Distinção - Edição 67

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22.863.212/0001-35 TRIBUNA SC EIRELI

Mala Direta Bรกsica

DISTINร ร O 067

Ed. 67 - Outubro/2020 - Paranรก e Santa Catarina

BALNEร RIO CAMBORIร GANHA O SEU MAIOR E MAIS MODERNO EDIFร CIO COMERCIAL, O

BENVENUTTI E MAIS:

SC Gร S: 20 ANOS DA

PRIMEIRA LIGAร ร O

PORTO DE PARANAGUร AUMENTA

CAPACIDADE EM 140%

ALESSANDRO VIEIRA (AEN)


vanguarda

LFJ Construtora entrega a Balneário Camboriú o Maior e Mais Moderno Edifício Comercial No centro da cidade, o BENVENUTTI BUSINESS CENTER ◼ A LFJ Construtora e Incorporadora está entregando a Balneário Camboriú o seu Maior e mais Moderno edifício comercial, que é o Benvenutti Business Center. Localizado na 3ª. Avenida, esquina com a rua 700, centro da cidade. O edifício possui 33 pavimentos. No térreo, uma ampla sala, ocupada pela Academia Wave. Possui 2 pavimentos de garagens destinadas ao público, que terão um elevador privativo, unicamente para acesso ao térreo. São 4 pavimentos de garagem privativa. Um andar destinado a convenções, com 3 salas de convenções e reuniões, além de área Gourmet com amplo espaço aberto. Do 10o ao 32o andares, salas comerciais com pé direito duplo e sacada. No 33º andar, fica a cobertura com 195 m e jardim externo. O edifício conta com um moderno e seguro sistema de combate e prevenção a incêndio, permitindo segurança e tranquilidade aos seus clientes. São 3 elevadores dos mais modernos da Atlas Schindler. A obra, além de moderna e das mais bonitas da região, é futurista e ecológica. Os elevadores são regenerativos, isto é, geram energia com o movimento.

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Há aproveitamento da água da chuva para as áreas comuns. Lâmpadas LED em todas as áreas comuns. As escadas são pressurizadas, oferecem muito mais segurança porque são compostas por um sistema de ventilação mecânica que, em caso de incêndio, impede que a fumaça se propague. Isso facilita a saída das pessoas e evita intoxicações ou problemas mais graves E mais: estrutura de automação, central de ar condicionado individual, subestação de energia. A segurança, quesito dos mais importantes numa obra de tamanha envergadura, é garantida por uma estrutura para controle de acesso aos andares e também acesso às câmeras de segurança através do celular. Garantir a todas as pessoas acesso aos lugares é um direito que a LFJ leva a sério. Foi pensando nisso que o Benvenutti Business Center foi projetado com rampas de acesso, portas automáticas, banheiros para pessoas com deficiência e vagas de estacionamento PcD. Tudo para dar autonomia a todas as pessoas que visitarem as empresas ali instaladas. Benvenutti, 33 andares para o comércio


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Jardim na cobertura

Sala comercial

Sala de convenções

Arquitetura No dizer da empresa Rodrigo Kirck Arquitetura, que assina a obra, “o empreendimento comercial tem forte apelo estético e formal, quebrando paradigmas das torres existentes em Balneário Camboriú”. E mais: “seguindo a forte tendência de inovações, neste empreendimento também se utiliza da concepção de salas comerciais com sacadas externas e terraços jardins que contemplam toda a preocupação sustentável do empreendimento”.

A Construsat tem orgulho de estar presente no moderno e tecnológico empreendimento Benvenutti Business Center. Pensando em mais agilidade e eficiência nos processos e gerando inteligência de mercado para o seu negócio, a LFJ buscou junto a Construsat as melhores soluções para controle de acesso pedestres e elevadores, controle de estacionamento, sistemas de interfonia, catracas para liberação de entrada, porta automática e seguro sistema de alarme de incêndio. Automação, Segurança e Telecom

Integrando Soluções

PARABÉNS A FAMÍLIA BENVENUTTI PELO EMPREENDIMENTO!

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Fachada do empreendimento

Perspectiva noturna

Família Benvenutti, exemplo de trabalho A história da família Benvenutti em Balneário Camboriú é exemplo de trabalho e espírito empreendedor. Os patriarcas Alois Benvenutti e Aurina Cordeiro Benvenutti, ele natural de Brusque e ela nascida em Camboriú, constituíram família em Camboriú na localidade de Rio Pequeno. Lá nasceram os 9 filhos do casal: Rosa Maria, Luiz Fernando, José, Jorge, Verônica, Beatriz, Paulo Roberto, Ivonete e Isabel. Dona Aurina, mesmo tendo nove filhos pequenos, trabalhava fora, como camareira em hotel da cidade, e o Sr. Alois também, na pedreira da Congonha, além do trabalho braçal na pequena casa do interior. Dona Aurina e o sr. Alois, vendo a dificuldade que passavam, e não querendo que os filhos tivessem uma vida árdua, mas vê-los bem e prósperos, decidiram vender o pouco que

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tinham, e vir morar em Balneário Camboriú. Passaram a residir no bairro dos Municípios, casa simples, mas com a esperança de dias melhores. Para o sustento os homens mais velhos, que ainda eram crianças, vendiam jornal, milho, picolé na praia. Pouco tempo depois passaram a trabalhar de servente de pedreiro, e na construção civil cresceram e ajudaram Balneário Camboriú a ter grande ascensão. Já se passaram 50 anos desde a chegada em BC e a família toda continua residindo na cidade que os acolheu e onde deram – e dão – exemplo de trabalho e dignidade. Família Benvenutti: edificando Balneário Camboriú!

Luiz Fernando Benvenutti, o administrador


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JosĂŠ Benvenutti, o popular Leco

Š 2020 Google

Integrante da família Benvenutti, JosÊ Benvenutti, o popular Leco, Ê um empreendedor nato. Durante muitos anos foi o proprietårio da Prediauto Tintas, uma das lojas comerciais mais prestigiadas da cidade. É dono do Genova Hotel, localizado na rua 3700, 160, perto do mar.

A Prediauto

lfjconstrutora lfjconstrutora

JĂĄ foi vereador e tambĂŠm candidato a prefeito da cidade.

lfjconstrutora.com.br

EscritĂłrio: (47) 3361-5317 Rua 700, 280 - Centro BalneĂĄrio CamboriĂş/SC

JosĂŠ Benvenutti, o proprietĂĄrio

GĂŞnova Hotel

Fernanda: (47) 9 9944-3832 Luiz Fernando: (47) 9 9628-3838

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EDITOR E JORNALISTA RESPONSĂ VEL: Victor Grein Neto victorjornal@yahoo.com.br - (41) 99191-3296 DEPARTAMENTO COMERCIAL: Jaime de Souza Moraes jaimemoraes@gmail.com / (41) 3319-8754 DISTINĂ‡ĂƒO PR e SC tribunasc.com/distincao facebook.com/GrupoTribunaSC CNPJ 22.863.212/0001-35 Tribuna SC Eireli ME

PROJETO GRĂ FICO E DESIGN: Ulidh Motion CNPJ 31.180.791/0001-02—Luiz Paulo Pietsiaki Moraes (41) 98814-8436 IMPRESSĂƒO: GRAFINORTE (Apucarana - ParanĂĄ)

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A LFJ Construtora A LFJ Construtora é uma empresa nova, fundada em 2012, mas seus diretores José Benvenutti e Luiz Fernando Benvenutti tem mais de 30 anos de experiência na construção civil balnear camboriuense. Alguns dos maiores e mais bonitos edifícios implantados na “Maravilha do Atlântico” são obras suas – ao tempo de uma outra empresa. No dizer de admiradores da LFJ, “quem adquirir um imóvel da LFJ , tem a tranquilidade de saber que o imóvel foi feito com muito zelo, muita dedicação , visto e pensado em cada detalhe de perto pelo proprietário, pois este , se coloca no lugar do cliente, faz cada ambiente atender as necessidades do cliente”. A empresa está localizada na rua 700, 280, fone 47) 3361-5317 em Balneário Camboriú. Atualmente, além de entregar o moderno Benvenutti Business Center, a LFJ construiu também na rua 620 esquina com rua 700, o residencial Érico Veríssimo,

Residencial Érico Veríssimo

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situado no centro de Balneário Camboriú. São 2 apartamentos por andar, gerador nas áreas comuns, escada pressurizada, 2 elevadores. A área de lazer é dotada de piscina, salão de festas, academia, sala de jogos, Spa, sauna. No total, são 17 pavimentos , sendo um térreo, 4 de garagem, 1 de lazer e 11 de apartamentos, estes com 3 suítes, lavabo, duas vagas de garagem. E o mais novo lançamento se chama Residencial Tania Prochnow e ficará na rua 1301, na esquina com a Avenida do Estado, perto de tudo e perto do mar. Serão 20 pavimentos, 2 apartamentos por andar, 26 unidades com 3 suítes e 113,25 m2 privativos e duas vagas de garagem cada. E mais duas unidades duplex de 4 suítes com 226,50 m2 privativos e 3 vagas de garagem cada. A área de lazer será um espetáculo: serão 545 m2 no 6º andar com salão de festa, churrasqueiras, piscinas. No térreo, salas comerciais com mezanino e uma vaga individual cada. Os elevadores serão residenciais.


Tania Pronow |

Tania Prochnow

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Residencial Tania Prochnow

Rua 1301 esquina com a Av. do Estado


Santa Catarina

SC Gás chega aos 26 anos e aos 20 da primeira ligação ◼ A história da SC Gás começa com a mobilização dos Estados de Santa Catarina e do Paraná que conseguiram fazer com que o projeto do Gasoduto Bolívia-Brasil – Gasbol – fosse estendido aos dois estados do sul (o projeto inicialmente chegaria até São Paulo). Isso em 1989. E, assim, em 1993, o governo federal autorizou a constituição de

uma sociedade de economia mista para a distribuição, em Santa Catarina, do gás canalizado (no Paraná, foi constituída a Compagas). No dia 25 de fevereiro de 1994 a Companhia de Gás de Santa Catarina foi criada oficialmente – há portanto 26 anos. O fornecimento de gás, porém, começou 6 anos depois, em 2000, sendo a Döhler, de Joinville, a

primeira empresa beneficiada. Com o passar dos anos a companhia se consolidou. O avanço é justificado pela atratividade do Gás Natural como fonte energética e por seus inúmeros diferenciais competitivos oferecidos a cada público consumidor. Destaques para eficiência, segurança, versatilidade e responsabilidade ambiental.

Equipamentos para atender a crescente demanda

SCGÁS investe para ampliar oferta de gás natural em Santa Catarina Por Assessoria de Comunicação - ASCOM Além dos novos postos de combustíveis, cerca de 20 mil novos clientes dos segmentos industrial (127), comercial (275) e residencial (19.593) nas cidades de São José, Itapema, Balneário Camboriú, Joinville e Blumenau devem ser ligados à rede de gás natural entre 2020 e 2024 pela SC Gás. Para ampliação de todo esse mercado, o pacote de obras dos próximos cincos anos implantará mais 432 quilômetros de rede, o que representa crescimento de 30% em relação à atual extensão. Enquanto concessionária pública de distribuição de gás natural no território catarinense, a SCGÁS tem busca-

do historicamente expandir o mercado de gás natural para novas regiões do Estado. Além dos investimentos na região litorânea, que concentra os maiores volumes de consumo do nosso Estado, a Companhia tem investido também na interiorização da infraestrutura de distribuição. Com mais de 1,2 mil km de rede, a SCGÁS atende 64 municípios. São mais de 16 mil clientes diretos consumindo gás natural, dos segmentos industrial (82% do volume), veicular (16% - a frota de GNV em SC é superior a 105 mil veículos), comercial e residencial (2%).

Primeira ligação foi na Döhler, em Joinville

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Visando atender à demanda por novos pontos de

Sede em Florianópolis


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consumo de forma eficiente, a SCGÁS aperfeiçoou e acelerou os processos para ligação de novos clientes. Somente em 2020, por exemplo, mais de 1.000 clientes foram interligados à rede distribuição nos diversos segmentos de consumo.

Edificio Infinity Coast, ligado à rede

Na área da infraestutura, a empresa executa desde 2013 um dos maiores projetos de rede de gás natural desenvolvidos no país: o Serra Catarinense abrange 16 cidades, com mais de 230 km de rede, de Indaial a Lages. Hoje a rede está em Rio do Sul e há um novo trecho de obras até Pouso Redondo em execução. Em fevereiro, a Companhia lançou o seu maior pacote de obras desde sua fundação: de 2020 a 2024 a empresa investirá mais de R$ 410 milhões, com a meta de dobrar o número de clientes no período e implantar mais de 400 km de rede de distribuição, com 16 novas cidades atendidas. Além disso, recentemente a empresa iniciou o abastecimento em Lages por meio de um projeto inovador com redes locais e isoladas. No horizonte de investimentos planejados com esse mesmo modelo, a SCGÁS pretende abastecer Canoinhas e Três Barras no Planalto Norte Catarinense e estuda opções para o Oeste e Meio-Oeste catarinense.

A GLP CENTRAL orgulha-se de ter executado para a

o Projeto Piloto da rede de gás natural em Balneário Camboriú. E APROVEITA PARA CUMPRIMENTAR DIRETORES E COLABORADORES DA CIA. DE GÁS DE SANTA CATARINA PELOS 20 ANOS DA 1ª. LIGAÇÃO NO ESTADO, EM JOINVILLE, E PELOS 26 ANOS DA EMPRESA.

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A rede canalizada em Balneário Camboriú Para que a rede canalizada de gás beneficiasse Balneário Camboriú, foi instalado em setembro de 2017 um Projeto Piloto, que envolveu uma quadra entre as ruas 2850 e 2870. Obra executada pela empresa GLP CENTRAL. Em dezembro de 2019 foi implantada a ligação com um dos maiores edifícios residenciais do Brasil, o Infinity Coast, localizado no Pontal Norte de Balneário Camboriú. O local consumirá cerca de 2.100 metros cúbicos de gás natural da SC GÁS, com aplicação em chuveiros, churrasqueiras, fogões.

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investimentos

Ampliação do cais aumenta capacidade do Porto de Paranaguá em 140% ◼ O dia 22 de setembro foi histórico para o Porto de Paranaguá. O Governador Carlos Massa Ratinho Junior inaugurava a obra de ampliação do cais do Porto de Paranaguá. O berço 201 foi modernizado e o cais de atracação foi prolongado em 100 metros. Os investimentos da empresa pública Portos do Paraná somam R$ 201,7 milhões e vão aumentar em 140% a capacidade atual de movimentação de cargas naquele berço.

Na solenidade, o governa-

dor também assinou a contratação das obras de derrocagem, para aumentar a profundidade do calado, e autorizou investimentos privados de R$ 117,7 milhões, para ampliar a exportação de açúcar do Paraná. Ele autorizou, ainda, o início do carregamento de grãos em um navio liberiano com os dois novos shiploaders instalados no berço 201. Ratinho Junior destacou que a obra garante mais eficiência ao Porto de Paranaguá, que mesmo

durante a pandemia quebrou recordes mensais de movimentação. “O aumento de capacidade é um ganho para o porto, que se consolida como um dos mais eficientes do Brasil e atende a forte produção do agronegócio paranaense, que tem crescido muito”, disse. “A ideia é fazer com que o Porto de Paranaguá, que já é um dos maiores terminais graneleiros da América do Sul, tenha mais agilidade e eficiência para a exportação da produção paranaense”, ressaltou o governador. “Além disso, a derrocagem permite que os navios que chegam ao porto saiam mais carregados. Junto a outros projetos de modernização, como a expansão do corredor exportação de grãos, vamos ampliar a capacidade dos próximos 30 anos, para atender a demanda de crescimento do agronegócio brasileiro”, afirmou.

O projeto de ampliação do cais

Maior capacidade, mais competitividade Obra A ampliação do cais de atracação permite que o Porto de Paranaguá receba navios maiores, que comportem até 80 mil toneladas de carga bruta, na categoria Post Panamax, de grande porte. Além do Paraná, a obra beneficia a exportação agrícola dos estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e também do Paraguai. O berço 201 recebeu, ainda, nova estrutura eletromecânica, incluindo dois novos carregadores de

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navios de 2.000 toneladas/hora. Com isso, a capacidade anual de movimentação passará dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6 milhões de toneladas de grãos por ano.

timentos como a extensão do berço, que amplia a capacidade de carga, garantem que as empresas que aqui operam ganhem em qualidade e preço competitivo”, disse.

As obras foram executadas pela empresa vencedora da licitação, o Consórcio B201 (Tucumann e TMSA).

“A competição entre os portos é muito forte. Estamos a 200 quilômetros dos portos de Santa Catarina e a 400 quilômetros de Santos. Se não for mais competitivo operar por Paranaguá, as empresas migram para outros portos, por isso é necessário investimento constante”, salientou Garcia.

O aumento de capacidade do sistema significa mais competitividade frente a outros portos, explicou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “Inves-


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Derrocagem O governador assinou o contrato e a Ordem de Serviço para as obras de derrocamento submarino do maciço rochoso conhecido como Pedra da Palangana. A remoção do material permitirá o aprofundamento do canal de acesso para até 14,60 metros. Com isso, o porto paranaense garante maior segurança na nave-

gação, o que evita acidentes e aumenta a competitividade. A obra, que deve iniciar em quatro meses, será totalmente custeada pela Portos do Paraná, que investe R$ 23,2 milhões nos serviços. O ganho estimado é de 1 metro de profundidade, o equivalente a mais 7 mil toneladas de granéis ou 120 contêineres

extras por navio. Para o secretário estadual da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, os investimentos no porto fazem parte de um pacote que atende os diferentes ramais logísticos do Estado. “O nosso compromisso para manter a competitividade da produção paranaense é fazer com que as cargas cheguem ao porto

com custos reduzidos, resultado de uma logística eficiente em todos os níveis, incluindo os ramais rodoviários e ferroviário”, explicou o secretário, destacando a ampliação do Anel de Integração e do traçado da Ferroeste, que serão feitos nos próximos anos.

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Governador Carlos Massa Ratinho Junior na inauguração do novo cais e do novo berço

Investimentos privados Ratinho Junior assinou, ainda, a autorização para que a empresa PASA – Paraná Operações Portuárias realize investimentos de R$ 117,7 milhões em seu complexo no porto. O Ordem de Serviço tem como base a renovação do contrato de arrendamento que foi aditado no final de agosto. O contrato é válido até 2049 e prevê um aumento na capacidade do terminal, que passará de 3,6 milhões de toneladas/ano, para 6,7 milhões de toneladas/ano. Para isso, serão instalados de novos equipamentos e um novo armazém será construído. Na primeira fase, que deve ser concluída até fevereiro de 2022, a PASA irá construir uma nova linha de embarque e instalar um novo shiploader, para movimentar até 2,5 mil toneladas/hora. Já a segunda fase, até fevereiro de 2023, prevê a edificação de um novo armazém para a armazenagem de 60 mil toneladas de açúcar ou de 45 mil

toneladas de outros granéis sólidos. “Isso vai ampliar nossa capacidade de exportação de açúcar para 7 milhões de toneladas por ano, tornando o Porto de Paranaguá um grande terminal exportador de açúcar e de outros produtos”, afirmou Miguel Rubens Tranin, diretor-presidente da Associação de Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar), cujas as empresas associadas utilizam o terminal. De acordo com ele, houve um aumento de 20% na produção de açúcar nesta safra em comparação com a anterior, com cerca de 2 milhões de toneladas de açúcar, sendo que 80% foi exportado pelo Porto de Paranaguá. “O Brasil é o maior produtor mundial de açúcar e responde por 50% do que é comercializado em todo o mundo, abastecendo mercados como o Oriente Médio, Rússia e China”, destacou.

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investimentos

Melhorias elevam movimentação nos portos do Paraná de janeiro a setembro Entre janeiro e setembro deste ano, os Portos de Paranaguá e Antonina movimentaram 43,8 milhões de toneladas de produtos. O volume já supera o volume registrado nos 12 meses de 2010 e 2011. Além disso, os números dos nove meses de 2020 também se aproximam dos anos completos de 2012 e 2015. O crescimento na capacidade de movimentação está diretamente ligado aos investimentos em infraestrutura marítima e terrestre. Segundo o diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, a evolução é resultado, ainda, de esforços administrativos e da qualificação dos trabalhadores e técnicos. “Os portos paranaenses evoluíram muito e os fechamentos mensais, os recordes de movimentação refletem estes resultados. Também ganhamos reconhecimento pela eficiência, alta nos índices de produtividade, segurança nas operações e melhores tempos operacionais”, destaca. Segundo ele, entre os fatores que impactam direta e positivamente nos números está a transparência e confiança na relação com os operadores portuários. “Em especial nos últimos dois anos, esses esforços foram reali-

zados de forma conjunta entre o poder público e a iniciativa privada. Paranaguá tem uma comunidade portuária muito ativa e que, mesmo na pandemia, encontra soluções para fazer os negócios crescerem”, ressalta Garcia. EVOLUÇÃO – Em 2020, de janeiro a setembro, foram quase 44 milhões de toneladas de cargas importadas e exportadas via Paranaguá. Em 2010, a movimentação anual foi de cerca de 38,2 milhões de toneladas; em 2011, 41 milhões; em 2012, 44,5 milhões; e, em 2015, 44,2 milhões de toneladas. De 2010 para 2020, até setembro, a movimentação cresceu 14,6%. Se considerarmos apenas as exportações, a variação positiva é ainda maior: 15,6%. No início da década anterior, as exportações somaram 24,3 milhões de toneladas. Agora, faltando três meses para o fim do ano, são 28,2 milhões de toneladas. Neste ritmo, a previsão é que os números sejam ainda melhores que a comparação entre 2010 e 2019 – quando as exportações foram 37% maiores que há dez anos. A expectativa para este ano, é chegar às 55 milhões de toneladas. No ano passado, foram 53,2 milhões. Equipamentos no novo berço 201

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RECORDES - Nos últimos nove meses, os portos do Paraná já quebraram dez marcas históricas. São recordes na quantidade de granéis sólidos movimentados pelo Corredor de Exportação; quantidade de movimentação de contêineres; quantidade de toneladas movimentadas por metro linear de cais; número de caminhões recebidos pelo Pátio de Triagem; maior movimentação mensal na história (em abril, maio e junho); maior quantidade movimentada por hora; melhor desempenho dos silos públicos; e maior navio graneleiro recebido – em junho, o Pacific South carregou 103 mil toneladas e, em julho, o E.R Bayonne levou 104,2 milhões de toneladas.

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MELHORIAS - As marcas são resultado de obras, investimentos e ajustes operacionais. Em setembro, por exemplo, o governador Carlos Massa Ratinho Júnior inaugurou a ampliação do cais e a modernização do berço 201, com investimentos de R$ 177,7 milhões. No ano passado, foram entregues a recuperação da Avenida Bento Rocha (R$ 15,9 milhões) e o novo viaduto na BR-277 (R$ 12,7 milhões). A dragagem continuada está em andamento. As obras começaram em março e respeitam o calendário ambiental. Já foram retirados aproximadamente 5,4 milhões de metros cúbicos de sedimentos do fundo do mar. Neste momento, estão sendo dragadas as áreas Delta, Charlie 1, Charlie 2 e Charlie 3 (externa). As próximas etapas serão as áreas Alfa, Bravo e Surdinho. PRÓXIMAS - A contratação da derrocagem já foi autorizada e deve iniciar nos próximos meses. A obra vai permitir a retirada do complexo de pedras conhecido como Palangana, que são obstáculos para a navegação na entrada do Porto de Paranaguá. A Portos do Paraná também investe na modernização do Corredor de Exportação, na construção de uma moega exclusiva para descarga ferroviária, novas correias exportadoras e recuperação do píer de inflamáveis.

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Paraná

Governador sanciona lei que autoriza até 200 colégios cívico-militares (AE NOTICIAS) ◼ O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou no dia 7 o projeto de lei que autoriza e regulamenta o funcionamento de colégios cívico-militares no Paraná. O programa será desenvolvido conforme a disponibilidade orçamentária e financeira, e pode alcançar até 200 unidades no Estado. A iniciativa foi aprovada pela Assembleia Legislativa e deve contribuir com o processo promovido pelo governo estadual para a contínua melhoria da qualidade da educação no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. A meta é aumentar ainda mais os indicadores do Estado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A implantação dos colégios será de escolha livre da comunidade escolar, por meio de consulta pública. As unidades deverão atender municípios com mais de dez mil habitantes e que tenham ao menos duas escolas estaduais na área urbana, além das seguintes características: alto índice de vulnerabilidade social, baixos índices de fluxo e rendimento escolar e que não ofertem ensino noturno. Os objetivos detalhados do programa passam pela garantia do cumprimento das diretrizes e metas do Plano Estadual de Educação. Entre eles estão atuação contra a violência; promoção da cultura da paz no ambiente escolar; criação de novas possibilidades de integração da comunidade escolar; garantia da liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; e auxílio no enfrentamento das causas de repetência e abandono escolar. COMO VAI FUNCIONAR – Os colégios cívico-militares terão gestão compartilhada. As aulas continuarão sendo ministradas por professores da rede

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estadual, enquanto os militares serão responsáveis pelas áreas de infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares. Haverá um diretor-geral e um diretor-auxiliar civis, além de um diretor cívico-militar e de dois a quatro monitores militares, conforme o tamanho da escola. A adoção do modelo proporciona igualdade de oportunidades de acesso, permanência e excelência educacional para os alunos, sendo vedada a seleção de estudantes por meio de teste seletivo de qualquer natureza. O diretor cívico-militar será indicado pela Secretaria da Educação e do Esporte, por meio de entrevista e avaliação. COMPETÊNCIA – Compete à Secreta-

ria da Educação e do Esporte editar os atos normativos necessários à operacionalização, à gestão e à implantação do programa; apoio técnico e financeiro às instituições; formação continuada aos profissionais da educação e da segurança pública que atuarão nos colégios cívico-militares; e elaboração da proposta pedagógica e dos regimentos internos. /pioneiragrupo

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reconhecimento

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Portonave chega aos 13 anos com o brilho da tecnologia e do trabalho de seus colaboradores ◼ O dia 21 de outubro de 2020 marca a passagem dos 13 anos de existência da Portonave, em Navegantes. O terminal responde por 44% de toda carga de contêineres operada pelos portos de Santa Catarina. Em 13 anos já movimentou mais de 8,3 milhões de TEUs e recebeu mais de 6,9 mil escalas de navios. E emprega diretamente cerca de 1 mil profissionais. É o mais potente motor de desenvolvimento econômico e social de Navegantes. Em 2004, um ano antes do terminal chegar, o Fundo de Participação dos Municípios, ali, foi de R$ 4,9 milhões. Em 2005, quando iniciou-se a construção, esse valor subiu para R$ 6,7 milhões. Depois, foi

crescendo ano a ano, chegando em 2019 ao patamar de R$ 45 milhões. Além disso, a Portonave investe em projetos e ações que contribuem com

Desenvolvimento A Portonave iniciou suas operações em 21 de outubro de 2007 como o primeiro terminal privado de contêineres do país. A empresa atua no escoamento da produção das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e de outros países da América do Sul e no recebimento de cargas de todo o mundo. Em constante movimento de ampliação e modernidade, o terminal marítimo navegantino acabou de adquirir 25 novas Terminals Tractors – carretas reforçadas exclusivas para a movimentação de contêineres dentro do porto -, além de duas empilhadeiras movidas a bateria de lítio. Foram R$ 16,6 milhões aplicados nas compras. Reconhecida internacionalmente pela qualidade na prestação de serviços e pela alta produtividade, a Companhia tem como premissa o compromisso com a excelência e promoção do desenvolvimento sustentável.

o crescimento do município, promovendo inclusão social e cultural.

Como um importante diferencial competitivo, a Portonave possui uma câmara frigorífica – a Iceport – totalmente automatizada, com seis transelevadores, e capacidade estática de 16 mil posições pallets. Além de uma antecâmara com 13 docas para o recebimento das cargas. Ao todo são 50 mil m² de área para armazenagem. Atualmente, a Portonave possui área total de 400 mil m², sendo cerca de 360 mil m² de área alfandegada, dividida em três berços de atracação, em um cais linear de 900m, com capacidade estática de armazenagem de 30 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). A posição de destaque é assegurada pela infraestrutura do Terminal: seis Portêineres, 18 Transtêineres, 40 Terminal Tractors, cinco empilhadeiras Reach Stacker e quatro empilhadeiras para vazios, dois scanners e 2,1 mil tomadas reefers estão entre os diferenciais oferecidos pela Portonave.

Expertise: até caças da FAB A Portonave recebeu uma carga muito especial em setembro: o primeiro caça Gripen da FAB. O Terminal mobilizou sua equipe para receber da melhor forma, com eficiência e segurança, o equipamento militar. As tratativas duraram cerca de um ano e a escolha do Porto levou em conta sua infraestrutura e a proximidade com o Aeroporto de Navegantes – que fica cerca de dois quilômetros.

O protótipo, de cerca de 15 metros de comprimento e 8 metros de largura, foi transportado inteiro, no porão do navio, da Suécia ao Brasil. A aeronave desembarcou no porto no dia 20 de setembro e, após o desembaraço aduaneiro, foi conduzida pela equipe da Portonave, FAB e da fabricante sueca – Saab – até o Aeroporto de Navegantes. O caça fez o trajeto entre o porto e o aeroporto de madrugada passando pelas ruas de Navegantes puxado por um trator especial. Ele passa agora por testes no país, conforme requisitos do projeto e especificações da FAB.

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