abolsamia 127 (jul/set 21)

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ESPECIAL

FNA2021

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ou o responsável pela Dieci Portugal. A nível nacional, nós somos responsáveis pela marca. Este projeto foi iniciado este ano. Foi a partir de Janeiro de 2021 que a Dieci nos convidou.” Assim foi a introdução, feita por Ezequiel Palmar, de uma entrevista realizada no primeiro dia de feira, com um calor menos abrasador do que o habitual na Feira de Santarém.

BALANÇO DO ANO E CONCESSIONÁRIOS Que balanço faz deste primeiro meio ano com a Dieci? Estamos a falar de 5/6 meses. No geral, acho que foi muito positivo. Como abolsamia sabe, nós não trabalhamos diretamente com o público, trabalhamos com a nossa rede de concessionários, que está em construção desde o dia 1 de Janeiro. Até agora, já conseguimos angariar sete concessionários para a nossa rede. É um bom resultado. Estamos a falar de Norte a Sul do país e Açores. Há marcas que têm dificuldades na angariação de concessionários mas nós não tivemos. Foi fácil, também por causa da marca, porque é uma marca muito conhecida. A Dieci não estava em Portugal e, neste momento, está cá diretamente. Não havia peças, não havia assistência, não havia nada, e agora há. Temos um departamento técnico, temos um departamento comercial e já temos apoio a nível de peças. Já temos um stock grande de peças, para dar acompanhamento às máquinas já existentes, ao parque que já existia, e, a partir de agora, para os novos clientes. O nosso alvo aqui vão ser os grandes prestadores de serviços mas também o pequeno agricultor.

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T. 243 660 096 geral@dieciportugal.pt www.dieci.com

DIECI

“Estamos em crescimento” A FNA 2021 ficou marcada pela estreia em feiras nacionais da Dieci Portugal. A empresa especialista em carregadores telescópicos é liderada por Ezequiel Palmar, que abordou em entrevista os primeiros seis meses de trabalho da empresa.

Voltando aos concessionários, qual a estrutura de apoio que garante a Dieci Portugal? Temos uma estrutura de apoio ao concessionário com pessoas no terreno e a desenvolver o negócio, passo a passo, a acompanhar sempre o concessionário…Tanto nas entregas, como nos problemas técnicos, como até na própria venda da máquina… No início do processo de venda da máquina, temos pessoas no terreno a desenvolver este trabalho. Não vamos deixar o concessionário abandonado. Para já, contaremos com uma pessoa que fará todo o país, de Norte a Sul e Açores. Não temos um volume de vendas que justifique ter mais do que uma pessoa. Conforme a evolução, vamo-nos adaptando às exigências. Ao nível do apoio técnico, teremos uma pessoa e uma carrinha a dar apoio aos concessionários. A nível da rede de concessionários, qual é o seu objetivo? Aumentar? Os sete concessionários já são suficientes. Temos a intenção de angariar mais um ou dois nos Açores e na zona de Leiria, onde ainda não temos ninguém a trabalhar a marca. Relativamente ao resto do país estamos satisfeitos.

O CLIENTE DIECI

Tivemos, então, 6 meses de consolidação. Como é que antecipa o próximo ano? Quais são os objetivos? A Dieci Portugal vai estar em crescimento. Quer queiramos quer não, arrancámos do zero, por isso, vamos estar em crescimento. Se me perguntar quais são as perspetivas para o futuro, acho que são engraçadas, vão ser animadoras, porque nós partimos do zero, não tínhamos nada feito. A nossa política na Dieci é estarmos perto do cliente, a própria fábrica estar perto do cliente, dar apoio, resolver os problemas e ter soluções.

julho/setembro 2021

Quem é o cliente para uma máquina Dieci? Estamos vocacionados para o cliente agrícola. A Dieci, na sua génese, foi concebida para a construção. Mais recentemente, dentro da fábrica, fizeram uma secção agrícola. Partindo dos modelos que já tinham, industriais, equiparam-nos de forma a satisfazer as necessidades do cliente agrícola. Assim, as máquinas Dieci para agricultura trazem mais equipamento que as da construção. Portanto, nós temos duas secções. Temos a secção industrial e a secção agrícola. Estas máquinas têm uma panóplia de equipamentos muito grande, muito avançada. Só para ter uma ideia, até carrega flores.

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