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#10 MAio / junho 2013

Jornal interno da AleSat Combustíveis S/A

A Ale investe cada vez

mais em segurança

e gestão de riscos A política de segurança da nossa empresa tem passado por reformulação. Para conhecer todos os fatores de risco que podem interferir no bem-estar dos colaboradores e no andamento das operações, a ALE realizou, no final do ano passado, um diagnóstico que apontou uma série de ações necessárias para incrementar a cultura de segurança. Com o objetivo também de embasar o planejamento estratégico da área de Segurança Corporativa, o estudo foi conduzido em parceria com a Núcleo, consultoria especializada em gestão de riscos. O diagnóstico apontou a necessidade do aprimoramento de fatores relacionados à segurança das informações, transportes, vigilância, portaria e cargas em trânsito. Além disso, o levantamento recomenda maior controle no acesso às instalações da nossa empresa,

criação de procedimentos de emergências e situações de crise, avaliação de riscos em geral, rastreamento de caminhões e motoristas, entre outras ações. Na prática De acordo com o gerente de segurança organizacional, André Nascimento, as mudanças começaram a ser implantadas em 2012 e seguirão ao longo de 2013. Em março, deste ano, foi lançado o Programa Acidente Zero (PAZ), a principal iniciativa de prevenção da nossa empresa nesse sentido. Partindo da premissa de que todo acidente pode ser evitado, o PAZ é baseado em 12 regras que visam garantir o fortalecimento da cultura de segurança e a sustentabilidade dos nossos negócios. Paralelamente ao PAZ, foi lançada uma campanha de prevenção a práticas inseguras e

quase acidentes, que tem como objetivo conscientizar a todos sobre a importância da prevenção. “Na ALE, a segurança deve estar acima de qualquer atividade e precisa garantir a saúde e o bem-estar dos colaboradores, além de assegurar a continuidade do negócio com o mínimo de acidentes”, afirma André Nascimento. Márcio Martuscelli, consultor da Núcleo, explica que o foco neste ano será levantar e tratar preventivamente os principais riscos que possam afetar os negócios da empresa, incluindo áreas diversas, como TI, Compliance e Financeiro. “Estamos elaborando também o Plano de Gerenciamento de Crise, que tem por finalidade manter a integridade dos recursos humanos, minimizar o impacto nos negócios e proteger a marca, de forma rápida e organizada”, afirma.

Próximas ações • Monitoramento dos caminhões com o novo rastreador Autotrac. • Identificação e mapeamento de todos os riscos da empresa. • Criação do Plano de Gerenciamento de Crise, que contempla os planos de emergência, de continuidade dos negócios e recuperação de desastres. • Mapeamento das rotas de risco. • Processo de certificação do Sistema de Gestão Integrado que contempla as ISO 9001 e 14001 e a OHSAS 18001 (respectivamente, Qualidade, Meio Ambiente e Segurança e Saúde Ocupacional).


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Recursos Humanos

Ale Performance 2013 – aprimorando a avaliação para obter melhores resultados

Juntos por mais desempenho e segurança

O desempenho pessoal dos colaboradores é um dos fatores primordiais para o sucesso da nossa empresa. Assim, o programa ALE Performance, ferramenta de avaliação do desempenho e desenvolvimento das competências dos colaboradores, tem grande importância no contexto global em que trabalhamos. Para ajustar os ponteiros e garantir resultados mais precisos, o programa passou por alterações recentes e pretende mostrar resultados ainda mais eficientes. Antes, era realizado em abril e fazia a avaliação do desempenho do ano anterior. Agora, com lançamento previsto para o mês de setembro, a avaliação de performance passará a ser referente ao ano corrente. Assim, os colaboradores, admitidos em 2013 e que tenham pelo menos seis meses de trabalho até o começo do programa, também terão seu desempenho avaliado ainda neste ano. “As modificações permitem uma avaliação mais real e próxima, além de diminuir o espaço de tempo entre as avaliações dos novos contratados”, explica a co-

EDITORIAL

Diante dos desafios diários que se apresentam, a ALE está sempre à frente no sentido de realinhar estratégias e objetivos e garantir o desenvolvimento contínuo dos nossos negócios. Para isso, a integração das equipes torna-se essencial, além do comprometimento de cada colaborador em estar sempre atento às novas práticas.

ordenadora de Desenvolvimento Organizacional, Christina Barker. As etapas do programa continuam as mesmas. A única diferença é a mudança na data de aplicação para que a avaliação seja feita no ano corrente. Reconhecimento O principal impacto da nova data de aplicação do programa Performance diz respeito ao programa de Participação de Lucros e Resultados (PLR). Em 2012, uma nova esfera foi incorporada à apuração do programa (Esfera do Performance), que varia de acordo com

De acordo com Christina Barker, as alterações no Performance permitirão uma avaliação mais real e próxima

o posicionamento do colaborador no ranking do Performance. Com a mudança da data de aplicação do Performance, os colaboradores vão receber o seu PLR já considerando o resultado nessa esfera atingido no ano corrente.

Cada colaborador é avaliado de acordo com as competências ALE que, quando executadas com excelência, contribuem fortemente para o sucesso da empresa. Elas podem ser consultadas na intranet e os colaboradores devem sempre buscar potencializar essa competências para garantir resultados positivos no programa Performance. São elas: • Adaptabilidade • Solução de problemas • Liderança • Relacionamento interpessoal • Planejamento e organização • Iniciativa • Criatividade • Capacitação e autodesenvolvimento • Trabalho em equipe • Comprometimento

Exemplo disso são as mudanças e o aprimoramento de fatores relacionados à segurança, que estão sendo implantadas continuamente desde o final do ano passado. Na nossa empresa, segurança é palavra de destaque e que merece atenção, como pode ser visto no Programa Acidente Zero (PAZ), principal iniciativa de prevenção. A preocupação passa, ainda, pela área da informação, dos transportes, da portaria e das cargas em trânsito, por exemplo, como mostramos na capa desta edição. A dinâmica dos acontecimentos também reflete em outros setores da empresa, como é o caso da área de Suprimentos, Qualidade e Trading, que uniu duas áreas distintas para atender alterações na legislação do setor de distribuição de combustíveis. Destaque também para a atuação do gerente de operações Érico Martins, que conta, em entrevista, como gerencia uma equipe descentralizada composta por 230 colaboradores e consegue bons resultados. Boa leitura! Marcelo Alecrim Presidente


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Gestão Integrada

Competência para gerenciar distâncias Érico Martins, gerente de operações Brasília há um ano e meio, não duvida que o segredo de seu sucesso como gestor se deve, prioritariamente, à sua capacidade de aprendizagem. Ele ingressou na companhia no primeiro semestre de 2010, como coordenador do Núcleo de Betim e em menos de dois anos, foi convidado a assumir o cargo atual, tarefa que vem cumprindo com afinco e humildade para se adaptar às mudanças. “O meu papel para manter essa máquina girando é dar o suporte necessário para que a equipe desenvolva o melhor trabalho”, afirma. Conheça a trajetória desse administrador especializado em gestão de negócios e logística.

Quais os requisitos para assumir o cargo de gestor? O papel do gestor é conhecer bem os colaboradores, canalizar as habilidades de cada um nas posições corretas para alcançar um objetivo comum. Além disso, tem que ter a humildade para saber ouvir a equipe, compartilhar os desafios, orientar e elogiar sempre.

Quais as atribuições de sua gerência e o seu papel à frente dela? Tenho que gerenciar as atividades de transferência, armazenagem e distribuição das bases administrativas e operacionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. São 21 filiais com seis gestores de núcleo e 223 colaboradores no total. Preciso garantir a implantação e o controle dos processos, propor melhorias nas políticas, normas e pro-

Érico Martins, administrador especializado em gestão de negócios e logística, fala sobre sua trajetória na ALE

cedimentos, além de desenvolver ações para redução de custo. O mais importante em nosso segmento, contudo, é a segurança dos colaboradores e das nossas operações. Por isso, dedicamo-nos a orientar os colaboradores sobre os assuntos ligados à segurança, já que não podemos permitir qualquer deslize nos procedimentos. Esse tema é prioridade nas reuniões semanais de operações da Gerência Brasília, onde cada gestor de Núcleo fala sobre a semana, o DSS aplicado e o que foi feito por eles para manter o Programa PAZ sempre ativo no dia a dia dos colaboradores, dos parceiros e dos prestadores de serviços.

Como você dissemina a cultura da segurança nas bases? Esse tema é discutido semanalmente com os coordenadores e supervisores prioritariamente e as informações são repassadas por eles, para as suas equipes.

Em minhas visitas, procuro ter maior visão crítica sobre a segurança.

Como suas experiências profissionais contribuíram para que você chegasse, tão rapidamente, ao cargo de gestor? Trabalhei por 11 anos na área de operações no segmento de bebidas que focava em três pilares: cuidar das pessoas, trabalhar a gestão de custos e cuidar das marcas e da imagem da companhia. Isso me ajudou a ter uma visão sistêmica da ALE e a compreender a posição das demais áreas da organização.

Qual a importância da área de Operações para que a ALE atinja os seus objetivos estratégicos? Fundamental. O atendimento que precisamos dar aos nossos clientes começa com a área comercial e é finalizado pela

nossa equipe com a entrega do pedido certo, na quantidade certa, no horário certo e com o custo que nos permite manter competitivos.

Como você gere uma equipe tão dispersa geograficamente? Procuro executar o cronograma anual de viagens para estar presente, pelo menos nos Núcleos. Assim, posso discutir melhorias para o nosso atendimento. Para tentar encurtar a distância, reúno semanalmente minha equipe direta, composta por seis coordenadores/supervisores de Núcleo. Nessas audioconferências tratamos dos assuntos discutidos pela gerência durante a semana e abordamos os indicadores relevantes da Gerência de Operações Brasília, onde cada um apresenta os resultados e ações para reverter situações que estão abaixo da expectativa.


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Nosso Mercado

Comunicação visual mais acessível e prática nos postos A ALE, através do setor de Engenharia, está em busca de materiais mais modernos, eficientes e econômicos para a comunicação visual em todos os postos da rede. Em 2009, foi lançado um projeto piloto para verificar o desempenho do ACM (do inglês Aluminum Composite Material) nas testeiras de cobertura do posto Estrela Prateada, em Joinvile (SC). Formado por duas chapas de alumínio pintado, unidas por núcleo de polietileno puro de baixa densidade, o material apresentou uma boa relação custo-benefício e, por isso, já está sendo utilizado em postos de todo o Brasil. Além dessa aplicação, o ACM também pode ser utilizado para revestimentos de pilares e nas testeiras de serviços e edificações. Após os testes em Joinvile, foram comprovadas as inúmeras vantagens do material em relação a outros substratos

utilizados anteriormente, como a lona e a chapa de metal galvanizado, e encontrou fornecedores capazes de suprir a demanda pelo material em toda rede. “O ACM é mais barato e durável do que os outros materiais anteriores. A chapa galvanizada, por exemplo, é um pouco mais cara e ainda precisa ser pintada antes da instalação. Por mais que padronizemos o tipo de tinta, o resultado final nunca fica tão uniforme como chapas pintadas em um processo industrial de fábrica”, compara o analista de projetos, Ricardo Santos. Ainda de acordo com ele, as lonas adesivadas, utilizadas em testeiras luminosas, também têm custo maior e dependem de uma estrutura auxiliar para instalação. Praticidade certa Por ter uma instalação mais rápida, prática e limpa, o ACM também gera menos transtornos

para os revendedores. Como já vem nas cores padrão da ALE, não há risco de a pintura no local sujar veículos dos clientes, além dos problemas durante os serviços de instalação serem minimizados. “A ideia é ter um material de maior qualidade e menor preço à disposição de toda a rede de postos, o que é importante para economia dos recursos despendidos nos investimentos com a expansão da nossa empresa”, afirma Ricardo. Fundamental em qualquer posto, a estética também é um fator que conta pontos em favor do ACM, já que o material possui uma uniformidade das cores e regularidade das chapas maior que chapas de aço. Além disso, seu baixo peso proporciona redução de cargas aplicadas na estrutura, evitando sobrecargas em vigas, pilares e fundações, garantindo mais leveza e resistência. Outras propriedades do

ACM são o seu excelente nivelamento e planicidade, facilidade de manutenção e resistência à oxidação. Tudo isso o torna até 30% mais barato do que a chapa galvanizada e a lona. O engenheiro Ricardo Santos conta que a empresa também já está utilizando a aplicação de luminárias com lâmpadas em LED em substituição as convencionais com lâmpadas tradicionais fluorescentes ou de vapor metálico para a iluminação da cobertura do abastecimento. As luminárias em LED possuem um custo de investimento inicial um pouco acima das convencionais, mas a relação custo/benefício em longo prazo, especialmente quanto à eficiência energética e custos com manutenção, é extremamente benéfica. Vale lembrar que as lâmpadas LED consomem até 90% menos energia em comparação com as incandescentes.

Posto Serena Mall, em Nova Lima (MG), já utiliza o ACM, material mais barato, durável e prático


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Giro ALE

Gerência de Suprimentos, Qualidade & Trading Com importância estratégica para todas as atividades da ALE, a área de Suprimentos, Qualidade & Trading é responsável pela aquisição e controle dos níveis de estoque de etanol, biodiesel e derivados de petróleo em todas as bases da empresa. Dessa forma, o setor zela para que esses insumos não faltem nem sobrem nos estoques. Conforme explica a gerente Josefa Souza, outra função do setor é controlar a qualidade dos produtos durante todo o processo de distribuição, garantindo um combustível de qualidade aos clientes. “A aquisição de derivados e biocombustíveis representa um fator decisivo na atividade da empresa, pois, dependendo de como é conduzida, pode gerar redução nos custos e melhorias consideráveis nos lucros”, diz. Devido à volatilidade desse mercado, o setor também acompa-

nha o desempenho de outras commodities, como o açúcar, cujo preço impacta nos valores pagos por etanol. Além disso, gerencia as compras no mercado interno e identifica oportunidades de novos fornecedores com melhores preços para a nossa companhia. Por meio dessas ações, o setor supre as demandas comerciais de todas as vertentes da cadeia de distribuição: logística, demanda e restrições operacionais. Para isso, o setor conta com uma equipe de 27 colaboradores. Mudanças no setor Desde janeiro deste ano, as gerências de Trading e Suprimentos foram unidas, com o objetivo de atender as alterações impostas pela legislação do setor de distribuição de combustíveis. Segundo Josefa, uma das maiores mudanças no setor sucroalcooleiro foi a regulamentação da Resolução 67, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Na-

São Paulo

tural e Biocombustíveis (ANP). A nova regra estabelece critérios para aquisição e formação de estoque de etanol anidro. “A resolução tem por objetivo principal regular toda a cadeia do etanol combustível, da produção à comercialização no revendedor varejista, garantindo as especificações de qualidade e o seu suprimento”, explica a gerente. A resolução 67 da ANP foi um dos maiores motivadores para a junção dos setores,

Natal

devido à mudança na compra do produto. Ainda de acordo com ela, a junção de Trading com Suprimentos tende a contribuir mais ainda para a redução de custos, além de gerar novas oportunidades para o setor devido às atividades estarem interligadas como estratégias de estoque e de compras. “Essa união também promove a integração entre os setores, ajudando a expandir o conhecimento técnico entre os colaboradores”, diz.

Rio de Janeiro

EXPEDIENTE O Mundo ALE é uma publicação bimestral editada pelo Departamento de Recursos Humanos e Qualidade e pelo setor de Marketing e Comunicação da AleSat Combustíveis S.A. Coordenação: Luciana Moreira e Anne Franck

Produção Editorial: Interface Comunicação Empresarial

Fotografias: Arquivos AleSat Combustíveis S.A.

Redação: Clara Guimarães, Marcos dos Anjos e Valéria Prochnow

Projeto Gráfico e Diagramação: Lumina Design

Edição: Délio Campos e Veronica Anselmo

Impressão: Paulinelli Serviços Gráficos Tiragem: 1,3 mil exemplares.

Envie sugestões ou críticas para: comunicacao.interna@ale.com.br


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CARREIRA

Jovens Talentos A valorização dos nossos colaboradores, com incentivos de crescimento nas funções desempenhadas internamente, é um dos destaques das práticas de recursos humanos, que investe cada vez mais em jovens talentos. A aposta tem dado certo: a nossa empresa foi eleita pela segunda vez pelo guia “Melhores Empresas para Começar a Carreira”, da Você S/A, como uma das empresas brasileiras ideais para iniciar a carreira. As empresas participantes tiveram avaliadas as práticas e políticas para a gestão de profissionais entre 18 e 26 anos, a partir de critérios como carreira e reconhecimento, desenvolvimento profissional, identidade, qualidade de vida e liderança. De acordo com o gerente executivo de RH, Vladimir Barros, o reconhecimento evidencia que as práticas de gestão e desenvolvimento de talentos estão

alinhadas com os interesses do público jovem. “A nossa empresa tem tido excelentes resultados, pois conta com profissionais mais engajados com os objetivos da empresa e mais satisfeitos. Talentos jovens oxigenam a ALE com novas ideias”, afirma. Atualmente, 12,8% do quadro de nossos colaboradores é ocupado por jovens. Uma das principais formas de captar esse tipo de colaborador é o Programa Trainee, que tem o objetivo de selecionar e treinar profissionais para ocuparem cargos estratégicos. Esse foi o caso do coordenador de Orçamento, Diego Pires, que entrou no programa em 2010 e participou do job rotation, que oferece aos novos colaboradores uma visão completa de todos os setores e procedimentos. “O que mais me motivou foi a possibilidade de

O gerente comercial Carlos Baptista, que ingressou na ALE por meio do programa de trainees em 2010, diz que a empresa entende os anseios dos jovens profissionais

crescimento rápido. Via pessoas que passaram pelo mesmo processo que eu e que tinham alcançado bons resultados”, comenta. Novos talentos A supervisora de planejamento Izabela Santos também chegou à

nossa empresa por meio do Programa Trainee, em 2011. Depois de sete meses de participação no processo, foi convidada a se fixar na área de Planejamento, onde surgiu uma oportunidade para o cargo que ocupa hoje. “Nossa empresa é jovem, inovadora e dá a oportunidade de crescer, sugerir e participar dos processos, além de proporcionar proximidade com os gestores”, afirma. O programa foi decisivo, em 2010, para a carreira do gerente comercial Carlos Baptista. Menos de seis meses depois de iniciar o processo, ele foi promovido ao cargo gerencial. Com 26 anos na época, ele já acumulava experiências profissionais anteriores, que, somadas aos meses de treinamento em setores diversos da empresa, em vários locais do Brasil, resultaram na promoção. “A ALE entende as expectativas do jovem profissional, porque investe no conhecimento e dá a oportunidade de crescer internamente”, afirma.

Izabela Santos Supervisora de Planejamento Turma 2011

Diego Pires Coordenador de Orçamento Turma 2010

2013

Izabela e Diego ilustram a campanha de divulgação do programa este ano

Neste ano, a companhia vai selecionar seis novos talentos e dá oportunidade para que os colaboradores também participem. A previsão de contratação é em agosto.


Mundoale 10