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GUIA DE ACESSIBILIDADE EM EVENTOS PROJETO SEBRAE MAIS ACESSÍVEL


Conselho Deliberativo Presidente Paulo Skaf (FIESP) Associação Comercial de São Paulo ANPEI - Associação Nacional de PD&E das Empresas Inovadoras CEF - Superintendência Estadual da Caixa Econômica Federal DISAP - Banco do Brasil – Diretoria de Distribuição São Paulo Desenvolve - SP - Agência de Fomento do Estado de São Paulo S.A FAESP - Federação da Agricultura do Estado de São Paulo FECOMERCIO - Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas Parqtec - Fundação Parque Tecnológico de São Carlos SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia SINDIBANCOS - Sindicato dos Bancos do Estado de São Paulo Diretor-superintendente Bruno Caetano Diretor Técnico Ivan Hussni Diretor de Administração e Finanças Pedro Jehá Unidade Atendimento Individual Gerente: Adriana de Barros Rebecchi Equipe técnica - Conteúdo Ana Paula Peguim Mariane Primazelli Daniel Unidade Inteligência de Mercado Gerente: Eduardo Pugnali Marcos Equipe técnica - Diagramação Erika Vadala Marcelo Costa Barros Patrícia Mattos Marcelino Projeto gráfico e diagramação Daniel Augusto de Resende Neves Marcelo Piola Martins Impressão Gráfica Zello

2

Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP


PALAVRA DA DIRETORIA A valorização da diversidade reflete na obtenção de um ambiente estimulador, no atendimento às legislações pertinentes à acessibilidade e, ainda, sensibiliza empresários e empreendedores para um novo olhar ao cliente com deficiência. Em mais esta importante ação inovadora, de inclusão deste segmento da sociedade no mercado de trabalho, criamos este Guia de Acessibilidade em Eventos. Iniciativas como esta possibilitam grande troca de experiências e formulação de propostas para melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas com deficiência. Queremos, com ele, auxiliar todos os empreendedores quanto a melhor forma de realizar eventos acessíveis, capazes de promover a um só tempo autonomia, segurança e bem-estar para que todas as pessoas possam participar da vida em sociedade com dignidade. Além deste guia, temos outros produtos do Projeto Sebrae Mais Acessível, que incentiva a contratação de pessoas com deficiência pelas micro e pequenas empresas (MPE’s) e capacita empresários e futuros empreendedores desta parcela social. Temos também o Projeto Libras, para oferecer intérpretes da língua brasileira de sinais para clientes com deficiência auditiva e/ou surda. O interessado em ter o serviço à disposição nos eventos deve solicitar a presença do profissional no ato da inscrição em um dos 33 escritórios regionais ou seu representante entrar em contato pelo 0800 570 0800. Faz parte da nossa missão garantir acesso às pessoas com deficiência a todos os bens, produtos e serviços de nossa sociedade. Boa leitura. Bruno Caetano Diretor-superintendente

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3


ÍNDICE O INÍCIO DE TODO EVENTO

09

CONCEITOS

13

TERMINOLOGIA

17

SIMBOLOGIA

21

Símbolo internacional de acesso

22

Símbolo internacional de pessoas com deficiência visual

24

Símbolo Internacional de pessoas com deficiência auditiva (surdez)

25

DESLOCAMENTO, PASSEIOS E ROTAS

4

27

Cliente com deficiência física e/ou mobilidade reduzida

28

Dimensões para cadeira de rodas

29

Área para manobra de cadeira de rodas sem deslocamento

31

Área para manobra de cadeira de rodas com deslocamento

32

Sinalização

36

Corrimões

38

Degraus

40

Piso tátil

41

Rotas de fuga ou saídas de emergência

45

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ÁREAS RESERVADAS

47

Balcão de Atendimento e mesas

53

Banheiros Acessíveis

55

Vagas

57

Transporte

59

Alimentação

60

ACESSO AO PALCO

63

AUTONOMIA

67

Cliente com deficiência visual e/ou cego

68

Cliente com deficiência auditiva e/ou surdo

69

DIVULGUE A ACESSIBILIDADE DO SEU EVENTO

71

EM CASO DE EMERGÊNCIA

75

COMUNICAÇÃO PARA TODOS

79

EQUIPE

83

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5


O INÍCIO DE TODO EVENTO


8

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Este manual tem como objetivo apresentar orientações para a realização de eventos acessíveis, proporcionando maior autonomia, segurança e interação social, a fim de garantir o direito de ir e vir de todos. Neste sentido, o Projeto Sebrae Mais Acessível vem atuando para garantir que todas as pessoas possam participar da vida em sociedade com dignidade e qualidade de vida, transmitindo orientações para tornar os espaços acessíveis e respeitar as diferenças, contribuindo para um mundo mais justo e igualitário. E para oferecer um ambiente acessível é importante ter o domínio da seguinte fórmula:

Planejar – Organizar- Executar – Monitorar

Planejar com antecedência prevendo todos os custos, como por exemplo: local, comunicação, alimentação, transporte e eventuais atividades necessárias para tornar o ambiente acessível. Organizar a adaptação do local, equipe, equipamentos e comunicação. Executar todos os fatores para promoção da acessibilidade e Monitorar todo o passo a passo da execução e estar pronto para as eventualidades que possam ocorrer no dia do evento.

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CONCEITOS


Para começar o planejamento é importante conhecer alguns conceitos importantes, como: Acessibilidade: possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. É o processo pelo qual se atinge o acesso universal, resultado da prática do design inclusivo. Acessível: espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que possa ser alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer pessoa, principalmente aquelas com mobilidade reduzida. O termo “acessível implica tanto em acessibilidade física como de comunicação. Adaptável: espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características possam ser alteradas para que se torne acessível. Adaptado: espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características originais foram alteradas posteriormente para serem acessíveis. Adequado: espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características foram originalmente planejadas para serem acessíveis. Deficiência: redução, limitação ou inexistência das condições de percepção das características do ambiente ou de mobilidade e de utilização de edificações, espaços, mobiliário, equipamento urbano e elementos em caráter temporário ou permanente. Espaço acessível: que pode ser percebido e utilizado em sua totalidade por todas as pessoas, principalmente por aquelas com mobilidade reduzida.

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Pessoa com mobilidade reduzida: pessoa que, por qualquer motivo, tem dificuldade de movimentar-se, permanente ou temporariamente, gerando redução efetiva da mobilidade, da flexibilidade, da coordenação motora e da percepção. Aplica-se às pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, gestantes, obesos e pessoas com criança de colo. Piso cromo-diferenciado: caracterizado pela utilização de cor contrastante em relação às áreas adjacentes e destinado a constituir guia de balizamento ou complemento de informação visual ou tátil, perceptível por pessoas com deficiência visual. Piso tátil: caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente, destinado a constituir alerta ou linha-guia perceptível por pessoas com deficiência visual. Rampa: inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento. Consideram-se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%. Rota acessível: trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações e que possa ser utilizado, de forma autônoma e segura, por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência. A rota acessível externa pode incorporar estacionamentos, calçadas rebaixadas, rampas, etc. A rota acessível interna pode incorporar corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores, etc. Rota de fuga: trajeto contínuo, devidamente protegido por portas, corredores, antecâmaras, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas, ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário em caso de um incêndio de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço externo, protegido do incêndio.

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TERMINOLOGIA


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Hoje o termo utilizado é “pessoa com deficiência”. Esta denominação deve ser utilizada não pela preocupação em ser politicamente correta, mas porque, desta forma, a questão substantiva (pessoas) possui mais importância do que o aspecto adjetivo (com deficiência). A deficiência é apenas uma dentre várias características pertencentes a estas pessoas. O termo “pessoa com deficiência” faz parte do texto homologado pela Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidades das Pessoas com Deficiência, aprovado pela Assembleia Geral da ONU em 2006 e ratificada no Brasil em julho de 2008. Portanto, nunca use: portador de deficiência, pessoa com necessidade especiais, mas sim “pessoa com deficiência”.

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SIMBOLOGIA


De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR 9050, símbolos “são representações gráficas que, através de uma figura ou de uma forma convencionada, estabelecem a analogia entre o objeto ou a informação e sua representação”. Desta maneira são utilizados os símbolos a seguir.

Símbolo internacional de acesso

Branco sobre fundo azul

Branco sobre fundo preto

Preto sobre fundo branco

Fonte: ABNT NBR 9050

Finalidade: indicar a acessibilidade aos serviços e identificar espaços, edificações, mobiliário e equipamentos urbanos onde haja elementos acessíveis ou utilizáveis por pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

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Símbolo internacional de pessoas com deficiência visual

Branco sobre fundo azul

Branco sobre fundo preto

Preto sobre fundo branco

Fonte: ABNT NBR 9050

Finalidade: o símbolo internacional de pessoas com deficiência visual deve indicar a existência de equipamentos, mobiliário e serviços para pessoas com deficiência visual.

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Símbolo Internacional de pessoas com deficiência auditiva (surdez)

Branco sobre fundo azul

Branco sobre fundo preto

Preto sobre fundo branco

Fonte: ABNT NBR 9050

Finalidade: deve ser utilizado em todos os locais, equipamentos, produtos, procedimentos ou serviços para pessoa com deficiência auditiva (surdez).

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DESLOCAMENTO, PASSEIOS E ROTAS


Cliente com deficiência física e/ou mobilidade reduzida

ABNT NBRABNT 9050:2015 NBR 9050:2015

4.1 Pessoas 4.1 em Pessoas pé em pé

Ao promover a autonomia e circulação de pessoas, considere estas A Figura 1 apresenta A Figurareferenciais 1 dimensões apresenta dimensões referenciais referenciais para deslocamento para deslocamento de pessoasde em pé. em pé. dimensões para deslocamento, passeios epessoas rotas. Dimensões em Dimensões metros em metros

0,75

0,75

0,90

0,90

0,90

0,90

a) Uma bengala a) Uma bengala b) Duas bengalas b) Duas bengalas c) Andador c) com Andador rodas com rodas

0,85

0,75 0,85

0,75

d) Andador d) rígido Andador – Vistas rígido frontal – Vistas e lateral frontal e lateral

0,95 1,20

0,95 1,201,20

1,20

0,60 0,90

0,90

0,90

0,60

0,60

e) Muletas –e)Vistas Muletas frontal – Vistas e lateral frontal e lateral

0,60

0,90

f) Muletas tipo f) Muletas canadense tipo canadense g) Apoio deg) tripé Apoio de h) tripé Sem órtese h) Sem órtese © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

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Fonte: Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida | SMPED


1,5 cm

0,60 a 0,70

a) Vista frontal aberta

0,33

0,60

erência (M.R.)

Largura da roda

0,07

0,49 a 0,53

2,1

0,93

0,71 a 0,73

ura 2 – Cadeira de rodas manual, motorizada e esportiv 1,00

0,95 a 1,15

b) Vista frontal fechada

d) Vista frontal – Cadeira cambada

c) Vista lateral

Dimensões para cadeira de rodas o de referência de 0,80 m por 1,20 m no 0,80 piso Figuraa2 –projeção Cadeira de rodas manual, 0,60 motorizada e esportiva ira de motorizadas ou 4.2.2rodas Módulo de referência (M.R.) 1,20 não, conforme Figura 3. Cadeiras de rodas com acionamento manual pesam entre 12 kg a 20

Considera-se o módulo de referência a projeção de 0,80 m por 1,20 m no piso, ocupada por uma kg, utilizando e as motorizadas até 60 kg. ou não, conforme Figura 3. pessoa cadeira de rodas motorizadas

i) Bengala longa - Vistas lateral, frontal e superioD Dimensões em metros

ABNT NBR 9050:2015

1,20 Figura 1 – Dimensões referenciais para des 1,20

Dimensõe

0,80

4.2 Pessoas em cadeira de rodas (P.C.R.) 2,10

© ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

0,60

8

Figura 3 –de Dimensões do módulo de referência (M.R.) Cadeira rodas

0,80

4.2.1

0,10

A Figura 2 apresenta dimensões referenciais para cade sem scooter (reboque). A largura mínima frontal das cadeir 0,60 1,20

0,80

0,90

i) Bengala longa - Vistas lateral, frontal e superior

j) Cão-guia

Figura 3 – Dimensões do módulo de referência (M.R.)

Figura 1 – Dimensões referenciais para descolamento de pessoa em pé

4.2 Pessoas 0,40 em cadeira de rodas (P.C.R.) Cadeira de rodas

© ABNT 2015 - To

0,30 a 0,40

Largura da roda 1,5 cm

0,07

0,33

0,60 a 0,70

0,25

0,33

Largura da roda

0,60 a 0,70

0,42 a 0,45

Dimensõe

0,07

1,5 cm

0,49 a 0,53

0,71 a 0,73

0,40 a 0,46

0,49 a 0,53

A Figura 2 apresenta dimensões referenciais para cadeiras de rodas manuais ou m sem scooter (reboque). A largura mínima frontal das cadeiras esportivas ou cambadas é d

0,93

0,71 a 0,73

0,93

4.2.1

0,30 a 0,40

a 0,46

0 1,00

0,95 a 1,15

d) Vista front a) Vista frontal aberta b)frontal Vista frontal fechada c) a) Vista frontal aberta b) Vista fechada c) Vista lateral

Cadeira camb

Figura 2 – Cadeira de rodas manual, motorizada e esportiva 4.2.2

© ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

4.2.2

Figura 2 – Cadeira de rodas manual, m

Módulo de referência (M.R.)

Fonte: Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida | SMPED

Considera-se o módulo de referência a projeção de 0,80 m por 1,20 m no piso, ocupa pessoa utilizando cadeira de rodas motorizadas ou não, conforme Figura 3.

Módulo de referência (M.R.)

Dimensõe

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1,20

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ABNT NBR 9050:2015

4.3 Área de circulação e manobra 4.3 Área de circulação e manobra

ABNT NBR 9050:2015

Os parâmetros apresentados nesta subseção também se aplicam às crianças em cadeiras de Os parâmetros apresentados nesta subseção também se aplicam às crianças em cadeiras de rodas infantis. ABNT NBR 9050:2015 infantis.

Os corredores de circulação (em linha reta) deverão ter pelo menos 1.20 m

4.3 Área de circulação e manobra 4.3.14.3.1 Largura deslocamento emmão linha reta decorrespondendo pessoas cadeira de rodas Largura para deslocamento linha reta de pessoas em cadeiraem de rodas para mãopara única e 1,50 mem para dupla, a circulação

ABNT NBR 9050:2015 Os parâmetros apresentados nesta subseção também se aplicam às crianças em cadeiras de rodas A Figura 4 mostra dimensões referenciais para deslocamento em linha reta de pessoas em de uma pessoa de cadeira de rodas e um pedestre, conforme figura. A Figura 4 Área mostra dimensõese referenciais para deslocamento em linha reta decadeiras pessoas em ca infantis. 4.3 de circulação manobra de rodas. de rodas. 4.3.1 Larguraapresentados para deslocamento em linhatambém reta de pessoas em rodas Os parâmetros nesta subseção se aplicam àscadeira criançasde em cadeiras rodas Dimensões em de metros 4.3 Área de circulação e manobra infantis. Dimensões em A Figura 4 mostra dimensões referenciais para deslocamento em linha reta de pessoas em cadeiras 0,90 de rodas. Os parâmetros nesta subseção se aplicam àscadeira criançasdeem cadeiras de rodas 4.3.1 Larguraapresentados para deslocamento em linhatambém reta de pessoas em rodas 0,90 infantis. Dimensões metros A Figura 4 mostra dimensões referenciais para deslocamento em linha reta de pessoas emem cadeiras 4.3.1 Largura para deslocamento em linha reta de pessoas em cadeira de rodas de rodas. 0,90

A Figura 4 mostra dimensões referenciais para deslocamento em linha reta de pessoas emem cadeiras Dimensões metros de rodas. 0,90

Dimensões em metros

a) Uma pessoa em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior 0,90 1,20 a 1,50

a) a) Uma emcadeira cadeira de rodas – Vistas Umapessoa pessoa em de rodas – Vistas frontal efrontal superiore superior 1,20 aa1,50 1,20 1,50

a) Uma pessoa em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior 1,20 a 1,50

a) Uma pessoa em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior 1,20 a 1,50

b) Um pedestre e uma pessoa em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior 1,50 a 1,80

b) Um pedestre e uma pessoa em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior 1,50 a 1,80

b) Um pedestreeeuma uma pessoa emem cadeira de rodas – Vistas–frontal e superior b) Um pedestre pessoa cadeira de rodas Vistas frontal e superior 1,50 a 1,80

1,50pessoa a 1,80 em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior b) Um pedestre e uma 1,50 a 1,80

c) Duas pessoas em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior

Figura 4 – Largura para deslocamento em linha reta 4.3.2

Largura para isolados c)transposição Duas pessoasde emobstáculos cadeira de rodas – Vistas frontal e superior

A Figura 5 mostra dimensões referenciais para a transposição deem obstáculos isolados por pessoas Figura 4 – Largura para deslocamento linha reta em cadeiras de rodas. c) Duas pessoas em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior 4.3.2 Largura para transposição de obstáculos isolados A largura mínima necessária para a Largura transposição obstáculo isolado com reta extensão de no máximo Figura 4– parade deslocamento em linha 0,40 m deve5ser de 0,80 m, conforme Figura 5. Quando o obstáculo isolado tiver uma extensão A Figura mostra dimensões referenciais para a transposição de obstáculos por acima pessoas c) Duas pessoas em cadeira de rodas – Vistas frontal e superior c) Duas pessoas em0,90 cadeira de rodas – Vistas frontalisolados e superior deem 0,40 m, a largura mínima deve ser de m. cadeiras de rodas. 4.3.2 Largura para transposição de obstáculos isolados Figura 4 – Largura para deslocamento em linha reta © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados Fonte: ABNT NBR 9050 Figura para 4referenciais – aLargura para deslocamento em extensão linha reta A largura mínima necessária transposição obstáculo isolado com depor no pessoas máximo Figura 5 mostra dimensões para a de transposição de obstáculos isolados © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados 9 0,40 m Largura deve ser de 0,80 m, conformede Figura 5. Quando o obstáculo isolado tiver uma extensão acima 4.3.2 para transposição obstáculos isolados em cadeiras de rodas. 0,40 m, a para larguratransposição mínima deve ser de de 0,90 m. 4.3.2 AdeLargura obstáculos isolados Figura mostranecessária dimensõespara referenciais para a de transposição de obstáculos isoladosdepor largura 5mínima a transposição obstáculo isolado com extensão no pessoas máximo em 0,40cadeiras m deve de serrodas. de 0,80 m, conforme Figura 5. Quando o obstáculo isolado tiver uma extensão acima © ABNT - Todos os direitos reservados A Figura 5 2015 mostra dimensões referenciais para a transposição de obstáculos isolados 9 de 0,40 m, a largura mínima deve ser de 0,90 m. A largura mínima necessária para a transposição de obstáculo isolado com extensão de no máximo Guia de Acessibilidade em Eventos Sebrae-SP em cadeiras de rodas. 0,40 m deve ser de 0,80 m, conforme Figura 5. Quando o obstáculo isolado tiver uma extensão acima

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© ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

por pe


Área para manobra de cadeira de rodas sem deslocamento

ABNT NBR 9050:2015

4.3.4 Área para manobra cadeiras de rodas deslocamento a. Para rotação dede90° = 1,20 m x sem 1,20 m.

ABNT NBR 9050:2015 As medidas necessárias para a manobra de cadeira de rodas sem deslocamento, conforme b. Para rotação de 180° = 1,50 m x 1,20 m. a Figura 7, são:  a) para rotação de 90° = 1,20 m × 1,20 m; 4.3.4 Árearotação para manobra de cadeiras de rodas sem deslocamento c. Para de 360° = diâmetro de 1,50 m.  b) para rotação de 180° = 1,50 m × 1,20 m; As medidas necessárias para a manobra de cadeira de rodas sem deslocamento, conforme  c)a Figura para rotação 7, são: de 360° = círculo com diâmetro de 1,50 m.  a)

para rotação de 90° = 1,20 m × 1,20 m;

 b)

para rotação de 180° = 1,50 m × 1,20 m;

 c)

para rotação de 360° = círculo com diâmetro de 1,50 m. 50 1,

1,50

Dimensões em metros

1,50

1,50

a) Rotação de 90°

b) Rotação de 180° 1,20

1,20

1,20

1,20

1,20

0,56

1,20

50 1,

1,20

1,20

0,56

1,20

Dimensões em metros

1,50

1,20

1,20

1,20

∅ 1,50

∅ 1,50

c) Rotação de 360°

Figura 7 – Área para manobra de cadeira de rodas sem deslocamento 4.3.5

Manobra de cadeiras de rodas com deslocamento a) Rotação de 90°

b) Rotação de 180°

c) Rotação de 360°

A Figura 8 exemplifica condições para manobra de cadeiras de rodas com deslocamento. Figura 7 – Área para manobra de cadeira de rodas sem deslocamento Dimensões em metros 4.3.5

0,90

Manobra de cadeiras de rodas com deslocamento

1,20

A Figura 8 exemplifica condições para manobra de cadeiras de rodas com deslocamento. 2,00 1,20

a) Deslocamento de 90° – Mínimo

1,20

2,00

1,20

0,90

1,20

1,60 0,90

Fonte: ABNT NBR 9050

1,20

0,90 © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

Dimensões em metros 1,20

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b) Deslocamento mínimo para 90°

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1, 1,20

1,2 1,20

a) Rotação de 90° a) Rotação de 90°

b) Rotação de 180° b) Rotação de 180°

c) Rotação de 360° c) Rotação de 360°

Figura 7 – Área para manobra de cadeira de rodas sem deslocamento Figura 7 – Área para manobra de cadeira de rodas sem deslocamento 4.3.5 Manobra de cadeiras de rodas com deslocamento 4.3.5 Manobra de cadeiras de rodas com deslocamento A Figura 8 exemplifica condições para manobra de cadeiras de rodas com deslocamento. A Figura 8 exemplifica condições para manobra de cadeiras de rodas com deslocamento.

Área para manobra de cadeira de rodas com deslocamento

1,20 1,20

ABNT NBR 9050:2015

1,20 1,20

0,90 0,90

1,20 1,20

2,00 2,00

0,90 0,90

Dimensões em metros Dimensões em metros

1,20

ABNT NBR 9050:2015 1,601,20 1,60

Dimensões em metros b) Deslocamento mínimo para 90° b) Deslocamento mínimo para 90° Dimensões em metros

a) Deslocamento de 90° – Mínimo a) para Deslocamento deexistentes 90° – Mínimo edificações 1,20 para edificações existentes

11 11

1,20

1,50

1,20

1,50

0,90

0,90

1,20 © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

1,50

0,90

1,50

x � 1,20 0,90

c) Deslocamento recomendável para 90°

x � 1,20

0,90

d) Deslocamento consecutivo de 90° com percurso intermediário – Caso 1 d) Deslocamento consecutivo de 90° com percurso intermediário – Caso 1

0,90

c) Deslocamento recomendável para 90°

0,90

1,90

1,50

1,50

0,90

1,90

1,05

1,05 0,60 ≤ x < 1,20 1,05 0,60 ≤ x < 1,20

1,05

e) Deslocamento consecutivo de 90° com percurso intermediário – Caso 2 e) Deslocamento consecutivo de 90° com percurso intermediário – Caso 2

f) Deslocamento de 180° f) Deslocamento de 180° Fonte: ABNT NBR 9050

Figura 8 – Área para manobra de cadeiras de rodas com deslocamento 4.3.6

Figura 8 – Área para manobra de cadeiras de rodas com deslocamento Posicionamento de cadeiras de rodas em espaços confinados

4.3.6 Posicionamento de cadeiras de rodas em espaços confinados A Figura 9 exemplifica condições para posicionamento de cadeiras de rodas em nichos ou espaços Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP confinados. A Figura 9 exemplifica condições para posicionamento de cadeiras de rodas em nichos ou espaços

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O piso deve ter superfície regular, firme, estável e antiderrapante sob qualquer condição, que não provoque trepidação em dispositivos com rodas (cadeiras de rodas ou carrinho de bebê). Evitar tapetes decorativos e fios expostos (câmeras, som) ou obstáculos que possam dificultar a movimentação de pessoas que fazem uso de cadeiras de rodas, muletas e com mobilidade reduzida. As bordas de carpetes e forrações devem estar fixadas ao piso e aplicadas de maneira a evitar enrugamento da superfície, para evitar acidentes. Admite-se raros desníveis de 5 mm, quando impossibilitada sua retirada. Mas diferenças maiores requerem pequenas adaptações para permitir a circulação entre um nível de piso e outro. Em caso de diferença entre 5 mm e 15 mm, a adaptação máxima de inclinação deve ser de 50%. Diferenças maiores são consideradas degraus e devem ser niveladas com rampas. As rampas devem ter pelo menos 1,50 m de largura e devem ser acompanhadas de corrimões com duas alturas, guia de balizamento, guarda-corpo e sinalização. A inclinação máxima das rampas de acesso ao palco é de 16%, tendo em vista a distância de 60 cm do palco ao chão, ou de 10% para distâncias maiores. Degraus e escadas fixas devem ser evitadas em rotas acessíveis, mas se não for possível eles devem estar associados à rampa ou ao equipamento de transporte vertical. A largura das escadas deve ser estabelecida de acordo com o fluxo de pessoas, conforme ABNT NBR 9077. A largura mínima recomendável para as escadas fixas em rotas acessíveis é de 1,50 m, sendo o mínimo admissível de 1,20 m. Os corrimões devem ser instalados em ambos os lados dos degraus isolados, das escadas fixas e das rampas. Devem ter largura entre 3,0 cm e 4,5 cm, sem arestas vivas. Deve ser deixado um espaço livre de

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Corrimãos e guarda-corpos

6.8.9 A inclinação dos patamares não pode exceder 1e%devem em escadas e 2 % com ma Os corrimãos podemtransversal ser acoplados aos guarda-corpos ser internas construídos em escadas externas. s. Devem ser firmemente fixados às paredes ou às barras de suporte, garantindo cond as de utilização. Devem ser sinalizados conforme a Seção 5. ABNT NBR 9050:2015 6.9 Corrimãos e guarda-corpos

no mínimo 4,0 cm entre a parede e o corrimão, além de permitir boa

6.9.1 Os corrimãos podem ser acoplados aos guarda-corpos e devem ser construídos com materiais O dimensionamento dos corrimãos deve ao descrito em 4.6.5. condições rígidos. Devem ser firmemente fixados às paredes ou às barras de garantindo empunhadura e deslizamento, deatender preferência desuporte, seção circular.

segurasAde utilização. Devem serdos sinalizados conforme a Seção 5. 1 % em escadas internas e 2 % 6.8.9 inclinação transversal patamares não pode exceder

escadas externas. 1 Os em corrimãos devemlaterais ser instalados em rampas e pelo escadas, em ambos os lados, a 0,92 Os devemdeve prolongar-se menos 6.9.2 Ocorrimões dimensionamento dos corrimãos atender ao descrito em 4.6.5. 30 cm do início m do piso,e medidos da face superior atéou o ponto central piso do com degrau (no caso após o término da rampa escada, semdointerferir áreas de de esc 6.9 Corrimãos e guarda-corpos 6.9.2.1 corrimãos devem ser instalados em rampas escadas, em ambos lados,de a 0,92 m e a isolado, patamar (no Os caso de rampas), conforme Figurae 76. Quando se os tratar degrau circulação ou prejudicar a vazão. 0,70 m Os do piso, medidos da superior com até ponto central do pisomínimo doser degrau (no 0,30 casocom de 6.9.1 corrimãos podem ser acoplados aoso guarda-corpos e devem construídos materiais barra de apoio horizontal ouface vertical, comprimento de mescadas) e com seu eixo ou do patamar de rampas), conforme Figuraou76. se tratar de garantindo degrau isolado, basta rígidos. Devem(no sercaso firmemente fixados às paredes àsQuando barras de suporte, condições do a 0,75 m de altura do piso. uma barra de apoio horizontal ou vertical, com comprimento mínimo de 0,30 m e com seu eixo Parade degraus isolados e escadas, altura5. dos corrimões deveposiser seguras utilização. Devem ser sinalizados conformeaa Seção

cionado a 0,75 m de altura do piso. de O0,92 m do piso, medidosdeve deatender sua geratriz superior. Para rampas e dimensionamento dos corrimãos aosem descrito em 4.6.5. 2 Os 6.9.2 corrimãos laterais devem ser contínuos, interrupção nos das patamares das es 6.9.2.2 Os corrimãos laterais devem ser contínuos, sem interrupção patamares escadas opcionalmente para escadas, os corrimões lateraisnos devem ser instalados pas, e devem prolongar-se paralelamente ao patamar, pelo menos 0,30 e rampas,Os e devem prolongar-se patamar, pelo menos 0,30os mpor nas extremidades, 6.9.2.1 corrimãos devem serparalelamente instalados emao rampas e escadas, em por ambos lados, a 0,92mmnas e a extremid as duas alturas: 0,92 m e 0,70 m medidos da geratriz superior. sem interferir com áreas de circulação ou prejudicar a vazão, conforme Figura 76. m doáreas piso, medidos da face superior até o ponto central do pisoconforme do degrau (noFigura caso de 76. escadas) nterferir0,70 com de circulação ou prejudicar a vazão, ou do patamar (no caso de rampas), conforme Figura 76. Quando se tratar de degrau isolado, basta 6.9.2.3 Asde extremidades dos corrimãos ter acabamento recurvado, sermfixadas uma barra apoio horizontal ou vertical,devem com comprimento mínimo de 0,30 e com ou seujustapostas eixo posi3 As cionado extremidades dos corrimãos devem ter acabamento recurvado, ser fixadas ou justap à paredeaou piso, ou ainda ter desenho contínuo, sem protuberâncias, conforme Figura 76. 0,75 m de altura do piso.

ede ou piso, ou ainda ter desenho contínuo, sem protuberâncias, Dimensões conforme Figura 76. em metros

Em o do ente.

6.9.2.2 Os corrimãos laterais devem ser contínuos, sem interrupção nos patamares das escadas e rampas, e devem prolongar-se paralelamente ao patamar, pelo menos por 0,30 m nas extremidades, 0,30 Dimensões sem interferir com áreas de circulação ou prejudicar a vazão, conforme Figura 76. 0,30

em

0,30

0,30

0,30 Dimensões em metros

0,30

0,30

0,92

0,30

0,92

0,92

a) Em escadas a) Em escadas

0,30

b) Em Em rampas b) rampas

0,70

0,70

0,30

0,70

0,70

0,92

0,92

0,30

0,70

0,70

0,92

6.9.2.3 As extremidades dos 0,30 corrimãos devem ter acabamento recurvado, ser fixadas ou justapostas à parede ou piso, ou ainda ter desenho contínuo, sem protuberâncias, conforme Figura 76.

Figura 76 – Corrimãos em escada e rampa

6.9.3 Em edificações existentes, onde for impraticável promover o prolongamento do corrimão no sentido do caminhamento, este pode ser feito ao longo da área de circulação ou fixado na parede adjacente. a) Em b) Em Em rampas a)escadas Em escadas b) Em Em b) rampas a) Em escadas a) Em escadas b) rampas rampas 6.9.4 Quando se tratar de escadas ou rampas com largura igual ou superior a 2,40 m, é necessária a instalação de no mínimo Figura um corrimão intermediário, garantindo faixa de circulação com largura – Corrimãos em escada e rampa Figura 7676 – mínima de 1,20 m, conforme Figura 77.Corrimãos em escada e rampa 6.9.3 Em edificações existentes, onde for impraticável promover o prolongamento do corrimão no 6.9.4.1 Oscaminhamento, corrimãos intermediários somente serárea interrompidos quando o comprimento sentido do esteonde pode ser feito aodevem longo da de circulação ou fixado na parededo corrim edificações existentes, for impraticável promover o prolongamento do patamar for superior a 1,40 m, garantindo o espaçamento mínimo de 0,80 m entre o término de um adjacente. caminhamento, este pode ser feito segmento e o início do seguinte, conforme Figuraao 77. longo da área de circulação ou fixado na p 6.9.4 Quando se tratar de escadas ou rampas com largura igual ou superior a 2,40 m, é necessária a instalação de no mínimo um corrimão intermediário, garantindo faixa de circulação com largura mínima de- 1,20 conforme Figura 77. © ABNT 2015 Todos m, os direitos reservados 63

Quando se tratar de escadas ou rampas com largura igual ou superiorFonte: a ABNT 2,40 m, é nece NBR 9050 corrimãosum intermediários devem ser garantindo interrompidos quando o comprimento alação6.9.4.1 de noOsmínimo corrimãosomente intermediário, faixa de circulação com la do patamar for superior a 1,40 m, garantindo o espaçamento mínimo de 0,80 m entre o término de um a de 1,20 m, conforme Figura conforme 77. segmento e o início do seguinte, Figura 77.

1 Os corrimãos intermediários somente devem ser interrompidos quando o compri Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP 32 for © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados tamar superior a 1,40 m, garantindo o espaçamento mínimo de 0,80 m entre63o término


As escadas e rampas que não forem isoladas das áreas adjacentes por

50:2015paredes devem incorporar elementos de segurança como guarda-corpo e corrimões, guia de balizamento com altura mínima de 0,05 m, instalados ABNT NBR 9050:2015 e construídos nos limites da largura da rampa, conforme figura:

Dimensões em metros

0,80 a 1,10

0,20 mín.

1,50 mín.

Visor

0,20 mín.

0,40 a 0,90

Dim

Puxador vertical

Visor

Puxador Quando as portas forem providas de dispositivos de acionamento pelo usuário, estes devem vertical Figura 85 – Porta do tipo vaivém

1,50 mín.

6.11.2.9 estar instalados fora da área de abertura da folha da porta e à altura de alcance entre 0,80 m e 1,00 m.

0,80 a 1,10

0,40 a 0,90

6.11.2.10 Quando as portas forem acionadas por sensores ópticos, estes devem estar ajustados para detectar pessoas de baixa estatura, crianças e usuários de cadeiras de rodas. Deve também ser previsto dispositivo de segurança que impeça o fechamento da porta sobre a pessoa. 6.11.2.11 Em portas de correr, recomenda-se a instalação de trilhos na sua parte superior. Os trilhos ou as guias inferiores devem estar nivelados com a superfície do piso, e eventuais frestas resultantes da guia inferior devem ter largura de no máximo 15 mm. 6.11.2.12 Quando instaladas em locais de prática de esportes, as portas devem ter vão livre mínimo de 1,00 m. 6.11.2.13 Portas e paredes envidraçadas, localizadas nas áreas de circulação, devem ser claramente identificadas com sinalização visual de forma contínua, para permitir a fácil identificação visual da barreira física. Para isto também devem ser consideradas as diferentes condições de iluminação Fonte: ABNT NBR 9050 de ambos os lados das paredes ou portas de vidro.

Figura 85 – Porta do tipo vaivém

da sinalização visual nas portas e paredes de vidro: do as Características portas forem providas de dispositivos de acionamento pelo usu todos osdeve ambientes, pisos  a) Em a sinalização ser contínua,sinalize compostaquaisquer por uma faixadegraus, com no mínimo 50 desnivelados, mm de espessura, fora daelevadores, área ade da porta eobstáculos àacabado. altura entre instalada umaabertura altura entre 0,90 m efolha 1,00 m em ao e piso Estade faixaalcance pode ser caminho deda entradas e relação saídas com pisos substituída por uma composta por elementos gráficos instalados de forma contínua, cobrindo táteis para as pessoas deficiência no mínimo a superfície entre 0,90com m e 1,00 m em relaçãovisual. ao piso; Assim, elas poderão as portas acionadas por sensores ópticos, estes circular comforem autonomia.  b) nas portas das paredes envidraçadas que façam parte de rotas acessíveis, deve haver faixa

ando devem de sinalização emoldurando-as, com dimensão mínima de 50de mmcadeiras de largura, conforme essoas de baixa visual estatura, crianças e usuários de rodas. Figura 86, ou outra forma de evidenciar o local de passagem; tivo de segurança que impeça o fechamento da porta sobre a pesso  c) recomenda-se que a faixa tenha duas cores com o mínimo de 30 pontos de contraste de LRV entre elas;

33 portas de correr, recomenda-se a instalação dede altura, trilhos  d) recomenda-se a aplicação de mais duas faixas contínuas com no mínimo 50 mm uma a na su Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP


Sinalização A comunicação dos locais acessíveis no evento deve ser feita por meio do Símbolo Internacional de Acesso. É importante que este símbolo fique em local e altura de fácil visualização e sempre nas rotas acessíveis e, quando necessário, acompanhado com seta do sentido do deslocamento, Para identificar espaços acessíveis ou utilizáveis por pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida, utilizam-se os Símbolos internacionais mencionados na página 22. O símbolo internacional de acesso deve ser fixado em local visível ao público, sendo utilizado principalmente nos seguintes locais: • Entradas • Áreas e vagas de estacionamento de veículos • Áreas acessíveis de embarque e desembarque • Sanitários • Áreas de assistência para resgate, áreas de refúgios, saídas de emergência • Áreas reservadas para pessoas em cadeira de rodas • Equipamentos exclusivos para o uso de pessoas com deficiência A representação dos símbolos internacionais – de acesso e de pessoas com deficiência visual ou auditiva - consiste em pictograma branco sobre fundo azul. Estes símbolos podem, ocasionalmente, ser representados em branco e preto, e a figura deve estar sempre voltada para o lado direito.

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Nas portas deve haver informação visual, associada a sinalização tátilNBR ou9050:2015 sonora. Devem ser sinalizadas com números e/ou letras e /ou ABNT pictogramas e ter sinais em relevo, incluindo Braile. ABNT NBR 9050:2015 ABNT 9050/2015, 5.4A Aplicações essenciais

traz as seguintes orientações:

ABNT NBR 9050:2015 5.4 essenciais 5.4.1 Aplicações Sinalização de portas e passagens

a. A sinalização deve estar localizada na faixa de alcance entre 1,20

5.4.1 Sinalização de portas e passagens Portas e passagens possuir informação visual, Se associada a sinalização tátil0,90 ou sonora, m e 1,60devem m em plano vertical. instalada entre m conforme e 1,20 Tabela 1. Devem ser sinalizadas com números e/ou letras e/ou pictogramas e ter sinais com texto Portas 5.4 e passagens devem possuir informação a sinalização tátilplano ou sonora, conforme Aplicações essenciais m, deve estar na parede aovisual, ladaassociada da maçaneta em inclinado em relevo, incluindo Braille. Tabela 1. Devem ser sinalizadas com números e/ou letras e/ou pictogramas e ter sinais com texto 5.4.1 Sinalização de portas passagens entre 15º e considerar 30º da elinha horizontal e atender ao descrito 5.4.6.5 da em relevo, incluindo Braille. Essa sinalização deve os seguintes aspectos:

referidadeve norma; Essa considerar os com seguintes  a) asinalização sinalização deveser estar localizada na faixaaspectos: de alcance entre 1,20 m e e1,60 m emcom plano vertical, Tabela 1. Devem sinalizadas números e/ou letras e/ou pictogramas ter sinais texto em relevo, incluindo conforme Figura 59.Braille. Quando instalada entre 0,90 m e 1,20 m, deve estar na parede ao lado da  a) a sinalização deve estar localizada na faixa de alcance entre 1,20 m e 1,60 m em plano vertical, b.maçaneta A sinalização ,considerar quando nas horizontal portas,edeve centralizada; em plano inclinado entreinstalada 15° e 30° da linha atenderser ao descrito em 5.4.6.5, Essa sinalização deveQuando os seguintes aspectos: conforme Figura 59. instalada entre 0,90 m e 1,20 m, deve estar na parede ao lado da quando exceder 0,10 m; maçaneta em plano inclinado entre 15° e 30° da linha horizontal e atender ao descrito em 5.4.6.5,  a) a sinalização deve estar localizada na faixa de alcance entre 1,20 m e 1,60 m em plano vertical, quando exceder 0,10 m; Emconforme portas duplas, com maçaneta instalar ao lado dadaporta  b) c.a sinalização, quando instalada nas portas, deve centralizada, eestar nãona pode conter informações Figura 59. Quando instalada entre 0,90ser mcentral, e 1,20 m, deve parede ao lado maçaneta em plano inclinado entre 15° e 30° da linha horizontal e atender ao descrito em 5.4.6.5, táteis. Para complementar a informação instalada na porta, deve existir informação tátil ou sonora, direita;  b) a sinalização, quando0,10 instalada nas portas, deve ser centralizada, e não pode conter informações quando exceder m; na parede adjacente a ela ou no batente, conforme a Figura 59; táteis. Para complementar a informação instalada na porta, deve existir informação tátil ou sonora,  bparede ) a sinalização, quando nas portas, deve ser a e não pode conter informações na adjacente a ela ou no batente, Figura  c) d. em portas duplas, com maçaneta central, conforme instalar aocentralizada, lado da 59; porta direita; Nas passagens ainstalada sinalização deve ser instalada na parede adjacente, Portas e passagens devem possuir informação visual, associada a sinalização tátil ou sonora, conforme

  cd))

táteis. Para complementar a informação instalada na porta, deve existir informação tátil ou sonora,

na parede adjacente aabaixo; ela deve ou nocentral, batente, conforme Figura 59; em portas duplas, com maçaneta instalar lado da porta direita; conforme nas passagens afigura sinalização ser instalada naaoaparede adjacente, conforme a Figura 59;

 c) passagens em portas duplas, com maçanetaser central, instalar aoparede lado da adjacente, porta direita;conforme a Figura 59; nas a sinalização instalada os elementos de sinalização deve devem ter formas na que não agridam os usuários, evitando cantos e.vivos Os elementos de sinalização devem ter formas que não agridam os  d) enas passagens a sinalização deve ser instalada na parede adjacente, conforme a Figura 59; arestas cortantes.  e) os elementos de sinalização devem ter formas que não agridam os usuários, evitando cantos evitando cantos vivos arestas cortantes.  usuários, e) eosarestas elementos de sinalização devem ter formaseque não agridam os usuários, Dimensões evitando cantos vivos cortantes. em metros

  d e))

vivos e arestas cortantes.

Dimensões em metros

Dimensões em metros

0,10 0,10 0,10

a) Portas

a) Portas

a) Porta

a) Porta

a) Portas

1,60

1,60 1,60

1,20

1,20 1,20

Faixa de alcance acessível para informações em plano Faixa de alcance acessível Faixa verticalde alcance acessível para informações em plano para informações em plano vertical vertical

b) Passagens

b) Passagem Passagens b)

b) Passagem

b) Passagens

ABNT NBR 9050 a) PortaFigura 59 – Sinalização de portas e passagens – Faixa de alcance acessível b)Fonte: Passagem

Figura 59 – Sinalização de portas e passagens – Faixa de alcance acessível

5.4.2

5.4.2

Planos e mapas acessíveis

Figura 59 – Sinalização Planos e mapas acessíveisde portas e passagens – Faixa de alcance acessível

5.4.2.1

Os planos e mapas acessíveis são representações visuais, táteis e/ou sonoras que servem

5.4.2 Planos e mapas acessíveis localização de lugares, rotas, fenômenos geográficos, cartográficos e espaciais. 5.4.2.1para Osorientação planos eemapas acessíveis são representações visuais, táteis e/ou sonoras que servem para orientação e localização de lugares, rotas, fenômenos geográficos, cartográficos e espaciais. Guia de1. Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP As informações devem o disposto na Tabela 5.4.2.15.4.2.2 Os planos e mapas aplicadas acessíveis sãocontemplar representações visuais, táteis e/ou sonoras que servem para orientação e localização de lugares, rotas, fenômenos geográficos, cartográficos e espaciais.

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ABNT NBR 905 ABNT NBR 9050:2015

Corrimões

Estes planos e mapas devem ser construídos de forma a permitir acesso, alcanc al, atendendo à Seção 4 mapas e 5.4.1-a). 5.4.2.3 Estes planos e devem ser construídos de forma a permitir acesso, alcance visual e manual, atendendo à Seção 4 e 5.4.1-a). Para a sinalização tátil (caracteres em relevo e em Braille) dos corrimões Sinalização de pavimento de Sinalização escadas fiixas são recomendados: 5.4.3 de pavimento

Os a. corrimãos de escadasdeve e ser rampas devem terna tátil (caracteresdo emprolongamento relevo e em Braille), A sinalização instalada geratriz superior mãos de escadas fixas e fixas rampas devem tersinalização sinalização tátil (caracteres em relevo e em identificando o pavimento. Essa sinalização deve ser instalada na geratriz superior do prolongamento horizontal doconforme corrimão, figura abaixo. ando o horizontal pavimento. Essa sinalização deve ser instalada na geratriz superior do prolong do corrimão, Figuraconforme 60 b). Na parede a sinalização deve ser visual e, opcionalmente, tátil,conforme conforme Figura 60 a). 60 Alternativamente, estas sinalizações podem ser instaladas al do corrimão, Figura b). Na parede a sinalização deve ser visual e nas paredes laterais. e, tátil, conforme Figura 60 a). Alternativamente, estas sinalizações podem ser ins Dimensões em metros edes laterais.

Dimensões em

1,20

0,30

0,30

1,20

0,30

1,20

Sinalização do corrimão

0,30

1,20

a) Sinalização de pavimento – Vista lateral

Sinalização do corrimão

Dimensões em milímetros

5

30

100

300

300

a) Sinalização de pavimento – Vista lateral b) Sinalização de corrimão – Vista superior

Figura 60 – Sinalização de pavimento e corrimão

36

Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

100

Dimensões em m

45


1,20

Sinalização do corrimão

b) Na parede a sinalização deve ser visual e, opcionalmente, tátil, conforme figura:

a) Sinalização de pavimento – Vista lateral

Dimen

300

5

30

100

300

b) Sinalização de corrimão – Vista superior

Figura 60 – Sinalização de pavimento e corrimão

direitos reservados Fonte: ABNT NBR 9050

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ABNT NBR 9050:2015

Degraus

ABNT NBR 9050:2015

5.4.4 Sinalização degraus Todo degraudeou escada

deve ter sinalização visual na borda do piso. 5.4.4 de degraus ParaSinalização os degraus isolados, ou seja, com a sequência de até dois degraus 5.4.4.1 Degraus isolados deveDegraus ser sinalizado 5.4.4.1 isolados em toda a sua extensão, no piso e no espelho, É considerado degrau isolado a sequência de até dois degraus. Este desnível deve ser sinalizado em com umadegrau faixa de no sequência minimo 3com cmdois dedegraus. largura contrastante com o piso toda a sua extensão, noisolado piso eano espelho,de faixa de no mínimo 3 cm deser largura contrastante É considerado até uma Este desnível deve sinalizado em adjacente, preferencialmente fotoluminescente ou retroiluminado. com o piso adjacente, preferencialmente fotoluminescente ou retroiluminado. toda a sua extensão, no piso e no espelho, com uma faixa de no mínimo 3 cm de largura contrastante com o piso adjacente, preferencialmente fotoluminescente ou retroiluminado.

5.4.4.2 de escadas ParaDegraus a sinalização dos 5.4.4.2

Degraus de escadas

degraus de escada devem ser:

A sinalização visual dos degraus de escada deve ser: A sinalização visual dos degraus de escada deve ser: a. Aplicada aos pisos e espelhos

em suas bordas laterais e/ou  a) aplicada aos pisos e espelhos em suas bordas laterais e/ou nas dos corrimãos, nas projeções dos corrimãos, contraste com o projeções piso dos adjacente,  a) contrastante aplicada aos com pisosoe piso espelhos em suas bordas laterais e/ou nas projeções corrimãos, adjacente, preferencialmente fotoluminescente ou retroiluminado, contrastante com o piso adjacente, preferencialmente fotoluminescente ou retroiluminado, preferencialmente fotoluminescente ou retroiluminado, conforme conforme as opções demonstradas na Figura 61; conforme as opções demonstradas na Figura 61; figura abaixo;

 b) b) igual projeção dos doscorrimãos corrimãoslaterais, laterais, e com mínimo 7 cm de comprimento igualou oumaior maior que que a a projeção e com no no mínimo 7 cm de comprimento e e33cm cmde delargura; largura;

b. Igual ou maior que a projeção dos corrimãos laterais, e com no mínimo 7 cm comprimento e se 3secm de largura;  c) c) fotoluminescente ou retroiluminada, quando tratar saídas emergência fotoluminescente ou de retroiluminada, quando tratar dede saídas de de emergência e/oue/ou rota rota de defuga. fuga.

c. Fotoluminescente ou retroiluminada, quando se tratar de saídas de

NOTA Recomenda-se sinalizaçãononocomprimento comprimento total degraus elementos NOTA Recomenda-se estender estender aa sinalização total dosdos degraus comcom elementos que que incorporem também características características antiderrapantes. emergência e/ou rota de fuga. incorporem também antiderrapantes. Dimensões em centímetros Dimensões em centímetros

3 cm m

3c

�7c

� 7 cm m

Opção A

Opção A a) Opção A

a) Opção A Fonte: ABNT NBR 9050

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Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP


Piso tátil A sinalização tátil e visual no piso funciona como orientação às pessoas com deficiência visual e/ou cega no percurso da rota acessível. A sinalização tátil e visual de alerta pode ser utilizado para: a. Informar a pessoa com deficiência visual sobre a existência de desníveis ou situações de risco permanente, como objetos suspensos não detectáveis pela bengala; b. Orientar o posicionamento adequado da pessoa com deficiência visual para o uso de equipamento, como elevadores, equipamentos de autoatendimento ou serviços; c. Informar as mudanças de direção ou opções de percursos; d. Indicar o início e o término de degraus, escadas e rampas; e. Indicar a existência de patamares nas escadas e rampas;

ABNT NBR 9050:2015

f. Indicar as travessias de pedestres.

ABNT NBR 9050:2015 Dimensões em milímetros 30 Diâmetro da base Dimensões em milímetros

25 25

Diâmetro da base

30

°a

39

3a5

72

° 45

3a5

°a 395° 4

72

Altura do relevo Altura do relevo

25 50 a) Piso 25 50 a) Piso

Diâmetro da base do relevo mais 20

b) Relevos

Diâmetro da base do relevo mais 20

b) Relevos

Figura 62 – Sinalização tátil de alerta e relevos táteis de alerta instalados no piso 5.4.6.4

Sinalização e visual direcional NBR 9050 Figura 62 –tátil Sinalização tátil de alerta e relevos táteis de alerta instaladosFonte: noABNT piso

A sinalização tátil e visual direcional piso deve ser instalada no sentido do deslocamento das 5.4.6.4 Sinalização tátil e visualno direcional pessoas, quando da ausência ou descontinuidade de linha-guia identificável, em ambientes internos A sinalização tátil e visual direcional no pisodedeve ser instalada no sentido do deslocamento das ou externos, para indicar caminhos preferenciais circulação. pessoas, quando da ausência ou descontinuidade de linha-guia identificável, em ambientes internos de Acessibilidade Eventos - Sebrae-SP O contraste tátilpara e oindicar contraste visualpreferenciais da sinalização direcional Guia consistem ememrelevos lineares, ou externos, caminhos de circulação. regularmente dispostos, conforme Tabela 5 e Figura 63

39


Já a sinalização tátil e visual direcional no piso deve ser instalada no sentido do deslocamento das pessoas, quando da ausência ou descontinuidade de linha-guia identificável, em ambientes internos ou externos, para indicar caminhos preferenciais de circulação.

ABNT NBR 9050:2015

ABNT NBR 9050:2015 Dimensões em milímetros 39°

Dimensões em milímetros

a4

a4

3a5

39°

42

ABNT NBR 9050:2015

83

a) Piso

53

3a5

83

30

83

b) Relevos

39°

Largura da base do relevo menos 10

Altura do relevo

45°

40

a) Piso Largura da a) Piso base do relevo mais 40

a 39°

Largura da base do relevo

a) Piso

53

a4

25

Altura do relevo

a) Piso

39°

Largura da base do relevo menos 10

a) Piso

42

a4

30

Altura do relevo

39°

25

Dimensões em milímetros

3a5

30

3a5

53

3a5

25

Altura do relevo

42

3a5

a4

b) Relevos Altura do relevo Largura da Figura 63 – Sinalização tátil direcional e relevos táteis direcionais instalados no piso Largura da base do relevo base do relevo mais 40 Largura da base da do menos relevo10 40 tátil e visual de alerta 5.4.6.5 Aplicação sinalização e direcional Altura do relevo Largura da base do relevo

Para a aplicação da sinalização tátil de40alerta e direcionalmais e suas 40 composições, observar o disposto Largura da base do relevo em normas específicas. b) Relevos

5.5 Sinalização de emergência

b) Relevos

b) Relevos Figura 63 – Sinalização tátil direcional e relevos táteis direcionais instalados no piso b) Relevos

5.5.1

5.4.6.5

Condições Figura 63gerais – Sinalização tátil direcional e relevos táteis direcionais instalados no piso

Aplicação da sinalização tátil e visual de alerta e direcional

5.5.1.1 A sinalização dedaemergência o alerta usuário, por meio de sinais para a saída, 5.4.6.5 Aplicação sinalizaçãodeve tátil direcionar e visual de e direcional saída de emergência ou rota de fuga. Devem ser observadas as e instruções do corpo Para a aplicação da sinalização tátil de alerta e direcional e suasnormas composições, observar o disposto de bombeiros, para compatibilização. Para a aplicação da sinalização tátil de alerta e direcional e suas composições, observar o disposto

em normas específicas. Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP

40

em normas específicas. 5.5.1.2 As rotas de fuga e as saídas de emergência devem ser sinalizadas, para localização,


Caso, não seja possível disponibilizar as informações de forma visual (piso tátil ou braile) e sonora, ofereça os serviços de guia cego, ou treine sua equipe para auxiliar as pessoas com deficiência. Guia cego, é o profissional treinado para acompanhar o cliente cego ou com baixa visão nos percursos do evento.

Lembre-se de que todo o percurso a ser realizado deve ser sinalizado conforme símbolos de circulação da ABNT NBR 9050.

Seta indicativa de direção

Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP

41


Sinalização de circulação conforme ABNT 9050 item 5.3.5.4:

ABNT NBR 9050:2015

Figura 48 – Elevador

Figura 51 – Escada

Figura 49 – Escada rolante

Figura 50 – Escada rolante com degrau para cadeira de rodas

Figura 52 – Escada com plataforma móvel

Figura 53 – Rampa

Figura 54 – Esteira rolante 5.3.5.5

Comunicação

As Figuras 55 a 58 devem ser utilizadas para sinalização dos equipamentos ou serviços de comunicação.

Figura 55 – Símbolos internacionais de informação

42

Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP

Figura 56 – Telefone


Rotas de fuga ou saídas de emergência As rotas de fuga ou saídas de emergência devem seguir as recomendações da NBR 9077. Para garantir a segurança de evasão das pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida em uma situação de emergência em ambientes fechados, as rotas de fuga devem: a. As portas de corredores, acessos, áreas de resgate, escadas de emergência e descargas integrantes de rotas de fuga acessíveis devem ser dotadaa de barras antipânico, conforme ABNT NBR 11785. ABNT NBR 9050:2015 ABNT NBR 9050:2015

b. As portas de corredores, acessos, áreas de resgate, escadas de e descargas integrantes de rotas dereservada fuga acessíveis 5.5.2 emergência Sinalização de áreas de resgate e de espera e sinalização de vaga para veículo 5.5.2 Sinalização de áreas de resgate e de espera e sinalização de vaga reservada para veículo serdedotadaa de barras antipânico, conforme ABNT NBR 5.5.2.1 devem Sinalização área de resgate para pessoas com deficiência 5.5.2.1 Sinalização de área de resgate para pessoas com deficiência 11785. A porta de acesso às áreas de resgate deve ser identificada com sinalização específica em material A porta de acesso às áreas de resgate deve ser identificada com sinalização específica em material

fotoluminescente ou serou retroiluminada. A Aárea resgate deve sinalizada conforme fotoluminescente ser retroiluminada. área de de resgate deve ser ser sinalizada conforme Figura 64,Figura junto 64, junto à demarcação da área de espera para cadeira de rodas (6.4.5), em local segregado para atendimento por ou ser à demarcação da área de espera para cadeira de rodas (6.4.5), em local segregado para atendimento por c. Ter área brigadas de resgate sinalizada em emergencial. materialDevem fotoluminescente bombeiros, e pessoal treinado para atendimento ser afixadas instruções bombeiros, brigadas e pessoal treinado para atendimento emergencial. Devem ser afixadas instruções sobre a utilização da área de acordo resgate, atendendo descrito em 6.4.2. comao NBR 9050, sobre aretroiluminada utilização da área dede resgate, atendendo ao a descrito em 6.4.2. conforme figura: Dimensões em metros

1,20

1,20

Dimensões em metros

Fonte: ABNT NBR 9050

0,80

Figura 64 – Área de resgate para pessoa com deficiência d. Possuir sinalização tátil e visual juntos às portas das saídas de 5.5.2.2 Sinalização de espaço para P.C.R. emergência em altura de alcance visual e tátil (a aproximadamente 0,80 A sinalização do espaço para P.C.R. deve ser conforme a Figura 65. Esta demarcação tem as dimen1,20m), o número do pavimento. sões de um informando M.R. e também se aplica às áreas de resgate, conforme 6.4.5. Em locais de atendimento

64 –pelo Área de um resgate pessoa público, deve Figura ser garantido menos espaçopara para P.C.R.

e. AsSinalização saídas de emergência devem 5.5.2.2 de espaço para P.C.R.

com deficiência

Dimensões em metrossonoros ser providas de alarmes

e visuais. 0,80 a Figura 65. Esta demarcação tem as dimenA sinalização do espaço para P.C.R. deve ser conforme sões de um M.R. e também se aplica às áreas de resgate, conforme 6.4.5. Em locais de atendimento público, deve ser garantido pelo menos um espaço para P.C.R. 1,20

Dimensões em metros Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP

0,80

43


ÁREAS RESERVADAS


Os locais de reunião, auditório e similares devem possuir, na área destinada ao público, espaços reservados para pessoas com cadeiras de rodas, assentos para pessoas com mobilidade reduzida e assento para pessoas obesas, atendendo as seguintes condições: a. Devem estar localizados em uma rota acessível vinculada a uma rota de fuga. b. Devem estar distribuídos pelo recinto. Recomenda-se que estejam nos diferentes setores e com as mesmas condições de serviços, conforto, segurança, boa visibilidade e acústica. c. Devem estar preferencialmente instalados ao lado de cadeiras removíveis e articuladas para permitir ampliação da área de uso por acompanhantes ou outros usuários (pessoas com cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida). d. Devem estar localizados junto a assento de acompanhante, sendo no mínimo um assento e recomendável dois assentos para acompanhante. Não se pode exigir um acompanhante como requisito para presença na área reservada. Mãe/pai com bebê (ou criança de colo) contam como um e tem direito a um acompanhante. Outro exemplo: um idoso pode ter apenas um acompanhante, mesmo se for criança.

46

Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP


Os eventos devem seguir a mesma lógica dos teatros e casas de shows, de acordo com a tabela a seguir:

Capacidade total de assentos Até 25 De 26 a 50 De 51 a 100 De 101 a 200 De 201 a 500 De 501 a 1.000

Acima de 1.000

Espaço para pessoas com cadeiras de rodas (PCR) 1 2 3 4 2% do total 10 espaços mais de 1 do que exeder 500 15 espaços mais de 0,1% do que exeder 1.000

Assento para pessoas com mobilidade reduzida (PMR) 1 1 1 1 1%

Assento para pessoas obesas (PO) 1 1 1 1 1%

1%

1%

10 espaços mais de 0,1% do que exeder 1.000

10 espaços mais de 0,1% do que exeder 1.000

Fonte: Guia de Acessibilidade em Eventos

Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP

47


Figura 141 – Auditório – Perspectiva Figura 141 – Auditório – Perspectiva 10.3.3 Posicionamento dos espaços e assentos em edifícios existentes Figura 141 Auditórioem – Perspectiva 10.3.3 Posicionamento dos espaços e –assentos edifícios existentes Espaços para P.C.R. e os assentos para P.M.R. podem ser agrupados, quando for impraticável a sua O espaço para quem utiliza de rodas deve possuir asforma dimensões 10.3.3 Posicionamento espaços e cadeiras assentos em edifícios existentes distribuição por todo o P.C.R. recinto.e Sempre que para possível, ospodem espaços ser projetados Espaços para os dos assentos P.M.R. ser devem agrupados, quando forde impraticável a sua mínimas 0,80 por 1,20 m, acrescido de no formínimo 0,30 de a permitirdistribuição a acomodação de P.C.R. oum P.M.R. com no mínimo um assento companheiro. por de todo oe os recinto. Sempre que possível, espaços devem ser projetados dem forma Espaços para P.C.R. assentos para P.M.R. podem ser os agrupados, quando impraticável a sua a permitir a acomodação de P.C.R. ou P.M.R. com noos mínimo assento distribuição por todo o recinto. Sempre que possível, espaços devem ser companheiro. projetados de forma Estes largura, localizada na frente, atrás ou emum ambas as posições. 10.3.4 Dimensões dos espaços para P.C.R. e assentos para P.M.R. e P.O. a permitir a acomodação de P.C.R. ou P.M.R. com no mínimo um assento companheiro. espaços devem estar deslocados 0,30 mpara emP.M.R. relação 10.3.4 Dimensões dos espaços para P.C.R. e assentos e P.O.à cadeira ao lado, 10.3.4.1 O espaço para P.C.R. deve possuir as dimensões mínimas de 0,80 m 10.3.4 Dimensões dos espaços para P.C.R. e assentos para P.M.R. e P.O. por 1,20 m e estar para que as aopessoas em cadeiras de rodas e seus acompanhantes deslocado10.3.4.1 0,30 m em relaçãopara encosto cadeira ao as lado, para que mínimas a pessoa de em0,80 cadeira de rodas O espaço P.C.R. da deve possuir dimensões m por 1,20 m e estar 10.3.4.1 O espaço para P.C.R. deve possuir as dimensões mínimas de 0,80 m por 1,20 m e estar e seus acompanhantes fiquem na mesma direção.daDeve ainda faixa livrepessoas de no de rodas fiquem0,30na mesma direção. Quando osgarantida espaços paraem em deslocado m em relação ao encosto cadeira ao ser lado, para queuma a pessoa cadeira deslocado 0,30 m em relação ao encosto da cadeira ao lado, para que a pessoa em cadeira de rodas mínimo 0,30 m entre o M.R. e a fileira posterior ou entre o M.R. e a fileira frontal, conforme demonstrado e seus acompanhantes fiquem estiverem na mesma direção. Deve ainda ser garantida uma faixa livre de no cadeiras de rodas localizados fileiras intermediárias, e seus acompanhantes fiquem na mesma direção. Deve ainda ser em garantida uma faixa livre de no respectivamente pelasmFiguras 142 ee143. Quando o espaço para P.C.R. estiver localizado em fileira mínimo 0,30 entre o M.R. a fileira posterior ou entre o M.R. e a fileira frontal, conforme demonstrado mínimo 0,30 m entre o M.R. e a fileira posterior ou entre o M.R. e a fileira frontal, conforme demonstrado devem ser garantidas faixas de no mínimo 0,30 m de largura atrás na intermediária, a faixa livre de 0,30 m deve ser garantida em relação às fileiras frontal e posterior respectivamente pelas Figuras 142 e 143. Quando o espaço para P.C.R. estiver localizado em e fileira respectivamente pelas Figuras 142 e 143. Quando o espaço para P.C.R. estiver localizado em fileira ABNT NB ABNT NBR 9050:2015 ao módulo, conforme Figura 144. O espaço P.C.R. deve ser sinalizado conforme 5.5.2.2. intermediária, a afaixa livre de 0,30para deve ser garantida relação às fileiras e posterior intermediária, faixa livre de 0,30 mmdeve ser garantida em em relação às fileiras frontal frontal e posterior frente deles, conforme figura. ao módulo, conformeFigura Figura 144. 144. O P.C.R. deve ser sinalizado conforme 5.5.2.2.5.5.2.2. ao módulo, conforme Oespaço espaçopara para P.C.R. deve ser sinalizado conforme Dimensões em metros

Dimensões em metros Dimensões em metros

Dimen

0,30 mín.

0,30 mín.

0,30

Figura 142 – Espaços para P.C.R. na primeira fileira – Vista superior

126

0,30

1,20

1,20

0,30

1,20

0,80

0,30

0,80

0,30

0,30

0,30 mín.

0,80

0,300,30 mín.mín.

0,30 mín.

1,20 1,20

1,20

Dimensões em metros

0,80

0,80 Figura 142 – Espaços para P.C.R. na primeira fileira – Vista superior 0,80 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT – 2015 - Todossuperior os direitos reservados Figura 142 – Espaços para P.C.R. na primeira fileira Vista 126 ABNT NBR 9050:2015 © ABNT 2015 Todos os direitos reservados Figura 143Figura – Espaços para P.C.R. na última fileira – Vistafileira superior 143 –-Espaços para P.C.R. na última – Vi NBR 9050:2015 2015 - Todos superior os direitos reservados Figura 143ABNT – Espaços para P.C.R. na última© ABNT fileira – Vista 126

Dimen

Dimensões em metros Dimensões em metros Dimensões em metros 0,30 mín.

0,30 mín.

0,30 mín.

0,30

0,30

0,30 0,80

0,30 mín.

0,30 mín.

0,30 0,30 mín.

0,80

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1,20

1,20

1,20

0,30 mín. 1,20

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0,30 mín.

0,30 mín.

Dimensões em metros

0,80

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0

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Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP .

1,20

48

1,20

0,30 mín.

0,30 mín.

Figura0,80 143 – Espaços para P.C.R. na última fileira – Vista superior Figura 144 – Espaços para P.C.R. em fileira intermediária – Vista super Figura 143 – Espaços para P.C.R. na última fileira – Vista superior Figura 144 – Espaços para P.C.R. em fileira intermediária Dimensões em metros 10.3.4.2 Os assentos para P.M.R. possuir um espaço livre frontal de no m aços para P.C.R. na última fileira Vista superior para P.C.R. em fileiradevem Figura– 144 – Espaços intermediária – Vista superior Dimensões metros conforme Figura 145. 10.3.4.2 Os assentos para P.M.R. em devem possuir um espaço livre fro conforme 145. Dimensões emFigura metros 10.3.4.2 Os assentos para P.M.R. devem possuir um espaço livre frontal de no mínimo 0,60 m, associadas aos as conforme Figura 145. 10.3.4.3 Quando forem previstas superfícies para leitura ou escrita, Fonte: ABNT NBR 9050 ser disponibilizadas superfícies acessíveis, respeitando o quantitativo 10.3.4.3 Quando forem previstas superfícies para leiturade ouespaços escrita,reserv asso ser disponibilizadas superfícies acessíveis, respeitando o quantitativo 10.3.4.3 Quando forem previstas superfícies para leitura ou escrita, associadas aos assentos, devem de 10.3.4.4 O assento para P.O. deve atender ao descrito em 4.7 e à Figura 145. ser disponibilizadas superfícies acessíveis, respeitando o quantitativo de espaços reservados à P.C.R. 10.3.4.4 O assento para P.O. deve atender ao descrito em 4.7 e à Figura 10.3.4.4 O assento para P.O. deve atender ao descrito em 4.7 e à Figura 145.


2015

Os assentos para pessoas com mobilidade reduzida devem possuir um espaço livre frontal de no mínimo 0,60 m. Para as pessoas obesas devem ter largura equivalente à de dois assentos adotados no local e possuir um espaço de no mínimo 0,60 m. Estes assentos devem ABNT NBR 9050:2015 suportar uma carga de no mínimo 250 kg. Dimensões em metros

D

0,60 mín.

Figura 145 – Assentos para P.M.R. e P.O. – Vista lateral

ABNT NBR 9050:2015 10.3.5 Espaço para o cão-guia

Deve ser previsto um espaço para cão-guia junto de um assento preferencial, com dimensões de 0,70 m de comprimento, 0,40 m de profundidade e 0,30 m de altura. Dimensões em metros

10.4 Plateia, palco e bastidores – Circulação 10.4.1 Os corredores de circulação da plateia devem ser livres de obstáculos. Quando apresentarem rampa ou degrau, deve ser instalado pelo menos um corrimão, conforme 4.6.5, na altura de 0,70 m, instalado de um só lado ou no meio da circulação. Admite-se que os corredores de circulação que compõem as rotas acessíveis aos lugares da plateia possuam inclinação máxima de rampa de até 12 %.

0,60 mín.

10.4.2 Uma rota acessível deve interligar os espaços para P.C.R. ao palco e aos bastidores. 10.4.2.1 A rota acessível deve incluir sinalização luminosa próxima ao piso ou no piso das áreas 0,60 mín. de circulação da plateia e de bastidores. Figura 145 – Assentos para P.M.R. e P.O. – Vista lateral 10.4.2.2 Para localização do assento deve haver sinalização em Braille, letra ampliada e relevo da fileira e dopara número. 10.3.5 Espaço o cão-guia

Figura 145 – Assentos para P.M.R. e P.O. – Vista lateral

ra oDeve cão-guia 10.4.3 desnível o palco e a de plateia, este pode ser vencidocom através de rampa ser Quando previsto houver um espaço paraentre cão-guia junto um assento preferencial, dimensões com as seguintes características: de 0,70 m de comprimento, 0,40 m de profundidade e 0,30 m de altura.

a) Plateia, largura palco de no mínimo 0,90 m;– Circulação e bastidores um10.4 espaço para cão-guia junto de um assento preferencia  b) Os inclinação máxima de 1:6 (16,66 %) para vencer altura máxima deQuando 0,60 m; apresentarem 10.4.1 corredores de circulação da plateia devem seruma livres de obstáculos. primento, 0,40 m de profundidade e 0,30 m de altura. rampa ou degrau, deve ser instalado pelo menos um corrimão, conforme 4.6.5, na altura de 0,70 m,  c) inclinação máxima de 1:10 (10 %) para vencer alturas superiores a 0,60 m; instalado de um só lado ou no meio da circulação. Admite-se que os corredores de circulação que compõem rotas aosnão lugares danecessária plateia possuam inclinação de rampa deFonte: atéABNT 12 NBR %. 9050  d) teras guia de acessíveis balizamento, sendo a instalação de máxima guarda-corpo e corrimão.

co e10.4.2 bastidores – Circulação Uma rota acessível deve interligar os espaços para P.C.R. ao palco e aos bastidores.

10.4.4 Esta rampa pode ser substituída por um equipamento eletromecânico, conforme 6.10. Sempre que possível, rampa ou equipamento eletromecânico de acesso ao palco devem se situar em local 10.4.2.1 A rota acessível devediscreto incluir sinalização luminosa ao piso ou no piso das áreas de acesso imediato, porém e fora do campo visualpróxima da plateia. de circulação da plateia e de bastidores. Guiaao de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP 10.4.5 O local no palco destinado a intérprete de Libras deve atender descrito em 5.2.8.1.6. 10.4.2.2 Para localização do assento deve haver sinalização em Braille, letra ampliada e relevo

es de circulação da plateia devem ser livres de obstáculos. Qu 49 n deve ser instalado pelo menos um corrimão, conforme 4.6.5,


30°

1,15

30°

1,15

30°

L.H.

30°

1,15

1,15

30°

1,15

30°

Posicione a área reservada em local que permita às pessoas com deficiência 1,20 d e/ou mobilidade reduzida visualizar e participar do evento com a mesma L.H. qualidade que a maioria do público. Não posicione a área em local que Figura 137 – Ângulo dosde espaços para P.C.R. em cinemas – Vista lateral possa transmitirvisual sensação 1,20segregação ao público.d

Em teatros, auditórios dos ou similares, a localização dos espaços para P.C.R. e dos a A localização espaços para pessoa em rodas Figura 137 – Ângulo visual dos espaços para P.C.R. emcadeira cinemas –de Vista lateral e dos .R. deveassento ser calculada de formacom a garantir a visualização atividade desenvolvida n para pessoas mobilidade reduzida da deve ser calculada 10.3.2.2 Em teatros, auditórios ou similares, a localização dos espaços para P.C.R. e dos assentos 1,20 d desenvolvida no palco, e Figurapara 138. de forma a ser garantir visualização atividade P.M.R. deve calculadaade forma a garantir da a visualização da atividade desenvolvida no palco, conforme Figura 138. conforme figura:

Dimensões em

Figura 137 – Ângulo visual dos espaços para P.C.R. em cinemas – Vista lateral

Dimensões em metros

10.3.2.2 Em teatros, auditórios ou similares, a localização dos espaços para P.C.R. e dos assentos para P.M.R. deve ser calculada de forma a garantir a visualização da atividade desenvolvida no palco, conforme Figura 138. 30°

Cenário

Cenário

L.H.

Palco

1,15

30°

30°

1,15

30°

1,15

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1,15

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Dimensões em metros

Cenário

L.H.

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Palco

L.H.

1,15

1,15

Figura 138 – Ângulo visual dos espaços para P.C.R. em teatros – Vista lateral Palco 10.3.2.3 A localização dos espaços deve ser calculada traçando-se um ângulo visual de 30° a partir do limite superior da boca de cena até a linha do horizonte visual (L.H.), com a altura de 1,15 m do piso. A altura do piso do palco deve ser inferior à L.H. visual, com altura de 1,15 m do piso da localização do espaço para–P.C.R. e assentos para P.M.R.,para conforme 139. – Vista lateral Figura 138 Ângulo visual dos espaços P.C.R.Figura em teatros

Figura 138 – Ângulo visual dos espaços para P.C.R. em teatros – Vista lateral

10.3.2.3 A localização dos espaços deve ser calculada traçando-se um ângulo visual de 30° a partir do limite superior da- Todos bocaosde cenareservados até a linha horizonte visual (L.H.), com a de alturachegada. de 1,15 m doUma © ABNT direitos 123 As 2015 pessoas deverão serdo recebidas por ordem fila A localização dos espaços deve ser calculada traçando-se um ângulo piso. visual de 30° a p A altura do piso do palco deve ser inferior à L.H. visual, com altura de 1,15 m do piso da localização ser organizada desde ohorizonte início do139. evento(L.H.), com com essaafinalidade, perior dadeve boca de cena atépara a linha visual altura de 1,15 m d do espaço para P.C.R. e assentos P.M.R.,do conforme Figura

demarcada com cordas, dadesaída. do piso do palco deve ser grades inferior àouL.H. visual,separada com altura 1,15 mLembredo piso da loca se- Todos deoseter uma fila preferencial para as pessoas com deficiência e/ou © ABNT 2015 direitos reservados para P.M.R., conforme Figura 139. ço para P.C.R. assentos 123 mobilidade reduzida. Lembre-se: em todos os espaços, as pessoas com mobilizadas reduzidas, idosos e mulheres grávidas não podem ficar muito tempo em pé. Disponibilize cadeiras ou bancos para este público.

15 - Todos os direitos reservados

Se a entrada do edifício possuir escadas, degraus ou passagens estreitas será necessário entrar por uma rota alternativa. Procure fazer dela a principal para todos os participantes.

50

Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP


9.3.1.3 As mesas ou superfícies de trabalho acessíveis devem de 0,90 m e altura entre 0,75 m e 0,85 m do piso acabado, a ABNT NBR 9050:2015 sob a superfície de 0,80 m.

9.3.1.4 Deve ser assegurada altura livreum sob o9050:2015 tampo no m ABNT NBR 9.3.1.2 As mesas superfícies de trabalho acessíveis devem garantir M.R. posicionado parade a Balcão deouAtendimento e mesas aproximação frontal. Deve ser garantida ainda circulação adjacente que permita giro de 180° à P.C.R. ABNT NBR mínima de 0,50 m, de modo que a P.C.R. tenha a possibilidade d

9.3.1.3 As mesas ou superfícies de trabalho acessíveis devem possuir tampo com largura mínima de Os 0,90balcões m e alturade entre 0,75 m e 0,85 emmesas do piso acabado, largura mínima atendimento devem assegurando-se ser acessíveis paralivre pessoas sob a superfície de 0,80 m. em cadeiras de 9.3.1.2 rodas.AsDevem altura livreacessíveis inferior devem de nogarantir mínimo mesas oupossuir superfícies de trabalho um M.R. posicio 9.3.1.4 ser assegurada altura livre sobDeve o tampo de no mínimo m, comda profundidade frontal. garantida ainda0,73 circulação adjacente que livre permita 0,73Deve m do piso.aproximação E para permitir aser aproximação frontal cadeira de giro de 1 mínima de 0,50 m, de modo que a P.C.R. tenha a possibilidade de avançar sob a mesa ou superfície. 9.3.1.3 As mesas superfícies0,50 de trabalho acessíveis possuir tampo com larg rodas devem avançar até no ou máximo m. Além de devem garantir uma 9.3.1.5 Sempre que a mesa ou superfície trabalho acessível uma única pessoa, de 0,90 m e alturadeentre m e 0,85for m utilizada do piso por acabado, assegurando-se faixa livre de circulação de 0,90 mespecíficas e0,75 área de manobra para o acesso às largura esta pode ser adequada sob conforme necessidades do usuário, objetivando a melhoria das a superfície de 0,80 m. mesmas, conforme figura. condições de conforto e autonomia. 9.3.1.4 Deve ser assegurada altura livre sob o tampo de no mínimo 0,73 m, com profun Dimensões metrossob a mesa o mínima de 0,50 m, de modo que a P.C.R. tenha a possibilidade de em avançar

9.3.1.5 Sempre que a mesa ou superfície de trabalho acessíve esta pode ser adequada conforme necessidades específicas do abalho acessíveis devem garantir um M.R. posicionado para a condições de conforto e autonomia. a ainda circulação adjacente que permita giro de 180° à P.C.R.

abalho acessíveis devem possuir tampo com largura mínima 1,20 Módulo de Módulo de largura 85 m do piso acabado, assegurando-se livre mínima 9.3.1.5 Sempre que a mesa ou superfície de trabalho acessível for utilizada por uma ún

0,80

0,75 a 0,85

b) Vista superior 0,75 a 0,85

0,73 mín.

a) Vista lateral

0,73 mín.

re sob o tampo de no mínimo 0,73 m, com profundidade livre 1,20 Módulo de 0,90 mín. referência R. tenha a possibilidade de avançar sobNBR a 9050:2015 mesa ou superfície. 0,50 mín. ABNT

Dimensõ

0,80

0,75 a 0,85

0,73 mín.

0,50 mín.

0,80

referência esta pode ser adequada conforme necessidades específicas do usuário, referência objetivando a m condições de conforto e autonomia.

0,50 mín.

ície de trabalho acessível for utilizada por uma única pessoa, 134 devem – Mesagarantir – Medidas e área de aproximação 0,90 mín. esas ou superfícies de trabalhoFigura acessíveis um M.R. posicionado para a essidades específicas do usuário, objetivando a melhoria das rontal. Deve ser garantida ainda circulação adjacente que permita giro de 180° à P.C.R.

9.3.2 Mesas ou superfícies de refeição a) Vista lateral b) Vista superior mesas ou superfícies de trabalho acessíveis devem possuir tampo com largura mínima 9.3.2.1 As mesas ou superfícies de refeição acessíveis devem ser facilmente identificadas e localialtura entre 0,75 m e 0,85 m do piso acabado, assegurando-se largura livre mínima zadas dentro de uma rota acessível e estar distribuídas por todo o espaço. ie de 0,80 m. Figura 134 – Mesa – Medidas e área de aproximação

a) Vista lateral

Dimensões em metros

e ser assegurada livre sob o tampo dedenorefeição mínimoacessíveis 0,73 m, com profundidade livre 9.3.2.2 altura As mesas ou superfícies devem garantir um M.R. posicionado para a 9.3.2 Mesas ou superfícies de refeição 0 m, de modo que a P.C.R. tenha possibilidade de avançar mesa ou superfície. aproximação frontal. Devea ser garantida ainda circulação que permita giro de 180° à P.C.R. 1,20sob aadjacente

Módulo de

Figura 134 – Mesa – Medidas e área de

Mesas ou superfícies de refeição 0,80

9.3.2 0,75 a 0,85

0,80

0,75 a 0,85

9.3.2.1 As mesas ou superfícies de refeição acessíveis devem zadas dentro de9.3.2.4 umaDevem rotaseracessível estar distribuídas porm,todo asseguradas sob e o tampo a largura livre mínima de 0,80 altura 9.3.3.1 As bandejas, talheres, pratos, copos, temperos, alimentos e bebidas devem estar dispostos 0,73 mín.

0,73 mín.

9.3.2.1 acessível As mesas superfícies de refeição acessíveis devem ser facilmente identifica pre que a9.3.2.3 mesa ouAs superfície de superfícies trabalho forouutilizada única pessoa, mesas referência ou de refeição devem por ter uma altura de tampo entre 0,75 m a 0,85 m zadas dentro de uma rota acessível e estar distribuídas adequada necessidades específicas do usuário, objetivando a melhoria das por todo o espaço. doconforme piso acabado. conforto e autonomia. 9.3.2.2 As mesas ou superfícies de refeição acessíveis devem garantir um M.R. posicio 9.3.2.4 Devem ser asseguradas sob o tampo a largura livre mínima de 0,80 m, altura livre mínima Dimensões em circulação metros aproximação frontal. Deve ser garantida ainda adjacente que permita giro de 1 de 0,73 m e profundidade livre mínima de 0,50 m para possibilitar que as P.C.R. avancem sob a mesa 1,20 Módulo de ou superfície. 9.3.2.3 referência As mesas ou superfícies de refeição devem ter altura de tampo entre 0,75 do piso acabado. 0,50 mín. Superfícies de apoio 9.3.3 para bandeja ou similares

de 0,73 m e profundidade livre mínima 0,50 m para possibilitar que as P.C.R. avancem 0,90 de mín. dentro da faixa de alcance manual, conforme 4.6. ou superfície. 0,90 mín.

9.3.2.2 As mesas ou superfícies refeição acessíveis 9.3.3.2 Os alimentos e bebidas devem estar dispostos de de forma a permitir seu alcance visual, devem 9.3.3 Superfícies de apoio para bandeja ou similares conforme 4.8. Recomenda-se a instalação de espelho antiembaçante. a) Vista lateral Vista superior aproximação frontal. Deveb)ser garantida ainda circulação adjace 9.3.3.1 As bandejas, talheres, pratos, copos, temperos, alimentos e bebidas devem est b) Vista superior

Fonte: ABNT NBR 9050 9.3.3.3 As superfícies de apoio para bandeja ou similares devem possuir altura entre 0,75 m dentro da faixa de alcance manual, conforme 4.6. e 0,85 m do piso, conforme Figura 135. Deve ser garantida circulação adjacente com largura de no Figura 134 – Mesa – Medidas e área de aproximação mínimo 0,90 m. 9.3.3.2 Os alimentos e bebidas devem estar dispostos de forma a permitir seu alc ou superfícies de refeição conforme 4.8. Recomenda-se a instalação de espelho antiembaçante. © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados 119 esas ou superfícies de refeição acessíveis devem ser facilmente identificadas e locali9.3.3.3 As superfícies de apoio para bandeja ou similares devem possuir altura e Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP de uma rota acessível e estar distribuídas espaço. Figura 135. Deve ser garantida circulação adjacente com la e 0,85 mpor dotodo piso,o conforme

9.3.2.3 As mesas ou superfícies de refeição devem ter altur sa – e área de aproximação doMedidas piso acabado. 51


A altura deve estar entre 0,75 m e 0,85 m do piso. ABNT 9050:2015 Para garantir o alcance e utilização de mesas, estantes e NBR prateleiras, ABNT NBR 9050:2015 devem ser observadas as seguintes dimensões: Dimensões em metros Dimensões em metros

L3 = 0,50 a 0,55

O3 = 0,52 a 0,65 O3 = 0,52 a 0,65

= 1,00 a 1,15 H3H3 = 1,00 a 1,15

= 0,75 a 0,85 G3G3 = 0,75 a 0,85

= mín. 0,73 F3F3 = mín. 0,73

= 0,60 a 0,68 E3E3 = 0,60 a 0,68

= 0,30 mín. D3D3 = 0,30 mín.

C3 = 0,15 mín. C3 = 0,15 mín.

A3 = 0,75 a 0,90 A3 = 0,75 a 0,90 B3 = 0,40 a 0,55 B3 = 0,40 a 0,55

Superfície de trabalho

= 1,20 alcance máx. confortável I3 I3 = 1,20 alcance máx. confortável

30° 30°

°

° 60 60

N3 = mín. 0,50 recomendável 0,60 N3 = mín. 0,50 recomendável 0,60 de trabalho Superfície

J3J3 = 1,35 alcance máx. eventual = 1,35 alcance máx. eventual

L3 = 0,50 a 0,55 M3 = 0,25 M3 = 0,25

P3 = 0,30 mín. P3 = 0,30 mín.

Legenda Legenda A3A3 B3B3

altura dodo centro dadamão, altura centro mão,com como oantebraço antebraçoformando formando90° 90°com com oo tronco tronco altura do centro da mão estendida ao longo do eixo longitudinal altura do centro da mão estendida ao longo do eixo longitudinal do do corpo corpo

C3C3

altura mínima livre altura mínima livreentre entrea acoxa coxaeeaaparte parteinferior inferiorde deobjetos objetosee equipamentos equipamentos

D3D3

altura mínima livre altura mínima livrepara paraencaixe encaixedos dospés pés

E3E3

altura dodo piso até a aparte altura piso até partesuperior superiorda dacoxa coxa

F3F3

altura mínima livre altura mínima livrepara paraencaixe encaixeda dacadeira cadeirade derodas rodassob sobooobjeto objeto

G3G3

altura das superfícies altura das superfíciesdedetrabalho trabalhoou oumesas mesas

H3H3

altura centro mão,com como obraço braçoestendido estendidoparalelo paraleloao aopiso piso altura dodo centro dadamão,

I 3I 3

altura centro mão,com como obraço braçoestendido estendidoformando formando30° 30°com com oo piso piso = alcance máximo altura dodo centro dadamão, máximo confortável confortável

J3J3

altura centro mão,com como obraço braçoestendido estendidoformando formando60° 60° com com oo piso piso = alcance máximo altura dodo centro dadamão, máximo eventual eventual

L3L3

comprimento braçonanahorizontal, horizontal,do doombro ombroao aocentro centroda da mão mão comprimento dodo braço

M3M3

comprimento antebraço(do (docentro centrodo docotovelo cotoveloao aocentro centro da da mão) mão) comprimento dodo antebraço

N3N3 O3O3

profundidade superfíciededetrabalho trabalhonecessária necessáriapara paraaproximação aproximação total total profundidade dadasuperfície profundidade nádegaà àparte partesuperior superiordo dojoelho joelho profundidade dadanádega

P3P3

profundidade mínimanecessária necessáriapara paraencaixe encaixedos dospés pés profundidade mínima

Figura – Alcancemanual manualfrontal frontalcom comsuperfície superfíciede detrabalho trabalho –– Pessoa Pessoa em em cadeira rodas Fonte:de ABNT NBR 9050 Figura 1313 – Alcance cadeira de rodas

52

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Dimensões em metros

0,50 máx.

Banheiros Acessíveis

0,65

0,78 a 0,80

≥ 0,30

≥ 0,30

0,30

0,65

M.R. M.R.

Devem estar localizados em rotas acessíveis, próximos a circulação 0,30 principal ou integrados às demais instalações sanitárias. Pelo menos 5% do número total de banheiros devem ser adaptados. Se puder, 0,12adaptado às apesar de a lei não exigir, tenha pelo menos um banheiro 0,12 crianças e às pessoas de baixa estatura. 0,30

0,78 a 0,80

0,30

0,50 máx.

Os boxes para bacia sanitária devem garantir as áreas de transferências diagonal, lateral e perpendicular, bem como área de manobra para rotação de 180°, conforme figura: Vistaa)Superior a) Vista superior b) Vista lateral Vista superior b) Vista lateral Medidas mínimas Figura 98 – Área de aproximação para uso do lavatório Figura 98 – Área de aproximação para uso do lavatório

Dimensões em metros

Largura Largura do lavatório do lavatório

Comprimento da bacia Comprimento da bacia com tubo de ligação com tubo de ligação

Dimensões em metros

0,40

0,80 mín.

0,40

0,80 mín. 0,10 máx.

0,10 máx.

∅ 1,50

∅ 1,50

0,30 máx.

0,30 máx. Vista superior

Figura 99 – Medidas mínimas de um sanitário acessível © ABNT 2015 - Todos os direitos reservados

87

Vista superior

Fonte ABNT NBR 9050

Figura 99 – Medidas mínimas de um sanitário acessível

87

© ABNT 2015 - Todos os direitos reservados Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP

53


0,70 mín.

7.7.2.2.3 Para bacias sanitárias com caixa acoplada, que possuam altura que não permita a ins7.7.2.2.3da Para sanitárias com caixa que possuam altura que talação barrabacias descrita em 7.7.2.2.2, esta acoplada, pode ser instalada a uma altura denão até permita 0,89 m adoinspiso talação da(medido barra descrita em 7.7.2.2.2, esta pode ser instalada a uma altura de até 0,89 m do piso acabado pelos eixos de fixação), devendo ter uma distância máxima de 0,11 m da sua face Figura 105 – Bacia convencional com barras de apoio ao fundo e a 90° acabadoà(medido eixosmínima de fixação), devendo uma distância máxima de 0,11 da sua face externa parede,pelos distância de 0,04 m dater da tampa damcaixa acoplada na parede lateral –superfície Exemplosuperior A externa à parede, distância mínima de 0,04 m da superfície superior da tampa da caixa acoplada e 0,30 m além do eixo da bacia em direção à parede lateral, conforme Figuras 107 e 109. A barra reta e 0,30 m além dosuspensa eixopode da bacia em direção àapoio parede lateral, conforme Figuras 107 eque 109.aAextremidade barra reta na parede do fundo ser substituída umaao barra lateral articulada, desde 7.7.2.3.2 Bacia com barras depor fundo e a 90° na parede lateral na barra paredeesteja do fundo ser0,10 substituída por uma barra lateral conforme articulada,Figura desde110. que a extremidade da a no pode mínimo m da borda frontal da bacia, barra106 esteja noomínimo da borda frontal da para bacia, 110. Atenção: aa porta deverá abrir fora e aFigura do fixadas vaso, adas Ada Figura ilustra usosempre de0,10 umambarra de apoio reta fixadaconforme ao fundo ealtura duas retas 90° 7.7.2.2.4 Na impossibilidade de instalação de barras nas paredes laterais, são admitidas barras nabarras lateral, quando a baciaesuspensa está próxima a uma obedecer parede. de apoio da descarga devem as medidas abaixo. 7.7.2.2.4fixas Na (com impossibilidade instalação de barras nas paredes são admitidas barras laterais fixação nade parede de fundo) ou articuladas (darlaterais, preferência pela barra lateral laterais fixas (com fixação na parede de fundo) ou articuladas (dar preferência pela barra lateral fixa), desde que sejam observados os parâmetros de segurança e dimensionamento estabelecidos Dimensões em metros fixa), desde que sejam observados os parâmetros de segurança estabelecidos conforme 7.6, e que estas e seus apoios não interfiram na área ededimensionamento giro e transferência. A distância conforme e que estasdae bacia seus apoios não na área desua giroextremidade e transferência. distância entre esta7.6, barra e o eixo deve ser deinterfiram 0,40 m, sendo que deveAestar a uma entre esta barra e o eixo da bacia deve ser de 0,40 m, sendo que sua extremidade deve estar a uma distância mínima de 0,20 m da borda frontal da bacia, conforme Figuras 108 e 109. distância mínima de 0,20 m da borda frontal da bacia, conforme Figuras 108 e 109.

Altura da bacia 7.7.2.3.1 com o assentoBacia

D

0,30

A

convencional com barras de apoio ao fundo e a 90° na parede lateral 7.7.2.3.1 Bacia convencional com barras de apoio ao fundo e a 90° na parede lateral

A

7.7.2.3 Bacias sanitárias com parede lateral 7.7.2.3 Bacias sanitárias com parede lateral

0,10

7.7.2.2.5 As bacias infantis devem seguir as mesmas disposições de barras e dimensões constantes 7.7.2.2.5 bacias infantis devem seguir as mesmas disposições de barras e dimensões constantes nas FigurasAs105 a 110. 0,80 mín. 0,80 mín. nas Figuras 105 a 110.

C

0,50

A Figura 105 ilustra o uso de uma barra de apoio reta fixada ao fundo e duas retas fixadas a 90° A Figura 105 ilustra o uso de uma barra de apoio reta fixada ao fundo e duas retas fixadas a 90° na lateral, quando a bacia convencional está próxima a uma parede. na lateral, quando a bacia convencional está próxima a uma parede. b) Vista frontal

c) Vista lateralDimensões esquerda em metros Dimensões em metros

0,70 mín. 0,70 mín. 0,10 0,10

a) Vista lateral direita

93

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DD AA

Altura da da bacia bacia Altura com o assento com o assento

0,80 mín. 0,80 mín.

0,30 0,30 0,50 0,50

CC

a) Vista Vista lateral lateral direita direita a)

0,11 0,11

Vistafrontal frontal b)b)Vista

A A

0,80mín. mín. 0,80

0,11 0,11

Vista lateral esquerda c)c)Vista lateral esquerda Fonte ABNT NBR 9050

Ao alugar um espaço verifique se os banheiros estão de acordo com o item 7.0 da NBR 9050 e faça as adequações possíveis. Mesmo estando ©© ABNT 2015 - Todos os os direitos reservados ABNT 2015 - Todos direitos reservados 92 num local alugado ou cedido, lembre-se que a responsabilidade pela acessibilidade do evento é do organizador. Identifique o sanitário como masculino ou feminino colocando uma pequena etiqueta em braile próximo à maçaneta, para que as pessoas com deficiência visual possam ter acesso aos banheiros com autonomia.

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Vagas As vagas reservadas para veículos no estacionamento devem ser sinalizadas e demarcadas com o símbolo internacional de acesso ou a descrição de idoso, aplicado na vertical e horizontal. As vagas reservadas devem atender aos seguintes requisitos: a. Localização próxima ao acesso principal do edifício, garantindo que o caminho a ser percorrido pela pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida seja o menor possível e esteja livre de barreirasou obstáculos. b. Piso regular (nivelado, firme e estável). c. Faixa adicional à vaga para circulação de cadeiras de rodas com largura mínima de 1,20 m, quando afastada da faixa de travessia de pedestre. d. Rebaixamento de guia quando necessário no alinhamento da faixa de circulação. e. Ter sinalização vertical para vagas em via pública e/ou fora, conforme figura:

Fonte: ABNT NBR 9050

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ABNT NBR 9050:2015

agas reservadas para veículo no estacionamento devem ser sinaliz internacional de acesso ou a descrição de idoso, aplicado na v 5.5.2.3 Sinalização de vaga reservada para veículo o estabelecido em 6.13. 5.5.2.3.1 As vagas reservadas para veículo no estacionamento devem ser sinalizadas e demarcadas comSe o símbolo internacional de acesso ou de a descrição de idoso, aplicado vertical devem e horizontal. o evento oferecer vagas estacionamento, 5%nadelas ser Deve atender ao estabelecido em 6.13.

reservadas o mais possível áreapessoas destinada às pessoas com agas reservadas paraperto idosos ou da para com deficiência em 5.5.2.3.2 As vagase/ou reservadas para idosos reduzida. ou para pessoas com deficiência em vias e logradouros deficiência mobilidade Será necessário identificar as ser sinalizadas, conforme específicas (ver [17 públicos devem ser sinalizadas, conformenormas normas específicas (ver Bibliografia [17], [18]Bibliografia e [19]) vagas com o símbolo internacional de acessibilidade.

Nas vagas reservadas para pessoas com deficiência que não estejam localizadas em vias e logradouros públicos, a sinalização vertical deve ser conforme a Figura 66. O símbolo internacional de Se o evento não oferecer vagas de estacionamento, disponibilize um acesso (SIA) que está na sinalização pode ser trocado pelo SIA da Figura 32.

rvadas para pessoas com deficiência que não estejam localizad local para embarque e desembarque veículos, de acesso à área s, a sinalização vertical deve ser dos conforme a fácil Figura 66. O símbo 5.5.2.3.3 A borda inferior das placas instaladas deve ficar a uma altura livre entre 2,10 m e 2,50 m em reservada, exclusivo a pessoas combaixo, deficiência ou mobilidade reduzida. relação Em estacionamentos com pé-direito é permitida sinalização alturaFigura de 1,50 m. 32. ue está naao solo. sinalização pode ser trocado pelo SIAàda Dimensões em metros

0,50 rda inferior das placas instaladas deve ficar a uma altura livre entre Em estacionamentos com pé-direito baixo, é permitida sinalização

0,70

D

0,50

Estacionamento reservado para

veículos autorizados

Figura 66 – Sinalização de estacionamento para pessoas com deficiência

5.6 Alarmes 5.6.1

Condições gerais

0,70

5.6.1.1 Os alarmes são equipamentos ou dispositivos capazes de alertar situações de emergência por estímulos visuais, táteis e sonoros. Devem ser aplicados em espaços confinados, como sanitários acessíveis, boxes, cabines e vestiários isolados. 5.6.1.2 Nos quartos, banheiros e sanitários de locais de hospedagem, de instituições de idosos e de hospitais, devem ser instalados telefones e alarmes de emergência visuais, sonoros e/ou vibratórios.

Estacionamento

5.6.1.3 Todo alarme ou componente que utiliza recursos elétricos deve estar de acordo com a ABNT NBR IEC 60529. Em ambientes com instalações reservado para de água, como sanitários e cozinhas, o grau de proteção deve ser IP 66. Para os demais ambientes o grau de proteção mínimo é IP 54. As instalações elétricas devem atender o dispostoautorizados na ABNT NBR 5410. veículos 5.6.2

Características

Os alarmes visuais, táteis e/ou sonoros devem atender às condições descritas em 5.2.

ra 66Os –alarmes Sinalização de estacionamento pessoas com defi devem ter características próprias e podem, em função para destas, combinar a utilização de sinais de localização, de advertência e de instrução. 52

ões gerais 56 Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP

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Transporte Se o evento for uma reunião da empresa, por exemplo, disponibilizar transporte para o público. Lembre-se das pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida. Devem ser fornecidos taxi, ônibus ou vans acessíveis de acordo com o número de participantes. Alguns participantes podem optar por utilizar carro próprio, por este estar adaptado a sua necessidade.

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Alimentação Os restaurantes, refeitórios e bares que possuem o self service devem possuir pelo menos 50% do total do balcão acessíveis a pessoas em cadeiras de rodas, com no minimo, um acesso para cada tipo de serviço.

Se o serviço de alimentação for self service, e não possuir balcões ABNT NBR 9050:2015 acessíveis, o ideal é ter o apoio de um garçom, ou contar com a equipe, 050:2015 para auxiliar as pessoas com cadeiras de rodas e/ou mobilidade reduzida. Dimensões em metros 0,90 mín.

Passa-prato

Dimensõe 0,90 mín. 0,75 a 0,85

Passa-prato

9.4 Equipamentos de controle de acesso e máquinas de autoatendimento

0,75 a 0,85

Figura 135 – Refeitórios – Medidas e espaço para circulação – Vista frontal

Os equipamentos de controle de acesso e máquinas de autoatendimento devem permitir o uso, da forma mais equitativa possível, a todas as pessoas, inclusive as que apresentam algum tipo de deficiência. 9.4.1

Equipamentos de controle de acesso

9.4.1.1 Quando houver equipamentos de controle de acesso através de catracas ou outras formas semelhantes de bloqueio, devem ser previstos dispositivos, passagens, portas ou portões com vão livre mínimo de 0,80 m de largura e atender 4.3.2.

9.4.1.2 Essas passagens,– portas ou portõese devem estar localizadas em rotas acessíveis apre- fronta ura 135 – Refeitórios Medidas espaço para circulação – eVista sentar circulação adjacente que permita giro de 180°.

9.4.1.3 Os dispositivos acessíveis devem ser sinalizados, assegurando a autonomia do usuário. mentos de controle de acesso e máquinas de autoatendimento 9.4.2

Caixas de autoatendimento bancário

Fonte ABNT NBR 9050

9.4.2.1 Os caixas de de autoatendimento devem atender ao alcance manual e visual,devem conntos de controle acesso e bancário máquinas de autoatendimento per forme 4.6 e 4.8, e ser localizados em áreas adequadamente iluminadas, de modo a evitar reflexos, s equitativa ase pessoas, garantindopossível, imagem nítida a do todas equipamento dos dispositivosinclusive de operação. as que apresentam alg

58

Guia de Acessibilidade em Eventos - Sebrae-SP 9.4.2.2 Próximo às caixas de autoatendimento bancário acessíveis, devem ser previstos aparelhos intercomunicadores que permitam que o usuário informe sobre problemas de operação.


Quando houver passa pratos, com altura entre 75 cm e 85 cm do piso. E as bandejas, talheres, pratos, copos, temperos, alimentos e bebidas devem estar dispostos de forma a permitir ao alcance manual, principalmente das pessoas com cadeiras de rodas. As mesas devem ser distribuídas de forma a estar integradas às demais e em locais onde sejam oferecidas todas as comodidades e serviços disponíveis no estabelecimento. Se o evento tiver um menu, lembre-se de disponibilizar uma versão em Braille, em áudio, ou orientar o garçon para falar todo o cardápio para os clientes com deficiência visual e/ou cego. Os garçons devem estar preparados para auxiliar os clientes com deficiência visual e/ou cegos, informando quais pratos estão no cardápio, se algum requer mais dificuldade para comer (peixe, por exemplo, se tem muito espinha), em que posição estão as comidas no prato, perguntar se o cliente quer que o bife venha cortado ou não. Ter postura ética, sem preconceitos, e empatia. Se o evento contar com a presença de pessoas surdas, e as comidas e bebidas estiverem disponibilizadas apenas em uma mesa central, lembre-se de disponibilizar outras mesas menores e/ou suportes para apoio de copos e alimentos, possibilitando a livre comunicação das pessoas surdas que utilizam as “duas mãos” para se comunicar em língua de sinais. Se o percurso entre o local de reunião e o restaurante for longo, lembrese das pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzidas, que terão dificuldades de realizar este trajeto. Disponibilize transporte acessível ou cadeiras motorizadas para que este público possa realizar o trajeto sem prejuízos.

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ACESSO AO PALCO


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Quando houver desnível entre palco e a plateia, este pode ser vencido por meio de rampa com as seguintes características: a. Largura de no mínimo 0,90 m. b. Inclinação máxima de 1:6 (16,66%) para vencer uma altura máxima de 0,60 m. c. Inclinação máxima de 1:10 (10%) para vencer alturas superiores a 0,60 m. d. Ter guia de balizamento, não sendo necessária a instalação de guarda-corpo e corrimão. A rampa pode ser substituída por um equipamento eletromecânico, de acordo com o item 6.10 da ABNT 9050. Tanto a rampa como o equipamento eletromecânico devem se situar em local de acesso imediato, porém discreto e fora do campo visual da plateia. O desnível entre palco e plateia deve ser indicado com sinalização tátil de alerta no piso, conforme o item 5.4.6.3 da ABNT 9050.

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AUTONOMIA


Cliente com deficiência visual e/ou cego A Lei nº 11.126/2005 assegura a essas pessoas com deficiência visual o direito de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhadas de seu cão-guia. Se o evento contar com a participação de cliente com deficiência visual e/ou cego, lembre-se: a. De usar o recurso de audiodescrição dos slides. É um recurso de acessibilidade que consiste na descrição clara e objetiva das informações e imagens. Com ele é possível conhecer cenários, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal e demais detalhes importantes para o entendimento e interpretação. Transforma as informações visuais em verbais e permite a pessoa com deficiência visual participar dos eventos com igualdade de condições, autonomia e independência. Você pode contratar profissionais para a realização da audiodescrição, caso não seja possível, lembre-se de durante a palestra descrever as figuras, tabelas ou outra informação visual para que o cliente com deficiência visual tenha maior entendimento e participação. b. Caso seja recolhido termos de cessão e imagem e voz, ou entrega de folders e outros materiais de comunicação para os participantes, lembre-se de entregar uma versão em braille ou em áudio.

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Cliente com deficiência auditiva e/ou surdo Quando houver a participação do cliente com deficiência auditiva e/ou surda no evento, disponibilize o intérprete de Libras para estabelecer uma comunicação com essas pessoas para a realização da tradução e interpretação do evento. Este público deve ocupar as primeiras filas para que possam ter acesso ao intérprete de Libras. Se possível, ofereça também o serviço de estenotipia. A técnica consiste em registrar depoimentos, audiências, debates e palestras com a mesma velocidade em que é falado, como se fosse uma legenda simultânea.

ESTENOTIPIA

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DIVULGUE A ACESSIBILIDADE DO SEU EVENTO


Informe ao público sobre a acessibilidade do evento. Utilize banner ou placa, na entrada do evento, com a seguinte informação. “Este evento foi planejado para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Por favor, procure nossa produção caso precise de ajuda ou informações. Temos os seguintes serviços disponíveis: • Área reservadas • Área de embarque e desembarque • Audiodescrição • Banheiros Adaptados • Comunicação em Braille • Equipe orientada • Estenotipia • Intérprete de Libras • Vagas de estacionamento • Website adaptado Coloque esta placa nos locais onde estiverem as informações básicas do evento, sem exagerar no número de placas (para mais ou para menos). Elas devem ser vistas pelo público do evento, mas é preciso tomar cuidado para que não pareça propaganda.

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Disponibilize informações sobre a acessibilidade do evento em sua nota/release à imprensa. Faça a ponte com sua área de comunicação para garantir isso. As informações devem ser colocadas na parte de “Serviço”, utilizando o mesmo formato da placa apresentado acima. Lembre-se de incluir a área reservada no mapa do evento (se existir um). Evite o uso de siglas. Para designar a área ou mapa, você pode utilizar o símbolo internacional de acessibilidade e escrever ao lado “Área reservada”. Para identificar a área reservada para as pessoas com deficiência e/ ou mobilidade reduzida no seu local e comunicar o seu acesso restrito, produza sinalização alinhada à identidade visual do evento. Utilize a frase “Área reservada para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida” ou o símbolo internacional da acessibilidade. O hotsite do evento deve ser acessível: inclua além dos botões básicos de acessibiidade (contraste e aumento de letra), um avatar para tradução do texto para LIBRAS para atender as pessoas surdas e, certifique-se que todas as informações do site podem ser lidas por um leitor de tela. Para que as pessoas com deficiência visual tenham acesso às informações do evento, considere fazer a divulgação também via rádio.

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EM CASO DE EMERGÃ&#x160;NCIA


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Os corredores previstos para evacuações de emergência devem ter largura suficiente para um grande número de pessoas, incluindo as que fazem uso de cadeiras de rodas e pessoas com outros tipos de limitação de mobilidade, além de serem desobstruídos de degraus, escadas e outros obstáculos. Comunique a chefia da brigada de incêndio sobre a área reservada a pessoas com deficiência, solicite brigadistas próximos à área (em eventos grandes os brigadistas devem estar dentro da área), e peça instruções para a orientação deste grupo no caso de uma emergência, informe o responsável pela área e os seguranças. Disponibilize sinais sonoros indicando a situação de emergência e a saída para tais casos. O narrador do evento pode ser preparado para dar essa orientação, se for o caso. Siga rigorosamente as instruções fornecidas pelo CONTRU Departamento de Controle do Uso de Imóvies ou órgão responsável pela emissão do alvará do evento de sua cidade.

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COMUNICAÇÃO PARA TODOS


Disponibilize intérpretes de LIBRAS no evento para que ele possa estabelecer comunicação com as pessoas surdas ou com baixa audição, além de orientá-los e fazer a tradução das palestras e demais informações do evento. Contrate serviços de estenotipia: legenda ao vivo na transmissão de vídeo, para que as pessoas com deficiência auditiva possam seguir o narrador do evento. Obs.: as legendas devem aparecer na mesma imagem transmitida nos telões do evento (este serviço não significa uma tela em branco com letras, nem um TP). Caso seja interessante, coloque a legenda nos telões principais que estiverem transmitindo o evento. Caso contrário, disponibilize uma TV na área reservada e mande o sinal da legenda apenas para este aparelho. Busque fornecedores na sua cidade. Contrate serviços de audiodescrição: serviço de descrição falada das imagens do evento, apresentando cada detalhe do cenário, do público, da movimentação, das cores, das emoções, do espaço e dos acontecimentos, intercalando com a narração do evento, para auxiliar as pessoas com deficiência visual e/ou cegas a terem uma experiência similar à das pessoas com visão. Atenção: este serviço é feito por um profissional especializado, não se trata de uma narração convencional e não é descartado em eventos com narrador. Disponibilize este serviço na área reservada. Busque fornecedores na sua cidade.

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a. Para a audiodescrição, é necessário locar equipamentos de tradução: (1) cabine à prova de som, na qual o técnico de audiodescrição trabalhará com uma tela de computador com as imagens do evento instalada na cabine (atenção: não conte com a possibilidade do uso dos telões disponibilizados ao público); e (2) fones de ouvido receptores da fala do audiodescritor (operados com rádios e não a cabo), geralmente disponibilizados pelo mesmo fornecedor. O cálculo é de 10 fones para eventos pequenos e 20 fones para eventos maiores. Este fornecedor enviará um funcionário para montar o equipamento e também será responsável pela distribuição e coleta dos fones. b. Além disso, envie o site do evento ao técnico de audiodescrição com antecedência, bem como o press book com a maior quantidade possível de informações sobre o evento, para que o técnico possa estudá-lo.

c. Disponibilize água na cabine para o técnico durante o evento e lembre-se de disponibilizar comida também, caso seja oferecida à equipe.

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EQUIPE


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Comunique a equipe de apoio e/ou de segurança das entradas do evento para abordar as pessoas com deficiência de forma gentil e informá-las sobre os serviços de acessibilidade oferecidos. Contrate um guia intérprete de Libras. A sugestão é que este guia atue na área de informações/atendimento do evento. Se não houver área de informações, ele pode ficar na área reservada. Busque as associações para pessoas com deficiência auditiva na sua cidade, elas costumam oferecer este serviço ou ter indicações sobre como conseguir. Disponibilize também um guia cego na área de informações/ credenciamento do evento, de forma que eles estejam próximos para recepcionar e guiar o cliente cego ou com baixa visão. Por fim treine toda a equipe: recepcionistas, segurança, apoio, etc, para atender o cliente com deficiência e auxilia-los em todo o evento. Para saber mais sobre o relacionamento com a pessoa com deficiência, consulte a cartilha “Como atender o cliente com Deficiência”, disponível nos escritórios regionais e Portal do Sebrae-SP.

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Referências Bibliográficas NBR 9050/15 – ABNT – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaço equipamentos urbanos. Guia de Acessibilidade em Eventos disponível em: http:// institutomaragabrilli.org.br/publicacoes/426-guia-de-acessibilidadeem-eventos-e-lancado-com-apoio-do-img PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO. Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED). Acessibilidade Manual de instruções técnicas de acessibilidade para apoio ao projeto arquitetônico. Elaboração: Camila Caruso, Daniella Bertini, Elisa Prado e Fabiola Plaza. São Paulo: SMPED, s.d.

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GMM 183913 - 3.409 un. 24/07/2015 Windgraf

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