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www.pack.com.br

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ANO•16 JANEIRO/ FEVEREIRO

2 0 1 4

R$ 15,00

EMBALAGEM

TECNOLOGIA

DESIGN

INOVAÇÃO

ENTREVISTA Conselho editorial da Pack fala sobre o mercado

PRODUTIVIDADE Indústria gráfica deverá investir em melhorias de processos, capacitação e tecnologia

EMPRESAS DE PAPEL CARTÃO E PAPELÃO ONDULADO ESTÃO SATISFEITAS

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Ró E tu D I lo Ç Co s e à O d et Aç ifica ique D E õe çã ta M sp oe sA A ar m ut R a a ar oa Ç Co caç des O pa ão iva s

RETROSPECTIVA DO SETOR

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Foto: COMODO

carta ao leitor

2014: ESTAMOS PRONTOS!

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começo do ano já é característico por ser o período em que pessoas e empresas traçam suas metas, fazem seus planejamentos e, aguardam, ansiosamente o início do ano em termos de negócios e realizações pessoais. Esta edição fala basicamente sobre isso: Como as companhias fecharam 2013 e o que esperam de 2014. Para o mercado de papel cartão, papelão ondulado e cartonadas, o ano passado foi de grandes conquistas, recordes de vendas, premiações, ampliação de unidades fabris, investimentos para aumento de capacidade produtiva. E a meta agora é aprimorar esses resultados. A Suzano, por exemplo, obteve um crescimento de aproximadamente 5% acima das expectativas iniciais, o que representa uma retomada nos volumes de vendas, chegando aos níveis que o setor esteve em 2010. Já a Antilhas investiu mais de R$ 30 milhões em projetos de automação e aquisição de novas máquinas, capazes de gerar vantagens competitivas a médio e longo prazo em produtividade com menor custo. O setor de máquinas e equipamentos vive momentos difíceis, mas não deixa de acreditar em qualidade, novas tecnologias e atenção ao cliente para voltar a crescer. Com base nos indicadores conjunturais, apresentados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o setor teve em 2013 um desempenho inferior ao de 2012. A expectativa do presidente da Associação, Luiz Aubert Neto, é que 2014 se inicie com a esperança de que as recentes demonstrações do governo, no sentido de desburocratizar e acelerar o programa de concessões públicas, possam significar a realização e estímulo

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aos investimentos, fundamentais para o crescimento do País e, consequentemente, capazes de recolocar a indústria no caminho da recuperação. Para obter ganhos em produtividade, a indústria gráfica deverá investir em melhoria de processos internos, na capacitação pessoal e em tecnologia. Atualmente, este segmento sofre com a concorrência acirrada, sendo que o volume de trabalhos impressos não acompanha o crescimento. Nossos entrevistados, Heidelberg, Feva e Vitopel afirmam que a automação é a ferramenta base para tornar a produção competitiva, até porque está presente de modo inerente na indústria de máquinas e equipamentos. E, como presente para os leitores, reunimos nosso conselho editorial para falar sobre o mercado de embalagem como um todo, como tem se destacado, os desafios que tem enfrentado e, claro, quais são as expectativas para este ano. Um bate-papo com especialistas renomados: Assunta Camilo Napolitano, diretora da FuturePack e do Instituto de Embalagens; Eduardo Tadashi Yugue, gerente de embalagens da Nestlé Brasil; Geraldo Cardoso Guitti, diretor do Conselho Administrativo da Refrigerantes Convenção; Iorley Correia Lisboa, gerente P&D e Inovação de Embalagens – Marcas Exclusivas do Walmart Brasil; João Batista Ferreira, CEO da J2B Innovation to Business; Lincoln Seragini, presidente da Seragini Design; e Luis Fernando Madi, diretor-geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Garanto que vale a pena conferir. Bom ano. Boa leitura!

THAIS MARTINS EDITORA CHEFE redacao@pack.com.br

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sumário

A N O • 1 6 JANEIRO/

FEVEREIRO

Foto: iStockphoto

2014

Foto: Ibema

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CAPA Empresas de papel cartão e papelão ondulado estão satisfeitas. E querem melhorar

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Foto: Heidelberg

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DIFERENCIAL Indústria gráfica deverá investir em melhorias de processos, capacitação e tecnologia

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EMBALAGEM TECNOLOGIA DESIGN

ENTREVISTA Conselho editorial da Pack fala sobre o mercado de embalagens

INOVAÇÃO

8

ENTREVISTA Assunta Napolitano, FuturePack; Eduardo Yugue, Nestlé; Geraldo Guitti, Refrigerantes Convenção; Iorley Lisboa, Walmart; João Ferreira, J2B Innovation to Business; Lincoln Seragini, Seragini Design; e Luis Madi, ITAL, falam sobre o mercado. POR DENTRO DAS LEIS Rafael Gatto, da Abe, Guimarães e Rocha Neto Advogados fala sobre conceito de insumo do PIS/COFINS e o impacto para o setor de embalagens e varejo. PANORAMA Empresas de papel cartão e de papelão ondulado comemoram conquistas, recordes de vendas, prêmios, ampliação de unidades fabris e investimentos. PRODUTIVIDADE, O GRANDE DESAFIO Indústria gráfica deverá investir em melhoria de processos internos, na capacitação de pessoal e em tecnologia. ESPECIAL KRONES Empresa fornece linhas de envase para o Grupo Petrópolis; é fornecedora integral de tecnologias na nova unidade do Grupo; e possui seis sistemas de bloco de sopro. MAQUINÁRIO A POSTOS Setor de equipamentos vive momentos difíceis, mas não deixa de acreditar em qualidade, novas tecnologias e atenção ao cliente para voltar a crescer.

SEÇÕES 6 AGENDA

50 SUSTENTABILIDADE

14 PACK ONLINE

52 DIRETO DA GÔNDOLA

17 VAIVÉM DO MERCADO

53 PACK LEITURA

18 ATUALIDADES

54 NOTAS TÉCNICAS

24 VANGUARDA

EDITORA B2B

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agenda FEIRAS NO BRASIL DATA

FEIRA

LOCAL

CONTATO

1º a 3 de abril

ExpoAlumínio 2014 - Exposição Internacional do Alumínio

Centro de Convenções Imigrantes (SP)

www.expoaluminio.com.br

8 a 11 de abril

Brasil Alimenta

Parque de Eventos Bento Gonçalves (RS)

www.brasilalimenta.com.br

8 a 11 de abril

Envase Brasil

Parque de Eventos Bento Gonçalves (RS)

www.envasebrasil.com.br

22 a 25 de abril

Fiema Brasil 2014 Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente

Parque de Eventos Bento Gonçalves (RS)

www.fiema.com.br

3 a 6 de junho

Fispal Tecnologia Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para Indústrias de Alimentos e Bebidas

Pavilhão do Anhembi (SP)

www.fispaltecnologia.com.br

24 a 27 de junho

Fispal Food Service – Feira Internacional de Produtos e Serviços para Alimentação Fora do Lar

Expo Center Norte (SP)

www.fispalfoodservice.com.br

EMBALAGEM | TECNOLOGIA | DESIGN | INOVAÇÃO

PUBLISHER: Fernando Lopes EDITORA CHEFE: Thais Martins COLABORAÇÃO: Cecilia Borges, Zulmira Felício e Rodrigo Almeida ASSESSORA TÉCNICA: Assunta Camilo (FuturePack) assunta@futurepack.com.br REVISÃO: Nazaré Baracho PROJETO GRÁFICO: Editora B2B PRODUÇÃO: Luciano Tavares de Lima (gerente) DESIGNER: Ana Claudia Martins CAPA: Ana Claudia Martins FOTO DA CAPA: Sig Combibloc

CONSELHO EDITORIAL Assunta Camilo Napolitano, diretora da FuturePack e do Instituto de Embalagens – Eduardo Tadashi Yugue, gerente de embalagens da Nestlé Brasil – Geraldo Cardoso Guitti, diretor do Conselho Administrativo da Refrigerantes Convenção – Iorley Correia Lisboa, gerente P&D e Inovação de Embalagens – Marcas Exclusivas do Walmart Brasil – João Batista Ferreira, CEO da J2B Innovation to Business – Lincoln Seragini, presidente da Seragini Design – e Luis Fernando Madi, Diretor Geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL)

COMERCIAL Marília de Paula Marília@pack.com.br Tel.: (11) 3500-1908

FEIRAS NO EXTERIOR DATA

FEIRA

LOCAL

CONTATO

3 a 5 de março

Packinno 2014

China Import & Export Fair Pazhou Complex – Guangzhou – China

www.packinno.com

3 a 5 de março

Sino-Pack 2014

China International Exhibition on Packaging Machinery & Materials China Import & Export Fair Pazhou Complex – Guangzhou – China

www.chinasinopack.com

1º a 3 de abril

Propak East Africa 2014

Kenyatta International Conference Centre – Quênia

www.propakeastafrica.com

8 a 14 de maio

Interpack 2014

Processes and Packaging - MDK Feiras

www.interpack.com

Rajah Chahine comercial@pack.com.br Tel.: (11) 3500-1909 Executivos de Negócios – São Paulo – Interior Aqueropita Intermediações de Negócios Ltda. Contato: Aparecida A. Stefani Tel.: (16) 3413-2336 – Cel.: (11) 9647-0044 – Fax: (11) 3500-1935 aparecida.stefani@banas.com.br Rio Grande do Sul Interface Comunicação e Propaganda Ltda. Contato: Vera Anjos Av. Taquara, 193 – Cj. 406 – CEP 90460-210 – Porto Alegre-RS Tel./Fax: (51)3737.9200 (51)9969.0727 banassul@terra.com.br Rio de Janeiro Art Comunicação S/C Ltda. Contato: Francisco Neves Rua Des. João Claudino Oliveira e Cruz, 50 – cj. 607 – CEP 22793-071 – Rio de Janeiro-RJ Tels.: (21) 2269-7760 – (11) 9943-5530 – Fax: (21) 3899-1274 banasrj@uol.com.br

REPRESENTANTE INTERNACIONAL

ERRATA

EDIÇÃO, NA MATÉRIA SOBRE PALETES DE MADEIRA, A LEGENDA DA FOTO

PALETES SANTA CRUZ, PORÉM A FOTO DIVULGADA FOI DE UM EQUIPAMENTO DA EMPRESA. PARA SE CORRESPONDER COM A REDAÇÃO E-MAIL redacao@editorab2b.com.br

11 3500-1921 | FAX 11 3500-1935

Rua dos Três Irmãos, 771 Jardim Progredior – São Paulo-SP – CEP 05615-190

JANEIRO / FEVEREIRO 2014 PACK – EMBALAGEM | TECNOLOGIA | DESIGN | INOVAÇÃO

é uma publicação mensal da Editora B2B.

A PACK é dirigida aos profissionais que ocupam cargos técnicos, de direção, gerência e supervisão em empresas fornecedoras, convertedoras e usuárias de embalagens, bem como prestadores de serviços relacionados à logística, design e todos os processos relacionados a indústrias de embalagem. AT

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D E M ÍD IA S E G

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DA 2008

Filiada à

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TELEFONE

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ERA DA DIRETORIA DA

IMPRESSÃO: HAVAII GRÁFICA CIRCULAÇÃO NACIONAL: Tiragem – 10 000 exemplares PERIODICIDADE: MENSAL ASSINATURA: Anual (Brasil) = R$ 180,00 • Nº Avulso = R$ 15,00

PB

EDITORA B2B

197_Agenda_Cartas_Expediente.indd 6 EDITORA BANAS

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Rua dos Três Irmãos, 771 Jardim Progredior – São Paulo-SP – CEP 05615-190 CNPJ 07.570.587/0001-13 – I.E. 149.349.995-116 TELEFONE (11) 3500-1900

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RETIFICANDO, O SITE CORRETO DA FUTUREPACK É

WWW.FUTUREPACK.COM.BR

ARGENTINA 15 de Noviembre 2547 – C1261 AAO – Capital Federal – Republica Argentina Tel.: (54-11) 4943-8500 – Fax y Mensajes: (54-11) 4943-8540 www.edigarnet.com

IO

dezembro/ 2013

NA EDIÇÃO DE OUTUBRO DA REVISTA PACK, EM NOTAS TÉCNICAS, A BRASKEM INFORMA QUE O CORRETO É QUE “OS SACOS SÃO FEITOS COM POLIETILENO À BASE DE ETANOL, TECNOLOGIA DA EMPRESA E COM A PRODUTORA DE EMBALAGENS FLEXÍVEIS PLASTRELA”.

IV P R Ê M

outubro / 2013

RE

V I S TA S E G M

EN

É permitida a divulgação das informações contidas na revista desde que citada a fonte. PACK reserva-se o direito de publicar somente informações que considerar relevantes e do interesse dos leitores da revista.

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Cartas&E-mails É muito interessante observar como esta avaliação feita por este veículo é considerada e comentada no segmento. Reforça a abrangência que a Pack tem, bem como a isenção da pesquisa e seus dados. Parabéns!

Recentemente, realizamos uma pesquisa de satisfação com nossos clientes. O resultado foi que 95% responderam que atendemos as necessidades do setor e grande parte desse percentual indicou que superamos as expectativas.

Fábio Yassuda, Diretor Comercial da C-Pack.

Esses números, juntamente com o resultado da Pesquisa Pack, só mostram que estamos no caminho certo.

Ficamos

Fabio Braghiroli, Diretor Comercial da Emibra.

satisfeitos em saber que esses pontos

abordados pela nossa empresa.

Pesquisa Pack

são os fortes da

Paulo Alexandre Pavelski, diretor da Kimadeira.

Estamos orgulhosos com o resultado da Pesquisa. Certamente, a satisfação dos nossos clientes é o que nos inspira a buscar sempre a melhor solução em embalagens e nos coloca, consequentemente, como referência no setor.

Paulo Iserhard, Vice-presidente da MWV Rigesa.

Agradecemos à Revista Pack e aos nossos clientes

pela oportunidade e reconhecimento do nosso trabalho.

É uma grande satisfação fazermos parte deste

rol conceituado que é cadeia de fornecedores de embalagens plásticas.

Wladimir Brandão Quadros, Diretor Comercial da Incapack.

É com muito orgulho e responsabilidade que recebemos a notícia de que fomos citados por nossos clientes como

‘Embalagens Flexíveis’ da Revista Pack. Este prêmio reflete todo o esforço que temos feito para atender o setor. destaque na categoria

Antonio Carlos Ponce Filho, Gerente de Marketing da Dixie Toga.

Para nós, conquistar o 1º lugar na categoria ‘Embalagens Plásticas Sopradas’ da Revista Pack é sinônimo de orgulho e reconhecimento de nossa dedicação ao mercado. Obrigado. Juan Procel - Diretor Comercial - Amcor Brasil.

Receber essa qualificação é uma realização para todos nós, colaboradores da Wheaton. Parabéns para a Pack. Renato Massara, Diretor Comercial.

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Foto: iStockphoto

entrevista

CONSELHO EDITORIAL DA PACK DÁ PANORAMA GERAL SOBRE O SETOR

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EdiTorA B2B

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POR THAIS MARTINS

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rofissionais renomados que atuam diretamente com a área de embalagem fazem parte de nossa equipe editorial. E para começar o ano, batemos um papo com cada um para compartilhar suas experiências e falar sobre as perspectivas deste segmento para 2014. na lista de executivos estão Assunta Camilo napolitano, diretora da FuturePack e do instituto de Embalagens; Eduardo Tadashi Yugue, gerente de embalagens da nestlé Brasil; Geraldo Cardoso Guitti, diretor do Conselho Administrativo da refrigerantes Convenção; iorley Correia Lisboa, gerente P&d e inovação de Embalagens – Marcas Exclusivas do Walmart Brasil; João Batista Ferreira, CEo da J2B innovation to Business; Lincoln seragini, presidente da seragini design; e Luis Fernando Madi, diretor-geral do instituto de Tecnologia de Alimentos (iTAL).

bebidas, com atuação local e regional. Essa vivência teve início na Paoletti (Etti) em 1990, na área de Embalagens Metálicas, e, ao longo do tempo, trabalhei na Heublein e na Pepsico/Quaker (1996/2003), ocupando a posição de gerente de desenvolvimento de Embalagens e Processos – América Latina. Atuei também por mais de quatro anos em indústria de transformação de plástico - injeção, sopro, extrusão e termoformagem. na nestlé Brasil, iniciei, em 2005, como responsável da área de inovação de Embalagem e, desde 2007, ocupo a posição de gerente corporativo de embalagem. sou formado em Engenharia Química pela Unicamp, com especialização em Polímeros (UFsCar/Astra), Engenharia da Qualidade industrial (Unicamp), pós-graduação em Administração de Marketing (Uniso) e também MBA na Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Revista PACK: Em primeiro lugar, conte-nos, por favor, sobre sua trajetória profissional no setor de embalagens.

Geraldo Guitti: iniciei meu trabalho dentro da linha de produção “chão de fábrica”, atuando sempre no setor industrial e, em seguida, no comercial das fábricas. Com isso, adquiri experiência, principalmente, no dia a dia do setor, produção, estoques de matérias-primas e produto acabado, logística ao distribuidor, supermercados e consumidor final. sempre participei de feiras, eventos, visitas aos fornecedores, viagens nacionais e internacionais e o que contribuiu muito foi a conclusão de curso de embalagens na Escola superior de Propaganda e Marketing (EsPM).

Assunta Napolitano: decidi trabalhar com embalagens aos seis anos por ter entendido a grande contribuição dela na vida das pessoas. desde então comecei a preparar-me, estudando e observando suas características. Quando ingressei na Universidade, procurei desenvolver pesquisa e estágios na área, iniciei na rhodia, depois na Cyklop, segui 11 anos na dixie Toga e, ainda, passei pela Tetra Pak e ripasa. Após ter trabalhado na indústria, estudado aqui e no exterior, ter feito vários estágios na Alemanha e nos Estados Unidos, decidi abrir minha empresa de consultoria, a FuturePack, hoje com 16 anos e, com isso, senti a necessidade de fundar (há quase nove anos) o instituto de Embalagens, para suprir a carência de conhecimento sobre esse assunto. Já participei de muitos projetos, feiras e congressos e, agora, após coordenar nove livros, estou consolidando dois novos: “Embalagens Mundo afora” e “Embalagens e sustentabilidade”. o setor é muito dinâmico, o que me motiva sempre para frente! Eduardo Yugue: Tenho mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de embalagens para alimentos e

Iorley Lisboa: Possuo larga experiência na indústria e no varejo em P&d Embalagens, carreira iniciada na multinacional norte-americana Johnson&Johnson, passando pelo varejo (Grupo Pão de Açúcar) e, atualmente, responsável pelas Embalagens de Marcas Exclusivas do Grupo Walmart Brasil. sempre tive participação ativa na evolução tecnológica e estrutural dos sistemas de impressão, arquitetura de marcas, design, identidade e apresentação visual das embalagens no Brasil. Hoje, as marcas do varejo crescem e são rentáveis, ditam regras de tendências, inovação e sustentabilidade. É um trabalho muito satisfatório e já fui reconhecido com 43 prêmios de design de embalagem no varejo (nacional e internacional);

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fui nomeado diretor Executivo do Conselho da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE); faço parte do Conselho Editorial da Revista Pack; jurado dos trabalhos de marketing da FGV; membro dos Comitês da ABRE e da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA); dentre inúmeras contribuições para o desenvolvimento e crescimento da embalagem no Brasil.

no ITAL como pesquisador de embalagem e acondicionamento; iniciei o mestrado na área na Escola de Embalagem de Michigan State University – EUA; em 1975, assumi a chefia da seção de embalagem do ITAl, época em que também fui coordenador internacional da ONUDI das Nações Unidas, para a criação do Centro Nacional de Embalagem no México, em 1980, passando três anos depois a assumir o projeto no Brasil para a criação do Centro de Embalagem do ITAL (CETEA). De 1985 até o atual presente, sou professor adjunto da Escola de Embalagem da MSU nos EUA. Já recebi o prêmio de personalidade de ano da Revista Embanews; prêmio da Universidade de Michigan, nos EUA. Também já fui coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e, atualmente, sou diretor-geral do ITAL.

Lincoln Seragini: Este ano comemoro 46 anos de carreira. Iniciei como engenheiro de embalagem, evoluindo para o design e, posteriormente, gestão. Trabalhei em empresas usuárias e fabricantes de embalagem, como a Colgate-Palmolive, Nestlé, Dixie Toga e Johnson&Johnson. Em 1981, fundei a agência Seragini/ Young&Rubicam, que evoluiu para a atual Seragini Design. Luis Madi: Minha trajetória foi extremamente influenciada pela área internacional. Em 1973 entrei Foto: Divulgação

Revista PACK: Qual sua opinião sobre o mercado de embalagens?

Luis Fernando Madi, diretor-geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) 10

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Assunta: Em 2013 andamos de lado, ou seja, o crescimento foi irrelevante e, ao longo do ano, muito inconstante. Houve sensível melhora na impressão das embalagens e rótulos, bem como na selagem e fechamento, porém ainda há muito o que fazer. A falta de pesquisa e inovação, característica em todos os setores do nosso País, prejudica e muito a evolução dos produtos brasileiros. Ainda é comum que o mesmo design venha pronto da casa-matriz e tenha que passar por processo de adequação para caber em todas as linhas. Yugue: O mercado de embalagem no Brasil é bastante dinâmico, com constantes lançamentos de novas embalagens, acompanhando a economia. O aumento de consumo da classe C e a melhoria do poder aquisitivo também têm demandado o desenvolvimento de produtos e embalagens mais sofisticadas e de maior valor agregado. Outra constatação é que as empresas têm utilizado, cada vez mais, a

Foto: Divulgação

entrevista

Lincoln Seragini, presidente da Seragini Design

embalagem como ferramenta de marketing, inovando, trazendo diferenciação à gôndola, criando vantagem competitiva, com maior valor percebido pelo consumidor. Em relação aos fornecedores, atualmente a maioria dos grandes players globais de embalagens já tem operação no Brasil ou atua por meio de alguma parceria local. Há muitos fornecedores prospectando o mercado nacional, em função das oportunidades surgidas através dos lançamentos. Com o foco na utilização da embalagem como ferramenta estratégica de marketing e apoio dos fornecedores, o País tem tido importantes lançamentos, com inovação em termos de design e tecnologia, tendo várias embalagens se destacando mundialmente. Guitti: O Brasil conta com grandes empresas que investem no setor de inovações de produtos e embalagens, visando atender as grandes redes de mercados já espalhadas nas regiões centrais do País. Encontramos muitas dificuldades na cadeia produtiva, nos transportes, na mão de obra e hábitos culturais, mas, nos últimos anos o setor em geral acordou e apostou no crescimento. A qualidade dos produtos e das embalagens está bem próxima dos países mais

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à qualidade das embalagens, tecnologia, design, matéria-primas, capacitação profissional etc. O setor gráfico evoluiu muito, máquinas impressoras e equipamentos de pré-impressão com tecnologia de última geração. Não há limites para o criativo, temos aqui designers que não deixam a desejar para nenhum lugar do mundo. O setor no Brasil é diferenciado e muito respeitado no mercado internacional.

Lisboa: O mercado de embalagem é fascinante, quando bem explorado, a resposta positiva é imediata. Temos um oceano de oportunidades para crescer, o setor não deve nada para o mercado internacional quanto

João Ferreira: A embalagem adquiriu uma qualidade de atributos inovadores, não só no Brasil emergente do consumismo, mas um fenômeno global. Hoje, vivemos na civilização do espetáculo, da frivolidade. São

Foto: Divulgação

desenvolvidos. Os investimentos na cadeia produtiva dos produtos e embalagens dependem muito do setor e do segmento. Nossos custos são altos, a carga tributária onera o produto final, porém, existem produtos que comportam esses custos, por atenderem uma classe social diferenciada disposta a consumilos. A partir daí, verificamos que somos competitivos em relação aos outros países.

João Batista Ferreira, CEO da J2B Innovation to Business

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TRANS ERG ESPECIALISTA EM EMPILHADEIRAS STANDARD OU ESPECIAIS

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undada em 1985, com sede própria na cidade de Rio Claro (SP), a Trans Erg especializou-se no desenvolvimento de soluções para movimentação manual de materiais, com foco em equipamentos standard ou especiais, com elevação manual ou motorizada, para atender as necessidades na intralogística das indústrias.Com projetos simples, econômicos e funcionais, a empresa conquistou clientes de todo o Brasil, “por oferecer vantagens como baixa manutenção e grande durabilidade”, afirma o sócio-diretor da Trans Erg, Carlos Paulo Taveira. De acordo com o executivo, a empresa está sempre aprimorando sua linha de equipamentos para atender às exigências do mercado, além de investir constantemente no desenvolvimento de produtos especiais. No portfolio da Trans Erg, destacam-se os produtos para uso geral com garfo ou plataforma, com capacidades de 200, 250, 400, 800 e 1.600 kg c/ elevação elétrica, ou por manivela c/ freio automático. A empresa fabrica equipamentos para o segmento de bobinas, paletes, setup, tambores e projetos especiais, como clamp para bobinas, garra para fixação e giro de peças, lanças roletadas, e muitas outras soluções.

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Assunta Camilo Napolitano, diretora da FuturePack e do Instituto de Embalagens

ofertas infinitas de variações do mesmo serviço agregado a um tipo de produto. Certamente o papel “vendedor” da embalagem do produto é o que importa para chamar a atenção e destacar outros atributos deste território formado pelo desejo de consumo e a oferta da marca. Creio que a evolução no Brasil coincide com uma maturidade do design de embalagens, que passou a ocupar posição relevante na organização. Estabeleceu-se o imperativo dos objetivos empresariais no ponto de venda com todas as suas implicações cognitivas, desde a posição na prateleira, a própria prateleira, até a logística de reposição. O moderno design de embalagens tem todas estas variáveis à mão para fazer um bom trabalho. Neste quesito, o Brasil está ocupando uma posição vanguardista com sua alta taxa de criatividade aplicada à rede de valor do consumo. Seragini: Evoluímos muito nas tecnologias, disponibilidade de materiais e processos, assim como na qualidade do design. Falta avançar no entendimento da contribuição estratégica da embalagem e na 12

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própria gestão da atividade de embalagem na empresa. Madi: O mercado de embalagem no Brasil e no mundo é um dos mais estratégicos para nossa sociedade nos dias de hoje. As mudanças de estrutura social, comportamentos, educação, renda e outros pontos fazem com que os mercados usuários de embalagem se adequem a esta nova realidade. Trabalhando nesta área desde 1973, afirmo o grande salto e melhoria do mercado brasileiro. O Brasil Pack Trends 2020 (www.brasilpacktrends.com. br) mostra com precisão os números apresentados pelo Graham Wallis da Datamark, os fatores que influenciam o mercado de bens de consumo e as cinco macros tendências, elaboradas pelo trabalho que são: conveniência e simplicidade; estética e identidade; qualidade e novas tecnologias; sustentabilidade e ética; segurança e assuntos regulatórios. Com base neste trabalho, podemos observar o quanto o Brasil evoluiu nestes últimos anos e mais importante ainda, como deverá ser o futuro na área de embalagem. Revista PACK: Em sua opinião, como será o ano de 2014 para o setor? Assunta: A gangorra deve continuar. O sobe e desce de estoques e pedidos deve ser muito influenciado pelo evento da Copa do Mundo. As eleições devem aumentar a instabilidade do quadro. Importações de produtos prontos e embalagens prontas devem aumentar em função de alguns entraves tributários e da nossa baixa competitividade. Yugue: Atuando em empresa usuária de embalagem, posso mencionar que manteremos o foco no desenvolvimento e lançamentos que tragam diferenciação, inovação e valor agregado ao consumidor. Por outro lado, também manteremos a busca contínua por melhorias nas embalagens existentes, visando otimizar o consumo e reduzir os desperdícios, com foco na sustentabilidade.

Foto: Divulgação

Foto: Leandro Andrade

entrevista

Eduardo Tadashi Yugue, gerente de embalagens da Nestlé Brasil

Guitti: Acredito em um crescimento de consumo interno, principalmente, com a vinda de muitos estrangeiros a nosso País, que, de certa forma, obrigou as empresas a acelerarem os projetos de novos lançamentos para atender a demanda por novidades, nas questões das embalagens e produtos. Lisboa: Sou bem otimista, acredito que será um ótimo ano para o setor. Mas, temos que ser cautelosos, trabalhar cada desenvolvimento de forma assertiva e inteligente, valorizando e investindo de maneira correta na apresentação visual e estrutural das embalagens no ponto de venda. Temos a Copa do Mundo, consumidores de diferentes culturas, ávidos por consumir/ comprar! As empresas que apostarem de forma inteligente e assertiva nos lançamentos de produtos e, principalmente, “produtos promocionais” e “ponto de venda” farão toda diferença. Ferreira: 2014 é um ano especial que vai marcar a sociedade com a Copa do Mundo e suas inesperadas consequências em um ano de

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Seragini: Crescente preocupação do tema sustentabilidade e redução de custos. Esta será a pauta de 2014. Madi: O ano de 2013 não foi bom para o Brasil, em especial para o setor industrial. Em várias apresentações, o ITAL tem reforçado a necessidade de estabelecermos um Programa Nacional para a Indústria de Alimentos e Bebidas, que são os maiores consumidores de embalagem no mundo. O Custo Brasil, associado à baixa competitividade do setor industrial, prejudica enormemente este potencial que temos. Revista PACK: Como será o ano de 2014 para sua empresa? Assunta: Somos uma consultoria, então temos dois aspectos: empresas buscando novos mercados para venderem mais, ou melhor, por meio de melhores produtos e embalagens; e empresas buscando aumentar a competitividade através de revisão de processos e melhores embalagens. Temos expectativa de crescer 20% em relação a 2013. Guitti: Esperemos crescer e estamos preparados para atender a demanda em função dos novos eventos. Devido ao grande número de lançamentos de novos tipos de cervejas, refrigerantes, sucos e bebidas em geral, acredito em um crescimento de até 5% no consumo, por produtos mais conhecidos. Lisboa: 2014 é nossa principal aposta, nos estruturamos e trabalhamos duramente em 2013 na reconstrução e revitalização de nossas marcas e embalagens. Este será o ano da implementação e do crescimento. Seragini: Temos a expectativa de um crescimento previsto de 20% em todos os negócios, não só em embalagem. Madi: Os números de 2013 ainda

estão sendo avaliados devido aos fatores câmbio, PIB e balança comercial. A falta de uma política estratégica para este setor por parte do Governo Federal, com incentivos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, apoio à micro e pequena empresa, e todos os outros fatores já mencionados anteriormente, fazem com que as perspectivas para 2014 não sejam boas. Estaremos fadados a lamentar, ano após ano, resultados pouco expressivos.

Foto: Divulgação

eleição. Embora haja espectadores, também haverá mais consciência do valor do dinheiro. O mercado deve crescer acima da inflação, mas com qualidade.

Revista PACK: Há quanto tempo participa do conselho editorial da Pack? Qual sua opinião sobre a nossa atuação no setor? Assunta: Creio que desde 2004. Desde então, houve sensível evolução no conteúdo que passou a contar com temas como sustentabilidade e embalagens internacionais. A diagramação deixou a revista muito mais agradável para ler e guardar. O Prêmio Destaque Pack de Preferência já se consolidou e tornou-se um guia de referência na busca por conceituados fornecedores. A informação é algo muito relevante para a gestão dos profissionais e, por isso, o conteúdo da Pack é fundamental para que o mercado evolua seguindo tendências mundiais e conhecendo as recentes e constantes transformações e inovações. Yugue: Tenho a honra de participar do Conselho há cinco anos. A revista é uma referência na área e traz informações relevantes que ajudam a desenvolver tanto o setor, quanto os profissionais de embalagem. O fato de ter esses profissionais no seu conselho editorial mostra a preocupação e o compromisso em estar alinhado com as tendências e as necessidades do setor. Guitti: Participo há quatro/ cinco anos. A revista está mais moderna, tem conteúdo mais definido e está sempre presente e atualizada nos segmentos de maior relevância. Já fui abordado por diversos

Iorley Correia Lisboa, gerente P&D e Inovação de Embalagens – Marcas Exclusivas do Walmart Brasil

profissionais que me disseram que acompanham as entrevistas e têm contribuído com os estudos. Lisboa: Aproximadamente três anos. Trata-se de uma revista muito respeitada e de grande credibilidade no setor, pelo seu conteúdo, apresentação, entre outros pontos. Um veículo com forte penetração e aceitação de todos os profissionais de embalagens, formadores de opinião, indústria e varejo. A Pack, com certeza, contribui muito para o desenvolvimento do setor e profissionais de embalagem. Seragini: Desde a fundação. Tive a honra de ser o primeiro entrevistado e gostaria de parabenizar a história e qualidade da revista Pack, que está sempre evoluindo. Madi: Tenho a honra de participar do Conselho da revista há vários anos e o prazer de compartilhar informações com outros membros do Conselho, como o amigo Lincoln Seragini. A Pack é extremamente moderna e adequada ao setor (embalagem e usuários). Editora B2B

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facebook.com/packrevista

www.pack.com.br POR TATIANA GOMES | tatiana.gomes@banas.com.br

O SITE DA PACK TRAZ NOTICIÁRIO ATUALIZADO DIARIAMENTE, ARTIGOS EXCLUSIVOS E TUDO SOBRE O MERCADO DE EMBALAGEM. MAIS: VÍDEOS, FOTOS E A VERSÃO DIGITAL NA ÍNTEGRA DA EDIÇÃO DO MÊS, ALÉM DAS ANTERIORES!

Dado Bier lança superlatão de 710 ml

Foto: Divulgação

A empresa lança duas linhas que prometem fechar o ano com chave de ouro: os body splashes, com três fragrâncias diferentes, e os sabonetes da linha Ertia, com duas opções de essência. Além da alta qualidade, os produtos possuem belas embalagens para presentear.

Foto: Divulgação

Amway lança body splashes e sabonetes com fórmula vegetal para o verão

Em linha com a nova onda do mercado de bebidas brasileiro, a Dado Bier, primeira microcervejaria do País com referência na fabricação de cervejas especiais, acaba de lançar sua versão de 710 ml. A lata é produzida pela Rexam, líder na produção de tampas e embalagens para bebidas na América do Sul.

Onde achar? http://www.pack.com.br/blog

[ENQUETE ]

RESULTADO JA N E I RO / 2 01 4

A economia nacional de 2013 beneficiou seu setor? Sim, com medidas de incentivo fiscal, por exemplo (60%) Não, mas foi um ano estável (20%) Não (20%) Sim (0%) Sim, o mercado estava aquecido (0%)

NESTE MÊS Interaja! Confira a enquete do mês e vote na home do site! Onde achar? http://www.pack.com.br

[DESTAQUES] Dúvidas sobre o mercado?

Nossos consultores esclarecem os mais diversos temas do setor. Envie sua pergunta e leia as respostas para nossos internautas no Blog da Pack. E-mail guru@pack.com.br PERGUNTE, ELE RESPONDE!

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O NEWSLETTER QUINZENAL DA INDÚSTRIA

Toda quinzena, a newsletter entrega no seu e-mail as notícias mais importantes da indústria de embalagens. Cadastre-se no site! Acesse! www.banas.com.br/banasinforma

[CONEXÃO WEB ] as mais lidas no pack.com.br

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Indústria de tintas deve produzir e vender 1,4 bi de litros dos quais 1,15 será usado na construção civil

Setor prevê crescimento para os próximos anos apoiado fortemente pelos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará até 2016.

Coca-Cola dá boas-vindas à Copa com ação em todo o planeta

A marca leva brasileiros para mais de 16 países como Colômbia, China, Espanha, Inglaterra e Japão, para passarem a mensagem de que todo mundo é bem-vindo na Copa.

Etiquetas RFID robustas e com elevada capacidade de memória

Nova geração de etiquetas apresenta funcionamento até oito vezes mais rápido do que o estabelecido pela norma ISO 15693.

Brasilata premiada entre as mais inovadoras do Brasil

A fabricante de latas de aço no País figura como exemplo de gestão e está, novamente, entre as 20 organizações mais criativas.

Adesivos da Henkel para fabricação de embalagens flexíveis atendem integralmente nova norma A regulamentação técnica também se aplica aos revestimentos poliméricos em contato direto com alimentos, aplicados sobre suportes de outro material.

Confira a lista das 10 notícias mais acessadas no site e as leia na íntegra! Fonte: Google Analytics * Período de 16/12/13 a 16/1/14 Onde achar? http:/www.pack.com.br/maisnoticias.aspx

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CONCEITO DE INSUMO DO PIS/COFINS E O IMPACTO PARA O SETOR DE EMBALAGENS E VAREJO

Foto: Divulgação

por dentro das leis

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ecentemente, repercutiu na mídia uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP e MS) que negou a uma rede varejista o direito ao crédito do PIS/COFINS relativo a despesas operacionais. Trata-se de ação judicial em que o Magazine Luiza pretende ver reconhecido seu direito de apurar créditos de PIS/COFINS oriundo das suas despesas com manutenção de sua operação de vendas, como telefonia e serviços de dados para o e-commerce. À primeira vista, nada mais legítimo do que uma empresa varejista considerar despesas de vendas como insumos de sua atividade para fins de apuração de créditos de PIS/COFINS. Entretanto, todo cuidado é pouco. Para melhor compreensão da discussão, vale uma digressão sobre a legislação dos créditos do PIS/COFINS e o conceito de insumo nesse contexto. Ao contrário do sistema de créditos e débitos do ICMS e do IPI, o sistema da não-cumulatividade do PIS/COFINS não está bem definido na Constituição Federal. As hipóteses para apuração dos créditos do PIS/COFINS estão taxativamente elencadas no artigo 3º das Leis 10.637/2002 e 10.833/2003, cujo inciso II dispõe que as pessoas jurídicas poderão apurar créditos relativos a “bens e serviços, utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda (...)”. Sobre o alcance do conceito de insumo desse dispositivo legal é que a Receita Federal e os contribuintes estão travando uma batalha judicial. Para a Receita Federal, o conceito de insumo a ser usado no caso é mais restrito, seria apenas o material que fisicamente é ligado ao produto final vendido pela empresa. Essa ideia de ligação física é mais utilizada quando se trata da não-cumulatividade do ICMS e do IPI. Já para os contribuintes, a abrangência do termo insumo nesse caso é mais ampla, seria também qualquer despesa operacional necessária para a manutenção da atividade fim da empresa. Por sua vez, o conceito de despesa operacional é próprio da sistemática do Imposto de Renda.

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Sobre o alcance do conceito de insumo desse dispositivo legal é que a Receita Federal e os contribuintes estão travando uma batalha judicial Felizmente já se tem notícia de diversas decisões judiciais e administrativas favoráveis aos contribuintes nessa disputa.Considerando que o PIS/COFINS são tributos de apuração com base no faturamento/receita bruta, toda a sua sistemática normativa é construída utilizando conceitos da legislação do Imposto de Renda. Parece-nos, portanto, mais adequado tecnicamente que o conceito de insumo para fins de apuração do crédito de PIS/COFINS seja mais abrangente, podendo abarcar todas as despesas operacionais relacionadas à atividade fim da empresa.

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Vaivém do mercado

Como se verifica, o dispositivo aplica-se apenas para as atividades da indústria e de serviços. A atividade comercial varejista não está elencada nas hipóteses em que a legislação concede direito ao crédito de PIS/COFINS dos insumos. Para a atividade varejista, aplica-se mais tipicamente outro inciso do artigo 3º das Leis 10.637/2002 e 10.833/2003 segundo o qual as pessoas jurídicas poderão apurar créditos relativos a “bens adquiridos para revenda”. Diante dessa evidência normativa, a única conclusão possível é a de que não há reparos a se fazer na decisão judicial que

A crítica fica, infelizmente, mais uma vez, para a indefensável complexidade da legislação tributária, principalmente no que diz respeito ao PIS/COFINS. O regime não-cumulativo do PIS/COFINS surgiu, segundo a justificativa oficial, para compensar um aumento da alíquota de 3,65% para 9,25%. Entretanto, com esse tipo de manobra legislativa o direito ao crédito de PIS/COFINS do contribuinte foi reduzido, resultando em um regime não-cumulativo diferente e prejudicial para as empresas. Novamente, no fim, temos o aumento da carga tributária e o consequente aumento do custo Brasil. A embalagem é um insumo por sua própria natureza. Quando é vendida para um estabelecimento industrial, não deve haver dúvida quanto à possibilidade de apuração de créditos do PIS/ COFINS. Entretanto, caso haja algum distribuidor/atacadista na cadeia, é necessário muita atenção, pois, provavelmente, haverá uma quebra da nãocumulatividade do PIS/COFINS. Nesse caso, o resultado é inevitável, ou a margem de lucro diminui, ou o preço aumenta.

*Rafael Augusto Oliva Gatto Advogado especialista em Direito Tributário pela PUC/SP. Atua na área consultiva por meio da elaboração de pareceres e opiniões legais para implementação de procedimentos fiscais em planejamento tributário. Analisa aspectos tributários das auditorias legais e atua em contencioso tributário com foco em processos administrativos no escritório Abe, Guimarães e Rocha Neto Advogados.

NOVO DIRETOR NA CCRR PARTICIPAÇÕES Foto: Divulgação

negou a possibilidade dos créditos ao Magazine Luiza. A decisão é tecnicamente perfeita!

A CCRR Participações tem um novo diretor comercial para suas unidades de negócio Colacril (laminação), RR Etiquetas (conversão), Identify Brasil (RFID) e bobinas de PDV. Dirceu Varejão, profissional com graduação em Engenharia Mecânica de Produção pela FEI e com pós-graduação no Brasil, nos EUA e na China, tem mais de 23 anos de experiência na gestão da área comercial como diretor de vendas e marketing na Vitopel e atuou como gerente nas empresas HB Fuller, Votocel (Grupo Votorantim) e Fitesa (Grupo Petropar). MARIA STEINER ASSUME GERÊNCIA DA DATAMAX-O’NEIL Foto: Divulgação

Nesse contexto, realmente parece legítimo o pleito do Magazine Luiza e dos varejistas em geral, para que se permita o cálculo do crédito do PIS/COFINS com relação às despesas de vendas, que obviamente são relacionadas à atividade fim dessas. Ocorre que o dispositivo legal acima transcrito, que garante o crédito de PIS/COFINS para os insumos, elenca mais um requisito para tanto. Não basta que a despesa seja considerada como insumo, também é necessário que esse insumo seja aplicado “na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda”.

A Datamax-O’Neil, fornecedora de tecnologias de códigos de barras industriais, RFID e impressoras para códigos de barras, anuncia Maria Luiza Steiner como sua nova gerente de produto e marketing para a América Latina. Formada em Administração de Negócios Internacionais e Finanças pela Universidade Internacional da Flórida (EUA), Maria Luiza tem mais de 14 anos de experiência em gestão de produtos e relacionamento de canais na área de tecnologia, com passagens pela Samsung, Sony e Ingram. Entre suas responsabilidades, estão a concretização das metas de marketing para a região; a ampliação e consolidação da marca apoiadas no gerenciamento das soluções de impressão, alinhando as estratégias da empresa e fortalecendo sua posição na América Latina. EDITORA B2B

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atualidades | especial prêmio abre notícias

ESPECIAL prêmio abre

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Confira a seguir os vencedores das categorias “Prata” e “Bronze” do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira 2013, promovido pela Associação Brasileira de Embalagem, com o objetivo de incentivar a eficiência dos processos, o desenvolvimento sustentável, entre outras iniciativas importantes para o crescimento e a valorização do segmento no Brasil.

MÓDULO EMBALAGEM ALIMENTOS DOCES

ALIMENTOS SALGADOS

Ovos de Páscoa Gift – Marca Exclusiva Walmart Brasil

Tomates como Antigamente

Vencedor Prata: Walmart Brasil

Design: O3 Design

Design: Eba! Design Convertedor: Batistense Cartonagem Brand owner: Walmart Brasil

Linha DociGummies Formatos Vencedor Bronze: Converplast Convertedor: Converplast

Convertedor: Gráfica 43 Brand owner: Sakata Seeds Sudamerica

Queijo Faixa Azul 18 meses de maturação Vencedor Bronze: Jofer

Brand owner: Docile

Convertedor: Klabin / Jofer

BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS

COSMÉTICOS E CUIDADOS PESSOAIS

Grenat Cafés Especiais Vencedor Prata: HAL9000 Comunicação e Design Design: HAL9000 Comunicação e Design Convertedor: Lamipack Embalagens / Rangel Brand owner: Grenat Cafés Especiais

Água Mineral Mormaii Vencedor Bronze: O3 Design Design: O3 Design Convertedor: Inan Plásticos Brand owner: Mormaii

BEBIDAS ALCOÓLICAS

Brand owner: Vigor

Coleção de Esmaltes Pink Vencedor Prata: Casa Granado Convertedor: J. Sholna / Kawagraf / Alphacolor / Baralan Brasil Brand owner: Casa Granado

Linha Panvel Spa Vencedor Bronze: Zandei Plásticos Design: Up Design / Lifar Convertedor: Zandei / Braskem Brand owner: Panvel Farmácias

PERFUMES

Lord 79

Projeto Bronze – Natura Una DeoParfum

Vencedor Prata: Barão do Ouro

Vencedor Prata: Natura

Design: Indústria da Imagem

Design: Chelles & Hayashi Design / Inobi

Convertedor: Premier Pack

Fotos: Divulgação

Vencedor Prata: O3 Design

Brand owner: Barão do Ouro

Convertedor: Aptar / Box Print

Weber Haus Cachaça Extra Premium Lote 48

Make Me Fever 100ml

Vencedor Bronze: Cachaçaria Weber Haus

Vencedor Bronze: Lavezzo Cosmográfica

Design: Visograf Criação Gráfica Convertedor: Cristaleria Raiar Aurora / Giordani e Hartmann / Brisa Embalagens / Automação Indústria Gráfica

Brand owner: Natura

Design: Olymayer Arte e Comunicação Convertedor: Grupo Suzano / Lavezzo Brand owner: Mahogany

Brand owner: Cachaçaria Weber Haus

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atualidades | especial prêmio abre

MPES (MICRO E PEQUENAS EMPRESAS)

FAMÍLIA DE PRODUTOS

Atum Salera

Vencedor Prata: Natura Design: Tátil Convertedor: Albéa / Rexam / Impacta / CartonDruck Brand owner: Natura

Vencedor Prata: Salera Alimentos Design: Indústria da Imagem Convertedor/Converter: Gráfica Hélios / Owens Illinois / Rojek Brand owner: Salera Alimentos

Natura Aquarela

Embalagem Qoy Vencedor Bronze: 2Pontos Comunicação Design: 2Pontos Comunicação Convertedor: Papirus / Kingraf Brand owner: Qoy

Seu Momento Dunati Vencedor Bronze: Dunati Design: Carrara & Carrara / Mendes Martins Convertedor: Floriprint Brand owner: Dunati Produtos Alimentícios

PROMOCIONAL Latas Comemorativas Lacta 100 Anos Vencedor Prata: B+G, the brand-in Design: B+G, the brand-in Convertedor: Brasilata / Alcan Alumínio do Brasil Brand owner: Mondelez

Panettone Brasilgrafica 2012 Vencedor Bronze: Brasilgrafica Design: Team Creatif Convertedor: Klabin / Kurz do Brasil / Brazillaser / Brasilgrafica Brand owner: Brasilgrafica

PRODUTOS EM GERAL Aerossol Expandido Wurth Vencedor Prata: Brasilata Convertedor: CSN / Brasilata Brand owner: AP Winner

SUSTENTABILIDADE Embalagem Tipo A da Linha Embalare Compacta Vencedor Prata: Embalare Embalagens Exclusivas Convertedor: Embalare Embalagens Exclusivas Brand owner: Renault do Brasil

Nova Linha Natura Plant Vencedor Bronze: Natura Design: Chelles & Hayashi Design Convertedor: BrasAlpla / Albéa / Baumgarten / Dixie Toga / Indeplast Brand owner: Natura

Vencedor Bronze: 3M do Brasil Design: WR Comunicação Marketing Design Convertedor: Kawagraf / Elastofilm Brand owner: 3M

FOOD SERVICE, DELIVERY E TAKE AWAY Chocolate Classic Zero – Nestlé Professional Vencedor Prata: B+G , the brand-in Design: B+G, the brand-in Convertedor: Converplast Embalagens Brand owner: Nestlé

Fish and Chips La Carioca Vencedor Bronze: 6D Design: 6D Convertedor: Bufra Brand owner: La Carioca Cevicheria

Fotos: Divulgação

Revisão de Cartelas Blister para Ganchos Command

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atualidades | especial prêmio abre notícias

MÓDULO design gráfico ALIMENTOS DOCES

ALIMENTOS SALGADOS

Grego - Batavo

Atum Salera

Vencedor Prata: A10 Ideias que Transformam

Vencedor Prata: Indústria da Imagem

Convertedor: Plast Pack / Baumgarten / Carlos Cremer / Proverpack

Convertedor: Gráfica Hélios /

Design: A10 Ideias que Transformam Brand owner: BRF

Moça Docinhos Vencedor Bronze: Pande Design: Pande Convertedor: Metalúrgica Mocóca Brand owner: Nestlé

BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS Cappuccino #Pronto 3 Corações

Owens-Illinois / Rojek

Brand owner: Salera Alimentos Tomates como Antigamente Vencedor Bronze: O3 Design Design: O3 Design Convertedor: Gráfica 43 Brand owner: Sakata Seeds Sudamerica

COSMÉTICOS, CUIDADOS PESSOAIS, SAÚDE E FARMACÊUTICOS Iandê – Linha Aisó

Vencedor Prata: Pande

Vencedor Prata: SA2 Design e Comunicação

Design: Pande

Design: SA2 Design e Comunicação

Convertedor: Tetra Pak

Convertedor: Impressora Mayer / ByPacking / Herztampo / Insingt / Itali

Brand owner: Grupo 3 Corações

Grenat Cafés Especiais Vencedor Bronze: HAL9000 Comunicação e Design Design: HAL9000 Comunicação e Design Convertedor: Lamipack Embalagens / Rangel Brand owner: Grenat Cafés Especiais

FAMÍLIA DE PRODUTOS Linha Scott Household

Brand owner: Iandê Cosméticos

HAVOC Vencedor Bronze: DBH – Publicidade e Propaganda Design: Vicente Staffico / DBH – Publicidade e Propaganda Convertedor: Lavezzo / Suzano / R&Q Embalagens Brand owner: NeoNutri Suplementos Nutricionais

REDESIGN DE ALIMENTOS E BEBIDAS

Vencedor Prata: Pande

MID Vira Shake

Design: Pande

Vencedor Prata: Komm Design

Convertedor: Ibratec

Design: Komm Design

Brand owner: Kimberly-Clark

Convertedor: Embalagens Flexíveis Diadema

Linha Faça Você Mesmo Fotos: Divulgação

Design: Indústria da Imagem

Vencedor Bronze: Tramontina Garibaldi Design: Tramontina Garibaldi / Alopra Estúdio Convertedor: Rota Indústria Gráfica Brand owner: Tramontina Garibaldi

Brand owner: Ajinomoto do Brasil

Juréia Vencedor Bronze: Di20 Design & Arquitetura Design: Di20 Design & Arquitetura Convertedor: JR Clicheria / Rica Plast / Aranha Brand owner: Biguá Alimentos

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REDESIGN DE PRODUTOS EM GERAL Linha Profissional Ingleza

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atualidades | especial prêmio abre

MÓDULO design estrutural FORMA SOU Vencedor Prata: Natura

Vencedor Prata: Ingleza

Design: Tátil / Questto Nó

Convertedor: Maxcor

Convertedor: Dixie Toga / Embalagens Flexíveis Diadema

Brand owner: Ingleza

Brand owner: Natura

Mini Ovos de Páscoa Lacta Vencedor Bronze: Mondelez Brasil Design: Narita Design Convertedor: Emplal Embalagens / Graffo Soluções em Embalagens / Brasilgrafica

Projeto Transformer – Renovação Natura Plant

Brand owner: Mondelez Brasil

Vencedor Bronze: RAF Design

FUNCIONALIDADE

Design: RAF Design / Chelles & Hayashi Design

Agecare Olhos

Convertedor: Baumgarten / Dixie Toga

Convertedor: Aptar / C-Pack

Brand owner: Natura

Brand owner: Mantecorp (Hypermarcas)

Vencedor Prata: Mantecorp

Crystal 1L Vencedor Bronze: Coca-Cola Brasil Fotos: Divulgação

Design: Tátil Design Convertedor: Plasc Embalagens / America Tampas / Engepack Brand owner: Coca-Cola Brasil

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MÓDULO Tecnologia em Embalagens de Cosméticos, Cuidados Pessoais, Saúde e Farmacêuticos

Sacola Holográfica O Boticário Vencedor Prata: Antilhas Embalagens Convertedor: Suzano Papel e Celulose / Antilhas Brand owner: Grupo Boticário

Fotos: Divulgação

Fragrância Linda Lindinha de O Boticário Vencedor Bronze: Wheaton Design: Brainbox Design Convertedor: Wheaton / MWV Calmar / Gráfica Magistral / Albéa Brand owner: Grupo Boticário

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atualidades | especial prêmio abre

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Competitividade Internacional – Alimentos e Bebidas

Cambraia Cafés Vencedor Prata: Cambraia Cafés Design: Do Design-s Design e Marketing Convertedor: Santa Rosa Embalagens Flexíveis Brand owner: Cambraia Cafés

Fotos: Divulgação

Petit Gateau 1,2kg

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Vencedor Bronze: Mr. Bey Sobremesas Premium Design: I10as Comunicação Convertedor: Gráfica Litoband Brand owner: Mr. Bey Alimentos

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informe publicitário | haver & boecker

HAVER & BOECKER INVESTE EM SISTEMA AUTOMATIVO PARA CARREGAMENTO

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empresa de origem alemã, presente nos cinco continentes, está com um lançamento em sistema automativo de carregamento de caminhão. O SpeedFlexx® da Haver & Boecker Latinoamericana possui uma velocidade total de 260 toneladas/hora, tem o ciclo de carregamento totalmente automático, abastece a duas pistas de caminhões ao mesmo tempo e faz a mudança de pista em apenas 11 segundos. “O equipamento é robusto, garante o manuseio de qualquer tipo de palete convencional, seus processos são todos em movimentos eletromecânicos e é controlado por painel de operação”, detalha o gerente de ensacamento, Clélio Tonelli Filho. Presente no Brasil há 40 anos, a empresa oferece as melhores soluções de ensacamento possíveis, atendendo aos mais diversos segmentos. “As máquinas são escolhidas pelo cliente de acordo com a sua necessidade, garantindo aumento de capacidade e produtividade, automação, precisão de pesagem, operação extremamente limpa, indicação de falhas (por meio do sistema

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de diagnóstico), entre outras vantagens”, aponta o gerente. Conquistar e manter a confiança do cliente, dispondo de tecnologia e inovação para garantir a eficácia em suas soluções é o que rege a política de qualidade da Haver. Na visão de Toneli Filho, mesmo com a realização de grandes eventos no Brasil, o que pode afetar diretamente a economia, a empresa está confiante em alcançar bons resultados em 2014. Haver & Boecker (19) 3879-9100 | www.haverbrasil.com.br

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Foto: FuturePack

vanguarda

Impressão digital chega às bisnagas! Assunta Napolitano Camilo*

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demanda por sofisticação, diversidade, exclusividade e personalização está presente em todos os setores do comércio, desde o imobiliário, em que notamos apartamentos e casas com decoração personalizada, até as embalagens, passando por moda, entre outros serviços e produtos. Os consumidores estão ávidos por objetos para chamar de “seu”, que façam parte de seu estilo e momento de vida, porque para cada momento querem uma solução específica. Não seria diferente para os produtos de consumo. A Coca-Cola, ao lançar as latinhas nomeadas na Austrália, talvez não imaginasse que esse processo daria tanto retorno. Tem sido assim em todos os países e para toda a sorte de itens. A Nivea recentemente apostou em latinhas personalizadas e com entrega na hora (ver matéria da coluna Direto da Gôndola – Setembro/2013, www.institutode embalagens.com.br/artigos), que

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estampam uma foto e uma frase dos consumidores. A impressão digital chega agora com força às bisnagas. Normalmente, as bisnagas são embalagens extrusadas ou laminadas. Elas se destacaram na Feira K, a maior feira de plásticos do mundo, que apresentou muitas novidades para esse mercado. A alemã Hinterkopf lançou a máquina para decoração de bisnagas digital com cura em UV e com a maior velocidade possível até o momento, além de alta definição (1200 dpi). Notam-se a qualidade de impressão e das fotos de rosto, as nuances e os dégradés com pontos de altas luzes e de sombras. O resultado final, seja sobre negros ou brancos, é excepcional, superando inclusive as impressões convencionais. A empresa ISIMAT lançou o in-line foiling, que permite a inclusão de efeitos metálicos variáveis, criando efeitos especiais customizados. A suíça AISA, para não ficar de fora, anunciou parceria com a Heidelberg, garantindo a

opção de impressão digital nos tubos laminados (de 600 dpi), embora off-line. Assim também aconteceu com as empresas Packsys e Polytype, ambas atentas em atender à nova demanda por embalagens “praticamente” exclusivas. Tivemos também a oportunidade de conferir as novas bisnagas em vários mercados na Europa, que deverão chegar aqui logo logo. As bisnagas com impressão digital podem e estão encantando os consumidores pela beleza e customização.

Embalagem melhor. Mundo melhor. Mais fotos e referência de embalagens você encontra no www.clubedaembalagem.com.br

*Assunta Napolitano Camilo: Diretora da FuturePack – Consultoria de Embalagens e do Instituto de Embalagens – Ensino & Pesquisa. Profissional de embalagens há mais de 30 anos. Pesquisa feiras e PDVs do mundo desde 1986. Articulista, professora e palestrante internacional de embalagens. Coordenadora dos livros: Embalagens Flexíveis; Embalagens de Papelcartão; Guia de embalagens para produtos orgânicos; Embalagens: Design, Materiais, Processos, Máquinas & Sustentabilidade. Coordenadora do Kit de Referências de Embalagens. Membro do Conselho Científico-Tecnológico do ITEHPEC.

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informe publicitário | salazar

A

tuando há 20 anos no segmento de codificação industrial, a Salazar comercializa equipamentos, insumos e peças de reposição em todo o território nacional, representando marcas como a Panasonic (Japão), Citronix e Squid Ink (ambas americanas), Limitronic (Espanha) e Reiner (Alemanha). Para o setor de marcação e codificação, a empresa traz como novidade a linha Limitronic alta resolução com cura UV: maquinários em que se pode fazer uma impressão com alta resolução em superfícies lisas, tipo plásticos metais, madeiras e vidros, marcando textos, logos, códigos de barra e imagens, além de oferecer a possibilidade para impressão colorida. De acordo com o diretor Wilson Salazar Navas, a empresa foca na área de codificação, trabalhando com três frentes: linha ink jet manuais Reiner, em que são pioneiros no Brasil; linha ink jet Citronix para marcação em linhas de produção de alto desempenho; linha Auto Pilot e Limitronic, equipamentos para impressão em caixas de embarque, em que é possível imprimir os dados do produto de forma automática, substituindo o uso de etiquetas. “Nossa meta para este ano é buscar representantes e parceiros comerciais fora do estado de São Paulo e, com isso, temos uma expectativa de aumentar as vendas na ordem de 20% em relação ao ano passado”, finaliza.

SALAZAR (11) 4976-2682 | www.salazarcomponentes.com.br

Foto: Divulgação

EXPECTATIVA DA SALAZAR É AUMENTAR VENDAS EM 20%

Wilson Salazar Navas, diretor da Salazar Componentes

ALTA RESOLUÇÃO PARA CAIXAS

LIMITRONIC

DATADORES INK JET MANUAIS jetStamp 790 MP / 792 MP

speed-i-Marker 940

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matéria de capa | cartonadas

IBEMA: papel em processo de produção dentro da fábrica de Turvo (PR)

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Foto: Ibema

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CECÍLIA BORGES

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m ano para entrar na história da empresa. assim o diretor comercial da ibema, fabricante de papel cartão, Jorge Grandi define 2013: “tivemos grandes conquistas em todas as áreas. Batemos dois recordes de vendas e produção, ambos inéditos e consecutivos, além de termos alcançado os maiores faturamentos mensais em mais de cinco décadas de empresa, comercializando 7.656 toneladas/ mês”. Naturalmente, ele explica, os bons números são consequências do alinhamento e do esforço conjunto das equipes e dos departamentos. outro resultado expressivo foi superar a meta anual com três meses de antecedência, no mês de outubro. além de tudo, no final do ano, a ibema recebeu o Prêmio Mundial de Embalagens, o the WorldStar Competition, oferecido pela World Packaging organisation (WPo) da alemanha. o reconhecimento veio do trabalho conjunto da ibema com a Future Pack na elaboração da champanheira Salton. a Suzano Papel e Celulose considerou 2013 um ano muito positivo para o mercado de papel cartão. o crescimento da empresa foi de aproximadamente 5% em relação ao ano anterior, acima das expectativas iniciais. o aumento representa uma retomada nos volumes de vendas, chegando aos níveis que o setor esteve em 2010. Claudia Sia, gerente de planejamento e de marketing da antilhas, também comemora os resultados positivos de 2013. a executiva ressalta que o ano foi bom para a empresa em todas as áreas, inclusive de embalagens produzidas em papel cartão. a companhia, nos dois últimos anos, investiu mais de r$ 30 milhões em projetos de automação e aquisição de novas máquinas, capazes de gerar vantagens competitivas a médio e longo prazos em produtividade com menor custo. “tivemos ganhos representativos, conquistando clientes e prospecções, pois este investimento foi percebido pelo cliente”, afirma Claudia.

de oLho no fUtURo

Grandes conquistas, recordes de vendas, prêmios, ampliação de unidades fabris, investimentos para aumento de capacidade produtiva. Empresas de embalagens de papel cartão, de papelão ondulado e cartonadas estão satisfeitas. E querem melhorar

Quando se termina um ano tão bom como foi 2013 para a ibema, nada mais natural que as expectativas continuem positivas. “Estamos otimistas com o crescimento da economia e, sobretudo, com as perspectivas para o nosso setor. Em 2014, vamos continuar ampliando resultados e buscando novos recordes”, acredita Grandi. Claudia Sia, da antilhas, revela: “Nossa meta agora é ampliar a oferta de soluções diferenciadas. Estamos antenados com as tendências do mercado internacional para incorporá-las ao nosso portfolio.” Já a Suzano destaca que, historicamente, as taxas de evolução do mercado de papel cartão estão muito atreladas ao crescimento do Produto interno Bruto (PiB) e, por isso, acaba se tornando um considerável indicador da economia. a companhia acredita que a variação entre o mercado e o PiB estimado não possa ser distante este ano. Portanto, a expectativa fica alinhada com as estimativas da economia brasileira em geral.

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Eduardo Eisler, vice-presidente da Tetra Pak

a linha completa de papel cartão no mercado nacional e continuar com a estratégia de atender o mercado com produtos específicos e ideais a cada segmento de atuação.

principalmente nos mercados premium – como perfumes, cuidados pessoais, chocolates finos e bebidas. Em 2013, a empresa fez grandes investimentos, preparando-se para o crescimento estruturado e com bases sólidas para 2014. “Acreditamos que esse ano será especial para a Antilhas”, finaliza Claudia.

Depois de um ano de fortalecimento e investimento, a Antilhas apresenta ao mercado diferentes soluções e acabamentos inovadores, como a Pick and Place, tecnologia que diferencia embalagens,

Rota constante Foto: Divulgação

A Ibema está trabalhando em parceria com alguns clientes para o desenvolvimento de novas tecnologias em barreira de água e gordura, e em termomoldáveis, produtos até então não oferecidos. E mais, a empresa investiu também na aquisição de maquinários de ponta, como a cortadeira Pasaban, importada da Europa, e o Duoshake, comprada da Voith, instalada em fevereiro. Já a Suzano pretende manter

Claudia Sia, gerente de planejamento e de marketing da Antilhas

Unidade Ponta Grossa da Tetra Pak

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Fotos: Divulgação

Jorge Luis Grandi, diretor comercial da Ibema

O ano de 2013 foi novamente de crescimento para a Tetra Pak, impulsionado principalmente pelas vendas de equipamentos de processamento para as indústrias alimentícias. As vendas de embalagens também apresentaram aumento. Eduardo Eisler, vice-presidente de estratégia de negócios da Tetra Pak, conta que a companhia manteve a introdução de novos formatos de embalagens e novas aberturas. Atualmente, mais de um terço do portfolio da empresa é formado por produtos que não existiam há cinco anos. “Um

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exemplo foi o lançamento das tampas de ‘polietileno verde’, produzido a partir de cana-de-açúcar, iniciativa pioneira no mundo”, informa Eisler. A Sig Combibloc também comemora o ano que passou. Luciana Galvão, gerente de marketing para a América do Sul, destaca que a companhia encerrou 2013 com um crescimento de mais de 40% em relação ao período anterior, considerado um excelente resultado. “Conquistamos novos clientes e também estreitamos a parceria com os atuais – líderes regionais e nacionais”, detalha. Além disso, foi inaugurado o Centro de Treinamento, em junho de 2013, com mais R$ 10 milhões de investimentos.

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Este ano também será de crescimento, acredita a Tetra Pak. “Concluiremos as obras da duplicação da fábrica de Ponta Grossa (PR), o que aumentará em 70% a capacidade produtiva no Brasil e nos capacitará para atender a crescente demanda dos próximos anos”, esclarece o vice-presidente. E as inovações continuam: a empresa inicia, em breve, a produção das embalagens com o plástico verde como componente das camadas protetoras. “A mudança significará que as embalagens produzidas no Brasil serão compostas por aproximadamente 82% de materiais provenientes de fontes renováveis”, conta, satisfeito. Para a Sig Combibloc, as perspectivas seguem

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Luciana Galvão, gerente de marketing da SIG Combibloc para a América do Sul

positivas. “Nossa expectativa é manter um crescimento de dois dígitos”, acredita Luciana.

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OPTIMA INVESTE NA FABRICAÇÃO NACIONAL DE SEUS EQUIPAMENTOS sa atuação compreende desde a Costa Rica à Argentina. As demais localidades do continente americano são atendidas pelas subsidiárias no México e nos Estados Unidos. Além destas, o grupo também possui outras unidades internacionais espalhadas em pontos estratégicos: Alemanha (matriz), Coreia, Japão, China, Índia, Malásia, Reino Unido, França e Itália”, enumera o diretor.

Carro-chefe

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Fotos: Divulgação

Optima do Brasil tem se estruturado para atender a América Latina e hoje, graças aos bons negócios, conta com uma área construída de 8.920 m², aproximadamente sete vezes a área que possuía em 2000, ano de inauguração de sua fábrica em Vinhedo (SP). Para Ivair Santos, Diretor de Vendas América Latina, a empresa observou no ano passado um crescimento em relação ao ano anterior e 2014 já começou Ivair Santos, Diretor de Vendas com grandes projetos. “Nossa perspectiva da Optima América Latina é que as exportações correspondam a 80% do nosso faturamento anual, enquanto a indústria brasileira mantém um perfil mais conservador com relação a investimentos, em função dos eventos nacionais: Copa do Mundo e Eleições Presidenciais”, aponta.

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Para os clientes da Optima do Brasil, a grande novidade é o B2P (Builtto Print): nova estratégia que consiste na fabricação nacional de equipamentos do portfolio da Optima Alemanha. “Seguindo minuciosamente os desenhos e as especificações técnicas da nossa matriz, somos capazes de replicar com exatidão a tecnologia de anos de experiência e fornecê-la para os mercados da América Latina. Esta estratégia é extremamente vantajosa do ponto de vista do cliente que busca qualidade máxima com fornecedores locais, além da praticidade em termos de localização, comunicação, serviços e fornecimento de peças”, afirma Santos. Para a empresa, isto demanda alto investimento com a transferência de conhecimento e tecnologia, que vem sendo realizada por meio de treinamentos diretos na matriz, bem como através da vinda da equipe da Alemanha para o Brasil. O B2P, no médio prazo, irá capacitar a unidade do Brasil para fornecer equipamentos para o mundo todo. Atualmente, a empresa desenvolve e fabrica máquinas de produção, envase e embalagem para atender à demanda do mercado latinoamericano, além de oferecer serviços completos de pós-vendas. “Nos-

Para o mercado Consumer (Cosmético, Químico e Alimentício) a aposta da empresa é a OPTIMA Moduline, máquina de envase e fechamento com design modular que possibilita uma ampla variação de módulos para incrementar capacidades e atender a novos formatos e produtos, podendo trabalhar simultaneamente com produtos líquidos, viscosos, em pó ou granulados, desde pequenos lotes a grandes lotes. Para atender ao mercado de flexíveis possuem as máquinas OPTIMA PD e OPTIMA TS, que produzem sachês e sticks. “A procura por estes equipamentos tem aumentado muito, já que os produtos em suas versões ‘single serve’ oferecem praticidade, estimulam a experimentação, renovam o produto e ainda também dão um toque de sofisticação’, afirma Santos. Seguindo a tendência de flexibilidade, na área de Nonwovens, o destaque da empresa é a embaladora OPTIMA OS7, que permite produzir pacotes de fraldas descartáveis de 4a 200 produtos, com as opções de múltiplas fileiras e camadas. Optima do Brasil (19) 3886-9800 | www.optima-bra.com

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“2013 foi um ótimo ano para a Klabin”, afirma a diretora da Divisão de Embalagens de Papelão Ondulado, Gabriella Michelucci, ressaltando que a companhia se destacou pelo desenvolvimento da embalagem para exportação de frutas frescas. Com atributos que contribuem para sua competitividade, a embalagem reduz o consumo de energia elétrica - por meio de uma refrigeração mais rápida dos alimentos -, aumenta o espaço útil e possui alta resistência que permite a integridade do produto ao longo do transporte. Outra característica é que a embalagem pode ser montada manualmente, o que auxilia o manuseio dos pequenos produtores.

Gabriella Michelucci, diretora da divisão de embalagens de papelão ondulado da Klabin

Ainda dentro da área de negócios de papelão ondulado, a Klabin expandiu sua operação Foto: Enio Tavares

Uma das grandes novidades da Sig é o lançamento da tecnologia drinksplus no Brasil. “Posso adiantar que se trata de um produto único”, comunica a gerente. O drinksplus possibilita o envase de pedaços verdadeiros de frutas, vegetais e cereais em grãos em bebidas acondicionadas em embalagens cartonadas assépticas. Em termos de instalação, a Sig está concluindo as expansões da sua fábrica em Campo Largo (PR). O investimento para triplicar o volume de produção, de 1 bilhão para 3 bilhões de embalagens cartonadas assépticas por ano, acaba de ser totalmente finalizado; e a instalação da linha de extrusão, que é responsável pela laminação do papel cartão com polímero e alumínio, será inaugurada até a metade deste ano. Os projetos concretizam o investimento anunciado

inicialmente de R$ 270 milhões na planta brasileira.

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Envase com pedaços

Linha de produção da Klabin

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na Unidade Goiana (PE). Com o investimento, a produção local foi ampliada de 71 mil toneladas/ano para 146 mil. Outro destaque foi o anúncio da aprovação das condições de capitalização do Projeto Puma, maior investimento da história da Klabin. “O projeto demandará aplicação de R$ 5,8 bilhões, excluindo-se ativos florestais, melhorias em infraestrutura e impostos. A nova fábrica, que será instalada na cidade de Ortigueira (PR), tem inauguração prevista para 2016”. Com a nova unidade, a capacidade de produção da Klabin irá dobrar em três anos. A fábrica terá capacidade anual de produção de 1,5 milhão de toneladas, sendo 1,1 milhão de toneladas de fibra curta e 400 mil toneladas de fibra longa.

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Empenho Um aumento de 50% na produção em quatro a cinco anos é o que a Rigesa espera como consequência dos investimentos estratégicos e uma reestruturação na companhia feito em 2013. O vice-presidente para o negócio de papelão ondulado, Paulo Iserhard afirma que estão empenhados em consolidar-se, cada vez mais, neste segmento. Os investimentos de mais de R$ 1 bilhão no Brasil, nos últimos anos, foram feitos em florestas certificadas, na expansão da fábrica de papel em Três Barras (SC) e na aquisição de uma máquina para a

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fabricação de papel ktaft. “Isso sem falar na abertura de uma nova fábrica de conversão em Araçatuba (SP) e da modernização das demais unidades para aumentar a nossa capacidade e elevar ainda mais o nosso patamar de qualidade”, salienta. O ano que passou foi considerado desafiador para Maria Lúcia Muterle, diretora comercial da Artivinco. “O segmento de papelão ondulado registrou, até este momento, um crescimento de 2,88%, muito próximo ao PIB, que ficou aquém do previsto.” Para 2014, a companhia está investindo na área de logística e no aumento de capacidade produtiva,

além da melhoria contínua na área de pós-venda com técnicos capacitados. INFORMAÇÕES Antilhas Tel: (11) 4152-1100 | www.antilhas.com.br Artivinco Tel.: (11) 4534.7604 | www.artivinco.com.br Ibema Tel.: (41) 3240-7400 | www.ibema.com.br Rigesa Tel.: (19) 3707 4000 | http://br.meadwestvaco.com/index.htm Sig Combibloc Tel.: (11) 3028-6744 | www.sig.com.br Suzano www.suzano.com.br | Tel.: (11) 3503-9000 Tetra Pak Tel.: (11) 5501-3200 | www.tetrapak.com

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3M DO BRASIL: INOVAÇÃO CONSTANTE E INCENTIVO AO DESENVOLVIMENTO

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ediada em Sumaré-SP, a 3M possui, atualmente, mais de quatro mil funcionários no Brasil, que atende cinco grandes grupos de negócios: Consumo, Eletrônicos e Energia, Saúde, Industrial, Segurança e Gráficos. Reconhecida como uma das 100 Melhores Marcas Globais pela consultoria de marcas estratégicas Interbrand, em 2012, eleita a empresa Mais Inovadora do Brasil edições 2012 e 2013 pela consultoria A. T. Kearney em parceria com a Revista Época Negócios, e vencedora do 1º lugar do Prêmio Nacional da Inovação CNI 2012 – categoria Gestão da Inovação, a empresa tem sua filosofia de inovação constante e incentiva projetos de desenvolvimento de novos produtos e soluções em serviços e equipamentos.

Fotos: Divulgação

De acordo com o gerente Unidade de Negócios/ Divisão de Soluções & Inovações para Embalagens, Luis Fernando Rigaud de Castro, um recente lançamento é a FL-360, equipamento especial para fechamento de caixas tampa e fundo, tanto para o mercado frigorífico quanto para outros segmentos que necessitam deste tipo de embalagens para transporte. “Em conjunto com uma fita especialmente desenvolvida para ser aplicada em ambientes frios, a FL-360 proporciona uma solução para fechamento da embalagem, sem danificá-la. Já em relação à automatização, lançamos o aplicador de etiquetas PAFlex, de fácil manuseio, robusto e moderno que faz aplicação das etiquetas, proporcionando maior flexibilidade, qualidade e rastreabilidade das informações dos produtos”, explica. A divisão de Negócios Soluções & Inovações para Embalagens da 3M surgiu a partir de fitas adesivas e equipamentos para fechar caixa maleta de papelão, “estes equipamentos fechadores de caixa são até hoje carrochefe da empresa, pois são consagrados pelo mercado por sua robustez, qualidade de aplicação, velocidade e segurança para o operador. Usamos para nossa linha de equipamentos a marca 3M-Matic, linha esta líder nos Estados Unidos, Europa e Brasil”, afirma Castro. Para 2014, a 3M do Brasil está otimista com o aquecimento do mercado e preparados para atendê-lo, especialmente no que se refere ao primeiro semestre, “pois alguns segmentos, ligados ao setor de produtos de consumo, têm como meta produzir 60% do volume anual até maio para atender a demanda gerada por conta da Copa do Mundo e dos eventos correlacionados”, explica o gerente, afirmando que o segundo semestre ainda é uma incógnita em termos 34

Luis Fernando Rigaud de Castro, gerente da Unidade de Negócios/ Divisão de Soluções & Inovações para Embalagens da 3M

de demanda, “mas sempre temos um aquecimento no mercado devido a datas como Dia das Crianças e Natal. De todo modo, as perspectivas de inflação para 2014 preocupam todo o mercado em relação à possibilidade de desaquecimento da demanda, bem como não temos expectativas em relação à redução do dólar neste ano”, complementa. Na visão do executivo, o mercado de máquinas vem apresentando crescimentos acumulados nos últimos anos, principalmente, com a necessidade da modernização e aumento de produtividade da indústria. “O Brasil destaca-se com o maior mercado consumidor e fabricante de equipamentos dentro da América Latina, e devido às mudanças no consumo que têm ocorrido nos últimos anos, principalmente, com o crescimento das classes C e D, tivemos uma série de investimentos em novas linhas e modernizações das atuais, tanto em termos de produtividade bem como na flexibilidade delas”, finaliza. 3M do Brasil 0800 0132333 www.3m.com.br/solucoesparaembalagens

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Produtividade, o grande desafio...

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...e, para superá-lo, a indústria gráfica deverá investir em melhoria de processos internos, na capacitação pessoal e em tecnologia

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Zulmira Felicio

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Brasil tem um longo caminho a percorrer se quiser manter os avanços sociais registrados nos últimos tempos. Terá que andar a passos largos e mirar no crescimento econômico. Nesse aspecto, o aumento da produtividade das empresas consiste numa das saídas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até setembro a indústria cresceu 0,9% em um ano marcado pelo início da recuperação da economia. Uma pesquisa da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), que analisou dados econômicos, políticos e tecnológicos para medir a competitividade industrial, revelou que o Brasil possui uma das mais baixas taxas do mundo. No estudo que envolveu 43 países, a indústria nacional ficou na 37ª posição bem distante da China, figurando na 21ª, por exemplo. Para voltar a crescer, a solução para a indústria brasileira é investir em produtividade. Atualmente, o mercado gráfico brasileiro sofre com a concorrência acirrada, sendo que o volume de trabalhos impressos não acompanha o crescimento. O resultado disso se traduz em margens cada vez menores. Diante desse descompasso, a única maneira de mudar o cenário é investir em melhoria de processos internos, na capacitação pessoal e em tecnologia/automação, apontaram as

empresas Heidelberg, Feva e Vitopel, entrevistadas pela Revista Pack para abordar o assunto. Especificamente, a automação é a ferramenta base para tornar a produção competitiva, até porque ela está presente de modo inerente na indústria de máquinas e equipamentos.

Sinal amarelo “2013 foi um ano complexo para indústria mundial, o Brasil sentiu o peso da instabilidade do mercado, registrando sinais de melhoras a partir de novembro. Esta mudança no final do ano gerou expectativas para 2014, de tal forma, esperamos a retomada gradativa dos investimentos,

Heidelberg Speedmaster XL 106-6+L, seis cores com verniz em linha

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principalmente, no mercado interno, em função do calendário com Copa do Mundo e eleições”, analisa Marco Aurélio de Oliveira, gerente de Negócios da Feva, baseado em sua larga experiência no setor, ao longo de 24 anos de atuação na empresa. Com 78 anos de operação no mercado, a Feva é uma das pioneiras no desenvolvimento de maquinários para indústria gráfica. Hoje, se destaca em dois segmentos: impressoras flexográficas e máquinas de corte e vinco, além de atuar no ramo metalúrgico, com curvadora de tubos, prensas hidráulicas e máquinas de corte plasma.

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“Estamos iniciando este ano com um bom número de pedidos em fabricação, o que nos dá uma excelente perspectiva para 2014”, informa Argemiro Quio Jr., gerente de Produto Soluções Planas Formato A1 e VLF da Heidelberg, referindose também aos eventos, como: Expoprint 2014 (São Paulo),

Copa e eleições que serão realizados no País e que, sem dúvida, irão atrair ainda mais investimentos. A Heidelberg é líder de mercado na comercialização de impressoras planas e soluções integradas para o segmento gráfico. “Somos o único fornecedor que oferece soluções completas, desde à pré-impressão até o acabamento, incluindo o fornecimento local de peças, serviços e consumíveis”, diz o gerente, destacando que apesar do difícil ano de 2013, a empresa registra três anos excelentes com recorde de vendas de equipamentos novos no Brasil. Também deixando para trás a pressão exercida em 2013 não só para a indústria de BOPP, como para o restante da cadeia de fornecimento do segmento, a Vitopel prevê que 2014 deverá ser bem melhor do ponto de vista de oportunidades de inovação e otimização dos conceitos atuais de embalagens. Esperança que ganha força na medida em que

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Argemiro Quio Jr, gerente de produto Soluções Heidelberg

“somos capazes de dimensionar os ganhos que tais oportunidades trazem e que, efetivamente, é o que vai motivar os avanços”, acrescenta Aldo Mortara, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios. A Vitopel atua no segmento de transformação de polímeros plásticos para a produção de filmes flexíveis, mais especificamente, de polipropileno biaxialmente orientados (BOPP). “Para o BOPP é importante ter um cenário propício a análises de oportunidades de ganho mútuo para compensar as pressões vindas dos extremos da cadeia de fornecimento”, sustenta Mortara.

Tecnologia, a ferramenta

Laminadora Ecoflex da linha Fevaflex, livre de solventes, ideal para produtos farmacêuticos e alimentícios, pois não contamina a embalagem com toxinas

Para assegurar uma boa posição no mercado cada vez mais competitivo, é fundamental que se ofereça produtos de qualidade, um portfolio abrangente de produtos somado a um serviço eficaz. Para atingir tal objetivo, empresas como a Heidelberg investem pesado em tecnologia Heidelberg Speedmaster XL 106-6+L, seis cores com verniz em linha

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e desenvolvimento de soluções para que seus clientes possam aumentar sua produtividade, reduzir os custos operacionais e desperdícios. “Investimos na maior estrutura de atendimento que, aliada à tecnologia, faz com que os equipamentos tenham o maior valor de revenda do mercado, excelente liquidez, garantindo um apoio financeiro para o próximo aporte”, argumenta Quio Jr. Além da assistência técnica e estoque local de peças originais para os diversos produtos, a Heidelberg treina seus técnicos na fábrica da Alemanha, podendo assim multiplicar conhecimentos nos dois centros de treinamento em São Paulo, localizados no Senai Bresser e Senai Barueri. Além disso, a Heidelberg Serviços oferece um portfolio que abrange desde o suporte técnico e serviços, baseados na máquina, até consumíveis coordenados, e a variedade de serviços de treinamento e consultoria. Todos os serviços são elaborados com a finalidade de auxiliar empresas de mídia impressa a fortalecer e expandir seu desempenho e competitividade no longo prazo.

países em que possui operações - promoveu aportes na expansão da capacidade instalada de metalização, com um projeto paralelo de automatização e modernização de todo o processo de movimentação de material e corte. “Com este aporte, conseguimos aumentar a capacidade de filmes metalizados em cerca de 40%, com uma otimização de movimentação e trocas de trabalhos, através da aquisição de máquinas de corte e um projeto de layout e movimentação otimizado. Devido aos novos equipamentos, o nível de automação introduzido foi fundamental para viabilizar o aumento de capacidade, permitindo o controle de toda a complexidade gerada pela ampliação do fluxo simultâneo de materiais, cortados em larguras variadas para diversos clientes”, completa o gerente. Em sua opinião, este é um caso típico em que a automação é um instrumento viabilizador de um processo complexo e dinâmico, ou seja, operações programáveis e repetidas são realizadas com muito maior segurança e assertividade em um ambiente com alto nível de automação.

“Neste ambiente competitivo, uma empresa deve investir em profissionais capacitados e bem treinados. Na maioria das vezes, encontramos a tecnologia ideal para o cliente, inovadora e, não necessariamente, se traduz em aumento de custo. Inclusive, existem casos que há redução de componentes e, por consequência, a diminuição de custos”, ressalta Oliveira, gerente de Negócios da Feva. Segundo o executivo, a empresa prioriza o  fator humano para manter sua capacidade de desenvolver produtos inteligentes. “Acompanhamos as tendências dos mercados - interno e externo - para extrairmos o que pode se transformar em benefício para os clientes”, ressalta Oliveira.

Aumento da capacidade Mortara, da Vitopel, explica que uma parcela considerável dos filmes de BOPP são submetidos a um processo de metalização. Neste sentido, no ano passado, a empresa - líder nos

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Aldo Mortara, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios da Vitopel

Segurança na produção De maneira geral, o mercado está cada vez mais exigente até pelo acesso à informação e, neste sentido, pede máquinas e equipamentos diferenciados. Por isso, a Feva investe em projetos e engenharia. Para Oliveira, os projetos de máquinas e equipamentos devem estar aliados ao custo-benefício e, principalmente, segurança na produção. “A implantação de CLP nos painéis e sensores das diversas funções tornam nossos projetos mais otimizados e seguros. O controle de qualidade e produção - por acesso remoto ao equipamento - faz com que a assistência técnica e até ajustes sejam feitos a distância. Por fim, estes fatores permitem elevar a produtividade porque o operador trabalha de forma segura, e a tecnologia inteligente da máquina diminui a margem de erros e perda de produção”, avalia. Para garantir a máxima produtividade associada à excelente

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qualidade, os especialistas da Heidelberg identificam o potencial de melhorias das gráficas. Como exemplo, o Gerenciamento de Cores - Print Color Management - ajuda a reduzir os tempos de acerto e o desperdício, enquanto colabora para manter a mesma qualidade de impressão. O sistema de periféricos Star da empresa oferece produtos feitos sob medida para a impressora. Componentes perfeitamente coordenados e integrados abrem caminho para tempos reduzidos de acerto, máxima produtividade, qualidade de impressão e eficiência energética ideal. A instalação e a manutenção são realizadas por especialistas da Heidelberg. Isso cria uma solução integrada da própria impressora com periféricos coordenados individualmente. Um dos diferenciais das impressoras Speedmaster da Heidelberg é o Prinect Press Center, capaz de combinar todas as funções de controle da impressora, como cor e registro, em um único console central. Aliado ao Prinect Press Center, o inovador guia de operação de processos, o Intellistart faz com que as trocas de trabalhos sejam mais simples e rápidas. Assim que o próximo trabalho é escolhido, o software compara o que está sendo impresso com os dados do trabalho a ser feito, a partir daí calcula-se uma lista com todos os passos necessários para a troca, reduzindo sensivelmente os tempos de acerto e desperdício de insumos. A Vitopel também acredita que desenvolver projetos personali-

zados é o diferencial que deve ser cada vez mais intensificado. Os filmes de BOPP produzidos e direcionados para os convertedores e clientes diretos são adquiridos em larguras variadas e, portanto, a operação de planejamento do corte (e a própria operação) trabalha com muitas variáveis e trocas de trabalho. A otimização da conjugação de larguras de clientes para a largura total dos rolos de máquina é feita com auxílio de um software que leva em conta as características das máquinas, bem como a perda de tempo e de custos gerados pelas trocas de trabalho. Da mesma forma, sistemas de automação têm sido desenvolvidos para reduzir significativamente a perda de tempo devido à troca de trabalho. Este sistema recebe a informação gerada pelo software e dispara comandos eletrônicos para mecanismos automáticos de posicionamento de lâminas de corte e das estações de rebobinamento. Além da redução no tempo de troca de trabalho, o sistema traz a grande vantagem de evitar erros de digitação ou medição que podem ocorrer em uma operação manual. “Tudo isto impacta positivamente a produção e a qualidade de nossos produtos entregues aos clientes”, conclui Mortara. INFORMAÇÕES Grupo Feva www.feva.com.br | (11) 4613-9133 Heidelberg do Brasil www.br.heidelberg.com | (11 ) 5525-4500   Vitopel do Brasil www.vitopel.com | (11) 3883 7701

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GRUPO COESIA FOCA OPERAÇÕES NA AMÉRICA LATINA

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ornecedor de soluções completas de envase, acondicionamento e embalamento dentro de um portfolio diversificado de segmentos, o Grupo Coesia aposta na América Latina como parte de seu planejamento de crescimento, já que a região representa, aproximadamente, 9% do faturamento global do Grupo. Para isso, no início de 2014, a empresa iniciou suas atividades em novas instalações, em Jundiaí (SP), onde terá uma área produtiva 40% maior. De acordo com o diretor-geral da Coesia América Latina, e presidente da GD Brasil, Stefano Nanni, a globalização gerou uma exigência maior do consumidor local em mais qualidade, inovação, embalagens e processos inteligentes. “Para crescer e estreitar relacionamento com nossos clientes, apostamos na adequação de espaço e em uma estrutura mais moderna”, aponta. Para o setor de embalagens, o investimento impactará diretamente na agilidade em produzir suas próprias máquinas. “Além disso, concentraremos em um único prédio a estrutura para as 14 empresas do Grupo, impulsionando sinergia entre diferentes soluções disponibilizadas ao mercado, como máquinas de envase, acondicionamento e embalamento para segmentos de Bens de Consumo, Tabaco, Cuidados com a Saúde e Eletrônicos”, explica Nanni. Outro ponto relevante é o maior espaço para estoque de peças, o que possibilitará reduzir o tempo de entrega e, consequentemente, minimizar o risco de equipamentos parados em seus clientes. “Futuramente, teremos um Centro de Inovação local que hoje existe apenas em nossa matriz, na Itália, com foco no desenvolvimento de novas tecnologias para sistemas de envase e embalamento, assim como inovação em embalagens (formatos, design e novas aplicações em escala industrial), em um modelo de co-criação com todos os nossos parceiros (materiais, design, convertedores) e nossos clientes”. O portfolio da Coesia está focado nos sistemas de envase, acondicionamento e embalamento, atuando com diversas tecnologias de embalagem, como pouch flexível, flowpack, foldwrapping, chub e cartões assépticos, envase de frascos, tubos, cápsulas de café, aerossol, sachês de chá, moldes de batom e finais de linha como encartuchadeiras, traypack e case packer. Outros equipamentos que também fazem parte do mercado de embalagem são os sistemas de impressão, track&trace, inspeção e visão, e atmosfera modificada (aumento de shelflife). O setor de Bens de Consumo vem recebendo os maiores investimentos do Grupo nos últimos anos. “Como trabalhamos com o conceito de solução completa, além de produzirmos as máquinas, investimos nas soluções logísticas, como os transportadores FlexLink”, complementa o diretor.

Stefano Nanni, diretor-geral da Coesia América Latina, e presidente da GD Brasil

Nos últimos cinco anos, a Coesia alcançou um crescimento global de 75% sobre o faturamento, impactado pelas aquisições durante o período. De acordo com Nanni, 2013 foi um ano positivo, com crescimento global de 15%, tendo a América Latina uma importante participação e, que a partir de agora, contará com estrutura local técnica e comercial na Argentina, com o objetivo de melhor atender a região do Cone Sul, oferecendo respostas mais rápidas e competitivas aos seus clientes.

Sobre a empresa A Coesia iniciou suas atividades no Brasil em 1981 como GD do Brasil focada, inicialmente, no segmento de Tabaco, produzindo, em seguida, máquinas voltadas ao mercado de descartáveis. Em 2005, ampliou seus negócios criando o CoesiaGroup. Com sede em Bolonha, na Itália, o Grupo tem hoje presença global, atuando com 92 unidades operacionais em 30 países, sendo suas empresas líderes em máquinas automáticas, logística de alta eficiência, sistemas de controle de qualidade e impressão e engrenagens de precisão. Atualmente, 14 companhias fazem parte do Grupo Coesia: GD, Sasib, AcmaVolpak, RA Jones, GDM, Norden, IPI, CitusKalix, FlexLink, Hapa, Laetus,Sacmo, ADMV e Cima. Grupo Coesia (11) 4431-4000 | www.coesia.com

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Krones em expansão

Fábrica do Grupo Petrópolis

Em quase 15 anos, a empresa já forneceu 12 linhas completas de envase para o Grupo Petrópolis; é a fornecedora integral de todas as tecnologias adotadas pela nova unidade da fábrica do Grupo, em Alagoinhas; além de ter no mercado seis sistemas de bloco com alto rendimento de sopro

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íder mundial no fornecimento de máquinas e equipamentos para a indústria de bebidas, a Krones investe de 6 a 7% de seu faturamento anual bruto em desenvolvimento tecnológico, oferecendo máquinas de rotulagem, enchimento, inspeção, sopro, empacotamento e paletização, transporte, além de soluções em reciclagem e logística interna. Conhecida por oferecer soluções completas ao cliente, a empresa monta cervejarias, com suporte tanto na parte tecnológica, quanto na mercadológica, como custos, mercado e tipos de cerveja. Uma das parcerias de peso que possui é com o Grupo Petrópolis. Em quase 15 anos, a Krones já forneceu 12 linhas completas de envase para todas as unidades da segunda maior cervejaria do Brasil. Em cerca de uma década, o Grupo passou de menos de 1% para mais de 11% do mercado de cerveja no Brasil, única com capital 100% nacional do setor. “A Petrópolis é uma empresa que valoriza investimentos em novas tecnologias e busca a expansão de seus negócios de forma sustentável. Nos sentimos honrados por ter acompanhado o seu grande crescimento pelo Brasil”, afirma Silvio Rotta, diretor comercial da Krones do Brasil.

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A Krones está presente em todas as cinco unidades do Grupo Petrópolis: Boituva (SP), Petrópolis (RJ), Teresópolis (RJ), Rondonópolis (MT) e Alagoinhas (BA) – e está montando a nova planta de Itapissuma (PE), que será inaugurada no primeiro semestre de 2014

A Krones está fornecendo duas plantas completas, incluindo todo o processo de fabricação da cerveja até a embalagem da bebida paletizada, para as novas plantas do Grupo Petrópolis, instaladas nas cidades de Alagoinhas, na Bahia, e Itapissuma, em Pernambuco. A companhia já contava com 10 linhas completas de envase da Krones, distribuídas em suas unidades. O projeto de Alagoinhas entrou em operação em novembro de 2013. A planta foi construída em cerca de um ano a partir do início da preparação do terreno. A de Itapissuma, por sua vez, será inaugurada no primeiro semestre de 2014. As linhas de envases de Alagoinhas são compostas de uma linha de vidro e outra de latas. A linha para embalagens de vidro tem rendimento de 62 mil garrafas por hora; a de latas, velocidade de até 128 mil Foto: Divulgação

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Cervejarias completas

Produto do Grupo Petrópolis

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especial | krones latas por hora. Esta é a linha de latas mais veloz já fornecida pela Krones com apenas uma enchedora. Projetada para alcançar os melhores resultados de aproveitamento de resíduos, diminuição de emissões e educação ambiental, a unidade de Alagoinhas tem como um de seus principais diferenciais o aproveitamento da água na produção, que deve atingir 3,3 litros de água para cada litro de cerveja, um resultado só alcançado em cervejarias internacionais de alto padrão. Além disso, tem um dos mais avançados programas de resíduos do Brasil, com o índice de 98% de reaproveitamento do material. Em relação à matriz energética, a fábrica foi projetada para ter maior utilização possível de luz solar, além de utilizar gás natural, diminuindo drasticamente a emissão de poluentes.

Inauguração da Unidade de Alagoinhas do Grupo Petrópolis

Com capacidade de produção de 6 milhões de hectolitros por ano, a Petrópolis investe cerca de R$ 600 milhões para o desenvolvimento da unidade fabril no período de cinco anos, podendo chegar até R$ 1,1 bilhão com o negócio de distribuição. A unidade de Alagoinhas, primeira do Grupo no Nordeste, tem a meta de gerar 600 empregos diretos e três mil indiretos. A expectativa é grande: “ampliar a participação no mercado de cervejas do Nordeste, distribuindo os produtos no norte de Minas Gerais até Alagoas. Uma meta estratégica para uma empresa 100% brasileira”, prevê o diretor de Mercado do Grupo Petrópolis, Douglas Costa. As duas fábricas aumentarão em 48% a capacidade de produção da empresa. Quando estiverem funcionando, serão 86 centros de distribuição em nove estados nordestinos.

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SELO HIGIÊNICO Além de investir em linhas, a Petrópolis foi a primeira empresa de bebidas do mundo a adotar o selo higiênico em latas, aplicado pela rotuladora Taxomatic, da Krones. O selo, que oferece uma embalagem mais segura aos consumidores, é usado em todos os produtos em lata da Petrópolis, dono das marcas de cerveja Crystal, Lokal, Itaipava, Black Princess, Petra e Weltenburger; do energético TNT Energy Drink; do isotônico Ironage; das vodkas Blue Spirit e Nordka; e da água Petra.

Processo operacional do Grupo Petrópolis 44

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Tecnologia Segundo Ayrton Irokawa, gerente comercial da Krones do Brasil, a área de processos de Alagoinhas foi concebida com as mais modernas soluções para a elaboração de cerveja. Entre estas tecnologias, estão o Variomill (moagem de malte úmido, proporcionando uma maior filtrabilidade na tina filtro e menor arraste de taninos na cerveja), o ShakesBeer (sistema de maceração que garante maior estabilidade de sabor e boa filtrabilidade, por meio de vibrações com baixa frequência), o Pegasus C (solução inteligente de filtração de mosto para se obter mosto de alta qualidade com baixo conteúdo de substâncias sólidas), e o Stromboli (cozimento de mosto que consome até 40% menos energia em relação aos sistemas tradicionais). Estas tecnologias são utilizadas na parte quente. O processo conta, ainda, com outras soluções da Steinecker, na parte fria, como o Twin Flow System (tecnologia de filtração de cerveja com excelentes graus de estabilidade e de conservação da cerveja e longos ciclos de filtração) e as válvulas EvoGuard (para aplicações em processos sanitários, com desenho que permite combinar perfeitamente segurança e rentabilidade).

Foto: Divulgação

“Além da rapidez no trabalho de montagem, com comissionamento, start-up e aceite final de duas linhas de alta produtividade, é importante destacar que este é um projeto que chamamos de turn-key, ou seja, em que a Krones é a fornecedora integral de todas as tecnologias adotadas pela fábrica”, ressalta Rotta.

ErgoBloc L, sistema de bloco de parte úmida da Krones

KRONES POSSUI SISTEMAS DE BLOCO COM ALTO RENDIMENTO DE SOPRO

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Krones já alcança na prática, em algumas empresas engarrafadoras, o rendimento em volume mais alto para uma fabricante de máquinas de bebidas no mundo. Com a Contiform 3, a nova geração desta série de sopradoras da Krones, o mercado conta agora com máquinas de cavidade pequena – SC (Small Cavity) – para níveis de rendimento que chegam a 81 mil garrafas por hora. Esta sopradora, destinada a garrafas de até 750 ml, possui uma nova estação de sopro, que trabalha completamente sem lubrificação, reduzindo o tempo de engraxamento manual da máquina em 70% na comparação com o modelo anterior. Além de estabelecer um recorde mundial quanto à velocidade produtiva de uma sopradora, permite uma economia de custos da linha. Quatro máquinas Contiform 3 SC já atingem este alto rendimento em uma engarrafadora dos Estados Unidos. Outros dois equipamentos deste modelo já foram comercializados com uma grande empresa de bebidas. Todas estas seis unidades de sopro operam dentro de um ErgoBloc L, sistema de bloco de parte úmida da Krones. Um dos objetivos da integração é oferecer aos usuários máquinas de fácil operação e pouca manutenção, com tempos de parada breves. Além disso, instalar máquinas individuais em unidades integradas (bloco) diminui a complexidade de uma linha de produção e aumenta a sua eficiência. O ErgoBloc L é um exemplo perfeito deste sistema. Neste caso, a Krones integrou a tecnologia de sopro para embalagens menores com a rotuladora Contiroll equipada com armazém automático de bobinas Multireel, e a enchedora Modulfill. “Já vendemos no mundo mais de 50 projetos com o ErgoBloc L. Deste total, seis modelos já operam com a Contiform 3 SC de rendimento máximo de 81 mil garrafas por hora. Uma prova de que estas tecnologias estão se tornando cada vez mais aceitas pelo mercado”, confirma Rotta. Editora B2B

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Foto: Krones

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Krones Modulpal Pro 1AD

Maquinário a postos Setor de máquinas e equipamentos vive momentos difíceis, mas não deixa de acreditar em qualidade, novas tecnologias e atenção ao cliente para voltar a crescer

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RODRIGO ALMEIDA

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copo está meio vazio ou meio cheio? Difícil chegar a uma conclusão quando os indicadores e o cenário atual – negativos – se confrontam com as expectativas – otimistas – para o futuro que se apresenta. Assim é a realidade do segmento de máquinas e equipamentos no Brasil. Com base nos indicadores conjunturais apresentados pela Associação Brasileira da indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) na última semana de janeiro, o setor teve em 2013 um desempenho inferior ao de 2012. Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, reiterou em artigo publicado em novembro que as medidas adotadas nos últimos anos como estímulo ao setor foram importantes, mas paliativas e incapazes de restabelecer a competitividade da indústria nacional. Por outro lado, lembra Neto, também é fato que alguns poucos setores da indústria de máquinas, ligados à agricultura e ao consumo, vem caminhando razoavelmente bem. “E, agora, iniciamos 2014 com a esperança de que as recentes demonstrações do governo, no sentido de desburocratizar e acelerar o programa de concessões públicas possam significar a realização e estímulo aos investimentos, fundamentais para o crescimento do País e, consequentemente, capazes de recolocar a nossa indústria no caminho da recuperação”, resume. No recorte feito pela Associação com base na Pesquisa industrial Mensal de Produção Física (PiMPF) realizada pelo instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (iBGE), a indústria de máquinas e equipamentos registrou crescimento de 7,0% em relação ao ano de 2012. Embora positivo, existe uma discrepância entre produção física e o faturamento, 5,7% inferior ao ano anterior, por consequência de eventuais aumentos de estoque e da queda relativa dos preços. “O setor de bens de capital, por exemplo, amarga um faturamento cerca de 5% inferior ao ano de 2012, com queda de 11% nas exportações e aumento de 7% nas importações”, ressalta Neto. Os indicadores conjunturais da indústria trazem ainda dados importantes sobre as tendências e perspectivas a médio e longo prazo. “No ano, o aumento das importações está disseminado em parte dos setores, o que confirma o efeito preço na substituição da produção nacional. A exceção se deu nos setores fabricantes de máquinas para logística, construção civil e agricultura. Na ponta, ocorreu queda nos setores relacionados a componentes para a indústria de bens de capital, máquinas para petróleo e energia renovável e máquinas para agricultura”.

PaRa eMBalagenS Para trazer um pouco da realidade vivida no setor de máquinas e equipamentos que, direta ou indiretamente, está relacionado ao de embalagens, a Revista Pack ouviu alguns executivos que traçaram um balanço do ano que passou e as perspectivas para 2014. Para a Flexo Tech, empresa do ramo de máquinas flexográficas, o primeiro semestre de 2013 não foi exatamente positivo: “Foi calmo.

Mas, vale frisar que esta ‘calmaria’ não significa uma retração do setor. Ao contrário, revela sinais de um mercado mais forte, mais cauteloso e com mais planejamento”, explica Silvio Polo, gerente de vendas da empresa. Já o segundo semestre de 2013 deu sinais de melhora ao setor de bens de capital. “Nossos clientes voltaram a acreditar na possibilidade de crescimento do mercado e, portanto, voltaram a pensar em novos projetos”. E para 2014, a Flexo Tech projeta grandes investimentos no setor. O gerente ressalta que o panorama ainda está aquecido por um cenário oportuno para compras. “As taxas de juros referentes ao crédito para bens de capital oferecido pelo BNDES se encontram relativamente equilibradas, levando-se em conta a realidade praticada no Brasil em sua perspectiva histórica”. Em outra frente de atuação, o mercado de máquinas e equipamentos de vaccum forming, o diretor técnico da Brawel Máquinas, André Luiz de Oliveira Bordignon, lembra a sensação de um ano mais curto gerada pelos eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as eleições como fator diferencial nas perspectivas da empresa. “Em virtude deste pensamento, já notamos que muitos pedidos de máquinas estão sendo antecipados. Janeiro, geralmente um mês mais calmo, teve um aumento de quase 75% em relação aos anos anteriores. isso é bem animador”, afirma Bordignon. Esta injeção de vendas fez com que também antecipasse o aumento no quadro de

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funcionários, o que seria feito apenas em julho em função do lançamento de uma nova planta da companhia. Na contramão das perspectivas das vaccum forming, o planejamento para o mercado das paletizadoras pode sofrer com a questão da Copa do Mundo, segundo a opinião do diretor comercial da Krones do Brasil, Silvio Rotta. Ele explica que o fornecimento dos equipamentos é feito normalmente apenas quando são lançadas novas linhas, ou, quando há alguma readequação para substituição de equipamento. Em 2014, a empresa deve apresentar ao mercado brasileiro uma nova paletizadora baixa de alta velocidade. (Confira mais informações na sequência da reportagem). Alexandre Magno, gerente de produto da Manroland no Brasil, tem observado nos últimos anos uma queda na demanda por impressoras offset com quatro cores. “O mercado vem migrando para impressoras com maior quantidade de cores e acabamentos em linha. Entretanto, essa mudança no perfil de investimento ainda não compensou a crise pela qual vem passando a cadeia atrelada à indústria gráfica”. De acordo com Magno, considerando-se os três grandes segmentos dessa indústria gráfica – promocional, editorial e embalagem – o que tem tido melhor desempenho é o segmento de embalagens, “que também já trabalha com margens menores, não conseguindo repassar na totalidade o aumento de seus custos”. Por conta dessa característica

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do mercado gráfico atual, a empresa tem observado um maior percentual dos investimentos voltados ao segmento de embalagens. “Como a Manroland tem seu nome fortemente associado a esse segmento da indústria gráfica, apesar das dificuldades, estamos conseguindo atingir os nossos objetivos”, enfatiza Magno. Para 2014, a empresa crê em um cenário parecido com o de 2013. “Um panorama em que a maioria dos clientes que investirem, o farão em equipamentos que tragam valor agregado ao impresso, com a possibilidade de impressão nos mais diversos substratos e que fujam da dicotomia papel/ cartão que norteia o segmento”. O gerente enxerga, ainda, outros nichos em potencial para serem explorados, como os de higiene pessoal e cosméticos que procuram gráficas que tenham soluções em cartões metalizados.

Tecnologia O investimento em novas tecnologias e no aprimoramento de processos é outra característica marcante no segmento de máquinas e equipamentos. Satisfação do cliente, foco em desempenho e competitividade estão muitas vezes entre as prioridades dessas empresas. Atualmente a Flexo Tech vem evoluindo no sistema de préimpressão com o desenvolvimento de novas tecnologias para gravação de clichês. “Vale também destacar a evolução dos Anilox com a tecnologia GTT, que reduz a troca dos mesmos em máquina, reduzindo ainda mais o tempo de set-up nas impressoras da linha Gear Less Access Premium. Outro

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Alexandre Magno, gerente de produto da Manroland no Brasil

destaque é o sistema de lavagem de Alinox em linha integrado ao Viscosímetro”, ressalta o gerente de vendas da empresa. No segmento de vaccum forming, André Bordignon acredita que os compradores brasileiros de máquinas não estejam familiarizados com o conceito de produção “enxuta”, muito mais forte em outros países. “Em geral, no Brasil ainda é mais importante a informação de ‘quanto mais produzir melhor’ do que ter uma produção exata para a necessidade. É raro entrar em uma fábrica brasileira e ver uma célula de produção com máquinas integradas de ponta a ponta.” O executivo explica que a produção enxuta no segmento de máquinas para embalagem, em especial vacuum forming, foca no set-up rápido, abaixo de nove segundos, com tamanhos de máquinas otimizados para facilitar a integração desta ao layout da planta. Desde a fabricação das impressoras offset até o atendimento técnico, a Manroland atua

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pensando na satisfação do cliente. “Por isso, estamos em constante evolução para garantir a máxima qualidade de impressão, com acertos cada vez mais rápidos e menor nível de maculatura”, descreve Magno. “Estamos em um momento de consolidação de tecnologias já existentes e a necessidade de amadurecimento de novos processos que estão surgindo. É visível que hoje o grande interesse está em melhor conhecer as impressoras com dupla torre de verniz, impressoras que possam imprimir com tintas e vernizes UV/convencionais, aplicação de películas metalizadas e a possibilidade de impressão nos mais diversos substratos. Já quando falamos em redução do tempo de acerto, a grande novidade é a tecnologia de servomotores nos cilindros de chapa, chamada DirectDrive (DD)”. Nessa tecnologia, os processos inerentes às trocas de trabalho – lavagens e trocas de chapa – que antes eram feitos sequencialmente, passam a ser feitos de forma simultânea, diminuindo acentuadamente os tempos de acerto. É uma tecnologia que vem ao encontro de um mercado caracterizado pela diminuição das tiragens. INFORMAÇÕES

LANÇAMENTOS Brawel Máquinas A Vacuum Forming Multiestação, equipamento mais conhecido como Vacuum Forming Carrossel. A empresa trabalha na integração de processos e, pensando na relação entre a embalagem e o produto, desenvolveu equipamento que se funde com a montagem.

Flexo Tech O último lançamento da empresa, feito em junho de 2013, é a Laminadora Evolution Solventless com sistema shaftless e freios motores. O modelo oferece ao mercado flexibilidade para trabalhos com substratos mais finos e oferecer set-ups mais rápidos. Além disso, a nova plataforma de automação traz conforto na operação e melhor produtividade.

Krones Lança este ano no mercado brasileiro a paletizadora baixa de alta velocidade - um cabeçote empurra e conforma a camada e o outro faz o papel de elevação. Com um sistema de preparação robótica, o equipamento tem como grande diferencial a paletização baixa de altíssima velocidade. O sistema foi apresentado na Drinktec 2013, realizada em setembro na cidade de Munique, na Alemanha.

Abimaq (11) 5582-6311 | www.abimaq.org.br

Flexo Tech (41) 3204-1538 | www.flexotech.com.br Krones do Brasil (11) 4075-9500 | www.krones.com Manroland (11) 4903-9200 www.manrolandsheetfed.com

Manroland Sheetfed A novidade é a impressão híbrida, que mistura a qualidade de impressão offset com a versatilidade da impressão digital. Em parceria com a Atlantic Zeiser, a empresa está desenvolvendo um sistema de impressão a jato de tinta que pode ser integrado em offset, permitindo imprimir dados variáveis diretamente na máquina offset, economizando tempo e acerto.

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Brawel Máquinas (11) 2296-5651 | www.brawel.com.br

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SIG Combibloc e Cemil entregam projeto ambiental em Belo Horizonte

Foto: Mauricio Vieira

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SiG Combibloc, em parceria com a Cooperativa Central Mineira de Laticínios – Cemil, concluiu recentemente a entrega de um projeto de educação ambiental e logística reversa em Belo Horizonte (MG). As empresas, juntas, participam como apoiadoras do Programa Portas Abertas, do Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), que oferece visitas orientadas e oficinas para disseminar informações a crianças, jovens e adultos sobre consumo consciente e questões ambientais. O programa é composto por palestras, intervenções lúdicas, arte sustentável e oficinas com materiais recicláveis.

“Nosso apoio inclui a revitalização da sala de aula do Programa Portas Abertas, revitalização da casa ecológica que foi construída com placas produzidas com embalagens longa vida, doação de materiais didáticos de educação ambiental e doação de produtos Cemil para o lanche das crianças e cozinha experimental. Também já foram doadas cartilhas de educação ambiental produzidas pela SiG em parceria com o instituto de Embalagens”, explica Luciana Galvão, gerente de Marketing da SiG Combibloc para a América do Sul. O Programa Portas Abertas alerta crianças, jovens e adultos Portas Abertas atende sobre consumo consciente e questões ambientais aproximadamente 12 50

Foto: Mauricio Vieira

Warlei Tana, diretor executivo de vendas, marketing e logística da Cemil; Luciana Galvão, gerente de marketing da SIG Combibloc para a América do Sul; e Felix Colas, diretor da SIG Combibloc no Brasil

mil crianças, jovens e adultos por ano. O CMRR é um programa do Governo de Minas que reúne a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), além do Sebrae-MG.

NOVIDADES NAS EMBALAGENS CEMIL O ano de 2013 também marcou o uso do selo FSC (Forest Stewardship Council, em português Conselho de Manejo Florestal) nas embalagens da Cemil fornecidas pela SiG Combibloc. Este selo atesta que as fibras da madeira utilizadas na fabricação das embalagens são provenientes de florestas com manejo sustentável. As embalagens da Cemil serão impressas com o endereço exclusivo do portal “Eu Penso Meio Ambiente”: www.cemileu pensomeioambiente.com.br

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Reciclagem de cartões de PVC comemora acesso de mais de um milhão de pessoas

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Em Recife, no Shopping RioMar, por exemplo, já foram recolhidos mais de dois mil cartões, e a meta é instalar, no futuro, uma fábrica de reciclagem no estado de Pernambuco. Em parceira com o programa educacional Escola Total da prefeitura de Santos (SP), a reciclagem de cartões vem circulando de forma itinerante por 18 instituições de ensino. Em São Paulo, o coletor pode ser encontrado nas estações do metrô Sé, Conceição, Paraíso e Consolação; no Continental Shopping; no Conjunto Nacional; e na sede da escola São Francisco de Assis, no bairro do Tatuapé. Já em Maceió, o coletor funciona como um projeto piloto dentro da sede do Sebrae.

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Programa de Logística Reversa de Cartões de PVC funciona há pouco mais de dois anos e comemora o acesso de mais de um milhão de pessoas aos coletores Papa Cartão® espalhados por estações do metrô em São Paulo; escolas em Santos; Shopping em Recife; e em empresa de Maceió. A iniciativa nasceu com o objetivo de dar um descarte correto e seguro aos cartões de banco (débito e crédito), de lojas e supermercados (fidelidade), seguro-saúde, cartões telefônicos, presentes, credenciais e assim por diante - que perderam a validade ou se danificaram. “Os cartões são cortados em pontos estratégicos, inutilizando inclusive tarjas magnéticas e chips”, garante o criador do programa, Renato Soares de Paula.

www.programarc.eco.br

Foto: Divulgação

Indústria de embalagens sopradas adota solução para reduzir energia

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m parceria com a Friotec, a Danfoss – fabricante de sistemas para indústrias de refrigeração – propôs para a indústria de embalagens sopradas Greco & Guerreiro uma solução composta por compressores de velocidade variável, válvulas de expansão eletrônica e controladores eletrônicos visando à economia de energia para suas unidades de água gelada. O resultado é mais precisão de temperatura, reduzindo o consumo de energia elétrica e o aumento da produtividade da empresa.

De acordo com Renato Souza, responsável pelo departamento de projeto e desenvolvimento da Friotec, os maquinários antigos funcionavam com modulagem de 50 e 100% da capacidade de refrigeração, de acordo com a carga térmica aplicada ao processo. “Deste modo, o equipamento estava ligado em carga plena, 50% ou completamente desligado. Os compressores antigos utilizavam um sistema de partida direta que eleva de quatro a 12 vezes a corrente nominal; sendo que, se for corretamente dimensionado, essa partida pode acontecer de oito a 10 vezes por hora, o que aumenta consideravelmente o consumo de energia”, explica. “A solução empregada na G&G consiste em compressores VSH088 e VSH117, que trabalham exatamente segundo a demanda da fábrica, reduzindo o consumo de energia elétrica; controles e válvulas de expansão eletrônica EXD316 e ETS25, que controlam com precisão a temperatura e reduzem o consumo de energia; controlador MCX08M, para o gerenciamento total do sistema visando minimizar custos e melhorar o desempenho no processo; e o trocador de calor a placas, que reduz o consumo de fluido refrigerante, de energia e de espaço físico”, detalha o engenheiro de vendas da Danfoss, Lincoln Martins. Editora B2B

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Foto: Leandro Andrade

direto da gôndola

Assunta Napolitano Camilo*

Foto: FuturePack

Do fundo do rio para o prato principal!

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primeiro “Direto da Gôndola” de 2014 vem destacar literalmente um produto do fundo do rio. Trata-se dos pescados, uma categoria que tem crescido na preferência dos consumidores em tempos de cruzada contra as carnes vermelhas e a preocupação com a saúde. A qualidade da proteína, a leveza, a suavidade e o delicado sabor dos peixes, sejam de mar, lagoas ou rios, têm feito o consumo aumentar em quantidade e diversidade. Nas prateleiras, as ofertas são de peixes empanados, pratos prontos, précozidos, crus, peças, postas, entre outros. Há ainda saladas e patês em latinhas ou stand up pouchs. Em Portugal, por exemplo, foram lançados hambúrgueres de atum em práticas embalagens assépticas similares a bolsas flexíveis, laminadas com filme plástico, garantindo a alta barreira. Cada cartucho contém dois envelopes desses hambúrgueres. A empresa RANAC®, de Santa Catarina, entendeu a demanda por produtos naturais e frescos e lançou o Filé de Tilápia numa apresentação diferenciada. A embalagem se destaca no ponto de venda pelo posicionamento através de um cartucho de papel cartão, enquanto os demais concorrentes se apresentam em sacos plásticos comuns. Trata-se de uma caixa cuidadosamente desenhada em cores sóbrias e sofisticadas, como é o caso do cinza e do azul-marinho. O nome do produto fica em um box cian que dá muito destaque. A produção fotográfica foi esmerada, passando a impressão de estarmos vendo os filés por meio de uma janela. A foto dos filés temperados em um prato espelhado promete o frescor do produto. A qualidade de impressão off set e a laminação do papel cartão permitem que sejam vistos os reflexos e as gotinhas de água, despertando a sensação de “água na boca”. No cartucho, há ainda o destaque para a quantidade de calorias por porção, já que essa é uma preocupação da maior parte da população. Também constam as informações nutricionais completas e claras, uma receita e a chamada para mais informações no site. Para permitir o envase rápido, o cartucho tem sistema de fundo automático, e os filés são pré-embalados

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em sacos plásticos. A trava com sistema de lacre confere grau de segurança aos consumidores cada vez mais atentos. O posicionamento premium obtido e a clareza de informações de forma visual e rápida têm feito o produto saltar das geladeiras dos mercados para os carrinhos de compra. Sinal inequívoco de que investir numa embalagem bem cuidada faz toda a diferença. Embalagem melhor. Mundo melhor. Mais fotos e referência de embalagens você encontra no www.clubedaembalagem.com.br

*Assunta Napolitano Camilo: Diretora da FuturePack – Consultoria de Embalagens e do Instituto de Embalagens – Ensino & Pesquisa. Profissional de embalagens há mais de 30 anos. Pesquisa feiras e PDVs do mundo desde 1986. Articulista, professora e palestrante internacional de embalagens. Coordenadora dos livros: Embalagens Flexíveis; Embalagens de Papelcartão; Guia de embalagens para produtos orgânicos; Embalagens: Design, Materiais, Processos, Máquinas & Sustentabilidade. Coordenadora do Kit de Referências de Embalagens. Membro do Conselho Científico-Tecnológico do ITEHPEC.

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DESTAQUE A EMPRESA CONECTADA

DESIGN DE EMBALAGEM 100 FUNDAMENTOS DE PROJETO E APLICAÇÃO

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São 200 páginas de projetos inspiradores de design para embalagens do mundo todo, proporcionando uma visão prática do trabalho de diversos profissionais de sucesso. O livro é um guia completo e motivador, reunindo os desafios do design com desenvoltura, criatividade e praticidade, proporcionando uma grande variedade de exemplos úteis para cada estágio do processo, incluindo o briefing criativo, o desenvolvimento do conceito, impressão, apresentação e marketing. Candace Ellicott e Sarah Roncarelli são diretoras da Fifty Strategy & Creative, uma empresa especializada em design de marcas e em marketing. Elas criam logotipos, identidades de marcas e aplicações para todas as mídias, incluindo transmissão e distribuição de informações, peças impressas e internet para produtos e serviços de vários setores de mercado. AUTORAS: SARAH RONCARELLI E CANDACE ELLICOTT EDITORA: BLUCHER Nº PÁGINAS: 208 PREÇO: R$ 74

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Os avanços tecnológicos e os novos meios de comunicação deram aos consumidores o poder da voz ativa, antes dominado pelas empresas. Clientes estão adotando tecnologias inovadoras mais rapidamente do que a empresa pode se adaptar. Quando satisfeitos, eles podem amplificar sua mensagem por meios que, até então, eram impossíveis. Entretanto, quando o desempenho permanece aquém de sua promessa, os clientes podem assumir o controle da mensagem passada pela marca, espalhando seu desapontamento e sua frustração mais rapidamente do que a companhia pode acompanhar.

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LEITURA

A “Empresa Conectada” mostrará como engajar funcionários, parceiros e clientes para sobreviver a esse ambiente em constante mudança e não ser afetado pela revolução do consumidor. O livro examina o que essas empresas estão fazendo, como estão fazendo e por que o que fazem funciona. AUTORES: DAVE GRAY E THOMAS VANDER WAL EDITORA: NOVATEC Nº PÁGINAS: 360 PREÇO: R$ 79

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Schneider Electric Brasil Ltda. Tel.: (11) 2165-5227 | www.schneider-eletric.com

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IHM com controlador programável O produto agrega a função IHM - interface homem-máquina com CLP - controlador lógico programável, para solução das necessidades do segmento industrial. Além de possibilitar montagem descomplicada, economia de espaço, redução no custo de instalação em até 15%, é indicado para o gerenciamento de pequenas máquinas e aplicações de processo. Possibilita, também, acesso remoto por meio de smartphones, tablets ou pela porta USB, como torres de iluminação, botão biométrico e teclado operacional. É acompanhado de apenas um dispositivo modular, mas, capaz de incorporar as principais funções, como IHM gráfica TFT de alta resolução, com tela de 3,5” e 5,7” e 65 mil cores; E/S digitais que incluem HSC e PTO/PWM e E/S analógicas com entradas de temperatura etc. O IHM Magelis SCU é flexível e possui três redes incorporadas (Ethernet, CanOpen e Modbus).

CODIFICADORA A Salazar Sistemas de Codificação apresenta a linha de impressoras de alta resolução da Limitronic para codificação de caixas de papelão que opera com velocidade de 60 caixas/minuto. Conta com uma cabeça de impressão de 70 e 35 mm de altura e 200 dpi de resolução, além de impressão de dados variáveis, códigos de barra, logotipos, contadores e vários outros recursos para rastreabilidade e personalização da embalagem. O equipamento pode ser usado para impressão de dados variáveis via PC ou sistemas remotos, substituindo o uso de etiquetas. A Serie Limitag V5 L780 está disponível em até quatro cabeças totalmente independentes. Esse equipamento possibilita a marcação em alta resolução em qualquer tipo de material através de seu sistema de cura UV. SALAZAR Sistemas de Codificação Tel.: (11) 4976-2682 www.salazarcomponentes.com.br

Empacotadora A Indumak Mini é indicada para embalar produtos em quantidades pequenas ou em embalagens individuais. A capacidade de produção pode chegar a 70 pacotes/min, mas, foi desenvolvida para alcançar mais velocidade, aumentando a quantidade de empacotamento. Com design, compacto e moderno, possui alimentação manual para garantir mais flexibilidade na dosagem de produtos em cada embalagem. Admite embalagem de largura entre 70 a 225 mm e de comprimento entre 65 a 280 mm. Para a bobina, a largura máxima é de 470 mm, com diâmetro externo de 500 mm e para o interno, entre 70 a 90 mm. Funciona entre 220 a 440 V (trifásica), tendo consumo de 2,2 kVA.

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notas técnicas | especial máquinas

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Indústria de Máquinas KREIS Ltda./INDUMAK Tel.: (47) 2106-0510 | www.indumak.com.br

Máquina de empacotamento vertical O modelo AFV25 é uma máquina de empacotamento vertical, dotada de tecnologia de ponta em componentes eletrônicos e pneumáticos, oferecendo flexibilidade e confiabilidade no processo produtivo. O custo operacional é baixo e o sistema automático, realizado por meio do CLP - controlador lógico programável, torna fácil a operação, com troca rápida do conjunto formato pelo tubo formador e colarinho, que possibilitam a mudança de formatos. Opera também com tensão elétrica opcional em 440 V e 50 Hz. Possui dosador de rosca e alternativa para pacotes de quatro soldas com fundo chato, além de ser possível a escolha por diversos tamanhos e de variados pesos do produto. ALFATECH Technology Pakaging Tel.: (41) 3045-8081 | www.alfatechtba.com.br

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WUTZL Sistemas de Impressão Ltda. Tel.: (11) 2475-4233 www.wutzl.com.br

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ROLAND Brasil I. e C. Repr. Servs. Ltda. Tel.: (11) 3500-2600 | www.rolanddg.com.br

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KRONES do Brasil Tel.: (11) 4075-9500 | www.krones.com.br

Foto: Divulgação

Rotuladora para adesivos envolventes Aperfeiçoada pela Krones, a Contiroll HS é uma máquina voltada para a indústria de bebidas. O corte dos rótulos é feito eletronicamente e, devido à troca rápida do cilindro de transferência a vácuo, o mesmo equipamento processa embalagens de diferentes diâmetros e obtém, em apenas uma linha, rendimento de produção com uma grande variedade de embalagens para serem envasadas e decoradas. A vida útil do corte da lâmina equivale à cerca de 100 milhões de cortes. Os cilindros de transferência a vácuo são mais fáceis de limpar, pois são mais leves e têm tiras de sucção de troca rápida com cobertura antiaderência. Utiliza filmes entre 20 µm a 35 µm de espessura. O conjunto de colagem do adesivo quente, construído com um sistema de isolamento térmico, processa 81.000 garrafas/hora.

Impressoras com recorte integrado A VersaUV LEC, fabricada pela Roland, é da linha de impressoras com recorte integrado jato de tinta UV, disponíveis em 76 cm e 137 cm. Possui um sistema de cura que funciona por meio de lâmpadas LED de baixo aquecimento. Imprime com o exclusivo conjunto de cores cmyk + branca + verniz (brilho ou fosco) etc. Tem um sistema inteligente de circulação de tinta para evitar desperdícios. Utiliza uma grande variedade de substratos com até 1 mm de espessura, como materiais metálicos e sintéticos; chapas; BOPP, PE, PET; lona; vinil; PVC; tecido etc., inclusive papel cartão e policarbonatos. Imprime com resolução de até 1.440 dpi; provas em diversos tipos de materiais gráficos; texturas percepíveis ao toque etc. Utiliza tecnologia de pontos variáveis; software RIP Roland VersaWorks etc.

Embaladora termoencolhível O modelo Tiátira, da Maksiwa, opera em linhas de envase de frascos em geral, como litros, garrafas, latas, potes etc. O sistema Overlap de embalamento termoencolhível opera automaticamente. Separa os frascos em grupos organizados e, em seguida, envolve-os com uma película de PEBD termocontrátil. Produz 40 embalagens/min. Mantém a temperatura do túnel em até 300ºC. Opera com potência nominal de 32 kW e tensão de 220 V ou 380 V. A esteira de entrada possui 3 m de comprimento x 0,15 m de largura x 0,83 m de altura. A embaladora tem 4,5 m de comprimento x 1 m de largura x 0,83/1,6 m de altura. Túnel e resfriador têm medidas equivalentes a 4 m de comprimento e, respectivamente, 1 m/0,7 m de largura x 0,83 m/1,4 m de altura, sendo que a esteira de entrada possui 2 m. Foto: Divulgação

Impressora tampográfica de tinteiro móvel O modelo TMW100-S é uma máquina tampográfica de tinteiro móvel que pode ser selado com ø 75 mm ou aberto de 100 x 100 mm. Possui comando RISC 16 bits e produção de 3600 ciclos/h. Projetada sem controles de ajustes nas laterais, permite que várias máquinas, colocadas lado a lado, formem conjuntos para diversas cores ou, resultem em montagens compactas. O ajuste é realizado de maneira rápida e prática devido à existência do exclusivo sistema de controle de posição de tampão em malha fechada (encoder) e dos manômetros digitais (linha e raspagem). Pode ser utilizado para impressão sobre a superfície de plástico, madeira, vidro fosco, couro etc. com aplicações nas indústrias eletroeletrônica, autopeças, alimentícias, de brindes, plásticos, brinquedos, embalagens, cosméticos, eletrodomésticos etc.

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notas técnicas | especial máquinas

MAKSIVA Indústria e Comércio de Máquinas Ltda. Tel.: (41) 3621-3218 www.maksiwa.com.br

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34 e 35 .... 3M........................................................www.3m.com.br

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Revista Pack 197 - Janeiro/ Fevereiro 2014  

Revista do mercado de embalagens. Papel Cartão, papelão ondulado, maquinas, equipamentos, industria gráfica.

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