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REVISTA GUARULHOS

Ano X - nº 67 - Agosto 2012 - R$ 12,90 Diretor Responsável: Valdir Carleto

Dinheiro traz felicidade? FOTO: MÁRCIO MONTEIRO

Aproprie-se do seu dinheiro e entenda como conquistar a tão sonhada independência financeira

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índice

MÁRCIO MONTEIRO

16 capa RAFAEL ALMEIDA

Como usar o dinheiro para trazer felicidade para a sua vida?

10 entrevista Yasushi Arita

78 veículos

MÁRCIO MONTEIRO

38 perfil

Notícias sobre quatro rodas

Vitor de Mesquita DIVULGAÇÃO

48 casa Como livrar as paredes da indesejável umidade 4

DIVULGAÇÃO

44 Tecnologia – A Amazon a um passo de entrar no País 56 Compras – Dicas para eles e para elas 58 Moda – O que fazer ou evitar na maquiagem 64 Nossos Filhos – Os pequenos que alegram o dia 66 Crítica – Resposta rápida 68 Registrando – O que de melhor aconteceu na cidade 82 Lista 7 – Os ricaços de Hollywood

RAFAEL ALMEIDA

52 entidade O trabalho desenvolvido pela Apae

RAFAEL ALMEIDA

62 mesa A gastronomia democrática do Alameda Real


editorial por Fábio Carleto

Dinheiro é bom, sim! Quando o assunto é dinheiro, as pessoas polarizam em sua imensa maioria em dois grupos: os que o endeusam e os que o demonizam. Um terceiro grupo, seletíssimo e infinitamente menor, trata dele com o equilíbrio adequado que permita tê-lo sem ser seu escravo. Há aqueles que, por qualquer razão que só Deus sabe, tratam o dinheiro como se fosse membro da família ou até mais do que isso. Uns podem ser movidos por algum trauma muito grande de tempos difíceis ou por raiva de uma humilhação que tenha sofrido pela falta dele ou, ainda, pela simples dificuldade de se relacionar com as pessoas, que muitas vezes os leva a acreditar, de uma forma maluca, é claro, que tudo se pode comprar, que todo mundo tem um preço e que a riqueza resolve tudo. Obviamente, não há dinheiro que chegue, porque é pouco provável que você conheça alguém que, apenas em virtude de suas posses, tenha uma vida feliz. Para esses, vale a máxima de que ninguém é tão rico que não queira ser mais. A vida passa, o dinheiro fica, e pouco do que mais importa foi vivido por quem vive assim. A imensa maioria das pessoas, por razões culturais, faz tudo o que pode para não acumular riqueza ou,

no mínimo, construir um patrimônio que lhe permita ter tranquilidade e independência financeira. São vítimas da cultura corrente de que o dinheiro é sempre sujo, necessariamente fruto de árduo sacrifício, de que traz a discórdia, afasta as pessoas e amaldiçoa quem o tem. Sem falar que é comum aprender em casa que quem é rico normalmente não presta e que fez algo espúrio para chegar aonde chegou. Por ter esse modelo financeiro incrustado no inconsciente, faz de tudo para manter-se endividado, vive para trabalhar e trabalha para sobreviver, e, em geral, pagar juros a vida toda. Esses, para a indústria da propaganda, são vítimas fáceis, pois compram o que não precisam para pagar com o que não têm. Outros, poucos e geralmente afortunados, reconhecem no dinheiro o que ele é: um instrumento que pode proporcionar conforto, muitas coisas boas de se desfrutar e um ótimo aliado para se ter uma vida mais saudável e feliz. Esses fazem o dinheiro trabalhar para eles, e jamais guiam-se por critérios meramente materiais. Têm consciência de que o dinheiro não traz felicidade, mas sabem bem que a falta dele pode ajudar a afastá-la.

Nesta edição da RG, analisaremos alguns modelos, comportamentos e possibilidades para que cada leitor reflita sobre suas finanças e, mais importante, sua relação com o dinheiro. Será que financiar um carro ou imóvel é mesmo o melhor caminho para adquirir patrimônio? Será que morar de aluguel é mesmo uma derrota pessoal ou um desperdício de dinheiro? A poupança, tão largamente difundida, é mesmo o melhor caminho para fazer seu dinheiro render com segurança? Esperamos que essas e outras questões abordadas possam ser úteis para que você tenha a oportunidade de identificar seu modelo financeiro e decidir se quer continuar com ele daqui para a frente. Além disso, daremos algumas dicas de como fazer para que seu dinheiro trabalhe para você e, com paciência, como você pode continuar trabalhando na área que escolheu e, paralelamente, construir uma lista de ativos que pode ser determinante para um futuro mais tranquilo. E, como já sabemos que você gosta de uma boa leitura (já que acompanha a RG), daremos dicas de livros que podem ser de enorme valia para que você construa uma relação mais saudável com seu dinheiro e seja mais feliz.

expediente Diretor responsável: Valdir Carleto (MTb 16674) Diretor Executivo: Fábio Carleto Editora Executiva: Vivian Barbosa (MTb 56794) Redação: Amauri Eugênio Jr., Elís Lucas, Maitê Coelho, Tamiris Monteiro e Val Oliveira Revisão: Simone Carleto Diagramação: Douglas Caetano, Mariana Vasquez, Rogério Hanssen e Williane Rebouças Fotos: Márcio Monteiro e Rafael Almeida Comercial: Ana Guedes, Bárbara Szul, Flávia Mesquita, Karina Fontes, Laila Inhudes, Lena Kocsis, Maria José Gonzaga, Patrícia Matos, Ronaldo Almeida e Thaís Tucci Administrativo: Érika Silva e Viviane Sanson 6

A RG - Revista Guarulhos é uma publicação da Carleto Editorial Ltda. opiniao@revistaguarulhos.com.br - www.revistaguarulhos.com.br Redação e Comercial: Av. João Bernardo Medeiros, 74 - Bom Clima - Guarulhos/SP CEP 07197-010 - Telefone: (11) 2461-9310 Impressão: Prol Gráfica Tiragem desta edição: 10 mil exemplares. Assinaturas: R$ 129,00 (12 edições)


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FOTOS: RAFAEL ALMEIDA

entrevista Por Fábio Carleto e Amauri Eugênio Jr.

“A felicidade

é uma questão de decisão” Yasushi Arita, guru dos treinamentos motivacionais, fala sobre a vida e sobre o seu trabalho de 23 anos à frente da empresa que leva seu nome e da qual é a alma RG: Você é pós-graduado em análise de sistemas. Como a rotina no seu trabalho o levou a atuar na área motivacional? Yasushi Arita: Trabalhava na Ericsson há 23 anos. A empresa iria para o Espírito Santo e, como a minha mulher estava desempregada, estava à procura por algo para fazer. Então, ela começou a vender colchões ortopédicos e passei a fazê-lo também - trabalhava de dia na Ericsson e, à noite, a ajudava nas vendas. Para multiplicar as vendas, procurei por monitores de vendas e comecei a fazer palestras sobre o produto, além das motivacionais. Chegou uma hora em que havia mais pessoas interessadas pelo curso

10

do que pelo colchão. No início, a base do curso era do presidente da Nikken [fabricante dos colchões], que tinha empresa de treinamento no Japão. Com o tempo, fizemos diversos cursos para aperfeiçoamento. A base do treinamento que ministramos ainda é a mesma, mas aprimoramos muito com a experiência nesses anos todos. O treinamento não se resume a simplesmente fazê-lo em um fim de semana para, dali a algum tempo, ser esquecido. Isso está voltado para dar resultados para o resto da vida da pessoa. Não interessa se a pessoa gostou ou não, mas sim que saia do treinamento e tenha resultado na vida, ou

seja, que se sinta mais feliz. Primeiro, a felicidade é questão de decisão. Se a pessoa condicionar a felicidade para um objeto ou momento, ela nunca será feliz. Ouve-se muito que uma pessoa será feliz quando ficar rica ou ganhar muito dinheiro, ou quando eu tiver minha casa, ou quando tiver filhos. A felicidade não é isso. O dia em que você acorda cedo e pensa “hoje vou ser feliz”, será feliz. RG: Você acredita na sorte? YA: Vejo de outra maneira. Sorte é energia. Se a minha energia e o meu pensamento forem bons, atrairei coisas boas. Se eu for pessimista, não


conseguirei atrair coisas boas. Existe segredo para se ter sorte? Sempre conto um caso interessante: havia um amigo da Ericsson que ganhava todas as rifas em que entrava. A mente dele estava conectada à energia do universo, que fazia com que ele ganhasse. Isso é treino, ou seja, treinar para ser otimista e mudar suas percepções. O futuro é feito hoje, e o que fazemos será determinante para o que acontecerá no futuro. Isso nos dá garantias? Não! Mas é isso que é legal na vida. RG: Os adultos são escravos de seus hábitos. É possível treinar para mudar isso? YA: O treinamento Arita faz com que se treine isso. O primeiro (são três os módulos) lida com a preparação, quando se entende a importância do equilíbrio das sete saúdes, estabelece metas e toma consciência de que é responsável por sua vida; o segundo, em que se trabalha a missão de cada um; o terceiro é para que se atinja a liberdade financeira. Há muita gente que tem muito dinheiro e não é feliz, assim como quem não tem nada e o é. Ter liberdade financeira é ser feliz com o que se tem. Há os lados racional e emocional: pelo racional, aprendere-

mos hábitos e práticas que melhorarão o lado financeiro, como controlar e anotar o que se gasta, e saber o quanto ganha. Isso também incentivará a ter um hábito interessante, que é guardar 10% do que se ganha para investimentos no futuro e aprender a viver com 90%. Há algo mais importante, que está gravado no inconsciente emocional, que são as crenças que aprendemos na infância: dizer que o dinheiro não traz felicidade e que o rico não irá para o céu, assim como há várias igrejas que combatem o dinheiro. Quase todo mundo diz que gosta de dinheiro, mas muita gente não gosta, ainda que inconscientemente. O dinheiro é energia, que é atraída com energia. Se a sua estiver voltada pra atrair dinheiro, isso o atrairá. Se o modelo financeiro adotado não estiver preparado para ganhar dinheiro, você poderá fazer de tudo, mas sempre se afastará dele. Qual o modelo financeiro que está gravado em sua mente? Por exemplo, a mulher está grávida e o pai fica preocupado porque não tem dinheiro. O bebê pensará que não o querem pela falta de recursos. Assim, crescerá botando a culpa no dinheiro. Também há quem ouviu que para ganhar dinheiro, a pes-

soa deve sofrer e trabalhar muito. Se não for difícil para ganhá-lo, não poderá valorizá-lo. Assim, acaba concluindo que a única maneira para conseguir um bem é parcelando-o. Quem tem um modelo financeiro ruim pode ler e fazer cursos de investimentos, mas pouco adiantará. RG: Qual sua opinião sobre o hábito brasileiro de comprar tudo financiado? YA: A maioria daqueles que não têm posses gosta de comprar bens financiados – um carro, por exemplo. Um automóvel financiado é um passivo, porque você só gasta dinheiro para mantê-lo. Idem para uma casa financiada. As pessoas têm costume de financiar, mas esse é um grande negócio só para o banco. O rico compra ativo, que lhe rende lucros. Se comprar uma sala e usá-la, isso será um passivo, mas, se for alugada, passará a ser um ativo. O pobre compra mais passivos do que ativos. RG: O dinheiro traz felicidade? YA: Isso é relativo. Para alguns, sim. No geral, se for bem administrado, ajudará muito mais, mas dependerá de quem o tiver nas mãos. Se estiver nas mãos de quem quiser ajudar, essa pessoa fará

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entrevista

coisas boas, mas, se ela fizer o mal, o dinheiro não será bem-vindo. RG: Como, em apenas um fim de semana, alguém que viveu com modelos distorcidos a vida inteira pode ser ajudado a ajustá-los? Não importam a idade, grau de instrução e condição social. O que interessa é o ser humano, único, especial e maravilhoso. Seja analfabeto ou Ph.D, o ser humano em essência é o mesmo, e isso é que será trabalhado. Há algumas coisas que precisam do lado racional para serem melhoradas, como as sete saúdes, por exemplo, e o mesmo vale para mudar o que está programado no subconsciente. É como uma chave para ligar ou desligar um aparelho: se isso for ligado no subconsciente, a pessoa não precisará entender o que aconteceu. Ela mudou e mudará um monte de coisas. Mesmo que não goste, ela fará essa mudança, ainda que não tome consciência disso. Adianta explicar racionalmente para um fumante que o cigarro é prejudicial a sua saúde? Não, pois fumar tornou-se um hábito do qual a pessoa gosta, e somente ela poderá mudar.

mente o emocional, não tomaremos decisões. Sendo assim, deveremos usar a parte racional; logo, precisa-se de haver equilíbrio entre as partes racional e emocional. Qualquer coisa decidida no calor do entusiasmo terá risco muito grande de dar errado. Muitas vezes, é justamente em momentos de pressão que tomamos as decisões mais importantes de nossa vida, e essas são as que mais dependem de equilíbrio. Seja como for, é melhor pecar pela ação. Agir é importante e, para isso, deve-se ter coragem.

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RG: Quem vê o Arita no treinamento o vê animado o tempo todo, mas, você já não é mais um jovem e seguramente já fez muitas coisas grandiosas. Você ainda tem sonhos? Quais sonhos você tem? YA: O grande sonho é ainda poder ajudar as pessoas. Venho trabalhando para isso, mas a coisa mais difícil é convencer as pessoas, de que queremos ajudá-las. Enquanto eu tiver forças para dar os treinamentos e ajudar as pessoas a serem mais felizes, eu o farei. RG: Como é ter uma equipe tão numerosa e trabalhar em família? YA: Na vida temos decepções. Independentemente disso, devemos decidir por sermos felizes. Como convencer alguém a ser feliz se não sou? Depois, isso deve abranger a minha família, e o mesmo vale para a equipe. Se estivermos mais felizes, as pessoas poderão decidir por serem mais felizes, e essa é a nossa missão: fazermos mais e mais pessoas felizes.

RG: Seus treinamentos são mais sobre aprender o certo ou desaprender o errado? YA: Desaprender é mais difícil de aprender, porque está arraigado no ser. O treinamento é para que se desaprenda algo que não dá resultado para aprender a mudar e viver melhor. Ser feliz é a essência do ser humano, e fazer metas e planejamento é um bom caminho. RG: Tomar decisões é difícil. Quando você tem dificuldade em tomar uma decisão, o que você faz? Para ou segue, mesmo com receio de errar? YA: Muitas pessoas têm dificuldade em dizer “não”, por problema de autoestima, além de temerem ser rejeitadas caso o façam. Quando tiver de tomar uma decisão e disser “não”, ela terá dificuldade em fazê-lo. Há coisas desagradáveis de se fazer, mas que são necessárias. Se usarmos so-

gente sente o coração do outro bater e pode mudar o dia de alguém.

RG: Qual a importância do abraço? YA: A troca de energia. Não dá pra abraçar alguém que rejeita a troca de energias. Um sorriso sincero e os olhos nos olhos são as melhores coisas que existem. Você pode estar nervoso, mas, se a pessoa sorrir, ela te “quebrará”. Um bom abraço é aquele em que a

RG: Como é o Yasushi Arita no dia a dia? E como você se define? YA: Como qualquer ser humano, sem nada de especial. Procuro treinar e me condicionar a ter energia. Como qualquer pessoa, tenho preguiça de levantar, mas eu sempre cumpro meus compromissos. Procuro ter disciplina. Mas disciplina sem resultado não serve. E outra coisa: procuro divertir-me. A coisa que mais me dá prazer em fazer é o treinamento, pois isso preenche tudo o que mais gosto. Gosto de jogar tênis também, mas o treinamento não tem igual. RG: E você já faltou a algum treinamento? YA: Não. Nunca faltei a nenhum treinamento em 23 anos. RG: Isso é sorte? Coincidência? YA: Não. Não é sorte, não é acaso. É o poder da determinação.


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PÚBLICAS direto do 3º ano Este ano, 76 jovens garantiram suas vagas nas melhores carreiras das mais prestigiadas universidades públicas do país. Um recorde absoluto de aprovações em Guarulhos, resultado de uma turma que conquistou suas vitórias com muita dedicação, coragem e disciplina. Uma prova de que, no Mater Amabilis, o sucesso está ao alcance de todos e que é impossível privilegiar alguns quando todos os alunos são incríveis. Parabéns aos alunos, pais e professores pelo trabalho maravilhoso!

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capa

FOTO: DIVULGAÇÃO

Por Vivian Barbosa

Viva em paz com seu dinheiro A vida financeira nos dias de hoje parece ser muito mais fácil do que há algum tempo. Mas, não se engane. As facilidades apresentadas por bancos e financeiras devem ser estudadas para obter vantagens nos produtos. Para isso, é preciso saber lidar com seu dinheiro, sem insegurança. A fim de ajudar a estreitar a relação entre o dinheiro e você, que trabalha duro para conseguir cada centavo, a RG deste mês destaca alguns temas já bastante debatidos, mas que ainda causam dúvidas. A relação entre ter e merecer o dinheiro ainda é muito delicada. Muitos trabalham a vida toda para realizar sonhos, mas não acreditam que, de fato, possam fazê-lo e, por isso, acabam por meter os pés pelas mãos e perdem oportunidade de poupar 16

ou fazer boas aquisições pelo simples fato de ter medo em investir. Quem pensa que a relação com o dinheiro é meramente material está enganado. A cultura de que dinheiro é sujo ou de que para ter valor ele precisa ser conquistado com sofrimento ainda permanece na cabeça das pessoas e assombra muitos que desejam avançar em suas finanças. Por falar em sonhos, os que anseiam grandes conquistas como a casa própria ou abrir uma empresa e garantir a independência financeira, muitas vezes não sabem quais são os melhores caminhos. Consultores financeiros ajudam a esclarecer se é melhor comprar a prazo ou esperar para comprar à vista, se é possível guardar dinheiro quando se vive de salário e se é positivo in-

vestir quantias pequenas em produtos de menor risco. Outro ponto importante diz respeito às melhores formas de planejar o futuro. Será possível tornar-se dono de um negócio ainda que seja funcionário de uma empresa? Os consultores afirmam que sim e explicam o que deve ser feito para garantir uma aposentadoria tranquila. Por fim, seria impossível falar de dinheiro sem falar de juros, tarifas bancárias, linhas de crédito e dívidas. Saiba que é possível fugir das armadilhas das instituições financeiras e cuidar bem do dinheiro sem grandes problemas. O bom senso e o controle são os princípios básicos para quem quer ter uma boa relação com o dinheiro e uma vida financeira longe do vermelho. 


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capa Por Elís Lucas

Problema ou solução? FOTOS BANCO DE IMAGEM, DIVULGAÇÃO E ARQUIVO PESSOAL

Como as pessoas se relacionam com esse pedaço de papel

Milhares de pessoas sofrem com a má administração de seu dinheiro, e não é só pelo fato de ganharem pouco, porque existem famílias nesse Brasil afora que se viram com cifrões difíceis de imaginar, e que dão lição em muitos empresários. Haja vista a família Rodrigues – que recentemente participou do programa Lar Doce Lar do Caldeirão do Huck –, em que Silvana criava as duas filhas com apenas 300 mensais, mas as educava com valores riquíssimos, como disciplina, gratidão e com um pensamento não consumista. (Confira no link: goo.gl/FzXdB). Porém, as pessoas são diferentes: umas menos materialistas, outras mais. Algumas compulsivas, outras que não se consideram merecedoras do que ganham ou possuem e assim por diante. Para a psicóloga Clei18

de Rodrigues de Castro, dinheiro é energia, e o tal dito popular que diz que colhemos o que plantamos faz todo sentido. “A forma como investimos o dinheiro terá recompensas negativas ou positivas”, diz a psicóloga. As metas devem estar sempre presentes. Assim, mesmo se tudo for resolvido com um jogo de sorte, o deslumbramento com a grande quantia não atrapalhará o foco. “Quando o dinheiro surge muito rápido, não acompanha a maturidade de como administrá-lo. Muitas vezes as pessoas nem sabem muito bem o que fazer e, embora pareça fácil, organizar as finanças de maneira inteligente e rentável não é tão simples assim”, afirma Cleide. A fonte pode secar se o sortudo não souber controlar os impulsos, já que os gastos devem ser compatíveis

com os rendimentos. “Trata-se de uma balança e o equilíbrio é essencial para ter uma boa qualidade de vida, inclusive financeira”, ressalta. Ser radical também não rola. Algumas pessoas, por mais que trabalhem duro, possuem a visão de que o dinheiro é sujo e somente com muito sacrifício poderá ser alcançado. “Muitos pensam desta maneira, porque na maioria das vezes são influenciados ou sugestionados por repressões ideológicas ou religiosas e, desta forma, acabam bloqueando o fluxo de dinheiro”, explica Cleide. O que as pessoas têm de tomar cuidado é para não se tornarem escravas do dinheiro. Trabalhar com prazer e na área que gosta pode ser uma boa forma de assinar sua libertação, já que, deste modo, o dinheiro passa a ser consequência.


Desde criança Não é só porque seu filho ainda é pequeno que não deve ser educado financeiramente. Pelo contrário, o fato de ele aprender a lidar com dinheiro desde cedo contribuirá para que ele seja um adulto bem resolvido com as finanças. Especialistas como Álvaro Modernell, autor de sete livros sobre educação financeira para crianças, alertam que muitos pais erram ao pensar que dinheiro não é assunto para tratar com os pequenos. “Dinheiro faz parte da vida e a criança tem que aprender a lidar com ele”, afirma. O que pais e professores devem saber é que ponderar é preciso. Então, o segredo é: nem excluir o dinheiro da vida deles nem tratá-lo como se fosse um adulto, já que, para os pequeninos, o dinheiro ainda é algo abstrato. De acordo com a psicóloga Cleide, os filhos são educados financeiramente à medida em que participam do planejamento doméstico, das decisões da casa e do consumo consciente de água, luz e telefone. “Os pais devem envolvê-los, para que sejam responsáveis pela economia. Também é preciso discutir planos, objetivos, metas e prioridades no orçamento familiar”, orienta a psicóloga. Jogos ligados ao tema, como Banco Imobiliário, também ajudam na missão, pois, de forma lúdica, ensinam a comprar, vender e a lucrar. Para os mais novos, livros como “A Cigarra e a Formiga” e “João e o Pé de Feijão”, ilustram muito bem os conceitos de economia, através da importância de se prevenir, como a formiga fez para que não acabasse sem comida, e o personagem João, que por causa da ganância, quase perdeu o que ganhou ao longo da história. A mesada também é uma forma de atribuir responsabilidade aos filhos. “Através dela, eles aprendem a lidar com planejamento financeiro a curto, médio e longo prazos, desde a aquisição de um sorvete até um brinquedo de última geração” exemplifica Cleide. Os pais devem ensiná-los a controlar os impulsos, desejos e frustrações. “Quando as crianças lidam com dinheiro, estão desenvolvendo uma maturidade intelectual e emocional, até mesmo porque é uma oportunidade de praticar o raciocínio lógico da matemática e desenvolver autonomia, responsabilidade e independência”, diz a psicóloga. 

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capa Resolvo já A compulsividade é uma das inimigas do bom relacionamento com o dinheiro. O aposentado Artur Luiz, 56, é uma das pessoas que sofre com isso. “A minha compulsividade é mais forte quando vou ao mercado. Se pretendo gastar 20 reais, acabo gastando 200”, conta Artur, que adora comprar o que os filhos gostam e o que está na promoção. Devido à formação em psicologia, Artur sempre esteve em contato com terapias. Só com Cleide está há dois anos. “É algo que recomendo para o mundo inteiro. É bom ter alguém para expor os problemas e descobrir formas de evoluir”, afirma Artur, que também sofre por ser imediatista. De acordo com a psicóloga, os desejos e impulsos são por natureza imediatistas e, quase sempre, fantasiosos ou imaginários. “O imediatista age como se tudo fosse acontecer em um passe de mágica, mas sabemos que, em se tratando de sucesso financeiro, não é tão simples assim. O ideal é não ter otimismo e pessimismo em excesso, muito menos ser imediatista. Mas, ter o pé no chão com foco, planejamento e principalmente acreditar no que se propõe a

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fazer. Além disso, é bom mentalizar com convicção suas metas e objetivos”, orienta a profissional. Artur era desse tipo, no qual muita gente também se encaixa. “Quando tinha de fazer algo ou alguma reforma em casa, eu não conseguia esperar.Queria fazer logo, por mais organizado que eu fosse. Com a terapia, fui conseguindo diminuir esta ansiedade e não atropelar o tempo”, relata. Para ilustrar ainda mais sua fala, Artur reproduz o que um amigo lhe dizia: quem ganha nove e gasta dez é infeliz, mas quem ganha oito e gasta sete é feliz, porque ganha menos, mas não tem preocupação. Cosuma-se dizer que fulano é bem sucedido porque com pouca idade conseguiu realizar o que projetava em um curto prazo de tempo. Muitas pessoas costumam dizer que, se deixarem para realizar o que desejam depois, nunca o farão. Já Artur prefere concretizar projetos quando der, em sua hora. “Atropelar o tempo causa tensão, preocupação e também mostra que o imediatismo não interfere somente na vida financeira, mas também na saúde e até no emocional”, reconhece. 


capa

Não mereço Entre os tipos de relacionamento que se pode ter com o dinheiro, o de supervalorizá-lo a ponto de achar que não o merece por não ter se esforçado muito para obtê-lo pode ser um problema. “Sem dúvidas, o dinheiro é resultado de nosso desempenho e mérito. Porém, não necessariamente somente de quem trabalha muito, mas de quem conquista”, explica a psicóloga Cleide Rodrigues. Este é o caso de Patrícia Lembo: “Acho que o dinheiro quando batalhado causa mais prazer quando é usado. É como se eu pudesse respirar fundo e dizer ‘eu comprei isso porque lutei para conseguir’”, conta a jovem. Com apenas 25 anos, Patrícia considera-se uma pessoa de sorte diante do que ganha e possui, antes do que imaginava. “Sempre

Patrícia Lembo

achei que levaria anos para ter o que eu já tenho. Mas, o senhor destino me surpreendeu. Acho que sou uma pessoa de muita sorte, os caminhos foram se abrindo com facilidade”, diz. Porém, estas mesmas facilidades e dúvidas do merecimento ou não,

são as responsáveis pela ansiedade de Patrícia. Segundo Cleide, há pessoas que pagam um preço emocional muito alto por suas legítimas conquistas, por não se julgarem merecedoras, pois aprenderam que na vida têm de ralar muito para conquistar algo. Talvez, até por isso mesmo Patrícia prefira não ser uma pessoa rica, mesmo parecendo absurdo. “Prefiro apenas viver bem. Conseguir pagar minhas contas, dar o necessário para que meu filho se desenvolva com saúde e ter sempre um dinheirinho para algumas bobagens”, relata. “O ideal seria o equilíbrio entre o foco nos objetivos e o direito de usufruir dos prazeres da conquista sem pudor, atraindo prosperidade para a vida sem passar por cima do próximo. Sintonizando-se apenas com o que é seu por direito”, orienta Cleide.

Sucesso e desapego ou vice-versa Dono da Truckvan, uma das principais fabricantes de baús e carretas customizadas do Brasil, Alcides Braga não herdou fortuna da família, mas sim princípios básicos de caráter e honestidade, além da paixão pelo trabalho. Nascido na periferia de Guarulhos, no Parque Santo Antônio, a humildade de quem morou em rua de terra e passou por dificuldades não se perdeu na trajetória. Quem começou como office-boy e hoje é um dos empresários mais bem sucedidos da cidade não gosta de ostentação. “Sou do tipo que, se minha esposa não comprar roupas para mim, eu também não as compro”, afirma o empreendedor nada materialista. Mas, a pergunta é: dinheiro 22

para quê, então? “Eu não o valorizo demais. Não me importo com carro, casas na praia ou coisas do tipo. Acho que o dinheiro deve ser usado a seu favor, como fator de estímulo, melhoria e projetos sociais. Além disso, procuro revertê-lo para a empresa. Utilizo-o de forma responsável e coerente. Tenho uma casa confortável e não me considero rico”, afirma Braga, que segue com o projeto de construção de sede própria da Truckvan em Itaquaquecetuba. Com 20 anos de empresa e quase trezentos funcionários, Alcides diz que o segredo é fazer um trabalho de formiga e não de cigarra. “Há muitos empresários inconsequentes por aí, mas eu me preparo

Alcides Braga

para os dias de Verão e os de Inverno. Faço previsões de fluxo de caixa e se percebo que terei algum problema, já me adianto para que ele não ocorra”, finaliza. 


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Banco de imagem

Por Maitê Coelho

Você é seu negócio Fazer o dinheiro trabalhar para você é algo muito mais de disciplina, planejamento, consciência e pé no chão do que apenas transferir uma quantia qualquer para a poupança todo mês. Não se costuma aliar planejamento ao dinheiro, mas é o que todos, impreterivelmente, deveriam fazer.

Guardar, poupar e investir só começa a ser algo efetivo quando há uma mudança de pensamento e atitude. Programar seus investimentos e os gastos com o salário demandam maturidade e sobriedade. Melhor que isso, será guardar dinheiro para o futuro e planejar como será a velhice.

• Seu dia a dia, seu dinheiro Todo mundo pode ser dono do seu próprio negócio, ainda que trabalhe para alguém. E a palavra de ordem para fazer isso é planejamento. Para que o empreendimento tenha sucesso, é preciso começar algo em um ramo de atividades que a pessoa conheça, goste e tenha habilidade. “Outra dica importante é fazer uma análise e prospecção de mercado para se ter uma ideia de expectativa de lucro e em quanto tempo o negócio vai se pagar”, elucida Ales24

sandra Bonafé, consultora financeira. Além disso, existe uma documentação necessária para a abertura de uma empresa. Ricardo Pereira, consultor financeiro da Mastercard, aconselha a fazer um plano de negócios e, para pequenos empreendedores, buscar ajuda no Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). Ter uma empresa, fazer o que gosta e conquistar independência financeira sempre foram os obje-

tivos de Ricardo Castro Alamino. Ele é engenheiro elétrico formado pela Escola Politécnica da USP. Atualmente dá palestras, faz consultoria financeira, é investidor na Bolsa de Valores e autor e editor do blog Pairico.com e do blog da ferramenta de controle financeiro Organizze. Sua trajetória é interessante. O dinheiro foi sempre um assunto que lhe interessou. Ele cursou a faculdade de engenharia


porque era a que mais tinha a ver com seu gosto e que permitiria os maiores ganhos financeiros. Depois de se formar, ele montou uma consultoria de informática com outros cinco amigos. A empresa teve e tem sucesso e, com os ganhos, Ricardo acumulou um capital suficiente para investir em seu sonho de ajudar pessoas a lidarem com dinheiro. Há quatro anos, Ricardo

vendeu sua parte na empresa para os outros sócios e, com os conhecimentos de investimento que tem, aliados à vontade de ajudar as pessoas, dedica-se exclusivamente a dar aulas, palestras, escrever para blogs e fazer consultoria financeira. “Para mim, montar uma empresa sempre foi uma das melhores formas deconquistar a independência financeira”, explica.

Ricardo Castro Alamino

• Programe-se e invista parte da renda Guardar dinheiro todo mês sem se planejar é bom, mas não é o melhor. Faça as contas, programe-se para poupar um valor exato ao mês e ter o controle de todos os gastos na ponta do lápis. A RG listou duas formas de investimento que são acessíveis ao pequeno poupador. Caderneta de Poupança – o investidor da poupança é aquela pessoa conservadora que procura segurança no investimento. Mas, existem muitos milionários que investem em ações na Bolsa e, mesmo assim, usam a poupança para guardar parte de seu dinheiro. “Vale a pena fazer

uma caderneta de poupança porque é uma aplicação que pode ser feita de forma rápida, sem precisar pesquisar qual o melhor investimento e é uma reserva de alta liquidez, isto é, se a pessoa precisar do dinheiro, conseguirá resgatá-lo rapidamente”, elucida Alessandra Bonafé. A poupança não tem cobrança de taxas, é isenta de imposto de renda e tem uma garantia, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que garante o valor de até 70 mil reais de todo o valor aplicado no banco, por CPF, em caso de problema com a instituição financeira. Quando houver uma grande soma na

poupança, o investidor pode mudar de aplicação. Ao fazer a mudança, é importante analisar imposto de renda e taxas embutidas. “As pessoas acham que a caderneta de poupança é o investimento mais seguro do mercado e não é. O investimento mais seguro do País é em títulos públicos do governo federal”, continua a consultora. Ações – a compra de ações é um investimento de altíssimo risco. Quem quer investir deve seguir algumas recomendações: - Aplique em ações de 10 a 20% do patrimônio ou um percentual que

 25


capa não vá causar problemas, caso a Bolsa esteja em queda. - Aplique em um fundo de ações que não invista tudo em um mesmo segmento. Por exemplo, o PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa), que investe nas 50 ações mais líquidas do mercado. Investir em um conjunto de ações é menos arriscado porque oferece um tipo de compensação: quando uma ação cai, outra sobe. -A diversificação é a melhor forma de se proteger nesse mercado. - Pesquise o lucro, a receita e o his-

tórico financeiro ao longo dos anos da empresa em que deseja investir. -Estude o mercado: os gráficos de preços, que são representações que indicam onde a maioria das pessoas comprou e vendeu e a economia do país onde a empresa está localizada. Ricardo Castro conta que investe em ações há mais de dez anos e assume que, no começo, não entendia muito bem esse mercado e perdeu algum dinheiro. Ele teve que ler e negociar bastante na Bolsa

para poder aprender mais e ter um bom retorno do valor que investe. “Em média, consigo 3% do dinheiro investido mensalmente. Eu recomendo que as pessoas invistam o dinheiro em algo que atraia o interesse e que terão tempo e disponibilidade para aprender. Não posso dizer que a Bolsa é um investimento lucrativo sempre, isso depende mais do investidor do que da Bolsa. No mercado de ações você tem que aprender a hora de comprar e vender. E isso requer experiência.”

Faça o teste de compra e venda de ações Para quem deseja fazer uma simulação de compra e venda de ações e visualizar como funciona o mercado, é possível entrar no site uolinvest www.uolinvest.economia.uol.com.br, cadastrar-se, acompanhar, comprar e vender ações da Bolsa com base nos valores atualizados. Vale a experiência.

• Independência financeira Como fazer o dinheiro trabalhar para você? Antes de tudo, consciência na hora de consumir. Não se endividar ao fazer compras, fazer pequenas economias, aplicar o dinheiro e evitar os empréstimos. “Sempre que você tem algum investimento com rentabilidade, o dinheiro está trabalhando para você. E sempre que você tem alguma dívida com juros, você está trabalhando para o dinheiro”, explica Alessandra Bonafé. Vivendo de seus ativos e inves26

timentos, Ricardo diz que independência financeira para ele é não depender do dinheiro de um emprego para conseguir se manter. Ativo é tudo o que uma pessoa tem e que gera dinheiro constantemente para ela. O blog de Ricardo é um exemplo de ativo. Ele gera dinheiro, assim como os investimentos dele. “A independência financeira é muito mais uma maneira de lidar com o dinheiro do que uma quantidade de dinheiro”, diz Ricardo.

Montar uma empresa, investir em um novo negócio, fazer um site ou prestar consultoria em uma área de conhecimento são formas de conseguir independência financeira. Mas, o mais importante é a criatividade para criar seus próprios ativos e fazer o dinheiro trabalhar para você. É engano pensar que é fácil fazer o dinheiro render sem ter que se esforçar. Para viver de investimentos é necessário ler, estudar e poupar recursos antes de alcançar o objetivo esperado. 


capa • Compra da casa própria Muitas pessoas pensam que a compra da casa própria é fundamental e imprescindível. E é! Mas, depende de alguns fatores. No Brasil, ter seu imóvel é algo muito valorizado e faz parte da cultura. É uma questão emocional e a maioria das pessoas opta pelo financiamento ou consórcio. Para um jovem que está no início de carreira, não é uma boa decisão: “Um financiamento pode durar trinta anos e a vida de uma pessoa de 25 anos pode mudar de uma hora para outra. O ideal é “construir a vida” quando a carreira já estiver esta-

bilizada”, conta Ricardo Pereira. Para decidir entre o financiamento e o pagamento à vista da casa própria é preciso fazer algumas contas, como se é possível pagar aluguel e juntar dinheiro. “Para fazer essa escolha, analise o quanto vai pagar de aluguel e o quanto irá pagar de juros do financiamento. Veja a diferença do valor do aluguel para o valor da parcela do financiamento. Essa diferença aplicada mensalmente seria suficiente para comprar o imóvel em quanto tempo? Se for menos tempo que o financiamento,

• Eles compraram

vale a pena juntar todo mês esse valor e comprar a casa sem financiamento. Caso contrário, vale a pena financiar”, explica Alessandra Bonafé. O consórcio pode ser outra saída, mas se a necessidade de ter a casa for imediata, esta forma não será adequada, a não ser que ofereça lance, podendo usar o FGTS. “Essa opção é melhor financeiramente, mas pode ser que a pessoa seja contemplada só no final do consórcio. O melhor é comprar a casa à vista com desconto”, completa Ricardo Pereira.

Simulando...

Maria Alessandra Amado Holanda é estudante, tem 28 anos e já tem sua casa própria. Ela e o marido decidiram fazer a compra porque queriam ter mais privacidade. “Nós casamos, tínhamos uma filha e ainda morávamos com minha mãe”, explica Alessandra. Ela ainda conta que, no momento da compra, não pensou nos juros, mas na facilidade do financiamento.

Compra da casa própria financiada pela Caixa Econômica Federal Casa própria: R$100.000 Com entrada de: 32.435,44 Valor financiado: 44.564,56 FGTS – 23.000,00 Pagando em 20 anos, 240 meses – parcelas de R$ 359,99 (os valores da parcela vão diminuindo a cada mês) No financiamento o comprador paga de juros, de 60 a 150% do valor financiado (as taxas variam de banco para banco e cada um oferece diferentes condições e características de contratação). Fonte: www.caixa.gov.br

Compra da compra da casa própria por consórcio: Casa própria: R$ 100.000 Pagando em 15 anos, 180 meses – parcelas de R$705,56 – Total de: R$ 127.000,80 Fonte: www.consorciodeimoveis.com.br

• Planeje o futuro Para pensar como será a vida na velhice, o ideal é estabelecer metas de curto, médio e longo prazos. A previdência privada pode ser uma saída para investimento a longo prazo, já que é limitado o que se recebe da previdência pública. Ao escolher fazê-lo, a pessoa deve comparar as taxas cobradas pelos planos de previdência privada. 28

A previdência oficial dá direito à aposentadoria por idade (homens a partir dos 65 anos e mulheres a partir dos 60), com o valor do salário mínimo. Na aposentadoria por tempo de contribuição, o homem deve comprovar 35 anos de recolhimento e a mulher, 30. O valor é calculado com base nas últimas 36 contribuições.

No site www.terOuNaoTer. com.br – existem duas calculadoras: uma para a pessoa simular o quanto ela precisa acumular de patrimônio para ter a aposentadoria dos sonhos; outra para saber o quanto tem que guardar por mês para alcançar o patrimônio alvo.


BANCO DE IMAGEM

capa Por Tamiris Monteiro

Somente o necessário Entenda o que deve ser considerado na hora de fazer aquisições No início do ano, uma matéria divulgada na revista Exame mostrou que cerca de 58,6% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida pendente. Cartões de crédito, cheque especial, crédito consignado e empréstimo para compra de veículos e imóveis são tentações que fazem os brasileiros gastarem mais do que podem. Além das tantas facilidades financeiras, muitos consumidores não resistem e optam pelo financiamento de suas compras, sem ao menos planejar-se ou pensarem se o que compram é mesmo prioridade naquele momento. É justamente por essa falta de controle que as pessoas acabam se endividando. São poucos os que 30

conseguem controlar o orçamento e, para complicar ainda mais essa situação, muitos consumidores acham que é impossível resistir às ofertas e promoções que sempre aparecem para mexer com o psicológico. Porém, quando as faturas chegam no fim do mês, os números comprometem as finanças e acabam tornando-se um amontoado de dívidas. Mas, é possível sair da condição de endividado e levar uma vida mais tranquila, desde que haja determinação. Para reverter a situação é importante ter consciência de que tudo o que consumimos tem um grau de relevância. Por isso, devemos dividir o que compramos entre urgente

e importante. “Urgente é o que não se pode deixar para depois, as necessidades básicas do cotidiano das pessoas, como as contas de água, luz e telefone, compras de mercado, gás, combustível, remédios, entre outros. Normalmente, as necessidades de urgência são os gastos que fazem com que as pessoas trabalhem para pagá-los”, explica a contadora e sócia-diretora da Trade Contabilidade, Simone Domingues. Já as despesas consideradas importantes devem ser administradas por níveis de imediatismo. Por exemplo, você tem um aparelho celular com mais de um ano de uso. Porém, ele está em perfeitas condições, mas ainda assim pensa


Ativos e passivos

em trocá-lo por um novo, só porque o outro tem configurações mais modernas e é mais bonito. De fato, isso não é importante porque, embora a vontade de adquirir algo novo seja normal, para economizar deve-se levar em consideração que o seu celular antigo pode ser usado por mais algum tempo. Agora, se a geladeira quebrou e não tem mais conserto, você terá que comprar uma nova, pois sem ela os alimentos que você consome para sobreviver estragarão. “Para saber se algo é urgente ou não, é necessário avaliar se sem a compra a pessoa consegue dar continuidade a questões básicas relacionadas ao trabalho ou à casa”, pontua. Para muitos, organizar as contas pessoais pode ser uma missão difícil, contudo, não é impossível. Inicialmente, é essencial analisar o quanto se pode gastar durante todo o mês. Assim, fica mais fácil administrar os limites de gastos. “O principal segredo do orçamento pessoal é nunca gastar mais do que se ganha. E para isso não é preciso parar de gastar, só é preciso saber gastar”, ressalta. Poupar um pouco da renda também é uma boa opção, já que assim é possível aplicar esse dinheiro em investimentos futuros.

Para manter as finanças em dia, também é válido pensar em bens ativos e passivos. De acordo com o consultor financeiro Ronaldo Gotlib, autor do livro Dívidas? Tô Fora! Um guia para você sair do sufoco, uma vida financeira tranquila depende da segurança que bens ativos proporcionam, como uma casa própria e recursos financeiros para manutenção do padrão de vida pretendido. Os bens passivos são aqueles que trazem somente despesas como, por exemplo, uma casa na praia ou no campo e o seu carro. Estes são considerados passivos porque, apesar de trazerem benefícios como economia de tempo e um abrigo para o lazer da família e dos amigos, eles causam despesas consideráveis. Agora, se você possui outro imóvel e o aluga para terceiros, esta casa é considerada um ativo, pois além de não haver despesas a pagar, o proprietário obtém lucro com a locação. “O cidadão precisa ter a certeza de que bens somente são ativos quando acrescentam ao seu patrimônio e não representam o acúmulo de compromissos financeiros”, declara Gotlib. Quando o consumidor decide que está na hora de um orçamento pessoal, deve-se levar em conta a separação desses ativos. Para isso, é aconselhável fazer uma planilha de duas colunas que mostre o registro das despesas e das receitas. Em uma coluna coloque os ativos financeiros, que são os responsáveis em trazer o dinheiro, como o salário e outros rendimentos. Na outra, vão os passivos financeiros, que são responsáveis por levar o dinheiro, como dívidas e despesas. “Ao elaborar um orçamento é necessário diferenciar os gastos fixos dos gastos variáveis. Também é importante avaliar os gastos anteriores para ter um parâmetro se está no caminho certo ou não, se o que foi programado está sendo cumprido, e, se necessário, verificar os motivos pelos quais não foi cumprido o estimado. E se sobrar dinheiro, não tenha dúvidas: aplique”, avalia Simone Domingues.

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capa

À vista ou parcelado? Nem há muito o que dizer, todos sabem que compras feitas à vista compensam muito mais do que qualquer parcelamento. Mas, nem sempre é possível pagar tudo no dinheiro. Para a contadora Simone, a compra à vista é sempre mais vantajosa, mas se não houver condições, a pessoa deve, antes de concretizar o financiamento, pesquisar em várias instituições financeiras, pois existem muitas variações de juros. A pesquisa é essencial porque, no Brasil, em qualquer espécie de financiamento, paga-se primeiro juros e somente depois o valor que se toma por empréstimo. Da mesma forma, quanto maior o capital tomado e o prazo de pagamento, maior será a incidência de juros. “Assim sendo, é sempre importante a redução do valor a ser financiado e do prazo de pagamento, o que importa na redução de juros sobre o capital. A regra fundamental então é sempre oferecer a 32

Dica de leitura maior entrada possível, no mínimo de 50%, a fim de financiar sempre uma pequena parte do bem”, afirma o consultor financeiro Ronaldo Gotlib. Ainda segundo Gotlib, a poupança não é uma prioridade da maioria da população brasileira, em razão da falta de uma educação financeira de base. Por causa desta condição, o despreparo leva o consumidor à busca pelo imediatismo, adquirindo produtos a prazo, assumindo o compromisso do pagamento de juros. “Quem poupa e compra à vista economiza no pagamento de juros que podem, posteriormente, ser transformados em capital poupado. Resumindo: quem economiza acaba capitalizando com os valores que seriam pagos a título de juros pelas compras parceladas, enquanto outros, que preferem se perder em prestações, assumem o prejuízo do desnecessário financiamento”, finaliza.

Dívidas? Tô Fora! Um guia para você sair do sufoco Respostas para suas dúvidas financeiras estão presentes neste livro que pode ajudá-lo a enxergar de que forma você convive com seu dinheiro - ou com a falta dele -, através de ensinamentos práticos.

Trade Contabilidade www.votrade.com.br Tel.: 11 4134-8250


Banco de imagem

capa Por Vivian Barbosa

Cuide bem do seu dinheiro Saiba como se livrar das armadilhas do mercado financeiro São poucas as pessoas que não têm uma conta bancária. Isso porque as facilidades prometidas por uma instituição financeira “encantam” o potencial cliente. Mas, será mesmo preciso abrir uma conta para guardar dinheiro? Será possível administrar a vida financeira sem cair nas armadilhas dos bancos? Quando se fala em dinheiro, logo se pensa em uma conta bancária, com tarifas cobradas por todo e qualquer motivo. Quem não conhece muito deste mercado é alvo preferido das instituições. Afinal, é muito mais fácil persuadir alguém que não tem parâmetro para discernir o que é bom ou não para seu dinheiro, principalmente no que diz respeito às dívidas, juros e crédito. Ricardo Pereira, consultor do portal Dinheirama, esclarece algumas dúvidas e ajuda quem não quer cair nas 34

tais armadilhas. “Juros, tarifas e financiamentos. Tudo pode ser perigoso quando é um terreno desconhecido. Tomar empréstimos é uma das armadilhar mais comuns. As linhas de crédito tendem a ter juros altos. Por isso, compras a prazo são aceitáveis apenas se forem planejadas. Quando em excesso, as parcelas costumam ser um verdadeiro tormento para quem não tem controles funcionais. O melhor é guardar dinheiro e se planejar para comprar à vista e com desconto.” Outra dúvida muito comum é como resolver a vida financeira de quem já tem dívidas com bancos, cartões de créditos ou financeiras. Ricardo afirma que nestes casos o melhor a fazer é buscar uma alternativa para quitar as dívidas e evitar o acúmulo de juros. “Vender algum bem para pagar a conta é uma das melhores alterna-

tivas. Mas, para quem não tem essa opção, a dica é optar por linhas de crédito mais baratas como empréstimo consignado, que oferece juros mais baixos graças ao débito em folha de pagamento. Além disso, negociar os valores com os credores também ajuda a conseguir um desconto para facilitar o pagamento”, sugere. A principal armadilha do mercado financeiro é o crédito fácil. Isso envolve limite para as linhas de crédito, tais como empréstimo pessoal ou consignado, e os limites de cheque especial e do cartão de crédito. Ao abrir uma conta corrente, os clientes sem problemas no CPF conseguem automaticamente os tais limites. O que muita gente não sabe é que esses valores não pertencem ao saldo da conta bancária e acabam contando com eles como se lhes pertencesse, criando dívidas ex-


capa

Ricardo Pereira www.dinheirama.com.br

tremamente caras. Com o cartão de crédito o problema é parecido. O valor liberado pela financeira deve ser usado como uma forma de pagamento e não agregado à renda mensal. “Quem usa o cartão de crédito deve ter ainda mais cuidado na hora do pagamento. Além do crédito fácil, outra armadilha é o pagamento mínimo. Engana-se quem pensa que pagando o mínimo está livre dos juros. Foi divulgada há pouco tempo pela Fundação Proteste uma pesquisa que apontava que os juros do cartão de crédito no Brasil são os maiores da América Latina, com valores médios de 323,14% ao ano. Esses números por si só já demonstram como utilizar o cartão de crédito pagando o mínimo da fatura pode ser prejudicial para as finanças. Com esse valor, em poucos meses a dívida dobra de tamanho. Se realmente houver necessidade, procure por linhas de crédito mais baratas”, detalha o consultor. Outros riscos comuns para quem tem a vida financeira vinculada a uma instituição são os produtos oferecidos de forma persuasiva e até coercitiva aos clientes. Quem não conhece o segmento pode deixar-se envolver pelos “benefícios” ofertados. “É importante que as pessoas percebam que cuidar da vida financeira é fundamental nessa nova realidade econômica do País. O relacionamento com o banco precisa existir, mas é

importante lembrar que os gerentes e demais funcionários dos bancos são profissionais que muitas vezes têm metas a cumprir e precisam defender os interesses da empresa em que trabalham. Os títulos de capitalização, por exemplo, tornam-se problemas quando são vendidos como investimento, o que é uma inverdade. Capitalização é basicamente um sorteio. Quem sabe e percebe essa situação saberá que existem outros produtos muito mais vantajosos e simples como investimento”, explica. O bom senso é sempre fundamental e muito importante na hora das decisões financeiras. Como dica final, Ricardo sugere que as pessoas procurem não tomar decisões de consumo em momentos de grande emoção quando, por exemplo, souber que terá o primeiro filho ou for casar. “Lembre-se que o ato de consumir precisa ser encarado de forma racional e planejada. Quem já tem dívidas que comprometam mais de 30% da renda deve acender o sinal de alerta e buscar soluções para quitar rapidamente essas dívidas, pagando primeiro os valores maiores e com percentual elevado de juros”. Para os que ainda não conseguem administrar os gastos e ganhos sozinho, o consultor indica um programa de gestão financeira online, desenvolvido pelo portal Dinheirama. 

O que é cooperativa de crédito?

mento e da manutenção da cooperativa, e serão beneficiados com as sobras ou excedentes, enquanto em bancos esses valores pertencem aos acionistas. Outra vantagem é que os créditos são concedidos com custo mais baixo. Todo correntista precisa ter cotas de capital da cooperativa. Em Guarulhos, além das cooperativas de crédito específicas para determinados setores, há a Coopersigma (Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empresários de Guarulhos e Região), rua Luiz Faccini, 445, Centro; e a Sicoob Cantareira, rua Felício Marcondes, 240, Centro.

Há diferenças significativas entre um banco e uma cooperativa de crédito. A maior é que o objetivo do banco é prestar serviços financeiros aos seus clientes, os quais não têm vínculo nenhum com os lucros da empresa. Já a cooperativa é formada por um grupo de associados que tem por objetivo prestar os mesmos serviços bancários em condições mais favoráveis. Os associados podem participar do planeja36


FOTO: MÁRCIO MONTEIRO

perfil Por Val Oliveira

Vitor de Mesquita

Ex-funcionário do Google, guarulhense parte para voo solo Ele é formado em Comunicação pela PUC de São Paulo, com MBA pela Fundação Getúlio Vargas e cursos de extensão pela Harvard Business School. Estamos falando de Vitor de Mesquita Villano, um guarulhense que, aos 28 anos, já trabalhou com as maiores contas de e-commerce do Brasil. Em 2007, teve a oportunidade de entrar para o Google, na parte de publicidade online. Em 2010, em um novo intercâmbio no escritório do Google no Vale do Silício, atuou com contas de empresas como e-Bay, Amazon e Zappos. No fim de 2010, ele foi convidado a participar do começo da Dafiti no Brasil, onde foi o responsável pela abertura do marketing, contratação de posições e monitoramento de campanhas online e de TV. Tais experiências serviram para formatar a ideia de um negócio próprio, visto que conhecimento e contato com grandes investidores de internet já faziam parte de sua bagagem. De volta ao seu país de origem, resolveu abraçar a carreira de empreendedor em negócios online. “Encontrei com o Felipe Trevi38

san, um amigo de infância, e nos perguntamos se já não era hora de termos nosso próprio negócio. Fiz o convite, ele topou e começamos o Locamob”, explica, informando que o Locamob é uma plataforma de cooperação e informações sobre locais, uma rede social na qual é possível integrar ou colocar “frente a frente” pessoas que têm os mesmos gostos. Os primeiros passos de Vitor em relação à internet foram dados em Guarulhos, ainda nos tempos de faculdade, sempre ao lado de Felipe, com quem se formou em São Paulo. Juntos construíram mais de 50 sites para pequenos negócios locais. A passagem pelo Google e Estados Unidos foram fundamentais para alicerçar o empreendimento que ele agora se propõe a desenvolver pioneiramente, no Brasil. “Eu queria fazer uma tatuagem para marcar minha passagem pelos Estados Unidos e não tinha referências sobre profissionais da área. Aconselharam-me a buscar informações no Yelp. Acabei não fazendo a tatuagem, mas não esqueci a experi-

ência. Quando cheguei ao Brasil, propus ao Felipe que fizéssemos algo nesse sentido, porque verifiquei que aqui não existia nada parecido. Desde 2010, estamos programando o Locamob e, este ano, o lançamos como negócio”, diz Vitor, afirmando que, segundo o Sebrae, quase dois milhões de negócios ainda não têm website. Problema que pode ser resolvido com a plataforma Locamob, que disponibiliza um local exclusivo, onde os usuários podem encontrar informações oficiais sobre o estabelecimento, com fotos, telefone e endereço, mesmo que a empresa não tenha uma página na internet. “Temos esse padrão para todos os negócios. Podemos monitorar o que dizem sobre ele, dentro e fora do Locamob. Se o cliente optar pela assinatura, terá uma página Premium, onde é possível saber exatamente qual o perfil de público que interage com ele e quais os pontos positivos e negativos do negócio. Basicamente, vamos gerenciar toda a movimentação em torno do nome do cliente na internet”, pontua. 


perfil A ideia do negócio fortaleceu-se a partir do momento em que a dupla notou que os donos dos estabelecimentos comerciais não têm tempo e nem conhecimento para fazer a gestão da vida online. “É um modelo bem brasileiro, adaptado para a nossa cultura, apesar de ter vindo dos Estados Unidos”, diz. Após colocar no ar a versão para web, os sócios planejam para setembro o lançamento da plataforma de celular, pois acreditam na tendência das pessoas consultarem aplicativos de celular para decidir a qual lugar irão. Segundo Vitor, para desenvolver o Locamob eles basearam-se no que há de melhor em plataformas como o Forsquare, Yelp e Facebook, com a oportunidade de interface entre esses canais. O Locamob já tem o mapeamento de todas as regiões metropolitanas do País, inclusive Guarulhos, com planos de, no ano

que vem, estar em outros países. “Temos locais da Argentina, Chile, México, Estados Unidos e alguns países da Europa. Até a Copa do Mundo de 2014, quero que as pessoas usem o Locamob dentro e fora do Brasil e que ele seja um guia para os turistas aqui em nosso País”, vislumbra. O empreendedor informa que, no ano passado, o setor de e-commerce no Brasil cresceu cerca de 30% e é uma das áreas que mais crescem no meio eletrônico, tanto com oportunidades de emprego quanto em vendas e negócios. Por acreditar na vitalidade do comércio online e em virtude da escassez de mão de obra técnica qualificada, pensa em montar um projeto para contratação e treinamento de jovens. “Há muita tecnologia nova vindo por aí. É difícil prever se Locamob web vai fazer mais sucesso que o Locamob celular. Acredito muito no potencial do

celular, pela facilidade e rapidez de acesso. Por outro lado, temos falta de pessoas que façam programação. No celular, que é tendência, são ainda mais raras.” Para manter-se atualizado, Vitor diz que costuma ler sobre tecnologia e internet em sites e blogs. “Adoro ler sobre qualquer coisa que tenha a ver com conectividade. Acho que muitos estão dispostos a abrir mão de certa privacidade para facilitar a conexão com pessoas com as mesmas afinidades. Isso é uma tendência mundial. O Facebook é resultado disso, como foi o Orkut, assim como haverá outras redes como o Locamob. O que eu quero é aproveitar essa tendência e agregar algo de valor na vida das pessoas”, destaca. Quando perguntado se pretende tornar-se o novo Mark Zuckerberg, ele sorri e responde com outra pergunta: Será? 

FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Jogo rápido:

Vitor de Mesquita

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e Felipe Trevisan

Revista Guarulhos

RG - Um livro: Vitor de Mesquita VM - Iwoz – Steve Wozniak RG - Uma banda: VM - Beatles RG - Um sonho: VM - Ver o Locamob funcionando ao redor do mundo RG - Uma viagem: VM - Vale do Silício, na Califórnia RG - Um time de futebol: VM - Palmeiras RG - Um prato: VM - Sou vegetariano e adoro carne de soja RG - Um perfume: VM - Fierce – Abercrombie RG - Uma frase: VM - Quem não arrisca nada arrisca tudo RG - Defina-se em uma palavra: VM - Curiosidade

Contato: Email: vitor@locamob.com | www.locamob.com.br www.facebook.com/locamob


SEU DIA A DIA MAIS PROTEGIDO Seja no trânsito, ao caminhar pelas ruas, falar ao telefone ou em outras atividades, algumas orientações de segurança merecem um destaque especial. Atualmente, 80% dos assaltos e sequestros relâmpagos ocorrem no trajeto do trabalho ou da escola para casa. Outro dado que chama a atenção é que a quarta-feira, entre 18h e 24h, é o dia em que situações como estas mais acontecem. A Haganá listou algumas dicas de segurança para o dia a dia. Confira: no veículo

Ao estAcionAr

• Mantenha bolsas/mochilas longe da visão dos que estão fora do veículo; • Use o menor número de itens (ex.: fotos da família, talão de cheques) dentro de bolsa/mochila para reduzir eventuais riscos; • Adote a película de escurecimento.

• Redobre a atenção ao sair e entrar do veículo quando estacionar; • Evite ficar parado dentro do carro e em lugares com pouco movimento.

Informe Publicitário

no semáforo • Quando chegar ao semáforo sempre reduza a velocidade; • Posicione seu veículo do lado direito da pista; • Evite ser o primeiro da fila, pois esta atitude pode ajudar em casos de perigo.

Ao cAminhAr pelAs ruAs

“Muitos transtornos podem ser evitados se as pessoas seguirem estas orientações corretamente”, avalia Chen Gilad, diretor da Haganá Segurança. O especialista ainda ressalta que “A segurança do dia a dia, mesmo gerando alguns incômodos, é necessária.”

• Ao detectar alguma situação irregular, mantenha distância da fonte de risco, atravesse a via, mude de direção ou pare em local seguro (loja, restaurante, por exemplo); • Fique sempre atento aos seus pertences quando estiver em estabelecimentos comerciais.

Veja mais detalhes sobre este tema no site: www.hagana.com.br


tecnologia

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Por Elís Lucas

Multinacional de e-commerce tem planos ousados no Brasil Após a realização da 22ª Bienal do Livro de São Paulo, é inevitável não falar de outro evento que anda pipocando no setor editorial: a entrada no Brasil da empresa de comércio eletrônico Amazon. Ainda mais porque a mais recente tentativa de entrar no País estava prevista para o dia 1º de setembro, mas devido a algumas dificuldades com as editoras, o prazo agora virou um fator surpresa, de acordo com Russ Grandinetti, vice-presidente de conteúdo Kindle da Amazon, em palestra na própria Bienal. A entrada da Amazon promete causar frisson no setor de livros digitais, além de representar um marco para o setor editorial brasileiro. Mas, isso se as editoras concordarem. Já que primeiramente, a empresa pretende iniciar no setor de livros, principalmente no de e-books, tendo como concorrentes diretos as 44

livrarias Saraiva e Cultura e os grupos B2W, formado pelo Submarino, Americanas.com e Shoptime, além da Nova Pontocom, com Ponto Frio, Casas Bahia e Extra. De acordo com Marcos Morita, mestre em administração e professor de estratégia em marketing na Universidade Mackenzie, o gigante do e-commerce, com um faturamento de U$ 48 bilhões, detém 75% do mercado de livros físicos e 65% dos e-books no enorme e competitivo segmento editorial norte-americano, onde as vendas de e-books movimentaram cerca de US$ 400 milhões em 2011, conforme dados da The Yankee Group. “Por aqui, ainda estamos engatinhando, conforme dados coletados por Carlos Carrenho, sócio fundador do Publish News. Carrenho cita alguns exemplos como o livro “A Cabana”, com 200 mil cópias em papel versus apenas mil downloads

e o hit “Comer, rezar e amar”, com míseros 75 downloads versus 10 mil livros impressos”, afirma Morita. Mesmo sem ainda nem ter firmado os pés em território verde e amarelo, as metas da Amazon são ousadas, pois até o fim deste ano a norte-americana pretende vender 1,1 milhão de produtos e, em 2013, chegar a 4,8 milhões. A confiança vem da principal diferença entre ela, que está chegando, das já atuantes no mercado nacional. Pois especialistas indicam que a marca fundada na década de 90, por Jeff Bezos, captou a importância da experiência de compra dos consumidores. Além disso, a loja trata o cliente de modo diferenciado, proporcionando uma loja personalizada a cada um. Isto, sem contar que há informações de que a Amazon troca o produto sem discutir com o cliente, completamente diferente do que ocorre por aqui.


Enquanto a Amazon ainda esbarra nas editoras e na legislação brasileiras, já que no Brasil não há leis específicas para a internet, vale a pena refletir sobre os impactos que os e-books podem causar. “Determinar quando os livros digitais ultrapassarão o impresso é hoje um exercício de futurologia. Porém, adaptar o atual modelo de negócios para o novo formato é uma obrigação para escritores, editoras, gráficas, livrarias e demais integrantes do setor de produção e de distribuição. Pense por um momento na logística necessária para lançar um livro em território nacional: impressão em grande escala, armazenagem, distribuição, entrega e exposição em milhares de  pontos  de vendas. Em seu novo formato, não mais do que algum espaço em nuvem, servidores e alguns cliques”, finaliza Marcos Morita. 

Leitor de livros digitais

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casa

FOTOS: BANCO DE IMAGENS

Por Vivian Barbosa

Livre-se da umidade Saiba qual a melhor forma de acabar com infiltrações e conservar as paredes de casa Dentro de casa alguns problemas são bem comuns. É o caso de goteiras, problemas de instalação elétrica e, claro, umidade. Indiferente de ser em casa ou apartamento, as paredes podem ser condenadas, caso a umidade não seja tratada com o cuidado que pede. O ideal é cuidar dos detalhes desde a construção do imóvel para evitar problemas futuros. Quem explica é o arquiteto Fernando Luiz Guedes: “Este problema acontece quando não é feita a impermeabilização adequada no momento da construção das paredes. Isso faz com que a umidade venha de baixo para cima, 48

a partir do solo. Outra causa comum é quando ao problema surge de cima para baixo, quando os rufos (proteção usada sobre as paredes para impedir a entrada de água da chuva), calhas e telhas são mal colocados”. Outro agravante para os locais que têm umidade nas paredes é a falta de ventilação do ambiente. Fernando diz que, se o terreno for úmido e a impermeabilização não for feita da forma correta, a umidade subirá do solo para as paredes. Esse processo é chamado de capilaridade. “A ventilação não impediria que isso acontecesse, mas poderia facilitar a evaporação da umi-

dade externa, pelo menos”, completa. Algumas áreas têm propensão à umidade. Essas são chamadas de áreas molhadas, como cozinhas, banheiros e áreas de serviço. O arquiteto conta que a própria característica do ambiente dificulta a evaporação da umidade, principalmente pela existência de barras impermeáveis, como azulejos e porcelanatos. Esse tipo de revestimento visa a impedir que a umidade externa ataque as paredes. Mas, quando o problema é interno, por maior que seja a ventilação do local, o efeito será contrário, ou seja, a parte de dentro da parede se manterá úmida. 


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casa

Parede com textura

Parede com revestimento

Além de revestimentos, muitos acreditam que a textura possa acabar com o problema, mas isso não é verdade. O arquiteto explica que elas podem minimizar a umidade local, principalmente a que vem da chuva, que é mais fácil de resolver do que a que vem do solo. O que acontece é que um revestimento com produto impermeabilizante pode manter o visual da parede intacto. Porém, a umidade interna continuará por lá. Assim como problemas de saúde física, a umidade apresenta alguns sintomas. “É possível identificar o problema quando bolhas aparecem nas paredes, a pintura começa a descascar, manchas de coloração mais escura ou até mesmo diferença na temperatura local. Basta passar a 50

mão e perceber a sensação de molhado na parede. Em locais com revestimento, a percepção é mais difícil, pois os problemas ficam escondidos.” A melhor forma para não sofrer com a umidade nas paredes e ver a casa se estragar por causa das infiltrações é prevenir-se. Fernando afirma que é no processo de construção que a impermeabilização entre o alicerce e a parede, com produtos de qualidade, deve ser feita. Mas, se não foi possível prevenir, é bom remediar. “Quando não tiver jeito e a umidade estragar a parede, é preciso descascá-la totalmente e retirar o revestimento até o tijolo. Depois, deve-se refazer o revestimento misturando produtos que ajudem a cristalizar a umidade e que impeçam

que ela se manifeste nas paredes. É importante dizer que isso não impedirá que ela suba a partir do solo, mas poderá dificultar que ela apareça.” É comum ter problemas de infiltração por causa da parede de vizinhos. Muitos gostariam de resolver o problema sem ter de partir para obras mais pesadas. Mas, como Fernando mesmo diz, não dá para fazer uma omelete sem quebrar os ovos. Quando o problema acontece entre as paredes, o ideal é que o procedimento indicado acima para consertar a área afetada seja feito em ambos os lados das paredes. E, mesmo assim, corre-se o risco de o problema voltar. Afinal, o correto mesmo é construir a casa com as paredes impermeabilizadas. 


solidariedade

FOTOS: RAFAEL ALMEIDA

Por Val Oliveira

Apae Associação de pais e amigos dos excepcionais A Apae é uma entidade filantrópica que presta serviços a fim de proporcionar bem-estar e condições de desenvolvimento para pessoas com deficiência mental, de diversos tipos e severidades. No Brasil, a primeira Apae surgiu em 1954, no Rio de Janeiro. De lá para cá a instituição ganhou força e hoje é instrumento de inclusão social em muitas regiões do País. Em Guarulhos, a entidade mantém dois endereços e atendimento a 368 pessoas, na vila Rio e no Jardim Santa Mena. Na unidade Vila Rio estão sediados os projetos de cunho profissionalizante, com oficinas de artesanato, panificação, confeitaria, reciclagem, entre ou52

tros, com simulações de situações relacionadas ao mercado de trabalho, como segurança, saúde, legislação e cuidados pessoais. A unidade Santa Mena é voltada para a educação, com o ensino fundamental I e educação de jovens e adultos, na modalidade educação especial. Segundo a presidente da entidade, Maria Aparecida Martins Milan, o atendimento contempla crianças, adolescentes e adultos com deficiência intelectual, síndrome de Down, autistas e pervasivos – cadeirantes com dificuldade de deglutição e que precisam de atendimento constante, com idade entre 6 e 50 anos. “Somos

uma escola e temos pessoas com capacidade de serem alfabetizadas. Para outros, temos atividades diversas como esportes, aula de música e arte-educação, entre outros”, informa, explicando ainda que o trabalho desenvolvido com crianças e adolescentes na unidade Santa Mena permite identificar alunos com capacidade para serem transferidos para a unidade Vila Rio e para os cursos profissionalizantes. “Através desse projeto, temos, atualmente, 80 pessoas inseridas no mercado de trabalho em empresas parceiras. Também estamos incentivando o esporte. Recentemente, três de nossos internos ganharam medalhas em


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solidariedade

competições de natação, corrida e dardo, em um campeonato realizado em Catanduva, interior de São Paulo, mesmo não tendo condições adequadas para os treinamentos. Tenho certeza que, em breve, vamos firmar parcerias para incentivá-los cada vez mais”, diz, orgulhosa. Os projetos na entidade são mantidos por meio de convênios com os governos municipal e estadual, empresas e cidadãos que colaboram com doações esporádicas ou mensais, com depósitos bancários ou pagamento de carnê, de acordo com as posses. Segundo a presidente, só a folha de pagamento consome 70% da receita. Atualmente, os esforços estão concentrados na reforma das salas de aula e a ampliação do espaço físico é a necessidade mais urgente. “Com a doação que recebemos da UnG, proveniente das taxas de inscrição para o vestibular -, conseguimos pintar a fachada, colocar espelhos grandes na sala de dança e telas no refeitório, que é uma exigência da Vigilância Sanitária”, conta, explicando que a próxima etapa é dividir todas as salas com paredes de alvenaria, para aplacar o barulho que, por vezes, impede a realização de determinadas atividades. Hoje, a instituição conta com o trabalho voluntário de duas pessoas. Para atuar na entidade é preciso preencher um formulário de cadastro, especificando as habilidades e o tempo disponível. Para doar alimentos, roupas, sapatos ou qualquer outro tipo de produto, basta ligar, que a entidade se encarrega de fazer a retirada e converter em renda, por meio de um bazar. Os interessados em usufruir dos serviços prestados pela Apae devem fazer inscrição e apresentar laudo médico, psiquiátrico e neurológico, com o CID – Código Internacional de Doenças -, para avaliação da gravidade do problema. Mas, as preocupações da presidente vão além disso. “Não temos condições para atender deficiências muito severas. Há uma fila de espera com mais de cem pessoas. Por falta de espaço físico, não podemos atendê-los. Está em vias de acontecer uma mudança regulamentar com limitação para atendimento de pessoas entre 25 e 30 anos. O que vamos fazer com as pessoas que estão fora dessa faixa etária? O espaço “Com Vida” atende gente que saiu da fase de aprendizado, com mais de 30 anos, e que não será mais alfabetizada. É um trabalho para que eles tenham autonomia e condições de convivência. Não podemos simplesmente tirá-los daqui. Precisamos, urgentemente, de mais espaço”, declara, afirmando que essa é sua maior luta, pois acredita que a Apae tem condições de abraçar a todos que estão na fila de espera. 

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Maria Aparecida Milan

Sala de recreação

Quadra de esportes

Apae Guarulhos Unidade I - Avenida Salgado Filho, 3.411, vila Rio de Janeiro Unidade II – Rua Aluizio de Farias, 141, Santa Mena Tel.: 2409-1050 Email: guarulhos@apaebrasil.org.br http://guarulhos.apaebrasil.org.br/


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mesa

FOTOS: RAFAEL ALMEIDA

Por Val Oliveira

Dirce e Tadeu Jr.

Alameda Real

Gastronomia para agradar o paladar da realeza e da plebe Com o salão principal que tem capacidade para receber 120 pessoas e o salão de eventos que acomoda 70 convidados, o restaurante e pizzaria Alameda Real destaca-se por oferecer, em um só endereço, ambiente propício para a happy hour, almoço de negócios ou jantar em família. O espaço amplo e clean foi decorado para deixar o ambiente harmonioso. As cores foram usadas para aguçar os sentidos e para relaxar. “A parede vermelha dá um contraste aos tijolos à vista, ao passo que o salmão relaxa. O teto mais baixo e iluminação especial colaboram para o maior conforto, principalmente à noite. Acima de 30 pessoas, reservamos o espaço de eventos e só cobramos pelo prato e bebida que o cliente escolher”, explica Tadeu Júnior que, ao lado dos pais Dirce e Tadeu, administra o local. O Alameda Real serve a culinária tradicional com grande variedade de pratos e funciona como churrascaria e pizzaria à la carte. No cardápio há 46 sabores de pizzas salgadas e seis doces, com cinco tipos de bordas. Além das 56

carnes especiais e massas caseiras, há pratos como a especialidade da casa, o Filet à Caprese, composto por filet mignon à milanesa, recheado com presunto, molho branco com parmesão e champignon gratinado, arroz à grega, batatas à francesa e muçarela de búfala, tomate e cebola à milanesa. O ambiente é totalmente climatizado e, para maior interação entre a produção dos pratos e o salão, foi projetado de modo a permitir que churrascaria e pizzaria fiquem visíveis aos clientes. Tadeu conta que escolheram instalar-se na charmosa alameda porque um estudo apontou que a área estava carente de um restaurante nesses moldes. “Os empresários desta região sentiam falta de um espaço como este, até mesmo para sair um pouco daquele trânsito da avenida Paulo Faccini e do Centro”, explica, relatando que, em três anos, o cardápio do restaurante recebeu ajustes, de acordo com o gosto dos clientes. “Somos muito abertos às críticas e sugestões. Se dentro do estudo percebemos que podemos atingir grande parcela dos nossos clientes, aplicamos as sugestões,

sempre primando pelo tempero diferenciado, boa qualidade e a satisfação daqueles que nos prestigiam.” Serve bebidas sem álcool e alcoólicas. Oferece seleta carta de vinhos,; conta com parceria com a Casa Flora, uma das maiores importadoras da América Latina. Em agosto, para comemorar o terceiro aniversário da casa, o serviço delivery para refeições executivas também acontece no horário de almoço, das 11h30 às 17h. Os preços variam e há pratos executivos a partir de R$ 14,90. O tradicional bacalhau à Vila Real, que serve até 3 pessoas, custa R$ 174,90. Estacionamento próprio, gratuito. Aceita todos os tipos de cartões, exceto tíquetes. Funcionamento: de terça a sábado, das 11h30 às 23h30; domingo, das 11h30 às 17h.  Alameda Real – Restaurante e Pizzaria Alameda Yayá, 468, vila Aida Tel.: 11 2453-4510 2453-4666 www.alamedareal.com.br


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moda Por Tamiris Monteiro

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Assim como as roupas, as maquiagens também já foram mostradas nos desfiles que apresentaram as tendências para a temporada Primavera/Verão. O que pode ser notado é que, nas estações quentes, a maquiagem será mais leve. A pele natural promete ser bastante usada. Para isso, os hidratantes com cor (BB cream) e as bases leves não poderão ficar de fora da nécessaire. Na boca, muitas cores poderão ser usadas e o vermelho continuará em alta. O que fica para trás é a boca opaca. No Verão, nada de mate. E, para você ficar por dentro do que será usado nos olhos, o hair make up Rickk Golçalves, da estética Dolce Vitta, em Guarulhos, fala o que será up e over na próxima temporada. 

CÍLIOS POSTIÇOS Um dos truques de beleza do Verão 2013 é o uso dos cílios postiços, que está cada vez mais popular. “Eles serão os grande queridinhos da Primavera/Verão”, pontua Rickk. Já existem cílios com adesivo, mais fáceis de aplicar. Mas, quem não gosta ou tem dificuldade de aplicá-los, deve caprichar no uso das máscaras, para alongar e preencher os fios.

TONS DE MARROM

METALIZADOS Além das sombras coloridas, as cores metalizadas e também as com glitter estarão com tudo na próxima estação. “O up do momento serão os tons de dourado, cobre, ouro velho, prata e azul metálico, entre outras cores esfumadas com marrom - toque que dá um ar mais glamouroso aos olhos. Essas cores vêm para combinar com a pele nude que também estará em alta”, ressalta. 58

Nos desfiles internacionais, as sombras marrons apareceram bastante, algumas em tonalidades claras para equilibrar a maquiagem natural e outras mais fortes, para marcar os olhos e substituir o preto. “Alguns tons do Inverno ainda continuarão up no Verão, como o terracota e o ocre laranja que, além de serem usados nas sombras, também estarão presntes como blushes”, afirma.


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moda Por Tamiris Monteiro

MUITAS CORES Cores como laranja, azul e amarelo serão usadas durante o Verão, mas o conselho do hair make up é tomar cuidado na hora de misturar as cores. “As mulheres podem usar todas as cores, elas só precisam saber aplicar o make e fazer as combinações, para não sair feito um carro alegórico de escola de samba”, brinca.

COR DA SOMBRA COM A DA ROUPA Se nem a moda exige mais combinar as roupas com acessórios, para que combinar a cor da sombra com o look? Esse tipo de combinação é considerado cafona. O ideal é harmonizar a composição das roupas com as cores escolhidas para o make.

RÍMEL COLORIDO Os rímeis coloridos fizeram sucesso no último Verão. Mas, agora eles ficam na gaveta e o que volta a compor a maquiagem da próxima estação são os tons de preto, marrom e até o transparente. Como os cílios estarão em destaque, é permitido abusar dos tradicionais rímeis para deixar o olhar vistoso.

OLHOS MARCADOS Assim como no Inverno, durante o Verão os olhos marcados continuam em alta. Para marcar os olhos, além das sombras em tons metalizados ou coloridos, o ideal é usar o delineador com um traço básico na pálpebra superior e marcar a linha d’água com lápis e esfumá-lo com a ajuda de uma sombra da mesma tonalidade do lápis. Para quem tem olhos caídos ou grandes, a dica é fazer somente o traçado com lápis, pois o esfumado dá o efeito de um olho maior.

DELINEADOR COM TRAÇO GROSSO E LONGO O delineador continuará a ser usado, mas com suavidade. O traço grosso perde a força e a maquiagem dos olhos fica evidenciada pela aplicação caprichada do rímel preto e por leves e finos traços esfumaçados de lápis para olho. 60


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Existe no mundo alguém

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Miguel Alves Oliveira (1 ano e 6 meses) Filho de Everton e Amanda

Geovanna Prezzoto de Lima

Pedro Porto e Giulia Will

(1 ano e 5 meses e 8 anos) Filhos de Marcela

Pietra Victória (2 anos e 11 meses) Filha de Plauto e Cláudia

Sophia Szul de Freitas

Giovanna Leticia Fontana Kocsis

Rodrigo Fontes Ferreira

Vallentina Mesquita

(5 dias) Filha de Lucas e Rebecca

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(2 meses) Filho de Ademir e Viviane

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(4 anos) Filha de Washington e Sonia

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mais bonito que os filhos da gente?

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Ana Luiza Xavier Ribeiro

(4 anos) Filha de Denis e Damara

Murilo Francelino de Vasconcellos (2 anos) Filho de Vicente e Adriana

Pietra Szul

Cecilia Granzoto

(3 anos) Filha de Douglas e Sueli

(2 anos) Filha de José Carlos e Suellen

Cauê Gonçalves Pestile Fernandes

Manuela Ramos Santos

Ana Julia Brichucka Jales

Erick Conrado Campos

(6 anos) Filho de Ronald e Viviane

( 2 meses) Filha de Bruno e Tatiane

(1 ano e 6 meses) Filha de Rogério e Marcela

(3 anos) Filho de Leonardo e Flavia 67


crítica

DOUGLAS CAETANO

Por Simone Carleto

Resposta rápida Domingo, dia de sol, Dia dos Pais. Estava ansiosa para acabar a prova e chegar ao almoço na casa de meus avós. Acabei esquecendo minha blusa na sala do vestibular, o que só percebi no final da tarde, quando a brisa fez cair a temperatura do corpo e procurar minha blusa preferida. Cheguei em casa após uma corrida, conversas, visitas e, na Internet, entrei no fale conosco para enviar uma mensagem: pertence esquecido. Já era noite. No dia seguinte, segunda-feira, antes das oito horas, já havia uma resposta – não automática, uma resposta de verdade – no meu e-mail. Muito bem impressionada, entrei em contato com a pessoa que fora indicada na mensagem, que me atendeu prontamente. Não sei se recuperarei a blusa, mas a resposta já deu uma certa satisfação e até uma esperança. 68

Na inauguração do Mercado Municipal em Amparo, em julho próximo passado, falaram o atual e ex-prefeito da cidade. Ambos elogiaram bastante a equipe de trabalho, sem a qual não poderiam eles ser os administradores que são. O ex-prefeito, professor universitário, disse algo que ficou muito presente a respeito da importância de cada pessoa realizar da melhor maneira o seu trabalho, qualquer que seja, para a melhoria das coisas em cada cidade, estado, país. Então lembrei desse pressuposto revolucionário no momento da resposta que recebi. E imagino que, assim como senti-me contemplada mesmo sem estar com meu pertence de volta, deparar com situações como esta em que se é bem atendido deve gerar novos sucessos de comunicação e entendimento. Porque essa atitude

estimula o mesmo no outro. Ensina. Existe de tudo no mundo, que como disse um amigo cubano, para ser mundo ele tem mesmo que ter de tudo. Conviver com a diversidade. Há pessoas ditas revolucionárias que são incoerentes com o que postulam; há ditos voluntários que transformam o seu cotidiano e de outros e há pessoas se organizando para unir forças e transformar mais efetivamente a sociedade. Contradições fazem parte da dinâmica das coisas e dos seres. Observá-las atentamente é o início da possibilidade de superá-las. Ignorar ou negar é um dos mecanismos de manutenção dos sistemas que nos indicam o que fazer, como ser, o que consumir. Enfim, os famigerados padrões. Considerados opressores ou não, todo sistema tem uma brecha, todo padrão tem exceção. E é aí que pode acontecer a mudança. 


registrando Por Valdir Carleto e Maitê Coelho

ACE-Guarulhos reúne novos associados em Café Empresarial DIVULGAÇÃO

A Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos (ACE) entregou, no dia 14 de agosto, certificados de filiação para empresas recentemente associadas à entidade. A ação faz parte do projeto “Café Empresarial” que tem por objetivo principal a integração dos empreendedores. Os associados foram recepcionados com um café da manhã. Em seguida, já no auditório Luis Roberto Mesquita, o presidente da ACE, Jorge Taiar, deu as boas vindas e disse que a Casa do Empreendedor, sede da entidade, é fruto do esforço de cada filiado. Os interessados em associar-se à ACE-Guarulhos podem solicitar a visita de um consultor comercial da entidade. ACE-Guarulhos. Avenida João Bernardo Medeiros, 278, Bom Clima. Tel.: 2137-9305.

Olavo de Brito, da empresa ODB Consultoria e Treinamento, e o presidente da ACE, Jorge Taiar VERA JURSYS

Paulo Payakan, presidente do Falcões; Lurdes Almeida, primeira dama de Guarulhos; Giovane, vice-presidente do Falcões e Andrea Grucci, coordenadora do Fundo Social de Solidariedade

Falcões Moto Clube doa alimentos ao Fundo Social  A Coordenadoria do Fundo Social de Solidariedade recebeu, no dia 7 de agosto, no Centro Empresarial Internacional Guarulhos, cerca de 50 toneladas de alimentos do Falcões Moto Clube, arrecadados durante o 17º aniversário da entidade, comemorado no final de julho.  As doações são distribuídas aos programas sociais da Prefeitura e às entidades beneficentes assistidas pelo órgão. Os interessados em doar alimentos devem entrar em contato com a Coordenadoria do Fundo Social de Solidariedade pelo telefone 2472-5178. 70


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registrando DIVULGAÇÃO

Demian Maia na Acqua Sport No dia 26 de maio, a Academia Acqua Sport proporcionou um seminário com Demian Maia, um dos maiores atletas do esporte e da história do jiu jitsu mundial. O esportista esclareceu dúvidas num bate-papo descontraído. Em mais de duas horas de palestra, os participantes puderam absorver diferentes técnicas de posicionamento, defesa e ataque ao oponente. www.acquasport.com.br. Telefones: 2440-3898 / 2461-3122 ou acquasport@acquasport.com.br. Acqua Sport Academia. Rua Jaiminho, 75, vila Progresso. MÁRCIO MONTEIRO

Modelo Cauê Deveras

Oficinas de armazenamento do Programa Mãos que Ajudam RAFAEL ALMEIDA

O programa Mãos que Ajudam, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, promoveu, no dia 28 de julho, oficinas de técnicas de armazenamento que utilizam alho e garrafas pet para prolongar o tempo de validade dos alimentos. O evento aconteceu em 34 templos da igreja no estado de São Paulo. As unidades de Guarulhos doaram os alimentos ao Asilo São Vicente de Paulo e ao Abrigo para Menores do Núcleo Batuíra, que ficam em Cumbica. www.maosqueajudam.com.br. Capela Jardim Bela Vista. Rua Santa Maria da Vitória, 67, Jardim Bela Vista.

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Special Model No dia 26 de julho, aconteceu, no Gaivota Eventos, o desfile da Special Model. A abertura do evento foi feita pelos modelos, que fizeram uma encenação após receber aulas de teatro do grupo Casarte. Mais de 500 pessoas estiveram presentes e 132 modelos desfilaram para as lojas Eureka Fantasias, Rader aluguel de roupas, Hot Sland moda masculina, Tropical moda praia, Rosa Choque moda feminina, Bee Fashion moda infantil e Tutti Frutti moda infanto-juvenil. Avenida Doutor Timóteo Penteado, 959, Centro. Tel.: 2408-6665.


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registrando

Cortella palestrou na Escola Estadual Salime Mudeh O professor e filósofo, autor de diversos livros, ministrou palestra na Escola Estadual Salime Mudeh, no Jardim Lenize, no 10o. aniversário do Fórum de Educação do Polo 9, como é chamado o grupo de escolas da região do Jardim São João. Fazem parte do Polo, além da anfitriã, as escolas: Cidade Seródio, Aviador Sandy Miyake, Haroldo Veloso, Hernani Furini, Cyro barreiros, Parque Santos Dumont, Maurício Nazar, Idalina Ladeira e José Storópoli. Mestre em educação pela PUC e membro do Conselho Técnico-Científico da Educação Básica, Cortella foi recepcionado pela diretora da Escola Salime Mudeh, Nilma de Figueiredo Gaspar, e pela dirigente Regional de Ensino de Guarulhos-Norte, Maria Inez Molinari Sofia. No pátio lotado, diretores e professores das escolas participantes. O Coral da escola anfitriã, recém-formado, fez duas apresentações. O palestrante referiu-se ao ofí-

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cio de educador como uma tarefa que só pode ser exercida com qualidade se for encarada como algo prazeroso e útil. Citou diversos exemplos de situações-limite vividas pelos professores diariamente em sala de aula, reforçando que “a esperança que precisa prevalecer é a do verbo esperanças e não do verbo esperar”. Segundo ele, nunca se chega a bom resultado quando

apenas se espera que algo positivo venha a acontecer. Ao longo de sua fala, mencionou trechos de algumas de suas obras literárias, contou passagens de sua vida e fatos corriqueiros vivenciados com sua família, que ilustraram orientações que buscou transmitir aos educadores, motivando-os a valorizar a profissão e a perseverar pela melhoria contínua da qualidade do ensino.

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Pesquisador de Stanford recebe comitiva da Agende

 

Professor Devanildo Damião e o pesquisador Henry Etzkowitz 74

No dia 3 de agosto, a comitiva da Agende (Agência de Desenvolvimento e Inovação), composta pelo professor Devanildo Damião e o gerente geral Paulo Gonçalves, foi recebida por um dos maiores especialistas mundiais em ambientes inovadores, o professor norte-americano Henry Etzkowitz, na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Agende Guarulhos. Rua Paschoal Conte, 225, vila Sirena. www.agendeguarulhos.org.br. Tel.: 3488-9535.


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Experimento Intercâmbio inaugura loja em Guarulhos FOTOS: JAQUELINE JAQUIER

No dia 10 de agosto, aconteceu a inauguração da franquia Experimento Intercâmbio Cultural em Guarulhos, com um coquetel em que estiveram presentes os diretores da rede e da franquia, coordenadores de escolas da região, amigos e parceiros. A Experimento é a maior rede especializada exclusivamente em intercâmbio cultural, está no País desde 1964, e é pioneira no segmento. A rede foi eleita a melhor escola de intercâmbio da América Latina pela revista Language Travel Magazine em 2010 e 2011. Este ano, a escola está concorrendo novamente ao prêmio. Experimento Intercâmbio Cultural. www.experimento.org.br. Rua Lucila, 174, vila Progresso. Tel.: 4966-5447.

Ana Santos, Isabel Cruz e Patricia Santos - proprietárias; Iracema Cruz e Roberta Zocchio, diretora da Experimento Intercâmbio Cultural 76

Patrícia Santos, Isabel Cruz, Amanda Romano, consultora de Intercâmbio, e Ana Santos


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Lançamento de HQs e projetos no Studio de Arte e Desenho Aconteceu no dia 4 de agosto a exposição, formatura, lançamento de revistas de histórias em quadrinhos e dos projetos de games dos alunos do Ponto de Cultura Studio de Arte e Desenho, projeto da Prefeitura de Guarulhos, em parceria com o Governo Federal . O evento marcou principalmente os pais e alunos, por ser o primeiro para suas carreiras, além de ser um momento de confraternização para os familiares, professores e a sociedade na formação de novos agentes culturais de Guarulhos. Studio de Arte e Desenho, rua Jorge Street, 51, Centro. Tel.: 2443-0726. DIVULGAÇÃO

Inauguração da loja Divino Salto No dia 9 de agosto aconteceu o coquetel de inauguração da loja de calçados Divino Salto. Estiveram presentes empresários de Guarulhos, políticos, clientes, amigos e familiares. Rua Coronel Portilho, 106, Centro. www.divinosalto.com.br. E-mail: contato@divinosalto.com.br. Tel.: 2408-5626. Funcionárias da loja, com Marcos Rogério e Marissa Almeida, proprietária

Novo Pet Shop na cidade No dia 4 de agosto, a Boy Boy Pet Shop promoveu um coquetel de inauguração. No evento estavam presentes clientes, amigos e seus animais de estimação e os proprietários Felipe Oliveira e Vinícius Pavani. A loja oferece produtos para animais, tem veterinários, serviço de banho, tosa e táxi dog. Avenida Suplicy, 529, Santa Mena. Tel.: 2409-5973 78

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veículos Conexão pública

A Toyota está entusiasmada com o Etios. A montadora preparou uma exibição especial – chamada Etios Connection – de seu novo compacto de entrada em shoppings movimentados de diversas capitais brasileiras. As versões hatch e sedã serão expostas para atrair interessados antes mesmo que o carro chegue às lojas – previsto para o começo de outubro. O Etios hatch terá duas opções de motor, um 1.3 16V de 90 cv e 12,7 kgfm de torque e um 1.5 16V de 96,5 cv e 13,9 kgfm, sempre com etanol. O sedã terá apenas o motor maior. A Toyota confirmou os preços, que estão longe dos compactos de entrada do mercado, como chegou a ser aventado. Eles começarão a partir dos R$ 35 mil para o hatch básico – que ainda dispensa o ar-condicionado – e seguem até os R$ 48 mil para o sedã completo. A marca também trouxe para o Etios Connection unidades do esportivo GT 86 e do híbrido Prius – este próximo de começar a ser vendido no país.

Lição de casa

A Fiat não tem do que reclamar no mercado brasileiro no que diz respeito à imagem. A fabricante mineira levou três prêmios na pesquisa realizada pelo instituto J.D. Power Brasil. Mille, Siena Fire e Punto foram os mais bem colocados na pesquisa de satisfação do consumidor respectivamente nas categorias subcompacto, compacto de entrada e compacto superior. Foram entrevistados mais de 8 mil proprietários de carros comprados há no mínimo um ano. Nas outras duas categorias, monovolume e carro médio, Honda Fit e Toyota Corolla respectivamente, venceram. A Toyota, aliás, foi a campeã de satisfação do público na listagem geral, à frente de Hyundai e Kia. Apesar de ter ganho nas três principais categorias, a Fiat ficou apenas em oitavo lugar, atrás da Citroën. Marcas bem estabelecidas no mercado brasileiro, como Volkswagen e Ford, ficaram ainda mais abaixo.

Empobrecido

A chegada do pequeno Volkswagen Up! ao Brasil não é mais nenhum segredo. O carrinho já roda em testes pelo interior do país, mas os detalhes de sua forma final ainda são um mistério. As unidades flagradas são na verdade do Skoda Citigo, a versão de baixo custo do Up! na Europa, que tem algumas diferenças em relação ao modelo de Wolfsburg. A principal delas é a tampa do porta-malas de chapa, em vez do vidro inteiriço do Volkswagen. Mais barato, ele deve integrar o Up! nacional. O carro feito em Taubaté também deve ser maior que o alemão, já que para os moldes brasileiros, os 3,54 metros de comprimento – 10 cm menos que um Fiat Mille – e 2,42 de entre-eixos podem ser pequenos demais. No entanto, ao que tudo indica, as janelas traseiras serão apenas basculantes, como no europeu. O motor também será o mesmo 1.0 de três cilindros. Ele produz até 70 cv, número que deve aumentar com o sistema flex nacional. O preço deverá ficar na casa dos R$ 25 mil. 

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Fonte: Revista Forbes | Fotos: Divulgação

Pesquisa: Val Oliveira

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Tom Cruise

A revista Forbes divulgou um ranking com os atores mais bem pagos de Hollywood. A pesquisa compreende o período de maio/2011 a abril/2012, baseada na cotação do dólar do dia 04/07/2012, no valor de R$ 2,02. Confira a lista dos homens mais endinheirados do cinema americano:

US$ 75 milhões (R$ 152 milhões)

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Os milionários de Hollywood

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Leonardo DiCaprio

US$ 37 milhões (R$ 75 milhões)

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Dwayne Johnson

US$ 37 milhões

US$ 36 milhões

(R$ 75 milhões)

(R$ 72 milhões)

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Adam Sandler

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Ben Stiller

US$ 33 milhões (R$ 66 milhões)

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Johnny Depp

US$ 30 milhões (R$ 60 milhões)

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Sacha Baron Cohen US$ 30 milhões (R$ 60 milhões)



Revista Guarulhos - Edição 67