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A REVISTA DA MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
Ano XXXI . Nº 148 | outubro / novembro 2025 (bimestral) | Diretora: Catarina Gusmão
KUBOTA M7 174 EXEMPLAR DE OFERTA Preço: € 7,00 Cont. | ISSN 2183-7023
Reptractor entrega Kubota M7 a cliente histórico
NOVIDADES
KUHN
AGROGLOBAL 2025
ASCENDUM
a maior feira profissional de maquinaria
acelera eletrificação na construção
REPTRACTOR
FICHA TÉCNICA – KUBOTA M7-174
entrega Kubota M7 a cliente histórico Texto Rui Reis | Colaborou neste artigo Luís Seatra | Fotografia Tozé Canaveira
A Reptractor entregou um Kubota M7 174, da série especial de aniversário, ao cliente André Santos e José Carlos Santos da Casa Agrícola Martins da Póvoa e da Casa Agrícola do Sete. Mais do que a entrega de um trator, esta ação representa o reforço de uma relação de confiança que já vem sendo construída ao longo de décadas.
A
João Ribeiro (Reptractor), André Santos (Casa Agrícola Martins da Póvoa e da Casa Agrícola do Sete) e Paulo Vieira (Tractores Ibéricos)
Momento da entrega do exclusivo Kubota M7
REPTRACTOR
Reptractor, concessionário Kubota em Macieira da Maia, Vila do Conde, assinalou um momento especial ao entregar um, de apenas 50 tratores da série especial “Anniversary Edition” com um visual exclusivo, Kubota M7 174 a um cliente que conhece a marca como poucos. André Santos, sócio-gerente da Casa Agrícola Martins da Póvoa e da Casa Agrícola do Sete, cresceu com tratores Kubota, marca representada em Portugal pela Tractores Ibéricos, e vê
neste modelo a resposta certa para as necessidades da sua exploração. Características pouco habituais O M7 174 Série Especial distingue-se por um motor de quatro cilindros com 6.200 cc, cilindrada pouco habitual neste segmento. A Reptractor sublinha que se trata de um trator económico para o seu segmento, com elevado desempenho em campo e uma das maiores capacidades de elevação hidráulica da sua classe, chegando às nove toneladas. O conforto também
foi tido em conta, com uma cabine ampla, visibilidade quase total e uma transmissão contínua, que garante uma condução suave em qualquer tipo de piso ou tarefa. Como explica João Ribeiro, gerente da Reptractor, este “Kubota M7 entregue foi configurado para corresponder às exigências específicas do cliente. Entre os equipamentos destacam-se travões pneumáticos e hidráulicos de dupla linha, gancho automático homologado, pneus Michelin mais largos para reduzir a compactação do solo, espelhos elétricos
aquecidos e um carregador frontal com pesagem automática”. A tecnologia acompanha a robustez. O M7 174 Série Especial oferece quatro modos de transmissão configuráveis, uma tomada de força com arranque progressivo em três níveis e GPS integrado, que pode ser gerido tanto no painel principal como num painel suplementar.
Motor Kubota V6108, 4 cilindros, turbo com intercooler Cilindrada 6,1 litros Potência máxima 173 cv (+5 cv com modo Boost) Transmissão KVT – transmissão variável contínua, c/4 modos Sistema hidráulico bomba LS de centro fechado, caudal variável de 110 l/min Capacidade de elevação no engate traseiro 9.400 kg Peso operacional 8.380 kg Velocidade máxima 50 km/h
A escolha natural Para André Santos, a decisão foi natural. “Este modelo tem funcionalidades que outras marcas não oferecem, como o sistema de trancar a suspensão para o serviço específico que eu precisava”, explica. A ligação à Reptractor é antiga e sólida: “Fomos os primeiros a comprar um Kubota M7950, quando o meu pai o adquiriu à Reptractor. Desde então, temos mantido a fidelidade e este já é o sexto Kubota que temos.” O novo trator terá múltiplas funções na exploração, desde o calcamento de silagens até serviços de reboque, passando pela mobilização de solo, pelas operações com gadanheira e até como carregador frontal. A versatilidade foi, por isso, um dos pontos-chave na escolha. “Precisávamos de um trator robusto, confortável e capaz de dar resposta a várias tarefas. Encontrámos tudo isso neste Kubota M7”, acrescenta André Santos. Orgulho e responsabilidade Para a Reptractor, esta entrega traduz-se em orgulho, mas também em responsabilidade. A empresa vê neste M7 174 da Série Especial de Aniversário a confirmação da aposta da Kubota em máquinas profissionais que combinam potência, versatilidade, conforto e, neste caso, exclusividade. Mais do que isso, é também o reflexo de uma relação construída ao longo de décadas com muitos dos seus clientes, de que o André Santos é um bom exemplo.
Para marcar o momento, foi oferecida uma miniatura à escala do Kubota M7 174 “edição de aniversário”
EDITORIAL
UM PROBLEMA DE MÃO DE OBRA Por Luís Seatra Sub gerente
É
inegável a falta de mão de obra qualificada em grande parte das explorações agrícolas e florestais. Este problema não é exclusivo do nosso país e parece ser comum em todos os países europeus que tenho visitado ultimamente. Mas será que os trabalhos ligados à agricultura continuam a ser iguais aos que os nossos pais e avós conheceram? Se alguns continuam a ser notoriamente pesados, a verdade é que outros já não o são e, ainda assim, não existe grande procura de pessoas para aprenderem e desempenharem estas tarefas. Veja-se o caso do operador de máquinas agrícolas. Hoje, testemunhamos uma alteração brutal nas condições dos novos equipamentos e uma dedicação cada vez maior dos fabricantes em melhorar o habitáculo do operador. As marcas apostam fortemente em condições de conforto para o operador, muitas delas já de origem. Perceberam rapidamente que, muitas vezes, o decisor não é quem paga, mas quem vai utilizar, e responderam com conforto de série nos seus equipamentos. Espero convictamente que, com
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abolsamia
outubro/novembro 2025
TEMOS DE SABER EXPLICAR O QUÃO FORMIDÁVEL É TROCAR SEMÁFOROS POR PÁSSAROS E QUE NADA É MAIS SATISFATÓRIO DO QUE VER VIDA A BROTAR DE CADA CENTÍMETRO DE SOLO os esforços que todos os atores fazem para melhorar as condições de trabalho de A a Z, cada vez mais pessoas sejam atraídas para os trabalhos agrícolas. Não são apenas os agricultores que perdem cada vez que uma cultura
não se faz por falta de mão de obra qualificada – somos todos nós que deixamos de consumir o que é nosso e ficamos cada vez mais dependentes de produtos de uma agricultura feita onde o conforto é uma utopia para o trabalhador agrícola. É importante apoiar e fomentar os jovens a entrarem neste mundo tão nobre, e aí não estamos a conseguir fazê-lo. E não me refiro apenas aos governos, refiro-me a todos. Temos de aprender a comunicar com quem está fora do meio, temos de saber explicar o quão formidável é trocar semáforos por pássaros e que nada é mais satisfatório do que ver vida a brotar de cada centímetro de solo. Temos de mostrar aos jovens que procuram um futuro no ensino superior que também na agricultura e na floresta existe um espaço para engenheiros e doutores, e que empregaremos cada um dos que se empenharem. Que triste fiquei ao ver as vagas que ficaram por preencher nestas áreas em universidades e politécnicos de Norte a Sul do nosso país. E quanto eu sei a falta que fazem estes lugares que ficaram por preencher.
n° 148 | outubro/novembro 2025
Sumário
MERCADOS 6
10 12
Portugal - Matrículas de tratores e reboques até setembro Barómetro CEMA - Evolução do mercado de acordo com a indústria europeia de máquinas agrícolas A visão dos representantes das marcas - A análise de quem “vive e respira” o setor e conhece os desafios que enfrenta
NOTÍCIAS 14
Empresas
ENTREVISTA 20
CEO do SITEVI, Guillaume Schaeffer
FEIRAS 22
Agroglobal 2025 – Uma visão detalhada sobre as novidades e as tendências na maior feira profissional de maquinaria agrícola em Portugal
58
Feira de Inovação Agrícola do Fundão
A VIDA NO CAMPO
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abolsamia
outubro/novembro 2025
EVENTOS 56 88 92 96 98
Conferência da ACAP Expo Torre Marco – Mais do que um evento, uma jornada técnica Maschio Gaspardo Day 2025 – Dá a conhecer o abrangente portfólio da marca Novidades Kuhn – Pensar em grande o futuro da agricultura Massey Ferguson Agrispace Beauvais – Uma viagem ao coração da fábrica
FICHA TÉCNICA Catarina Gusmão Diretora
DIRETORA Catarina Gusmão catarinagusmao@abolsamia.pt
SUBGERENTE Luís Seatra
luis.seatra@abolsamia.pt
EMPRESA EM FOCO
CHEFE DE REDAÇÃO Francisco Cruz
62
REDAÇÃO Rui Reis - ruireis@abolsamia.pt João Sobral - joaosobral@abolsamia.pt
60
66
João Lourenço Empilhadores – Formar com rigor, prevenir com visão STIHL – Inauguração das novas instalações QuintaRepair – De uma oficina em Silves à conquista do mercado nacional
PRODUTO EM FOCO
68 70 74 76 77 79 80
84 86
Repsol – NEXA HVO Herculano – Entrega cisterna CH 12000 RG Lagoalva – Horsch Avatar 6 SL Moviter – Avant: O “canivete finlandês” das pás carregadoras Moviter – Iseki duplica a gama dos compactos Moviter – Floresta e Economia Circular Entrega Fendt na Herdade da Turca do Meio John Deere Dairy – Nova abordagem no setor da produção leiteira e pecuária Ensiladora Claas Jaguar 1000
TOTY 2026
102 CLAAS – AXOS 3.120 104 New Holland – T7.225 Auto Command 106 Fendt Press Camp – 500 e 800
redacao@abolsamia.pt
ASSISTENTE COMERCIAL E COMUNICAÇÃO Cristina Sousa
cristina.sousa@abolsamia.pt
PUBLICIDADE Catarina Gusmão T. 913 469 299 Luís Seatra T. 917 363 038 DESIGN E PRÉ-IMPRESSÃO Ricardo da Silva prepress@abolsamia.pt
COLABORARAM NESTA EDIÇÃO Paginação: Frederico Teopisto Fotografia: Tozé Canaveira Reportagem: Américo Rodrigues PROPRIEDADE Nugon - Publicações e Representações Publicitárias, Lda · Contribuinte 502 885 203 Registo ERC 117122 · Depósito legal 117.038/97 SEDE/EDITOR Rua São João de Deus, Nº21 2670-371 Loures - Portugal
ESCRITÓRIO/REDAÇÃO Rua Nelson Pereira Neves, Loja 1 2670-338 Loures - Portugal T. 219 830 130 IMPRESSÃO Jorge Fernandes, Lda - R. Quinta Conde de Mascarenhas, 9 2820-653 Charneca de Caparica TIRAGEM MÉDIA 4.000 exemplares ISSN 2183-7023 GERÊNCIA Nuno Gusmão e Catarina Gusmão SÓCIOS Nuno Gusmão (35%), Ana Gusmão (35%), Francisca Gusmão (15%), Catarina Gusmão (15%) ASSINATURAS Cristina Sousa
contabilidade@abolsamia.pt Os textos e fotos de autor são propriedade da Nugon,Lda., não podendo ser reproduzidos sem autorização, por escrito, da mesma. O conteúdo dos anúncios e das publireportagens dos clientes é da sua exclusiva responsabilidade. A abolsamia segue o AO90, embora nem todos os colaboradores tenham adotado a nova grafia. Estatuto Editorial www.abolsamia.pt/estatuto-editorial-e-distribuicao
No cumprimento do Decreto-Lei nº59/2021, de 14 de julho, informamos os nossos leitores que linhas geográficas de números começados por 2 são “chamadas para rede fixa nacional”, começados por 9 “para rede móvel nacional” e começados por 00 “para rede fixa ou móvel internacional”.
FLORESTA 108 Notícias
INDÚSTRIA
110 Ascendum Máquinas Eletrificação e Série F da Volvo
ASSINE
DIA DE FOLGA
112 Gincana de Bragança - Salsas 114 4º Trator Racing Bombeiros de Ílhavo
A REVISTA E O ANUÁRIO
REGIÕES
116 Regiões – Concessionários classificados por distritos outubro/novembro maio/junho 2025
abolsamia
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Portugal
Solis mantém-se líder de vendas num mercado ainda no vermelho Com o ano a caminhar rapidamente para o fim, a venda de tratores novos, em Portugal, continua sem conseguir descolar do vermelho, com os números a revelarem uma queda de 21,4%, face ao período homólogo de 2024. Sentimento que, ainda assim, não retira a liderança à indiana Solis, que, inclusivamente, viu as vendas crescerem.
C
ompletados os primeiros nove meses de 2025, Portugal segue com um total de apenas 3.481 tratores novos matriculados, contra os 4.429 contabilizados no mesmo período de 2024 (-21,4%). Isto com a Solis, a atual líder de mercado, a contribuir para os últimos números com 493 unidades, ou seja, mais 4,45% do que havia registado em idêntico período de 2024, quando seguia com um total de 472 unidades. Desta forma, a marca indiana mantém-se na liderança das vendas e à frente do seu mais direto perseguidor, a New Holland, com 443 tratores novos matriculados - resultado que também representa uma queda de 47,88%, face ao período homólogo do ano passado, quando somava já 850 unidades registadas. Entretanto, no terceiro posto surge a John Deere, com 296 tratores matriculados, número que também representa uma descida de 16,85% face a 2024, quando o fabricante norte-americano chegou ao final do mesmo mês de setembro com 356 matrículas feitas.
John Deere e New Holland dividem liderança por segmentos de potência
Se olharmos para o mercado por intervalos de potência, a John Deere destaca-se no topo das altas potências (acima dos 121cv), com 158 tratores vendidos nos primeiros nove meses do ano. Nas médias potências (entre 51 e 120cv), a liderança pertence à New Holland, que somou 314 unidades matriculadas. Já nos tratores compactos, com potências abaixo dos 50 cv, a Solis mantém uma vantagem confortável, com 452 unidades registadas. No acumulado do ano, o "limão" cabe, para já, à Branson que viu as vendas cairem 65,52%, espelho das 10 unidades comercializadas, contra as 29 matriculadas em igual perído de 2024. Como curiosidade, destacamos as prestações da Yanmar e da Startrac. A marca japonesa registou o maior aumento de vendas, 350%, ao passar das 2 unidades em 2024, para as 9 no mesmo período em análise. Já a indiana Startrac viu as vendas crescerem 260% no mesmo período, passando das anteriores 10 unidades para as 36.
QUOTA DE MERCADO DOS 4 SEGMENTOS DE POTÊNCIA < 50 cv
48,2%
51 - 120 cv
41,8%
121-200 cv
7,9%
> 200 cv
2,1%
JANEIRO A SETEMBRO 2025 TOTAL DE MATRÍCULAS POR MARCAS Unidades
Var.
%Mercado
Marca
2025
2024
%
2025
2024
Solis
493
472
4,45%
14,16%
10,66%
New Holland
443
850
-47,88%
12,73%
19,19%
John Deere
296
356
-16,85%
8,50%
8,04%
Deutz-Fahr
238
357
-33,33%
6,84%
8,06%
Kioti
229
254
-9,84%
6,58%
5,73%
Kubota
224
288
-22,22%
6,43%
6,50%
Same
127
163
-22,09%
3,65%
3,68%
Lamborghini
122
140
-12,86%
3,50%
3,16%
LS
117
110
6,36%
3,36%
2,48%
Hinomoto
113
120
-5,83%
3,25%
2,71%
Landini
103
122
-15,57%
2,96%
2,75%
Farmtrac
97
105
-7,62%
2,79%
2,37%
Iseki
83
54
53,70%
2,38%
1,22%
VST
72
80
-10,00%
2,07%
1,81%
TAFE
71
57
24,56%
2,04%
1,29%
Hürlimann
65
94
-30,85%
1,87%
2,12%
TYM
58
45
28,89%
1,67%
1,02%
Case IH
57
97
-41,24%
1,64%
2,19%
McCormick
53
61
-13,11%
1,52%
1,38%
Valtra
47
61
-22,95%
1,35%
1,38%
Preet
45
40
12,50%
1,29%
0,90%
E Kubota
43
88
-51,14%
1,24%
1,99%
Massey-Ferguson
43
113
-61,95%
1,24%
2,55%
Fendt
42
46
-8,70%
1,21%
1,04%
CLAAS
41
86
-52,33%
1,18%
1,94%
Startrac
36
10
260,00%
1,03%
0,23%
Antonio Carraro
26
34
-23,53%
0,75%
0,77%
Mitsubishi
19
21
-9,52%
0,55%
0,47%
Captain
14
0
-
0,40%
0,00%
Branson
10
29
-65,52%
0,29%
0,65%
Lovol
10
20
-50,00%
0,29%
0,45%
Yanmar
9
2
350,00%
0,26%
0,05%
Outros
35
54
-35,19%
1,01%
1,22%
Total
3 481
4 429
-21,40%
100%
100%
Origem: IMT | Fonte: ACAP
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outubro/novembro 2025
Portugal
Herculano aproveita o crescimento para assumir a liderança nos reboques Com o mercado nacional de reboques a contrariar o pessimismo registado nos tratores, a Herculano aproveitou o crescimento nas vendas em 2025 para assumir a liderança no setor, somando, no final de setembro, um total de 320 reboques registados. A sua mais direta perseguidora, a também portuguesa Rates, chega ao final do nono mês do ano com 312 entregas.
S
egundo revelam os dados reunidos pelo IMT e entretanto divulgados pela ACAP, a portuguesa Herculano assume-se como a marca de reboques mais vendida no nosso país, até ao momento. Sendo que, a justificar esta liderança, estão os 320 reboques entregues pela empresa de Oliveira de Azeméis ao longo dos primeiros nove meses de 2025 e que representam uma subida de 51,66% face aos 211 registados no período homólogo de 2024. Num mercado que continua a crescer (+20,27%) globalmente, regista-se, no entanto, um ligeiro desacelerar, já que em setembro as vendas cairam 16,3% face ao mesmo mês de 2024. No segundo posto das vendas está a Rates que, apesar do bom desempenho no acumulado do ano (312 de janeiro a setembro), neste último mês viu as vendas cairem para apenas 26 unidades, muito distante das 51 registadas em setembro de 2024. Finalmente, no terceiro e último posto do pódio relativo ao período de janeiro a setembro de 2025, temos a Massil, que acumula 134 unidades transacionadas, 22 destas apenas no mês de setembro.
REBOQUES AGRÍCOLAS NOVOS JANEIRO A SETEMBRO 2025 Unidades
Var.
% Mercado
TRATORES AGRÍCOLAS NOVOS JANEIRO A SETEMBRO 2025 TOTAL DE MATRÍCULAS POR SEGMENTOS DE POTÊNCIA Marcas
Potências (cv)
< 50
51 - 120 121-200 > 200 Total
Solis
452
41
0
0
493
New Holland
93
314
29
7
443
John Deere
17
129
127
31
304
Deutz-Fahr
15
208
13
2
238
Kubota
155
76
4
0
235
Kioti
128
87
14
0
229
Same
14
110
3
0
127
Lamborghini
7
111
4
0
122
LS
88
29
0
0
117
Hinomoto
112
1
0
0
113
Landini
17
82
4
0
103
Farmtrac
97
0
0
0
97
Iseki
73
10
0
0
83
VST
72
0
0
0
72
TAFE
69
2
0
0
71
Hürlimann
5
58
2
0
65
TYM
44
14
0
0
58
CASE IH
0
47
7
3
57
McCormick
14
35
4
0
53
Valtra
0
16
19
12
47
Preet
45
0
0
0
45
Marca
2025
2024
%
2025
2024
Herculano
320
211
51,66
25,32
20,08
Rates
312
209
49,28
24,68
19,89
E Kubota
43
0
0
0
43
Massil
134
102
31,37
10,60
9,71
Joper
131
112
16,96
10,36
10,66
Massey-Ferguson
7
21
12
3
43
Maquireis
91
35
160,00
7,20
3,33
Fendt
0
3
27
12
42
Reboal
72
83
-13,25
5,70
7,90
CLAAS
0
28
8
5
41
Galucho
61
162
-62,35
4,83
15,41
Startrac
36
0
0
0
36
Antonio Carraro
9
17
0
0
26
Mitsubishi
19
0
0
0
19
Captain
14
0
0
0
14
Outeiro
49
35
40,00
3,88
3,33
Costa
14
19
-26,32
1,11
1,81
Rocha
14
16
-12,50
1,11
1,52
Yunque
13
5
160,00
1,03
0,48
Agriduarte
9
14
-35,71
0,71
1,33
Branson
10
0
0
0
10
Vaia
7
3
133,33
0,55
0,29
Lovol
10
0
0
0
10
Pronar
6
4
50,00
0,47
0,38
Camara
5
0
--
0,40
0,00
Yanmar
2
7
0
0
9
Outros
26
41
-36,59
2,06
3,90
Outros
19
14
0
0
33
Total
1 264
1 051
20,27
100,00
100,00
1 686
1 460
277
75
3 498
Total
A discrepância de valores no total de matrículas de potências e de marcas deve-se à inclusão de telescópicos em algumas marcas Origem: IMT | Fonte: ACAP
8
abolsamia
outubro/novembro 2025
Potência máxima a baixos regimes? Desafio aceite. Com os tratores CMATIC e o conceito inteligente de baixas rotações. Descubra mais agora: tractors.claas.com
Europa CLIMA DE NEGÓCIOS | ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO
Setembro 2025
Índice Geral de Clima de Negócios CEMA (CBI) -Total
Máquinas agrícolas com melhores perspectivas para o final de 2025 O mais recente CEMA Business Barometer revela uma ligeira melhoria no clima de negócios da indústria europeia de máquinas agrícolas, com o índice geral a subir de +4 para +11 pontos, numa escala de -100 a +100. Dados que fazem antever um otimismo crescente para os próximos meses.
S
egundo o mesmo documento, dado a conhecer no passado mês de setembro de 2025, a recuperação, no setor europeu das máquinas agrícolas, é visível em todos os segmentos, embora com ritmos distintos. Os equipamentos para culturas arvenses registaram um salto de 16 pontos, alcançando +14, enquanto a tecnologia de transporte também regressou a terreno positivo. Já os tratores (-18) e as máquinas de colheita (-12) continuam com avaliações negativas, ainda que menos desfavoráveis que em agosto. Em contraciclo, o setor de equipamentos pecuários mantém uma tendência fortemente positiva, atingindo +69 pontos, consolidando um percurso ascendente iniciado em 2024. Geograficamente, França, Países Bai-
CBI
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abolsamia
Expetativa Futura
Fonte Total: Barómetro Empresarial da CEMA
CBI = média geométrica de 1) avaliação da situação empresarial atual e 2) expetativa de volume de negócios; Índice varia de -100 a +100; Índice positivo para 1) significa que a maioria dos inquiridos avalia a situação atual como favorável e vice-versa; índice positivo para 2) significa que a maioria dos inquiridos espera um aumento do volume de negócios nos próximos seis meses, em comparação com o ano anterior, e vice-versa.
EMBORA A REVELAR SINAIS DE RETOMA, O MERCADO DAS MÁQUINAS AGRÍCOLAS NA EUROPA CONTINUA A MANTER AS FRAGILIDADES REGIONAIS E SETORIAIS JÁ CONHECIDAS
CARREGADORES FRONTAIS
NOVIDADE ProfiLine ISOBUSConnected
Situação Presente
xos e, sobretudo, Reino Unido, antecipam uma queda significativa nas encomendas, ao passo que Alemanha e Reino Unido projetam quebras no volume de negócios. Espanha e Itália, pelo contrário, mostram expectativas mais animadoras de crescimento. Quanto ao emprego, 75% das empresas tencionam manter o número de trabalhadores, 16% planeiam aumentar a sua mão de obra e apenas 9% preveem cortes. No caso dos trabalhadores temporários, a dispersão é maior, com 23% a prever reforços e 20% reduções. Desta forma, o estudo em questão, baseado em respostas de 140 gestores seniores em nove países, vem confirmar sinais de retoma, embora com o setor a manter as fragilidades regionais e setoriais já anteriormente apontadas.
AMPLA GAMA DE CONTRAPESOS
NOVIDADE OPG – “Guardas de Proteção do Operador” PATENTEADO
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Mercados
A visão dos representantes das marcas Completada a primeira metade de 2025 sem grandes motivos de contentamento para a grande maioria dos fabricantes e distribuidores de maquinaria agrícola, fomos falar com alguns dos principais protagonistas, com o objectivo de apurar qual a sua perspetiva relativamente ao tempo e medidas que aí vêm. Estas foram as suas respostas.
Sérgio Oliveira Responsável de Marketing da Pulverizadores Rocha Que perspetivas tem a Pulverizadores Rocha SA para o resto do ano de 2025? Globalmente os primeiros seis meses do ano estão muito próximos do volume de faturação do ano anterior. Contudo, está a ser um ano muito atípico, com comportamentos muito diferentes, dependendo dos mercados geográficos onde marcamos presença e do tipo de cultura. Nomeadamente o setor da viticultura está a viver tempos muito difíceis em Portugal e no mundo. Acreditamos que o segundo semestre do ano seja
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semelhante, mas em função da conjuntura é muito difícil fazer previsões. Na verdade, os efeitos prolongados dos conflitos internacionais e as tensões geopolíticas tendem a ter um papel relevante no caminho da economia e a influenciar o rumo da agricultura. Já com um novo Governo de Portugal em plenitude de funções, acredita que poderemos esperar uma mudança da trajetória na queda das vendas, com o início de 2026? Os tempos são difíceis, está tudo muito incerto e o que se passa no exterior tem um peso grande na economia em Portugal, mas, a estabilidade governativa é importante e, pessoalmente, acredito que a estabilidade política contribui para reforçar a confiança dos agentes económicos, e com isso influenciar positivamente a evolução das coisas. Como todos sabemos a agricultura é um setor que necessita de uma atenção redobrada e as políticas e os apoios governativos são essenciais. Há setores a viver tempos muito complicados como é o caso da vinha, é importante que os nossos governantes estejam atentos a estas dificuldade e disponibilizem apoios, como é o caso recente em que o Ministério da Agricultura e Mar vai avançar com uma medida de apoio direto aos viticultores do Douro que pode rondar “13 milhões de euros”. Portanto, acredito que se conseguirmos manter a
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estabilidade governativa e disponibilizar linhas de apoio ao setor, podemos esperar um início de 2026 com perspetivas positivas. No panorama europeu, a União Europeia já sinalizou que poderão surgir mudanças significativas na PAC (pós 2027), com o objectivo de tornar a Agricultura europeia mais robusta e resiliente. Na sua opinião, em que sentido deverão ir essas mudanças? Na minha opinião, as mudanças na PAC pós-2027 deverão centrar-se no reforço da investigação, inovação e digitalização do setor agrícola, promovendo tecnologias que aumentem a eficiência produtiva e reduzam o impacto ambiental. É fundamental captar mão de obra, através da implementação de medidas capazes de valorizar as profissões agrícolas. A aposta na agricultura biológica e na sustentabilidade deve ser intensificada, com incentivos claros à transição ecológica. Paralelamente, os apoios financeiros devem privilegiar os jovens agricultores e novas explorações, garantindo a renovação geracional e a coesão territorial. Por fim, a PAC deve de alguma forma conseguir assegurar um controlo rigoroso sobre as importações e a qualidade dos produtos, garantindo condições de concorrência justas, sobretudo perante as recentes alterações tarifárias impostas pelos Estados Unidos. Estas mudanças são essenciais para garantir uma agricultura europeia mais robusta, resiliente e competitiva.
melhorar a performance da Lovol, dado o aparecimento até final de 2025 de dois modelos de tratores compactos, o P1025 e o P2040, com 25 e 40 cv.
Miguel Vieira Gerente na Auto Industrial Divisão Agricola
Já com um novo Governo de Portugal na plenitude de funções, acredita que poderemos esperar uma mudança da trajetória na queda nas vendas, com o início de 2026? Creio que esta mudança de trajetória, que todos esperamos para 2026, não depende apenas do governo de Portugal, mas sim de um enquadramento, feito a partir de algumas medidas locais, levadas a cabo com o suporte da União Europeia.
Que perspetivas tem a Lovol para o resto do ano de 2025? As minhas perspectiva não são animadoras, dado o comportamento do mercado nos primeiros seis meses de 2025. Por outro lado, cremos que podemos
No panorama europeu, a União Europeia (UE) já sinalizou que poderão surgir mudanças significativas na PAC (pós 2027), com o objectivo de tornar a Agricultura europeia mais robusta e resiliente. Na
Que perspetivas tem a Fendt para o resto do ano de 2025? As nossas perspetivas o resto de 2025 são de uma redução de vendas, comparativamente ao 1º semestre.
João Lopes Gerente das empresas Forte e Sagar
Já com um novo Governo de Portugal na plenitude de funções, acredita que poderemos esperar a uma mudança da trajetória de queda nas vendas, com o início de 2026? Sim, acredito que no próximo ano a situação atual do nosso mercado de tratores se inverta, com ligeiro aumento nas vendas. No panorama europeu, a União
sua opinião, em que sentido deverão ir essas mudanças? As formas até agora encontradas de tornar a agricultura europeia mais robusta e resiliente, tem sido através de subsídios e subvenções, os quais seguem, muitas vezes, uma visão fortemente europeísta, mas também e não raras vezes, aquém da realidade de cada estado-membro. Por outro lado, torna-se quase impossível competir com países que não fazem parte da União Europeia, uma vez que estes não estão sujeitos às mesmas regras e restrições dos países da UE. A robustez que se pretende na agricultura europeia é a mesma que se espera da indústria e não é possível dissociar uma coisa da outra. A realidade é que temos sido empurrados constantemente para o paradigma preço, algo que se reflete naquilo que tem vindo a passar-se e que é dependência de outros continentes. Conclusão a que, aliás, muitos desses players já chegaram, muito antes da União Europeia.
Europeia já sinalizou que poderão surgir mudanças significativas na PAC (pós 2027), com o objectivo de tornar a Agricultura europeia mais robusta e resiliente. Na sua opinião, em que sentido deverão ir essas mudanças? Talvez um maior apoio àquelas culturas que podem compensar os problemas de escoamento de outras, como o vinho. Apostar numa agricultura mais sustentável, mais apoio na proteção dos solos, máquinas menos poluentes (eletrificação das máquinas agrícolas), continuar a promover a agricultura de precisão (4.0 ou 5.0...), além de um maior apoio à agricultura profissional.
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MÁQUINAS AGRÍCOLAS setor europeu resiste à travagem e aposta na inovação
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pesar da retração nas vendas e de um contexto global exigente, os fabricantes europeus mantêm a confiança na recuperação, apoiados na solidez do setor e na inovação tecnológica. A indústria europeia de maquinaria agrícola atravessa uma fase de redução nas vendas, mas não de fraqueza. Desde a recessão iniciada em 2023, o setor tem enfrentado uma quebra nas vendas: na Alemanha, a redução foi de 28% em 2024. Já no primeiro semestre de 2025, a quebra abrandou para cerca de 10%, sinal de que o pior poderá já ter passado. Ainda assim, segundo a VDMA (Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações), a retoma esperada tarda em ganhar força e a maioria dos segmentos mantém-se em níveis baixos de atividade.
Reflexo da incerteza económica
O enfraquecimento da procura é transversal à maior parte da Europa e reflete a incerteza económica, os elevados custos de produção e o adiamento de investimentos por parte dos agricultores. Mesmo assim, há sinais encorajadores: as encomendas voltaram a crescer em alguns segmentos e áreas como a tecnologia para produção leiteira,
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“Esperamos que o mercado se normalize a médio prazo”, afirma o Dr. Tobias Ehrhard, diretor-geral da VDMA Agricultural Machinery
nomeadamente ordenha e alimentação, continuam a registar desempenhos sólidos.
Resiliência como atributo
A VDMA destaca que esta é uma indústria estruturalmente robusta, com capacidade de adaptação. O envelhecimento do parque de máquinas e a crescente exigência por eficiência abrem caminho para uma nova fase de modernização. Ao mesmo tempo, os desafios externos, como as novas tarifas impostas pelos EUA, reforçam a urgência de soluções tecnológicas mais sustentáveis, inteligentes e energeticamente eficientes. A retoma pode demorar, mas os alicerces estão lançados.
Notícias
Agrichamusca: Kubota tem nova concessão para o Ribatejo
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grupo Borrego Leonor & Irmão S.A. acaba de alargar a sua área de influência ao Ribatejo Norte, com a inauguração, na Chamusca, de uma nova concessão Kubota, de nome Agrichamusca. Depois do Alto e do Baixo Alentejo, com as concessões em Évora e Beja, o grupo ribatejano, com larga experiência na comercialização de agroquímicos e sementes, assim como de máquinas, passa, a partir de agora, a oferecer, naquelas que eram as antigas instalações M.J Nalha, um espaço totalmente renovado, onde os clientes podem não só conhecer a extensa oferta de produtos e serviços da marca japonesa, como um serviço de pós-venda que o novo diretor comercial para a área da maquinaria agrícola da Borrego Leonor, Vasco Pombas, pretende que seja “cada vez melhor” e “mais próximo dos clientes”. Também como
forma de proporcionar a necessária formação e, consequentemente, uma elevada satisfação da parte dos clientes. O que, acredita o mesmo responsável, também contribuirá para um aumento das vendas para patamares próximos dos exibidos pela marca, nos seus melhores anos, na região.
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Notícias
Reptractor distinguida no Japão pelas vendas das séries Kubota M6 e M7
Moviter anuncia mudança de estratégia
A Kubota Corporation atribuiu à Reptractor o prémio de melhor vendedora nacional das séries M6 e M7, reconhecendo o desempenho da empresa portuguesa no segmento mais exigente da gama de tratores da marca japonesa. A distinção foi entregue em setembro de 2025, durante um jantar oficial em Osaka, no Japão, no encerramento de uma visita da delegação portuguesa às instalações da Kubota. A cerimónia contou com a presença do presidente da divisão de tratores da marca e seguiu o protocolo japonês de entrega formal. Para João Ribeiro, gerente da Reptractor, “o prémio é o reflexo da dedicação da equipa e da confiança dos agricultores portugueses, que têm vindo a apostar nas soluções da marca para responder às exigências da agricultura
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moderna”. A empresa sublinha ainda que esta distinção internacional valida o caminho feito com profissionalismo, inovação e proximidade ao cliente. As séries Kubota M6 e M7 posicionam-se no segmento de tratores entre os 104 e os 170 cv, com motores de quatro cilindros, transmissões powershift ou de variação contínua (KVT) e um elevado nível de conforto, ergonomia e tecnologia. A presença da Reptractor no universo Kubota tem vindo a crescer de forma consistente, com investimentos em formação, demonstrações no terreno e reforço da estrutura técnica. Esta distinção global contribui para consolidar a marca no mercado português como uma referência nos tratores profissionais.
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A Moviter anunciou o fim da colaboração de mais de duas décadas com a LS Tractor. A decisão, que resulta de uma redefinição estratégica de ambas as empresas, marca o início de uma nova fase em que a Moviter pretende reforçar e diversificar a sua presença no mercado nacional. Ao longo de mais de 20 anos, a Moviter foi determinante na introdução e consolidação da LS em Portugal, garantindo aos agricultores acesso a soluções de qualidade e a um serviço pós-venda reconhecido. “Estamos imensamente orgulhosos do que construímos com a LS em Portugal”, destacou João Bizarro, diretor-geral da divisão agrícola da Moviter, sublinhando a dedicação da equipa e o respeito mútuo entre as duas empresas. As vendas de tratores e peças LS pela Moviter foram suspensas a 20 de setembro. Ambas as partes asseguram que irão continuar comprometidas com o desenvolvimento e a sustentabilidade do setor agrícola em Portugal.
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New Holland T7.270 Methane Power disponível para encomenda A New Holland confirmou que a abertura de encomendas para o novo T7.270 Methane Power está agendada para o final de 2025, sendo que as primeiras entregas a clientes estão previstas para a primavera de 2026. Este modelo CNG (Gás Natural Comprimido) representa uma evolução da tecnologia do T6.180 Methane Power, mas adaptada às exigências de maior potência e autonomia. Apresentado na Agritechnica de 2023, o trator utiliza o motor NEF de 6,7 litros, agora atualizado para produzir 270 cv e 1160 Nm de binário, com uma manutenção espaçada a cada 750 horas. O novo T7 permite armazenar até 1106 litros de gás comprimido, assegurando uma autonomia de até 11 horas de trabalho. Com transmissão Auto Command™, cabina Horizon™ Ultra e integração PLM Intelligence™, o T7.270 Methane Power é indicado para agricultores que operam biodigestores e prestadores de serviços em larga escala. Compatível com biometano, este trator reforça o compromisso da New Holland com a descarbonização e a agricultura circular.
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Continental integra borracha de origem renovável A Continental está a aumentar o uso de materiais sustentáveis na produção dos pneus, com destaque para a borracha sintética feita a partir de óleo alimentar usado. Em 2024, 26% dos materiais utilizados eram renováveis ou reciclados, prevendo-se um aumento para 28 a 29% até ao final do ano e de 40% até 2030. A marca recorre a fornecedores certificados (ISCC PLUS). Além da borracha, utiliza resinas oriundas da economia circular e aditivos de baixo impacto, como o TMQ da LANXESS, com uma pegada de carbono 30% inferior. A Continental reforça assim o seu compromisso com uma mobilidade que se pretende cada vez mais sustentável.
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Notícias
Academia do Solo Vivo Novo Steiger 785 Quadtrac com 853 cv de potência Na véspera da Agritechnica 2025, a Case IH anuncia uma aposta no desempenho com o novo Steiger 785 Quadtrac, o trator mais potente da marca, com 853 cv de potência, um aumento de cerca de 10% face ao seu antecessor, e um binário 40% superior. A elevada potência é canalizada para o solo através de um sistema de rastos Quadtrac com suspensão hidráulica reforçada com partilha de carga, permitindo trabalhar em condições adversas com menor compacta-
ção do solo. Já a velocidade de transporte chega aos 42 km/h. Em termos tecnológicos, o Steiger 785 oferece duas opções de pacotes de agricultura de precisão sem assinatura. Destacam-se funções como o AccuTurn Pro (automatização de manobras), o AccuSync (partilha de dados entre máquinas) e a plataforma FieldOps, que permite aceder a dados agronómicos e da máquina em tempo real.
NP Tractores entrega o primeiro Case IH Farmall 120 C no Norte do país A NP Tractores acaba de concretizar a entrega da primeira unidade Case IH Farmall 120 C equipada com carregador frontal STOLL FZ 39-27 no norte de Portugal, um marco de grande relevância tanto para o concessionário como para a própria marca. O Farmall 120 C é um trator utilitário concebido para responder às exigências das explorações agrícolas modernas. Versátil, robusto e eficiente, destaca-se pela capacidade de executar com igual eficácia trabalhos em campo aberto, manobras em espaços reduzidos e operações com carregador frontal, tornando-se numa solução polivalente que acrescenta valor a qualquer exploração. Para a Case IH, esta entrega simboliza a afirmação de um modelo estratégico na sua gama, reforçando a aposta em tratores que aliam potência e versatilidade, sem comprometer o conforto e a eficiência de operação. No caso da NP Tractores, conces-
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sionário com forte implantação na região de Vila do Conde, este momento traduz também a confiança dos agricultores locais na qualidade do serviço prestado. A empresa tem-se distinguido não só pela comercialização de máquinas agrícolas de última geração, mas também por um compromisso sólido com a assistência técnica e com a proximidade ao cliente. O apoio do Entreposto Máquinas, importador oficial da Case IH em Portugal, assegura ainda maior capacidade de resposta, garantindo que cada cliente usufrua de soluções adaptadas às suas necessidades. Com a chegada do primeiro Farmall 120 C ao norte do país, a NP Tractores reforça o seu papel como parceiro de excelência para a agricultura da região, sublinhando a importância da união entre marca, concessionário e cliente na construção de um setor agrícola mais competitivo e sustentável.
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A Academia do Solo Vivo é uma iniciativa criada por quatro agrónomos, que oferece formação prática a agricultores interessados em transitar para o modelo regenerativo. O método consiste em trabalhar parcelas e aplicando as técnicas. Este ano serão abertas 30 vagas para alunos e o programa inclui quatro dias de campo anuais, combinados com mentoria contínua, partilha de experiências e contributos de universidades e especialistas internacionais. O objetivo é criar uma comunidade ativa de agricultores que experimenta, aprende e evolui em conjunto, reforçando a sustentabilidade dos solos. Pode saber mais detalhes no linkedin da Academia do Solo Vivo.
Herculano apoia agricultores afectados pelos incêndios A Herculano realizou, no dia 23 de setembro de 2025, uma ação solidária na região da Guarda, levando apoio direto a agricultores afetados pelos incêndios deste verão. A iniciativa consistiu na entrega de ração para bovinos e ovinos, medida que pretendeu mitigar as dificuldades sentidas pelas explorações pecuárias, na alimentação animal. Para assegurar que a ajuda chegava a quem mais precisava, a empresa contou com a colaboração da CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal), na identificação dos produtores mais atingidos. Francisco Teixeira, administrador da Herculano, destacou a importância do gesto, afirmando que “queremos que os agricultores saibam que não estão sozinhos nesta fase difícil e que podem contar com a Herculano”.
EuroTech Day junta especialistas para debater os drones na agricultura A portuguesa DATERRA vai organizar no dia 18 de novembro, o EuroTech Day: Drone Spraying & Crop Protection, um fórum que pretende aprofundar o conhecimento sobre a utilização de drones na proteção de culturas. O evento terá lugar na Quinta da Pacheca, no Douro. Num momento em que a aplicação de drones na pulverização agrícola continua a ser avaliada tecnicamente em vários países, o EuroTech Day propõe um debate centrado em temas como a eficácia das aplicações, a segurança ambiental (a questão da deriva) e os contextos onde esta tecnologia pode ser uma mais-valia. O painel de oradores inclui investigadores do INRAE (França), Universitat Politècnica de Catalunya (Espanha), Julius Kühn-Institut (Alemanha) e South China Agricultural University (China), entre outros centros de investigação envolvidos na definição de orientações técnicas a nível europeu.O EuroTech Day surge no âmbito da participação da DATERRA no projeto europeu RENOVATE. Mais informaçoes e Inscrições, consulte https://daterra.com.pt outubro/novembro
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“ Entrevista
SITEVI deve proporcionar as ferramentas, ideias e contactos para uma Agricultura a longo prazo
Por Francisco Cruz
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ovo diretor geral para aquela que é a principal feira mundial para a viticultura, vinicultura, arboricultura frutívora e olivicultura, Guillaume Schaeffer assume, como prioridade, continuar a fazer do SITEVI “uma plataforma de referência para todos os setores”, a par de “um verdadeiro local de soluções práticas”. Algo que o responsável pretende ver aplicado já na próxima edição, de 25 a 27 de novembro de 2025, com a apresentação de “soluções concretas” ligadas à robotização, energia e recursos.
Como planeia responder aos desafios impostos pelas alterações climáticas e pela sustentabilidade, tanto do ponto de vista da produção, como da inovação tecnológica, nestes setores?
Vemos isso muito claramente nas discussões com os expositores: a sustentabilidade já não é uma opção, é um pré-requisito para a resiliência. O SITEVI apresentará inovações que podem ajudar-nos a enfrentar estes desafios: irrigação otimizada, equipamento eletrificado, viticultura de precisão,
abolsamia – Quais são as principais prioridades estratégicas que pretende implementar no SITEVI para fortalecer ainda mais os setores da viticultura, arboricultura e olivicultura nos próximos anos? Guillaume Schaeffer – A nossa
prioridade é continuar a fazer do SITEVI uma plataforma de referência para todos os setores. Isto significa reforçar a representação internacional, alargar ainda mais a oferta de expositores a toda a cadeia de valor e, sobretudo, fazer do salão um verdadeiro local de soluções práticas. Queremos também apoiar a evolução dos modelos agrícolas, nomeadamente a diversificação, que é hoje em dia uma questão essencial, e integrar melhor as expectativas da sociedade em matéria de ambiente, de qualidade e de rastreabilidade. O objetivo é claro: fazer com que os profissionais saiam do salão com as ferramentas, as ideias e os contactos necessários para desenvolver a sua atividade a longo prazo.
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robótica adaptada a condições extremas, etc. Mas também queremos promover abordagens globais: aquelas que ligam o desempenho ambiental, social e económico. As alterações climáticas obrigam-nos a repensar as nossas práticas, mas também os nossos modelos. E o salão está lá para apoiar esta mudança, de uma forma muito prática.
Que papel acredita que o SITEVI deve desempenhar na promoção da internacionalização dos vinhos, azeites e frutas mediterrânicas, especialmente em mercados emergentes?
O SITEVI é um salão internacional, com 22% dos nossos expositores vindos de fora de França e mais de 73 países visitantes. É um ponto forte que continuamos a desenvolver. Temos agora uma capacidade real de ligar os produtores franceses e mediterrânicos a compradores e parceiros estrangeiros, particularmente em regiões onde a procura está a crescer rapidamente: América Latina e Europa Central. Estamos a estruturar a nossa presença na exportação, nomeadamente em conjunto com o programa “Export Begins in France” da Business France, bem como com o nosso parceiro Promosalons e as Câmaras de Comércio e Indústria. E, durante o salão, propomos encontros B2B adaptados a estes mercados.
De que forma o SITEVI pode contribuir para a formação e atração de jovens profissionais para a viticultura, arboricultura e olivicultura, garantindo a renovação geracional nestas áreas? Esta é uma questão importante. Sabe-
SITEVI, a exposição internacional dos setores da vinha, do vinho, da fruta e da oliveira, acontecerá de 25 a 27 de novembro de 2025
mos que, nos próximos dez anos, muitas explorações agrícolas serão substituídas ou transferidas. O SITEVI pode atuar como uma ponte, promovendo profissões estimulantes e mostrando que elas estão no cruzamento da natureza, da tecnologia e da inovação. Estamos a trabalhar com escolas, colégios agrícolas e centros de formação de aprendizes, e estamos a desenvolver formatos específicos durante o salão: visitas educativas, áreas de carreira, apresentações de percursos profissionais inspiradores. Precisamos também de quebrar alguns clichés, para mostrar que estas profissões estão a evoluir e que podem oferecer um verdadeiro futuro às gerações mais jovens.
Que novidades ou inovações podemos esperar na próxima edição do SITEVI, tanto em termos de expositores, como de conteúdos técnicos e científicos?
A edição de 2025 será marcada por uma dinâmica muito forte em torno da transição. Em termos de expositores, esperamos ainda mais soluções concretas ligadas à robotização, à autonomia energética e à gestão inteligente dos recursos. O Tech Lab, que se encontra no Hall B6, será reforçado, com
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start-ups muito prometedoras e demonstrações contínuas. Em termos de conteúdo, as conferências e as masterclasses centrar-se-ão na agroecologia, na valorização dos subprodutos e na readaptação das adegas. E, claro, os Prémios Inovação SITEVI estarão no centro do salão, com uma seleção de projetos que têm um impacto real nos principais sectores: viticultura, vinicultura, arboricultura e olivicultura.
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UM SETOR EM MOVIMENTO, COM OS PÉS NA TERRA E OS OLHOS NO FUTURO A Agroglobal 2025 assinalou a sua 10.ª edição como a maior feira profissional da agricultura em Portugal, reunindo 25 mil visitantes e 290 empresas, entre fabricantes, distribuidores, start-ups, instituições de ensino e centros de investigação. Realizada de 9 a 11 de setembro, no CNEMA em Santarém e na Quinta da Alorna em Almeirim, destacou-se pelo dinamismo, inovação tecnológica e pelo debate de grandes tendências como mecanização inteligente, agricultura regenerativa, biotecnologia, gestão eficiente da água e energia, e digitalização. 22
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Por Rui Reis Por Tózé Canaveira
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programa integrou dezenas de seminários e fóruns sobre inteligência artificial, transição energética, escassez hídrica, segurança alimentar e novas orientações da PAC, reunindo especialistas, investigadores, decisores políticos e agricultores. A revista abolsamia esteve presente com um stand que recebeu centenas de visitantes ao longo dos três dias, entre leitores, parceiros e responsáveis de marcas. A equipa produziu conteúdos em tempo real, com reportagens em foto e vídeo, bem como entrevistas a técnicos e representantes das marcas. Esta presença no terreno foi possível graças a uma colaboração estreita com a organização da feira, em
particular com o Diretor Geral da Agroglobal, Paulo Fardilha, que reconheceu na revista abolsamia um parceiro estratégico para dar visibilidade às inovações e às empresas que fazem a agricultura acontecer todos os dias, tendo confiado à nossa equipa a conceção e execução do Jornal Oficial da Agroglobal 2025. Esta abordagem multiplataforma, jornal, revista, site e redes sociais, permitiu alargar o alcance da feira e contribuir para a valorização do setor agrícola português. Apesar dos desafios — alterações climáticas, mão de obra escassa, exigências ambientais e pressão económica — a feira mostrou a capacidade de adaptação e cooperação do setor. A próxima edição já tem data marcada: 7 a 9 de setembro de 2027.
Toda a equipa da revista abolsamia marcou presença no CNEMA ao longo dos três dias da Agroglobal
abolsamia na Agroglobal Distribuição de revistas, entrega de prémios na “roda da sorte”, venda de merchandising (canecas, t-shirts, imans e autocolantes) criados em exclusivo pelo nosso cartoonista “residente” Nelson Martins, no Stand D4 da Agroglobal a animação era constante. Foram centenas de visitantes, entre leitores, curiosos, parceiros e responsáveis das marcas, que aproveitaram esta oportunidade para trocar dois (ou mais) dedos de conversa com a nossa equipa.
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Antonio Carraro
A ESPECIALIZAÇÃO COMO TRUNFO
O stand da Antonio Carraro na Agroglobal 2025 destacou-se pelas novas soluções para vinhas, pomares e culturas intensivas, reforçando o peso dos tratores especializados no mercado português. antoniocarraro.com Texto Rui Reis Fotografia Tozé Canaveira
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a Agroglobal 2025, a marca italiana reforçou a sua posição no mercado ibérico, com a apresentação de modelos adaptados às necessidades da agricultura especializada. O CEO da marca para a Península Ibérica, Justo Sampayo, destaca que, “em Portugal, os tratores compactos de 22 a 26 cv são hoje os mais procurados, e a Antonio Carraro destaca-se pela versatilidade, manobrabilidade e boa relação qualidade-preço”.
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Entre as novidades está um trator de 22 cv, pensado para explorações intensivas, que combina dimensões reduzidas com a robustez e fiabilidade que caracterizam a marca. Outro destaque é o Tony 8900 TRG com transmissão contínua e tecnologia reversível, ideal para vinhas e pomares em terrenos exigentes. “É uma máquina que permite maior eficiência, menor consumo e mais conforto, mesmo em operações complexas em socalcos”, sublinha Justo Sampayo.
OFERTA DOS 22 AOS MAIS DE 100 CV
A gama Antonio Carraro estende-se hoje dos 22 aos mais de 100 cv, incluindo soluções como o Mach 4 R, equipado com lagartas de borracha para terrenos húmidos ou declives acentuados, e cabinas pressurizadas de categoria 4, que garantem a máxima proteção durante os tratamentos fitossanitários. Apesar das oscilações conjunturais do mercado, Justo Sampayo mostra-se confiante: “A agricultura portuguesa é sólida e continuará a crescer. O investimento em tratores especializados de alto valor é sempre uma aposta de futuro”.
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“A ANTONIO CARRARO É UMA MARCA QUE SE DESTACA PELA VERSATILIDADE, MANOBRABILIDADE E BOA RELAÇÃO QUALIDADE-PREÇO” Justo Sampayo, CEO da A. Carraro para a Península Ibérica
Projetado para espaços estreitos e terrenos difíceis, o TGF 7800 S de 71 cv é ideal para vinha, pomares e culturas em linha
O Antonio Carraro Mach 4 R é um trator de rastos com 74 cv de potência que garante a máxima tração e estabilidade em qualquer tipo de terreno
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Ascendum Agro
ASCENDUM AGRO ESTREIA ALUGUER VALTRA E 7 ANOS DE GARANTIA NA KIOTI ascendumagro.pt Texto Rui Reis Fotografia Tozé Canaveira
Na 10.ª edição da Agroglobal, realizada de 9 a 11 de setembro, no CNEMA, em Santarém, a Ascendum Agro apresentou-se com duas grandes novidades: a estreia da frota de aluguer de tratores Valtra, pensada para responder à crescente procura por soluções flexíveis, e a garantia inédita de sete anos em toda a gama de tratores Kioti. 26
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oi a primeira vez que a Ascendum Agro mostrou publicamente a sua frota de aluguer agrícola, reforçando a estratégia de diversificação da empresa. “Somos um player que começa agora neste segmento do aluguer de tratores e acreditamos que existe espaço para nós. Queremos oferecer soluções flexíveis, ajustadas à realidade de cada exploração”, afirmou o Diretor-Geral da Ascendum Agro, João Pimenta. A frota é composta por tratores Valtra das séries A, G, N e T, cobrindo desde os serviços ligeiros até às operações intensivas de mobilização de solos, com tratores mais potentes de 6 cilindros. A gestão ficará a cargo da Ascendum Máquinas, empresa do grupo com larga experiência em aluguer, em parceria com a rede nacional de concessionários, que irá assegurar também a manutenção preventiva e corretiva. Todo o
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processo de aluguer é digital, simples e imediato, reforçando a proximidade ao cliente.
KIOTI COM 7 ANOS DE GARANTIA E NOVIDADES NO PORTEFÓLIO
Outro destaque foi a garantia de sete anos para toda a gama de tratores Kioti, um marco sem paralelo no setor e que traduz a confiança da marca na fiabilidade dos seus tratores. A Kioti, representada em Portugal pela Ascendum Agro, tem vindo a conquistar espaço em pequenas e médias explorações, vinhas, estufas e espaços mais confinados, posicionando-se como uma solução robusta, compacta e adaptável. Na feira, mereceu atenção especial a nova mini pá-carregadora Kioti SL 750, apresentada ainda em versão protótipo. Celso Amorim, diretor de negócio da
A nova mini-pá carregadora SL 750 foi um dos destaques da Kioti na feira. Estará disponível no final do ano
À esq., João Pimenta, Diretor Geral da Ascendum Agro, e, em cima, Celso Amorim, Diretor do negócio de Aluguer
Ascendum Agro, explicou que os primeiros modelos chegarão a Portugal no final do ano, em versões de 66 cv e 74 cv. “É um equipamento multifunções, capaz de trabalhar com baldes, garfos, varredoras, destroçadores ou porta-paletes, com elevada acessibilidade para manutenção e a preços competitivos. As mini páscarregadoras Kioti são equipadas com porta deslizante, ar condicionado, comandos hidráulicos pilotados por joystick, 2ª velocidade e autonivelamento.A versão de 74 cv traz ainda uma bomba hidráulica de alto caudal (high flow)”, destacou. Com uma capacidade de carga próxima dos 2.450 kg, a SL 750 pretende afirmar-se como solução versátil, não apenas para a indústria, mas também para a agricultura. Respondendo, assim, às exigências de explorações modernas que procuram produtividade aliada à simplicidade de utilização.
torno de novos apoios condiciona a decisão dos agricultores, que muitas vezes adiam investimentos. Por outro lado, iniciativas como o concurso do ICNF para limpeza da floresta permitiram dinamizar o mercado, resultando na entrega de dezenas de tratores Valtra ainda este ano.
DIVERSIDADE E CONFIANÇA
Na Agroglobal 2025, o Grupo Ascendum mostrou a força da sua oferta ao expor máquinas das marcas Ponsse, Volvo, First Green, Valtra e Kioti, reforçando a visão de uma agricultura e floresta mais dinâmicas, tecnológicas e profissionais. Entre escavadoras, maquinaria florestal e
equipamentos elétricos inovadores, ficou clara a aposta na sustentabilidade, com destaque para a Elise 1200, carregadora 100% elétrica que alia desempenho a baixos impactos ambientais. Outro ponto valorizado pela empresa é o serviço pós-venda, apoiado numa rede de centros de assistência em todo o país, stock permanente de peças e respostas técnicas rápidas, fatores que asseguram a confiança e a tranquilidade dos clientes. “Só existimos enquanto houver procura e enquanto fizermos sentido para os agricultores e empresários florestais. É para eles que trabalhamos e é com eles que crescemos”, concluiu João Pimenta.
UM OLHAR SOBRE O MERCADO
Apesar do entusiasmo na feira, João Pimenta reconheceu que 2025 está a ser um ano desafiante para o mercado de tratores. A redução face a 2024, fortemente influenciada pelo fim dos incentivos ao abate, foi particularmente sentida no segmento dos 60 a 120 cv, onde a quebra rondou os 45%. Ainda assim, setores como a floresta e a indústria leiteira têm mostrado maior resiliência. O responsável sublinha que a incerteza em
No espaço da Ascendum Agro os visitantes podiam tomar o pulso às seis marcas por eles representadas
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Auto-Industrial Div. Agrícola Equipado com inversor mecânico, o Lovol M1104 é, também, o trator mais potente da gama do fabricante chinês disponível, atualmente, em Portugal
Numa altura em que o mundo agrícola prepara já a mais importante exposição de maquinaria agrícola realizada na Europa, a revista abolsamia tem sido convidada para vários eventos internacionais pré-Agritechnica, organizados pelas principais marcas mundiais, como a francesa Kuhn. Novidades que lhe revelamos nesta mesma revista, num verdadeiro exclusivo para Portugal, ainda antes da “reunião mundial” em Hanover. Onde, aliás, também marcaremos presença.
AUTO-INDUSTRIAL
MOSTRA FORÇA NA AGROGLOBAL divisaoagricola.autoindustrial.pt
Texto Francisco Cruz Fotografia Tózé Canaveira
A Auto-Industrial não deixou de marcar presença na Agroglobal 2025, com duas das suas marcas para a Agricultura, Lovol e Kuhn. No centro do palco, esteve uma enfardadeira, um triturador e uma grade rápida… com um trator à espreita.
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Lovol M1104
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uma altura em que o mercado nacional aguarda ainda a chegada de muitas das novidades lançadas, pelas diferentes marcas, em 2025, a Auto-Industrial não deixou de aproveitar a edição da Agroglobal para reafirmar a validade das propostas que já disponibiliza em Portugal, a começar, na Kuhn. Marca francesa com um extenso portfólio de máquinas agrícolas, do qual se destacam, nesta altura do ano, de mais uma campanha agrícola, a enfardadeira de fardos redondos FBP 3135, o triturador TRP 175 de restos da poda e o semeador mecânico de precisão Premia 300, com uma largura de trabalho entre os 2,4 e os 4,0 metros. Igualmente sob as luzes do palco, uma grade rápida que, “embora a Kuhn possua soluções com até 15 metros, neste caso, tem apenas 3 metros, que é a medida mais comum no mercado português, e que é muito apreciada pela pouca mobilização que faz dos solos”,
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explicou o gerente da Auto-Industrial Divisão Agrícola, Miguel Vieira. À espreita, mas também no palco, esteve a fabricante chinesa de tratores Lovol, com aquele que é o seu trator mais potente e versátil, o M1104, modelo com “115 cv e inversor mecânico”. Solução que, defende Miguel Vieira, “nem todas as marcas têm, mas nós, sim”. De resto e sobre o mercado português, “no momento em que falamos, aponta-se para uma queda à volta dos 26, 27 por cento, só nos tratores. Mas a verdade é que, também nas alfaias, embora não existam registos, porque não há matrículas, o mercado caiu, igualmente, de forma considerável”.
Cimertex
A administração da Cimertex marcou presença na Agroglobal destacando a relevância do evento para a empresa. Na foto, Francisco Miranda, administrador (à esq.) e Francisco Oliveira, adjunto da administração
A Komatsu também disponibiliza equipamentos ideais para a floresta
COM O CLIENTE NO CENTRO DAS ATENÇÕES A Cimertex esteve presente na edição deste ano da Agroglobal, com o propósito declarado de divulgar as várias marcas que representa e de dar a conhecer as soluções que disponibiliza, inclusive para o setor Agrícola. Tal como em todas as áreas em que atua, o cliente esteve - e continua a estar - no centro de todas as suas atenções.
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cimertex.pt Texto Francisco Cruz Fotografia Tozé Canaveira
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om mais de seis décadas de experiência em território nacional, a Cimertex atua em diversas áreas ligadas à maquinaria pesada, onde assegura uma cobertura total, através de uma forte ligação a setores como a floresta ou a construção, graças também à representação de marcas como a centenária Komatsu, fabricante de máquinas para obras públicas, construção civil, mineração e floresta; a Merlo, marca italiana de carregadores telescópicos, entre outra maquinaria pesada; ou a Hangcha, o maior fabricante chinês de empilhadores, a Cimertex aponta, agora, a maiores crescimentos. No caso da agricultura, as bases principais foram construídas ao longo
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de mais de 60 anos. Graças não somente àqueles que têm sido os seus princípios basilares, como os laços de confiança que faz questão de preservar ou a forma como coloca o cliente no centro de todas as suas preocupações (forma de garantir o objetivo último que passa por parcerias de longo prazo), como também através do fornecimento de um serviço completo e permanente. E que vai desde as entregas técnicas completas, com formação e registo, até à capacidade de certificação dos operadores e ao fator inovação, resultado da forte ligação que há muito mantém com o meio universitário. Resultado do esforço que temos vindo a desenvolver, as expetativas, relativamente ao mercado, só podem ser, por isso mesmo, muito “positivas”, afiançou, à revista abolsamia, Francisco Miranda, membro do Conselho de Administração da Cimertex. “E não apenas na Agricultura”, acrescentou, garantindo que o mesmo se passa
“QUEREMOS CONSTRUIR RELAÇÕES DE CONFIANÇA COM OS AGRICULTORES”
A proximidade da Cimertex com os seus clientes foi visível na grande afluência ao espaço da empresa na Agroglobal
“A razão da nossa presença na Agroglobal resulta da vontade de construir relações de confiança com os nossos clientes, de todos os segmentos. E, quando decidimos estar presentes, pensámos no mundo da agricultura. Estar aqui demonstra a nossa vontade de estabelecer novas relações, com novos clientes, pois ainda há muito para fazer. Entretanto, sabemos que já abrimos novos contactos, o balanço que fazemos até agora é positivo, e esperamos que continuem a surgir soluções, que nos permitam aproximar dos clientes. Se possível, dando a experimentar os nossos equipamentos, num mesmo sítio, já que esse é o conceito que nós mais apreciamos e aquele que, segundo também temos ouvido, também será para a grande maioria dos nossos clientes”.
nosso produto, mas fazemos questão de assumir, igualmente, o compromisso do serviço. Algo que, no momento da escolha, pesa tanto quanto - ou até mais - do que o preço dos equipamentos”. De resto, o mesmo responsável garante que, na Cimertex, “tentamos oferecer sempre a solução que é a mais favorável para o cliente”, em que, uma vez adquirido o equipamento, “o cliente tem sempre um técnico e uma assistência completa”. Isto, de forma a criar “relações duradouras”, “parcerias de longo prazo”, em que “a confiança entre as partes está sempre em primeiro lugar”.
A italiana Merlo é uma das marcas que a Cimertex acredita ter argumentos válidos para fazer a diferença na Agricultura
nos “restantes setores em que operamos. No caso da Agricultura, achamos que o movimento de mecanização do setor vai intensificar-se, sobretudo devido à necessidade de aumento da produtividade, assim como à falta de mão de obra qualificada, fatores a que nós podemos responder com as representadas com que trabalhamos. Falo, sobretudo, da Merlo, mas também da área dos equipamentos ligeiros da Komatsu, assim como dos empilhadores Hangcha, cujas versões elétricas conseguem carregar a totalidade das baterias em apenas duas horas”. Confiança quanto ao futuro, também no setor da floresta, do qual, “mesmo com algumas dificuldades na gestão, o poder
AGRICULTURA SERÁ SETOR ESTRATÉGICO
político não prescinde”, ainda que precise de ser “cada vez mais competitivo, inclusive, quando face a outros mercados”. Sendo que, o mesmo se passa, por exemplo, “nas Obras Públicas, setor em que o PRR veio trazer grandes desafios, com muitas obras a levantarem poeira de norte a sul do País, como é o caso do TGV”, ainda que, o facto da “concorrência também ser grande, leva a que, habitualmente, sejam os clientes os grandes beneficiados”.
PORQUE O FUTURO NÃO SE FAZ APENAS COM PREÇO
Ainda assim, Francisco Miranda recorda que, no caso da Cimertex, “não usamos apenas a variável preço para afirmar o
Assim e numa altura em que ainda faltam alguns meses até ao final de 2025, “acreditamos que este será um ano de crescimento e que, mesmo com a incerteza internacional e as notícias que vão contribuindo para a manutenção desse sentimento, os negócios continuarão a fazer-se e nós continuaremos a procurar afirmar de forma transversal todas as marcas que representamos. Sendo que, neste esforço, a fileira da Agricultura, da Agroindústria, onde se posicionam empresas muito dinâmicas, com estratégias muito fortes, e que têm vindo a tornar-se, progressivamente, clientes da nossa empresa, Por isso mesmo, este setor é, e continuará a ser, estratégico para a Cimertex”.
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Entreposto Máquinas Naquela que foi a maior presença do Entreposto Máquinas na Agroglobal, a abrangente oferta ia das máquinas agrícolas, de construção e de movimentação de cargas, às soluções de aluguer e de financiamento personalizadas
OFERTA GLOBAL, SOLUÇÕES À MEDIDA Espelho de uma empresa com soluções completas para o setor agrícola, dos tratores mais compactos aos mais potentes, da venda ao aluguer, passando pelos usados com garantia, a participação do Entreposto Máquinas na edição de 2025 da Agroglobal foi a maior de sempre. Máquinas agrícolas, de construção, soluções de movimentação, financiamento à medida e serviços especializados convergiram para dar ao agricultor o que ele realmente precisa. 32
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entrepostomaquinas.pt Texto Rui Reis Fotografia Tozé Canaveira
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rancisco Barbosa, diretor-geral da empresa, sublinha a importância da Agroglobal 2025 como palco de afirmação. “Esta feira é estratégica. Está cá uma parte muito significativa do setor agrícola e os nossos clientes atuais, mas também muitos potenciais. Queremos mostrar que somos uma empresa moderna, com um portfólio mais abrangente e soluções concretas para quem precisa de resposta no terreno. O investimento foi o maior feito até hoje numa feira: com uma área institucional, zona de atendimento e uma zona de exposição que incluiu tratores compactos, máquinas pesadas, equipamentos de aluguer e espaço
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para os usados com garantia. No fundo, uma abordagem integrada, a pensar nas diferentes necessidades do mercado”. Num ano desafiante para o setor agrícola, marcado pela retração nas compras e por uma espera generalizada por novos programas de apoio público, a empresa optou por estar presente, mostrar força e trazer propostas.
NOVO FARMTRAC FT26 PRO
Entre os vários destaques, o novo Farmtrac FT26 Pro foi apresentado como evolução da linha de tratores compactos da marca. Pedro Nunes, gestor de produto da divisão agrícola, explica que “a maior novidade está na caixa sincronizada com inversor, mais prática para operadores menos experientes. O posto de condução também foi redesenhado e ficou mais elevado e confortável”. A máquina mantém os 26 cv, inclui duas velocidades de tomada de força, pode ser equipada com carregador frontal e está disponível (em opção) com pneus de relva para jardinagem. A versão hidrostática deverá chegar em breve.
A novidade é a caixa sincronizada com inversor
especializadas (vinha e pomares) e um novo trator de 90 cv, alargando a gama para os utilizadores mais exigentes.
E-RENT, UMA SOLUÇÃO
Novo Farmtrac FT26 PRO
“Queremos continuar a servir os agricultores que procuram máquinas simples, fiáveis e com boa relação qualidade/preço. E temos novidades a chegar já a partir da Agritechnica, com uma versão vinhateira de 35 cv e transmissões reforçadas nos modelos até 75 cv.”
“PORTUGAL É ESTRATÉGICO”
Do lado internacional, Mittil Kumar, responsável da Farmtrac para a Europa, reforçou a confiança da marca
no mercado nacional. “Portugal é um mercado estratégico. Trabalhamos com o Entreposto há mais de sete anos, com uma gama de tratores entre os 20 e os 75 cv, especialmente os compactos.” A Farmtrac é parte do grupo indiano Escorts Kubota Ltd., que produz cerca de 100 mil tratores por ano e opera em mais de 70 países. Para 2026, são esperados novos modelos, incluindo um 35 cv mais orientado para culturas
O aluguer ganhou também uma expressão inédita. Frederico Mendes, diretor da área de aluguer, apresentou a marca E-Rent como resposta profissionalizada a uma necessidade real do setor: acesso rápido a equipamentos recentes, sem compromisso de compra. A frota agrícola inclui tratores standard entre os 75 e os 135 cv e modelos vinhateiros entre os 100 e os 120 cv. Já na construção, estão disponíveis escavadoras, dumpers, retroescavadoras e cilindros compactadores, entre outras. Na movimentação, a marca tem empilhadores diesel e elétricos, porta-paletes, retráteis, telescópicas e plataformas elevatórias. “Estamos a investir numa frota recente, com uma idade média baixa e a renovação
Mittil Kumar, responsável da Farmtrac para a Europa
Pedro Nunes, gestor de produto, em entrevista à abolsamia
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Entreposto Máquinas
Na Case IH, destacavam-se os modelos de tratores Farmall 120C (estreia), Puma 260 AFS ou o Optum 340 CVXDrive. Ao fundo na foto está a ceifeira-debulhadora Case IH 6130, equipada com um motor FPT de 326 cv
APOSTA NOS USADOS
constante das máquinas disponíveis. E o aluguer não é apenas uma alternativa: é uma solução estratégica.” O site erent.pt permite ver toda a oferta e fazer pedidos diretamente.
CASE IH COM O FARMALL 120C
A presença da marca Case IH dominou
visualmente o stand, com tratores como o Farmall 120C (em estreia), o Puma 260 AFS ou o Optum 340 CVXDrive e equipas técnicas disponíveis para responder a cada pergunta. A integração da frota E-Rent nas unidades expostas, com logótipos aplicados e ligação direta ao digital, completou uma apresentação cuidada e coerente.
A frota do E-Rent liderada por Frederico Mendes, é, para já, composta por tratores CASE IH
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Outro eixo de crescimento visível no stand foi o dos equipamentos usados. João Felgar, responsável da divisão de usados, reforça que este é agora um negócio estratégico para a empresa. Com uma equipa própria e estrutura montada, o volume de vendas duplicou entre 2024 e 2025, e o objetivo é quadruplicar até ao final de 2026. A origem dos equipamentos é diversificada: parte da frota de aluguer, retomas ou unidades selecionadas no mercado. Todos os equipamentos são verificados tecnicamente e vendidos com histórico e apoio pós-venda. “Queremos ser reconhecidos como referência também nos usados, à semelhança do que já somos nas máquinas novas.”
João Felgar, responsável da divisão de usados
NOVO FARMTRAC O EQUILÍBRIO PERFEITO ENTRE VALOR E DESEMPENHO MAIS TRATOR, AGORA COM INVERSOR
Vila do Conde . Leiria . Almeirim . Lisboa . Setúbal . Faro
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Forte
www.forte.pt
Importador da marca Fendt para Portugal, a Forte, empresa do grupo Auto Industrial, apresentou-se na Agroglobal com um extenso portfólio de máquinas, com destaque para a nova Série 600 do fabricante alemão. Assim como para a estreia da nova marca de pulverizadores para olival, vinha e outras culturas, FEDE. Texto Francisco Cruz Fotografia Tozé Canaveira
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abricante espanhol de pulverizadores e nebulizadores para utilização em culturas especializadas, a FEDE é a mais recente aquisição, enquanto importador para Portugal, da Forte, empresa pertencente ao grupo Auto-Industrial. A qual aprovei-
FORTE LEVA NOVIDADES AO CNEMA tou a realização de mais uma Agroglobal. Lado a lado com esta nova aquisição, o importador não deixou de expor, igualmente, no CNEMA, a mais recente novidade na marca Fendt, a nova Série 600, trator que, aliás, já havia estado presente na última FNA. Pois, conforme explica o gerente da Forte, João Lopes, “nesta altura do ano, os fabricantes preferem guardar todas e quaisquer novidades que ainda tenham,
A marca FEDE passa a ser importada pela Forte
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para a Agritechnica, em Novembro. Assim, novidades, em Portugal, só lá mais para junho do próximo ano”, ainda que, “para o último trimestre deste ano, estejamos a prever ter cá a nova geração Fendt 800”. Além destas duas marcas, no espaço de exposição destinado, não só à Forte, como também à Sagar, foi possível observar equipamentos de “praticamente todas as marcas que ambas as empresas representam, desde a Fendt e a Bogballe que em Portugal são representadas pela Forte, até à Kverneland, McHale, David, TAFE e Goldoni, que têm como importador para território nacional a Sagar”. De resto e sobre o atual momento do mercado de tratores, depois de “um Julho e Agosto mais fraquinhos, algo que também não deixa de ser normal, começo a ficar um pouco mais optimista relativamente ao final do ano. Neste mês de setembro já se começou a ver mais atividade e, embora nada aponte para que venhamos a ter um final de 2025 igual a 2024, é possível que possamos assistir a uma ligeira recuperação face aos 30% de quebra que o mercado atualmente regista”, afirmou João Lopes.
J. Inácio
J. INÁCIO MOSTRA POMAREIRO ÚNICO Presente na Agroglobal com as suas marcas representativas, a J. Inácio mostrou, no CNEMA, vários equipamentos agrícolas, com destaque para a nova geração de tratores especiais 5ML, com motorização John Deere e novas transmissões. jinacio.pt Por Francisco Cruz Fotografia Tozé Canaveira
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m destaque na área de exposição daquele que é o concessionário John Deere para os distritos de Lisboa, Santarém, Leiria, Setúbal e Coimbra, a nova geração 5 ML estava representada, na Agroglobal, pelos modelos 5120 ML e 5130 ML, ambos com transmissão John Deere Powr8 32F/16R, com 8 velocidades sequenciais sem recurso à embraiagem
que permite aproveitar toda a potência e binário do motor John Deere PowerTech Plus de 4,5 L, e que podem também ser equipados com a transmissão PowrQuad PLUS 16F/16R com 4 velocidades sequenciais também sem recurso à embraiagem. “Os novos pomareiros / vinhateiros John Deere da série 5 ML, são uma proposta única e diferenciadora no mercado nacional”, conforme explica Nuno Inácio, gerente da J. Inácio”, salientando que “são tratores de plataforma plana, construídos em semi-chassis, com enorme capacidade de elevação e estão equipados com GreenStar Ready para Agricultura de Precisão e JDLink para a monitorização à distância”. “Em resumo, trata-se de um trator pomareiro/vinhateiro completamente diferente daquilo que existe no mercado” e que, por estar “a vender bem, já nos obrigou a reforçar o stock e o número de pedidos. Contudo e porque a procura é grande, o período de espera também tem vindo a aumentar”. Igualmente em exposição na Agroglobal, a multicarregadora Kramer KT307, estreia que resulta de “uma parceria iniciada no começo do ano e que tem feito boas vendas”; as plataformas Pronar, “das quais passámos a ser, desde o início do ano, os distribuidores nacionais”; a máquina de vindimar Pellenc CV45 que, por ser rebocável, custa
Alternativa às automotrizes, a Pellenc CV45 é uma máquina de vindimar rebocável que custa metade do preço de uma automotriz, além de ter custos de manutenção que são um terço dos exigidos por esta última
A Kramer KT307 apresenta uma capacidade de 3.000 kg, elevação até 7 m e motor Deutz até 136 cv
“menos de metade de uma automotriz”; e as retroescavadoras MST e mini-escavadoras Shantui, ambas “em parceria com o Espaço Mecânico”.
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Esq. para a dir.: Daniel Lopes, responsável comercial da Jopauto; Artur Lopes, responsável da rede Jopauto; Manuel Weber, responsável pelo mercado ibérico da Clemens; Daniel Santos, responsável técnico da Jopauto; e Julien Andelfinger, responsável pelo mercado ibérico da Provitis
PROXIMIDADE NO TERRENO, DIVERSIFICAR PARA VENCER TECNOLOGIA EM CAMPO jopauto.pt Texto Rui Reis Fotografia Luís Seatra
Com equipamentos da Clemens e da Provitis a trabalhar na vinha, a Jopauto voltou a apostar numa abordagem direta e prática na Agroglobal 2025. Demonstrações técnicas e soluções para problemas reais marcaram a presença da empresa nortenha na feira.
“A
Agroglobal é o único evento nacional onde podemos demonstrar, em contexto real, o que oferecemos. Por isso fazemos questão de estar cá e com máquinas no terreno”, afirma o Responsável Comercial da Jopauto, Daniel Lopes. Nesta edição, a empresa nortenha realizou demonstrações na Quinta da Alorna, garantindo um cenário de vinhas com as condições adequadas. Espelhando a aposta que fez no evento, a Jopauto trouxe a Portugal os seus parceiros internacionais, Clemens (Alemanha) e Provitis (França), reforçando o posicionamento de quem aposta na inovação e na proximidade com clientes e parceiros
Face à retração do mercado vitivinícola, marcada pela ausência de novos projetos e a alguns receios no setor exportador, a Jopauto está a diversificar o foco. “Apostámos muito na fruticultura, com alfaias Clemens para pomares em linha. E até já estamos a fazer demonstrações no terreno. Além disso, vamos apostar numa linha de controlo de sebe para olivais e amendoais supertintensivos”, revela Daniel Lopes. Além disso, a empresa trabalha com a italiana Geier em dois projetos de alta tecnologia: um trator robotizado e uma máquina de vindima Offset para patamares estreitos no Douro, ambos com uma “bateria” de sensores e IA. Para Daniel Lopes, o segredo da longevidade da Jopauto está mesmo na escuta ativa: “Estamos com os agricultores, percebemos o que precisam, e só depois propomos soluções. A Agroglobal também é isso: networking, demonstração e apoio à decisão.”
DANIEL SANTOS, RESPONSÁVEL TÉCNICO DA JOPAUTO
ARTUR LOPES, RESPONSÁVEL DA REDE DE CONCESSIONÁRIOS
“O nosso trabalho não é só montar máquinas, é, acima de tudo, adaptar as soluções à realidade de cada agricultor”, afirma Daniel Santos, responsável técnico da Jopauto. Um exemplo são os suportes pivotantes desenvolvidos para o Douro, que permitem trabalhar dos dois lados do patamar. “Ao fim do dia, essa eficiência traduz-se em menos horas e custos mais reduzidos.” A experiência no terreno é essencial: “fazemos visitas, analisamos a realidade e aconselhamos a melhor solução.
“A nossa rede cobre todas as principais regiões vitivinícolas do país, com concessionários preparados para formar, entregar e assistir os equipamentos com rapidez e proximidade”, explica Artur Lopes, responsável pela rede de concessionários da Jopauto. Com um modelo de apoio descentralizado, a empresa garante que o agricultor não depende diretamente da sede para resolver um problema. “Mesmo em campanha, há sempre alguém por perto”, reforça.
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Clemens
“PARTILHAMOS A MESMA MENTALIDADE DA JOPAUTO” Presente na Agroglobal a convite da Jopauto, o responsável pelo mercado ibérico da Clemens, Manuel Weber, realça a importância desta parceria, defendendo que “partilhamos a mesma mentalidade da Jopauto: estar com o cliente, no terreno, a demonstrar na prática como funciona cada máquina”. A marca alemã, com mais de 70 anos de experiência, distingue-se pela modularidade dos seus equipamentos e pela aposta na mecanização sustentável. Um dos destaques é um semeador pneumático com um incorporador que esteve na feira a fazer cobertura vegetal na entrelinha. É um semeador com um GPS incorporado e que dá para calibrar o número de quilos que queremos aplicar por hectare e, depois, em função da velocidade, as sementes saem em maior ou menor quantidade. Outro foco foi o sistema Multi Clean, uma escova rotativa para controlo de infestantes
sem herbicidas, montada no novo chassis Atlas Light, mais leve e pensado para tratores compactos. “Este tipo de solução permite manter o solo vivo e reduzir o uso de produtos químicos”, explica Manuel Weber. A Clemens está também a investir em novas unidades de controlo hidráulico, joystick
multifunções e uma pré-podadora com câmara integrada, tudo já previsto para a próxima campanha. “Queremos responder a realidades como as portuguesas: solos inclinados, espaço limitado, e operadores que procuram máquinas simples, mas inteligentes.”
Semeador pneumático com controlo eletrónico e GPS incorporado
O joystick foi concebido para minimizar os movimentos involuntários
A Clemens, marca representada no mercado nacional, em exclusivo pela Jopauto, mostrou as capacidades do seu sistema Multiclean no controlo de infestantes na vinha
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A Jopauto marcou presença na Agroglobal com a sua representada Provitis e escolheu a inovadora desfolhadora pneumática LB260 para participar nas demonstrações na Quinta da Alorna
Provitis
“PORTUGAL É MERCADO EM CRESCIMENTO” Para o responsável pelo mercado ibérico da Provitis, Julien Andelfinger, Portugal é, atualmente, “um mercado em crescimento”, sendo que, na declarada aposta de crescimento, a portuguesa Jopauto é, para a marca francesa, “um parceiro essencial”. “Para a Provitis, Portugal é um mercado em crescimento e a Jopauto é um parceiro essencial”, afirmou o co-CEO da Provitis, Julien Andelfinger, junto às vinhas para
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demonstrações na Quinta da Alorna. O grande destaque, na presença da marca francesa na Agroglobal, foi para a desfolhadora pneumática LB260, uma inovação que substitui o corte ou a sucção por jatos de ar pulsado. Esta tecnologia permite desfolhar sem danificar os cachos e pode ser usada tanto na floração como no pré-vindima. Também em exibição esteve a despontadora com visão assistida, que melhora a
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precisão e a ergonomia do operador. Julien Andelfinger revela ainda que a empresa prepara novos desenvolvimentos, para podas específicas, a lançar no próximo salão internacional SITEVI, e que deverão chegar em 2026. A Provitis é reconhecida pela robustez das suas alfaias, adaptadas a vinhas estreitas e a condições difíceis. “A Jopauto, como representante oficial da Provitis em Portugal, assegura a sua integração com apoio técnico e formação no terreno”.
Özdöken
O Özdöken VPHE-D garante distribuição uniforme e controlo total da profundidade de sementeira — ideal para quem procura a máxima performance no campo
ÖZDÖKEN QUER CRESCER E AFIRMAR-SE EM PORTUGAL
ozdoken.com.tr Texto Francisco Cruz Fotografia Tózé Canaveira
Em processo de implementação no mercado nacional, a Özdöken marcou presença na Agroglobal com uma extensa oferta de equipamentos de preparação do solo, sementeira e pós-colheita. Contudo, mais novidades estão já a caminho.
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mpresa turca reconhecida internacionalmente, especializada no fabrico de maquinaria agrícola e, em particular, em equipamentos vocacionados para a preparação do solo, e sementeira, a Özdöken é representada pela Magrican em Portugal e Espanha, mercados onde procura afirmar-se. De resto e segundo revelou um dos responsáveis pelo processo de implementação, Diogo Vilão, “neste momento, andamos à procura de novas parcerias, delegados comerciais para Portugal, com o propósito de garantirmos uma abrangência nacional e ilhas incluídas. Onde, aliás e apesar de não termos lá presença, já vendemos algumas alfaias”. O objetivo, “a longo prazo, é implementar cada vez mais a marca em Portugal e conseguir ter uma nova rede de distribuidores
para começarmos a ser uma verdadeira mais-valia no campo.” Quanto à Agroglobal, o responsável da Özdoken na Península Ibérica, Ruben Holguera, decidiu afirmar a presença da marca com a apresentação de “grades rápidas e subsoladores, além de semeadores, tanto para milho, como para cereal”. Até porque “é aquilo que tem tido mais procura, tanto da parte do cliente final, como da distribuição”. De resto, recorda Diogo Vilão, “temos tido muito bom feedback, por exemplo, quanto aos acabamentos das alfaias”. Entretanto e lá mais para a frente, estão previstas novidades, a começar num “semeador de milho completamente elétrico, que passará a fazer parte da gama de adubadores, microgranuladores e equipamentos de sementeira de milho, além de alterações em algumas alfaias, para melhor.”
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Manitou
A tecnologia inteligente da Manitou permite realizar pesagens com uma margem de erro de apenas 2%
MÁQUINAS, SERVIÇOS E TECNOLOGIA EM PERFEITA SIMBIOSE www.manitou.com/pt-PT
A marca francesa apresentou soluções robustas e versáteis para uma agricultura mais precisa, produtiva e conectada. No espaço da Manitou estavam as máquinas, claro, mas também a gama de serviços e a tecnologia pensada para dar resposta às exigências reais dos agricultores. Por Rui Reis Fotografia Tozé Canaveira
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a edição de 2025 da Agroglobal, a Manitou marcou presença com um leque de máquinas que reflete bem a evolução do posicionamento
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MLA-T 533 145 V
da marca no topo do seu segmento. Mas, mais do que a demonstração de força, foi a inteligência das soluções tecnológicas e de serviço, que se destacou no espaço da marca francesa.
A MÁQUINA É IMPORTANTE, MAS O SERVIÇO TAMBÉM
Por detrás das máquinas, a Manitou tem vindo a reforçar o seu ecossistema de apoio ao cliente, com soluções digitais, acompanhamento técnico e assistência pensada
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para garantir o máximo rendimento do equipamento ao longo de todo o seu ciclo de vida. A aplicação myManitou permite aos operadores acompanhar, em tempo real, o estado da máquina, planear operações de manutenção e receber alertas de funcionamento. Além disso, a marca disponibiliza contratos de manutenção flexíveis e opções de financiamento adaptadas às necessidades de cada exploração, permitindo maior previsibilidade de custos e uma gestão mais tranquila do investimento.
PESAGEM INTELIGENTE EQUIVALE A MAIOR EFICIÊNCIA
Entre as inovações da Manitou, a tecnologia de pesagem inteligente continua a merecer atenções redobradas. Disponível atualmente nos modelos de maior capacidade da gama MLT XL, este sistema permite realizar pesagens com uma margem de erro de apenas 2%, independentemente da posição do braço ou do balde. A funcionalidade está integrada num ecrã tátil de 7 polegadas e, mais uma vez, pode ser sincronizada com a aplicação myManitou, permitindo registar as operações ao detalhe. Esta solução torna possível, por exemplo, pesar até 44 ingredientes distintos numa só operação, uma vantagem real na preparação de rações e na gestão precisa da alimentação animal.
MLT 733 115 D
TELESCÓPICAS AGRÍCOLAS EM DESTAQUE
No espaço de exposição da Agroglobal, marcaram presença três manipuladores telescópicos da gama MLT, soluções pensadas para responder aos desafios reais do trabalho diário nas explorações, desde a alimentação animal à gestão de silagem, por exemplo. A MLT 733 115 D ST5 S1 TRACT LSU é uma máquina compacta, com 115 cv de potência e transmissão com conversor de binário, pensada para operadores que precisam de agilidade sem comprometer a capacidade de carga. Já a MLT 737 130 PS D ST5 S1 — um dos modelos mais procurados da marca — oferece 3.700 kg de capacidade e quase 7 metros de altura de elevação, conjugando versatilidade com conforto e uma transmissão Powershift de seis velocidades. Para quem precisa de ir mais longe, a MLT 940 140 V PLUS D eleva a bitola, com 9 metros de altura e uma capacidade de 4.000 kg, motor de 136 cv e transmissão M-Vario Plus que garante uma condução contínua e adaptada ao ritmo do trabalho e do seu utilizador.
MLT 737 130 PS D ST5 S1
importantes mais valias, já que lhe permitem actuar em espaços exiguos. Com 143 cv e uma altura de elevação superior a 5 metros, esta máquina adapta-se bem a tarefas exigentes como a movimentação de silagem. A presença da Manitou na Agroglobal 2025 foi mais do que uma mostra de produto, foi
um testemunho claro de uma visão para o futuro da agricultura. Uma agricultura onde o equipamento é mais que um aliado mecânico: é uma extensão da estratégia do agricultor, com tecnologia embarcada, conectividade e serviços que fazem a diferença no terreno.
CARREGADORAS COMPACTAS E MULTIFUNCIONAIS
A Manitou levou ainda à feira a mini-pá carregadora 2100V, pensada para tarefas em espaços confinados, com uma tração e força que impressionam para o seu tamanho. Ao completar a oferta, esteve a MLA-T 533 145 V, uma carregadora telescópica articulada que combina mobilidade com potência. Esta é uma máquina com 45 graus de articulação e 4 rodas motrizes e direcionais, sendo estas
Mini-pá carregadora 2100V
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Rocha
O Ellegance Prime Evo (em baixo) tem capacidades entre os 1700 litros e os 2000 litros. No KCRD EVO (à direita), o distribuidor está equipado com sensores de balança e computador. Por fim, o pulverizador Mittos RB Evo é ideal para os tratamentos com baixos débitos
RESILIÊNCIA, INOVAÇÃO E CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO www.pulverocha.pt
Texto Rui Reis Fotografia Tózé Canaveira
Na Agroglobal 2025, a Rocha reforçou a sua identidade como marca portuguesa de referência, com soluções em demonstração real, tecnologia de ponta e uma resposta direta aos desafios do mercado atual.
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um ano particularmente desafiante, a Rocha escolheu enfrentar o momento com aquilo que mais a define: proximidade ao terreno, desenvolvimento de soluções práticas e aposta contínua na inovação. Segundo o
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Diretor Comercial e de Marketing da Rocha, Sérgio Oliveira, “2025 tem sido um ano complicado, com variações significativas entre mercados. Espanha tem tido um desempenho melhor, mas França está mais retraída e Portugal tem sido um mercado bastante difícil”.
DEMONSTRAÇÕES SÃO CRUCIAIS
Entre os destaques da zona de demonstração esteve o pulverizador Mittos RB EVO, disponível com barras de quatro ou seis faces, consoante o espaço disponível na vinha. Esta configuração permite tratar várias linhas em simultâneo, reduzindo significativamente o número de passagens. É uma questão de eficiência e economia: com uma só passagem conseguem tratar-se duas, quatro ou seis faces, dependendo da configuração da máquina.
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ENGENHARIA ADAPTADA À REALIDADE
Na área das culturas extensivas, a Rocha apresenta uma configuração com o Ellegance Prime de 2.000 litros atrás e 1.700 litros à frente, formando um conjunto compacto, com elevada autonomia, ideal para tratamentos em grandes áreas como milho ou cereais. Mas a Rocha vai além da pulverização. A empresa destaca também os avanços nos distribuidores de adubo, com a apresentação de uma nova máquina equipada com sensores de balança e computador de bordo, capaz de ajustar automaticamente a dose aplicada em função da velocidade de avanço do trator. Outro ponto alto da participação na feira foi o lançamento da nova podadora de discos concebida para olivais e pomares em culturas intensivas e superintensivas. Com seis discos de corte, dois motores hidráulicos e estrutura frontal, a máquina passou por uma fase de testes e afinações ao longo do último ano e chega agora ao mercado com preço definido e pronta para comercialização.
Sérgio Oliveira, Diretor Comercial e de Marketing da Rocha, em entrevista à revista abolsamia
A nova podadora de discos foi concebida para olivais e pomares intensivos e superintensivos
Projeto PRYSM OLHA O ROBÔ No domínio da inovação mais disruptiva, a Rocha destaca o projeto PRYSM, desenvolvido em colaboração com o INESC TEC, que visa criar um robô autónomo para pulverização em vinhas de montanha, como as do Douro. Com base em tecnologia LIDAR, GNSS (incluindo sinais Galileo) e perceção visual, o robot é capaz de medir a densidade da vegetação e ajustar automaticamente a dose de produto em cada planta. Apesar de ainda se tratar de um protótipo conceptual, a Rocha acredita que este tipo de soluções pode ganhar um papel mais relevante já nos próximos anos.
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S. José Pneus
TECNOLOGIA, SUSTENTABILIDADE E PRESENÇA IBÉRICA Com uma presença marcada pela inovação tecnológica e pela proximidade com clientes e parceiros, a S. José Pneus reforçou na Agroglobal 2025 o seu papel como representante ibérico da BKT, destacando soluções avançadas como o reforço da nova geração de pneus com tecnologia VF e o modelo PROHARVEST para ceifeiras de grande porte. 46
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sjosepneus.com Texto Rui Reis Fotografia Tózé Canaveira
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presença da S. José Pneus na Agroglobal 2025 voltou a destacar-se pelo dinamismo do espaço de exposição e pela forte aposta na inovação. Como representante ibérico da marca BKT, a empresa levou à feira um conjunto de soluções tecnológicas que não passaram despercebidas aos profissionais do setor. Mas, mais do que uma participação
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O gerente da S. José Pneus, Luís Aniceto, realçou as vantagens resultantes das sinergias de uma operação ibérica da BKT, o que lhes permite ter um stock permanente de mais de 1000 referências
institucional, a presença da S. José Pneus na Agroglobal 2025 foi a confirmação de uma estratégia bem definida: inovação com utilidade prática, proximidade e capacidade de resposta aos clientes e uma aposta firme no futuro da agricultura.
SOLUÇÕES ADAPTADAS A UMA NOVA REALIDADE
Entre os destaques estiveram as novas medidas dos pneus com tecnologia VF (Very High Flexion), que permite operar com pressões mais baixas, aumentando a área de contacto e reduzindo drasticamente a compactação do solo. Uma resposta direta às exigências de uma agricultura mais sustentável, como sublinhou o CEO da S. José Pneus, Luís Aniceto: “Hoje chove menos vezes, mas quando chove, chove muito. O escoamento da água é fundamental e uma baixa compactação dos solos é decisiva para proteger as culturas.”
A equipa da S. José Pneus que marcou presença na última edição da Agroglobal
Outro ponto alto foi a apresentação do novo pneu ProHarvest, também com tecnologia VF, concebido para ceifeiras de grande porte. No campo e na estrada, o AGRIMAX PROHARVEST pode atingir até 65 km/h, tornando a sua operação de trânsito mais fácil e mais rápida, melhorando, assim, a produtividade global. Uma solução concebida para responder à evolução das máquinas agrícolas modernas. A operação ibérica da S. José Pneus, que conta com mais de mil referências BKT em stock permanente, foi outro trunfo realçado durante o evento. As sinergias entre os mercados português e espanhol permitem uma cobertura mais eficiente e uma alargada disponibilidade de soluções técnicas adaptadas a diferentes realidades.
60 ANOS DA S. JOSÉ PNEUS
A S. José Pneus assinala ainda a aproximação dos seus 60 anos de história (a celebrar em março de 2026), com projetos ambiciosos em curso: um novo armazém com mais 13.000 m², em fase de estudo, e planos para uma futura expansão até aos 36.000 m² de área coberta, reforçando drasticamente a capacidade logística da reputada empresa portuguesa.
A tecnologia VF (Very High Flexion) permite reduzir drasticamente a compactação do solo, uma preocupação permanente da BKT
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SDF Portugal
O espaço da SDF na Agroglobal 2025 era um dos mais concorridos e animados. Além da extensa gama de propostas das marcas SAME, Deutz-Fahr e Lamborghini, destacava-se o novo especializado 5115 DF Pro
AJUSTAR A ESTRATÉGIA
AO MERCADO E AO AGRICULTOR Num ano marcado pela quebra generalizada no mercado de tratores, a SDF apresentou na Agroglobal 2025 uma presença focada em ouvir os agricultores, oferecer soluções de financiamento e reforçar a sua posição com uma gama ajustada às necessidades do terreno. deutz-fahr.com/pt-pt
Texto Rui Reis Fotografia Tozé Canaveira
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o stand da SDF, logo à entrada do recinto principal da feira, a proximidade com o público foi uma aposta deliberada. Sem tratores no campo de demonstrações, a SDF concentrou os seus recursos na exposição de equipamentos e na interação com agricultores, clientes e concessionários. “A nossa presença aqui é para ouvir os agricultores, mostrar o que temos e apresentar soluções concretas”, afirmou Arnaldo Caeiro, o responsável da SDF em Portugal, sublinhando ainda a “importância de estar onde os decisores estão”.
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DEUTZ-FAHR APOSTA NO NOVO FRUTEIRO A diversidade da gama Deutz-Fahr esteve em evidência, com propostas para todos os segmentos. No setor dos tratores especializados, o novo 5115 DF Pro foi o grande destaque. Com 116 cv de potência, uma elevada manobrabilidade e uma configuração técnica pensada para culturas como vinha e pomar, este fruteiro responde à procura por tratores especializados, potentes e com um desempenho hidráulico otimizado. Também presente esteve o 5115 DF TTV, equipado com transmissão de variação contínua, um sinal claro de que a marca está atenta à procura crescente por tecnologia avançada neste segmento. Vários modelos da série Keyline também marcaram presença, com especial destaque para o 5070 DF Keyline e o 5105 Keyline, ambos em campanha promocional. Estas propostas foram reforçadas com a presença do 5080 DF Ecoline, vocaciona-
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do para quem procura simplicidade e eficácia a um custo controlado. O modelo 5070 DF Keyline, ideal para tarefas versáteis em pequenas e médias explorações, estava disponível com condições promocionais por 22.400 € + IVA. Na gama média e alta, a série Agrotron apresentou os modelos 6135 C RVShift e 6150.4 RVShift, todos com uma transmissão que combina a eficiência de uma caixa powershift, com a simplicidade de operação de uma transmissão verdadeiramente automática. O trator de maior presença foi o 8280 TTV Warrior, versão especial com acabamento escurecido e equipamento premium, projetado para profissionais que exigem potência, conforto e diferenciação. A estes juntaram-se ainda o Deutz-Fahr 4080 E e Deutz-Fahr 5080 D Keyline, uma solução mais simples e acessível para explorações que valorizam a robustez mecânica, e o compacto Deutz-Fahr 3060, pensado para tarefas agrícolas e de apoio com baixos custos de operação.
Crescimento
Ofertas
RECUPERAÇÃO DO MERCADO EM 2026 Num mercado em acentuada retração, e que deverá encerrar 2025 com menos de 4.500 tratores matriculados, “a estratégia da SDF tem passado por manter a visibilidade, apostar em campanhas e garantir presença junto dos decisores. Essa aposta tem permitido à marca crescer em quota de mercado, com um aumento estimado entre 2,5% e 3% face ao ano anterior. Num ano em contraciclo, não fazer nada é perder vendas”, resumiu Arnaldo Caeiro, referindo que a marca mantém campanhas desde o início do ano como forma de incentivar a renovação do parque. As perspetivas para 2026 são moderadamente otimistas. A SDF antecipa uma recuperação do mercado entre 10% a 15%, ainda longe dos níveis de 2024, um ano excecional devido à campanha de abate, mas suficiente para retomar algum dinamismo, desde que sejam criadas condições estruturais, nomeadamente no acesso a apoios públicos.
CAMPANHAS EM DESTAQUE No stand da SDF, a marca SAME deu protagonismo ao Explorer 105, um trator polivalente da gama média, pensado para explorações agrícolas que exigem versatilidade e robustez. Com motor de 105 cv, transmissão mecânica sincronizada e cabine confortável, este modelo está disponível numa campanha de financiamento a partir de 298,32 euros/mês, uma proposta ajustada à realidade atual do investimento agrícola. Já tecnicamente, a novidade foi o Same Frutteto 5 DF Pro, um trator fruteiro de nova geração com potências entre os 90 e os 115 cv, especialmente desenvolvido para culturas intensivas como vinhas e pomares. Com um sistema hidráulico reforçado e uma excelente capacidade de manobra. A complementar a oferta, a Lamborghini Trattori marcou presença com o modelo Strike 95 Trend, um trator de 95 cv com um posicionamento competitivo em termos de equipamento e preço. Esta versão Trend aposta numa configuração funcional e equilibrada, mantendo o design distintivo da marca italiana. Também este modelo beneficiou de campanha promocional (287,73€/mês) durante a feira.
O Deutz-Fahr 8280 TTV Warrior é uma edição especial, que se destaca pelo equipamento, que inclui iluminação LED, assento pneumático, ar condicionado, sistema de áudio DAB+ e um design exterior diferenciado
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Tractores Ibéricos
O Gerente da Tractores Ibéricos, Bruno Pignatelli, destaca a imagem de fiabilidade e robustez da Kubota como sendo decisiva numa altura em que o setor enfrenta grandes desafios
A série especial do Kubota M7 era um dos principais destaques na Agroglobal O Kubota RTV-X 1110 despertou a curiosidade dos visitantes
UMA IMAGEM DE CONFIANÇA Texto Rui Reis Fotografia Tózé Canaveira
Na Agroglobal 2025, a Tractores Ibéricos apresentou o sólido portefólio da Kubota, com destaque para o trator M5-112 Narrow com suspensão à frente e para a edição especial do trator M7. A marca focou-se ainda no reforço de argumentos como a garantia de 5 anos e o financiamento sem juros. tractores-ibericos.kubotadistribuidor.pt/
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Tractores Ibéricos, representante da Kubota em Portugal, marcou presença na Agroglobal 2025 com um espaço de exposição que refletiu a consistência e a imagem de fiabilidade da marca japonesa. Entre os principais destaques estiveram o trator M5-112 Narrow com suspensão no eixo dianteiro, pensado para culturas permanentes, e o trator M7 Edição especial dos 50 anos, já com duas unidades vendidas no mercado nacional. Também marcaram presença, entre outros, os tratores M4-073, o compacto B2-261, o EK1-261 de entrada de gama, além do UTV utilitário RTV-X1110 e do GR2120, um corta-relva Diesel com 21 cv de potência e tração integral. O pulverizador XTA 2230
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O corta-relva GR 2120 tem um motor Diesel de 21 cv
também atraiu as atenções, tendo ganho ainda mais relevância com a atual expansão dos olivais e amendoais. Bruno Pignatelli, Diretor Geral da Tractores Ibéricos, sublinha que “o mercado está exigente, mas é nos momentos difíceis que a fiabilidade conta ainda mais”, destacando a garantia de 5 anos de fábrica e a campanha de financiamento sem juros como argumentos decisivos. A Kubota reforça ainda o seu compromisso com a inovação, preparando-se para apresentar no Instituto Superior de Agronomia, no âmbito de um programa de formação avançada em Automação e Inteligência Artificial na Agricultura e Florestas, um robô agrícola desenvolvido em parceria com uma empresa italiana, uma resposta clara e tangível à escassez de mão de obra no setor.
D-BASF
Fertiberia
REFORÇO DA PRESENÇA DIGITAL E PROTEÇÃO DAS CULTURAS www.agro.basf.pt
Na edição de 2025 da Agroglobal, a BASF destacou-se com um portefólio que alia inovação digital e soluções fitossanitárias inovadoras. Matilde Camacho, responsável de Marketing e Comunicação, destacou os três eixos principais: “ferramentas digitais, soluções para culturas-
Matilde Camacho destacou três eixos na ação da D-BASF: digital, culturas-chave e inovação na proteção de plantas
-chave e inovação na proteção de plantas”. No domínio digital, o destaque vai para o AgBalance Agrigenius, uma plataforma adaptada a três culturas estratégicas em Portugal: vinha, tomate para indústria e olival. A ferramenta combina dados agronómicos com IA para ajudar nas tomadas de decisões. Entre as soluções fitossanitárias, a novidade é o Endervin Pro, um fungicida sistémico e de contacto destinado ao controlo do míldio em vinha e batateira. Este produto oferece uma nova formulação com dupla ação, que visa uma proteção ainda mais eficaz. Outro produto em evidência foi o Cabrio WG, um fungicida com larga ação preventiva e curativa, aprovado para várias culturas hortícolas, incluindo alface, cenoura, cebola, tomate, entre outras. A sua formulação com a substância ativa pyraclostrobin confere-lhe uma elevada persistência.
FERTIBERIA APRESENTA FERTILIZAÇÃO DE ALTA TECNOLOGIA
www.fertiberia.com/pt-pt/
A presença da Fertiberia na Agroglobal 2025 refletiu o compromisso da empresa em estar próxima dos agricultores e dos principais agentes do setor agrícola. O evento foi aproveitado para apresentar as mais recentes inovações da linha Fertiberia TECH, com soluções avançadas “no âmbito da biotecnologia e fertilização”, explica Susana Oliveira, da Fertiberia TECH, “demonstrando o nosso valor técnico-comercial e o compromisso com a inovação e a responsabilidade ambiental”. “A constante evolução do mercado obriga-nos a procurar continuamente soluções avançadas e adaptadas às novas exigências, reforçando a nossa aposta em soluções
inovadoras capazes de responder aos desafios da agricultura e apoiar os agricultores a alcançar maior eficiência e qualidade nas suas culturas”, afirma a mesma responsável. Também com o mesmo intuito, a Fertiberia TECH marcou igualmente presença nos campos de demonstração da Agroglobal, permitindo “a aplicação prática destas soluções nas culturas mais representativas do país”.
Susana Oliveira, Portugal Sales Manager Grupo Fertiberia
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Crédito Agrícola
Hubel Verde
TRANSFORMAR CONHECIMENTO TÉCNICO EM PRODUTIVIDADE
hubel.pt
CRÉDITO AGRÍCOLA REFORÇA APOIO AO SETOR creditoagricola.pt
Com o mote “Luz verde para apoiar o sector agrícola”, o Crédito Agrícola marcou presença na Agroglobal 2025 como patrocinador oficial, destacando o seu compromisso histórico com os agricultores portugueses. A instituição financeira disponibiliza uma gama de soluções específicas para a atividade agrícola, desde financiamento para aquisição de maquinaria e modernização de explorações, até seguros agrícolas e apoios à transição energética.
Na feira, o stand do CA acolheu inúmeros profissionais, num ambiente de diálogo e orientação personalizada. “Estamos cá por um bem maior” foi a mensagem central, traduzindo a missão do CA em contribuir para um setor agrícola mais forte, sustentável e preparado para os desafios do futuro. O banco mantém uma rede nacional de proximidade com uma grande capilaridade e aposta na digitalização dos serviços, promovendo uma agricultura mais competitiva e resiliente.
O Crédito Agrícola esteve na Agroglobal, procurando reforçar o seu compromisso com os agricultores portugueses
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A participação da Hubel Verde na Agroglobal 2025 confirmou a sua aposta contínua na inovação aplicada ao setor agrícola. Com soluções orientadas para a eficiência e sustentabilidade, a empresa do Grupo Hubel apresentou tecnologias como a plataforma digital Fieldwork, desenvolvida para apoiar decisões agronómicas com base em dados, a aplicação de produtos por drone e a polinização assistida, que visa maximizar o rendimento das culturas de forma natural. “Mais de quatro décadas após a fundação do Grupo Hubel e 30 anos depois da criação da Hubel Verde, orgulhamo-nos muito de termos no nosso portefólio
Isabel Gonçalves, co-fundadora do Grupo Hubel
serviços e produtos de engenharia e tecnologia agronómica que abrange todas as fileiras agrícolas nacionais”, afirmou à revista abolsamia a fundadora da Hubel, Isabel Gonçalves. Em exibição na Agroglobal estiveram ainda as gamas de nutrição vegetal, proteção inteligente e substratos de alto desempenho, reforçando a aposta numa agricultura mais evoluída, sustentável e orientada para os desafios do futuro.
Parte da equipa do Grupo Hubel, com a co-fundadora Isabel Gonçalves ao centro
Concerta
Repsol
REPSOL APRESENTA AGRODIESEL NEXA HVO100
repsol.pt
CONCERTA DEFENDE AGREGAÇÃO DE VALOR Na Agroglobal 2025, a Concerta trouxe ao debate um tema central para o futuro da agricultura nacional: a urgência de agregar valor ao setor agroalimentar. “Mais do que soluções técnicas, levamos personalização, proximidade e relações de confiança que fazem a diferença no dia a dia”, defendeu, à revista abolsamia, Catarina Stilwell d’Orey, da Concerta. Acrescentando que, “na Agroglobal, quisemos mostrar exatamente
isso: acreditamos no valor das pessoas, no trabalho em equipa e na construção conjunta de um futuro mais sustentável e competitivo. Para a Concerta cada cliente é único, e é nessa diferença que nasce o impacto que criamos.” Ao longo da feira, a Concerta reforçou que o desenvolvimento de um agroalimentar mais robusto e sustentável passa por inovação, qualificação e uma visão estratégica de longo prazo.
Na Agroglobal 2025, a Repsol reforçou o seu papel como parceiro energético da Agricultura, ao apresentar o novo AgroDiesel NEXA HVO100, um combustível 100% renovável desenvolvido para maquinaria agrícola. Produzido a partir de resíduos e óleos usados, este produto permite reduzir até 90% das emissões de gases com efeito de estufa, mantendo a compatibilidade com os motores Diesel convencionais. Com elevado desempenho e estabilidade, destaca-se por ser livre de FAME, o que o torna ideal para equipamentos de uso sazonal.
O stand da Repsol na feira deu ainda visibilidade às soluções da gama NEXA e às aplicações em frotas cativas, enquanto se aguarda a liberalização da venda ao público em Portugal. Além disso, foram apresentados projetos de reconversão industrial e investimento em biocombustíveis avançados, demonstrando o compromisso da empresa com a transição energética do setor agroalimentar. A terminar, nota ainda para o rebranding levado a cabo pela marca espanhola e que é descrito como um reflexo da “evolução da identidade visual e narrativa” da empresa, acrescido de um novo lema: “Com toda a energia”.
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Empresas
Agro Ribatejo
OUTRAS PRESENÇAS
Reboal
Alves Bandeira
Para além das empresas que reportámos nas páginas anteriores, estiveram na Agroglobal, entre outros, a AJAP, ANEFA, Astara, Fravizel, Januário, Lisagri, Moviter, Rentalmoz, TMC Cancela, Vasilpneus e Blue Motor, além dos seguintes expositores:
Lagoalva Equipamentos
Agriargo Iberica
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Torre Marco
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Dispnal
Seppi M
Grupo Joper
Quintarepair
ACAP
A intervenção de Arnaldo Caeiro, Presidente da Divisão de Máquinas Agrícolas da ACAP, antecedeu a do Ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, que fechou este Fórum da ACAP
A HORA DA MUDANÇA Evento de abertura da Agroglobal 2025, o fórum “O Futuro da Mecanização Agrícola – Estratégias para um Setor em Transformação”, promovido pela ACAP, veio colocar em cima da mesa o futuro da mecanização agrícola, em Portugal. Num debate que versou temas como a segurança, a regulação, a liderança e a produtividade, o alerta foi claro: mudar não é uma opção, mas uma necessidade urgente. 56
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Texto Rui Reis Fotografia Tózé Canaveira
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Fórum da ACAP (Associação Automóvel de Portugal) é uma iniciativa da sua Divisão de Máquinas Agrícolas, integrada na feira Agroglobal de 2025, o maior evento profissional do setor agrícola em Portugal. Esta primeira edição teve como tema central “O Futuro da Mecanização Agrícola – Estratégias para um Setor em Transformação”, e contou com a participação de especialistas, investigadores, técnicos, empresários e responsáveis institucionais, num ambiente de debate técnico e estratégico. A ACAP procurou, com este fórum, promover a reflexão sobre os caminhos da
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modernização, num contexto em que as exigências ambientais, os constrangimentos económicos e a evolução tecnológica colocam uma pressão acrescida sobre agricultores e fabricantes. O evento teve ainda o apoio do Instituto Politécnico de Portalegre, através do InovTechAgro, e contou com o patrocínio da S. José Pneus, representante da marca BKT, reforçando a ligação entre os mundos da indústria, da investigação e da distribuição. O secretário-geral da ACAP, Hélder Pedro, sublinhou a importância de manter ativo o diálogo sobre os temas da mecanização agrícola: “Este é um fórum temático que, esperamos, marque o início de um ciclo. É fundamental criar espaços onde possamos discutir os desafios específicos deste setor.” O Vogal do Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT), Pedro Miguel Silva, abordou
O PROVOCADOR
No entanto, o momento mais provocador no Fórum coube a Nadim Habib, professor e economista, que centrou a sua intervenção na resistência organizacional à mudança. Com um discurso simples e direto, alertou para a armadilha do “mudar sem mudar nada”: “Confunde-se organização com controlo. E o resultado é mais horas de trabalho e menos impacto.” Defendeu ainda “uma liderança mais estratégica e menos reativa, orientada para a produtividade sustentável a longo prazo”.
os entraves legais que ainda dificultam a atividade agrícola moderna. Alertou para a falta de enquadramento de veículos como os UTV e ATV, muitos deles homologados como tratores agrícolas, ou os drones, e defendeu uma maior articulação legislativa. Segundo Pedro Miguel Silva, está mesmo em curso uma “proposta de alteração ao regime atual, desenvolvida em colaboração com os Ministérios da Agricultura e das Infraestruturas”. Já o professor do INESC TEC Filipe Neves Santos trouxe uma perspetiva técnica sobre a digitalização do setor, destacando a necessidade de garantir a interoperabilidade entre sistemas e plataformas, para que a inovação funcione de forma integrada e prática no terreno. Pelo seu lado, o Professor Luís Alcino, do Instituto Politécnico de Portalegre, reforçou a importância da formação técnica e da capacitação digital, alertando para o risco de se investir em tecnologia que não é compreendida ou utilizada pelos operadores. O desafio da literacia digital no meio rural foi um dos pontos em destaque da sua intervenção.
Dário Afonso, consultor com vasta experiência no terreno, trouxe uma perspetiva centrada nos desafios da gestão agrícola e na transformação do modelo de negócio das empresas do setor. Começou por identificar um dos maiores bloqueios ao desenvolvimento: a dificuldade em encontrar e reter pessoas qualificadas. “É difícil encontrar pessoas para trabalhar, mas também é difícil encontrar pessoas competentes, responsáveis e com a atitude certa”. O desafio, segundo Dário, não está apenas na contratação, mas em desenvolver talento, reter equipas e envolver várias gerações nos processos de mudança, como a digitalização. A partir daí, o consultor estruturou a sua intervenção em torno de um conceito-chave: o pós-venda como ecossistema. No seu entender, a relação com o cliente não se esgota na venda de maquinaria, devendo integrar pré-venda, venda e serviço técnico, num modelo contínuo e centrado no agricultor. “Hoje, o serviço de assistência tem de ser planeado, digital e proativo. A manutenção preditiva, baseada em dados, vai deixar de ser uma opção e tornar-se uma exigência.” A sessão terminou com a intervenção do Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, que assumiu o encerramento do Fórum com um apelo à ação. Reconhecendo os desafios colocados pela digitalização, pela escassez de mão de obra e pelas exigências climáticas e de mercado, o ministro sublinhou: “a transformação da agricultura portuguesa não pode ser feita de cima para baixo. Tem de nascer no terreno, com os agricultores, os técnicos e as empresas. E este Fórum mostra que temos esse capital de conhecimento e a vontade.”
Usando uma linguagem simples, mas provocadora, Nadim Bou-Habib foi um dos oradores em foco no evento. Já Dário Afonso (em cima), consultor com vasta experiência no terreno, centrou a sua intervenção no pós-venda
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4.ª FEIRA DA INOVAÇÃO AGRÍCOLA:
FUNDÃO COMO BERÇO DO FUTURO DA AGRICULTURA Por Francisco Cruz
A Feira de Inovação Agrícola do Fundão aproveitou a sua quarta edição para desvendar um pouco do futuro possível da Agricultura, lado-a-lado com soluções e tecnologia já em uso. Uma viagem em que a revista abolsamia assumiu o papel de moderador.
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celebrar a sua quarta edição, a Feira de Inovação Agrícola do Fundão alcançou, este ano, nova dimensão internacional. Em grande parte, devido à parceria entre a Câmara Municipal do Fundão, organizadora do evento, e a World FIRA, o maior evento mundial dedicado à robótica e inovação agrícola, que tem lugar, todos os anos, em Toulouse, França. Apresentando como tema central “O Papel da Robótica, IA e Big Data na Agricultura”, a edição de 2025 da feira portuguesa, que ao longo dos três dias recebeu mais de 25 mil visitantes, começou com a realização do Congresso de Inovação Agrícola. Cujo primeiro painel, moderado pelo sub-gerente da revista abolsamia, Luis Seatra, contou com a participação do professor da Universidade da Beira Interior Pedro, Dinis Gaspar,
Luís Seatra, sub-gerente da revista abolsamia, fez a moderação do painel da Robótica
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do responsável da Câmara Municipal do Fundão para a Inovação, Investimento e Planeamento Estratégico, Ricardo Gonçalves, e do Diretor de Estratégia e Desenvolvimento Empresarial da Naïo Technologies, Julien Laffont. Os quais debateram os efeitos da inovação tecnológica na Agricultura atual e futura, motivando questões várias da parte do público presente.
O OZ440 é um robô autónomo multi-tarefa, preparado para trabalhar em várias culturas especializadas e jardinagem
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A somar ao debate, demonstrações de várias soluções de mecanização, robótica e tecnologias digitais aplicadas à agricultura, a grande maioria realizadas nas quintas experimentais do município, exposição de diversa maquinaria agrícola e concursos de animais. Apesar das naturais “dores de crescimento” que ainda foi possível perceber na edição
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deste ano, para a organização da Feira da Inovação Agrícola do Fundão, o balanço só pode ser positivo. Conclusão baseada não somente no elevado número de visitantes, como também na crescente internacionalização do evento, com a celebração de várias novas parcerias, além do convite para diversos eventos internacionais, como é o caso da Agritechnica.
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Empresa em foco
FORMAR COM RIGOR, PREVENIR COM VISÃO Por Rui Reis
Na JL Empilhadores, a formação de operadores e as inspeções técnicas periódicas são dois pilares estratégicos. Sempre com o rigor e a competência reconhecidos à empresa com sede em Torres Vedras e filiais em Leiria, Maia e Algarve.
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João Lourenço Empilhadores estabeleceu um padrão de excelência na formação de operadores de empilhadores que ultrapassa a mera transmissão de conhecimentos técnicos. Como explica Andreia Jerónimo, responsável pela área da formação, “trabalhamos com uma empresa devidamente certificada e, além da operação de empilhadores, capacitamos os formandos para identificar riscos operacionais
Rafael Bento
em ambiente de trabalho”. Por isso, como afirmou Andreia Jerónimo, “as ações ministradas são acompanhadas pela emissão de certificados válidos em contexto laboral e auditáveis pela ACT”. A componente teórica aborda conteúdos como legislação, características técnicas dos empilhadores, estabilidade, limites de carga, sinalética, riscos ergonómicos e inspeção pré-uso. Já a parte prática, também ela ministrada nas próprias instalações da JL Empilhadores, reproduz
Ao fazerem formação na JL Empilhadores, os formandos recebem certificados válidos em contexto laboral, auditáveis pela ACT
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cenários reais de operação, permitindo ao formando consolidar as suas competências.
Cumprimento do DL nº 50/2005
Central à formação está o cumprimento do Decreto-Lei n.º 50/2005. No seu artigo 32.º, este define que os empilhadores apenas podem ser conduzidos por trabalhadores devidamente habilitados e certificados. Mas o mesmo diploma também responsabiliza o empregador pela manutenção do equipamento em boas condições de funcionamento. Isto implica a realização de inspeções técnicas regulares, de acordo com as instruções do fabricante ou com base em critérios de utilização intensiva ou risco. É nesse domínio que a JL Empilhadores reforça o seu papel como parceira ativa: além da formação na área de operação de empilhadores, os técnicos da empresa também realizam inspeções completas e documentadas em todo o território nacional, avaliando desde os sistemas hidráulicos aos dispositivos de segurança, travagem, direção e sinalética. Na opinião de Rafael Bento, o responsável pelo departamento de verificações periódicas de segurança, “o objetivo é duplo: proteger os operadores e salvaguardar a responsabilidade legal do empregador”.
Distribuidor Exclusivo Pronar para Portugal
GAMA COMPLETA DE REBOQUES Plataformas rebaixadas de 3 eixos
Plataformas rebaixadas de 2 eixos
Reboques expulsores Reboques espalhadores de estrume
Um parceiro ativo e presente
Aliás, a oferta formativa e de inspeções técnicas periódicas da JL Empilhadores integra-se num conceito 360° que sempre esteve no ADN da empresa. “Da venda à formação, passando pelas inspeções, assistência técnica e fornecimento de peças, a abordagem integrada da JL Empilhadores otimiza tempo, minimiza interrupções e reforça a fiabilidade das operações dos seus clientes” afirma Lúcio Lourenço, um dos fundadores e o atual responsável da JL Empilhadores.
Plataformas para fardos
A JL Empilhadores oferece um serviço 360°, que vai da venda à formação, passando pelas inspeções técnicas periódicas
Dumpers
Reboques de gancho porta-contentores
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LEIRIA: Vieirinhos, Pombal T. 233 959 920 pombal@jinaciolda.pt
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Empresa em foco
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STIHL ESTREIA MAIOR CENTRO
DE FORMAÇÃO PARA MAIS 100 ANOS DE SUCESSO Por Francisco Cruz
Prestes a celebrar 100 anos, a alemã STIHL acaba de inaugurar uma nova sede em Portugal. Um marco com cerca de 2.300 m2, resultado de um investimento de 10 milhões de euros, e que contribuirá para, mais do que para o crescimento dos resultados, fazer da empresa fundada em 1926 uma referência na formação, em Portugal.
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íder mundial no setor, com mais de 5 mil milhões de euros de faturação anual e uma previsão de 5,5 mil milhões para 2025, a STIHL tem nova casa em Portugal. O novo edifício, com 2.300 m2 implantados num terreno de 17.200 m2, representa um marco no percurso de 27 anos da STIHL no nosso País, não apenas pelos cerca de 10 milhões de investimento, mas também e principalmente, pelas potencialidades que encerra, em termos expositivos e de formação.
Com o novo edifício, a STIHL Portugal passa a dispor, não apenas do segundo maior showroom da marca na Europa, com mais de 200 máquinas e cerca de 600 referências de acessórios, à disposição numa área de 280 m2, como ainda passa a deter um dos maiores centros de formação do fabricante no Velho Continente. Neste caso, com capacidade para treinar mais de 500 profissionais por ano. A somar a estas duas mais-valias, a STIHL Portugal tem, igualmente, previsto a construção, nos seus novos terrenos, de um centro de treinos outdoor, com o qual poderá passar a receber eventos e visitas de escolas profissionais. Reforçando, assim, a ligação à comunidade e a todos os stakeholders. Na inauguração das novas instalações, realizada a 20 de setembro, e que contou com a presença do Pre-
nacionais e, claramente, assumir um compromisso de longo prazo: investir em inovação, em formação e em serviço”. Pois, “estamos certos de que Portugal continuará a ser um pilar importante no futuro da STIHL”.
“Queremos crescer e continuar a ser líderes”
“ESTAS NOVAS INSTALAÇÕES SÃO UM EXCELENTE INVESTIMENTO, QUE ESTAMOS MUITO CONTENTES POR TER REALIZADO, ATÉ PORQUE ACREDITAMOS MUITO EM PORTUGAL.” Presidente do Conselho Executivo da STIHL, Michael Traub
sidente do Conselho Executivo da STIHL, Michael Traub, além da Vice-Presidente do Conselho Consultivo, Karen Tebar, ela própria membro da família STIHL (3.ª geração), coube ao diretor-geral da STIHL Portugal, Juvenal Martins, destacar o facto de Portugal ser, presentemente, “uma das filiais que mais cresce na Europa”. Sendo que, o investimento agora realizado numa nova sede, “é a prova da confiança que a STIHL deposita neste mercado e no talento local.” Com a abertura de novas instalações, “estamos a reforçar a nossa presença, a criar condições, para apoiar ainda mais os profissionais
A nova sede da STIHL em Portugal, em Sintra, inclui um enorme showroom (o 2º maior da Europa) e um centro de formação com capacidade para 500 formandos/ano
Também numa intervenção dirigida a todos os presentes, a Vice-Presidente do Conselho Consultivo, Karen Tebar, fez questão de agradecer a colaboradores e a todos quantos contribuíram para tornar as novas instalações uma realidade, pois, “queremos manter a nossa posição de liderança no segmento dos produtos a bateria para profissionais”. Contudo, “ainda precisamos de aumentar o nosso perfil e expandir a nossa posição no mercado no segmento de bateria para clientes particulares. Razão pela qual expandimos os nossos canais de vendas, com novas lojas, embora também tenhamos de começar a dar mais atenção aos vendedores especialistas”. De resto e exatamente com esse objetivo, “expandimos a nossa rede de distribuição através de canais dedicados à comercialização de ferramentas e centros de bricolage”, ao mesmo tempo que “estamos focados nos canais de venda online, pois não podemos dar-nos ao luxo de depender exclusivamente da rede especializada de distribuição, isto numa altura em muitos dos clientes privados já não compram nos nossos concessionários. Ainda que estes permaneçam como os canais de venda mais importantes”. Resumindo, “os profissionais precisam de equipamentos e os nossos concessionários têm sido parte do nosso ADN há quase 100 anos, pelo que isso não vai mudar no futuro. Em Portugal, onde temos uma história de sucesso há já 27 anos, temos muitas razões para nos unirmos rumo ao futuro. Sendo que o amplo alcance dos nossos novos produtos contribuirá para isso”, concluiu a sobrinha-neta do fundador da STIHL.
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“As instalações que hoje inauguramos são de extrema importância, não apenas porque constituem um voto de confiança no futuro, mas também porque fazem parte de uma estratégia que visa incentivar, transmitir maior conhecimento técnico e comercial, ao mesmo tempo que facilita o contacto entre a nossa rede e empresas importantes do nosso setor. Basicamente, passamos a ter condições que não tínhamos até aqui”. “Relativamente ao mercado português, atravessa uma fase de transformação rumo à bateria, embora de forma mais lenta face aos mercados do centro da Europa, o que também faz com que, no nosso caso, os equipamentos a gasolina ainda sejam predominantes. No entanto, a transição está a acontecer e nós estamos na liderança, e isso é o mais importante.” “Quanto aos próximos cem anos, a STIHL já nos habituou a todos a fazer grandes investimentos em novas tecnologias e outras novidades, não há outra marca no setor que invista tanto, pelo que acredito que o caminho far-se-á por aí. O ano de 2026 será um grande ano para a STIHL, comemoram-se os 100 anos da empresa, sendo que as metas serão, certamente, exigentes. Mas já estamos habituados, apenas temos de consolidar cada vez mais os objetivos, a começar com os 30 milhões que esperamos fazer este ano.”
O escultor Óscar Rodrigues criou uma peça única para a STIHL Portugal, unindo a cultura alemã à tradição da filigrana de Viana do Castelo, ícone representativo do nosso País.
Juvenal Martins, Diretor-Geral da STIHL Portugal
STIHL MULTINACIONAL, MAS SEMPRE FAMILIAR Fundada em 1926 por Andreas Stihl, o inventor da motoserra moderna, a STIHL continua a ser, ainda hoje e numa altura em que vive já a sua terceira geração, uma empresa familiar, com os 100% do capital ainda nas mãos da família. A empresa alemã possui, hoje em dia, sede em Waiblingen, perto de Estugarda, Alemanha, contabilizando, graças à presença em mais de 160 países, perto de 20.000 (19.732) colaboradores. Atualmente, também já produz em mais seis países, além da Alemanha: EUA, Brasil, Roménia, Suíça, Áustria, China e Filipinas. Líder mundial na comercialização de motoserras, desde 1971, a capacidade inventiva da STIHL não se esgotou, no entanto, neste equipamento, mantendo-se pujante, conforme demonstram as mais de 2.800 patentes já registadas, além de uma média de lançamento de novos produtos por ano que ronda as três dezenas. Isto, com a empresa a liderar, também, na transição energética, com os produtos a bateria a representarem, em 2024, 35% das vendas. Entretanto, o objectivo é que, em 2035, possam significar já 80% da totalidade das vendas.
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“ACREDITO QUE ESTA INAUGURAÇÃO É UM MARCO IMPORTANTE NO PERCURSO DA STIHL EM PORTUGAL, JÁ QUE PERMITE-NOS PERSPETIVAR UM ÓPTIMO FUTURO EM CONJUNTO COM OS NOSSOS REVENDEDORES, QUE ASSIM PASSAM A TER MAIS ESPAÇO PARA A FORMAÇÃO, ALGO QUE, POR SUA VEZ, TAMBÉM CONTRIBUIRÁ BASTANTE PARA O SUCESSO DA PRÓPRIA EMPRESA. ASSIM, ESPERO QUE, COM ESTAS NOVAS INSTALAÇÕES, A STIHL POSSA CONTINUAR A SER LÍDER DE MERCADO, NO FUTURO. MUITO OBRIGADO A TODOS, ESTA INAUGURAÇÃO É, REALMENTE, ALGO DE FANTÁSTICO, MUITO, MUITO OBRIGADO.” Karen Tebar, Membro do Conselho de Administração e Vice-Presidente do Conselho Consultivo da STIHL
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DE UMA OFICINA EM SILVES À CONQUISTA DO MERCADO NACIONAL
A Quintarepair é um bom exemplo de como a especialização, a proximidade com o cliente e o conhecimento técnico profundo podem dar origem a um negócio sustentável e com impacto real no terreno. A partir de Silves, vai ganhando espaço no mapa da maquinaria agrícola nacional, máquina a máquina, cliente a cliente, sempre com o foco na qualidade da assistência.
A partir da esquerda: André Gregorio, Ciara Dornhoff, Karolina Ortega, Joffrey Dornhoff , Kurt Dornhoff, Tiago Rodrigues e Ruben Santos
A McCormick uma das marcas representadas pela Quintarepair
Texto: Rui Reis
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m Silves, numa exploração de citrinos com mais de três décadas, Joffrey Dornhoff, atual CEO da Quintarepair, desde cedo percebeu que a falta de peças e de bons mecânicos para as máquinas especializadas eram um entrave à produtividade. Mecânico de formação e apaixonado por todo o tipo de máquinas, começou a resolver “em casa” aquilo que o mercado não oferecia. Primeiro vieram os contactos na Alemanha, depois as primeiras encomendas de peças (ainda em 2012), e, em 2013,
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a formalização da empresa. O que era uma resposta interna transformou-se numa operação estruturada de assistência, peças e, hoje em dia, representação de marcas de prestígio de máquinas e alfaias agrícolas.
Oferta 360º
O ponto de partida mantém-se inalterado: disponibilizar máquinas ajustadas à realidade do Algarve, vinhas e pomares, parcelas estreitas, declives e acessos exigentes, garantindo, logo à partida, um serviço pós-venda capaz de assegurar uma resposta de qualidade e rápida. A oficina cresceu
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As mini-giratórias alemãs da marca Neumeier são a mais recente adição ao portfólio de máquinas representadas em exclusivo pela empresa algarvia
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com equipamentos de diagnóstico multimarcas, bem como competências em eletrónica e serviços que nem sempre existem localmente: regeneração de filtros de partículas, calibrações, eletrónica instalada a bordo, hidráulica. A logística acompanha esta oferta de serviços: fabrico de mangueiras à medida e stock de consumíveis para reduzir os tempos de paragem. “Só vale o que se mantém a trabalhar” é a filosofia que Joffrey repete e pratica.
Representações de (grande) prestígio
O salto para a representação foi empurrado pelos próprios clientes: “Vocês têm boas condições, deviam ser concessionários.” A partir daí, a oferta ganhou amplitude. A Claas entrou como distribuição regional, em articulação com a Auto Alvaladense, reforçando a resposta em tratores médios e de maior capacidade, pensados para explorações que pedem potência e fiabilidade. A McCormick chegou mais recentemente como concessionário formal e foco nos tratores especializados para fruticultura e viticultura, com potências que cobrem as necessidades típicas da região e de novos clientes particulares, ou com propriedades mais pequenas (tratores compactos). No terreno das alfaias, a empresa não se limita a vender. Em parceria com a J.A.R, fabrica capinadeiras com especificações pensadas para durar. É uma resposta técnica a problemas reais de quem trabalha em ambientes salinos, poeirentos e quentes, onde o equipamento envelhece depressa, se os materiais não estiverem à altura. A peça mais recente deste puzzle chama-se Neumeier: mini-giratórias alemãs que a Quintarepair importa e representa em exclusivo para Portugal. A NR18 (1.800 kg) e a NR35 (3.500 kg) são as estrelas de uma gama com argumentos simples e eficazes: robustez e uma relação qualidade/preço que abre portas a explorações de pequena e média dimensão. A estratégia centra-se agora em criar uma rede de distribuidores a nível nacional, capaz de levar estas máquinas além do Algarve, sem perder o ADN da proximidade.
Mercado expectante, casa arrumada
A Quintarepair representa regionalmente a marca Claas
Joffrey Dornhoff, CEO da Quintarepair
O mercado, admite Joffrey Dornhoff, está muito cauteloso. Os profissionais esperam novos apoios e projetos, e isso trava algumas decisões. A resposta da empresa tem sido preparar o terreno: reforçar o pós-venda, apoiar a frota usada que circula nas explorações e manter a disponibilidade para adaptar soluções, seja um circuito hidráulico específico ou até um conjunto de pneus e jantes dimensionado para determinada cultura. Quando os investimentos forem desbloqueados, a Quintarepair está pronta. A presença em feiras como a FATACIL, ajudam a validar a estratégia e a mostrar o equipamento em contexto. O próximo passo, natural para quem quer afirmar-se a nível nacional, passa por marcar presença na Agroglobal, levando as mini-giratórias e a oferta de tratores e alfaias que sustentam a proposta da Quintarepair: vender máquinas com critério e apoiar nos dias seguintes, quando o cliente precisa de as manter em produção. É uma ideia simples, mas que exige método, stock, conhecimento e uma equipa que não vira costas perante os desafios.
Presença em feiras valida a estratégia
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eiras como a FATACIL e a Agroglobal 2025 ajudaram a validar a estratégia da Quintarepair e a mostrar o equipamento num contexto mais abrangente. Aliás, a forte presença na maior feira agrícola profissional em Portugal foi mesmo um passo natural para quem se quer afirmar a nível nacional. Na 10ª Edição da Agroglobal, a Quintarepair fez-se representar pelas mini-carregadoras e pela ampla oferta de tratores e alfaias que sustentam a proposta da empresa algarvia: vender máquinas com critério e estar disponível quando o cliente precisa de as manter em produção. É uma ideia que parece simples, mas que exige método, stock, conhecimento e uma equipa que não foge a trabalhos difíceis. É isso que a empresa de Silves promete num segmento onde a proximidade técnica é uma evidente mais-valia. outubro/novembro 2025
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Produto em foco
REPSOL LIDERA DESCARBONIZAÇÃO NA AGRICULTURA COM NEXA HVO O NEXA EVO100 representa a mais recente evolução da Repsol nos combustíveis 100% renováveis. Tendo sido criado especificamente para a Agricultura, não só oferece um melhor desempenho face ao gasóleo, como garante menos emissões e um menor desgaste do motor. Entrevistámos Nuno Soares, Gestor de Produto de Combustíveis Renováveis da Repsol portuguesa, que nos explicou as mais valias desta inovação. O que são, como se dividem, e quais as aplicações dos combustíveis renováveis? E de que forma podem ser importantes para as sociedades ou,
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numa abordagem mais específica, para a Agricultura do presente? Os combustíveis renováveis são fontes de energia produzidas a partir de matérias-primas, como resíduos orgânicos, óleos alimentares usados, biomassa ou hidrogénio. São alternativas aos combustíveis tradicionais, permitindo reduzir muito as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) ao longo do seu ciclo de vida. Dividem-se em várias categorias, nomeadamente: biocombustíveis avançados (como o HVO – óleo vegetal hidrotratado), combustíveis sintéticos (e-fuels), SAF (combustível sustentável para aviação), hidrogénio renovável, entre outros ainda em desenvolvimento. Estas tecnologias têm níveis de maturidade distintos, mas representam soluções complementares na transição energética. Em particular, os biocombustíveis como o HVO e o SAF, os quais são, atualmente, as melhores opções para uma descarbonização imediata em setores difíceis de eletrificar, como a agricultura. Permitem prolongar a vida útil da maquinaria agrícola existente, sem necessidade de adaptação, contribuindo de forma
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OS TESTES INDICAM QUE O NEXA HVO100 GARANTE UM DESEMPENHO EQUIVALENTE OU SUPERIOR AO GASÓLEO TRADICIONAL, COM COMBUSTÃO MAIS LIMPA E MENOR DESGASTE DO MOTOR rápida e acessível para uma agricultura mais sustentável. Que tipo de trabalho tem vindo a desenvolver a Repsol neste domínio e quais as metas já estipuladas? A Repsol tem vindo a assumir um papel de liderança na produção de combustíveis renováveis, na Península Ibérica, e no processo de descarbonização da sua atividade. A empresa está a investir fortemente na reconversão dos seus complexos industriais
teor de carbo térias-primas inaugurou em Cartagena (Espanha) uma unidade com capacidade para produzir 250 mil toneladas anuais de combustíveis renováveis, e tem em construção mais dois grandes projetos: um em Puertollano e outro em Petronor (Bilbau). Estes investimentos inserem-se no compromisso da Repsol de alcançar a neutralidade carbónica até 2050. A empresa está igualmente a desenvolver soluções tecnológicas e comerciais para acelerar o acesso a estes combustíveis por parte dos seus clientes, nomeadamente, nos setores dos transportes, aviação e agricultura. Falando especificamente sobre aquele que é o mais recente produto da Repsol neste domínio, o AgroDiesel NEXA HVO100, em que consiste, qual a sua aplicação e quais são as suas principais vantagens? O AgroDiesel NEXA HVO100 é um combustível 100% renovável criado especificamente para a atividade agrícola. É produzido a partir de resíduos orgânicos e
óleos usados, sem recurso a matérias-primas alimentares. Este produto faz parte da gama NEXA, lançada pela Repsol, em abril de 2023, e possui todas as vantagens do Diesel NEXA 100% Renovável para utilização rodoviária, com características adicionais para cumprir os requisitos fiscais e técnicos exigidos ao “gasóleo colorido e marcado” (conhecido por gasóleo verde ou agrícola). Pode ser utilizado nos motores Diesel agrícolas existentes, sem necessidade de adaptações, o que permite uma transição imediata. Além disso, reduz até 90% das emissões de GEE em comparação com o gasól eo convencional e tem excelente desempenho a frio. É de origem 100% renovável, homologado para motores Diesel, tributado e colorido fiscalmente para garantir a aplicação de todas as regras legais aos portadores de cartão da DGEG. Relativamente à comercialização, quando é que a Repsol pensa poder começar a disponibilizar o NEXA HVO100 aos agricultores, em Portugal? E em que condições — apenas para clientes profissionais com frotas cativas, também para particulares, apenas em algumas regiões de Portugal — e com que tipo de incentivos? Atualmente, já disponibilizamos o Diesel Nexa 100% Renovável para utilização rodoviária em mais de 1.200 Estações de Serviço na Península Ibérica, das quais mais de 60 são em Portugal. Ao contrário de muitos países europeus como Espanha,
França ou Itália, onde a venda é livre, em Portugal, por uma questão legal e administrativa, a comercialização de combustíveis de origem 100% renovável está limitada a “frotas cativas”. No entanto, acreditamos que em breve será possível oferecer esta solução a qualquer utilizador português e sem as limitações atuais. Partindo dos testes que a Repsol certamente já fez, nomeadamente com parceiros como a New Holland, quais os ganhos concretos que os agricultores poderão conseguir, em termos de performance e manutenção, ao utilizar o NEXA HVO100? O AgroDiesel NEXA HVO100 é um combustível premium, com elevados padrões de qualidade, desenvolvido e testado em colaboração com os principais fabricantes de motores, incluindo a New Holland. Os testes indicam que este combustível garante um desempenho equivalente ou superior ao gasóleo tradicional, com combustão mais limpa e menor desgaste do motor. Uma vantagem importante é a sua elevada estabilidade e resistência à degradação, dado que não contém FAME (Fatty Acid Methyl Ester — ésteres metílicos de ácidos gordos, que são os principais componentes do biodiesel). Isto torna o AgroDiesel NEXA HVO100 particularmente eficaz para a maquinaria agrícola de utilização sazonal. Adicionalmente, reduz as emissões e melhora a durabilidade do sistema de injeção.
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Produto em foco
HERCULANO ENTREGA CISTERNA
CH 12000 RG NA GALIZA
TECNOLOGIA PORTUGUESA EM SOLO ESPANHOL A Herculano acaba de entregar uma cisterna CH 12000 RG a um novo cliente na Galiza, Espanha, graças a uma parceria com a empresa local Maxideza. Trata-se do primeiro equipamento Herculano adquirido por esta exploração agrícola, que encontrou na robustez e na simplicidade desta cisterna, as respostas certas para as exigências da sua atividade.
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Por Rui Reis
Herculano é, neste momento, a empresa portuguesa com maior expressão no mercado espanhol, além de líderes ibéricos na área do transporte e da fertilização orgânica. Em 2025, reforçou essa posição com um crescimento de mais de 40% em volume de faturação e de 80% em unidades matriculadas, face ao ano anterior. A entrega da cisterna CH 12000 RG a um cliente galego, a Gandeiria Coto SC, com o apoio técnico e comercial da Maxideza, é reflexo desse caminho de expansão sustentada. Propriedade de Victor Manuel Arca Alvarez, a ganadaria de Pontevedra adquiriu, pela primeira vez, um equipamento da marca portuguesa, o qual vai agora operar em terrenos com solos argilosos e que exigem equipamentos robustos, eficientes e com baixa compactação. A escolha da cisterna Herculano CH 12000 RG responde exatamente a essas necessidades. Carlos Carballal, responsável comercial da Maxideza, explica que a Gandeiria Coto SC escolheu a Herculano pelas características técnicas, algumas diferenciadoras, mas também porque “é uma solução com uma excelente relação qualidade/preço e que impressiona pelo cuidado nos acabamentos. Além disso, a atenção ao cliente por parte da marca faz a
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Uma das exigências do cliente foram as rodas de grandes dimensões (650/55 R26,5) para reduzir a compactação do solo. O eixo autodirecional é de série
diferença. Nós já trabalhámos a Herculano há uns anos, embora com cisternas de 20.000 ou 24.000 litros, e sempre gostámos da marca. Agora reatámos a relação comercial e esperamos comercializar mais cisternas deles em breve aqui na Galiza”. Este modelo apresenta um conjunto de soluções técnicas bem ajustadas à exigência deste trabalho. Está equipado com cubos 420x180, rodas de grandes dimensões 650/55 R26.5, eixo autodirecional,
Site
O CLIENTE GALEGO ENCONTROU NA CISTERNA CH 12000 RG DA HERCULANO A RESPOSTA ÀS SUAS NECESSIDADES DE ROBUSTEZ E BAIXA COMPACTAÇÃO DO SOLO
CISTERNA HERCULANO CH 12000 RG Cubos – 420x180 Rodas – 650/55 R26.5 Eixo – autodireccional Suspensão mecânica – BOGGIE Lança hidropneumática Travagem hidráulica Luzes de trabalho e pirilampo LED Sistema de Vazio total
te da inclinação do terreno. Esta característica é especialmente relevante em zonas com declives acentuados. Outro aspecto valorizado pelo cliente são as rodas largas e altas. A largura reduz a compactação do solo, enquanto o grande diâmetro facilita o avanço da cisterna, exigindo menos esforço ao trator e reduzindo o consumo de combustível. Ou seja, mais rendimento com menos impacto. O equipamento entregue inclui ainda bomba Garda, canhão com orientação vertical e horizontal, braço de carga com duas articulações, acelerador de car-
Bomba Garda Canhão c/ sistema de orientação Vert. e Horiz. Braço de Carga 2 articulações Acelerador de Carga Agitador interno Comando de 12 funções Lubrificação central manual com 24 pontos Armadilha para pedras Filtro/Silenciador para bomba Sistema de inibidor de odor/corretor de nitrogénio suspensão mecânica tipo boggie e lança hidropneumática. A travagem é hidráulica e o sistema de iluminação inclui luzes de trabalho e pirilampo LED.
Sistema de vazio total
Um dos elementos diferenciadores é o sistema de vazio total, o que permite a descarga completa da cisterna, seja a subir ou a descer, garantindo que todo o chorume é aplicado independentemen-
O sistema de vazio total permite a descarga da cisterna independentemente da inclinação do terreno
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Produto em foco aplicação excessiva ou irregular, assegurando uma fertilização uniforme e precisa em qualquer tipo de terreno, mesmo em rampas ou zonas com curvas apertadas. Mais do que uma funcionalidade opcional, o DPA responde a uma necessidade crescente do mercado espanhol: controlar ao detalhe a aplicação dos nutrientes orgânicos e, ao mesmo tempo, reduzir o uso de adubos inorgânicos, os custos operacionais e o impacto ambiental. No fundo, uma solução prática e alinhada com as exigências da agricultura moderna e da legislação ambiental vigente, sobretudo em Espanha.
Apoio técnico
Da esquerda para a direita: Armando Matos (assistência pós-venda Herculano), Victor Alvarez (cliente), Carlos Carballal (Maxideza) e Tiago Carreira (Herculano)
ga, agitador interno, comando de 12 funções e um sistema de inibidor de odor/corretor de azoto. Durante o transporte, o agitador interno garante que os sedimentos mais pesados não se acumulem no fundo da cisterna, assegurando homogeneidade na distribuição do efluente.
Débito Proporcional ao Avanço
Esta CH 12000 RG está também preparada para receber o sistema DPA (Débito Proporcional ao Avanço), uma tecnologia que faz parte da linha Green Precision da Herculano. Este sistema regula automaticamente a quantidade de chorume aplicada com base na velocidade do trator. Assim, evita-se a
SISTEMA DPA O sistema DPA, da linha Green Precision da Herculano, ajusta automaticamente a quantidade de chorume aplicada consoante a velocidade do trator. •
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Mantém a dose constante por hectare, mesmo em rampas, curvas ou paragens Evita poças e concentrações indesejadas de matéria orgânica Liberta o operador do controlo manual da distribuição Ajuda a cumprir a legislação em vigor (nomeadamente em Espanha) e reduz perdas de nutrientes Preparado para mapas de prescrição agronómica (Agricultura 4.0)
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Graças ao apoio da Maxideza, a entrega desta cisterna vem reforçar a presença da Herculano em Espanha
A entrega foi acompanhada por uma equipa técnica da Herculano, com formação no local sobre todas as funcionalidades e boas práticas de utilização da cisterna. Para o diretor comercial do mercado ibérico da Herculano, Tiago Carreira, este acompanhamento no terreno é essencial: “Mais do que vender máquinas, queremos garantir que os nossos clientes tiram partido de todo o potencial do equipamento. Esta entrega é um exemplo do que defendemos: tecnologia útil, assistência próxima e relações de confiança, em parceria com distribuidores como a Maxideza.” A Herculano continua, assim, a consolidar a sua posição como referência ibérica na fertilização orgânica, com equipamentos desenvolvidos à medida dos agricultores profissionais e com uma estratégia de crescimento assente na fiabilidade técnica, inovação e proximidade.
SISTEMA DE ESVAZIAMENTO TOTAL Este sistema permite que a cisterna esvazie totalmente o seu conteúdo, mesmo em terrenos inclinados, seja a subir ou a descer. • • •
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A descarga faz-se a partir da dianteira e da traseira Evita acumulações residuais e perdas de carga Reduz o tempo de operação e a necessidade de manobras adicionais Garante maior eficácia, especialmente em terrenos montanhosos
Produto em foco
Fotos
HORSCH AVATAR 6 SL EM PORTUGAL NA QUINTA DA CHOLDA
A Quinta da Cholda, na Golegã, é a primeira exploração portuguesa a integrar o Horsch Avatar 6 SL, um semeador direto concebido para culturas de cobertura e intercalares. Entregue pela Lagoalva, representante da marca em Portugal, faz parte de uma estratégia que visa colocar a agricultura de conservação e regenerativa no centro da produção do milho. Por Rui Reis Colaboraram: Luís Seatra e Catarina Gusmão
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oão Coimbra, gestor da exploração, explica a importância desta aquisição: “Para nós, a cultura de cobertura é a cultura principal. É aqui que começa a fertilidade do solo e é aqui que conseguimos reduzir energia e recursos. O milho arranca agora, mas a sua base é criada antes, quando semeamos misturas que vão alimentar a sua “fábrica” natural de fertilizantes”.
Evitar as mobilizações de solo
Como explicou Abílio Pereira, engenheiro da Lagoalva, “o Horsch Avatar 6 SL distingue-se pela concepção compacta, sendo montado nos três pontos do trator, ao contrário de outros semeadores de grande porte. Apesar da sua largura de trabalho de 6 metros, apresenta um peso e dimensões otimizadas, facilitando o transporte e o trabalho. Cada unidade de sementeira é composta por um disco, com regulação individual da profundidade e da pressão ao solo. O sistema hidráulico permite aplicar até 240 kg de força descendente por corpo, assegurando a penetração em solos duros e a precisão para a sementeira direta. Por fim, importa acrescentar que o Horsch Avatar 6 SL é totalmente compatível com a tremonha frontal Partner”.
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“Para nós, a cultura de cobertura é a cultura principal. É aqui que começa a fertilidade do solo e é aqui que conseguimos reduzir energia e recursos” (João Coimbra)
O modelo entregue à Quinta da Cholda está equipado com duas tremonhas independentes de 400 litros cada, destinadas a sementes ou a misturas. Esta configuração abre a possibilidade de trabalhar culturas combinadas, por exemplo, leguminosas intercaladas com gramíneas, e até de variar as profundidades de colocação.
Totalmente compatível com Isobus
O Avatar 6 SL é totalmente compatível com o protocolo ISOBUS, permitindo ao operador gerir todas as funções a partir da cabina do trator. Estão disponíveis sistemas de doses variáveis, bem como fecho automático de secções, otimizando a utilização de sementes e evitando sobreposições. Além disso, o Horsch Avatar 6 SL permite controlar a todo o momento a quantidade exata de sementes aplicada e a que ainda resta. Para uma exploração com 600 hectares de milho em regadio, como a Quinta da Cholda, estas funcionalidades traduzem-se em ganhos de eficiência.
Reduzir o uso de fertilizantes sintetizados
A introdução do Horsch Avatar 6 SL está inserida num projeto mais vasto de redução da dependência de fertilizantes de compra. João Coimbra lembra que, con-
MINI-FICHA TÉCNICA HORSCH AVATAR 6 SL (Short Line) Tipo: semeador direto de 3 pontos Largura de trabalho: 6,0 m Entrelinha: 25 ou 30 cm Número de unidades de sementeira: 20 a 24 Peso: 3.600 – 3.820 kg Capacidade das tremonhas: 2 x 400 L (MiniDrill) Pressão por disco: até 240 kg (c/ transf. hidráulica de peso) Veloc. de trabalho: 6 – 15 km/h Pot. necessária: 145 kW / 200 cv
Uma das tremonhas levava uma combinação de culturas de cobertura composta por mostardas, facélias e ervilha de gado
Dimensões transporte: largura 2,95 m; altura 3,7 m; comprimento 2,3 m Aplicações: culturas de cobertura, intercalares, sementeira direta em solos difíceis ou com restos culturais
Disco único: versátil, livre de manutenção, com ajuste individual de profundidade, pressão de até 240kg e desempenho superior mesmo em solos pedregosos e argilosos
trariamente à perceção comum, não é o gasóleo o maior custo energético da agricultura: “O maior peso vem dos fertilizantes de síntese, que obriga a enormes dispêndios de energia na produção e transporte. O objetivo é substituí-los por processos biológicos naturais, mobilizando microrganismos e plantas de cobertura que fixam o azoto e o carbono”. Este caminho exige conhecimento. Segundo João Coimbra, trata-se de um percurso de transição que pode ser mais rápido ou mais lento consoante a saúde dos solos: “Se o solo já é fértil e vivo, a mudança pode acontecer num ou dois anos. Mas em solos degradados será mais demorada. A nossa função é acelerar esse processo através da diversidade de culturas e da inovação tecnológica”.
Objetivo duplo
A aposta em máquinas como o Horsch Avatar 6 SL, vem dar resposta a uma dupla necessidade: garantir precisão na implantação das culturas de cobertura e reduzir os custos operacionais através da sementeira direta, minimizando as mobilizações de solo. Para Abílio Pereira, engenheiro da Lagoalva, a chegada desta máquina a Portugal é simbólica: “Estamos a falar de um semeador que alia robustez e simplicidade, permitindo ao agricultor fazer sementeira direta de forma fiável. A agricultura de conservação precisa deste tipo de ferramentas, porque reduzem as passagens de alfaias, poupam combustível e preservam os solos”. E acrescenta: “no caso específico da Quinta da Cholda, o Avatar 6 SL vai ser usado para culturas intercalares e de cobertura, um investimento que traduz bem a visão de futuro e o compromisso com a sustentabilidade da centenária empresa da Golegã”.
Monitorização da aplicação da semente em tempo real que permite saber exatamente quanto já aplicou e quanto resta
João Coimbra e Abílio Pereira
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MOVITER VÁRIOS MUNDOS EM MOVIMENTO
Na Agroglobal 2025, a Moviter marcou presença com a maior participação de sempre, com duas áreas de demonstração e um stand de 2.000 m² que refletiu a diversidade da sua atividade e a crescente aposta na sustentabilidade e na economia circular.
Concessionários Hürlimann
Texto Rui Reis Fotografia Tózé Canaveira
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Concessionários Iseki
epresentante de marcas internacionais de referência, a Moviter afirma-se como um operador global, com soluções para os setores da agricultura, indústria, floresta e ambiente (reciclagem e economia circular). Esta presença reforçada na maior feira profissional de equipamentos é o espelho de uma estratégia assente na inovação tecnológica, na proximidade com o cliente e na responsabilidade ambiental. Com mais de 40 equipamentos em exposição e demonstração, a Moviter apresentou várias novidades nesta feira, com destaque para o harvester John Deere 1270H, o pré-triturador móvel Core Line
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(Grupo Doppstadt), a escavadora Hitachi ZX135US-7 com Rototilt, a gama de minicarregadoras Avant e a alargada gama de tratores da Iseki e da Hürlimann. A estrutura do espaço acompanhou a diversidade da oferta, com zonas distintas para os vários setores de atuação, áreas de demonstração e experimentação de máquinas, loja oficial John Deere Forestry, zona de peças e serviços, simuladores e condições especiais para os visitantes. O stand serviu também como ponto de encontro para clientes, parceiros e concessionários, refletindo uma cultura de proximidade que é uma marca da empresa nacional.
TRANSFORMAR RESÍDUOS EM VALOR E FLORESTA EM FUTURO Na Agroglobal 2025, a Moviter demonstrou como a tecnologia pode ser um motor de sustentabilidade. Com foco em dois eixos centrais, floresta e ambiente, a empresa apresentou em ação o harvester John Deere 1270H e o pré-triturador Core Line 250, do Grupo Doppstadt.
“A
economia circular é uma forma de aportar valor económico ao ambiente e tornar as soluções mais sustentáveis”, afirma Pedro Vieira, responsável de marketing da Moviter. O triturador Core Line 250 da alemã Doppstadt, permite transformar resíduos de construção e demolição em matéria-prima reutilizável. “Até agora, não havia equipamentos com um menor custo de aquisição. Esta máquina consegue chegar às micro e pequenas empresas, que podem gerir os seus próprios resíduos e ainda rentabilizar o investimento.” Na frente florestal, o novo harvester 1270H da John Deere combina a precisão de corte com a conectividade entre máquinas e a gestão remota de operações. “As máquinas comunicam entre si. A de rechega (forwarder) sabe o que a de corte já fez. Quem está na serração conhece, em tempo real, o volume disponível. Isto é eficiência e sustentabilidade.” Com soluções móveis e estáticas, diesel ou elétricas, e um portfólio que inclui a John Deere Forestry, Doppstadt, Komptech, Arjes, FAE e Hitachi, a Moviter Industrial apresenta-se como parceira estratégica para um setor agrícola e florestal mais eficiente, mais digital e, acima de tudo, mais sustentável.
O pré-triturador Doppstadt Core Line 250 consegue lidar com RCDs (resíduos de construção e demolição), madeira e resíduos industriais
A floresta constitui um setor fundamental na atividade da Moviter
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O “CANIVETE FINLANDÊS” DAS MINI-PÁS CARREGADORAS A Avant marcou presença na Agroglobal 2025 através da Moviter, distribuidor em Portugal desde 2016. Reconhecida pelas dimensões compactas e pela extrema versatilidade, a marca finlandesa esteve em força na feira, com a apresentação de toda a sua gama, incluindo, a nova versão elétrica.
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minicarregadora Avant disponibiliza mais de 200 acessórios, desde garfos de fardos a trituradores, varredoras, fresas, baldes, corta-relvas e muitos outros, permitindo adaptar a mesma máquina a uma grande variedade de tarefas. A manutenção é simples e o acesso aos componentes é facilitado por um capot traseiro basculante.
Série 700 em destaque
Em Portugal, a série 700 será a mais procurada, já que combina a elevada manobrabilidade com a tração permanente, ideal para aplicações agrícolas em solo irregular ou em espaços reduzidos. Além disso, possui uma estrutura articulada e uma transmissão hidrostática nas quatro rodas. O modelo 760i, que esteve em destaque no espaço da Moviter, está equipado
com um motor Kubota de 49 cv e entrega um caudal hidráulico de até 75 l/min. A capacidade de elevação é de 1.500 kg, com uma altura máxima de 3,1 metros, permitindo operações de carga em paletes, reboques ou silos. O joystick proporcional, o sistema de engate rápido e o braço telescópico com nivelamento automático oferecem uma grande precisão, controlo e segurança.
Avant e-Series 100% elétrica
A elétrica e527 é a mais recente novidade na oferta de minicarregadoras da Avant
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Em exposição no átrio principal do CNEMA, a nova geração elétrica, Avant e-Series, com bateria de iões de lítio com 47 kWh de capacidade, representa a aposta da marca nas soluções com zero emissões e baixos custos de operação e manutenção, oferecendo uma autonomia de até 6 horas. Com engenharia finlandesa e soluções pensadas para a produtividade, as mini-pás articuladas Avant continuam a afirmar-se como referência entre os profissionais que valorizam versatilidade, potência e fiabilidade.
ISEKI DUPLICA A GAMA NOS COMPACTOS Na maior presença de sempre da Moviter numa feira agrícola, a Divisão Agrícola destacou-se com as marcas Hürlimann e Iseki, apostando numa combinação de inovação e de soluções de financiamento. A marca japonesa anunciou ainda a duplicação da oferta entre os tratores compactos.
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Moviter apresentou-se na Agroglobal com a maior participação de sempre. Na Divisão Agrícola, liderada por João Bizarro, a estratégia assentou num forte investimento em máquinas, com cerca de 30 tratores em exposição, e num esforço concertado de aproximação aos concessionários.
A Divisão Agrícola da Moviter, liderada por João Bizarro, levou cerca de 30 tratores à Agroglobal, entre os quais, o Hürlimann XF 70 Spirit
A Iseki aproveitou a Agroglobal para anunciar novos modelos entre os 35 e 50 cv
Assim, durante o certame, a empresa organizou dias específicos dedicados à Hürlimann e à Iseki, com ações de formação técnica e demonstrações que reuniram mais de 50 profissionais da rede nacional. A presença de responsáveis
europeus da Iseki sublinhou, aliás, a importância do momento. A ocasião foi ainda marcada pelo anúncio de que a Iseki duplicou a sua oferta em Portugal no segmento compacto, com novos modelos entre os 35 e os 50 cv, incluindo a estreia no mercado nacional de transmissões hidrostáticas nessa gama de potências e a revelação do TG6407, um modelo que surpreende ao integrar tecnologias como a caixa powershift automática, o controlo eletrónico da TDF, e a gestão inteligente da tração; tudo, num trator de apenas 40 cv. Ainda no campo das novidades, destaque para a estreia da gama Hürlimann XF Pro, que introduz a possibilidade de autocondução e apresenta melhorias hidráulicas, assim como para o renovado XL K135 (130 a 143 cv), agora com alterações no motor e na transmissão. A Moviter reforçou ainda as suas campanhas de financiamento em ambas as marcas: com a oferta de 0% juros até 60 meses para a gama Hürlimann e de 0% juros até 48 meses para a Iseki.
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Equipado com praticamente todos os extras disponíveis, o novo Fendt 620 Vario será um novo trunfo, em particular, na prestação de serviços
DOZE É O NÚMERO QUE A TURCA TEM Doze. Eis o número mágico que a Sociedade Agrícola Herdade da Turca do Meio passa a ostentar, após a entrega, no passado mês de Agosto, de um Fendt 620 Vario, feito à medida. O primeiro da nova geração a ser entregue em Portugal e que a revista abolsamia teve o privilégio de testemunhar, em primeira mão. Por Francisco Cruz
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paixão de José Marcolino Ferreira, dono e gerente da Sociedade Agrícola Herdade da Turca do Meio, pelos tratores Fendt, já não é de agora. Aliás, começou há vários anos, quando, decorria o ano de 2015, comprou um Fendt 313 Vario. A partir daí, seguiram-se muitos, a começar num 516, chegado
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em 2016; um 720, em 2018; e, já depois de 2020, um 211, um 314, um 514 e um 942. Todos eles, hoje em dia, parte de uma frota que acaba de ver chegar o seu 12.º elemento: um 620 Vario de última geração, “construído” à medida. Quanto à aquisição deste novo 620, José Ferreira explica que “resulta da necessidade de poupar mais o 720 que temos, que já tem cerca de 11 mil horas cumpridas, porque tem sido o nosso trator para todo o serviço bruto. Especial-
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mente, quando o 942 é demais para a tarefa. No caso deste novo 620, não só tem mais potência que o 720, como ainda vem suprimir a falta que sentíamos de um trator com carregador frontal, capaz de transportar bolas de silagem, solução que não tínhamos até hoje”. Com mais de 170 hectares próprios, distribuídos pela Herdade da Turca de Cima, parte da Herdade da Turca de Baixo e parcelas anexas, onde dispõe de cerca de 40 hectares de olival, cortiça, feno e ovinos, é, no entanto, na prestação de serviços que José Ferreira utiliza o seu extenso parque de máquinas. Composto, atualmente, por “16 tratores, duas retroescavadoras, uma máquina de vindimar e quatro máquinas
Fotos do evento
FENDT 620 VARIO PROFI PLUS GEN-4 Motor: AGCO POWER CORE50 Cilindrada: 4 / 5.0 Potência (cv): 204 com TDP Binário (Nm): 885 Nm às 1.200 rpm Consumo: 245 g/kWh (+29,3 g/kWh AdBlue) Nível de emissões: Stage V Transmissão: VarioDrive de nova geração com motores hidráulicos independentes para o eixo dianteiro e traseiro, tracção integral permanente e Stop And Go Velocidade máxima: 50 km/h atingíveis às 1.300 rpm Capacidade de carga: 5.800 kg Principais tecnologias (de série): Sistema Vario Drive, regulação da pressão dos pneus VarioGrip, Assistência à Travagem (TBA), cabina Fendt VisioPlus com AC e sistema FendtONE Principais Opcionais: carregador frontal, suspensão no eixo frontal, sistema hidráulico frontal com TDF de seis saídas à frente e atrás, iluminação LED, pesos nas rodas também detrás, três monitores digitais na cabine, GPS, espelhos exteriores de regulação elétrica.
ESCOLHO FENDT PORQUE É O REI NA POUPANÇA DE COMBUSTÍVEL E PORQUE VALE MAIS NA RETOMA para apanha da azeitona, com a grande maioria a ter como principal utilização o olival, seguido da cortiça.” “Neste momento, a nossa atividade distribui-se entre 80 e 20 por cento; 20
Da esquerda para a direita: José Manuel Fialho, sócio-gerente da Agro-Reparadora José Manuel Fialho; José M. Ferreira, proprietário da Herdade da Turca do Meio; e João Lopes, gerente da Forte, importador Fendt para Portugal
por cento da utilização das máquinas é feito em casa e 80 por cento é na prestação de serviços. De resto, terminámos há pouco uma obra aqui no Poço, para uma plantação de abacates, concluímos outra em Monte Mouro, de olival superintensivo, e estamos a fazer outra em Benavila, também de olival. Entretanto, também estamos em vias de começar uma outra intervenção em Veiros e que teremos de terminar ainda antes de iniciarmos a campanha da azeitona.” Perante um tal grau de exigência, impõe-se a pergunta: porquê Fendt? “Porque Fendt é o número 1; porque é o rei na poupança de combustível e esse um dos nossos maiores custos em termos de operação; e porque, sempre
que se faz uma retoma, é aquele que vale mais. De resto, quem faz contas como eu faço, com um Fendt, basta fazer três mil horas de trabalho para, a partir daí, começar a recuperar o investimento inicial maior feito na compra, face a qualquer uma outra marca de tratores”. “No meu caso, quando um trator que atinge as 12.000 horas, é altura de começar a pensar na substituição. Atingidas as 15.000 horas, está de saída e vem outro, o mais recente possível, e, de preferência, com todas as tecnologias mais avançadas. Porque, se há coisa que nós, aqui, fazemos questão de garantir, é a realização de um trabalho de excelência. E isso só é possível com máquinas à altura.”
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João Lopes, gerente da Forte, importador da Fendt para Portugal
“Podemos dizer que este negócio começou há muito tempo, mais concretamente, no momento em que vendemos um Fendt 500 à Sociedade Agrícola Herdade da Turca do Meio. A partir daí, foram vários os tratores que entregámos a este cliente, sendo que, mesmo ainda antes da entrega do 942, em 2024, já o José Ferreira falava num 600 dos novos. Assim, foi por volta dessa altura que o negócio começou a ser feito, tendo ficado também praticamente decidido de que seria uma unidade feita por encomenda, com praticamente todos os extras. Entretanto, a partir do momento em que a nova série 600 foi apresentada, voltámos a falar e o negócio ficou fechado”. Sobre o momento atual do mercado, o diretor geral da Forte recorda que, “os últimos números apontam para uma quebra acima dos 30 por cento do mercado”, embora e no caso da Fendt, “a primeira metade do ano tenha sido relativamente tranquila”. No entanto, “já começámos a sentir um
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pouco a queda na procura, cerca de 15 por cento menos, o que me leva a pensar que teremos um 2025 pior. Até porque tudo o que é projeto necessitado de financiamento do Estado está parado, entretanto também surgiu o problema dos incêndios, e a verdade é que o bolso de onde sai o dinheiro para tudo isto é só um. Como tal e apesar da Fendt ser uma marca pequena, que vende cerca de 70 tratores por ano, e embora 90% dos agricultores que têm tratores gostassem de ter um Fendt – eu também sou agri cultor, sei como é... –, não estou muito otimista.”
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“A ENTREGA DESTE TRATOR SURGE NA SEQUÊNCIA DE OUTROS NEGÓCIOS JÁ FEITOS, A COMEÇAR NUM FENDT 211, AO QUAL SE SEGUIU UM 314, UM 514 E UM 942, ENTREGUE JÁ EM 2024. OU SEJA, É UMA PARCERIA JÁ COM ALGUNS ANOS, QUE SE TEM MANTIDO PORQUE O DONO DA HERDADE CONFIA NO NOSSO SERVIÇO, ESTÁ SATISFEITO COM A NOSSA ASSISTÊNCIA. PORQUE, ESPECIALMENTE DURANTE A ÉPOCA DE CAMPANHA, NÓS TEMOS SEMPRE PESSOAL A TRABALHAR, PRONTO PARA RESPONDER A TODO E QUALQUER MOMENTO.” José Manuel Fialho, Agro-Reparadora José Manuel Fialho Lda.
Mais potente que o 720, o novo Fendt 620 Vario promete também maior versatilidade e capacidades
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JOHN DEERE
INOVA PRODUÇÃO COM DAIRY & LIVESTOCK A John Deere pretende promover uma nova abordagem no sector da produção leiteira e pecuária, através da sua nova filosofia Dairy & Livestock. Estratégia apresentada em Loonbedrijf Vroege, nos Países Baixos, onde a revista abolsamia pôde conhecer, em primeira mão, várias inovações para os próximos tempos.
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Texto Francisco Cruz Colaborou Luis Seatra
um evento criado para dar a conhecer novas soluções relacionadas com a produção leiteira e de gado, a John Deere mostrou, desde inovações várias relacionadas com a agricultura de precisão, até picadoras de silagem e novas enfardadeiras. Sem esquecer novos softwares inteligentes que prometem contribuir para revolucionar o processo em campo.
Mixed Sustainability Centre de A a Z
Um dos marcos desta nova estratégia é o lançamento do novo “Mixed Sustainability Centre”, uma plataforma inovadora que reúne dados de culturas, alimentação e gestão animal, promovendo a eficiência, sustentabilidade e rentabilidade das explorações leiteiras. Gestor de produto da John Deere para estes novos domínios, Alexander Berges destacou a profunda transformação metodológica vivida pela empresa nos últimos cinco anos, nomeadamente, com o abandono de uma perspetiva centrada apenas no produto, para uma nova realidade em que o foco passa a ser no sistema de produção como um todo. E em que
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ENTRE OS ATRIBUTOS DA JOHN DEERE V462R, DESTACAM-SE: Documentação automática de todos os parâmetros operacionais (número, localização, camadas de rede, utilização de facas, produtividade), acessível no Operations Center; Novos displays G5 Universal e G5E, com interface intuitiva e personalizável. Sistema Weave Automation para a assegurar a formação uniforme dos fardos, mesmo em condições exigentes; Reforço estrutural, maior densidade dos fardos (até 7% superior) e aumento de produtividade até 8%.
Agricultura de precisão na palma da mão: o Operations Center da John Deere conecta, monitoriza e otimiza todas as operações no campo
o animal — especialmente a vaca leiteira — passa a figurar no centro da análise. Esta abordagem, recorda Berges, permitiu repensar todo o ciclo produtivo, desde a produção de culturas, passando pela alimentação (que representa cerca de 60% dos custos totais do leite), até à gestão integrada dos dados de produção. O responsável salientou ainda que, apesar do papel relevante da John Deere em várias etapas do processo, nenhuma empresa domina todo o ecossistema da produção leiteira, sendo fundamental a colaboração com parceiros e a integração de diferentes soluções digitais.
Sobre a tecnologia de agricultura de precisão
Alexander Berges destacou a profunda transformação metodológica vivida pela empresa, com o abandono de uma perspetiva centrada apenas no produto e passando a ver a produção como um todo
Parte igualmente importante nesta nova abordagem, o John Deere Operations Center permite a integração total das máquinas agrícolas da exploração, possibilitando o acompanhamento em tempo real de todas as operações no campo, desde a colheita ao enfardamento. A plataforma digital disponibiliza uma visão detalhada do desempenho de cada máquina, incluindo o tempo de funcionamento, a produtividade, o consumo de combustível, a qualidade da produção e a localização precisa em cada parcela. Esta monitorização avançada facilita a otimização de recursos, a comparação da eficiência entre operadores e máquinas, bem como a receção de alertas automáticos para eventuais desvios de desempenho. A partilha de dados entre prestadores de serviços e produtores é simplificada, assegurando a transparência, a documentação rigorosa e a integração com outros sistemas digitais, como o Milk Sustainability Center. A exportação de relatórios detalhados e mapas de produtividade reforça a eficiência e a tomada de decisão baseada em dados, consolidando a transformação digital na gestão agrícola.
As novas enfardadeiras séries V e C
Na ocasião, a John Deere apresentou, ainda, a nova geração de enfardadeiras das séries V (câmara variável) e C (câmara fixa), com destaque para os modelos V462M, V462R e C451R, incluindo as versões combinadas (Combi). Estas enfardadeiras vêm equipadas de série com tecnologia ISOBUS, permitindo o controlo total a partir do terminal do trator e integração automática de dados no John Deere Operations Center.
PICADORAS F8 E F9 REFORÇAM ATRIBUTOS A John Deere apresentou a nova geração de forrageiras automotrizes F8, integrando várias melhorias técnicas, alinhadas com as exigências do mercado europeu. A principal inovação reside na adoção do novo motor JD14X em toda a gama F8, incluindo o modelo F8100 (425 cv) até ao F8600 (645 cv), e que vem substituir, em definitivo, os motores anteriores de 9 litros. Esta atualização resulta, também, num aumento de potência – por exemplo, o F8600 passa a disponibilizar 645 cv – e numa maior eficiência global das máquinas. Na gama F9, forrageiras automotrizes que figuram no topo da linha da John Deere, foi também renovada, apresentando motores ainda mais potentes e soluções orientadas para grandes volumes de trabalho. Os modelos F9500, F9600, F9700, F9900 e o topo de gama F91000 (com motor Liebherr V12 de 24 litros e 1.020 cv) oferecem, entre outros argumentos, potências máximas até 1.020 cv (F91000), HarvestMotion Plus, canais de fluxo de 850 mm, cabina premium e sistemas avançados de automação e precisão, além de um processador de grão de alta performance e manutenção simplificada. outubro/novembro 2025
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CLAAS APRESENTA AS ENSILADORAS JAGUAR SÉRIE 1000 A Claas acaba de desvendar a nova série 1000 das ensiladoras automotrizes Jaguar, que foi projetada para alcançar uma maior performance de trabalho. A tecnologia de assistência ao operador ainda mais completa, um fluxo de recolha até 500 toneladas por hora, e a possibilidade de acoplar frentes de corte de maior dimensão, estão entre os destaques que caracterizam as Jaguar 1000.
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Por João Sobral
convite da Claas Ibérica, viajámos até Ferdinandshof, no Norte da Alemanha, para termos contacto em campo com esta nova série de picadoras no seu habitat natural, marcado por extensos campos de milho para silagem. Equipadas com motor V12 com 24 litros de capacidade, fornecidos pela MAN, esta série é composta por quatro modelos. As Jaguar 1080, 1090, 1100 e 1200 fornecem, respetivamente, 850, 925, 1020 e 1110 cv de potência. O sistema de recolha foi adaptado, apresentando uma alimentação larga, com recurso a um rotor V-Flex de 910 mm de largura e a um sistema de pré-compreensão totalmente hidráulico, para garantir débitos mais elevados e uma qualidade de ensilagem sem compromissos. No que respeita a acessórios, as picadoras Jaguar 1000 podem equipar com pick up 3000, 3800 e 4500, que cobrem uma largura de trabalho entre 3 e 4,5 metros para recolha de forragem, e com as
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frentes de corte Orbis 9000 e 10500 para recolha de milho, que cobrem uma largura de trabalho de 9 ou 10,5 metros. Com tecnologia e performance melhoradas face à gama pré-existente de picadoras da Claas, as Jaguar 1000 beneficiam ainda de uma compatibilidade de comunicação mais abrangente entre o sistema de gestão Claas Connect e os sistemas de gestão de outras marcas presentes no mercado.
Nutrimeter de nova geração Na Jaguar série 1000 a Claas apresenta um sensor NIR de nova geração para o seu sistema Nutrimeter. Este avalia em tempo real o teor de matéria seca, permite registar com precisão o rendimento de colheita e de o cartografar por parcelas, assim como regular automaticamente a largura de corte. Para além da matéria seca, o Nutrimeter mede igualmente diferentes taxas de nutrientes, tal como o amido, proteínas brutas e açucar, contribuindo para obter a mais alta qualidade da silagem
O Claas Connect oferece ao operador um vasto leque de possibilidades para monitorização do rendimento de trabalho da máquina, para agendamentos, para alertas, para relatórios, e, entre muitas outras funções, para conexão logística com as outras máquinas em campo, nomeadamente os tratores que acompanham as Jaguar na recolha.
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MAIS DO QUE UM EVENTO, UMA JORNADA TÉCNICA Nos passados dias 3 e 4 de julho, a Torre Marco abriu as portas das suas instalações em Vila do Conde para acolher mais uma edição da Expo Torre Marco. Um evento que se assumiu como verdadeiro encontro técnico de elevada relevância para o setor agrícola e florestal, e que, ao longo dos dois dias, reuniu cerca de mil profissionais. Texto Rui Reis
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Fotografia Tózé Canaveira
Expo Torre Marco é uma jornada pensada para criar valor técnico. Não é uma feira de vendas, nem um evento de portas-abertas, é um dia de aprendizagem”, resumiu Gil Gomes, responsável pela empresa, destacando a presença de especialistas de todas as marcas representadas, tanto mecânicos como engenheiros, e as formações em ambiente de conferência. A edição deste ano coincidiu com o 40.º aniversário da empresa, o que reforçou ainda mais a aposta na inovação e no contacto direto com os clientes e parceiros.
A picadora John Deere F8 foi apresentada pela primeira vez na Europa nesta edição da Expo Torre Marco. A unidade em questão veio diretamente da fábrica
Picadora John Deere F8 foi novidade absoluta
Entre as novidades em destaque estiveram o semeador 100% elétrico Valoterra da Monosem, bem como a
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nova gama de tratores 6M da John Deere e a nova picadora F8, apresentada pela primeira vez na Europa. “Foi uma feliz coincidência conseguirmos trazer esta máquina diretamente da fábrica da John Deere. Os clientes valorizam este tipo de exclusividade”, sublinhou Gil Gomes. Do lado da John Deere, Jesus Arroyo, especialista de vendas, des-
Jesus Arroyo
tacou a importância da Torre Marco como “um dos concessionários mais profissionais e relevantes da Península Ibérica”, com forte foco na agricultura de precisão e nos contratos de elevada exigência técnica.
Agricultura de precisão em destaque
A aposta no conhecimento foi evi-
Fotos
A Kress apresentou um robô corta-relva autónomo da gama KR
Da esquerda para a direita: Paula Magalhães, Olga Arrabalde e Sílvia Faria
e corta-relvas com tração 4x4, a Stihl marcou presença com a sua gama de ferramentas alimentadas a bateria, enquanto a marca M7 trouxe ferramentas pneumáticas e elétricas profissionais, ligadas ao protocolo europeu com a John Deere. Já a Kress apresentou um inovador robot corta-relva autónomo que promete fazer sucesso na manutenção de zonas verdes e em campos de golfe.
Acesso direto aos fabricantes
dente. A palestra sobre tecnologias de precisão encheu a tenda principal, sinal de que o mercado está mais recetivo à agricultura 4.0. “Há três anos, com um tema idêntico, tivemos meia dúzia de pessoas. Desta vez, foi casa cheia”, reforçou Gil Gomes.
Para além das marcas agrícolas, como a Herkulis, a Kramer, a Sgariboldi ou a Gregoire, houve também espaço para equipamentos florestais e soluções para o setor do jardim e do golfe. A Etesia apresentou os seus veículos 100% elétricos
Na Monosem destacou-se o semeador Valoterra 100% elétrico
A componente técnica foi amplamente reforçada por demonstrações práticas e pelo envolvimento direto de técnicos e formadores das marcas. “Não queremos que o cliente fale apenas com o vendedor. Queremos que possa falar com quem desenvolve, fabrica e até repara estas máquinas. Isso permite-lhe tirar dúvidas, esclarecer situações e, acreditamos nós, faz toda a diferença para quem nos
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visita”, explicou o responsável da Torre Marco. A formação dos próprios colaboradores da empresa também esteve em foco, com sessões técnicas orientadas por representantes de marcas como a Stihl. A estratégia passa por garantir que todos os interlocutores da empresa têm competências técnicas que permitam um serviço pós-venda de excelência. “O sucesso não está em querermos saber tudo, mas antes em rodearmo-nos de quem sabe e
Os segmentos de jardim e golfe têm vindo a ganhar destaque no volume de negócios da Torre Marco, o que justifica a generosa área de exposição dedicada às marcas por si representadas
A gama 6M da John Deere era outra das novidades nesta expo Torre Marco
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a Torre Marco tem 75 profissionais de mão-cheia que garantem que o cliente tem sempre uma resposta à altura dos seus desejos e necessidades”, afirmou Gil Gomes.
Um parceiro de excelência
Com foco na área agrícola, nos segmentos de jardim e golfe, na floresta
e, cada vez mais, na agricultura de precisão, a Torre Marco consolida assim a sua posição como um parceiro de referência no setor. Através de eventos como este, reforça não só as suas relações com fornecedores e parceiros, mas, acima de tudo, com os profissionais que diariamente trabalham a terra.
A Torre Marco aposta muito na formação especializada dos seus colaboradores
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Eventos
MASCHIO DAY
DÁ A CONHECER O ABRANGENTE PORTFÓLIO DA MARCA A Maschio Gaspardo realizou em setembro o maior Maschio Day em Portugal, reunindo 381 participantes entre agricultores, distribuidores e parceiros do setor. Foi um momento de demonstração da tecnologia e da ampla gama de alfaias da marca italiana, num evento que, segundo Sérgio Raposo, diretor da Maschio Gaspardo Portugal, “superou as expectativas”.
Durante uma visita às máquinas em exposição e demonstração, Sérgio Raposo apresentou à revista abolsamia os principais modelos da Maschio Gaspardo. “Na fertilização, temos em foco os distribuidores de adubo com tremonha de grande capacidade (até 4.500 litros) e larguras de trabalho de até 45 metros, em versões totalmente hidráulicas com interface Isobus/ Isotronic e corte por secções”.
Semeadores Maria, Opera e a linha MTR
Já na sementeira, Sérgio Raposo destacou o Maria (série S-SC Maria), um semeador mecânico de discos duplos para cereais e oleaginosas,
Por Rui Reis Fotografia Tozé Canaveira
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érgio Raposo, diretor da Maschio Gaspardo em Portugal, sublinhou que a força da marca italiana está na abrangência da sua oferta, que cobre todas as etapas essenciais do ciclo agrícola. “A nossa gama é muito completa: temos máquinas para mobilização do solo, sementeira, fertilização, trituração de resíduos e proteção das culturas. Isto permite-nos dar resposta tanto a pequenas explorações hortícolas como a grandes áreas de cereais ou arroz. Adaptamo-nos a diversas potências de trator, a diferentes realidades de terreno e a necessidades específicas dos nossos clientes.”
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Opera Work
Este Maschio Day reuniu 381 participantes que tiveram oportunidade de conhecer a extensa gama de soluções da marca italiana
indicado para solos preparados ou com uma mobilização mínima, com regulação de profundidade por rodas e distribuição mecânica por rolo. Complementa-o o Opera, um semeador combinado (3 e 6 m) com entre-fila de 12,5 cm, grade de discos frontal independente e barra de sementeira traseira, tremonha de grande capacidade e dois doseadores, permitindo trabalhar sementes e adubo ou diferentes culturas. Nos semeadores de milho, foi referida a linha MTR (mecânica) e a disponibilização de versões Isotronic com motores elétricos, além da tecnologia de alta velocidade Chrono. Nas soluções de abastecimento frontal, as tremonhas frontais de grande capacidade PA1 e PA2 aumentam a autonomia e a versatilidade: a PA1 (um produto) e a PA2 (dois produtos, com dois doseadores e dois ventiladores) podem alimentar barras traseiras para semente e/ou adubo, integrando-se facilmente com as grades rápidas ou os semeadores.
Trituradores Giraffa e Delta
Semeador
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Na trituração, a família da Maschio Gaspardo inclui soluções para diferentes cenários: a Giraffa (descentrável) permite trabalhar taludes, bermas e valas graças aos
Fotos
Campo 32
Grades rápidas, subsoladores e charruas
ângulos de inclinação (até 90° para cima e 65° para baixo); um triturador de caixa alta para restolhos volumosos cobre o trabalho pesado em palhada; e a novidade Delta, uma trituradora traseira dobrável, que trabalha em conjunto com um triturador frontal para oferecer 8,40 m de largura efetiva, com um rotor reforçado e capacidade de lidar também com material lenhoso, mantendo os 3,0 a 3,1 m em transporte.
Artiglio
O triturador Giraffa permite trabalhar em zonas inclinadas, como taludes e bermas, graças aos bons ângulos de inclinação
Na mobilização, o catálogo da Maschio Gaspardo cobre desde as grades rápidas de discos independentes (exemplo: o Veloce, com opções de disco 520 ou 560 mm e rolos específicos para compactação e acabamento) até aos subsoladores, como o Pinocchio, o Attila e o Artiglio (1,3 a 5,0 m). Já a gama de charruas vai dos 2 aos 6 corpos, com versões non-stop e abertura variável (até 55”). Em trabalhos combinados profundos, o Dracula, não sendo uma novidade absoluta, já integra discos e dentes num único passe. Nas grades rotativas, Sérgio Raposo destacou a Jumbo X pela largura “recordista” de até 10 metros, com sistema hidráulico para fechar/ baixar em transporte (4 m de altura e 3,1 m de largura) e a possibilidade de
trabalhar em 9m quando necessário. É um equipamento que já exige tratores mais potentes, especialmente eficaz em janelas de trabalho curtas e em áreas extensivas.
Pulverizadores
Por fim, na proteção das culturas, a marca apresentou um sistema combinado de pulverizadores conduzidos com depósito traseiro e depósito frontal, cujo sistema hidráulico permite a recirculação entre tanques para manter a concentração homogénea. Já o Campo 32, um pulverizador rebocado com barras, integra o controlo bico-a-bico por GPS (Isotronic), permitindo controlar eficazmente as sobre e sub-dosagens, algo cada vez mais relevante em contextos de controlo de custos e de conformidade ambiental.
Jumbo X
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Sérgio Raposo
Alfonso Egea
Diogo Guerra
Diretor da Maschio Gaspardo Portugal
Diretor Geral da Maschio Gaspardo Ibérica
Resp. Dep. Peças da Maschio Gaspardo Portugal
“Evento espelha a aposta da marca no mercado português”
“Sem os agricultores, não somos nada”
“Queremos estar do lado do cliente, dando respostas rápidas.”
No final do evento, Sérgio Raposo, diretor da Maschio Gaspardo Portugal, não escondia o entusiasmo, já que “tínhamos grandes expectativas quanto a esta edição, e não saímos desiludidos, muito pelo contrário. Foi o maior evento que já realizámos em Portugal, com 381 participantes, foi um enorme desafio logístico, mas correu bem e ficámos muito satisfeitos. Agora, queremos dar continuidade a esta dinâmica, com o Maschio Day a confirmar-se como uma montra de inovação e uma plataforma de proximidade entre a marca, os concessionários e os agricultores, num contexto de mercado desafiante. Tendo espelhado, igualmente, a aposta crescente da Maschio Gaspardo no mercado português, sempre com intuito de continuar a crescer no mercado nacional”.
“Para nós, o cliente final é, sem dúvida, o mais importante. É o agricultor que está no centro de tudo, que dá a conhecer aquilo de que necessita, desde logo, através dos nossos distribuidores. Tem sido assim que temos crescido muito, com a ajuda de uma gama cada vez mais alargada, a começar pelo equipamento destinado ao solo e à sementeira, mas também na pulverização, fertilização e forragem. Esta ação [Maschio Day] contribui muito para isso; porque há muitos agricultores que desconhecem grande parte dos equipamentos que possuímos e esta é a oportunidade de os dar a conhecer. É o caso da Jumbo X, a maior grade rotativa do mundo, ou da Opera 600, cuja única unidade entregue até ao momento na Península Ibérica foi em Portugal, a um cliente que se dedica ao cultivo de arroz”. “Quanto a novidades, a maior é mesmo a aposta que queremos fazer no mercado português, onde pretendemos crescer muito, razão pela qual contratámos já uma pessoa nova para a área das peças e temos a intenção de contratar responsáveis de produto exclusivos para Portugal. Serão pessoas capazes de dar formação e estar em constante comunicação, quer com o cliente, quer com os concessionários, pois este é um mercado importante onde temos crescido muito nos últimos anos e onde queremos continuar a crescer. Também através de parcerias, como a que fizemos com a New Holland para desenvolver a sua linha de equipamentos forrageiros ou a Gregóire Bessond, da qual passámos a ser o importador para Portugal e Espanha. Ou seja, o futuro será tudo, menos aborrecido”.
“Na prática, vou assumir a gestão das peças no mercado português, apoiando os nossos clientes neste capítulo, já que, até aqui, só tínhamos uma pessoa que era responsável por ambos os mercados ibéricos. Era preciso um responsável que se dedicasse exclusivamente ao mercado português. Quanto à estratégia, será a mesma que até aqui, ou seja, sermos o mais leais possíveis com o cliente, demonstrando que estamos do seu lado, com o objetivo de tentar dar respostas rápidas, porque é isso que o consumidor procura. É também muito importante aumentar a conexão com os clientes, mostrar-lhes o que é a marca, assim como com os concessionários. Porque todos precisamos uns dos outros”.
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It’s not an electric telehandler. It’s an
UNIVERSO AJAP Serviços Técnicos PROJETOS DE INSTALAÇÃO DE JOVEM AGRICULTOR A AJAP detém uma equipa técnica com vasta experiência na elaboração de projetos de instalação de Jovens Agricultores, assegurando apoio pós-instalação PROJETOS DE INVESTIMENTO A AJAP possui know-how reconhecido na elaboração de projetos de investimento (Agricultores, Pequenos Investimentos, VITIS, Transformação e Comercialização e Outros) AJUDAS AO RENDIMENTO E AO DESENVOLVIMENTO RURAL SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E REGISTO ANIMAL - SNIRA DECLARAÇÕES DE EXISTÊNCIAS E DE COLHEITA E PRODUÇÃO - IVV PARCELÁRIO SERVIÇO DE ACONSELHAMENTO AGRÍCOLA E FLORESTAL - SAAF REGIME DE EXERCÍCIO DE ATIVIDADE PECUÁRIA - REAP FORMAÇÃO PROFISSIONAL REGISTO CENTRAL VITÍCOLA - RCV RICA ASSISTÊNCIA TÉCNICA > Produção Integrada > Agricultura Biológica > GlobalGap > Maneio de pastagem permanente > Melhoria da eficiência alimentar
MINI AGRI
Cooperação A AJAP contribui ativamente para o desenvolvimento agrícola e rural dos Estados-membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - CPLP
Informação e Divulgação > Revista “Jovens Agricultores” > Vídeonews > Feiras e Concursos > Congressos, Seminários, Workshops e Webinars
Sede Rua D. Pedro V, 108 - 2º | 1269-128 Lisboa
(+351) 213 244 970
ajap@ajap.pt
+ 351 969 149 357 geral@dieciportugal.pt Zona Industrial Monte da Barca, Lote nº54. 2100-051 Coruche
Eventos
PENSAR EM GRANDE O FUTURO DA AGRICULTURA A KUHN reuniu 79 jornalistas de 17 países para apresentar à imprensa agrícola internacional as suas grandes apostas para 2025-2026. Num mundo em constante evolução, a marca francesa mostra que está à altura do desafio, com um forte investimento em inovação e um portefólio alinhado com as exigências atuais dos seus clientes. Por Rui Reis
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Colaborou Luís Seatra
KUHN Press Days 2025 confirmou uma mensagem clara: mesmo num setor em constante mutação, a marca francesa mantém-se firme e apostada numa estratégia centrada no aumento da produtividade, na automação e numa relação próxima com os agricultores. E também preparada para continuar a marcar o ritmo da mecanização agrícola. Isto mesmo ficou bem vincado no discurso de Thierry Krier, CEO da KUHN, que não escondeu o tom de realismo: “Vivemos tempos de grandes transformações: guerra na Europa, alterações climáticas, volatilidade de preços, novas regras, uma PAC em evolução. Mas estamos preparados para continuar
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a apoiar os nossos clientes com tecnologia, proximidade e soluções à altura dos desafios.”
Uma história com futuro
A KUHN prepara-se para celebrar 200 anos de história em 2028. Com uma oferta de 17 linhas de produtos complementares, a marca vende anualmente cerca de 60.000 equipamentos agrícolas em mais de uma centena de países. Só em 2024, investiu mais de 50 milhões de euros em Investigação & Desenvolvimento,
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O Karan é um Pulverizador rebocado disponível com barras de pulverização entre os 18 e os 45 metros
reafirmando a sua aposta num crescimento tecnológico sustentado e numa agricultura cada vez mais precisa, eficiente e segura.
Robótica e eletrónica para uma nova era
Entre os destaques do evento esteve o AURA, um robot autónomo já em testes e pronto para ser comercializado em vacarias em França e em mercados próximos da unidade de produção. A operar de forma contínua e silenciosa, este
MASTER M Uma nova charrua montada com um sistema de amortecimento para transporte, roda traseira Walk and Role, sistema EasyDrive e ajuste do skimmer. O transporte da alfaia assemelha-se ao de um atrelado, facilitando as manobras em estrada.
FB 3125 Uma enfardadeira pensada para agricultores que produzem até 2.500 fardos por ano. Mesmo sendo mais compacta, mantém os principais benefícios da gama superior: robustez, fiabilidade e qualidade de enfardamento.
AURA
Fotos
O misturador autónomo AURA é a próxima geração de soluções automatizadas de distribuição de rações para operações nas áreas de laticínios e engorda.
PROFILE 1
PROFILE 1 Misturadora vertical de largura reduzida, ideal para explorações com espaços limitados. Apesar da dimensão compacta, mantém a eficácia na mistura e distribuição.
sistema automatiza a alimentação do gado, libertando tempo e reduzindo custos nas explorações leiteiras. Outro projeto de futuro é o KARL, ainda em fase de investigação, que promete reforçar a presença da KUHN no universo da automação agrícola. No domínio da agricultura de precisão, destaque para o CCI 60, um terminal de controlo multifunções, com integração plena com o sistema Agrirouter, que
GMD 9530 RV
permite uma gestão centralizada, intuitiva e altamente eficiente das operações no campo.
Modelos L e XL mereceram destaque
Com o mote de que a produtividade exige alfaias com cada vez maior capacidade e dimensão, a KUHN apresentou várias novidades nos modelos L e XL, reforçando as gamas já conhecidas e introduzindo ainda melhorias substanciais nos modelos M.
HR 6300 RCS
HR 6300 RCS Nova geração de equipamento de preparação do solo, vocacionada para condições mais exigentes, com elevada largura de trabalho.
GMD 9530 RV Unidade de corte com condicionador e função de agrupamento integrada, ideal para operações com enfoque na produtividade e na redução do número de passagens.
Highlander 6000
Highlander 6000
Cultivador de grande capacidade, com elevada versatilidade de ajustes e sistema de contorno de obstáculos com regulação mecânica. Destinado a agricultores que procuram eficiência em terrenos exigentes.
KARAN Pulverizador rebocado disponível em quatro modelos (4.500 a 8.000 litros) e com barras de pulverização de 18 a 45 metros. O sistema de controlo Eagle permite velocidades de pulverização até 25 km/h e um rendimento de até 100 hectares por hora. Entre os destaques estão a possibilidade de manutenção sem necessidade de entrar no tanque e o preparador de produtos químicos, concebido para maximizar a segurança do operador.
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MASSEY FERGUSON UMA VIAGEM AO CORAÇÃO DE BEAUVAIS Numa altura em que a marca norte-americana vive nova fase na sua existência em Portugal, acedemos ao convite do grupo AGCO para (re)descobrir o renovado centro nevrálgico da MF na Europa. Visita que passou pelo campo, pelo Agrispace e pela fábrica, mas que também teve outras surpresas pelo meio.
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Por Francisco Cruz
esde o final de 2024 com novo importador para Portugal (Potenzia Sateco), a histórica marca norte-americana de tratores Massey Ferguson (MF) atravessa uma nova fase naquele que é o seu já longo percurso no nosso país, o qual passa, também, por um renovar da imagem junto dos clientes. Nomeadamente, através de iniciativas como foi o caso da inclusão de Portugal no roteiro da “MF Xperience”, ou até mesmo do convite feito à revista abolsamia para conhecer o renovado “coração” da Massey Ferguson no Velho Continente - o Centro de Engenharia e Produção de Beauvais, França,
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onde está localizada uma das principais fábricas do grupo AGCO na Europa, e onde, só nos últimos cinco anos, o grupo investiu mais de 250 milhões de euros, renovando muitas das competências de um complexo que produz para todas as marcas de tratores AGCO (Fendt, Valtra, Challenger e Massey Ferguson), que se estende por mais de 54 hectares de área, e que, devido à sua dimensão, até é atravessada por uma estrada nacional francesa! Sob um calor abrasador Convidados para um programa que se estendeu por dois dias, o primeiro, cumprido sob um calor abrasador a rondar os 40 graus, foi
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O Centro de Engenharia e Produção de Beauvais, França, estende-se por mais de 54 hectares de área
levado a cabo no campo francês, onde pudemos ter acesso a alguns dos principais modelos (alguns deles renovados já este ano) da Massey Ferguson. O MF 1M, um trator compacto especializado produzido no Japão, que utiliza um três cilindros a gasóleo com potências entre os 20 e os 25 cv (este último, hidroestático), e em que a maior novidade é a disponibilização da mesma cabine (ao nível do conforto) do 5M. Seguiu-se o manipulador telescópico MF TH.7038 com uma capacidade de elevação de até 7 metros e um peso máximo de até 3,8 ton., e
MF 8S Xtra: o novo expoente Massey Ferguson Anunciado como a mais recente evolução da renomada série 8S, o Massey Ferguson 8S Xtra foi a maior das novidades, em termos de produto, desvendadas aos jornalistas, durante a visita a Beauvais. E as expectativas são, sem dúvida, altas!
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ecorrendo ao já conhecido bloco AGCO de seis cilindros, 7,4 litros, “All-in-One”, que segue a norma Stage V e oferece potências entre os 205 e os 305 cv (+20 cv em EPM), argumentos a que se juntam três transmissões (Dyna-7 ou semi-powershift; Dyna E-Power ou dupla embraiagem, e Dyna-VT ou variação contínua), o 8S Xtra surge como o novo expoente Massey Ferguson em termos de conforto, eficiência e desempenho. Graças não somente a um design elegante, como também a uma cabina mais confortável, controlos intuitivos e uma forte conetividade. Equipado com um software de transmissão melhorado, capaz de garantir passagens de caixa mais suaves e inteligentes, o MF 8S Xtra dispõe, ainda, de toda a tecnologia necessária à Agricultura de Precisão, desde o MF Guide (guiamento automático) e o MF Section Control (até 96 secções), até ao MF TaskDoc, ISOBUS e Datatronic 5 de 9’’ (interface tátil central da operação do trator e dos implementos), mais a telemetria MF Connect com subscrição de 5 anos incluída, MF Turn (viragens automáticas nas cabeceiras) a ajuste centralizado da pressão dos pneus (CTIS). Entre as muitas aptidões, um elevador traseiro capaz de levantar até 10.000 kg, um dianteiro (opcional) que pode chegar aos 4.800 kg (com ISOBUS integrado), sistema hidráulico centro fechado com fluxo de até 205 L/min e 5 válvulas externas, raio de viragem de 5,7 m (com pneus 600/70R30) e pneus traseiros de até 2,05 m de altura.
Cabina ergonómica com 68 dB, visibilidade 360° e controlo intuitivo para máxima segurança e eficiência.
potência máxima de 135 cv, debitada por um quatro cilindros Diesel, conjugado com transmissão hidrostática. Solução que, nas versões de maior capacidade, dá lugar àquela que é a maior novidade: a transmissão de variação contínua Dyna-CT. Igualmente disponível, o best-seller da MF 5M, em três das suas seis versões (125, 135 e 145 cv), já vestidas com o novo e premiado design (Red Dot Design), um depósito de combustível maior (198 litros), novo sistema de suspensão da cabine (opcional), novas opções de iluminação LED e um novo interruptor de tomada de força (TDF) no guarda-lamas traseiro esquerdo. Finalmente, o topo de gama MF 9M, naquela que é a segunda mais potente versão das seis existentes (285, 310, 340, 370, 400 ou 425 cv), todas impulsionadas pelo mesmo motor AGCO de seis cilindros, e que trazia consigo a maior novidade do evento: a nova gama MF 8S Xtra, evolução do conhecido MF 8S, com estética mais apurada, mais tecnologia e um conforto superior para o operador. Mas, sobre este, muito mais há a dizer em caixa à parte. O renovado Agrispace… e nova surpresa De regresso ao programa e a fechar o primeiro dia, o segundo momento alto, que foi a visita ao agora renovado Agrispace - uma vasta área coberta de 2.800 m2 com salas de reuniões, um auditório, exposições de produtos e serviços, uma loja de mercadorias, um restaurante e um museu que retrata os mais de 175 anos de experiência “Born to Farm” da Massey Ferguson. Espaço que, segundo os seus responsáveis,
procurará ser um ambiente onde “os entusiastas da Massey Ferguson se podem encontrar para celebrar a sua paixão comum pelos agricultores, pela marca e pela agricultura.” Ainda no Agrispace, o aparecimento (inesperado) do MF 8S Dyna E-Power que, já este ano, enfrentou as areias do deserto marroquino, no Morocco Desert Challenge. E que, de forma surpreendente, terminou aquele que é considerado o segundo rally-raid mais exigente do mundo, no 4.º lugar da categoria dos Camiões... e no 75.º posto (entre os 144 participantes) da geral. Um milhão de tratores Para o segundo dia, a prometida visita àquela que é uma das mais importantes linhas de montagem da Massey Ferguson na Europa e de onde já saiu, desde Novembro de 1960, mais de um milhão de tratores. Máquinas que tiveram como destino mais de 140 países diferentes e que hoje em dia seguem para mais de 70, graças a uma força laboral que, neste momento, ultrapassa os 2.500 funcionários. Ao longo de décadas, Beauvais produziu não apenas modelos MF como o MF 4700 M e S, 5700 M e S, 6700 S, 7700 S, 8S, 8700S, 6S e 7S, como também alguns componentes que são depois utilizados em tratores de todas as marcas do grupo AGCO. Como, por exemplo, os depósitos de combustível e Adblue que podem ser encontrados nos Massey Ferguson, Fendt e Valtra, e que ajudam a garantir o futuro de uma fábrica que promete continuar a crescer; se não em termos de área, pelo menos, em termos de importância…
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BEAUVAIS EM NÚMEROS:
100 Tratores que Beauvais produz por dia (nº máximo)
18.000 3.500 Tratores que saem da linha de produção de Beauvais por ano (nº máximo)
Peças que compõem um trator de maior potência
8
12
9
75
7
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Metros de tubo que um trator de maior potência integra
Quilos de tinta necessários para pintar um único trator de maior potência
Radiadores que um trator pode instalar (nº máximo)
Autocolantes aplicados num único trator (nº máximo)
Minutos que apenas dois operários demoram a fazer a junção entre o chassis e a cabine
Minutos, tempo que demora a fabricar um depósito de combustível
MASSEY FERGUSON 8S DYNA E-POWER: O CONQUISTADOR DAS AREIAS Reconhecidos como veículos de trabalho, versáteis, resistentes e duráveis, os tratores também podem ser máquinas de competição. Que o diga o MF 8S Dyna E-Power, o primeiro trator a participar no exigente Morocco Desert Challenge, para terminar às portas do pódio!
O
desafio foi assumido por um concessionário suíço da Massey Ferguson, de nome Kufferagri SARL, cujo dono, Gilles Kuffer, decidiu juntar forças com um agricultor seu cliente, Cédric Goumaz, para fazer aquilo que ninguém ainda havia feito: competir, com um trator, na segunda mais exigente prova de rally-raid do mundo, o Morocco Desert Challenge. Prova cuja 10ª edição voltou a ser disputada, sob condições extremas, nas areias e rochas de Marrocos, num total de mais de 3.000 km de competição permanente. Como máquina de competição, Kuffer e Goumaz escolheram um MF 8S com motor AGCO Power de 7,4 litros e transmissão Dyna 7 com gerenciamento automático da
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velocidade (DTM) e Dyna E-Power, que, face ao modelo de série, equipava ainda pneus Michelin Evobib VF 600/70 R30 montados à frente e VF 710/70 R42 atrás (mais sistema central de enchimento de pneus PTG), um segundo depósito de combustível, uma gaiola de proteção completa com duas bacquets de competição e uma roda sobressalente na traseira, com grua giratória de 180°. Isto, ao mesmo tempo que e fruto de uma sábia intervenção na eletrónica do motor, o motor via a sua potência aumentada dos 310 para os 400 cv, de forma a permitir, em conjunto com o retirar do limitador de velocidade, mais o reforço da suspensão no eixo dianteiro, que o 8S passasse a atingir a “estonteante” velocidade máxima de 75 km/h! Completada a longa jornada sem quaisquer problemas (mecânicos ou outros), o Massey Ferugson 8S Dyna E-Power de Kuffer e Goumaz não só chegou ao fim do Morocco Desert Challenge, como e apesar de ter sido “obrigado” a concorrer na mesma categoria dos camiões (foi a primeira vez que um trator se apresentou à partida, o que obrigou a organização a encontrar solução de recurso), ainda arrebatou o 4.º lugar entre “iguais” e o 75.º posto da classificação geral. Neste caso, entre os 114 concorrentes que terminaram a prova.
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Prémio Tractor do Ano 2026
CLAAS AXOS 3.120
A TRADIÇÃO MODERNIZADA NUM UTILITÁRIO A Claas tem um modelo nomeado para disputar o prémio internacional Tractor of the Year 2026 na categoria Utility. A convite da marca, fomos à Alemanha experimentá-lo em campo, na operação de movimentação de fardos com carregador frontal.
o que facilita a aproximação a cargas, na operação com carregador.
SISTEMA HIDRÁULICO
Por João Sobral
A
série Axos é composta pelos modelos 3.95, 3.105, 3.110 e 3.120, que fornecem, respetivamente, 92, 103, 112 e 120 cv de potência. Pelo seu perfil e características técnicas, são tratores marcados pela sua versatilidade. Sendo vocacionados para a agricultura familiar, os tratores desta série podem assumir também o seu papel de tratores de apoio em explorações de maior dimensão. Os Axos 3 são desenvolvidos pela Claas em parceria com a Agritalia, mas seguindo as diretrizes de um
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processo de validação rigoroso que é definido pela fábrica de tratores da Claas, em Le Mans.
MOTOR
O Axos 3.120 equipa com motor FPT de 4 cilindros, com 3,6 litros de capacidade. Desenvolve 120 cv de potência máxima e faz a manutenção a cada 600 horas.
A porta da cabine abre para a dianteira e pode ser fixada, uma solução prática que agora regressa
APRECIAÇÃO
TRANSMISSÃO
A transmissão é uma 36/18, com Hi-Lo, que permite alcançar os 40 km/h às 1750 rpm. Dispõe da funcionalidade Smart Stop, que aciona a embraiagem quando é pressionado o pedal de travão,
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De centro aberto, o sistema hidráulico dispõe de uma bomba de 90 L/min. A direção recorre a uma bomba independente, com fluxo de 53 L/min. A capacidade máxima de elevação traseira é de 5300 kg. O elevador dianteiro, opcional, permite uma elevação máxima de 3240 kg.
O vidro dianteiro da cabine é basculante
O Axos 3 sucede aos Claas Celtis e aos Axos 300, e mantém o perfil de um trator ligeiro, simples e versátil, com uma distância entre eixos de 2400 mm. Experimentámo-lo em campo, na operação de movimentação de fardos, equipado com um carrega-
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MOTOR Motor
FPT
Capacidade / cilindros
3600 cm3 / 4 cilindros
Potência nominal
116 cv
Potência máxima c/ boost
120 cv
Binário máximo / reserva
466 Nm / 32%
Intervalo de manutenção
600 horas
TRANSMISSÃO Tipo
Mecânica sincronizada
Configuração
36/18
Regime do motor a 40 km/h
1750 rpm
Velocidade máxima
40 km/h
HIDRÁULICO Fluxo da bomba
90 Lpm
Bomba da direção
53 Lpm
Capacidade de elevação traseira
5300 Kg
Capacidade de elevação dianteira 3240 Kg DIMENSÕES Distância entre eixos
2400 mm
Distância ao solo
407 mm
Peso em vazio
4900 kg
Carga máxima admissível
8000 kg
Os elementos do sistema hidráulico foram reposicionados e são robustos para a categoria do trator
dor frontal Claas FL100. Ficámos agradados com a sua manobrabilidade e com a rapidez de resposta hidráulica. A Claas adopta a abertura de porta para a frente do trator, a um ângulo de 180 graus, com fixação nessa posição, o que significa que naquelas tarefas em que o operador necessita de entrar e sair da cabine amiúde, a porta fica aberta numa posição em que não ocupa espaço na lateral. Esta solução apela ao ADN dos tratores produzidos em Le Mans pela Renault Agriculture, e ao ADN dos primeiros Claas, centrando a vocação deste trator nas explorações leiteiras e na agricultura familiar.
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Prémio Tractor do Ano 2026
NEW HOLLAND T7.225 AUTO COMMAND
ALINHADO COM A AGRICULTURA PROFISSIONAL
A New Holland apresentou uma nova geração da série T7 Standard Wheelbase (SWB). O New Holland T7.225 Auto Command é o modelo mais potente desta série e está nomeado para o prémio Tractor of the Year 2026, na categoria MidPower. Já o testámos, a convite da marca, num evento realizado no norte da Alemanha. A apresentação ao público desta série está marcada para a Agritechnica. Por João Sobral
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s modelos New Holland T7 com distância entre eixos standard, de 2.789 mm, cobrem uma faixa de potência que vai dos 180 aos 225 cv de potência, e equipam com cabine Horizon, o que inclui um interface de comandos totalmente repensado.
MOTOR FPT DE 6 CILINDROS
A marca recorre ao comprovado bloco FPT NEF de 6,7 litros. No T7.225 a potência máxima situa-se nos 200 cv e a potência máxima com boost ascende aos 224 cv, apresentando um binário máximo de 1063 Nm.
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TRANSMISSÃO AUTO COMMAND
A New Holland redesenhou a transmissão de variação contínua. Em vez de duas gamas, esta passa a ter três gamas, para um melhor desempenho em trabalhos de máxima carga. Segundo a marca, esta modificação traduz-se num aumento da eficiência de 10% em operações de transporte, e de num aumento da capacidade de tração de 33% em trabalhos de campo. Permite alcançar os 40 km/h a um regime económico de 1360 rpm e os 50 km/h a um regime económico de 1690 rpm. A velocidade máxima para transporte situa-se nos 55 km/h.
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No novo T7, a escova limpa parabrisas passou a estar posicionada na parte inferior da cabine, garantindo um ângulo de limpeza maior em comparação com a geração anterior
No painel de comandos do guarda-lama, além das funções habituais, destacam-se agora uma tecla laranja para alternar entre duas memórias de regime do motor e uma tecla vermelha de stop para desligar o motor
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MOTOR Motor
FPT NEF
Capacidade / cilindros
6728 cm3 / 6 cilindros
Potência nominal
185 cv
Potência máxima c/ boost
200 / 224 cv
Binário máximo / reserva
1063 Nm / 31%
Intervalo de manutenção
750 horas
TRANSMISSÃO Tipo
Variação contínua
Configuração
3 gamas
Regime do motor a 40 km/h
1360 rpm
Regime do motor a 50 km/h
1690 rpm
Velocidade máxima
55 km/h
O eixo dianteiro foi reforçado e a suspensão redesenhada para maior eficiência e capacidade de carga. O capot surge mais inclinado, o que garante melhor visibilidade ao operador.
HIDRÁULICO Fluxo da bomba standard /opcional
150/169 Lpm
Capacidade de elevação traseira
8379 Kg
Capacidade de elevação dianteira
3773 Kg
DIMENSÕES
As novas luzes traseiras são inspiradas no design do logotipo da marca.
Distância entre eixos
2789 mm
Distância ao solo
435 mm
Peso em vazio
8000 kg
Carga máxima admissível
13500 kg
O novo acesso à cabine, com degraus redesenhados, inclui luzes de presença e pegas laterais para maior segurança e conforto
ESTÉTICA E IDENTIDADE DE MARCA
A cabine Horizon, já usada em modelos de maior potência da New Holland, surge integrada numa linha estética mais contemporânea do capot, que devido a um sistema de refrigeração mais compacto, está agora mais inclinado na frente, garantindo uma visibilidade acrescida. Esta série inaugura ainda a nova cor Dynamic Blue, que será progres-
sivamente introduzida em futuros tratores New Holland. Esta cor faz parceria com jantes de cor cinza claro, em substituição da cor branca.
APRECIAÇÃO
Na sessão em que participámos a convite da marca, experimentámos o New Holland T7.225 Auto Command em campo, com um cultivador da Lemken e com uma grade rápida da
O logotipo ostenta um novo relevo, incluindo na sua moldura uma câmara dianteira. A visualização desta câmara e da câmara traseira é feita no monitor IntelliView de 12”
Krone, e ainda em estrada com um reboque monocoque do fabricante Annaburger. Nesta experiência, comprovámos que a New Holland deu muita atenção à qualidade dos materiais empregues, bem como a diversos detalhes que são importantes para o dia a dia de trabalho do operador. Isso nota-se por exemplo no painel de comandos exteriores no guarda lamas, que passa a incluir uma memória de regime e uma tecla para desligar o motor. Isso nota-se também no interior da cabine, nota-se na instalação de câmaras na dianteira e na traseira, e nota-se ainda no reposicionamento dos elementos do sistema hidráulico, que surge com componentes estruturais mais ergonómicos e reforçados. No capítulo da agricultura de precisão e da conectividade, a New Holland apresenta a nova plataforma FieldOps para gestão de dados agronómicos, com opções mais avançadas.
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Fendt Press Camp 2025
NOVIDADES FENDT
500 E 800 NA CORRIDA PARA O TRACTOR OF THE YEAR 2026 A Fendt, representada em Portugal pela Forte, apresentou, nos arredores de Berlim, Alemanha, as novas gerações das séries 300, 500, 700, 800 e 1000 Vario. Em destaque estiveram, no entanto, as séries 500 e 800, candidatas ao Tractor of the Year 2026. Texto Rui Reis Colaborou neste artigo Luís Seatra
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om três modelos (826, 829 e 832), a nova geração da série 800 Gen5 posiciona-se como a referência do segmento no equilíbrio entre a robustez, a tecnologia e a produtividade, para explorações de média e de grande dimensão. No topo da gama, o 832 Vario debita 343 cv de potência, com o sistema DynamicPerformance, e atinge 1680 Nm de binário, graças ao motor AGCO CORE80, de seis cilindros, com 8 litros de capacidade. A tração é assegurada pelo VarioDrive, que gere de forma independente os dois eixos e permite curvas mais apertadas com menos esforço, protegendo o solo, um benefício imediato do efeito pull-in turn. A transmissão TA250, combinada com o conceito Fendt iD (combina o motor e a transmissão para operarem a baixas rotações, maximizando o binário e a potência com o menor consumo), permite atingir os 60 km/h a apenas
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O reforço da iluminação exterior, com o sistema UltraVision, eleva muito o conforto e a segurança do utilizador
1450 rpm, reduzindo o consumo e o ruído em estrada. Com um peso bruto de até 17,5 toneladas e uma carga útil de 7,6 toneladas, a série 800 Gen5 está preparada para tarefas exigentes, seja em transporte, sementeira de precisão ou mobilização intensiva.
DA NOITE SE FAZ DIA
Outro dos destaques é o novo sistema de iluminação UltraVision, que eleva o conforto e a segurança. Com até 12 projetores LED de 4.400 lúmenes cada, integrados na cabina, o operador pode ajustar a intensidade em 5 níveis criando perfis de iluminação personalizados, úteis quando várias máquinas trabalham em simultâneo. Este sistema será também comum às séries 700 e 1000. O pacote de iluminação inclui ainda a funcionalidade GroundVision, que ilumina a zona entre o trator e o implemento, efeito especialmente útil nas manobras noturnas.
Fotos
1000 GEN4: A REFERÊNCIA NA ALTA POTÊNCIA
A série Fendt 1000 Gen4 eleva a fasquia nos tratores de alta potência, com modelos entre os 426 e os 550 cv, sistema UltraVision com até 120.500 lúmenes, novos modos de operação com perfis personalizados no FendtONE e opção de cubos para pneus duplos. Destaque também para o banco Titanium Super Comfort, com funções de climatização e massagem.
SÉRIE 700 GEN7.1: FORÇA E AGILIDADE
O Fendt 1000 Gen4 é um trator de alta potência (425 cv a 550 cv) que é um verdadeiro compêndio de tecnologia e conforto
A nova versão Fendt 724 Gen7.1 chega aos 263 cv e 60 km/h, com motor CORE75 compatível com HVO100. A resposta no DLG PowerMix confirma a eficiência. A série integra ainda o sistema VarioDrive, que melhora a tração e reduz o raio de viragem, e novas opções de carregadores frontais Cargo e Cargo Profi, com pesagem dinâmica.
SÉRIE 500 GEN4: ENTRE OS 134 E OS 174 CV
Com potências entre os 134 e os 174 cv, a nova série 500 Gen4 traz o motor CORE50, tração integral com VarioDrive e uma capacidade de carga de até 4,9 toneladas. O trator recebe ainda o FendtONE com Apple CarPlay, sistema de travagem inteligente para reboques, novo carregador frontal com pesagem em tempo real e cabina Cat. 4 para proteção contra produtos químicos.
SÉRIE 300 GEN5: VERSATILIDADE ACIMA DE TUDO
A quinta geração da série 300 destaca-se pela nova versão 310 Vario DP, com 113 cv, e pela possibilidade de instalação de até sete válvulas hidráulicas, ideal para tarefas de sementeira, pulverização ou manutenção de culturas. Oferece também banco rotativo, FendtONE completo, ISOBUS, GroundVision e compatibilidade com combustível HVO100. A série mantém o seu ADN de leveza e agilidade, agora com maior capacidade hidráulica e conforto a bordo, incluindo uma nova câmara traseira para manobrar em segurança.
O novo Fendt 500 Série 5 é um dos candidatos ao título de Tractor of The Year 2026
CABINA COM CONFORTO DE AUTOMÓVEL PREMIUM
Para dias longos no campo, a nova cabina da série 800 Gen5 pode ser equipada com o banco Super Comfort Titanium Leather, que conta com ventilação, massagem e memória de posições. O sofisticado interior conta ainda com conectividade Apple CarPlay, agora integrada no terminal FendtONE. A manutenção também foi repensada: o filtro de ar do motor é autolimpante e o intervalo de substituição do óleo da transmissão foi duplicado para as 4.000 horas, contribuindo para os menores custos de operação.
FENDTONE: MAIS PARTILHA, MAIOR PRODUTIVIDADE
O sistema de iluminação pode ser controlado através do ecrã tátil
A plataforma digital FendtONE continua a evoluir, com funcionalidades como o Fendt Workgroup, que permite a partilha em tempo real de linhas de orientação, limites de campo e obstáculos entre máquinas. A funcionalidade Coverage Guidance facilita a criação de linhas A-B com base no trabalho já realizado, tornando os sistemas de condução automática mais acessíveis. E a gestão de cabeceiras e obstáculos pode agora ser feita de forma remota, com integração total em dispositivos móveis.
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Floresta
O grande evento da floresta A EXPOFLORESTAL, feira nacional da floresta, é o principal certame português dedicado à indústria florestal, agrícola e ambiental. Durante três dias, Albergaria-aVelha volta a reunir no mesmo espaço os principais agentes da fileira da floresta — desde produtores e transformadores de madeira a fornecedores de tecnologia, autarquias, escolas, bombeiros e associações — num evento que combina exposição, demonstrações e partilha de conhecimento. Reconhecida como ponto de encontro da indústria florestal em Portugal e na Península Ibérica, a EXPOFLORESTAL destaca-se também pela componente internacional e pelas atividades de sensibilização ambiental dirigidas às crianças e jovens. As datas da próxima edição serão anunciadas e confirmadas no dia 12 de novembro, num evento dirigido à imprensa, após o qual será dada nota pública. Organizada pela AFBV – Associação Florestal do Baixo Vouga, ANEFA – Associação Nacional de Empresas Florestais e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-aVelha, a EXPOFLORESTAL reforça, edição após edição, o seu papel como referência maior do setor em Portugal.
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Novo harvester de oito rodas aposta na tecnologia e eficiência A Eco Log apresentou o 688G, harvester de oito rodas da série G com um motor Volvo Penta D8, focado em robustez e eficiência para operações florestais exigentes. Foi especificamente concebido para oferecer o máximo desempenho e tração com o mínimo impacto no solo, sendo perfeito para trabalhar em terrenos difíceis e íngremes, bem como em solos sensíveis. O novo modelo integra um sistema hidráulico inteligente, transmissão e motorização renovadas, e modos de condução selecionáveis, permitindo alterar a resposta dependendo da situação e do estilo de condução. Existe também uma função Boost para tarefas que exigem potência adicional. Destaca-se ainda a grua com válvula e
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bomba elétrica, que garante potência e precisão mesmo a grande distância. A calibração automática da pressão hidráulica facilita a manutenção e otimiza o consumo. O bloqueio de oscilação dinâmico, melhores ângulos de inclinação da grua e a cabina com opção de amortecimento reforçam o conforto e a versatilidade, respondendo aos atuais desafios do setor. Por fim, tal como as restantes máquinas Eco Log, o 688G foi projetado para que a manutenção seja feita de forma célere, tornando as operações diárias mais fáceis de antecipar e permitindo que as mesmas sejam realizadas de uma forma rápida e eficiente.
Komatsu Forest acelera eletrificação e apresenta forwarder híbrido-elétrico A Komatsu Forest reforçou a aposta na eletrificação dos equipamentos florestais para reduzir emissões e atingir operações “net zero”. Em 2025, durante o Komatsu Days, apresentou o seu primeiro forwarder híbrido-elétrico: motor compacto acoplado a gerador, bateria para equilibrar cargas, vários subsistemas totalmente elétricos e compatibilidade com combustível renovável HVO100. O principal objetivo é baixar consumo e emissões sem comprometer desempenho ou produtividade. O protótipo, já revelado, segue agora para uma fase intensiva de testes e validação antes da chegada ao mercado, marcando o início da transição energética da Komatsu no setor florestal. Esta aposta reflete o compromisso da marca com a inovação sustentável e a liderança tecnológica.
PlantMax estreia-se na Europa e revoluciona plantação florestal
A PlantMax teve a sua estreia europeia na Elmia Wood 2025, na Suécia, tornando-se um dos destaques do certame. Montada num forwarder, esta solução combina preparação de solo e plantação automática, operada por dois operadores, um na cabina do forwarder e outro na cabina de plantação. O sistema ajusta-se em tempo real às condições do solo, permitindo flexibilidade e precisão, e atinge até 3.000 plantas/hora em condições ideais (1.500-2.400 em contexto sueco). Cada braço de plantação atua de forma independente, só planta quando encontra o ponto ideal e pode integrar fertilização. Câmaras monitorizam todo o processo e recolhem dados, incluindo a localização exata de cada planta, acessível via PlantMax Live Data. Com capacidade para 24.000 plantas, permite um dia completo de trabalho sem recarregar. Fica agora o repto: aguardamos por uma demonstração em solo português.
CAPINADEIRA AGRÍCOLA
CAPINADEIRA FLORESTAL
CAR 170
CAFRE 180
DESTROÇADOR REFORÇADO
CAPINADEIRA DESCENTRÁVEL
TLSP 180
GL4/70 - 220/340
DESTROÇADOR SEMI FLORESTAL
DESTROÇADOR MULTI USOS
TLT-FM 180
BR 180
GUINCHO FLORESTAL
CORTADOR/RACHADOR TOROS
2X85G
TITAN
DESTROÇADOR FLORESTAL
CABEÇA DESTROÇADORA FLORESTAL
PATRIZIO
BL1/EX
NÃO HÁ BOA TERRA SEM BOM LAVRADOR.
+351.912 550 955 +351.234 543 222 +351.919 052 777 (adm.) Rua da Linha, no 6 Quinta da União · Ap. 92 3850-501 BRANCA ALB Albergaria-a-Velha
HERKULIS.COM 40’ 44 42” N | 08’ 29 21” W 2025 abolsamia herkulis@herkulis.com outubro/novembro PORTUGAL
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Máquinas Industriais
Fotos do evento
A EC230 Electric dispõe de uma bateria de 264 kWh, para uma capacidade máxima de escavação de 6,73 metros
ELETRIFICAÇÃO E SÉRIE F DA VOLVO ACELERAM CONSTRUÇÃO Texto Rui Reis Colaborou Catarina Gusmão
Mais de 300 clientes estiveram presentes nas instalações da Ascendum no Porto, para mais uma edição do Ascendum Experience. Encontro onde a empresa mostrou soluções como a nova série F da Volvo, a escavadora elétrica de 23 toneladas, as soluções elétricas Firstgreen, Metso e Dynapac, assim como os novos serviços digitais. 110
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Ascendum Experience regressou ao Porto e com casa cheia. Sob o mote “Construímos o Futuro. Hoje.”, a Ascendum Máquinas reuniu clientes e parceiros num evento que combinou conferências e um percurso prático por sete estações temáticas, pensadas para mostrar tendências e soluções que estão a transformar o setor. As estações, organizadas por áreas-chave do setor de máquinas e equipamentos de construção, tiveram
nomes sugestivos: “Nova Geração – Volvo”, “Energia do Futuro – Volvo e First Green”, “Engenharia para Resultados – Metso”, “Precisão em Movimento – Dynapac”, “Serviços Inteligentes – Ascendum”, “Formação” e “Gestão de Frotas” -, com equipas técnicas e representantes das marcas a partilharem conhecimentos e a mostrarem equipamentos em ação.
Nova Série F da Volvo
Na Volvo e numa altura em que a marca acaba de renovar mais de 45% da sua oferta, o destaque principal recaiu na nova série F, acompanhada do dumper articulado de 45 toneladas A45, para movimentações de terras; a escavadora de rastos de 40 toneladas EC400 para trabalhos exigentes; e a pá carregadora L220 de grande capacidade, perfeita para pedreiras. Em entrevista à revista abolsamia,
Dumper articulado Volvo A45 de 45 ton., 25,5 m3 de volume de caixa e potência de 365 kW, indicado para trabalhos de grandes movimentações de terra e mineração Simuladores de última geração preparam operadores para o terreno, reduzindo impacto nas operações
o CEO da Ascendum em Portugal, José Luís Mendes, recordou que “há já algum tempo não fazíamos um evento destes”, pelo que, “aproveitámos para apresentar novidades importantes, como a série F, num segmento que representa cerca de 90% do mercado nacional.”
Eletrificação avança a passos largos
Na estação “Energia do Futuro”, estiveram em evidência as soluções Volvo Electric (EC230 Electric, EC18 Electric e ECR25 Electric) e os modelos First Green Elise 1200 e MiniZ 400, sendo que, a maior atração foi mesmo a escavadora elétrica Volvo de 23 ton., rara em Portugal e até na Europa. Já na estação “Engenharia para Resultados”, a Metso apresentou soluções de britagem com integração digital para monitorização em tempo
Ascendum Service Center, numa oferta completa. Também através de simuladores de máquinas, dashboards digitais de monitorização de frota e telemática. A mini pá carregadora elétrica Firstgreen MiniZ400 é ideal para trabalhos de construção interior, demolições, manutenções e reciclagem, sustentados numa autonomia de até 6 horas
real. Já a Dynapac mostrou a evolução em pavimentação e compactação, centrada na precisão, conectividade e qualidade final de acabamentos.
Serviços inteligentes e conectados
CEO da Ascendum, José Luís Mendes
O espaço “Serviços Inteligentes” mostrou a integração da formação, conectividade, gestão de frotas e do
Portal My Ascendum
No evento, a empresa reafirmou ainda a aposta no digital e no portal My Ascendum, com o diretor de marketing, Tiago Pimentel, a explicar que “o portal dá acesso à frota, à documentação financeira, à loja online e a pedidos de assistência, a qualquer hora e em qualquer local. As empresas podem configurar perfis diferentes e até que colaboradores têm acesso, a mais ou menos informação.” Entretanto, “em outubro, lançaremos um novo domínio, ascendum.pt que vai agregar Máquinas, Agro e Camiões. Queremos falar a uma só voz”.
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Dia de folga
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EM SALSAS OS TRATORES SÃO HERANÇA, ORGULHO E FESTA
No nordeste transmontano, entre tratores antigos, reboques improvisados, caretos, bombos e um “rancho” bem servido, o Passeio e Concentração de Tratores de Salsas, inserido nas Festas de São Roque, reuniu gerações, acelerou corações e reforçou a ligação profunda entre as gentes, a terra e as máquinas.
N Por Rui Reis
a planície dourada de Salsas, nos arredores de Bragança, e perante o calor abrasador tão típico daquela região transmontana, o som dos motores confundia-se com o compasso dos bombos. O “Passeio e Concentração de Tratores” nasceu há dois anos como complemento às Festas de São Roque e rapidamente se tornou num dos momentos altos da celebração, não só pela quantidade de tratores reunidos, mas, sobretudo, pela alma que cada participante coloca em cada momento da celebração. Mais de uma centena de participantes e cerca de 50 tratores,
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alguns com mais de meio século de vida, modelos das décadas de 60 e 70 em perfeito funcionamento, concentraram-se num antigo campo de futebol, para partilharem a tradição e o convívio. Até a Volta a Portugal se juntou à festa A coreografia que assinalou a passagem da Volta a Portugal por Vale Nogueira (freguesia vizinha) foi uma das surpresas do dia: tratores em meia-lua, reboques improvisados com bidões pintados e decorados, caretos em movimento e bombos a marcar o ritmo. Tudo pensado e levado a cabo pela organização.
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Cerca de 50 tratores desfilaram pelas ruas da freguesia de Salsas, num evento que juntou tradição e convívio
Polícias de trânsito, bombeiros, equipas, todos fizeram questão de acenar, de apitar ou até de tirar fotos, com os irreverentes caretos. “Na organização somos uns dez. A base é a família, mas temos ajuda de amigos e imigrantes que fazem questão de estar presentes e dar uma mão. Mesmo sem tratores em regime de voluntariado, estão aqui pela paixão e pela festa”, contou Ricardo Lopes, a face mais visível dos organizadores. A envolvência é total, relembra Ricardo Lopes. “A população local quadruplica nesta altura do ano, com o regresso de muitos emigrantes”. Famílias inteiras alinharam no desfile, jovens conduzem os reboques com crianças e adultos a bordo, e os mais velhos voltam a subir aos tratores que, um dia, foram o seu sustento e que agora são mantidos com esmero. Festa, partilha e boa comida O ambiente era de festa, mas também de partilha. A meio da jornada, todos se sentaram à mesa, literalmente. O almoço, oferecido pela população, foi simples e
genuíno: rancho, melão e melancia para refrescar, e vinho para “temperar” a alma e amaciar os 40º que se faziam sentir. O momento serviu de pretexto para dois dedos de conversa, de troca de histórias, e para aquele reencontro anual entre vizinhos e amigos da terra. Entre os tratores expostos, além das marcas mais recentes, destacavam-se modelos antigos da Renault, John Deere, Deutz-Fahr, Landini, mais ou menos restaurados, mas todos funcionais. Aliás, alguns deles, com mais de 60 anos, continuam a trabalhar, guiados por mãos calejadas, mas orgulhosas. Aquilo que para muitos é apenas uma máquina, ali é um símbolo de identidade. O resultado não importa. Ou importa? A festa terminou com a tradicional gincana, que serviu para avaliar os dotes dos “pilotos” de ocasião, e com um animado cabo-de-guerra, em que dois tratores se enfrentavam para ver qual deles seria o mais forte (ou robusto). Comum a ambos os desafios era a importância relativa da classificação, muito embora ninguém gostasse de perder... nem a feijões. A concentração de 2025 já terminou, mas deixa um rasto... de pó no campo e de emoção no peito. Em Salsas, o trator é mais do que uma ferramenta: é motivo de orgulho, símbolo de pertença e instrumento de união. Se não conseguiu marcar presença este ano, não se preocupe. A organização garantiu que a edição de 2026 já está assegurada. A bem da festa e dos tratores, mas, acima de tudo, das gentes de Salsas e das freguesias vizinhas.
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Dia de folga
ÍLHAVO ACOLHEU A 4.ª EDIÇÃO DO TRB TRATOR RACING
Nos dias 5 e 6 de julho, Ílhavo foi novamente palco de um dos eventos mais carismáticos do verão agrícola e solidário: o 4.º TRB Trator Racing, organizado pelos Bombeiros Voluntários locais.
Por Rui Reis
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Colaborou Américo Rodrigues
evento, organizado pelo bombeiro Pedro Nunes com o apoio do comandante Artur Ferreira, combinou ação, formação e celebração comunitária, e teve como principal objetivo angariar fundos para a melhoria do Parque de Treinos dos bombeiros, dedicado a cenários de incêndios urbanos, industriais e com matérias perigosas.
Bombeiros Voluntários de Ílhavo foram os principais promotores de mais uma edição do Tractor Racing
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No 4º TRB Trator Racing dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo houve simulações de resgate após capotamentos, e ações de prevenção e sensibilização
O programa arrancou no sábado com um fórum técnico sobre resgate pesado, que juntou operacionais de vários corpos de bombeiros. Em ambiente de partilha técnica, foram realizadas sessões teóricas e práticas centradas em operações de elevação de emergência, recorrendo a maquinaria pesada e tratores e simulando contextos de salvamento. Ao cair da noite, o evento assumiu um tom mais festivo com o tradicional desfile pelas
Qualidade, experiência e dedicação ao seu lado desde 1974
50 ANOS NA COMERCIALIZAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO
DE ALFAIAS E EQUIPAMENTOS AGRÍCOLAS FINANCE FINANCE
ruas de Ílhavo. Cerca de 50 tratores participaram num cortejo animado e com a presença entusiasta da população local. Pelo caminho, foram visitados locais emblemáticos da localidade, reforçando a ligação entre o tratorismo e a herança cultural da região. No domingo, os motores voltaram a ouvir-se com a Trator Sprint Race, a prova mais aguardada do evento. Cerca de 70 tratores disputaram a melhor marca numa pista de 100 metros, onde o espírito competitivo conviveu com o fair play e o convívio. Os vencedores foram distinguidos em cerimónia de entrega de prémios, com os resultados disponíveis na página oficial dos Bombeiros de Ílhavo no Facebook.
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Braga
REGIÕES Concessionários No cumprimento do Decreto-Lei nº59/2021, de 14 de julho, informamos os nossos leitores que linhas geográficas de números começados por 2 são “chamadas para rede fixa nacional”, começados por 9 “para rede móvel nacional” e começados por 00 “para rede fixa ou móvel internacional”.
Usados: Valmet 4600 • Valtra(2): N82 e A82 • Case IH JX80 DT • Same Minitauros 60 • Lamborghini R6.150S
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Usados: Case IH 275 c/carregador frontal • Lamborghini Runner 450 • JD2200 c. front. • Same Explorer 90 • Várias charruas e fresas usadas • Colh. milho 1 Linha Mengele • Enfard. NH271 • Reboque fixo • Sem. Agrovil 2 linhas • Sem. erva Sulki • Volta-fenos 2mts • Same Argon 55
Usados: • Trator Carraro Agriup 60CV • Charrua Galucho 2F 14” • Espalhador de palha Morra
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Braga - Vila Real - Bragança - Porto
Rua da Corea, nº 10 Jorjais, Vila Real – 5100-014 Abaças Tel. 254 929 288 Tlm. 913 341 549 agrijorjais-lda@sapo.pt www.agrijorjais.pt
Usados: New Holland(5): TN65V, T4030V CAB, TN75A,T4.110LP CAB , Trator de rastos TK65F • Enfardadeira 640 • Ford: (2) 2910 • Massey Ferguson(2): 253, 240 • UTB U-600
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Porto - Aveiro
CONCESSIONÁRIO
Rua da Cabine nº 93, 4485-776 Vilar,r,r Vila do Conde
T. 229 372 283 • Tm. 961 664 237 Email: np.tractores@hotmail.com
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Aveiro - Viseu - Guarda - Castelo Branco - Coimbra
CONCESSIONÁRIO JOHN DEERE EXCLUSIVO PARA OS DISTRITOS DE GUARDA, CASTELO BRANCO E VISEU
Av. São Martinho nº6 6300-035 Guarda - Portugal T. 271 141 115 / 232 241 253 | E. geral@mta.pt | www.mta.pt (Chamadas para a rede fixa nacional)
Filial Viseu Estrada Nacional 16, 3515-789 Gumiei Ribafeita, VISEU - Portugal Filial Fundão Rua Cidade da Covilhã 6230-480 Fundão - Portugal
U sados: Hürlimann Prince 50 • Shibaura ST 333 • New Holland(3) T3-70F, TD3.50, NH TN 65 DT • Goldoni(2) Idea 30 DT • Kubota ME 9000 Cab. • Várias alfaias e motocultivadores usados em stock
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Coimbra - Leiria - Lisboa
Usados: Trator Kubota L2421 • Fresa Galucho FPL 1700 • Lamborghini R3 100T • Renault Temis 610 X • Charrua Esperanças 10’’ • Charrua Galucho F16 • Rotofresa 2,60m. • Tesoura poda Pellenc Lixion c/ carreg. colete e mala de transporte original
Tratores Usados: Deutz-Fahr Agrokid 230 • Shibaura ST333 • Ford 1710 • Iseki 321 • New Holland 1220 • Suzue M1803
Usados: Ceif. CLAAS Lexion c/ equip. milho - 70.000€ • Tratores: Fendt 211S de 2017(4800h) - 71.000€ • CLAAS Ares 656 - 28.000€ • Deutz-Fahr 5120 TTV - 45.000€ • Rototerras Kverneland 3 mts - 5.000€ • Maschio Falco 5000 - 20.000€ • Rototerra/Sem. trigo Kverneland - 13.000€ • Ensil. CLAAS Jaguar 850 4x4 - 65.000€
TRATORES USADOS:
Yanmar 169 D Shibaura SE2240 Mitsubishi MT16 Suzue M1803 D Iseki TS 1910 Yanmar F20 D Kubota(2): L 185, B 1200 Branson 2400
MOTOENXADA:
Lombardini Like c/ motor 6LD400
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outubro/novembro 2025
Usados: John Deere 5090 GN • Deutz- Fahr Agroton 90.4 • Landini 90 • Same Golden 85 • Gadanheira reb. Krone 3 mts • Carraro Agriup 90 • Farmtrac Carraro c/ c.frontal
Lisboa
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Lisboa - Santarém
Usados: NH TND 55 4WD • Fiat 5586 DTF • Várias alfaias
Usados: Ford(2): 4610, 1910 2RM • Iseki TH4335(2021) • Yanmar KE-40 • Same (3) 90 Explorer 4RM • Delfino 35 2RM
Usados: Deutz-Fahr(2): 6120 TTV, 6155.4 RC Shift Agroton • John Deere 324 • Ford 6610 • Lamborghini R904 • Same (2) Dorado 70, Titan 145 • Várias alfaias
Usados: Destroçador TMC Cancela 6,10m • Pulverizador Tomix 1000 Lts. • Reboque Galucho 12.000Kg • Grade discos SAFISAL 2022 • Rototerra Maschio S Cobra 2,5m. • Charrua Galucho 3F-14 • Espalhador C. Magli plást. microgranulador • Sachador 3 linhas hidráulico • Gerador Himoinsa 41KVA • Plantador C. Magli 2 linhas Wolf • Subsolador 5 braços c/ rolo duplo • Destroçador 1,6m c/ braço lateral
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outubro/novembro 2025
Usados: Tratores Massey Ferguson 8690 DYNA VT • Fendt (4) 712 VARIO, 716 VARIO, 720 VARIO Profiplus, 724 VARIO Profiplus • Valtra, T152 • John Deere 8370R • Escarificador Galucho, 11 dentes • Adubador Cosmo, 1000L • Volta-fenos Kverneland TAARUP 9584C • Charrua Kverneland PB100 • Enfardadeira Kuhn Intelliwrap I-BIO • Frente de cereal CLAAS Lexion • Gadanheira Krone, EASY CUT R320 • Semeador Kverneland Optima 6 linhas
Santarém - Setúbal
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outubro/novembro 2025
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Usados: Case Farmall A95 cabinado • Case PJ65 • Renault Pales 240 cabinado • • Máquina de vindimar Alma Selecta 2 (reb.) •
Estrada das Alcáçovas EN 380 - Armazém D 7005-206 ÉVORA Tel. 266 228 541 – Tlm. 969 774 098 Email: daf.pratesreparacoes@gmail.com
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