.

É verdade que os custos de vida e os impostos nos EUA podem ser mais altos do que no Brasil. No entanto, isso não significa que abrir um negócio seja um bicho de sete cabeças.

Com planejamento, pesquisa e as estratégias certas, o sonho de ter seu próprio negócio nos EUA pode se tornar realidade.

Um dos principais medos dos aspirantes a empreendedores é o alto custo inicial para abrir um negócio nos EUA. De fato, os custos podem variar bastante, dependendo do tipo de negócio, da localização e de outros fatores.

Mas, a boa notícia é que existem diversas maneiras de reduzir esses custos. É possível, por exemplo, começar um negócio online, que exige menos investimento inicial do que um negócio físico.

Ou ainda, buscar parcerias ou programas de incubação que oferecem suporte financeiro e outros recursos para empreendedores.

Digital: A revolução digital abriu portas para empreendimentos com baixo custo inicial. Lojas online, serviços de consultoria e marketing digital são exemplos de negócios que podem ser iniciados com investimentos relativamente modestos.

Coworking e Espaços Compartilhados: Alugar um escritório pode ser uma das despesas mais significativas para um novo negócio. Em vez disso, considere espaços de coworking.

Terceirização e Freelancers: Em vez de contratar uma equipe completa, comece terceirizando tarefas específicas para freelancers.

Financiamento: Pesquise sobre programas de financiamento e incentivos disponíveis para novos negócios. Muitas cidades e estados oferecem subsídios, empréstimos a juros baixos e incentivos fiscais para estimular o empreendedorismo.

Parcerias Estratégicas: Formar

parcerias pode reduzir significativamente os custos. Colabore com outras empresas para compartilhar recursos, conhecimento e até mesmo custos de marketing. Parcerias estratégicas podem ampliar seu alcance e reduzir despesas operacionais.

Com as estratégias certas, planejamento cuidadoso e a orientação adequada, você pode iniciar e escalar seu negócio sem comprometer suas finanças. Tiago Prado e o Imigrante Rico EVO estão aqui para ajudá-lo a transformar esse sonho em realidade.

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Nossa Rádio USA

Boston, lançamento oficial da cobertura da Copa do Mundo 2026

ANossa Rádio USA já está no clima da Copa do Mundo de 2026. Nesta quinta-feira (20), a rádio realizou, em Boston, um evento de lançamento oficial da cobertura da Copa que a emissora fará para sua audiência nos EUA.

Durante o evento, o CEO da Rádio, Pastor Glauber Morare, o diretor de programação, Lombardi Jr, e a equipe esportiva da Nossa Rádio apresentaram como a emissora está se preparando e or-

ganizando sua estratégia para realizar as transmissões e a cobertura jornalística do maior evento esportivo previsto para o ano que vem.

O coquetel de apresentação, realizado na churrascaria Alma Gaúcha, em Boston, representou uma oportunidade única e reservada para grandes marcas, patrocinadores e líderes da comunidade brasileira explorarem como posicionar sua marca no maior palco esportivo do planeta. Estiveram presentes 86 convidados de empresas e organizações públicas, incluindo

o Cônsul-Geral do Brasil em Boston, o embaixador Santiago Mourão, que estava presente, representando o consulado.

A estratégia da Nossa Rádio para a cobertura do evento nas suas frequências de rádio será por meio de oferecimento de conteúdo, ações promocionais, entrevistas, spots e testemunhais. No digital, a emissora prevê posts informativos, banners, newsletter, matérias patrocinadas, lives no Youtube e vídeos promocionais. Serão promovidas também as seguintes ativações: pro-

O

moções, QR Codes, brindes e interatividade.

Você mal pode esperar para o kick-off da Copa do Mundo 2026, não é mesmo? Então fique ligado na programação da Nossa Rádio USA que a emissora está preparando muito conteúdo bacana para sua cobertura completa, interativa e exclusiva do maior evento esportivo do planeta. Sintonize nos nossos canais e não perca nenhum lance! Nossa Rádio USA, a rádio dos brasileiros na América, na cobertura da Copa do Mundo Fifa 2026!

CrônicasDO dia a dia

Inverno chegou!

O colorido das folhas de outono já está abrindo alas para as árvores nuas que em breve se entupirão de neve. Viver em Boston é entender como as estações acontecem em suas mais plenas formas. Estou aqui há 24 anos e não me acostumo com o frio. Quando a temperatura cai pra 20 abaixo de 0, uso três meias , três calças, dois casacos, três blusas, gorro e luvas.

Quando preciso andar na rua, uso aquele trem wue esquenta as luvas pra aguentar o iceberg lá de fora.

Daí, quando o heat esquenta a casa, ressaca o nariz, faz coçar a garganta e eu tiro minha roupa toda porque a meno ataca.logo depois, tremo de frio e co debaixo das cobertas pra ter uma noite de sono dos anjos . Êta inverno longo esse! Louca pro verão chegar!

SOBRE A COLUNISTA

Edel Holz é a mais premiada e consagrada atriz, roteirista, diretora e produtora teatral brasileira nos Estados Unidos. Inquieta e de mente profícua, Edel tem sempre um projeto cultural engatilhado para oferecer para a comunidade brasileira. Depois de anos de ausência, Edel volta a abrilhantar as páginas de um jornal. Damos as boas vinda à poderosa e de mente efervescente Edel.

NOSSARADIOUSA

Massachusetts lança programa de assistência jurídica gratuita para imigrantes em risco de deportação

Massachusetts lançou a Massachusetts Access to Counsel Initiative (MACI) para garantir representação legal gratuita a imigrantes de baixa e média renda em processos de deportação.

O programa, fruto da parceria entre MIRA, CPCS e prestadores jurídicos estaduais, atende residentes em liberdade ou detidos pelo ICE com casos ativos na Corte de Imigração.

O sistema é centralizado: o interessado liga para a linha direta, passa por triagem de 15 a 30 minu-

tos e, se elegível, é encaminhado a advogados parceiros. Há suporte em espanhol e intérpretes para outras línguas.

A orientação é deixar recado com nome e telefone caso a linha esteja ocupada; o retorno ocorre em até um dia útil.

Para familiares de detidos: Se o imigrante estiver detido, recomenda-se deixar o nome e o telefone de um familiar de confiança fora da detenção para facilitar o contato.

Serviço: Como buscar ajuda

Se você ou um familiar está em

processo de deportação e precisa de advogado:

O que: Assistência Legal Gratuita (MACI)

Telefone (Hotline): (508) 5054588

Quem pode ligar: Imigrantes em Massachusetts (detidos ou não) com processos na corte de imigração.

Custo: Gratuito (para elegíveis de baixa/média renda).

Compartilhe esta informação. O acesso a um advogado pode mudar o destino de uma família.

NOSSARADIOUSA COM BRAZILIAN TIMES

“De Joinville às estradas dos EUA: caminhoneira brasileira inspira outras mulheres”

Aos 48 anos, Solange Debortoli transformou sua trajetória nos Estados Unidos em uma história de superação e reinvenção. Nascida em Joinville, Santa Catarina, ela vive há 26 anos na Flórida e construiu uma vida marcada por desafios e conquistas. Durante quase duas décadas trabalhou como legal assistant em um escritório de advocacia em Pompano Beach, experiência que considera enriquecedora, mas que não preenchia seu desejo de liberdade.

O ponto de virada veio quando começou a acompanhar o marido, caminhoneiro experiente, em algumas viagens. A rotina na estrada a fascinou: paisagens em constante mudança, o prazer de dirigir e a sensação de independência despertaram nela uma paixão antiga. Incentivada pelo companheiro, Solange buscou formação, conquistou a licença CDL Classe A e, há oito meses, dirige profissionalmente ao lado dele na empresa de transporte do casal, subcontratada por uma companhia da Califórnia.

Ingressar em um setor dominado por homens — apenas 10% dos caminhoneiros são mulheres — foi uma vitória pessoal. “Tenho muito orgulho de ser uma delas”, afirma. Para ela, cada quilômetro percorrido representa não apenas trabalho, mas também histórias, descobertas e a certeza de estar no caminho certo.

Como muitos imigrantes, enfrentou barreiras de idioma e a saudade da família nos primeiros anos, em uma época sem a tecnologia atual. A fé e o otimismo foram fundamentais para superar momentos difíceis. “A paciência e a crença de que tudo termina bem me ajudaram muito”, relembra. O apoio do marido também foi decisivo: em seu primeiro mês nos EUA, pensou em desistir, mas a oração e o incentivo dele a mantiveram firme. Entre suas maiores conquistas, Solange destaca a cidadania americana — “um sonho realizado” — e a oportunidade de construir uma vida estável ao lado da família. Para o futuro, ela e o marido sonham em se aposentar, viajar e passar mais tempo no Brasil. Com uma visão clara sobre o que significa sucesso, Solange resume: “O verdadeiro sucesso não está no que você conquista, mas em quem você se torna ao longo do caminho.” Às brasileiras que chegam aos EUA em busca de recomeço, deixa um conselho direto: organizem-se, estudem, sejam prudentes e sigam em frente, mesmo com medo.

GAZETANEWS

do Alex COLUNA

Coluna: Em Pauta

RECONHECIMENTO

Empresária Elaine Martins, CEO da Elaine Med Spa e Le Rituel fecha o ano com “chave de ouro”

Com uma trajetória empresarial muito bem consolidada em meio a comunidade brasileira e americana, a empresária Elaine Martins, CEO da clínica de estética brasileira mais completa de Massachusetts: Elaine Med Spa e da marca de produtos de beleza, saúde, estética e bem-estar, Le Rituel, está fechando o ano de 2025 com “chave de ouro”. Realizada na vida pessoal e profissional, este foi um ano de crescimento da clínica de estética localizada em Stoneham (MA) e de plena expansão e consolidação da

DESTAQUE

marca Le Rituel, que no decorrer de 2025 cresceu em vendas e no aumento da linha de produtos. Em decorrência deste ano de realizações, recentemente Elaine recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, a placa da cidade de Stoneham: “Best of the best”, recebeu o troféu de destaque no evento “Café com as amigas” e foi indicada para receber o prêmio “America Start Foundation”, em NY. “Estamos em uma fase de muito trabalho e plena expansão nas duas empresas. Este foi um ano de muito in-

vestimento, desafios e realizações. Eu fecho o ano com chave de ouro, a sensação de dever cumprido, muito agradecida à minha competente equipe e, claro, aos meus clientes. Toda a nossa dedicação é feita para levar o que há de melhor para nossos clientes e o resultado é este carinho e reconhecimento”, afirma a empresária.

Última edição do ano do Método CIS – Premium Edition acontece de 4 a 6 de dezembro

Ainda dá tempo de iniciar 2026 na sua melhor versão, tanto na vida pessoal como também nos negócios! Prepare-se para viver uma experiência única, que vai revolucionar sua vida. A Febracis Boston anuncia a última edição do ano do Método CIS, com uma edição pra lá de especial: #247 Premium Edition. Durante três dias intensos e transformadores, você terá acesso às ferramentas que já impactaram a vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Esta é

Renato Valentim & Boston City no Pan-American Innovation Forum

Recentemente o empresário brasileiro Renato Valentim, presidente fundador do Boston City, esteve em New York com sua família, onde teve a honra de representar o Boston City no Pan-American Innovation Forum, evento dedicado às Govtechs e à aceleração da Agenda 2030 da ONU. Renato usou as redes sociais para falar sobre essa importante participação. “Recebi o reconhecimento pelo nosso Projeto de Desenvolvimento de Talentos, e esse momento simboliza muito mais do que um prêmio, ele representa impacto real na sociedade. Projetos como este transformam vidas, transformam famílias, aproximam sonhos, e nos mostram, todos os dias, que estamos contribuindo para construir um amanhã

uma imersão profunda no autoconhecimento, projetado para destravar seu potencial! Chegou a hora de assumir o controle da sua história.

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melhor, mais justo e mais humano. Cada jovem que passa por nossas mãos, cada profissional que ganha novas oportunidades, cada atleta e cada colaborador que cresce com nossa metodologia nos dá a certeza de que estamos no caminho certo. Meu muito obrigado a todos que fizeram, fazem e farão parte dessa história. ESSE RECONHECIMENTO É NOSSO”, escreveu o empresário em sua conta oficial no Instagram.

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pós a queda do homem, Deus, de imediato, proveu uma esperança de restauração para o ser humano (Gn 3.15). Esta promessa consistia no envio do Messias (Gn 3.15; Is 12.3), que viria da semente da mulher. Inicialmente, esta esperança chegou para o povo escolhido de Deus, os Judeus (Ex 6.7; Lv 26.12; Dt 14.2), os descendentes de Abraão com quem Deus fez concerto aliança com este objetivo (Gn 12.1-3; 17.1-9). Posteriormente esta

esperança salvítica se estendeu para toda a humanidade (Is 7.14; Mt 1.23; Lc 2.1012; Gl 2.26-29).

Desta forma, ao longo dos séculos os judeus mantiveram a chama da esperança no Messias (S1 45.7). Na plenitude dos tempos (Gl 4.4), Deus enviou o Messias, que recebeu o nome Jesus, que lhe foi dado pelo próprio Deus (Lc 1.31).

Quando Jesus realizou Seu ministério terreno, Ele Se identi cou como o Messias de Israel, Mc 14:62; (veja

JESUS, O MESSIAS ENVIADO DE DEUS

Jo 1.41 e 4.25).

A palavra Messias vem do hebraico meshiach/ mashiah e do aramaico mesiha e signi ca o Ungido. Isto é citado 39 vezes no antigo testamento. No grego esta palavra é Cristo, de Christos. A Igreja Primitiva o reconheceu como tal (At 2.36). Jesus gostava de ser chamado de Filho de Davi por causa da conotação messiânica (Mc 10.47; Mt 21.9,15).

O objetivo de Deus enviar Seu unigênito Filho (Is 9.6; Jo 3.16), foi para redimir a humanidade do pecado (SI 25.22 Lc 1.68; Rm 3.24), salvar da condenação eterna e resgatá-la para Deus (Mt. 20.29; Mc 10.45). Jesus como homem (Jo 1.1-2,14,15,18) se ofereceu como sacri cio vivo à Deus, padeceu sofrimentos atrozes e derramou o seu sangue precioso (Hb 9.14) dando sua própria vida por amor aos pecadores (Jo 15.13).

Será que tudo isto foi em vão? De nitivamente não.

Jesus garantiu que Ele mesmo veria o fruto do trabalho penoso de Sua alma e caria satisfeito com o resultado que isto traria para o plano de redenção eterna do homem (Is 53.11). O Pai também se agradou em oferecer o Messias em sacri cio vivo para que a humanidade não perecesse (Is 53.10; Jo 3.16-17).

Jesus foi o Messias anun-

ciado em todas as profecias do A.T. que a rmam sobre sua vinda. Jesus compartilhou da natureza divina como Filho de Deus (S1 2.7) e da natureza humana com o verbo encarnado (Gn 3.16; Jo 1.1,14).

Como servo sofredor (Is 53.4-5; Hb 9.26), Ele veio da linhagem judaica para cumpriu toda a exigência da lei de Moisés e consumar na

cruz a redenção do homem (Gn 17.2-7; Jo 19.30), tanto de Israel como do gentio (Rm 1.16), a m de que ambos alcançassem a redenção eterna (Is 49.1-6; Lc 2.10-11). Jesus estabeleceu a nova aliança com o homem que o aceitar como Senhor e salvador (Jr 31.31-34; Mt 26.28). Ele é o destino e o ponto central da história da humanidade (C) 1.16). Amém

Evangelho da Graca
Por : Pr José Soares Leite, O José Soares é Pr José Soares Leite, é Bacharel emTeologia, professor de ensino sistemático de estudos Bíblicos como Professor de Escola

SportTotal

BRASILEIRÃO 2025

Representante espera Atlético-MG

para de nir

futuro de Hulk e diz que está aberta a possível saída

Marisa Alija a rma que não houve contato do Grêmio e abre portas para negociação com diretoria do Galo

Hulk tem contrato com o Atlético-MG até o fim de 2026. Nas últimas semanas, uma possível saída dele ao fim da temporada de 2025 ganhou repercussão. A advogada e representante do atleta, Marisa Alija, conversou com o ge.

Marisa disse que não houve conversas com o Atlético até o momento para uma extensão do vínculo. Em fevereiro de 2024, as partes fizeram a última renovação de contrato, que vai até o fim do próximo ano.

— Não tivemos nenhum contato do Atlético no sentido de sentar e falar sobre o contrato dele. Quando isso foi falado pelo Bracks (Executivo de Futebol do Galo), de forma equivocada e mal interpretada, segundo o presidente Sérgio Coelho, eu mesma falei com o pre-

sidente, que me disse que nunca foi interesse dele e dos acionistas em negociar o Hulk.

Em contato com a reportagem, o presidente Sérgio Coelho respondeu que "Hulk tem contrato até o fim do ano que vem". O ge ainda conversou com outras pessoas ligadas a cúpula alvinegra e ouviu que o interesse por parte do Galo é que ele permaneça no clube: "Hulk só sai se ele quiser".

GRÊMIO FEZ PROPOSTA?

Marisa negou que tenha chegado propostas oficiais, como do Grêmio, pelo atacante, mas falou que sondagens sempre acontecem. A representante revelou que o camisa sete tem uma cláusula de prorrogação de contrato por meta por mais um ano com o Galo.

- Desde 2021, sempre houve propostas. Elas foram devidamente apresentadas ao Atlético. Dito

isso, nenhuma proposta do Grêmio chegou até esse momento. Se chegar, pode ter certeza que levaremos ao Atlético, como sempre fizemos - explicou Marisa. Hulk coleciona recordes pelo Atlético. Maior artilheiro dos pontos corridos, da Libertadores, artilheiro da Arena MRV, Mineirão, Top-10 da história do Galo em número de gols e campeão Brasileiro, da Copa do Brasil, Supercopa e tem seis Mineiros.

— Ele sempre teve respeito, carinho por todos os clubes que passou, tendo em vista que ele tem um ótimo relacionamento em todos esses times, sempre é chamado, sempre são feitas homenagens. Não vai ser diferente com o Atlético. Ele tem imenso carinho, respeito e gratidão por ele ter conseguido vir para o Brasil através do Atlético e ter demonstrado o futebol dele para o povo dele.

O Cruzeiro garantiu, pelo menos, a quarta melhor campanha da história do clube no atual formato dos pontos corridos, com 20 clubes, iniciado em 2006. O time termina a 35ª rodada com 68 pontos, ultrapassando a campanha de 2008, que terminou com 67 pontos.

Em 35 jogos de Brasileiro, o Cruzeiro chegou a 19 vitórias, empatou 11 e perdeu apenas cinco jo-

Cruzeiro garante quarta melhor campanha do clube em atual formato dos

gos. O time se consolidou no terceiro lugar com 68 pontos e diminuiu a desvantagem para o Palmeiras, em segundo, para dois pontos, faltando três rodadas.

O Flamengo, líder, tem 74 pontos e pode até ser campeão na próxima rodada. A Raposa manteve o bom desempenho como mandante no Brasileiro.

A campanha do Cruzeiro, em

pontos corridos

2025, ainda encostou na terceira melhor do atual formato, ocorrida em 2010, com 69 pontos. Se vencer o Ceará, no próximo sábado, a Raposa já garantirá o posto.

Os dois melhores desempenhos do Cruzeiro ocorreram nos anos do tri e do tetracampeonato. Em 2013, a equipe terminou com 76 pontos. Foi superada no ano seguinte, com a campanha de 80 pontos.

Bahia garante vaga na Libertadores pelo segundo ano consecutivo de forma inédita

O Bahia ainda não entrou em campo pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas já tem o que comemorar. O Tricolor garantiu a classificação antecipada para a Libertadores de 2026 graças ao tropeço do São Paulo contra o Fluminense, na noite desta quinta-feira.

O Esquadrão vai disputar a competição continental pela segunda vez consecutiva de forma inédita. Com 56 pontos, na sexta posição, o Bahia precisava que o São Paulo, oitavo colocado, com 48, não vencesse o jogo válido pela 36ª rodada diante do Fluminense. Como

isso aconteceu, o Tricolor baiano tem ao menos garantida a classificação para a fase prévia da Libertadores.

Para as próximas rodadas, a luta do Bahia é melhorar a pontuação de olho em uma classificação direta para fase de grupos. Atualmente,

este é um privilégio para os cinco primeiros colocados, mas também pode ser do sexto lugar, a depender do campeão da Copa do Brasil, que tem Cruzeiro, Fluminense, Corinthians e Vasco na briga pelo título.

O Bahia faz a sua melhor campanha na história dos pontos corridos, confirmada ao bater o Vasco por 1 a 0, no último domingo. Foi a terceira grande marca alcançada pelo time comandado por Rogério Ceni neste Brasileirão. Antes, o Tricolor baiano estabeleceu a sua melhor campanha no primeiro turno e também como mandante.

Laura Rezende

BRASILEIRÃO 2025

Escalação do Santos: Neymar treina e vai para o jogo contra o Sport

Atacante está relacionado, mas continuará sendo monitorado por causa do problema no joelho. Nas redes sociais, conta do site do jogador a rmou que ele está "pronto para amanhã"

Ana Canhedo e José Edgar de Matos

Neymar voltou a treinar nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, e pode até ser titular do Santos na partida desta sexta, às 21h30 (de Brasília), contra o Sport, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O jogador trabalhou parte da atividade entre os titulares de Juan Pablo Vojvoda e passou por novos exames depois do treinamento realizado no palco da partida.

Neymar está relacionado para a partida, mas será novamente avaliado até sexta-feira, conforme

programação do clube como uma maneira de monitoramento dia a dia da resposta do corpo ao esforço feito. Caso o quadro piore, há a possibilidade de ser cortado.

O camisa 10 foi diagnosticado nesta semana com uma lesão no menisco do joelho esquerdo e teve a recomendação, inclusive, de não jogar mais nesta temporada.

O clube ainda não divulgou a lista de relacionados, mas a conta do site do craque publicou fotos do treino e escreveu, em inglês.

Durante a semana, Vojvoda trabalhou sem a presença de Neymar no time titular.

A primeira vez ocorreu nesta sexta-feira durante parte da atividade, o que abre a possibilidade de o camisa 10, mesmo com a lesão no menisco do joelho esquerdo, iniciar o jogo.

Além de Neymar, Lautaro Díaz treinou normalmente nesta quinta-feira e está à disposição de Juan Pablo Vojvoda.

Um provável Santos para a partida tem: Gabriel Brazão; Igor Vinicius, Adonis Frías, Luan Peres (Zé Ivaldo) e Souza; Willian Arão, João Schmidt e Rollheiser (Tiquinho Soares); Barreal, Neymar (Lautaro Díaz) e Guilherme.

De contrato renovado, Guanaes projeta próxima temporada no Mirassol: "O desa o aumentou"

Rafael Guanaes renovou contrato com o Mirassol e já projeta a próxima temporada, que terá calendário cheio: além da Série A, o clube disputará Copa do Brasil, Paulistão e, pela primeira vez, a Libertadores. O técnico, porém, reforça que o foco imediato segue no Brasileirão, onde o Leão ainda tem metas a cumprir.

Guanaes explicou que sua permanência foi construída com alinhamento entre clube e empresário, destacando valorização e reconhecimento mútuos. Para ele, a continuidade é essencial para consolidar pilares e manter a identidade do

Mirassol. “É como um relacionamento que amadurece com o tempo. Resultados não são só pontos, mas também treinos bem organizados e boa comunicação com os jogadores”, afirmou.

O treinador ressaltou a importância de manter raízes e definir quem fica, quem sai e quem chega na reformulação do elenco. Segundo ele, o trabalho coletivo e a mentalidade correta são fundamentais para sustentar o crescimento do clube.

Sobre o próximo desafio, Guanaes projeta um duelo difícil contra o Vitória, sábado, fora de casa.

Ele elogiou o estilo de Jair Ventura, marcado por intensidade, encaixes e duelos individuais, e lembrou que o empate no primeiro turno foi justo diante da força da equipe baiana e da mobilização da torcida. “Não existe adversário fácil, principalmente na reta final, quando os clubes da parte de baixo da tabela mostram muita força”, disse. Quarto colocado com 63 pontos, o Mirassol encara o Vitória pela 36ª rodada no Barradão, às 16h, buscando consolidar sua posição no G-4 e manter o embalo até o fim da competição.

Torcida do Vasco esgota ingressos para a partida decisiva contra o Internacional

A torcida do Vasco, nesta quinta-feira, esgotou os ingressos para a partida contra o Internacional, desta sexta-feira, às 19h30, em São Januário. O jogo é decisivo para as duas equipes, que lutam para se afastar da zona de rebaixamento do Brasileirão.

A última partida em São Januário com ingressos esgotados havia sido contra o São Paulo. O Vasco, na ocasião, tinha a expectativa de

colar no G-7, na busca por uma vaga na Pré-Libertadores. O Vasco vai a campo com força máxima no jogo contra o Internacional. O provável time é Léo Jardim, Paulo Henrique, Cuesta, Robert Renan, Lucas Piton, Hugo Moura, Barros, Coutinho, Nuno Moreira, Rayan e Andrés Gómez.

O Vasco é o 13º colocado do Brasileirão com 42 pontos. Uma vitória pode deixar a permanência

na Série A muito bem encaminhada. O clube carioca abriria cinco pontos de vantagem contra o time gaúcho, atual 15º com 41 pontos. O Santos é o 17º colocado, com 38 pontos.

O Vasco vem de uma sequência de cinco derrotas e quer interromper os resultados ruins na sexta-feira. A bola rola para o jogo contra o Internacional às 19h30 (de Brasília), em São Januário.

Sem objetivos no Brasileirão, Corinthians cumpre tabela em preparação para Copa do Brasil

Sem ter mais o que disputar de grandes objetivos até o término do Campeonato Brasileiro, o Corinthians cumprirá tabela nas últimas três rodadas, pensando em pontuar ao máximo, mas já preparando a equipe para as semifinais da Copa do Brasil, nos dias 10 e 14 de dezembro, contra o Cruzeiro. Com a derrota por 3 a 0 para o mesmo Cruzeiro no último domingo, o Corinthians perdeu as chances de chegar ao G-7 que, hoje, classifica para a pré-Libertadores. A zona de classificação pode virar G-8, mas só depois do término do Brasileirão.

A diferença para o Fluminense, o sétimo colocado, é de dez pontos, com só nove pontos possíveis até o final do campeonato. Na 10ª colocação com 45 pontos, o Corinthians também pode se despreocupar quanto à possibilidade de rebaixamento. Essa pontuação dá 98,65% de certeza de permanência na Série A, segundo estimativa do Gato Mestre.

O objetivo agora é recuperar os lesionados, dar condicionamento físico aos jogadores, evitar novas lesões e preparar a equipe nesse período de duas semanas até a primeira partida da Copa do Bra-

sil, a ser realizada no Mineirão. A volta será na Neo Química Arena. O domínio cruzeirense no compromisso pela 35ª rodada do Brasileirão mostrou a necessidade de preparação para os dois jogos contra o Cruzeiro pela Copa do Brasil.

Em entrevista coletiva, o técnico Dorival Júnior demonstrou confiança para os novos embates.

— O cenário será outro com certeza. Vamos aguardar. Aí você me cobra depois das duas partidas.

O Timão venceu os seis jogos que disputou pela Copa do Brasil, contra

Novorizontino, Palmeiras e Athletico-PR, sem sofrer nenhum gol.

POSSÍVEL G-8?

O G-7 da Libertadores pode virar G-8, mas só depois da conclusão do Brasileirão e no caso de título da Copa do Brasil para o Cruzeiro, mais provavelmente, ou para o Fluminense, se permanecer no G-7.

É claro que, nesta situação, o Corinthians prefere se classificar para a Conmebol Libertadores sendo campeão da Copa do Brasil. As finais da competição estão marcadas para os dias 17 e 21 de dezembro.

Ainda assim, é importante para o Corinthians pontuar o máximo possível no Brasileirão, já que pode chegar à oitava colocação e, em caso de insucesso na Copa do Brasil, beliscar a vaga na pré-Libertadores.

ÚLTIMOS JOGOS DO CORINTHIANS NO BRASILEIRÃO: Corinthians x Botafogo30/11, às 16h Fortaleza x Corinthians3/12, às 19h Corinthians x Juventude7/12, às 16h

FOTO: BRUNO MURITO

Redação do ge

Otécnico Chauncey Ray Billups, integrante do Hall da Fama da NBA, declarou-se inocente das acusações federais de fraude eletrônica, conspiração e conspiração para lavagem de dinheiro durante uma audiência realizada nesta segunda-feira (24), em Nova York. Segundo a ‘ESPN’ americana, o julgamento dele está marcado para setembro do ano que vem. Com isso, o brasileiro Tiago Splitter deve terminar essa temporada como técnico principal do Trail Blazers.

Billups compareceu ao tribunal federal do Distrito Leste de Nova York, onde seu advogado, Marc Mukasey, apresentou a defesa pe-

rante o juiz federal Ramon Reye em uma sessão breve. O ex-armador do Detroit Pistons, atualmente técnico do Portland Trail Blazers desde 2021, foi preso em 23 de outubro junto ao jogador do Miami Heat Terry Rozier, sob suspeita de envolvimento em um esquema de apostas ilegais na NBA. Após a prisão, Billups foi suspenso pela liga. Ele enfrenta pena que pode chegar a 20 anos de prisão.

— Acreditar que Chauncey Billups fez o que o governo federal o acusa é acreditar que isso colocaria seu legado no Hall da Fama, sua reputação e sua liberdade em risco — afirmou a defesa em comunicado.

Segundo a acusação, Billups integraria uma rede ligada à máfia responsável por manipular jogos

ilegais de pôquer em Manhattan, Hamptons, Las Vegas e Miami. O FBI sustenta que a organização controlava partidas fraudadas e que o técnico ajudava a atrair participantes para os jogos.

Cerca de 30 pessoas compareceram à audiência, que detalhou um suposto esquema de jogos ilegais iniciado em 2019 e que teria movimentado mais de US$ 7 milhões.

Entre os réus, além de Billups e Rozier, está o ex-jogador e ex-assistente técnico Damon Jones. Rozier já estava sob suspeita desde 2023, quando autoridades identificaram apostas irregulares antes de um jogo entre Charlotte Hornets e New Orleans Pelicans, período em que o armador ainda atuava pelo time de Charlotte.

Tiago Splitter deve seguir no comando dos Blazers até o m da temporada

NBA: Curry deixa jogo mancando e vai passar por ressonância magnética

O Golden State Warriors pode ter um desfalque de peso para os próximos jogos da NBA. Na noite de quarta-feira, Stephen Curry deixou a quadra mancando no último minuto da derrota por 104 a 100

diante do Houston Rockets, em São Francisco. O astro de 37 anos sentiu dores no quadríceps da coxa direita e vai passar por ressonância magnética para analisar a extensão da lesão.

Curry sentiu a lesão depois de um choque com Amen Thompson com 3min24s restando para o fim do jogo. Inicialmente a arbitragem anotou falta de ataque do jogador dos Rockets, mas a revisão da imagem

reverteu a decisão para falta do astro dos Warriors.

- Quando escutei que era quadríceps, fiquei aliviado, na verdade. Melhor que tornozelo ou joelho - disse o técnico Steve Kerr.

Em 33 minutos em quadra, Curry anotou 14 pontos, seis rebotes e cinco assistências. Jimmy Butler foi o destaque dos Warriors, com 21 pontos. Reed Sheppard, dos Rockets, foi o cestinha da partida, com 31 pontos.

DEcanela

Amanda Nunes e Diego Lopes lutam por cinturões do UFC em janeiro

Melo

Bem, até que en m o Alfredo Melo assume a verdade que nunca quis calar: ele é o Gatinho Cruel, que agora sai de cena para dar lugar ao seu criador. Enorme criatura no sentido literal, na bondade, no caráter e no conhecimento profundo do futebol e das coisas boas da vida, inclusive pratos deliciosos. Ah, tem também a paixão pelo Botafogo cada dia maior…

So Rindo II

1- Um famoso atacante do futebol carioca recentemente se converteu à religião evangélica e foi batizado, sendo mergulhado na água três vezes. Na terceira vez, o pastor disse: “Agora você é uma nova criatura, o antigo homem já se foi. Nada mais de álcool na sua vida. Seu novo nome é Salomão.” Salomão chegou em casa e foi direto à geladeira. Tirou uma Skol, mergulhou-a três vezes na água e disse: “Agora você é uma nova criatura. A velha Skol se foi. Seu novo nome é suco de laranja.”

2- Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians, na década de 80, após a conquista de um Campeonato Paulista, na festa no Parque São Jorge, discursou agradecendo à Antártica pelas “Brahmas” enviadas para a comemoração.

3- Vicente Matheus, respondendo a um repórter se o Dr. Sócrates seria vendido para a Itália, mandou na lata: “Sócrates não sai do Corinthians. Ele é inegociável, invendável e imprestável.”

4- Vicente Matheus, em viagem com sua esposa Marlene Matheus pela Escócia, entrou em um restaurante e, por sorte, foi atendido por um garçom brasileiro. Vicente pediu um uísque importado, e o garçom respondeu que só trabalhavam com uísque nacional. Vicente retrucou na hora: “Então me traga uma vodca. Para beber essa porcaria de uísque nacional, eu não precisava sair do Brasil.”

5-

Na conversa ada, um dos amigos disse: “Agora vou ser triatleta: truco, porrinha e dominó.”

6-

Duas loiras, vestidas com a camisa do Atlético, comentaram: “Estou vendo uma tropa vestida com a camisa da Má a Azul vindo em nossa direção. Será que são amigos ou inimigos?” A outra respondeu: “Devem ser amigos. Estão vindo juntos.”

7-

O jogador estava com uma “Maria Chuteira”, se divertindo com um bom papo em um restaurante, e disse: “Duvido que você diga uma coisa que me deixe alegre e triste ao mesmo tempo.” Ela respondeu na hora: “O seu bilau é o maior que eu conheço… dos jogadores do seu time.”

8- O zagueirão, metido a xerifão, tentando intimidar o centroavante adversário antes do jogo, disse: “Não chegue perto da área, senão eu vou te encher de porrada.” O camisa 9 respondeu: “Bem que me disseram que você é calmo pela frente e estourado por trás.”

Combate.com

Dana White anunciou vários combates para o início de 2026 no Ultimate, e dois brasileiros estarão lutando por títulos. Amanda Nunes, saindo da aposentadoria, e Diego Lopes, em busca de revanche, estarão em ação por cinturões da organização.

Amanda Nunes, que anunciou sua aposentadoria em 2023, decidiu voltar a calçar as luvas e vai desafiar Kayla Harrison pelo título dos galos no dia 24 de janeiro, em Las Vegas, no UFC 324. A americana conquistou o cinturão em junho deste ano, quando desbancou Julianna Peña.

A luta principal da noite será entre Justin Gaethje e Paddy Pimblett, que duelarão pelo cinturão interino dos leves. O campeão linear, Ilia Topuria, anunciou nesta quinta-feira que irá ficar alguns meses afastado por

motivos pessoais. Ainda no UFC 324, Jean Silva lutará contra Arnold Allen, e Deiveson Figueiredo terá pela frente Umar Nurmagomedov.

Uma semana depois, no dia 31 de janeiro, em Sydney, na Austrália, Diego Lopes vai enfrentar o campeão dos penas Alexander Volkanovski, no UFC

325. O combate será uma revanche. Em abril, Volkanovski derrotou o brasileiro e conquistou o cinturão que estava vago, após Topuria decidir subir de peso para disputar o título dos leves. O lutador brasileiro venceu seu compatriota Jean Silva em setembro e garantiu uma nova chance pelo título.

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