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Apoio cultural · Cultural Support

Patrocínio Master · Master Sponsorship

Patrocínio Programação cultural · Cultural Program Sponsorship

Apoio · Support

Royal Dutch Airlines

Apoio de mídia · Media Partner

Realização · Execution


Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, SP-Arte, Itaú, Oi e Iguatemi São Paulo apresentam The Brazilian Ministry of Culture, the Government of the State of São Paulo, SP-Arte, Itaú, Oi and Iguatemi São Paulo present

Feira Internacional de Arte de São Paulo São Paulo International Art Fair


11 Informações gerais General Information 14 Apresentação

FERNANDA FEITOSA

Foreword 226 Índice remissivo de artistas Index of Artists 242 Agradecimentos Acknowledgements 243 Ficha técnica Credits

Expositores Exhibitors

Programação cultural Cultural Program

98 Galerias Galleries

46 Programa educacional

151 Showcase 163 Solo

RODRIGO MOURA

170 Revistas Magazines 173 Livros de artista Artists' Books

ADRIANO PEDROSA

Educational Program

50

Entrevista com Yuri Firmeza Laboratório curatorial

60

CAROLINA VIEIRA

Interview with Yuri Firmeza Curatorial Lab Entrevista com Janine Soenens Laboratório curatorial TRAPLEV

Interview with Janine Soenens Curatorial Lab

69 Diálogos Dialogues 70 Bolsa de residência artística

ICCO/SP-ARTE

Artist-in-Residence Grant

71 Prêmio ILLY SUSTAIN ART Prize 174 Parceria com museus Partnership with Museums 195 Lançamentos Book Releases


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Relatos e anedotas sobre doações e doadores GIANCARLO HANNUD

Stories and Anecdotes about Donors and Donations

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Programa de doações

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Dez anos

SP-ARTE

Donation Program

SP-ARTE

Ten Years

186 198

Entrevista 40 anos RAQUEL ARNAUD / LUISA MALZONI STRINA

40 years Interview

Contribuições à internacionalização do sistema das artes ANA LETÍCIA FIALHO

Contributions to the Internationalization of the Arts System

204

Um parque e um país sob a marquise LUIS ANTÔNIO JORGE

A Park and a Nation under the Marquee


INFORMAÇÕES GERAIS GENERAL INFORMATION

Horários de funcionamento · Opening Hours 02 a 06 de abril de 2014 · April 02 to 06, 2014

Preview e abertura para convidados · Preview and Opening for Guests Quarta-feira · Wednesday » 11h–22h

Aberto ao público · Open to the Public Quinta-feira a sábado · Thursday to Saturday » 13h–21h Domingo · Sunday » 11h–19h

Bilheteria e preços · Admission and Prices Inteira · General » r$40

Meia · Reduced » r$20

portadores do cartão Vale-Cultura, estudantes, idosos e pessoas com necessidades especiais pagam meia entrada [mediante apresentação de documento válido] Vale-Cultura card owners, students, senior citizens and people with special needs pay reduced fare [on presentation of valid id]

Grátis · Free

entrada franca para crianças com até 10 anos [mediante apresentação de documento válido] children up to 10 years old are admitted free of charge [on presentation of valid id]

Localização · Location Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera – Portão 3 Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n – São Paulo, Brasil

estacionamento no Parque com Zona Azul paid parking is available in the Park with Zona Azul card

Catálogo · Catalogue r$40

www.sp-arte.com 11


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APRESENTAÇÃO FERNANDA FEITOSA FOREWORD The growth of SP-Arte, since its foundation in 2004, is a reflection of the growth and the professionalization of a rich and complex system, and of the hard work of those involved: the artists, the public, museums, cultural centers, gallery directors, curators and collectors. The 10th edition of the Fair, the most important event of its kind in the Southern Hemisphere, presents an unprecedented selection of 136 galleries, from 18 different countries, and a cultural program that goes far beyond the walls of the Bienal Pavilion in the Ibirapuera Park. With the aim of marking and celebrating the event’s trajectory, the organizers of SP-Arte have rethought the format of the catalogue, which includes information about the Fair and especially commissioned texts for a commemorative publication. Júlia Ayerbe, together with the SP-Arte team, was responsible for putting together this publication, which includes items written by different specialists from the visual arts world that traces the initiatives undertaken over the years and the transformations in the arts. For the benefit of the visitors, we have put together a Fair guide and a map of the city that suggests events in galleries, museums and cultural venues during SP-Arte/2014. Equipped with this information, we hope the public enjoys the event and is able to explore the corridors and the galleries within the pavilion as well as in the streets and other venues in the city of São Paulo. In the context of all these initiatives and the commemoration of the 10th anniversary of the Fair, I would like to take this opportunity to thank, firstly, the entire SP-Arte team, who have worked with me over the last ten years to bring this great event to fruition. I also extend my sincere thanks to the collectors, gallery directors, museums, artists, curators and art lovers because, without them, the evolution of this event would be meaningless. I would also like to thank our master sponsors: Itaú Private Bank, Iguatemi São Paulo, Oi, Oi Futuro; the sponsors of the cultural program: Sabesp, Racional, Rolls-Royce Motor Cars, Minalba Premium, Parmigiani; the Government of the State of São Paulo, represented by the Departments of Culture and Finance, and the Federal Government, more specifically the Ministry of Culture. We hope that you all enjoy and make the most of this great event, as well as the opportunities that it offers to learn and make connections. Welcome to SP-Arte! FERNANDA FEITOSA is founder and director of SP-Arte.

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O crescimento da SP-Arte, desde sua fundação, em 2004, é reflexo do crescimento e profissionalização de um sistema rico e complexo, e do trabalho de seus agentes: artistas, público, museus, centros culturais, galeristas, curadores e colecionadores. A décima edição da Feira, marcada por sua consolidação como o mais importante evento do setor no Hemisfério Sul, apresenta uma seleção ímpar de 136 galerias, de 18 países, e uma programação cultural que extrapola os limites do Pavilhão no Ibirapuera. Com o intuito de registrar e celebrar essa trajetória, a SP-Arte repensou o formato de seu catálogo, oferecendo, além das informações sobre a Feira, conteúdos produzidos especialmente para uma publicação comemorativa. Júlia Ayerbe, junto da equipe da SP-Arte, desenvolveu esta publicação, que conta com textos de diferentes especialistas do meio das artes visuais sobre ações empreendidas ao longo de anos e as transformações nesse cenário das artes. Para maior comodidade do visitante, elaboramos um guia da Feira com um mapa da cidade que sinaliza a programação de diversas galerias, museus e espaços culturais no período da SP-Arte/2014. Munido desses materiais, esperamos que o público desfrute do conteúdo e possa transitar pelos corredores e galerias do pavilhão, pelas ruas e espaços na cidade. Diante de todos esses feitos, e na celebração do décimo aniversário, gostaria de agradecer, primeiramente, a toda a equipe da SP-Arte, que me acompanhou no amadurecimento desse grande projeto durante esses dez anos, e aos colecionadores, galeristas, museus, artistas, curadores e apreciadores de arte, pois sem eles toda essa trajetória não teria sentido. Os meus melhores agradecimentos aos patrocinadores master Itaú Private Bank, Iguatemi São Paulo, Oi, Oi Futuro; aos patrocinadores da programação cultural Sabesp, Racional, Rolls-Royce Motor Cars, Minalba Premium, Parmigiani; ao Governo do Estado de São Paulo, representado pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda, e ao Governo Federal, na figura do Ministério da Cultura. Esperamos que todos desfrutem deste grande evento e aproveitem as oportunidades de aprendizado e conexões que ele proporciona. Sejam bem-vindos! FERNANDA FEITOSA é fundadora e diretora da SP-Arte.

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VICTOR BRECHERET O Guerreiro, arenito, década de 1920 65 x 42,5 x 12 ,5 cm Foto – Sergio Guerini

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RELATOS E ANEDOTAS SOBRE DOAÇÕES E DOADORES GIANCARLO HANNUD STORIES AND ANECDOTES ABOUT DONORS AND DONATIONS

Since 2007 SP-Arte has been promoting the donation of works of art to public collections in Brazil. To pay tribute to the collectors and companies that have contributed to the development of these collections, we have created a timeline that maps the dozens of donations that have been made over the years. This important register is interspersed with a text by Giancarlo Hannud, which includes historical anecdotes relating to these donations and the individuals involved both in Brazil and abroad.

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A SP-Arte, desde 2007, estimula a doação de obras a acervos públicos no país. Homenageando os colecionadores e empresas que colaboraram para a construção desses acervos, mapeamos as dezenas de doações realizadas ao longo dos anos em uma linha do tempo. Intercalando as páginas desse importante registro, temos o texto de Giancarlo Hannud, que faz um recorte da história das doações e seus personagens no Brasil e exterior.


PROGRAMA DE DOAÇÕES SP-ARTE DONATION PROGRAM 1

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2008 Iguatemi São Paulo > Pinacoteca do Estado

SP-Arte > Pinacoteca do Estado

1 Marcelo Moscheta São José do Rio Preto, Brasil, 1976 · São José do Rio Preto, Brazil, 1976 Naqueles dias éramos como neblina [In Those Days We Were Like Fog], 2008 procedência · provenance » Galeria Leme cortesia · courtesy » Galeria Leme

3 Nina Moraes São Paulo, Brasil, 1960 · São Paulo, Brazil, 1960 Puxadinho [Improvised Anex], 2005/2008 procedência · provenance » Galeria Carminha Macedo

Iguatemi São Paulo > mam sp 2 Paulo Nenflídio São Bernardo do Campo, Brasil, 1976 · São Bernardo do Campo, Brazil, 1976 Retrocórdio, 2008 procedência · provenance » Galeria Fortes Vilaça foto · photo » Eduardo Ortega cortesia · courtesy » Galeria Fortes Vilaça

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1 cintrão, Rejane (Org.). Doação Paulo Figueiredo Museu de Arte Moderna. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2001. p. 9. 2 aires, Matias. Reflexões sobre a vaidade dos homens. Lisbon: Officina de Francisco Luiz Ameno, 1752. p. 2.

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In a letter dated March 17, 1954, the widow of Antônio Prudente de Moraes, Maria Meirelles de Moraes, explained her reasons for donating a portrait of her father-in-law, Prudente de Moraes, the first civilian president of Brazil, by the artist Gustavo Dall’Ara, to the Pinacoteca do Estado de São Paulo. In elegant and delicate handwriting, she wrote: “by making the Pinacoteca such an offer, I feel I am acting with far greater patriotism than were I to keep the painting in the family”. She was, therefore, acting in the collective interests, making a work of art available to a potentially unlimited number of viewers. Her gesture was thus one of philanthropy, and reveals a love of and devotion to humanity and to the greater good. The etymology of the word philanthropy (philos – love, care; anthropos – man, humanity) carries that very idea: care and good will toward mankind. In the specific case of Maria Meirelles de Moraes, the benefactors were to be her Brazilian compatriots. Nearly forty years later, in reference to an important donation by the collector and gallery-owner Paulo Figueiredo of over a hundred works—including a representative collection of art by Mira Schendel—to the Museu de Arte Moderna de São Paulo, Ivo Mesquita wrote: “it is the selflessness and public spirit of private collectors, in an expression of some of the noblest values of a community, that has kept the world’s museums afloat.” 1 To selflessness and public spirit we might add a range of incentives, of which those of a financial nature are by no means the weakest, and this should not be forgotten when addressing the theme. Suffice it to recall the words of Matias Aires in his 1752 Reflexões sobre a vaidade dos homens [Reflections on the Vanity of Men]: “in the silence of an urn men deposit their memories in the faith that the marble shall render their names immortal”. 2 The eponymous Paulo Figueiredo Hall at the Museu de Arte Moderna de São Paulo ensures that an ever-changing public remains familiar with the name of a gallery-owner who, were it not for his patronage, would likely have been long forgotten, unknown to all generations save those with which he had living contact. As for Ms. Meirelles, other than the above-mentioned donation of a portrait of Prudente de Moraes, what reason would we have to remember one of the many daughters-in-law of one of many former presidents of Brazil? Practically 85% of the Pinacoteca collection derives from this form of acquisition, with only 0.5% acquired through anonymous donations. In other words, built into the desire to donate works of art hitherto kept from the public eye is an urge to divulge the act itself, to exhibit, alongside the donated piece, the philanthropy and public spirit of the donor, whether individual or corporate. Not only does the giver’s name go down in history, but it also goes up in the general esteem. At the National Gallery in London, the Yves Saint Laurent Room, home to a collection of 17th-century French painting, is surprising not only for juxtaposing a name associated with modern fashion and masterpieces from a golden age of French art, but also because it connects, as if by some associative osmosis, the fashion world with something supposedly more profound—great art—than perfume, makeup and tailleurs. The same can be said of the National Gallery’s Sainsbury Wing, where the surname ceases to designate a British supermarket chain and its wealthy founding family to become intrinsically associated with 12th to 15th-century


Gustava Dall'ara Retrato do Dr. Prudente de Moraes [Portrait of Dr. Prudente de Moraes], 1896 Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Doação de Maria Meirelles de Moraes, 1954 Collection of Pinacoteca do Estado de São Paulo. Donated by Maria Meirelles de Moraes, 1954

1 cintrão, Rejane [Org.]. Doação Paulo Figueiredo Museu de Arte Moderna. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2001. p. 9. 2 aires, Matias. Reflexões sobre a vaidade dos homens. Lisboa: Officina de Francisco Luiz Ameno, 1752. p. 2.

Em uma carta datada de 17 de março de 1954, a viúva de Antônio Prudente de Moraes, a senhora Maria Meirelles de Moraes, relata seus motivos para doar à Pinacoteca do Estado de São Paulo um retrato que o artista Gustavo Dall’Ara fizera de seu sogro Prudente de Moraes, o primeiro presidente civil do Brasil. Num esmerado e delicado cursivo, escreveu: “fazendo esta oferta à Pinacoteca, julgo que procedo com mais patriotismo que se conservasse o dito retrato como patrimônio da minha família”. Ela estaria, assim, cometendo um ato de benesse coletivo, ao disponibilizar uma obra de arte aos olhares de um público potencialmente ilimitado. Tal ação carrega a noção de filantropia, e demonstra um sentimento de amor e dedicação à humanidade e ao bem comum. A etimologia da palavra filantropia (philos – amor, cuidado; anthropos – humano, humanidade) traz consigo esta ideia: um cuidado e um bem querer do humano e da humanidade. No caso específico de dona Maria Meirelles de Moraes, o humano consistindo de seus compatriotas brasileiros. Passados mais de quarenta anos, Ivo Mesquita escreveu sobre a importante doação, realizada pelo colecionador e galerista Paulo Figueiredo, de mais de uma centena de obras – entre elas, uma representativa coleção de Mira Schendel – ao Museu de Arte Moderna de São Paulo: “é o desprendimento e o espírito público de colecionadores particulares que têm criado e mantido museus ao redor do mundo, expressando assim alguns dos valores mais nobres de uma comunidade”. 1 Ao desprendimento e ao espírito público, caberia acrescentar os muitos estímulos que impulsionam essas ações, dos quais os incentivos fiscais não são os menores e não devem ser esquecidos quando falamos sobre o tema. Vale lembrar as palavras de Matias Aires, no ano de 1752, em suas Reflexões sobre a vaidade dos homens: “no silêncio de huma urna depositam os homens as suas memorias, para com a fé dos mármores fazerem seus nomes immortaes”. 2 Nomeada em homenagem a seus atos, a Sala Paulo Figueiredo do Museu de Arte Moderna de São Paulo coloca um público constantemente renovado em contato com o nome de um galerista que, se não fosse por isso, provavelmente estaria esquecido no imaginário das novas gerações, que não conviveram intimamente com ele, e, certamente, se não fosse pela mencionada doação do retrato de Prudente de Moraes, que motivo teríamos para nos lembrar do nome de uma das muitas noras de um dos muitos presidentes do Brasil? Praticamente 85% do acervo da Pinacoteca do Estado é constituído por essa forma de aquisição e, não obstante, menos de 0,5% desse mesmo acervo tem sua origem em doações anônimas. Ou seja, o desejo de doar e disponibilizar para muitos olhares obras dantes vedadas do público comum parece vir acompanhado de um desejo de divulgar o próprio ato, de exibir junto ao objeto doado o caráter filantrópico e o espírito público de indivíduos e corporações. Ao nome do doador é dada não só uma sobrevida temporal, mas também um avultamento de seu próprio nome. Um salão intitulado Yves Saint Laurent, como é o caso de uma galeria de pinturas francesas do século xvii na National Gallery de Londres, não só nos surpreende pela justaposição de um nome do universo da moda com grandes obras-primas do século de ouro da pintura francesa, como também vincula, por um processo de osmose associativa, uma marca do universo da moda a algo supostamente mais profundo – a dita grande arte – do que perfumes, maquiagens e tailleurs. 23


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Iguatemi São Paulo > Pinacoteca do Estado 1 Marilá Dardot Belo Horizonte, Brasil, 1973 · Belo Horizonte, Brazil, 1973 Tratado de pintura e paisagem [Treatise of Painting and Landscape], 2009 procedência · provenance » Vermelho cortesia · courtesy » Vermelho 2 Marcius Galan Indianápolis, Brasil, 1972 · Indianápolis, Brazil, 1972 Isolante [Isolating], 2008 procedência · provenance » Galeria Luisa Strina cortesia · courtesy » Pinacoteca do Estado

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Iguatemi São Paulo > mam rj 3

Pedro Martinelli Santo André, Brasil, 1950 · Santo André, Brazil, 1950 Paraná do Supiá, 1995/2000 b Lago do inferno, 1996/2000 c Menino [Boy], 1996/2000 procedência · provenance » Galeria de Babel cortesia · courtesy » Galeria de Babel

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João Modé Resende, Brasil, 1961 · Resende, Brazil, 1961 Estojo Belle-Îlle [Belle-Îlle Case], 2007/2009 procedência · provenance » A Gentil Carioca cortesia · courtesy » A Gentil Carioca

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5 Eduardo Berliner Rio de Janeiro, Brasil, 1978 · Rio de Janeiro, Brazil, 1978 Garça [Heron], 2009 procedência · provenance » Casa Triângulo foto · photo » Andrea Capella cortesia · courtesy » Casa Triângulo


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2009 Banco Espírito Santo > Pinacoteca do Estado 6

Chiara Banfi São Paulo, Brasil, 1979 · São Paulo, Brazil, 1979 Dique seco [Dry Dam], 2009 procedência · provenance » Vermelho cortesia · courtesy » Vermelho

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Felipe Cohen São Paulo, Brasil, 1976 · São Paulo, Brazil, 1976 Paisagens [Landscapes], 2009 procedência · provenance » Galeria Marilia Razuk cortesia · courtesy » Galeria Marilia Razuk

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Rodolpho Parigi São Paulo, Brasil, 1977 · São Paulo, Brazil, 1977 Immolate Yourself [Imolar-se], 2009 procedência · provenance » Galeria Nara Roesler cortesia · courtesy » Galeria Nara Roesler

SP-Arte > mam sp 9 Mira Schendel Zurique, Suíça, 1919 – São Paulo, Brasil, 1988 Zürich, Switzerland, 1919 – São Paulo, Brazil, 1988 Sem título [Untitled], 1975 procedência · provenance » Athena Galeria de Arte foto · photo » Everton Ballardin cortesia · courtesy » Athena Galeria de Arte

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painting. Social goodwill plays an important role in this process, and the greater the works and sums donated, the thicker the veil of magnanimity that falls across the donor’s name. The desire to see one’s name embossed on a plaque in a public space, whether for reasons of personal recognition, institutional validation or the affirmation of power, is not so far removed from that which underpinned the patronage of the Medici, the Sforza and Hapsburgs, to whom we owe, indirectly, some of the most sublime creations of humanity. Instead of sonnets addressed to members of these dynasties, extolling their acts of generosity and philanthropy, the patrons of today receive plates with their names on them and eligibility for often highly enticing fiscal benefits. The fact is, only a handful of museums around the world have an annual acquisitions budget of a billion dollars like that purportedly enjoyed by the Qatar Museums Authority. A quick look at the sums available to some of the world’s biggest museums—such as the Metropolitan Museum of Art’s 33 million dollars or the Museum of Modern Art’s 39 million dollars—reveals that the acquisitions budgets institutions have to work with are severely limited if we consider the prices major works command on the international market. It is not surprising, then, that most of the acquisitions museums make come from donations by individuals and companies or from acquisitions programs rather than from purchases on the art market. While it might be argued that a history of donated works does not constitute an artistic narrative of genuine aesthetic-formal value, it is certainly true that such a history can furnish us with enough of the elements that gave rise to and shaped the context in which they were created and of which they are a part, thereby defining the social energies that molded these works and which paint them in a whole new light. In Brazil, this focus is particularly interesting mainly as it gives us the opportunity to look behind the scenes at the foundation and modus operandi of public and private institutions, with their many characters, anecdotes and vanities, and at the art market they had to work with, the tastes of a given time and the roles chosen and played in this drama of patronage and power. The first museum institution of the modern world began with a donation made in 1471 by Pope Sixtus iv to the people of Rome: an important collection of bronze sculptures from Classical Antiquity that seeded the Musei Capitolini. This pope’s name—despite accusations of nepotism and sodomy, his expansion of the Inquisition and promotion of the slave trade—is somewhat redeemed by the fact that he laid the foundations of the above-mentioned museum and that he gave his name not only to the Sistine Bridge, the first built across the Tiber since Classical Antiquity, but also to the Sistine Chapel, restored on his orders between 1477 and 1480. We could continue the narrative with Elias Ashmole and the cabinet of curiosities he donated to Oxford University in 1677, which, integrated with the University Art Collection in 1908, gave rise to the present--day Ashmolean Collection. Similarly, the germ of the British Museum, founded in 1753, was a collection of 71 thousand objects which the naturalist and collector Sir Hans Sloane donated to King George ii. Opened in 1759 at Montagu House, where the 26


Medalha comemorativa do papa Sisto iv Sixtus iv commemorative medallion

O mesmo ocorre com a ala Sainsbury do mencionado museu: o nome Sainsbury deixa de remeter meramente a uma importante família e a uma grande rede de supermercados inglesa para se tornar também um nome relacionado às pinturas dos séculos xii a xv. A lei da boa vizinhança e da associação desempenha papel fundamental nesse processo, e quanto mais vultosos forem as obras e os valores doados, maior será o véu de magnanimidade que reveste o nome do doador. O desejo de ter uma plaqueta com seu nome afixado em locais de grande circulação, por motivos de reconhecimento pessoal, validação institucional ou afirmação de poder, não se encontra tão distante do mecenato outrora exercido pelos Medici, pelos Sforza e pelos Habsburgo, a quem devemos, em parte, a viabilização de algumas das realizações mais sublimes da humanidade. Em vez dos sonetos endereçados aos indivíduos dessas grandes dinastias, exaltando seus atos de liberalidade e filantropia, os doadores de hoje recebem em troca de seus feitos plaquetas com seus nomes e a chance de obter benefícios fiscais, muitas vezes os mais vantajosos. Fato é que são pouquíssimos os museus ao redor do mundo que podem contar com orçamentos anuais de 1 bilhão de dólares para a compra de obras de arte, tal como, supostamente, o Qatar Museum Authority. Uma rápida apreciação dos dados de importantes museus – como o Metropolitan Musem of Art e seus 33 milhões de dólares, ou o Museum of Modern Art e seus 39 milhões de dólares – mostra que o orçamento destinado a compras é reduzidíssimo se levarmos em conta os preços correntes de obras de grande estatura no mercado internacional. Portanto, a maior parte das aquisições feitas por museus se dá graças a doações de indivíduos e empresas ou a programas de aquisição. Se é verdade que por meio de uma história das doações não podemos construir uma narrativa propriamente artística, de cunho estético-formal, também é certo que, a partir de tal história, poderíamos reunir os elementos que deram origem e que moldaram o contexto dentro do qual as obras se inserem, definindo, assim, as energias sociais que plasmaram esses trabalhos e que lhes concedem um verniz outro de significado. No ambiente brasileiro, em particular, tal enfoque é interessante principalmente por nos dar a oportunidade de conhecer os bastidores do teatro da fundação e o prosseguimento dado a instituições públicas e privadas, com seus muitos personagens, suas anedotas e vaidades, bem como o mercado de arte que encontraram, o gosto de uma época e os papéis escolhidos e desempenhados pelos atores desse drama de mecenato e poder. A primeira instituição museológica do mundo moderno nasce com uma doação feita em 1471 pelo papa Sisto iv ao povo da cidade de Roma: uma importante coleção de esculturas em bronze da Antiguidade clássica que deu origem aos Musei Capitolini. O nome desse papa – ainda que alvo de acusações de nepotismo e sodomia, e carregando o fardo de ampliação da inquisição e promoção da servidão negra – passa, de certo modo, por um processo de redenção quando nos damos conta de que ele fundou a estrutura que daria origem ao mencionado museu e de que seu nome batizou não só a Ponte Sisto, primeira ponte posterior à Antiguidade clássica a ser edificada em Roma ligando as duas margens do Tibre, mas também à Capella Sistina, restaurada a seu mando entre 1477 e 1480. Podemos seguir essa narrativa com Elias Ahmole e seu gabinete de curiosidades doado em 1677 27


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Iguatemi São Paulo > Pinacoteca do Estado 1

Ulysses Bôscolo São Paulo, Brasil, 1977 · São Paulo, Brazil, 1977 Sem título (Sonhos) [Untitled (Dreams)], 2008/2009 procedência · provenance » Galeria Mezanino cortesia · courtesy » Galeria Mezanino

2 Ivens Machado Florianópolis, Brasil, 1942 · Florianópolis, Brazil, 1942  Sem título, da série Fluídos corretores, déc. 1970 Untitled, from the series Corrective Fluids, 1970s procedência · provenance » Amarelonegro Arte Contemporânea

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Iguatemi São Paulo > mam ba 3 Gustavo Nóbrega São Paulo, Brasil, 1985 · São Paulo, Brazil, 1985  Sem título, da série Ex-votos, 2008 Untitled, from the series Ex-votes, 2008 procedência · provenance » Zipper Galeria cortesia · courtesy » Zipper Galeria 4

Gustavo Rezende Passa Vinte, Brasil, 1960 · Passa Vinte, Brazil, 1960 A natureza do amor e a passagem do tempo [The Nature of Love and Passing of Time], 2002 procedência · provenance » Galeria Marilia Razuk cortesia · courtesy » Galeria Marilia Razuk

5 Beatriz Franco Salvador, Brasil, 1976 · Salvador, Brazil, 1976 Ovos que não deitei [Unlaid Eggs], 2007 procedência · provenance » Mônica Filgueiras Galeria de Arte cortesia da artista · courtesy of the artist 6 Cinthia Marcelle  Belo Horizonte, Brasil, 1974 · Belo Horizonte, Brazil, 1974 O sábio [The Wise Man], 2009 procedência · provenance » Vermelho cortesia · courtesy » Vermelho 7

Rodolpho Parigi São Paulo, Brasil, 1977 · São Paulo, Brazil, 1977 Magenta Bird [Pássaro magenta], 2010 procedência · provenance » Galeria Nara Roesler cortesia · courtesy » Galeria Nara Roesler


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2010 Cleusa Garfinkel > mam sp 8 Claudia Andujar Neuchâtel, Suíça, 1931 · Neuchâtel, Switzerland, 1931 Desabamento do céu – O fim do mundo, da série Sonhos Yanomami, 1976 . Sky Collapse-The End of the World, from the series Yanomami Dreams, 1976 procedência · provenance » Vermelho cortesia · courtesy » Vermelho 9

Felipe Cohen São Paulo, Brasil, 1976 · São Paulo, Brazil, 1976 Sem título, da série Meio-dia, 2009 · Untitled, from the series Noon, 2009 procedência · provenance » Galeria Marilia Razuk cortesia · courtesy » Galeria Marilia Razuk

Banco Espírito Santo > Pinacoteca do Estado 10 Nelson Felix Rio de Janeiro, Brasil, 1954 · Rio de Janeiro, Brazil, 1954 a Série cabeceiras, projeto Karratha [Headboard Series, Karratha Project], 2010 b S  érie cabeceiras, projeto Anguila [Headboard Series, Anguila Project], 2010 c Série cabeceiras, projeto Dong-Sha [Headboard Series, Dong-Sha Project], 2010 d S  érie cabeceiras, projeto República Dominicana [Headboard Series, Dominican Republic Project], 2010 procedência · provenance » H.A.P. Galeria

11 Tatiana Blass São Paulo, Brasil, 1979 · São Paulo, Brazil, 1979 Teatro para aviões e navios [Theatre for Planes and Ships], 2009 procedência · provenance » Galeria Millan foto · photo » Milene Rinaldi cortesia · courtesy » Galeria Millan 12 João Loureiro São Paulo, Brasil, 1972 · São Paulo, Brazil, 1972 Recepção, administração, produção e distribuição  [Reception, Administration, Production and Distribution], 2002 procedência · provenance » Vermelho

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institution’s current premises would later be built, admission to the museum was free and open to anyone who was “scholarly and curious”. 3 Despite these anecdotes, many still consider the Musée du Louvre, opened to the public as the Muséum Central des Arts de la République on August 10, 1793 at the Salon Carré and Grande Galerie of the former royal palace of the Bourbons, as the first modern museum. It is interesting to note that the heads of a king and a queen, not to mention those of innumerable nobles and others not so noble, had to be cut off before the works of art assembled by the French, hitherto hoarded away from the prying eyes of the general public, could be made available to all. It should be remembered that these first museums were about as public as the Passeio Público in Rio de Janeiro. In other words, they were closed to the people and kept as the preserve of the “minority that represents it”, as Joaquim Nabuco would have put it. Even at the Louvre, fruit of the democratization professed by the French Revolution, artists had precedence when it came to access to the collections, and the general public could only visit on weekends. In the New World in general, and in Brazil in particular, heads did not have to roll before works of art of major significance were made accessible to the public. Founded in 1818, the Museu Real, the first institution of its kind in Brazil, was established by a decree dated June 6, to: propagate the knowledge and study of the natural sciences in the Kingdom of Brazil, containing within its walls thousands of objects worthy of observation and examination and which could be used to the benefit of commerce, industry and the arts, which need to be nourished as great wellsprings of riches. 4

3 British Museum Act, 1753. 4 brazil. Decree issued on June 6, 1818. Available in Portuguese at: <www2.camara.leg.br/legin/fed/decret_sn/ anterioresa1824/decreto-39323-6-junho-1818-569270publicacaooriginal-92501-pe.html>. Access on: Jan. 31, 2014. 5 azevedo, Manuel Duarte Moreira de. O Rio de Janeiro: sua história, monumentos, homens notáveis, usos e curiosidades pelo Dr. Moreira de Azevedo. Rio de Janeiro: Garnier, 1877. p. 223. 6 azevedo, Manuel Duarte Moreira de, op. cit., p. 236-237.

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In other words, it was an entrepôt for exotic samples found and collected in the New World and bound for Europe, and a showroom for collected mineral, botanical and zoological specimens, as well as engravings and paintings—in short, a depot for all manner of curiosity and rarity. Though a public institution, the museum was not originally open for visitation. It was only in October 1821, nine months after the departure of Dom João vi for Portugal, that the prince regent, the future Dom Pedro i, ordained that its doors should be open “every Thursday, save for Holy Days, from ten in the morning to one in the afternoon, to all persons, whether nationals or foreigners, who show themselves to be worthy in terms of knowledge and other qualities”. 5 Exactly who should be deemed worthy in terms of knowledge and other qualities is not made clear. Nevertheless, this Brazilian proto-museum received some interesting donations from the Braganças during the Imperial period that demonstrate the ample variety of objects under its care. These included a “large coral representing Constantine’s battle against Maxentius on a vase of gilt silver” presented by Dom João vi; the cranium of an Asian elephant and “three mummies purchased from the Italian Fiengo” donated by Dom Pedro i; and a giant anteater and “two-hundred and sixty artifacts from Pompeii offered by Dom Pedro ii”. 6 In terms of artworks, it is interesting that all members of the Imperial Family made donations, starting with Dom João vi, who left the collection of paintings he


à Universidade de Oxford, que gerou a primeira encarnação do atual Ashmolean Museum, fruto da junção do antigo Ashmolean com a University Art Collection em 1908. Do mesmo modo, o British Museum, fundado em 1753, tem em sua origem a coleção de 71 mil objetos doada pelo médico naturalista e colecionador Sir Hans Sloane ao rei George ii. Aberto em 1759 na Montagu House, onde mais tarde seria construída a atual sede da instituição, o museu não cobrava entrada e estipulava que a visitação fosse aberta a todas as “pessoas estudiosas e curiosas”. 3 Apesar desses antecedentes, muitos ainda consideram o Musée du Louvre, aberto ao público em 10 de agosto de 1793 no Salon Carré e na Grande Galerie do antigo palácio real dos Bourbon sob o nome de Muséum Central des Arts de la République, como o primeiro museu moderno. É notável que as cabeças de um rei e de uma rainha, sem mencionar as incontáveis cabeças de nobres e de outros nem tão nobres assim, tiveram de ser cortadas para que as obras de arte reunidas pela França, dantes interditadas aos olhares cupidinosos do público em geral, pudessem ser vistas por todos. Cabe lembrar que esses primeiros museus eram tão públicos quanto o Passeio Público do Rio de Janeiro, isto é, estavam vedados ao povo e abertos à “minoria que o representa”, como diria Joaquim Nabuco. Mesmo no Louvre, fruto do processo de democratização professado pela Revolução Francesa, artistas tinham precedência para visitar as coleções e o público geral só podia entrar nos finais de semana. No Novo Mundo, mais especificamente no Brasil, cabeças não tiveram de ser cortadas para tornar acessíveis obras artísticas de grande significado. É em 1818 que o Museu Real, primeira instituição brasileira do gênero, cujo decreto de fundação, datado de 6 de junho, declarava o objetivo de propagar os conhecimentos e estudos das sciencias naturaes no Reino do Brazil que encerra em si milhares de objectos dignos de observação e exame, e que podem ser empregados em beneficio do commercio, da industria e das artes, que muito desejo favorecer, como grandes mananciaes de riqueza. 4

3 British Museum Act, 1753. Tradução do autor. 4 brasil. Decreto de 6 de junho de 1818. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret_sn/ anterioresa1824/decreto-39323-6-junho-1818-569270publicacaooriginal-92501-pe.html>. Acessado em 31 de janeiro de 2014. 5 de azevedo, Dr. Moreira. O Rio de Janeiro: sua história, monumentos, homens notáveis, usos e curiosidades. Rio de Janeiro: b. l. Garnier, 1877. p. 223.

Tratava-se, na realidade, de um entreposto para exemplares exóticos encontrados e coletados no Novo Mundo que seriam enviados para a Europa e de um acervo que consistia de exemplares minerais, botânicos e zoológicos, bem como de gravuras e pinturas – um depósito onde se alocava toda sorte de objetos e espécimes raros e curiosos. Apesar de pública, a instituição ainda não era aberta, e foi somente em outubro de 1821, nove meses depois da partida de Dom João vi do Brasil, que o príncipe regente, o futuro Dom Pedro i, instituiu a visita ao Museu “na quinta-feira de cada semana, desde às 10 horas da manhã até uma da tarde, não sendo dia santo, a todas as pessoas, assim estrangeiras como nacionais, que se fizerem dignas pelos seus conhecimentos e qualidades”. 5 Precisamente quem eram as pessoas dignas pelos seus conhecimentos e qualidades não nos fica muito claro. No entanto, vale lembrar algumas das doações que foram feitas a esse protomuseu brasileiro pelos Bragança durante o período imperial e que demonstram a ampla variedade dos objetos lá guardados, como o “grande coral representando a batalha de Constantino sobre Maxêncio em um vaso 31


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Iguatemi São Paulo > Pinacoteca do Estado

Iguatemi São Paulo > mac usp

1 Jonathas de Andrade Maceió, Brasil, 1982 · Maceió, Brazil, 1982 2 em 1 [2 in 1], 2010 procedência · provenance » Vermelho cortesia · courtesy » Vermelho

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2 Saint Clair Cemin Cruz Alta, Brasil, 1951 · Cruz Alta, Brazil, 1951 Lenta é a luz da alma [Slow is the Light of the Soul], 2011 procedência · provenance » Luciana Brito Galeria cortesia · courtesy » Luciana Brito Galeria 3 Cinthia Marcelle  Belo Horizonte, Brasil, 1974 · Belo Horizonte, Brazil, 1974 O discípulo praticante [The Practicing Disciple], 2011 procedência · provenance » Vermelho cortesia · courtesy » Vermelho

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Patricia Osses Santiago, Chile, 1971 a Fachada 1 [Facade 1], 2009/2010 b Fachada 2 [Facade 2], 2009/2010 c Fachada 3 [Facade 3], 2009/2010 d Fachada 4 [Facade 4], 2009/2010 e Fachada 5 [Facade 5], 2009/2010 procedência · provenance » Galeria Leme cortesia · courtesy » Galeria Leme

5 Rosângela Rennó  Belo Horizonte, Brasil, 1962 · Belo Horizonte, Brazil, 1962  Venetian Tour Scrapbook [Caderno de colagens de um tour veneziano], 2009/2010 procedência · provenance » Vermelho cortesia · courtesy » Vermelho


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2011 Cleusa Garfinkel > mam sp

Banco Espírito Santo > Pinacoteca do Estado

6 Cabelo  Cachoeiro de Itapemirim, Brasil, 1967 · Cachoeiro de Itapemirim, Brazil, 1967 Batalha naval [Naval Battle], 2011 procedência · provenance » Galeria Marilia Razuk cortesia · courtesy » Galeria Marilia Razuk

8 Marina Rheingantz Araraquara, Brasil, 1983 · Araraquara, Brazil, 1983 Pântano [Swamp], 2011 procedência · provenance » Galeria Fortes Vilaça foto · photo » Eduardo Ortega cortesia · courtesy » Galeria Fortes Vilaça

7 Marcelo Cidade São Paulo, Brasil, 1979 · São Paulo, Brazil, 1979 Tempo suspenso de um estado provisório [Suspended Time of a Provisional State], 2011 procedência · provenance » Vermelho foto · photo » Rafael Assef cortesia · courtesy » Vermelho

Luisa Strina > mam sp 9 Edgard de Souza São Paulo, Brasil, 1962 · São Paulo, Brazil, 1962  Sem título (mesa alongada) [Untitled (Lenghtened Table)], 2010 procedência · provenance » Galeria Luisa Strina cortesia · courtesy » Galeria Luisa Strina

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had brought with him to Brazil when he returned to Europe in April 1821. Over a year later, on September 26, 1822, nineteen days after the Independence of Brazil, the newly-proclaimed emperor Dom Pedro i transferred 183 paintings from the Royal treasury to the Museu Real, many of these we can assume belonged to the above-mentioned collection left behind by Dom João. In 1831, some of these paintings were transferred again, this time to the gallery of the Academia Imperial de Belas Artes, where they joined the 54 works Dom João vi had acquired in Europe on his behalf by Joaquim Lebreton, head of the French Artistic Mission that arrived in Brazil in 1816 to train the Academia’s students. The Academia’s collection grew with new additions, such as A fuga da Sacra Família para o Egito [The Holy Family’s flight into Egypt], a large-scale canvas painted by Almeida Júnior in 1881 and donated by Dom Pedro ii. Almeida Júnior offered the painting to the emperor in 1882 in return for a scholarship to study in Europe. As Félix Ferreira writes: Never had the generous hand of the august protector given such fruitful sustenance to a genuine talent; had Dom Pedro ii not dispensed any other benefits of this kind, which he did and still does, this alone would be enough for his name to be written indelibly into the history of the Brazilian arts.

This same gallery would continue to expand thanks to further donations throughout the 19th and 20th centuries, eventually giving rise to the Museu Nacional de Belas Artes in Rio de Janeiro, founded in 1937. In 1946, the Museu Nacional received a fragment of a 13th-century crucifix whose donor, Pietro Maria Bardi, claimed had belonged to the collection of the art historian Bernard Berenson. In 1947, alongside the media mogul Assis Chateaubriand, the owner of Diários Associados, Bardi set about amassing a collection for the Museu de Arte de São Paulo, founded that same year. Previously a commercial gallery owner in Europe, Pietro was entrusted with the mission of identifying works for acquisition, while Chateaubriand scouted for sponsors willing to finance donations. Of note is Bardi’s description of the methods Chateaubriand employed: Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi Acervo da Biblioteca e Centro de Documentação do masp Assis Chateaubriand and Pietro Maria Bardi Collection of Biblioteca e Centro de Documentação do masp

Familiar with the psychology of his wealthy compatriots, the shrewd Chateaubriand created a system through which to stock the museum. He would ask for funding [...] and immediately repay the favor with promotional support in the press. Rumors abounded about Chateaubriand’s modus, but the truth is this bâtisseur d’avenir operated with tenacity and justice in every field. His intelligence and imagination led him to create a singular method for shaking things up: before being added to the collection, each new painting was unveiled at a sumptuous reception in some public building or elegant mansion in Rio, São Paulo or other state capital, complete with full coverage on the front pages of Chateaubriand’s newspapers and on radio and television. The title of patron, profusely bestowed, ended up attracting no small number of donors”. 7

7 fundação nacional de arte. Instituto Nacional de Artes Plásticas. Museu de Arte de São Paulo. Rio de Janeiro, 1981. p. 17.

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This fragment is especially interesting because it evinces certain elements that frequently blend into the donation process. The place the name Assis Chateaubriand


de prata dourada”, por Dom João vi; o crânio de um elefante asiático ou as “três múmias compradas ao italiano Fiengo”, por Dom Pedro i; e o tamanduá-bandeira e os “duzentos e sessenta artefactos de pompéa offerecidos por D. Pedro ii”. 6 É interessante mencionar que, no universo específico das artes plásticas, doações foram feitas por todos os membros da Casa Imperial, começando por Dom João vi, que aqui deixou sua coleção de pinturas, que havia trazido de Portugal, quando de seu retorno à Europa, em abril de 1821. Certo tempo depois, em 26 de setembro de 1822, 19 dias após a independência do Brasil, o recém-aclamado imperador Dom Pedro i transferiu para o Museu Real 183 quadros de propriedade do Tesouro Real, que podemos imaginar tratar-se da supramencionada coleção deixada no Brasil por Dom João. Em 1831, parte desses quadros foi novamente transferida, desta vez à pinacoteca da Academia Imperial de Belas Artes, onde se juntou ao núcleo de 54 obras adquiridas na Europa por encomenda de Dom João vi a Joaquim Lebreton, chefe da Missão Artística Francesa chegada ao Brasil em 1816 para a instrução dos alunos da Academia. A coleção da pinacoteca da Academia foi sendo ampliada com obras como A fuga da Sacra Família para o Egito, tela de grandes dimensões feita por Almeida Júnior em 1881 e doada por Dom Pedro ii. Almeida Júnior havia oferecido a pintura ao Imperador em 1882, por este lhe ter custeado os estudos na Europa. Como escreveu Félix Ferreira: Nunca a mão generosa do augusto protetor amparou talvez com mais proveito um verdadeiro talento; se outros benefícios não houvesse dispensado o Sr. Dom Pedro ii, como é certo que os tem feito e faz, bastar-lhe-ia esse para que seu nome jamais pudesse ser esquecido na história das artes brasileiras. 7

Essa mesma pinacoteca continuaria a se expandir com outras doações ao longo dos séculos xix e xx, posteriormente dando lugar ao Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, fundado em 1937. Em 1946, o mesmo Museu Nacional recebeu um fragmento de crucifixo do século xiii, cujo doador, Pietro Maria Bardi, alegava ter pertencido à coleção do historiador da arte Bernard Berenson. Juntamente com Assis Chateaubriand, proprietário dos Diários Associados, Bardi reuniu o acervo do Museu de Arte de São Paulo a partir de 1947, data de sua fundação. Anteriormente dono de galerias comerciais na Europa, Pietro era o encarregado de identificar obras para aquisição, enquanto Chateaubriand obtinha patrocinadores dispostos a financiar doações. Vale citar a descrição que Bardi fez a respeito dos métodos utilizados por Chateaubriand: Conhecedor da psicologia dos seus compatriotas abastados, o arguto Chateaubriand inventou um sistema para abastecer a pinacoteca. Pediu recursos [...] e simultaneamente retribuía aos mecenas com eventuais apoios promocionais da imprensa. Muitas lendas 6 de azevedo, Dr. Moreira, op. cit., p. 236–237. 7 ferreira, Félix. Belas artes, estudos e apreciações. Rio de Janeiro: Baldomero Carqueja Fuentes Editor, 1885. Disponível em: <http://ww.dezenovevinte.net/>. Acessado em 31 de janeiro de 2014.

circulavam sobre a ação de Chateaubriand, mas a verdade é que este bâtisseur d’avenir atuou com tenacidade e justiça em todos os campos. Sua inteligência e fantasia levaram-no a criar um singular modo de sacudir o ambiente: cada quadro, antes de entrar no museu, era exposto numa suntuosa recepção em edifícios públicos ou 35


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Iguatemi São Paulo > Pinacoteca do Estado 1

Carlos Bunga Porto, Portugal, 1976 Drawings Mausoléu, 2012 procedência · provenance » Galería Elba Benítez cortesia · courtesy » Galería Elba Benítez

2 Daniel Melim  São Bernardo do Campo, Brasil, 1979 · São Bernardo do Campo, Brazil, 1974 UnSistema [UnSystem], 2012 procedência · provenance » Choque Cultural foto · photo » Alexandre Vianna cortesia · courtesy » Choque Cultural 3

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Lia Chaia São Paulo, Brasil, 1978 · São Paulo, Brazil, 1978 Caixa de força (verde) [Housing Power (Green)], 2012 procedência · provenance » Vermelho cortesia · courtesy » Vermelho

Iguatemi São Paulo > mac usp 4 Felipe Cama Porto Alegre, Brasil, 1970 · Porto Alegre, Brazil, 1970 Páginas 648 e 649, da série Foi assim que me ensinaram  [Pages 648 and 649, from the series They Taught Me This Way], 2012 procedência · provenance » Galeria Leme cortesia · courtesy » Galeria Leme 5 6

Laercio Redondo Paranavaí, Brasil, 1967 · Paranavaí, Brazil, 1967 Lembrança de Brasília [Memories of Brasília], 2012 The idea of the north para Glenn Gloud, 2011 procedência · provenance » Silvia Cintra + Box4 cortesia · courtesy » Silvia Cintra + Box4

7 Gustavo von Ha  Presidente Prudente, Brasil, 1977 · Presidente Prudente, Brazil, 1977  da série do Google (A negra do Google) [from the series from Google (Google’s Black Woman)], 2011 procedência · provenance » Galeria Leme cortesia · courtesy » Galeria Leme


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2012 Banco Espírito Santo > Pinacoteca do Estado

Cleusa Garfinkel > mam sp

Romy Pocztaruk Porto Alegre, Brasil, 1983 · Porto Alegre, Brazil, 1983 a  A última aventura de Henry Ford [Henry Ford’s Last Adventure], 2011  b A última aventura de Henry Ford (ii) [Henry Ford's Last Adventure (ii)], 2011 c A última aventura de Emilio Médici [Emilio Médici’s  Last Adventure], 2011  d A última aventura de Emilio Médici (ii) [Emilio Médici’s Last Adventure (ii)], 2011 e A última aventura de Lindalva [Lindalva’s Last Adventure], 2011 f A última aventura de José Inácio (ii) [José Inácio’s  Last Adventure(ii)], 2011 procedência · provenance » SIM Galeria cortesia · courtesy » SIM Galeria

10 Eduardo Berliner Rio de Janeiro, Brasil, 1978 · Rio de Janeiro, Brazil, 1978 Sofá [Couch], 2011 procedência · provenance » Casa Triângulo cortesia · courtesy » Casa Triângulo

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Fabiano Rodrigues Santos, Brasil, 1975 · Santos, Brazil, 1975 Sem título [Untitled], 2012 procedência · provenance » Galeria LOGO cortesia · courtesy » Galeria LOGO

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occupies in the Brazilian imagination largely derives from his involvement in creating the museum and its collection through often diverse means, as Bardi reveals. In this brief Brazilian history, other figures who warrant special mention are Ciccillo Matarazzo and his wife, Yolanda Penteado. A member of one of the foremost families of the first half of the 20th Century, and associated indelibly with the Bienal Pavilion, not only because it bears his name, but because he founded the Bienal de São Paulo as an event and institution, Ciccillo was the driving force behind a number of key cultural initiatives in the city and state of São Paulo. Chateaubriand, though waging a private campaign against the Matarazzos, spared the Bienal’s founder the perceived ignominy: “You’re not Matarazzo, you’re Ciccillo”. 8 Out of respect and admiration for his achievements, Chateaubriand’s dislike of the Matarazzos gave way to a certain camaraderie for Ciccillo. In addition to founding and funding the Museu de Arte Moderna de São Paulo, out of his own pockets, in 1947, Ciccillo donated his private collection, of inestimable worth—including a Modigliani self-portrait, paintings by Picasso, Matisse, Morandi and Léger, and the sculpture Large Horse, by Marino Marini—to the University of São Paulo’s Museu de Arte Contemporânea. He also donated an 18th-century Neapolitan crib to the now defunct Museu do Presépio, a piece that now belongs to the Museu de Arte Sacra. It is undeniable that the donations mentioned here, and many others besides, reflect the civic spirit and values of a society and that without them these museums would not have the important collections they do today. But there is more to it than that. They also reflect and influence the social context and market of which the donated works are a part. And when we think about this market, we have to consider not only the works that comprise it, but also the relationships between the various figures that drive that market along: artists, gallery owners, collectors, curators and institutions that house and conserve the works these artists produce, validating them and presenting them to a public that, were it not for this market and its agents, would have a far smaller world at its disposal. ◆

8 almeida, Fernando Azevedo de. O franciscano Ciccillo. São Paulo: Livraria Pioneira, 1976. p. 32.

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GIANCARLO HANNUD holds a ba from the Slade School of Fine Art-ucl and an ma in Cultural and Intellectual History from the Warburg Institute. He is a curator at the Pinacoteca do Estado de São Paulo since 2010 and has published extensively in Brazilian and international art publications.


em mansões elegantes do Rio, São Paulo e de outras capitais de Estado, assinalando encontros de confraternização sempre divulgados nas primeiras páginas dos Diários Associados, pela rádio e televisão. Os títulos de mecenas, distribuídos em profusão, acabaram mobilizando numerosos doadores. 8

Retrato de Francisco Matarazzo, 1962 Portrait of Francisco Matarazzo, 1962 cortesia · courtesy » Arquivo Histórico Wanda Svevo / Fundação Bienal de São Paulo foto · photo » Dulce Carneiro

8 fundação nacional de arte. Instituto Nacional de Artes Plásticas. Museu de Arte de São Paulo. Rio de Janeiro, 1981. p. 17. 9 De almeida, Fernando Azevedo. O franciscano Ciccillo. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1976. p. 32.

Esse fragmento é particularmente interessante por explicitar os elementos que rotineiramente se fundem na materialização de doações. Devemos a persistência do nome de Assis Chateaubriand no imaginário brasileiro ao seu envolvimento na criação de um museu e de uma grande coleção por vias das mais diversas, como assinala Bardi. Dando continuidade às atividades de seu pai, Gilberto Chateaubriand hoje possui uma das mais importantes coleções de arte no Brasil, que leva seu nome e se encontra aberta ao público no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Nesse breve histórico brasileiro, uma menção que se faz indispensável é a de Ciccillo Matarazzo e sua esposa, Yolanda Penteado. Membro de uma das mais importantes famílias da primeira metade do século xx, e associado ao Pavilhão da Bienal, não apenas por intitulá-lo, mas também por ter sido fundador da Bienal de São Paulo, Ciccillo foi propulsor de inúmeras ações de desenvolvimento cultural na cidade e no estado de São Paulo. Assis Chateaubriand, envolto em uma campanha contra os Matarazzo, poupou Ciccillo, dizendo: “Você não é Matarazzo. É o Ciccillo”. 9 Chateaubriand evidenciava, assim, sua antipatia por aquela família e sua simpatia por Ciccillo, devido a laços de camaradagem e admiração pelos seus feitos. Além de fundar e financiar do próprio bolso o Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 1947, Ciccillo doou ao Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo sua coleção particular, de valor inestimável e que contava com um autorretrato de Modigliani, telas de Picasso, Matisse, Morandi e Léger, além da escultura Grande cavalo, de Marino Marini. Também doou um presépio napolitano do século xviii ao extinto Museu do Presépio, que atualmente se encontra no Museu de Arte Sacra. É inegável que as doações aqui mencionadas, além de tantas outras, refletem o espírito público e os valores de uma sociedade; sem elas, os museus aqui mencionados não teriam em seus acervos obras de tamanha importância. Mas não é só isso. Elas também espelham e influenciam o contexto social e o mercado em que as obras doadas se inserem. E quando se pensa nesse mercado, é preciso levar em conta não só as obras nele inseridas, mas também a relação entre os vários personagens que o movem: artistas, galeristas, colecionadores, curadores e instituições que abrigam e conservam os esforços de extroversão dos objetos produzidos pelos artistas, validando-os e apresentando-os a um público que, se não fosse por esse mesmo mercado e seus atores, estaria circunscrito a um espaço de todo diminuto. ◆

GIANCARLO HANNUD é bacharel em Artes Plásticas pela Slade School of Fine Art e mestre em História Cultural e Intelectual pelo Warburg Institute, de Londres. É curador da Pinacoteca do Estado de São Paulo desde 2010 e autor de inúmeros artigos em publicações de arte nacionais e internacionais.

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Iguatemi São Paulo > Pinacoteca do Estado

Iguatemi São Paulo > mac usp

1 Brígida Baltar Rio de Janeiro, Brasil, 1959 · Rio de Janeiro, Brazil, 1959 Abrigo [Shelter], 1996/2007 procedência · provenance » Galeria Nara Roesler cortesia · courtesy » Galeria Nara Roesler

3 Tatiana Blass São Paulo, Brasil, 1979 · São Paulo, Brazil, 1979 Cachoeira [Waterfall], 2013 procedência · provenance » Galeria Millan

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Fabiano Rodrigues Santos, Brasil, 1975 · Santos, Brazil, 1975 Sem título [Untitled], 2012 procedência · provenance » Galeria LOGO cortesia · courtesy » Galeria LOGO

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Hildebrando de Castro Olinda, Brasil, 1957 · Olinda, Brazil, 1957 Sem título [Untitled], 2012 procedência · provenance » Galeria Oscar Cruz

5 Regina Silveira Porto Alegre, Brasil, 1939 · Porto Alegre, Brazil, 1939 Una vez más [Uma vez mais · One More Time], 2012 procedência · provenance » Luciana Brito Galeria cortesia · courtesy » Luciana Brito Galeria


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2013 Fundação Edson Queiroz > mac usp

Banco Espírito Santo > Pinacoteca do Estado

6 Candida Höfer  Eberswalde, Alemanha, 1944 · Eberswalde, Germany, 1944 Palácio do Planalto Brasília ii, 2005 procedência · provenance » Galeria Leme cortesia · courtesy » Galeria Leme

8 Rodrigo Matheus São Paulo, Brasil, 1974 · São Paulo, Brazil, 1974 Exterior, 2013 procedência · provenance » Galeria Fortes Vilaça foto · photo » Eduardo Ortega cortesia · courtesy » Galeria Fortes Vilaça

Fundação Edson Queiroz > Pinacoteca do Estado 7

Paulo Whitaker São Paulo, Brasil, 1958 · São Paulo, Brazil, 1958 Sem título [Untitled], 2009 procedência · provenance » Galeria Marilia Razuk cortesia · courtesy » Galeria Marilia Razuk

Cleusa Garfinkel > mam sp 9

assume vivid astro focus Nova York, eua, 2001 · New York, usa, 2001 Transgeométrica #3, 2013 procedência · provenance » Casa Triângulo foto · photo » Edouard Fraipont cortesia · courtesy » Casa Triângulo

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PROGRAMA EDUCACIONAL ADRIANO PEDROSA EDUCATIONAL PROGRAM

In its third year, the SP-Arte Educational Program presses ahead with its two projects: Dialogues and the Curatorial Lab. The idea here is that the fair should be more than just a space for buying and selling art, though this remains its core function. After all, it is also a major meeting of professionals from the art milieu (just like the less celebrated trade fairs of so many other areas). The visibility and resources generated by art fairs worldwide are extraordinary, and with each new edition São Paulo sets new records for the number of exhibitors and visitors (a possible record in business volume is hard to measure). All this energy has to be channeled into other activities, which would help us attain a broader mission for the fair, as we look to move beyond the purely commercial to add more critical, investigative and educational roles. It will be a tough path to beat, as we know how delicate the relationship is between commerce, on one hand, and artistic, critical and curatorial activities, on the other. Effectively, it is hard to think of correlates in other areas—perhaps the pharmaceutical industry would be one possible comparison. The Dialogues program invites artists and curators to establish open and public discussion. The Curatorial Lab program, an international pioneer, invites young curators to submit projects for exhibitions to be developed over a period of six months and held during the SP-Arte. This year, the number of exhibitions was reduced to two, which enabled us to foster a more focused dialogue with these young curators and accompany their projects at closer quarters. Two curators from outside the South-Southeast region of Brazil were selected: Carolina Vieria, who lives in Fortaleza, and Traplev, who lives in Recife. Ana Paula Cohen, who curated the 28th Bienal de São Paulo and taught on the curatorial program at Bard College, usa, was brought in to dialogue with the chosen curators, alongside Rodrigo Moura, artistic director of Inhotim. The aim of the Lab is not to provide a theoretical background, 46


Em seu terceiro ano, o Programa educacional da SP-Arte dá continuidade a seus dois projetos: Diálogos e Laboratório curatorial. O entendimento aqui é que a feira não seja apenas um espaço para compra e venda de obras de arte, ainda que essa seja sua atividade principal. Afinal, ela é também um encontro entre profissionais do meio (como as feiras menos celebradas de tantas outras áreas). A visibilidade e os recursos angariados pelas feiras de arte em todo o mundo são extraordinários, e a cada ano a SP-Arte bate recordes de expositores e de público (o montante de negócios realizados é de difícil mensuração). Toda essa energia deve ser canalizada para outras atividades, de modo a compreendermos a feira num campo ampliado, buscando papéis mais críticos, reflexivos e educativos para além dos fins comerciais. Trata-se de um caminho difícil a ser trilhado, pois sabemos como são delicadas as relações entre o comércio, por um lado, e as atividades artísticas, críticas e curatoriais, por outro. Com efeito, é difícil pensar em situações correlatas em outras áreas – talvez a indústria farmacêutica ofereça subsídios para um possível caso comparativo. O programa Diálogos convida artistas e curadores para estabelecerem uma conversa aberta com o público. Já o Laboratório curatorial, pioneiro internacionalmente, abre espaço para que jovens curadores submetam projetos de exposições a serem desenvolvidos ao longo de seis meses e, enfim, realizados na SP-Arte. Este ano reduzimos o número de exposições para duas, o que nos permitiu um diálogo mais concentrado com os participantes e um acompanhamento mais próximo de seus projetos. Foram selecionados dois curadores de fora do eixo Sul-Sudeste brasileiro: Carolina Vieira, que vive em Fortaleza, e Traplev, que vive em Recife. Ana Paula Cohen, que atuou como curadora da 28ª Bienal de São Paulo e que já lecionou no programa de curadoria do Bard College, nos Estados Unidos, foi convidada para estabelecer uma interlocução com os curadores participantes do 47


2012 CURADORES SELECIONADOS SELECTED CURATORS

Renan Araujo, Marta Mestre, Bernardo Mosqueira, Kamilla Nunes

fotos · photos » Leonardo Finotti

but rather the opportunity to get some curatorial practice. The two young curators selected are also awarded a trip abroad to visit a biennial event—in this case, the Berlin Biennale. The Curatorial Lab is treated differently in this year’s catalogue. Instead of running texts about the exhibitions, we opted for interviews between the curators and one of the artists featured in their shows. The idea is to reveal parts of the curatorial process, of which the strengthening of ties between the curator, the artist and the artist’s work is certainly one. As a result, in the following pages Carolina Vieira interviews Yuri Firmeza, while Traplev talks to the artist Janine Soenens. An educational program at an art fair might seem contradictory—how do you educate people in a commercial territory? However, this is a contradiction inherent to the activities of many galleries, which sell art, but also develop important exhibition programs. Maybe there’s a some cannibalization process in this, but nothing that ought to distract us from the main mission of a fair-based educational program: to create and foster critical, investigative and educational projects. ◆

ADRIANO PEDROSA is director of Programa Independente da Escola Sao Paulo-piesp. He was adjunct curator of the 24th Bienal de São Paulo, in 2008; cocurator of the 27th Bienal de São Paulo, in 2006; co-curator of InSite, San Diego and Tijuana, in 2005; artistic director of the 2nd Trienal Poli/Grafica de San Juan, in 2009; and co-curator of the 12th Istanbul Biennial, in 2011.

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2013 CURADORES SELECIONADOS SELECTED CURATORS

Monica Espinel, Mariana Lorenzi, Fernando Oliva, Tomás Toledo

Laboratório ao lado de Rodrigo Moura, diretor artístico do Instituto Inhotim. O objetivo do Laboratório não é fornecer uma preparação teórica, mas sim gerar oportunidade para o exercício curatorial. Os dois jovens curadores selecionados ganham uma viagem ao exterior para visitar uma bienal de arte – este ano, a Bienal de Berlim. A presença do Laboratório curatorial no catálogo desta edição difere de seu conteúdo nos anos anteriores: não foram produzidos textos sobre as exposições, mas sim entrevistas com artistas que delas farão parte. O intuito é revelar partes do processo curatorial, sendo uma delas, certamente, a aproximação entre o curador e o artista e sua obra. Assim, nas páginas seguintes, são apresentadas duas entrevistas: uma realizada por Carolina Vieira com Yuri Firmeza, e outra por Traplev com Janine Soenens. A existência de um programa educacional numa feira de arte pode parecer algo contraditório – como educar num território tomado pelo comércio? Essa contradição é inerente à atividade de muitas galerias de arte, que vendem, mas também desenvolvem importantes programas de exposições. Talvez haja aí uma espécie de canibalização. Entretanto, nada disso deve nos afastar da missão principal do programa educacional de uma feira: criar e fomentar projetos críticos, reflexivos e educativos. ◆

ADRIANO PEDROSA é diretor do Programa Independente da Escola São Paulo-piesp. Foi curador adjunto da 24ª Bienal de São Paulo, em 2008; cocurador da 27ª Bienal de São Paulo, em 2006; cocurador da InSite, San Diego e Tijuana, em 2005; diretor artístico da 2ª Trienal Poli / Gráfica de San Juan, em 2009; e cocurador da 12ª Bienal de Istambul, em 2011.

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ENTREVISTA COM YURI FIRMEZA LABORATÓRIO CURATORIAL CAROLINA VIEIRA INTERVIEW WITH YURI FIRMEZA CURATORIAL LAB Carolina Vieira » What made you opt for a career in art?

Carolina Vieira » O que o levou a seguir uma carreira artística?

Yuri Firmeza » I started taking courses in drawing, photography, painting and art history at a very young age. I also tried studying guitar and flute. But my main interest was in working with education, especially children’s education. When I started university, it never occurred to me to participate in exhibitions or anything like that. I worked with kids for two years before graduating, but all the while I was developing my own projects, experimenting with ideas that emerged out of discussions and ruminations during class. The first exhibitions sort of flowed from that, almost unintentionally. I just went about my projects, and these led to exhibitions. I mean, that wasn’t my focus, it wasn’t what I was channeling all my energy into. In the beginning, it was just local art salons, like the Salão de Abril in Fortaleza. Later, I began to understand that being an artist is much more complex than just featuring in exhibitions or producing works of art. So, in a sense, I never did want to pursue a career in art. I never really wanted that, and I still don’t. So, in a way, I’m not at all what someone would expect a professional artist to be. I do what excites me, if and when I can. The day it ceases to be something vital to me, I’ll have no problem at all in stopping.

Yuri Firmeza » Desde muito novo fiz cursos de desenho, fotografia, pintura, história da arte. Tentei também estudar violão e flauta. Mas meu interesse maior era trabalhar com educação, sobretudo educação infantil. Quando ingressei na universidade, eu não pensava em participar de exposições nem em nada dessa natureza. Ainda na graduação, trabalhei com crianças durante dois anos. Mas, concomitantemente, eu desenvolvia meus projetos e fazia experimentações a partir do que surgia de discussão e inquietação durante as aulas. De maneira muito pouco intencional começaram a acontecer as primeiras exposições. Eu simplesmente desenvolvia meus projetos e eles eventualmente se desdobravam em exposições. Ou seja, não era o foco em que eu me concentrava e para o qual dispunha minhas energias. No começo eram mostras em salões locais, como o próprio Salão de Abril, em Fortaleza. Depois a gente passa a entender que ser artista é muito mais complexo do que participar de exposições ou mesmo produzir obras. Então, em certa medida, eu nunca quis seguir uma carreira artística. Nunca almejei realmente isso, inclusive até hoje. Nesse sentido, não sou nada do que se espera da profissão artista. Faço o que me dá tesão, enquanto e quando der. E não terei nenhum problema em deixar de fazer o que faço quando isso deixar de ser condição vital.

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Detalhe de Ação 1, 2005 Detail of Action 1, 2005 cortesia · courtesy Casa Triângulo


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What sort of artistic formation have you had? There were the courses I took as a child, like I said. Then there was university, which was extremely important not just for me, but for the city of Fortaleza [The Faculdade Integrada da Grande Fortaleza, where Yuri studied, opened in 2000]. Then I moved to São Paulo, where I lived for about six years. I took my master’s degree there, and some scholarships too, like the Bolsa Pampulha, and then I spent a year in Belo Horizonte. At the same time, there were some trips and exhibitions around Brazil and in other countries, and some collaborations with other artists... But, like I said, my formation comes from other sources too, and has a lot to do with a sort of lifeaffirmation. Today I feel that all these other things are far less important for a person’s education – whoever he or she may be – than the method and the investments (even political ones) that we make. I have no problem being called an artist, I’ve none of the syndrome or paranoia of those who deny that designation. On the other hand, I don’t pride myself on it. In fact, I don’t relate well to categorizations. So I’ve no problem with being an artist or a teacher, it’s being labelled that bothers me. To be honest, I do what I like doing. I do what it would be impossible not to do and I do what is impossible to do–because the possible itself is too little. So I’d say, yeah, at times I really can be an artist. Which artists or works do you hold as references? Interestingly, my main influences don’t come from the visual arts as such. I learn a lot from those around me and from the situations I experience. A cousin of mine, Miguel Bezerra, whom I lived with in São Paulo for a few years, was more important to me than many of the exhibitions I saw there. The contact with Suely Rolnik was also pivotal during that same 52

period. And other people who were always around, like Solon Ribeiro, Uirá dos Reis, Jonnata Doll, Artur Cordeiro... I mean, more than their work itself, for all its caustic power, it was their way of thinking, living, reflecting so radically on their place in the world that gave me that burst of fuel. Though I do recall that discovering Cildo Meirelles’ work was very important to me. I remember seeing Inserções em circuitos ideológicos [Insertions in ideological circuits] and being knocked out by it. Cildo is one of those artists whose every work is a happening. I recently had the opportunity to meet him in person, at his studio, and he really is one of those artists whose critical streak is not mollified by the celebrity spectacle. But what really leaves a mark, what actually drives me, are the immersions and forays into life. Is Souzousareta Geijutsuka 1 a seminal work in your oeuvre? What are the chances of its being reprised? I think all works are seminal in a sense and none in another. Souzousareta perhaps made the loudest splash, because it hoodwinked the two biggest newspapers of a city. Then there was the whole nationwide debate it sparked. It was exhibited in another context in 2008, at the exhibition Laços do olhar, at the Instituto Tomie Ohtake in São Paulo, curated by Paulo Herkenhoff. Paulo proposed that we exhibit the work, and I presented all its ramifications (which are also elements of it, in fact) in two map cabinets the visitors could look through, containing all the press coverage, e-mails, texts posted on websites and, of course, writeups in all the major newspapers. I called this transcription Arquivo vivo. But I think there are many other ways to exhibit this work, even through the things I’ve said about it. I think this project is still alive today, nearly seven years on. It lives on in speech, interviews, texts and theses.

1 In 2006, for an exhibition at the Museu de Arte Contemporânea do Ceará entitled Artista invasor [Trespasser Artist], Yuri created the Japanese character Souzousareta Geijutsuka: a fictitious artist who claimed to be real and duped the local press in the state of Ceará, giving written interviews, always via a press advisor (Yuri’s then girlfriend), even becoming the cover story in the cultural supplements of leading state newspapers. With all the buzz that Souzousareta generated, Yuri’s work was given a lot of attention by various newspapers in almost all of Brazil’s state capitals.


Como foi (ou tem sido) sua formação como artista? Houve os cursos que fiz ainda criança, como mencionei. Depois a universidade, que foi extremamente importante não apenas para mim, mas para a cidade de Fortaleza [A Faculdade Integrada Grande Fortaleza, onde Yuri estudou, inaugurou em 2000]. Em seguida fui morar em São Paulo. Vivi por lá cerca de seis anos, fiz o mestrado, participei de algumas bolsas, como a Bolsa Pampulha, e vivi um ano em Belo Horizonte. No meio disso, houve algumas viagens e exposições no Brasil e em outros países, alguns projetos com outros artistas... Mas, como eu disse, minha formação passa também por outras searas e tem a ver, principalmente, com um modo de afirmar a vida. Hoje eu sinto que todas essas outras coisas são bem menos importante para a formação – de quem quer que seja – do que a maneira e os investimentos (políticos, inclusive) que fazemos. Não tenho problema algum em ser chamado de artista, não tenho a síndrome e nem mesmo a paranoia dos que negam esse lugar. Por outro lado, não fico nem um pouco envaidecido por essa definição. Na verdade, não lido muito bem com categorizações. Portanto, não é o fato de ser artista ou professor que me incomoda tanto, mas o de ser taxado como isso ou aquilo. Sinceramente, faço o que gosto de fazer. Faço o que é impossível não fazer e impossível de ser feito – pois o possível é muito pouco. Eu diria, assim, que em alguns momentos eu estou artista. 1 Em 2006, para uma exposição no Museu de Arte Contemporânea do Ceará intitulada Artista invasor, Yuri criou o personagem japonês Souzousareta Geijutsuka: um artista fictício que se passou por real e enganou a imprensa cearense, dando entrevistas por escrito, sempre intermediado por uma assessora de impressa (a namorada de Yuri na época), chegando a ser matéria de capa do caderno de cultura de importantes jornais do estado. Com toda a repercussão que Souzousareta recebeu, o trabalho de Yuri alcançou destaque em diversos jornais de quase todas as capitais do Brasil.

Quais artistas ou trabalhos são referências para você? Curiosamente, minhas referências não são tanto das artes visuais. Eu me contamino bastante com as pessoas que estão por perto e com as situações que vivo. Um primo, Miguel Bezerra, com quem vivi em São Paulo durante alguns anos, foi mais importante para mim do que muitas das exposições que vi por lá. O contato

com a Suely Rolnik também foi singular naquele mesmo período. E também com pessoas que sempre estiveram por perto, como o Solon Ribeiro, o Uirá dos Reis, o Jonnata Doll, o Artur Cordeiro... Enfim, mais do que propriamente os trabalhos deles, que são potências cáusticas, é uma injeção de força a maneira de se posicionarem, de viverem, de pensarem tão radicalmente o lugar deles no mundo. Mas agora lembro que foi muito decisivo conhecer o trabalho do Cildo Meireles. Lembro que quando vi Inserções em circuitos ideológicos fiquei muito tomado por aquilo. Isso já faz mais de uma década e ainda hoje os trabalhos do Cildo são importantes para mim. O Cildo é um desses artistas de quem cada trabalho é um acontecimento. Recentemente tive a oportunidade de conhecê-lo em seu ateliê e, de fato, ele é um desses artistas cuja envergadura crítica não é apaziguada pelo espetáculo das celebridades. Mas o que me marca mesmo, ou melhor, o que me força mesmo a trabalhar são os atravessamentos e os mergulhos na vida. Souzousareta Geijutsuka 1 é um trabalho seminal em sua obra? Quais são as possibilidades de sua reapresentação? Eu acho que todos os trabalhos são seminais e que, em certo sentido, não existem trabalhos seminais. Souzousareta talvez tenha sido o de maior repercussão devido ao fato de subverter e burlar os dois maiores jornais de uma cidade. E depois houve toda a discussão, em âmbito nacional, que o trabalho ativou. Ele foi exposto em 2008 em outro contexto: na exposição Laços do olhar, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, curada por Paulo Herkenhoff. O Paulo propôs que expuséssemos o trabalho e eu apresentei todos os desdobramentos (que, na verdade, também constituem o trabalho) em duas mapotecas, uma pasta de arquivos em que o público podia manusear o material veiculado na imprensa, alguns e-mails e textos publicados em sites, além, é claro, de todos os 53


How do you create your works? In a studio? At home? In the street? While traveling? Each work is done in its own way, and the projects often require the development of specific, sometimes conceptual tools. Unlikely routes, detours, unexpected turns, all of these can force you to change tack, revise initial hypotheses and redraft the methodology you started from. Generally, my works require a lot of research, so they tend to be developed in a number of spaces – my house, the streets, on the road. I don’t have a studio, I never did. I have a laptop, some hds full of projects and raw material, and a good-sized library. Besides that, I have a 1974 green Beetle. That’s practically everything I’ve got [laughs]. Speaking specifically of Ação 6 [Action 6], how was that developed? 54

Some projects are site-specific, and that was the case of this photograph, which was taken in the Edifício Western. Mateus Sá and I went into this historical building in Recife (Pernambuco) during the spa.1 Most of the building was cordoned off, as it was structurally unstable. The place was a ruin. I inserted my naked body into some of the more extreme architectural situations and Mateus photographed the series of actions. When you produced Ação 6, was the idea to exhibit it immediately, or were you thinking of articulating it with other objects or supports? I see the pictures of my performances as an integral part of the thought behind each action. I don’t think of the photos as mere records of performances. That’s why many of my actions

2 Semana Pernambucana de Artes [Pernambucan Art Week].


Ação 6 [Action 6], 2011 cortesia · courtesy Casa Triângulo

jornais. Chamei essa transcriação de Arquivo vivo. Mas eu acho que existem várias formas de expor esse trabalho, inclusive nas falas que faço sobre ele. Acredito que esse é um projeto que se mantém vivo até hoje, após mais de sete anos de seu surgimento, por meio de falas, entrevistas, textos e teses. Como você desenvolve seus trabalhos? Em ateliê? Em casa? Na rua? Viajando? Cada trabalho é desenvolvido de um modo e não raro os projetos exigem, ao longo de seus processos, a criação de ferramentas específicas, inclusive conceituais. Rotas insuspeitas, desvios e caminhos imprevistos que me forçam a abandonar algumas hipóteses iniciais e retraçar a metodologia com a qual comecei a pesquisa. De maneira geral, os trabalhos demandam muito tempo de pesquisa, e com isso os espaços acabam por se sobrepor entre a casa, a rua, as viagens. Eu não tenho ateliê, nunca tive. Mas tenho um notebook, alguns hds cheios de projetos e de materiais brutos e uma biblioteca que eu considero de bom tamanho. Além disso, tenho um fusca verde de 1974. Isso é quase tudo o que tenho [risos]. No caso específico de Ação 6, como foi seu desenvolvimento? Há casos também em que os projetos são feitos em lugares específicos, como é o dessa fotografia, que foi feita no Edifício Western. Eu e o Mateus Sá subimos nesse prédio histórico do Recife, durante o spa.2 Boa parte do prédio não estava acessível, pois ele estava comprometido estruturalmente, em ruínas. Eu inseri meu corpo nu em algumas dessas situações limítrofes da arquitetura e o Mateus fotografou uma série de ações.

2 Semana Pernambucana de Artes.

Quando você produziu Ação 6, o pensamento foi o de expor imediatamente ou pensava em articulá-la com outros objetos ou suportes?

Eu entendo as fotos de minhas performances como parte integrante ao pensamento de cada uma das ações que faço. Não acho que as fotos são meramente registro documental das performances. Por isso, tantas ações que fiz acontecem para a câmera ou mesmo – no caso da vídeo-performance Ação 4 (2006), em que eu realizo um ato sexual com meu duplo – só existem através de manipulação da imagem. Dessa série de fotos no edifício Western eu selecionei somente duas, sempre pensando-as como fotografia. Não cheguei a cogitar a articulação delas com outros objetos ou suportes. Parte desse prédio ainda não estava vetada, e justamente nessa parte ocorriam atividades do spa, em 2006. Nesse trabalho, há um cuidado com a composição de cores e com o posicionamento do corpo em relação a outros elementos da imagem. Como você percebe essa foto atrelada ao pensamento da ação? Eu costumo fazer várias séries fotográficas e, quando possível, com mais de um fotógrafo. Costumo também dirigir a foto. No caso dessa especificamente, nós não tínhamos muito tempo, já que entramos em andares do prédio que estavam lacrados. Eu e o Mateus conversamos bastante, falei o que eu estava pensando e o que eu iria fazer. As fotos foram feitas em película e, diferentemente das outras séries, eu não conseguia vê-las imediatamente. Antes de cada lugar ser fotografado, a gente conversava sobre qual ângulo fotografar, como eu iria me posicionar, qual era a melhor composição do corpo no espaço. Além disso, o corpo e o movimento do performer funcionam como um sismógrafo para os movimentos do fotógrafo e vice-versa, como uma dança. Em alguns dos seus trabalhos com foto há uma lógica de série. Que conceitos ou experiências você colocou em questão para a série criada dentro do Edifício Western? 55


only exist before the camera or through digital image manipulation as in Ação 4 [Action 4] (2006), in which I perform a sex act with my double. Of the series of actions from the Edifício Western, I selected only two, based on the photographs. I never thought about articulating them with other objects or supports. Part of the building was still open in 2006, and that’s where the spa activities went on. In this work, you take great care with the composition of the colors and the positioning of the body in relation to the other elements in the picture. How do you see this photo as connected with the thought behind the action? I usually do various photographic series and, when possible, with more than one photographer. I also tend to direct them in terms of how I’d like to see the picture taken. In this specific case, we didn’t have much time, as we’d snuck into floors of the building that were off-limits. Mateus and I talked about it a lot, I told him what I had in mind and what I was going to do. The photos were taken using film, so unlike on other series, I couldn’t see them immediately. Before taking pictures in a given place we’d discuss the angle, how I would position myself, what the best bodyversus-space composition would be. Moreover, the performer’s body and movement serve as a kind of seismograph for the photographer’s movements, and vice-versa, like a sort of dance.

in producing any such movement. What I most wanted was to affect and be affected by the place. I’m thinking about translucent borders as a theme for the show at Curatorial Lab and the idea is to gather works that in some way cause cracks to appear on surfaces, expanding limits and rounding obstacles. Thinking along those lines, can you see any relationship with your work? I like to think of borders as potencies rather than frontiers. The body, which seems to sit inactive at the center of the photo, is also what indicates the possibility of something happening. It seems to be contained within the imminence of an eruption. It’s like those bricked up windows that equalize the porosity between inside and out. I see the body as the crack in this landscape-shell. ◆

There’s a serial logic in some of your work with photography. What concepts or experiences did you employ in the series produced at the Edifício Western?

CAROLINA VIEIRA is an independent researcher with a master’s degree in art theory and criticism from the Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais (ufmg), for which she receives capes support, and is a specialist in Contemporary Art at the Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (puc-Minas). She coordinates the basic courses in visual arts and multimedia at Porto Iracema das Artes (Escola de Formação e Criação do Ceará).

Yes, in some works I try to use the photographic series to confer a certain movement upon the performance. The body moves in space before a camera that’s almost always fixed. In the case of the Western series, I was more interested in generating tension between the fragility of my body and the carnality of the architecture than

YURI FIRMEZA was born in 1982 in São Paulo, and early in his life moved to the city of Fortaleza, where he lives and works today. He graduated with a degree in Visual Arts from the Faculdade Integrada Grande Fortaleza (fgf), 2005, and has a masters in Visual Arts from the Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (eca usp), 2011. He currently teaches on the Cinema and Audiovisual Studies course at the Universidade Federal do Ceará (ufc). Since 2003 he has exhibited his work in Brazil and abroad. He received an award at the 55th Salão de Abril, 2004, was the recipient of the Bolsa Pampulha artist in residence prize, 2008, and won the Marcantônio Vilaça award, 2009. His output includes the books Relações, 2005, Souzousareta Geijutsuka, 2007, and Ecdise, 2008.

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Sim, em alguns trabalhos eu crio um movimento próprio à performance valendo-me da série fotográfica. O corpo desloca-se no espaço para uma câmera quase sempre fixa. No caso dessa série criada no Western, eu estava mais interessado em criar uma tensão entre a fragilidade do meu corpo e a carnalidade da arquitetura do que em produzir esse movimento de que falei anteriormente. Contaminar e deixar-me contaminar por aquele lugar era o que mais importava. Estou pensando em bordas translúcidas como tema para a mostra no Laboratório curatorial e a ideia é reunir trabalhos que de algum modo provoquem fissuras em superfícies, expandindo limites, escapando de barreiras. A partir dessa ideia, você consegue perceber alguma relação com seu trabalho? Gosto de pensar a borda não como fronteira, mas como potência. O corpo, que parece repousar no centro da foto, é também aquilo que indica a possibilidade de algo acontecer. Ele parece contido na iminência de uma erupção. É como essas janelas veladas que empatam a porosidade entre o dentro e o fora. Penso que o corpo, nessa paisagem-invólucro, é a própria fissura. ◆

CAROLINA VIEIRA é pesquisadora independente, mestre em Teoria e Crítica de Arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (ufmg), com apoio da capes, e especialista em Arte Contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (puc-Minas). Coordena os Cursos Básicos em Artes Visuais e Multimídia no Porto Iracema das Artes (Escola de Formação e Criação do Ceará). YURI FIRMEZA nasceu em 1982 em São Paulo, e logo se mudou para Fortaleza, onde vive e trabalha. Possui graduação em Artes Visuais pela Faculdade Integrada Grande Fortaleza (fgf), 2005, e mestrado na mesma área pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (eca usp), 2011. Atualmente, é professor efetivo do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (ufc). Expõe seus trabalhos desde 2003 em exposições no Brasil e no exterior. Foi premiado no 55º Salão de Abril, 2004, selecionado na residência da Bolsa Pampulha, 2008, e ganhou o prêmio Marcantônio Vilaça, 2009. Entre suas publicações, estão os livros Relações, 2005, Souzousareta Geijutsuka, 2007, e Ecdise, 2008.

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Dread [1978] Filme-escultura - Projeção em Super 8. Fotos: Bill Lundberg


Saravah

OI FUTURO NA SP-ARTE O Oi Futuro está lançando na SP-ARTE, no Stand Oi/Iguatemi, mais cinco livros, com a presença dos artistas.

www.oifuturo.org.br

A Coleção Arte & Tecnologia do Oi Futuro chega ao número 80, consolidando uma iniciativa precursora e fundamental para a divulgação de obras no âmbito das novas mídias e linguagens eletrônicas na produção artística atual. Os livros são um reflexo da programação dos centros culturais Oi Futuro (Flamengo/ Ipanema/Belo Horizonte) e têm em sua base textos críticos e teóricos que contribuem para uma reflexão sobre a arte contemporânea.

Ana Vitória Mussi Sexta feira – dia 4/4/14 17h às 18h

Bill Lundberg

Sexta feira – dia 4/4/14 17h às 18h

Paulo Climachauska

sábado – dia 5/4/14 – às 14h

Regina Vater

Sexta feira – dia 4/4/14 17h às 18h

Poesia Visual

Sexta feira – dia 4/4/14 17h às 18h


ENTREVISTA COM JANINE SOENENS LABORATÓRIO CURATORIAL TRAPLEV INTERVIEW WITH JANINE SOENENS CURATORIAL LAB

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Traplev » My proposal for the SP-Arte Curatorial Lab takes a code as its title G R V E. In this context, I have gathered works related to contestation, struggle, revolt, the sinister and, in general, a certain state of suspension. The idea is to show pieces that are more explicit in the social, political and philosophical context, but also more abstract in the sense that they contain a code to be deciphered, functioning as subjective spaces of understanding. The work Histórico-práctico [Historical/Practical] journeys through a highly alarming local issue, one generalized in Brazil, which is related to the demarcation of indigenous homelands in danger of being gobbled up by the march of industry. In fact, in the Brazilian Amazon we have the Belo Monte hydroelectric plant, nicknamed “Belo Monster”. I’d like to start by asking you about the relationship between the government and the indigenous peoples of Peru. I’d also like to know whether the arrow in the piece comes from some specific tribe.

Histórico-práctico [Histórico-prático · Historical/ Practical], 2012 cortesia da artista · courtesy of the artist

Janine Soenens » The arrow I used in the first version of the work was made by Manuel Mainas Coyante. He is a Shipibo-conibo, from the Puerto Consuelo community But, to be honest, I never intended to draw attention to any specific ethnic group. The forest has always been strategic, used as a larder and a hideout, but it is also pure life force, a place that is impossible to contain. So, it’s a natural sanctuary, a planetary lung, a universal seed bank, a pharmacy that holds the cures to an untold number of diseases, but it’s also a den of drug-trafficking, terrorism, tree felling, mining,

Traplev » Minha proposta para o programa Laboratório curatorial da SP-Arte tem como título: G R V E. Nesse contexto, reúno trabalhos relacionados com a contestação, o luto, a revolta, o sinistro e, em geral, um certo estado de suspensão. A ideia é mostrar peças mais explícitas no contexto social, político e filosófico, mas também peças abstratas que contêm um código a ser decifrado, funcionando como espaço subjetivo de compreensão. O seu trabalho Histórico-práctico [Histórico-prático] navega por uma questão local muito alarmante, e também generalizada no Brasil, que guarda relação com a demarcação de terras indígenas diante do avanço industrial. De fato, na Amazônia brasileira existe a hidrelétrica de Belo Monte, apelidada de “Belo Monster”. Queria começar perguntando qual é a relação entre o governo e os povos indígenas no Peru. Também queria saber se a flecha presente na peça é de uma tribo específica. Janine Soenens » A flecha que usei para a primeira versão desta peça foi fabricada por Manuel Mainas Coyante. Ele é shipibo-conibo, da comunidade Puerto Consuelo. Mas, para ser honesta, não estava dentro dos meus propósitos visibilizar um grupo étnico específico. A selva sempre foi um lugar estratégico usado como despensa e esconderijo, mas também é pura força de vida que sobrepassa a possibilidade de ser contida. Então, é um santuário natural, pulmão do planeta, banco universal de sementes, farmácia para curar todas as doenças, mas também narcotráfico, terrorismo, tala de árvores, 61


human trafficking, especially of minors, and, in some cases, the enslavement of its natives. I have no doubt they know what I’m talking about in Brazil. In Peru, for example, there was the “Baguazo”, a massacre in Bagua, which took place during the build-up to the Free Trade Agreement with the United States in 2009. The State wanted to push through laws that made it easier to milk the forest through mining, energy projects and oil exploration, to the detriment of indigenous land rights. Those who defend nature know that, no matter what happens, no matter who dies, nature follows its own course, and the natives were willing to die to protect that. After two years of protests in various Amazonian regions, and after a two-month blockade of the inroads by some five thousand people, the police were ordered into the Curva del Diablo region, near the town of Bagua, where, according to official figures, 34 people were killed, among police and Indians. The laws were suspended, but, in practice, the industrial incursion was not curbed. I have a work called Ecotopia pós-tropical (Post-tropical Ectopia), which was made in this context. I can understand that the relationship between the natives and the government is extremely problematic. In Brazil, for example, there’s a lobby at the Congress that does everything it can to thwart indigenous rights to the land and its resources. It’s terrible. Of course, this reality is part of something much bigger, that is, a dispute between opposing concepts of life and death. For example, on the anniversary of the Baguazo, the former president Alan García declared it Día del ron peruano [Peruvian Rum Day], as if to say “Enjoy yourselves dancing in the blood of ‘those with no crown’ 1 and let the frivolous festivities of the stock exchange put an arrow through the heart of all Peruvians!”. The Bagua dead, like all the trees felled, are, implicitly or explicitly, considered reasonable sacrifices to make in the name of progress, and that’s a fact that blurs the friction 62

between life and death to such a point that it’s impossible to tell them apart. No-one believes the official figures for Bagua: for the State, the police suffered most of the casualties, while the natives were left counting the ‘missing’, which is revealing in itself. On one hand, the Judiciary took five whole years to impart any blame at all: for the jurisprudence, there was no “culprit”. The subject came up big-time during the election, with people actually saying “we killed fewer than they did”. In parallel, it’s surprising to see the number of Peruvians who are deeply solidary with the Venezuelans. I’ve nothing against them, but it’s another symptom of passivity. There’s this status quo, and it’s not just the Belos Monsters of Latin America: [Bradley] Manning is in prison for revealing the fraud that was the war, while W. Bush is off painting pictures at his ranch. What part do we play in this type of fraud. We all know the State’s monopoly on violence is not directed toward its true ends, but we continue to act as if it was. I believe this appearance thing is present in the stock exchange, which functions like a prosthetic limb on a real body, but which, at the same time, is manufactured out of the stuff we use to conceal what we don’t want to see. Snowden showed us that treason as an expression of frustration and disenchantment, as a gesture of moral integrity, can unmask the false heroes of the contemporary world. Your work is very powerful in the sense that its scream issues from a simple and general concept in which it throws out this synthesized re-emergence of time. And even if it doesn’t stay there, it shows how indigenous peoples are being decimated by the instruments of the State. In this context, related to the artist’s public role in society—as I see it, one of art’s paradigms—, how do you perceive the issue of language, aesthetics and politics in the art system (institutions, museums, galleries, etcetera) and outside it? An exhibition recently opened in Lima entitled Perder la forma humana2 (Losing the Human Form),

1 The quotation is taken from a tv appearance by Alan García in which he denies that natives are first-class citizens. Some years before, in an article entitled “El síndrome del perro del hortelano” [The gardener’s dog syndrome], an allusion to a refrain used for those who refuse to do something but won’t let anyone else do it either. On television, he referred to the Amazon as the first resource to be explored (unused was how he described it) and urged the populace to shed its ideological prejudices. 2 Una imagen sísmica de los años ochenta en América Latina. Curatorship of Red de Conceptualismos del Sur. Museu de Arte de Lima & Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, 2013-2014.


mineração, tráfico de menores e, em vários casos, escravização de seus povoadores. Estou certa de que no Brasil sabem a que me refiro. No Peru, por exemplo, ocorreu o Baguazo, o massacre de Bagua, no contexto da assinatura do Tratado de Livre Comércio com os Estados Unidos, em 2009. O Estado queria instituir leis para facilitar a exploração florestal, mineradora, energética e petroleira à custa de vulnerar o direito à propriedade dos indígenas. Aquele que defende a terra sabe que, aconteça o que acontecer, morra quem morrer, a natureza segue seu ciclo, e os nativos estavam dispostos a morrer para defendê-la. Depois de dois anos de protestos em várias regiões amazônicas, e após dois meses de bloqueios na estrada por aproximadamente 5 mil pessoas, é ordenada uma intervenção policial na região Curva del Diablo, próxima à cidade de Bagua, na qual morreram, segundo cifras oficiais, 34 pessoas, entre policiais e indígenas. As leis foram suspensas, mas, na prática, a usurpação industrial não acabou. Tenho uma peça que se chama Ecotopia pós-tropical feita nesse contexto. Compreendo que a relação dos indígenas com o governo é extremamente problemática. No Brasil, por exemplo, existe uma bancada ruralista no Congresso dedicada a cercear tudo o que for possível dos direitos indígenas em relação à terra e seus recursos. Terrível. 1 A citação é de uma aparição televisiva de Alan García na qual foi negada aos nativos a categoria de cidadãos de primeira classe. Alguns anos atrás, quando começaram os reclames, García escreveu um artigo intitulado “El síndrome del perro del hortelano”, em alusão ao refrão usado para referir-se àquelas pessoas que não realizam uma ação e também não permitem que outro o faça. Na televisão, ele se referiu à Amazônia como o primeiro recurso a explorar (que define como sem uso) e pediu que se deixassem para trás preconceitos ideológicos. 2 Una imagen sísmica de los años ochenta en América Latina. Curadoria da Red de Conceptualismos del Sur. Museu de Arte de Lima e Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, 2013-2014.

Claro, essa realidade faz parte de algo muito maior, uma disputa entre conceitos distintos de vida e morte. Por exemplo, no dia em que se completou um ano do Baguazo, o ex-presidente Alan García declarou-o Día del ron peruano [dia do rum peruano]. Ou seja: “Vá divertir-se, comemore dançando sobre o sangue dos que ‘não têm coroa’1 e que a ultraleveza festiva de uma bolsa de valores fleche o coração de todos os peruanos!”. Os falecidos em Bagua, assim como as árvores taladas, são implícita ou explicitamente considerados sacrifícios razoáveis demandados pelo progresso, e o fato nubla o espaço de fricção entre a vida e a morte a ponto de parecerem indiscerníveis.

Ninguém acredita nas cifras oficiais de Bagua: para o Estado, os policiais mortos representam o maior grupo; para os nativos, são os desaparecidos e isso me parece revelador. Por um lado, o poder judicial ficou quase cinco anos sem responsabilizar ninguém pelo ocorrido: a jurisprudência implícita do “não foi ninguém”. O tema aflorou durante a campanha eleitoral, e emergiram declarações como “nós matamos menos”. Paralelamente, é surpreendente ver a quantidade de peruanos profundamente solidariezados com os venezuelanos. Nada contra, mas também é sintoma dessa passividade. É um estado geral das coisas e não somente da conjuntura específica dos belos monstros latino-americanos: [Bradley] Manning está na prisão por tornar pública a fraude da guerra e W. Bush está pintando quadros em seu rancho. Como participamos desse tipo de fraude? Todos sabemos que o monopólio do Estado sobre a violência não cumpre com seus verdadeiros fins, mas agimos como se fosse. Creio que essa função de aparência está presente na sacola, que atuaria como prótese de um corpo vivo, mas, ao mesmo tempo, está fabricada com o que usamos para cobrir o que não queremos ver. Snowden deixa claro que é a traição como expressão de frustração e desencanto, como gesto de integridade moral que pode desmascarar os falsos heróis contemporâneos. Sua obra é muito poderosa, no sentido de que grita a partir de um conceito simples e mais geral em que aparece sintetizada uma reemergência do tempo. Ainda que não fique ali, revela como os povos indígenas estão sendo dizimados com os próprios recursos do Estado. Nesse contexto, relacionado ao papel público do artista na sociedade – a meu ver, um dos próprios paradigmas da arte –, como você vê a questão da linguagem, do estético e do político no sistema da arte (instituições, museus, galerias etc.) e fora dele? Há pouco foi inaugurada em Lima a exposição Perder la forma humana,2 que reúne obras e documentos de diferentes manifestações de arte e 63


which features works and documents from different manifestations of art and politics produced during the 80s. I can imagine that very few of those works were created with the slightest intention of ever being put on exhibition in an art gallery (much less the Queen Sofia, where they’ve also been shown). For those producing art today, such an idea is not so alien, and it doesn’t matter how political the works are or how far removed from the art market (the work of activists, for example), everyone is careful to document them as a way of accepting the power that gives. This brings us to another point: the performative. Just as the bag in Histórico-práctico is prosthetic, the act of killing can also be acted out. When you exhibit in an art venue, the confrontation that takes place is very different from the one that plays out in the jungle. This might sound very conservative, but there’s a lot of simulation. The death of a work can be interpreted as the moment it becomes a piece of merchandise; however, its life depends on a scene that, given its own conditions—fetishization, commercialization, museumification—annuls most of its ability to rise above death. That’s when things get complicated for those who want to play the game by the rules, and for those who heap grandiloquent scorn without totally repudiating the idea of someday becoming part of an art collection. On the other hand, Histórico-práctico is also a way of asking who really died: art or art history? When I say art, I mean the gesture of standing up (arrogantly, of course) to death. While the references are certainly there, I don’t see it as a comment on lo povero, an invitation to look afresh at what we’d thought was trash. What really interests me, in this case, is to see it as bootcamp training for war—to take aim at a silhouette, or its ritual aspect, just as in voodoo you attack inert things in order to cause real-life damage. From a liberating, hopeful perspective, the piece says: this death has no flesh, it cannot buy what it thinks it’s buying, life is elsewhere. This event at which people gather in a gallery to see the new, the hot, is actually very cold. 64

Your piece pursues something highly unusual in artistic production today, which doesn’t subtract itself from the aesthetic and philosophical field in which society operates. Sending an arrow through a black plastic bag evinces the sinister side to the human condition in a counter-current sort of way. It seems I ought to insist on the political aspects, but what really interests me in artistic language is the aesthetic condition of the metaphor: the meaning of the piece, the image that speaks without saying a word, in other words, the arrow, the choice of the color black. I’m not forgetting, obviously, the meanings associated with the global context from which the observer observes... Now that I think of it, I ask myself whether what we adjudge to be arrogant in those who hunt for sport has not installed itself in the heart of cultural production. There is a big difference in the risks they run. In any case, getting back to the living, the arrow finds objective value in the forest, just as the struggles I mentioned earlier are very, very real. As an element in itself, the arrow materializes real blood; it’s the mold that casts a body. On the other hand, the rubbish bag makes things disappear, evincing the trap that is consumer society. So, hiding the unpleasant, the broken, the wrong, the plastic bag is black because it, too, has its share of blame. The sack immobilizes the decadent form of what was once new and renders its content anonymous. So the piece occupies two antagonistic positions at once, those of wound and simulacrum. It simultaneously signals death through a cyclical or cosmic vision and through a linear, evolutionary and instrumental view. The arrow is about the interruption of something that actually goes on flowing; the fact that what the bag makes disappear is still very much there. Yes. But, for me, the thing belongs more to the field of brutality.


política produzidos nos anos 1980. São realmente muito poucas as obras que ali aparecem e que penso terem sido concebidas por seus autores para terminarem algum dia expostas em um museu de arte (muito menos no Reina Sofía). Para quem produz arte atualmente, essa ideia é menos alheia, e não importa quão políticas sejam as obras ou quão distante do mercado de arte esteja seu espaço de enunciação (manifestações de ativistas, por exemplo), todos estão atentos para documentálas como uma forma de aceitação do poder que se obtém ao fazê-lo. Entramos em um outro ponto: o performático. Assim como a bolsa do Histórico-práctico é prótese, o gesto de matar também pode ser atuado. Quando se expõe nos espaços da arte, acontece um tipo de confrontação muito diferente do da selva. Não sei se soarei muito conservadora com isto, mas há muito de simulacro. A morte da obra pode muito bem ser interpretada como o momento no qual ela se converte em mercadoria; no entanto, sua vida depende de uma cena que, por suas próprias condições – a fetichização, a mercantilização, a museização –, anula em grande parte sua possibilidade de levantar-se por cima da morte. É aí que a coisa se complica tanto para quem quer jogar o jogo seguindo suas regras, quanto para quem lhe lança grandiloquentes escarros sem repudiar totalmente a ideia de ser colecionado algum dia. Por outro lado, Histórico-práctico também é uma forma de perguntar quem morreu na verdade: a arte ou a história da arte? Quando digo arte, refiro-me ao gesto de levantar-se (está claro que com arrogância) perante a morte. Ainda que as referências estejam presentes na peça, para mim não é um comentário a lo povera, convidando a ver com outros olhos o que pensamos ser lixo. Interessa-me mais, nesse caso, pensar seu lado de treinamento para a guerra – apontar para uma silhueta – ou seu aspecto ritual, assim como no vodu se atacam coisas inertes com a expectativa de que haja repercussões efetivas na realidade. Do ponto de vista liberador e esperançoso, a peça diz: essa morte não tem carne, não pode

comprar o que acredita que está comprando, a vida está em outro lado. Esse evento em que todos se reúnem para presenciar algo em uma galeria, para ver o mais novo e quente, está absolutamente frio. Sua peça desdobra algo atualmente muito pouco habitual na produção artística, a qual não se subtrai do campo estético e filosófico em que opera a sociedade. Colocar uma flecha atravessada em um saco plástico negro evidencia todo o sinistro da condição humana, em um exercício à contracorrente. Parece que devo insistir em seus aspectos políticos, mas é a condição estética da metáfora que realmente me interessa na linguagem artística: o significante da peça, a imagem que fala sem dizer nada, ou seja, a flecha, a escolha da cor negra. Não me esqueço, logicamente, dos significados vinculados ao contexto global a partir do qual olha o observador... Agora que penso nisso, pergunto-me se o que julgamos arrogante naqueles que praticam a caça como esporte se instalou no coração da produção cultural. Há uma grande diferença nos riscos que se correm. Em todo caso, para voltar ao vivo, a flecha tem na selva um valor objetivo, assim como são de todo reais as lutas às quais me referi antes. Como elemento em si, a flecha materializa o sangue de verdade, é o molde que faz aparecer um corpo. Por outro lado, o saco de lixo faz desaparecer as coisas, tornando visível a armadilha da sociedade de consumo. Assim, oculta o desagradável, o desarticulado, o erro; o saco é negro também porque há culpa. O saco imobiliza a decadência daquilo que em algum momento foi novo e torna anônimo seu conteúdo. A peça, então, localiza-se simultaneamente em duas posições antagônicas, como ferida e como simulacro. Sinaliza a morte a partir de uma visão cíclica ou cósmica e, ao mesmo tempo, a partir de um olhar linear, evolucionista e instrumental. A flecha tem a ver com a interrupção daquilo que na verdade segue fluindo; o saco, com o desaparecimento do que na verdade segue ali. 65


I was thinking about the word sinistro, which in Spanish can mean ‘accident’ or ‘sinister’. I believe both acceptations work well in this case. There is a photographic aspect to the work. It’s like presenting the precise moment something is hit by a projectile; nothing is killed, as such, but there’s still a murder, in a sense. It’s sort of schizophrenic, as if the work were presenting two overlapping photographs of the same corpse: one captured in a studio, which shows the lifeless body doing its best to look alive, and the other of a documentary sort, which captures the same moment of death, only in the middle of a warzone. Which context best corresponds to the commercial gallery space? This question aggregates a third ingredient, which is that nobody photographs the dead with the intention of making them look alive anymore. The pictures of the dead that are circulating out there are intended to raise humanity above nothingness. Post-mortem pictures usually show the corpse laid out on the ground or on the sidewalk. The black bag, in these cases, hides what we would once have tried to make look alive, even if the act of covering those bodies up is just an expression of the same respect or decorum that photographers used to show by lifting the eyelids and hoping the corpse would smile. I agree, but I read the work as if the bag contained a body. Interesting, that. You know, I hadn’t looked at it that way. In fact, seen from that perspective it does seem sort of brutal. I can think of some other readings too, such as the arrow through the heart, and all its romantic, sexual and pornographic connotations—in terms of simulacrum—or in its religious aspects, if we take it in terms of martyrdom. There’s something very pop, almost iconic there. The title, Histórico-práctico, already came with that intention. It presents the story in a utilitarian, pedagogical way, like a tour guide. I reckon it’s in conjunction with the title that you get the black humor in the work. 66

Looking at it from another perspective, it seems to me that the understanding of the work occurs more on the fluid, subjective level, rather than through a formal reconstruction of thought. I can’t avoid people talking about intentions. However, without shadow of doubt, the situation the piece itself proposes will always be more important for me. My intentions end up being merely anecdotal, and yet, it’s because of them that I do what I do. The work is there, but I have no control over it. Like all cultural production, it is still a gesture of hope, but there’s a touch of disenchantment too, along with the need at least to come up with better strategies. While change the world might be démodé in the art world, that’s maybe just a case of lost innocence. There’s a strong tendency toward astroturfing,3 in which everything is overproduced, but nobody rallies. You brought up the notion that it’s hard to change the world, what else do you see not featuring on art’s radar? Then you said we have to come up with other forms of doing that without taking sides. Explain that a little. If you and I were to move to a desert island to live as we saw fit, in a sense, we’d be abandoning the human struggle to transcend death (that is, the struggle of culture and art). I don’t mean to say that no-one dies on an island, just that there aren’t any museums. ◆

TRAPLEV is an artist and has a masters in visual arts from the Centre for Arts at udesc in Florianópolis. Since 1999 he has regularly exhibited his work, and his artistic practice has embraced curatorial and editorial projects. Since 2005 he has coordinated the activities of Traplev Orçamentos, through which he organizes collaborative projects. Since 2002 he has been the general editor of the visual arts publication Recibo, which he also founded. JANINE SOENENS studied art for four years at the Universidad Católica in Peru. In 2001 she emigrated to France and studied at the École Nationale Supérieure des Beaux-Arts in Paris, where she graduated in 2006. In the same period she spent two years as an exchange student at the Universität der Künste in Berlin, where she studied experimental cinema and art. She has had several solo exhibitions and has participated in group exhibitions and residencies. In 2011 she published Para-Iso with ata/ccelima. She is a member of the 1º de mayo Committee.

3 Artificial version of the movement of organized communities, frequently used as an advertising campaign.


Sim. Mas, para mim, a coisa está mais no campo da brutalidade. Estava pensando no sinistro, que em espanhol significa acidente e tenebroso, ao mesmo tempo. Creio que as duas acepções funcionam bem nesse caso. A peça tem um aspecto fotográfico. É como apresentar o preciso momento no qual algo é caçado com um projétil; não se mata nada, mas de alguma maneira não deixa de haver um assassinato. É algo meio esquizofrênico, como se a obra apresentasse dois tipos de fotografias de mortos sobrepostas: uma de estúdio, que mostra o corpo sem vida fazendo um esforço para que pareça vivo, e outra mais do tipo documentário, que capta o mesmo instante da morte em meio à guerra. Qual é o contexto que corresponderia ao espaço de uma galeria comercial? Essa pergunta agrega um terceiro grande ingrediente, e acontece que ninguém mais fotografa os mortos querendo que pareçam vivos. As imagens de mortos que circulam não têm a intenção de levantar a humanidade por cima de nada. Os post-mortem são corpos geralmente na terra ou no pavimento. O saco negro, nesses casos, oculta isso que antes se tratava de reavivar. Ainda que de repente, cobrir o corpo corresponde ao mesmo pudor ou decoro que antes tinham os fotógrafos dos mortos ao abrir-lhes os olhos e esperar que sorrissem. De acordo, mas eu li o trabalho como se o saco contivesse um corpo.

3 Versão artificial de um movimento de comunidades organizadas usada frequentemente como campanha publicitária.

Que interessante, sabe que eu não o tinha visto desse ponto de vista? Parece-me de fato brutal visto assim. Também posso pensar em outras leituras, como um coração flechado e suas acepções românticas, sexuais e pornográficas – se penso nessa questão do simulacro – ou religiosas – se penso no martírio. Há algo bem pop que se aproxima do icônico. O título Histórico-práctico contém essa intenção. Apresenta a história de algo de forma utilitária, pedagógica, como os guias turísticos. Acredito que é na combinação com o título que se entende o humor negro da obra.

Para olhá-lo de outro ponto de vista, parece-me que o entendimento da obra acontece mais no fluido subjetivo, e não tanto na reconstrução formal do pensamento. Não posso evitar que falem de intenções. Definitivamente, sempre vai ser mais importante a situação que a peça em si propõe. Minhas intenções resultam anedóticas, mas, não obstante, é por isso que faço o que faço. A peça está ali e não a controlo. Como toda produção cultural, não deixa de ser um gesto esperançoso. Fica um pouco de desencanto, mas também a necessidade de pensar em pelo menos melhores estratégias. Ainda que mudar o mundo não seja um discurso que está na moda na arte, talvez se trate simplesmente de uma inocência perdida. Há uma forte tendência ao astroturfing,3 em que tudo está superproduzido, mas ninguém se organiza. Você abordou a ideia de que é difícil mudar o mundo, o que, além disso, não se apresenta com força na arte. Depois você diz que se deve pensar em novas formas de praticá-lo sem tomar partido. Esclareça um pouco. Digo que se você e eu nos mudássemos para uma ilha desabitada, para viver como cremos que é melhor, numa certa medida, abandonaríamos a luta humana por transcender a morte (ou seja, a cultura, a arte). E não digo que nas ilhas ninguém morre, mas não há museus. ◆

TRAPLEV é artista e mestre em artes visuais pelo Centro de Artes da udesc, Florianópolis. Expõe regularmente desde 1999 e sua produção artística envolve as práticas curatorial e editorial. Coordena as ações de Traplev Orçamentos desde 2005, por meio do qual organiza projetos colaborativos. Desde 2002 é editor geral da publicação Recibo de artes visuais, da qual também é fundador. JANINE SOENENS estudou arte por quatro anos na Universidad Católica del Perú. Em 2001 migra para a França e estuda na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris, formando-se em 2006. Paralelamente, fez um intercâmbio de dois anos na Universität der Künste em Berlim, onde estudou arte e cinema experimental. Realizou diversas exposições individuais e participou de mostras coletivas e residências. Publicou Para-Iso, ata/ccelima, 2011. É membro do Comité 1º de mayo.

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JUAN ASENSIO ESCULTURAS De 31 de março a 3 de maio de 2014

Rua Estados Unidos, 1638, São Paulo Tel. 5511 3083 4600 Fax 3085 7429 de segunda a sexta das 10h às 18h, sábado das 10h às 13h www.dangaleria.com.br info@dangaleria.com.br

Sem titulo, mármore negro, 2010 215 x 15 x 15,5 cm Foto – Sergio Guerini


DIÁLOGOS DIALOGUES The Dialogues are organized by Adriano Pedrosa based on the need of informing the public and creating a direct relation with the pedagogical project of the Curatorial Lab. They are conducted in two axis involving different professionals of the art field: artists and curators, both Brazilian and from foreign countries.

Os Diálogos são organizados por Adriano Pedrosa a partir da necessidade de informar o público e criar uma relação direta com o projeto pedagógico do Laboratório curatorial. São conduzidos em dois eixos, que envolvem diferentes profissionais da área: artistas e curadores, brasileiros e estrangeiros.

Artistas · Artists Anna Bella Geiger Mabe Bethônico Thiago Martins de Melo Curadores · Curators Pablo León de la Barra Julieta Gonzales Ivo Mesquita

Programação sujeita a alteração. Confira os horários e a agenda completa pelo site: Schedule subject to change. View the full programe online: www.sp-arte.com

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BOLSA DE RESIDÊNCIA ARTÍSTICA ICCO/SP-ARTE ARTIST-IN-RESIDENCE GRANT

For the second consecutive year, SP-Arte and ICCo – Instituto de Cultura Contemporânea will grant an artist residency to two artists represented by galleries taking part in the Fair. It is part of an effort of SP-Arte to promote the circulation of agents in the field of Arts. In 2013, Marcia Xavier and Rodrigo Braga were eligible for residency at Esthia, in Rome, and at ru – Residency Unlimited, in New York, respectively. Elisa Bygton, from Esthia, Boshko Boskovic, from ru, Daniel Rangel, from ICCo, and Fernanda Feitosa, from SP-Arte, were the evaluators. There were 105 contestants from 28 different galleries. In 2014, the scholarship granting will have a new partner, Fundação Bienal de Cerveira, in Portugal. 70

Pelo segundo ano consecutivo, a SP-Arte e o ICCo – Instituto de Cultura Contemporânea concederão uma bolsa de residência artística para dois artistas representados por galerias participantes da Feira. É mais uma ação da SP-Arte que promove a circulação de agentes do campo das artes. Em 2013, Marcia Xavier e Rodrigo Braga foram contemplados com residências na Esthia, em Roma, e na ru – Residency Unlimited, em Nova York, respectivamente. O júri foi formado por Elisa Bygton, da Esthia, Boshko Boskovic, da ru, Daniel Rangel, do ICCo, e Fernanda Feitosa, da SP-Arte. Inscreveram-se 105 artistas de 28 galerias. Em 2014, a bolsa terá uma nova parceria, com a Fundação Bienal de Cerveira, em Portugal.

Rodrigo Braga Vista da exposição individual na Residency Unlimited – ru, Nova York, 2013 Solo exhibition view at Recidency Unlimited – ru, New York, 2013 Marcia Xavier Paisagem líquida [Liquid Landscape], 2013 Esthia, Roma · Esthia, Rome


PRÊMIO ILLY SUSTAIN ART PRIZE

Gustavo Speridião Pensei no passado [I Thought about the Past], 2013 cortesia · courtesy Galeria Anita Schwartz Waléria Américo Lugar para um corpo sensível [Place for a Sensitive Body], 2007 cortesia · courtesy Galeria Laura Marsiaj

Illy Sustain Art was founded in 2007 with the aim of giving exposure to new talents in the world of contemporary art in developing countries. Amongst its initiatives it offers the Illy Prize via contemporary art exhibitions and fairs such as Arco in Spain, Art Brussels in Belgium, Art Rotterdam in the Low Countries, Artissima in Italy and, since 2012, SP-Arte. During the SP-Arte Fair a panel of judges chooses an artist represented by the galleries that are taking part in the event, and s/he is awarded a prize of 20 thousand Brazilian reais. In 2012 the panel was made up of the curator and critic Luisa Duarte, the collector Têra Queiroz and the art director of the illycaffè, Carlo Bach. The winner was Gustavo Speridião, represented by the Anita Schwartz gallery. In 2013 the judges were Alexia Tala, curator of the Club de Grabado at the Museo de la Solidariedad in Chile, and Marta Mestre, assistant curator of the Museu de Arte Moderna in Rio de Janeiro and a participant in the Curatorial Lab in 2012. The winner was Waléria Américo, from the city of Fortaleza, represented by the Laura Marsiaj gallery.

O Illy Sustain Art foi fundado em 2007 com o intuito de mostrar novos talentos da arte contemporânea em países em desenvolvimento. Entre suas atividades está o Prêmio Illy, realizado em feiras e exposições de arte contemporânea como Arco, na Espanha; Art Brussels, na Bélgica; Art Rotterdam, nos Países Baixos; Artissima, na Itália e, desde 2012, na SP-Arte. No período da Feria, uma comissão julgadora seleciona um artista representado pelas galerias participantes da SP-Arte, que recebe um prêmio no valor de r$ 20 mil. Em 2012, a comissão foi formada pela curadora e crítica Luisa Duarte, pela colecionadora Têra Queiroz e pelo diretor de arte da illycaffè, Carlo Bach. O ganhador foi Gustavo Speridião, da galeria Anita Schwartz. Em 2013, a seleção ficou por conta de Alexia Tala, curadora do Club de Grabado do Museo de la Solidariedad, no Chile, e Marta Mestre, curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e participante do Laboratório curatorial de 2012. A vencedora foi Waléria Américo, de Fortaleza, representada pela galeria Laura Marsiaj. 71


Pinakotheke Cultural apresenta

BARCELÓ MIQUEL Pinturas, esculturas e cerâmicas

São Paulo Maio 2014

Rio de Janeiro Agosto 2014

Fortaleza Novembro 2014

foto © Galerie Bruno Bischofberger, Männedorf, Switzerland.

Visite nosso estande no SP-Arte E03


DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS

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1 » galeria estrangeira · foreign gallery

The first edition of SP-Arte was held on the ground floor of the Biennial Pavilion, with galleries and an auditorium housing lecture programmes. 10% of all box office results were donated to iac (Instituto de Arte Contemporânea).

Em sua primeira edição, a SP-Arte ocupou o térreo do Pavilhão da Bienal, com galerias e um auditório que recebeu uma programação de palestras. 10% da bilheteria da Feira foi doada para o iac (Instituto de Arte Contemporânea).

40 » galerias nacionais · Brazilian galleries

2005

AUDITÓRIO AUDITORIUM

PROJETO LEONILSON

PAÇO DAS ARTES

MARCIA BARROZO

LOUNGE VIVO

HILDA ARAÚJO

IPANEMA ALMEIDA E DALE

ATHENA

LIVRARIA BOOKSTORE

FUNDAÇÃO IBERÊ CAMARGO

CAFÉ APRENDIZ

PAULO DARZÉ

SUR

DAN

SIMÕES BERGA DE ASSIS MIN

NARA SILVIA ROESLER CINTRA

LOUNGE UNIBANCO

6.000 » visitantes · visitors

ROSA BAR BOSA

ANITA SCHWAR TZ

BRITO CIMINO

CASA TRIÂNGULO

H.A.P.

RICARDO LÉO CAMARGO BAHIA

STEINER

RAQUEL ARNAUD

IAC

PINAKO THEKE

MANOEL BOLSA DE MACEDO ARTE

SÉRGIO CARIBÉ

THOMAS COHN PAULO KUCZYNS KI

A PONTE ESTUDIO MURILO GUANA CASTRO BARA

PAULO PETRARCA

GESTO BARÓ GRÁFICO CRUZ

EDWIN THEODOR ARTE 57 MÔNICA LEONARD LINDNER FILGUEI RAS

BERENI CE ARVANI

MERCE DES VIEGAS

VIRGILIO LEME

4.500 m2 » área ocupada · occupied area

0


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INEREB EC INAVRA

ECREM SED SAGEIV

EMEL OILIGRIV

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ONIMIC OTIRB

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ATINA RAWHCS ZT

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OLUAP ÉZRAD

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OIRÓTIDUA MUIROTIDUA

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AICRAM OZORRAB

OVIV EGNUOL

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EGNUOL OCNABINU

RUS

AIVLIS ARAN ARTNIC RELSEOR

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5002

seirellag nailizarB · sianoican sairelag »

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76

ED ASLOB LEONAM ETRA ODECAM

OKANIP EKEHT R E N I ETS

OIGRÉS ÉBIRAC

DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS


AUDITÓRIO AUDITORIUM

CAFÉ APRENDIZ

6 » galerias estrangeiras · foreign galleries

In its second edition, SP-Arte occupies part of the first floor of the Pavilion where all the cultural and institutional activities are concentrated.

Em sua segunda edição, a SP-Arte ocupa parcialmente o primeiro pavimento do Pavilhão, concentrando ali as atividades culturais e institucionais.

44 » galerias nacionais · Brazilian galleries

2006

LIVRARIA DA VILA BOOKSTORE

LOUNGE VIVO

ARTE EM HORIZON ARTE 21 DOBRO TE

ISABEL ANINAT

HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

ALMACÉN BAGINSKI ATHENA CELMA ALBU QUERQUE

CAFÉ ORFEU

IAC

PAÇO DAS ARTES

PAULO DARZÉ

SUR

IPANEMA MURILO CASTRO

BERGA MIN

DAN

MÔNICA FILGUEI RAS

DNA

LÉO BAHIA

H.A.P.

SILVIA CINTRA + BOX 4

LEME

BOLSA DE ARTE

MARIANA MOURA

MANOEL THOMAS MACEDO COHN

RICARDO ESTUDIO STEINER PINAKO CAMARGO GUANA THEKE BARA

PAULO SERGIO KUCZYNS CARIBÉ KI

FORTES VILAÇA

MARCIA ARTE 57 BARROZO DO AMARAL

ARTUR ANITA FIDALGO SCHWAR TZ

BRITO CIMINO

OESTE

BERENI CE ARVANI

MERCE DES VIEGAS

LAURA ALBERTO CASA MARSIAJ SENDRÓS TRIÂNGULO

6.100 m2 » área ocupada · occupied area VIRGILIO BARÓ CRUZ

VALU ORIA

LUÍS ADELAN TADO

GRAND CRU

NARA JEAN ROESLER BOGHICI

LOUNGE UNIBANCO

7.000 » visitantes · visitors

MAM

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aera deipucco · adapuco aerá »

EMEL CAI

S LEAUIV QLAIR +DAURATNNRIA C 4 XOB

m 001 5.6 4

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ONIMIC OTIRB

INEREB EC INAVRA

ECREM SED SAGEIV

OLUAP ACRARTEP

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OÃÇADNUF OGRAMAC ÊREBI

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MUIROTIDUA

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RUS

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seirellag nailizarB · sianoican sairelag »

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78

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DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS


LEVEL VODKA

BRITO CIMINO

MARI ANA MOURA

FURNAS

GESTO GRÁFICO

MÚLTIPLA

REVISTAS MAGAZINES

METROPOLITAN METROART

ARÁBIA

6 » galerias estrangeiras · foreign galleries

MÁRIO SEQUEIRA

TEMPO

SYCOMORE

EDUARDO FERNANDES

DECO

H.A.P.

In the third edition, foreign galleries represented 10% of all exhibitors. It was the first time that magazines exhibited in the event. There was a video art exhibition in the Black Box room, curated by Jacopo Crivelli.

As galerias estrangeiras passam a representar 10% dos expositores já na terceira edição. É a primeira vez que revistas expõem na Feira. É realizada uma exposição de videoarte, no espaço Black Box, curada por Jacopo Crivelli.

60 » galerias nacionais · Brazilian galleries

2007

LOUNGE VIVO

LOUNGE UNIBANCO

MURILO SÉRGIO CASTRO CARIBÉ

IMS

HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

ALMACÉN GC ARTE ATHENA CELMA ALBU QUERQUE

COSAC NAIFY BOOKSTORE

ARTE EM ISABEL DOBRO ANINAT

CAFÉ ARÁBIA

AUDITÓRIO AUDITORIUM

MILLAN

SUR

DAN

ARTE 21

VALU ORIA

MÔNICA FILGUEI RAS

LUIS ADELAN TADO RICARDO ESTUDIO STEINER PINAKO CAMARGO GUANA THEKE BARA

SILVIA CINTRA + BOX 4

LEME

MANOEL RAQUEL THOMAS MACEDO ARNAUD COHN

LEMOS PAULO BOLSA KUCZYNS DE ARTE DE SÁ KI

FORTES VILAÇA

MARCIA ARTE 57 BARROZO DO AMARAL

ANITA SCHWAR TZ

BRITO CIMINO

BERENI ARTUR FIDALGO CE ARVANI

MERCE DES VIEGAS

A GENTIL MARILIA CASA H.A.P. TRIÂNGU CARIOCA RAZUK LO

6.500 m2 » área ocupada · occupied area VIRGILIO LAURA LÉO MARSIAJ BAHIA

IPANEMA OESTE

BERGA MIN

NARA JEAN ROESLER BOGHICI

PAULO DARZÉ

9.000 » visitantes · visitors

BLACK BOX

0

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aera deipucco · adapuco aerá »

m 001 5.6 4

2

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ONIMIC OTIRB

ECREM SED SAGEIV EB RE UR TR A RE UR TO R A IN EB ATINA IN A S R EIB C OGLADEIF F C RAWHCS OGLARDA VO RB A INAVRA ZT INAS

OLUAP ACRARTEP

CAI

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EMEL

S LEAUIV QLAIR +DAURATNNRIA C 4 XOB

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srotisiv · setnatisiv »

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OÃÇADNUF OGRAMAC ÊREBI

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MUIROTIDUA

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seirellag nailizarB · sianoican sairelag »

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DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS


MARIO SEQUEIRA

BABEL

MARI CHOQUE ELIANA CARMI CULTU BENCHI NHA ANA MOL MOURA RAL MACE DO

SESC VIDEO BRASIL

PAYARD

7 » galerias estrangeiras · foreign galleries

SYCOMORE

YBAKATU

AMPARO FLOREN 60 CIA LOEWEN THAL

LEME A GENTIL EDUARDO CARIOCA FERNANDES

DECO

In 2008, SP-Arte’s auditorium programming takes place in the Museu de Arte Moderna de São Paulo, creating a flow of public between the two locations. SP-Arte promotes an exhibition featuring 25 videos awarded by Videobrasil.

Em 2008, a programação do auditório passa para o Museu de Arte Moderna de São Paulo, gerando um fluxo de público entre esses espaços. A SP-Arte promove uma exposição com os 25 vídeos premiados pelo Videobrasil.

60 » galerias nacionais · Brazilian galleries

BARÓ CRUZ

MENDES BAHIA

OESTE

REFERÊN CIA

2008

LA RUCHE

JORGE MARA

CELMA GC ALBU ARTE QUERQUE

COSAC NAIFY BOOKSTORE

LOUNGE UNIBANCO

IMS

HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

ALMACÉN ATHENA

LOUNGE OI

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BERGA MIN

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LUISA STRINA

VALU ORIA

H.A.P.

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MANOEL ANITA THOMAS MACEDO SCHWAR COHN TZ

RONIE MESQUITA

RICARDO GUSTAVO STEINER MARCIA PINAKO CAMARGO REBELLO BARROZO THEKE

PAULO BOLSA DE SILVIA KUCZYNSKI ARTE CINTRA + BOX 4

FORTES VILAÇA

CASA TRIÂNGULO

ARTE 57 MÔNICA FILGUEI RAS

BERENICE ISABEL ARVANI ANINAT

LUCIANA BRITO

MERCEDES VIEGAS

LAURA MARILIA MARSIAJ RAZUK

6.700 m2 » área ocupada · occupied area

TEMPO

VIRGILIO RAQUEL MILLAN ARNAUD

NARA JEAN ROESLER BOGHICI

PAULO DARZÉ

11.000 » visitantes · visitors

ARTE EM MURILO DOBRO CASTRO

REVISTAS MAGAZINES

LEMOS SÉRGIO DE SÁ CARIBÉ

MAM

0

1


aera deipucco · adapuco aerá »

SEDECREM SAGEIV

m 007 5.6 1 4

2

OLUAP ACRARTEP

SAD OÇAP SETRA

AICRAM OZORRAB

CAI

XOB KCALB

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MAM

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MUIROTIDUA

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OPMET

EROMOCYS

ODRAUDE SEDNANREF

EROMOCYS

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16 7

seyirellag ngierof · saarrieieggnnaarrttsseeasiareirlealgag» »

6002

46 4 0

5002

seirellag nailizarB · sianoican sairelag »

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DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS


BABEL

LEMOS DE SÁ

VALU ORIA

AMPARO 60

VIRGILIO

EDUARDO FERNAN DES

SYCOMORE

ISABEL ANCHORE NA

ELIANA SÉRGIO PROJEC MURILO BENCHI CARIBÉ TO/S CASTRO MOL

REVISTAS MAGAZINES

MAM

CAFÉ SP-ARTE

11 » galerias estrangeiras · foreign galleries

NOVEMBRO CARMI DROPZ NHA MACEDO

MARIO SEQUEIRA

DECO

CHOQUE A GENTIL CULTURAL CARIOCA

TERESA ANCHO RENA

XAVIER FIOL

ESTAÇÃO

The fifth edition is marked by the release of the new exhibition sector, Arte Nova, a space dedicated to young galleries. In this edition, the number of both galleries and public at SP-Arte doubles since its first edition.

A quinta edição da Feira é marcada por um novo espaço dedicado a jovens e pequenas galerias, o Arte Nova. Nesse ano, o número de galerias e público dobra em relação ao primeiro.

69 » galerias nacionais · Brazilian galleries

SILVIA CINTRA + BOX 4

PROGETTI

FASS

HORRACH MOYÀ

JOAN GUAITA

2009

ARTE EM DOBRO

RHYS MEN DES

ARTE NOVA

POLI NESIA

DCON CEPT

THO MAS

PONTES EMMA

AMAR LONE E GRO

ALMACÉN IMS

HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

ATHENA

LOUNGE OI

CELMA GC ARTE ALBUQUER QUE

COSAC NAIFY BOOKSTORE

SUR

NARA ROESLER

LOUNGE UNIBANCO

IPANEMA

BERGAMIN

JEAN BOGHICI

PAULO DARZÉ

15.000 » visitantes · visitors

MARI MEZA ANA NINO MOURA

DAN

RAQUEL ARNAUD

VERMELHO LUISA STRINA

MERCEDES VIEGAS

LAURA MARSIAJ

ARTE 57

BERENICE ARVANI

TEMPO

MILLAN

MÔNICA FILGUEI RAS

H.A.P.

LEME

STEINER

RONIE MESQUITA

MARCIA BARROZO

EL MUSEO

PINAKO THEKE

LOUNGE MITSU BISHI

ANITA THOMAS SCHWARTZ COHN

PAULO BOLSA DE FERNANDO PRADILLA KUCZYNSKI ARTE

FORTES VILAÇA

CASA TRIÂNGULO

RICARDO GUSTAVO CAMARGO REBELLO

BARÓ CRUZ

LUCIANA BRITO

MARILIA RAZUK

7.100 m2 » área ocupada · occupied area

0

1


aera deipucco · adapuco aerá »

SEDECREM SAGEIV

m 001 5.7 7 4 6

2

OLUAP ACRARTEP

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EROMOCYS

OPMET

EROMOCYS

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9 46 4 0

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seirellag nailizarB · sianoican sairelag »

AIVLIS + ARTNIC 4 XOB

ITTEGORP

SSAF

HCARROH ÀYOM

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LEBAB

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MUIROTIDUA

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84

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DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS


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HORRACH MOYÀ

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PEQUENA GALERIA 18

FIDALGO

ESTÚDIO BUCK

MARIANA MOURA

CHOQUE ELIANA CULTURAL BENCHI MOL

EDUARDO FERNAN DES

PROGETTI

ALMACÉN ARTE EM DOBRO

ATELIÊ FIDALGA

BEI EDITORA BOOKSTORE

STARBUCKS

11 » galerias estrangeiras · foreign galleries

LA CAJA NEGRA

ZIPPER

FASS

VIRGILIO

In six years, the number of exhibitors has doubled and the amount of visitors tripled in relation to the first edition, reflecting the expansion of the local market. Produces site-specific projects in partnership with Ateliê Fidalga.

Com seis anos a Feira dobra o número de expositores e praticamente triplica a visitação em relação à primeira edição, reflexo da expansão do mercado local. Realiza projetos site-specific em parceria com o Ateliê Fidalga.

KBK

A GENTIL CARIOCA

MENDES MER WOOD CEDES VIEGAS

ESTAÇÃO

LURIXS

ART NÓBRE GA

60

SYCOMORE AMPARO

71 » galerias nacionais · Brazilian galleries

SILVIA CINTRA + BOX 4

OSCAR CRUZ

BABEL

LEMOS DE SÁ

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DROPZ EMMA AMA THO RELO MAS NEGR O

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HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

CELMA FERNANDO ATHENA ALBUQUER PRADILLA QUE

LOUNGE OI

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NARA ROESLER

LOUNGE ITAÚ

IPANEMA

JEAN BOGHICI

PAULO DARZÉ

16.000 » visitantes · visitors

JULIA KATER; CARLOS NUNES; LINA WURZMANN; ANA NISKI ZVEIBIL

DAN

RAQUEL ARNAUD

VERMELHO LUISA STRINA

LAURA MARSIAJ

JÉRÔME FLORENT; HENRIQUE DE FRANÇA; LAURA GORSKI; VIVIAN KASS;

DEOLINDA AGUIAR; PEDRO CAPPELETTI; CARLA CHAIM; RENATA CRUZ;

LOUNGE SP-ARTE

BOLSA DE ARTE

O DCON IGNACI CEPT MOTOR LIPRAN DI

ARTE NOVA

DUMA MEZA RESQ NINO

ATELIÊ FIDALGA » SITE SPECIFIC

FÓLIO

2010

MARILIA RAZUK

ARTE 57

BERENICE ARVANI

MÔNICA FILGUEI RAS

BARÓ

PAULO KUCZYNSKI

LEME

RONIE MESQUITA

MARCIA BARROZO

PINAKO THEKE

ANITA THOMAS SCHWARTZ COHN

STEPHEN FRIEDMAN

H.A.P.

STEINER

FORTES VILAÇA

CASA TRIÂNGULO

RICARDO GUSTAVO CAMARGO REBELLO

ENRIQUE LUCIANA BRITO GUERRERO

MILLAN

7.400 m2 » área ocupada · occupied area

0

1


aera deipucco · adapuco aerá »

SEDECREM SAGEIV

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2

OLUAP ACRARTEP

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CAI

AL PUAP ZURCAT M ESA L IN EIE B AIM SO L RBRE UER TBR A G RO EB S V ND H D OSCLSOO AB H TO RAE USER TICO R ACEIR N EB LOEA UIN QL R A S R D AAIN FHSPOEA OLUO N TN NIEE ÓIRNAABLEB N ISVR LEE IS ZN CU KCUK EIB C TAB RIIAK E D R A C +DAUA RA C LA F C YZ RAWHCSTAONGIN RDA IIDA P KS SN NYYS N ARIM A NRG AALVA RD AEIF NAIVO +LTN ALNR TAN CDÁESIREFDETERÉ VO RB A INAVRA 4 XO4BXOB IK ZT INAS OESUM LE

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000000.6 5 .9 1 61 7 srsortoistisviv· s·estentantaistisviv» »

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AGNRIM EBAGREB NIM

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AL EHCUR

8002

7002

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17 61

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OIGRÉS ÉBIRAC

SOMEL ÁS ED

LEBAB

RACSO ZURC

AIVLIS + ARTNIC 4 XOB

6002

9 46 4 0 1 7

5002

seirellag nailizarB · sianoican sairelag »

AIVLIS + ARTONPIM C ET 4 XOB

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SATSIVER SENIZAGAM

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ANAIRAM ARUOM

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1

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DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS


SYLVIO NERY

YBAKATU

AMPARO 60

LEMOS DE SÁ

PROJETOS ESPECIAIS SPECIAL PROJECTS

21

LA FÁBRICA

REFERÊN CIA

12

14

22

FASS

ESTAÇÃO

13

OSCAR CRUZ

06

10

LA CAJA NEGRA

PEQUENA GALERIA 18

ZIPPER

DES

FIDALGO

DALVA E DITO

ALMACÉN SOSO

LIVRARIA DA TRAVESSA BOOKSTORE

08

18

CHOQUE ELIANA CULTURAL BENCHI MOL

PROGETTI

09

24

The galleries go on to completely occupy the ground floor and first floor of the Biennial Pavilion. SP-Arte shows special installation projects on the second floor, indicating a future expansion.

As galerias passam a ocupar todo o térreo e primeiro pavimentos do Pavilhão. A SP-Arte apresenta projetos especiais de instalações no segundo pavimento, indicando a futura expansão.

16 » galerias estrangeiras · foreign galleries

LEON TOVAR

15

MARCELO ESTÚDIO GUARNIERI BUCK

04

05

19

MERCEDES MUL.TI.PLO EDUARDO VIEGAS FERNAN

SILVIA CINTRA + BOX 4

LURIXS

HORRACH MOYÀ

TEMPO

ART MÔNICA NÓBREGA FILGUEI RAS

ENRIQUE GUERRE RO

11

16

MARIANA LUCIANA GÁVEA CARAVELLO MOURA

03

07

MENDES WOOD

MURILO CASTRO

HASTED KRAEU TLER

BABEL

01

23

02

73 » galerias nacionais · Brazilian galleries

20

17

BOLSA DE ARTE

A GENTIL CARIOCA

DCON AMARE MEZA IGNACIO MOTOR LONE CEPT NINO LIPRAN GRO DI ARTE NOVA

DUMA EMMA RESQ FÓLIO THO MAS

LOUNGE ITAÚ

GC ARTE

SUR

HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

FERNANDO ATHENA CELMA PRADILLA ALBU QUERQUE EL MUSEO

FILOMENA LAURA SOARES MARSIAJ

JEAN BOGHICI

NARA ROESLER

VERMELHO ELBA BENÍTEZ

RAQUEL ARNAUD

PAULO DARZÉ

24

23

22

21

20

19

18

17

16

15

14

13

SP-ARTE VIDEOS (CUR. PAULA ALZUGARAY)

LUIZ ZERBINI » FORTES VILAÇA

PAULO VIVACQUA » MOURA MARSIAJ

WAGNER MALTA TAVARES » MARILIA RAZUK

REGINA SILVEIRA » LUCIANA BRITO

GABRIEL SIERRA » LUISA STRINA

C. L. SALVARO » YBAKATU

SERGIO ROMAGNOLO » CASA TRIÂNGULO

ARTHUR LUIZ PIZA » RAQUEL ARNAUD

JULIO LE PARC » NARA ROESLER

RENATA PADOVAN » BARÓ

IVÁN NAVARRO » BARÓ

LUISA STRINA

LUCIANA BRITO DAN

IPANEMA

ARTE 57

BERENICE BARÓ ARVANI

MARILIA RAZUK

MILLAN

LEME

MARCIA BARROZO

STEINER

PINAKO THEKE

LOUNGE OI/ IGUATEMI

ANITA THOMAS SCHWARTZ COHN

STEPHEN FRIEDMANN

H.A.P.

RICARDO RONIE GUSTAVO CAMARGO MESQUITA REBELLO

PAULO KUCZYNSKI

FORTES VILAÇA

CASA TRIÂNGULO

13.800 m2 » área ocupada · occupied area

MAREPE » LUISA STRINA

12

18.000 » visitantes · visitors

VERA COR TÊS

RUBENS MANO » MILLAN

11

2011

FRANS KRAJCBERG » PAULO DARZÉ

RAQUEL KOGAN » MÔNICA FILGUEIRAS

09 10

ZILVINAS KEMPINAS » LEME

08

KNOPP FERRO » DAN

05

ANA HOLCK » ZIPPER

NELSON FELIX » H.A.P.

04

CARLA GUAGLIARDI » ANITA SCHWARTZ

EDUARDO CLIMACHAUSKA » EDUARDO FERNANDES

03

07

MARCELO CIDADE » VERMELHO

02

06

ANA DIAS BATISTA » MENDES WOOD

01

0

1

2


2

OHLEMREV » EDADIC OLECRAM

40

30

20

10

41

.P.A.H » XILEF NOSLEN

SEDNANREF ODRAUDE » AKSUAHCAMILC ODRAUDE

DOOW SEDNEM » ATSITAB SAID ANA

51

31

ÓRAB » NAVODAP ATANER

61

ÓRAB » ORRAVAN NÁVI

RELSEOR ARAN » CRAP EL OILUJ

70

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88

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DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS


IPANEMA

LEMOS DE SÁ

SUR

SIMÕES DE ASSIS

REVISTAS MAGAZINES

ELVIRA GONZÁLEZ

DAN

MÔNICA PAULO FILGUEIRAS DARZÉ & EDUARDO MACHADO

EXPOSIÇÃO EXHIBITION

BERGAMIN

HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

LOUNGE SP-ARTE

EMMA ELIANA THOMAS BENCHI MOL

FASS

CAPIM SANTO

TEMPO

EDUARDO FERNANDES

The Fair occupies the second floor with 45 galleries. New projects are launched including the Editorial Cluster, as well as the Curatorial Lab and Dialogues, coordinated by Adriano Pedrosa.

MEZANI NO

YBAKA TU

SPROVIERI

SENDA

ZIPPER

FERNANDO PRADILLA

FILOMENA SOARES

CELMA WHITE CUBE ALBUQUER QUE

A GENTIL CARIOCA

SERGIO GONÇAL VES

SWE DISH PHOTO GRAPHY

VERMELHO

LEME

MARILIA RAZUK

MILLAN

BARÓ

LUCIANA BRITO

YVON LAMBERT

CASAS RIEGNER

RAQUEL ARNAUD

MOURA MARSIAJ

LUISA STRINA

ELBA BENÍTEZ

LURIXS

ANITA BECKERS

SILVIA CINTRA + BOX 4

LOUNGE OI/ IGUATEMI

HENRIQUE CHOQUE FARIA CULTURAL

MENDES WOOD

H.A.P.

CARRERAS MUGICA

FORTES VILAÇA

CASA TRIÂNGULO

16.800 m2 » área ocupada · occupied area

2012

ANITA SCHWARTZ

BOLSA DE ARTE

NARA ROESLER

LOUNGE ITAÚ

20.000 » visitantes · visitors

LUME PHOTOS

PEQUE NA GALERIA 18

AM DCON HORIZON CEPT TE

LA CAJA 80M2 NEGRA

LOUNGE SP-ARTE

LUCIANA CARA VELLO

AMPARO 60

VIRGILIO THAÍS DARZÉ

BABEL

QUA DRUM

VERA RUTH CORTÊS BENZA CAR

REFE RÊNCIA

TRANSVERSAL

MERCE DES VIEGAS

27 » galerias estrangeiras · foreign galleries

ARTE 57

NUVEM

A PONTE

KAIKAI KIKI

1500

OSCAR CRUZ

ATHENA MUL.TI.PLO CONTEM PORÂ NEA

LA LOGO FABRICA

ARTEEDI ÇÕES

BERENICE PINAKO ARVANI THEKE

45 galerias passam a ocupar parte do segundo pavimento. Tem início os projetos Laboratório curatorial e Diálogos, coordenados por Adriano Pedrosa, e Núcleo editorial.

STEINER

PAULO KUCZYNSKI

ATHENA

JEAN BOGHICI

GUSTAVO REBELLO

LEON TOVAR

ESTUDIO BUCK

SIM

MULTIPLI WEIN QUE GRÜLL BOUTIQUE

SYLVIO NERY

GÁVEA

LIVRARIA DA TRAVESSA BOOKSTORE

AMARE LONE GRO

CENTRAL MURILO ALMACÉN MARCE CASTRO LO GUARNI ERI

RONIE MARCIA MESQUITA BARROZO DO AMARAL

LIVROS DE ARTISTA ARTISTS’ BOOKS

STUDIO GC ARTE NOBREGA

83 » galerias nacionais · Brazilian galleries

ESTAÇÃO

FÓLIO

AUDITÓRIO AUDITORIUM

DIÁLOGOS DIALOGUES

LABORATÓRIO CURATORIAL CURATORIAL LAB

0

1

2


2

41

.P.A.H » XILEF NOSLEN

SEDNANREF ODRAUDE » AKSUAHCAMILC ODRAUDE

OHLEMREV » EDADIC OLECRAM

40

30

20

10

51

DOOW SEDNEM » ATSITAB SAID ANA

ÓRAB » NAVODAP ATANER

61

31

RELSEOR ARAN » CRAP EL OILUJ

ÓRAB » ORRAVAN NÁVI

DUANRA LEUQAR » AZIP ZIUL RUHTRA

70

50

80

60

REPPIZ » KCLOH ANA

90

NAD » ORREF PPONK

EMEL » SANIPMEK SANIVLIZ

ZTRAWHCS ATINA » IDRAILGAUG ALRAC

91

SARIEUGLIF ACINÔM » NAGOK LEUQAR 01

71

02

11

81

ANIRTS ASIUL » ARREIS LEIRBAG

12

NALLIM » ONAM SNEBUR

ÉZRAD OLUAP » GREBCJARK SNARF

UTAKABY » ORAVLAS .L .C

OTIRB ANAICUL » ARIEVLIS ANIGER

22

OLUGNÂIRT ASAC » OLONGAMOR OIGRES

KUZAR AILIRAM » SERAVAT ATLAM RENGAW

32 21

AÇALIV SETROF » INIBREZ ZIUL ANIRTS ASIUL » EPERAM

JAISRAM ARUOM » AUQCAVIV OLUAP

42

1102

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61

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IDEETRA SEÕÇ

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31

70

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22

41

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71

SATSIVER SENIZAGAM

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20

32

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12

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SIAICEPSE SOTEJORP OIRÓTIDUA STCEJORPMLUAIR ICOETP IDSUA

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SATSIVER SENIZAGAM

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5002

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SIMÕES DE ASSIS

STEINER

GUSTAVO REBELLO

BERGAMIN

VAN DE WEGHE

GÁVEA

AM HORIZONTE

UNTITLED

YBAKATU

TEMPO

ATHENA HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

LOUNGE SP-ARTE

LIVRARIA DA VILA BOOKSTORE

CAPIM SANTO

ARTEEDIÇÕES SPROVIERI

MARILIA RAZUK

With the second floor occupied in its entirety with galleries, SP-Arte concentrates all of the Cultural Program on the Pavilion’s ground floor. Foreign galleries now represent 30% of the exhibitors.

REVISTAS MAGAZINES

41 » galerias estrangeiras · foreign galleries

ARTE 57

PAULO KUCZYNSKI

PINAKO THEKE

BERENICE SYLVIO ARVANI NERY

DAN

A PONTE

CARRERAS MUGICA

PACE

NARA ROESLER

LURIXS

MILLAN

FELDBUSCH WIESNER

ANITA BECKERS

GAGOSIAN

HAUSER & WIRTH

STUDIO RONIE MARCIA NOBREGA MESQUITA BARROZO DO AMARAL

THADDAEUS ROPAC

LOUNGE OI/IGUATEMI

LEMOS DE SÁ

CENTRAL

POLÍGRAFA

Com o segundo pavimento inteiramente ocupado por galerias, a SP-Arte concentra as atividades do Programa cultural no térreo do Pavilhão. As galerias estrangeiras representam 30% dos expositores da Feira.

81 » galerias nacionais · Brazilian galleries

IPANEMA

ESTAÇÃO

OSCAR CRUZ

MURILO CASTRO

MARCELO GUARNIERI

VIRGILIO

ELIANA BENCHI MOL

AMPARO 60

LUME

LOGO

LUISA STRINA

NEUGER RIEMSCHNEI DER

YVON LAMBERT

ART NEXUS

LISSON

DAN CONTEMPO RÂNEA

H.A.P.

CASAS RIEGNER

RAQUEL ARNAUD

MAX WIGRAM LUCIANA BRITO

CASA TRIÂNGULO

BOLSA DE ARTE

WHITE CUBE

FORTES VILAÇA

LOUNGE ITAÚ

ILLY

FASS

FÓLIO

LIVROS DE ARTISTA ARTISTS’ BOOKS

PAPEL ASSINA DO

MULTI PLIQUE BOUTI QUE

KLAUS STEIN METZ

BAGINS 1500 KI

SWEDISH INOX PHOTO GRAPHY

EXPOSIÇÃO EXHIBITION

JAQUE LINE MAR TINS

22.000 » visitantes · visitors

LIA RUMMA

DAVID ZWIRNER

GREGOR PODNAR

EDUARDO FERNANDES

ELVIRA GONZÁLEZ

AFA

PARA LELO

ZIPPER

ANITA SCHWARTZ

ELBA BENÍTEZ

ART : CONCEPT

PARRA & ROMERO

LEME

PEQUENA GALERIA 18

XIPPAS

LUCIANA CARAVELLO

A GENTIL CARIOCA

PETER KILCHMANN

LA CAJA NEGRA

PAULO DARZÉ

2013

LAURA MARSIAJ

MERCEDES VIEGAS

FRANCO NOERO

SPRÜTH MAGERS

VERA CORTÊS

TRANSVER SAL

CONTINUA

MENDES WOOD DM

SIM

SILVIA CINTRA + BOX 4

CHANDON

BARÓ

NEA

AMARE LONE GRO

SERGIO GONÇAL VES

ATHENA DCON CHOQUE EMMA CULTU THOMAS CONTEM CEPT PORÂ RAL

PILAR LA CASONA

BABEL

BANDI TRAZOSNUVEM

DIÁLOGOS DIALOGUES

CAPIM SANTO

LAURA VINCI INSTALAÇÃO NA ENTRADA ENTRANCE INSTALLATION

AUDITÓRIO AUDITORIUM

LABORATÓRIO CURATORIAL CURATORIAL LAB

20.200 m2 » área ocupada · occupied area

EL MUSEO

FERNANDO PRADILLA

PROGETTI

CHRISTOPHER CELMA GRIMES ALBUQUER QUE

VERMELHO

KAIKAI KIKI

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MICHAEL WERNER

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BERGAMIN

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LEON TOVAR

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CARDI

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A GENTIL CARIOCA

79 » galerias nacionais · Brazilian galleries

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IPANEMA

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F03

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MARCIA SIMÕES BARROZO DE ASSIS DO AMARAL

G02

G01

ESTAÇÃO

ZIPPER

LUCIANA CARAVELLO

K03

SIES + HÖKE

SILVIA CINTRA + BOX 4

K02

K01

Z DELI

PAULO DARZÉ

BOLSA DE ARTE

G06

ATHENA

D05

E01

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D07

HILDA ARAÚJO

ALMEIDA E DALE

LOUNGE SP-ARTE CHANDON

F11

FÓLIO

K07

PACE

CAPIM SANTO

LOUNGE ITAÚ

R01–R13

REVISTAS MAGAZINES

57 » galerias estrangeiras · foreign galleries

D06

ARTE 57

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NATALIE SEROUSSI ZLOTOWSKI

F10

PINAKOTHEKE

BERENICE ARVANI

F09

MAYORAL

F08

DAN

PAULO KUCZYNSKI

G09

RAQUEL ARNAUD

LURIXS

G08

H02

WHITE CUBE

J02

MILLAN

H01

NARA ROESLER

J01

GAGOSIAN

K06

YVON LAMBERT

STUDIO RONIE A PONTE NOBREGA MESQUITA

F07

LEMOS DE SÁ

G07

ELVIRA GONZÁLEZ

K05

SPROVIERI

F06

GUSTAVO REBELLO

THADDAEUS ROPAC

LOUNGE OI/IGUATEMI

G10

LUME

G11

BARÓ

H04

J06

LISSON

K11

SIM

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ROLF ART

G13

P01–P06

B12

B11

DEHOFF SECA

C09

TEMPO

G12

TEMPO RÂNEA B10

C07

PARA LELO

ARTEEDIÇÕES LIA RUMMA

FILOMENA SOARES

G15

C06

C05

SERGIO AMARE GONÇAL LONE VES GRO

G14

C04

INOX

EDUARDO FERNANDES

ELBA BENÍTEZ

J10

VERMELHO

K16

B09

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B07

B06

JOHAN NES VOGT

C03

G18

GÁVEA

H12

K17

PARRA & ROMERO

G19

LOGO

H13

PETER KILCHMANN

GREGOR PODNAR

G20

AMPARO 60

H14

G21

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CONTINUA

J13

H16

G22

POLÍGRAFA

H17

MUL.TI. PLO

J17

JAQUE LINE MARTINS

J16

VIRGILIO

LOUNGE SP-ARTE CHANDON

2014

KAVI GUPTA

H15

VERA CORTÊS

J15

CASAS RIEGNER

J12

FRANCO NOERO

YBAKATU

K19

BABEL

J14

MENDES WOOD DM

K18

LAURA MARSIAJ

J11

ART : CONCEPT

MARCELO GUARNIERI

B05

PILAR

C02

B04

PLAN B

C01

B03

NOSCO

A09

HENRI QUE FARIA

A12 80M2

B02

DCON CEPT

A10

A CASA DA LUZ VERME LHA B01

A11

IVAN TRAVE SÍA CUATRO

A13 RUTH BENZA CAR

A04

A05 A07 AGNÈS MON PLAISIR A08 NARA ROES LER

EMMA THOMAS ISABEL ANINAT

A06 PSM

MAIS TERRA VALBU ENA

A01

MANOEL A02 MACEDO

INSTITUTO A03 DE VISIÓN

AUDITÓRIO AUDITORIUM

DIÁLOGOS DIALOGUES

CAPIM SANTO

LABORATÓRIO CURATORIAL CURATORIAL LAB

20.200 m2 » área ocupada · occupied area

G17

EMMA THOMAS

H10

KURIMAN ZUTTO

J09

MYRINE LOURDI HUS VLAVIA NA JEAN NOS RABIEH

G16

MERCEDES VIEGAS

H09

K15

FERNANDO PRADILLA

CELMA ALBUQUER QUE

K14

CARBONO

CENTRAL

H06

H08

ANITA SCHWARTZ

J08

LEME

K13

OSCAR CRUZ

AGNÈS MONPLAISIR

DAVID ZWIRNER

J07

FORTES VILAÇA

K12

FASS

H11

H07

LOUNGE MINALBA PREMIUM

H05

CHRISTOPHER LUCIANA GRIMES BRITO

J05

CASA TRIÂNGULO

K10

SIKKEMA JENKINS

LIVROS DE ARTISTA ESTHER PORTAS ATHENA MURILO LA MEZA ARTISTS’ BOOKS WOER VILA CON CASTRO GALERÍA NINO

C10

FOTO SPOT

MARIAN GOODMAN

J04

STEPHEN FRIEDMAN

K09

DAN CONTEMPO RÂNEA

ART NEXUS C12 C11

CARRERAS MUGICA

H03

LUISA STRINA

J03

NEUGER RIEMSCHNEI DER

K08

MARILIA RAZUK

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94

1

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DEZ ANOS SP-ARTE TEN YEARS


EXPOSITORES EXHIBITORS

#–A

E

J

80M2 164 SOLO

EDUARDO FERNANDES 112

JAQUELINE MARTINS 121

AGNÈS MONPLAISIR 99

ELBA BENÍTEZ 112

JOHANNES VOGT 155 SHOWCASE

AGNÈS MONPLAISIR 164 SOLO

ELVIRA GONZÁLEZ 113

ALMEIDA E DALE 99

EMMA THOMAS 113

K

AM 100

EMMA THOMAS 165 SOLO

KAVI GUPTA 121

AMARELONEGRO 151 SHOWCASE

ESTAÇÃO 114

KURIMANZUTTO 122

AMPARO 60 100

ESTHER WOERDEHOFF 153 SHOWCASE L

ANITA SCHWARTZ 101 ART : CONCEPT 101

F

LA GALERÍA 156 SHOWCASE

ARTE 57 102

FASS 114

LAURA MARSIAJ 122

ARTEEDIÇÕES 102

FERNANDO PRADILLA 115

LEME 123

ATHENA 103

FILOMENA SOARES 115

LEMOS DE SÁ 123

ATHENA CONTEMPORÂNEA 152 SHOWCASE

FÓLIO 116

LEON TOVAR 124

FORTES VILAÇA 116

LIA RUMMA 124

B

FOTOSPOT 154 SHOWCASE

LISSON 125

BABEL 103

FRANCO NOERO 117

LOGO 125

BARÓ 104

LOURDINA JEAN RABIEH 156 SHOWCASE

BERENICE ARVANI 104

G

LUCIANA BRITO 126

BERGAMIN 105

GAGOSIAN 117

LUCIANA CARAVELLO 126

BOLSA DE ARTE 105

GÁVEA 118

LUISA STRINA 127

A GENTIL CARIOCA 118

LUME 157 SHOWCASE

C

GREGOR PODNAR 119

LURIXS 127

CARBONO 106

GUSTAVO REBELLO 119 M

CARDI 106 CARRERAS MUGICA 107

H

MAISTERRAVALBUENA 167 SOLO

A CASA DA LUZ VERMELHA 152 SHOWCASE

HENRIQUE FARIA 165 SOLO

MANOEL MACEDO 168 SOLO

CASA TRIÂNGULO 107

HILDA ARAÚJO 120

MARCELO GUARNIERI 128

CASAS RIEGNER 108

HUS 154 SHOWCASE

MARCIA BARROZO DO AMARAL 128

CELMA ALBUQUERQUE 108

MARIAN GOODMAN 129

CENTRAL 109

I

MARILIA RAZUK 129

CHRISTOPHER GRIMES 109

IPANEMA 120

MAYORAL 130

CONTINUA 110

INOX 155 SHOWCASE

MENDES WOOD DM 130

INSTITUTO DE VISIÓN 166 SOLO

MERCEDES VIEGAS 131

D

ISABEL ANINAT 166 SOLO

MEZANINO 157 SHOWCASE

DAN 110

IVAN 167 SOLO

MICHAEL WERNER 131

DAN CONTEMPORÂNEA 111

MILLAN 132

DAVID ZWIRNER 111

MUL.TI.PLO 132

DCONCEPT 153 SHOWCASE

MURILO CASTRO 158 SHOWCASE MYRINE VLAVIANOS 158 SHOWCASE

96


N

S

NARA ROESLER 133

SERGIO GONÇALVES 162 SHOWCASE

NARA ROESLER 168 SOLO

SIES + HÖKE 140

NATALIE SEROUSSI 133

SIKKEMA JENKINS 140

THE ART NEWSPAPER 170

NEUGERRIEMSCHNEIDER 134

SILVIA CINTRA + BOX 4 141

ARTE AL DÍA 171

NOSCO 159 SHOWCASE

SIM 141 SIMÕES DE ASSIS 142

REVISTAS · MAGAZINES AMARELLO 170

ARTE!BRASILEIROS 171

O–P

SPROVIERI 142

OSCAR CRUZ 134

STEINER 143

PACE 135

STEPHEN FRIEDMAN 143

PARALELO 159 SHOWCASE

STUDIO NOBREGA 144

ARTREVIEW 171

PARRA & ROMERO 135

SUR 144

BAMBOO 171

PAULO DARZÉ 136 PAULO KUCZYNSKI 136

T

PETER KILCHMANN 137

TEMPO 162 SHOWCASE

PILAR 160 SHOWCASE

THADDAEUS ROPAC 145

PINAKOTHEKE 137

TRAVESÍA CUATRO 170 SOLO

ARTNEXUS 171

BAZAAR ART 172 DASARTES 172 FRIEZE 172 SELECT 172

PLAN B 160 SHOWCASE A PONTE 138

V

POLÍGRAFA 138

VAN DE WEGHE 145

PORTAS VILASECA 161 SHOWCASE

VEDOVI 146

PSM 169 SOLO

VERA CORTÊS 146 VERMELHO 147

R

ARTFORUM 171

VIRGILIO 147

RAQUEL ARNAUD 139

ZUM 172

LIVROS DE ARTISTA · ARTISTS' BOOKS COSAC NAIFY 173 IKREK 173

ROLF ART 161 SHOWCASE

W–Y

RONIE MESQUITA 139

WHITE CUBE 148

RUTH BENZACAR 169 SOLO

YBAKATU 148

PAR(ENT)ESIS 173

YVON LAMBERT 149

LA SILUETA 173

Z

KITSCHIC 173

TIJUANA 173

ZIPPER 149 ZLOTOWSKI 150

97


GALERIAS GALLERIES

Nas próximas páginas estão distribuídas, em ordem alfabética, as 136 galerias participantes da Feira – 79 do Brasil e 57 do exterior. Entre elas, 23 participam do programa Showcase [p. 151] e 13 do Solo [p. 163].

This publication includes, in alphabetical order, the 136 galleries that are taking part in the Fair – 79 from Brazil and 57 from abroad. These include 23 who are participating in the Showcase programme [p. 151] and 13 in the Solo section [p. 163].

Informações fornecidas pelos expositores. Information provided by the exhibitors.

98


STAND H06

STAND D07

AGNÈS MONPLAISIR

ALMEIDA E DALE

Galerie Agnès Monplaisir www.agnesmonplaisir.com

Almeida e Dale Galeria de Arte www.almeidaedale.com.br

Paris, França · Paris, France Diretor · Director » Agnès Monplaisir

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Ana Dale

Artistas · Artists Hermann Albert Olga de Amaral Marcos Coelho Benjamim Girolamo Ciulla Daniel Hourdé Igor Mitoraj Candida Romero Iuri Sarmento Todd & Fitch Do König Vassilakis Manuela Zervudachi

Artistas · Artists Tarsila do Amaral Aldo Bonadei Sergio Camargo Amilcar de Castro Willys de Castro Leda Catunda Lygia Clark Emiliano Di Cavalcanti Cícero Dias Alberto da Veiga Guignard Leonilson Beatriz Milhazes Ismael Nery Hélio Oiticica José Pancetti Candido Portinari Adriana Varejão Alfredo Volpi

Olga de Amaral Bogotá, Colômbia, 1932 · Bogotá, Colombia, 1932 Bruma F [Fog F], 2013 acrílica, linho e gesso · acrylic, linen and gesso 190 x 190 cm foto · photo » Diego Amaral

Tarsila do Amaral Capivari, Brasil, 1886 – São Paulo, Brasil, 1973 Capivari, Brazil, 1886 – São Paulo, Brazil, 1973 Paisagem com dois porquinhos [Landscape with Two Piglets], 1929 óleo sobre tela · oil on canvas 38,3 x 46,5 cm foto · photo » Everton Ballardin

99


STAND G21

STAND G20

AM

AMPARO 60

AM Galeria de Arte www.amgaleria.com.br

Amparo 60 www.amparo60.com.br

Belo Horizonte, Brasil · Belo Horizonte, Brazil Diretores · Directors » Angela Martins Emmanuelle Grossi Artistas · Artists Sylvia Amélia Farnese de Andrade Hércules Barsotti Rolf Behm Jomar Bragança Franco Bubani Cristina Canale Bruno Cançado Amilcar de Castro Dan Fialdini Valentino Fialdini Eduardo Fonseca Livia Paola Gorresio Humberto Guimarães Ricardo Homen Ana Horta Gonçalo Ivo

Claudia Jaguaribe Frans Krajcberg Judith Lauand Nelson Leirner Maria Lira Marques Ana Michaelis Ascânio MMM José Luiz Pederneiras Adriana Rocha Cristina Sá Nelson Screnci Regina Silveira Franz Weissmann Leonora Weissmann Paulo Whitaker Mário Zavagli

Bruno Cançado Belo Horizonte, Brasil, 1981 · Belo Horizonte, Brazil, 1981 Sem título (Jantar) [Untitled (Dinner)], 2013 concreto e madeira · concrete and wood 95 x 350 x 150 cm

100

Recife, Brasil · Recife, Brazil Diretor · Director » Lucia Santos Artistas · Artists Márcio Almeida Francisco Baccaro Mana Bernardes Celio Braga Rodrigo Braga Paulo Bruscky Hildebrando de Castro Lourival Cuquinha Alex Flemming Kilian Glasner Luiz Hermano Cristiano Lenhardt Mariannita Luzzati Paulo Meira

Carlos Melo Rodolfo Mesquita Amanda Melo da Mota Juliana Notari José Patrício José Paulo José Rufino Marcelo Solá Isabela Stampanoni Delson Uchôa Gil Vicente Ramonn Vieitez Bruno Vilela

Ramonn Vieitez Recife, Brasil, 1991 · Recife, Brazil, 1991 Lending Oneself to Devil (I Think We’re Alone Now) [Entregando-se ao Diabo (acho que agora estamos sozinhos)], 2014 óleo sobre tela · oil on canvas 90 x 90 cm foto · photo » Francisco Baccaro


STAND H09

STAND J11

ANITA SCHWARTZ

ART : CONCEPT

Anita Schwartz Galeria de Arte www.anitaschwartz.com.br

Art : Concept www.galerieartconcept.com

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Anita Schwartz

Paris, França · Paris, France Diretor · Director » Olivier Antoine

Artistas · Artists Claudia Bakker Waltercio Caldas Rochelle Costi Célia Euvaldo Thomas Florschuetz Carla Guagliardi Ana Holck Artur Lescher Maria Lynch Ivens Machado Antonio Manuel Everardo Miranda Wagner Morales Abraham Palatnik José Paulo Paulo Pereira Wanda Pimentel Fernanda Quinderé Nuno Ramos Otavio Schipper Estela Sokol Gustavo Speridião Angelo Venosa Daisy Xavier Carlos Zilio

Artistas · Artists Martine Aballéa Pierre-Olivier Arnaud Julien Audebert Francis Baudevin Whitney Bedford Jean-Luc Blanc Michel Blazy Ulla von Brandenburg Jeremy Deller Hubert Duprat Richard Fauguet Vidya Gastaldon Geert Goiris Lothar Hempel Nathan Hylden Jacob Kassay Andrew Lewis Adam McEwen Philippe Perrot Pietro Roccasalva Roman Signer Alexandre Singh

Otavio Schipper Rio de Janeiro, Brasil, 1979 · Rio de Janeiro, Brazil, 1979 Midas, 2013 fotografia · photograph 40 x 60 cm

Jeremy Deller Londres, Reino Unido, 1966 · London, United Kingdom, 1966 I Searched for Form and Land – For Years and Years I Roamed [Procurei por forma e terra – Por anos e anos vaguei], 2013 tecido (díptico) · fabric (diptych) 304 x 244 cm foto · photo » Cristiano Corte cortesia · courtesy » British Council

101


STAND D06

STAND G12

ARTE 57

ARTEEDIÇÕES

Arte 57 – Renato Magalhães Gouvêa Jr www.arte57.com.br

ArtEEdições Galeria www.arteedicoes.com.br

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Renato Magalhães Gouvêa Jr.

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Claudia Marchetti

Artistas · Artists Tarsila do Amaral Geraldo de Barros Alighiero Boetti Aldo Bonadei Victor Brecheret Waltercio Caldas Sergio Camargo Flávio de Carvalho Sandra Cinto Cícero Dias Claudio Edinger León Ferrari Lucio Fontana Antonio Gomide Gustavo Lacerda Beatriz Milhazes Abelardo Morell

Artistas · Artists Anthony Caro Patrick Caulfield Jake & Dinos Chapman Michael Craig-Martin Ian Davenport Peter Doig Richard Hamilton Damien Hirst Anish Kapoor Lucas Lenci Mila Mayer Julian Opie

Ismael Nery Ernesto Neto Eustaquio Neves Hélio Oiticica Marcelo Pallotta José Pancetti Arthur Luiz Piza Candido Portinari Betina Samaia Iran do Espírito Santo Mira Schendel Lasar Segall Jesús Rafael Soto Luis Tomasello Adriana Varejão Massimo Vitali Alfredo Volpi

Antonio Dias Campina Grande, Brasil, 1944 · Campina Grande, Brazil, 1944 The Tripper [O excursionista], 1971 acrílica sobre tela · acrylic on canvas 95 x 95 cm foto · photo » Paulo Ferreira da Silva

102

Jake & Dinos Chapman Cheltenham, Reino Unido, 1966 · Cheltenham, United Kingdom, 1966 Londres, Reino Unido, 1962 · London, United Kingdom, 1962 Bedtime Tales for Sleepless Nights [Contos de ninar para noites sem dormir], 2013 gravura em metal · etching 43,3 x 35,2 cm crédito · credit » Paragon Press


STAND D05

STAND K19

ATHENA

BABEL

Athena Galeria de Arte www.athenagaleriadearte.com

Galeria de Babel www.galeriadebabel.com.br

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Liecil Oliveira Neide Masini de Oliveira

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Jully Fernandes Rodrigo Ferreira

Artistas · Artists Waltercio Caldas Iberê Camargo Sergio Camargo Marc Chagall Raymundo Colares Carlos Cruz-Diez Antonio Dias Keith Haring Wifredo Lam Julio Le Parc Cildo Meireles Beatriz Milhazes Vicente do Rego Monteiro Ernesto Neto José Pancetti Pierre-Auguste Renoir Richard Serra Jesús Rafael Soto Frank Stella Victor Vasarely Alfredo Volpi Andy Warhol Franz Weissmann

Artistas · Artists Araquém Alcântara Bruno Barbey Kevin Erskine Elliott Erwitt Kamil Firat Ara Guler Thomas Hoepker Julio Landmann Dimitri Lee Raphael Macek Steve McCurry William Miller Mio Nakamura Zak Powers Simon Roberts Alfredo de Stefano Paolo Ventura Cliff Watts Zoe Zapot Talita Zaragoza

Victor Vasarely Pécs, Hungria, 1906 – Paris, França, 1997 Pécs, Hungary, 1906 – Paris, France, 1997 Torke 2, 1957 óleo sobre tela · oil on canvas 65 x 60 cm

Zoe Zapot Nova York, eua , 1969 · New York, usa, 1969 Copper, Silver & Gold, from the series My Trees [Cobre, prata e ouro, da série Minhas árvores], 2013 pigmento mineral sobre papel fotográfico fosco sobre plexiglass · mineral pigment print on matte photographic paper mounted to plexiglass 250 x 150 cm

103


STAND G11

STAND E05

BARÓ

BERENICE ARVANI

Baró Galeria barogaleria.com

Galeria Berenice Arvani www.galeriaberenicearvani.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Maria Baró Adriano Casanova Artistas · Artists Ricardo Alcaide Daniel Arsham Jorge Menna Barreto Nobert Bisky Erica Bohn Toby Christian Nicola Costantino Lourival Cuquinha Elena Damiani Felipe Ehrenberg Dario Escobar Livia Flores Fabiano Gonper Patrick Hamilton Rafael Lozano Hemmer Roberto Jacoby Claudia Jaguaribe Flávia Junqueira

Zhanna Kadyrova Raquel Kogan Daniel Lannes David Medalla Felippe Moraes Moris Iván Navarro Yoshua Ókon Renata Padovan Túlio Pinto Enrique Radigales Laerte Ramos Pablo Reinoso Pablo Siquier Mariana Sissia Courtney Smith Eduardo Srur Massimo Vitali

Daniel Arsham Cleveland, eua , 1980 · Cleveland, usa, 1980 Crystal Car [Carro de cristal], 2014 cristal e Chevrolet Opala 1976 crystal and 1976 Chevrolet Opala dimensões variáveis · variable dimensions

104

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Berenice Arvani Artistas · Artists Manuel Alvarez Ubi Bava Lothar Charoux João José Costa Boris Kossoy Judith Lauand Mauricio Nogueira Lima Pitágoras Lopes Rubem Ludolf Antonio Maluf Décio Noviello Luiz Sacilotto Mira Schendel Ivan Serpa Alberto Teixeira Rubem Valentim Franz Weissmann

Luiz Sacilotto Santo André, Brasil, 1924 – São Bernardo do Campo, Brasil, 2003 · Santo André, Brazil, 1924 – São Bernardo do Campo, Brazil, 2003 Sem título [Untitled] acrílica sobre tela · acrylic on canvas 90 x 90 cm foto · photo » Sergio Guerini


STAND D03

STAND K01

BERGAMIN

BOLSA DE ARTE

Galeria Bergamin www.galeriabergamin.com.br

Bolsa de Arte de Porto Alegre www.bolsadearte.com.br

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Antonia Bergamin Thiago Gomide

Porto Alegre, São Paulo, Brasil · Porto Alegre, São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Marga Pasquali Egon Kroeff

Artistas · Artists Waltercio Caldas Lygia Clark Raymundo Colares Antonio Dias Olafur Eliasson León Ferrari Gilbert & George Jac Leirner Jorge Macchi Anna Maria Maiolino Cildo Meireles Hélio Oiticica Lygia Pape Luiz Sacilotto Mira Schendel

Artistas · Artists Vera Chaves Barcellos Jorge Menna Barreto Lia Menna Barreto José Bechara Marina Camargo Cristina Canale Saint Clair Cemin Clarissa Cestari Marcos Chaves Valdir Cruz Clóvis Dariano Begoña Egurbide Francisco Faria Patricio Farías Denise Gadelha Eduardo Haesbaert

Olafur Eliasson Copenhague, Dinamarca, 1967 · Copenhagen, Denmark, 1967 National Career Lamp [Luminária de carreira nacional], 2007 aço inoxidável, alumínio, filme óptico de iluminação, acrílico e lâmpadas · stainless steel, aluminum, optical lighting film, acrylic and bulbs ø 110 cm x 200 cm

Ananda Kuhn Nelson Leirner Shirley Paes Leme André Lichtenberg Carlos Pasquetti Leopoldo Plentz Teresa Poester Gelson Radaelli Fernando Ribeiro Luiz Roque Regina Silveira Elida Tessler Maria Tomaselli Carlos Vergara Nelson Wilbert

Saint Clair Cemin Cruz Alta, Brasil, 1951 · Cruz Alta, Brazil, 1951 Star [Estrela], 2010 aço inoxidável · stainless steel 135 x 180 x 135 cm

105


STAND K14

STAND G04

CARBONO

CARDI

Carbono Galeria www.carbonogaleria.com.br

Cardi www.galleriacardi.com www.cardiblackbox.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Ana Serra Renata Castro e Silva Artistas · Artists Rodrigo Andrade Tauba Auerbach David Batchelor Tatiana Blass Paulo Bruscky Nino Cais Marcos Chaves Felipe Cohen Rommulo Vieira Conceição José Damasceno Olafur Eliasson Tracey Emin Carlos Fajardo Juan Fontanive Iole de Freitas Mona Hatoum Candida Höfer Ana Holck Jenny Holzer Elizabeth Jobim Guto Lacaz Nelson Leirner Artur Lescher Alexandre Mazza

Fábio Miguez Paulo Monteiro Sarah Morris Raul Mourão Tomie Ohtake Abraham Palatnik Julio Le Parc Maria-Carmen Perlingeiro Caio Reisewitz José Rufino Otavio Schipper Daniel Senise Marcelo Silveira Regina Silveira Luzia Simons Genilson Soares Edgard de Souza Renata Tassinari Mario Testino Afonso Tostes Angelo Venosa Jimson Vilela Laura Vinci Rachel Whiteread Márcia Xavier

Felipe Cohen São Paulo, Brasil, 1976 · São Paulo, Brazil, 1976 Chão ou vão [Ground or Vacuum], 2013 acrílico, laminado melamínico, madeira e mdf acrylic, melamine laminated, mdf and wood 35,5 x 48,3 x 3 cm foto · photo » Everton Ballardin

106

Milão, Itália · Milan, Italy Diretor · Director » Nicolò Cardi Artistas · Artists Giovanni Anselmo Alighiero Boetti Agostino Bonalumi Alberto Burri Pier Paolo Calzolari Enrico Castellani Gino De Dominicis Luciano Fabro Lucio Fontana Jannis Kounellis Piero Manzoni Fausto Melotti Mario Merz Giulio Paolini Pino Pascali Giuseppe Penone Michelangelo Pistoletto Giuseppe Uncini Gilberto Zorio

Lucio Fontana Rosário, Argentina, 1899 - Varese, Itália, 1968 Rosario, Argentina, 1899 - Varese, Italy, 1968 Concetto spaziale, attese [Conceito espacial, expectativas · Spatial Concept, Expectations], 1968 hidropintura sobre tela · waterpaint on canvas 55 x 46 cm


STAND G10

STAND J05

CARRERAS MUGICA

CASA TRIÂNGULO

Carreras Mugica www.carrerasmugica.com

Casa Triângulo www.casatriangulo.com

Bilbau, Espanha · Bilbao, Spain Diretores · Directors » Pedro Carreras Ignacio Mugica

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Ricardo Trevisan Rodrigo Editore

Artistas · Artists Juan Perez Agirregoikoa Txomin Badiola Rafael Ruiz Balerdi Eduardo Chillida Koenraad Dedobbeleer Pello Irazu Rita McBride Asier Mendizabal Itziar Okariz Xabier Salaberria Richard Serra Jessica Stockholder Susana Talayero Erlea Maneros Zabala

Artistas · Artists Daniel Acosta Albano Afonso assume vivid astro focus Eduardo Berliner Tony Camargo Max Gómez Canle Flávio Cerqueira Alex Cerveny Sandra Cinto Rommulo Vieira Conceição Stephen Dean Yuri Firmeza Vânia Mignone

Richard Serra São Francisco, eua , 1939 · San Francisco, usa, 1939 Tracks #8 [Faixas #8], 2007 óleo em bastão sobre papel · oilstick on paper 101,3 x 101,3 cm foto · photo » Robert McKeever

Juliana Cerqueira Leite Guillermo Mora Nunca Valdirlei Dias Nunes Nazareth Pacheco Mariana Palma Reginaldo Pereira Manuela Ribadeneira Camila Sposati Pier Stockholm Jack Strange Joana Vasconcelos Márcia Xavier

Vânia Mignone Campinas, Brasil, 1967 · Campinas, Brazil, 1967 Sem título [Untitled], 2013 acrílica sobre mdf · acrylic on mdf 180 x 218 cm foto · photo » Edouard Fraipont

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STAND J15

STAND J09

CASAS RIEGNER

CELMA ALBUQUERQUE

Casas Riegner www.casasriegner.com

Celma Albuquerque www.galeriaca.com

Bogotá, Colômbia · Bogotá, Colombia Diretores · Directors » Catalina Casas Alberto Casas Santamaria

Belo Horizonte, Brasil · Belo Horizonte, Brazil Diretores · Directors » Flavia Albuquerque Lúcio Albuquerque

Artistas · Artists Johanna Calle Leyla Cárdenas Maria Fernanda Cardoso Antonio Caro José Antonio Suárez Londoño Mateo López Bernardo Ortiz Maria Fernanda Plata Miguel Angel Rojas Luis Roldán Liliana Sánchez Rosemberg Sandoval Gabriel Sierra Wilger Sotelo Angélica Teuta Icaro Zorbar

Artistas · Artists Joacelio Batista José Bechara José Bento Flávia Bertinato Mabe Bethônico Roberto Bethônico Daniel Bilac Waltercio Caldas João Castilho Leda Catunda Rochelle Costi Liliane Dardot Antonio Dias Daniel Escobar Alan Fontes Rodrigo Freitas

Mateo López Bogotá, Colômbia, 1978 · Bogotá, Colombia, 1978 Roca grafito [Rocha grafite · Graphite Rock], 2012 grafite, metal e papel · graphite, metal and paper 70 x 65 x 65 cm foto · photo » Oscar Monsalve

108

Beth Jobim Alessandro Lima Paulo Roberto Lisboa Mariannita Luzzati Maria Lynch Gabriela Machado Marcone Moreira Pedro Motta Raul Mourão Isaura Pena Nuno Ramos Janaina Rodrigues Eder Santos Alice Shintani Angelo Venosa

Pedro Motta Belo Horizonte, Brasil, 1977 · Belo Horizonte, Brazil, 1977 da série Natureza das coisas [from the series Nature of Things], 2013 impressão de tinta mineral sobre papel de algodão mineral ink print on cotton paper


STAND H12

STAND H05

CENTRAL

CHRISTOPHER GRIMES

Central Galeria de Arte www.centralgaleriadearte.com

Christopher Grimes Gallery www.cgrimes.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Wagner Lungov

Santa Monica, eua · Santa Monica, usa Diretor · Director » Christopher Grimes

Artistas · Artists Sidney Amaral Stela Barbieri Ricardo Barcellos Rosa Barreiros Nino Cais Pedro Cappeletti Edith Derdyk Hélio Fervenza Anaísa Franco Bartolomeo Gelpi Felipe Góes Tiago Judas Vivian Kass Renato Leal Fernando Lindote Gordana Manic Nydia Negromonte Marcia Pastore Fernanda Rappa Mayra Redin Ana Teixeira Marcela Tiboni Fernanda Trevellin

Artistas · Artists Kevin Appel Marco Brambilla Miguel Rio Branco Carlos Bunga Waltercio Caldas Sharon Ellis Kota Ezawa Anton Henning Salomón Huerta Veronika Kellndorfer Lucia Koch Takehito Koganezawa João Louro Iñigo Manglano-Ovalle Olivier Mosset Ester Partegás Joshua Podoll Marcelo Pombo Reynold Reynolds Julião Sarmento Allan Sekula Scott Short Tunga Richard T. Walker

Hélio Fervenza Santana do Livramento, Brasil, 1963 · Santana do Livramento, Brazil, 1963 O piloto e o martelo de borracha (detalhe) [The Pilot and the Rubber Mallet (detail)], 2013 martelos de borracha, árvores de maquete, lupas e metal rubber mallets, maquette trees, magnifying glasses and metal foto · photo » Amanda Perobelli cortesia · courtesy » revista arte!Brasileiros

Iñigo Manglano-Ovalle Madri, Espanha, 1961 · Madrid, Spain, 1961 Installation view of Cloud Prototype n. 6 (Altocumulus lenticularis), Zürich Airport, Switzerland [Vista da instalação Protótipo de nuvem n. 6 (Altocumulus lenticularis), Aeroporto de Zurique, Suíça], 2011 aço, fibra de vidro e folha de liga de alumínio aluminum-alloy foil, fiberglass and steel 100 x 600 x 250 cm

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STAND H14

STAND E01

CONTINUA

DAN

Galleria Continua www.galleriacontinua.com

Dan Galeria www.dangaleria.com.br

San Gimignano, Itália; Pequim, China; Le Moulin (Seine-et-Marne), França San Gimignano, Italy; Beijing, China; Le Moulin (Seine-et-Marne), France Diretores · Directors » Mario Cristiani Lorenzo Fiaschi Maurizio Rigillo Artistas · Artists Etel Adnan Ai Weiwei Kader Attia Hans Op de Beeck Daniel Buren Cai Guo-Qiang Loris Cecchini Chen Zhen Nikhil Chopra Berlinde De Bruyckere Leandro Erlich Meschac Gaba Carlos Garaicoa Kendell Geers Antony Gormley Gu Dexin Shilpa Gupta Subodh Gupta

Mona Hatoum Ilya & Emilia Kabakov Zhanna Kadyrova Kan Xuan Anish Kapoor Jorge Macchi Sabrina Mezzaqui Moataz Nasr Giovanni Ozzola Michelangelo Pistoletto Arcangelo Sassolino Serse Nedko Solakov Sun Yuan & Peng Yu Pascale Marthine Tayou Nari Ward Sophie Whettnall Sislej Xhafa

Michelangelo Pistoletto Biella, Itália, 1933 · Biella, Italy, 1933 Louvre (prigione) [Louvre (prisão) · Louvre (Prison)], 2013 serigrafia sobre espelho de aço inoxidável polido silkscreen on polished stainless steel mirror 250 x 150 cm foto · photo » Ela Bialkowska, okno studio

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São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Peter Cohn Ulisses Cohn Artistas · Artists Josef Albers Antonio Bandeira Geraldo de Barros Hércules Barsotti Max Bill Aldo Bonadei Victor Brecheret Willys de Castro Emiliano Di Cavalcanti Lothar Charoux Lygia Clark Bill Culbert Milton Dacosta Cícero Dias Norman Dilworth León Ferrari Hermelindo Fiaminghi

Ernesto De Fiori Antonio Gomide Alberto da Veiga Guignard Anthony Hill Kenneth Martin Mary Martin Yolanda Mohalyi Vicente do Rego Monteiro Ismael Nery José Pancetti Victor Pasmore Candido Portinari Luiz Sacilotto Dionísio Del Santo Alfredo Volpi Franz Weissmann

Victor Brecheret Farnese, Brasil, 1894 – São Paulo, Brasil, 1955 Farnese, Brazil, 1894 – São Paulo, Brazil, 1955 O Guerreiro [The Warrior], 1928 escultura em arenito · sandstone sculpture 65 x 42,5 x 12,5 cm foto · photo » Sergio Guerini


STAND K09

STAND H08

DAN CONTEMPORÂNEA

DAVID ZWIRNER

Dan Contemporânea www.dangaleria.com.br

David Zwirner www.davidzwirner.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Flavio Cohn Ulisses Cohn

Nova York, eua ; Londres, Reino Unido New York, usa; London, United Kingdom Diretor · Director » Greg Lulay

Artistas · Artists Emanoel Araújo Juan Asensio Jose Manuel Ballester Christian Cravo Carlos Cruz-Diez Ian Davenport Adolfo Estrada Knopp Ferro Sérgio Fingermann Macaparana Cristiano Mascaro Almir Mavignier Laura Miranda Ascânio MMM Bob Nugent Cesar Paternosto Jesús Rafael Soto José Spaniol Amélia Toledo Alexandre Wollner

Artistas · Artists Adel Abdessemed Tomma Abts Francis Alÿs Mamma Andersson Michaël Borremans Carol Bove R. Crumb Philip-Lorca diCorcia Stan Douglas Marlene Dumas Marcel Dzama Dan Flavin Suzan Frecon Isa Genzken Donald Judd On Kawara Raoul De Keyser Toba Khedoori Jeff Koons Yayoi Kusama Gordon Matta-Clark John McCracken Oscar Murillo

Alexandre Wollner São Paulo, Brasil, 1928 · São Paulo, Brazil, 1928 Constelação [Constellation], 2011 plottergrafia · plotter graphic 90 x 90 cm

Alice Neel Jockum Nordström Chris Ofili Raymond Pettibon Neo Rauch Ad Reinhardt Jason Rhoades Michael Riedel Bridget Riley Thomas Ruff Fred Sandback Katy Schimert Yutaka Sone Al Taylor Diana Thater Wolfgang Tillmans Luc Tuymans James Welling Doug Wheeler Christopher Williams Jordan Wolfson Lisa Yuskavage

Yayoi Kusama Matsumoto, Japão, 1929 · Matsumoto, Japan, 1929 Where the Youth Is [Onde a juventude está], 2013 acrílica sobre tela · acrylic on canvas 194 x 194 cm cortesia · courtesy » David Zwirner; Victoria Miro Gallery; Ota Fine Arts; Yayoi Kusama Studio Inc.

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STAND G15

STAND H11

EDUARDO FERNANDES

ELBA BENÍTEZ

Galeria Eduardo Fernandes www.galeriaef.com

Galería Elba Benítez www.elbabenitez.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Eduardo Fernandes

Madri, Espanha · Madrid, Spain Diretor · Director » Elba Benítez

Artistas · Artists Fernando Arias Kristin Capp Guilherme Dable Geraldo Souza Dias Ana Amélia Genioli Mikhail Karikis Rose Klabin Thales Leite Rosario López Claudia Melli Vicente de Mello Newman Schutze Jan Smith Mai-Britt Wolthers Daisy Xavier

Artistas · Artists Lothar Baumgarten Carlos Bunga Fernanda Fragateiro Carlos Garaicoa David Goldblatt Cristina Iglesias

Newman Schutze Adamantina, Brasil, 1960 · Adamantina, Brazil, 1960 Pedra caída [Timbled Stone], 2014 carvão sobre papel · charcoal on paper 100 x 70 cm

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David Goldblatt Randfontein, África do Sul, 1930 · Randfontein, South Africa, 1930 South-East Wing of a Hostel for Black Male Workers Erected during Apartheid as Part of a Scheme to Make Joburg City and Suburbs White. Alexandra Towns [Ala sudeste de um albergue para trabalhadores negros do sexo masculino erguido durante o apartheid como parte de um esquema para transformar Joanesburgo e seus arredores em locais para brancos. Alexandra Towns], 1988 gelatina de prata sobre papel de fibra · silver gelatin on fibre-based paper 30 x 40 cm


STAND G07

STAND G17

ELVIRA GONZÁLEZ

EMMA THOMAS

Galería Elvira González www.galeriaelviragonzalez.com

Galeria Emma Thomas www.emmathomas.com.br

Madri, Espanha · Madrid, Spain Diretores · Directors » Elvira Mignoni Isabel Mignoni Fernando Mignoni

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Juliana Freire Flaviana Bernardo Monica Martins

Artistas · Artists Alexander Calder John Chamberlain Donald Judd

Artistas · Artists Flora Assumpção Arnaldo Dias Baptista Rodrigo Bueno Carlos Contente Luiz Ernesto Erica Ferrari Theo Firmo Marcos Gorgatti Bruno Miguel Gui Mohallem Nazareno Pontogor Rosana Ricalde Lucas Simões

Alexander Calder Lawton, eua , 1898 – Nova York, eua , 1976 · Lawton, usa, 1898 – New York, usa, 1976 Black and Blue [Preto e azul], 1975 folha de metal pintada e fio · painted metal sheet and wire 81,3 x 139,7 cm

Lucas Simões Catanduva, Brasil, 1980 · Catanduva, Brazil, 1980 Provável horizonte xv [Probable Horizon xv], 2014 concreto, madeira e papel · concrete, paper and wood 12 x 30 x 30 cm

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STAND F01

STAND K12

ESTAÇÃO

FASS

Galeria Estação www.galeriaestacao.com.br

FASS www.galeriafass.com.br

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Vilma Eid Roberto Eid Philipp Artistas · Artists José Bezerra Conceição dos Bugres Zé do Chalé Izabel Mendes da Cunha Antonio de Dedé Jadir João Egídio Agostinho Batista de Freitas Francisco Graciano GTO (Geraldo Teles de Oliveira) Itamar Julião Amadeo Luciano Lorenzato Julio Martins Nino Artur Pereira Antonio Poteiro Sebastião Ranchinho Gilvan Samico Agnaldo Manoel dos Santos Alcides Pereira dos Santos Aurelino dos Santos José Antonio da Silva Chico Tabibuia Neves Torres Nuca de Tracunhaém Véio (Cicero Alves dos Santos)

Amadeo Luciano Lorenzato Belo Horizonte, Brasil, 1900–1995 · Belo Horizonte, Brazil, 1900–1995 Arvoredo, s/d [Grove, n/d] óleo sobre eucatex · oil on eucatex 47 x 30 cm foto · photo » João Liberto

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São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Pablo Di Giulio Artistas · Artists Luiz Carlos Barreto Martín Chambi Horacio Coppola Annemarie Heinrich Hirosuke Kitamura Fernando Lemos German Lorca Jean Manzon Guadalupe Miles Miro Monica Piloni Guillermo Srodek-Hart Lorena Guillén Vaschetti

Monica Piloni Curitiba, Brasil, 1978 · Curitiba, Brazil, 1978 E por que haverias de querer minha alma na tua cama? [Why Would You Want My Soul in Your Bed?], 2014 fotografia, pigmento sobre papel de algodão baritado archival pigment print 70 x 100 cm


STAND K15

STAND G14

FERNANDO PRADILLA

FILOMENA SOARES

Fernando Pradilla www.galeriafernandopradilla.com

Galeria Filomena Soares www.gfilomenasoares.com

Madri, Espanha · Madrid, Spain Diretores · Directors » Fernando Pradilla Marielo Góngora

Lisboa, Portugal · Lisbon, Portugal Diretores · Directors » Filomena Soares Manuel Santos

Artistas · Artists Starsky Brines Juan Francisco Casas Hildebrando de Castro César Delgado Adriana Duque Emilio Gañán Marcos López Moisés Mahiques Marco Mojica Beth Moysés Catalina Ortiz Nadín Ospina Mauro Piva Gustavo Rezende Javier Vanegas

Artistas · Artists Lida Abdul Pilar Albarracín Helena Almeida Ghada Amer & Reza Farkhondeh Pedro Barateiro Inês Botelho Slater Bradley Herbert Brandl Rui Chafes José Pedro Croft Dias & Riedweg Didier Faustino Ângela Ferreira Rui Ferreira Günther Förg Kiluanji Kia Henda Jaime de la Jara Carlos Motta Shirin Neshat Rodrigo Oliveira Bruno Pacheco Santiago Parra João Penalva João Tabarra Peter Zimmermann

Adriana Duque Manizales, Colômbia, 1968 · Manizales, Colombia, 1968 Princesa Alejandra [Princess Alejandra], 2013 impressão jato de tinta · inkjet print 151 x 107 cm

Slater Bradley São Francisco, eua , 1975 · San Francisco, usa, 1975 The Last Goodbye [O último adeus], 2013 impressão em papel de fibra dourado · fiber with gold marker impression 152 x 236 x 10 cm

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STAND F11

STAND J07

FÓLIO

FORTES VILAÇA

Fólio www.foliorarebooks.com.br

Galeria Fortes Vilaça www.fortesvilaca.com.br

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Rogério Pires Paulo Rosenbaum Artistas · Artists Antonio Bandeira Alexander Calder Amilcar de Castro Marc Chagall Lothar Charoux Giorgio De Chirico Sonia Delaunay Antonio Dias Marcel Duchamp Max Ernst Lucio Fontana Fernand Léger Maurício Nogueira Lima

Maria Martins Henri Matisse Roberto Matta Almir Mavignier Joan Miró Pablo Picasso Arthur Luiz Piza Man Ray Mira Schendel Vieira da Silva Jesús Rafael Soto Victor Vasarely Andy Warhol

Marc Chagall Vitebsk, Rússia, 1887 – Saint-Paul-de-Vence, França, 1985 Vitebsk, Russia, 1887 – Saint-Paul-de-Vence, France, 1985 L’Ange au-dessus de St-Paul [O anjo sobre St-Paul · The Angel above St-Paul], 1975 têmpera, pastel e caneta · tempera, pastel and pen 31,6 x 48,1 x 3 cm foto · photo » Leandro Andrade

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São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Alessandra D’Aloia Marcia Fortes Alexandre Gabriel Artistas · Artists Franz Ackermann Efrain Almeida Barrão Carlos Bevilacqua Los Carpinteros Rodrigo Cass Leda Catunda Tiago Carneiro da Cunha José Damasceno Cerith Wyn Evans Simon Evans Tamar Guimarães João Maria Gusmão + Pedro Paiva Marine Hugonnier Sergej Jensen Agnieszka Kurant Lucia Laguna Jac Leirner Cristiano Lenhardt Gabriel Lima

Ivens Machado Rodrigo Matheus Beatriz Milhazes Gerben Mulder Ernesto Neto Rivane Neuenschwander Damián Ortega osgemeos Sara Ramo Nuno Ramos Mauro Restiffe Marina Rheingantz Michael Sailstorfer Iran do Espírito Santo Julião Sarmento Valeska Soares Janaina Tschäpe Armando Andrade Tudela Adriana Varejão Erika Verzutti Luiz Zerbini

Lucia Laguna Campos dos Goytacazes, Brasil, 1941 · Campos dos Goytacazes, Brazil, 1941 Paisagem n. 69 [Landscape n. 69], 2013 acrílica e óleo sobre tela · acrylic and oil on canvas 160 x 160 cm


STAND J12

STAND J01

FRANCO NOERO

GAGOSIAN

Galleria Franco Noero www.franconoero.com

Gagosian Gallery www.gagosian.com

Turim, Itália · Turin, Italy Diretores · Directors » Franco Noero Pierpaolo Falone Artistas · Artists Darren Bader Pablo Bronstein Tom Burr Jeff Burton Neil Campbell Andrew Dadson Jason Dodge Lara Favaretto Martino Gamper Henrik Håkansson Mark Handforth Arturo Herrera Gabriel Kuri

Nova York, Beverly Hills, eua ; Londres, Reino Unido; Paris, França; Roma, Itália; Atenas, Grécia; Genebra, Suíça; Hong Kong New York, Beverly Hills, usa; London, United Kingdom; Paris, France; Rome, Italy; Athens, Greece; Geneva, Switzerland; Hong Kong Diretores · Directors » Serena Cattaneo-Adorno Victoria Gelfand-Magalhães

Phillip Lai Jim Lambie Robert Mapplethorpe Paulo Nazareth Mike Nelson Henrik Olesen João Onofre Kirsten Pieroth Steven Shearer Simon Starling Tunga Costa Vece Francesco Vezzoli

Artistas · Artists Diane Arbus Richard Artschwager Richard Avedon Francis Bacon Balthus Georg Baselitz Jean-Michel Basquiat Cecily Brown Glenn Brown Chris Burden Alexander Calder Anthony Caro John Chamberlain Dan Colen Michael Craig-Martin Gregory Crewdson John Currin Victoire de Castellane Willem de Kooning Walter De Maria Edmund de Waal Alberto Di Fabio Bob Dylan William Eggleston Roe Ethridge Rachel Feinstein Urs Fischer Lucio Fontana Helen Frankenthaler Ellen Gallagher Frank Gehry Alberto Giacometti

Mark Handforth Hong Kong, 1969 Tilted Shadow [Sombra inclinada], 2013 aço pintado e alumínio fundido · cast aluminum and painted steel 294 x 310 x 295 cm foto · photo » Sebastiano Pellion di Persano

Cecily Brown Londres, Reino Unido, 1969 · London, United Kingdom, 1969 Untitled (The Beautiful and Damned) [Sem título (O belo e condenado)], 2013 óleo sobre linho · oil on linen 276,9 x 434,3 cm cortesia · courtesy » Gagosian Gallery; © Cecily Brown foto · photo » Robert McKeever

Piero Golia Douglas Gordon Arshile Gorky Mark Grotjahn Andreas Gursky Richard Hamilton Damien Hirst Howard Hodgkin Carsten Höller Dennis Hopper Thomas Houseago Inez & Vinoodh Neil Jenney Y.Z. Kami Mike Kelley Anselm Kiefer Jeff Koons Roy Lichtenstein Vera Lutter Florian Maier-Aichen Sally Mann Piero Manzoni Brice Marden Adam McEwen Claude Monet Henry Moore Joel Morrison Takashi Murakami Marc Newson Cady Noland Albert Oehlen Steven Parrino

Giuseppe Penone Elizabeth Peyton Richard Phillips Pablo Picasso Richard Prince Jean Prouvé Robert Rauschenberg Anselm Reyle Nancy Rubins Thomas Ruff Ed Ruscha Jenny Saville Julian Schnabel Richard Serra Cindy Sherman Taryn Simon David Smith Rudolf Stingel Philip Taaffe Mark Tansey Robert Therrien Tatiana Trouvé James Turrell Cy Twombly Piotr Uklański Francesco Vezzoli Andy Warhol Franz West Rachel Whiteread Christopher Wool Richard Wright Zeng Fanzhi

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STAND G18

STAND K04

GÁVEA

A GENTIL CARIOCA

Galeria da Gávea www.galeriadagavea.com.br

A Gentil Carioca www.agentilcarioca.com.br

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Isabel Amado Ana Stewart Bruno Veiga Artistas · Artists Ricardo Azoury Julio Bittencourt Luiz Braga Pedro David Ricardo Fasanello Antonio Augusto Fontes Bina Fonyat Antonio Guerreiro Rogério Reis Alexandre Sant’anna Ana Stewart Bruno Veiga

Artistas · Artists Ricardo Basbaum José Bento Botner & Pedro Carlos Bunga Cabelo Carlos Contente Cosmococa: Programa in Progress (Hélio Oiticica + Neville D’Almeida) Guga Ferraz Fabiano Gonper Maria Laet Laura Lima Jarbas Lopes Renata Lucas Evandro Machado Matias Mesquita Simone Michelin João Modé Paulo Nenflídio Maria Nepomuceno opavivará! Thiago Rocha Pitta Bernardo Ramalho Rodrigo Torres Pedro Varela Alexandre Vogler

Bruno Veiga Rio de Janeiro, Brasil, 1965 · Rio de Janeiro, Brazil, 1965 Paisagem blindada 27 [Bulletproof Landscape 27], 2013 metacrilato · methacrylate 100 x 150 cm

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Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Marcio Botner Laura Lima Ernesto Neto Cecilia Tanure

João Modé Resende, Brasil, 1961 · Resende, Brazil, 1961 Construtivo (paninho) [Constructive (Little Piece of Cloth)], 2014 tecido · cloth 29,5 x 33 x 1 cm


STAND H13

STAND F06

GREGOR PODNAR

GUSTAVO REBELLO

Galerija Gregor Podnar www.gregorpodnar.com

Gustavo Rebello Arte www.gustavorebelloarte.com.br

Berlim, Alemanha · Berlin, Germany Diretor · Director » Gregor Podnar

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Gustavo de Castro Rebello

Artistas · Artists Attila Csörgő Vadim Fishkin Alexander Gutke Marzena Nowak Goran Petercol Tobias Putrih Ariel Schlesinger Goran Trbuljak

Artistas · Artists Almandrade Antonio Bandeira Waltercio Caldas Alexander Calder Sergio Camargo Aluísio Carvão Raymundo Colares João José Costa Carlos Cruz-Diez Dadamaino Antonio Dias Cesar Domela Sérvulo Esmeraldo Flávio-Shiró Chico Fortunato Joaquín Torres García Rubens Gerchman

Goran Trbuljak Varaždin, Croácia, 1948 · Varaždin, Croatia, 1948 Anonymous Street Action [Ação anônima de rua], 1970 detalhe da obra · detail of the work impressões em gelatina de prata, série de 6 fotografias gelatin silver prints, series of 6 photographs 39 x 39 cm

Jorge Guinle Brad Howe Frans Krajcberg Paulo Roberto Leal Rubem Ludolf Maria Martins Almir Mavignier Cildo Meireles Abraham Palatnik Julio Le Parc Wanda Pimentel Arthur Luiz Piza Ivan Serpa Luis Tomasello Victor Vasarely Julio Villani Franz Weissmann

Arthur Luiz Piza São Paulo, Brasil, 1928 · São Paulo, Brazil, 1928 n. 93, 1962 relevo sobre madeira · relief on wood 52 x 38 cm foto · photo » Jaime Acioli

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STAND D07

STAND D01

HILDA ARAUJO

IPANEMA

Hilda Araujo Escritório de Arte

Galeria de Arte Ipanema www.galeria-ipanema.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Hilda Araujo Artistas · Artists Carlos Araujo Antonio Bandeira Aldo Bonadei Victor Brecheret Emiliano Di Cavalcanti Cícero Dias Arcangelo Ianelli Leonilson Roberto Burle Marx Tomie Ohtake José Pancetti Candido Portinari Alfredo Volpi

Artistas · Artists Antonio Bandeira Geraldo de Barros Waltercio Caldas Sergio Camargo Aluísio Carvão Amilcar de Castro Emiliano Di Cavalcanti Lygia Clark Raymundo Colares Carlos Cruz-Diez Milton Dacosta Antonio Dias Lucio Fontana Rubens Gerchman Jorge Guinle Arcangelo Ianelli Paulo Roberto Leal Wesley Duke Lee Maria Leontina Alejandro Lloret Cildo Meireles Beatriz Milhazes

Candido Portinari Brodowski, Brasil, 1903 – Rio de Janeiro, Brasil, 1962 Brodowski, Brazil, 1903 – Rio de Janeiro, Brazil, 1962 Noivos [Engaged], 1955 óleo sobre tela · oil on canvas 53,5 x 65 cm

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Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Luiz de Paula Sève Luciana Sève

Sarah Morris Vik Muniz Tomie Ohtake Hélio Oiticica Henrique Oliveira Abraham Palatnik Mariana Palma José Pancetti Lygia Pape Julio Le Parc Wanda Pimentel José Resende Ione Saldanha Mira Schendel Ivan Serpa Jesús Rafael Soto Eduardo Sued Luis Tomasello Victor Vasarely Alfredo Volpi Franz Weissmann

Beatriz Milhazes Rio de Janeiro, Brasil, 1960 · Rio de Janeiro, Brazil, 1960 Sem título [Untitled], 1996 acrílica sobre tela · acrylic on canvas 158,8 x 180,2 cm foto · photo » Paulo Scheuenstuhl


STAND J17

STAND H16

JAQUELINE MARTINS

KAVI GUPTA

Galeria Jaqueline Martins www.galeriajaquelinemartins.com.br

Kavi Gupta Chicaco | Berlin www.kavigupta.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Jaqueline Martins Artistas · Artists Martha Araújo Grupo Arte Ação Hudinilson Jr. Bill Lundberg Ana Mazzei Dudu Santos Genilson Soares Regina Vater

Chicago, eua ; Berlim, Alemanha · Chicago, usa; Berlin, Germany Presidente · President » Kavi Gupta Diretores · Directors » Julia Fischbach Emanuel Aguilar Artistas · Artists Johanna Billing McArthur Binion Theaster Gates Antonia Gurkovska Glenn Kaino James Krone Jose Lerma Curtis Mann Ari Marcopoulos Angel Otero Roxy Paine Scott Reeder Clare Rojas Melanie Schiff Claire Sherman Tony Tasset

Bill Lundberg Albany, eua , 1942 · Albany, usa, 1942 Charades [Charadas], 1976 videoescultura (filme Super 8 digitalizado, copo de vidro, projetor, espelho e dvd player) · video sculpture (digitalized Super 8 film, glass cup, projector, mirror and dvd player) duração · duration » 21’ 12”

Angel Otero Santurce, Porto Rico, 1981 · Santurce, Puerto Rico, 1981 sk-ox, 2013 óleo e colagem de “peles” sobre tela · oil and skins collaged on canvas 213 x 154 x 8 cm foto · photo » Joseph Rynkiewicz

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STAND H10

STAND K18

KURIMANZUTTO

LAURA MARSIAJ

Kurimanzutto www.kurimanzutto.com

Galeria Laura Marsiaj www.lauramarsiaj.com.br

México df, México · Mexico df, Mexico Diretores · Directors » Jose Kuri Monica Manzutto

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Laura Marsiaj Lilian Gavillon

Artistas · Artists Eduardo Abaroa Allora & Calzadilla Carlos Amorales Miguel Calderón Abraham Cruzvillegas Minerva Cuevas Jimmie Durham Daniel Guzmán Jonathan Hernandez Gabriel Kuri Dr. Lakra Sarah Lucas Roman Ondák

Artistas · Artists Waléria Américo Arnaldo Antunes Barrão Lenora de Barros Renata de Bonis Eduardo Climachauska Oleg Dou Bruno Drolshagen Finok Alan Fontes Kilian Glasner Thiago Honório Gonçalo Ivo Eduardo Kac Clemens Krauss Fabio Magalhães

Gabriel Orozco Damián Ortega Fernando Ortega Wilfredo Prieto Adrián Villar Rojas Anri Sala Gabriel Sierra Monika Sosnowska Sofía Taboas Rirkrit Tiravanija Danh Vo Apichatpong Weerasethakul

Gabriel Orozco Jalapa, México, 1962 · Jalapa, Mexico, 1962 Roca tortuga [Rocha tartaruga · Turtle Rock], 2013 paralelepípedo de diorite do rio da costa Guerrero, México carved diorite river cobblestone from the Guerrero coast, Mexico 30 x 30 x 11 cm

122

Carolina Martinez Edgar Martins Rodrigo Martins Mariana Mattos Paulo Meira Ana Miguel Fábio Miguez Monica Piloni Isaque Pinheiro Andrea Rocco Elder Rocha Iuri Sarmento Cristián Silva-Avária Paulo Vivacqua Márcia Xavier Rafael Zavagli

Barrão Rio de Janeiro, Brasil, 1959 · Rio de Janeiro, Brazil, 1959 Musão-euterpe, 2013 louça e resina epóxi · porcelain and epoxy resin 67 x 38 x 31 cm foto · photo » Julio Callado


STAND J08

STAND F07

LEME

LEMOS DE SÁ

Galeria Leme www.galerialeme.com

Lemos de Sá Galeria de Arte www.lemosdesagaleria.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Eduardo Leme Camila Siqueira Artistas · Artists Paulo Almeida avpd David Batchelor Luiz Braga Alexandre Brandão Sebastiaan Bremer Felipe Cama Paulo Climachauska Ana Elisa Egreja Richard Galpin Sandra Gamarra Gustavo von Ha Neil Hamon Candida Höfer Juan Iribarren Zilvinas Kempinas

Henry Krokatsis Mariana Manhães Milton Marques José Carlos Martinat Mariana Mauricio Jessica Mein Marcia de Moraes Marcelo Moscheta Patricia Osses Tony Oursler Nina Pandolfo Mauro Piva Frank Thiel João Pedro Vale Gabriel A. Velarde Christian Vinck

Ana Elisa Egreja São Paulo, Brasil, 1983 · São Paulo, Brazil, 1983 Mesinha com paisagem Rio (1920) [Small Table with Landscape Rio (1920)], 2014 óleo sobre tela · oil on canvas 100 x 80 cm foto · photo » Filipe Berndt

Nova Lima, Brasil · Nova Lima, Brazil Diretor · Director » Beatriz Lemos de Sá Artistas · Artists Sergio Allevato Maria Helena Andrés Marcos Bonisson Eymard Brandão Fernando Cardoso Amilcar de Castro Rodrigo de Castro Pedro David Célia Euvaldo Jorge Fonseca Thais Helt Richard Hudson Andréa Lanna Gilvan Nunes Thales Pereira Maria-Carmen Perlingeiro Jayme Reis Marco Tulio Resende Sérgio Sister Manfredo de Souzanetto Fernando Velloso

Maria-Carmen Perlingeiro Rio de Janeiro, Brasil, 1952 · Rio de Janeiro, Brazil, 1952 A bela e a fera [The Beauty and the Beast], 2009 pele de cabra, alabastros e ouro · goatskin, alabaster and gold 40 x 30 x 30 cm

123


STAND F04

STAND G13

LEON TOVAR

LIA RUMMA

Leon Tovar Gallery www.leontovargallery.com

Lia Rumma www.liarumma.it

Nova York, eua · New York, usa Diretor · Director » Leon Tovar Artistas · Artists Fernando Botero Carlos Cruz-Diez Gunter Gerzso Frida Kahlo Omar Rayo Diego Rivera Jesús Rafael Soto Luis Tomasello Victor Vasarely Ludwig Wilding

Artistas · Artists Marina Abramović Vanessa Beecroft Victor Burgin Enrico Castellani Clegg & Guttmann Gary Hill Ilya & Emilia Kabakov Alfredo Jaar William Kentridge Anselm Kiefer Joseph Kosuth Hendrik Krawen David Lamelas Marzia Migliora Reinhard Mucha Ugo Mulas Michelangelo Pistoletto Thomas Ruff Ettore Spalletti Haim Steinbach Tobias Zielony Gilberto Zorio

Jesús Rafael Soto Ciudad Bolívar, Venezuela, 1923 - Paris, França, 2005 Ciudad Bolívar, Venezuela, 1923 - Paris, France, 2005 Noire Fine [Preto delicado · Fine Black], 1997 madeira, metal e nylon · metal, wood and nylon 100 x 150 x 21 cm

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Milão, Nápoles, Itália · Milan, Naples, Italy Diretores · Directors » Lia Rumma Paola Potena

Alfredo Jaar Santiago, Chile, 1956 Milan, 1946: Lucio Fontana Visits His Studio on His Return from Argentina [Milão, 1946: Lucio Fontana visita seu estúdio ao voltar da Argentina], 2013 impressão digital, emoldurado · digital print, framed 185 x 185 cm


STAND J06

STAND G19

LISSON

LOGO

Lisson Gallery www.lissongallery.com

Galeria LOGO www.galerialogo.com

Londres, Reino Unido; Milão, Itália; Nova York, eua London, United Kingdom; Milan, Italy; New York, usa Diretor · Director » Nicholas Logsdail Artistas · Artists Marina Abramović Ai Weiwei Allora & Calzadilla Cory Arcangel Art & Language Daniel Buren Gerard Byrne James Casebere Tony Cragg Angela de la Cruz Richard Deacon Nathalie Djurberg & Hans Berg Spencer Finch Ceal Floyer Ryan Gander Dan Graham Rodney Graham Carmen Herrera Shirazeh Houshiary Christian Jankowski Peter Joseph Anish Kapoor

John Latham Tim Lee Lee Ufan Sol LeWitt Liu Xiaodong Richard Long Robert Mangold Jason Martin Haroon Mirza Tatsuo Miyajima Jonathan Monk Julian Opie Tony Oursler Giulio Paolini Joyce Pensato Florian Pumhösl Rashid Rana Pedro Reyes Fred Sandback Santiago Sierra Sean Snyder Lawrence Weiner Richard Wentworth

Shirazeh Houshiary Shiraz, Irã, 1955 · Shiraz, Iran, 1955 Pneuma, 2013 aquacryl, lápis, pastel e pigmento sobre tela e alumínio aquacryl, pastel, pencil, and pigment on aluminum and canvas 190 x 190 cm

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Marcelo Secaf Carmo Marchetti Lucas Ribeiro Artistas · Artists Chen Ching-Yuan Carlos Dias Doma Gustavo Eandi Talita Hoffmann Lin Yi Hsuan Fabiano Rodrigues Sesper

Doma Buenos Aires, Argentina, 1998 Anti-Present [Anti-presente], 2013 maquete em cápsula de acrílico · maquette in acrylic capsule 25 x 25 cm

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STAND H07

STAND G01

LUCIANA BRITO

LUCIANA CARAVELLO

Luciana Brito Galeria www.lucianabritogaleria.com.br

Luciana Caravello Arte Contemporânea www.lucianacaravello.com.br

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Luciana Brito

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Luciana Caravello

Artista · Artist Marina Abramović Lucas Bambozzi Fabiana de Barros &     Michel Favre Geraldo de Barros Ricardo Basbaum Rafael Carneiro Saint Clair Cemin Waldemar Cordeiro Rochelle Costi Leandro Erlich Thomaz Farkas Paula Garcia Gaspar Gasparian Alex Katz Pablo Lobato

Artistas · Artists Fabio Baroli Felipe Bertarelli Gisele Camargo Danielle Carcav Marcos Cardoso Walmor Corrêa Ivan Grilo Luiz Hermano James Kudo Daniel Lannes Antonio Lee Ana Linnemann Alexandre Mazza Vicente de Mello Bruno Miguel Gui Mohallem Jeanete Musatti Nazareno Nazareth Pacheco Carolina Ponte Eliane Prolik Marcelo Solá Afonso Tostes Ricardo Villa

Anthony McCall Allan McCollum João Luiz Musa Mônica Nador Fyodor  Pavlov-Andreevich Liliana Porter Tobias Putrih Caio Reisewitz Eder Santos Regina Silveira Tiago Tebet Delson Uchôa Héctor Zamora Raphaël Zarka

Alex Katz Nova York, eua , 1927 · New York, usa, 1927 Ada in Hat [Ada com chapéu], 1990 serigrafia · silkscreen 64,7 x 91,4 cm foto · photo » Paul Takeuchi

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Afonso Tostes Belo Horizonte, Brasil, 1965 · Belo Horizonte, Brazil, 1965 Sala de trabalho [Work Room], 2013 ferramentas de metal, cabos de madeira esculpidos como ossos · metal tools and wooden shafts carved as bones dimensões variáveis · variable dimensions foto · photo » Sergio Araujo


STAND H03

STAND G08

LUISA STRINA

LURIXS

Galeria Luisa Strina www.galerialuisastrina.com.br

LURIXS: Arte Contemporânea www.lurixs.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Luisa Malzoni Strina Marli Matsumoto Maria Quiroga Artistas · Artists Pablo Accinelli Caetano de Almeida Leonor Antunes Juan Araujo Tonico Lemos Auad Eduardo T. Basualdo Laura Belém Alexandre da Cunha Matías Duville Olafur Eliasson León Ferrari Marcius Galan Carlos Garaicoa Fernanda Gomes Brian Griffiths Federico Herrero Magdalena Jitrik Marcellvs L. Luisa Lambri Laura Lima Jarbas Lopes

Mateo López Renata Lucas Jorge Macchi Anna Maria Maiolino Antonio Manuel Marepe Gilberto Mariotti Cildo Meireles Pedro Motta Antoni Muntadas Bernardo Ortiz Lygia Pape Nicolás Paris Pedro Reyes Adrián Villar Rojas Marina Saleme Beto Shwafaty Gabriel Sierra Edgard de Souza Alessandro Balteo Yazbeck

Anna Maria Maiolino Scalea, Itália, 1942 · Scalea, Italy, 1942 Sem título, da série Aguadas [Untitled, from the series Watery], 2014 acrílica sobre papel · acrylic on paper 110 x 80 cm © Anna Maria Maiolino foto · photo » Romulo Fialdini

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Ricardo Rego Artistas · Artists Geraldo de Barros José Bechara Manuel Caeiro Lygia Clark Paulo Climachauska Luciano Figueiredo Elizabeth Jobim Raul Mourão Coletivo muda Valdirlei Dias Nunes Hélio Oiticica Lygia Pape Renata Tassinari

José Bechara Rio de Janeiro, Brasil, 1957 · Rio de Janeiro, Brazil, 1957 Fugitiva i [Fugitive i], 2013 foto · photo » Romulo Fialdini

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STAND K16

STAND F02

MARCELO GUARNIERI

MARCIA BARROZO DO AMARAL

Galeria Marcelo Guarnieri www.galeriamarceloguarnieri.com.br

Marcia Barrozo do Amaral www.marciabarrozodoamaral.com.br

Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil · Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil Diretor · Director » Marcelo Guarnieri

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Marcia Barrozo do Amaral

Artistas · Artists Luiz Paulo Baravelli Renata Siqueira Bueno Cristina Canale Christian Cravo Rogério Degaki Marcelo Grassmann Pedro Hurpia Guto Lacaz Mariannita Luzzati Gabriela Machado José Carlos Machado Cristiano Mascaro Mario Cravo Neto

Artistas · Artists Iole de Freitas Galvão Frans Krajcberg Anna Letycia Ivens Machado Roberto Magalhães Ascânio MMM Abraham Palatnik Luiz Philippe Arthur Luiz Piza Manfredo de Souzanetto Zemog

Ohira e Bonilha Tomie Ohtake Ana Paula Oliveira Deborah Paiva Ivan Serpa Alice Shintani Angélica Teuta Cleido Vasconcelos Silvia Velludo Pierre Verger Marcus Vinícius Laura Vinci Masao Yamamoto

Masao Yamamoto Gamagori, Japão, 1957 · Gamagori, Japan, 1957 Nakazora #1256, 2006 fotografia · photograph 11 x 7 cm

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Frans Krajcberg Kozienice, Polônia, 1921 · Kozienice, Poland, 1921 Sem título [Untitled], 2013 madeira pintada com pigmentos naturais e queimada a fogo · wood painted with natural pigments and burnt with fire 145 x 110 x 50 cm foto · photo » Jaime Acioli


STAND H04

STAND K08

MARIAN GOODMAN

MARILIA RAZUK

Marian Goodman Gallery www.mariangoodman.com

Galeria Marilia Razuk www.galeriamariliarazuk.com.br

Nova York, eua; Paris, França / Londres, Reino Unido (futuro endereço) New York, usa; Paris, France / London, United Kingdom (future location) Presidente · President » Marian Goodman Diretores · Directors » Rose Lord Courtney Plummer Andrew Leslie Heyward Andrew Richards Lissa McClure Leslie Nolen Nicolas Nahab Karina Daskalov Projetos Especiais · Special Projects » Junette Teng Artistas · Artists Eija-Liisa Ahtila Chantal Akerman Giovanni Anselmo John Baldessari Lothar Baumgarten Dara Birnbaum Christian Boltanski Marcel Broodthaers Maurizio Cattelan James Coleman Tony Cragg Richard Deacon Tacita Dean Rineke Dijkstra

Dan Graham Pierre Huyghe Cristina Iglesias Amar Kanwar William Kentridge Steve McQueen Julie Mehretu Annette Messager Juan Muñoz Maria Nordman Gabriel Orozco Giulio Paolini Giuseppe Penone Gerhard Richter

Adrián Villar Rojas Anri Sala Matt Saunders Thomas Schütte Tino Sehgal Thomas Struth Niele Toroni Danh Vo Jeff Wall Lawrence Weiner Francesca Woodman Yang Fudong

Tacita Dean Cantuária, Reino Unido, 1965 · Canterbury, United Kingdom, 1965 Theresopolis, 2013 guache sobre sucata fotográfica · gouache on found photograph 16,1 x 22 cm

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Marilia Razuk Marcela Razuk Artistas · Artists Marlon de Azambuja Ana Luiza Dias Batista José Bechara Flávia Bertinato Débora Bolsoni Cabelo Johanna Calle Amilcar de Castro Rodrigo de Castro Claudio Cretti Caetano Dias Raquel Garbelotti Hilal Sami Hilal Elizabeth Jobim Maria Laet Lucia Mindlin Loeb Vanderlei Lopes Fabricio Lopez Germana Monte-Mór Gustavo Rezende Sergio Romagnolo Mariana Serri Wagner Malta Tavares Marina Weffort Paulo Whitaker

Marlon de Azambuja Santo Antônio da Patrulha, Brasil, 1978 · Santo Antonio da Patrulha, Brazil, 1978 Avenida Paulista 1963 [Paulista Avenue 1963], 2014 rotulador permanente preto sobre fotografia colorida fixada em base de alumínio · black marker pen on colored photograph fixed on aluminum base 170 x 140 x 2,5 cm

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STAND E06

STAND J13

MAYORAL

MENDES WOOD DM

Mayoral www.galeriamayoral.com

Mendes Wood DM www.mendeswood.com

Barcelona, Espanha · Barcelona, Spain Diretor · Director » Manel Mayoral Artistas · Artists Miquel Barceló Jean-Michael Basquiat Alexander Calder Marc Chagall Salvador Dalí Óscar Domínguez Joaquín Torres García Fernand Léger Joan Miró Pablo Picasso Antoni Tàpies

Artistas · Artists Lucas Arruda Adriano Costa Theo Craveiro Michael Dean Mariana Castillo Deball Deyson Gilbert Sonia Gomes Runo Lagomarsino Patricia Leite Daniel Steegmann Mangrané f. marquespenteado Thiago Martins de Melo Paulo Monteiro Paulo Nazareth Matheus Rocha Pitta Paulo Nimer Pjota Leticia Ramos Marina Perez Simão Tunga Roberto Winter

Joan Miró Barcelona, Espanha, 1893 – Palma de Maiorca, Espanha, 1983 · Barcelona, Spain, 1893 – Palma de Mallorca, Spain, 1983 Femme oiseaux [Mulher aves · Birds Woman], 1978 72 x 55 cm lápis e óleo sobre placa · oil and pencil on board

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São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Felipe Dmab Matthew Wood Pedro Mendes

Michael Dean New Castle, Reino Unido, 1977 · New Castle, United Kingdom, 1977 n (Working Title) [n (Título provisório)], 2013 concreto e livro de bolso · concrete and pocketbook 174,5 x 110 x 110 cm foto · photo » Bruno Leão


STAND G16

STAND G05

MERCEDES VIEGAS

MICHAEL WERNER

Mercedes Viegas Arte Contemporânea www.mercedesviegas.com.br

Michael Werner Gallery www.michaelwerner.com

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Mercedes Viegas Artistas · Artists Marcus André Enrica Bernardelli Catarina Botelho Elisa Bracher Patricia Carmo Beatriz Carneiro Amalia Giacomini Tatiana Grinberg Robert Kelly Fabricio Lopez Vânia Mignone Luiz Monken Ana Vitória Mussi Regina de Paula Alice Quaresma Rosana Ricalde Omar Salomão Alvaro Seixas Marcia Thompson Julio Villani Jaqueline Vojta

Nova York, eua · New York, usa Diretores · Directors » Gordon VeneKlasen Birte Kleemann Harry Scrymgeour Justine Birbil Artistas · Artists Hurvin Anderson Hans Arp Georg Baselitz Marcel Broodthaers James Lee Byars Aaron Curry Enrico David Peter Doig Jörg Immendorff Per Kirkeby Markus Lüpertz Eugène Leroy A. R. Penck Francis Picabia Sigmar Polke Don Van Vliet Michael Williams

Catarina Botelho Lisboa, Portugal, 1981 · Lisbon, Portugal, 1981 Projecto Lisboa #2 [Lisbon Project #2], 2012 impressão jato de tinta sobre papel de algodão inkjet print on cotton paper 94 x 140 cm

Francis Picabia Paris, França, 1879–1953 · Paris, France, 1879–1953 Edulis, 1930 óleo sobre tela · oil on canvas 100 x 81 cm

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STAND J02

STAND H17

MILLAN

MUL.TI.PLO

Galeria Millan www.galeriamillan.com.br

Mul.ti.plo Espaço Arte www.multiploespacoarte.com.br

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » André Millan Socorro de Andrade Lima Artistas · Artists Rodrigo Andrade Artur Barrio Lenora de Barros Rodrigo Bivar Tatiana Blass Sofia Borges Miguel Rio Branco Felipe Cohen Nelson Felix Rubens Mano Emmanuel Nassar Henrique Oliveira Paulo Pasta Thiago Rocha Pitta Ana Prata Berna Reale Dudi Maia Rosa Otavio Schipper Bob Wolfenson

Artistas · Artists Josef Albers Georg Baselitz Waltercio Caldas Fabio Cardoso Christo Antonio Dias Daniel Feingold Chelpa Ferro Iole de Freitas Tatiana Grinberg Beth Jobim Fernanda Junqueira Gabriela Machado Roberto Magalhães

Miguel Rio Branco Las Palmas de Gran Canaria, Espanha, 1946 Las Palmas de Gran Canaria, Spain, 1946 Back, 1994 cibacrome 120 x 120 cm

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Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Cristina Magalhães Pinto Stella Silva Ramos Luiz Carlos Nabuco

Cildo Meireles Maria-Carmen Perlingeiro Ed Ruscha Teresa Salgado Joel Schapiro Daniel Senise Richard Serra Eduardo Sued Antoni Tàpies Luis Tomasello Tunga Angelo Venosa Carlos Vergara

Georg Baselitz Deutschbaselitz, Alemanha, 1938 · Deutschbaselitz, Germany, 1938 Norweger rückwarts ii [Marcha-a-ré norueguesa · Reverse Norwegian], 2012 gravura em metal · etching 91 x 65 cm


STAND H01

STAND E04

NARA ROESLER

NATALIE SEROUSSI

Galeria Nara Roesler www.nararoesler.com.br

galerie natalie seroussi www.natalieseroussi.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Nara Roesler Daniel Roesler Alexandre Roesler Alexandra Garcia Waldman Artistas · Artists Brígida Baltar Alberto Baraya Paulo Bruscky Cristina Canale Carlito Carvalhosa Marcos Chaves Eduardo Coimbra Antonio Dias Bruno Dunley O Grivo Cao Guimarães Paul Ramirez Jonas Isaac Julien Lucia Koch Karin Lambrecht Artur Lescher Milton Machado Marco Maggi

Virginia de Medeiros Alice Miceli Fábio Miguez Raul Mourão Vik Muniz Tomie Ohtake Hélio Oiticica Oscar Oiwa Abraham Palatnik Julio Le Parc Rodolpho Parigi José Patrício Marcelo Silveira Luzia Simons Sérgio Sister Melanie Smith Angelo Venosa Laura Vinci

Vik Muniz São Paulo, Brasil, 1961 · São Paulo, Brazil, 1961 Sandcastle #01 (Château de Chambord) [Castelo de areia #01 (Château de Chambord)], 2013 C-print digital · digital C-print 180 x 237,5 cm

Paris, França · Paris, France Diretor · Director » Natalie Seroussi Artistas · Artists Jean Arp Alexander Calder Sergio Camargo Christo Lygia Clark Le Corbusier Naum Gabo Paul Klee Wifredo Lam Gordon Matta-Clark Hélio Oiticica Pablo Picasso Kurt Schwitters

Kurt Schwitters Hanôver, Alemanha, 1887 – Kendal, Reino Unido, 1948 Hanover, Germany, 1887 – Kendal, United Kingdom, 1948 Untitled (Relief) [Sem título (Alívio)], 1942 relevo, óleo, madeira, gesso e chapa de metal sobre painel relief, oil, wood, plaster and sheet metal on panel 24,7 x 18,5 x 6 cm

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STAND J03

STAND K13

NEUGERRIEMSCHNEIDER

OSCAR CRUZ

neugerriemschneider www.neugerriemschneider.com

Galeria Oscar Cruz www.galeriaoscarcruz.com

Berlim, Alemanha · Berlin, Germany Diretores · Directors » Tim Neuger Burkhard Riemschneider

Artistas · Artists Luiz Alphonsus Ananké Asseff Leo Ayres Gisele Camargo Hildebrando de Castro Beatriz Chachamovits Joana Traub Csekö Luisa Editore Martín Di Girolamo Sebastián Gordín Graciela Hasper Lina Kim Mariana Lopez Ramon Martins Mónica Millán Gilvan Nunes Éder Roolt Michael Stubbs Daniel Toledo Michael Wesely

Artistas · Artists Franz Ackermann Ai Weiwei Pawel Althamer James Benning Billy Childish Keith Edmier Olafur Eliasson Noa Eshkol Isa Genzken Sharon Lockhart Michel Majerus Antje Majewski Mike Nelson Jorge Pardo Elizabeth Peyton Tobias Rehberger Simon Starling Thaddeus Strode Rirkrit Tiravanija Pae White

Noa Eshkol Kvutzat Degania B, Israel, 1924 – Holon, Israel, 2007 Homage to David Hockney 1 (Vase in Window) [Homenagem a David Hockney 1 (Vaso na janela)], 1990 algodão, relva de algodão, seda pongée, seda honan, gaze de seda, crepe de lã e veludo cotelê cotton, cotton lawn, silk pongée, honan silk, silk gauze, woolen crepe and corduroy 279 x 250 cm foto · photo » Jens Ziehe

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São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Oscar Cruz

Graciela Hasper Buenos Aires, Argentina, 1966 Sem título [Untitled], 2013 acrílica sobre tela · acrylic on canvas 140 x 200 cm


STAND K07

STAND K17

PACE

PARRA & ROMERO

Pace www.pacegallery.com

Parra & Romero www.parra-romero.com

Nova York, eua; Londres, Reino Unido; Pequim, China New York, usa; London, United Kingdom; Beijing, China Diretor · Director » Marc Glimcher Artistas · Artists Josef Albers Yto Barrada Alexander Calder Brian Clarke Chuck Close Keith Coventry Willem de Kooning Jim Dine Tara Donovan Rosalyn Drexler Jean Dubuffet Tim Eitel Kevin Francis Gray James Franco Lee Friedlander Adrian Ghenie Adolph Gottlieb Paul Graham Loris Gréaud Hai Bo Tim Hawkinson Barbara Hepworth David Hockney Hong Hao Robert Irwin Alfred Jensen

Donald Judd Ilya & Emilia Kabakov Lee Tzu-hsun Lee Ufan Sol LeWitt Li Songsong Maya Lin Liu Jianhua Robert Mangold Mao Yan Agnes Martin Roberto Matta Elizabeth Murray Yoshitomo Nara Louise Nevelson Carsten Nicolai Isamu Noguchi Kenneth Nolan Thomas Nozkowski Oldenburg/van Bruggen Adam Pendleton Pablo Picasso Richard Pousette-Dart Robert Rauschenberg Bridget Riley Mark Rothko

Michal Rovner Robert Ryman Lucas Samaras Joel Shapiro Raqib Shaw James Siena Kiki Smith Bosco Sodi Song Dong Keith Sonnier Saul Steinberg Hiroshi Sugimoto Sui Jianguo Antoni Tàpies Paul Thek James Turrell Richard Tuttle Keith Tyson Corban Walker Robert Whitman Fred Wilson Zhao Yao Yin Xiuzhen Yue Minjun Zhang Huan Zhang Xiaogang

Raqib Shaw Calcutá, Índia, 1974 · Calcutta, India, 1974 The Disambiguation of the Myth of the Last Shinobi [A desambiguação do mito do último Shinobi], 2011–2013 acrílica, esmalte, gliter, óleo e strass sobre madeira de vidoeiro · acrylic, enamel, glitter, oil and rhinestones on Birch wood 140,7 x 140,7 cm © Raqib Shaw cortesia · courtesy » Pace Gallery

Madri, Ibiza, Espanha · Madrid, Ibiza, Spain Diretor · Director » Guillermo Romero Parra Artistas · Artists Lara Almarcegui Rosa Barba Stefan Brüggemann Luis Camnitzer Alejandro Cesarco Kajsa Dahlberg Philippe Decrauzat Martina Klein Germaine Kruip David Lamelas Paloma Polo Thomas Scheibitz Conrad Shawcross Oriol Vilanova

Philippe Decrauzat Lausanne, Suíça, 1974 · Lausanne, Switzerland, 1974 Corps flottants [Corpos flutuantes · Floating Bodies], 2013 vista da exposição na Parra & Romero · exhibition view at Parra & Romero

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STAND K02

STAND E02

PAULO DARZÉ

PAULO KUCZYNSKI

Paulo Darzé Galeria de Arte www.paulodarzegaleria.com.br

Paulo Kuczynski Escritório de Arte

Salvador, Brasil · Salvador, Brazil Diretor · Director » Paulo Darzé

Artistas · Artists Josef Albers Alexander Calder Sergio Camargo Flávio de Carvalho Emiliano Di Cavalcanti Lygia Clark Carlos Cruz-Diez Cícero Dias Ernesto De Fiori Alberto da Veiga Guignard Frans Krajcberg Leonilson José Pancetti Arthur Luiz Piza Ione Saldanha Mira Schendel Vieira da Silva Jesús Rafael Soto Luis Tomasello Adriana Varejão Alfredo Volpi

Artistas · Artists Vauluizo Bezerra Miguel Rio Branco Waltercio Caldas Leda Catunda Siron Franco Gonçalo Ivo Maxim Malhado Florival Oliveira Paulo Pereira José Resende Iuri Sarmento Nadia Taquary Tunga

Nadia Taquary Salvador, Brasil, 1967 · Salvador, Brasil, 1967 Encontros [Meetings], 2014 coco, fio de aço e madeira · coconut, wood, and steel wire 225 x 25 x 20 cm foto · photo » Andrew Kemp

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São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Paulo Kuczynski

Vieira da Silva Lisboa, Portugal, 1908 – Paris, França, 1992 Lisbon, Portugal, 1908 – Paris, France, 1992 La Piscine [A piscina · The Pool], 1949 óleo sobre tela · oil on canvas 34 x 46,5 cm foto · photo » Alexandre dos Santos Silva


STAND H13

STAND E03

PETER KILCHMANN

PINAKOTHEKE

Galerie Peter Kilchmann www.peterkilchmann.com

Pinakotheke São Paulo www.pinakotheke.com.br

Zurique, Suíça · Zürich, Switzerland Diretor · Director » Peter Kilchmann

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Max Perlingeiro

Artistas · Artists Francis Alÿs Hernan Bas Michael Bauer Armin Boehm Los Carpinteros Willie Doherty Valérie Favre Bruno Jakob Raffi Kalenderian Tobias Kaspar Jorge Macchi Teresa Margolles Fabian Marti Adrian Paci David Renggli Bernd Ribbeck Melanie Smith Javier Téllez Erika Verzutti Artur Zmijewski

Artistas · Artists Tarsila do Amaral Marçal Athayde Antonio Bandeira Miquel Barceló Iberê Camargo Sergio Camargo Emiliano Di Cavalcanti Lygia Clark Milton Dacosta Antonio Dias Cícero Dias Sérvulo Esmeraldo Luciano Figueiredo Flávio-Shiró Bruno Giorgi Alberto Guignard Paulo Roberto Leal

Jorge Macchi Buenos Aires, Argentina, 1963 Suspension [Suspensão], 2012 aquarela sobre papel · watercolor on paper 32 x 39 cm foto · photo » Thomas Strub

Wesley Duke Lee Maria Leontina Manabu Mabe Anita Malfatti Jaildo Marinho Ismael Nery Tomie Ohtake Hélio Oiticica Abraham Palatnik José Pancetti Arthur Luiz Piza Candido Portinari Mira Schendel Lasar Segall Ivan Serpa Pedro Vasquez Franz Weissmann

Miquel Barceló Felanitx, Espanha, 1957 · Felanitx, Spain, 1957 Circus [Circo], 2013 técnica mista sobre tela · mixed media on canvas 162 x 162 cm foto · photo »Agustí Torres

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STAND F10

STAND G22

A PONTE

POLÍGRAFA

A Ponte Galeria de Arte

Polígrafa Obra Gràfica www.poligrafa.net

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Breno Krasilchik Alessandra K. Nigri Artistas · Artists Tarsila do Amaral Aldo Bonadei Sheila Brannigan Flávio de Carvalho Emiliano Di Cavalcanti Lygia Clark Flávio-Shiró Antonio Gomide Maria Leontina Candido Portinari Mira Schendel Lasar Segall Alfredo Volpi

Artistas · Artists Antonio Asis Carlos Cruz-Diez León Ferrari André Komatsu Nelson Leirner Mateo López Jorge Macchi Nicolás Paris Liliana Porter Daniel Senise Regina Silveira Luis Tomasello

Lasar Segall Vilnius, Lituânia, 1891 – São Paulo, Brasil, 1957 Vilnius, Lithuania, 1891 – São Paulo, Brazil, 1957 da série Mangue [from the series Mangrove], 1943 foto · photo » Paul Gonzalez

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Barcelona, Espanha · Barcelona, Spain Diretores · Directors » Joan de Muga José Aloy Alvaro Puigdengolas

Daniel Senise Rio de Janeiro, Brasil, 1955 · Rio de Janeiro, Brazil, 1955 s/t 1, 2013 serigrafia sobre prancha de alumínio · screenprint on aluminum plate 100 x 100 x 0,3 cm edição · edition » 20


STAND G09

STAND F09

RAQUEL ARNAUD

RONIE MESQUITA

Galeria Raquel Arnaud www.raquelarnaud.com

Ronie Mesquita Galeria www.roniemesquita.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Raquel Arnaud Artistas · Artists Frida Baranek Elisa Bracher Waltercio Caldas Sergio Camargo Carla Chaim Elias Crespin Carlos Cruz-Diez Sérvulo Esmeraldo Célia Euvaldo Carlos Fajardo Daniel Feingold Romulo Fialdini Iole de Freitas Marco Giannotti Geórgia Kyriakakis Alberto Martins Silvia Mecozzi Cassio Michalany Carlos Nunes Maria-Carmen Perlingeiro Arthur Luiz Piza José Resende Tuneu Julio Villani Carlos Zilio

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Ronie Mesquita Conrado Mesquita Cely Mesquita Artistas · Artists Artur Barrio Ubi Bava Waltercio Caldas Aluísio Carvão Amilcar de Castro Lygia Clark José Damasceno Antonio Dias Samson Flexor Heinz Kuhn Paulo Roberto Leal Maria Leontina Anna Maria Maiolino Antonio Manuel Abraham Palatnik Arthur Luiz Piza Ione Saldanha Mira Schendel Ivan Serpa Joaquim Tenreiro Tunga Franz Weissmann

Sérvulo Esmeraldo Crato, Brasil, 1929 · Crato, Brazil, 1929 Cônicas, côncavas e convexas [Conical, Concave and Convex], 2004 aço inoxidável polido e escovado · polished and brushed stainless steel 17,5 x 115 cm

Antonio Manuel Avelãs de Caminho, Portugal, 1947 Flan: Movimento Estudantil – quatro mortos nas lutas de rua [Flan: Student Movement – Four Killed in the Street Fights], 1968 nanquim, tinta e intervenções em matriz de jornal indian ink, ink and interventions in newspaper matrix 53 x 37 cm foto · photo » Jaime Acioli

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STAND K03

STAND K10

SIES + HÖKE

SIKKEMA JENKINS

Sies + Höke www.sieshoeke.com

Sikkema Jenkins & Co. www.sikkemajenkinsco.com

Düsseldorf, Alemanha · Düsseldorf, Germany Diretores · Directors » Nina Höke Alexander Sies Artistas · Artists Etienne Chambaud Talia Chetrit Daniel Gustav Cramer Björn Dahlem João Maria Gusmão + Pedro Paiva Federico Herrero Dorota Jurczak Thomas Kiesewetter Kris Martin Jonathan Meese Michael van Ofen Fabrice Samyn Florian Slotawa Claudia Wieser

Daniel Gustav Cramer Düsseldorf, Alemanha, 1975 · Düsseldorf, Germany, 1975 Untitled (Monkey) [Sem título (Macaco)], 2008 C-print 50 x 45 cm

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Nova York, eua · New York, usa Principal » Brent Sikkema Sócio Sênior · Senior Partner » Michael Jenkins Sócio · Partner » Meg Malloy Diretor · Director » Katie Rashid Artistas · Artists Antony Burt Barr Trisha Brown William Cordova Leonardo Drew Mitch Epstein Tony Feher Terry Haggerty Josephine Halvorson Marc Handelman Jan Henle Arturo Herrera Leslie Hewitt Sheila Hicks

Merlin James Jennie C. Jones Nikki S. Lee Marlene McCarty Vik Muniz Elizabeth Neel Jorge Queiroz Kay Rosen Arlene Shechet Erin Shirreff Shahzia Sikander Amy Sillman Kara Walker

Kara Walker Stockton, eua , 1969 · Stockton, usa, 1969 Auntie Walkers Wall Sampler for Civilians [Bordados de parede para civis da tia Walker], 2013 papel sobre parede · paper on wall 335 x 701 cm foto · photo » Angus Mill Photography


STAND G03

STAND K11

SILVIA CINTRA + BOX 4

SIM

Silvia Cintra + Box 4 www.silviacintra.com.br

SIM Galeria www.simgaleria.com

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Silvia Cintra Juliana Cintra

Curitiba, Brasil · Curitiba, Brazil Diretores · Directors » Guilherme Simões de Assis Laura Simões de Assis

Artistas · Artists Chiara Banfi Miguel Rio Branco Cristina Canale Carlito Carvalhosa Amilcar de Castro Leda Catunda Marilá Dardot Luiz Ernesto Iole de Freitas Marcius Galan Mariana Galender Renata Har Maria Klabin Nelson Leirner Cinthia Marcelle Rodrigo Matheus Pedro Motta Henrique Oliveira Paisagem Submersa Mayana Redin Laercio Redondo Daniel Senise Ana Maria Tavares

Artistas · Artists Rafael Alonso Isidro Blasco Tony Camargo Julia Kater Kboco Miguel Palma Katinka Pilscheur Romy Pocztaruk Eliane Prolik Paolo Ridolfi Jules Spinatsch Juliana Stein Tiago Tebet Rodrigo Torres Delson Uchôa

Miguel Rio Branco Las Palmas de Gran Canaria, Espanha, 1946 Las Palmas de Gran Canaria, Spain, 1946 Chupeta [Pacifier], 1984 fotografia · photograph 180 x 240 x 5 cm

Delson Uchôa Maceió, Brasil, 1956 · Maceió, Brazil, 1956 Janelão [Picture Window], 2012 acrílica e resina sobre lona · acrylic and resin on canvas 250 x 515 cm foto · photo » Rafael Dabul

141


STAND F03

STAND K05

SIMÕES DE ASSIS

SPROVIERI

Simões de Assis Galeria de Arte www.simoesdeassis.com.br

Sprovieri www.sprovieri.com

Curitiba, Brasil · Curitiba, Brazil Diretor · Director » Waldir Simões de Assis Filho

Londres, Reino Unido · London, United Kingdom Diretor · Director » Niccolo Sprovieri

Artistas · Artists Hércules Barsotti José Bechara Marcos Benjamim Willys de Castro Antonio Dias Cícero Dias Célia Euvaldo Arcangelo Ianelli Gonçalo Ivo Elizabeth Jobim Jaildo Marinho Ascânio MMM Tomie Ohtake Abraham Palatnik Carmelo Arden Quin Eduardo Sued Amélia Toledo Alfredo Volpi

Artistas · Artists Mario Dellavedova Jimmie Durham Chelpa Ferro Nan Goldin Sandra Vásquez de la Horra Ilya & Emilia Kabakov Avish Khebrehzadeh Jannis Kounellis Cinthia Marcelle Boris Mikhailov Pavel Pepperstein Jorge Peris Matheus Rocha Pitta Emilio Prini

Abraham Palatnik Natal, Brasil, 1929 · Natal, Brazil, 1929 w-369, 2011 acrílica sobre madeira · acrylic on wood 107,8 x 169,9 cm foto · photo » Sergio Guerini

142

Ilya & Emilia Kabakov Dnepropetrovsk, Ucrânia, 1933; 1945 Dnepropetrovsk, Ukraine, 1933; 1945 Flying Painting #16 [Pintura voadora #16], 2009 óleo sobre tela · oil on canvas 224 x 165 cm


STAND D04

STAND J04

STEINER

STEPHEN FRIEDMAN

Steiner www.galeriasteiner.com

Stephen Friedman Gallery www.stephenfriedman.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Gugu Steiner Artistas · Artists Iberê Camargo Sergio Camargo Willys de Castro Antonio Dias Leonilson Mira Schendel

Londres, Reino Unido · London, United Kingdom Diretores · Directors » Stephen Friedman David Hubbard Ticiana Correa Karon Hepburn Artistas · Artists Mamma Andersson Tonico Lemos Auad Stephan Balkenhol Claire Barclay Huma Bhabha Robert Buck Andreas Eriksson Manuel Espinosa Tom Friedman Kendell Geers Wayne Gonzales Daniel Guzmán Thomas Hirschhorn Jim Hodges Judith Lauand Li Tianbing

Willys de Castro Uberlândia, Brasil, 1926 – São Paulo, Brasil, 1988 Uberlândia, Brazil, 1926 – São Paulo, Brazil, 1988 Inoz, 1983 aço inoxidável soldado · welded stainless steel 100 x 100 x 50 cm foto · photo » Romulo Fialdini

Paul McDevitt Beatriz Milhazes Yoshitomo Nara Rivane Neuenschwander Thomas Nozkowski Catherine Opie Cornelius Quabeck Ged Quinn Jennifer Rubell Lucas Samaras Yinka Shonibare, MBE David Shrigley Jiro Takamatsu Anne Truitt Kehinde Wiley

Stephan Balkenhol Fritzlar, Alemanha, 1957 · Fritzlar, Germany, 1957 Woman with White Hat [Mulher com chapéu branco], 2013 madeira Wawa e tinta · Wawa wood and paint 170 x 34,5 x 32,5 cm Cortesia do artista e Stephen Friedman Gallery, Londres Courtesy the artist and Stephen Friedman Gallery, London

143


STAND F08

STAND D02

STUDIO NOBREGA

SUR

Studio Nobrega www.studionobrega.com

Galeria Sur www.galeriasur.com.uy

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » André Nóbrega Cacá Nóbrega

Montevidéu, Uruguai · Montevideo, Uruguay Diretores · Directors » Jorge Castillo Martin Castillo

Artistas · Artists Hércules Barsotti Willys de Castro Sandra Cinto Carlos Cruz-Diez Antonio Dias Leonilson Jesús Rafael Soto Adriana Varejão Alfredo Volpi

Artistas · Artists Pablo Atchugarry Antonio Berni Emiliano Di Cavalcanti José Pedro Costigliolo Maria Freire Joaquín Torres García Jose Gurvich Antonio Llorens Miguel Angel Pareja

Antonio Dias Campina Grande, Brasil, 1944 · Campina Grande, Brazil, 1944 The Image, Illusion [A imagem, ilusão], 1971 acrílica sobre tela · acrylic on canvas 130 x 162 cm

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Joaquín Torres García Montevidéu, Uruguai, 1874–1949 · Montevideo, Uruguay, 1874–1949 Ciudad con puente y puerto constructivo [Cidade com ponte e porto construtivo · City with Bridge and Constructive Port], 1942 óleo sobre tela montado em masonite · oil on board mounted on masonite 80 x 90 cm


STAND G06

STAND F05

THADDAEUS ROPAC

VAN DE WEGHE

Galerie Thaddaeus Ropac www.ropac.net

Van de Weghe Fine Art www.vdwny.com

Salzburgo, Áustria; Paris, Pantin, França Salzburg, Austria; Paris, Pantin, France Diretor · Director » Thaddaeus Ropac Artistas · Artists Stephan Balkenhol Georg Baselitz Joseph Beuys Marc Brandenburg Tony Cragg Richard Deacon Harun Farocki Sylvie Fleury Gilbert & George Antony Gormley Ilya & Emilia Kabakov Alex Katz Anselm Kiefer Imi Knoebel Jeff Koons Robert Longo

Marcin Maciejowski Robert Mapplethorpe Bernhard Martin Marc Quinn Daniel Richter James Rosenquist Tom Sachs Michael Sailstorfer David Salle Raqib Shaw Andreas Slominski Banks Violette Andy Warhol Erwin Wurm Yan Pei-Ming

Jeff Koons York, eua , 1955 · York, usa, 1955 Cannonballs (Hulk), exhibition view of “Empire State – New York Art Now” in Paris-Pantin [Balas de canhão (Hulk), vista da exibição do “Empire State – New York Art Now” em Paris-Pantin], 2006–2010 alumínio policromático · polychromed aluminum 133 x 149 x 56 cm foto · photo » Charles Duprat

Nova York, eua · New York, usa Diretor · Director » Christophe Van de Weghe Artistas · Artists Jean-Michel Basquiat Alexander Calder Lucio Fontana Pablo Picasso Andy Warhol

Jean-Michel Basquiat Nova York, eua , 1960–1988 · New York, usa, 1960–1988 Desmond, 1984 acrílica sobre tela · acrylic on canvas 218 x 173 cm

145


STAND F05

STAND H15

VEDOVI

VERA CORTÊS

Vedovi Gallery www.vedovi.com

Vera Cortês Art Agency www.veracortes.com

Bruxelas, Bélgica · Brussels, Belgium Diretor · Director » Paolo Vedovi

Lisboa, Portugal · Lisbon, Portugal Diretor · Director » Vera Cortês

Artistas · Artists Josef Albers Carl Andre Jean-Michel Basquiat Alighiero Boetti Agostino Bonalumi Alexander Calder Jean Dubuffet Lucio Fontana Alberto Giacometti Donald Judd Yves Klein René Magritte Pablo Picasso Gerhard Richter Ed Ruscha Rudolf Stingel Cy Twombly Andy Warhol Christopher Wool

Artistas · Artists Gabriela Albergaria Gonçalo Barreiros Joana Bastos Daniel Blaufuks Daniel Gustav Cramer Catarina Dias Joana Escoval Alexandre Farto Ricardo Jacinto Detanico Lain Nuno da Luz João Queiroz Susanne S. D. Themlitz Sophie Whettnall John Wood and Paul Harrison

Lucio Fontana Rosário, Argentina, 1899 – Comabbio, Itália, 1968 Rosario, Argentina, 1899 – Comabbio, Italy, 1968 Concetto spaziale [Conceito espacial · Spatial Concept], 1957 óleo, técnica mista e brilho sobre tela · oil, mixed media and glitter on canvas 72 x 60 cm

146

Susanne S. D. Themlitz Lisboa, Portugal, 1968 · Lisbon, Portugal, 1968 Desenho com linhas, quadrados e uma espiral [Drawing with Lines, Squares and a Spiral], 2014 130 x 140 x 13 cm pano de algodão, pregos, madeira compensada, espiral de metal, madeira, gancho, esponja, chumbo, vidro e chifres cotton cloth, nails, plywood, metal spiral, wood, hook, sponge, lead, glass and antlers


STAND J10

STAND J16

VERMELHO

VIRGILIO

Vermelho www.galeriavermelho.com.br

Galeria Virgilio www.galeriavirgilio.com.br

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Eduardo Brandão Eliana Finkelstein

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Izabel Pinheiro

Artistas · Artists Gabriela Albergaria Jonathas de Andrade Claudia Andujar Ivan Argote Rafael Assef Nicolas Bacal Dora Longo Bahia Chiara Banfi Rodrigo Braga Leya Mira Brander Cadu Henrique César Lia Chaia Cia de Foto Marcelo Cidade Marilá Dardot Dias & Riedweg Chelpa Ferro Carmela Gross

Artistas · Artists Ana Brengel Fernando Burjato Daniel Caballero Adagisa Campos Reynaldo Candia Marcelo Comparini Inaê Coutinho Marcia Cymbalista Deco Farkas Roberto Freitas Amalia Giacomini Paulo Jares Ilana Lichtenstein Claudio Matsuno Mariana Mattos Tiago Mestre Denise Milan Diogo de Moraes Fábio Okamoto Danilo Oliveira

Maurício Ianês Clara Ianni Enrique Ježik André Komatsu Detanico Lain João Loureiro Cinthia Marcelle Odires Mlászho Fabio Morais Gisela Motta e Leandro Lima Guilherme Peters Rosângela Rennó Nicolás Robbio Marco Paulo Rolla Daniel Senise Ana Maria Tavares Carla Zaccagnini

Daniel Senise Rio de Janeiro, Brasil, 1955 · Rio de Janeiro, Brazil, 1955 Pa. 51, 2013 papel de livros de arte sobre alumínio · art books paper on aluminum 150 x 200 cm

Rafael Pagatini Martinho Patrício Rosana Paulino Carolina Paz Renata Pedrosa Sidney Philocreon Alexander Pilis Osmar Pinheiro Armando Queiroz Solon Ribeiro André Rigatti Barbara Rodrigues Mônica Rubinho Ana Sario Júnior Suci Fernando Vilela Jimson Vilela Celina Yamauchi Luciano Zanette

Fernando Vilela São Paulo, Brasil, 1973 · São Paulo, Brazil, 1973 Sem título [Untitled], 2012 xilogravura sobre fotografia digital· woodcut on digital photography 160 x 110 cm foto · photo » Everton Ballardin

147


STAND H02

STAND J14

WHITE CUBE

YBAKATU

White Cube www.whitecube.com

Ybakatu Espaço de Arte www.ybakatu.com

Londres, Reino Unido; Hong Kong; São Paulo, Brasil London, United Kingdom; Hong Kong; São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Jay Jopling Daniela Gareh Tim Marlow Susan May Karla Meneghel Artistas · Artists Franz Ackermann Darren Almond Ellen Altfest Miroslaw Balka Georg Baselitz Larry Bell Ashley Bickerton Mark Bradford Candice Breitz Jake & Dinos Chapman Chuck Close Gregory Crewdson Tracey Emin Cerith Wyn Evans Katharina Fritsch Theaster Gates Gilbert & George Antony Gormley

Andreas Gursky Mona Hatoum Eberhard Havekost Damien Hirst Gary Hume Robert Irwin Runa Islam Sergej Jensen Anselm Kiefer Rachel Kneebone Friedrich Kunath Elad Lassry Jac Leirner Liu Wei Liza Lou Christian Marclay Kris Martin Josiah McElheny

Julie Mehretu Harland Miller Sarah Morris Gabriel Orozco Damián Ortega Eddie Peake Richard Phillips Magnus Plessen Marc Quinn Jessica Rankin Robin Rhode Doris Salcedo Raqib Shaw Haim Steinbach Sam Taylor-Johnson Fred Tomaselli Jeff Wall Zhang Huan

Mark Bradford Los Angeles, eua , 1961 · Los Angeles, usa, 1961 My Whole Family is from Philly [Minha família inteira é da Filadélfia], 2014 técnica mista sobre tela · mixed media on canvas 259,1 x 365,8 cm © Mark Bradford

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Curitiba, Brasil · Curitiba, Brazil Diretor · Director » Tuca Nissel Artistas · Artists Claudio Alvarez Marcus André Cristina Athaíde Fernando Augusto Ligia Borba Sebastiaan Bremer Alex Cabral Fernando Cardoso Alex Flemming Rogerio Ghomes Brandon LaBelle João Loureiro Fernanda Magalhães Hugo Mendes

Glauco Menta Sonia Navarro Marta Neves Yiftah Peled Isaque Pinheiro Leila Pugnaloni Fernando Ribeiro C. L. Salvaro Debora Santiago Marcelo Scalzo Washington Silvera Tatiana Stropp René Sultra & Maria Barthélèmy Nelo Vinuesa

Hugo Mendes Curitiba, Brasil, 1981 · Curitiba, Brazil, 1981 Arranjo em amarelo e azul [Arrangement in Yellow and Blue], 2013 madeira laqueada e verniz poliuretano · lacquered wood and polyurethane varnish 5,4 x 37,8 x 5,4 cm foto · photo » Rafael Dabul


STAND K06

STAND G02

YVON LAMBERT

ZIPPER

Yvon Lambert www.yvon-lambert.com

Zipper Galeria www.zippergaleria.com.br

Paris, França · Paris, France Diretores · Directors » Yvon Lambert Olivier Bélot Christophe Wiesner Luisa Lagos Artistas · Artists Carlos Amorales Carl Andre Robert Barry Stefan Brüggemann Mircea Cantor David Claerbout Jason Dodge Gardar Eide Einarsson Cerith Wyn Evans Mounir Fatmi Spencer Finch Anna Gaskell Kendell Geers Douglas Gordon Loris Gréaud Shilpa Gupta Karl Haendel Candida Höfer Jenny Holzer Joan Jonas On Kawara Zilvinas Kempinas

Anselm Kiefer Koo Jeong-A Bertrand Lavier Louise Lawler Sol LeWitt Jill Magid Jonathan Monk Damir Ocko Roman Opalka Giulio Paolini Diogo Pimentao Charles Sandison Markus Schinwald Ariel Schlesinger Andres Serrano David Shrigley Mario Testino Niele Toroni Francesco Vezzoli Ian Wallace Lawrence Weiner Nick van Woert

Nick van Woert Reno, eua , 1979 · Reno, usa, 1979 Untitled [Sem título], 2013 aço, fibra de vidro e plástico uretano pigmentado fiberglas, pigmented urethane plastic and steel 147 x 147 x 229 cm

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Fabio Cimino Lucas Cimino Artistas · Artists Marcelo Amorim Nati Canto João Castilho Rodrigo Cunha Alessandra Duarte Adriana Duque Renata Egreja Daniel Escobar Valentino Fialdini Highraff Ana Holck Camile Kachani James Kudo Bruno Kurru

Katia Maciel Geraldo Marcolini Felipe Morozini Rodrigo Oliveira Carolina Ponte rag Ricardo Rendón Camila Soato Estela Sokol Ricardo van Steen Marcelo Tinoco Pedro Varela Fernando Velázquez Rodrigo Zeferino

Pedro Varela Niterói, Brasil, 1981 · Niterói, Brazil, 1981 Sem título (Coroa de flores) [Untitled (Crown of Flowers)], 2013 acrílica sobre tela · acrylic on canvas 160 x 210 cm foto · photo » Guilherme Gomes

149


STAND E04

ZLOTOWSKI

Galerie Zlotowski www.galeriezlotowski.fr Paris, França · Paris, France Diretor · Director » Michel Zlotowski Artista · Artist Le Corbusier

Le Corbusier La Chaux-de-Fonds, Suíça, 1887 – Roquebrune-Cap-Martin, França, 1965 · La Chaux-de-Fonds, Switzerland, 1887 – Roquebrune-Cap-Martin, France, 1965 Ozon Opus i, 1947 madeira policromada · polychrome wood 74 x 47 x 38 cm © flc/adagp

150


STAND C05

SHOWCASE

AMARELONEGRO

As galerias selecionadas para o Showcase colocam em destaque até três artistas, com o objetivo de mostrar conjuntos da produção artística contemporânea. O Showcase se localiza no térreo do Pavilhão.

Amarelonegro Arte Contemporânea www.amarelonegro.com

The galleries chosen to be part of Showcase are required to highlight the work of up to three artists, with the aim of exhibiting clusters of contemporary artistic production. Showcase is located on the ground floor of the Pavilion.

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Cláudio Rosado Torres Diego Azevedo de Otero Artistas · Artists Rafael Adorján Daniel Albuquerque Zalinda Cartaxo Neville D’Almeida Patrizia D’Angello Cesar Fujimoto Raul Leal Julio Lucio Ema M Rui Macedo Reuber Marchezini Eduardo Mattos & Fernanda Figueiredo Moleculagem Christus Nóbrega Fabrizio Poltronieri José Rufino Alberto Saraiva Tina Velho

Zalinda Cartaxo Niterói, Brasil, 1963 · Niterói, Brazil, 1963 da série Negrobarroco [from the series Negrobarroco], 2010 fotografia · photograph 150 x 100 cm

151


STAND B10

STAND B01

ATHENA CONTEMPORÂNEA

A CASA DA LUZ VERMELHA

Athena Contemporânea www.athenacontemporanea.com

A Casa da Luz Vermelha www.acasadaluzvermelha.com

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Filipe Masini

Brasília, Brasil · Brasília, Brazil Diretor · Director » Kazuo Okubo

Artistas · Artists André Andrade Joana Cesar Yuri Firmeza Rodrigo Freitas André Griffo Eduardo Masini Alexandre Mury Abel Ventoso Raquel Versieux Zezão

Showcase João Paulo Barbosa Kazuo Okubo Tiago Santana Artistas · Artists Débora Amorim Beto Barata Olivier Boëls Salomon Cytrynowicz Jorge Diehl André Dusek Thomaz Farkas Marcelo Feijó Walter Firmo Patrick Grosner Celso Júnior Sérgio Jorge Ricardo Labastier Isabela Lyrio Cristiano Mascaro Dirceu Maués Arthur Monteiro

André Griffo Barra Mansa, Brasil, 1979 · Barra Mansa, Brazil, 1979 Cópia sem matriz [Copy without Matrix], 2014 acrílica e carvão sobre tela · acrylic and charcoal on canvas 149 x 147 cm

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Carlos Moreira Dorival Moreira Rinaldo Morelli Bruna Neiva Marri Nogueira André Nunes Juan Pratginestós Monique Renne Camillo Righini Beto Rocha Hélio Rocha Dudu Schnaider Anderson Schneider Zuleika de Souza Bruno Stuckert Usha Velasco Ed Viggiani

Tiago Santana Crato, Brasil, 1966 · Crato, Brazil, 1966 da série Benditos [from the series Blessed], 1995 impressão com pigmento mineral em papel de algodão mineral pigment print on cotton paper 100 x 70 cm


STAND B02

STAND B12

DCONCEPT

ESTHER WOERDEHOFF

dconcept escritório de arte www.dconcept.net

Galerie Esther Woerdehoff www.ewgalerie.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Cecilia Isnard

Paris, França · Paris, France Diretor · Director » Esther Woerdehoff

Showcase Lucas Lenci Ana Nitzan Marlene Stamm

Showcase René Burri Thierry Cohen Artistas · Artists Carolle Benitah Erwin Blumenfeld Michel Comte Christian Cravo Elliott Erwitt Simone Kappeler Chema Madoz Duane Michals Mario Cravo Neto Carla van de Puttelaar Michael Schnabel Christian Tagliavini Karlheinz Weinberger

Artistas · Artists Thais Beltrame Marcos Vilas Boas Cecilia Dequech Yara Dewachter Catherine Ferraz Alzira Fragoso Juliana Garcia Paulo Greuel Daniella Liu Herzog Ana Kesselring Ana Paula Lobo Vera Martins Felipe Oliveira Mello Ana Michaelis Cristiane Mohallem Takako Nakayama Edu Rodrigues Antonio Sobral Akira Umeda Dione Veiga

Ana Nitzan São Paulo, Brasil, 1968 · São Paulo, Brazil, 1968 da série Sustentável sublimação – #1 Celosia cristata, crista de galo [from the series Sustainable Sublimation – #1 Celosia Cristata, Cockscomb], 2013 fotografia sobre papel de algodão · photograph on cotton paper 120 x 140 x 20 cm

Thierry Cohen Paris, França, 1963 · Paris, France, 1963 Rio de Janeiro 22º 56’ 42’’ s 2011-06-04 lst 12:34, 2012 impressão digital com tinta pigmentada emoldurada com Diasec · digital print with pigment ink framed with Diasec 100,5 x 151 x 6 cm © Thierry Cohen

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STAND C10

STAND C01

FOTOSPOT

HUS

Fotospot www.fotospot.com.br

Hus Gallery www.husgalleries.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Anna Candida de Souza Cássio Vasconcellos Lucas Lenci

Londres, Reino Unido · London, United Kingdom Diretores · Directors » Christopher Jones Philip Rebeiz-Nielsen Jamie Gourlay

Showcase Araquém Alcântara Guto Lacaz Cristiano Mascaro

Showcase Purdey Fitzherbert Johan Van Mullem Neil Raitt

Artistas · Artists André Andrade Lívia Aquino Willy Biondani Marcelo Brodsky Iatã Cannabrava Roberto Cecato Claudio Edinger Hans Eijkelboom Walter Firmo Pablo Di Giulio Claudia Jaguaribe Jair Lanes Dimitri Lee Lucas Lenci

Roberto Linsker Miriam H. de Mello Klaus Mitteldorf Arnaldo Pappalardo Leopoldo Plentz Armando Prado Tuca Reinés Tiago Santana Peter Scheier Vania Toledo Cássio Vasconcellos Tuca Vieira Bob Wolfenson

Peter Scheier Glogau, Polônia, 1908 – Ainring, Alemanha, 1979 Glogow, Poland, 1908 – Ainring, Germany, 1979 Sem título, s/d [Untitled, n/d] 100 x 100 cm impressão de pigmento mineral sobre papel de algodão mineral pigment print on cotton paper

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Artistas · Artists Mr. & Mrs. Philip Cath Mark Evans Wolfe Von Lenkiewicz

Purdey Fitzherbert Londres, Reino Unido, 1987 · London, United Kingdom, 1987 Untitled (Dove-5125) [Sem título (Pomba-5125)], 2013 técnica mista sobre tela · mixed media on canvas 165 x 165 cm foto · photo » Delfanne


STAND C04

STAND B06

INOX

JOHANNES VOGT

Galeria Inox www.galeriainox.com

Johannes Vogt Gallery www.vogtgallery.com

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Gustavo Carneiro Affonso Guilherme Carneiro Affonso

Nova York, eua · New York, usa Diretores · Directors » Johannes Vogt Adriana Farietta

Artistas · Artists Adrianna Eu Thomas Henriot Gabriela Maciel Jorge Mayet Renato Bezerra de Mello Lívia Moura Alexandre Orion Smael Xevi Solà Marco Veloso

Showcase Sadie Benning Garth Evans Cristóbal Lehyt Artistas · Artists Tatiana Blass Travis Boyer Hansjoerg Dobliar Tamara K. E. Mernet Larsen Zach Storm Johanna Unzueta

Alexandre Orion São Paulo, Brasil, 1978 · São Paulo, Brazil, 1978 da série Lampoonist [from the series Lampoonist], 2013 neon e backlight · neon and backlight 440 x 350 cm foto · photo » Renato Galvão

Sadie Benning Madison, eua , 1973 · Madison, usa, 1973 Untitled [Sem título], 2013 lápis sobre papel Reeves · pencil on Reeves paper 37 x 28 cm

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STAND B08

STAND C02

LA GALERÍA

LOURDINA JEAN RABIEH

LA galería www.la-galeria.com.co

Galeria Lourdina Jean Rabieh www.lourdinajeanrabieh.com.br

Bogotá, Colômbia · Bogotá, Colombia Diretor · Director » Luis Aristizábal

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Lourdina Jean Rabieh

Showcase Carlos Castro Santiago Leal Leonardo Ramos

Showcase Cris Bierrenbach Rosangela Dorazio Katja Loher

Artistas · Artists Germán Arrubla Francisco Klinger Carvalho Juan Carlos Delgado Rodrigo Facundo Edgar Guzmanruiz Adriana Marmorek Livia Marín David Peña Adriana Salazar

Artistas · Artists Monique Allain Dácio Bicudo Angella Conte Valdir Cruz Elizabeth Dorazio Frantz Eduardo Frota Ronaldo Grossman Pedro De Kastro Clarisse Tarran Renato Valle Gil Vicente

Leonardo Ramos Bogotá, Colômbia, 1980 · Bogotá, Colombia, 1980 Kolio, 2013 favo de mel sobre a obra de arte, madeira e armário de vidro · wood, honeycomb over the artwork and glass display cabinet 60 x 60 x 60 cm

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Katja Loher Zurique, Suíça, 1979 · Zürich, Switzerland, 1979 Beebubble [Bolha de abelha], 2012 videoescultura · video sculpture 36 x 36 x 25 cm


STAND C11

STAND B07

LUME

MEZANINO

Galeria Lume www.galerialume.com

Galeria Mezanino www.galeriamezanino.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Felipe Hegg Paulo Kassab Jr.

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretor · Director » Renato De Cara Showcase Ulysses Bôscolo Sergio Lucena Mauricio Parra

Showcase Kilian Glasner José Guedes Florian Raiss

Artistas · Artists Andre Albuquerque Ernesto Bonato Emidio Contente Tiago Denardi Francisco Hurtz Luanna Jimenes Sergio Kal Francisco Maringelli Sergio Niculitcheff Danielle Noronha Karen Pezolito Jaime Prades Leo Sombra

Artistas · Artists Lucio Carvalho Laurent Chéhère Maxi Cohen Akira Cravo Paulo D’Alessandro Claudio Edinger Alberto Ferreira Guta Galli Rodrigo Kassab Diego Kuffer Gal Oppido Martin Parr Penna Prearo Alexandre Urch Gabriel Wickbold

Florian Raiss Rio de Janeiro, Brasil, 1955 · Rio de Janeiro, Brazil, 1955 Quadrupede com flor [Quadruped with Flower], 2013 bronze policromado · polychrome bronze 33 x 22 x 43 cm foto · photo » Diego Kuffer

Sergio Lucena João Pessoa Paraíba, Brasil, 1963 · João Pessoa Paraíba, Brazil, 1963 O lugar da memória [The Place of Memory], 2014 óleo sobre tela · oil on canvas 185 x 250 x 10 cm foto · photo » Marcio Fischer

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STAND B09

STAND C03

MURILO CASTRO

MYRINE VLAVIANOS

Galeria Murilo Castro www.murilocastro.com.br

Myrine Vlavianos Arte Contemporânea www.mvarte.com.br

Belo Horizonte, Brasil · Belo Horizonte, Brazil Diretor · Director » Murilo Castro

Florianópolis, Brasil · Florianópolis, Brazil Diretor · Director » Myrine Vlavianos

Showcase Anna Bella Geiger Nazareth Pacheco Arthur Luiz Piza

Showcase Heleno Bernardi Bettina Vaz Guimarães Fernanda Valadares Artistas · Artists João Aires Marcus André Cassia Aresta Adriana Banfi Filipe Berndt Susana Bianchini Letícia Cardoso Silvia Carvalho Rodrigo Cunha Paulo Govêa Paulo Greuel Juliana Hoffmann

Arthur Luiz Piza São Paulo, Brasil, 1928 · São Paulo, Brazil, 1928 Babel, 2008/2012 arame galvanizado, colagem e zinco pintado collages, galvanized wire and painted zinc 170 x 70 x 55 cm foto · photo » Jean-Louis Losi

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Dirce Körbes Silvana Leal Teresa Nazar Rubens Oestroem Ayao Okamoto José Luiz Pederneiras Prozak Anete Ring Nelson Screnci Paulo de Tarso Nicolas Vlavianos

Bettina Vaz Guimarães São Paulo, Brasil, 1961 · São Paulo, Brazil, 1961 Sem título, da série Transformações sutis do preto [Untitled, from the series Subtle Transformations of Black], 2010 acrílica e barra a óleo sobre papel · acrylic and oil bar on paper 178 x 147 cm


STAND B03

STAND C07

NOSCO

PARALELO

Gallery Nosco www.gallerynosco.com

Paralelo www.paralelogaleria.com.br

Londres, Reino Unido · London, United Kingdom Diretor · Director » Cyril Moumen Showcase Rodrigo Bueno Steven Day Lauren Seiden

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Flávia Marujo Andrea Rehder Showcase Emanoel Araújo Ivan Cardoso Luiz Hermano

Artistas · Artists Charlotte Charbonnel Camilla Emson Paul Hazelton Brian House Kareem Lotfy Felippe Moraes Gabriel Netto Túlio Pinto Peter Pumpler Alexandros Vasmoulakis

Artistas · Artists Tetê de Alencar Deborah Anderson Ana Karina Lema Astray Carolina Caliento Patricia Camet Claudia Casarino Maribel Domenech Angela Freiberger Sérgio Guerra Jesús Herrera

Rodrigo Bueno Campinas, Brasil, 1967 · Campinas, Brazil, 1967 Eyewitness, after Harald Schultz [Testemunha ocular, depois de Harald Schultz], 2014 impressão com pigmento · pigment print 70 x 50 cm

Pierre Lapalu Luiz Martins Sylvia Martins Rodrigo Petrella Marcos Sachs Paula Santiago Bernardo Tejeda Vermelho Loro Verz Lina Wurzmann

Luiz Hermano Preaoca, Brasil, 1954 · Preaoca, Brazil, 1954 Meteorito [Meteorite], 2013 resina e arame · resin and wire 120 x 100 x 40 cm foto · photo » Vicente Sampaio

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STAND B05

STAND B04

PILAR

PLAN B

Galeria Pilar www.galeriapilar.com

Galeria Plan B www.plan-b.ro

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Elisio Yamada Henrique Miziara

Cluj, Romênia; Berlim, Alemanha · Cluj, Romania; Berlin, Germany Diretores · Directors » Mihai Pop Mihaela Lutea

Showcase Montez Magno Antonio Malta Renata Tassinari

Showcase Adrian Ghenie Ciprian Muresan Navid Nuur

Artistas · Artists Maurício Adinolfi Bruno Baptistelli John von Bergen Celio Braga Luiz Duva Fabio Flaks Iara Freiberg Juliana Kase Fabio Messias Andre Ricardo Rodrigo Sassi Chico Togni

Artistas · Artists Ioana Batranu Rudolf Bone Alexandra Croitoru Belu-Simion Fainaru Istvan Laszlo Victor Man Miklos Onucsan Cristi Pogacean Cristian Rusu Serban Savu Achraf Touloub Gabriela Vanga

Antonio Malta São Paulo, Brasil, 1961 · São Paulo, Brazil, 1961 Sem título [Untitled], 2013 óleo sobre tela · oil on canvas 200 x 160 cm

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Ciprian Muresan Dej, Romênia, 1977 · Dej, Romania, 1977 All the Illustrations from a Book about Bas Jan Ader [Todas as ilustrações de um livro sobre Bas Jan Ader], 2013 lápis sobre papel · pencil on paper 35 x 56 cm


STAND B11

STAND C08

PORTAS VILASECA

ROLF ART

Portas Vilaseca Galeria www.portasvilaseca.com.br

Rolf Art www.rolfart.com.ar

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Jaime Portas Vilaseca

Buenos Aires, Argentina Diretor · Director » Florencia Giordana Braun

Showcase Íris Helena Claudia Hersz Daniel Murgel

Showcase Graciela Sacco Milagros de la Torre Artistas · Artists Ananké Asseff Jacques Bedel Marcelo Brodsky Lautaro Bianchi Vivian Galban Livio Giordano Marcos López Tatiana Parcero Santiago Porter Res Gabriel Valansi Facundo de Zuviría

Artistas · Artists Jonas Aisengart Pedro Victor Brandão Ana Freitas Lin Lima Pedro Meyer Maira das Neves Laerte Ramos Gabriel Secchin Laila Terra Ramonn Vieitez

Íris Helena João Pessoa, Brasil, 1987 · João Pessoa, Brazil, 1987 Notas públicas #1, da série Lembretes [Public Notes #1, from the series Reminders], 2010 impressão jato de tinta sobre post-its · inkjet print on post-its 200 x 295 cm

Graciela Sacco Santa Fé, Argentina, 1956 · Santa Fe, Argentina 1956 The Fire and Vespers [O fogo e as vésperas], 1996–2013 fotografias embutidas em madeiras achadas photographic inlay on found woods 220 x 350 x 20 cm

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STAND C06

STAND C09

SERGIO GONÇALVES

TEMPO

Sergio Gonçalves Galeria www.sergiogoncalvesgaleria.com

Galeria Tempo www.galeriatempo.com.br

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretor · Director » Sergio Gonçalves Showcase Carlos Aires Felipe Barbosa Raimundo Rodriguez

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Diretores · Directors » Carolina Dias Leite Marcia Mello Showcase Renan Cepeda Josef Hoflehner Sebastião Salgado

Artistas · Artists Vânia Barbosa Bill Beckley Clarissa Campello Ana Durães Ricardo Homen Laura Michelino Eduard Moreno Bernard Pras Cristina Sá Newman Schutze Eduardo Ventura

Felipe Barbosa Niterói, Brasil, 1978 · Niterói, Brazil, 1978 Camisa brasileira [Brazilian Shirt], 2013–2014 96 x 182 cm camisas de times de futebol cortadas e costuradas soccer teams shirts cut and sewed

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Josef Hoflehner Wels, Áustria, 1955 · Wels, Austria, 1955 Bondi Baths [Banhos em Bondi], 2011 112 x 145 cm impressão com tinta pigmento arquivística archival pigment ink print


SOLO RODRIGO MOURA

Em anos recentes, feiras de arte se converteram em importantes plataformas para o desenvolvimento do circuito. Além do seu óbvio caráter comercial, elas têm conseguido transcender o marco da compra e venda, oferecendo ao sistema outras modalidades de troca, mais ligadas à circulação de informação e de conhecimento. Nesse sentido, projetos como o Solo ou outros experimentos envolvendo curadoria se converteram em um espaço para a descoberta de novos artistas ou para a reapreciação de vozes ainda pouco presentes no circuito. O projeto Solo da SP-Arte, que inaugura este ano sua primeira edição, se soma a estas iniciativas, trazendo projetos desenvolvidos especialmente para a feira. Pretende ser mais um espaço de pesquisa para colecionadores, artistas e curadores, aproximando artistas de gerações e contextos diferentes. Nesta primeira edição, além de reunir galerias de dez países, a sessão traz a presença mais que especial de três artistas octogenárias, pioneiras do experimentalismo na arte em seus contextos de origem: a brasileira Anna Bella Geiger, a romena Geta Brătescu e a colombiana Olga de Amaral. Que suas trajetórias sejam uma inspiração para este projeto.

In recent years, art fairs have become important platforms for the development of the art circuit. Besides their obvious commercial component, they have managed to transcend the buy and sell aspect by introducing other forms of exchange, connected to the circulation of information and knowledge. The Solo projects and other curated experiments have thus been a place to discover new artists or to reassess voices that are not as well represented in the circuit. SP-Arte’s Solo Project, which inaugurates this year, adds to these initiatives, bringing projects designed especially for the fair. It is a forum of research for collectors, artists, and curators, bringing together artists from different generations and backgrounds. This year, besides bringing galleries from ten countries, the sector has the special presence of works by three octogenarians. These artists are pioneers of experimentation within their contexts of origin-the Brazilian Anna Bella Geiger, the Romanian Geta Brătescu, and the Colombian Olga de Amaral. May their trajectories serve as an inspiration for this project.

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STAND A12

STAND A07

80M2

AGNÈS MONPLAISIR

80m2 Livia Benavides www.80m2galeria.com

Galerie Agnès Monplaisir www.agnesmonplaisir.com

Lima, Peru Diretor · Director » Livia Benavides

Paris, França · Paris, France Diretor · Director » Agnès Monplaisir

Solo David Zink Yi

Solo Olga de Amaral

Artistas · Artists Iosu Aramburu Luz María Bedoya Claudia Martínez Garay Arturo Kameya Rita Ponce de León Raura Oblitas Daniela Ortiz Eliana Otta Marco Pando Gianfranco Piazzini Santiago Roose Nancy La Rosa Juan Javier Salazar Juan Diego Tobalina Adán Vallecillo

Artistas · Artists Hermann Albert Marcos Coelho Benjamim Girolamo Ciulla Daniel Hourdé Igor Mitoraj Candida Romero Iuri Sarmento Todd & Fitch Do König Vassilakis Manuela Zervudachi

David Zink Yi Lima, Peru, 1973 Untitled [Sem título], 2013 porcelana · porcelain

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Olga de Amaral Bogotá, Colômbia, 1932 · Bogotá, Colombia, 1932 Paisaje a [Paisagem a · Landscape a], 1976 lã e crina de cavalo · wool and horsehair


STAND A04

STAND A09

EMMA THOMAS

HENRIQUE FARIA

Galeria Emma Thomas www.emmathomas.com.br

Henrique Faria Fine Art www.henriquefaria.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Juliana Freire Flaviana Bernardo Monica Martins Solo Arnaldo Dias Baptista

Nova York, eua · New York, usa Diretor · Director » Eugenia Sucre Solo Anna Bella Geiger Artistas · Artists Emilia Azcárate Waldo Balart Álvaro Barrios Luis F. Benedit Carlos Castillo Emilio Chapela Eduardo Costa Jaime Davidovich José Gabriel Fernández Carlos Ginzburg Michael Gitlin Terence Gower Leandro Katz Oswaldo Maciá Marta Minujín Luis Molina-Pantin Alejandro Puente Luis Roldán Osvaldo Romberg Eduardo Santiere Pedro Terán Yeni & Nan Alessandro Balteo Yazbeck Horacio Zabala

Artistas · Artists Flora Assumpção Rodrigo Bueno Carlos Contente Luiz Ernesto Erica Ferrari Theo Firmo Marcos Gorgatti Bruno Miguel Gui Mohallem Nazareno Pontogor Rosana Ricalde Lucas Simões

Arnaldo Dias Baptista São Paulo, Brasil, 1948 · São Paulo, Brazil, 1948 Entropia? Big Bang [Entropy? Big Bang], 2006 pintura · painting 43 x 63 cm

Anna Bella Geiger Rio de Janeiro, Brasil, 1933 · Rio de Janeiro, Brazil, 1933 Amuleto [Amulet], 1977 grafite e lápis sobre papel · graphite and pencil on paper 48 x 66,3 x 2 cm foto · photo » Arturo Sánchez

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STAND A03

STAND A05

INSTITUTO DE VISIÓN

ISABEL ANINAT

Instituto de Visión www.institutodevision.com

Isabel Aninat Galeria de Arte www.galeriaisabelaninat.cl

Bogotá, Colômbia · Bogotá, Colombia Diretores · Directors » Beatriz López Karen Abreu Omayra Alvarado Solo Manuela Viera-Gallo

Santiago, Chile Diretor · Director » Isabel Aninat Solo Voluspa Jarpa Artistas · Artists Mónica Bengoa Iván Contreras Brunet Colectivo A&S Voluspa Jarpa Carlos Leppe Catalina Mena Cecilia Paredes Francisco Peró Lotty Rosenfeld Paula de Solminihac Pedro Tyler Manuela Viera-Gallo

Artistas · Artists Felipe Arturo Pia Camil Tania Candiani Carolina Caycedo Nicolas Consuegra Sebastián Fierro Alberto Lezaca Ana Maria Millan Carlos Motta Ana Roldan Daniel Santiago Salguero Manuela Viera-Gallo Santiago Reyes Villaveces Outros projetos · Other Projects Otto Berchem Matthieu Laurette Miltos Manetas

Manuela Viera-Gallo Roma, Itália, 1977 · Rome, Italy, 1977 Exilio [Exílio · Exile], 2013 conjunto de arquivos e fontes escritas · assemblage of archives and written sources cortesia · courtesy » La Central Gallery

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Voluspa Jarpa Rancagua, Chile, 1971 Diversões públicas [Public Entertainment], 2014 instalação · installation 100 x 55 cm


STAND A11

STAND A01

IVAN

MAISTERRAVALBUENA

Ivan Gallery www.ivangallery.com

Maisterravalbuena www.maisterravalbuena.com

Bucareste, Romênia · Bucharest, Romania Diretor · Director » Marian Ivan Solo Geta Brătescu

Madri, Espanha · Madrid, Spain Diretores · Directors » Pedro Maisterra Belen Valbuena Solo Néstor Sanmiguel Diest

Artistas · Artists Sandor Bartha Anca Benera & Arnold Estefan Horia Bernea Cristina David Katja Lee Eliad Paul Neagu Stefan Sava

Geta Brătescu Ploieşti, Romênia, 1926 · Ploieşti, Romania, 1926 Jeu des formes [Jogo de formas · Shape Game], 2010 colagem sobre papel · collage on paper 18 x 26 x 2 cm foto · photo » Stefan Sava

Artistas · Artists Karmelo Bermejo Daniel Jacoby A Kassen Maria Loboda Regina de Miguel Antonio Ballester Moreno Hiraki Sawa Dan Shaw-Town Cristián Silva Erlea Maneros Zabala

Néstor Sanmiguel Diest Saragoça, Espanha, 1949 · Zaragoza, Spain, 1949 Pollock cambiante [Pollock mutável · Changing Pollock], 2003 acrílica, guache, tinta e papel · acrylic, gouache, ink and paper 21 x 30 cm

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STAND A02

STAND A08

MANOEL MACEDO

NARA ROESLER

Manoel Macedo Arte www.manoelmacedo.com.br

Galeria Nara Roesler www.nararoesler.com.br

Belo Horizonte, Brasil · Belo Horizonte, Brazil Diretores · Directors » Manoel Macedo Rodrigo Mitre Solo Amadeo Luciano Lorenzato Artista · Artist Albano Afonso Rodrigo Albert Paulo Amaral Artur Barrio Cabelo Amilcar de Castro Sandra Cinto Anna Maria Maiolino Antonio Manuel Cristina Motta Lais Myrrha Alexandre Navarro Solange Pessoa Wanda Pimentel Sara Ramo José Resende Tunga Camila Valones

Amadeo Luciano Lorenzato Belo Horizonte, Brasil, 1900–1995 · Belo Horizonte, Brazil, 1900–1995 Sem título, s/d [Untitled, n/d] 45 x 72 cm óleo sobre madeira · oil on wood

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São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Diretores · Directors » Nara Roesler Daniel Roesler Alexandre Roesler Alexandra Garcia Waldman Solo Virginia de Medeiros

Virginia de Medeiros Feira de Santana, Brasil, 1973 · Feira de Santana, Brazil, 1973 Jardim das torturas [Garden of Tortures], 2012/2013 performance (este projeto foi contemplado pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Nacional de Artes – Funarte – no edital Bolsa Funarte de estímulo à Produção em Artes Visuais) (this project was awarded by the Ministry of Culture and by Fundação Nacional de Artes – Funarte – in the scholarship edict Funarte stimulating Production in Visual Arts)


STAND A06

STAND A13

PSM

RUTH BENZACAR

PSM www.psm-gallery.com

Ruth Benzacar Galeria de Arte www.ruthbenzacar.com

Berlim, Alemanha · Berlin, Germany Diretor · Director » Sabine Schmidt Solo Nathan Peter

Buenos Aires, Argentina Diretores · Directors » Orly Benzacar Mora Bacal Solo Mariana Telleria

Artistas · Artists Øystein Aasan Eduardo T. Basualdo Thomas Chapman Paolo Chiasera Sophie Erlund Christian Falsnaes Nadira Husain Daniel Jackson Pauline Curnier Jardin Ujino Muneteru Ariel Reichman Anca Munteanu Rimnic

Artistas · Artists Roberto Aizenberg Ernesto Ballesteros Eduardo T. Basualdo Max Gómez Canle Marina De Caro Leandro Erlich León Ferrari Florencia Rodriguez Giles Sebastián Gordín Carlos Herrera Carlos Huffmann Fabio Kacero Valentina Liernur Jazmin Lopez Jorge Macchi Liliana Porter Flavia Da Rin Adrián Villar Rojas Miguel Rothschild Pablo Siquier

Nathan Peter Minneapolis, eua , 1978 · Minneapolis, usa, 1978 More than a Line, Less than a Surface ii [Mais que uma linha, menos que uma superfície ii], 2012 betume, fita e giz oleoso sobre tela · bitumen lacquer, tape and oil crayon on canvas 250 x 172 cm

Mariana Telleria Rufino, Argentina, 1979 Depredador [Predador · Predator], 2013 colagem sobre papel · collage on paper 26 x 18 cm

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STAND A10

TRAVESÍA CUATRO REVISTAS MAGAZINES

Travesía Cuatro www.travesiacuatro.com Madri, Espanha; Guadalajara, México · Madrid, Spain; Guadalajara, Mexico Diretores · Directors » Inés López-Quesada Silvia Ortiz

R01

AMARELLO

Solo Jose Dávila Artistas · Artists Jorge Méndez Blake John Isaacs Mateo López Gonzalo Lebrija Milena Muzquiz Jorge Pardo Marco Rountree Juan de Sande Carolina Silva Vicky Uslé

www.amarello.com.br São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Editora · Publisher » Amarello Publicação trimestral, desde 2009 · Quarterly publication, since 2009

R02

THE ART NEWSPAPER

www.theartnewspaper.com Jose Dávila Guadalajara, México, 1974 · Guadalajara, Mexico, 1974 Untitled [Sem título], 2013 aço e tinta automotiva · steel and automotive paint 120 x 120 x 5 cm

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Londres, Reino Unido; Nova York, eua · London, United Kingdom; New York, usa Editora · Publisher » Umberto Allemandi & Co. Publishing Publicação mensal, desde 1990 · Monthly publication, since 1990


R03

R04

ARTE AL DÍA

ARTE!BRASILEIROS

www.artealdia.com

www.brasileiros.com.br

Miami, eua · Miami, usa Editora · Publisher » American Art Corporation Publicação trimestral, desde 1980 · Quarterly publication, since 1980

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Editora · Publisher » Brasileiros Editora Ltda Cinco edições anuais, desde 2009 · Five issues per year, since 2009

R05

R06

ARTFORUM

ARTNEXUS

www.artforum.com

www.artnexus.com

Nova York, eua · New York, usa Editora · Publisher » Artforum International Dez edições anuais, desde 1962 · Ten issues per year, since 1962

Bogotá, Colômbia; Miami, eua · Bogotá, Colombia; Miami, usa Editora · Publisher » ArtNexus Publicação trimestral, desde 1976 · Quarterly publication, since 1976

R07

R08

ARTREVIEW

BAMBOO

www.artreview.com

www.bamboonet.com.br

Londres, Reino Unido · London, United Kingdom Editora · Publisher » ArtReview Ltd Nove edições anuais, desde 1949 · Nine issues per year, since 1949

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Editora · Publisher » Editora Turquesa Publicação mensal, desde 2011 · Monthly publication, since 2011 171


R09

R10

BAZAAR ART

DASARTES

www.harpersbazaar.com.br

www.dasartes.com

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Editora · Publisher » Carta Editorial Publicação semestral, desde 2013 · Semiannual publication, since 2013

Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil Editora · Publisher » Indexa Editora Ltda Publicação bimestral, desde 2008 · Bimonthly publication, since 2008

R11

R12

FRIEZE

SELECT

www.frieze.com/magazine

www.select.art.br

Londres, Reino Unido · London, United Kingdom Editora · Publisher » Frieze Oito edições anuais, desde 1991 · Eight issues per year, since 1991

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Editora · Publisher » Brasil 21 / Editora Acrobática Publicação bimestral, desde 2011 · Bimonthly publication, since 2011

R13

ZUM LIVROS DE ARTISTA ARTISTS' BOOKS www.revistazum.com.br São Paulo, Rio de Janeiro, Brazil · São Paulo, Rio de Janeiro, Brazil Editora · Publisher » Instituto Moreira Salles Publicação semestral, desde 2011 · Semiannual publication, since 2011 172


P01

P02

COSAC NAIFY

IKREK

www.cosacnaify.com.br

www.ikrek.com.br

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Desde 1996 · Since 1996 Imagem · Image » Esther Faingold; Tunga. Ethers, 2011

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Desde 2012 · Since 2012 Imagem · Image » Fabio Morais; Jac Leirner; Lenora de Barros; Rafael rg Da série · From the series » ponto e vírgula, 2014

P03

P04

KITSCHIC

PAR(ENT)ESIS

www.kitschic.net

www.plataformaparentesis.com

Barcelona, Espanha · Barcelona, Spain Desde 2009 · Since 2009 Imagem · Image » Eduardo Arias. Vecinos, 2014

Florianópolis, Brasil · Florianópolis, Brazil Desde 2006 · Since 2006 Imagem · Image » publicações par(ent)esis . par(ent)esis publications

P05

P06

LA SILUETA

TIJUANA

www.lasilueta.com

www.cargocollective.com/tijuana

Bogotá, Colômbia · Bogotá, Colombia Desde 2002 · Since 2002 Imagem · Image » Rafael Pombo. Cartilla objetiva o alfabeto imaginario, 2013

São Paulo, Brasil · São Paulo, Brazil Desde 2007 · Since 2007 Imagem · Image » Banca Tijuana, 2013 / foto · photo » Edouard Fraipont 173


PARCERIA COM MUSEUS PARTNERSHIP WITH MUSEUMS

Since 2012, SP-Arte has promoted partnerships with museums and cultural centers in order to increase the number of visitors between these institutions and the Fair. Throughout the years, thousands of free tickets for SP-Arte were distributed by ccsp, itaú Cultural, mac usp, mam sp, mis, Pinacoteca and sesc. Every year, new institutions receive free tickets, not only reinforcing the connection among all spaces dedicated to art in the city, but also stimulating a circulation among them.

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Desde 2012, a SP-Arte promove parcerias com museus e centros culturais visando aumentar o fluxo do público entre essas instituições e a Feira. Ao longo dos anos, milhares de ingressos gratuitos para entrada na SP-Arte foram distribuídos pelo ccsp, Itaú Cultural, mac usp, mam sp, mis, Pinacoteca do Estado e sesc. A cada ano novas instituições recebem ingressos para serem distribuídos, reforçando a conexão entre os espaços dedicados à arte na cidade e estimulando a circulação do público.


sp-arte/brasília save the date jun 05–08, 2014

ilustração a partir do desenho da estrutura do Palácio da Alvorada. Vasconcelos, 1992.


ft.com/weekendsub

Life. Arts. Culture.

Read beyond the expected

Anish Kapoor, Tall Tree & The Eye, 2009. Š Anish Kapoor. All Rights Reserved, DACS 2014.



ENTREVISTA RAQUEL ARNAUD INTERVIEW SP-Arte » How did you become interested in the Arts, being that your background is in Sociology and Politics?

SP-Arte » Como foi o começo do seu interesse pelas artes, sendo que a sua formação é em Sociologia e Política?

Raquel Arnaud » I have always enjoyed music and Arts. I lived in Guaratinguetá, a small city in São Paulo State until I was ten years old. I took violin lessons, and when I moved to São Paulo, I started to attend concerts. When I was fifteen years old I happened to meet my first husband, Oscar. He was [Lasar] Segall’s son. After marrying him in 1954, I developed a more intense relationship with the Arts. Besides Sociology and Politics, I studied Art History at masp with [Wolfgang] Pfiffer. When I married, I lived in a house that would later be incorporated to the Lasar Segall Museum. I was in college and when I was not able to leave the house to study, my colleagues would come to my place to study, Segall found it fascinating to see these young kids sitting around on the floor. After the heart attack, he was too weak to cut the passe-partout, he showed me how to do it and he let me enter his studio which was forbidden for most people. After his death, I helped Mrs. Jenny with the foreign exhibitions; I learned a lot, mainly about production and installation. When Oscar and I separated in 1968, I started working at masp. There, Professor Bardi introduced me to Hector [Babenco] who was supposed to produce a documentary film about

Raquel Arnaud » Eu sempre gostei de música, de artes. Eu morei em Guaratinguetá até os dez anos e estudava violino e, quando vim para São Paulo, comecei a frequentar concertos. Com quinze anos conheci o meu primeiro marido, o Oscar, que era filho do [Lasar] Segall e depois que casamos, em 1954, passei a ter um convívio mais intenso com arte. Além de Sociologia e Política eu fazia um curso de História da Arte no masp com o [Wolfgang] Pfiffer. Quando me casei, morava na casa que posteriormente foi incorporada ao Museu Lasar Segall. Estava na faculdade e quando eu não podia sair para estudar, meus colegas vinham estudar em casa e o Segall achava maravilhoso olhar a garotada sentada no chão. Depois do infarto, quando ele não tinha mais força para cortar o passe-partout, ele me ensinou, e me permitia entrar no seu ateliê, que era proibido para a maioria. Depois que ele faleceu eu ajudei a dona Jenny nas exposições no exterior, grande aprendizado, principalmente com relação a produção e montagem. Quando me separei do Oscar, em 1968, fui trabalhar no masp. Lá o professor Bardi me apresentou o Hector [Babenco], que deveria fazer um filme-documentário do museu. Coube a mim conseguir patrocinador. O museu já era 179


the museum. It was up to me to find a sponsor to produce the film. At that time, half the museum was owned by the city municipality, and the other half was run by the State Government, but it had never occurred to anyone to ask the State and City government for grants. I did it and from that moment on they started the maintenance of the museum. Professor Bardi loved it. At that point Hector and I were living together and I got pregnant. I thought that Professor Bardi would not like a pregnant woman working at the museum, because he was not fond of this kind of family relationship. At that time, I decided to quit and my desire for owning my own gallery intensified. So, in 1974, Mônica Filgueiras and I opened Gabinete de Artes Gráficas, a place with paper art. We were extremely successful. Meanwhile, the television network, Globo invited me to direct a project named Arte Global, it was a nonprofit project, I was not interested, but they insisted so much, that I finally took it. At the same time? You owned the gallery with Mônica and were also working with Arte Global? Yes, I had my gallery with Mônica and at the same time I was with Franco [Terranova] selecting thirteen exhibitions a year at Arte Global. I was responsible for the artists in São Paulo and he was in charge of the ones in Rio de Janeiro. Since it was not a business, the artists exhibited and in exchange they would give one of their works to Globo’s collection. The exhibitions were broadcast on tv commercials-they were incredible. In 1979, with the advent of Lei Sarney (the first federal law on tax incentives for artistic and cultural activities in Brazil), Globo decided to close Arte Global. In 1980, Mônica and I decided to end our partnership and I decided to open my own gallery on Nove de Julho Avenue, with sculptures and exclusive pieces. From that moment on, my life was like a whirlwind. I saw a sequence of events. 180

It was great, it was a place where I received a lot of daily visitors, many young people, who were all hoping for our success. When I opened the gallery I had very little resources, Lina Bo Bardi, who was already a friend, offered me the remodeling project of the space. What style did you start to develop? When I was working with Mônica, I was already headed towards geometry and abstraction. In fact I have never left geometry, abstraction and constructivism, it continues to be my line of work until today. How long did Gabinete de Arte last? In 1988 I moved to Brigadeiro Luiz Antônio Avenue. I built a building designed by Ruy Ohtake. It was a wonderful place, it had an auditorium, three floors, and an amazing view of the Ibirapuera Park from my office on the top floor. However, this gallery was very costly and due to the Brazilian economic change, Plano Cruzado, I moved to Pinheiros neighborhood. Did the number of artists increase when you underwent this transition? I have never been keen on having a lot of artists, I have always worked deeply with one artist at a time. If I had many, I would not have any time. It is a logical thing. We don’t have time to accomplish so many things. I have always had a friendly relationship with the artists. they would always stop by the gallery, at the end of the day, they would come for a chat. Willys and Hércules [Barsotti] would drop by every afternoon. Do you consider that Willys and Barsotti were very important for the development of the gallery or was it the same as with the other artists?


Galeria Raquel Arnaud, início dos anos 1980 Galeria Raquel Arnaud, early 80s Roberto Magalhães, Carlos Vergara, Daniel Feingold, Eduardo Sued, Waltercio Caldas, Marcia Grostein e José Resende; Jones Bergamin (Peninha), não identificado [non identified], Afonso Costa, Raquel Arnaud foto · photo » Paulo Jabur

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I think they were, Mira [Schendel] and Sergio [Camargo] were also very important artists. We had lots of things in common, we were like a family. There was Waltercio [Caldas], Tunga, and Vergara as well. In the first year of Gabinete in 1980, Zé [José] Resende, Waltercio and Tunga had their first exhibitions. Lygia [Clark], for instance, used to say she was no longer an artist, but she agreed to exhibit in my gallery. In 1981, we hosted an exhibition with her work, she was a therapist at that time and was not interested in having an exhibition, but I insisted and she gave in. And what did you show? João Manuel Satamini had a collection named Superfícies moduladas [modulated surfaces] and one of its series was really damaged. Lygia and I proposed that we should redo those pieces. We also showed Casulo [cocoon] and some other pieces from her studio. Sheila Leirner wrote in the papers that this exhibition should not have happened in the gallery, but in a museum instead. If the museum does not do anything, let me do it [laughs]. Lygia was my friend until she died; she used to say she would not like to have a male art dealer, because they “always cheat”. How was the artist selection process, since you have already said it was tough to select them? I have always been moved by the visual. But, most of them have stayed with you all this time, they were people whose work developed a lot. Did you realize they were promising artists when you first saw them? I either liked it or not. I felt a great affinity with them, me and the gallery. I can’t explain it, it was something that came from the heart. Who were the buyers? 182

Believe it or not, they were the same ones we have today. Unfortunately, the museums have never had any money. How did Gabinete de Arte Raquel Arnaud start becoming international? I guess it was due to my trips abroad. Once, I went to the us and I bought a series of drawings that I loved, I brought them to the gallery and sold them all really fast. It was a success. I also brought some Richard Serra drawings, and I could always sell them all. I did a lot of research. We also held an exhibition of Grupo Cobra at Gabinete, we grew along with the interest for art, which was growing as well. Which was the first international fair you took part in? It was Arco, and in 1990 I took part in another one in Los Angeles.


metade da Prefeitura, metade do Governo do Estado e nunca havia ocorrido pedir subvenção para a Prefeitura e para o Estado. Foi então que eu pedi e eles começaram a manutenção do museu. O professor Bardi adorou. Hector e eu já vivíamos juntos e eu fiquei grávida. Considerei que o professor Bardi não iria aceitar uma grávida no museu, pois ele não gostava desses relacionamentos familiares. Foi então que eu pedi demissão e intensifiquei o desejo de ter a minha própria galeria. Então em 1974 Mônica Filgueiras e eu abrimos o Gabinete de Artes Gráficas, com arte em papel. Fizemos muito sucesso. Nessa mesma época, fui procurada pela Rede Globo para dirigir a Arte Global, que era um projeto sem fins lucrativos da Rede Globo. Não queria aceitar, mas eles insistiram tanto que aceitei. Ao mesmo tempo? Então você tinha a galeria de gravura com a Mônica e a Arte Global? Sim, tinha minha galeria com a Mônica e ao mesmo tempo selecionava, junto com o Franco [Terranova], treze exposições por ano na Arte Global. Eu com artistas de São Paulo e ele do Rio de Janeiro. Não era um projeto comercial, os artistas expunham com o acordo de oferecer uma obra para a coleção da Globo. As exposições eram divulgadas em chamadas da televisão, que eram incríveis. Em 1979, com o advento da lei Sarney, a Globo fechou a Arte Global. Nessa mesma época, 1980, a Mônica e eu decidimos romper a sociedade e eu resolvi abrir a minha própria galeria na Avenida Nove de Julho, com esculturas e obras únicas. Dali para a frente foi um turbilhão. Eu vi uma sequência de acontecimentos. Foi muito bom, era um espaço que tinha visitação diária de muita gente jovem, torcendo pelo nosso sucesso. Quando abri a Galeria com precários recursos, Lina Bo Bardi, que já era minha amiga, me ofereceu o projeto de reforma do espaço. Qual era a linha que você começou a desenvolver?

Com a Mônica já havia um caminho para a geometria e abstracionismo. Na verdade nunca saí da geometria, abstracionismo e construtivismo, minha linha de trabalho até hoje. E vai até quando o Gabinete de Arte? Em 1988 eu me mudei para a Brigadeiro Luiz Antônio. Construí um prédio, projetado por Ruy Ohtake. Era um espaço maravilhoso, tinha auditório, três andares, uma vista incrível para o Ibirapuera, de minha sala, que ficava no último andar. Mas essa galeria era dispendiosa e veio o Plano Cruzado. Foi quando me mudei para a antiga galeria do subdestrito de Pinheiros. E você aumentou o número de artistas quando fez essa transição? Eu nunca fui de ter muitos artistas, sempre trabalhei profundamente cada um. Se eu tiver muitos, não tenho tempo. É uma lógica. A gente não tem tempo para fazer tanta coisa. Sempre tive um relação de amizade com os artistas, eles sempre frequentavam a galeria, no fim da tarde eles vinham e ficávamos de bate-papo. O Willys e o Hércules [Barsotti] vinham todo dia. Você considera que o Willys e o Barsotti foram figuras importantes no desenvolvimento da galeria, ou foi assim com todos os artistas? Acho que eles, a Mira [Schendel] e o Sergio [Camargo] foram figuras importantes. Tínhamos muitas afinidades, era quase um parentesco. Também vieram o Waltercio [Caldas], o Tunga, o Vergara. No primeiro ano do Gabinete, em 1980, o Zé [José] Resende, o Waltercio e o Tunga fizeram as primeiras exposições. A Lygia [Clark], por exemplo, dizia que não era mais artista, mas aceitou expor na minha galeria. Em 1981 fiz uma exposição, quando ela já era terapeuta. Ela não queria nem saber de expor, mas pela minha insistência ela aceitou. 183


Why did you create iac [Instituto de Arte Contemporânea]? Sergio passed away in 1990 and I had been working with him for 17 years. His family did not know where in Europe his work was. He kept some files, but they were not organized; there was a file index I brought from France, today it is at iac. The attorneys advised his children that they needed somebody to take care of the assets. They had a conversation and invited me to represent them. I agreed to do so, thinking it would be easy, but it was not. I wanted to follow the example of the Segall family, I thought I had to roam through the city and collect all the pieces that were abroad. We managed to get a sponsorship from Itamaraty and I kept on collecting everything that was out of Brazil. In order to close the studio in Italy, I traveled with Guy Brett and Ronaldo Brito, since I wanted to have witnesses. Including those eggs that he had made in his last production, I consulted Ronaldo Brito and Guy Brett about having some other copies, but they denied it. Everything that had been said was followed. In 1997, we founded iac, to preserve the work of the artists and it hasn’t stopped. The cataloguing of Sergio Camargo and Willys de Castro are more advanced to the point of considering raisonnée. Sérvulo [Esmeraldo] is having his body of work catalogued by iac; and so is Amilcar, in a partnership with the Amilcar de Castro Foundation; Tomie Ohtake, Iole de Freitas and some other artists [in an agreement] are also being sent to iac. Looking back on these forty years, since the opening of Gabinete das Artes Gráficas – and I emphasize that Mônica was a very important person for me – I realize that I have always been a very restless person and I did many things at the same time. Nowadays, I supervise iac; I look after Sergio Camargo’s assets and I also run the gallery. I just can’t stop. ◆

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E o que você mostrou? O João Manuel Satamini tinha uma coleção de Superfícies moduladas e uma série estava muito danificada. Lygia e eu propusemos que refizessemos aquelas peças. Mostramos também um Casulo e uma obra ou outra que estava no seu ateliê. A Sheila Leirner fez uma matéria dizendo que aquilo não deveria ter sido na galeria, mas sim em um museu. Se o museu não faz, deixa eu fazer [risos]. E a Lygia foi minha artista até morrer, e dizia que não queria mais ter marchand homem, porque eles “sempre a trapacearam”.

Qual foi a primeira feira internacional de que você participou? Foi a Arco, e em 1990 a de Los Angeles. Por que você criou o iac [Instituto de Arte Contemporânea]?

O Sergio morreu em 1990 e eu já trabalhava com ele há 17 anos. A família não sabia onde estavam suas obras na Europa. Ele tinha fichas, mas não estavam organizadas; tinha um fichário que trouxe da França, que hoje está lá no iac. Os advogados aconselharam os filhos: “vocês Como era o processo de seleção dos artistas, precisam de alguém para cuidar do espólio”. Eles já que você mencionou que é difícil filtrar. se juntaram e me convidaram para representá-los. Concordei achando que seria muito fácil, Sempre impulsionado pelo visual. mas não foi. A exemplo da família Segall, achei que Mas a maioria ficou com você todo esse tempo, deveria fazer uma itinerância para recolher as e são pessoas cujo trabalho evoluiu muito. Você obras do exterior. Conseguimos um patrocínio sentiu que eram artistas promissores quando do Itamaraty e fui coletando tudo que estava fora. viu o trabalho? Para fechar o ateliê na Itália, fui com o Guy Brett e o Ronaldo Brito, porque queria testemunhas. Quando eu gostava, eu gostava, e havia uma Inclusive sobre aqueles ovos que ele fez na última afinidade, comigo e com a galeria. Eu não sei produção, consultei o Ronaldo Brito e o Guy Brett explicar, era uma coisa que vinha do coração. sobre a realização de outras cópias e eles negaram. Tudo que foi dito, foi seguido. Em 1997 nós Quem eram os compradores? fundamos o iac, com o objetivo de preservação da obra dos artistas, e não parou mais. A catalogação Por incrível que pareça, eram os mesmo de hoje, do Sergio Camargo e do Willys de Castro estão só mais jovens. Os museus infelizmente nunca mais avançadas a ponto de se pensar no raisonnée. tiveram dinheiro. O Sérvulo [Esmeraldo] está deixando todo seu acervo para ser catalogado pelo iac; o do Amilcar Como o Gabinete de Arte Raquel Arnaud também, em parceria com a fundação do Amilcar começou a se internacionalizar? de Castro; a Tomie Ohtake, Iole de Freitas e outros artistas [em acordo] também estão sendo Acho que foi por conta das minhas visitas ao exterior. encaminhados ao instituto. Revisando esses Um vez fui para os Estados Unidos e comprei uma quarenta anos, desde a criação do Gabinete das série de gravuras que eu amei, trouxe para cá e vendi Artes Gráficas – e quero ressaltar que a Mônica foi com uma rapidez incrível. Foi um sucesso. Trouxe uma pessoa muito importante pra mim – percebo também gravuras do Richard Serra, e sempre que sempre fui muito inquieta e fiz muitas coisas conseguia vender. Pesquisava muito. Fizemos uma ao mesmo tempo. Hoje supervisiono o iac; cuido exposição do Grupo Cobra no Gabinete, fomos do espólio Sergio Camargo e da galeria, claro. Não crescendo, junto com o interesse por arte que crescia. consigo parar. ◆ 185


Raquel Arnaud


Luisa Malzoni Strina

Com tantas comemorações em mente, a SP-Arte não poderia deixar de prestar sua homenagem à figura do galerista – e aqui apresentamos nas páginas anteriores e nas que seguem – entrevistas com duas pioneiras no Brasil, que completam 40 anos de atividades em 2014: Raquel Arnaud e Luisa Malzoni Strina.

In a year of many commemorations, SP-Arte could not fail to pay homage to the gallerists- here we present interviews with two Brazilian pioneers completing 40 years of activities in 2014: Raquel Arnaud and Luisa Malzoni Strina.


ENTREVISTA LUISA MALZONI STRINA INTERVIEW

Luisa Strina com parte de Cinza, instalação de Cildo Meireles, 1993 Luisa Strina with Cinza, part of the Cildo Meireles installation, 1993

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SP-Arte » What led to your career in the Arts? When did you decide to open the gallery? I have always enjoyed the Arts, I even wanted to be an artist. I began collecting when I was sixteen. My mother would take me to antique shops and I used to spend my afternoons at Fernando Millan’s gallery, listening to the artists who passed by, such as Hércules Barsotti and Willys de Castro. My first purchase was a drawing by Lívio Abramo, I bought it at an auction by [Giuseppe] Baccaro. He had it all, Tarsilas, Portinaris, he was the only art dealer then. I started studying at Faap, It was not a college yet. I studied painting and drawing with some talented young people such as Ivo Mesquita and Marta Suplicy. In order to hold a degree, I took Psychology at puc, but I quit it after the second year and went back to Art, this time I went to Escola Brasil, a school that belonged to the artists, [Luis Paulo] Baravelli, [Carlos] Fajardo, [José] Resende and [Frederico] Nasser. Back then, there was no gallery to represent the artists. They were all stores that would sell everything, from academic to popular. The artists from Escola Brasil wanted someone to represent them. I started to organize exhibitions for them at the museums – mac, mam – and some other galleries, Astreia and Interdesign. That was how I got to know so many people from the art market, which helped me open my own gallery.

SP-Arte » Como se deu a formação de sua carreira nas artes? Qual foi o momento de sua profissionalização e abertura da galeria? Luisa Strina » Sempre gostei de arte, até queria ser artista. Comecei a colecionar aos 16 anos. Minha mãe me levava a antiquários e eu passava as tardes na galeria do Fernando Millan, ouvindo os muitos artistas que passavam por lá, como Hércules Barsotti e Willys de Castro. Minha primeira compra foi uma gravura do Lívio Abramo em um leilão do [Giuseppe] Baccaro. Ele tinha todas as Tarsilas, Portinaris, era o grande marchand da época. Fui estudar na faap, que ainda não era uma faculdade. Fiz então cursos de pintura, desenho, junto com jovens talentosos, como Ivo Mesquita e Marta Suplicy. Para ter um diploma, fui fazer psicologia na puc, mas larguei no segundo ano e voltei a estudar arte, desta vez na Escola Brasil, dos artistas [Luis Paulo] Baravelli, [Carlos] Fajardo, [José] Resende e [Frederico] Nasser. Nessa época não havia uma galeria que representasse artistas. Todas eram lojas que vendiam desde acadêmicos até populares. Os artistas da Escola Brasil queriam alguém que os representasse. Comecei então a organizar exposições para eles em museus – mac, mam – e em outras galerias, como Astreia e Interdesign. Com isso conheci muita gente do mercado, o que me permitiu abrir minha galeria. 189


When did it happen? On December 17th 1974, I opened a gallery in a mezzanine on Padre João Manoel Street, it hosted an exhibition by Wesley Duke Lee, Resende, Baravelli, Rubens Gerchman, Santuza, Edo Rocha and Nelson Leirner. Before the gallery, it used to be Baravelli’s studio, he pushed me into opening the gallery there because he needed to leave the place and he considered it the ideal spot for a gallery. I asked my dad for some money and I carried out a major renovation, I was scared. I thought: “if it does not work, I will close it.” But, the results were very good. It was a very small market, with people from my generation, they were starting to make a living and were very interested in arts as well. I organized some night classes and many people would show up. When I opened the gallery, I prepared a book [she shows the book] with all the artists that started exhibiting in the gallery, it was like a diary. After each exhibition I would hand the book to the artist with a page for him/her to play with. Waltercio Caldas, Mira Schendel.

track of that. On the other hand, the market demand is huge, as I do not like to put pressure on the artists to produce more; I decided to work with more artists. When you meet the artists, how can you tell they will be successful? I don’t know, I have always used my intuition. I’m not an arts theorist, I have always followed my intuition and I think I trust it more and more. It never lets me down. I have never had any kind of strategy, things just happened. There was a time; I had only male artists, the so-called “Strina-boys”. The first international artist to work with me was Antoni Muntadas, in 1975, who is represented by the gallery to this day. You have always worked with conceptual artists, why? The gallery has this conceptual bias and it has a lot to do with taste. Beauty can be tiring. I remember that Fellini once said: “Conceptual art is food for thought.” That’s the way.

Did you ever move from there? Is the conceptual market more difficult to sell? I went to Oscar Freire Street, [laughing] without moving from the place, and today I am back to Padre João Manoel Street, but I changed the place. You started the gallery with only five artists? The artists would simply arrive. Leonilson showed up at the gallery, he was coming from Milan, he was recommended by Antonio Dias. I loved his work and I bought everything he had. With some other artists, it took a little more time: Jorge Guinle was very shy, he spoke very little, but we stayed good friends till his death. Nowadays, the process is really different, it is much more formal, there is a lot of demand, but very few galleries. I am used to receiving a lot of emails every day from artists who are interested in exhibiting in the gallery, it is tough to keep 190

Yes, conceptual art is more difficult to sell. People usually like decorative art, the obvious. Conceptual art is for grownups. For me, it is a pleasure to work with these adults and help them out with their collections. How was it when you first started, the circuit : the artists, the fairs, the international market... Even before opening the gallery, I brought an exhibition of foreign artists to Interdesign: [Robert] Rauschenberg, Jim Dine, [Roy] Lichtenstein etc. Nobody knew anything about this exhibition and it was entirely bought by two collectors. Afterwards, in the gallery, I exhibited Andy Warhol and afterwards Basquiat. In 1987, Peter Ludwig came to


Quando foi isso? Em 17 de dezembro de 1974 abri a galeria em uma sobreloja da Rua Padre João Manoel com uma exposição de Wesley Duke Lee, Resende, Baravelli, Rubens Gerchman, Santuza, Edo Rocha e Nelson Leirner. Ali era antes o estúdio do Baravelli, que me colocou na parede para montar uma galeria, pois ele precisava sair e o espaço era ideal. Pedi dinheiro a meu pai e fiz uma enorme reforma, morrendo de medo. Pensei: “se não der certo, eu fecho.” Mas a resposta foi muito boa. O mercado era muito pequeno, formado por pessoas de minha geração que estavam começando a vida e se interessavam por arte. Eu organizava aulas à noite e muita gente aparecia. Quando abri a galeria, fiz um livro [mostra o livro] dos artistas que começaram a galeria, como um diário. A cada exposição dava o livro ao artista, que tinha uma página para brincar. Waltercio Caldas, Mira Schendel. E você nunca mudou? Fui para a Oscar Freire, [rindo] mas sem mudar de lugar, e hoje voltei para a Padre João Manoel, mas mudando de lugar. Você começou com cinco artistas? Os artistas iam chegando. Leonilson apareceu na galeria, vindo de Milão, recomendado por Antonio Dias. Fiquei louca com seu trabalho e comprei tudo o que tinha. Com outros foi mais demorado: Jorge Guinle era muito tímido, falava pouco, mas ficamos muito amigos até sua morte. Hoje é diferente o processo, mais formal; há muita demanda e poucas galerias. Recebo inúmeros e-mails por dia de artistas querendo mostrar trabalho, é difícil dar conta. Por outro lado, a demanda de mercado é grande e como não gosto de pressionar o artista para produzir mais, optei por representar um número maior de artistas.

Quando conhecia os artistas, como percebia que seriam uma boa aposta? Não sei, muita intuição. Não sou uma teórica em arte, sempre segui minha intuição e acho que cada vez mais confio nela. Não tem me desapontado. Nunca tive muita estratégia, as coisas foram acontecendo. Houve uma época em que só tinha artistas homens, os chamados “Strina-boys”. O primeiro artista internacional a trabalhar comigo foi o Antoni Muntadas, em 1975, que está na galeria até hoje. Você sempre trabalhou com artistas conceituais, por quê? A galeria tem um viés conceitual e isso se dá por gosto. A beleza cansa. Lembro que Fellini disse: “arte conceitual é o alimento do pensamento”. É por aí. O mercado conceitual é mais difícil para venda? Sim, arte conceitual é mais difícil de vender. As pessoas em geral gostam do decorativo, do óbvio. Arte conceitual é para gente grande. Tenho imenso prazer em trabalhar com esses adultos e ajudar em suas coleções. Como era, quando você começou, a circulação da produção: os artistas, as feiras, o mercado internacional... Mesmo antes de abrir a galeria, trouxe uma exposição de artistas estrangeiros para a Interdesign: [Robert] Rauschenberg, Jim Dine, [Roy] Lichtenstein etc. Ninguém conhecia e a exposição foi inteira comprada por dois colecionadores. Depois, já na galeria, fiz Andy Warhol e mais tarde Basquiat. Em 1987, Peter Ludwig veio ao Brasil, foi a Brasília e disse ao Sarney que queria fazer um museu de arte brasileira. Se dispôs a comprar 5 milhões de dólares em arte brasileira e, em troca, queria um terreno e que o nome do museu fosse Ludwig. 191


Brazil, he went to Brasilia and he told Sarney he wanted to make a Brazilian art museum. He was willing to spend 5 million dollars on Brazilian art, in return he wanted some land and for the name of the museum to be Ludwig. Sarney did not accept it. So, Peter built the museum elsewhere and he invited me to the Cologne Fair, in Germany, I went there with João Satamini and Thomas Cohn, they were used to going to art fairs. It was in 1989. During the fair, the director of Basel invited me to take part in Art Basel in the following year. I chose to go to Basel only, it was the most important fair in the world and for many years, mine was the only Latin American gallery there. Next, there was the 1991 crisis. Nobody would sell; the corridors, which are full today, were empty and we would watch soccer games in the Swiss gallery stands, who would bring televisions from their homes. Few people were interested in Brazilian art, it was an adventure, an expensive one. Only in 1996 did the market recover. During many years you were invited, wasn’t there any application? Yes, I was invited and for many years there was no application at all. I believe we were invited because people were not really interested in participating. Even if we did not sell anything, it was a very interesting and amusing period. I happened to meet lots of interesting people who hold key posts in the arts world nowadays. At that time, they were young people, just like me, trying to find their place in the world. The foreign curators were the first ones to be interested in our art, they would sit down and ask for information. Cildo was the only well-known one, and deeply admired. Adriano Pedrosa was the first Brazilian curator to browse around art fairs. Do you think that in Brazil we were behind the times? 192

Yes, due to the fact that it is very relevant to take part in art fairs and international exhibitions, but here, only few people are able to do it, due to the physical distance. I have been to all Documentas, Venice Biennale, Lyon, Istanbul, Manifestas – I saw Joseph Beuys plant the oaks in Kassel. I do think it is important for people there to see us and know that we are somehow connected. These exhibitions were small, in a tiny circuit. It was possible to see everything in a short time; there were many hotels available. Nowadays, we must make a reservation at least one year in advance and there are long queues. What is the difference in the market nowadays? The competition is tough all over the world. The big galleries get all the artists when they are still young and the medium ones are left without artists. It is the exact idea of a market monopoly, it is the same in the us and in Europe. It is complicated, but at this point, you can’t stop. If you quit, you die. ◆


Sarney não aceitou. Ele então fez o museu em outro lugar e me chamou para ir à Feira de Colônia, na Alemanha, aonde fui com João Satamini e Thomas Cohn, que já iam a feiras. Isso foi em 1989. Durante a feira, a diretora de Basel me convidou para participar da Art Basel no próximo ano. Optei então por ir somente a Basel, a mais importante do mundo, onde eu fui a única galeria latino-americana por muitos anos. Em seguida veio a crise de 1991. Não se vendia nada; os corredores, hoje lotados, eram vazios, e ficávamos assistindo jogos de futebol nos stands das galerias suíças, que traziam de casa suas tvs. Poucos se interessavam por arte brasileira, era uma aventura e uma aventura cara. Somente em 1996 o mercado recomeçou.

Você podia ver tudo em pouco tempo, havia hotéis disponíveis. Hoje tem que fazer as reservas com um ano de antecedência e há filas enormes. Qual a diferença hoje no mercado? A concorrência está forte e acontece no mundo inteiro. As galerias grandes pegam os artistas jovenzinhos e as médias ficam sem artistas. Exatamente a ideia de monopólio do mercado, que já acontece nos Estados Unidos e na Europa. É complicado, mas a esta altura não dá para parar. Quem para morre. ◆

Durante muitos anos você foi convidada. Não havia application? Sim, fui convidada e por vários anos não houve applications. Éramos convidados, pois acredito que não havia ainda muito interesse em participar. Mesmo não vendendo, foi um período muito interessante e divertido, conheci muitas pessoas hoje em postos chaves no mundo das artes e naquela época jovenzinhos como eu, a procura de um lugar no mundo. Os curadores estrangeiros foram os primeiros a se interessar por nossa arte, eles sentavam e pediam informações. O Cildo era o único conhecido, e muito admirado. O Adriano Pedrosa foi o primeiro curador brasileiro a circular por feiras. Você acha que no Brasil estamos atrasados? Sim, porque é muito relevante a circulação em feiras e grandes mostras internacionais, mas aqui poucos conseguem fazer isso, pois estamos muito longe fisicamente. Eu fui a todas as Documentas, Bienais de Veneza, Lyon, Istambul, Manifestas – vi Joseph Beuys plantar os carvalhos em Kassel. Acho importante que também as pessoas de lá nos vejam e saibam que estamos ligados. Essas mostras eram pequenas, um circuito menor. 193



LANÇAMENTOS BOOK RELEASES A vital tool within the art world, books have a special place at SP-Arte. This year various books will be launched as part of the programme. These include the commemorative volume that celebrates the 25th anniversary of Casa Triângulo, monographs by Mariana Palma and Paulo Climaschauska, the catalogue of the Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz collection, as well as artists’ books, such as Não, by Fabio Morais.

Suporte dos mais importantes no meio artístico, os livros têm um lugar especial na SP-Arte. Nesta edição estão programados diversos lançamentos, como o livro comemorativo de 25 anos da Casa Triângulo, as publicações monográficas de Mariana Palma e Paulo Climachauska, o catálogo da coleção de Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz, além de livros de artista, como Não, de Fabio Morais.

Quinta-feira, 03 de abril · Thursday, April 03 Instituto Figueiredo Ferraz » Editora Bamboo Bamboo Bazaar Art Não, Fabio Morais » Ikrek Arquivo projeto a2 » par(ent)esis Casa Triângulo 2013/1988 cortesia · courtesy » Casa Triângulo

Sexta-feira, 04 de abril · Friday, April 04 Casa Triângulo 2013/1988 Bill Lundberg; Ana Vitória Mussi; Regina Vater; Poesia visual » Coleção Arte & Tecnologia Oi Futuro Sábado, 05 de abril · Saturday, April 05 Paulo Climachauska » Coleção Arte & Tecnologia Oi Futuro Mariana Palma » G. Ermakoff

Programação sujeita a alteração. Confira os horários e a agenda completa pelo site: Schedule subject to change. View the full programe online: www.sp-arte.com

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[

] Renata Lucas 22.03 - 19.04


CONTRIBUIÇÕES À INTERNACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA DAS ARTES ANA LETÍCIA FIALHO CONTRIBUTIONS TO THE INTERNATIONALIZATION OF THE ARTS SYSTEM International circulation and network-based functioning are inherent to the world of contemporary art. The success of contemporary works and artists depends upon the articulation of an international network of galleries and institutions. Today, art fairs and biennials have become important platforms for establishing such relations on an international level.1 However, we must consider that a strong hierarchy still exists in the way the “international map of the arts” is drawn up and that each system, irrespective of its international dimensions, is still determined by its local context. If, on one hand, art-world agents frequently (re)encounter each other in the same spaces and places—regardless of their country of origin—, on the other hand, the symbolic and economic values attributed to contemporary art on an international level are defined by a limited number of protagonists and platforms.2 Triggered by the economic crisis that assailed the United States in 2008, followed 198

swiftly by recession in Europe, the impact of which can still be felt throughout the region today, what we have seen is a drive toward the expansion, decentralization and redefinition of the international arts map, first drafted in the late 1980s. Highly competitive and professionalized art agents operating in Europe and the United States have started looking for resources and alternative ways of breaking onto markets in other regions, which means that countries previously in the “silence zone”3 have started to achieve greater visibility and acquire more power on this new scene. Brazil is still experiencing a lag between its spheres of artistic production and its art market, which are professionalizing and internationalizing at a brisk pace, and its public institutions, most of which are vulnerable, short on adequate policy and limited to a local or regional range.4 That said, the system is enjoying a positive phase globally, with a lot more cultural facilities than before; a far greater contingent

1 moulin, Raymonde. Le Marché de l'art: mondialisation et nouvelles technologies. Paris: Flammarion, 2000. 2 fialho, Ana Letícia. “O mercado de arte no Brasil: oportunidades e desafios de um setor em expansão”. In couto, Ronaldo (org.). O valor da arte. São Paulo: Metalivros, going to print. 3 mosquera, Gerardo. “Notes sur la mondialisation, l’art et la différence culturelle”. In Zones de silence Amsterdam: Rijksakademie van beeldende kunsten, 2001. 4 fialho, Ana Letícia; goldstein, Ilana. “‘Economias’ das exposições de arte contemporânea no Brasil: notas de uma pesquisa”. In calabre, Lia (org.). Políticas culturais: pesquisa e formação. São Paulo: Itaú Cultural/Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2012.


1 moulin, Raymonde. Le marché de l'art: mondialisation et nouvelles technologies. Paris: Flammarion, 2000. 2 fialho, Ana Letícia. “O mercado de arte no Brasil: oportunidades e desafios de um setor em expansão”. In couto, Ronaldo (org.), O valor da arte, São Paulo: Metalivros, no prelo. 3 mosquera, Gerardo. “Notes sur la mondialisation, l'art et la différence culturelle”. In Zones de Silence, Amsterdam, Rijksakademie van beeldende kunsten/rain Artists' Initiatives Network, 2001. 4 fialho, Ana Letícia; goldstein, Ilana. “‘Economias’ das exposições de arte contemporânea no Brasil: notas de uma pesquisa”. In calabre, Lia (org.). Políticas culturais: pesquisa e formação. São Paulo: Itaú Cultural/Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 2012.

A circulação internacional e o funcionamento em rede são inerentes ao mundo da arte contemporânea. A valorização das obras e dos artistas contemporâneos repousa sobre a articulação de uma rede internacional de galerias e instituições. Hoje, feiras de arte e bienais tornaram-se plataformas importantes em que se estabelecem tais relações no plano internacional.1 Deve-se considerar, contudo, que existe ainda uma forte hierarquia na organização do “mapa internacional das artes” e que cada sistema, apesar de guardar uma dimensão internacional, é determinado pelo contexto em que se insere. Se por um lado agentes do mundo das artes se (re)encontram frequentemente nos mesmos lugares – independentemente do país de origem –, por outro, um número limitado de protagonistas e plataformas definem os valores simbólicos e econômicos da arte contemporânea no plano internacional.2 Desencadeado pela crise econômica nos Estados Unidos em 2008 e pela recessão

europeia advinda logo a seguir, e que ainda afeta fortemente a região, surge um movimento – que ainda se encontra em processo – de expansão, descentralização e redefinição do mapa internacional das artes iniciado no final da década de 1980. Agentes internacionais altamente competitivos e profissionalizados que operam na Europa e nos Estados Unidos passam a buscar alternativas e recursos para viabilizar seus projetos e negócios em outras regiões, e assim, países que se encontravam em “zona de silêncio”, 3 passaram a disputar maior visibilidade e poder nesse cenário. O Brasil ainda apresenta um descompasso entre as esferas da produção artística e do mercado de arte, cada vez mais profissionalizadas e internacionalizadas, e as instituições públicas, em grande parte vulneráveis, carentes de políticas adequadas e restritas a uma atuação local ou regional.4 Ainda assim, o sistema vive um momento globalmente positivo: a multiplicação de equipamentos culturais; o aumento do 199


ALGUNS CONVIDADOS · SOME GUESTS » ART IMMERSION TRIPS SP-ARTE/LATITUDE

of artists on a professional footing and drawing the attention of collectors (both phenomena are linked with an expanding market); a larger number of exhibitions, artistic residencies and art publications; a growing number of galleries and higher business volumes being generated by the art market; stronger repercussion of art fairs and biennials on the international agenda and more fertile discussion and public policy implementation, as well as public/private initiatives geared toward the sector’s development. These are just some of the factors indicative of unprecedented dynamism, a consequence of which is growing visibility and an accelerated pace of internationalization of the domestic art scene. One initiative that has made a significant contribution to this is the Art Immersion Trip SP-Arte/Latitude program, which brings foreign curators, collectors and journalists to Brazil during the Fair. SP-Arte has been doing this since its very first edition in 2005, but the partnership with the Latitude Project,5 established in 2007, has enabled us to expand our guest list considerably and broaden the program, which today includes visits to the Fair and to art institutions, independent venues and private collections, lectures on the Brazilian art scene and market, and networking events. The program has generated a lot of positive effects: exhibition projects, residencies, 200

acquisitions for public and private institutions, and publications. One aspect that is perhaps more important than the projects actually undertaken and the articles published, but nonetheless difficult to measure, is the impact of the Art Immersion Trip SP-Arte/Latitude on knowledge of the Brazilian art scene and how it is perceived by the international guests and their partners, and the medium to long-term exchange that generates. Our hope is that, during their stay in Brazil, the participants can get to know the Brazilian art scene in greater depth6 and establish dialogue with their Brazilian peers with a view to building and broadening horizontal collaborative networks. The aim is therefore to make this program beneficial not only in terms of heightened visibility and internationalization for the Brazilian arts system, but also of a more robust contribution on the part of the nation and its agents toward the international geopolitics of the arts. ◆

ANA LETÍCIA FIALHO is a lawyer, cultural manager and art market researcher. She is Research Coordinator and Commercial Intelligence Consultant for Latitude – Platform for Brazilian Galleries Abroad, a partnership between Brazilian Association of Contemporary Art (abact) and Brazilian Trade and Investment Promotion Agency (Apex-Brasil).

5 The Latitude Project is fruit of a partnership between Apex-Brasil (Brazilian Trade and Investment Promotion Agency) and Abact (Brazilian Contemporary Art Association), established with the goal of fostering the internationalization of Brazilian galleries on the prime contemporary art market and boosting the sector’s exports. The project also organizes the Art Immersion Trip for other events on the Brazilian art scene, such as the São Paulo and Mercosul biennials. 6 Until recently, most articles and exhibitions on Brazilian art abroad lapsed into superficiality, redundancies, errors and stereotypes. On the problems of the representation of Brazilian art abroad see fialho, Ana Letícia. “As exposições internacionais de arte brasileira: discursos, práticas e interesses em jogo”. Sociedade e Estado, Brasília: UnB, v. 20, n. 3, p. 689-713, 2005.


2010

2011

2012

2013

Veronica Anaya

Atto Ardessi

Alma Ruiz

Jimena Blázquez Abascal

Tanya Barson

Tanya Barson

Tanya Barson

Tanya Barson

Jacob Fabricius

Ginevra Bria

Ute Meta Bauer

Jens Hoffmann

Julieta Gonzales

Rina Carvajal

Yoshimi Chinzei

Vincent Honoré

Agustin Perez Rubio

Richard Flood

Peter Gorschlüter

Sarah McCrory

Lisa Schiff

Julieta Gonzales

Tobias Ostrander

Heike Munder

Alexia Tala

Gunnar Kvaran

Agustín Pérez Rubio

Jesús Enrique Fuenmayor Orta

Octavio Zaya

Mari Carmen Ramírez

Paola Santoscoy

Maria Ines Rodriguez

Olav Velthuis

Ed Schad

Agustin Perez Rubio

Marc Olivier Wahler

Alia Swastika

Mary Louise Spence

Neville Wakefield

Alexia Tala

Alexia Tala

Hilde Teerlinck

Philip Tinari

Isobel Whitelegg

Pascale van Zuylan

5 O Projeto Latitude é fruto de uma parceria entre a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e a Abact (Associação Brasileira de Arte Contemporânea), estabelecida com o objetivo de promover a internacionalização às galerias brasileiras do mercado primário de arte contemporânea e aumentar exportações do setor. O projeto também realiza Art Immersion Trips em torno de outros eventos da agenda das artes no Brasil, como as Bienais de São Paulo e do Mercosul. 6 Até recentemente eram frequentes artigos e exposições acerca da produção brasileira no exterior que incorriam em superficialidades, redundâncias, equívocos e estereótipos. Sobre os problemas de representação da produção brasileira no exterior, ver fialho, Ana Letícia. “As exposições internacionais de arte brasileira: discursos, práticas e interesses em jogo”. Sociedade e Estado (UnB. Impresso), v. 20, pp. 689-713, 2005.

contingente de artistas em vias de profissionalização e da base de colecionadores (dois fenômenos vinculados à expansão do mercado); a multiplicação de exposições, residências artísticas e publicações; o crescimento do número de galerias e do volume de negócios gerados pelo mercado de arte; a repercussão de feiras de arte e bienais na agenda internacional e a discussão e implementação de políticas públicas e iniciativas público-privadas, voltadas ao desenvolvimento do setor, são alguns dos fatores que apontam para um dinamismo sem precedentes, que tem por consequência a crescente visibilidade e a aceleração do processo de internacionalização do sistema das artes nacional. Uma iniciativa que tem contribuído de forma significativa nesse sentido é o programa Art Immersion Trips SP-Arte/Latitude, que traz ao Brasil curadores, colecionadores e jornalistas estrangeiros durante o período da Feira. A SP-Arte faz isso desde sua primeira edição, em 2005, mas a parceria com o Projeto Latitude,5 estabelecida em 2007, permitiu aumentar o número de convidados e ampliar a programação, que hoje compreende visitas à feira e também a instituições, espaços independentes e coleções privadas, palestras sobre o mercado e a cena artística nacional e eventos de relacionamento. O programa vem gerando muitos desdobramentos, entre projetos de exposições, residências,

aquisições por instituições públicas e privadas, e publicações. Um aspecto talvez mais importante do que os projetos concretizados e os artigos publicados, mas difícil de dimensionar, é o impacto das Art Immersion Trips SP-Arte/Latitude na percepção e conhecimento do contexto artístico brasileiro por parte dos convidados internacionais e nas parcerias e trocas estabelecidas a médio e longo prazo. Espera-se que, durante a estada no Brasil, os participantes possam conhecer a cena artística brasileira em maior profundidade6 e que estabeleçam diálogos com seus pares no Brasil no sentido da construção e ampliação de redes colaborativas horizontais. Pretende-se assim que esse programa seja favorável não só ao aumento da visibilidade e internacionalização do sistema das artes brasileiro, mas contribua com uma maior participação do país e de seus agentes na geopolítica internacional das artes. ◆

ANA LETÍCIA FIALHO é advogada, gestora cultural e pesquisadora do sistema das artes. Atualmente é Coordenadora de Pesquisa e Consultora em Inteligência Comercial do Projeto Latitude – Platform for Brazilian Galleries Abroad, uma parceria entre a Associação Brasileira de Arte Contemporânea (abact) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

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UM PARQUE E UM PAÍS SOB A MARQUISE LUÍS ANTÔNIO JORGE A PARK AND A NATION UNDER THE MARQUEE


Parque Ibirapuera em construção, 1953 Ibirapuera Park under construction, 1953 foto · photo » Boer cortesia · courtesy » Casa Guilherme de Almeida

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Modernism was an alarm bell. Everyone woke up and saw the dawn break in the sky. This dawn harbored the full promise of the coming day, but it was not that day itself. And yet, it brings great satisfaction to see that the day is delivering on all those dawn promises with grandeur and immense fecundity. To dwell forever in the aurora of childhood is not health, but illness. Mário de Andrade. O empalhador de passarinho, 19441 Though he had to go, he offered to show me his Ryad the following day. Though not without first explaining the meaning of this magic word. Everybody in Mogador knows it, and lives it in different ways. To start with, it means internal garden, a natural redoubt inside the house. However, Ryad can also mean the house itself, if this contains a planted patio. It can also be used to refer to any urban residence that offers some unexpected respite from the bustle of the streets. A Ryad in a town is like an oasis in a desert. Ryad is also, therefore, one of the names of paradise. Alberto Ruy Sánchez. The Secret Gardens of Mogador, 20012

1 Translated for this edition. 2 Translated for this edition. 3 andrade, Oswald de; rego, Stella M. de Sá. Latin American Literary Review, vol. 14, n. 27. Brazilian Literature (Jan. - Jun., 1986). p. 186. Pittsburgh: Latin American Literary Review Press. Available at: <www.jstor.org/ stable/20119419>. Access on: Feb. 25, 2014.

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There is no better way to celebrate the past, the 4th Centenary of the city, than to achieve the future. A monument is not enough: this concrete and imaginable future must be equipped with a space to accompany the city’s development and preserve for posterity the memory of its best moments. As such, in order to bring the future to bear, one must first and foremost build a self-image, reflect on an identity and draw up the result of this process of self-representation. What is our best image of the future; better put, how do we see ourselves as the representation of a city that aspires to national leadership? How does one etch the dream of a city into the core of that city? Is the park an oasis away from the city and its grueling routine or is it the simple expression of its desire for a possible new routine? If “the man between two trees is wholly different to the man between two shop windows”, as the carioca chronicler João do Rio observed in 1908, just imagine the impact a cultural program geared towards expanding the space between those trees would have on that man’s life. By turning Ibirapuera into a model experiment through which to raise the quality of our public spaces to the levels of the world’s best, would we not become the artificers responsible for making the exception the rule in metropolitan well-being? The modernist alarm had already rung, as Mário de Andrade observed. Just as Oswald de Andrade summed up “Pau-Brasil Poetry is a Sunday dining room with birds singing in the condensed forest of cages, a thin fellow composing a waltz for flute and Mary Lou reading the newspaper” 3 across which the entire present parades. Urban life and its banal meanderings, with the inexhaustible riches of its most widely differing figures, was the very stuff of poetry and modern languages. Common facts, the everyday and the prosaic were already plying art with raw materials back in the early 1950s, when the town still went by the name of São Paulo de Piratininga. Is Ibirapuera, the recipient of our Sunday outings and their popular rituals, just the pocket woodland of a cage,


O Modernismo foi um toque de alarme. Todos acordaram e viram perfeitamente a aurora no ar. A aurora continha em si todas as promessas do dia, só que ainda não era o dia. Mas é uma satisfação ver que o dia está cumprindo com grandeza e maior fecundidade, as promessas da aurora. Ficar nas eternas aurorices da infância, não é saúde, é doença. Mário de Andrade. O empalhador de passarinho, 1944 Pero tuvo que irse y me ofreció mostrarme, al día seguinte, su Ryad. No sin explicarme el sentido de esa palabra mágica. Todos en Mogador la conocen, la viven de diferentes maneras. Significa, para comenzar, jardín interno, un reducto de naturaleza dentro de una casa. Por extensión se llama Ryad a la casa misma si incluye un pateo con plantas. También se dice de cualquier morada urbana que sea un remanso inesperado en agitación de las calles. Un Ryad en la ciudad es como un oasis en el desierto. Ryad es por supuesto uno de los nombres del paraíso. Alberto Ruy Sánchez. Los jardines secretos de Mogador, 2001

1 andrade, Oswald. Manifesto Pau-Brasil. in Correio da Manhã, 1924.

Para celebrar o passado, no iv Centenário da cidade, nada melhor do que o futuro. E um monumento não é o bastante: é preciso fazer no futuro, concreto e imaginável, o lugar que doravante acompanhará o desenvolvimento da cidade e guardará, na memória dos habitantes, seus melhores momentos. Dessa maneira, para fazer o futuro, antes de tudo, é necessário construir uma autoimagem, refletir sobre uma identidade e desenhar o resultado desse processo de autorrepresentação. Qual é nossa melhor imagem de futuro? Ou melhor, de que modo nos vemos como representação de uma cidade com aspiração de liderança no país? Como inscrever um sonho de cidade no interior dela mesma? Seria o parque uma suspensão da cidade e de seu penoso dia a dia, ou a simples manifestação da vontade de um novo e possível cotidiano? Se “entre duas árvores o homem é inteiramente diverso do homem entre duas vitrines”, como observava o cronista carioca João do Rio, em 1908, o que não seria, para a transformação da vida desse homem, o resultado de um programa cultural a incrementar o espaço entre duas árvores? Seríamos nós os artífices da transformação da exceção em regra do bem viver na metrópole, realizando, com o Ibirapuera, a experiência modelar para elevar a qualidade dos espaços públicos a níveis compatíveis com os das melhores cidades do mundo? O toque de alarme modernista já ressoara, conforme alertara Mário de Andrade. Oswald de Andrade já definira o sentido da Poesia Pau-Brasil como uma “sala de jantar domingueira, com passarinhos cantando na mata resumida das gaiolas, um sujeito magro compondo uma valsa para flauta e a Maricota lendo o jornal”,1 por onde passa todo o presente. A vida urbana, em seu curso banal, com a infindável riqueza de seus mais diferentes personagens, era a própria matéria da poesia e das modernas linguagens. Os fatos comuns, o cotidiano e o prosaico já ofereciam assunto para a arte naquela Piratininga do início dos anos de 1950. Para abrigar nossos domingos com seus ritos populares, seria o Ibirapuera uma mata resumida na gaiola da cidade, 207


or is it the dream of a new São Paulo, offering spaces and amenities like no other parks and squares of the city could offer? Could we, like Ibirapuera, experience the pungency of the new things seeping into our daily lives? The 4th Centenary of São Paulo, in 1954, seemed to be the perfect opportunity to change the course of the city’s cultural history. The hum of the festivities, many invested with meanings of considerable importance for modernization and modernity, were discussed in an issue of O Cruzeiro magazine that attempted to portray the denizens of São Paulo at that time of economic effervescence: A crowd in suit and tie hurrying about, introspective, gripped by a fever for production and growth, the people of São Paulo have often been branded “proud”, “city-centric”, “closed”. But the adjectives don’t hold up under scrutiny of the Bandeirante soul. Proud they certainly are [...] but it’s a pride in their city [...]. They know the value of what they are, without denying other values. Proof of the fact is that they welcome as brothers all those who come to Piratininga in search of a new home [...] to blend in [...] because São Paulo knows that its grandeur is fruit of the sweat of all those who huddle beneath its glorious thirteen-striped flag, regardless of origin, creed or color. 4

The celebration became a pretext for showing that São Paulo, driven by education and culture, science and arts, economy and industry, had embarked on a virtuous cycle that would lead it to a position of vanguard leadership in Brazil. The local culture and economy were already flexing enough muscle to ensure the city this central position. The poet Guilherme de Almeida, then-president of the organizing committee for the 4th Centenary and editor of Revista do iv Centenário de São Paulo [São Paulo 4th Centenary Magazine], wrote in his introduction to the publication: The lights are green. The traffic is free [...]. And before us lies a dynamic, Babelian São Paulo, its birth certificate, registered by Anchieta and Nóbrega, with the Portuguese João Ramalho and chief Tibiriçá as witnesses, providing proof of age: 400 years! And spellbinding one and all, its colossal skyscrapers, somber monsters of reinforced concrete, the sooty chimney stacks of its factories and plants eternally belching black smoke, and, on its tremulous streets and avenues, in the offices and workshops, as in a veritable human anthill, some 3 million work-weary, furrow-browed Paulistanos toil after their daily bread.

This publication was sent out with a letter of presentation in which, right from the first paragraph, no doubt was left as to the true dimension of the facts, the effort made, the meaning of the anniversary and the strategic role Ibirapuera played in all this, like an amalgam of the historical destiny the city was inevitably and proudly fulfilling: As Ibirapuera opens its gates—that is, as São Paulo fulfills the promise it made four 4 Apud arruda, Maria Arminda do Nascimento. Metrópole e cultura: São Paulo no meio século xx. Bauru: Edusc, 2001. p. 74.

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centuries ago to reveal to the world the treasures of its labor—opened too are the pages of a ledger in which to note the daily commemorations of the closing months


ou o sonho mesmo de uma outra cidade, com espaços bem diferentes de todos os demais parques e praças de São Paulo? Poderíamos, como o Ibirapuera, experimentar a pungência das coisas novas penetrando em nosso dia a dia? O iv Centenário de São Paulo, em 1954, parecia oferecer a ocasião perfeita para uma mudança na história cultural da cidade. O borbulhar de eventos festivos, muitos com significados marcantes para uma trajetória de modernização e modernidade, foi tema da revista O Cruzeiro, em que se procurava retratar o paulista em meio aos registros de pujança econômica da cidade: Povo engravatado, andando às pressas, introspectivo, absorvido pela febre de produzir e de crescer, o paulista tem, às vezes, sofrido o epíteto de “orgulhoso”, “bairrista”, “fechado”. O adjetivo não se justifica, desde que se penetre na alma do bandeirante. Orgulhoso ele realmente é, ... mas no sentido de ufania pela sua terra... Tem consciência do que é, sem contudo negar outros valores. Prova-o o fato de receber como irmão, todo aquele que procura Piratininga para integrar-se... agregar-se... Porque São Paulo sabe também que a sua grandeza é fruto do suor de todos os que estão abrigados à sombra da gloriosa bandeira das treze listras, sem distinção de raças, de credo ou de cor.2

A celebração tornara-se pretexto para demonstrar que São Paulo, impulsionada pelas forças da educação e da cultura, da ciência e das artes, da economia e da indústria, entrara definitivamente em um ciclo virtuoso que a levaria à liderança e à vanguarda do país. Cultura e economia já emitiam sinais de vigor para garantir a São Paulo tal posição de destaque. O poeta Guilherme de Almeida, então presidente da Comissão do iv Centenário e editor da revista do evento, escreve na apresentação daquela publicação: O sinal está aberto. O tráfego livre... E na nossa frente, estende-se o São Paulo dinâmico e babélico, que exibe, firmada por Anchieta e Nóbrega, tendo a testemunhá-la o português João Ramalho e o cacique Tibiriçá, originalíssima certidão de nascimento em que se lê a sua idade provecta: 400 anos! E enfeitiçando tudo os arranha-céus colossais, sombrios monstros de cimento armado, as sujas chaminés das fábricas e das usinas eternamente a cachimbarem um fumo negro, e, pelas ruas e avenidas trepidantes, nos escritórios e oficinas, como num autêntico formigueiro humano, os 3 milhões de paulistanos labutam, atazanados com os negócios, testa vincada, preocupados com o trabalho de cada dia....

A revista foi encaminhada aos seus destinatários com a seguinte carta de apresentação, em cujo parágrafo inicial podemos perceber a dimensão dos fatos, os esforços empreendidos, o significado da celebração da data e o papel estratégico do Ibirapuera como amálgama de um destino histórico que a cidade estava inevitável e orgulhosamente cumprindo: Ao abrirem-se os portões do Ibirapuera – quer dizer: ao cumprir São Paulo a promessa que há quatro séculos fizera ao mundo de a êste revelar o tesouro de seu labor – forçoso 2 Apud arruda, Maria Arminda do Nascimento. Metrópole e cultura: São Paulo no meio do século xx. Bauru: edusc, 2001, p. 74.

é que se abram também as folhas de um caderno de assentamentos, em que se há de registrar o dia-a-dia das realizações comemorativas nestes mêses finais da grande 209


of the great Paulista Party. ¶ Hence this Revista do iv Centenário. Bearing the seal of the Autarchy encumbered with the serious responsibility of organizing the official celebration of this historic date, this periodical will be the official and vibrant chronicle of everything São Paulo experiences throughout this jubilant moment of awareness of its own grandeur. ¶ It is in the just understanding of those who leaf through its pages that this document shall reap its greatest and grandest reward. ¶ São Paulo, August 9, 1954.

fig.1 Juscelino Kubitschek e Francisco Matarazzo Sobrinho em frente ao quadro Guernica, de Picasso, durante a 2ª Bienal de São Paulo, 1953/1954 Juscelino Kubitschek and Francisco Matarazzo Sobrinho in front of the Guernica, by Picasso, during the 2nd Bienal de São Paulo, 1953/1954 cortesia · courtesy » Arquivo Histórico Wanda Svevo / Fundação Bienal de São Paulo

fig.2 cortesia · courtesy » Arquivo Histórico Wanda Svevo / Fundação Bienal de São Paulo © Antônio Maluf

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At the 2nd Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo, inaugurated in 1953 and extended until the end of 1954 so as to overlap with the 4th Centenary events, Pablo Picasso’s famous Guernica was, without doubt, the biggest draw. Held at an Ibirapuera Park still under construction, a photo [fig.1] shows Ciccillo Matarazzo standing beside future president Juscelino Kubitschek, then governor of Minas Gerais. There is something auspicious about this picture, connecting the Bienal and Ibirapuera complex in São Paulo, Pampulha in Belo Horizonte and the future city of Brasília. Latent in the image is a world in gestation, a history being written, a moment in which an innovating language meets the spirit of invention, a renunciation of the status quo and the prefiguring of a new approach to craft, demonstrating that the option for the new in art and architecture was definitive and categorically manifest in everything Guernica/Picasso stood for. Guernica hangs on the wall as a talisman, and the marquee at the Pampulha Ballroom, designed by the architect Oscar Niemeyer, foretells a historic destiny that would find fulfillment in the Ibirapuera marquee and the scale of the city of Brasília, achievements that would prove fundamental to urban experience in Brazil and to the transformation of the illusion of modernity into a fast-spreading modernism, easily assimilable and readily recognizable in both form and content. Where the 1st Bienal, 1951, held at the Trianon Park Pavilion on Paulista Avenue, exhibited works by Giacometti, Magritte, Grosz, Segall, Brecheret, Goeldi, Mori, Max Bill and Ivan Serpa, amplifying Mário de Andrade’s dawn alarm, the 2nd Bienal, held in an unfinished Ibirapuera Park, boasted Paul Klee, Oskar Kokoschka, Piet Mondrian and De Stijl, Alexander Calder, Henry Moore, James Ensor and Giorgio Morandi, as well as an exhibition on Walter Gropius’ Bauhaus, engravings by Edward Munch and a Brazilian contingent that featured Volpi and Di Cavalcanti. This history in gestation can be illustrated by three posters, all works of excellence in graphic design. The poster for the 1st Bienal [fig.2], by Antônio Maluf, displays the hegemony of the constructivist repertoire, represented at the event by Max Bill, and its impact on Brazilian concretism—fertile ground for dialogue between the fields of art and design in Brazil. In Antonio Bandeira’s poster for the 2nd Bienal [fig.3], the curves and amoeboid forms present in the works by Arp, Moore and Calder seem to converge with Niemeyer’s design for the Ibirapuera marquee. The poster entitled brasilien baut brasília [Brazil builds Brasília][fig.4], which Mary Vieira produced for the homonymous exhibition in Zurich in 1957, uses concrete language to represent the cartographic scale of the new city versus the vast Brazilian territory.


Festa Paulista. ¶ Ora, para tanto aqui está a Revista do iv Centenário. Levando a chancela da Autarquia à qual incumbe a séria responsabilidade da celebração oficial da data histórica, será êste periódico a crônica autorizada e viva de tudo o que foi São Paulo neste seu tempo da jubilosa consciência da própria grandeza. ¶ Na justa compreensão dos que o folhearem terá êste documentário seu prêmio maior e melhor. ¶ São Paulo, agôsto, 9, 1954.

fig.3 cortesia · courtesy » Arquivo Histórico Wanda Svevo / Fundação Bienal de São Paulo © Antonio Bandeira

fig.4 © isisuf

Na 2ª Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo, inaugurada em 1953 e prorrogada até o início de 1954 a fim de fazer coro com os eventos do iv Centenário da cidade, a célebre obra de Pablo Picasso, Guernica, era seguramente a maior atração do evento. Realizada em um Ibirapuera em construção, uma foto [fig.1] registra Ciccillo Matarazzo ao lado de Juscelino Kubistchek, então governador de Minas Gerais e futuro presidente do Brasil. Há algo de premonição na imagem, ao aproximar a Bienal de Arte, o projeto do complexo do Ibirapuera, em São Paulo, a Pampulha, em Belo Horizonte, e a futura Brasília. Ali está interdito um mundo em gestação, uma história sendo escrita, relacionando a inovação da linguagem e o espírito de invenção, a renúncia a um estado de coisas e o prenúncio de um fazer diferente, a demonstração de que a opção pelo novo na arte e na arquitetura é definitiva e está categoricamente manifesta em tudo aquilo que Guernica significava. Guernica é um talismã dessa história, e a marquise da Casa do Baile, na Pampulha, desenhada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, é o gesto inicial do destino histórico que iria se cumprir com a marquise do Ibirapuera e a escala da cidade de Brasília como realizações fundamentais para a experiência urbana no Brasil e a transformação da ilusão da modernidade em um modernismo difundido, assimilado e reconhecido tanto na forma, quanto no conteúdo. Se na 1ª Bienal, 1951, realizada no Pavilhão do Parque Trianon, na Avenida Paulista, foram expostas obras de Giacometti, Magritte, Grosz, Lasar Segall, Brecheret, Goeldi, Mori, Max Bill e Ivan Serpa, entre tantos outros artistas, ampliando a potência sonora do alarme marioandradiano, na 2ª Bienal, já localizada em um Parque Ibirapuera em obras, os destaques eram Paul Klee, Oskar Kokoschka, Piet Mondrian e De Stijl, Alexander Calder, Henry Moore, James Ensor e Giorgio Morandi, além da exposição sobre a escola Bauhaus de Walter Gropius, das gravuras de Edward Munch e dos representantes do Brasil, Volpi e Di Cavalcanti. A referida história em gestação pode ser ilustrada por três cartazes, três obras de excelência do design gráfico nacional. O cartaz da 1ª Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo [fig.2], de Antônio Maluf, retrata a hegemonia do ideário construtivista – representado pela participação de Max Bill – e seus reflexos no concretismo brasileiro, fértil campo de diálogos entre arte e design no Brasil. No cartaz de Antonio Bandeira para a 2ª Bienal [fig.3], as curvas e as formas ameboides presentes nas obras em exposição de Arp, Moore e Calder pareciam convergir com os propósitos do desenho da marquise do Ibirapuera de Niemeyer. O cartaz “Brasil constrói Brasília” (brasilien baut brasília) [fig.4], de Mary Vieira para a exposição homônima realizada em Zurique, em 1957, representa a cartografia da escala descoberta para a nova cidade e a dimensão do território brasileiro, em linguagem concretista. 211


on the marquee The Ibirapuera marquee is the touchstone of this whole story, and is synonymous with the park’s own construction. The pavilions are the shining examples of modern Brazilian architecture in the park, while the marquee is the very incarnation of the constructed architecture of the park itself. In other words, the pavilions are in the park and the marquee is the park. In Ibirapuera, the shade of the marquee is more generous than that of the trees. Its form can only be grasped from a distance, from a bird’s eye view, while for those enjoying its cool shade and spaces, more than any form, the marquee is sound, temperature and demarcation. It is a sort of rambling interior, dilating the area, propelled by the noise of the park-goers, who become complicit agents of that interiority. In an affirmative architectonic complex, where everything comes down to metrics and modulation, the marquee escapes measurement and the perception of constructive, concrete rigor to become spasm, suggestion and fluidity. Like the park, the marquee is adventurous and generous to the walker. It invites us to linger, to roam, to watch the world around us. It is an anthropophagic utopia in architectonic language: it seems to introduce a sentimental modernism, sensitive to the cultural forces of (Pau-)Brasil, an enigmatic nation, oscillating between assertive and erratic routes. This medicinal side to the Ibirapuera complex’s idealism was captured very clearly by the engineer (and poet) Joaquim Cardoso: 5 The lines, surfaces and volumes of the buildings in this architectonic conjunct evoke and suggest a whole complex of modern technical activities, representing at once the unity and multiplicity of human labor while evoking the objective results of that toil. They kindle an awareness of a time of laborious achievements and consolidate, in inert material, a whole order of pure and precise ideas [...]. The Organizing Committee for the 4th São Paulo Centenary therefore finds in this architectonic conjunct its perfect and adequate indication, the ideal language in which to transmit to all who would listen the importance and level of technical and industrial development this great State has attained over its four-hundred year existence.

5 Draft plan for the 4th São Paulo Centenary Exhibition. São Paulo: Arte e Arquitetura, 1952. Apud arruda, m. a. n., op. cit, p. 84.

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Every single building inside the park was designed by the architect Oscar Niemeyer and his team (the architects Zenon Lotufo, Helio Uchôa and Eduardo Kneese de Mello, with the collaboration of Gauss Estelita and Carlos Lemos. The 1953 Bienal was held in two identical 140 x 42-meter pavilions—Palácio das Nações [1] [Palace of Nations] and Palácio dos Estados [2] [Palace of States]— positioned at right angles at the western and southwestern tips of the marquee. Both pavilions offer a canopied stroll along their glass-walled sides, thanks to the retracted architraves at ground level and the two-pronged pilotis understructure (vertical and diagonal). The Palácio das Nações, or Manoel da Nóbrega Pavilion as it is known today, houses the Museu Afro Brasil [Afro-Brazilian Museum], while the Palácio dos Estados is now called Pavilhão das Culturas Brasileiras [Brazilian Cultures Pavilion].


sobre a marquise

1

5 2 4 3

N

1 2 3 4 5 6

6

Museu Afro Brasil (Palácio das Nações) Pavilhão das Culturas Brasileiras (Palácio dos Estados) Pavilhão Ciccillo Matarazzo (Palácio das Indústrias) Oca (Palácio das Artes) Auditório do Ibirapuera Museu de Arte Contemporânea da usp (Palácio da Agricultura)

A marquise do Ibirapuera é a pedra de toque dessa história. Ela se confunde com a própria construção do parque. Os pavilhões são edifícios exemplares da arquitetura moderna brasileira no parque. A marquise encarna a própria arquitetura do parque construído. Ou seja, os pavilhões estão no parque; a marquise é o parque. No Ibirapuera, a sombra da marquise é mais generosa do que a das copas das árvores. A forma da marquise não é apreensível senão à distância, em voo de pássaro, pois, para quem frequenta sua sombra e seus espaços, ela é – antes de forma – som, temperatura e demarcação de território. Uma espécie de interior extenso, dilatado, movido pelos sons de seus frequentadores, agora partícipes e conviventes dessa sensação de interioridade. Em um conjunto arquitetônico afirmativo, onde tudo é métrica e modulação, a marquise escapa à mensuração, à percepção do rigor construtivo e concreto, para ser espasmo, sugestão e fluidez. Como o parque, a marquise é aventurosa e generosa para o caminhante. Convida-o a prolongar a estada, a andar a esmo, a observar os fatos e os personagens. É a utopia antropofágica em linguagem arquitetônica: parece introduzir um modernismo sentimental, sensível às forças culturais do (Pau-)Brasil, país enigma, oscilando entre rotas assertivas e erráticas. O lado doutor do idealismo do conjunto arquitetônico do Ibirapuera foi bem apresentado pelo engenheiro (e poeta) Joaquim Cardoso: 3 Os edifícios desse conjunto arquitetônico evocam nas suas linhas e superfícies, sugerem nos seus volumes todo o complexo das atividades técnicas modernas, representando simultaneamente a unidade e a multiplicidade do trabalho humano, evocam os resultados objetivos desse trabalho, instalam a consciência de uma época de operosas realizações e consolidam, na matéria inerte, toda uma ordem de ideias puras e exatas... A Comissão organizadora do iv Centenário de São Paulo encontra, portanto, nesse conjunto arquitetônico a indicação perfeita e adequada, a linguagem ideal para transmitir, a quantos quiserem saber, a importância e o grau de desenvolvimento técnico e industrial do grande Estado, através de quatro séculos de existência.

3 Anteprojeto da Exposição do iv Centenário de São Paulo. São Paulo: Arte e Arquitetura, 1952, apud arruda, op. cit., p. 84.

Todos os edifícios do parque foram projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer e por sua equipe (arquitetos Zenon Lotufo, Helio Uchôa e Eduardo Kneese de Mello, com a colaboração dos arquitetos Gauss Estelita e Carlos Lemos). A Bienal de 1953 foi realizada nos Palácios das Nações [1] e dos Estados [2], dois pavilhões idênticos (140 x 42 m) dispostos em ângulo reto em duas extremidades da marquise, a noroeste e sudoeste do parque, respectivamente. Ambos os pavilhões oferecem passeio coberto ao longo de suas laterais transparentes, devido ao recuo dos caixilhos no nível térreo e à solução de apoio com o piloti se subdividindo entre duas linhas: a vertical e a diagonal, à maneira de um consolo. O Palácio das Nações, hoje Pavilhão Padre Manuel da Nóbrega, abriga, desde 2004, o Museu Afro Brasil. O Palácio dos Estados atualmente abriga o Pavilhão das Culturas Brasileiras. 213


At the eastern end of the marquee sits the Palácio das Indústrias [3] [Palace of Industries] (250 x 50 m), longer and taller than the other two,6 and volumetrically even more sober, a stark contrast with its spectacular interior of ramps and mezzanines. The largest exhibition space in the city, it is as if this rigorously modular structure internalized, in three dimensions, all the expressive freedom of the marquee outside. The Palácio das Indústrias, now the Pavilhão Ciccillo Matarazzo, is home to the Fundação Bienal de São Paulo, the institution responsible for organizing the biennial art exhibition. The northeastern tip of the marquee is flanked by two of São Paulo’s leading culture and arts venues: the Palácio das Artes [4] [Palace of Arts] and Ibirapuera Auditorium [5]. The first-mentioned, popularly known as Oca [so named for its resemblance to the traditional Indian hut], but officially the Lucas Nogueira Garcez Pavilion, is, according to the architect Paulo Mendes da Rocha, the most beautiful museum in the world. The second, the last major construction undertaken in the park (though designed in the 1950s, construction was only completed in 2005), mostly hosts concerts and other musical events. A single building stands away from the marquee: the Palácio da Agricultura [6] [Palace of Agriculture] (130 x 18.5 m), the tallest of the constructed blocks. Poised upon V-shaped pilotis, this pavilion currently houses the Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo [Museum of Contemporary Art], the result of the contents transfer from the former Museu de Arte Moderna de São Paulo [Modern Art Museum] to the University of the by the couple Yolanda Penteado and Ciccillo Matarazzo. Thus was configured the architectonic/urbanistic weft that would become the picture-postcard of a modernist São Paulo. A place readily recognizable for attributes that most definitely were not those of the city that hosted it, but rather of the ideal self-image or self-representation the city had envisaged for itself. At the same time, such a statement of intent is and is not the city’s truth. Sixty years on from the creation of Ibirapuera, are the values that have prevailed those of the city we were not? ✳

6 Of the park’s exhibition buildings, special mention must be made of the current home of the São Paulo Bienal, a truly immense construction that—believe it or no—is longer and wider than Barão de Itapetininga Street, which runs from the Municipal Theater down to República Square in the city center. lemos, Carlos. Da taipa ao concreto: crônicas e ensaios e sobre a memória da arquitetura e do urbanismo. São Paulo: Três Estrelas, 2013.

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Stepping inside Ibirapuera, there’s a moment of hesitation, of indecision, as you try to get your bearings, find the place to while away your free time at the typical pace of leisure, and then you head for the marquee. You follow its lead, meandering in its shelter, as if it were a master of ceremonies of sorts, a guide for all paths, the key to all spaces, the very essence of the park, its meaning. A quick look at an aerial picture is enough to show that the marquee neither distributes nor connects the buildings, as it covers the walkways and directs circulation. No, definitely not. In fact, it does the opposite: everything around the marquee converges upon it—it’s the allure of the open shaded space that is the real protagonist, and every building, facility or activity seeks to gather round it, mere appendices—however illustrious—to what is effectively the park’s uber-feature, a space to be occupied and reinvented continuously, a protean space reshaped by each new use to which it is put, a space determined by the pace of activity, a transformative hub. “Poetry is in the facts”,


Na extremidade sudeste da marquise está localizado o Palácio das Indústrias [3], maior e mais alto do que os dois anteriores (250 x 50 m)4 e com volumetria ainda mais sóbria do que a deles, o que concorre para o contraste com o interior espetacular marcado pelo sistema de rampas e mezaninos desse grande espaço expositivo da cidade, como se fora possível introjetar no espaço rigorosamente modulado a liberdade expressiva da marquise em terceira dimensão. O Palácio das Indústrias, hoje Pavilhão Ciccillo Matarazzo, abriga a Fundação Bienal de São Paulo, instituição responsável pela organização das bienais de arte. A ponta nordeste da marquise divide os espaços de dois destacados lugares paulistanos da cultura e das artes: o Palácio das Artes [4] e o Auditório do Ibirapuera [5]. O primeiro, popularmente conhecido como Oca, é hoje denominado Pavilhão Lucas Nogueira Garcez e considerado, segundo o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, o museu mais bonito do mundo. O segundo, última grande obra realizada no parque (projetada nos anos 1950 e finalizada em 2005), tem abrigado principalmente eventos musicais. Um único edifício restou distante da marquise: o Palácio da Agricultura [6] (130 x 18,5 m), o mais vertical dos blocos construídos, sob pilotis em V, e que hoje abriga o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, originado em 1963 da transferência para a usp das coleções do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo (mam sp), e do casal Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo. Estava assim configurada a trama arquitetônica-urbanística que viria a se tornar o cartão de apresentação de uma São Paulo modernista. Um lugar reconhecível por seus atributos, que definitivamente não eram aqueles da cidade; ao contrário, na construção daquela referida autoimagem ou autorrepresentação, o que se faz é o que se deseja para si. O cartão de apresentação da cidade é, simultaneamente, aquilo que é e o que não é a cidade. Seriam os valores da cidade que não fomos os que prevaleceram, depois de 60 anos de existência do Ibirapuera? ✳

4 “Dentre os edifícios destinados a abrigar exposições destacou-se a atual sede da Bienal de São Paulo − construção enorme; imaginem vocês que ela é mais larga e mais comprida que a rua Barão de Itapetininga, que vai do Teatro Municipal à praça da República, no centro da cidade.” (lemos, Carlos. Da taipa ao concreto: crônicas e ensaios sobre a memória da arquitetura e do urbanismo. São Paulo: Três Estrelas, 2013).

Ao ingressar no Ibirapuera, o homem, por um breve instante, titubeia, indeciso, à procura de seu lugar no parque, onde possa deixar correr suas horinhas de descuido, no embalo típico dos momentos de nada fazer, e toma a direção da marquise. Passeia por ela, percorre o parque ao seu abrigo, como se ela fosse o mestre de cerimônias, o guia de todos os caminhos, a chave dos espaços, a essência do parque, o sentido do lugar. Ela, como pode parecer, vista do alto, não distribui ou liga os edifícios, cobrindo os caminhos e direcionando a circulação. Definitivamente, ela faz o inverso: a ela todos convergem. Seu encanto livre e sombreado é protagonista daquele espaço, onde cada edifício ou programa não passa de um ilustre apêndice do que é o programa-síntese de um parque: o espaço a ocupar e a se inventar continuamente, um espaço que se faz na medida de seu uso, no compasso do evento; o espaço transformador da marquise. “A poesia existe nos fatos”, frase oswaldiana inaugural do Manifesto da Poesia Pau-Brasil, situa quem melhor concentra o reconhecimento de um fato estético na paisagem do Ibirapuera. A marquise não se impõe como obra constituída, texto fechado ou espaço definido, mas sim como fato, 215


the opening line of Oswald de Andrade’s “Manifesto da poesia pau-brasil” [Manifesto of Pau-Brasil Poetry], is perhaps the best tip for anyone looking to identify aesthetic facts on the park landscape. The marquee does not impose itself as a completed work, a final draft or defined space, but rather as a fact, an event, a happening. It is an allegory for democracy, freedom of expression, an invitation to blend into the place. Inside the park, we see that the meaning resides within us, in what we do and how we do it. It’s a blank page waiting for the most varied scripts. A blank page—solemnly blank—waiting to receive all manner of fleeting facts and banal moments of downtime life. A blank page with curvy contours that sweep out of sight, mixing the covered and the uncovered, the dry and the wet, the here and the there on a patchwork landscape; this marquee, with its doorless interiority, is the experience of new human-scale values in an urban space. Liberty found its architectonic expression in the marquee. It juts in all directions. If the buildings look dated, or are at least identified with a legible moment in the history of Brazilian modern architecture, the marquee is timeless. Though connected to them in space, it drifts free of them in time: it is modern, contemporary, futuristic. With its meanderings, it spills across the park like liquid, hugging the contours of the landscape and expanding it, like the representation of a logic of infinite expansion, bending around chance or any imaginary obstacle, a flat canopy above a flat park, as planar as the terrain on which the city’s new capital would be built. On the vast level plain surrounding Pampulha Lake, or on the boggy margins of Ibirapuera’s watercourses, ponds and meanders, or on the central plateau of Brasília, the marquee becomes the surface or national entity elected to receive the shade modern architecture alone is capable of throwing. With modernism, the ground was added to Brazil’s poetic repertoire as both form and content. The Ibirapuera marquee is no simple connector or promenade between illustrious buildings: it is the very synthesis of the landscape, meaning condensed into a stretching form—rambling like Brazilian territory and as free as the paths we could imagine the nation taking. The body is the measure of scale for the city, not the geometrical mind. Hence the marquee is a path, and as a path, a metaphor for the country. A force of will to synch our watches with the First World.

on the park’s design There is a paradox to every city park implantation project: the sowing, the attempt to put down roots in eroded soil, is a human endeavor—or an artifice—and its success is measured by how natural it looks, how neatly it seems to belong in and identify with the place, as if it were a work of nature which man undertakes to preserve, carefully tending to its splendor. And every relation between man and this fenced-in patch of nature is measured by the layout of routes and paths. The design of any park is an exercise in disguise and its art is essentially that of laying down paths. The art of narrative par excellence. 216


evento ou acontecimento. Ela é a alegoria da democracia, da liberdade de expressão, do convite à integração ao lugar: nela percebemos que o sentido está em nós, no que fazemos e em como fazemos. Página em branco a receber as mais variadas escrituras. Página em branco, solenemente em branco, para imprimir os fatos passageiros e banais da vida em hora de folga. Página em branco, com seus limites curvos a perder de vista, a misturar o coberto com o descoberto, o sombreado com o solar, o seco com o molhado, o aqui com o ali da paisagem recortada, sua interioridade sem fechos e a experiência de novos valores da escala humana no espaço urbano. A liberdade encontrou na marquise sua expressão arquitetônica. Ela se move em todas as direções. Se os edifícios parecem datados ou pelo menos identificados com um momento legível da história da arquitetura moderna no Brasil, a marquise é atemporal. Se espacialmente está ligada a eles, no tempo ela se descolou: é moderna, é contemporânea, é do futuro. Com seu desenho em meandros, espraia-se como forma líquida, contornando a paisagem para ampliá-la, como representação de uma lógica de expansão infinita, superando o acaso ou um obstáculo imaginário sobre o parque plano como a própria laje, como o terreno da cidade onde se erguerá a capital do país. O vasto plano horizontal do chão, na borda do Lago da Pampulha, nas áreas brejosas ao longo dos cursos d’água do Ibirapuera, com seus lagos e meandros, ou no planalto central brasiliano, torna-se a superfície ou entidade nacional a receber a sombra que a arquitetura moderna será capaz de oferecer. Com o modernismo, o chão definitivamente entra como forma e conteúdo no imaginário poético do Brasil. A marquise do Ibirapuera não é a simples ligação ou o desenho de passagens entre edifícios ilustres: ela é a síntese da paisagem, uma espécie de condensação de significados em uma forma extensa, assim como extenso é o território brasileiro e livres são os percursos que, no futuro, imaginamos. A escala da cidade se mede com o corpo, e não com a mente geométrica. Por isso, a marquise é caminho e, como caminho, metáfora do país. Uma vontade movente para, rapidamente, acertar o relógio com o Primeiro Mundo.

Vista aérea do Parque Ibirapuera, 1962 Parque Ibirapuera seen from the air, 1962 cortesia · courtesy » Arquivo Histórico Wanda Svevo / Fundação Bienal de São Paulo

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Parque Ibirapuera · Ibirapuera Park São Paulo, Brazil · São Paulo, Brazil Aterro do Flamengo Rio de Janeiro, Brasil · Rio de Janeiro, Brazil

The path is one of the means we have of gleaning scale from ever-changing perspectives. The plan for a garden or any other landscaping project is, basically, an act of walking, a slow evolution that demands care. Designing a garden is one of the most abstract acts of representation in the fields of architecture and urbanism, as it concerns a design that is never realized in a manner that is homologous, or even analogous, to the real. A garden design is a quasi-image with all the impressionistic indefiniteness of an expression that requires more imagination than vision, more desire than certainty, like the memory of a dream that can never be fully recalled. The plan for a garden is prey to the unpredictability of living forms. Michael Jakob 7 observes that gardens are not representable: a garden can never be apprehended in a single take, like a painting. No image or interior representation produced in situ could possibly contain the garden-totality; none could be exhaustive or truly representative. Every landscape is [...] an absolute, unique singularity. The same landscape is never seen twice. This impossibility of representing the garden-totality in a stable manner—as in a garden each step taken changes its reality—therefore suggests a radicalization of the landscape phenomenon. Put another way, every garden is an infinite world that demands an unlimited series of representations.

7 jacob, Michael. El jardín y la representación. Madrid: Siruela, 2010. p. 12. Translated for this edition.

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So, just as a garden beggars representation, neither can its size be measured in terms of surface area. Any such number, counted out in square meters or hectares, is deceptive or, better put, unimportant, as the dimensions of a park, however concrete and absolute, are relativized by the design of its path and roadways and the relationship it establishes with the urban grid of its city. A park’s location in a city is more effective than how much surface area it covers. As a park accommodates our free time, its aesthetic qualities are relative and dependent on the design of its perimeter. The way a park fits into the urban fabric, into the road and street grid, its relationship with the buildings that gird it, all of this affects how its dimensions and aesthetic value are perceived. Some parks invade the city and are defined by


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Parque de El Retiro · El Retiro Park Madrid, Espanha · Madrid, Spain Recoleta Buenos Aires, Argentina

sobre o desenho do parque Há um paradoxo em toda experiência de projeto e implantação de um parque na cidade: o esforço de semeadura, a tentativa de criar raízes em solo desenraizado, é uma ação humana – ou um artifício – cujo sucesso passa por se parecer natural, de modo que tudo ali realizado tenha tamanho pertencimento e identidade com o lugar como se obra da natureza fosse, algo que o homem apenas preservou e cuidou para manter o esplendor. E toda a relação entre o homem e essa porção de natureza cercada de cidade é mediada pelo desenho dos caminhos. O projeto de um parque é um disfarce, e sua arte, essencialmente, é desenhar caminhos. Arte da narrativa, por excelência. O caminho é uma das formas de aferir a escala em perspectivas sempre novas. O projeto de um jardim, ou um projeto paisagístico, é um caminhar, um lento evoluir que exige cuidados. Desenhar um jardim é uma das mais abstratas representações do campo da arquitetura e do urbanismo, pois se trata de um desenho que nunca se realizará de forma homóloga ou mesmo análoga ao real. O projeto de um jardim é uma quase-imagem, tem a indefinição impressionista de uma expressão que reivindica mais imaginação do que visão, mais desejo do que certeza, como a lembrança de um sonho que nunca se recupera por inteiro. O projeto de um jardim é um desenho aberto ao imprevisto das formas vivas. Michael Jakob 5 observa que os jardins não são representáveis: ...un jardín nunca puede ser aprehendido de un solo golpe de vista, a la manera de un cuadro. Ninguna imagen o representación interior producida in situ podrá contener la totalidad-jardín; ninguna podrá ser exhaustiva o verdaderamente representativa. Todo paisaje es ... una singularidad absoluta y única. Nunca se percibe dos veces el mismo paisaje. El no poder representarse la totalidad-jardín de manera estable – en un jardín, cada paso crea otra realidad - supone por tanto una radicalización del fenômeno paisajístico. Formulado de otro modo, todo jardín es un mundo infinito que exige una

5 El jardín y la representación. Madrid: Siruela, 2010, p. 12.

serie ilimitada de representaciones. 219


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Central Park Nova York, eua · New York, usa Bois de Boulogne Paris, França · Paris, France

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their sharp contrast with it, while others gently finger their way into the cityscape, spreading out in tentacular squares and boulevards. Others are still cut through by the city itself, making way for thoroughfares and avenues. Some parks are central, others peripheral, and all of these variables affect how a park’s dimensions are perceived. Its comparison with the surrounding street grid and the relationship between dense and empty spaces inform this perception, and the definition of the area as a park. If we take a stroll around Central Park in Manhattan, New York, we’ll see that the shorter end is about a fifth the length of the longer (approx. 800 x 4000 m), although the former takes up three blocks, while the latter is divided into fifty-one. So the actual size of the lengths is not as important as the number of streets that run off them. Eduardo vii Park in Lisbon, a true city center park, given the generous array of activities and outings it provides, is clearly positioned to exploit the run of Liberdade Avenue in order to tee up a monumental view of the Tejo. In this sense, Eduardo vii Park, though large for the surrounding urban fabric of Lisbon, is still dwarfed by the mighty river. A stroll down Liberdade Avenue, on the other hand, seems to be much longer than it really is and more eventful, as if it were a linear park. Given the range of relations it maintains with the surrounding city, Chapultepec Woods in Mexico City, is often compared to Hyde Park in London a large open garden. It is also compared to Ibirapuera, an isolated refuge or botanical garden, and its main cultural draw is a host of very important museums (Museo Nacional de Antropología, Museo Tamayo and Museo de Arte Moderno). Like the Tiergarten in Berlin, Chapultepec’s integration between the parkland and busy road system seems infinitely better than any of those mentioned above. Ibirapuera is slightly larger than Hyde Park, but strikes the visitor as much bigger. Given its classic configuration and syntax, the London park can be grasped in its totality. It also blends into the street grid, which means it preserves that human scale. Ibirapuera is more isolated for the pedestrian, given the sheer size of the road system that surrounds it. The visitor has no notion of its size, as we can never grasp its totality or its syntax, which are only discovered through movement,


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Parque Eduardo vii · Eduardo vii Park Lisboa, Portugal · Lisbon, Portugal Bosque de Chapultepec · Chapultepec Woods Cidade do México, México · Mexico City, Mexico

Assim como um jardim é irrepresentável, seu tamanho não se mede por sua área ou superfície. Esse número, em metros quadrados ou hectares, é enganoso, ou melhor, desimportante, pois as dimensões de um parque, mesmo concretas e absolutas, devem ser relativizadas considerando o desenho de seus caminhos e a relação que ele estabelece com o padrão urbano de uma cidade. A situação do parque na cidade é mais efetiva do que as dimensões de sua superfície. Como o parque abriga as horas inúteis do dia, suas qualidades estéticas são relativas e dependentes do desenho de seus limites. O modo como o parque se insere no tecido urbano, na trama viária e na relação com os edifícios que lhe dão contorno afeta sua percepção dimensional e seu valor estético. Há os parques que interrompem a cidade e se definem em forte contraposição; há os que penetram na cidade suavemente, espalhando seus tentáculos por pequenas praças e bulevares; há os que são cortados pela cidade, ao oferecer espaço para a continuidade do sistema viário; há os centrais e os periféricos; todas essas variáveis afetam a percepção das dimensões de um parque. A comparação com a trama viária do entorno e a relação entre cheios e vazios instruem a percepção de suas dimensões e sua própria definição como parque. Contornemos o Central Park em Manhattan, Nova York. O lado menor é cerca de um quinto do lado maior (aproximadamente, 800 x 4000 m), porém, aquele é contado como o comprimento de três quadras, enquanto este, de 51 quadras. Importa muito menos os tamanhos diferentes de quadras do que a quantidade de ruas que para ali concorrem. O Parque Eduardo vii, em Lisboa, é nitidamente uma garantia de perspectiva monumental para o Tejo seguindo o eixo da Avenida da Liberdade, que é, por seus usos e pela generosidade dos passeios, o verdadeiro parque que se espraia no meio da cidade. Nesse sentido, o Parque Eduardo vii, de grandes dimensões se comparado com o padrão de urbanização da região central de Lisboa, é acanhado diante da escala da paisagem do Tejo. Já o passeio pela Avenida da Liberdade aparenta ser muito maior e generoso – à guisa de um parque linear – do que a área que ele de fato ocupa. O Bosque de Chapultepec, na Cidade de México, dada a diversidade de relações que mantém com a cidade – como um grande jardim frequentável, comparado ao 221


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Tiergarten Berlim, Alemanha · Berlin, Germany Hyde Park Londres, Reino Unido · London, United Kingdom

8 zumthor, Peter. Pensar la arquitectura. 2. ed. Barcelona: gg, 2009.

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while the English park readily reveals its structure. Different landscapes, certainly, but, more importantly, they are different sensorial experiences. Areas that indicate a park’s dimensions are useful when it comes to city planning, but they are devoid of any urbanistic value. Ibirapuera, known in São Paulo for its size, deserves to be recognized for those other qualities, which are dynamic and change over time. A park’s size, like its meaning, alters with time. The Swiss architect Peter Zumthor8 wrote about an old palace in his hometown that was remodeled and extended so many times over the centuries that separate buildings ended up growing into one another to form a complex that closed around a patio. With each phase, he noted, a new architectural totality emerged without the question of historical rupture ever being raised. This simple observation of change and, moreover, of judgments about changes serve as a lesson on the substance of a city and the meaning of architecture. Over its sixty years, Ibirapuera has changed, fundamentally, because the life it contained became increasingly more complex and its uses more intense. While its buildings have been preserved, their core functions—like those of the garden itself—have shifted with the circumstances and the new plans and actions of their administrators and users. The park’s surroundings have become denser, which has heightened the sense of free open space the park provides. However, above all, the city of São Paulo has changed considerably and its public spaces—what really matters in a city—are certainly not what they were sixty years ago. Baudelaire lamented that a city’s form changes far more quickly than a man’s heart. However, the meanings and values of a city’s changes will continue to be created by human hearts (and minds). Over the years, Ibirapuera has retained its joviality, those lush green spaces of renewing freedom, the deepest meaning of public space. What is it that has kept it thus, while other public spaces have been sapped of their vitality? The answer is the marquee’s lesson in transcendent modernism. ◆ LUÍS ANTÔNIO JORGE is an architect and urban planner who graduated from the Pontifícia Universidade Católica of the city of Campinas. He is a professor at the fau usp, where he studied for his masters and doctorate. He has taught as a visiting professor at the Universidad Autónoma Metropolitana of Mexico, Universidade Técnica de Lisboa, in Lisbon, Universitat Politècnica de Catalunya, and at Yokohama National University. He has been the recipient of seven awards from the Brazilian Institute of Architects (iab) for his architectural and urban planning projects and his published essays and books.


Hyde Park, em Londres; como um bosque, à maneira de um refúgio isolado ou um jardim botânico; com grandes e importantíssimos museus (Museo Nacional de Antropología, Museo Tamayo ou Museo de Arte Moderno), como o Ibirapuera e seu programa cultural; ou, ainda, como Tiegarten, em Berlim, na integração entre sistema viário de grande capacidade e parque –, parece ser infinitamente maior do que todos esses mencionados. O Ibirapuera é ligeiramente maior que o Hyde Park, mas parece ser bem maior. Por sua configuração e sua sintaxe classicista, o parque londrino é capaz de ser apreendido em sua totalidade. Também se integra ao tecido urbano, preservando a escala humana. O Ibirapuera é mais isolado para o pedestre, devido ao porte do sistema viário que o contorna. Não temos noção de seu tamanho, pois não percebemos sua totalidade, nem sua sintaxe: ela precisa ser descoberta pelo andar, enquanto, no parque inglês, ela pode ser vista. Paisagens distintas, mas, sobretudo, experiências sensoriais diferentes. As áreas que aferem as dimensões dos parques são úteis ao planejamento das cidades, mas destituídas de valores urbanísticos. O Ibirapuera, sempre lembrado por seu porte em São Paulo, merece ser reconhecido nos termos desses últimos, que, ao contrário do primeiro, são dinâmicos e se alteram no tempo. O tamanho de um parque se modifica com o tempo, na mesma medida de seu significado. O arquiteto Peter Zumthor 6 escreveu sobre um velho palácio de sua aldeia que, por muitos séculos, foi remodelado e ampliado, de sorte que edifícios separados acabaram por formar um conjunto fechado com pátio. A cada fase, observa ele, uma nova totalidade arquitetônica se configurava e a questão da ruptura histórica não se colocava. Essa simples constatação das mudanças e, sobretudo, dos juízos serve-nos como lição sobre a substância da cidade e do sentido da arquitetura. Ao longo de seus 60 anos, o Ibirapuera se modificou, fundamentalmente, porque a vida que ele abriga é cada vez mais complexa, ao passo que seu uso é cada vez mais intenso. Se seu patrimônio arquitetônico foi preservado, o programa de cada edifício, como o próprio jardim, tem sido modificado em razão das circunstâncias, dos projetos e das ações de seus gestores e usuários. O entorno do parque adensou-se e a percepção de seus valores de vazio, por contraste, é mais nítida para os que o frequentam. Mas, sobretudo, a cidade de São Paulo modificou-se profundamente e seus espaços públicos – o que realmente importa na cidade – não são como os de 60 anos atrás. Baudelaire lamentava que a forma da cidade muda mais depressa que o coração de um mortal. Porém, os significados e os valores das mudanças na cidade continuarão sendo construídos pelos corações (e pelas mentes) dos mortais. Com o passar dos anos, o Ibirapuera foi preservando sua jovialidade, os espaços verdes da liberdade renovadora, o mais profundo sentido do espaço público. O que teria prevalecido para mantê-lo assim, enquanto outros espaços públicos perderam sua vitalidade? A lição de modernidade transcendente da marquise. ◆

6 Pensar a arquitectura. 2. ed. ampl. Barcelona: gg, 2009.

LUÍS ANTÔNIO JORGE é arquiteto e urbanista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. É professor da fau usp, instituição onde fez mestrado e doutorado. Lecionou como professor-convidado na Universidad Autónoma Metropolitana do México, Universidade Técnica de Lisboa, Universitat Politècnica de Catalunya e na Yokohama National University. Recebeu sete prêmios do Instituto dos Arquitetos do Brasil (iab) por seus projetos de arquitetura e urbanismo e pelos ensaios e livros publicados.

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BES Photo - 9ª Edição Pedro Motta, Vencedor 2013 este prêmio é uma iniciativa do Banco espírito Santo. Foi criado em 2004 e se consolida a cada ano como um dos mais relevantes e representativos da arte contemporânea do atlântico Sul.

fIT fOr a nEw Era LISBOa • COLônIa • DuBLIn • EDImBurgO • HOng KOng • LOnDrES • LuanDa maDrI • CIDaDE DO méxICO • mumBaI • nOva IOrquE • SãO PauLO • varSóvIa

www.espiritosantoib.com.br • Telefone: +55 (11) 3074-7444 • Ouvidoria: 0800 7700 668

detalhe de obra de Pedro Motta, da série “natureza das coisas”, 2013. Esta fotografia integra o acervo de arte do Espirito Santo Investment Bank no Brasil.


ÍNDICE REMISSIVO DE ARTISTAS INDEX OF ARTISTS

A A Kassen Maisterravalbuena 167 a&s, Colectivo Isabel Aninat 166 Aasan, Øystein PSM 169 Aballéa, Martine Art : Concept 101 Abaroa, Eduardo Kurimanzutto 122 Abdessemed, Adel David Zwirner 111 Abdul, Lida Filomena Soares 115 Abramo, Lívio 189 Abramović, Marina Lia Rumma 124 Luciana Brito 126 Lisson 125 Abts, Tomma David Zwirner 111 Accinelli, Pablo Luisa Strina 127 Ackermann, Franz Fortes Vilaça 116 Neugerriemschneider 134 White Cube 148 Acosta, Daniel Casa Triângulo 107 Adinolfi, Maurício Pilar 160 Adnan, Etel Continua 110 Adorján, Rafael Amarelonegro 151 Adrianna Eu Inox 155 Afonso, Albano Casa Triângulo 107 Manoel Macedo 168 Agirregoikoa, Juan Perez Carreras Mugica 107 Aguiar, Deolinda 85 Ahtila, Eija-Liisa Marian Goodman 129 Ai Weiwei Continua 110 Lisson 125 Neugerriemschneider 134 Aires, Carlos Sergio Gonçalves 162 Aires, João Myrine Vlavianos 158 Aisengart, Jonas Portas Vilaseca 161 Aizenberg, Roberto Ruth Benzacar 169 Akerman, Chantal Marian Goodman 129 Alÿs, Francis David Zwirner 111 Peter Kilchmann 137 Albarracín, Pilar Filomena Soares 115

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Albergaria, Gabriela Vermelho 147 Vera Cortês 146 Albers, Josef Dan 110 Mul.ti.plo 132 Pace 135 Paulo Kuczynski 136 Vedovi 146 Albert, Hermann Agnès Monplaisir 99, 164 Albert, Rodrigo Manoel Macedo 168 Albuquerque, Andre Mezanino 157 Albuquerque, Daniel Amarelonegro 151 Alcaide, Ricardo Baró 104 Alcântara, Araquém Babel 103 Fotospot 154 Alencar, Tetê de Paralelo 159 Allain, Monique Lourdina Jean Rabieh 156 Allevato, Sergio Lemos de Sá 123 Allora & Calzadilla Lisson 125 Almandrade Gustavo Rebello 119 Almarcegui, Lara Parra & Romero 135 Almeida, Caetano de Luisa Strina 127 Almeida, Efrain Fortes Vilaça 116 Almeida, Helena Filomena Soares 115 Almeida, Márcio Amparo 60 100 Almeida, Paulo Leme 123 Almond, Darren White Cube 148 Alonso, Rafael SIM 141 Alphonsus, Luiz Oscar Cruz 134 Altfest, Ellen White Cube 148 Althamer, Pawel Neugerriemschneider 134 Alvarez, Claudio Ybakatu 148 Alvarez, Manuel Berenice Arvani 104 Amaral, Olga de 163 Agnès Monplaisir 99, 164 Amaral, Paulo Manoel Macedo 168 Amaral, Sidney Central 109 Amaral, Tarsila do Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Pinakotheke 137 A Ponte 138

Amélia, Sylvia AM 100 Amer, Ghada & Farkhondeh, Reza Filomena Soares 115 Américo, Waléria 71 Laura Marsiaj 122 Amorales, Carlos Kurimanzutto 122 Yvon Lambert 149 Amorim, Débora A Casa da Luz Vermelha 152 Amorim, Marcelo Zipper 149 Anderson, Deborah Paralelo 159 Anderson, Hurvin Michael Werner 131 Andersson, Mamma David Zwirner 111 Stephen Friedman 143 Andrade, André Athena Contemporânea 152 Fotospot 154 Andrade, Farnese de AM 100 Andrade, Jonathas de 32 Vermelho 147 Andrade, Rodrigo Carbono 106 Millan 132 Andrade, Santuza de 190, 191 André, Marcus Mercedes Viegas 131 Myrine Vlavianos 158 Ybakatu 148 Andrés, Maria Helena Lemos de Sá 123 Andre, Carl Vedovi 146 Yvon Lambert 149 Andujar, Claudia 29 Vermelho 147 Anselmo, Giovanni Cardi 106 Marian Goodman 129 Antony Sikkema Jenkins 140 Antunes, Arnaldo Laura Marsiaj 122 Antunes, Leonor Luisa Strina 127 Appel, Kevin Christopher Grimes 109 Aquarone, Paulo A Ponte 138 Aquino, Lívia Fotospot 154 Aramburu, Iosu 80m2 164 Araujo, Carlos Hilda Araujo 120 Araújo, Emanoel Dan Contemporânea 111 Paralelo 159 Araújo, Martha Jaqueline Martins 121

Araujo, Juan Luisa Strina 127 Arbus, Diane Gagosian 117 Arcangel, Cory Lisson 125 Arden Quin, Carmelo Simões de Assis 142 Aresta, Cassia Myrine Vlavianos 158 Argote, Ivan Vermelho 147 Arias, Fernando 173 Eduardo Fernandes 112 Arnaud, Pierre-Olivier Art : Concept 101 Arp, Hans Michael Werner 131 Arp, Jean Natalie Seroussi 133 Arrubla, Germán LA galería 156 Arruda, Lucas Mendes Wood DM 130 Arsham, Daniel Baró 104 Art & Language Lisson 125 Artschwager, Richard Gagosian 117 Arturo, Felipe Instituto de Visión 166 Asensio, Juan Dan Contemporânea 111 Asis, Antonio Polígrafa 138 Assef, Rafael Vermelho 147 Asseff, Ananké Oscar Cruz 134 Rolf Art 161 assume vivid astro focus 41 Casa Triângulo 107 Assumpção, Flora Emma Thomas 113, 165 Astray, Ana Karina Lema Paralelo 159 Atchugarry, Pablo Sur 144 Athaíde, Cristina Ybakatu 148 Athayde, Marçal Pinakotheke 137 Attia, Kader Continua 110 Auad, Tonico Lemos Luisa Strina 127 Stephen Friedman 143 Audebert, Julien Art : Concept 101 Auerbach, Tauba Carbono 106 Augusto, Fernando Ybakatu 148 Avedon, Richard Gagosian 117 AVPD Leme 123

Ayres, Leo Oscar Cruz 134 Azambuja, Marlon de Marilia Razuk 129 Azcárate, Emilia Henrique Faria 165 Azoury, Ricardo Gávea 118

B Bacal, Nicolas Vermelho 147 Baccaro, Francisco Amparo 60 100 Bacon, Francis Gagosian 117 Bader, Darren Franco Noero 117 Badiola, Txomin Carreras Mugica 107 Bahia, Dora Longo Vermelho 147 Bakker, Claudia Anita Schwartz 101 Balart, Waldo Henrique Faria 165 Baldessari, John Marian Goodman 129 Balerdi, Rafael Ruiz Carreras Mugica 107 Balka, Miroslaw White Cube 148 Balkenhol, Stephan Thaddaeus Ropac 145 Stephen Friedman 143 Ballester, Jose Manuel Dan Contemporânea 111 Ballesteros, Ernesto Ruth Benzacar 169 Baltar, Brígida 40 Nara Roesler 133 Balthus Gagosian 117 Bambozzi, Lucas Luciana Brito 126 Bandeira, Antonio 210, 211 Dan 110 Fólio 116 Gustavo Rebello 119 Hilda Araujo 120 Ipanema 120 Pinakotheke 137 Banfi, Adriana Myrine Vlavianos 158 Banfi, Chiara 25 Silvia Cintra + Box 4 141 Vermelho 147 Baptista, Arnaldo Dias Emma Thomas 113, 165 Baptistelli, Bruno Pilar 160 Baranek, Frida Raquel Arnaud 139

Barata, Beto A Casa da Luz Vermelha 152 Barateiro, Pedro Filomena Soares 115 Baravelli, Luiz Paulo 189, 190, 191 Marcelo Guarnieri 128 Baraya, Alberto Nara Roesler 133 Barba, Rosa Parra & Romero 135 Barbey, Bruno Babel 103 Barbieri, Stela Central 109 Barbosa, Felipe Sergio Gonçalves 162 Barbosa, João Paulo A Casa da Luz Vermelha 152 Barbosa, Vânia Sergio Gonçalves 162 Barceló, Miquel Mayoral 130 Pinakotheke 137 Barcellos, Ricardo Central 109 Barcellos, Vera Chaves Bolsa de Arte 105 Barclay, Claire Stephen Friedman 143 Bardi, Lina Bo 180, 183 Baroli, Fabio Luciana Caravello 126 Barr, Burt Sikkema Jenkins 140 Barrada, Yto Pace 135 Barrão Fortes Vilaça 116 Laura Marsiaj 122 Barreiros, Gonçalo Vera Cortês 146 Barreiros, Rosa Central 109 Barreto, Jorge Menna Baró 104 Bolsa de Arte 105 Barreto, Lia Menna Bolsa de Arte 105 Barreto, Luiz Carlos FASS 114 Barrio, Artur Millan 132 Manoel Macedo 168 Ronie Mesquita 139 Barrios, Álvaro Henrique Faria 165 Barros, Fabiana de & Favre, Michel Luciana Brito 126 Barros, Geraldo de Arte 57 102 Dan 110 Ipanema 120 Luciana Brito 126 Lurixs 127


Barros, Lenora de 173 Laura Marsiaj 122 Millan 132 Barry, Robert Yvon Lambert 149 Barsotti, Hércules 180, 183, 189 AM 100 Dan 110 Simões de Assis 142 Studio Nobrega 144 Bartha, Sandor Ivan 167 Bas, Hernan Peter Kilchmann 137 Basbaum, Ricardo A Gentil Carioca 118 Luciana Brito 126 Baselitz, Georg Gagosian 117 Thaddaeus Ropac 145 Michael Werner 131 Mul.ti.plo 132 White Cube 148 Basquiat, Jean-Michel 190, 191 Gagosian 117 Mayoral 130 Van de Weghe 145 Vedovi 146 Bastos, Joana Vera Cortês 146 Basualdo, Eduardo T. Luisa Strina 127 PSM 169 Ruth Benzacar 169 Batchelor, David Carbono 106 Leme 123 Batista, Ana Luiza Dias Marilia Razuk 129 Batista, Joacelio Celma Albuquerque 108 Batranu, Ioana Plan B 160 Baudevin, Francis Art : Concept 101 Bauer, Michael Peter Kilchmann 137 Baumgarten, Lothar Elba Benítez 112 Marian Goodman 129 Bava, Ubi Berenice Arvani 104 Ronie Mesquita 139 Bôscolo, Ulysses 28 Mezanino 157 Bechara, José Bolsa de Arte 105 Celma Albuquerque 108 Lurixs 127 Marilia Razuk 129 Simões de Assis 142 Beckley, Bill Sergio Gonçalves 162 Bedel, Jacques Rolf Art 161 Bedford, Whitney Art : Concept 101

Bedoya, Luz María 80m2 164 Beeck, Hans Op de Continua 110 Beecroft, Vanessa Lia Rumma 124 Behm, Rolf AM 100 Belém, Laura Luisa Strina 127 Bell, Larry White Cube 148 Beltrame, Thais dconcept 153 Benedit, Luis F. Henrique Faria 165 Benera, Anca & Estefan, Arnold Ivan 167 Bengoa, Mónica Isabel Aninat 166 Benitah, Carolle Esther Woerdehoff 153 Benjamim, Marcos Simões de Assis 142 Benjamim, Marcos Coelho Agnès Monplaisir 99, 164 Benning, James Neugerriemschneider 134 Benning, Sadie Johannes Vogt 155 Bento, José Celma Albuquerque 108 A Gentil Carioca 118 Berchem, Otto Instituto de Visión 166 Bergen, John von Pilar 160 Berliner, Eduardo 24, 37 Casa Triângulo 107 Bermejo, Karmelo Maisterravalbuena 167 Bernardelli, Enrica Mercedes Viegas 131 Bernardes, Mana Amparo 60 100 Bernardi, Heleno Myrine Vlavianos 158 Berndt, Filipe Myrine Vlavianos 158 Bernea, Horia Ivan 167 Berni, Antonio Sur 144 Bertarelli, Felipe Luciana Caravello 126 Bertinato, Flávia Celma Albuquerque 108 Marilia Razuk 129 Bethônico, Mabe 69 Celma Albuquerque 108 Bethônico, Roberto Celma Albuquerque 108 Beuys, Joseph 192, 193 Thaddaeus Ropac 145 Bevilacqua, Carlos Fortes Vilaça 116 Bezerra, José Estação 114

Bezerra, Vauluizo Paulo Darzé 136 Bhabha, Huma Stephen Friedman 143 Bianchi, Lautaro Rolf Art 161 Bianchini, Susana Myrine Vlavianos 158 Bickerton, Ashley White Cube 148 Bicudo, Dácio Lourdina Jean Rabieh 156 Bierrenbach, Cris Lourdina Jean Rabieh 156 Bilac, Daniel Celma Albuquerque 108 Bill, Max 210, 211 Dan 110 Billing, Johanna Kavi Gupta 121 Binion, McArthur Kavi Gupta 121 Biondani, Willy Fotospot 154 Birnbaum, Dara Marian Goodman 129 Bisky, Nobert Baró 104 Bittencourt, Julio Gávea 118 Bivar, Rodrigo Millan 132 Blake, Jorge Méndez Travesía Cuatro 170 Blanc, Jean-Luc Art : Concept 101 Blasco, Isidro SIM 141 Blass, Tatiana 29, 40 Carbono 106 Millan 132 Johannes Vogt 155 Blaufuks, Daniel Vera Cortês 146 Blazy, Michel Art : Concept 101 Blumenfeld, Erwin Esther Woerdehoff 153 Boas, Marcos Vilas dconcept 153 Boehm, Armin Peter Kilchmann 137 Boëls, Olivier A Casa da Luz Vermelha 152 Boetti, Alighiero Arte 57 102 Cardi 106 Vedovi 146 Bohn, Erica Baró 104 Bolsoni, Débora Marilia Razuk 129 Boltanski, Christian Marian Goodman 129

Bonadei, Aldo Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Dan 110 Hilda Araujo 120 A Ponte 138 Bonalumi, Agostino Cardi 106 Vedovi 146 Bonato, Ernesto Mezanino 157 Bone, Rudolf Plan B 160 Bonis, Renata de Laura Marsiaj 122 Bonisson, Marcos Lemos de Sá 123 Borba, Ligia Ybakatu 148 Borges, Sofia Millan 132 Borremans, Michaël David Zwirner 111 Botelho, Catarina Mercedes Viegas 131 Botelho, Inês Filomena Soares 115 Botero, Fernando Leon Tovar 124 Botner & Pedro A Gentil Carioca 118 Bove, Carol David Zwirner 111 Boyer, Travis Johannes Vogt 155 Bracher, Elisa Raquel Arnaud 139 Mercedes Viegas 131 Bradford, Mark White Cube 148 Bradley, Slater Filomena Soares 115 Braga, Celio Amparo 60 100 Pilar 160 Braga, Luiz Gávea 118 Leme 123 Braga, Rodrigo 70 Amparo 60 100 Vermelho 147 Bragança, Jomar AM 100 Brambilla, Marco Christopher Grimes 109 Branco, Miguel Rio Christopher Grimes 109 Millan 132 Paulo Darzé 136 Silvia Cintra + Box 4 141 Brandão, Alexandre Leme 123 Brandão, Eymard Lemos de Sá 123 Brandão, Pedro Victor Portas Vilaseca 161 Brandenburg, Marc Thaddaeus Ropac 145

Brandenburg, Ulla von Art : Concept 101 Brander, Leya Mira Vermelho 147 Brandl, Herbert Filomena Soares 115 Brannigan, Sheila A Ponte 138 Brătescu, Geta 163 Ivan 167 Brecheret, Victor 210, 211 Arte 57 102 Dan 110 Hilda Araujo 120 Breitz, Candice White Cube 148 Bremer, Sebastiaan Leme 123 Ybakatu 148 Brines, Starsky Fernando Pradilla 115 Brodsky, Marcelo Fotospot 154 Rolf Art 161 Bronstein, Pablo Franco Noero 117 Broodthaers, Marcel Marian Goodman 129 Michael Werner 131 Brown, Cecily Gagosian 117 Brown, Glenn Gagosian 117 Brown, Trisha Sikkema Jenkins 140 Brüggemann, Stefan Parra & Romero 135 Yvon Lambert 149 Brunet, Iván Contreras Isabel Aninat 166 Bruscky, Paulo Amparo 60 100 Carbono 106 Nara Roesler 133 Bruyckere, Berlinde De Continua 110 Bubani, Franco AM 100 Buck, Robert Stephen Friedman 143 Bueno, Renata Siqueira Marcelo Guarnieri 128 Bueno, Rodrigo Emma Thomas 113, 165 Nosco 159 Bugres, Conceição dos Estação 114 Bunga, Carlos 36 Christopher Grimes 109 Elba Benítez 112 A Gentil Carioca 118 Burden, Chris Gagosian 117 Buren, Daniel Continua 110 Lisson 125 Burgin, Victor Lia Rumma 124

Burjato, Fernando Virgilio 147 Burr, Tom Franco Noero 117 Burri, Alberto Cardi 106 Burri, René Esther Woerdehoff 153 Burton, Jeff Franco Noero 117 Byars, James Lee Michael Werner 131 Byrne, Gerard Lisson 125

C Caballero, Daniel Virgilio 147 Cabelo 33 A Gentil Carioca 118 Marilia Razuk 129 Manoel Macedo 168 Cabral, Alex Ybakatu 148 Cadu, Vermelho 147 Caeiro, Manuel Lurixs 127 Cai Guo-Qiang Continua 110 Cais, Nino Carbono 106 Central 109 Caldas, Waltercio 181, 182, 183, 190, 191 Anita Schwartz 101 Arte 57 102 Athena 103 Bergamin 105 Celma Albuquerque 108 Christopher Grimes 109 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Mul.ti.plo 132 Paulo Darzé 136 Raquel Arnaud 139 Ronie Mesquita 139 Calder, Alexander 210, 211 Elvira González 113 Fólio 116 Gagosian 117 Gustavo Rebello 119 Mayoral 130 Natalie Seroussi 133 Pace 135 Paulo Kuczynski 136 Van de Weghe 145 Vedovi 146 Calderón, Miguel Kurimanzutto 122 Caliento, Carolina Paralelo 159

227


Calle, Johanna Casas Riegner 108 Marilia Razuk 129 Calzolari, Pier Paolo Cardi 106 Cama, Felipe 36 Leme 123 Camargo, Gisele Oscar Cruz 134 Luciana Caravello 126 Camargo, Iberê Athena 103 Pinakotheke 137 Steiner 143 Camargo, Marina Bolsa de Arte 105 Camargo, Sergio 182, 183, 184, 185 Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Athena 103 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Natalie Seroussi 133 Paulo Kuczynski 136 Pinakotheke 137 Raquel Arnaud 139 Steiner 143 Camargo, Tony Casa Triângulo 107 SIM 141 Camet, Patricia Paralelo 159 Camil, Pia Instituto de Visión 166 Camnitzer, Luis Parra & Romero 135 Campbell, Neil Franco Noero 117 Campello, Clarissa Sergio Gonçalves 162 Canale, Cristina AM 100 Bolsa de Arte 105 Marcelo Guarnieri 128 Nara Roesler 133 Silvia Cintra + Box 4 141 Cançado, Bruno AM 100 Candia, Reynaldo Virgilio 147 Candiani, Tania Instituto de Visión 166 Canle, Max Gómez Casa Triângulo 107 Ruth Benzacar 169 Cannabrava, Iatã Fotospot 154 Canto, Nati Zipper 149 Cantor, Mircea Yvon Lambert 149 Capp, Kristin Eduardo Fernandes 112 Cappeletti, Pedro 85 Central 109 Carcav, Danielle Luciana Caravello 126 Cárdenas, Leyla Casas Riegner 108 Cardoso, Fabio Mul.ti.plo 132 Cardoso, Fernando Lemos de Sá 123 Ybakatu 148 Cardoso, Ivan Paralelo 159 Cardoso, Letícia Myrine Vlavianos 158 Cardoso, Marcos Luciana Caravello 126 Cardoso, Maria Fernanda Casas Riegner 108 Carmo, Patricia Mercedes Viegas 131

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Carneiro, Beatriz Mercedes Viegas 131 Carneiro, Rafael Luciana Brito 126 Caro, Anthony ArtEEdições 102 Gagosian 117 Caro, Antonio Casas Riegner 108 Caro, Marina De Ruth Benzacar 169 Carpenter, Biel Mezanino 157 Carpinteros, Los Fortes Vilaça 116 Peter Kilchmann 137 Cartaxo, Zalinda Amarelonegro 151 Carvalho, Flávio de Arte 57 102 Paulo Kuczynski 136 A Ponte 138 Carvalho, Lucio Lume 157 Carvalho, Silvia Myrine Vlavianos 158 Carvalhosa, Carlito Nara Roesler 133 Silvia Cintra + Box 4 141 Carvão, Aluísio Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Ronie Mesquita 139 Casarino, Claudia Paralelo 159 Casas, Juan Francisco Fernando Pradilla 115 Casebere, James Lisson 125 Cass, Rodrigo Fortes Vilaça 116 Castellane, Victoire de Gagosian 117 Castellani, Enrico Cardi 106 Lia Rumma 124 Castilho, João Celma Albuquerque 108 Zipper 149 Castillo, Carlos Henrique Faria 165 Castro, Amilcar de 184, 185 AM 100 Almeida e Dale 99 Fólio 116 Ipanema 120 Lemos de Sá 123 Manoel Macedo 168 Marilia Razuk 129 Ronie Mesquita 139 Silvia Cintra + Box 4 141 Castro, Carlos LA galería 156 Castro, Hildebrando de 40 Amparo 60 100 Fernando Pradilla 115 Oscar Cruz 134 Castro, Rodrigo de Marilia Razuk 129 Lemos de Sá 123 Castro, Willys de 180, 183, 184, 185, 189 Almeida e Dale 99 Dan 110 Simões de Assis 142 Steiner 143 Studio Nobrega 144 Cath, Mr. & Mrs. Philip Hus 154 Cattelan, Maurizio Marian Goodman 129

Catunda, Leda Almeida e Dale 99 Celma Albuquerque 108 Fortes Vilaça 116 Paulo Darzé 136 Silvia Cintra + Box 4 141 Caulfield, Patrick ArtEEdições 102 Cavalcanti, Emiliano Di 210, 211 Almeida e Dale 99 Dan 110 Hilda Araujo 120 Ipanema 120 Paulo Kuczynski 136 Pinakotheke 137 A Ponte 138 Sur 144 Caycedo, Carolina Instituto de Visión 166 Cecato, Roberto Fotospot 154 Cecchini, Loris Continua 110 Cemin, Saint Clair 32 Bolsa de Arte 105 Luciana Brito 126 Cepeda, Renan Tempo 162 Cerqueira, Flávio Casa Triângulo 107 Cerveny, Alex Casa Triângulo 107 César, Henrique Vermelho 147 Cesar, Joana Athena Contemporânea 152 Cesarco, Alejandro Parra & Romero 135 Cestari, Clarissa Bolsa de Arte 105 Chachamovits, Beatriz Oscar Cruz 134 Chafes, Rui Filomena Soares 115 Chagall, Marc Athena 103 Fólio 116 Mayoral 130 Chaia, Lia 36 Vermelho 147 Chaim, Carla 85 Raquel Arnaud 139 Chalé, Zé do Estação 114 Chambaud, Etienne Sies + Höke 140 Chamberlain, John Gagosian 117 Elvira González 113 Chambi, Martín FASS 114 Chapela, Emilio Henrique Faria 165 Chapman, Jake & Dinos ArtEEdições 102 White Cube 148 Chapman, Thomas PSM 169 Charbonnel, Charlotte Nosco 159 Charoux, Lothar Berenice Arvani 104 Dan 110 Fólio 116 Chaves, Marcos Bolsa de Arte 105 Carbono 106 Nara Roesler 133 Chéhère, Laurent Lume 157 Chen Zhen Continua 110 Chen Ching-Yuan Logo 125

Chetrit, Talia Sies + Höke 140 Chiasera, Paolo PSM 169 Childish, Billy Neugerriemschneider 134 Chillida, Eduardo Carreras Mugica 107 Chirico, Giorgio De Fólio 116 Chopra, Nikhil Continua 110 Christian, Toby Baró 104 Christo Mul.ti.plo 132 Natalie Seroussi 133 Cia de Foto Vermelho 147 Cidade, Marcelo 33, 87 Vermelho 147 Cinto, Sandra Arte 57 102 Casa Triângulo 107 Manoel Macedo 168 Studio Nobrega 144 Ciulla, Girolamo Agnès Monplaisir 99, 164 Claerbout, David Yvon Lambert 149 Clark, Lygia 182, 183, 185 Almeida e Dale 99 Bergamin 105 Dan 110 Ipanema 120 Lurixs 127 Natalie Seroussi 133 Paulo Kuczynski 136 Pinakotheke 137 A Ponte 138 Ronie Mesquita 139 Clarke, Brian Pace 135 Clegg & Guttmann Lia Rumma 124 Climachauska, Eduardo 87 Laura Marsiaj 122 Climachauska, Paulo 195 Leme 123 Lurixs 127 Close, Chuck Pace 135 White Cube 148 Cohen, Felipe 25, 29 Carbono 106 Millan 132 Cohen, Maxi Lume 157 Cohen, Thierry Esther Woerdehoff 153 Coimbra, Eduardo Nara Roesler 133 Colares, Raymundo Athena 103 Bergamin 105 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Coleman, James Marian Goodman 129 Colen, Dan Gagosian 117 Comparini, Marcelo Virgilio 147 Comte, Michel Esther Woerdehoff 153 Consuegra, Nicolas Instituto de Visión 166 Conceição, Rommulo Vieira Carbono 106 Casa Triângulo 107 Conte, Angella Lourdina Jean Rabieh 156 Contente, Carlos Emma Thomas 113, 165 Contente, Emidio Mezanino 157

Coppola, Horacio FASS 114 Corbusier, Le Natalie Seroussi 133 Zlotowski 150 Cordeiro, Waldemar Luciana Brito 126 Cordova, William Sikkema Jenkins 140 Corrêa, Walmor Luciana Caravello 126 Costa, Adriano Mendes Wood DM 130 Costa, Eduardo Henrique Faria 165 Costa, João José Gustavo Rebello 119 Costantino, Nicola Baró 104 Costi, Rochelle Anita Schwartz 101 Celma Albuquerque 108 Luciana Brito 126 Costigliolo, José Pedro Sur 144 Coutinho, Inaê Virgilio 147 Coventry, Keith Pace 135 Craig-Martin, Michael ArtEEdições 102 Gagosian 117 Cragg, Tony Thaddaeus Ropac 145 Lisson 125 Marian Goodman 129 Cramer, Daniel Gustav Sies + Höke 140 Vera Cortês 146 Craveiro, Theo Mendes Wood DM 130 Cravo, Akira Lume 157 Cravo, Christian Dan Contemporânea 111 Marcelo Guarnieri 128 Esther Woerdehoff 153 Crespin, Elias Raquel Arnaud 139 Cretti, Claudio Marilia Razuk 129 Crewdson, Gregory Gagosian 117 White Cube 148 Croft, José Pedro Filomena Soares 115 Croitoru, Alexandra Plan B 160 Crumb, R. David Zwirner 111 Cruz, Angela de la Lisson 125 Cruz, Renata 85 Cruz, Valdir Bolsa de Arte 105 Lourdina Jean Rabieh 156 Cruz-Diez, Carlos Athena 103 Dan Contemporânea 111 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Leon Tovar 124 Paulo Kuczynski 136 Polígrafa 138 Raquel Arnaud 139 Studio Nobrega 144 Cruzvillegas, Abraham Kurimanzutto 122 Csekö, Joana Traub Oscar Cruz 134 Csörgő, Attila Gregor Podnar 119 Cuevas, Minerva Kurimanzutto 122 Culbert, Bill Dan 110

Cunha, Alexandre da Luisa Strina 127 Cunha, Izabel Mendes da Estação 114 Cunha, Rodrigo Myrine Vlavianos 158 Zipper 149 Cunha, Tiago Carneiro da Fortes Vilaça 116 Cuquinha, Lourival Amparo 60 100 Baró 104 Currin, John Gagosian 117 Curry, Aaron Michael Werner 131 Cytrynowicz, Salomon A Casa da Luz Vermelha 152

D D’Alessandro, Paulo Lume 157 Dall’ara, Gustavo 22, 23 D’Almeida, Neville Amarelonegro 151 A Gentil Carioca 118 D’Angello, Patrizia Amarelonegro 151 Dable, Guilherme Eduardo Fernandes 112 Dacosta, Milton Dan 110 Ipanema 120 Pinakotheke 137 Dadamaino Gustavo Rebello 119 Dadson, Andrew Franco Noero 117 Dahlberg, Kajsa Parra & Romero 135 Dahlem, Björn Sies + Höke 140 Dalí, Salvador Mayoral 130 Damasceno, José Carbono 106 Fortes Vilaça 116 Ronie Mesquita 139 Damiani, Elena Baró 104 Dardot, Liliane Celma Albuquerque 108 Dardot, Marilá 24 Silvia Cintra + Box 4 141 Vermelho 147 Dariano, Clóvis Bolsa de Arte 105 Davenport, Ian ArtEEdições 102 Dan Contemporânea 111 David, Cristina Ivan 167 David, Enrico Michael Werner 131 David, Pedro Gávea 118 Lemos de Sá 123 Davidovich, Jaime Henrique Faria 165 Dávila, Jose Travesía Cuatro 170 Day, Steven Nosco 159 Deacon, Richard Thaddaeus Ropac 145 Lisson 125 Marian Goodman 129 Dean, Michael Mendes Wood DM 130


Dean, Stephen Casa Triângulo 107 Dean, Tacita Marian Goodman 129 Deball, Mariana Castillo Mendes Wood DM 130 Decrauzat, Philippe Parra & Romero 135 Dedé, Antonio de Estação 114 Dedobbeleer, Koenraad Carreras Mugica 107 Degaki, Rogério Marcelo Guarnieri 128 Delaunay, Sonia Fólio 116 Delgado, César Fernando Pradilla 115 Delgado, Juan Carlos LA galería 156 Dellavedova, Mario Sprovieri 142 Deller, Jeremy Art : Concept 101 Denardi, Tiago Mezanino 157 Dequech, Cecilia dconcept 153 Derdyk, Edith Central 109 Dewachter, Yara dconcept 153 Dias & Riedweg Vermelho 147 Dias, Antonio 190, 191 Arte 57 102 Athena 103 Bergamin 105 Celma Albuquerque 108 Fólio 116 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Mul.ti.plo 132 Nara Roesler 133 Pinakotheke 137 Ronie Mesquita 139 Simões de Assis 142 Steiner 143 Studio Nobrega 144 Dias, Caetano Marilia Razuk 129 Dias, Carlos Logo 125 Dias, Catarina Vera Cortês 146 Dias, Cícero Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Dan 110 Hilda Araujo 120 Paulo Kuczynski 136 Pinakotheke 137 Simões de Assis 142 Dias, Geraldo Souza Eduardo Fernandes 112 diCorcia, Philip-Lorca David Zwirner 111 Diehl, Jorge A Casa da Luz Vermelha 152 Diest, Néstor Sanmiguel Maisterravalbuena 167 Dijkstra, Rineke Marian Goodman 129 Dilworth, Norman Dan 110 Dine, Jim 190, 191 Pace 135 Djurberg, Nathalie & Berg, Hans Lisson 125 Dobliar, Hansjoerg Johannes Vogt 155 Dodge, Jason Franco Noero 117 Yvon Lambert 149

Doherty, Willie Peter Kilchmann 137 Doig, Peter ArtEEdições 102 Michael Werner 131 Doma Logo 125 Domela, Cesar Gustavo Rebello 119 Domenech, Maribel Paralelo 159 Domínguez, Óscar Mayoral 130 Dominicis, Gino De Cardi 106 Donovan, Tara Pace 135 Dorazio, Elizabeth Lourdina Jean Rabieh 156 Dou, Oleg Laura Marsiaj 122 Douglas, Stan David Zwirner 111 Drew, Leonardo Sikkema Jenkins 140 Drexler, Rosalyn Pace 135 Drolshagen, Bruno Laura Marsiaj 122 Duarte, Alessandra Zipper 149 Dubuffet, Jean Pace 135 Vedovi 146 Duchamp, Marcel Fólio 116 Dumas, Marlene David Zwirner 111 Dunley, Bruno Nara Roesler 133 Duprat, Hubert Art : Concept 101 Duque, Adriana Fernando Pradilla 115 Zipper 149 Durães, Ana Sergio Gonçalves 162 Durham, Jimmie Kurimanzutto 122 Sprovieri 142 Dusek, André A Casa da Luz Vermelha 152 Duva, Luiz Pilar 160 Duville, Matías Luisa Strina 127 Dylan, Bob Gagosian 117 Dzama, Marcel David Zwirner 111

E E., Tamara K. Johannes Vogt 155 Eandi, Gustavo Logo 125 Edinger, Claudio Arte 57 102 Fotospot 154 Lume 157 Editore, Luisa Oscar Cruz 134 Edmier, Keith Neugerriemschneider 134 Egídio, Jadir João Estação 114 Eggleston, William Gagosian 117

Egreja, Ana Elisa Leme 123 Egreja, Renata Zipper 149 Egurbide, Begoña Bolsa de Arte 105 Ehrenberg, Felipe Baró 104 Eide Einarsson, Gardar Yvon Lambert 149 Eijkelboom, Hans Fotospot 154 Eitel, Tim Pace 135 Eliad, Katja Lee Ivan 167 Eliasson, Olafur Bergamin 105 Carbono 106 Luisa Strina 127 Neugerriemschneider 134 Ellis, Sharon Christopher Grimes 109 Emin, Tracey Carbono 106 White Cube 148 Emson, Camilla Nosco 159 Ensor, James 210, 211 Epstein, Mitch Sikkema Jenkins 140 Eriksson, Andreas Stephen Friedman 143 Erlich, Leandro Continua 110 Luciana Brito 126 Ruth Benzacar 169 Erlund, Sophie PSM 169 Ernesto, Luiz Emma Thomas 113, 165 Silvia Cintra + Box 4 141 Ernst, Max Fólio 116 Erskine, Kevin Babel 103 Erwitt, Elliott Babel 103 Esther Woerdehoff 153 Escobar, Daniel Celma Albuquerque 108 Zipper 149 Escobar, Dario Baró 104 Escoval, Joana Vera Cortês 146 Eshkol, Noa Neugerriemschneider 134 Esmeraldo, Sérvulo 184, 185 Gustavo Rebello 119 Pinakotheke 137 Raquel Arnaud 139 Espinosa, Manuel Stephen Friedman 143 Estrada, Adolfo Dan Contemporânea 111 Ethridge, Roe Gagosian 117 Euvaldo, Célia Anita Schwartz 101 Lemos de Sá 123 Raquel Arnaud 139 Simões de Assis 142 Evans, Cerith Wyn Fortes Vilaça 116 White Cube 148 Yvon Lambert 149 Evans, Garth Johannes Vogt 155 Evans, Mark Hus 154 Evans, Simon Fortes Vilaça 116 Ezawa, Kota Christopher Grimes 109

F Fabio, Alberto Di Gagosian 117 Fabro, Luciano Cardi 106 Facundo, Rodrigo LA galería 156 Fainaru, Belu-Simion Plan B 160 Faingold, Esther 173 Fajardo, Carlos 189 Carbono 106 Raquel Arnaud 139 Falsnaes, Christian PSM 169 Faria, Francisco Bolsa de Arte 105 Farías, Patricio Bolsa de Arte 105 Farkas, Deco Virgilio 147 Farkas, Thomaz A Casa da Luz Vermelha 152 Luciana Brito 126 Farocki, Harun Thaddaeus Ropac 145 Farto, Alexandre Vera Cortês 146 Fasanello, Ricardo Gávea 118 Fatmi, Mounir Yvon Lambert 149 Fauguet, Richard Art : Concept 101 Faustino, Didier Filomena Soares 115 Favaretto, Lara Franco Noero 117 Favre, Valérie Peter Kilchmann 137 Feher, Tony Sikkema Jenkins 140 Feijó, Marcelo A Casa da Luz Vermelha 152 Feingold, Daniel 181 Mul.ti.plo 132 Raquel Arnaud 139 Feinstein, Rachel Gagosian 117 Felix, Nelson 29, 87 Millan 132 Fernández, José Gabriel Henrique Faria 165 Ferrari, Erica Emma Thomas 113, 165 Ferrari, León Arte 57 102 Bergamin 105 Dan 110 Luisa Strina 127 Polígrafa 138 Ruth Benzacar 169 Ferraz, Catherine dconcept 153 Ferraz, Guga A Gentil Carioca 118 Ferreira, Alberto Lume 157 Ferreira, Ângela Filomena Soares 115 Ferreira, Rui Filomena Soares 115 Ferro, Chelpa Mul.ti.plo 132 Sprovieri 142 Vermelho 147 Ferro, Knopp 87 Dan Contemporânea 111 Fervenza, Hélio Central 109

Fialdini, Dan AM 100 Fialdini, Romulo Raquel Arnaud 139 Fialdini, Valentino AM 100 Zipper 149 Fiaminghi, Hermelindo Dan 110 Fierro, Sebastián Instituto de Visión 166 Figueiredo, Luciano Lurixs 127 Pinakotheke 137 Finch, Spencer Lisson 125 Yvon Lambert 149 Fingermann, Sérgio Dan Contemporânea 111 Finok Laura Marsiaj 122 Fiori, Ernesto De Dan 110 Paulo Kuczynski 136 Firmeza, Yuri 48, 49, 50–57 Athena Contemporânea 152 Casa Triângulo 107 Firmo, Theo Emma Thomas 113, 165 Firmo, Walter A Casa da Luz Vermelha 152 Fotospot 154 Fischer, Urs Gagosian 117 Fishkin, Vadim Gregor Podnar 119 Fitzherbert, Purdey Hus 154 Firat, Kamil Babel 103 Flaks, Fabio Pilar 160 Flavin, Dan David Zwirner 111 Flávio-Shiró Gustavo Rebello 119 Pinakotheke 137 A Ponte 138 Flemming, Alex Amparo 60 100 Ybakatu 148 Fleury, Sylvie Thaddaeus Ropac 145 Flexor, Samson Ronie Mesquita 139 Florent, Jérôme 85 Flores, Livia Baró 104 Florschuetz, Thomas Anita Schwartz 101 Floyer, Ceal Lisson 125 Fonseca, Eduardo AM 100 Fonseca, Jorge Lemos de Sá 123 Fontana, Lucio Arte 57 102 Cardi 106 Fólio 116 Gagosian 117 Ipanema 120 Van de Weghe 145 Vedovi 146 Fontanive, Juan Carbono 106 Fontes, Alan Celma Albuquerque 108 Laura Marsiaj 122 Fontes, Antonio Augusto Gávea 118 Fonyat, Bina Gávea 118

Förg, Günther Filomena Soares 115 Fortunato, Chico Gustavo Rebello 119 Fragateiro, Fernanda Elba Benítez 112 Fragoso, Alzira dconcept 153 Franco, Anaísa Central 109 Franco, Beatriz 28 Franco, James Pace 135 Franco, Siron Paulo Darzé 136 França, Henrique de 85 Frankenthaler, Helen Gagosian 117 Frantz Lourdina Jean Rabieh 156 Frecon, Suzan David Zwirner 111 Freiberg, Iara Pilar 160 Freiberger, Angela Paralelo 159 Freire, Maria Sur 144 Freitas, Agostinho Batista de Estação 114 Freitas, Ana Portas Vilaseca 161 Freitas, Iole de 184, 185 Carbono 106 Marcia Barrozo do Amaral 128 Mul.ti.plo 132 Raquel Arnaud 139 Silvia Cintra + Box 4 141 Freitas, Rodrigo Athena Contemporânea 152 Celma Albuquerque 108 Friedlander, Lee Pace 135 Friedman, Tom Stephen Friedman 143 Fritsch, Katharina White Cube 148 Frota, Eduardo Lourdina Jean Rabieh 156 Fujimoto, Cesar Amarelonegro 151

G Gaba, Meschac Continua 110 Gabo, Naum Natalie Seroussi 133 Gadelha, Denise Bolsa de Arte 105 Galan, Marcius 24 Luisa Strina 127 Silvia Cintra + Box 4 141 Galban, Vivian Rolf Art 161 Galender, Mariana Silvia Cintra + Box 4 141 Gallagher, Ellen Gagosian 117 Galli, Guta Lume 157 Galpin, Richard Leme 123 Galvão Marcia Barrozo do Amaral 128 Gamarra, Sandra Leme 123

229


Gamper, Martino Franco Noero 117 Gander, Ryan Lisson 125 Gañán, Emilio Fernando Pradilla 115 Garaicoa, Carlos Continua 110 Elba Benítez 112 Luisa Strina 127 Garay, Claudia Martínez 80m2 164 Garbelotti, Raquel Marilia Razuk 129 García, Joaquín Torres Gustavo Rebello 119 Mayoral 130 Sur 144 Garcia, Juliana dconcept 153 Garcia, Paula Luciana Brito 126 Gaskell, Anna Yvon Lambert 149 Gasparian, Gaspar Luciana Brito 126 Gastaldon, Vidya Art : Concept 101 Gates, Theaster Kavi Gupta 121 White Cube 148 Geers, Kendell Continua 110 Stephen Friedman 143 Yvon Lambert 149 Gehry, Frank Gagosian 117 Geiger, Anna Bella 69, 163 Murilo Castro 158 Henrique Faria 165 Gelpi, Bartolomeo Central 109 Genioli, Ana Amélia Eduardo Fernandes 112 Genzken, Isa David Zwirner 111 Neugerriemschneider 134 Gerchman, Rubens 190, 191 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Gerzso, Gunter Leon Tovar 124 Ghenie, Adrian Plan B 160 Pace 135 Ghomes, Rogerio Ybakatu 148 Giacometti, Alberto 210, 211 Gagosian 117 Vedovi 146 Giacomini, Amalia Virgilio 147 Mercedes Viegas 131 Giannotti, Marco Raquel Arnaud 139 Gilbert, Deyson Mendes Wood DM 130 Gilbert & George Thaddaeus Ropac 145 White Cube 148 Giles, Florencia Rodriguez Ruth Benzacar 169 Ginzburg, Carlos Henrique Faria 165 Giordano, Livio Rolf Art 161 Giorgi, Bruno Pinakotheke 137 Girolamo, Martín Di Oscar Cruz 134 Gitlin, Michael Henrique Faria 165 Giulio, Pablo Di Fotospot 154

230

Glasner, Kilian Amparo 60 100 Laura Marsiaj 122 Lume 157 Góes, Felipe Central 109 Goeldi, Oswaldo 210, 211 Goiris, Geert Art : Concept 101 Goldblatt, David Elba Benítez 112 Goldin, Nan Sprovieri 142 Golia, Piero Gagosian 117 Gomes, Fernanda Luisa Strina 127 Gomes, Sonia Mendes Wood DM 130 Gomide, Antonio Arte 57 102 Dan 110 A Ponte 138 Gonper, Fabiano Baró 104 A Gentil Carioca 118 Gonzales, Wayne Stephen Friedman 143 Gordín, Sebastián Oscar Cruz 134 Ruth Benzacar 169 Gordon, Douglas Gagosian 117 Yvon Lambert 149 Gorgatti, Marcos Emma Thomas 113, 165 Gorski, Laura 85 Gorky, Arshile Gagosian 117 Gormley, Antony Continua 110 Thaddaeus Ropac 145 White Cube 148 Gorresio, Livia Paola AM 100 Gottlieb, Adolph Pace 135 Govêa, Paulo Myrine Vlavianos 158 Gower, Terence Henrique Faria 165 Graciano, Francisco Estação 114 Graham, Dan Lisson 125 Marian Goodman 129 Graham, Paul Pace 135 Graham, Rodney Lisson 125 Grassmann, Marcelo Marcelo Guarnieri 128 Gray, Kevin Francis Pace 135 Gréaud, Loris Pace 135 Yvon Lambert 149 Greuel, Paulo dconcept 153 Myrine Vlavianos 158 Griffiths, Brian Luisa Strina 127 Griffo, André Athena Contemporânea 152 Grilo, Ivan Luciana Caravello 126 Grinberg, Tatiana Mercedes Viegas 131 Mul.ti.plo 132 Grivo, O Nara Roesler 133 Grosner, Patrick A Casa da Luz Vermelha 152

Gross, Carmela Vermelho 147 Grossman, Ronaldo Lourdina Jean Rabieh 156 Grostein, Marcia 181 Grosz, Georg 210, 211 Grotjahn, Mark Gagosian 117 Grupo Arte Ação Jaqueline Martins 121 Grupo Cobra 182, 185 GTO Estação 114 Gu Dexin Continua 110 Guagliardi, Carla 87 Anita Schwartz 101 Guedes, José Lume 157 Guerra, Sérgio Paralelo 159 Guerreiro, Antonio Gávea 118 Guignard, Alberto da Veiga Almeida e Dale 99 Dan 110 Paulo Kuczynski 136 Pinakotheke 137 Guimarães, Bettina Vaz Myrine Vlavianos 158 Guimarães, Cao Nara Roesler 133 Guimarães, Humberto AM 100 Guimarães, Tamar Fortes Vilaça 116 Guinle, Jorge 190, 191 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Guler, Ara Babel 103 Gupta, Shilpa Continua 110 Yvon Lambert 149 Gupta, Subodh Continua 110 Gurkovska, Antonia Kavi Gupta 121 Gursky, Andreas Gagosian 117 White Cube 148 Gurvich, Jose Sur 144 Gusmão, João Maria + Paiva, Pedro Fortes Vilaça 116 Sies + Höke 140 Gutke, Alexander Gregor Podnar 119 Guzmán, Daniel Kurimanzutto 122 Stephen Friedman 143 Guzmanruiz, Edgar LA galería 156

H Ha, Gustavo von 36 Leme 123 Haendel, Karl Yvon Lambert 149 Haesbaert, Eduardo Bolsa de Arte 105 Haggerty, Terry Sikkema Jenkins 140 Hai Bo Pace 135 Håkansson, Henrik Franco Noero 117 Halvorson, Josephine Sikkema Jenkins 140

Hamilton, Patrick Baró 104 Hamilton, Richard ArtEEdições 102 Gagosian 117 Hamon, Neil Leme 123 Handelman, Marc Sikkema Jenkins 140 Handforth, Mark Franco Noero 117 Har, Renata Silvia Cintra + Box 4 141 Haring, Keith Athena 103 Hasper, Graciela Oscar Cruz 134 Hatoum, Mona Carbono 106 Continua 110 White Cube 148 Havekost, Eberhard White Cube 148 Hawkinson, Tim Pace 135 Hazelton, Paul Nosco 159 Heinrich, Annemarie FASS 114 Helena, Íris Portas Vilaseca 161 Helt, Thais Lemos de Sá 123 Hemmer, Rafael Lozano Baró 104 Hempel, Lothar Art : Concept 101 Henda, Kiluanji Kia Filomena Soares 115 Henle, Jan Sikkema Jenkins 140 Henning, Anton Christopher Grimes 109 Henriot, Thomas Inox 155 Hepworth, Barbara Pace 135 Hermano, Luiz Amparo 60 100 Luciana Caravello 126 Paralelo 159 Hernandez, Jonathan Kurimanzutto 122 Herrera, Arturo Franco Noero 117 Sikkema Jenkins 140 Herrera, Carlos Ruth Benzacar 169 Herrera, Carmen Lisson 125 Herrera, Jesús Paralelo 159 Herrero, Federico Luisa Strina 127 Sies + Höke 140 Hersz, Claudia Portas Vilaseca 161 Herzog, Daniella Liu dconcept 153 Hewitt, Leslie Sikkema Jenkins 140 Hicks, Sheila Sikkema Jenkins 140 Highraff Zipper 149 Hilal, Hilal Sami Marilia Razuk 129 Hill, Anthony Dan 110 Hill, Gary Lia Rumma 124 Hirschhorn, Thomas Stephen Friedman 143

Hirst, Damien ArtEEdições 102 Gagosian 117 White Cube 148 Hockney, David Pace 135 Hodges, Jim Stephen Friedman 143 Hodgkin, Howard Gagosian 117 Hoepker, Thomas Babel 103 Höfer, Candida 41 Carbono 106 Leme 123 Yvon Lambert 149 Hoffmann, Juliana Myrine Vlavianos 158 Hoffmann, Talita Logo 125 Hoflehner, Josef Tempo 162 Holck, Ana 87 Anita Schwartz 101 Carbono 106 Zipper 149 Höller, Carsten Gagosian 117 Holzer, Jenny Carbono 106 Yvon Lambert 149 Homen, Ricardo AM 100 Sergio Gonçalves 162 Honório, Thiago Laura Marsiaj 122 Hong Hao Pace 135 Hopper, Dennis Gagosian 117 Horra, Sandra Vásquez de la Sprovieri 142 Horta, Ana AM 100 Hourdé, Daniel Agnès Monplaisir 99, 164 House, Brian Nosco 159 Houseago, Thomas Gagosian 117 Houshiary, Shirazeh Lisson 125 Howe, Brad Gustavo Rebello 119 Hudson, Richard Lemos de Sá 123 Huerta, Salomón Christopher Grimes 109 Huffmann, Carlos Ruth Benzacar 169 Hugonnier, Marine Fortes Vilaça 116 Hume, Gary White Cube 148 Hurpia, Pedro Marcelo Guarnieri 128 Hurtz, Francisco Mezanino 157 Husain, Nadira PSM 169 Huyghe, Pierre Marian Goodman 129 Hylden, Nathan Art : Concept 101

I Ianelli, Arcangelo Hilda Araujo 120 Ipanema 120 Simões de Assis 142

Ianês, Maurício Vermelho 147 Ianni, Clara Vermelho 147 Iglesias, Cristina Elba Benítez 112 Marian Goodman 129 Immendorff, Jörg Michael Werner 131 Inez & Vinoodh Gagosian 117 Irazu, Pello Carreras Mugica 107 Iribarren, Juan Leme 123 Irwin, Robert Pace 135 White Cube 148 Isaacs, John Travesía Cuatro 170 Islam, Runa White Cube 148 Ivo, Gonçalo AM 100 Laura Marsiaj 122 Paulo Darzé 136 Simões de Assis 142

J Jaar, Alfredo Lia Rumma 124 Jacinto, Ricardo Vera Cortês 146 Jackson, Daniel PSM 169 Jacoby, Daniel Maisterravalbuena 167 Jacoby, Roberto Baró 104 Jaguaribe, Claudia AM 100 Baró 104 Fotospot 154 Jakob, Bruno Peter Kilchmann 137 James, Merlin Sikkema Jenkins 140 Jankowski, Christian Lisson 125 Jara, Jaime de la Filomena Soares 115 Jardin, Pauline Curnier PSM 169 Jares, Paulo Virgilio 147 Jarpa, Voluspa Isabel Aninat 166 Jenney, Neil Gagosian 117 Jensen, Alfred Pace 135 Jensen, Sergej Fortes Vilaça 116 White Cube 148 Ježik, Enrique Vermelho 147 Jimenes, Luanna Mezanino 157 Jitrik, Magdalena Luisa Strina 127 Jobim, Beth Celma Albuquerque 108 Mul.ti.plo 132 Jobim, Elizabeth Carbono 106 Lurixs 127 Marilia Razuk 129 Simões de Assis 142 Jonas, Joan Yvon Lambert 149


Jonas, Paul Ramirez Nara Roesler 133 Jones, Jennie C. Sikkema Jenkins 140 Jorge, Sérgio A Casa da Luz Vermelha 152 Joseph, Peter Lisson 125 Judas, Tiago Central 109 Judd, Donald David Zwirner 111 Elvira González 113 Pace 135 Vedovi 146 Julião, Itamar Estação 114 Julien, Isaac Nara Roesler 133 Júnior, Almeida 34, 35 Júnior, Celso A Casa da Luz Vermelha 152 Júnior, Hudinilson Jaqueline Martins 121 Junqueira, Fernanda Mul.ti.plo 132 Junqueira, Flávia Baró 104 Jurczak, Dorota Sies + Höke 140

K Kabakov, Ilya & Emilia Continua 110 Lia Rumma 124 Pace 135 Sprovieri 142 Thaddaeus Ropac 145 Kac, Eduardo Laura Marsiaj 122 Kacero, Fabio Ruth Benzacar 169 Kachani, Camile Zipper 149 Kadyrova, Zhanna Baró 104 Continua 110 Kahlo, Frida Leon Tovar 124 Kaino, Glenn Kavi Gupta 121 Kal, Sergio Mezanino 157 Kalenderian, Raffi Peter Kilchmann 137 Kameya, Arturo 80m2 164 Kami, Y. Z. Gagosian 117 Kan Xuan Continua 110 Kanwar, Amar Marian Goodman 129 Kapoor, Anish ArtEEdições 102 Continua 110 Lisson 125 Kappeler, Simone Esther Woerdehoff 153 Karikis, Mikhail Eduardo Fernandes 112 Kase, Juliana Pilar 160 Kaspar, Tobias Peter Kilchmann 137 Kass, Vivian 85 Central 109

Kassab, Rodrigo Lume 157 Kassay, Jacob Art : Concept 101 Kastro, Pedro De Lourdina Jean Rabieh 156 Kater, Julia 85 SIM 141 Katz, Alex Luciana Brito 126 Thaddaeus Ropac 145 Katz, Leandro Henrique Faria 165 Kawara, On David Zwirner 111 Yvon Lambert 149 Kboco SIM 141 Kelley, Mike Gagosian 117 Kellndorfer, Veronika Christopher Grimes 109 Kelly, Robert Mercedes Viegas 131 Kempinas, Zilvinas 87 Leme 123 Yvon Lambert 149 Kentridge, William Lia Rumma 124 Marian Goodman 129 Kesselring, Ana dconcept 153 Keyser, Raoul De David Zwirner 111 Khebrehzadeh, Avish Sprovieri 142 Khedoori, Toba David Zwirner 111 Kiefer, Anselm Gagosian 117 Lia Rumma 124 Thaddaeus Ropac 145 White Cube 148 Yvon Lambert 149 Kiesewetter, Thomas Sies + Höke 140 Kim, Lina Oscar Cruz 134 Kirkeby, Per Michael Werner 131 Kitamura, Hirosuke FASS 114 Klabin, Maria Silvia Cintra + Box 4 141 Klabin, Rose Eduardo Fernandes 112 Klee, Paul 210, 211 Natalie Seroussi 133 Klein, Martina Parra & Romero 135 Klein, Yves Vedovi 146 Klinger Carvalho, Francisco LA galería 156 Kneebone, Rachel White Cube 148 Knoebel, Imi Thaddaeus Ropac 145 Koch, Lucia Christopher Grimes 109 Nara Roesler 133 Kogan, Raquel 87 Baró 104 Koganezawa, Takehito Christopher Grimes 109 Kokoshka, Oskar 210, 211 Komatsu, André Polígrafa 138 Vermelho 147 Koo Jeong-A Yvon Lambert 149 Kooning, Willem de Gagosian 117 Pace 135

Koons, Jeff David Zwirner 111 Gagosian 117 Thaddaeus Ropac 145 Körbes, Dirce Myrine Vlavianos 158 Kossoy, Boris Berenice Arvani 104 Kosuth, Joseph Lia Rumma 124 Kounellis, Jannis Cardi 106 Sprovieri 142 Krajcberg, Frans 87 AM 100 Gustavo Rebello 119 Marcia Barrozo do Amaral 128 Paulo Kuczynski 136 Krauss, Clemens Laura Marsiaj 122 Krawen, Hendrik Lia Rumma 124 Krokatsis, Henry Leme 123 Krone, James Kavi Gupta 121 Kruip, Germaine Parra & Romero 135 Kudo, James Luciana Caravello 126 Zipper 149 Kuffer, Diego Lume 157 Kuhn, Ananda Bolsa de Arte 105 Kuhn, Heinz Ronie Mesquita 139 Kunath, Friedrich White Cube 148 Kurant, Agnieszka Fortes Vilaça 116 Kuri, Gabriel Franco Noero 117 Kurimanzutto 122 Kurru, Bruno Zipper 149 Kusama, Yayoi David Zwirner 111 Kyriakakis, Geórgia Raquel Arnaud 139

L L., Marcellvs Luisa Strina 127 Labastier, Ricardo A Casa da Luz Vermelha 152 LaBelle, Brandon Ybakatu 148 Lacaz, Guto Carbono 106 Fotospot 154 Marcelo Guarnieri 128 Lacerda, Gustavo Arte 57 102 Laet, Maria A Gentil Carioca 118 Marilia Razuk 129 Lagomarsino, Runo Mendes Wood DM 130 Laguna, Lucia Fortes Vilaça 116 Lai, Phillip Franco Noero 117 Lain, Detanico Vera Cortês 146 Vermelho 147 Lakra, Dr. Kurimanzutto 122

Lam, Wifredo Athena 103 Natalie Seroussi 133 Lambie, Jim Franco Noero 117 Lambrecht, Karin Nara Roesler 133 Lambri, Luisa Luisa Strina 127 Lamelas, David Lia Rumma 124 Parra & Romero 135 Landmann, Julio Babel 103 Lanes, Jair Fotospot 154 Lanna, Andréa Lemos de Sá 123 Lannes, Daniel Baró 104 Luciana Caravello 126 Lapalu, Pierre Paralelo 159 Larsen, Mernet Johannes Vogt 155 Lassry, Elad White Cube 148 Laszlo, Istvan Plan B 160 Latham, John Lisson 125 Lauand, Judith AM 100 Berenice Arvani 104 Stephen Friedman 143 Lavier, Bertrand Yvon Lambert 149 Lawler, Louise Yvon Lambert 149 Leal, Paulo Roberto Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Pinakotheke 137 Ronie Mesquita 139 Leal, Raul Amarelonegro 151 Leal, Renato Central 109 Leal, Santiago LA galería 156 Leal, Silvana Myrine Vlavianos 158 Lebrija, Gonzalo Travesía Cuatro 170 Lee, Antonio Luciana Caravello 126 Lee, Dimitri Babel 103 Fotospot 154 Lee, Nikki S. Sikkema Jenkins 140 Lee, Tim Lisson 125 Lee Tzu-hsun Pace 135 Lee Ufan Lisson 125 Lee, Wesley Duke 190, 191 Ipanema 120 Pinakotheke 137 Léger, Fernand 38, 39 Fólio 116 Mayoral 130 Lehyt, Cristóbal Johannes Vogt 155 Leirner, Jac 173 Bergamin 105 Fortes Vilaça 116 White Cube 148 Leirner, Nelson 190, 191 AM 100 Bolsa de Arte 105 Carbono 106 Polígrafa 138 Silvia Cintra + Box 4 141

Leite, Juliana Cerqueira Casa Triângulo 107 Leite, Patricia Mendes Wood DM 130 Leite, Thales Eduardo Fernandes 112 Leme, Shirley Paes Bolsa de Arte 105 Lemos, Fernando FASS 114 Lenci, Lucas ArtEEdições 102 dconcept 153 Fotospot 154 Lenhardt, Cristiano Amparo 60 100 Fortes Vilaça 116 Lenkiewicz, Wolfe Von Hus 154 León, Rita Ponce de 80m2 164 Leonilson Almeida e Dale 99 Hilda Araujo 120 Steiner 143 Studio Nobrega 144 Leontina, Maria Ipanema 120 Pinakotheke 137 A Ponte 138 Ronie Mesquita 139 Leppe, Carlos Isabel Aninat 166 Lerma, Jose Kavi Gupta 121 Leroy, Eugène Michael Werner 131 Lescher, Artur Anita Schwartz 101 Carbono 106 Nara Roesler 133 Letycia, Anna Marcia Barrozo do Amaral 128 Lewis, Andrew Art : Concept 101 LeWitt, Sol Lisson 125 Pace 135 Yvon Lambert 149 Lezaca, Alberto Instituto de Visión 166 Li Songsong Pace 135 Li Tianbing Stephen Friedman 143 Lichtenberg, André Bolsa de Arte 105 Lichtenstein, Roy 190, 191 Gagosian 117 Liernur, Valentina Ruth Benzacar 169 Lima, Alessandro Celma Albuquerque 108 Lima, Gabriel Fortes Vilaça 116 Lima, Laura Luisa Strina 127 Lima, Lin Portas Vilaseca 161 Lima, Mauricio Nogueira Berenice Arvani 104 Fólio 116 Lin, Maya Pace 135 Lin Yi Hsuan Logo 125 Lindote, Fernando Central 109 Linnemann, Ana Luciana Caravello 126 Linsker, Roberto Fotospot 154 Lisboa, Paulo Roberto Celma Albuquerque 108

Liu Jianhua Pace 135 Liu Wei White Cube 148 Liu Xiaodong Lisson 125 Llorens, Antonio Sur 144 Lloret, Alejandro Ipanema 120 Lobato, Pablo Luciana Brito 126 Lobo, Ana Paula dconcept 153 Loboda, Maria Maisterravalbuena 167 Lockhart, Sharon Neugerriemschneider 134 Loeb, Lucia Mindlin Marilia Razuk 129 Loher, Katja Lourdina Jean Rabieh 156 Londoño, José Antonio Suárez Casas Riegner 108 Long, Richard Lisson 125 Longo, Robert Thaddaeus Ropac 145 Lopes, Jarbas Luisa Strina 127 Lopes, Pitágoras Berenice Arvani 104 Lopes, Vanderlei Marilia Razuk 129 Lopez, Fabricio Marilia Razuk 129 Mercedes Viegas 131 Lopez, Jazmin Ruth Benzacar 169 Lopez, Mariana Oscar Cruz 134 López, Marcos Fernando Pradilla 115 Rolf Art 161 López, Mateo Casas Riegner 108 Luisa Strina 127 Polígrafa 138 Travesía Cuatro 170 López, Rosario Eduardo Fernandes 112 Lorca, German FASS 114 Lorenzato, Amadeo Luciano Estação 114 Manoel Macedo 168 Lotfy, Kareem Nosco 159 Lou, Liza White Cube 148 Loureiro, João 29 Vermelho 147 Ybakatu 148 Louro, João Christopher Grimes 109 Lucas, Renata A Gentil Carioca 118 Luisa Strina 127 Lucas, Sarah Kurimanzutto 122 Lucena, Sergio Mezanino 157 Lucio, Julio Amarelonegro 151 Ludolf, Rubem Berenice Arvani 104 Gustavo Rebello 119 Lundberg, Bill 195 Jaqueline Martins 121 Lüpertz, Markus Michael Werner 131 Lutter, Vera Gagosian 117 Luz, Nuno da Vera Cortês 146

231


Luzzati, Mariannita Amparo 60 100 Celma Albuquerque 108 Marcelo Guarnieri 128 Lynch, Maria Anita Schwartz 101 Celma Albuquerque 108 Lyrio, Isabela A Casa da Luz Vermelha 152

M M, Ema Amarelonegro 151 Mabe, Manabu Pinakotheke 137 Macaparana Dan Contemporânea 111 Macchi, Jorge Bergamin 105 Continua 110 Luisa Strina 127 Peter Kilchmann 137 Polígrafa 138 Ruth Benzacar 169 Macedo, Rui Amarelonegro 151 Macek, Raphael Babel 103 Machado, Evandro A Gentil Carioca 118 Machado, Gabriela Celma Albuquerque 108 Marcelo Guarnieri 128 Mul.ti.plo 132 Machado, Ivens 28 Anita Schwartz 101 Fortes Vilaça 116 Marcia Barrozo do Amaral 128 Machado, José Carlos Marcelo Guarnieri 128 Machado, Milton Nara Roesler 133 Maciá, Oswaldo Henrique Faria 165 Maciejowski, Marcin Thaddaeus Ropac 145 Maciel, Gabriela Inox 155 Maciel, Katia Zipper 149 Madoz, Chema Esther Woerdehoff 153 Magalhães, Fabio Laura Marsiaj 122 Magalhães, Fernanda Ybakatu 148 Magalhães, Roberto 181 Marcia Barrozo do Amaral 128 Mul.ti.plo 132 Maggi, Marco Nara Roesler 133 Magid, Jill Yvon Lambert 149 Magno, Montez Pilar 160 Magritte, René 210, 211 Vedovi 146 Mahiques, Moisés Fernando Pradilla 115 Maia Rosa, Dudi Millan 132 Maier-Aichen, Florian Gagosian 117

232

Maiolino, Anna Maria Bergamin 105 Luisa Strina 127 Manoel Macedo 168 Ronie Mesquita 139 Majerus, Michel Neugerriemschneider 134 Majewski, Antje Neugerriemschneider 134 Malfatti, Anita Pinakotheke 137 Malhado, Maxim Paulo Darzé 136 Malta, Antonio Pilar 160 Maluf, Antonio 210, 211 Berenice Arvani 104 Man, Victor Plan B 160 Manglano-Ovalle, Iñigo Christopher Grimes 109 Mangold, Robert Lisson 125 Pace 135 Mangrané, Daniel Steegmann Mendes Wood DM 130 Manhães, Mariana Leme 123 Manic, Gordana Central 109 Mann, Curtis Kavi Gupta 121 Mann, Sally Gagosian 117 Mano, Rubens 87 Millan 132 Manuel, Antonio Anita Schwartz 101 Luisa Strina 127 Manoel Macedo 168 Ronie Mesquita 139 Manzon, Jean FASS 114 Manzoni, Piero Cardi 106 Gagosian 117 Mao Yan Pace 135 Mapplethorpe, Robert Thaddaeus Ropac 145 Franco Noero 117 Marcelle, Cinthia 28, 32 Silvia Cintra + Box 4 141 Sprovieri 142 Vermelho 147 Marchezini, Reuber Amarelonegro 151 Marclay, Christian White Cube 148 Marcolini, Geraldo Zipper 149 Marcopoulos, Ari Kavi Gupta 121 Marden, Brice Gagosian 117 Marepe 87 Luisa Strina 127 Margolles, Teresa Peter Kilchmann 137 Maria, Walter De Gagosian 117 Marín, Livia LA galería 156 Maringelli, Francisco Mezanino 157 Marinho, Jaildo Pinakotheke 137 Simões de Assis 142 Marini, Marino 38, 39 Mariotti, Gilberto Luisa Strina 127 Marmorek, Adriana LA galería 156 Marques, Maria Lira AM 100

Marques, Milton Leme 123 marquespenteado, f. Mendes Wood DM 130 Marti, Fabian Peter Kilchmann 137 Martin, Agnes Pace 135 Martin, Bernhard Thaddaeus Ropac 145 Martin, Jason Lisson 125 Martin, Kenneth Dan 110 Martin, Kris Sies + Höke 140 White Cube 148 Martin, Mary Dan 110 Martinat, José Carlos Leme 123 Martinelli, Pedro 24 Martinez, Carolina Laura Marsiaj 122 Martins, Alberto Raquel Arnaud 139 Martins, Edgar Laura Marsiaj 122 Martins, Julio Estação 114 Martins, Luiz Paralelo 159 Martins, Maria Fólio 116 Gustavo Rebello 119 Martins, Ramon Oscar Cruz 134 Martins, Rodrigo Laura Marsiaj 122 Martins, Sylvia Paralelo 159 Martins, Vera dconcept 153 Marx, Roberto Burle Hilda Araujo 120 Mascaro, Cristiano A Casa da Luz Vermelha 152 Dan Contemporânea 111 Fotospot 154 Marcelo Guarnieri 128 Masini, Eduardo Athena Contemporânea 152 Matheus, Rodrigo 41 Fortes Vilaça 116 Silvia Cintra + Box 4 141 Matisse, Henri 38, 39 Fólio 116 Matsuno, Claudio Virgilio 147 Matta, Roberto Fólio 116 Pace 135 Matta-Clark, Gordon David Zwirner 111 Natalie Seroussi 133 McCall, Anthony Luciana Brito 126 McCollum, Allan Luciana Brito 126 McCurry, Steve Babel 103 Mattos, Eduardo & Figueiredo, Fernanda Amarelonegro 151 Mattos, Mariana Laura Marsiaj 122 Virgilio 147 Maués, Dirceu A Casa da Luz Vermelha 152 Mauricio, Mariana Leme 123

Mavignier, Almir Dan Contemporânea 111 Fólio 116 Gustavo Rebello 119 Mayer, Mila ArtEEdições 102 Mayet, Jorge Inox 155 Mazza, Alexandre Carbono 106 Luciana Caravello 126 Mazzei, Ana Jaqueline Martins 121 MBE, Yinka Shonibare Stephen Friedman 143 McBride, Rita Carreras Mugica 107 McCarty, Marlene Sikkema Jenkins 140 McCracken, John David Zwirner 111 McDevitt, Paul Stephen Friedman 143 McElheny, Josiah White Cube 148 McEwen, Adam Art : Concept 101 Gagosian 117 McQueen, Steve Marian Goodman 129 Mecozzi, Silvia Raquel Arnaud 139 Medalla, David Baró 104 Medeiros, Virginia de Nara Roesler 133, 168 Meese, Jonathan Sies + Höke 140 Mehretu, Julie Marian Goodman 129 White Cube 148 Mein, Jessica Leme 123 Meira, Paulo Amparo 60 100 Laura Marsiaj 122 Meireles, Cildo 52, 53, 188, 192, 193 Athena 103 Bergamin 105 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Luisa Strina 127 Mul.ti.plo 132 Melli, Claudia Eduardo Fernandes 112 Mello, Felipe Oliveira dconcept 153 Mello, Miriam Homem de Fotospot 154 Mello, Renato Bezerra de Inox 155 Mello, Vicente de Eduardo Fernandes 112 Luciana Caravello 126 Melim, Daniel 36 Melo, Carlos Amparo 60 100 Melo, Thiago Martins de 69 Mendes Wood DM 130 Melotti, Fausto Cardi 106 Mena, Catalina Isabel Aninat 166 Mendes, Hugo Ybakatu 148 Mendizabal, Asier Carreras Mugica 107 Menta, Glauco Ybakatu 148 Merz, Mario Cardi 106 Mesquita, Matias A Gentil Carioca 118 Mesquita, Rodolfo Amparo 60 100

Messager, Annette Marian Goodman 129 Messias, Fabio Pilar 160 Mestre, Tiago Virgilio 147 Meyer, Pedro Portas Vilaseca 161 Mezzaqui, Sabrina Continua 110 Miceli, Alice Nara Roesler 133 Michaelis, Ana AM 100 dconcept 153 Michalany, Cassio Raquel Arnaud 139 Michals, Duane Esther Woerdehoff 153 Michelin, Simone A Gentil Carioca 118 Michelino, Laura Sergio Gonçalves 162 Migliora, Marzia Lia Rumma 124 Mignone, Vânia Casa Triângulo 107 Mercedes Viegas 131 Miguel, Ana Laura Marsiaj 122 Miguel, Bruno Emma Thomas 113, 165 Luciana Caravello 126 Miguel, Regina de Maisterravalbuena 167 Miguez, Fábio Carbono 106 Laura Marsiaj 122 Nara Roesler 133 Mikhailov, Boris Sprovieri 142 Miles, Guadalupe FASS 114 Milhazes, Beatriz Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Athena 103 Fortes Vilaça 116 Ipanema 120 Stephen Friedman 143 Millan 132, Ana Maria Instituto de Visión 166 Millán, Mónica Oscar Cruz 134 Miller, Harland White Cube 148 Miller, William Babel 103 Minujín, Marta Henrique Faria 165 Miranda, Everardo Anita Schwartz 101 Miranda, Laura Dan Contemporânea 111 Miro FASS 114 Miró, Joan Fólio 116 Mayoral 130 Mirza, Haroon Lisson 125 Mitoraj, Igor Agnès Monplaisir 99, 164 Mitteldorf, Klaus Fotospot 154 Miyajima, Tatsuo Lisson 125 Mlászho, Odires Vermelho 147 MMM, Ascânio AM 100 Dan Contemporânea 111 Marcia Barrozo do Amaral 128 Simões de Assis 142

Modé, João 24 A Gentil Carioca 118 Modigliani, Amedeo 38, 39 Mohallem, Cristiane dconcept 153 Mohallem, Gui Emma Thomas 113, 165 Luciana Caravello 126 Mohalyi, Yolanda Dan 110 Mojica, Marco Fernando Pradilla 115 Moleculagem Amarelonegro 151 Molina-Pantin, Luis Henrique Faria 165 Mondrian, Piet 210, 211 Monet, Claude Gagosian 117 Monk, Jonathan Lisson 125 Yvon Lambert 149 Monken, Luiz Mercedes Viegas 131 Monte-Mór, Germana Marilia Razuk 129 Monteiro, Arthur A Casa da Luz Vermelha 152 Monteiro, Paulo Carbono 106 Mendes Wood DM 130 Monteiro, Vicente do Rego Athena 103 Dan 110 Moore, Henry 210, 211 Gagosian 117 Mora, Guillermo Casa Triângulo 107 Moraes, Felippe Baró 104 Nosco 159 Moraes, Marcia de Leme 123 Moraes, Nina 21 Morais, Fabio 173, 195 Vermelho 147 Morales, Wagner Anita Schwartz 101 Morandi, Giorgio 38, 39, 210, 211 Moreira, Carlos A Casa da Luz Vermelha 152 Moreira, Dorival A Casa da Luz Vermelha 152 Moreira, Marcone Celma Albuquerque 108 Morell, Abelardo Arte 57 102 Morelli, Rinaldo A Casa da Luz Vermelha 152 Moreno, Antonio Ballester Maisterravalbuena 167 Moreno, Eduard Sergio Gonçalves 162 Mori, Jorge 210, 211 Moris Baró 104 Morozini, Felipe Zipper 149 Morris, Sarah Carbono 106 Ipanema 120 White Cube 148 Morrison, Joel Gagosian 117 Moscheta, Marcelo 21 Leme 123 Mosset, Olivier Christopher Grimes 109 Mota, Amanda Melo da Amparo 60 100


Motta, Carlos Filomena Soares 115 Instituto de Visión 166 Motta, Cristina Manoel Macedo 168 Motta, Gisela e Lima, Leandro Vermelho 147 Motta, Pedro Celma Albuquerque 108 Luisa Strina 127 Silvia Cintra + Box 4 141 Moura, Lívia Inox 155 Mourão, Raul Carbono 106 Celma Albuquerque 108 Lurixs 127 Nara Roesler 133 Moysés, Beth Fernando Pradilla 115 Mucha, Reinhard Lia Rumma 124 MUDA, Coletivo Lurixs 127 Mulas, Ugo Lia Rumma 124 Mulder, Gerben Fortes Vilaça 116 Mullem, Johan Van Hus 154 Munch, Edward 210, 211 Muneteru, Ujino PSM 169 Muniz, Vik Ipanema 120 Nara Roesler 133 Sikkema Jenkins 140 Muñoz, Juan Marian Goodman 129 Muntadas, Antoni 190, 191 Luisa Strina 127 Murakami, Takashi Gagosian 117 Muresan, Ciprian Plan B 160 Murgel, Daniel Portas Vilaseca 161 Murillo, Oscar David Zwirner 111 Murray, Elizabeth Pace 135 Mury, Alexandre Athena Contemporânea 152 Musa, João Luiz Luciana Brito 126 Musatti, Jeanete Luciana Caravello 126 Mussi, Ana Vitória 195 Mercedes Viegas 131 Muzquiz, Milena Travesía Cuatro 170 Myrrha, Lais Manoel Macedo 168

N Nador, Mônica Luciana Brito 126 Nakamura, Mio Babel Nakayama, Takako dconcept 153 Nara, Yoshitomo Pace 135 Stephen Friedman 143 Nasr, Moataz Continua 110 Nassar, Emmanuel Millan 132

Nasser, Frederico 189 Navarro, Alexandre Manoel Macedo 168 Navarro, Iván 87 Baró 104 Navarro, Sonia Ybakatu 148 Nazar, Teresa Myrine Vlavianos 158 Nazareno Emma Thomas 113, 165 Luciana Caravello 126 Nazareth, Paulo Franco Noero 117 Mendes Wood DM 130 Nóbrega, Christus Amarelonegro 151 Nóbrega, Gustavo 28 Neagu, Paul Ivan 167 Neel, Alice David Zwirner 111 Neel, Elizabeth Sikkema Jenkins 140 Negromonte, Nydia Central 109 Neiva, Bruna A Casa da Luz Vermelha 152 Nelson, Mike Franco Noero 117 Neugerriemschneider 134 Nenflídio, Paulo 21 A Gentil Carioca 118 Nepomuceno, Maria A Gentil Carioca 118 Nery, Ismael Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Dan 110 Pinakotheke 137 Neshat, Shirin Filomena Soares 115 Neto, Ernesto Arte 57 102 Athena 103 Fortes Vilaça 116 Neto, Mario Cravo Marcelo Guarnieri 128 Esther Woerdehoff 153 Netto, Gabriel Nosco 159 Neuenschwander, Rivane Fortes Vilaça 116 Stephen Friedman 143 Nevelson, Louise Pace 135 Neves, Eustaquio Arte 57 102 Neves, Maira das Portas Vilaseca 161 Neves, Marta Ybakatu 148 Newson, Marc Gagosian 117 Nicolai, Carsten Pace 135 Niculitcheff, Sergio Mezanino 157 Nino Estação 114 Nitzan, Ana dconcept 153 Noguchi, Isamu Pace 135 Nogueira, Marri A Casa da Luz Vermelha 152 Nolan, Kenneth Pace 135 Noland, Cady Gagosian 117 Nordman, Maria Marian Goodman 129 Nordström, Jockum David Zwirner 111

Noronha, Danielle Mezanino 157 Notari, Juliana Amparo 60 100 Noviello, Décio Berenice Arvani 104 Nowak, Marzena Gregor Podnar 119 Nozkowski, Thomas Pace 135 Stephen Friedman 143 Nugent, Bob Dan Contemporânea 111 Nunca Casa Triângulo 107 Nunes, André A Casa da Luz Vermelha 152 Nunes, Carlos 85 Raquel Arnaud 139 Nunes, Gilvan Oscar Cruz 134 Lemos de Sá 123 Nunes, Valdirlei Dias Casa Triângulo 107 Lurixs 127 Nuur, Navid Plan B 160

O Oblitas, Raura 80m2 164 Ocko, Damir Yvon Lambert 149 Oehlen, Albert Gagosian 117 Oestroem, Rubens Myrine Vlavianos 158 Ofen, Michael van Sies + Höke 140 Ofili, Chris David Zwirner 111 Ohira e Bonilha Marcelo Guarnieri 128 Ohtake, Tomie 184, 185 Carbono 106 Hilda Araujo 120 Ipanema 120 Marcelo Guarnieri 128 Nara Roesler 133 Pinakotheke 137 Simões de Assis 142 Oiticica, Hélio Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Bergamin 105 A Gentil Carioca 118 Ipanema 120 Lurixs 127 Nara Roesler 133 Natalie Seroussi 133 Pinakotheke 137 Oiwa, Oscar Nara Roesler 133 Okamoto, Ayao Myrine Vlavianos 158 Okamoto, Fábio Virgilio 147 Okariz, Itziar Carreras Mugica 107 Ókon, Yoshua Baró 104 Okubo, Kazuo A Casa da Luz Vermelha 152 Oldenburg/van Bruggen Pace 135 Olesen, Henrik Franco Noero 117

Oliveira, Ana Paula Marcelo Guarnieri 128 Oliveira, Danilo Virgilio 147 Oliveira, Florival Paulo Darzé 136 Oliveira, Henrique Ipanema 120 Millan 132 Silvia Cintra + Box 4 141 Oliveira, Rodrigo Filomena Soares 115 Zipper 149 Ondák, Roman Kurimanzutto 122 Onofre, João Franco Noero 117 Onucsan, Miklos Plan B 160 Opalka, Roman Yvon Lambert 149 OPAVIVARÁ! A Gentil Carioca 118 Opie, Catherine Stephen Friedman 143 Opie, Julian ArtEEdições 102 Lisson 125 Oppido, Gal Lume 157 Orion, Alexandre Inox 155 Orozco, Gabriel Kurimanzutto 122 Marian Goodman 129 White Cube 148 Ortega, Damián Fortes Vilaça 116 Kurimanzutto 122 White Cube 148 Ortega, Fernando Kurimanzutto 122 Ortiz, Bernardo Casas Riegner 108 Luisa Strina 127 Ortiz, Catalina Fernando Pradilla 115 Ortiz, Daniela 80m2 164 osgemeos Fortes Vilaça 116 Ospina, Nadín Fernando Pradilla 115 Osses, Patricia 32 Leme 123 Otero, Angel Kavi Gupta 121 Otta, Eliana 80m2 164 Oursler, Tony Leme 123 Lisson 125 Ozzola, Giovanni Continua 110

P Pacheco, Bruno Filomena Soares 115 Pacheco, Nazareth Casa Triângulo 107 Murilo Castro 158 Luciana Caravello 126 Paci, Adrian Peter Kilchmann 137 Padovan, Renata 87 Baró 104 Pagatini, Rafael Virgilio 147 Paine, Roxy Kavi Gupta 121

Paisagem Submersa Silvia Cintra + Box 4 141 Paiva, Deborah Marcelo Guarnieri 128 Palatnik, Abraham Anita Schwartz 101 Carbono 106 Gustavo Rebello 119 Hilda Araujo 120 Ipanema 120 Marcia Barrozo do Amaral 128 Nara Roesler 133 Pinakotheke 137 Ronie Mesquita 139 Simões de Assis 142 Pallotta, Marcelo Arte 57 102 Palma, Mariana 195 Casa Triângulo 107 Ipanema 120 Palma, Miguel SIM 141 Pancetti, José Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Athena 103 Dan 110 Hilda Araujo 120 Ipanema 120 Paulo Kuczynski 136 Pinakotheke 137 Pando, Marco 80m2 164 Pandolfo, Nina Leme 123 Paolini, Giulio Cardi 106 Lisson 125 Marian Goodman 129 Yvon Lambert 149 Pape, Lygia Bergamin 105 Ipanema 120 Luisa Strina 127 Lurixs 127 Pappalardo, Arnaldo Fotospot 154 Parc, Julio Le 87 Athena 103 Carbono 106 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Nara Roesler 133 Parcero, Tatiana Rolf Art 161 Pardo, Jorge Neugerriemschneider 134 Travesía Cuatro 170 Paredes, Cecilia Isabel Aninat 166 Pareja, Miguel Angel Sur 144 Parigi, Rodolpho 25, 28 Nara Roesler 133 Paris, Nicolás Luisa Strina 127 Polígrafa 138 Parr, Martin Lume 157 Parra, Mauricio Mezanino 157 Parra, Santiago Filomena Soares 115 Parrino, Steven Gagosian 117 Partegás, Ester Christopher Grimes 109 Pascali, Pino Cardi 106 Pasmore, Victor Dan 110 Pasquetti, Carlos Bolsa de Arte 105 Pasta, Paulo Millan 132

Pastore, Marcia Central 109 Paternosto, Cesar Dan Contemporânea 111 Patrício, José Amparo 60 100 Nara Roesler 133 Patrício, Martinho Virgilio 147 Paula, Regina de Mercedes Viegas 131 Paulo, José Amparo 60 100 Anita Schwartz 101 Pavlov-Andreevich, Fyodor Luciana Brito 126 Paz, Carolina Virgilio 147 Peake, Eddie White Cube 148 Peña, David LA galería 156 Pederneiras, José Luiz AM 100 Myrine Vlavianos 158 Pedrosa, Renata Virgilio 147 Peled, Yiftah Ybakatu 148 Pena, Isaura Celma Albuquerque 108 Penalva, João Filomena Soares 115 Penck, A. R. Michael Werner 131 Pendleton, Adam Pace 135 Penone, Giuseppe Cardi 106 Gagosian 117 Marian Goodman 129 Pensato, Joyce Lisson 125 Pepperstein, Pavel Sprovieri 142 Peró, Francisco Isabel Aninat 166 Pereira, Artur Estação 114 Pereira, Paulo Anita Schwartz 101 Paulo Darzé 136 Pereira, Reginaldo Casa Triângulo 107 Pereira, Thales Lemos de Sá 123 Peris, Jorge Sprovieri 142 Perlingeiro, Maria-Carmen Carbono 106 Lemos de Sá 123 Mul.ti.plo 132 Raquel Arnaud 139 Perrot, Philippe Art : Concept 101 Pessoa, Solange Manoel Macedo 168 Peter, Nathan PSM 169 Petercol, Goran Gregor Podnar 119 Peters, Guilherme Vermelho 147 Petrella, Rodrigo Paralelo 159 Pettibon, Raymond David Zwirner 111 Peyton, Elizabeth Gagosian 117 Neugerriemschneider 134 Pezolito, Karen Mezanino 157 Philippe, Luiz Marcia Barrozo do Amaral 128

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Phillips, Richard Gagosian 117 White Cube 148 Philocreon, Sidney Virgilio 147 Piazzini, Gianfranco 80m2 164 Picabia, Francis Michael Werner 131 Picasso, Pablo 38, 39, 210, 211 Fólio 116 Gagosian 117 Mayoral 130 Natalie Seroussi 133 Pace 135 Van de Weghe 145 Vedovi 146 Pieroth, Kirsten Franco Noero 117 Piloni, Monica FASS 114 Laura Marsiaj 122 Pilscheur, Katinka SIM 141 Pimentao, Diogo Yvon Lambert 149 Pimentel, Wanda Anita Schwartz 101 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Manoel Macedo 168 Pinheiro, Isaque Laura Marsiaj 122 Ybakatu 148 Pinheiro, Osmar Virgilio 147 Pinto, Túlio Baró 104 Nosco 159 Pitta, Matheus Rocha Mendes Wood DM 130 Sprovieri 142 Pitta, Thiago Rocha A Gentil Carioca 118 Millan 132 Pistoletto, Michelangelo Cardi 106 Continua 110 Lia Rumma 124 Piva, Mauro Fernando Pradilla 115 Leme 123 Piza, Arthur Luiz 87 Arte 57 102 Fólio 116 Gustavo Rebello 119 Marcia Barrozo do Amaral 128 Murilo Castro 158 Paulo Kuczynski 136 Pinakotheke 137 Raquel Arnaud 139 Ronie Mesquita 139 Pjota, Paulo Nimer Mendes Wood DM 130 Plata, Maria Fernanda Casas Riegner 108 Plentz, Leopoldo Bolsa de Arte 105 Fotospot 154 Plessen, Magnus White Cube 148 Pocztaruk, Romy 37 SIM 141 Podoll, Joshua Christopher Grimes 109 Poester, Teresa Bolsa de Arte 105 Pogacean, Cristi Plan B 160 Polke, Sigmar Michael Werner 131 Polo, Paloma Parra & Romero 135

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Poltronieri, Fabrizio Amarelonegro 151 Pombo, Marcelo Christopher Grimes 109 Pombo, Rafael 173 Ponte, Carolina Luciana Caravello 126 Zipper 149 Pontogor Emma Thomas 113, 165 Porter, Liliana Luciana Brito 126 Polígrafa 138 Ruth Benzacar 169 Porter, Santiago Rolf Art 161 Portinari, Candido Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Dan 110 Hilda Araujo 120 Pinakotheke 137 A Ponte 138 Poteiro, Antonio Estação 114 Pousette-Dart, Richard Pace 135 Prades, Jaime Mezanino 157 Prado, Armando Fotospot 154 Pras, Bernard Sergio Gonçalves 162 Prata, Ana Millan 132 Pratginestós, Juan A Casa da Luz Vermelha 152 Prearo, Penna Lume 157 Prieto, Wilfredo Kurimanzutto 122 Prince, Richard Gagosian 117 Prini, Emilio Sprovieri 142 Prolik, Eliane Luciana Caravello 126 SIM 141 Prolik, Eliane Luciana Caravello 126 SIM 141 Prouvé, Jean Gagosian 117 Prozak Myrine Vlavianos 158 Powers, Zak Babel 103 Puente, Alejandro Henrique Faria 165 Pugnaloni, Leila Ybakatu 148 Pumhösl, Florian Lisson 125 Pumpler, Peter Nosco 159 Putrih, Tobias Luciana Brito 126 Gregor Podnar 119 Puttelaar, Carla van de Esther Woerdehoff 153

Q Quabeck, Cornelius Stephen Friedman 143 Quaresma, Alice Mercedes Viegas 131 Queiroz, Armando Virgilio 147

Queiroz, João Vera Cortês 146 Queiroz, Jorge Sikkema Jenkins 140 Quinderé, Fernanda Anita Schwartz 101 Quinn, Ged Stephen Friedman 143 Quinn, Marc Thaddaeus Ropac 145 White Cube 148

R Radaelli, Gelson Bolsa de Arte 105 Radigales, Enrique Baró 104 RAG Zipper 149 Raiss, Florian Lume 157 Raitt, Neil Hus 154 Ramalho, Bernardo A Gentil Carioca 118 Ramo, Sara Fortes Vilaça 116 Manoel Macedo 168 Ramos, Laerte Baró 104 Portas Vilaseca 161 Ramos, Leonardo LA galería 156 Ramos, Leticia Mendes Wood DM 130 Ramos, Nuno Anita Schwartz 101 Celma Albuquerque 108 Fortes Vilaça 116 Rana, Rashid Lisson 125 Ranchinho, Sebastião Estação 114 Rankin, Jessica White Cube 148 Rappa, Fernanda Central 109 Rauch, Neo David Zwirner 111 Rauschenberg, Robert 190, 191 Gagosian 117 Pace 135 Ray, Man Fólio 116 Rayo, Omar Leon Tovar 124 Reale, Berna Millan 132 Redin, Mayana Silvia Cintra + Box 4 141 Redin, Mayra Central 109 Redondo, Laercio 36 Silvia Cintra + Box 4 141 Reeder, Scott Kavi Gupta 121 Rehberger, Tobias Neugerriemschneider 134 Reichman, Ariel PSM 169 Reinés, Tuca Fotospot 154 Reinhardt, Ad David Zwirner 111 Reinoso, Pablo Baró 104 Reis, Jayme Lemos de Sá 123

Reis, Rogério Gávea 118 Reisewitz, Caio Carbono 106 Luciana Brito 126 Rendón, Ricardo Zipper 149 Renggli, David Peter Kilchmann 137 Rennó, Rosângela 32 Vermelho 147 Renne, Monique A Casa da Luz Vermelha 152 Renoir, Pierre-Auguste Athena 103 Res Rolf Art 161 Resende, José 181, 182, 183, 189, 190, 191 Ipanema 120 Manoel Macedo 168 Paulo Darzé 136 Raquel Arnaud 139 Resende, Marco Tulio Lemos de Sá 123 Restiffe, Mauro Fortes Vilaça 116 Reyes, Pedro Lisson 125 Luisa Strina 127 Reyle, Anselm Gagosian 117 Reynolds, Reynold Christopher Grimes 109 Rezende, Gustavo 28 Fernando Pradilla 115 Marilia Razuk 129 RG, Rafael 173 Rheingantz, Marina 33 Fortes Vilaça 116 Rhoades, Jason David Zwirner 111 Rhode, Robin White Cube 148 Ribadeneira, Manuela Casa Triângulo 107 Ribbeck, Bernd Peter Kilchmann 137 Ribeiro, Fernando Bolsa de Arte 105 Ybakatu 148 Ricalde, Rosana Emma Thomas 113, 165 Mercedes Viegas 131 Ricardo, Andre Pilar 160 Richter, Daniel Thaddaeus Ropac 145 Richter, Gerhard Marian Goodman 129 Vedovi 146 Ridolfi, Paolo SIM 141 Riedel, Michael David Zwirner 111 Rigatti, André Virgilio 147 Righini, Camillo A Casa da Luz Vermelha 152 Riley, Bridget David Zwirner 111 Pace 135 Rimnic, Anca Munteanu PSM 169 Rin, Flavia Da Ruth Benzacar 169 Ring, Anete Myrine Vlavianos 158 Rivera, Diego Leon Tovar 124 Roberts, Simon Babel 103 Robbio, Nicolás Vermelho 147

Roccasalva, Pietro Art : Concept 101 Rocco, Andrea Laura Marsiaj 122 Rocha, Adriana AM 100 Rocha, Beto A Casa da Luz Vermelha 152 Rocha, Edo 190, 191 Rocha, Elder Laura Marsiaj 122 Rocha, Hélio A Casa da Luz Vermelha 152 Rodrigues, Barbara Virgilio 147 Rodrigues, Edu dconcept 153 Rodrigues, Fabiano 37, 40 Logo 125 Rodrigues, Janaina Celma Albuquerque 108 Rodriguez, Raimundo Sergio Gonçalves 162 Rojas, Adrián Villar Kurimanzutto 122 Luisa Strina 127 Marian Goodman 129 Ruth Benzacar 169 Rojas, Clare Kavi Gupta 121 Rojas, Miguel Angel Casas Riegner 108 Roldan, Ana Instituto de Visión 166 Roldán, Luis Casas Riegner 108 Henrique Faria 165 Rolla, Marco Paulo Vermelho 147 Romagnolo, Sergio 87 Marilia Razuk 129 Romberg, Osvaldo Henrique Faria 165 Romero, Candida Agnès Monplaisir 99, 164 Roolt, Éder Oscar Cruz 134 Roose, Santiago 80m2 164 Roque, Luiz Bolsa de Arte 105 Rosa, Nancy La 80m2 164 Rosen, Kay Sikkema Jenkins 140 Rosenfeld, Lotty Isabel Aninat 166 Rothko, Mark Pace 135 Rothschild, Miguel Ruth Benzacar 169 Rountree, Marco Travesía Cuatro 170 Rovner, Michal Pace 135 Rubell, Jennifer Stephen Friedman 143 Rubinho, Mônica Virgilio 147 Rubins, Nancy Gagosian 117 Ruff, Thomas David Zwirner 111 Gagosian 117 Lia Rumma 124 Rufino, José Amarelonegro 151 Amparo 60 100 Carbono 106 Ruscha, Ed Gagosian 117 Mul.ti.plo 132 Vedovi 146

Rusu, Cristian Plan B 160 Ryman, Robert Pace 135

S Sá, Cristina AM 100 Sergio Gonçalves 162 Sacco, Graciela Rolf Art 161 Sachs, Marcos Paralelo 159 Sachs, Tom Thaddaeus Ropac 145 Sacilotto, Luiz Berenice Arvani 104 Bergamin 105 Dan 110 Hilda Araujo 120 Sailstorfer, Michael Fortes Vilaça 116 Thaddaeus Ropac 145 Sala, Anri Kurimanzutto 122 Marian Goodman 129 Salaberria, Xabier Carreras Mugica 107 Salazar, Adriana LA galería 156 Salazar, Juan Javier 80m2 164 Salcedo, Doris White Cube 148 Saldanha, Ione Ipanema 120 Paulo Kuczynski 136 Ronie Mesquita 139 Saleme, Marina Luisa Strina 127 Salgado, Sebastião Tempo 162 Salgado, Teresa Mul.ti.plo 132 Salguero, Daniel Santiago Instituto de Visión 166 Salle, David Thaddaeus Ropac 145 Salomão, Omar Mercedes Viegas 131 Salvaro, C. L. 87 Ybakatu 148 Samaia, Betina Arte 57 102 Samaras, Lucas Pace 135 Stephen Friedman 143 Samico, Gilvan Estação 114 Samyn, Fabrice Sies + Höke 140 Sánchez, Liliana Casas Riegner 108 Sandback, Fred David Zwirner 111 Lisson 125 Sande, Juan de Travesía Cuatro 170 Sandison, Charles Yvon Lambert 149 Sandoval, Rosemberg Casas Riegner 108 Santana, Tiago A Casa da Luz Vermelha 152 Fotospot 154 Sant’anna, Alexandre Gávea 118 Santiago, Debora Ybakatu 148


Santiago, Paula Paralelo 159 Santiere, Eduardo Henrique Faria 165 Santo, Dionísio Del Dan 110 Santo, Iran do Espírito Arte 57 102 Fortes Vilaça 116 Santos, Agnaldo Manoel dos Estação 114 Santos, Alcides Pereira dos Estação 114 Santos, Aurelino dos Estação 114 Santos, Dudu Jaqueline Martins 121 Santos, Eder Celma Albuquerque 108 Luciana Brito 126 Saraiva, Alberto Amarelonegro 151 Sario, Ana Virgilio 147 Sarmento, Iuri Agnès Monplaisir 99, 164 Laura Marsiaj 122 Paulo Darzé 136 Sarmento, Julião Christopher Grimes 109 Fortes Vilaça 116 Sassi, Rodrigo Pilar 160 Sassolino, Arcangelo Continua 110 Saunders, Matt Marian Goodman 129 Sava, Stefan Ivan 167 Saville, Jenny Gagosian 117 Savu, Serban Plan B 160 Sawa, Hiraki Maisterravalbuena 167 Scalzo, Marcelo Ybakatu 148 Schütte, Thomas Marian Goodman 129 Scheibitz, Thomas Parra & Romero 135 Scheier, Peter Fotospot 154 Schendel, Mira 22, 23, 25, 182, 183, 190, 191 Arte 57 102 Berenice Arvani 104 Bergamin 105 Fólio 116 Ipanema 120 Paulo Kuczynski 136 Pinakotheke 137 A Ponte 138 Ronie Mesquita 139 Steiner 143 Schiff, Melanie Kavi Gupta 121 Schimert, Katy David Zwirner 111 Schinwald, Markus Yvon Lambert 149 Schipper, Otavio Anita Schwartz 101 Carbono 106 Millan 132 Schlesinger, Ariel Gregor Podnar 119 Yvon Lambert 149 Schnabel, Julian Gagosian 117 Schnabel, Michael Esther Woerdehoff 153 Schnaider, Dudu A Casa da Luz Vermelha 152

Schneider, Anderson A Casa da Luz Vermelha 152 Schutze, Newman Eduardo Fernandes 112 Sergio Gonçalves 162 Schwitters, Kurt Natalie Seroussi 133 Screnci, Nelson AM 100 Myrine Vlavianos 158 Secchin, Gabriel Portas Vilaseca 161 Segall, Lasar 179, 210, 211 Arte 57 102 Pinakotheke 137 A Ponte 138 Sehgal, Tino Marian Goodman 129 Seiden, Lauren Nosco 159 Seixas, Alvaro Mercedes Viegas 131 Sekula, Allan Christopher Grimes 109 Senise, Daniel Carbono 106 Mul.ti.plo 132 Polígrafa 138 Silvia Cintra + Box 4 141 Vermelho 147 Serpa, Ivan 210, 211 Berenice Arvani 104 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Marcelo Guarnieri 128 Pinakotheke 137 Ronie Mesquita 139 Serra, Richard 182, 185 Athena 103 Carreras Mugica 107 Gagosian 117 Mul.ti.plo 132 Serrano, Andres Yvon Lambert 149 Serri, Mariana Marilia Razuk 129 Serse Continua 110 Sesper Logo 125 Shapiro, Joel Mul.ti.plo 132 Pace 135 Shaw, Raqib Thaddaeus Ropac 145 Pace 135 White Cube 148 Shaw-Town, Dan Maisterravalbuena 167 Shawcross, Conrad Parra & Romero 135 Shearer, Steven Franco Noero 117 Shechet, Arlene Sikkema Jenkins 140 Sherman, Cindy Gagosian 117 Sherman, Claire Kavi Gupta 121 Shintani, Alice Celma Albuquerque 108 Marcelo Guarnieri 128 Shirreff, Erin Sikkema Jenkins 140 Short, Scott Christopher Grimes 109 Shrigley, David Stephen Friedman 143 Yvon Lambert 149 Shwafaty, Beto Luisa Strina 127 Siena, James Pace 135

Sierra, Gabriel 87 Casas Riegner 108 Kurimanzutto 122 Luisa Strina 127 Sierra, Santiago Lisson 125 Signer, Roman Art : Concept 101 Sikander, Shahzia Sikkema Jenkins 140 Sillman, Amy Sikkema Jenkins 140 Silva, Carolina Travesía Cuatro 170 Silva, Cristián Maisterravalbuena 167 Silva, José Antonio da Estação 114 Silva, Vieira da Fólio 116 Paulo Kuczynski 136 Silva-Avária, Cristián Laura Marsiaj 122 Silveira, Marcelo Carbono 106 Nara Roesler 133 Silveira, Regina 40, 87 AM 100 Bolsa de Arte 105 Carbono 106 Luciana Brito 126 Polígrafa 138 Silvera, Washington Ybakatu 148 Simão, Marina Perez Mendes Wood DM 130 Simões, Lucas Emma Thomas 113, 165 Simon, Taryn Gagosian 117 Simons, Luzia Carbono 106 Nara Roesler 133 Singh, Alexandre Art : Concept 101 Siquier, Pablo Baró 104 Ruth Benzacar 169 Sissia, Mariana Baró 104 Sister, Sérgio Lemos de Sá 123 Nara Roesler 133 Slominski, Andreas Thaddaeus Ropac 145 Slotawa, Florian Sies + Höke 140 Smael Inox 155 Smith, Courtney Baró 104 Smith, David Gagosian 117 Smith, Jan Eduardo Fernandes 112 Smith, Kiki Pace 135 Smith, Melanie Nara Roesler 133 Peter Kilchmann 137 Snyder, Sean Lisson 125 Soares, Genilson Carbono 106 Jaqueline Martins 121 Soares, Valeska 243 Fortes Vilaça 116 Soato, Camila Zipper 149 Sobral, Antonio dconcept 153 Sodi, Bosco Pace 135 Soenens, Janine 48, 49, 60–67

Sokol, Estela Anita Schwartz 101 Zipper 149 Solakov, Nedko Continua 110 Solà, Xevi Inox 155 Solá, Marcelo Amparo 60 100 Luciana Caravello 126 Solminihac, Paula de Isabel Aninat 166 Sombra, Leo Mezanino 157 Sone, Yutaka David Zwirner 111 Song Dong Pace 135 Sonnier, Keith Pace 135 Sosnowska, Monika Kurimanzutto 122 Sotelo, Wilger Casas Riegner 108 Soto, Jesús Rafael Arte 57 102 Athena 103 Dan Contemporânea 111 Fólio 116 Ipanema 120 Leon Tovar 124 Paulo Kuczynski 136 Studio Nobrega 144 Souza, Edgard de 33 Carbono 106 Luisa Strina 127 Souza, Zuleika de A Casa da Luz Vermelha 152 Souzanetto, Manfredo de Lemos de Sá 123 Marcia Barrozo do Amaral 128 Spalletti, Ettore Lia Rumma 124 Spaniol, José Dan Contemporânea 111 Speridião, Gustavo 71 Anita Schwartz 101 Spinatsch, Jules SIM 141 Sposati, Camila Casa Triângulo 107 Srodek-Hart, Guillermo FASS 114 Srur, Eduardo Baró 104 Stamm, Marlene dconcept 153 Stampanoni, Isabela Amparo 60 100 Starling, Simon Franco Noero 117 Neugerriemschneider 134 Steen, Ricardo van Zipper 149 Stefano, Alfredo de Babel 103 Stein, Juliana SIM 141 Steinbach, Haim Lia Rumma 124 White Cube 148 Steinberg, Saul Pace 135 Stella, Frank Athena 103 Stewart, Ana Gávea 118 Stingel, Rudolf Gagosian 117 Vedovi 146 Stockholder, Jessica Carreras Mugica 107 Stockholm, Pier Casa Triângulo 107

Storm, Zach Johannes Vogt 155 Strange, Jack Casa Triângulo 107 Strode, Thaddeus Neugerriemschneider 134 Stropp, Tatiana Ybakatu 148 Struth, Thomas Marian Goodman 129 Stubbs, Michael Oscar Cruz 134 Stuckert, Bruno A Casa da Luz Vermelha 152 Suci, Júnior Virgilio 147 Sued, Eduardo 181 Ipanema 120 Mul.ti.plo 132 Simões de Assis 142 Sugimoto, Hiroshi Pace 135 Sui Jianguo Pace 135 Sultra, René & Barthélèmy, Maria Ybakatu 148 Sun Yuan & Peng Yu Continua 110

T Taaffe, Philip Gagosian 117 Tabarra, João Filomena Soares 115 Tabibuia, Chico Estação 114 Taboas, Sofía Kurimanzutto 122 Tagliavini, Christian Esther Woerdehoff 153 Takamatsu, Jiro Stephen Friedman 143 Talayero, Susana Carreras Mugica 107 Tansey, Mark Gagosian 117 Taquary, Nadia Paulo Darzé 136 Tarran, Clarisse Lourdina Jean Rabieh 156 Tarso, Paulo de Myrine Vlavianos 158 Tasset, Tony Kavi Gupta 121 Tassinari, Renata Carbono 106 Lurixs 127 Pilar 160 Tavares, Ana Maria Silvia Cintra + Box 4 141 Vermelho 147 Tavares, Wagner Malta 87 Marilia Razuk 129 Taylor, Al David Zwirner 111 Taylor-Johnson, Sam White Cube 148 Tayou, Pascale Marthine Continua 110 Tàpies, Antoni Mayoral 130 Mul.ti.plo 132 Pace 135 Téllez, Javier Peter Kilchmann 137 Tebet, Tiago Luciana Brito 126 SIM 141

Teixeira, Alberto Berenice Arvani 104 Teixeira, Ana Central 109 Tejeda, Bernardo Paralelo 159 Telleria, Mariana Ruth Benzacar 169 Tenreiro, Joaquim Ronie Mesquita 139 Terán, Pedro Henrique Faria 165 Terra, Laila Portas Vilaseca 161 Tessler, Elida Bolsa de Arte 105 Testino, Mario Carbono 106 Yvon Lambert 149 Teuta, Angélica Casas Riegner 108 Marcelo Guarnieri 128 Thater, Diana David Zwirner 111 Thek, Paul Pace 135 Themlitz, Susanne S. D. Vera Cortês 146 Therrien, Robert Gagosian 117 Thiel, Frank Leme 123 Thompson, Marcia Mercedes Viegas 131 Tiboni, Marcela Central 109 Tillmans, Wolfgang David Zwirner 111 Tinoco, Marcelo Zipper 149 Tiravanija, Rirkrit Kurimanzutto 122 Neugerriemschneider 134 Tobalina, Juan Diego 80m2 164 Todd & Fitch Agnès Monplaisir 99, 164 Togni, Chico Pilar 160 Toledo, Amélia Dan Contemporânea 111 Simões de Assis 142 Toledo, Daniel Oscar Cruz 134 Toledo, Vania Fotospot 154 Tomaselli, Fred White Cube 148 Tomaselli, Maria Bolsa de Arte 105 Tomasello, Luis Arte 57 102 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Leon Tovar 124 Mul.ti.plo 132 Paulo Kuczynski 136 Polígrafa 138 Toroni, Niele Marian Goodman 129 Yvon Lambert 149 Torre, Milagros de la Rolf Art 161 Torres, Neves Estação 114 Torres, Rodrigo A Gentil Carioca 118 SIM 141 Tostes, Afonso Carbono 106 Luciana Caravello 126 Touloub, Achraf Plan B 160 Tracunhaém, Nuca de Estação 114

235


Trbuljak, Goran Gregor Podnar 119 Trevellin, Fernanda Central 109 Trouvé, Tatiana Gagosian 117 Truitt, Anne Stephen Friedman 143 Tschäpe, Janaina Fortes Vilaça 116 Tudela, Armando Andrade Fortes Vilaça 116 Tuneu Raquel Arnaud 139 Tunga 173, 182, 183 Franco Noero 117 Manoel Macedo 168 Mendes Wood DM 130 Paulo Darzé 136 Ronie Mesquita 139 Turrell, James Gagosian 117 Pace 135 Tuttle, Richard Pace 135 Tuymans, Luc David Zwirner 111 Twombly, Cy Gagosian 117 Vedovi 146 Tyler, Pedro Isabel Aninat 166 Tyson, Keith Pace 135

U Uchôa, Delson Amparo 60 100 Luciana Brito 126 SIM 141 Uklański, Piotr Gagosian 117 Umeda, Akira dconcept 153 Uncini, Giuseppe Cardi 106 Unzueta, Johanna Johannes Vogt 155 Urch, Alexandre Lume 157 Uslé, Vicky Travesía Cuatro 170

V Valadares, Fernanda Myrine Vlavianos 158 Valansi, Gabriel Rolf Art 161 Vale, João Pedro Leme 123 Valentim, Rubem Berenice Arvani 104 Valle, Renato Lourdina Jean Rabieh 156 Vallecillo, Adán 80m2 164 Valones, Camila Manoel Macedo 168 Vanegas, Javier Fernando Pradilla 115 Vanga, Gabriela Plan B 160

236

Varejão, Adriana Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Fortes Vilaça 116 Paulo Kuczynski 136 Studio Nobrega 144 Varela, Pedro A Gentil Carioca 118 Zipper 149 Vasarely, Victor Athena 103 Fólio 116 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Leon Tovar 124 Vaschetti, Lorena Guillén FASS 114 Vasconcellos, Cássio Fotospot 154 Vasconcelos, Cleido Marcelo Guarnieri 128 Vasconcelos, Joana Casa Triângulo 107 Vasmoulakis, Alexandros Nosco 159 Vasquez, Pedro Pinakotheke 137 Vassilakis, Do König Agnès Monplaisir 99, 164 Vater, Regina 195 Jaqueline Martins 121 Vece, Costa Franco Noero 117 Veiga, Bruno Gávea 118 Veiga, Dione dconcept 153 Véio Estação 114 Velarde, Gabriel Acevedo Leme 123 Velasco, Usha A Casa da Luz Vermelha 152 Velázquez, Fernando Zipper 149 Velho, Tina Amarelonegro 151 Velloso, Fernando Lemos de Sá 123 Velludo, Silvia Marcelo Guarnieri 128 Veloso, Marco Inox 155 Venosa, Angelo Anita Schwartz 101 Carbono 106 Celma Albuquerque 108 Nara Roesler 133 Mul.ti.plo 132 Ventoso, Abel Athena Contemporânea 152 Ventura, Eduardo Sergio Gonçalves 162 Ventura, Paolo Babel 103 Vergara, Carlos 181, 182, 183 Bolsa de Arte 105 Mul.ti.plo 132 Verger, Pierre Marcelo Guarnieri 128 Vermelho Paralelo 159 Versieux, Raquel Athena Contemporânea 152 Verz, Loro Paralelo 159 Verzutti, Erika Fortes Vilaça 116 Peter Kilchmann 137 Vezzoli, Francesco Gagosian 117 Franco Noero 117 Yvon Lambert 149

Vicente, Gil Amparo 60 100 Lourdina Jean Rabieh 156 Vieira, Mary 210, 211 Vieira, Tuca Fotospot 154 Vieitez, Ramonn Amparo 60 100 Portas Vilaseca 161 Viera-Gallo, Manuela Instituto de Visión 166 Isabel Aninat 166 Viggiani, Ed A Casa da Luz Vermelha 152 Vilanova, Oriol Parra & Romero 135 Vilela, Bruno Amparo 60 100 Vilela, Fernando Virgilio 147 Vilela, Jimson Carbono 106 Virgilio 147 Villa, Ricardo Luciana Caravello 126 Villani, Julio Gustavo Rebello 119 Mercedes Viegas 131 Raquel Arnaud 139 Villaveces, Santiago Reyes Instituto de Visión 166 Vinícius, Marcus Marcelo Guarnieri 128 Vinci, Laura 91 Carbono 106 Marcelo Guarnieri 128 Nara Roesler 133 Vinck, Christian Leme 123 Vinuesa, Nelo Ybakatu 148 Violette, Banks Thaddaeus Ropac 145 Vitali, Massimo Arte 57 102 Baró 104 Vivacqua, Paulo 87 Laura Marsiaj 122 Vlavianos 158, Nicolas Myrine Vlavianos 158 Vliet, Don Van Michael Werner 131 Vo, Danh Kurimanzutto 122 Marian Goodman 129 Vogler, Alexandre A Gentil Carioca 118 Vojta, Jaqueline Mercedes Viegas 131 Volpi, Alfredo 210, 211 Almeida e Dale 99 Arte 57 102 Athena 103 Dan 110 Hilda Araujo 120 Ipanema 120 Paulo Kuczynski 136 A Ponte 138 Simões de Assis 142 Studio Nobrega 144

W Waal, Edmund de Gagosian 117 Walker, Corban Pace 135 Walker, Kara Sikkema Jenkins 140

Walker, Richard T. Christopher Grimes 109 Wall, Jeff Marian Goodman 129 White Cube 148 Wallace, Ian Yvon Lambert 149 Ward, Nari Continua 110 Warhol, Andy 190, 191 Athena 103 Fólio 116 Gagosian 117 Thaddaeus Ropac 145 Van de Weghe 145 Vedovi 146 Watts, Cliff Babel 103 Weerasethakul, Apichatpong Kurimanzutto 122 Weffort, Marina Marilia Razuk 129 Weinberger, Karlheinz Esther Woerdehoff 153 Weiner, Lawrence Lisson 125 Marian Goodman 129 Yvon Lambert 149 Weissmann, Franz AM 100 Athena 103 Berenice Arvani 104 Dan 110 Gustavo Rebello 119 Ipanema 120 Pinakotheke 137 Ronie Mesquita 139 Weissmann, Leonora AM 100 Welling, James David Zwirner 111 Wentworth, Richard Lisson 125 Wesely, Michael Oscar Cruz 134 West, Franz Gagosian 117 Wheeler, Doug David Zwirner 111 Whettnall, Sophie Continua 110 Vera Cortês 146 Whitaker, Paulo 41 AM 100 Marilia Razuk 129 White, Pae Neugerriemschneider 134 Whiteread, Rachel Carbono 106 Gagosian 117 Whitman, Robert Pace 135 Wickbold, Gabriel Lume 157 Wieser, Claudia Sies + Höke 140 Wilbert, Nelson Bolsa de Arte 105 Wilding, Ludwig Leon Tovar 124 Wiley, Kehinde Stephen Friedman 143 Williams, Christopher David Zwirner 111 Williams, Michael Michael Werner 131 Wilson, Fred Pace 135 Winter, Roberto Mendes Wood DM 130 Woert, Nick van Yvon Lambert 149 Wolfenson, Bob Fotospot 154 Millan 132

Wolfson, Jordan David Zwirner 111 Wollner, Alexandre Dan Contemporânea 111 Wolthers, Mai-Britt Eduardo Fernandes 112 Wood, John and Harrison, Paul Vera Cortês 146 Woodman, Francesca Marian Goodman 129 Wool, Christopher Gagosian 117 Vedovi 146 Wright, Richard Gagosian 117 Wurm, Erwin Thaddaeus Ropac 145 Wurzmann, Lina 85 Paralelo 159

X Xavier, Daisy Anita Schwartz 101 Eduardo Fernandes 112 Xavier, Márcia 70 Carbono 106 Casa Triângulo 107 Laura Marsiaj 122 Xhafa, Sislej Continua 110

Y Yamamoto, Masao Marcelo Guarnieri 128 Yamauchi, Celina Virgilio 147 Yan Pei-Ming Thaddaeus Ropac 145 Yang Fudong Marian Goodman 129 Yazbeck, Alessandro Balteo Henrique Faria 165 Luisa Strina 127 Yao, Zhao Pace 135 Yeni & Nan Henrique Faria 165 Yi, David Zink 80m2 164 Yin Xiuzhen Pace 135 Yue Minjun Pace 135 Yuskavage, Lisa David Zwirner 111

Z Zabala, Erlea Maneros Carreras Mugica 107 Maisterravalbuena 167 Zabala, Horacio Henrique Faria 165 Zaccagnini, Carla Vermelho 147 Zamora, Héctor Luciana Brito 126

Zanette, Luciano Virgilio 147 Zapot, Zoe Babel 103 Zaragoza, Talita Babel 103 Zarca, Raphaël Luciana Brito 126 Zavagli, Mário AM 100 Zavagli, Rafael Laura Marsiaj 122 Zeferino, Rodrigo Zipper 149 Zemog Marcia Barrozo do Amaral 128 Zeng Fanzhi Gagosian 117 Zerbini, Luiz 87 Fortes Vilaça 116 Zervudachi, Manuela Agnès Monplaisir 99, 164 Zezão Athena Contemporânea 152 Zhang Huan Pace 135 White Cube 148 Zhang Xiaogang Pace 135 Zielony, Tobias Lia Rumma 124 Zilio, Carlos Anita Schwartz 101 Raquel Arnaud 139 Zimmermann, Peter Filomena Soares 115 Zmijewski, Artur Peter Kilchmann 137 Zorbar, Icaro Casas Riegner 108 Zorio, Gilberto Cardi 106 Lia Rumma 124 Zorio, Gilberto Cardi 106 Lia Rumma 124 Zuviría, Facundo de Rolf Art 161 Zveibil, Ana Niski 85


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cesarache@superig.com.br


AGRADECIMENTOS ACKNOWLEDGEMENTS

ABACT – Associação Brasileira de Arte Contemporânea Almeida e Dale Galeria de Arte Paula Alzugaray APEX-Brasil AXA Art BES – Banco Espírito Santo Casa Guilherme de Almeida Marcio Candido CBM – Companhia Brasileira de Montagens Miguel Chaia Tadeu Chiarelli Chandon Cisneros Fontanals Art Foundation Comitê consultivo SP-Arte · Advisory Committee Diageo Estudiobola Fundação Bienal de São Paulo Cleusa Garfinkel ICCo – Instituto de Cultura Contemporânea Illy Caffè Instituto Arte na Escola Instituto Tomie Ohtake Itaú Cultural KLM Longchamp MAC USP MAM SP MASP Projeto Latitude Morena Leite, Capim Santo Heitor Martins João e Maria Feitosa Martins Neutechvaicer Thyago Nogueira Pinacoteca do Estado de São Paulo Saccaro (Al. Gabriel Monteiro da Silva) Luiz Santorio, Log Solutions Valeska Soares Airton Vidal Queiroz Ulhôa Canto Advogados Unique Z Deli

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FICHA TÉCNICA CREDITS

SP-Arte

SP-Arte/2014

Catálogo · Catalogue

Direção · Direction

Equipe SP-Arte · SP-Arte Team

Projeto editorial · Editorial Project

Fernanda Feitosa

Júlia Ayerbe +

Pedro Vieira

Comitê consultivo · Advisory Committee

Edição · Edition

Akio Aoki (Vermelho)

Júlia Ayerbe

Direção de produção · Production Direction Felipe Feitosa Coordenação cultural · Cultural Coordination

Luciana Brito (Luciana Brito Galeria)

Pedro Vieira

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mesa e copos antigos, espelho e bebidas · antique table and glasses, mirror and liquor 78,7 x 335,3 x 92,1 cm foto · photo » Sebastiano Pellion di Persano cortesia da artista e da The Ella Fontanals-Cisneros Collection courtesy of the artist and The Ella Fontanals-Cisneros Collection

Impressão e tratamento de imagens · Printing and Prepress Ipsis Gráfica e Editora – Foram feitos todos os esforços para identificar os proprietários dos direitos autorais. Qualquer erro ou omissão acidental pedimos, por favor, que comunique para as devidas providências. We spared no effort in order to identify the copyright owners. In case of any accidental error or omission, please, get in contact with us. We will be pleased to take prompt action.

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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação crb-8/7729 SP-Arte (10. : 2014 : São Paulo, Brasil) SP-Arte : Feira Internacional de Arte de São Paulo = São Paulo International Art Fair / textos Luís Antônio Jorge, Giancarlo Hannud, Adriano Pedrosa ; apresentação Fernanda Feitosa. São Paulo : SP-Arte, 2014. 244 p. : il. Feira realizada no Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera, São Paulo, de 02 a 06 de abril de 2014. Edição em português e inglês. Inclui lista de galerias.

isbn 978-85-67856-00-1

1. Feiras de arte. 2. Mercado de arte. 3. Galerias de arte. 4. Arte moderna. 5. Arte contemporânea. 6. Mecenato. 7. Colecionismo. i. Textos. ii. Apresentação. iii. Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera. cdd 707.409816 Índices para catálogo sistemático: 1. Arte : 700 2. Feiras de arte : 707 3. Feiras de arte : Brasil : 707.40981

Impressão · Printing » Ipsis Gráfica e Editora Tiragem · Edition » 2000 Capa · Cover » Supremo 250 g/m2 Miolo · Interior » Offset 120 g/m2; Couché 130 g/m2; Vegetal 92 g/m2 Fontes · Fonts » din; Minion Pro


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