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www.revistavitti.com.br Edição 143 - Ano 12 Novembro, 2017 Foto: Monicuee Alvez

Negócios

Como superar as limitações que inibem nossas realizações

Religiosidade Frei Galvão, o Santo do Povo

Gastronomia Bolinho Caipira: uma delícia do Vale do Paraíba

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA VENDA PROIBIDA Vale do Paraíba e Litoral Norte Novembro, 2017

Entrevista e Capa

Dra. Érika Stancolovich

Capa desta edição, psicanalista e palestrante fala sobre suas experiências, pesquisas e de como a Resiliência se tornou o tema de seu aclamado primeiro livro

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Índice

Novembro 2017 | Edição 143 | Ano 12

Economia

Cortar investimentos não gera economia ................... 30

Negócios

Limitações que inibem nossas realizações ................ 32

Seu Bolso

Injustiças da carga de impostos .......................................33

Religiosidade

Frei Galvão, o Santo do Povo ...................................... 47 Monicuee Alvez

Saúde

Psoríase tem tratamento .....................................................51

Gastronomia

Bolinho Caipira.....................................................................52

Tribos de Taubaté

Farmacêuticos ............................................................. 56

Entrevista

Érika Stancolovich .......................................................10

Capa desta edição, psicanalista e palestrante fala sobre suas experiências, pesquisas e de como a Resiliência se tornou o tema de seu aclamado primeiro livro.

Carros

SUVs mais econômicos............................................... 58

Turismo

Pedra do Baú, um tesouro da Mantiqueira......................62

Agenda

Confira o mapa cultural da região............................... 64

Editorial

Adaptar-se Para Ser Feliz

N

ovembro chegando e a Revista Vitti está em suas mãos trazendo o melhor conteúdo regional nas páginas que estão a seguir. Neste número, trazemos como capa e entrevista do mês um bate-papo com a psicanalista Érika Stancolovich. Ela é autora do livro “Resiliência – Vença o stress e controle a pressão antes que eles dominem você”, que tem feito muito sucesso e já está em sua terceira edição. Premiada na França, e convidada a palestrar em países como Inglaterra e EUA, Érika fala sobre sua vida, experiências sociais, as pesquisas para o seu livro e das palestras que tem feito sobre o tema. Ser Resiliente, para ela, é ter a capacidade de se recuperar diante das adversidades e ergue-se 6 | Vitti | revistavitti.com.br

diante delas, e ser protagonista de sua própria vida. Vale a pena conferir essa ótima entrevista com a escritora e psicanalista. Nossa edição deste mês traz ainda matérias e artigos superinteressantes, selecionados especialmente pensando no nosso seleto e sempre antenado público leitor. Esportes, saúde, beleza, turismo, meio ambiente, gastronomia, economia, negócios, pets, arquitetura, tecnologia e muito mais estão recheando esta revista. Nossos colunistas sociais, como sempre, registraram em fotos todos os mais concorridos e badalados eventos de toda a região. Festas, inaugurações, viagens e gente bonita, tudo nas nossas colunas, não deixe de conferir. Esperamos que você aprecie mais esta edição feita com muito carinho por nossa equipe. Boa leitura! Boa leitura.

Marcela Vitti Diretora “Eu te louvarei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Em ti me alegrarei e salvarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.” SALMO9:1-2

Novembro, 2017


Diretora: Marcela Vitti Assistente: Isaura Silva Diagramação e Criação: Bruno Moura Jornalista Responsável: Danielle Martins da Silva - MTB: 37796 Foto da Capa: Dra. Érika Stancolovich (Foto: Monicuee Alvez) Repórter Fotográfico: Monicuee Alvez Colunistas: São José dos Campos: Gilberto Freitas - Caçapava: Anna Dennz Taubaté: Amanda Ayello, Isaura Silva e José Luiz (Luizinho) - Aparecida: Ligia Ballot - Guaratinguetá: Benê Carvalho. Colaboradores: FABIANA FERREIRA, ADILSON PELOGGIA, JULIANA BUENO, ARCIONE VIAGI, RAFAEL FERRO, MARCIO POCHMANN, PAULA GUIMARÃES, ALESSANDRA GABRIEL, ÉRICO PAMPADO DI SANTIS E JOSÉ DINIZ JÚNIOR. DIRETORA COMERCIAL: Marcela Vitti (12) 98122-3000 - marcela@revistavitti.com.br SÃO JOSÉ DOS CAMPOS / TAUBATÉ / PINDA / UBATUBA: Isaura Silva (12) 98270-0019 - isaurasilva@revistavitti.com.br SÃO JOSÉ DOS CAMPOS / TAUBATÉ / UBATUBA: Marcela Vitti (12) 98122-3000 - marcela@revistavitti.com.br GUARATINGUETÁ / APARECIDA / LORENA: Benê Carvalho (12) 98270-0069 - benecarvalho@revistavitti.com.br DISTRIBUIÇÃO: Rodrigo Melo Gratuita e dirigida às cidades de Taubaté, Quiririm, São José dos Campos, Caçapava, Pindamonhangaba, Tremembé, Guaratinguetá, Lorena, Cruzeiro, Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal e Ubatuba Impresso no parque gráfico da Resolução Gráfica Ltda. ATENDIMENTO AO CLIENTE: (12) 3632-3060 / (12) 98270-0018 - Rua dos Operários, 118 - Taubaté - SP Os artigos, matérias, opiniões e anúncios aqui publicados são de inteira responsabilidade de seus idealizadores, e não refletem necessariamente a opinião da Revista Vitti. Os conteúdos veiculados nos anúncios publicitários são de inteira responsabilidade dos anunciantes. É proibida a reprodução total ou parcial da revista sem autorização da Revista Vitti.

Cartas “Gosto muito da revista de vocês e sou fã de esportes regional. Fiquei bem feliz em ver as reportagens sobre o Tour de France, etapa de Cunha, e também a reportagem sobre o primeiro campeonato conquistado pelo Manthiqueira, de Guaratinguetá. Continuem assim, mostrando o que de bom acontece na nossa região. Abração!” Juliano Marenni, por e-mail

“Muito interessante a abordagem sobre a história da devoção a Nossa Senhora Aparecida. Nós, povo do Vale do Paraíba, temos sim que nos orgulhar de termos a maior basílica do país aqui, e recebermos fiéis de todo o Brasil e até do exterior. ” Maria Regina Costa, via Facebook

“Que lindo texto do colunista José Diniz Júnior sobre a Sorveteria Raphael, em Taubaté. Uma das mais tradicionais da cidade e que realmente faz parte da história do nosso município. Parabéns.” Juca Rodrigues, via Facebook

CAPA

Outubro, 2017

“Olá pessoal da Revista Vitti, sou de Pindamonhangaba e sou muito fã da Revista Vitti. Conheci a revista há uns dois anos, e sempre acompanho vocês mensalmente. Adoro as colunas de fotos, festas e eventos, e também das reportagens. Continuem sempre fazendo esse lindo trabalho. Beijos.” Maria Benedita Prudente, por email

CORREIO VITTI

Fale conosco: opine, critique e dê sugestões. Escreva para: redacao@revistavitti.com.br Novembro, 2017

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Nossa equipe

Equipe

ISAURA SILVA

BENÊ CARVALHO

BRUNO MOURA

MONICUEE ALVEZ

Assistente, Vendas e Colunista

Diagramação e Criação

Vendas e Colunista Guará

RODRIGO MELO Distribuidor

Fotógrafa

Colunistas

AMANDA AYELLO Taubaté

Taubaté

GILBERTO FREITAS

ANNA DENNZ

FABIANA FERREIRA

LIGIA BALLOT

São José dos Campos

Esporte

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JOSÉ LUIZ

Caçapava

Aparecida

Novembro, 2017


Novembro, 2017

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Entrevista

Foto: Monicuee Alvez

Dra Érika Stancolovich

“O sonho sem ação é apenas um sonho. Mas o sonho mais a ação é realidade” 10 | Vitti | revistavitti.com.br

R

esiliência: 1- Capacidade de se recuperar diante das adversidades e ergue-se diante delas. 2- Ser protagonista de sua vida! Dra. Érika Stancolovich, 39 anos, celebra o sucesso de seu primeiro livro, “Resiliência – Vença o stress e controle a pressão antes que eles dominem você” (Literare Books International), que já está em sua terceira edição. “O livro foi fruto da vontade de inspirar e transformar as pessoas a se tornarem protagonistas de suas vidas e mudar a sua frequência mental para alcançar resultados extraordinários em suas vidas”, diz a autora. Inspirada numa experiência pessoal de quase morte, Érika se aproximou dos estudos sobre o comportamento humano, e chegou até o conceito da resiliência. Aprofundando-se em estudos de casos e na literatura do tema, formulou o livro que traz histórias de pessoas que encontraram na resiliência uma forma de viver melhor e obter os resultados almejados. A obra traz ainda técnicas aprovadas pelo Conselho Brasileiro de Psicanálise que podem ser aplicadas no dia a dia, como forma de autoconhecimento. Confira a entrevista com a psicanalista, palestrante internacional, e coaching que já foi até condecorada na França e ministrou palestra em Londres.

Vitti – Como se deu seu interesse por questões da psique humana, como a resiliência, que acabou se tornando o tema do seu primeiro livro? Érika Stamcololovich - Cresci ouvindo esta popular frase: “O homem para se sentir realizado precisa plantar uma árvore, ter um fi lho e escrever um livro”. Sábias palavras, para ações que são sinônimos de paciência, zelo e determinação. Sinônimos de um personagem sem dúvida vencedor, um resiliente. Ainda criança, plantei a árvore, sem consciência alguma do que isso significaria no futuro. Em outra fase da vida, fui agraciada com o nascimento de minha fi lha. Mas olhando as sábias palavras, ainda falta um elemento. Apesar de muitos obstáculos, meu sonho persistiu: escrever e publicar um livro. Não um livro qualquer, mas a obra que me permitisse contribuir para a qualidade de vida do ser humano, Novembro, 2017


Fotos: Arquivo Pessoal

O livro foi indicado no programa Domingão do Faustão

Vitti – E a resiliência te atraiu como foco por qual motivo? E.S. - Comecei a estudar comportamentos humanos e como esse processo mental poderia ser utilizado a favor da qualidade de vida do ser humano, fazendo-o ser protagonista da sua vida e alcançar os resultados almejados. Cheguei à conclusão que a maioria de nós se auto sabota o tempo inteiro. Focamos muito no problema e não na solução. E comecei então a estudar porque nos auto sabotamos e como pararmos de fazer isso. Novembro, 2017

Vitti – Quais são as definições do termo “resiliência”, e como isso é aplicado em nossas vidas? E.S. – O conceito de resiliência está na terceira geração. O primeiro conceito dizia que era você sobressair sobre as adversidades e sair fortalecido delas. Na segunda geração, incluiu-se o conceito de que você deve estar preparado para adversidades e antecipar alguns acontecimentos por meio de uma mente assertiva. E hoje nós estamos na terceira geração, que incluiu ainda o conceito de que nós somos protagonistas da nossa vida. Todos os dias que nós acordamos, nós temos o poder de escolha de fazer algo diferente. Não fazemos uso disso por conta de sentimentos mesquinhos, situações que não nos deixa pensar e encontrar os melhores caminhos. Vitti – Estamos passando por um período na sociedade brasileira em que as relações com o trabalho e o emprego estão mudando. Isso tem gerado tensões e crises nas pessoas, que por vezes transformam o trabalho em algo que os consome muito, gerando infelicidade. Como é possível lidar com isso por meio da resiliência? E.S. - Se você não gosta do que faz, especialmente no trabalho, fica difícil suportar as adversidades. A dica que posso dar é: ame o que você faz. Porque você tem que ver sua ocupação como algo que você possa fazer melhor. Adoro a frase “a dor é inevitável, o sofrimento é opcional”. Acontecem coisas na vida que doem, mas passam. Mas o sofrimento se for alimentado to-

dos os dias com reclamações, nunca vai passar. O resiliente jamais faz isso. Ele separa o que é bom, descarta o que é ruim, tira um aprendizado daquilo e segue sua vida. Se algo que ele quis muito não se concretizou, ele sabe que algo bom está por vir, porque o resiliente sempre espera o melhor. Ele exercita a disciplina diariamente, e ela é o grande diferencial para que consigamos sucesso em nossas vidas. Vitti – Como surgiu a oportunidade de ser homenageada em Paris e ministrar uma palestra em Londres? E.S. – O livro teve uma ótima aceitação, vendeu bem e está na terceira edição. Essa boa receptividade me rendeu um convite para ministrar uma palestra em Londres, e lançar o meu livro internacionalmente. E posteriormente o convite da Divine Academie Française des Arts Lettres et Culture, de Paris, pelos relevantes serviços prestados à sociedade. Tudo isso

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Arquivo Pessoal

o levando a refletir sobre suas ações de maneira que se tornasse o personagem vencedor das sábias palavras, e ainda uma pessoa resiliente. Há 18 anos, era junho de 1996 e ouvi o médico me dizer “Vamos para o hospital agora, você está a ponto de apagar... você e sua filha correm perigo”. Saímos correndo, e essa foi minha última lembrança antes de entrar em coma. Eu estava grávida, e tive eclâmpsia. A eclâmpsia é a principal causa de morte materna no Brasil atualmente. Felizmente eu e minha filha hoje podemos contar pelo que passamos, e agradecer pela oportunidade que nos foi concedida por Deus. Mas nesse estado de coma eu ouvia todos à minha volta. Ouvia minha família se despedir de mim, mas não conseguia me mexer nem falar. Mas conseguia ter uma sensação de um poder interior único, uma capacidade mental incrível, e porque não conseguimos usar isso a nosso favor? Porque tendo essa capacidade interior, nós não evoluímos mentalmente? Depois do coma e de me recuperar, comecei a estudar essas questões.


aconteceu no último mês de outubro, e foram experiências incríveis. Vitti - Você em breve estará também nos Estados Unidos. Como serão as atividades por lá? E.S. O 1º Fórum Internacional de Inovação e Resiliência foi um sucesso, e por conta disso recebi o convite de fazer o segundo, que será em março de 2018, nas cidades de Orlando, Miami, Boston e Nova York, nos Estados Unidos. Quero que todos conheçam o poder da resiliência. Quero que as pessoas reflitam sobre ela, se autoconheçam. Estou honrada de ter recebido esse convite e animada com o que vai acontecer lá. Vitti - Como foi o processo de criação e redação do livro “Resiliência – Vença o stress e controle a pressão antes que eles dominem você”? E.S. - Como algumas pessoas conseguem enfrentar tão bem situações adversas? Por que alguns são mais vulneráveis que outros diante de situações de risco? Porque outros indivíduos apresentam invulnerabilidade e competência para manejar situações estressantes? Eis as perguntas que me motivaram para organizar os meus insights sobre o livro. Aprendi que independente da nossa concepção do outro, nós temos que saber o que queremos. Costumo dizer que seu maior problema é você mesmo. A lição básica dessas reflexões é que é preciso estar bem comigo mesmo, para depois enfrentar o mundo e tomar as melhores decisões. O despertar é intrínseco e pode ser acessado somente por nós mesmos, com a chave do autoconhecimento, quando nos permitimos vivenciar as situações a que somos submetidos transformando conhecimento em comportamento. E após reconhecer a sua resiliência, você estará mais propício a entender o outro, a conviver melhor com as diferenças, e ter sucesso em suas relações pessoais, sociais ou familiares, gerando um equilíbrio para os campos financeiros, emocionais, entre outros. Vitti – Há certos tipos sociais que podemos chamar de pessoas de “gostam de sofrer” ou que adoram “ser a vítima”? E.S. – Existe esse tipo de pessoa. Mas não é que ela goste de sofrer. É que existe a famosa zona de conforto. E o sofrimento é uma zona de conforto. Tem pessoas que não querem ou não conseguem sair dela, porque sempre esperam um sofrimento, acham que não tem sorte, acham que Deus 12 | Vitti | revistavitti.com.br

não olha para elas e que são vítimas. Mas isso ela não entende que é uma escolha. Quando a pessoa é tratada, se não for um caso de doenças como esquizofrenia ou bipolaridade, que necessitam de medicações à parte, conseguimos lapidar a pessoa sim. Existem pessoas que tem medo de não sofrer, por mais estranho que isso pareça. Vitti – Hoje você tem uma agenda bem cheia com atividades de palestras e atuando como coaching. Quais são suas atuações nesse setor? E.S. - Hoje faço palestras para o setor de empreendedorismo, utilizando a estratégia resiliente para gerar lucros, conseguir ser mais produtivo e assertivo em suas decisões. Faço palestras também na área da educação, pois os professores encaram desafios, mudanças e situações que não são fáceis. O professor precisa muito mais do que estar apto a ensinar, estar apto a aprender. Trabalho também com pessoas que querem sair de depressão, síndrome do pânico e ansiedade. Mas também trato com pessoas que estão bem, felizes, e que podem potencializar suas qualidades e melhorar suas vidas no campo pessoal e profissional.

“Acontecem coisas na vida que doem, mas passam. Mas o sofrimento se for alimentado todos os dias com reclamações, nunca vai passar.” Vitti - Você já está trabalhando no seu próximo livro. Do que vai se tratar essa 2ª obra? E.S. – No primeiro livro falo da minha experiência pessoal, de como conheci a resiliência e como ela transformou a minha vida. Divido também de alguns casos de pessoas que por conta da resiliência mudaram suas vidas. O segundo livro não será uma mera continuação do primeiro, mas um desdobramento onde vou focar no poder da resiliência, e como nós podemos usar esse poder a nosso favor. Faço desafios ao leitor, embasados

em técnicas testadas e aprovadas, então a pessoa poderá aplicar em si próprio essas práticas para exercitar a resiliência. Ele já está finalizado, e agora está sendo lapidado. E a prefaciadora dele é Luiza Helena Trajano, Presidente do Magazine Luiza. Vitti - A quem você dedica este seu primeiro livro? E.S. - Sem dúvidas a Deus. Só sobrevivi a todos os prognósticos médicos com fé e resiliência. E aos meus pais e minhas filhas. E a todas as pessoas resilientes que enfrentam seus problemas, as suas adversidades e os obstáculos da vida, que se erguem diante deles sem perder a fé, com dignidade e superação. Você chega a um patamar diferenciado de frequência mental. Eu não apenas ensino o que estudei academicamente, mas também falo das minhas experiências. Devemos sim nos preparar para o futuro, elaborar projetos, mas que estejam alinhados às nossas ações do presente. É necessário ter esperança, mas, sobretudo, sabedoria. Vislumbrar o futuro, mas principalmente saber aproveitar o momento presente. Vitti – Não é incomum pessoas se perderem em meio aos problemas do dia a dia. Você tem lidado bastante com pessoas que sofrem com essa rotina caótica? E.S. - O ser humano é complexo, mas o cérebro é simples. O que gera todos esses problemas nas nossas vidas é a inteligência emocional desequilibrada. Quando a gente organiza isso, o cérebro agradece e a saúde também. E aí são só resultados que virão sempre para o bem. Quem não é resiliente, é como se fosse um diamante bruto. Exercitar a resiliência é como lapidá-lo. Falo em focar sempre na solução e não no problema. Se isso for aplicado, os resultados são nítidos. Torna-se hábito. Eis o que desejo a você: que tenha resiliência para não se abater pelas adversidades, dificuldades e pelos obstáculos da vida. O sonho sem ação é apenas um sonho. Mas o sonho mais a ação é realidade. Quer ganhar o E-Book “Como treinar o cérebro para alcançar o intangível - Sete técnicas para concretizar os seus sonhos”? Envie um e-mail para: erikastancolovichcontato@gmail.com Diga que leu a entrevista na Revista Vitti e deixe sua mensagem. Você receberá gratuitamente via e-mail este livro digital. Novembro, 2017


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Estilo

Para o Mundo Uma brasileira conectada de corpo e alma Fotos by Glauber Bassi

M

Da Redação

odelo e blogueira, Lucene Duarte destaca-se pela influência nas redes sociais, o que desenvolve com maestria. De moda à viagens, de gastronomia à arte, de roteiros culturais aos cuidados com o corpo e a mente, a brasileira mostra seu conhecimento e se posiciona cada vez mais como uma grande influenciadora digital. Para muitos, o exterior serve para viajar, ver lugares bonitos, descansar e curtir. Para Lucy, como é carinhosamente chamada pelos amigos, a experiência de estar em outra cultura somou à oportunidade de transformar a vida e deixar sua marca para o mundo. Há cerca de 18 anos vivendo em Londres, na Inglaterra, ela é uma das brasileiras mais badaladas nas redes sociais. 14 | Vitti | revistavitti.com.br

Sua beleza e seu conteúdo são convites para que a cada dia os acessos e seus seguidores se multipliquem. O destaque não é à toa. Lucene tem 120 mil seguidores no Instagram e outros milhares no Facebook. Através da internet consegue transmitir dicas de vida mais saudável por meio da alimentação e exercícios físicos. Por lá, em seu melhor estilo, também dá dicas de looks - frequentemente é vista com roupas que ressaltam seu gosto por cores - e mostra pontos turísticos ao redor do mundo através do projeto "We love", onde um roteiro de viagens é ricamente desenhado, e ao lado do amigo e fotógrafo Glauber Bassi, destinos como Milão, na Itália, Mallorca, na Espanha, Cannes e Saint Tropez, na França, e Dubai, nos Emirados Árabes, compõem os registros. Bassi, que é natural de Caçapava (SP),

mora há mais de uma década na Europa, onde consolidou seu trabalho com excelência, através de muito estudo e resultados brilhantes com marcas e celebridades. A Top Blogueira se garante também no que faz e proporciona conteúdo com qualidade e que ajuda muito na autoestima de seus seguidores. Segundo ela, mesmo antes das mídias atuais, era apaixonada em compartilhar as roupas que vestia e as coisas que fazia. "Era uma blogueira e não sabia", conta. "É como uma extensão da minha personalidade". E complementa: “O ‘We Love’ é algo fantástico, pois amo viajar, vivenciar lugares e culturas, pessoas e estilos diferentes, o que me faz muito bem!”, conclui Lucy. Apesar do ritmo intenso, a bela não deixa de lado alguns hábitos, entre eles, a academia e o amor ao filho, o jovem Leonardo, de 15 anos. Novembro, 2017


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Social Taubaté

Claris

Fotos: João Athaíde

A Claris promoveu em seu auditório um jantar especial para os médicos. O evento foi prestigiado por um seleto grupo de convidados e teve como apoiadores: Laborário Sabin, Peugeot, e Breton com o projeto da arquiteta Viviane Fortes.

Os irmãos Dr. Flávio e Melissa

Dra. Daniela palestrando aos convidados no espaço Regence da Claris

Melissa, Viviane, Dra. Sandra, Ariadne, Thais Cesar, Daniela, Rosiene

Viviane Reno, Dra. Sandra Franco, Dra. Daniela Squarcini, Dr. Flávio e Melissa Pinheiro

Colaboradoras da Claris

Laércio Russi, Dr. Flávio Pinheiro e Frederico Marcondes Cesar

Viviane Fortes e Wagner Amaral

Dra. Andreia Pavan e Dra. Eliane Derrico

Aline, Fernanda, Dra Sandra e Dr. Alex 16 | Vitti | revistavitti.com.br

Fachada - Exposição do carro Peugeot 3008 na Claris

Fernanda, Flávia e Aline

Equipe de profissionais da Claris

Dr. Flávio

Viviane Fortes, Susi e Lucas Toledo Novembro, 2017


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Social Taubaté

Tuan Pindamonhangaba

Fotos: Monicuee Alvez

Foi com imensa alegria que o empresário Carlos Tuan inaugurou jno dia 25 de outubro a nova unidade da Tuan, Lar e Construção, na cidade de Pindamonhangaba. O lançamento contou com um coquetel para fornecedores e autoridades da cidade. Tuan Pinda! Chega mais, aqui você já é de casa!

Carlos Tuan com seus gerentes, Fabio, Luis, Danilo Andre e Lidia

Presidente do Sindicato do Comércio de Pindamonhangaba

Gerentes Tuan Pinda, Fabio e Danilo, com equipe Lanzi, Bruno, Henrique, Marcio e o gerente nacional da marca, Paulo Barbosa

Carlos Tuan (centro) com o prefeito de Pindamonhangaba, Dr. Isael e esposa

Família Tuan - Mateus, Vitoria, Carlos, Vilma, Enzo, Barbara, Bruna e Cesar

Marcelo, Junior, Katia, Carlos e Wilson

Carlos, Luiz e Junior Tuan

Engenheiro Ferrari Jr, Carlos e Vilma Tuan e Márcia

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Vilma e Carlinhos Tuan

Clovis, Carlos Tuan, Carlos, Fabio e Danilo

Bruna Tuan, Cesar Cruz e Barbara Tuan

Equipe Tuan Pinda

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Social Taubaté

Casa Decorada

Fotos: Monicuee Alvez

A Casa Decorada comemora ao lado de parceiros, amigos e clientes a inauguração da Galeria na Av. Itália, 509, em Taubaté, com uma seleção de produtos diferenciados e exclusivos.

Mariana e Danilo

Ricardo Tavares, Vitor, Maria Tereza, Giulia, Mariana e Danilo

Danilo, Mariana e Valeria Costa

Wagner, Viviane fortes, Danilo, Mariana, Fernanda e Carmem Alvim

Stephanie, Rodrigo, Verinha e Marcela

Danilo, Alfredo Kobbaz e Bruno

Thieli, Mariana e João Ricardo

Jamili, Mariana, Luciana, Samuel e Bruna

Miguel, Derly, Roberta e Junior

Mariana, Fernanda e Marcia

Karin Becker e Gustavo Martins

Mônica Bueno e Beth Ferreira

Ana Carolina e Rafael Lourenço

Juliana, Theo e Rafael

Arlete, Marlene e Ivete

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Social Taubaté

Wine2All

Fotos: Monicuee Alvez

Aconteceu no dia 28 de outubro, no Santa Figueira o lançamento da Wine2All – E-Commerce de Delícias Portuguesas. Os convidados puderam degustar os deliciosos vinhos em um fim de tarde muito especial.

Priscilla, enologista Sila Antunes e Antonio Carlos

Dr. Ricardo e Carla

Cristina, Dr. Elisio e Diogo

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Arthur, Carmine, Vincenso, Silvia, Artur, Dr. Manoel Freitas e Fábio

Mary e Andrea

Dr. Ronaldo e Nora

Marcela, Marcelo, Mário e Simone

Mariana, Lucas e Verinha

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Fotos: Monicuee Alvez

1º Jantar Beneficente da Casa São Franscisco organizado pela Verinha e Marcela Vitti, contou com a presença de empresários da região. Agradecemos o apoio das empresas parceiras para a realização deste evento.

Thales, Lucarelli, Otávio, Alexandre, Coronel Lamark, Marcela, Verinha e Haroldo Ribeiro

Lélio, Paula, José Roberto, Alfredo Kobbaz e Rose, Horácio, Marcela, Barbara, Marcelo, Mônica e Elisabete

Daves, Silvia e Elina

Bruno, Gil, Moacir, Nadia, Nicole e Vinicius

Andrea, Mirian, Celina, José Benedito, Lavinia, Claudia, Natalina, Caroline, Pollyanna, Alice, Adriana e Edna

Mário, Ana Lucia, Ariane e Luiz Fernando

Edi, Goreti, Rosana, Fernando, Marilia e Eduardo

Maria Lucia e Itamar

Natalina e Caroline

Marli, Fátima, Carlos e esposa, Erlindo e Renato

Andrea, Luiz Tuan e amigos

Amanda, Antonella, Raquel e Julio

Gilberto, Junior, Elis, Luiz, Verinha, Claudia e Vera

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Campos do JordĂŁo - SP

Secador de cabelo

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Vitti Acontece Gustavo e Juliana passeando em Nova York, USA.

Isabelli, agora formada em Odontologia, comemorando junto de sua família.

Horácio, Adriana, Isabelli e Ike Sr. Benedito Dias com a neta Luiza prestigiando a apresentação de congada no Parque Bandeirantes do mestre Paizinho.

Fernanda Torino comemorou seu aniversário com sua mãe, Laura, no Restaurante Paris 6, em São Paulo.

Maria Eugênia e Jomar na Interlift 2017, uma das mais importantes mostras mundiais de elevadores, componentes e acessórios, na Alemanha.

Ricardo, Renata, Bia e Camila curtindo show do U2, em São Paulo, no Morumbi. 26 | Vitti | revistavitti.com.br

Rogério lança canal no Youtube amantes de Harley Davidson.

Celia Abud, Flávia, Rogério, Giorgia e Alice

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Vitti Acontece

Karina, Marcela, Vincenzo, Rosi e Otávio jantando no II Gabbiano, em Miami. Tulio, Lucas, Renato, Raphael, Flavio e Daniel Baile de formatura da Medicina de Taubaté, turma de 2017, no Marinelli Eventos, em Pindamonhangaba.

Hélio Nascimento, Daniel Gomes e Ricardo Mrad

Prefeito Valdomiro Carvalho, Edgar de Almeida e o Presidente Geisel

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Após 5 anos de dedicação o empresário Hélio se forma em Direito pela Unitau.

MEMÓRIA Presidente do TCC Edgar de Almeida Pinto entrega ao presidente Geisel o livro de registro de presenças ilustres para colher sua assinatura.

Marina, Marcos e Murilo em longas férias em Miami, na Flórida - EUA.

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INTERCÂMBIO

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Economia

A falsa economia dos cortes de investimentos públicos

P

Por Marcio Pochmann

ela proposta orçamentária do governo Temer para o ano de 2018, a dívida pública deverá alcançar quase 79% do PIB, situando-se, em 2020, em 80,7% do PIB. Mas pela Instituição Fiscal Independente (IFI), por exemplo, a dívida bruta do setor público pode chegar a representar 100% do PIB em 2020. Em vez de preocupar-se com a retomada do crescimento econômico, o que permitiria ampliar o nível da produção e do emprego, com a imediata elevação da arrecadação fiscal para fazer frente ao conjunto das despesas públicas, a orientação da política econômica do governo de Michel Temer segue a lógica do desmonte do Estado brasileiro. Por mais cortes de gastos promovidos e que desanimam a economia nacional, postergando a retomada do crescimento da produção em bases sólidas, a dívida bruta do setor público segue em alta, pois passou de R$ 3,2 trilhões (59% do PIB), em 2014, para R$ 4,8 trilhões (76% do PIB), em 2017. Em síntese, a dívida pública cresceu R$ 1,5 trilhão desde 2014, ou seja, 500 bilhões de reais por ano. O desmonte do Estado tem sido percebido por várias dimensões. Uma delas tem sido o processo de desfazimento do setor produtivo estatal, com a privatização nos segmentos energia elétrica e petróleo e gás. Agora ainda mais, com o re-

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cente decreto 9.188 das estatais de Temer, que oficializa a privatização generalizada por meio do regime especial de venda dos ativos das empresas de economia mista, como Petrobras, Eletrobras e outras. No âmbito do orçamento do governo federal também fica clara a evolução do desmonte do Estado pela lógica da asfixia dos recursos para as políticas públicas, sobretudo sociais. Para o ano de 2018, por exemplo, a proposta orçamentária estabelecida segunda a Emenda Constitucional responsável pela limitação dos gastos da União ao teto da inflação do ano anterior, várias políticas públicas apontam para o desaparecimento, assim como a própria insignificância do investimento público. Nos casos de políticas sociais como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Bolsa Família, o Ensino Superior, a Ciência e Tecnologia, os investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento – PAC, as ações de combate ao racismo e o Sistema Único de Assistência Soical (SUAS), as evidências da asfi xia de recursos públicos parecem inegáveis. Se o Congresso nacional validar, o PPA terá, por exemplo, R$ 750 mil disponíveis para o ano de 2018, enquanto em 2015 eram da ordem R$ 609 milhões os recursos disponíveis. No caso do Bolsa Família, o orçamento para o ano de 2018 reduz em 11% recursos (R$ 3,3 milhões), o que equivale à retirada do programa de cerca de 2 milhões de famílias beneficiadas. No caso

do Ensino Superior, as universidades públicas terão encolhido o orçamento para R$ 5 bilhões em 2018, quando em 2015, por exemplo, atingia a R$ 15 bilhões. Para as políticas de Ciência e Tecnologia, a redução parece ser ainda mais drástica, com a diminuição para R$1,3 bilhão do seu orçamento no ano de 2018. Isso equivale a apenas 22,4% do que foi destinado em 2015 (R$ 5,8 bilhões). Nessa mesma marcha, o conjunto dos investimentos públicos sofrem radical contenção. No caso do PAC, por exemplo, a proposta orçamentária de 2018 prevê apenas R$ 2 bilhões para investimentos, sobretudo em obras de infraestrutura, enquanto eram de R$ 33 bilhões no governo Dilma. O desmonte segue com o Sistema Único de Assistência Social que tem redução de 60,6% na proposta orçamentária de 2018 em relação à de 2017. Com 8,2 mil Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e cerca de 600 mil trabalhadores para atender próximo de 30 milhões de famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade social (moradores de rua, idosos, crianças, imigrantes, entre outros), o SUAS corre o sério risco de se inviabilizar. Em síntese, a concretização de que a contenção dramática de recursos do governo Temer desmonta o Estado no Brasil. Marcio Pochmann é professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Novembro, 2017


A Total Oficina é um centro automotivo especializado em manutenção de frotas de veículos, máquinas e caminhões. O foco da Total é resolver todos os problemas possíveis de seu veículo dentro da nossa oficina, e para isso realizamos todos os serviços de mecânica, elétrica, injeção eletrônica, troca de escapamentos, suspensão, manutenção em máquinas de vidros, funilaria, pintura, instalação de acessórios entre outros serviços. Temos uma vasta experiência em frotas. Hoje, cuidamos de 30 frotas da nossa região, entre

elas: CORREIOS, SABESP, POLICIA FEDERAL, POLICIA AMBIENTAL, OXITENO, RESINCONTROL, SORVEPAN, entre outras empresas. Além do cuidado, manutenção dos veículos e gestão das frotas, temos em nossa empresa um sistema de controle de tudo que é solicitado e executado em seus veículos, te dando transparência e segurança de tudo que é feito. Total Oficina, você dirige, nós cuidamos!

Sidnei, proprietário da Total Oficina

Novembro, 2017

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Negócios

As limitações que inibem nossas realizações

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Por Arcione Viagi

iz-se que para resolver um problema devemos primeiro reconhecer que ele existe. Em gestão, isso é mais crítico e reconhecer um problema é meio caminho da solução do mesmo. O tema que escolhi para provocar sua reflexão é relacionado às limitações que são impostas para nós por meio de eventos simples, mas marcantes em nossas vidas. Para exemplificar, sempre tive uma dessas limitações que foi fundamental para algumas decepções em minha vida. Não sei precisar que evento levou a isso, mas desde muito pequeno assumi que não sabia e não gostava da língua portuguesa. Não sabia escrever, não conseguia aprender as regras gramaticais, enfim, não sentia que era capaz de vencer esse obstáculo. Como resultado, fiquei fora da escola escolhida porque não fi z nota mínima na prova de Português e os dois únicos exames que fiz na vida foram em Língua Portuguesa. Se refletir um pouco, com essa limitação eu sequer estaria escrevendo o texto de número 143 para a Revista Vitti, ou seja, escrevo mensalmente por quase doze anos, sem interrupção. Mesmo depois de experiente (velho mesmo) ainda tenho limitações como essa. E descobri que todos temos, e isso atrapalha muito nossas realizações. Nos últimos três meses, tivemos que vencer um desafio que de cara evidenciou uma limitação. Resolvemos participar de 32 | Vitti | revistavitti.com.br

um prêmio internacional representando a Universidade de Taubaté com um projeto de produção e purificação de gás gerado por meio da biodigestão de efluente (esgoto). Nos inscrevemos e fomos para o primeiro encontro onde seriam apresentadas as regras e cronograma das atividades. Chegamos como patinhos feios, meio inibidos, inferiorizados pela magnitude e pela importância dos competidores. Erámos os únicos representantes de uma universidade municipal, cujo orçamento sequer tem sobras para financiar projetos de pesquisa que todos gostaríamos. Os outros 18 grupos concorrentes representavam universidades de vários estados e com orçamentos entre 5 e 20 vezes maiores que o de nossa universidade. Nem sequer fomos citados como participantes, porém, o erro foi rapidamente corrigido pelos organizadores do prêmio. Grupo formado por representantes da USP, uma universidade holandesa e outra alemã. Ficamos desanimados e as nossas limitações começaram a impor uma série de questionamentos e inclusive o sentimento de que a coisa estava preparada para eles mesmos. Ledo engano, que somente constataríamos cerca de três meses depois. O importante é que o desafio foi mais forte e continuamos ativos cumprindo todas as regras. Na primeira fase, dos concorrentes nacionais somente sete passaram e nós estávamos entre eles. A segunda fase era mais complexa e exigente. Novas tecnologias de gestão deveriam ser incorporadas ao plano de negócios. Uma série de potenciais clientes de-

veriam ser entrevistados e demonstrarem interesse pelo projeto. O investimento e a taxa de retorno do negócio deveriam viabilizar a conquista de investidores. Vencemos a fase nacional e imediatamente recebemos contatos de empresas interessadas em fazer parceria. A UNITAU teve reconhecimento nacional e passamos a ser referência em projetos de sustentabilidade. Novo e assustador desafio. Aprimorar o projeto para participar do Congresso Internacional “Brazilian Bioenergy Science and Technology” que seria realizado em Campos do Jordão no mês de outubro. Tínhamos menos de dois meses para a preparação. Chegou o dia, e nós sempre com a “autolimitação” agindo. Os outros apresentaram. Responderam algumas perguntas dos avaliadores internacionais e começamos a achar que poderíamos vencer. Apresentamos, respondemos muitas perguntas e no final a organizadora perguntou quem investiria nos projetos apresentados. Muitas mãos foram erguidas demonstrando que o público estava ao nosso lado, porém, a bendita limitação pesava. Meia hora de coquetel aguardando o resultado e a consagração. Ganhamos o prêmio de 10 mil euros para aplicar no projeto e recebemos várias recomendações para buscar os outros milhões para a implantação em escala industrial. O aprendizado: Nossas realizações estão intimamente ligadas com nossas autolimitações. Arcione Viagi é consultor empresarial. vitalconsultoria@gmail.com Novembro, 2017


Seu bolso

Por que no Brasil há muito mais desigualdade social que na Europa? Uma das respostas está na carga de impostos injusta que acaba golpeando com mais força a classe média e os pobres, criando assim um abismo social

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Da Redação

or que a miséria e a desigualdade social são infinitamente maiores no Brasil do que nos países desenvolvidos da Europa? Uma das explicações está no sistema tributário. É o que conclui relatório da Organização Não Governamental britânica Oxfam. Sistemas justos de tributação da renda implantados em países desenvolvidos baseiam-se em uma lógica simples: quem tem mais paga mais, quem tem menos, paga menos, e quem tem muito pouco não paga nada. Não é o caso do Brasil, o que faz com que a classe média e os mais pobres paguem muitos mais impostos do que os

Novembro, 2017

super-ricos. Um exemplo: quem ganha 320 salários mínimos mensais paga uma alíquota efetiva de imposto similar à de quem ganha cinco salários mínimos mensais. De acordo com o relatório da Oxfam, essa aberração tem origem em duas particularidades do sistema tributário brasileiro: a isenção de impostos sobre lucros e dividendos e a limitação de alíquotas no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) – a maior delas é de 27,5%, tanto para quem ganha 320 salários mínimos quanto para quem ganha oito salários mínimos. Desde 1996, sob o governo Fernando Henrique Cardoso, donos ou acionistas de empresas deixaram de pagar qualquer imposto sobre os dividendos recebidos na distribuição de lucros das empresas. Essa

política de isenção existe apenas em dois países da lista de integrantes e parceiros da OCDE: Brasil e Estônia. Tal medida beneficia justamente os mais ricos, cujas suas principais fontes de rendimento têm essa origem. A Oxfam estima que o potencial de arrecadação na esfera federal poderia aumentar cerca de R$ 60 bilhões por ano com a tributação de lucros e dividendos, o equivalente a duas vezes o orçamento federal para o Programa Bolsa Família, quase três vezes o orçamento federal para a educação básica, e quase 60 vezes ao destinado para educação infantil. O Instituto Justiça Fiscal acredita que a tributação dessas fontes de renda poderia ser ainda maior: R$ 80 bilhões por ano.

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Social Taubaté

Rotary Club Taubaté

Fotos: Divulgação

Reunião festiva do Rotary Club de Taubaté Joana Martins Castilho em homenagem à visita do Governador do Distrito 4600 Ivanir Chappaz e esposa Regina Leonor Chappaz - Coordenadora Distrital das Casas da Amizade.

Rogério Donizeti, Heraldo de Oliveira Santos Filho, Nadeje A. Catanoce Gandur, Adriano Catanoce Gandur, Sylvio Ximenes de Azevedo Neto e Mirabeau A. P. Júnior

Ivanir Chappaz e Daniel Ivanson de Almeida, Presidente do Rotary Club Joana Martins Castilho- 2017/18

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Ivanir Chappaz, Governador 2017/18 do Distrito 4600, Benedito Olegário R. Nogueira de Sá, Governador 1976/77 e Regina Leonor Chappaz

Ivanir Chappaz, Laura Gama N. de Sá Oliveira esposa do Tenente - Coronel Edelmo Fernandes de Oliveira

Ivanir Chappaz e homenageada Marcela Barbosa Lima

Ivanir Chappaz, Marisônia Ferreira da Costa Pinheiro e General de Brigada Luciano Guilherme Cabral Pinheiro

Governador Chappaz e homenageado Carlos Alberto de Souza e esposa Cláudia Souza

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Viagens

Passeio de escuna dos jovens em intercâmbio no Brasil

Galera do programa de intercâmbio do Rotary Clube conhecendo as belezas de Ubatuba

Tudo Em Família

Jovens embaixadores rotaryanos participaram da 29ª Feira das Nações, em Ubatuba, com apresentações artísticas de seus países

Programas de intercâmbio de jovens do Rotary do D4600, têm atravessado gerações e proporcionado ótimas experiências para pais e filhos

A

Da Redação

partir da década de 1970, o programa de Intercâmbio de Jovens através de um Rotary Clube local passou a oferecer aos jovens da região que abrange o distrito 4600, que inicia na cidade de Guararema (SP) e termina em Três Rios (RJ), abrangendo também o litoral desde Ilhabela (SP) até Angra dos Reis (RJ) e as cidades da Serra da Mantiqueira, os programas de intercâmbio. Os mais de 40 anos de atividades deram a milhares de jovens a chance de conhecer outros países e essas pessoas foram constituindo suas famílias, tendo fi lhos e netos. Hoje, são diversos casos de famílias em que pais e fi lhos puderam ter a inesquecível experiência de um intercâmbio. Uma dessas histórias é a de Valéria Bonafé. Professora de inglês, ela credita muito à experiência do intercâmbio sua escolha profissional e pôde proporcionar à filha Marília a mesma vivência. “Em 1985 eu tinha 15 anos, e parti para um intercâmbio de um ano nos EUA. Eu cursava o ensino médio, e além de ter a experiência de morar sozinha e criar minha independência, pude praticar muito o inglês, o que me deu boa fluência. Após voltar do intercâmbio, decidi me aprofundar no estudo da língua e me tornei professora. Hoje tenho minha própria escola de idiomas.”, conta. Sua fi lha, Marília, hoje com 27 anos, Novembro, 2017

também viajou pelo programa do Rotary Clube, quando tinha 16 anos. O destino também foi os EUA, onde cursou o ensino médio por um ano. “A experiência foi muito boa, poder viver em uma cultura diferente, um país diferente, isso abre nossos horizontes.”, conta Marília, que também teve uma experiência ótima no programa de curta duração do Rotary, quando passou três meses no México, aprofundando o aprendizado do idioma e vivenciando a cultura de lá. Outro caso em que o Rotary atravessou gerações de uma família é do empresário Luiz Almeida Roman, hoje com 60 anos. Em 1975, então com 17 anos, Luiz partiu para um intercâmbio na Austrália, por meio do programa do Rotary Clube. “Foi uma experiência incrível. Primeiro por poder viver sozinho, o que me ensinou a resolver muita coisa por mim mesmo. E segundo por lidar com a distância. Não havia internet, para se conseguir um telefonema demorava quase 3 horas, e uma simples carta demorava quase três meses para chegar”, conta Luiz. Hoje pai de três fi lhos – todos também viajaram pelo Rotary -, Luiz destaca o intercâmbio como algo de muito valor. “A troca de culturas, a vivência em um país diferente, o trato com as pessoas e seus costumes próprios é uma forma de abrir nossas mentes, por isso fiz questão que meus filhos também pudessem ter essa experiência”, conta. Luiz também

atua no programa de intercâmbio do Rotary na região do Vale do Paraíba desde 1998, recebendo jovens de outros países em sua casa. Os três fi lhos de Luiz Roman fizeram intercâmbio pelo Rotary Clube e passaram temporadas na Estônia, Alemanha e México, respectivamente. Uma de suas filhas, Maria da Graça, 33 anos, foi a que viveu na pouco conhecida Estônia. “Quando eu tinha 17 anos, passei 11 meses lá. É um país muito frio, o inverno é rigoroso e com poucas horas de luz. Não foi fácil, o inverno foi complicado, foi a primeira vez que eu vi neve, e era muita neve! Mas a experiência como um todo foi maravilhosa”, relata Maria. “Foram meses de muito aprendizado com um povo que é fechado a princípio, mas depois que você faz amizade, são incríveis. O país era jovem, fazia cerca de 10 anos que havia se tornado independente após o fim da União Soviética, e ouvi muitas histórias da família que me hospedou a respeito do período soviético”, conta. “Com certeza o intercâmbio foi a melhor coisa me aconteceu. Aprendi a falar muito bem o inglês e o estoniano. Curti muito as comidas de lá, eles tem o melhor morango que já comi”, lembra. Maria destaca ainda que “nossa família teve duas gerações no intercâmbio, e com certeza a terceira, com os três netos que já estão conosco, terão essa experiência de vida sensacional”, finaliza. revistavitti.com.br | Vitti | 35


Social Taubaté

Flash

Ana Napolião Fotografia

Por José Luiz de Almeida luizinho-cafe@hotmail.com facebook.com/luizinholanches

Com um delicioso coquetel, inaugurou em Taubaté a C.i Intercâmbio e viagem, parabéns para a franqueada Livia Amaral muito sucesso e prosperidade.

A Familia Detoni celebrou os 15 anos de sua princesa Camilly em um deliciosa festa reunindo amigos e familiares. Parabéns para a aniversariante. Na foto Os papais orgulhosos Cassilene e Carlo, a aniversariante Camilly e o irmão Caio.

Equipe C.I: Filipe Fortunato, Daniela Martins, Celso Garcia, Tuane Gouvêa, Livia Amaral, Juliana Palomari e Fernando Rondelli.

Eduardo Bruni, responsável pelos sábados do Madame Surtô ao lado das lindas Mariana Fernandes e Giseli Fernandes.

Já foi dada a largada para o Natal, com isso, a Aroma Presentes organizou um coquetel de boas vindas para essa data tão especial. Leticia, Solange Menezes e Francine. As modelos por um dia: Vesso Cabelereiros e Multimarcas, em Tremembé.

As sócias Sheila Afonso e Luciana Lorenzão (Vesso Cabelereiros Tremembé) participaram do evento beneficente no TCC, desfilando as roupa de sua loja própria. 36 | Vitti | revistavitti.com.br

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Social Taubaté

36ª Edição Noite das Pesonalidades Fotos: Nando Jr e Willian Braga

A Coluna Destaque Raimundo Nonato realizou no dia 20 de Outubro na Mansão Fabelle, em Taubaté/SP, sua 36ª Edição da Noite das Personalidades, reunindo homenageados e convidados de todo o Vale e demais Estados brasileiros. A animação do evento ficou à cargo do DJ Boomerang, além de atrações especiais.

Raimundo Nonato, Rosane Almeida e Adriana Monteiro

Claudio Zonho, Adenildes Ferreira, Lilian Mansur, Willian Roggles, Carla Tavares, Dra. Virginia Machado e Felipe Alvarenga

Silmara Braga, Doulgas Braga e Equipe Hold

Equipe Selva Zeladoria, Wellington, Julio Cezar, Guilherme Cordeiro e esposas

Marcelo, Dra. Tania Mota Oliveira e Raimundo Nonato

Raimundo Nonato, Dra. Erika Stancolovich e Adalberto Souza

Natascha Aguiar, Carla Tavares, Denisia Cristina e Renata Afonso

Claudio Silva e Marisa Ruston

Daniel Guimarães, Gisele Melo e Marcio Carneiro

Antonio Carlos, Dra. Aline Santiago e Raimundo Nonato

José Alexandre e Roseli Ronchi Novembro, 2017

Danubia Lopes, DJ Renato Benecke, Carla Lessa e Karlla Alves

Rose Nolasco, Tita Selicani e Dra. Marry Salgado revistavitti.com.br | Vitti | 37


Social Taubaté

Whats up!

Por Amanda Ayello amandaayello@gmail.com

Os noivos Amanda e Marco

Amanda e o pai Rubens

Aconteceu na fazenda Bela Vista o casamento da Amanda Gonçalves e Marco Aurélio, festa deliciosa para celebrar o amor do casal.

Marcos Tadeu, Marina Ayello, Marcela Gaudioso e Vincenzo Gaudioso no show do Bruno Mars Amigos de Taubaté se encontram em Miami.

Murilo Ayello, Marina Ayello, Rose Mello, Marcos Tadeu, Beto Moura e Karina Mello

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Pepe, Manuela, Rodrigo, Victoria e João Pedro

Pedro, Vinicius, Carol, Tatiane, Ramon e Melise

A inauguração do restaurante japonês Danisan em São José dos Campos. Novembro, 2017


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Social Taubaté

Viver!

Por Isaura Silva isaurasilva@revistavitti.com.br

Fotos: Olien Cunha

IV Mostra Cultural do Colégio Max, que nessa edição teve os alunos Bruno e Milena, do 1º Ensino Médio, apresentando o tema Direitos Humanos.

Coordenadores Líbero, Marisa, Orientadora Educacional Márcia, Diretora Fabiana e Coordenador Vitor

Dra. Sueli, Renata e Dr João Menezes, na formatura de medicina da filha Renata.

Hebert e Margê Margê visitou a terrinha e aproveitou para conferir as delícias do Bar do Pereba em Taubaté.

Cláudia Bastos, Maria Letícia, Edna e Lúcia Tauil

Os noivos Mariana Hool Bajerl e Fabricio Lelis Maria Letícia, Ieda e Cláudia Cláudia Bastos recebeu as amigas em sua casa para comemorar o seu aniversário. 40 | Vitti | revistavitti.com.br

Mariana e o pai João Alberto Bajerl

Na manhã do dia 28 de outubro o casal celebrou a união na Igreja Nossa Senhora da Conceição em Quiririm, após a cerimônia recepcionaram os convidados com um belo dia de festa no salão de Eventos Brunello em Taubaté. Felicidades aos pombinhos! Novembro, 2017


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Social Caçapava

Caleidoscópio Arquivo Pessoal

Por Anna Dennz annadennz@hotmail.com Sensacional - os sócios e amigos Fauez Rachid e Alex de Paula, com suas respectivas esposas, Fabiana Godoi e Andreia de Paula em dupla comemoração: Inauguração oficial da Estância Nativa Vale e também o aniversário do Alex. Que festa linda que foi!

Sétima Arte - Sem tempo, sem investimento, mas com muita criatividade e talento de sobra, o curta “Tudo Vira Filme” - por eles produzido - em apenas 24 horas, foi eleito o Melhor Curta Nacional (público) da 2ª edição do Festival GO FILM GOIANO, em 29 de outubro durante cerimônia de premiação no Cine Premiere em Goiânia -GO.

Bastidores - o sucesso chega por eles também: Luís Galego, Lucas Vinicius Bonilha, Demetrio Silva - na Estância Nativa Vale - Como nunca se viu!

Em Alta - Jonas Fonseca - gerente geral do SICREDI Caçapava, recebendo a visita e os cumprimentos do presidente da, muito bem organizada, cooperativa de créditos, Luiz Hoflinger.

News - Inaugurada em 27 de setembro a boutique de carnes Santo Corte. O proprietário Bruno Hatagami, ladeado por David Silva e Debora Milan brindou ao sucesso que colherá. 42 | Vitti | revistavitti.com.br

Fantástica - e aplaudidíssima foi a iniciativa da jornalista e Chef Fitness Renata Porto do “Atteliê do Sabor” by Renata Porto, em trazer para Caçapava o Dr. Drauzio Varella, quem palestrou sobre “Alimentação Saudável - Um Estilo de Vida” em 25 setembro no Clube Recreativo Jequitibá .

Fotos: Beto Ferraz

Jean Oliveira, Marcos Alves, Rodrigo Pinelli, Marcela Barreto, Guilherme Midões, Eduardo Spinelli e Patricia Selicani

Vip - Natalie Lucasech prestigiou e embelezou concorrida inauguração com show de Fernando e Sorocaba.

Bodas - de Esmeralda do casal Nanci e Aurélio Paschoal, comemorada durante culto, onde Miriam Franco a Ary Menegario levaram seus melhores cumprimentos aos grandes amigos de longa data. Novembro, 2017


Bem estar

Energia Vital Ayurveda

E

Por Alessandra Gabriel

nergia Vital está em todo o Universo, circula pelo corpo está em tudo que é vivo, é absorvida principalmente por meio do ar que respiramos. É acreditado que essa energia se desprende do sol e impregna toda a atmosfera nutrindo tudo e todos. A natureza desta energia é nos promover saúde e equilíbrio, nos encher de alegria, felicidade, amor, prazer, paz e sensibilidade. Portanto, quanto mais Energia Vital você absorve, mas sensível à vida e saudável você se torna. Segundo a Ayurveda e a medicina chinesa, o corpo humano possui canais energéticos, linhas e pontos distribuídos no nível subcutâneo chamados de meridianos e canais nadis. Esses meridianos têm seus terminais principais nas extremidades do corpo, ou seja, nos pés e nas mãos. E mais de 72 mil pontos de captação dessa energia vital. A energia que corre por esses canais é denominada Ki (Japão) Chi (China) Prana (Índia). As fontes de energia que constituem o corpo humano são cinco: Energia cósmica: vibrações verticais captadas pelos sentidos e pelos pontos de energia; Energia ancestral: partícula hereditária transportada nos gametas que formam o ovo fecundado (informação genética); Vibrações microcósmicas: ondas horizontais dentro dos indivíduos; Respiração: energia (prana) captada Novembro, 2017

da atmosfera pelas vias respiratórias; Alimentação: energia solar concentrada nos alimentos mediante a clorofi la e as bactérias do solo. Todo ser vivo para manter-se em equilíbrio, necessita estar em harmonia com suas fontes de energia. O conhecimento milenar da saúde nos mostra duas fontes opostas de energias: Ar e Terra, negativo e positivo, representadas no oriente como energia yin e yang – vata kapha é acreditado também que podemos transmutar essas energias da natureza em nosso corpo através de alimentação saudável, pensamentos construtivos, atividades físicas e hábitos saudáveis. Para conseguir a harmonização de fluxos energéticos é necessário principalmente saber usar o pensamento. O homem pode controlar todo o fluxo energético do corpo equilibrando os pensamentos, as palavras e as ações. Existem várias técnicas para a harmonização e equilíbrio dessa energia que é manipulável: Prana Chiktsa (India), Chien Chi Kua (China) e Rei Ki (Japão). Aqui no Ocidente essa forma de tratamento é mais conhecida como método Reiki, original do Japão, que foi redescoberto pelo Dr. Mikao Usui, em 1922, e com registro de uso na Inglaterra em 1975. Existem dois ramos principais do Reiki, normalmente referidos como "Reiki tradicional japonês" e "Reiki Ocidental". Embora as diferenças entre os dois ramos e tradições possam ser amplas e variadas, a principal delas é que nas formas ocidentalizadas usam-se posições

pré-definidas para a imposição das mãos, ao invés de depender de um senso intuitivo para a transmissão da energia Reiki, como é habitualmente feito em agências de Reiki japonesas. É utilizado para harmonizar e revigorar os campos energéticos do organismo que visam melhorar a saúde, diminuir o estresse e auxiliar para o despertar do poder e da consciência universal que existe em cada um de nós. A energia Reiki é holística, o que significa a integração do Ser em corpo físico, emocional, mental espiritual. Reiki é a luz que emana da criação através das mãos do terapeuta para todas as direções sem distinções. É considerado como uma terapia alternativa complementar aos tratamentos convencionais, pois acelera processos regenerativos. É uma técnica reconhecida pela OMS sendo aplicada em alguns hospitais e centros de reabilitação. Devido as razões culturais e históricas desses povos distintos, podem haver algumas diferenças nos métodos dessas artes de manipulação de energia, visto que é uma tecnica milenar, mas todas lidam com o desenvolvimento e manuseamento dessa energia universal e todos visam promover a saúde física, emocional, mental e espiritual. No Spa Luz e Vida todos os profissionais possuem o nivel Master de Reiki e prana chiktsa. Alessandra Cristina Gabriel Prazeres Terapeuta Ayurvédica - ABRA-RJ 399 SPA LUZ E VIDA Fone: 12 98811-8266 Tremembé - SP revistavitti.com.br | Vitti | 43


Social São José dos Campos

Atitude News

Por Gilberto Freitas gilfreitasff@hotmail.com

Josiane Valente e Elisa Moriki no aniversário de 1 ano da Madora Festas Criativas, em São José dos Campos.

Bruno e Luana Santos comemoraram 1 ano da Casa de Jorge, em São José dos Campos. Leonardo Messia e Daniele Resk apresentaram a nova Troina Pizzaria, agora, no Alphaville, em São José dos Campos.

O Atelier Verônica Barreto fez desfile da Coleção Venus Primavera 2018. O novo presidente da APM SJC, David Alves de Souza Lima e a esposa Renata no baile dos médicos 2017.

O Pátio Rock - Anos 80 aconteceu no Pátio de Eventos, em São José dos Campos. Paulo Carboni, Rodrigo Grossi e Fábio Nascimento na abertura do 1º Campeonato Brasil das R9 Ronaldo Academy.

20º Encontro dos Fundadores e Pioneiros da Embraer na APVE, em São José dos Campos. 44 | Vitti | revistavitti.com.br

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Arquitetura

Livro mostra a riqueza da arquitetura paulista

Publicação traz 34 obras arquitetônicas do Estado de São Paulo. Casa do Sítio do Pica-pau Amarelo em Taubaté representa o Vale do Paraíba Da Redação (com informações do Jornal da USP)

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o litoral ao interior, o Estado de São Paulo possui uma imensa riqueza arquitetônica espalhada por seu território. É o que se constata ao folhear o recém-lançado livro Vestígios da Memória – Fotografias do Patrimônio Arquitetônico Paulista, organizado pela mestranda do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP Ana Lúcia Queiroz, em parceria com a fotógrafa Márcia Zoet. O livro traz fotografias em preto e branco de 34 obras arquitetônicas na ordem cronológica em que esses monumentos surgiram, desde a Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, no Guarujá, que começou a ser erguida em 1584, até o Auditório Beethoven, em Campinas, datado de 1976. Produzidas por 19 fotógrafos, as imagens são acompanhadas de textos que contam a história de cada edificação. “A ideia é que as imagens e informações

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deste livro, como os cartões-postais de lugares não visitados, sejam mensagens a despertar a curiosidade, convites para que se desbravem os vestígios da cultura material paulista”, escreve na introdução a arquiteta Silvia Ferreira Santos Wolff, doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Igualmente instigantes são a foto e as informações sobre a Chácara do Visconde de Tremembé, em Taubaté, que remonta a 1865. O lugar faz lembrar uma época em que, sustentados pela mão de obra escrava, os latifúndios de café dominavam o Vale do Paraíba e a província de São Paulo era governada por uma oligarquia rural formada por grandes fazendeiros com títulos de nobreza. “O Visconde de Tremembé foi proprietário de fazendas, fundador de uma casa bancária e sócio de uma firma comissária de café”, informa o livro, que traz foto do local feita por Chico Ferreira. “Um homem rico e erudito, cuja biblioteca alimentou a imaginação de seu neto, o escritor paulista Monteiro Lobato.” Desde

1981, a Chácara do Visconde de Tremembé é sede do Museu Histórico, Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato. Outros patrimônios arquitetônicos paulistas contemplados por Vestígios da Memória são o Complexo Ferroviário de Paranapiacaba, em Santo André, de 1867, o Theatro Municipal de São João da Boa Vista, de 1914, as Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, em São Paulo, de 1920, e o Depósito de Locomotivas de Araçatuba, de 1921. O livro destaca ainda a Estação Ferroviária de Araraquara (1912), o Hotel Cariani, de Bauru (1921), o Matadouro Municipal de Presidente Prudente (1929), o Edifício Martinelli, em São Paulo (1929), e a Igreja Santa Rita de Cássia, em Fernandópolis (1960), entre outras obras. Vestígios da Memória – Fotografias do Patrimônio Arquitetônico Paulista, de Ana Lúcia Queiroz e Márcia Zoet (organizadoras), Ilumina Imagens e Memória, 86 páginas. revistavitti.com.br | Vitti | 45


Social Aparecida

Abalou Patto Ramsy

Por Ligia Ballot liballot@hotmail.com

Valeria Dantas curtindo com vista panorâmica o show da maior banda do planeta! Turnê Joshua Tree do U2.

Diohanna Candido e Thamyris Bucharles arrasando em um ensaio lindo na paradisíaca Caraivas para loja Solares Caraiva.

Encontro mais que especial dessas gatas lindas: Audrey, Paola e Cecilia arrasando sempre. Adoro!

Dona Dulce, ao lado das irmãs Tatá e Inês, comemorou seus 88 anos de vida! Muita saúde e paz sempre!

Josiane Galdino

Guiliano Campiolo

Amanda, Luciana, Carmen e Maria Lucia lindas arrasando no jantar dos professores!

Patrícia Garcia à frente do Curso Laboratório de Vencedores que aconteceu no Hotel Rainha do Brasil. Novas datas em 25 e 26 de novembro. Imperdível!

Essa bonequinha linda completou 1 aninho de muito charme. Melissa, parabéns, gatinha linda. As irmãs Eliane e Denise Fortes superfãs curtindo o show do U2 na Redzone. Que demais! 46 | Vitti | revistavitti.com.br

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Religiosidade

Frei Galvão o Santo do Povo

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Por Paula Guimarães

o mês de outubro, celebramos alguém que fez o bem por onde passou, e por isso, hoje, é lembrado por muitos. Estou falando do primeiro santo brasileiro, Frei Antônio Sant'Anna Galvão. Distante 160 km da capital paulista, na região do Vale do Paraíba, está a cidade de Guaratinguetá (SP), onde nasceu e viveu Frei Galvão; um ponto de parada de muitos peregrinos na região considerada como capital do turismo religioso no país. O roteiro abriga as cidades de Aparecida, Guaratinguetá e Cachoeira Paulista, que formam o tripé do Circuito Turístico Religioso do Vale do Paraíba, criado em 2007 para estruturar o setor na região. É um dos segmentos que mais crescem no Brasil e no mundo, sendo responsável por gerar R$ 15 bilhões anualmente, segundo pesquisa do Ministério do Turismo. Costumo dizer que me pareço bem com o Circuito Turístico religioso, pois nasci em Guaratinguetá, terra de Frei Antônio de Sant'Anna Galvão. E fui batizada por Frei Hans Stapel, fundador da Fazenda da Esperança, uma das comunidades católicas que trabalha com a recuperação de dependentes químicos, e está presente em 18 países.

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Fui consagrada à Nossa Senhora Aparecida por minha mãe, pois quando tinha nove meses e fui diagnosticada com uma doença que me impediria de andar, o médico disse à minha mãe que talvez eu viesse a engatinhar após os quatro anos e antes mesmo de completar um ano de vida fui da sala para cozinha caminhando, sem ter aprendido a engatinhar, e me joguei nos braços da minha mãe. Posteriormente, os exames, confi rmaram o milagre que havia recebido por intermédio de Nossa Senhora. Nascida em Guaratinguetá, posso falar com segurança o amor que o povo tem por Frei Galvão. Certa vez fui ao Museu de Frei Galvão e recordo de uma imagem que não saiu da minha cabeça. Lá, em meio a tantas memórias deste santo homem, vi uma mesa que ele usava para subir e fazer suas colocações à multidão, que se reunia para ouvi-lo. Esta mesa tinha a marca dos seus pés, dessa forma podemos imaginar o quanto ele subiu para orientar o povo de sua época. Estou falando dos anos de 1700. Frei Galvão nasceu em 1739. Ele não era um homem somente da palavra, e a história registra que ele andou muito. Naquela época se deslocar era exigente, era a cavalo, ou a pé mesmo. Assim ele

percorreu muitos quilômetros por onde conseguia ir, atendendo aos pobres. De família rica, com prestígio social e influência política, seu pai o enviou aos treze anos para o Colégio de Belém, dos padres jesuítas, na Bahia, onde já estava seu irmão José. E então, no dia 16 de abril de 1761, fez seus votos solenes e foi para o Convento de São Francisco, em São Paulo para aperfeiçoar seus estudos de fi losofia e teologia e exercitar-se no apostolado. Frei Galvão foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 1998, recebendo os títulos de Homem da Paz e da Caridade e de Patrono da Construção Civil no Brasil. No seu processo de beatificação foram constatadas 27.800 graças documentadas, além de outras consideradas milagres. Sereno e sempre voltado para o bem, assim será lembrado Frei Galvão. A história ainda conta que frei curou diversas pessoas por meio de pílulas, com orações escritas dentro. Além das pílulas, em Guaratinguetá é possível encontrar muito sobre a vida do frei e seus milagres. Frei Galvão foi Canonizado pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007, durante a visita do Pontífice ao Brasil. Paula Guimarães é jornalista e missionária da Comunidade Canção Nova. revistavitti.com.br | Vitti | 47


Social Guará

Guará em Pauta Daniel Santos

Erasmo Ballot

Por Benê Carvalho benecarvalho@revistavitti.com.br

Gabriel Narciso e Magu Oliveira trocaram alianças no dia 13 de outubro, na Catedral de Santo Antonio em Guará. Daniel Cabral

Willian Camargo

A cabeleireira Ana Luisa Bartelega e a maquiadora Flavia Ayala, duas profissionais da beleza, que trabalhavam juntas há mais de 5 anos se uniram e agora comemoram o sucesso do seu novo Studio em Guaratinguetá.

O Casal Luis Felipe Domingos – treinador do Mantiqueira Futebol Clube com sua esposa a marketeira Camila Granço circulando pelos eventos de Guará.

Didi e Ericka Carvalho na comemoração do primeiro aniversário do simpático e encantador Joaquim no dia 21 de outubro. 48 | Vitti | revistavitti.com.br

Daniel Santos

A querida Sra Edméa Ferreira Giannico comemorou seus 90 anos numa linda festa no dia 07 de outubro. João Athaíde

Luiz Otavio Renó e Luciana Carvalho escolheram o cenário da Igreja de Nossa Senhora do Rosário na charmosa cidade de Paraty onde trocaram alianças no dia 25/09.

26 de outubro foi a data escolhida por Cassiana Moura para a inauguração da sua linda loja Trend Look Store no centro de Guará. Novembro, 2017


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Saúde

Bichectomia saiba tudo sobre a cirurgia plástica das bochechas

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Dr. Alysson Martins Corrêa

tratamento virou febre entre as famosas que encontraram na cirurgia da bochecha a possibilidade de destacar ainda mais sua beleza! Com isso, o procedimento está sendo cada vez mais procurado, principalmente nos últimos dois anos. Nesse artigo, convidamos você a conhecer melhor a Bichectomia e ajudamos a esclarecer várias dúvidas. A Bichectomia é um procedimento cirúrgico que retira a gordura localizada nas bochechas, conhecida como bola de bichat, fazendo com que o rosto fique mais fino. O procedimento existe desde a década de 1980 e pode ter objetivo estético, salientando a “maçã do rosto” e afinando a face, e também funcional para os casos, por exemplo, de pacientes que costumam morder a bochecha. A Bichectomia é indicada para maiores de 18 anos quando o objetivo é estético. Isso porque, após essa idade, o crescimento e desenvolvimento da face possivelmente já estarão completos. Na parte interna da bochecha, na mucosa, se

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você consegue sentir uma linha, conhecida como linha alba, provavelmente é um forte candidato para a cirurgia, pois pode indicar que a bochecha está sendo espremida pelos dentes. Dúvidas mais frequentes sobre a Bichectomia A Bichectomia causa envelhecimento? A resposta é não! A bola de bichat não tem função de sustentação, apenas de preenchimento. A Bichectomia deixa alguma cicatriz? Como a cirurgia é feita por dentro da boca não ficará nenhuma cicatriz aparente. A recuperação é rápida e o resultado também. Geralmente o “efeito blush” poderá ser percebido após poucas semanas, à medida que o inchaço diminui. Quais os riscos da cirurgia? Como todo procedimento cirúrgico, existem riscos, mas são pequenos. A cirurgia é relativamente tranquila e trata-se de um procedimento único, não ocasionando uma retirada exagerada de gordura. É preciso saber que o nervo facial possui 5 ramos e na bichectomia deve-se trabalhar apenas o ramo bucal, para evitar o risco de perda de sensibilidade. Por isso é fundamental

buscar pelo melhor especialista. Qual o melhor profissional para realizar a bichectomia, Cirurgião plástico ou Dentista? O profissional que possui maior familiaridade com o procedimento e conhece a estrutura da boca como ninguém é o dentista que costuma realizar cirurgias. Os especialistas mais capacitados, portanto, são implantodontista, cirurgião buco-maxilo-facial e/ou o cirurgião periodontista. Quais famosas já fizeram a bichectomia? Fazem parte da lista de artistas brasileiras a apresentadora Angélica e as atrizes Juliana Paes e Maria Fernanda Cândido. Já entre as famosas internacionais, afinaram a bochecha a Madonna, Jennifer Aniston, Victoria Beckham, Angelina Jolie e Kim Kardashian. E a lista não para de crescer! Dr. Alysson Martins Corrêa é cirurgiãodentista formado pela USP/Bauru, proprietário da Dom Odontologia, especialista em Implante e Prótese e palestrante internacional. Dom Odontologia Avenida Itália, 485, Jardim das Nações, Taubaté/SP (12) 3624.7828 www.domodontologia.com.br Novembro, 2017


Saúde

Psoríase Tem Tratamento

Por Dr. Érico Pampado Di Santis

possibilidade de tratar a psoríase. Tratar a psoríase representa melhorar a dia 29 de outubro foi o dia qualidade de vida. Além de tirar um pronacional da conscientização cesso inflamatório do corpo. Lembrando da psoríase. Esta data é im- que psoríase é uma doença inflamatória portante para tirar muitos crônica. A inflamação é um fenômeno que portadores de psoríase da vida sem tra- ocorre no organismo e gasta energia do tamento. Isso mesmo, muitos portadores corpo. A inflamação é mediada por dide psoríase passam muitos e muitos anos versas células, reações químicas, ou seja, sem tratar a doença. Sofrendo com os es- para acontecer é necessário um gasto de tigmas que a psoríase traz, com seus sin- energia. Esta inflamação crônica também tomas por acreditarem na famosa frase: não é benéfica para parte metabólica. Não é só pelo aspecto estético da pso“psoríase não tem cura”. No último mês de outubro, assim ríase que o paciente deve buscar tratacomo vem acontecendo nos últimos mento é também para diminuir o gasto anos, a Sociedade Brasileira de Dermato- de energia com a inflamação que no fim logia fez várias atividades na mídia para gera o aspecto inestético. Tratar uma doença, qualquer que seja, quebrar este tabu e mostrar que sim, há AF_QUA-0070-17 – Anuncio – Revista Vitti--21x14cm.pdf 1 25/10/17 18:31

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com finalidade de cura é o que todo paciente busca. Mas nem sempre é assim. Psoríase como tantas outras doenças podem ser crônicas, recidivantes. Falar, portanto, que só a psoríase não tem cura é um erro. Enxaqueca não tem cura, amigdalite, alergia, dermatites, etc., também se controla, realizam-se tratamentos contínuos ou repetitivos. Buscar a avaliação do seu dermatologista é fundamental para o controle da psoríase. Muitas vezes nesse momento encontram-se alterações metabólicas como, alteração do colesterol e de forma precoce reverte os danos causados pela dislipidemia. Formas menos grave de psoríase podem ser tratadas com xampus, cremes ou esmaltes, dependendo o local de acometimento. Nas formas mais graves medicamentos por via oral podem ser necessários, sempre com rigoroso acompanhamento médico. E hoje há a possibilidade dos tratamentos com os medicamentos imunobiológicos, que são injetados. O que vale a pena lembrar, e a conscientização serve para isso, é que psoríase tem tratamento. #psoriasetemtratamento

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Gastronomia

Bolinho Caipira

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Por Rafael Ferro

Mercado Municipal foi onde o bolinho caipira popularizou na cidade de Jacareí, há mais de 100 anos. No local, eram comuns os botequins de café, que serviam pratos simples e baratos para os trabalhadores rurais que chegavam à cidade. Em 2010, o bolinho caipira foi reconhecido como patrimônio imaterial do município de Jacareí. O termo “bolinho caipira tradicional de Jacareí” surge, então, a partir desse ano com a implantação da lei municipal nº 5.497/2010. Até então o bolinho feito de farinha de milho branca e recheado de carne de porco era

apenas mais um dos bolinhos, era o mais comum, porém não era denominado tradicional. Antes ele era um costume, sem uma origem identificada. Tradicionalmente, o bolinho caipira também é um prato típico nas festas juninas e quermesses das cidades do Vale do Paraíba. No entanto, é possível deduzir que o bolinho caipira faz parte da festividade desde quando estas ainda eram comemoradas nas residências e nas ruas entre a comunidade local. O bolinho caipira é uma comida que faz parte da cozinha regional do Vale do Paraíba. Sendo um prato típico consumido em toda a região. Entretanto, a receita sofre variações no recheio e no seu ingrediente

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base. Por exemplo, em Jacareí é feito com farinha de milho branca e recheado com linguiça desfiada de porco. Em São José dos Campos o bolinho caipira é feito com farinha de milho amarela e recheado com carne moída. Não existe uma precisão na origem da receita e nem qual delas é a mais antiga, portanto pululam no Vale do Paraíba teorias acerca do surgimento do bolinho e da cidade detentora da primeira e verdadeira receita. A transmissão da receita, provavelmente, deu-se pela oralidade. Rafael Ferro é Chef e Professor do curso de Gastronomia da Universidade do Vale do Paraíba. Contato: rafaelferro@univap.br

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Bolinho caipira de Jacarei

Bolinho caipira de S. Jose dos Campos

Ingredientes:

Ingredientes:

Modo de fazer: Vá misturando os ingredientes até formar uma massa uniforme. A água morna deve ser colocada de acordo com a necessidade para dar liga na massa. Amasse bastante. Quando ficar pronta, pegue uma pequena porção nas mãos e abra essa massa. Coloque então o recheio da mistura de carne de vaca com a carne de porco, que é a linguiça caipira. Feche os bolinhos e leve para fritar.

Modo de fazer: Primeiramente deve-se ferver a água e, em seguida, diluir o caldo. Em uma vasilha grande, coloque a farinha de milho e a de mandioca, suco de limão, cheiro verde, óleo e, por último, a água fervente com o caldo. Misture a massa com uma colher de pau; depois de um tempo deve-se sovar a massa com as mãos. Tempere a carne a gosto, mas sem refogá-la, a carne deverá ser colocada crua no meio da massa. No decorrer do tempo, coloque sempre um pouco de água na massa, para não a ressecar, assim o bolinho não rachará. Faça bolinhos com as mãos e recheie com a carne temperada. Depois frite em óleo bem quente.

500g de linguiça caipira ou calabresa, 2 colheres de tempero pronto, Sal, Cheiro verde, 1 kg de farinha branca, 3 colheres de polvilho doce e Água morna

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500 g de farinha de milho, 2 colheres de sopa de farinha de mandioca, 2 tabletes de caldo de galinha, 1/4 de xícara de óleo, 1 litro de água, 1 xícara de cheiro verde, Suco de 1 limão, 500g de carne moída e Tempero a gosto

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Ambiente Construído

Desertos e Desertificações no Brasil

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Por Adilson Pelloggia

odemos imaginar que em algum momento da vida, várias pessoas já pararam para assistir a um filme que se passe no deserto, no entanto, a maioria das pessoas acaba por não saber realmente qual poderia ser o tamanho ou até mesmo a localização destes desertos. É interessante ter conhecimento de quais seriam os considerados como maiores desertos do mundo e como é a sua superfície. Estes são considerados como os maiores desertos do mundo justamente pela sua extensão, no entanto, até mesmo condições do solo, acabam por ser consideradas como um tanto quanto precárias. As pessoas evitam a visitação nestas regiões justamente pelo fato e serem de difícil acesso e a sobrevivência, sendo essas áreas utilizadas apenas como passagem de uma região para outra, de uma maneira mais rápida, entretanto, tudo acaba por depender das condições de seu

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ritmo de translado. Embora no Brasil não existam grandes desertos como o Sahara do norte da África, ou o Atacama no Chile, as rochas estudadas pelos especialistas em solos apresentam características que indicam que no nosso país, há anos, houve áreas com predominância de desertificações. Uma localização onde isso pode ser observado é na Serra do Tombador. Esta área situa-se a oeste da cidade de Jacobina-BA, onde se pode vislumbrar ao longe o maciço. Os estudos sobre esta área foram feitos pelo geólogo inglês John Casper Branner (1850-1922), no ano de 1910. As rochas sedimentares encontradas nessa região foram chamadas pelo geólogo de formações Tombador (por causa desta serra) e Caboclo (por causa da serra do Caboclo). A Formação Tombador é constituída por arenitos e a Formação Caboclo por argilitos. No conglomerado geográfico encontramos seixos de quartzito verde, provenientes da serra de Jacobina. Pode

ser observado também a presença de discordâncias, pois a área não é uma superfície plana. Os arenitos da Formação Tombador preenchem depressões do embasamento. Essas marcas foram analisadas e interpretadas como pingos de chuva pelo geólogo Edwin D. Mc Kee, do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e mostram que essas rochas formavam dunas, caracterizando a presença de desertificações em grande parte dessa área. A serra do Tombador representa um antigo deserto de mais de um bilhão de anos, perfeitamente preservado, onde podem ser examinados os processos que levaram a sua formação e consequentemente por similaridade em muitas outras áreas do nosso Brasil, que deveriam ser pesquisadas e estudadas por cientistas formados na nossa Pátria. Prof. Dr. Adilson Pelloggia é Especialista em Hidrogeologia. Contato adilsonpeloggia1@gmail.com. Novembro, 2017


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Tribos de Taubaté

Farmacêuticos

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Por José Diniz Júnior

ouve um tempo em que rolava a piada que o que mais abria em Taubaté era pastelaria. Hoje, com toda a certeza, é farmácia. Mas senta que lá vem história. Começou em 1857 com o alemão Carlos Adolpho Leonardo que abriu a "Botica Alemã" no largo do Mercado Municipal, a única na região com produtos homeopáticos. Durante a Primeira Guerra foi alterado para Pharmácia Leonardo. Outro farmacêutico lendário se chamava Manoel Antonio de Castro, inicialmente na Rua Humaitá (epa!) e que pertencia a uma plêiade de farmacêuticos humanitários. Também era pai de três irmãos lendários no ramo de farmácia em Taubaté. Veja a seguir: Jayme Castro, Manuel Wanorden e Dinephort Castro, que foram auxiliares na farmácia do pai e diplomaram-se na antiga Escola de Farmácia e Odontologia de Pindamonhangaba. Wanorden tinha a farmácia São Luis na rua Dr. Winther. Dinephort na rua Visconde do Rio Branco. Eurícles da Silva Almeida, filho de médico e pai do farmacêutico Diaulas Castro, 56 | Vitti | revistavitti.com.br

também foi proprietário da Farmácia São Luís na rua Dr. Winther. Nascidos todos em São Luiz do Paraitinga, só para registrar a homenagem do nome da farmácia. Eurícles foi prefeito da vizinha cidade, nomeado por força da Revolução de 1930. Seu fi lho Diaulas de Almeida Castro exerceu por 20 anos a profissão - formando-se em Direito e prestando serviços na Prefeitura Municipal. José de Alvarenga Ortiz - o lendário Julinho - foi outra lenda do ramo. Também formado em Pindamonhangaba, foi proprietário da Botica Bom Conselho, tendo seu nome ligado à promoção social em Taubaté. Também aventurou-se na política pelo Partido Comunista Brasileiro, tendo sido defensor do Cavaleiro da Esperança - Luiz Carlos Prestes - fato que causou aborrecimentos à Julinho. Julinho era pai de Darier Pio Ortiz - o célebre Ieié que tinha farmácia na rua Marquês do Herval - e da saudosa Dona Dulce, mãe do dileto amigo Daves Ortiz Batalha. Outros farmacêuticos ficaram famosos em Taubaté ao longo dos tempos pela forma humanitária em tratar as pessoas: Clibas Alvarenga, Oswaldo Siqueira Andrade, João Billa, José Maria Gil,

Martins, Custódio, Nivaldo Bonafé, Roberto Antunes da Droga Fiel, os irmãos Gonçalves e Zé da Farmácia, o Ivan que teve farmácia na esquina do Convento. O farmacêutico Alliandro na rua Duque de Caxias e o Arid na Marquês do Herval, pais dos músicos do mesmo sobrenome. Com o surgimento das grandes redes as pequenas farmácias desapareceram de Taubaté, sem condições de competir. Onde os nomes que citei acima, aplicavam injeções, receitavam medicamentos, atuavam como verdadeiros médicos junto à população. Cobrando apenas o custo do medicamento. Devido a falência dos grandes Planos de Saúde e sem condições de pagar consultas particulares, fica claro que o “zé povinho” se automedica, o que justifica o surgimento de farmácias imensas por todos os lados, onde até tem que tirar uma senha para ser atendido. Quanto à predileção do taubateano por pastéis, basta ir as pastelarias no interior do Mercado Municipal aos sábados e domingos para ver as imensas filas e constatar que esse gosto continua intacto. Você decide: é preferível uma fi la para comer pastel ou um balcão de farmácia? Novembro, 2017


Reflexão

Compreendendo a “bipolaridade” Uma visão psíquica-espiritual

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Por Juliana Bueno

ntender, e se possível curar aspectos bipolares da nossa personalidade é algo atualmente bastante conscientizado, principalmente neste nosso planeta onde confl itos psíquico-emocionais, contrastes e contradições fazem parte do nosso mundo pessoal, pelo menos por enquanto. Esta é a fase tão longa, secular, onde ainda nos encontramos. Há alguns anos precisei tratar de uma estranha e perturbadora depressão, conversei com um ótimo medico psiquiatra de São José dos Campos. Fiz uma consulta com ele sobre os meus problemas psíquicos-emocionais, buscando orientação e remédios se necessário, mas o assunto “transtorno bipolar” surgiu , e então ouvi dele: “Uma grande maioria de pessoas, principalmente artistas, mais sensíveis, que criam, e procuram interpretar a realidade do mundo e da vida, quase sempre apresentam aspectos do transtorno bipolar, que nestes casos pode ser chamada de bipolaridade ordinária, ao contrario da outra, essencialmente patológica”. Aos poucos fui entendendo melhor, percebendo que inclusive no meu caso, como escritora e jornalista (sensível e criativa), as palavras deste médico se aplicavam perfeitamente. Depois de ler muitos livros, assistir palestras e cursos sobre o assunto, e principalmente com a minha experiência pesNovembro, 2017

soal, acredito que a bipolar idade quase sempre culmina nu m estado depressivo, em vá r ios níveis. Existem caminhos para impedir que isso aconteça. O tratamento espiritual é fundamental e precisa ser enfrentado pelo doente e por seus familiares. Na verdade, todos eles vão também evoluir (e aprender) durante esta fase, compreender o que precisa ser compreendido, vencer etapas importantes na busca do aperfeiçoamento interior. De fato, para os familiares destes “doentes” a vida nunca mais será a mesma, a fase é difícil, precisa ser enfrentada, caminhos e opções existem. A humildade é fundamental para entender as causas, compreender e tratar os efeitos. O conhecimento metafísico (espiritual) torna-se então fundamental, explicações, estudos e a compreensão religiosa ou não, sobre as vidas passadas podem ajudar bastante, No meu livro “Uma Vida Bipolar” (edições Besouro Box) a historia é real, mostrando o sofrimento de uma mãe que tem um filho com este problema. Também neste livro, uma entrevista com o médico neurocientista Sergio Felipe de Oliveira, de São Paulo, traz algumas explicações importantes, lembrando aqui, que este médico é espiritualista. Ele desenvolve em sua clinica vários tipos de tratamentos espirituais e comportamentais, além

de tratamentos científicos, se necessário, apoiados em remédios. Houve uma grande evolução neste sentido, embora sempre existam os efeitos colaterais. O aprendizado é longo, as crises quase sempre se sucedem... Mas certamente hoje, muito mais do que em outras épocas, este tipo de desequilíbrio tão intenso e prejudicial, tem caminhos férteis para a busca de cura. E a Medicina Espiritual está se tornando compreendida e respeitada no mundo inteiro, inclusive por médicos, cientistas e terapeutas. É importante ter o coração e a alma preparados para uma busca sincera, entendendo também alguns aspectos mais intensos e prejudiciais da própria bipolaridade, ainda que não seja patológica. Aos poucos a humanidade se prepara para aceitar e desenvolver tratamentos holísticos para todos os tipos de doenças, principalmente doenças agudas ou crônicas do nosso mundo psíquico- emocional, ainda bastante frágil, sofrendo influências de todos os tipos, visíveis e invisíveis. Podemos sim, ajudar nesta caminhada, aprendendo e divulgando o aprendizado conquistado, auxiliando pessoas, familiares ou não, que possam apresentar estes sintomas. Juliana Bueno é jornalista e escritora, especializada em temas espiritualistas/ comportamentais e autora de “Uma vida Bipolar” (4ª edição, Besouro Box). Contato: julianabuenorbio@terra.com.br revistavitti.com.br | Vitti | 57


Carros

Confira os 5 modelos SUVs compactos mais econômicos do Brasil 1° - Nissan Kicks S

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Da Redação

tilitários esportivos são a bola da vez no mercado nacional, mas costumam não agradar tanto ao motorista que se preocupa com os gastos com combustível. De qualquer forma, o segmento dos SUVs ficou ainda mais competitivo. Para se ter uma ideia, há mais de 50 modelos sendo vendidos no Brasil atualmente. Se a ideia é escolher um daqueles que menos consomem combustível, listamos os cinco SUVs mais econômicos disponíveis nas lojas para você fazer a escolha certa. Confira a seguir a lista que preparamos, com dados do Inmetro.

O Kicks é o destaque entre os SUVs mais econômicos do mercado. O câmbio CVT foi otimizado para priorizar a economia de combustível, que também se beneficia do baixo peso. O modelo da Nissan afere 13,2 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada quando abastecido com gasolina. 2° - Peugeot 2008 Griffe THP A melhor versão do Peugeot é também a mais econômica. Quando surge com motor 1.6 turbo, de 173 cv de potência, fica mais rápido e menos beberrão. O modelo faz 12,5 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada com gasolina no tanque.

3° - Ford EcoSport 1.5

4° - JAC T40

5° - Honda HR-V Manual

O novo motor 1.5 de três cilindros deu novo fôlego ao SUV da Ford, que melhorou seu rendimento em relação ao consumo. Com gasolina no tanque e o novo 1.5 sob o capô, faz 11,6 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada.

O menor SUV dessa lista. O fôlego do motor 1.5 que equipa o modelo não é dos melhores, mas garante bons números de consumo. De acordo com o Inmetro, ele faz 11,3 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada.

O HR-V é o último da lista, mas continua gastando pouco. Utilizando o mesmo motor 1.8 que equipava a antiga geração do Civic, o HR-V faz 10 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada com gasolina, segundoNovembro, o Inmetro.2017

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Tecnologia

Cientistas criam vidro ‘invisível’ à prova de reflexos

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Da Redação

ientistas do Centro para Nanomateriais Funcionais (CFN), nos EUA, encontraram uma maneira de melhorar drasticamente a transparência dos vidros, tornando-os virtualmente invisíveis. Para tal, os pesquisadores desenvolveram um método que grava formas em escala nanoscópica no material – o que, por sua vez, reduz a ref lexão de sua superfície para quase zero.

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Que diferença isso faria para nossas vidas? Bem, é só pensar no número de vezes que você teve problemas com reflexos causados na tela de sua TV, celular ou janelas. Com essa nova tecnologia, esse tipo de problema deixaria de acontecer, já que sua superfície reduz a mudança abrupta no índice de refração da luz ao passar de um material para outro (no caso, do ar para o vidro). Outro ponto interessante a ser notado é que o uso dessa tecnologia não precisa se limitar a reduzir incômodos com refle-

xos. Com ela, é possível aumentar a eficiência de conversão de energia das células solares (afinal, parte dela se perderia com a reflexão), bem como servir de um substituto para os revestimentos antirreflexo frágeis usados em lasers de alta potência. Vale dizer, por fi m, que os pesquisadores estão atualmente em busca de um parceiro interessado em levar o estudo dessa tecnologia para frente. É aguardar e torcer para que essa tecnologia possa atender diversas frentes, como indústria e a arquitetura.

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Esporte

Por Fabiana Ferreira fabycanoagem@hotmail.com www.luzcameraesporteacao.blogspot.com

Luz, Câmera, Esporte e Ação

Esporte, confraternização e solidariedade

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eninas unidas pela mesma paixão: O Tênis. O Café com Tênis promove a integração de tenistas por meio de encontros regados a café da manhã, jogos e muita diversão. O objetivo é a confraternização feminina e a prática esportiva. “Buscamos o apoio de todos os clubes para proporcionar, no mínimo, um sábado por mês, um evento gratuito voltado para incentivar o exercício e o relacionamento entre mulheres de todos os níveis e idades”, relata a idealizadora do evento Kelly Nagaoka. Ao longo de três anos de existência, mais de 200 tenistas participaram do

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Café com Tênis. Foram realizadas 39 edições do encontro esportivo, em 14 cidades das regiões do Vale do Paraíba, Minas Gerais, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira e Alto Tietê. A organização é da tenista, jornalista e ex-mesa-tenista da seleção brasileira, Kelly Nagaoka, de 37 anos, em conjunto com as anfitriãs dos clubes que fazem o convite, além do apoio do grupo formado por tenistas de diversas cidades, com destaque para Taubaté, Lorena, Pinda, São José dos Campos, Guará, Cruzeiro, São Luiz do Paraitinga, Ubatuba, Caxambu, São Lourenço e Paraisópolis. A professora de tênis Isabela Maria, que hoje mora em

Ubatuba, foi fundamental para a existência do encontro, que no início, com sua experiência no tênis (ela morou nos EUA para treinar), integrou as tenistas. “Nosso recorde foi a participação de 60 tenistas, quando tivemos o encontro no Nippon Country Clube, com 13 quadras à disposição em plena quarta-feira”, comenta Kelly. Já virou tradição também o grupo realizar ações solidárias nos encontros. A partir do 12º, em Paraisópolis, no início de 2015, com a ideia da tenista Sandra Giordani, de Lorena, realizaram um dos maiores orgulhos do Café com Tênis! No total, 27 entidades até o momento foram beneficiadas. Novembro, 2017

Fotos: Divulgação

Café com Tênis


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Torneio de Golfe Adaptado da Associação Esportiva São José reuniu no dia 28 de outubro sete jogadores, todos cadeirantes, para uma disputa stroke play em seis buracos, organizada por Juracy Barros, com apoio da Associação Esportiva São José e da Federação Paulista de Golfe (FPG). Além dos troféus para os três primeiros colocados, todos os participantes receberam certificado e medalhas da FPG, que foi representada pelo diretor Executivo Mauro Batista. A mesa de premiação contou ainda com a diretoria do clube representada por Ricardo Iguchi, Gislaine Cerveny, Juracy Barros e professores de golfe Wanderlei Garcia e João Rodrigues que auxiliam o projeto. Ademir Lopes Rodrigues foi o campeão, com 32 tacadas, seguido por Lucas Oliveira, com 37, e Matheus Sampei, com 42. A seguir terminaram Edison Sousa (46), Alessandra Santos Nunes (49), Aline Moreira Bustamante (51) e Evandro Bo-

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Fotos: Carla Lopes

nocchi, que não pode concluir o percurso. Pro-Am – No dia 25 de novembro haverá uma festa ainda maior, com a realização do II Aberto de Golfe Adaptado da Associação Esportiva São José – Pro-Am de Golfe Adaptado PWC Cup, que terá um Nissan de prêmio para o hole-in-one.

Serão 12 equipes formadas por um cadeirante, um profissional e três golfistas amadores cada, no maior evento de inclusão pelo esporte já realizado no Brasil. Para participar, patrocinar ou apoiar o evento do dia 25, ligue para (12) 997570879. Parabéns guerreiros. Boas tacadas! revistavitti.com.br | Vitti | 61


Turismo

Pedra do Baú Um tesouro da Serra da Mantiqueira continua sendo um dos destinos mais procurados pelos turistas que visitam a região

C

Da Redação

om altitude de 1.950 metros, o Complexo do Baú é uma enorme formação rochosa que compõe um dos principais cartões postais da Serra da Mantiqueira. Localizada na Cidade de São Bento do Sapucaí, o melhor acesso se dá por Campos do Jordão. O complexo é formado por três rochas: a Pedra do Baú, a maior e mais alta pedra com 1.950 metros de altitude; O Bauzinho com 1.760 metros; e a Ana Chata com 1.670 metros de altitude. Estas duas últimas localizadas ao redor da principal. 62 | Vitti | revistavitti.com.br

Por Campos do Jordão é possível chegar tranquilamente de carro ao Bauzinho, sendo possível alcançar a sua parte mais íngreme com facilidade. Seguindo as placas na estrada da Campista chega-se na rua de terra que leva até a Pedra do Baú, onde no final um platô com placas indicativas mostram uma pequena trilha para o Bauzinho. De lá é possível avistar a pedra maior, apontada bem de frente, com seu grande paredão rochoso, que enche os olhos do tursista. Para os adpetos da aventura, é possível subir ao topo da pedra maior, por uma outra trilha que demora em média uma hora e meia de caminhada na mata. Logo após encontram-se as escadas de ferro e vergalhões cravados nas pedras. A partir deste ponto a adrenalina fica mais forte, pois o trajeto é feito por meio de escalada nos paredões estreitos da rocha, que exige certo preparo físico e muita coragem dos visitantes. Recomenda-se que este passeio a pedra maior do Baú seja conduzida por guias especializados na região, que conhecem bem as trilhas e as escadas que levam ao cume. No ponto mais alto da Pedra os visi-

tantes podem andar em sua base, apreciando uma vista espetacular. É possível ver de um lado boa parte da serra de Campos do Jordão, e de outro as lindas montanhas de Minas Gerais. A primeira subida ao topo da Pedra do Baú ocorreu em 20 de agosto de 1940, quando os irmãos Cortez realizaram essa difícil tarefa. Graças a eles os visitantes conseguem subir, por meio de escada de ferro fi xado na rocha, empreendida pelo Dr. Luiz Dummont Villares por 10 anos. Foi feita também uma casa no topo da pedra, feita de tijolos, telhado de cobre e bem servida de água, pois havia compartimentos para receber e armazenar águas da chuva, construída por Floriano Rodrigues Pinheiro, para pernoite de alpinistas. A casa que ficava no topo foi destruída por ação de vandalismo, mas ainda é possível ver sua fundação. Pela cidade de São Bento do Sapucaí existe também um caminho para a Pedra do Baú, que exige ainda mais destreza na escalada. A prática de rapel e alpinismo também são bastante comuns no local, em que os esportistas encontram diversos terrenos para esportes radicais. Novembro, 2017


Esporte

André Rocha

fecha temporada com mais uma quebra de

Recorde Mundial

Paratleta taubateano encerra o ano como Campeão Mundial e Recordista do Lançamento de Disco e Arremesso de Peso na classe F52

Da Redação / Foto: Ronaldo Casarin

O

ano de 2018 foi, sem dúvidas, o mais vitorioso da carreira do paratleta André Rocha, 40, de Taubaté. No último fim de semana de outubro, ele integrou o time taubateano, do Programa Esporte Para Todos, que disputou a última etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de Paratletismo, realizado em São Paulo. Na prova do Arremesso de Peso (clas-

se F52), ele venceu com folga, e de quebra cravou o novo Recorde Mundial da prova em sua classe, com a marca de 11,74m. O recorde anterior era de 11,60m, do próprio André. “Estou muito feliz com esse resultado, mostra que os treinos tem surtido efeito, pois além da constância de boas marcas, consegui encaixar um arremesso muito bom que me deu mais essa vitória e mais um Recorde Mundial quebrado. Encerro este ano com chave de ouro, sem dúvidas

foram resultados incríveis, e a experiência de ter ido ao Mundial foi única. Vamos descansar agora, e preparar a temporada 2018. Tenho certeza que boas coisas virão por aí”, comentou André após a conquista. André leva de 2018 a maior conquista de sua carreira. Em junho ele disputou pela primeira vez um Campeonato Mundial de Paratletismo, e já em sua estreia voltou com o título Mundial no Lançamento do Disco, além de também ter cravado o Recorde Mundial na prova, com 23,24m.

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Agenda

Mapa Cultural TEATRO Quizumba! Pastinha é um menino baiano do começo do século que sempre apanha de um rapaz na rua. O velho mestre Benedito convida o menino a aprender um jeito de se defender. Ensinando-o a equilibrar covardia e valentia, mestre Benedito conta a história de Francisco, o Zumbi dos Palmares. Com o Coletivo Quizumba. Local: SESC SJC Quando: 03/12, 16h30 - Grátis Baú da Vida

Diário de Pilar na Grécia

A Domadora

Duas irmãs que carregam consigo os fantasma de um passado cheirando a mofo. Helena uma bela mulher de 28 anos, em seus traços os traumas, ao qual a levou a se fechar dentro de si, guardar o orgulho de ter feito o melhor de si para sua irmã, porém os acontecimentos em sua vida a deixou numa espécie de luto. Cristina traz o sonho do encontro perfeito com o príncipe perfeito, mas é fechada em si, ao mesmo tempo em que sonha, cai na realidade do medo. O conflito se desenrola no dia em que as irmãs resolvem abrir de vez seus baús, e desenterrar todo passado, passando juntos por essa fase obscura de suas vidas. Local: Espaço VivArte (Rua Guaranis, 121, Centro – Guaratinguetá) Quando: 19/11, 20h - Grátis

Usando uma rede mágica que ganhou de seu avô, Pilar viaja para a Grécia, vivendo grandes momentos com personagens da mitologia grega, como o rei Midas que transforma tudo em ouro; Helena, apaixonada por Hércules e sua força descomunal; Dionísio, o rei das festas, das uvas e das colheitas, e Zeus, o deus de todos os deuses. Nessa aventura, com apoio do amigo Breno, do seu gatinho Samba e de seus novos amigos gregos, Helena e Tirésias, Pilar desvenda mistérios de sua própria vida, anotando tudo em seu diário. Local: SESC Taubaté Quando: 26/11, às 11h - Grátis

Um thriller psicológico que se passa dentro da cabeça de uma domadora de elefantes nos quinze últimos segundos de seu número. No ápice do show a elefanta desce sua pata lentamente até encostá-la na ponta do nariz da mulher. A qualquer momento, o enorme animal pode esmagar sua cabeça. O tempo é suspenso e, diante da fragilidade da ação, a artista é tomada por questionamentos sobre as transformações do corpo e da mente e de suas relações pessoais e de trabalho. Local: SESC SJC Quando: 08/12, 21h Ingressos: R$5,00 a R$17,00

Fanta Kanotê Natural da Guiné Conacri, Fanta Konatê é cantora, bailarina e compositora. Morando atualmente no Brasil, seu trabalho é dedicado à divulgação de danças e músicas tradicionais do oeste africano, como intuito de conectar o público à África real dos saberes, belezas e resistência, expressando a alegria e a vitalidade de um povo que se reúne diariamente para celebrar a vida de cada indivíduo. Nesta apresentação, acompanhada pelos músicos da troupe Djembedon, ela propõe ao público uma vivência em cantos e danças. Local: SESC Taubaté Quando: 26/11, 16h - Grátis 64 | Vitti | revistavitti.com.br

Ana Carolina Um dos maiores nomes da MPB brasileira traz seus grandes sucessos a São José dos Campos. Fazendo um apanhado de sua carreira e pincelando canções mais recentes, Ana Carolina promete embalar o público joseense. Local: Clube Luso Brasileiro Quando: 01/12, 23h00 Ingressos: a partir de R$ 50,00 Novembro, 2017


Cartas à Madame Satã

AUDIOVISAL

Em seu quarto, um homem negro se corresponde com a figura mítica de Madame Satã. Fragmentos de histórias revelam, por meio das cartas, trajetórias e casos de amor, numa cidade-país carregada de doenças, que mantém sob cárcere privado um jovem apaixonado. Com a Cia. Os Crespos. Local: SESC SJC Quando: 25/11, 20h Ingressos: de R$5,00 a R$17,00

Fuga no Século 23

A vida não poderia ser mais perfeita no século 23. Todos têm direito ao bom e o melhor. Porém, não podem ultrapassar a idade de 30 anos. Logan (Michael York) é a pessoa responsável por repreender os que não cumprem a regra. Até o dia em que ele atinge a idade permitida, decidindo por fugir. Parte da exibição de filmes clássicos de ficção científica promovida pelo SESC. Local: SESC Taubaté Quando: 29/11, 19h00 - Grátis Mulheres Divinas Nora é uma jovem dona de casa que mora em uma pequena cidade com o marido e os dois filhos. O interior da Suíça permanece à parte dos grandes movimentos sociais surgidos em 1968. A vida de Nora tampouco é afetada; ela é uma pessoa pacata, de quem todos gostam. Até começar a lutar publicamente pelo direito ao voto feminino, que os homens devem decidir nas urnas no dia 7 de fevereiro de 1971. Direção e roteiro Petra Volpe | Suíça - 2017 | Cor - 96 min | Ficção. Local: SESC SJC Quando: 05/12, 20h - Grátis

Ratos de Porão Uma das mais longevas e famosas bandas do punk brasileiro traz seu hardcore bem peculiar ao Vale do Paraíba. João Gordo, Jão, Juninho e Boka se apresentam tocando clássicos dos mais de 35 anos de banda e os petardos se seu mais recente disco, “Século Sinistro”. Local: Porca Miséria, em Taubaté Quando: 25/11, 22h Ingressos: www.ticketplanet.com.br Folk Como Ocê Gosta Surgido em 2016, o coletivo musical tem como objetivo divulgar o trabalho autoral de músicos e compositores da região de Bragança Paulista. O grupo apresenta repertório com base na música caipira. Com Paulo Garcia (violão e voz), Rodrigo Oliveira (violão e voz), Glaucio Leme (percussão e voz) e Robert Sinclair (contrabaixo). Local: SESC SJC Quando: 02/12, 18h - Grátis Novembro, 2017

LITERATURA O Rei Astuto e os Dois Pintores

Café com Leitura

Um rei decide construir o palácio mais lindo do mundo e para decorá-lo decide fazer uma prova com os dois melhores pintores do reino. Em uma parede eles terão que desenhar a paisagem que está em volta do reino. Um pintor se esforça muito, já o outro é um tremendo preguiçoso e quando acaba o prazo, não fez nada. Com Abigail conta mais de Mil. Local: SESC SJC Quando: 02/12, 14h30 - Grátis

Encontro de Escritores no Buriti Shopping, em Guaratinguetá. Bate papo, leitura de textos, apresentação de originais e projetos e sessão de autógrafos. Local: Café Donuts, no Buriti Shopping Guaratinguetá Quando: 26/11 Consumação e comanda individual

VARIEDADES Natal da Casa Transitória A Campanha de Natal da Casa Transitória Fabiano de Cristo começou. Mude uma história, venha celebrar essa festa. Para colaborar, basta adquirir uma das cestas. O valor estimado de cada cesta é de R$60,00. Participe e apoie esta nobre causa. Local: Rua Frei Fabiano de Cristo, 555, Pindamonhangaba. Quando: 17/12, 8h revistavitti.com.br | Vitti | 65


Pets

Sete formas de ajudar

seu cachorro a lidar com a perda de um amigo animal

Q

Da Redação

uem já perdeu um animal de estimação sabe bem como é doloroso e como a falta que ele faz causa um grande sofrimento. Porém, não somos só nós que sentimos essa dor. Os cachorros também sofrem com a morte de um animal de estimação da família. Como eles podem não demonstrar de uma forma tão aberta quanto nós, é preciso ficar de olho neles para perceber quando eles estão tristes e precisando de ajuda. Alguns dos sinais de que o cão está de luto e sofrendo são: mudanças no sono, mudança nos hábitos alimentares, falta de interesse nos passeios e em brincar, não querer ficar sozinho e continuar procurando pelo amigo falecido. 1-Não esqueça do animal que está vivo por conta da tristeza do seu pet que faleceu, pois, assim como você, ele também perdeu seu companheiro de todas as horas. A melhor coisa para superar este momento é vocês ficarem juntos, um dando amor e apoio ao outro. 2-Quando estamos tristes e de luto, o apetite é uma das coisas mais afetadas. E

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o mesmo acontece com os cães. Quando estão passando por momentos assim os cachorros podem passar até 48 horas sem comer. O mais indicado é que você continue oferecendo a comida regular do cão nos horários que ele costuma comer, quando estiver se sentindo melhor, ele voltará a comer. Evite ao máximo oferecer guloseimas, pois o animal pode se acostumar. 3-Cada pessoa vive o luto de uma forma e por um tempo diferente. Não é possível saber por quanto tempo os cachorros vivem o luto, assim como com os humanos, não existe um prazo para que o animal volte ao normal. Se o tempo está passando e você não percebe melhoras no cão, é uma dica levá-lo ao veterinário. 4-É sempre difícil voltar à rotina após a perda de um animal de estimação tão amado, mas o cachorro que ficou vai precisar dessa continuidade na rotina para se sentir seguro e amparado. Faça o possível para manter as atividades diárias do cão, principalmente os horários de alimentação, brincadeiras e caminhada. 5-Quando uma casa tem muitos cães e um deles morre, a dinâmica entre o grupo de animais é afetada. O ideal é que eles se organizem sozinhos, mesmo que

esse período seja caótico e com latidos e até estranhamentos entre eles. Desde que nenhum animal se machuque ou represente uma ameaça para os outros e para a família, o ideal é que os cães se reorganizem por conta própria. 6-Pense sobre a possibilidade do cão se despedir do amigo que faleceu. Os animais costumam entender a morte ao verem outro animal morto. Por isso, alguns veterinários incentivam tutores a dar a oportunidade do cachorro vivo inspecione o corpo do animal falecido. Isso faz com que o cão entenda o que de fato aconteceu e veja que o seu amigo não apenas sumiu. 7-Às vezes é indicado esperar algum tempo antes de levar um novo animal para casa. Especialistas recomendam que se espere cerca de três meses para que o cachorro que está de luto fique bem e se “acostume” com a falta do animal falecido antes de ganhar uma nova companhia. O ideal é observar bem o comportamento do cachorro para ver se já é hora de adicionar um novo membro na família. Não se esqueça de que cada animal é diferente do outro e que a melhor forma de cuidar do seu pet é com a ajuda de um médico veterinário.

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Revista Vitti, Novembro 2017 Edição n143  

Nesta edição entrevistamos Érika Stancolovich, a psicanalista e palestrante fala sobre suas experiências, pesquisas e de como a Resiliência...

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