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Revista do Colégio

ano 3 • número 9 • outubro 2010

Atividades coletivas estimulam o estudo e o trabalho em equipe

todos juntos

acessibilidade + alunos fazem curso no ipen + além da sala de aula


caderno

Enem: entre melhores de SP Foi com satisfação que o Sion Higienópolis recebeu os resultados do ranking do Enem 2009, estratificado em quatro grandes áreas. Em Ciências Naturais, a escola ocupou o 14 o lugar entre 535 instituições privadas da capital; em Ciências Humanas, a 20a posição; na Matemática, obteve o 18o lugar; e, em Língua Portuguesa, o 13o. Embora o colégio não faça uso desses resultados para pautar seu projeto pedagógico, os dados trazem indícios importantes. “Nos permitem, por exemplo, fazer um estudo sintomático do comportamento de nossos alunos frente a um

conteúdo que é cobrado nacionalmente”, analisa Marcello Sarraino Fonseca, coordenador da área de Humanas e professor de História no Ensino Médio. Ao que tudo indica, os estudantes do Sion têm alcançado um nível de aprendizado adequado e homogêneo entre as áreas do conhecimento. Mas essa é apenas a consequência de um processo em franco desenvolvimento. “Queremos que nossos estudantes tenham uma formação ampla para a cidadania. O vestibular, é claro, faz parte desse projeto, mas não é o fim exclusivo”, garante o professor. “Visamos, sobretudo, à formação crítica e à competência de imprimir

o aprendizado eficaz na resposta de uma prova”. Nesse contexto, o Sion viu nascer, em 2010, o Projeto Vestibular. Fruto de um esforço integrado, oferece aulas complementares para os alunos que desejam um apoio extra em sua preparação para os processos seletivos das principais universidades do país. O programa inclui palestras, aulas de revisão e simulados. Em meio a um ambiente onde o saber e a crítica são valorizados, alunos, professores, coordenadores e gestores se unem em torno de um objetivo comum. Os resultados não poderiam ser diferentes daqueles já alcançados e das muitas conquistas que ainda estão por vir.

Evento une os Colégios Sion do Brasil

O grupo reunido: empenho e objetivos comuns

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Reflexões e aprendizado permearam os três dias do 2o Encontro Nacional de Integração das Escolas de Sion, em agosto. O evento, sediado no Sion Higienópolis, reuniu 60 gestores dos colégios de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Os focos do encontro foram o carisma (as premissas religiosas) do Sion e a gestão baseada na

governança corporativa. “Um não deve caminhar sem o outro”, explica a Andreza Licastro, assistente de comunicação e marketing e membro da equipe de integração do Sion Higienópolis. Como resultado das discussões, os participantes elaboraram 15 propostas para integrar, ainda mais, esses dois importantes elementos no dia a

dia dos colégios. “Agora, faremos um estudo de viabilidade, para que as ações possam ser implantadas pelas cinco escolas simultaneamente”, afirma Maria Bernadete Silveira (a Detinha), também do grupo de integração e membro do conselho diretor. Apesar do intuito de aproximação, os esforços não visam unificar a linha de trabalho das instituições. O que se pretende é compartilhar as boas práticas e os valores que as unem. “As trocas têm se intensificado, inclusive na área pedagógica”, comenta Detinha. “Essa cooperação reforça nossa segurança na hora de tomar decisões”. De acordo com a Irmã Vaneide, o fortalecimento provém da certeza de que todos trabalham em prol de uma mesma missão. “É a garantia da identidade, do carisma que nos une”, reforça. No próximo ano ocorrerão diversas atividades preparatórias para o evento internacional de Jerusalém, programado para 2012.


em foco

Uma escola sem barreiras Um ambiente acolhedor e a valorização da diversidade pautam as diretrizes do Sion, que procura diariamente integrá-los à rotina da escola. Mas para algumas pessoas, sejam elas alunos, funcionários ou familiares, o significado dessa missão vai além. É uma questão de acessibilidade e de autonomia para conquistar o espaço e o direito de aprender, trabalhar e vencer. Com base nesse entendimento, o colégio lançou-se a um novo desafio em 2010: eliminar toda e qualquer barreira em sua infraestrutura que pudesse limitar o acesso daqueles que possuem alguma deficiência ou condição de mobilidade reduzida. Não se trata de uma tarefa fácil em se tratando de uma construção centenária, cujas modificações devem conciliar as exigências legais de acessibilidade com a preservação do patrimônio histórico e cultural de um prédio tombado. A elaboração do projeto ficou a cargo do escritório de arquitetura Pimenta Associados, que já fez trabalhos semelhantes para instituições de ensino como a Anhembi Morumbi e shoppings como o Pátio Higienópolis. “Levamos dois meses para desenvolver o plano de acessibilidade do Sion porque a preocupação ia além de cumprir regras. Visávamos às reais necessidades da comunidade escolar”, explica Fabrício Pimenta, do escritório contratado. Já na escola, o responsável pelos estudos de viabilidade e pela execução é o arquiteto Carlos Eduardo Silva, que há uma década responde pela arquitetura e manutenção das instalações. “A construção original apresenta muitos degraus, que precisam ser substituídos por rampas suaves. Além disso, as obras têm que ser feitas em locais de grande

circulação, sendo algumas volumosas”, explica. Dividido em diferentes etapas de execução, o projeto de acessibilidade do Sion já começa a tomar forma nas dependências da escola e a fazer parte de seu cotidiano, e o objetivo é concluí-lo até o final de 2011. Conheça os principais pontos: Rotas acessíveis. Partindo da vaga de estacionamento para deficiente, todos os caminhos do colégio devem oferecer pleno acesso às dependências. Para isso, os pisos dos percursos externos foram nivelados e, no acesso aos interiores, rampas suaves com corrimãos ergonômicos foram projetadas. Sete banheiros devidamente equipados já estão aptos para uso. Edifício principal. Está em implantação um elevador próximo à entrada, que deve ser finalizado até o final deste ano. Ele interliga todos os andares do prédio com uma rampa de acesso que conduz à vaga de estacionamento para deficiente. Edifício da Educação Infantil. Trata-se do local onde a obra será mais volumosa. Daí a opção por realizá-la em diversas etapas. A ideia é construir duas plataformas elevatórias e uma nova rampa na entrada do prédio e adequar aquela que já existe. “Estamos estudando

Aspectos das melhorias implementadas: transformando um edifício histórico

um novo desenho para as escadas e a redução dos desníveis”, comenta Carlos Eduardo. Capela. Esta parte da edificação do Colégio Sion já contava com um elevador. Mas o salão inferior precisou de intervenção, que consistiu na implantação de uma rampa ao lado das escadas. A obra ainda está em execução. Sinalização. O projeto de acessibilidade do Sion também contemplará as sinalizações visual e sonora das rotas acessíveis. O elevador, por exemplo, estará equipado com recursos de áudio e informações em braile. Esse sistema de leitura também estará presente nos corrimãos das rampas para informar sua exata localização. Placas indicando as melhores rotas para quem tem necessidades especiais estarão espalhadas em diversos pontos do coléigio. E, no chão, o piso tátil alertará para a proximidade de obstáculos, como rampas, degraus, escadas, elevador e plataforma elevatória.

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capa

Aprendizado c ole tivo Sábado é dia de ir para a escola? Embora não seja obrigatório, os alunos não hesitam e comparecem em peso ao Colégio Sion quando se trata de um grande evento como o Folclore Vivo, para a Educação Infantil, a Feira de Leitura, para 1o ao 5o ano, a Mostra Cultural, para o 6o ao 8o ano, e a Olimpíada do Conhecimento, para o 9o ano e o Ensino Médio. Com lugar cativo no calendário pedagógico, essas atividades têm em comum a energia e a motivação de estudantes e professores em cada etapa do processo. Desde a concepção dos projetos até os preparativos e a

Em sua 9a edição, a festa do Folclore Vivo abordou o tema “Magia das Águas”, aproveitando para falar de ecologia e sustentabilidade. Ao longo de todo o mês de agosto, professores e alunos da Educação Infantil mergulharam no mundo lendário das sereias, do boto e do pirarucu em atividades de leitura e dramatização, aprenderam a fazer moqueca de peixe em uma deliciosa

apresentação em si, todos se envolvem em uma grande celebração do prazer de aprender. “É a oportunidade que temos de trazer a público a concretização do aprendizado coletivo”, afirma Detinha, coordenadora da Educação Infantil. Segundo explica, os maiores benefícios dessas atividades não são o resultado final, mas o processo do trabalho em grupo e o envolvimento das famílias que vêm prestigiá-lo.

aula de culinária, se divertiram com músicas temáticas e confeccionaram animais do meio aquático, como sapos e tartarugas. No sábado 28 de agosto, os pais puderam visitar a exposição dos trabalhos, ver o portfólio das atividades feitas em sala de aula e acompanhar a encenação de dança das crianças.

8a Feira de Leitura ocorrerá em outubro Programada para o dia 23 de outubro, a 8a edição da Feira de Leitura promete novidades para os alunos do 1o ao 5o ano e suas famílias. Nesta ocasião, o evento ganha um caráter mais interativo com as apresentações dos estudantes ao longo de toda a

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manhã. O grande destaque fica por conta da exposição dos trabalhos feitos a partir de leituras e reflexões realizadas durante o ano. E, como já é tradição, oficinas e uma livraria organizada pela Casa de Livros estarão à disposição dos visitantes.


A 5a edição da Olimpíada do Conhecimento trouxe uma novidade. Desta vez, participaram também os alunos do 9o ano, no intuito de aproximá-los do Ensino Médio. Todos se engajaram na disputa, cujo tema foi a “História da Música Brasileira”. Performances encenadas pelos grupos no anfiteatro do colégio recontaram a trajetória dos movimentos Bossa Nova, Era dos Festivais, Jovem Guarda, Tropicália, Rock dos

Anos 80 e Samba. Na sequência, os times se dirigiram às estações onde os professores de todas as disciplinas lançaram desafios a serem realizados em até 20 minutos – por exemplo, elaborar uma estrofe de cordel com base na biografia de um personagem histórico. Colhendo os frutos de um intenso trabalho em equipe, liderança e auto-organização, o grupo que ficou em 1o lugar ganhou um ponto a mais na média.

Com caráter interdisciplinar, o evento reuniu os trabalhos em grupo que os alunos desenvolveram em torno de um assunto que lhes foi atribuído. Nesta edição, o 6o ano se debruçou sobre os temas “Economia e Vida”, que foram subdividos em “Moda”, “Mídia”, “Autoestima” e “Bullying”. Os resultados foram diversos: de um desfile de moda e uma palestra sobre mídia a uma campanha publicitária contra violência no ambiente escolar. Já o 7o ano dedicou-se à realidade da cidade de Santos, motivado por uma instigante excursão de estudo do meio. Alguns alunos trabalharam o aspecto histórico, outros, a fauna,

a flora e o relevo. Houve também quem estudou as redes de transporte marítima e rodoviária e aqueles focaram a relação entre o turismo e a saúde na Baixada. Desse mosaico, resultou uma rica mostra de fotos, cartazes, vídeos e maquete. “Administração Consciente da Vida” foi o eixo central dos projetos desenvolvidos pelo 8o ano, que se organizou em quatro sub-assuntos: “Equilíbrio Corpo e Mente”, “Movimento e Ação”, “Economia Verde” e “Valores – Você Tem Fome de Quê?”. As reflexões renderam discussões coletivas e geraram uma interessante mostra, apresentada às famílias no dia 18 de setembro.

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acontece

Energia nuclear ao vivo no Ipen Em agosto, dois alunos do Ensino Médio do Sion participaram da “III Escola Avançada de Energia Nuclear”, organizada pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo e à USP. Laís Martins, da 3a série A, e Luan Fernandes, da 3aB, conquistaram suas vagas em um processo seletivo nacional. O histórico escolar e o desejo de aprender mais sobre a teoria e as aplicações da energia nuclear foram o passaporte para um novo horizonte. Com carga horária de 50 horas, o curso foi ministrado por docentes e pesquisadores dos principais centros

de pesquisa nuclear da América Latina. Além de aulas teóricas de introdução à Física Nuclear, à radioatividade e a temas atuais, como lixo radioativo, houve atividades práticas, com visitas a um reator e ao centro de produção de radioisótopos e aceleradores de elétrons. “Esperava só teoria, mas acabei vendo o uso das reações nucleares no cotidiano de indústrias de alimento, de polímeros e farmacêutica”, conta Luan, que vai prestar vestibular para Engenharia de Produção. “Ampliei minha visão sobre estes recursos em outros campos, muito além da bomba e da energia”. Laís também afirma se sentir realizada. “Quando soube da

Homenagem aos pais

Em agosto, uma homenagem do Coral Luther King emocionou a plateia do Sion. “Este foi o primeiro Dia dos Pais em que minha família esteve junta na escola e foi inesquecível”, comentou Adalberto Piotto, pai de Adalberto Piotto Filho, aluno do 3o ano do Fundamental. “A apresentação foi de elevar a alma. Não apenas pelo repertório delicado

e dedicado. Mas pelo próprio conceito de coral, no qual vozes e timbres diferentes se juntam em torno de uma mesma música. É a metáfora perfeita para pais e filhos”. As próximas apresentações do Coral Luther King devem ocorrer em outubro, aberta à comunidade, e no final do ano, para professores e funcionários da escola.

oportunidade, não tive dúvida de que queria muito participar”, relata a estudante, que pretende cursar Química e trabalhar com energia nuclear. “Sempre fui autodidata em meus estudos de Física Nuclear e radioatividade, e agora tive a oportunidade de me aprofundar e ver, de perto, o primeiro reator nuclear do Brasil”, comemora.

Um pé na teoria, outro na prática Doutor em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente pelo Instituto de Botânica (2007) e mestre em Ecologia pela Universidade de Guarulhos (2001), o professor de Biologia Valentin Suhogusoff se divide entre os estudos aplicados e as atividades didáticas no Sion e no Centro Universitário São Camilo. “A grande vantagem de aliar a pesquisa ao ensino é a atualização constante do profissional”, garante. No momento, Valentin está escrevendo três artigos para revistas científicas nacionais. Em comum, tratam da ação humana em áreas de preservação. “No Parque do Superagui (PR), analisamos as ostras como indicador de pesca sustentável. Em Ubatuba (SP), por outro lado, observamos o severo impacto do ecoturismo na Praia Dura e dos banhistas na Ilha Anchieta”. Segundo o docente, os trabalhos servem, respectivamente, de referência e alerta para as autoridades locais e devem ser publicados até o final deste ano.

Correção: o grupo que venceu o Concurso Cultural Jorge Amado foi composto por Felipe Molitor Faria, Isabela Silva Torres, Rafael Trostli Costella, William Scalezi Marinelli, Giulianna Bazzeti de Sá, Maria Eduarda Brito Bezerra Rodrigues e Nathalia Miquelino Casarotto Picholari

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Os alunos Laís Martins e Luan Fernandes: experiência concreta e inesquecível


arqu ivo pess oal

perfil

Aos 26 anos e no auge de sua carreira como cantora, Luiza Possi nutre boas recordações da época em que cursou o Ensino Médio no Sion. “Foi no Sion que fiz meu primeiro show, em um sarau”, afirma. “Cantei Angel e Beija-flor enquanto minha colega Aline me acompanhava no piano”. Em suas memórias, também se lembra dos educadores com carinho, em especial da professora Marília, de Biologia: “Com o apoio dela, eu e minhas amigas fomos, de sala em sala, falar com os demais alunos sobre reciclagem”. Mas foi para a arte a e a comunicação que a ex-aluna canalizou o aprendizado. Hoje, com dez anos de trajetória musical, diz estar madura e segura da escolha que fez. “É uma conquista, mesmo porque comecei muito jovem. Aos 16 anos, enquanto todos se preparavam para o vestibular, eu saía da escola, fazia a lição de casa e corría para o estúdio, onde ficava até de madrugada gravando as músicas do meu primeiro disco”. Fruto do amadurecimento, o 5o CD de Luiza (Bons ventos sempre chegam) traz uma composição própria e parcerias com o músico Dudu Falcão, com quem está em turnê há um ano. Quando não está viajando para fazer shows, ela tenta levar uma rotina normal. “Acordo cedo, faço exercícios, estudo piano, canto e violão e vou para o escritório par-

ticipar de reuniões, dar entrevistas, redigir projetos e inscrevê-los em programas de incentivo à cultura.” De volta à casa, dedica-se a seus dois cachorros e recebe amigos e parceiros para ensaiar no miniestúdio que armou na sala. Mas, às vezes, convites inesperados surgem. “Voltei hoje de uma visita relâmpago a Nova York, onde fiz um ensaio fotográfico e falei sobre minha carreira para uma revista”, diverte-se, contando que soube da viagem a poucas horas do embarque. Afinal, segundo Luiza, disponibilidade e flexibilidade são pré-requisitos da profissão. Prestes a abraçar um novo projeto, antecipa detalhes da produção. “Vou fazer um DVD no formato reality show para acompanhar uma canção desde seu nascimento até o palco. Ao longo de um mês, quero mostrar todo o processo de composição, ensaios e pessoas envolvidas”. Ansiando pelo êxito de mais esse empreendimento, a jovem artista, por outro lado, não se ilude com a fama. “Temo por aqueles que focam apenas no sucesso, independente da área de atuação. Ele é apenas a consequência de um trabalho árduo e sério”. E, para os alunos do Sion, deixa uma mensagem: “Por mais que exista uma pressão para você se dar bem em determinado segmento do mercado, isso não pode ser maior que a sua própria escolha”.

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Dedicação e sucesso caminham juntos

A cantora Luiza Possi na sala de aula e ao completar 10 anos de carreira: sucesso resultou da dedicação

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Em matéria sobre reforço escolar do jornal Agora São Paulo, 20 de junho, o projeto do Sion para alunos em fase de alfabetização ganhou destaque.

Na mesma linha, o Estadão.com.br de 28 de junho falou sobre o incentivo ao estudo permanente e abordou o período de permanência monitorada do Sion.

Já o portal G1, na véspera do Dia dos Pais, retratou a homenagem prestada pelas nossas crianças da Educação Infantil, com direito a canção e medalha.

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olhar

Além da sala de aula Lazer e aprendizado andam de mãos dadas nas atividades realizadas pelo Sion fora dos espaços formais de aula. Elas são organizadas em parceria com a Monitoria & Cia, empresa especializada em eventos, e contam com o apoio dos alunos do Ensino Médio que fizeram o curso de Monitoria e Primeiros-Socorros. As atividades ocorrem várias vezes ao ano, e vão desde acantonamentos, jogos esportivos, acampamentos e estudos do meio até visitas a museus e teatros – e assim garantem o lazer ao mesmo tempo em que promovem a fixação dos conteúdos pedagógicos.

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Revista Sion é uma publicação do Colégio Sion Higienópolis tiragem 2000 exemplares Avenida Higienópolis 983 São Paulo SP 11 3825-6966 www.colegiosion.com.br desenvolvimento e edição 113dc Design+Comunicação 11 3384-2140 www.113dc.com jornalista responsável Lara Silbiger mtb 42148/sp imagens Maria do Carmo/113dc/Acervo Sion Participe com sugestões, opiniões e comentários: revista@colegiosion.com.br


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