De olho na carreira

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De olho na carreira Feira de profissões: como implementá-la e torná-la um momento propício para que os jovens conheçam melhor a carreira docente

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feira de p Feira de profissões:

orientações para a implementação Profa. Dra. Hanna Cebel Danza¹

Você já deve saber que a educação brasileira tem passado por intensas transformações, fomentadas, especialmente, pelas propostas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Essas mudanças, relacionadas sobretudo à perspectiva do ensino por competências e habilidades, são sentidas de forma mais intensa na etapa do Ensino Médio, já que, somado à BNCC, um novo marco legal foi estabelecido para orientar os educadores nessa última etapa da escolarização: o Novo Ensino Médio. Em linhas gerais, o Novo Ensino Médio propõe uma escola que faça mais sentido para os estudantes, na medida em que tem como pressuposto estabelecer um diálogo direto com seus interesses, dúvidas e receios para a vida após a escola. Essa proposta se materializa mediante os itinerários formativos, que ofertam momentos para a reflexão sobre o projeto de

vida e possibilitam aos estudantes escolher em quais áreas do conhecimento desejam se aprofundar. E, considerando que o Ensino Médio é uma etapa marcada, entre outros fatores, pela escolha profissional, orienta que as escolas contribuam para que os jovens explorem seus interesses, descartem possibilidades e confirmem outras, aproximando-se da tomada de decisão responsável sobre a vida que desejam ter no futuro. Existem diversas formas de promover situações de aprendizagem sobre essa temática, e uma delas é a feira de profissões. Muito comum em diversas localidades, essas feiras têm a vantagem de ampliar o repertório dos estudantes sobre o mundo do trabalho de forma imersiva, além, é claro, de proporcionar experiências que talvez eles não teriam ao explorar esse mundo de forma solitária.

¹ Hanna Cebel Danza é doutora em Psicologia e Educação pela Universidade de São Paulo, professora da pós-graduação do Instituto Singularidades e do curso de Aprimoramento em Competências Socioemocionais do Instituto Sedes Sapientiae e especialista de conteúdo do Programa Pleno de Aprendizagem Socioemocional.


Mas você sabe como realizar uma feira de profissões em sua escola? Este guia tem o objetivo de oferecer algumas sugestões para a equipe gestora e para os educadores para essa realização. Vamos conhecê-las?

EMPATIA E COOPERAÇÃO COMPETÊNCIA 9 DA BNCC

Objetivos da feira

Organização da feira

Reunir profissionais das mais diversas áreas para apresentar aos estudantes sua profissão e rotina de trabalho, esclarecer dúvidas e, por meio de oficinas, ensinar técnicas e procedimentos que contribuam com a aproximação dos jovens de seu campo de atuação, de modo a favorecer a escolha profissional. Nesse material, daremos ênfase a como incluir os profissionais da educação na feira de profissões.

Sugerimos que a feira seja organizada pelos estudantes com o apoio da equipe gestora e dos educadores, no formato presencial ou remoto. A diferença entre esses formatos é que, no primeiro, as interações ocorrem no interior da escola, com a participação presencial dos estudantes e da equipe escolar, além, é claro, da comunidade, caso você opte por estender o convite aos familiares e moradores do entorno da escola. Já no formato remoto, as interações ocorrem com a utilização de ferramentas digitais que fazem a mediação da comunicação, como o Zoom, o Microsoft Teams, entre outras. Caso sua escola opte pelo formato remoto, é preciso definir qual dessas ferramentas será utilizada e realizar um treinamento prévio com os participantes ou oferecer um tutorial para que todos possam participar do evento sem contratempos. Para facilitar a organização, nossa sugestão é que sejam criadas comissões responsáveis pelas diferentes demandas da feira. Veja algumas delas:


ESCOLHA DAS PROFISSÕES Objetivo Definir quais são as carreiras profissionais que serão apresentadas na feira. Procedimentos É interessante consultar os interesses e curiosidades dos estudantes do Ensino Médio, via formulário on-line. Ele pode ser construído em ferramentas digitais, como o GoogleForms, cujo link será compartilhado com os estudantes para que eles indiquem as profissões pelas quais mais se interessam e gostariam de conhecer melhor na feira. Incentive-os a incluir na lista profissões relacionadas à educação, tais como professor, pedagogo, psicopedagogo, gestor escolar, coordenador pedagógico, supervisores de ensino, pesquisador, autor de material didático, entre outras possibilidades. Essa será uma forma de eles se aproximarem do campo da educação, expandindo seu repertório de modo a encará-lo como uma possibilidade para a escolha profissional. Também é interessante trazer profissões menos convencionais e que não tenham sido mencionadas pelos estudantes, com vistas a ampliar o repertório deles e ajudar aqueles que ainda não detectaram interesses profissionais. Essa etapa pode ser feita mediante a consulta de um guia de profissões, tal como o oferecido pelo portal do Guia do Estudante.

O GoogleForms é um aplicativo utilizado para coletar informações de outras pessoas por meio de um questionário.


BUSCA POR PROFISSIONAIS REPERTÓRIO CULTURAL COMPETÊNCIA 3 DA BNCC

Objetivo Buscar profissionais das áreas escolhidas para participarem da feira. Procedimentos Sugerimos que a busca por esses profissionais se inicie dentro da comunidade escolar, consultando os próprios alunos e professores para identificar se há familiares, amigos, vizinhos que exerçam as profissões escolhidas. Outra forma de realizar essa busca pode ser por meio do LinkedIn ou outras redes on-line de profissionais. A vantagem do LinkedIn é que ele permite contatar educadores inseridos em diversas realidades e segmentos de forma mais prática e com maior alcance, possibilitando, inclusive, a participação de profissionais de referência em suas áreas. Caso optem pela busca no LinkedIn, sugerimos que aproveitem a oportunidade e ensinem aos estudantes como usar essa ferramenta para conhecer diferentes profissões, observar como os profissionais constroem suas carreiras, quais formações possuem e quais cargos ocuparam ao longo de sua trajetória profissional. Caso os alunos desejem, também podem criar um perfil pessoal e começar a contatar essas pessoas, de modo a construir uma rede de contatos profissionais. Sobre isso, é importante dar diretrizes sobre cuidados e segurança nas redes sociais. O portal da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo tem dicas valiosas sobre isso.

LinkedIn é uma rede social destinada ao compartilhamento de informações sobre a vida profissional. Nela, é possível encontrar profissionais das mais diversas áreas, verificar o que eles têm realizado e, até mesmo, procurar empregos. Para isso, é preciso criar um perfil pessoal, descrevendo sua formação, habilidades e experiências profissionais de forma objetiva.


CONVITE AOS PROFISSIONAIS COMUNICAÇÃO COMPETÊNCIA 4 DA BNCC

Objetivo Convidar os profissionais para participar da feira. Procedimentos O convite aos profissionais pode ser feito pelos estudantes, mediante contato telefônico, e-mail ou rede social. Mas é importante que eles informem o contato de um responsável da equipe gestora da escola, para que o profissional possa confirmar as informações e esclarecer eventuais dúvidas. É importante também orientar os alunos para que o convite seja formal, em linguagem adequada, e que nele constem as informações necessárias, como o objetivo da feira, a modalidade (presencial ou remota), a forma de participação do convidado (palestra, entrevista, oficina etc.), além do local, da data e do horário do evento.


PREPARATIVOS PARA A FEIRA RESPONSABILIDADE E CIDADANIA

Objetivo Preparar os recursos materiais e humanos necessários para a realização da feira. Procedimentos Os estudantes podem fazer o levantamento dos itens necessários para a realização da feira e solicitá-los à equipe gestora. Oriente que eles façam a solicitação dos recursos por escrito, como: espaços na escola, que podem ser salas de aula, quadras esportivas, pátios ou até mesmo anfiteatros; professores e outros profissionais da escola para apoiar a organização, receber os convidados, cuidar da organização das salas, zelar pelo bom andamento do evento e por sua finalização no horário previamente acordado; materiais de divulgação, como cartazes e folders, entre outras possibilidades. Caso a feira ocorra no formato remoto, é importante criar as salas virtuais para a realização das atividades e enviar os convites, por e-mail ou WhatsApp, com antecedência. É importante que essa tarefa seja realizada pela equipe gestora com a conta de e-mail da escola. Dessa forma, caso ocorram imprevistos, vocês poderão gerenciá-los, criando salas ou reagendando as atividades programadas.

COMPETÊNCIA 10 DA BNCC


Atividades da feira Para que a feira seja dinâmica, envolvente e proveitosa para os estudantes, é interessante que ela conte com diversas modalidades de atividades, tais como palestras, entrevistas, oficinas, exibições de filmes, mesas-redondas, entre outras opções. Também é importante que a programação do evento seja construída com os estudantes, de modo que eles protagonizem as escolhas realizadas e se sintam contemplados em seus interesses e necessidades. Por isso, idealize o que vocês esperam para esse evento e, depois, montem a programação, atentando-se para explicar aos convidados qual a contribuição que vocês esperam deles.

A seguir, oferecemos três exemplos de atividades que podem ser realizadas na feira e que têm como foco a profissão do educador. Dar ênfase a essa profissão é importante porque, apesar de as feiras de profissões serem bastante comuns, raramente contam com profissionais da educação apresentando a sua profissão para os estudantes. Essa ausência contribui para que os alunos tenham uma visão limitada sobre essa área de atuação. Contudo, como apresentaremos adiante, há diversas possibilidades que podem despertar o interesse profissional dos jovens. Para incluir esse profissional na feira, sugerimos alguns formatos de atividades:


Entrevista:

Roda Viva Objetivo

Como fazer?

Entrevistar um educador para compreender suas atribuições, sua rotina, desafios e qual lugar sua profissão ocupa em seu projeto de vida.

Após receber o aceite da convidada ou do convidado, peça para que ela ou ele envie sua biografia profissional, apresentando aspectos que contribuam para que os estudantes percebam como realizou a escolha profissional e construiu sua carreira. Essa etapa é importante para a apresentação do convidado para o público que vai assistir à entrevista e para a formulação das perguntas.

Por que fazer? A maioria dos estudantes conhece de forma superficial as atribuições das profissões. Por isso, o contato direto com profissionais de uma área favorece a compreensão de aspectos mais relacionados ao dia a dia deles, assim como seus desafios e realizações, além de possibilitar compreender qual lugar a profissão ocupa em seu projeto de vida.

Para que as dúvidas de um maior número de estudantes sejam contempladas, sugerimos que a entrevista ocorra em formato semelhante ao do programa de televisão Roda Viva, exibido pela TV Cultura. Tal formato conta com a participação de um mediador, que pode ser um professor ou membro da equipe gestora, e de aproximadamente cinco entrevistadores, que serão os alunos. A seleção dos entrevistadores pode ser feita mediante sorteio ou votação da turma, mas é importante que eles desejem participar e seja uma escolha democrática. Converse com os estudantes sobre as perguntas que eles desejam fazer, reforçando a importância do respeito ao convidado. Peça para que estejam atentos à linguagem e à utilização de elementos da biografia do convidado para formular perguntas que relacionem sua profissão ao seu projeto de vida, como: “Você se sente realizado com a sua profissão?”, “Para você, como é um dia feliz no trabalho?”.


Cada entrevistador pode fazer aproximadamente duas perguntas, alternandoas com as dos outros entrevistadores. O mediador deve ficar atento ao tempo da entrevista, a fim de que todos participem em igual medida. Os demais estudantes serão convidados a assistir à entrevista, contudo, para o seu bom andamento, sugerimos que eles sejam orientados a não emitir comentários sobre as perguntas dos entrevistadores ou sobre as suas respostas. Caso a entrevista seja realizada no formato remoto, é interessante fazer a transmissão online para que todos possam assistir a ela. Isso pode ser feito mediante a criação de um canal no YouTube e o compartilhamento do link da entrevista. Para conhecer melhor o formato de entrevista do programa Roda Viva, assista aos vídeos disponíveis no YouTube.

Como organizar os estudantes? Organize os estudantes e o mediador em um semicírculo, dispondo uma cadeira, de preferência giratória, em seu centro, para o convidado se acomodar. Os demais estudantes podem sentar-se em cadeiras no formato de plateia para assistir à entrevista. Lembre-se de orientar a plateia para que não interfira na entrevista. No formato remoto, crie uma sala virtual e envie o convite para o entrevistado, para os entrevistadores e para o mediador acessarem. Organize previamente a ordem das perguntas

e peça para que os participantes mantenham seus microfones fechados enquanto não estiverem falando, para evitar ruídos ao longo da entrevista.

Qual a duração da atividade? A preparação para a entrevista, que compreende o levantamento da biografia do entrevistado e a elaboração das perguntas, pode durar aproximadamente 60 minutos. A entrevista em si também pode apresentar a duração de cerca de 60 minutos, considerando o tempo de apresentação do convidado e dos participantes, da proposição das perguntas e das respostas. Sugerimos que a feira conte com mais de uma entrevista nesse formato.


Mesa-redonda:

Possibilidades de atuação do educador Objetivo Compreender as diversas possibilidades de atuação profissional do educador.

Por que fazer? Apesar de relacionarmos de forma mais intensa o profissional da educação com a figura do professor, há diversas possibilidades de atuação, como em centros de pesquisa, projetos sociais realizados por instituições públicas ou privadas, editoras de materiais didáticos e paradidáticos e consultorias educacionais para instituições de ensino ou órgãos públicos, como Secretarias Estaduais ou Municipais de Educação.

Como fazer? Sugerimos que diferentes profissionais da educação sejam convidados para oferecer seus depoimentos e experiências para os estudantes, no formato de mesa-redonda. Trata-se de um encontro de diversas pessoas que conversam sobre um mesmo tema, apresentando suas perspectivas sobre ele. Para mediar essa conversa, convide um educador ou membro da equipe gestora

para conduzir o diálogo, controlar o tempo e garantir que todos os convidados se expressem. É importante orientar que os profissionais iniciem a conversa relatando como foi a escolha profissional deles; quais atividades eles imaginavam desenvolver e quais efetivamente desenvolveram; quais formações realizaram e como construíram suas carreiras. Depois, eles podem relatar como é o seu dia a dia, quais as atividades mais prazerosas, quais as mais desafiadoras e oferecer dicas para os estudantes que se interessarem pela sua área de atuação. Para deixar a conversa mais interessante, o mediador pode solicitar que os participantes contem como foi um dia divertido, frustrante ou surpreendente no trabalho. Essa é uma forma de estimular que eles revelem aspectos da vida profissional menos convencionais. Assim como a atividade de entrevista, essa atividade no formato remoto ocorre mediante a criação de salas virtuais que são acessadas pelos participantes por meio de um link criado pela equipe gestora. Para que os estudantes possam assistir à mesa-redonda, é importante transmitila on-line, o que pode ser feito a partir da criação de um canal do YouTube para a escola.

Como organizar os estudantes? Os estudantes podem ser organizados de acordo com seus interesses nas salas temáticas das mesas-redondas. No caso de adotar o formato presencial, é importante limitar o número de inscritos por sala, a fim de garantir o bom andamento da atividade.


Qual a duração da atividade? A preparação da mesa-redonda, que consiste na organização cronológica dos temas que serão abordados pelos convidados, pode ser feita em aproximadamente 40 minutos. Também sugerimos que a conversa entre os convidados ocorra em aproximadamente 40 minutos e que sejam oferecidos 20 minutos adicionais para que as dúvidas dos estudantes sejam respondidas.

Oficina:

Criação de conteúdo digital

CULTURA DIGITAL COMPETÊNCIA 5 DA BNCC

Objetivo Criar conteúdo digital para ser utilizado como material de apoio de um componente curricular.

Por que fazer? A criatividade está presente na atuação dos educadores em diversos momentos. Por meio dela, esses profissionais criam recursos didáticos, preparam aulas contextualizadas, aplicam metodologias inovadoras e engajam seus estudantes no aprendizado. Para aproximar os alunos desse dia a dia profissional, sugerimos que eles sejam convidados a criar um conteúdo digital para ser usado em uma aula sobre um tema que eles considerem interessante ou desafiador, de modo a facilitar o aprendizado.

Como fazer? As oficinas podem ser organizadas por área do conhecimento e ministradas por um professor da área, que pode ser membro do quadro docente da escola ou um convidado externo. Ele pode


iniciar a oficina propondo que os estudantes recordem quais temas eles mais gostaram de aprender sobre aquela área, ou sentiram que foi mais desafiador, no último ano. Depois, ele pode sugerir que eles criem um conteúdo digital que ajude outros estudantes a aprender mais sobre esse tema. Para inspirá-los, o professor pode reproduzir vídeos de docentes que criam conteúdos digitais e postam em seus canais na internet. Para organizar a etapa de criação, os estudantes podem registrar em um caderno ou ficha: o tema escolhido, os recursos necessários, a duração, o conteúdo da aula e o roteiro para a gravação de um vídeo sobre ele.

Nerdologia é um canal do YouTube criado, entre outras pessoas, pelo professor de Biologia Átila Iamarino, que faz um importante trabalho de divulgação científica. Esse canal pode ser um bom exemplo para os estudantes criarem conteúdos digitais para uma videoaula interessante e engajadora.

Assim que eles terminarem essa etapa, é importante que o professor valide o roteiro, corrigindo possíveis erros, oferecendo sugestões e verificando a adequação da linguagem. Providencie computadores, tablets ou celulares com acesso à internet para que os estudantes possam gravar o vídeo e enviar para a equipe gestora, que fica responsável por postá-los nas redes sociais, página da internet ou no canal do YouTube da escola, sempre com a autorização prévia dos estudantes.

Como organizar os estudantes?

Qual a duração da atividade?

Os estudantes podem escolher com qual área do conhecimento têm mais afinidade para realizar a oficina. Após formar o grupo de alunos interessados, é possível dividi-los em duplas ou trios, a fim de realizar as diferentes demandas exigidas pela atividade.

A atividade tem duração aproximada de 3 horas, divididas entre a escolha do conteúdo, a criação do roteiro, a validação do educador e a postagem nas redes sociais da escola ou no canal do YouTube.


Duração da feira A duração da feira dependerá de como ela será organizada, podendo se estender pelo período aproximado de uma semana, com atividades diárias ao longo do período letivo ou no contraturno, ou podendo ser realizada ao longo de um dia, com a suspensão das aulas. Essa escolha dependerá, sobretudo, do número de profissionais que participarão do evento e de sua disponibilidade. Verifique esses aspectos antes de optar por um dos formatos sugeridos.

Lembre-se de que a escola ocupa um lugar privilegiado no que diz respeito ao apoio social necessário para que os jovens façam sua escolha profissional de forma consciente e responsável, pois pode oferecer aos estudantes um espaço coletivo de reflexão e conhecimento que os ajude a definir critérios de escolha profissional, que estejam baseados tanto no conhecimento que têm sobre si mesmos, seus interesses e aspirações como no conhecimento sobre as profissões, suas funções e possibilidades de atuação. Aproveite a oportunidade para despertar o interesse deles para as profissões no campo da educação, sobretudo a profissão docente, contribuindo para que conheçam as diversas possibilidades que esse campo oferece para seu futuro profissional. Esperamos que essas orientações ajudem você a realizar uma feira de profissões proveitosa para todos. Desejamos um bom trabalho!

Cré ditos_ Antonieta Megale Coordenação de formação continuada Hanna Cebel Danza Autoria Patricia Bernardo de Almeida Edição e revisão Thayran Melo Diagramação e projeto gráfico Idealização: Segue Os Profs Realização: Profissão Docente Parceria técnica: Instituto Singularidades ©Instituto Singularidades


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