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Elmar Oliveira  com a  Orquestra Metropolitana de Lisboa

Orquestra Metropolitana de Lisboa Elmar Oliveira violino Cesário Costa direção musical Quarta-feira, 9 de Novembro, 21h00 Grande Auditório do CCB

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Fazer a ponte entre a formação na área musical e a apresentação de concertos em várias regiões do país tem sido a nota de destaque da parceria entre a Fundação INATEL e a Metropolitana. Relação institucional intensificada nos últimos anos, esta parceria oferece formação a jovens estudantes, com a atribuição de Bolsas e a organização conjunta de Masterclasses e Workshops. A apresentação regular de programas musicais tem percorrido diferentes localidades e espaços, dando a conhecer o património cultural e histórico de cada zona e oferecendo reportórios diferentes em cada temporada. Neste concerto, a Fundação INATEL e a Metropolitana, com o apoio do CCB, convidam um dos grandes violinistas do panorama internacional, Elmar Oliveira, para tocar pela primeira vez com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direção de Cesário Costa.

Orquestra Metropolitana de Lisboa Elmar Oliveira violino Cesário Costa direção musical Programa António Pinho Vargas – Duas Peças I. Mechanical string toys II. Nocturno / Diurno Camille Saint-Saëns – Concerto para Violino e Orquestra n.º 3, Op. 61 I. Allegro non troppo II. Andantino quasi allegretto III. Molto moderato e maestoso – Allegro non troppo intervalo Georges Bizet – Sinfonia em Dó maior I. Allegro vivo II. Adagio III. Allegro vivace, Trio IV. Allegro vivace


Notas ao programa por Rui Campos Leitão António Pinho Vargas (1951) – Duas Peças (1992/1994; rev 2001)

Camille Saint-Saëns (1835-1921) – Concerto para Violino e Orquestra n.º 3, Op. 61 (1880)

A Orquestra Metropolitana de Lisboa mantém uma muito especial relação com a primeira destas peças. No dia 10 de Junho de 1992, na ocasião do seu primeiro concerto, Mechanical String Toys integrava o programa, ao lado de obras de Grieg, Bártok e Mozart. Na temporada em que se celebra vinte anos passados sobre essa data, esta é uma partitura que não poderia deixar de ser «estreada outra vez». Foi revista pelo compositor em 2001, altura em que lhe juntou outra peça pré-existente (Nocturno / Diurno) formando as Duas Peças a serem interpretadas pela Orquestra Nacional do Porto. Foram então introduzidas pequenas alterações na partitura, mas permaneceu praticamente igual. Nela destaca-se o facto de ser tocada do princípio ao fim em pizzicato; quer isto dizer que as cordas são pulsadas com os dedos e não friccionadas pelo arco. A sonoridade traduz assim a sugestão do título, como se se tratasse de instrumentos mecânicos de brincar. Também Nocturno / Diurno, escrita em 1994, faz jus ao seu título, desta vez explorando o confronto de duas indicações contraditórias. Alternam-se e sobrepõem­ ‑se duas músicas sem relação aparente; instalam-se ambientes aparentemente inconciliáveis. António Pinho Vargas é uma das personalidades mais carismáticas da cultura portuguesa, protagonista de um percurso heterogéneo, mas intrinsecamente coerente. Pianista, compositor, ensaísta, conferencista, professor, a sua música é confluência de todas estas atividades. É reflexo de uma forma de ser abrangente, do seu pensamento, do improviso, do método e de uma vincada disposição para a intervenção cívica. Nestas duas pequenas peças escritas para as cordas da orquestra revela-se uma parte desse seu universo.

Saint-Saëns era pianista, um concertista notável capaz de, desde cedo, tocar os concertos de Mozart e de Beethoven. Foi nessa condição que se afirmou enquanto músico, à boa maneira da velha tradição do compositor-intérprete. Escreveu, todavia, três concertos para violino – inevitável consequência da amizade que manteve durante boa parte da sua vida com um dos maiores violinistas de sempre, Pablo Sarasate. Foi para este músico espanhol que SaintSaëns escreveu em 1880 este concerto. Saint-Saëns era um compositor extremamente culto, profundo conhecedor do formato concerto. Tendo a seu lado um violinista capaz de expressar de igual forma a intensidade do lirismo romântico e a espetacularidade do virtuosismo técnico, estavam reunidas as melhores condições para estrear uma obra que perdurasse na história. Assim aconteceu, e esta obra faz hoje parte do repertório da esmagadora maioria dos violinistas com carreira a solo. Como seria de esperar do compositor francês, são respeitados os tradicionais três andamentos (era um músico de matriz clássica), escutam-se temas melódicos de cariz tradicional oriundos do Mediterrâneo, movimentos técnicos de grande aparato e clímax poderosos pela afetação emocional que sugerem. Tal como no concerto para violino de Mendelssohn, também aqui o violino abre o concerto, uma opção que não terá sido inocente. No primeiro andamento assiste-se à alternância entre essa rispidez inicial e melodias com carácter bastante expressivo. O segundo andamento «é um lago entre duas montanhas», como escreveu o compositor. No final, lugar à retórica exibicionista que ia ao encontro das expetativas do ouvinte oitocentista… e também daquele dos nossos dias. Porque não?


Georges Bizet (1838-1875) – Sinfonia em Dó maior (1855) Bizet escreveu esta Sinfonia em Dó maior em 1855, mas a sua existência não foi conhecida até 1933, e só foi tocada em 1934, quando o maestro Felix Weingartner a estreou em Basileia, na Suíça. Desde então, entrou no repertório regular das salas de concerto e tem sido objecto de interesse por parte de musicólogos, biógrafos, etc. Pergunta-se: porque razão Bizet nunca fez escutar esta sua partitura? porque é que nunca a mencionou em qualquer escrito? porque é que os seus herdeiros não a fizeram publicar? Estas perguntas assumem maior pertinência quando se tem em conta que é hoje consensual a apreciação de que se trata de uma obra admirável de um muito jovem compositor – dezassete anos – comparável a outros célebres talentos precoces, como os de Mozart, Schubert ou Mendelssohn. Na realidade, esta sinfonia resultou de um exercício académico daquele que viria a ser o autor da Carmen. O seu principal incentivo para escrever uma obra instrumental de semelhante fôlego, com tão prematura idade, terá sido a enorme admiração que tinha por Charles Gounod e a forma como este conseguiu entusiasmar o meio musical francês com a sua 1.ª Sinfonia. Tal representou, na altura, um desafio à ideia da supremacia da música instrumental germânica. Com efeito, em muitas secções da sua composição, Bizet fez ecoar influências muito concretas daquela sinfonia de Gounod. Longe de se tratar de plágio, Bizet assimilou procedimentos de uma forma irrepetível. É, portanto, uma inequívoca manifestação do seu extraordinário génio musical, mas ele não quis assumir plenamente a obra. Veio a escrever mais tarde: «Gounod é na sua essência um compositor original: se nos limitamos a imitá-lo estamos condenados a permanecer na condição de discípulo». Bizet quis construir a sua própria identidade.

Elmar Oliveira violino Incomparável na forma como combina elegância e virtuosismo, Elmar Oliveira é um dos mais distintos violinistas da atualidade. A sua ligação ao mundo da música para violino está bem patente não só na forma como alarga as fronteiras do seu repertório a obras mais antigas, raramente ouvidas, e a obras contemporâneas, mas também na sua dedicação à formação de jovens artistas e empenho com que apoia os novos fabricantes de violinos. Elmar Oliveira tornou-se um nome familiar nas salas de concerto de maior prestígio. Apresenta-se regularmente com grandes orquestras, incluindo a Boston Symphony, Buffalo Philharmonic, Chicago Symphony, Cleveland Orchestra, Colorado Symphony, Detroit Symphony, Helsinki Philharmonic, Leipzig Gewandhaus, London Philharmonic, Los Angeles Philharmonic, New York Philharmonic, Philadelphia Orchestra, Rochester Philharmonic, Saint Louis Symphony, San Francisco Symphony, Seattle Symphony, Zurich Tonhalle, etc. Realizou várias digressões pela América do Norte, América do Sul, Austrália, Nova Zelândia e Oriente. A vasta discografia de Elmar Oliveira inclui etiquetas como a Artek, Angel, SONY Masterworks, Vox, Delos, IMP, Naxos, Ondine e Melodiya e cobre uma variedade de obras que vão desde o período barroco até à atualidade. A gravação que alcançou maior sucesso foi o Concerto para Violino de Rautavaara, com a Helsinki Philharmonic para a Ondine; distinguida com o Cannes Classical Award, apareceu na revista Gramophone como a «Escolha do Editor» e fez parte das listas internacionais das «Melhores Gravações». Foi também nomeado para um Grammy com a gravação do Concerto de Barber, com a Saint Louis Symphony e Leonard Slatkin. Outras gravações dignas de realce: o Concerto de Brahms e o Concerto n.º 3 de Saint-Saëns, com Gerald Schwarz e a Seattle Symphony (Artek), as Sonatas para Violino de Respighi e Pizzeti (Artek), Encores Favoritos com o pianista Robert Koenig (Artek), a integral das Sonatas de Brahms com o pianista Jorge Federico Osorio (Artek), o concerto de Joseph Joachim com a London Philharmonic (IMP) e o Tower Concerto (composto para este artista) com a Louisville Orchestra (d’Note Records). Dois dos seus projetos revestem-se de particular importância: o CD lançado pela Bein & Fushi de Chicago, em que Elmar Oliveira utiliza alguns dos melhores instrumentos do mundo (15 Stradivarius e 15 Guarneri del Gesus), e o CD totalmente preenchido


com pequenas peças em que utiliza instrumentos raros da coleção da Biblioteca do Congresso dos EUA. O repertório de Elmar Oliveira é considerado como um dos mais diversificados entre os violinistas de renome internacional. Largamente elogiado pelas suas interpretações das obras do repertório para violino, é igualmente reconhecido como intérprete de música contemporânea. Estreou obras de Morton Gould, Aaron Kernis, Ezra Laderman, Benjamin Lees, Andrzej Panufnik, Krysztof Penderecki, Joan Tower e Charles Wuorinen. Interpretou em várias ocasiões algumas das obras mais conhecidas de Alberto Ginastera, Joseph Joachim e Einoujuhani Rautavaara, entre outros. Elmar Oliveira continua a ser o único violinista americano galardoado com a Medalha de Ouro do prestigiado Concurso Internacional Tchaikovsky, de Moscovo. Foi igualmente primeiro classificado no Concurso Internacional de Naumburg e o primeiro violinista a receber o Prémio Avery Fisher. Filho de emigrantes portugueses, iniciou o estudo do violino aos nove anos, com o irmão John. Prosseguiu os estudos com Ariana Bronne e Raphael Bronstein respetivamente no Hartt College of Music e no Manhattan School of Music, onde foi distinguido com um doutoramento honorário. Das várias distinções que lhe foram conferidas destacam-se o doutoramento honorário pela Universidade de Binghamton e a Ordem de Santiago, a mais alta distinção civil de Portugal. Foi membro de vários júris de concursos para violino incluindo o de Montreal, Indianapolis, Naumburg e Vianna da Motta. Elmar Oliveira é Artista Residente do Conservatório de Música da Universidade de Lynn, em Boca Raton (Florida). Utiliza um violino Guarneri del Gesu, de 1729/30 conhecido por «Stretton», e vários instrumentos contemporâneos de qualidade excecional.

Cesário Costa direção musical Nascido em 1970, tem vindo a distinguir-se como um dos mais ativos maestros portugueses da sua geração. Depois de concluir, em Paris, o Curso Superior de Piano, decidiu estudar Direção de Orquestra, completando com nota máxima a Licenciatura e o

Mestrado na Escola Superior de Música de Würzburg, sob a orientação do professor Hans-Rainer Foerster. Logo em 1997, venceu o III Concurso Internacional Fundação Oriente para Jovens Chefes de Orquestra e nesse mesmo ano foi bolseiro do Festival de Música de Bayreuth. Já foi convidado desde então a dirigir a Royal Philharmonic Orchestra, a Orquestra Sinfónica de Nuremberga, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, o Remix Orquestra, o Ensemble für Neue Musik (Würzburg), a Arhus Sinfonietta (Dinamarca), a Orquestra Filarmónica da Macedónia, a Orquestra Filarmónica de Roma, a Filarmonia Sudecka (Polónia), a Filarmonia Rzeszów (Polónia), a Orquestra de Extremadura (Espanha), a Orquestra Sinfónica de Múrcia, a Orquestra Sinfónica de Liepaja (Letónia), o Plural Ensemble (Madrid), a Orquestra de Câmara da Rádio Romena, a Orquestra Sinfónica Nova Rússia, entre outras. Participou igualmente em inúmeros Festivais de Música internacionais e portugueses, de que se destacam o Festival Atlantic Waves (Londres), Aberdeen (Escócia), Arhus (Dinamarca), Neerpelt (Bélgica), Dresden (Alemanha), Murcia (Espanha), Estoril, Sintra, Póvoa do Varzim, Espinho, Coimbra, Leiria e Mafra. Cesário Costa apresentou-se nos últimos anos em Espanha, França, Andorra, Alemanha, Escócia, Bélgica, Inglaterra, Itália, Dinamarca, Macedónia, Polónia, Letónia, Roménia, Albânia, Malásia, Brasil, México, China e Rússia. Em Portugal, tem colaborado com o Teatro Nacional de S. Carlos, a Casa da Música, Teatro da Trindade, Teatro Nacional S. João, São Luiz Teatro Municipal, Centro Cultural de Belém e Fundação de Serralves, entre outras instituições. O seu repertório estende-se do barroco ao contemporâneo, incluindo mais de oitenta obras em estreia absoluta. Trabalhou ao longo deste percurso com solistas como António Meneses, António Rosado, Branford Marsalis, Boris Berezovky, David Russel, Elisabete Matos, Gerardo Ribeiro, Mário Laginha, Ute Lemper, entre outros, e colaborou com encenadores como Luís Miguel Cintra e Terry Jones. Foi Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra Clássica de Espinho e da Orquestra do Algarve, bem como Diretor Artístico dos Concertos Promenade do Coliseu do Porto. Paralelamente à atividade como maestro, assumiu lugares de docente em várias escolas e foi professor na Universidade Católica Portuguesa. É maestro titular da OrchestrUtopica e Principal Maestro Convidado da Orquestra do Algarve. Desde dezembro de 2008 assumiu o lugar de Presidente da Metropolitana (Associação Música, Educação e Cultura) e de Diretor Artístico da Orquestra Metropolitana de Lisboa.


ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA

Orquestra Metropolitana de Lisboa Cesário Costa direção artística

A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) estreou­ ‑se no dia 10 de Junho de 1992. Desde então, os seus músicos asseguram uma extensa atividade que compreende os repertórios barroco, clássico e sinfónico – integrando, neste último caso, os jovens intérpretes da Orquestra Académica Metropolitana. Distingue­‑se igualmente pela versatilidade que lhe permite abordar géneros tão diversos como a Música de Câmara, o Jazz, o Fado, a Ópera ou a Música Contemporânea, proporcionando a criação de novos públicos e a afirmação do caráter inovador do projeto da Metropolitana. Esta entidade, que tutela a orquestra, tem como singularidade o inter­‑relacionamento das práticas artística e pedagógica, beneficiando da convivência quotidiana de músicos profissionais com alunos das suas escolas – a Academia Superior de Orquestra, o Conservatório e a Escola Profissional Metropolitana. Este desígnio faz parte da identidade da OML, à semelhança de uma participação cívica que se traduz na regular apresentação em concertos de solidariedade e eventos públicos relevantes. Cabe­‑lhe, ainda, a responsabilidade de assegurar programação anual junto de várias autarquias da região centro e sul, para além de promover a descentralização cultural por todo o país.

Desde o seu início, a OML é referência incontornável do panorama orquestral nacional. Além­‑fronteiras, e somente um ano após a sua criação, apresentou­‑se em Estrasburgo e Bruxelas. Deslocou­‑se depois a Itália, Índia, Coreia do Sul, Macau, Tailândia e Áustria. Em 2009 tocou em Cabo­‑Verde, numa ocasião histórica em que, pela primeira vez, se fez ouvir uma orquestra clássica naquele arquipélago. No final de 2009 e início de 2010, efetuou uma digressão pela China. Tem gravados onze CDs – um dos quais disco de platina – para diferentes editoras, incluindo a EMI Classics, a Naxos e a RCA Classics. Ao longo de quase duas décadas de atividade, colaborou com maestros e solistas de grande reputação nos planos nacional e internacional, de que são exemplos os maestros Christopher Hogwood, Theodor Guschlbauer, Michael Zilm, Arild Remmereit, Nicholas Kraemer, Lucas Paff, Victor Yampolsky, Joana Carneiro, Brian Schembri, ou os solistas Monserrat Caballé, Kiri Te Kanawa, José Cura, José Carreras, Felicity Lott, Elisabete Matos, Leon Fleisher, Maria João Pires, Artur Pizarro, Sequeira Costa, António Rosado, Natalia Gutman, Gerardo Ribeiro, Anabela Chaves, António Meneses, Sol Gabetta, Michel Portal, Marlis Petersen, Dietrich Henschel, Thomas Walker, Mark Padmore, entre outros. Em sucessivos períodos, a direção artística esteve confiada aos maestros Miguel Graça Moura, Jean-Marc Burfin, Álvaro Cassuto e Augustin Dumay, sendo desde a temporada de 2009/2010 da responsabilidade de Cesário Costa.


primeiros violinos Ana Pereira (concertino) Adrian Florescu Liviu Scripcaru Diana Tzonkova Carlos Damas Alexêi Tolpygo Ana Rita Damil * Juan Maggiorani **

violoncelos Marco Pereira Peter Flanagan Jian Hong Ana Cláudia Serrão

trompas Ricardo Silva *** Jerôme Arnouf Armando Martins ** Tiago Matos **

contrabaixos Vladimir Kouznetsov Ercole de Conca

trompetes Sérgio Charrinho Rui Mirra

segundos violinos Ágnes Sárosi Eldar Nagiev Elena Komissarova José Teixeira Daniela Radu Anzhela Akopyan Félix Duarte ** Ana Filipa Serrão *

flautas Nuno Inácio Rui Maia **

trombones Pedro Santos * Victor Ferreira * Lisete Correia *

violas Irma Skenderi Valentin Petrov Andrej Ratnikov Gerardo Gramajo Joana Cipriano *** Sandra Martins *

oboés Bryony Middleton Filipe Freitas *

tímpanos Fernando Llopis

clarinetes Nuno Silva Jorge Camacho

*  Alunos da Academia Superior de Orquestra da Metropolitana

fagotes Franz Dörsam Bertrand Raoulx

** Ex-alunos da Academia Superior de Orquestra da Metropolitana *** Convidados


FUNDADORES

presidência do conselho de ministros – secretaria de estado da cultura ministério da educação e ciência ministério da solidariedade e da segurança social ministério da economia e do emprego – secretaria de estado do turismo ministério adjunto e dos assuntos parlamentares – secretaria de estado do desporto e juventude

MECENAS EXTRAORDINÁRIO

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