Distinção - Edição 93

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N°93 Maio-2023

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TERRADOBARREADOEDACACHAÇA,MORRETES PROMOVEA37ª.FEIRAAGRÍCOLAEARTESANAL

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22.863.212/0001-35 TRIBUNASCEIRELI

Londrina recebe empresários indianos interessados em investir na cidade

▪ No dia 23 de maio três empresários que representam os setores de fármaco, agricultura e vestuário da Índia estiveram em Londrina para conhecer mais sobre a cidade. Eles cumpriram uma agenda de compromissos que envolveu encontro com liderança do Estado, visitas técnicas em indústrias da cidade, apresentações sobre o Ecossistema de Inovação de Londrina e reunião com o prefeito Marcelo Belinati, em seu gabinete. Esse networking internacional foi organizado pelo Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), com apoio da direção local da TCS, multinacional indiana da área de tecnologia.

O empresários indianos que visitaram Londrina e foram recebidos pelo prefeito são: Puneet Gautam, diretor presidente da Coromandel no Brasil; Manish Kumar Singh, diretor geral da Latam Wockhardt; Manik Jaspal, fundador da Moda Índia e Turshar Parikh, CEO da TCS. O presidente da Codel,Alex Canziani, acompanhou a comitiva durante todo o dia. “Eles saíram encantados com a cidade, com a potência de Londrina, a infraestrutura e o potencial das empresas que eles visitaram. Vieram buscar oportunidades e encontraram, tiveram o apoio do município e o respaldo do governo do Estado”, afirmou.

Pela manhã, a comitiva indiana esteve no HUB

de Inteligência Artificial do Senai, onde acompanharam duas apresentações. A primeira, do Senai, com dados técnicos sobre o Paraná, e outra, da Codel, com informações sobre Londrina. O ponto alto desse meeting foi com o presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, que por vídeo, ouviu o interesse de cada um dos três empresários. Entre uma fala e outro dos indianos, Bekin enfatizou os resultados obtidos pelo Estado através de incentivos e se comprometeu com as propostas apresentadas. “Nos últimos quatro anos, o Paraná trouxe R$ 180 bilhões em investimentos privados dentro do Estado. Todos os benefícios garantidos a vocês serão cumpridos e não vai haver mudança ao longo do tempo”, disse.

“Londrina é um dos melhores lugares pra se investir. Tem bom ambiente político e empresarial, além de bom IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). O Paraná respeita o empresário que quer investir e vamos até o limite pra que vocês invistam aqui”, acrescentou o presidente da Invest Paraná, na reunião por videoconferência.

Durante a tarde, os indianos visitaram algumas empresas da cidade, dentre elas a Adama, Dechra, Ângelus e Hakme, e outro polo do Senai. Depois, se dirigiram até a Prefeitura para um encontro com o prefeito Marcelo Belinati.

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PARANÁ
PREFEITURA DE LONDRINA
Emerson Dias / NCom

NOVA FÁBRICA DE PRODUTOS ZERO AÇÚCAR

GERA MIL EMPREGOS EM MARIALVA

▪ O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou da inauguração da nova fábrica da Lightsweet, empresa paranaense líder na produção e comercialização de produtos zero açúcar. Localizada em Marialva, a unidade recebeu investimento de R$ 20 milhões e vai dobrar sua capacidade produtiva, gerando 170 empregos diretos e mais de 900 indiretos.

Aempresa foi enquadrada no Paraná Competitivo, programa de incentivos fiscais do Governo do Estado. “O Paraná está em um bom momento na economia porque criamos

um ambiente de paz, que ajuda a atrair investimentos e gerar empregos para a nossa população”, afirmou Ratinho Junior. “A Lightsweet é uma empresa que qualquer país da América Latina gostaria de sediar, porque ela representa a inovação em um mercado que está em plena expansão. Temos o orgulho de dizer que ela é uma empresa paranaense, pé vermelho, daqui de Marialva”.

Com 33 anos de mercado, a Lightsweet foi pioneira na introdução dos adoçantes à base de stévia no mercado nacional. É detentora das marcas Lowçu-

car e Magro e conta com um portfolio com mais de 170 itens, entre adoçantes, pudins, biscoitos, misturas para bolo, leite condensado, gelatinas e diversas opções de adoçantes em sachês e líquidos.

A nova unidade conta com mais de 10 mil metros quadrados de área construída, ampliando o atual complexo fabril, que tem 60 mil metros quadrados. Além de dobrar a produção, a Lightsweet pretende aumentar significativamente o portfólio de produtos, com o objetivo de atingir novos mercados.

Aempresa vai migrar a produção para as novas instalações, transformando a atual unidade fabril em um centro logístico. Além disso, a nova estrutura também vai permitir a fabricação própria de produtos da marca que atualmente são terceirizados. “Com esse novo prédio, nossa expectativa é aumentar em 100% tudo que produzimos hoje. Espaço não falta, temos a possibilidade de crescer para acrescentar outros equipamentos e outros produtos que estão em evolução”, explicou o diretor-presidente da Lightsweet, Amaury Couto.

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AE NOTÍCIAS
Produtos Lightsweet

INCEPA investe R$ 220 milhões para ampliar produção em Campo Largo

▪ A INCEPA está investindo R$ 220 milhões na ampliação e modernização de sua fábrica em Campo Largo. O recurso é para a instalação da segunda linha de produção da supercompactadora Contínua+, a mais moderna tecnologia para a produção de revestimentos cerâmicos do mundo.

Com o investimento, a previsão é incrementar em 20% a produção total na planta e criar mais 150 postos de trabalho diretos, além dos indiretos

A empresa, hoje pertencente ao grupo mexicano Lamosa, então como Roca Cerâmica, foi a primeira na América Latina a implantar, em 2015, a tecnologia Supercompactadora, que permite a fabricação de produtos de SuperFormatos, com lâminas e lastras de porcelanato extremamente finas, que podem chegar a dimensões de 120x250 centímetros. Agora como Lamosa, será a primeira a adquirir a segunda unidade do maquinário.

O diretor Sérgio Wuaden afirma que a ação é um marco para a empresa, tanto pela tecnologia empregada como pela continuidade dos negócios do grupo mexicano no Paraná e no Brasil.

“Este investimento é um marco na indústria cerâmica, porque poucas empresas no mundo dominam essa tecnologia”, afirmou. “É também uma resposta às dúvidas geradas durante o anúncio de aquisição da Roca pelo grupo Lamosa, que agora demonstra sua intenção em manter e dar sequência aos investimentos no País”, diz.

A expansão da planta fabril será capaz de incrementar a produção em 3,6 milhões de metros cúbicos por ano. “O sucesso deste projeto será fundamental para sustentar para as próximas etapas do plano de expansão previsto para os próximos anos, que pode superar a cifra de R$ 500 milhões em investimentos do Grupo Lamosa no Estado”, completou Wuaden.

O prefeito de Campo Largo, Maurício Rivabem, afirma que "Campo Largo recebe com muita alegria esse investimento. Os ci-

Revestimentos produzidos com a supercompactadora Contínua+

dadãos têm muito orgulho de trabalhar nessa empresa. Esse investimento vai gerar novos empregos".

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CRESCIMENTO
Governador Carlos Massa Ratinho Junior visita a fábrica da Incepa em Campo Largo. O diretor Sérgio Wuaden O prefeito Maurício Rivabem Ari Dias / AEN

CAMPO LARGO, CAPITAL DA LOUÇA, PORCELANA, CERÂMICA

Campo Largo é a capital da louça, porcelana e cerâmica. O município, desmembrado de Curitiba, teve sua instalação oficial ocorrida no dia 23 de fevereiro de 1871. Tem uma área territorial de 1.244 km2 e população de 150 mil habitantes. Está a 964 metros de altitude e é sede de Comarca. Possui 5 distritos administrativos: Campo Largo, Bateias, Ferraria, São Silvestre e Três Córregos.

Ligada a duas importantes rodovias (BR-277 e PR-090), estando a apenas 128 quilômetros do Porto de Paranaguá, a cidade tem atraído importantes indústrias. Além da Incepa, estão no município empresas como Porcela-

nas Schmidt, Vinícola Famiglia Zanlorenzi, Móveis Campo Largo, Sig Combibloc, Águas Ouro Fino, Signo Equipamentos Odontológicos, Caterpillar.

Conforme dados do Ipardes, são cultivados no município

10.300 hectares de soja, 3.400 de milho, 3.295 de feijão, 1.100 de batata inglesa, além de trigo, mandioca, cebola, maçã, uva, tangerina. São muito boas as produções de leite, ovos de galinhas e mel de abelhas.

INCEPA

Algunsequipamentos montadosnaINCEPA emCampoLargo/PR.

Coma2a.linhade supercompactadoras, ajudandooprogresso deCAMPOLARGOe oferecendoao mercadooqueexiste demelhoremcores, texturas,formatose tendências. PARABÉNS!Orgulhanosserseusparceiros!

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48 ENTEC.IND.BR
SIDERÓPOLIS/SC-RUAHILARIOCESA,01 CORDEIRÓPOLIS/SP-ROD.WASHINGTONLUIZ(BARREIRIHO)
3435-8200
ENTECENGENHARIATÉCNICA
A cidade

HISTÓRIA

Vista aérea da INCEPA em São Mateus do Sul Vista aérea da INCEPA em Campo Largo

INCEPA NASCEU EM 1952 EM CAMPO LARGO

A INCEPA nasceu em Campo Largo no ano de 1952 e, portanto, comemorou 70 anos em terras campolarguenses em 2022. Para marcar a data, foi inaugurada a Casa Incepa como marco dessa história. Com 100 m2, o espaço lúdico passou a ser incorporado no showroom da marca e conta a evolução do revestimento, década por década, assim como o impacto da marca Incepa dentro da casa dos brasileiros.

A Incepa hoje faz parte da Roca Brasil Cerámica, empresa global que desde 2021 faz parte do grupo mexicano Lamosa – segundo maior fabricante de revestimentos cerâmicos do mundo. E que investe em tecnologias up to date para oferecer um portfólio completo, com soluções para todo tipo de projeto –são revestimentos para pisos e paredes que podem ser aplicados em todos os ambientes da casa, com estéticas que exploram grafismos, tridimensionali-

dades, metalizados e toda a gama de reproduções de texturas naturais, conquistadas através da impressão HD. Conta com plantas fabris em Campo Largo, São Mateus do Sul (ambas no Paraná) e Mogi Guaçu, interior de São Paulo, que juntas somam mais de 1.500 colaboradores.

A empresa investe constantemente em suas fábricas – como é o caso do investimento de R$ 220 milhões anunciado em março de 2022 para expansão do uso da tecnologia mais moderna do mundo para a produção de revestimentos cerâmico – a supercompactadora Contínua+, que passará a contar com uma segunda linha de produção, na fábrica de Campo Largo. Tal tecnologia permite que a Incepa produza peças de SuperFormato extremamente finas, com apenas 7 mm de espessura e até 320 cm de comprimento.

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Algumas das primeiras fotos da Incepa setentona

CRESCIMENTO

HISTÓRIA

Vendo no Brasil um forte potencial de desenvolvimento, o grupo suiço Keramik HoldingAg Laufen decide iniciar seus investimentos externos, começando pelo Brasil, após relatórios positivos sobre o potencial do país.

Em 02 de Maio de 1952 foi fundada em Campo Largo a IncepaIndústria de Cerâmica Paraná, com início da produção industrial em 1955, produzindo e comercializando azulejos brancos.

O primeiro ano comercial da empresa fechou com lucro e a produção cresce 50% no período de 57 a 58 e já em 1957 houve aumento da capacidade de produção e a primeira ampliação da fábrica.

A Incepa nos anos 50 em Campo Largo - o começo de tudo

Em julho deverá ser inaugurado o Residence Club e o Hard Rock Hotel Ilha do Sol em Sertaneja

▪ Ainda não está oficialmente confirmado, mas o Residence Club at the Hard Rock Hotel Ilha do Sol, em Sertaneja, deverá ser inaugurado em Julho deste ano. As obras encontram-se em fase final de acabamento. Enquanto isso, desde o começo do ano começou a funcionar o sistema de sonorização submerso da grande piscina que tem cerca de 1.900 m2 de lâmina d´água, com capacidade para 2,5 milhões de litros de água. O sistema é controlado por um DJ antenado com as principais tendências musicais do momento.

Além do som, a piscina tem aquecimento para as estações mais frias, cinco gazebos com espreguiçadeiras e cinco cabanas mobiliadas com TV. Haverá, também, quatro spas com hidromassagem e palco para o DJ na ilha da piscina.

O empreendimento está sendo preparado para proporcionar as melhores opções de lazer, com locação de equipamentos para windsurfe e passeios pelos mais paradisíacos locais das represas.

Construído pela Incorporadora VCI S.A., terá 311 acomodações, entre apartamentos, chalés e banga-

lôs. Ao redor, restaurantes internacionais, piscinas, spa com águas termais, quadras de esporte, bares, áreas de eventos, academia.

NOVIDADES
DA REDAÇÃO
Divulgação Na grande piscina, sistema de sonorização submerso
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Vai ser de 2 a 11 de junho a 37ª. Festa

Feira Agrícola e Artesanal de Morretes

Divulgação

cluindo frutas, verduras, doces, artesanatos, cachaça, licores, palmitos, pimentas, geleias, conservas, entre outros. Seguem apresentações culturais como danças típicas e música ao vivo.

Vai ser a 37ª. edição.

É uma excelente oportunidade para conhecer a cultura e a gastronomia local, bem como para apreciar a arquitetura histórica. Morretes, sempre é bom lembrar, é a cidade que oferece o maior número de restaurantes especializados em barreado – o prato típico paranaense – e frutos do mar. A cidade também é conhecida pela rica história, cultura e natureza exuberante.

▪ Uma das mais aguardadas festas do litoral paranaense vai acontecer de 2 a 11 de junho. Estamos falando da Festa Feira Agrícola e Artesanal de Morretes, no centro histórico da cidade oferecendo uma ampla variedade de produtos locais e regionais, in-

O evento é importante para a economia morreteana, pois fomenta a produção e incentiva o turismo. São aguardadas durante os 10 dias as presenças de cerca de 200 mil pessoas.

Divulgação

ENCONTRO REGIONAL URBAN SKETCHERS EM MORRETES

Morretes vai receber de 8 a 11 de junho o Encontro Regional USK Brasil – Sul 2023, encontro que reunirá desenhistas dos 3 estados da região sul do Brasil. Eles ocuparão as ruas históricas da cidade para registrar, através do olhar sensível da arte, os casarões, ruas, igrejas, pontes, rio, e outros elementos que representem a essência morreteana.

O Urban Sketchers é um movi-

mento internacional com a proposta de registrar através do desenho e da pintura os lugares por onde passamos. São diversos grupos espalhados por todo o planeta, e Morretes não fica de fora: “Nós registramos o momento, contamos histórias dos lugares que passamos, utilizamos qualquer tipo de técnica, damos apoio e compartilhamos nossos desenhos um de cada vez para mostrar ao mundo.”

O evento é aberto para o público em geral, basta se propor a participar durante os quatro dias, de 8 à 11 de junho, das 9h às 12h e das 14h às 17h, levar seu material de desenho, aguardar o registro fotográfico ao final de cada encontro e compartilhar suas produções nas redes sociais através das hashtags #urbansketchers #uskbrasil #uskmorretes.

tribunasc.com 10 MORRETES

BARREADO, PRATO TÍPICO DO PARANÁ

Morretes, bem como Antonina, Guaraqueçaba e Paranaguá (e também Curitiba), são cidades que oferecem o barreado, prato típico paranaense.

O prato consiste em um ou mais tipos de carne bovina de segunda e magra, como a paleta, a maminha e o patinho, temperados com cebola, alho, toucinho de porco, pimenta-do-reino, louro e cominho e cozida até desmanchar. O preparo é misturado à farinha de mandioca (até receber a consistência que dá nome ao prato), e servida com arroz.

O cozido de carne bovina e ervas é recheado de tradições. Dispostos em camadas em uma panela de barro, que é selada com uma mistura de farinha de mandioca, água e cinzas (para que o vapor não escape), os ingredientes cozinham por longas horas em fogo bem baixo.

Alguns restaurantes, especialmente no Litoral, oferecem o pra-

to acompanhado por frutos do mar e banana caturra.

Como acompanhamento, uma

aguardente morreteana (de cana ou banana), um suco de maracujá (fruto muito comum no Litoral), cerveja ou vinho.

História

A origem, de cerca de 300 anos, é atribuída aos portugueses que vieram para o litoral paranaense no século XVIII. Há registros antigos indicando Guaraqueçaba como a disseminadora da receita. Lá, o acompanhamento é com fandango (dança de tamancos ao som da rabeca).

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Servindo o barreado Um dos restaurantes mais conhecidos, o Ponte Velha José Fernando Ogura / Arquivo AEN

Com novo status, Paraná atraiu R$ 9 bilhões de investimento no setor de proteínas animais

▪ Com novos mercados em prospecção e outros já conquistados, o Paraná completa (em 27 de maio) dois anos da obtenção dos certificados de estado livre de febre aftosa sem vacinação e de área livre de peste suína clássica de forma independente, concedidos pela Organização Mundial de SaúdeAnimal (OIE), após um trabalho conjunto com a iniciativa privada que levou algumas décadas.

Com a confiança em alta, os investimentos anunciados ou previstos nos últimos anos somam mais de R$ 9 bilhões, contemplando várias proteínas animais, como bovinos, suínos, aves e peixes, uma vez que a certificação vale para todos os segmentos no mercado internacional.

São dezenas de novas plantas industriais e de melhoramento genético, reativação de outras ou ampliação das existentes. Mais de 24 mil empregos estão sendo gerados não apenas no chão de fábrica, mas em toda a cadeia, segundo estimativas da Invest Paraná.

Os setores público e privado estão em conversa constante com compradores das proteínas animais, enquanto o mercado chinês habilitou a primeira planta paranaense, que já começou a exportar carne bovina para o país asiático. Além da China, o FrigoríficoAstra, de Cruzeiro do Oeste, passou a vender para a Indonésia. A empresa também foi aprovada em auditoria de autoridades mexicanas para enviar carne bovina àquele país.

Novo complexo da Frimesa em Assis Chateaubriand

O Estado recebeu ainda equipes de auditores da República Dominicana, que aprovaram plantas de suínos, e dos Estados Unidos, que vão receber aves paranaenses. O Chile enviou seus auditores e pode importar suínos do Estado.

“Tudo aquilo que produzimos pode ser apresentado para o planeta, temos um selo de garantia que vale para todas as proteínas. Nós temos grau de sanidade animal igual à Austrália, igual aos Estados Unidos e boa parte dos países da Europa”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Há o esforço, o suor de muitos técnicos, de muitos professores, de muitos produtores para chegar onde chegamos há dois anos, o que nos dá a oportunidade de negociar bilhões de dólares com o mundo”.

O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destaca a importância do trabalho conjunto entre as forças políticas, econômicas e produtivas para a conquista da condição de livre de febre aftosa sem vacinação. E acentuou o esforço conjunto para a prospecção de mercados.

“Foram dezenas de anos ultrapassando barreiras, algumas vezes retrocedendo passos e em outras acelerando o processo para cumprir todas as exigências colocadas pela legislação paranaense, pelas orientações federais e pelas cobranças internacionais para que tivéssemos o reconhecimento de que somos bons na produção saudável de proteínas animais”, afirma.

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AE NOTÍCIAS Ari Dias / AEN
do projeto
Aspecto
Divulgação / PMBC

DA REDAÇÃO

Revitis, para estimular uva, vinho e turismo no Paraná

▪ O programa de Revitalização da Viticultura Paraense Revitis foi criado em 2019 com base em 4 eixos: incentivo para a produção, reorganização da comercialização, desenvolvimento do turismo e apoio à agroindústria.

E ele prossegue muito ativo em 2023 com ações de fomento, material para viveiros, práticas em campo com técnicos e produtores. Desde 2019, o Revitis apoiou diretamente quase 400 agricultores familiares – cerca de 17% dos viticultores do Estado, e firmou convênios com 28 municípios em 13 núcleos regionais.

Os recursos da Seab em apoio direto ao produtor somam R$ 7,45 milhões e a contrapartida das prefeituras totaliza R$ 622,53 mil. Entre os itens garan-

tidos com o apoio estão palanques, arame, mudas, sistemas de irrigação, cobertura plástica, adubo químico e orgânico, calcário, tesouras de poda, pulverizadores costais, um caminhão com carroceria térmica, caixas de colheita, suqueiras, desengaçadeiras e dornas de fermentação.

O Paraná ocupa a 5ª posição na produção nacional de uvas.

Atualmente, o Estado produz, em média, 52 mil toneladas de uvas em 3,5 mil hectares. E a qualidade da fruta já está reconhecida. Os selos de Indicação de Procedência das uvas de Marialva e do vinho de Bituruna garantem o reconhecimento da origem dessas especialidades, o que agrega valor ao produto e impulsiona o turismo.

REFERÊNCIA tribunasc.com 14
Gilson Abreu / AEN

CAMOMILA DE MANDIRITUBA EM BUSCA DO SELO DE INDICAÇÃO GEOGRÁFICA

▪ Mandirituba está se encaminhando para buscar o selo de Indicação Geográfica (IG) para a camomila produzida na região. Durante a 40ª Feira e Convenção Paranaense de Supermercados, que ocorreu nos dias 18, 19 e 20 de abril no Expotrade Pinhais/PR, Mandirituba foi representada pela Associação dos Produtores de Mandirituba, também conhecida como CAMANDI, que juntamente com a Prefeitura e o Sebrae está liderando os esforços para obter o selo IG.

Os estudos sobre a camomila de Mandirituba foram iniciados há anos pela pesquisadora do Sebrae, Mabel Guimarães. Na feira, a CAMANDI levou uma amostra

da camomila do município, que atraiu olhares curiosos e despertou interesse dos visitantes. O presidente da associação, Jose Klichevicz, destacou que a participação na feira foi estratégica para promover a camomila local e buscar oportunidades de exportação internacional para o produto.

O prefeito Luis Antônio Biscaia, também esteve presente no evento e expressou sua alegria em ver Mandirituba sendo representada na feira e destacou que o município é conhecido como a “Capital da Camomila”. Ele ressaltou que aos poucos, a qualidade do produto local está sendo reconhecida nacionalmente e que a busca pelo selo de Indica-

ção Geográfica é um passo importante para valorizar e proteger a produção local.

Os produtores de Mandirituba estão determinados a alcançar o selo de Indicação Geográfica para a camomila e têm trabalhado arduamente para isso. Acreditam que essa conquista será um marco para a região e um diferencial competitivo para o produto, agregando valor e prestígio.Acamomila de Mandirituba é reconhecida pela sua qualidade, sabor e aroma únicos, e os produtores estão confiantes de que em breve a cidade será reconhecida nacionalmente como referência nesse cultivo.

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As extensas plantações mandiritubenses
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