Distinção - Edição 64

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DISTINÇÃO 064

Ed. 64 - Junho/2020 - Paraná e Santa Catarina

ADIMAX CHEGANDO EM MANDIRITUBA

Mala Direta Básica 22.863.212/0001-35 TRIBUNA SC EIRELI

PARANÁ TEM O NOVO MAPEAMENTO

DO USO E COBERTURA DA TERRA


energia

Rede trifásica em todas as áreas rurais do Paraná ◼ A Copel prossegue com o cronograma de obras do programa Paraná Trifásico, que vai ser concluído em 2025. A rede trifásica, no lugar da monofásica, nas áreas rurais do Paraná, vai substituir ativos da empresa que fizeram parte do plano de eletrificação do Paraná nos anos 1980 e agora precisam ser modernizados. No total, serão 25 mil quilômetros de rede trifásica protegida em todas as áreas rurais paranaenses. A meta para este ano é chegar a 2.500 quilômetros, apesar do momento de pandemia que vivemos. O investimento em 2020 chegará a R$ 210 milhões. Quando finalizado, em 2025, o programa terá investido R$ 2,1 bilhões em todo o Paraná – o maior volume de recursos da história da Copel na área de distribuição de energia.

Foto: Copel

A nova rede possui redundância de fornecimento e cabos protegidos que evitam interrupções por quedas de galhos ou outros objetos e intempéries. A meta do Paraná Trifásico é reduzir em pelo menos 30% o tempo de queda de energia, em conjunto com outros projetos que levarão equipamentos inteligentes às redes de energia. A qualidade do fornecimento será sentida especialmente por consumidores que dependem de energia elétrica intensiva, como produtores de laticínios, suínos, aves, fumo e peixe. O reforço nas redes também será importante para a irrigação das lavouras e abastecimento de água pelos poços artesianos. Consequentemente, todos os moradores das áreas rurais saem ganhando com a melhor qualidade de distribuição de energia.

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Foto: Guilherme Pupo


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história

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Antonina no aguardo das restaurações do Armazém Macedo ◼ Inauguradas totalmente restauradas pelo Iphan, em 31 de outubro do ano passado, não sobrou muito tempo, por causa da pandemia a partir de março de 2020, para os turistas visitarem os belos locais reativados,

que são a antiga estação ferroviária e a Igreja do Bom Jesus do Saivá. São 2 monumentos de Antonina reconhecidos como Patrimônio Cultural Brasileiro.

entregues pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -, autarquia vinculada ao Ministério da Cidadania, ao custo de quase R$ 3 milhões.

As obras de restauro foram

Como foi dito na ocasião, “as obras resgatam a história e impulsionam o turismo na cidade. Elas vão trazer gente, fortalecer a hotelaria e a geração de emprego e renda”, afirmou.

A estação ferroviária e aos fundos a igreja do Bom Jesus do Saivá

Armazém Macedo As atenções se voltam agora para o restauro do Armazém Macedo que, quando finalizado, terá a gestão por conta do Serviço Social do Comércio – SESC. Localizado no centro histórico de Antonina, tombado em 2012 pelo Iphan, o Armazém Macedo traz 300 anos de um raro exemplar de arquitetura industrial de meados do sécu-

lo XIX, que representa a fase áurea da industrialização e da atividade portuária no estado. O Casarão à beira mar era dividido em duas partes: uma destinada ao depósito de erva- mate, a principal atividade econômica do século XVI na Província Del Guairá, atual oeste do Paraná, e a outra destinada a habitação dos Macedo. A área onde se encontravam as ervas possuía

um piso em arcos com meio metro de altura, evitando que as ervas entrassem em contato com o solo molhado pela maré. Os edifícios restaurados abrigarão um Centro Cultural e Gastronômico, com espaço para exposições, auditório e biblioteca, além de atividades comerciais com lojas, cafeteria e espaços abertos de convivência. Como ficará o antigo Armazém Macedo restaurado

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investimentos

Adimax vai investir R$ 14,6 milhões em nova fábrica em Mandirituba ◼ O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o presidente da Adimax Indústria e Comércio de Alimentos, Adir Comunello, anunciaram no dia 27 de maio, no Palácio Iguaçu, um novo empreendimento no Paraná. A indústria de fabricação e distribuição de alimentos para cães e gatos vai investir R$ 14,6 milhões na abertura de uma planta em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba. O cronograma prevê que a empresa comece a funcionar até o fim de 2021. A estimativa inicial é que possa abrir 100 novos postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos. O empreendimento foi enquadrado no programa de incentivo fiscal para atração de investimentos ao Estado, que prevê medidas como dilação de prazos para recolhimento do ICMS, incentivos para melhoria da infraestrutura, comércio exterior, desburocratização e capacitação profissional.

“Mesmo neste momento

Desenvolvimento Eduardo Bekin, diretor-presidente da Invest Paraná, agência que promove o desenvolvimento econômico do Estado e faz parte da coordenação do programa de incentivos à atração de investimentos, disse que a atuação tem três grandes pilares: geração de emprego, desenvolvimento social e aumento da arrecadação. “Mesmo com benefícios fiscais, fazemos contas a médio e longo prazos sobre o retorno financeiro e social para o Estado”, disse Bekin. O Prefeito de Mandirituba, Luís Antonio Biscaia, ressaltou que a instalação da Adimax no município vai além do impacto imediato na geração de emprego e renda. “Estabelece maior arrecadação de tributos, que acabam retornando para as famílias de Mandirituba em obras e ações para melhorar a qualidade de vida”, afirmou. Além de diretores da Ademix , do Governador Ratinho Junior, de autoridades governamentais, de Mandirituba estavam

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muito difícil, com essa pandemia que assola o mundo todo, aqui no Paraná estamos trabalhando e olhando para o futuro. Hoje consolidamos a chegada no Estado de mais uma grande empresa, uma das maiores fabricantes de rações da América do Sul, que vai gerar emprego e renda em Mandirituba”, afirmou Ratinho Junior. O governador destacou que o investimento por parte da Adimax vai colaborar no processo de retomada econômica do Estado no pós-Covid. “Fortalece a economia paranaense e melhora a vida das famílias diretamente. É mais um cartão de visitas que o Paraná ganha para atrair novos investimentos”, ressaltou.

Quinta planta O presidente da Adimax, Adir Comunello, explicou que a planta paranaense será a quinta da indústria no País, a primeira da Região Sul. A fábrica de Mandirituba, explicou, será responsável por abastecer os mercados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“Recebemos toda a atenção e suporte do Governo do Estado em relação a incentivos e infraestrutura. Estamos nos sentindo muito bem acolhidos. Pretendemos ajudar a trazer mais empresas para a cadeia, terceiros que estão atrás do nosso negócio, como, por exemplo, para o setor logístico”, comentou o empresário.

Mão de obra Ele destacou, também, que a indústria vai priorizar a contratação de mão de obra local. A intenção, ressaltou, é que o número de empregos possa chegar na casa dos 300 postos dependendo da resposta do mercado e de futuras ampliações na sede local. “Na medida em que a marca for crescendo, ampliaremos também nossos quadros”, disse. De acordo com Comunello, a previsão é de que a unidade paranaense se transforme no segundo polo produtivo do grupo em volume e faturamento, atrás apenas da matriz, instalada no interior de São Paulo.

presentes, além do prefeito Luis Biscaia, a primeira dama e secretária de Assistência Social e Habitação Maria aparecida Claudino Biscaia, a vice-prefeita Rosilene Vonsovicz. O Prefeito Luis Antonio Biscaia falou que “nos últimos dois anos, a Prefeitura vem trabalhando no sentido de buscar empresas interessadas em nossa cidade. A oficialização do benefício fiscal na data de hoje pelo Governo do Estado, representa um avanço significativo para que esse projeto se concretize”, comentou. Além da geração de emprego para os munícipes, o Prefeito falou sobre o fomento da agricultura local. “Como se trata de uma fábrica de ração, irá utilizar insumos como o milho e a soja, os quais podem ser fornecidos pelos nossos agricultores locais. Vamos trabalhar duro para fazer com que essa empresa se instale em Mandirituba”, ressaltou. O próximo passo será encaminhar à Câmara de Vereadores um projeto de lei onde a Prefeitura poderá dar incentivos para a instalação, como a disponibilização de área de terreno. A expectativa é de que as obras sejam iniciadas ainda neste ano.

Aspecto da solenidade


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Adimax: o melhor para cães e gatos há 18 anos O mês era Março, o ano 2002. Há 18 anos estava nascendo em Salto do Pirapora (SP) a Adimax, que iria se transformar na gigante produtora de rações, em empresa modelo em tecnologia, ações sociais, ações ambientais. Tudo começou com menos de 30 funcionários, mas com uma paixão em comum: o amor pelos pets. Mediante muito trabalho, participação ativa de colaboradores e fornecedores, a Adimax foi crescendo, possuindo hoje 3 unidades industriais localizadas em Abreu e Lima (PE), Uberlândia (MG) e Goianápolis (GO). Além desses 4 polos de produção, há Centros de Distribuição nas regiões Sudeste, Sul, Nordeste e Norte do Brasil. Fabricante de alimentos para cães e gatos, detentora das marcas Magnus, Qualidy, Origens e Fórmula Natural, linhas Sopão, Domus, Gatan, Adidog, Capitão Dog e Fort Cão,a empresa vai implantar a 5ª. indústria, desta feita em Mandirituba, Região Metropolitana de Curitiba.

Certificações Pela preocupação com o meio ambiente, a Adimax é detentora da certificação ISO 14001 (gestão ambiental). Pela garantia da segurança dos alimentos produzidos, possui a ISO 22000, atendendo a padrões internacionais de controle de qualidade, desde a matéria-prima até o produto final. Atualmente, visando a consolidação do seu Programa de Qualidade, está em fase final de preparação de sua planta industrial para a Certificação no Sistema APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle), dedicando-se a investir recursos com a finalidade de atender a todos os princípios deste Sistema de Segurança Alimentar, conforme recomendações do Fórum Internacional Codex Alimentarius.

Laboratórios A Adimax conta com um corpo técnico especializado e uma equipe operacional capacitada, que juntamente com os mais modernos equipamentos e máquinas, fabrica alimentos, para cães e gatos, com qualidade, segurança, alta palatabilidade e aproveitamento dos nutrientes.

A empresa dispõe de Laboratório de Controle de

A fábrica em Salto do Pirapora Qualidade moderno, com profissionais qualificados, que proporciona a realização de análises rápidas e confiáveis das matérias-primas e produtos no processo de fabricação. O produto final é liberado para venda com segurança de estar dentro dos padrões de qualidade e aceitabilidade desejados. Um exemplo da modernidade do laboratório é o equipamento NIRS (Near Infrared Reflectance System) que mede os parâmetros de qualidade dos ingredientes, através do espectro infravermelho, e os compara com dados gravados e já validados do sistema, em menos de um minuto de análise. Análises complementares em laboratórios externos são realizadas conforme frequência e necessidades internas, para monitoramento, no intuito de complementar ou confirmar os resultados obtidos. EDITOR E JORNALISTA RESPONSÁVEL: Victor Grein Neto victorjornal@yahoo.com.br - (41) 99191-3296 DEPARTAMENTO COMERCIAL: Jaime de Souza Moraes jaimemoraes@gmail.com / (41) 3319-8754

DISTINÇÃO PR e SC tribunasc.com/distincao facebook.com/GrupoTribunaSC CNPJ 22.863.212/0001-35 Tribuna SC Eireli ME

PROJETO GRÁFICO E DESIGN: Ulidh Motion CNPJ 31.180.791/0001-02—Luiz Paulo Pietsiaki Moraes (41) 98814-8436 IMPRESSÃO: GRÁFICA CAPITAL (Curitiba - Paraná)

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visão Novos Produtos

Exportação

Atentos às necessidades dos clientes e dos animais de estimação, a Adimax está constantemente aprimorando e agregando novos produtos ao portifólio para torná-lo cada vez mais completo.

Para competir no mercado mundial, a Adimax busca a modernidade e preserva uma visão global de seus negócios, além de atender a altos padrões de qualidade e outros requisitos exigidos.

Há uma equipe técnica preparada para analisar, desenvolver e testar todas as sugestões vindas dos clientes e consumidores. A preocupação em inovar faz parte da rotina diária dos profissionais da Adimax a fim de colocá-la na vanguarda do mercado Pet.

Os produtos oferecidos pela Adimax são elaborados de acordo com o que há de mais moderno no que se refere à nutrição animal, uma busca constante por uma alimentação que proporcione uma vida feliz, saudável e longeva.

Armazém autoportante

Instituto Magnus, inclusão social

Em sua matriz, em Salto do Pirapora, a Adimax tem um armazém autoportante dinâmico com transelevador, com área de 1.400 m2, 17 m de altura e capacidade de estocagem de 3.800 posições-paletes. Por tratar-se de armazenagem de alimentos, com grande rotatividade,a carga tem controle de datas de validade pelo princípio F.I.F.O. – First in First Out - , o primeiro palete que entra é o primeiro que sai.

Em Salto do Pirapora a Adimax mantem o Instituto Magnus, que contribui para a inclusão social. Com estrutura física de 15.000 m2,o local permite que pessoas com deficiência visual recebam treinamento com cães-guia.Além do treinamento dos cães, o Instituto também conta com palestras informativas e educativas, vivências, dinâmicas de grupos e ações de divulgação da causa. Os visitantes podem, inclusive, participar de circuitos vendados e guiados para terem a experiência de uma pessoa com deficiência visual, além conhecer os cães-guia que estão em treinamento no Instituto.

Todo o sistema foi implantado pela Águia Sistemas e Scheffer Logística, de Ponta Grossa.

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Capital humano Ciente do seu bem mais valioso, que é o capital humano, a Adimax desenvolve diversas ações de cuidado e valorização dos colaboradores. Há 10 anos os programas de qualidade de vida da empresa são ampliados a cada ano. O Adimax em Ação é o conjunto de programas voltados aos cuidados com o colaborador. As ações envolvem todos os colaboradores, da área administrativa e fabril, nas quatro unidades de produção, sendo aplicadas de forma parcial em cada unidade. Os programas visam cuidar da saúde física, mental e emocional das pessoas que participam da rotina diária da empresa. Entre as ações, estão os programas: Previna-se, Cuide-se (alimentação saudável e prática de atividades físicas), Medida certa (voltado a ganho ou perda de peso), Acolher (amparo aos colaboradores), Equilíbrio (saúde mental e psíquica), Magnus Pet Day (uma vez por semana os colaboradores podem levar seus cãezinhos ao local de trabalho) e visita de familiares. Além destes, os colaboradores têm acesso a academia com diversas modalidades disponíveis, dentre elas, a zumba e o pilates. Também fazem parte do programa a quiropraxia, quick massage e ginástica laboral.

da na ativação de marcas por meio do esporte, que ainda conta com a participação do maior jogador de futsal de todos os tempos, o craque Falcão. O time representa a cidade de Sorocaba. A Adimax, com a sua marca Magnus, é a patrocinadora máster do time desde a temporada 2016, ano em que o nome do futsal sorocabano conquistou o principal título da categoria, o Mundial de Clubes disputado em Doha, no Catar. Para 2020 tudo estava sendo preparado, desde o começo do ano, para mais uma etapa de atividades, mas a pandemia do coronavírus impediu o início dos jogos. O Magnus Futsal, após uma quarentena de 14 dias, aguarda as ações das autoridades para o retorno gradual.

Magnus Futsal O Magnus Futsal inicia em 2020 seu sétimo ano de atividade, consolidando-se como uma ampla plataforma de Comunicação que possui um dos Projetos mais vitoriosos do Futsal Mundial. A gestão da equipe é feita pela TFW Marketing Esportivo, agência de marketing especializa-

Com BR duplicada à capital, aeroporto e Porto, Mandirituba atrai indústrias ◼ Mandirituba está às margens da BR-116. Os 25,4 quilômetros que a ligam com Curitiba, estão totalmente duplicados, permitindo também rápidos acessos ao Aeroporto de São José dos Pinhais e ao Porto de Paranaguá. Quer dizer: o município tem todos esses atrativos (mais o acesso pela BR-101) para sediar indústrias. O prefeito Luis Antonio Biscaia diz que “estamos preparando Mandirituba desde o início da gestão para receber novas indústrias, para gerar emprego e circular a economia da cidade. Daqui pra frente, teremos muitas notícias boas”. Os empresários sabem da força mandiritubense. Tanto, que tem chegado à cidade e fazem contatos com a Prefeitura. Há alguns dias, um casal de empresários veio em busca de informações para instalar uma empresa que fabrica embalagens para morango, biscoitos e demais gêneros alimentícios. Já uma empresa de

biomassa foi mais longe: assinou carta de intenções para se instalar. A biomassa é utilizada para gerar energia e substitui o uso de carvão ou combustível fóssil. Os empresários foram atraídos pela localização da cidade e pela grande quantidade de matéria-prima (reaproveitamento de resíduos como a serragem) para a fabricação dos chamados pellets. Algumas importantes indústrias fazem parte do parque industrial, como Ana Mariana Madeireira e Embalagens, Gelmaki Máquinas para Cerâmica e Agricultura, Petrofisa do Brasil (tubos e postes em P.R.F.V.), Samila Indústria de Manutenção, Montema Eletromecânica, Conservas Serra do Mar, Teclyne, Moinho Integral, Móveis Machado (mesas de madeira especiais), Madeplast madeira e plástico, Taurus Helmets Plásticos, Dissen Chás, IG Fibras, ALM móveis, RS casas pré-fabricadas, Serraria Carlos Palú, etc.

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Mandirituba Turismo rural em expansão ◼ Mandirituba reúne todas as condições para o turismo rural: belas paisagens, bucolismo, locais para pesca e caminhadas, ciclismo, moto, produtos orgânicos. Tem a produção de mel por abelhas sem ferrão, a maior produção nacional de camomila. Tem o Mosteiro do Encontro, mantido por monjas beneditinas. Tem a Igreja de Santo Antonio, patrimônio histórico e cultural do município, toda em madeira e com mais de 50 anos, local de romarias. Tem a Reserva Ambiental Mãe do Mato, com 57 hectares e muitos atrativos. Tem cachoeiras (como a da Rocinha). E, com o objetivo de capacitar os empreendedores em potencial e estimular novos negócios para a implantação do Roteiro Turístico Caminhos do Mel em Mandirituba, a Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho, em parceria com a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, tem promovido cursos de Turismo Rural.

Ajuda aos pequenos produtores A Prefeitura, além de estimular a industrialização,tem, através da Secretaria de Transporte e Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, dado apoio às famílias do campo. Isso se dá através de diversos programas com a assistência de máquinas, como o Programa Patrulha Mecanizada. Com auxílio do trator e implementos agrícolas como ensiladeira, por exemplo, contribui –se para o preparo do solo nas propriedades dos pequenos agricultores que não possuem este tipo de bem. A piscicultura igualmente recebe as atenções da Municipalidade. Através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, são distribuídos alevinos de ótima qualidade aos piscicultores, que pagam um preço de custo e não gastam com frete. Recentemente, foram 39 mil alevinos das espécies: Carpas Capim, Húngara, Cabeça Grande, Carpa Colorida, Catfisch, Jundiá, Tilápia Gift, Pacu, Tambaqui e Tam-

Prefeito Luis Antonio Biscaia

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bacu. A mesma Secretaria oferece também cursos junto ao Senar para o aperfeiçoamento dos produtores.

Mandirituba no Ranking da Transparência Mandirituba ocupa o 1º Lugar no Ranking de Transparência entre os municípios da Região Suleste e o 22º Lugar no ranking estadual. As informações foram publicadas pelo Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR). O levantamento publicado no site do TCE, mostra o município na 22ª posição entre as 399 prefeituras do Paraná, estando à frente de Rio Negro 121º, Quitandinha 127º, Fazenda Rio Grande 129º, Piên 139º, Campo do Tenente 144º, Tijucas do Sul 175º, Curitiba com 198º, Agudos do Sul 219º, Contenda 342º e Lapa 339º posição. O Índice de Transparência da Administração Pública (ITP) é um parâmetro instituído pela entidade para medir, em parceria com a sociedade, o grau de transparência dos portais eletrônicos dos entes públicos. O método foi desenvolvido no ano de 2018. São analisados os portais das 399 prefeituras do Paraná, que geram o ranking do ITP. “Esses resultados atestam a seriedade com que a atual administração vem aplicando o dinheiro público e comprovam que todas as nossas ações são norteadas pela transparência, honestidade e pelo trabalho e empenho de cada servidor em alimentar todo o sistema. Assim, conseguimos mostrar que é possível governar de forma íntegra”, ressaltou o Prefeito Luis Antonio Biscaia. Além do prefeito Luis Biscaia e da vice Rosilene Weber, participam da administração de Mandirituba os vereadores Fernando Luiz Teixeira, Diego Vitório Carvalho, Alexsandro Rocha Zimerman, Felipe Claudino Machado, Alex Miguel dos Santos, Bernardo Palu da Silva, Celso Luis Machado, Guilherme Antonio Chupel de Castro e Tadeu Benedito Machado.

Vice-prefeita Rosilene Vousorwicz Weber


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Mandirituba, maior produtor de Camomila

Nesses momentos de quarentena, de isolamento, especialmente para as pessoas que têm mais de 60 anos, não há momentos de nervosismo, até de rebeldia e agressividade? É momento de se tomar um bom chá de camomila.

comércio. A área de plantio é de 1,35 mil hectares e uma tonelada colhida significa 200 quilos do produto seco, pronto para a comercialização. O peneiramento permite separar as flores de 1ª e de 2ª. qualidades.

Pois essa bela flor branca de corola amarela, com cheiro agradável, tem em Mandirituba o local de maior produção, cerca de 90% de toda a produção paranaense. O município é considerado um dos maiores produtores do Brasil. A cidade é a Capital da Camomila.

A camomila mandiritubense é vendida em praticamente todo o Brasil, a laboratórios, farmácias, supermercados. Na cidade, há uma empresa que também faz o beneficiamento e outra produz saches.

O plantio acontece neste mês de abril, ocorrendo a colheita nos meses de Agosto ou Setembro.

Atualmente, os produtores estão se especializando em cultivo orgânico, porque as flores tem maior valor de mercado.

No município são cerca de 50 agricultores que se dedicam ao seu plantio, colheita, beneficiamento e

A história da camomila em Mandirituba começou com os imigrantes europeus, há cerca de 50 anos.


mapeamento

Paraná tem novo Mapa de Cobertura Vegetal

Responsável pelos trabalhos, o Consórcio SENOGRAFIA-GEOPIXEL constituído pelas empresas SENOGRAFIA Desenvolvimento e Soluções e GEOPIXEL Geotecnologias Consultoria e Serviço Ltda gerou o mapeamento para o Governo do Paraná Foto de Denis Ferreira Netto / SEDEST ◼ O novo mapa de cobertura vegetal do território paranaense, elaborado pelo Instituto Água e Terra – IAT com participação da Copel, foi concluído e já está nas mãos do Governo do Estado. O Mapeamento do Uso e Cobertura da Terra fornece a distribuição geográfica da tipologia de uso e cobertura. Os dados serão fundamentais para o monitoramento e planejamento periódicos de questões ambientais e socioeconômicas. O novo desenho foi desenvolvido a partir de levantamentos feitos pelo Consórcio SENOGRAFIA-GEOPIXEL como ferramenta para a utilização racional do espaço geográfico. Os dados serão utilizados para propostas futuras de desenvolvimento econômico, norteando as tomadas de decisões, de acordo com a capacidade de suporte ambiental, frente aos diferentes manejos empregados na produção. A Copel forneceu imagens captadas por satélites que foram usadas por técnicos do Instituto Água e Terra, da Embrapa Florestas, da UFPR, da Secretaria da Agricultura do Estado, e do Instituto de Desenvolvimento Rural (Emater), em conjunto com o Consórcio contratado, no desenvolvimento do sistema metodológico para o mapeamento do uso e cober-

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tura da terra.

Orgulho O secretário da SEDEST – Secretaria Estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, disse que o trabalho é motivo de orgulho para a equipe, pois se trata de importante instrumento de gestão territorial. “Com esse trabalho realizado pelos técnicos do Instituto Água e Terra, podemos ter a dimensão atualizada da cobertura florestal do Paraná, das áreas ocupadas e suas características. E, principalmente, tomar decisões acertadas referentes ao desenvolvimento socioeconômico sustentável”. O presidente do Instituto Água e Terra, Everton de Souza, falou sobre a importância do trabalho cartográfico para conhecimento da realidade ambiental do Paraná e como suporte para decisões de gestão. Segundo ele, é um instrumento de extrema importância para a sociedade de um modo geral, mas principalmente para os técnicos. Souza acrescenta que todos os empreendimentos e investimentos no Paraná têm características próprias que estão muito bem definidas nesse mapeamento de uso e cobertura do solo. “Motivo de orgulho para esquipe do Governo Estadual que agora tem essa ferramenta para nortear nossos técnicos”, afirmou.

Vegetação O mapeamento apresenta a vegetação em dois âmbitos: áreas de vegetação natural que são as florestas nativas (Floresta Estacional Semi-Decidual; Floresta Ombrófila Mista; Floresta Ombrófila Densa, Aluviais, Submontana, Montana e Altomontana) e as áreas antrópicas agrícolas que englobam os plantios florestais, ou seja, as espécies Nativa (Araucaria angustifolia) e Exóticas/Silvicultura (Pinus spp e Eucalyptus spp) e Sistemas Agroflorestais; a agricultura perene (Frutíferas perenes (café, seringueira, banana) e a agricultura anual (culturas de ciclo curto (milho, trigo, soja, tubérculos e hortaliças). O Bioma Mata Atlântica incide sobre 93% da área coberta pela floresta nativa. Na área de 19.987.987,15 hectares do Estado, 29,117% são ocupados por florestas nativas (5.819.950,07 ha) e 6,466% por plantios florestais (1.292.507,40 ha). Os espaços preenchidos pela agricultura correspondem a 0,683% (136.561,00 ha) de agricultura perene e 33,014% (6.598.748,26) de agricultura anual. Os campos e pastagens ocupam 25,321% (411.158,04 ha), as várzeas 1,354% (270.637,73 ha) e os corpos d`água 2,057% (411.158,04).

A área de mangue é 0,156%


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(31.140,24), a de restinga 0,087% (17.330,58) e a linha da praia com 0,003% (584,57 há). O Paraná ainda tem 0,061% (12.281,08) solo exposto/ mineração; 1,445% (288.777,22 ha) de área urbanizada. A área construída ocupa 0,236% (47.062,31).

Parcerias Gislene Lessa, engenheira cartógrafa e coordenadora da área de Cartografia do Instituto Água e Terra, disse que o trabalho é resultado de várias parcerias que agrupou técnicos especializados nas áreas de cartografia e sensoriamento remoto de diversas instituições interessadas nessa temática. “Hoje nós ficamos muito satisfeitos em poder apresentar o resultado, que demandou o empenho e tempo dos nossos técnicos, e que poderá ser utilizado pela sociedade em geral”. O coordenador do Desenvolvimento Governamental e Projetos Estruturantes da Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes, Nestor Braganollo, considerou que o apoio ao mapeamento concluído pelo Instituto Água e Terra fornece a distribuição geográfica da tipologia de uso e cobertura do Estado. “As informações serão fundamentais para monitoramento e planejamento das questões ambientais e socioeconômicas do Estado. O Banco Mundial considerou a conclusão e disponibilização para a sociedade, um grande avanço do Estado na conscientização e concretização de um desenvolvimento mais equilibrado e sustentável”.

Metodologia A partir das imagens captadas por satélites e disponibilizadas pela Copel, técnicos do Instituto Água e Terra, da Embrapa Florestas, da UFPR, da Secretaria da Agricultura do Estado, e do Instituto de Desenvolvimento Rural (Emater) trabalharam em conjunto com o Consórcio contratado, no desenvolvimento do sistema metodológico para o mapeamento do uso e

cobertura da terra. Foi utilizada a classificação automática supervisionada e metodologias de verificação da acurácia, com o objetivo de obter o mapeamento na escala de 1:25.000, gerando 1.237 folhas a partir de legenda pré-definida com as áreas mínimas mapeadas de 1 (um) hectare e atingindo a acurácia de 80%. Os dados do produto cartográfico estão no Sistema de Projeção UTM (Universal Transversa de Mercator), fusos 21 e 22 e referenciados pelo Datum horizontal SIRGAS 2000. Os metadados foram atestados conforme Perfil MGB Sumarizado (CEMG-CONCAR).

Insumos

mento foram Imagens Ópticas Ortorretificadas, no formato geotiff, dos sensores WorldView2 e Pleiades 1A e 1B, compostas por 4 bandas (RGB e infravermelho próximo) com 2 metros de resolução espacial tendo sido coletadas entre 2011 e 2016.

Consórcio O CONSÓRCIO SENOGRAFIA-GEOPIXEL foi constituído pelas empresas SENOGRAFIA Desenvolvimento e Soluções e GEOPIXEL Geotecnologias Consultoria e Serviço Ltda e foi contratado por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes, Contrato SEPL nº 002/2018, em parceria com o Banco Mundial.

As imagens utilizadas para o mapea-

SENOGRAFIA, do CONSÓRCIO SENOGRAFIA-GEOPIXEL, entregou mapeamento da cobertura e uso da terra do Paraná O Sistema Metodológico e Mapeamento do Uso e Cobertura da Terra do Estado do Paraná, desenvolvido pelo CONSÓRCIO SENOGRAFIA-GEOPIXEL, formado pelas empresas SENOGRAFIA Desenvolvimento e Soluções (LÍDER) e GEOPIXEL Soluções em Geotecnologia e TI, e foi desenvolvido para o Governo do Paraná para servir de ferramenta e apoio para o conhecimento e o planejamento da gestão territorial.

O Mapeamento foi desenvolvido para todo o território paranaense, cerca de 200.000 km² de super�cie, e trata-se de mapeamento inédito no Estado, cujo insumo proporcionará conhecimento para planejamento de polí�cas regionais. Este importante instrumento de planejamento contou com contribuições de técnicos de en�dades do governo, como IAT / ITCG / IAP / SEDEST / AGUASPARANÁ, UFPR, COPEL, PARANACIDADE, EMBRAPA, EMATER, SEAB e SIMEPAR dentre outros. O mapeamento foi realizado a par�r de financiamento do Banco Mundial, através do Projeto Mul�ssetorial para o Desenvolvimento do Paraná. A SENOGRAFIA tem ampla experiencia no atendimento a Governos. Visite: www.senografia.com.br Mais informações e contatos: Daniel Alvarado – daniel@senografia.com.br. Tel: (41) 3079-3768

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matéria-prima

Mandirituba, terra da Meliponicultura Em épocas de grandes tragédias, como a que estamos vivendo, em períodos de quarentena, de questionamentos, volta-se muito para o lado espiritual, para aspectos ambientais, para alimentos naturais, para a saúde, enfim. É a hora, por exemplo, de crescimento de alternativas na produção de produtos agrícolas e de alimentos. Pode-se encaixar aí a Meliponicultura, que é a criação ra-

cional de abelhas nativas sem ferrão. Abelhas nativas, abelhas sem ferrão, abelhas indígenas – são várias as denominações para essas abelhas que habitam o continente há milhões de anos, ao contrário das com ferrão, as africanas, que foram introduzidas e modificadas geneticamente, se espalhando pelo mundo.

Em Mandirituba a atividade

existe há cerca de 10 anos e tanto criação como produção de mel (e outros produtos derivados, como própolis, pomadas, cremes, shampoos) estão em fase de expansão. Funciona ali a Anamel – Associação dos Meliponicultores de Mandirituba – que estimula o setor, especialmente com as variedades jataí, manduri, mandaçaia, tubuva e guaraipo. Existem no Brasil, porém, mais de 200 espécies.

Orlando Kissner/ANPR

Mel de Mandirituba e abelhas sem ferrão

/pioneiragrupo

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energia

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Usina Salto Osório: 45 anos gerando energia, empregos, cultura, turismo

A Usina ◼ Inaugurada em 1975, portanto há 45 anos, a Usina Hidrelétrica Salto Osório foi uma das primeiras a ser implantada com preocupações sociais e ambientais e até hoje é orgulho da Engenharia nacional. Para sua edificação, foi construída uma vila de moradores e tomados cuidados com a flora e fauna. Localizada no rio Iguaçu, em São Jorge d´Oeste, mas com a bacia atingindo também Quedas do Iguaçu, tem capacidade de produzir 1.078 megawatts, energia suficiente para abastecer 3 milhões de residências. São 4 unidades de 182 MW, que foram modernizadas entre 2005 e 2007 e duas unidades geradoras de 175 MW, que estão sendo modernizadas, todas com turbinas verticais tipo Francis. São 51 km2 de reservatório a fio d´água. A concessionária é a Engie Brasil Energia (ex-Tractebel), maior geradora privada

de energia do país (6,25% de participação no mercado brasileiro). A Usina é certificada segundo as normas de gestão ISO 9001 e 14001, da qualidade e do meio ambiente, e OHSAS 18001, da saúde e segurança no trabalho. O projeto de melhorias na usina Salto Osório foi enquadrado como prioritário pelo Ministério de Minas e Energia por meio de portaria que permite a emissão com incentivo fiscal. O investimento previsto na unidade totalizaria cerca de 180 milhões de reais. A modernização envolverá trabalhos nos geradores, turbinas e sistemas digitais de supervisão e controle da usina, com a substituição de diversos equipamentos. A previsão é de que as obras fiquem concluídas até julho de 2021.

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turismo Com a formação do imenso lago da Usina Salto Osório, os municípios de São Jorge d´Oeste e Quedas do Iguaçu ganharam belas áreas alagadas que passaram a impulsionar o turismo. Nos Lagos do Iguaçu estimulam-se a pescaria e os esportes náuticos. Casas de alto padrão estão nas suas margens e até um Centro de Convenções.

A Engie seguidamente solta alevinos nos alagados, para alegria dos pescadores. E há 10 anos mantem uma iniciativa de preservação ambiental na bacia do rio Iguaçu. Em 2010 a empresa iniciou o Programa de Proteção de Nascentes em pequenas propriedades rurais nos municípios lindeiros às Usinas Hidrelétricas Salto Osório e Salto Santiago. Cerca de 1,5 mil mananciais já foram preservados, com benefícios para 1,5 mil famílias.

Parque aquático em Quedas do Iguaçu

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A Engie fez doação à Prefeitura (e ao povo) de São Jorge D’Oeste de uma turbina que foi a primeira instalada na usina Salto Osório e que entrou em funcionamento no dia 17 de outubro de 1975. A doação foi incluída inclusive do transporte ao local, na Praça do Cinquentenário, no bairro da Lapa, onde vai se transformar em monumento histórico e turístico.

A chegada da pesadona


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Teatro em Quedas do Iguaçu Há 6 anos, no dia 10 de abril de 2014, aconteceu em Quedas do Iguaçu a inauguração de um dos mais modernos centros culturais do interior brasileiro. Com investimentos na época de cerca de R$ 3 milhões, com patrocínio da Engie Brasil Energia (na época Tractebel), incentivos fiscais previstos na Lei Rouanet do Ministério da Cultura, a obra tem 1.574,11 m2 em 2 andares de área construída, sala de cinema, teatro, biblioteca, salão de exposições. Num primeiro momento, a Engie entrou ainda com algumas parcelas anuais, até que o centro tivesse sustentabilidade, ficasse autossustentável. O fato é que o Teatro dá cor, dá vida, para a comunidade e região. Acontecem ali colações de grau, apresentações teatrais, exibição de filmes, recitais, shows artísticos, oficinas culturais, ballet, formaturas, cursos, até casamentos comunitários.

Há 47 anos, a balsa naufragou e matou mais de 40 pessoas No dia 19 de setembro de 1973 aconteceu uma das maiores tragédias já verificadas (ainda hoje) na região do sudoeste paranaense. Por volta das 18 horas daquele dia, a balsa que transpunha o rio Iguaçu, nas proximidades da Usina Salto Osório, naufragou. Não se sabe exatamente quantas pessoas morreram, mas foram mais de 40, a maioria trabalhadores na grande hidrelétrica. A balsa realizava a transposição do rio Iguaçu com destino a Foz do Chopim e transportava cerca de setenta pessoas, dois caminhões caçamba e um ônibus da empresa Cattani, além de um táxi e um caminhão de uma distribuidora de bebidas. De repente, provavelmente em virtude de excesso de peso, ela naufragou, não dando tempo para um socorro às vítimas, que foram jogadas nas fortes correntezas. Mergulhadores realizaram a busca dos desaparecidos. Corpos foram localizados a alguns quilômetros de distância do local da tragédia. Um guindaste de 65 toneladas foi utilizado para o resgate da balsa, dos veículos e do rebocador que se encontravam no fundo do leito.

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MAPA DE USO E COBERTURA DA TERRA DO ESTADO DO PARANÁ