Issuu on Google+

TEMPORADA 2011|2012

ELDAR NEBOLSIN JAIME MARTÍN

NO BICENTENÁRIO DE LISZT  22 / 10 / 1811 ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA JAIME MARTÍN DIREÇÃO MUSICAL ELDAR NEBOLSIN PIANO SÁBADO,  DE OUTUBRO, H | GRANDE AUDITÓRIO DO CCB M|12


No Bicentenário de Liszt (//) Orquestra Metropolitana de Lisboa Jaime Martín direção musical Eldar Nebolsin piano

Anton Bruckner (-) Marcha em Ré menor, WAB  Anton Bruckner Três Peças para Orquestra, WAB  I. Moderato II. Andante III. Andante con moto Franz Liszt (-) Concerto para piano n.º , em Mi bemol maior, S.  I. Allegro maestoso - Tempo giusto II. Quasi adagio III. Allegretto vivace IV. Allegro marziale animato

Intervalo

Richard Wagner (-) Idílio de Siegfried Franz Liszt Concerto para piano n.º , em Lá maior, S.  I. Adagio sostenuto assai II. Allegro moderato III. Allegro deciso IV. Allegro animato

FRANZ LISZT

1832

|

Notas ao programa por Rui Campos Leitão Neste sábado, dia , completam-se precisamente duzentos anos sobre a data de nascimento de Franz Liszt; pretexto para evocar uma das personalidades mais fascinantes da história do século XIX europeu. Em , o crítico norte-americano Gustav Kobbé escrevia que o músico húngaro tinha vivido poucas menos vidas do que as de um gato. Com efeito, quando se percorre a lista dos nomes ilustres que em diferentes momentos atravessaram a sua vida, logo se percebe a extraordinária dimensão da sua figura e se torna difícil imaginar como terá sido possível alguém ter vivido tão intensamente. Criança prodígio, cedo se instalou em Viena para estudar piano com Czerny, teoria musical com Salieri e conhecer Beethoven. Com doze anos rumou a Paris onde, apesar do conservatório de Cherubini não permitir a admissão de alunos estrangeiros, lhe foram abertas as portas dos salões frequentados pela alta sociedade. Tornou-se então amigo de artistas como Chopin e Victor Hugo, ao mesmo tempo que se familiarizava com uma estética romântica em que a paixão teatralizada se confundia com a própria existência. Envolveu-se em relações amorosas impulsivas e protagonizou aparatosas e muito lucrativas digressões pela Europa na condição de pianista. Com apenas trinta e seis anos de idade renunciou ao estrelato próprio de um intérprete virtuoso para se dedicar à direção de orquestra, ao

1858

|

1880

|

ensino, à literatura e à composição. Menos consensual nestas últimas funções, envolveu-se em importantes polémicas de teor político, filosófico e estético que lhe valeram algumas inimizades, em particular entre os adeptos de uma postura criativa referenciada no formalismo dos clássicos. Ao invés, conquistou a aproximação de outros, como Saint-Saëns, Berlioz, Grieg e Wagner. Ainda hoje, obras emblemáticas como os seus treze poemas sinfónicos suscitam reações muito diversas, desde a veemente repulsa ao culto fervoroso. Certo é que, para além da espetacularidade que podemos constatar de forma evidente diante da sua produção pianística, é possível reconhecer nas suas composições uma genuína procura de novas sonoridades e o métier de um grande músico que confrontou os velhos paradigmas da escrita musical, sempre ao encontro de soluções inovadoras. Confirma-se assim que, para além de quaisquer excentricidades ou pretensos vedetismos, Liszt foi arauto da modernidade no seu tempo. Estes dois concertos para piano são bom exemplo do seu legado. Começaram ambos a ser esboçados ainda na década de . Sofreram, porém, sucessivas alterações ao longo das décadas seguintes, evoluindo em sucessivos estágios de maturação. Desde logo, destaca-se neles a aproximação do formato concerto ao da sinfonia. Dispõem-se quatro andamentos interligados entre si, tocados sem interrupção.


RICHARD WAGNER

ANTON BRUCKNER

O primeiro concerto, estreado em  em Weimar, não deixa de lado o virtuosismo da parte solista, mas surpreende com a alternância entre momentos de grande lirismo e efeitos orquestrais de grande efeito sem, para isso, sacrificar a fluência discursiva. A economia de recursos é manifesta, já que ao longo de todo o concerto são apresentados somente dois temas melódicos principais. No segundo concerto, estreado dois anos mais tarde, destaca-se a ideia da transformação temática, que consiste em criar múltiplos ambientes expressivos sobre uma melodia recorrente. Foi música de cinema, muito antes do cinema existir.

Cosima Liszt – nem mais nem menos que a filha de Franz Liszt. Foi este romance que comprometeu a já antiga relação de amizade que havia entre os dois compositores, pois assumia contornos pouco convencionais. Tratava-se de um amor que se estendia desde  e que havia resultado na dissolução de um casamento e em três filhos ilegítimos, circunstâncias que haviam forçado o casamento. Esta peça ouviu-se pela primeira vez numa ocasião privada em que, em jeito de surpresa, a orquestra despertou o sono de Cosima no dia do seu próprio aniversário.

A par de Liszt surgem neste programa outros dois compositores seus contemporâneos que correspondem a diferentes tipologias do artista romântico: Bruckner e Wagner. Wagner foi um compositor igualmente reformista, mas que investiu sobretudo na produção operática. Com ele, as convicções ideológicas andavam de braço dado à criação musical. A concepção dramática que propunha renegava toda a escrita musical artificiosa, imotivada e sem dramaticidade. A partir daí emergiram as mais calorosas discussões, que opunham genericamente o «espírito ilustrado germânico» ao pretenso «facilitismo piegas italiano». Paradoxalmente, e porque também é difícil separar a percurso artístico de Wagner da sua vida pessoal, o Idílio de Siegfried resultou de uma espécie de serenata dedicada a uma mulher. Foi escrito em  com o propósito de presentear

Ao iniciar-se este concerto com música de Bruckner estabelece-se ainda um contraste que nos confronta com uma postura criativa oposta às de Liszt e Wagner. A personalidade do compositor austríaco permitia uma mais imediata identificação com o comum dos mortais. Ele abordava os grandes formatos sinfónicos numa perspetiva de continuidade com a tradição. Estas quatro pequenas peças consistem em estudos de orquestração feitos quando Bruckner estudou com o maestro e violoncelista Otto Kitzler. No caderno manuscrito onde aparecem agrupadas, a Marcha antecede as três peças. Foi intenção de Bruckner publicar quer a Marcha quer as Três Peças, já que existem versões copiadas da época. Ainda assim, tal não chegou a acontecer. Só foram tocadas em público pela primeira vez na cidade austríaca de Klosterneuburg em  de Outubro de , no contexto de outra efeméride, nesse caso as celebrações do centenário do seu nascimento.

Jaime Martín direção musical Nascido em Santander, Jaime Martín estudou na Academia de Música de Madrid e mais tarde em Haia. Ingressou no mundo da direção de orquestras em , apadrinhado por Sir Neville Mariner, durante uma digressão em Espanha com a Orquestra de Cadaqués. Possuidor de um talento natural para dirigir, tem trabalhado com várias orquestras na Europa, incluindo a Orquestra Sinfónica de Barcelona e Nacional da Catalunha, a Manchester Camerata, a Orquesta Sinfónica de Tenerife, a Orquestra Sinfónica da Galiza, a Orquestra Filarmónica da Rádio France, a Orquestra Nacional de Capitol de Toulouse, a London Mozart Players e a Orquestra Nacional de Lyon, entre outras. Os seus compromissos mais próximos incluem várias estreias: com a Academia de St. Martin in the Fields, em Londres; no Festival de Bucareste; com a Orquestra Gavle e com a Sinfónica de Malmo na Suécia. Da sua agenda constam igualmente convites para voltar a dirigir a Orquestra Nacional de Capitol de Toulouse e a Orquestra Nacional de Lyon. As primeiras três gravações que realizou de obras de Halffter e Beethoven, com a Orquestra de Cadaqués, e de Agustí Charles e Albeniz com a Orquestra Sinfónica de Barcelona e Nacional da Catalunha, foram lançadas pela etiqueta Trito em . Em  Jaime Martín foi nomeado Maestro Titular da Orquestra de Cadaqués. Eldar Nebolsin piano Pupilo do famoso pianista russo Dmitri Bashkirov, Eldar Nebolsin iniciou a sua carreira internacional depois do grande êxito alcançado no XI Concurso Internacional de Piano de Santander, em , obtendo quer o Primeiro Prémio, quer o de melhor interpretação do Concerto de Mozart. Em  ganhou o Prémio Sviatoslav Richter na .ª edição do Concurso Internacional de Piano de Moscovo e um prémio especial novamente pela melhor interpretação de Mozart. Eldar tocou com as orquestras mais famosas do mundo, como a Orquestra Filarmónica de Nova Iorque, a Orquestra Sinfónica de Chicago, a Orquestra Sinfónica Alemã, a Orquestra de Câmara de Viena, a Orquestra de Paris, a Orquestra da Fundação Gulbenkian, a Orquestra de Santa Cecília de Roma, a Orquesta de Rádio e Televisião Espanhola, a Orquestra Metropolitana de Tóquio, a Orquestra Sinfónica de Sidnei, a Orquestra Filarmónica de São Petersburgo e a Orquestra Filarmónica de Moscovo, com maestros tão prestigiados como Ricardo Chailly, Yuri Temirkanov, Leonard Slatkin, Charles Dutoit, Vladimir Ashkenazy, Yakov Kreizberg, Vasili Petrenko, Vladimir Spivakov, Lawrence Foster, Mstislav Rostropovich e Bernhard Klee.

Para além da sua carreira como solista, Eldar apresenta-se regularmente em música de câmara. Tocou com músicos como Julian Rachlin, Alexey Ougrinchouk, Katrin Scholz ou Gustav Rivinius. Entre os seus próximos compromisso destaca-se a colaboração com o Leipziger Streichquartett, Maxim Rysanov e com o trio habitual, com Denis Goldfeld e Wolfgang Emmanuel Schmidt. Gravou dois CD’s para a DECCA: um com obras de Chopin e Liszt para piano solo e outro com o Concerto de Piano de Chopin, com a Orquestra Sinfónica Alemã de Berlim e Vladimir Ashkenazy. Desde , Eldar grava para a NAXOS, tendo iniciado com os Prelúdios Op.  e Op.  de Rachmaninov obtendo excelentes críticas nas principais revistas especializadas. Em Novembro de  editaram-se os Concertos de Piano de Liszt junto a Totentanz gravados com a Orquestra Filarmónica Real de Liverpool, sob a direção de Vasily Petrenko. Entre os seus próximos projectos para a NAXOS contam-se a Integral para Piano e Orquestra com a Orquestra Nacional de Varsóvia dirigida por Antoni Wit, um disco para piano solo com obras de Schubert e as Variações sobre uma Música de Embalar de Ernst von Dohnányi, com Orquestra Filarmónica de Buffalo dirigida por Joann Faletta. Entre os seus compromissos destacam-se a interpretação de Rapsódia sobre um tema de Paganini de Rachmaninov em São Petersburgo com Yuri Temirkanov, o Concerto para piano n.º  de Rachmaninov em Odense, Halle e Tenerife, dirigido por Nikolai Alexeev, o Concerto para piano n.º  de Mozart em Madrid com Helmut Rilling, o Concerto para piano n.º  de Saint-Saëns com a Orquestra Filarmónica de Varsóvia e a Real Filarmonia da Galiza, uma tournée por Espanha com a Real Orquesta Sinfónica de Sevilha dirigida por Pedro Halffter, interpretando o Concerto para piano n.º  de Liszt, um recital no Great Philharmonic Hall de São Petersburgo, o Concerto para violino de Beethoven (versão para piano) no Berlin Konzerthaus e em Leipzig com a ORquestra Sinfónica da MDR e Jun Märkl. Eldar foi convidado a tocar novamente em Darmstadt, Mannheim, Husum e Liverpool interpretando o Concerto para piano n.º  de Rachmaninov com a Orquestra Real de Liverpool dirigida por Vasily Petrenko; na temporada - foi convidado como Artista Residente na Music Sacrum de Arnhem, depois da extraordinária estreia com a Gelders Orkest e Nikolaj Alexeev em . Paralelamente, Eldar Nebolsin dá aulas de música de câmara no Instituto Internacional de Música de Câmara de Madrid com Ralf Gothoni, Menahem Pressler e Bruno Canino.


ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA

FUNDADORES · Câmara Municipal de Lisboa · Secretaria de estado da Cultura · Ministério da Educação e Ciência · Ministério da Solidariedade e Segurança Social · Secretaria de Estado do Turismo · Secretaria de Estado do Desporto e Juventude MECENAS EXTRAORDINÁRIO · Caixa Geral de Depósitos – Mecenas da Cultura PATROCINADORES · Turim Hotéis · El Corte Inglés PROMOTORES REGIONAIS Câmaras Municipais de · Caldas da Rainha · Cartaxo · Lourinhã · Mafra · Montijo

Cesário Costa direção artística A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) estreou-se no dia  de Junho de . Desde então, os seus músicos asseguram uma extensa atividade que compreende os repertórios barroco, clássico e sinfónico – integrando, neste último caso, os jovens intérpretes da Orquestra Académica Metropolitana. Distingue-se igualmente pela versatilidade que lhe permite abordar géneros tão diversos como a Música de Câmara, o Jazz, o Fado, a Ópera ou a Música Contemporânea, proporcionando a criação de novos públicos e a afirmação do caráter inovador do projeto da Metropolitana. Esta entidade, que tutela a orquestra, tem como singularidade o inter-relacionamento das práticas artística e pedagógica, beneficiando da convivência quotidiana de músicos profissionais com alunos das suas escolas – a Academia Superior de Orquestra, o Conservatório e a Escola Profissional Metropolitana. Este desígnio faz parte da identidade da OML, à semelhança de uma participação cívica que se traduz na regular apresentação em concertos de solidariedade e eventos públicos relevantes. Cabe-lhe, ainda, a responsabilidade de assegurar programação anual junto de várias autarquias da região centro e sul, para além de promover a descentralização cultural por todo o país. Desde o seu início, a OML é referência incontornável

do panorama orquestral nacional. Além-fronteiras, e somente um ano após a sua criação, apresentou-se em Estrasburgo e Bruxelas. Deslocou-se depois a Itália, Índia, Coreia do Sul, Macau, Tailândia e Áustria. Em  tocou em Cabo -Verde, numa ocasião histórica em que, pela primeira vez, se fez ouvir uma orquestra clássica naquele arquipélago. No final de  e início de , efetuou uma digressão pela China. Tem gravados onze CDs – um dos quais disco de platina – para diferentes editoras, incluindo a EMI Classics, a Naxos e a RCA Classics. Ao longo de quase duas décadas de atividade, colaborou com maestros e solistas de grande reputação nos planos nacional e internacional, de que são exemplos os maestros Christopher Hogwood, Theodor Guschlbauer, Michael Zilm, Arild Remmereit, Nicholas Kraemer, Lucas Paff, Victor Yampolsky, Joana Carneiro, Brian Schembri, ou os solistas Monserrat Caballé, Kiri Te Kanawa, José Cura, José Carreras, Felicity Lott, Elisabete Matos, Leon Fleisher, Maria João Pires, Artur Pizarro, Sequeira Costa, António Rosado, Natalia Gutman, Gerardo Ribeiro, Anabela Chaves, António Meneses, Sol Gabetta, Michel Portal, Marlis Petersen, Dietrich Henschel, Thomas Walker, Mark Padmore, entre outros. Em sucessivos períodos, a direção artística esteve confiada aos maestros Miguel Graça Moura, Jean-Marc Burfin, Álvaro Cassuto e Augustin Dumay, sendo desde a temporada de / da responsabilidade de Cesário Costa.

PRIMEIROS VIOLINOS

VIOLONCELOS

TROMPAS

APOIOS

Adrian Florescu (concertino) Carlos Damas Alexêi Tolpygo Liviu Scripcaru Diana Tzonkova Helena Pereira ** Félix Duarte ** João Andrade * André Gaio Pereira *** Mafalda Pires *

Marco Pereira Peter Flanagan Jian Hong Ana Cláudia Serrão João Matos *

Ricardo Silva (convidado) Jerôme Arnouf

· Antena 2 · Sapo

TROMPETES

· Revista PAIS & Filhos

Sérgio Charrinho Rui Mirra

PARCERIAS

CONTRABAIXOS

Ercole de Conca Romeu Santos (convidado) Jorge Castro * Margarida Ferreira *

· Centro Cultural de Belém TROMBONES

· São Luiz Teatro Municipal

Reinaldo Guerreiro ** Victor Ferreira * Lisete Correia *

· Fundação INATEL

SEGUNDOS VIOLINOS

Ágnes Sárosi Eldar Nagiev Daniela Radu Anzhela Akopyan Elena Komissarova Agnieszka Dziuba (convidada) Ana Filipa Serrão * Ravena Mendonça *

· Revista Sábado

· EGEAC · Casa Pia de Lisboa · Universidade Nova de Lisboa

FLAUTAS

TUBA

· Reitoria da Universidade de Lisboa

Nuno Inácio Marina Camponês * Catarina Passos *

Henrique Costa *

· Universidade Lusíada

TÍMPANOS

· Casa da América Latina

Fernando Llopis

· Fundação Oriente

· Música nos Hospitais

OBOÉS

Bryony Middleton Bethany Akers (convidada)

VIOLAS

CLARINETES

Valentin Petrov Joana Cipriano (convidada) Andrei Ratnikov Gerardo Gramajo Isabel Martin * Ana Rita Cardona *

Nuno Silva Jorge Camacho

· Instituto dos Museus e da Conservação PERCUSSÃO

· Festival Música Viva

Sandro Andrade * Carlos Almeida (convidado)

· Cultivarte – Encontro Internacional de

· Rui Pena, Arnaut & Associados – *

Alunos da Academia Superior de Orquestra da Metropolitana

FAGOTES

Franz Dörsam Bertrand Raoulx

Clarinete de Lisboa · Embaixada do Brasil em Lisboa

** Ex-alunos da Academia Superior de Orquestra da Metropolitana *** Escola Profissional Metropolitana

Sociedade de Advogados, RL · News Search · Sociedade Portuguesa de Autores · etic


FICHA TÉCNICA CCB CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ANTÓNIO MEGA FERREIRA [PRESIDENTE] / MARGARIDA VEIGA [VOGAL] / MIGUEL LEAL COELHO [VOGAL] ASSESSORA PARA A PROGRAMAÇÃO GABRIELA CERQUEIRA / ASSESSOR PARA PROGRAMAÇÃO DE LITERATURA JOÃO PAULO COTRIM CENTRO DE ESPETÁCULOS COORDENADORA CLÁUDIA BELCHIOR | ASSESSOR PARA A PROGRAMAÇÃO DE MÚSICA FRANCISCO SASSETTI | CONSULTOR PARA DANÇA E MÚSICAS PLURAIS FERNANDO LUÍS SAMPAIO | ASSISTENTE DE PROGRAMAÇÃO RITA BAGORRO | PRODUÇÃO INÊS CORREIA \ PATRÍCIA SILVA \ HUGO CORTEZ \ VERA ROSA \ INÊS LOPES | DIRETOR DE CENA COORDENADOR JONAS OMBERG | DIRETORES DE CENA PEDRO RODRIGUES \ PATRÍCIA COSTA \ PAULA FONSECA | DIREÇÃO DE CENA TÂNIA AFONSO | ESTAGIÁRIOS DIREÇÃO DE CENA RITA CONDUTO \ CELSO MATOS | SECRETARIADO YOLANDA SEARA | CHEFE TÉCNICO DE PALCO RUI MARCELINO | ASSISTENTE DE DIREÇÃO TÉCNICA JOSÉ VALÉRIO | TÉCNICOS PRINCIPAIS PEDRO CAMPOS \ LUÍS SANTOS \ RAUL SEGURO | TÉCNICOS EXECUTIVOS F. CÂNDIDO SANTOS \ VÍTOR PINTO \ CÉSAR NUNES \ JOSÉ CARLOS ALVES \ HUGO CAMPOS \ MÁRIO SILVA \ RICARDO MELO \ RUI CROCA | CHEFE TÉCNICO DE AUDIOVISUAIS NUNO GRÁCIO | TÉCNICOS DE AUDIOVISUAIS RUI LEITÃO \ EDUARDO NASCIMENTO \ LUÍS GARCIA SANTOS \ NUNO BIZARRO \ PAULO CACHEIRO \ NUNO RAMOS | CHEFE TÉCNICO DE GESTÃO E MANUTENÇÃO SIAMANTO ISMAILY | TÉCNICOS DE MANUTENÇÃO JOÃO SANTANA \ LUÍS TEIXEIRA \ VÍTOR HORTA | SECRETARIADO DE DIREÇÃO TÉCNICA SOFIA MATOS DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES PÚBLICAS SOFIA MÂNTUA [COORDENADORA] | SECRETARIADO DE DEPARTAMENTO SANDRA GRILO | ORÇAMENTO E GESTÃO DE CONTEÚDOS ONLINE MANUELA MOREIRA | GESTÃO DE BASE DE DADOS VERA MESTRINHO | GABINETE DE RELAÇÕES PÚBLICAS ISABEL ROQUETTE [RESPONSÁVEL] \ CONCEIÇÃO BERMUDEZ \ MIGUEL MANTA | SECRETARIADO DAS RELAÇÕES PÚBLICAS LÚCIA OLIVEIRA | GABINETE DE IMPRENSA SOFIA CARDIM [RESPONSÁVEL] \ ANA BRAVO | SETOR EDIÇÕES MADALENA FRADE PRODUÇÃO | PROMOÇÃO | REVISÃO DE TEXTOS DULCE REIS | GABINETE GRÁFICO PAULA CARDOSO [RESPONSÁVEL] \ PAULO FERNANDES \ MARISA LOURENÇO | PRODUÇÃO GRÁFICA | SECRETARIADO SANDRA SALGUEIRO | RECEÇÃO ANA SILVA \ CLÁUDIA ANTUNES \ MADALENA CASTRO \ MARIA FILOMENA ROSA \ PATRÍCIA SALEIRO

Próximo concerto da temporada CCB | Metropolitana

NONA SINFONIA DE MAHLER Orquestra Sinfónica Metropolitana Michael Zilm direcção musical  de dezembro, h CCB – Grande Auditório

FICHA TÉCNICA METROPOLITANA DIRECÇÃO CESÁRIO COSTA [PRESIDENTE] \ FÁTIMA ANGÉLICO [VOGAL] \ PAULO PACHECO [VOGAL] ASSESSORIAS RELAÇÕES EXTERNAS ISABEL MENEZES BANDEIRA | ACTIVIDADES ARTÍSTICAS E DE PRODUÇÃO JOÃO PIRES | DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PROJECTOS/MUSICÓLOGO RUI CAMPOS LEITÃO SECRETARIADO DA DIRECÇÃO RUTE CARVALHO RECURSOS HUMANOS FÁTIMA ANGÉLICO [DIRECTORA] COMUNICAÇÃO E IMAGEM ANTÓNIO DIEGUES RAMOS [DIRECTOR ] \ CÂNDIDA MESTRE [ASSISTENTE ] \ CARINA BRAVO [ASSISTENTE] \ JUDITE JÓIA [ESTAGIÁRIA] \ MANUEL QUADROS E COSTA [DESIGNER] DEPARTAMENTO ARTÍSTICO DIRECTOR ARTÍSTICO DA ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA CESÁRIO COSTA DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO JOÃO BARRADAS [SECRETÁRIO DA OML] \ ANA TAKLIM [SECRETÁRIA] \ CLÁUDIA MOITA [ESTAGIÁRIA] \ ARTUR RAIMUNDO [CHEFE DE PALCO] | TÉCNICOS DE PALCO AMADEU MINEIRO \ ALBERTO CORREIA \ LUÍS ALVES BIBLIOTECA HUGO RODRIGUES [COORDENADOR] \ VERA ALMEIDA [ASSISTENTE] \ VERÓNICA SOARES [ASSISTENTE PARA REPROGRAFIA] \ RUI MARÇAL [ESTAGIÁRIO] DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO PAULO PACHECO [DIRECTOR] ACADEMIA SUPERIOR DE ORQUESTRA DA METROPOLITANA CONSELHO DIRECTIVO CESÁRIO COSTA \ PAULO PACHECO \ PEDRO FIGUEIREDO | DIRECTOR ARTÍSTICO DA ORQUESTRA ACADÉMICA METROPOLITANA JEANMARC BURFIN CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA METROPOLITANA DIRECÇÃO PEDAGÓGICA SUSANA HENRIQUES ESCOLA PROFISSIONAL METROPOLITANA DIRECÇÃO PEDAGÓGICA ADÉLIO CARNEIRO PROJECTO CASA PIA DIRECÇÃO PEDAGÓGICA INÊS SARAIVA SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS PEDAGÓGICOS ALEXANDRA RODRIGO [DIRECTORA] | APOIO ADMINISTRATIVO GABRIELA BAÊTA \ CARLA GUEDELHA \ ANA DIAS [SECRETARIADO] AUXILIARES DE EDUCAÇÃO LUÍS MATEUS [CHEFE] AUXILIARES ROSA GONÇALVES \ ANA MARQUES \ FÁTIMA PINTO \HERNÂNI GONÇALVES [SERVIÇO EXTERNO] DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO FÁTIMA ANGÉLICO [DIRECTORA] CONTABILIDADE RICARDO FONSECA [CHEFE DE CONTABILIDADE] \ LILIANA PIRES [TÉCNICA DE CONTABILIDADE] \ PAULA ROMÃO [TÉCNICA OFICIAL DE CONTAS] TESOURARIA INÊS SANTOS [RESPONSÁVEL DE TESOURARIA] MANUTENÇÃO E SEGURANÇA MANUTENÇÃO JOSÉ GARCIA | SEGURANÇA ERNESTO CONCEIÇÃO FERREIRA \ ANTÓNIO SANTOS PAIS \ JOSÉ ANTÓNIO GASPAR \ JOSÉ ALBERTO ASSUNÇÃO


Nota ao Programa | No bicentenário de Liszt