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Índice:

Concurso Euroscola …………....…...2/3 Exposições na BE ……..….4/5/12/13/14 Aprender com a BE…………………..…6 Mural Marés de novelo …………….….7 Intervalo Literário……………….….. 8/15 Trabalho de projeto …………………..9 Hora do conto...………….……..….......10 Filme do mês …….……...….……….….11 Comunidade de leitores..………….16/17 Parlamento Jovem…..18/19/20/24/25/26 Festa Final de Ano…...…….......21/22/23

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRAIOLOS CONQUISTA SEGUNDO LUGAR

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ais uma vez o nosso Agrupamento marcou presença na fase nacional do concurso Euroscola, iniciativa or-

ganizada pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude e pelo Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal e que conta com a participação das Direções Regionais da Juventude da Madeira e dos Açores e com a colaboração da Assembleia da República.

Número: 37| Mês: junho | ano: 2019| Jornal Trimestral | Agrupamento de escolas de Arraiolos

Este ano o tema não podia ser mais oportuno: Eleições europeias: assumir responsabilidades e escolher o futuro.

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Assim, concorreram 77 escolas e, depois das fases distritais, nas quais foram seleccionadas as 19 escolas repre-

EDITORIAL

sentantes dos distritos e das regiões autónomas concorrentes, realizou-se a final nacional nos dias 20 e 21 de maio.

s diferentes estudos sobre hábitos de leitura demonstram que do primeiro ciclo para os seguintes, o número de leitores vai reduzindo de forma gradual. É uma preocupação nossa o pouco interesse no que diz respeito à leitura e as atitudes que estes alunos apresentam. Estes projetos surgiram da necessidade de criar uma ferramenta capaz de potencializar maior visibilidade da importância da leitura e não se resume somente no desenvolvimento de ações centradas na perceção da biblioteca como um instrumento dinâmico, intermediário e facilitador da aprendizagem na relação entre leitura e escrita, mas também em melhorar as atitudes para com o outro e o ambiente que nos rodeia. Considerando que a leitura é transversal a todos os saberes, que deve ser promovida o mais cedo possível, continuada nos ciclos de ensino posteriores, e que deve ser o resultado de um trabalho colaborativo e articulado entre duas partes, que se complementam, BE e professores das disciplinas desenvolveram estes projetos aqui apresentados. A aplicação destes projetos recaíram na apresentação de várias atividades de promoção de leitura/atitudes a um determinado grupo de alunos. Grupo este a quem foram apresentados desafios de aprendizagem. A leitura em contexto escolar deve ser motivada, consciente e coerente. Importa ainda explicitar que tivemos em conta o atual Perfil do Aluno à saída do ensino obrigatório e o Plano Nacional das Artes.

Os trabalhos apresentados revelaram, de uma forma geral, uma abordagem europeia do tema e grande originalidade. O nosso Agrupamento e o distrito de Évora foram representados pelas alunas Alice Mota e Céu Carapinha, do 10º ano, as quais foram orientadas pelos professores Henrique Gonçalves e Sandra Quaresma. Na apresentação do trabalho as nossas alunas abordaram o tema de forma original, rigorosa e divertida, salientaram os problemas que a União Europeia enfrenta, apontaram soluções e destacaram a importância das eleições europeias. A qualidade e a originalidade do trabalho foram contemplados com um brilhante segundo lugar, imediatamente a seguir à Escola Profissional de Artes da Madeira e à frente do Agrupamento de Escolas Domingos Sequeira (Leiria) classificado em terceiro lugar. Nos termos do regulamento do concurso as escolas classificadas nos três primeiros lugares irão receber um convite do Parlamento Europeu para a participação de um grupo de 24 alunos e dois professores numa sessão Euroschool. Assim, conforme convite recentemente recebido, no dia 5 de dezembro um grupo de alunos de Arraiolos irá ter a oportunidade única e certamente inesquecível de trabalhar e discutir assuntos de grande importância para a União Europeia, com colegas seus de outros estados-membros, nas instalações do Parlamento Europeu, em Estrasburgo. A opinião das nossas alunas:

A equipa da BE e do ArrRivar

Adorei a participação no Euroscola, acho que foi uma experiência única e na qual consegui adquirir muitos conhecimentos. Incentivo toda a gente a participar pois até nos dá a possibilidade de irmos a Estrasburgo, o que é ópti-

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mo!

ada edição do jornal ArrRivar é um reflexo do trabalho desenvolvido ao longo de um período no Agrupamento de Escolas de Arraiolos.

Céu Carapinha

Este trabalho desenrola-se na sala de aulas entre o docente e os alunos da turma, em atividades no exterior como resultado de projetos desenvolvidos e apresentados em Conselho Pedagógico que constam, por norma, do Plano Anual de Atividades, atividades de parceria, nomeadamente com a Biblioteca Escolar. A equipa agradece a quem participa com notícias e relembra que estas são da responsabilidade de cada um.

O Euroscola foi uma experiência incrível, que nos aproxima enquanto cidadãos europeus e nos faz crescer ao longo da nossa participação no projeto. Por outro lado, mostra-nos aquilo que a Europa realmente é, incentivandonos todos a lutar por ela, e por um futuro melhor. Alice Mota

A equipa do ArrRivar Docentes responsáveis: Henrique Gonçalves Sandra Quaresma Redação e montagem: Agrupamento de Escolas de Arraiolos: Catarina Lóios e Paula Gaspar

Patrocínios:

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Exposições na BE

Receção dos diplomas de participação

Membros do júri, escolas vencedoras e representantes das entidades que entregaram os prémios

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Exposição Animais da terra

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LIVRO DO MÊS MAIO

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APRENDER COM A BE EXPERIÊNCIA PILOTO

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as últimas décadas, com a introdução e desenvolvimento das TIC, as bibliotecas escolares viram a sua intervenção e papel reforçados. As tecnologias e a Internet vieram introduzir novas oportunidades de acesso à informação e redefinir as existentes, substituindo condições e modelos de uso e produção do conhecimento. Introduziram ainda novos desafios formativos e pedagógicos a que a escola tem que responder e que decorrem do alargamento das literacias inerentes à aprendizagem e à vida no contexto da Sociedade do Conhecimento. A biblioteca escolar tem vindo, neste contexto, a contribuir para uma boa aprendizagem e domínio da leitura, qualquer que seja o seu suporte e para a promoção de estratégias e atividades de aproximação ao currículo, que em muito vêm facilitando a aquisição de conhecimentos e a formação global dos alunos nestas múltiplas literacias. Só o seu domínio permitirá uma aprendizagem contínua e o desenvolvimento de uma consciência crítica, fatores essenciais de sucesso num mundo em acelerada mudança.”

LIVRO DO MÊS RETROSPETIVA

Este é o segundo ano consecutivo em que no Agrupamento de Escolas de Arraiolos se faz a experiência piloto do Aprender com a BE no secundário, com Filosofia e Geografia.

Literacia dos Media 1.Analisa o potencial e os limites inerentes aos diferentes tipos formatos e linguagens dos media. 2. Avalia usos e impactos sociais dos media (atitudes face aos media, acesso, uso e valor da informação, padrões de utilização, públicos-alvo, ...). 3. Infere sobre propósitos e intenções de mensagens mediáticas, numa vasta gama de media. 4. Escolhe criteriosa e autonomamente uma variedade de software educativo/ apps e videojogos, incorporando-os na sua aprendizagem e formação geral.

Trabalhos elaborados pelos alunos das docentes Madalena Silva, Ana Carvalho e Clarisse Fialho. No âmbito da matemática experimental e do projeto Ler+mar—Marés de Novelos. Parabéns pela excelente iniciativa. 5

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Mural Marés de Novelos—Ler+Mar

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ntervalo Literário

Atividade da responsabilidade de Luís Serra

Docentes: Elsa Miranda e Manuel CB Santos Um intervalo literário a propósito do dia da Criança. poema foi também lido pelo Gabriel do 5º C. não existem flores para os que se dizem cansados das crianças Matsuo Bashô

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Trabalho de projeto ou projeto de trabalho

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ara arranque, algumas questões do senso comum. Pode hoje, século XXI, a escola continuar organizada como no decorrer do século XX? Fará sentido manter uma organização por disciplinas, por anos de escolaridade e por turmas? Que sentido fará manter disciplinas isoladas, como se fossem peças únicas do pensamento? Que pertinência fará, a escola continuar a promover a obediência, o conformismo, a repetição? Qual o espaço na escola, para a criatividade, para a imaginação, para o trabalho de equipa, para a partilha de ideias? Fará sentido hoje, como há 100 anos, continuarmos a ensinar a muitos como se de um só se tratasse? Será a avaliação padronizada adequada e justa (porque acreditamos que a ciência é exata e que a verdade não é uma mera questão de perspectiva)?. Muitas mais questões, tão ou mais (im)pertinentes, podiam ser colocadas. Contudo, fico-me por aqui e parto para uma outra evidência. As solicitações colocadas à escola e ao trabalho dos professores mudou tanto nos últimos anos que, por mera necessidade de estabilidade profissional e sanidade mental, teimamos em fazer crer que tudo permanece na mesma. É a partir deste conjunto de questões que começo um texto sobre o trabalho de projeto ou sobre a utilização de estratégias diferenciadas de trabalho em sala de aula. Assumo, desde já, que o espaço é curto para poder escrever algo que esclareça mais sobre o trabalho de projeto, do que levante apenas questões ou possa desencadear meras frases feitas sobre o ensinar e o aprender. É um princípio de debate.

ORA DO CONTO—2º ANO—APRENDER COM A BE

23 de abril—O tesouro 7 de maio— A Fada Oriana 14 de maio— A Fada Oriana 21 de maio—A fada Oriana 4 de junho - A fada Orina 11 de junho—A Fada Oriana

O trabalho de projeto implica diferenciar estratégias de trabalho em sala de aula. Assume-se que o aluno é um parceiro de trabalho (e não mero objeto a moldar). Assume-se que cada aluno é um aluno, cada qual com diferentes formas (e/ou estratégias pessoais e familiares) de relacionamento com o trabalho escolar. Tal como têm diferentes contextos sociais e familiares. Nem todos temos de gostar e/ou ser competentes em matemática, em história, em ciências naturais. Nem todos teremos competências naturais para as artes, para a escrita ou para as línguas. Temos, todos, isso sim, de dominar as formas de gerir a informação que nos rodeia, de termos instrumentos/meios para compreender o mundo como ele é. Temos de ser capazes de resolver as situações com que nos deparamos no quotidiano - sejam elas saber quem foi o primeiro rei de Portugal, por mera cultura geral, ou preencher um formulário da câmara municipal ou falar em público quando nos deparamos nessa situação, sem receio de expressar opinião ou de organizar o discurso. Trabalhar por projeto implica que o docente seja um mediador dos interesses do aluno e da escola, um gestor do currículo e de conteúdos, um promotor da curiosidade e da integração do mundo contemporâneo dentro da escola e não apenas da sala de aula. O trabalho de projeto implica que se pense nas práticas e nos modos de se ser profissional - seja na dimensão docente, como na profissão de aluno, seja no contributo dos pais ou da própria comunidade. Como fazer então? Soluções não há, milagres ainda menos. Mas diferenciar estratégias de trabalho, mediante um ponto de partida e considerar diferentes processos, diferentes ritmos e diferentes produtos finais pode ser um caminho. Para esse efeito, há que mobilizar o mundo do aluno, aquilo que lhe está próximo e que lhe é familiar. O trabalho de projeto permite ensinar e estimular a autonomia, mediante a concessão de espaços de liberdade e de responsabilização ao/do aluno. Permite, mais que outra qualquer estratégia, apoiar a criação de sentidos mediante, por um lado, a compreensão do mundo que rodeia o aluno, por outro, na criação de relações entre as matérias das disciplinas e o contexto social e cultural do aluno. A possibilidade de utilizar as ferramentas tecnológicas, permite perceber que informação não é conhecimento e criar algum sentido crítico à sua utilização. O trabalho de projeto entre vantagens e desvantagens, que também existem, pode ser uma opção e eventualmente tema para próximos capítulos.

Manuel Dinis P. Cabeça Professor do quadro de escolas, grupo 400 (história).

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Filme do Mês

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Exposição “ Cenários da História”

31 de maio (6ª feira) – 14.25 h Biblioteca da Escola E.B.2,3/S Cunha Rivara

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ntre os dias 03 e 13 junho de 2019, no Agrupamento de Escolas de Arraiolos-sede, realizou-se uma exposição de maquetes, intitulada “ Cenários da História”.

Os trabalhos apresentados contemplam vários períodos da nossa História: Recoletores, agropastoris, Romanização e Idade Média. Os alunos das turmas 5ºA e 5ºB no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal desenvolveram este projeto que envolveu criatividade e a História de Portugal relacionado com o Programa da disciplina.

Qual a importância dos professores na vida dos seus alunos?

Docente: Angélica Salvado Trabalho da responsabilidade de Luís Serra e Inês Pequito 11

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EXPOSIÇÃO DE VÍDEO

Na disciplina de Espanhol, 9ºano, os alunos trabalharam La siesta del Martes, Gabriel Garcia Marquéz. Elaboraram trabalhos e a Fátima recontou através de uma BD. Em exposição na BE.

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s estudantes Ana Silva e Aureliana Simões e o Professor Manuel Cabeça, no âmbito do Projeto APM fora de Portas, da Licenciatura em de Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior de Educação de Santarém do Instituto Politécnico de Santarém, solicitaram à BE para expor obras de arte digital. https://drive.google.com/file/ d/1jbm75NoGb0vzcKorW9VSQRMgCj XUmaeU/view

Obrigada por nos terem permitido ter acesso ao vosso trabalho!!!

Professora: Rita Fernandes

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Intervalo Literário Tendo como pano de fundo o trabalho dos alunos para o projeto Ler+Mar Chico Buarque, Prémio Camões

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Uma curta metragem, na BE, de João Peixoto e Diogo Novas, alunos do

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Comunidades de leitores

a Escola Cunha Rivara de Arraiolos, no presente ano letivo, está a decorrer um projeto intitulado “Três Passeios nos Bosques da Ficção”. Este projeto está a ser desenvolvido pela docente que leciona a disciplina de português às turmas do ensino secundário, sendo estas as envolvidas no projeto. Constituição de comunidades ativas de leitores através da participação em espaços de reflexão, e em tertúlias presenciais a dinamizar na biblioteca da escola (turmas de 10º ano). Planificação esquemática do projeto

12º ano de Psicologia. O filme inspirou-se no livro “Um lobo pela Trela”, Guido Visconti. Esteve presente na estreia mundial, a turma do 6ºA com as professoras Conceição Correia e Luzia Pequito, e ainda o 11º C com as professoras Ana

10ºano ARTE, MEMÓRIA E IDENTIDADE ENTRANDO NO BOSQUE – PRÉ-LEITURA: CINEMA DEMORANDO NO BOSQUE – LEITURA – obra selecionada da lista de leituras indicada no Programa e Metas Curriculares de Português À DERIVA PELO BOSQUE – OUTROS PASSEIOS, OUTRAS LEITURAS: excertos de obras EXPLORANDO O BOSQUE- atividades de escrita e edição de um livro.

Machado e Sandra Quaresma, todas inestimáveis colaboradoras do Clube de cinema.

Paula Sande

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SESSÃO NACIONAL DO PARLAMENTO DOS JOVENS ENSINO BÁSICO - PARTICIPAÇÃO DA ESCOLA CUNHA RIVARA

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o dia 6 de maio de 2019, pelas 10 horas, o professor Manuel Cabeça e os alunos do 9º ano da turma B, António Lopes, António Garcia e Carlos Calça, partiram de Arraiolos, numa carrinha cedida pela Câmara Municipal, rumo a Évora. O aluno António Lopes foi ao Parlamento, na função de jornalista e os alunos António Garcia e Carlos Calça, foram como deputados.

Por volta das 10h40, chegou-se à cidade de Évora, junto à escola André de Resende. Às 11 horas, os professores e os alunos de Arraiolos e de Évora partiram em direção ao Montijo, agora já num autocarro da rodoviária, para irem buscar mais jornalistas e deputados. Cerca das 12h 50m, parou-se na área de serviço de Alcochete, para se almoçar e pelas 13h25, partiu-se para Lisboa, mais precisamente para a Assembleia da República. Quando os professores e os alunos chegaram à Assembleia, por volta das 14h, foram recebidos com um pequeno lanche.

Durante a tarde, pelas 14h30, deu-se início à 1ª parte das reuniões das comissões, onde se debateu, na generalidade e na especialidade, os projetos de recomendação aprovados nos diversos círculos eleitorais, sob orientação de Deputados/as da Assembleia da República em representação dos grupos parlamentares.

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Durante a tarde, pelas 14h30, deu-se início à 1ª parte das reuniões das comissões, onde se debateu, na generalidade e na especialidade, os projetos de recomendação aprovados nos diversos círculos eleitorais, sob orientação de Deputados/as da Assembleia da República em representação dos grupos parlamentares.

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Na terça-feira, dia 7 de maio, após a tomada do pequeno almoço no Vip inn Berna Hotel, por volta das 9h30m, as Delegações chegaram à Assembleia da República. Às 10h deu-se a abertura solene do Plenário, pelo Presidente da Assembleia de República, Eduardo Ferro Rodrigues. Cerca das 10h30, foi o período de perguntas aos/às Deputados/as da Assembleia da República. Por volta das 11h30, foi o momento do debate da recomendação à Assembleia sobre o tema.

Ao meio dia, foi a altura da conferência de imprensa com o Presidente da Comissão de Educação e Ciência, Alexandre Quintanilha, que foi exclusiva aos jornalistas das escolas. Cerca das 12h55, tirou-se uma fotografia de grupo e seguiu-se para o almoço.

Cerca das 15h, os jornalistas e os professores, tiveram uma visita guiada ao Palácio de São Bento. Após esta visita, todos os jornalistas estiveram a ouvir algumas recomendações e conselhos, sobre a forma de como se deve fazer uma boa notícia.

Depois, no período da tarde, entre as 14h e as 16h30 deu-se a conclusão do debate e a votação final global da recomendação. Depois do lanche, entre as 16h30 e as 18h, voltou-se às reuniões das comissões (2ª parte), onde se deu continuidade ao debate na especialidade, houve a redação final do projeto de recomendações da comissão e a seleção das perguntas a apresentar no Plenário.

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esafio National Geographic - Biblioteca Escolar (Professores Inês Pequito e Rui Rebocho) Com vista ao desenvolvimento da literacia científica, os alunos podem participar no Desafio respondendo a uma questão sobre um dos artigos da revista. O desafio é mensal e o aluno vencedor, cuja divulgação é feita na página da escola, receberá um prémio oferecido pela National Geographic Portugal. Parabéns aos nosso grandes vencedores deste período: abril—Tomás, maio— Tomás

Entre as 18h15 e as 19h, assistiu-se a um programa cultural e por volta das 19h15, seguiu-se o jantar oferecido pelo Parlamento. O dia terminou com uma ida ao Centro Comercial, do Campo Pequeno.

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FESTA FINAL DE ANO

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REPORTAGEM FOTOGRÁFICA PELA DOCENTE ANA COMENDA

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ealizou-se na passada sexta-feira, dia 28-06-2019, na escola sede do Agrupamento de Escolas de Arraiolos a Festa de Final de Ano Letivo, que pretendeu envolver todo o Agrupamento e Comunidade Escolar. A festa iniciou-se com os discursos de abertura que estiveram a cargo da Diretora do Agrupamento, Maria de Lourdes Inglês, da Presidente do Município de Arraiolos, Sílvia Pinto e da Presidente do Conselho Geral do Agrupamento, Paula Gaspar. A realização deste evento não teria sido possível sem a participação/colaboração de várias entidades, associações, pessoas coletivas e individuais nomeadamente os restaurantes “O Parque”, “Alpendre”, “Tasquinha do Chola”, “República do Petisco”, “O Alentejano”, Rancho Etnográfico “Os Camponeses” de Arraiolos, Grupo de Acordeonistas da ARPIC, Associação Dupla Personalidade, Associação Columbófila de Arraiolos, Centro Social e Paroquial de Arraiolos, Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos das Ilhas de Arraiolos, Grupo “Abortos Mal Feitos”, Escola Segura, Bombeiros de Arraiolos, Posto Territorial da GNR de Arraiolos, Escola de Música da CMA e aluna Margarida Pequito, Conservatório Regional de Évora – Eborae Música (professora Joana Godinho), Alunos do Pré-escolar, Associação de Estudantes, Associação de Pais, Câmara Municipal de Arraiolos, Pais/Encarregados de Educação e alunos presentes, Professores do Núcleo de Educação Inclusiva: Mónica Rebocho, Ana Comenda, Ana Luísa Barreiros, Ana Granadeiro, Carina Coelho; Pré-escolar: Maria de Fátima Carapinha, Graça Palma e Adelaide Oliveira; Primeiro Ciclo: Graça Amante, Maria José Serôdio, Joaquina Silva, Joaquim Páscoa, Maria de Jesus Canhão e Catarina Lóios (e participação de todas as turmas e todos os professores na exposição) ; Segundo Ciclo: José Maria Páscoa, Luzia Pequito e Carla Vieira; Terceiro Ciclo: Henrique Gonçalves, Jacinta Reis, Gertrudes Garcia, Manuel Cabeça, Manuel Santos e Elsa Miranda; Secundário – Dina Costa, Ludgero Serrano, Maria José Alcaravela e Aurora Sá; Pessoal não Docente: Maria Manuel Romão (assistente administrativa), António Oliveira, Ana Paula Varela, Maria Jacinta Pimpão, Maria João Caetano e Rosinda Figueiras (assistentes operacionais). A Equipa Operacional - AM1 - Florbela Caroço, Ana Pedreirinho, Conceição Correia, Inês Pequito, Ana Cardoso, Licínia Serôdio - agradece a boa vontade, contribuição e ajuda de todos os intervenientes. UM GRANDE BEM HAJA A TODOS!

Os nossos agradecimentos à equipa do plano de melhoria que organizou a festa.

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PARLAMENTO DOS JOVENS – SECUNDÁRIO 2019

Continuação

- DA SESSÃO ESCOLAR À SESSÃO NACIONAL

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ste ano escolar o Agrupamento de Escolas de Arraiolos voltou a participar no Parlamento dos Jovens-Secundário. O tema deste ano foi “Alterações climáticas – Reverter o Aquecimento Global” e os alunos tinham como objectivo criar listas e medidas para debater esse mesmo tema. Antes das eleições, tivemos na nossa Escola o senhor deputado João Oliveira que nos deu a conhecer o funcionamento da Assembleia da República, desde as diversas comissões até ao percurso de um projeto até ser lei. Foi um debate muito interessante e participado, pois foram feitas muitas perguntas ao deputado. Na primeira fase, a nível escolar, realizaram-se as eleições no dia 28 de janeiro e a Sessão Escolar decorreu no dia 30 de janeiro. Nesta foram debatidas as medidas que constavam da campanha eleitoral e foram eleitos os para a Sessão Distrital os seguintes deputados: Alice Mota, Carolina Domingues, Maria do Céu Carapinha e Beatriz Prata, como deputados efetivos e Filipe Carmo como deputado substituto. A sessão distrital do círculo de Évora teve lugar no dia 12 de março. Na parte da manhã ocorreu o debate, no qual os cabeças de lista tinham que fazer um discurso sobre o tema e explicar as medidas das listas. No caso de Arraiolos, fomos muito bem representados pelas alunas Alice Mota e Maria do Céu Carapinha que fizeram um bom discurso e mostraram claramente o que pretendíamos fazer com as nossas medidas. Seguidamente aos discursos começaram os debates. O debate foi realizado da seguinte forma: cada escola escolhia quais as escolas que iriam interrogar e de seguida faziam as suas perguntas às respetivas escolas escolhidas. As nossas deputadas fizeram um excelente trabalho defendendo as nossas medidas e combatendo as medidas das outras escolas. Quando o debate da parte da manhã terminou tivemos uma pausa para almoço depois dessa pausa voltamos aos trabalhos para escolher as medidas e os deputados para representar o nosso distrito na sessão nacional. O Agrupamento de Escolas de Reguengos de Monsaraz ficou em primeiro lugar e o Agrupamento de Escolas de Arraiolos ficou em segundo. Elegemos depois um deputado como porta-voz do nosso distrito que foi o deputado João Félix de Reguengos de Monsaraz. Com isto tudo, as deputadas do circulo de Arraiolos foram eleitas à Sessão Nacional que se realizou nos dias 20 e 21 de maio. Nos dias 20 e 21 de maio realizou-se a Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens, o momento mais importante de toda esta atividade. Enquanto decorriam os trabalhos das comissões, estava a decorrer uma visita guiada à Assembleia feita para os jornalistas. Por fim, o dia terminou com o momento cultural na sala do Senado, e o jantar food street nos jardins da Assembleia da República, jantar muito criativo, com a comida ótima e para todos os gostos, após o qual nos dirigimos para o hotel Berna em Lisboa. No dia seguinte, o último dia da nossa participação no Parlamento de Jovens iniciou-se com um período de pergunta aos/às Deputados/as da Assembleia da República. De seguida procedeu-se ao debate final no qual foram debatidas as medidas de cada comissão. Enquanto decorria o debate os jornalistas foram a uma conferência de imprensa com o Presidente da Comissão de Educação e Ciência, Alexandre Quintanilha onde foram abordados vários assuntos sobre as alterações climáticas. Na parte da tarde foi a selecção e votação das medidas que iriam constar do Projeto de Recomendação a ser enviado à Assembleia da República, as quais são as seguintes: 1. Aumentar o orçamento do Ministério da Ciência e da Educação, com o intuito de reunir o maior apoio à investigação científica e gestão mais organizada e sustentável dos recursos financeiros do Estado, de forma a que parte do capital utilizado em certas áreas seja para criar um fundo de investigação científica na área do ambiente e alterações climáticas. 2. Promover concursos nacionais que visem o desenvolvimento de investigação, nomeadamente relacionados com temas como a agricultura celular, o aproveitamento de energia das ondas marítimas e baterias de flúor para os carros elétricos. 3. Reforçar os mecanismos legais de fiscalização e respetiva punição dos diversos setores económicos que não cumpram com as boas práticas ambientais estipuladas por lei. 4. Melhorar a gestão territorial, incentivando a reflorestação através de espécies autóctones e, aquando da limpeza dos terrenos florestais, definindo quotas mínimas de entrega de resíduos a empresas de produção de biomassa. 5. Renovar o transporte: requalificar, reabilitar (quer ao nível de preço quer ao nível de veículos), fiscalizar e aumentar o número de veículos de transporte público, tornando-os “verdes” e acessíveis, a par da renovação e diminuição da frota estatal com vista à verdadeira revolução ecológica do transporte. 6. Baixar a taxa do IVA de produtos avulso e aplicar uma taxa adicional a produtos embalados com várias camadas de materiais plásticos, de modo a diminuir o uso e a produção de plástico, não ultrapassando, assim, as necessidades básicas do seu acondicionamento. 7. Estimular a redução do consumo de eletricidade na produção industrial e consumo doméstico, bem como produção de energia limpa, com recurso a equipamentos mais eficientes e substituição gradual do consumo de energias fósseis, com apoio estatal, tal como a diminuição do escalão do IVA em artigos que sejam produzidos de forma sustentável e em equipamentos de produção de energia limpa. 8. Reformular o imposto sobre as emissões de gases com efeito de estufa, aumentando as taxas de uma forma progressiva, em função das quantidades emitidas, e aplicar esta medida a todos os setores, nomeadamente, ao da agropecuária. 9. Utilizar as receitas provenientes das coimas aplicadas às empresas que ultrapassem os limites de emissão de gases com efeito de estufa, para gerar incentivos económicos a laboratórios de investigação na área da proteção do ambiente. No final cada porta-voz de cada distrito teve uns minutos para falar sobre a sua participação no Parlamento de Jovens e como é obvio o nosso porta-voz esteve bastante bem fazendo um bom discurso. 24Da parte das minhas colegas e deputadas o balanço é claramente positivo, como se comprova das palavras delas:


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Dia 20- Professor Henrique com as deputadas Alice Mota e Maria do Céu Carapinha, de Arraiolos

10. Criar o projeto “CO2” menos com o objetivo de diminuir, em proporção, a emissão do CO2 nas empresas, em Portugal, por exemplo, através da proibição da cedência de quotas da poluição, diminuindo, assim, a quantidade legal de GEE emitidos para a atmosfera segundo os DecretosLeis n.os 39/2018, de 11 de junho, e 91/2017, de 28 de julho. Neste período da ordem de trabalhos as nossas deputadas Alice Mota e Maria do Céu Carapinha tiveram de sair por um tempo pois Arraiolos também estava a participar no concurso Euroscola, no qual, com muita dedicação e esforço conseguimos chegar à final nacional e ficar classificados no segundo lugar. No final cada porta-voz de cada distrito teve uns minutos para falar sobre a sua participação no Parlamento de Jovens e como é obvio o nosso porta-voz esteve bastante bem fazendo um bom discurso. Da parte das minhas colegas e deputadas o balanço é claramente positivo, como se comprova das palavras delas: Alice Mota: “Como sempre, a participação neste projeto é sinónimo de crescimento, tanto a nível pessoal como de aprendizagens e conhecimentos. Fiz amizades incríveis e só posso desejar poder repetir a experiência para o próximo ano” Maria do Céu Carapinha: “Foi uma experiência incrível onde conhecemos imensa gente, onde conseguimos trocar imensas opiniões e acho que foi uma experiência muito enriquecedora e como é óbvio é para repetir” Da minha parte posso dizer que o melhor desta iniciativa foi o convívio durante os trabalhos desenvolvidos e as amizades feitas durante o jantar, posso também dizer que foi um orgulho participar no Parlamento de Jovens, penso que todos os jovens deviam participar pois o Parlamento de Jovens é uma das boas oportunidade para mostrarmos que estamos atentos aos problemas do país, que queremos dar a nossa opinião e que também temos ideias.

Dia 21- Conferência de imprensa com o deputado Alexandre Quintanilha

Cartaz sessão escolar

Dia 21- Debate final para seleccionar as medidas que constariam do Projeto de Recomendação final.

Dia 12 – Nossas deputadas Alice Mota e Maria do Céu Carapinha na sessão distrital em Évora

Dia 21- Uma das várias votações

Dia 21- Deputados do círculo de Évora.

Dia 20- 3ª Comissão

Repórter: Carolina Mourão Domingues Coordenador do Projeto: Prof. Henrique Gonçalves 25

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Esta página em branco serve de incentivo ao leitor para escrever um artigo para a próxima edição. Boas leituras e ótima escrita / desenho. Obrigada pela atenção dispensada!!! Equipa do jornal

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equipa do jornal deseja a todos um bom e merecido descanso. 27

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Jornal escolar

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