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Editorial O recomeço do trabalho

eDIÇÃO 61 ANO 6 janeiro 2013

Uns dizem que janeiro é o mês ideal para descansar e recarregar as energias. Outros afirmam que, depois de tantas celebrações de final de ano, essa é a hora perfeita para recomeçar o trabalho. Nós, da Educar, estamos mais para a segunda opção.

EDITORA Cláudia S. Prates JORNALISTA RESPONSÁVEL Lúcio Flávio Filho (MTB 21.441) ARTE Cláudia S. Prates Rique Dantas

Para começar bem o ano, entrevistamos a Teresa Leitão, diretora de desenvolvimento desportivo, no Brasil, das Olimpíadas Especiais.

COLABORADORES desta edição Auxiliadora Mesquita / Gabriela Queiroz Aline Magagnin / Bárbara Maglia Ivanilson Costa

Temos também a honra de trazer mais um texto do pedagogo Ivanilson Costa – desta vez ele fala sobre a forma como muitas escolas formam seus alunos. Vale a pena parar e dedicar alguns minutos do seu tempo às palavras dele.

REVISÃO Vânia Dantas Pinto

Você vai encontrar ainda, na página 15, um ótimo artigo da Fernanda Moura, que aborda o tema “medo” e, nas páginas 18 e 19, um delicioso texto, da Auxiliadora Mesquita, sobre as lembranças de verão – quem não gosta de relembrá-las? E há muito mais - confira em cada cantinho. Esperamos que você curta muito esta primeira edição de 2013 e continue com a gente durante os próximos meses. Feliz Ano Novo! Cláudia Prates educar@revistaeducar.com.br Cláudia Prates (Educar)

CONTATO COMERCIAL: 48 8845.7346 comercial@revistaeducar.com.br IMPRESSÃO 47 9143.4416 (Fábia) ou 47 9181.4223 (Andrei)

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•As opiniões veiculadas nos artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da revista. Os artigos e os anúncios publicados são de total responsabilidade de seus autores e/ou suas empresas. •Não é permitida a reprodução de qualquer conteúdo desta publicação sem prévia autorização da editora. •A Revista Educar, publicação mensal da Pequeninos Revista Educativa Ltda, tem tiragem atual de 9.000 exemplares e é distribuída gratuitamente em diversos pontos de Joinville, Florianópolis e São José. •Para assinatura, sugestões, críticas ou elogios, envie e-mail para: educar@revistaeducar.com.br ou entre em contato pelo nosso site www.revistaeducar.com.br

Nossa Capa Arthur Zimpeck Rezende, 3 anos, é o responsável pelo brilho da primeira capa do ano. Impossível não se encantar com os olhos e a simpatia desse menininho! Para este ensaio fotográfico, produzido pela supertalentosa Graciela Lindner, Arthur usou roupas da marca Pouca Idade.

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Disciplina

Um dos maiores desafios para as escolas do século XXI é formar pessoas capazes de refletir sobre o mundo e as problemáticas que o circundam. Livros volumosos e caros, computadores com acesso à internet de alta velocidade, tablets e tantas outras ferramentas pedagógicas, por si só, não garantem a formação de um cidadão crítico e reflexivo. É preciso que as instituições escolares, em especial os professores e educadores, resgatem o exercício do pensar nos seus espaços de sala de aula, visando garantir a formação efetiva e integral dos seus educandos e integrando temas geradores de discussões sociais. Muitos professores erram ao pensar que o mero contato ou acesso dos alunos às informações garantem aprendizagem, entretanto, não é bem isso o que ocorre. Para que haja uma aprendizagem efetiva é fundamental que o indivíduo, no caso o aprendente, assimile essa informação – adquirida por meio de livros, sites, blogs, dentre outros – e a acomode em suas estruturas cerebrais, desencadeando as famosas sinapses, de forma que se configure a aprendizagem. A


Educar • Jan/2013

esses dois processos, o epistemólogo suíço, Jean Piaget, deu o nome de “assimilação e acomodação”. Muitos estabelecimentos de ensino são verdadeiros monstros devoradores, porque devoram sem dó nem piedade crianças e adolescentes, incutindo-lhes o desejo desenfreado de serem aprovados no vestibular desde tenras idades. Na maioria das vezes, essas escolas oferecem um ensino puramente tradicionalista, pautado apenas na recepção passiva de informações, sem ocorrência da construção do conhecimento por parte dos alunos. Ora, já é sabido que o que é realizado pelos educandos tem mais significado para eles. Como poderemos então forçá-los a aprender uma coisa que não faz sentido, tampouco faz parte de sua realidade? Para formar pensadores é preciso que o professor, primordialmente, seja um sujeito instigador, facilitador, mediador, pesquisador e questionador das ideias e concepções vigentes. O educando precisa compreender

que os conhecimentos dispostos para a humanidade não estão “prontos e acabados”, mas em constante processo de reformulação e dinamicidade. É essencial que o aluno entenda que ele próprio pode contribuir para essa reformulação. Trata-se de formar indivíduos críticos, conscientes e agentes de mudanças na sua comunidade. Formar crianças, jovens, adultos e idosos baseados na “decoreba” do Ensino Tradicional é um crime, tanto contra a produção intelectual do país, como para os próprios aprendizes, que levarão para o resto de suas vidas as marcas de um ensino deficiente e incompetente. Ivanilson Costa Pedagogo, Especialista em Tecnologias e EAD, pós-graduando em Psicopedagogia, mestrando em Ciências da Educação, escritor (autor do livro “Novas Tecnologias: desafios e perspectivas na Educação”), professor no RN, membro da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento – SBNEC e blogueiro. www.ivanilson.com

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Esporte

O s

h e r ó i s

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O l i m p í a d a s

Por Bárbara Maglia

Todo mundo sabe que a prática de esportes contribui muito para uma vida saudável, equilibrada e que faz um bem danado para o humor! O que você talvez ainda não saiba é que, para uma turma pra lá de especial, o esporte tem um papel fundamental no desenvolvimento e na construção da autoestima. A Educar entrevistou Teresa Leitão, diretora de desenvolvimento desportivo, no Brasil, das Olimpíadas Especiais. Veja o que vem a ser esse projeto especial: O que são as Olimpíadas Especiais? No Brasil é Special Olympics (Olimpiadas Especiales nos países da América Latina). A Special Olympics é uma organização mundial sem fins lucrativos, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência intelectual por meio da prática esportiva. Como e por que a instituição foi criada? A Special Olympics foi criada pela Sra. Eunice Kennedy Shriver (irmã do presidente americano John Kennedy) em 1960. Em 20 de Julho de 1968 foram organizados os primeiros Jogos Internacionais da Special Olympics no Chicago’s Soldier Field (USA), com a participação de 1.000 atletas. A meta da Special Olympics é colaborar para que todas as pessoas com deficiência intelectual sejam aceitas e respeitadas pela sociedade, como cidadãos úteis e produtivos. Hoje mais de 4 milhões de atletas em mais de 180 países no mundo participam. De quanto em quanto tempo os jogos acontecem? Os eventos são divididos nos âmbitos: local (nas instituições cadastradas ou municípios), estadual (em cada um dos estados envolvidos), nacional (a cada 4 anos), regional (América Latina: Jogos Latino-Americanos) a cada 4 anos;


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Torneios Pan-americanos de uma modalidade específica, por exemplo, tênis, todos os anos; Invitacional, também de uma modalidade específica, a cada 2 anos) e Mundial, a cada 4 anos, divididos em modalidades de inverno e de verão. Na Grécia, em 2011, foram realizados os Jogos Mundiais de Verão. Os atletas podem participar de Esportes Individuais, Esportes Coletivos e Esportes Unificados (quando metade dos atletas de uma equipe tem deficiência intelectual e outra metade não tem e são chamados de parceiros, devendo ter o mesmo nível de habilidade de toda a equipe). Quantas modalidades são disputadas atualmente? Esportes de Verão Atletismo*, Badminton, Basquete*, Bocha*, Boliche, Ciclismo*, Equestres, Futebol 5, Futebol 11, Futsal*, Ginástica Rítmica* e Artística, Golfe, Handebol, Judô*, Levantamento de Peso, Natação*, Patinação sobre Rodas, Softball, Tênis*, Tênis de Mesa*, Voleibol. Esportes de Inverno Caminhada na neve com raquetes*, Esqui Alpino, Esqui de travessia de campo, Hóquei sobre Piso*, Patinação Artística, Patinação de Velocidade*. *modalidades praticadas por atletas brasileiros

Na última edição, em Atenas, como foi a participação da delegação brasileira? A delegação brasileira participou com 60 atletas e 43 medalhas foram conquistadas: •Atletismo: 1 Ouro, 2 Pratas, 4 Bronzes, um 5°lugar e uma fita de participação, • Futebol de 7: Ouro, • Futebol de 11: Ouro, • Ginástica Rítmica: 8 Ouros, 7 Pratas, 3 Bronzes e dois 5°lugares, • Judô: um 4°lugar • Natação: 2 Ouros, 1 Prata, 2 Bronzes, três 5°lugares e um 6°lugar, • Tênis de Campo: 5 Ouros, 1 Prata, 2 Bronzes e um 4° lugar, • Tênis de Mesa: 1 Prata e 2 Bronzes. Na sua opinião, qual a importância do esporte para as pessoas com deficiência intelectual? É inquestionável o valor da participação em um treinamento esportivo e no evento da Special Olympics na vida das pessoas com deficiência intelectual, pois muda os valores das suas famílias e conquista a aceitação e o respeito da sociedade por aquilo que eles conseguem fazer, ou seja, conseguem mostrar que também são capazes; que podem ter uma diferença em relação aos demais, porém podem ter as mesmas oportunidades e merecem tê-las. A Special Olympics muda as vidas deles, de seus familiares e da comunidade em torno, promovendo um novo olhar sobre a pessoa, o olhar da possibilidade e não da impossibilidade. Quando e onde será a próxima edição? Em janeiro de 2013, os Jogos Mundiais de Inverno na Coreia do Sul e, em 2015, em Los Angeles, EUA. Você gostou e quer contribuir para as Olimpíadas Especiais? É só divulgar o movimento ou apoiar com doações: www.specialolympics.org.br

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Informação útil para todos

Dicas Casa fashion Apresenta

Vivendo melhor uma casa sustentável

Por Auxiliadora Mesquita

É em casa que nos sentimos mais seguros e contentes. E queremos que nossa casa esteja sempre bonita e confortável. Mas será que sabemos como deixá-la mais sustentável? Nossos hábitos diários fazem diferença no gasto ambiental de uma casa. Separe lixo para reciclagem. Utilize água sem desperdício e instale aeradores nas torneiras. Desligue aparelhos sem uso e compre novos com selo de consumo eficiente. Instale lâmpadas CFL’s ou fluorescentes. Diminua gasto com embalagens e use sacolas reutilizáveis. Mantenha o carro da família bem ajustado e deixe-o descansar na garagem para a família andar a pé ou de bicicleta. É simples. É eficiente. É barato. Mas para quem estiver disposto a ir um pouco mais longe e fazer sua casa ainda mais sustentável, existem mudanças que prezam o conforto da casa e trazem economias significativas no consumo de energia ou de água. Com algum investimento inicial e a consulta com especialistas, você pode deixar sua casa mais “verde”. Tá quente ou tá frio? Para um banho quente mais barato e mais ecológico, aproveite o sol e instale aquecedores solares. Hoje já existem várias modelos no mercado, e uma consulta com um especialista pode indicar o mais indicado para as necessidades de sua família.

Uma maneira prática de adequar sua casa à temperatura é “vesti-la” de acordo com a estação: no verão, tudo leve, clarinho e, quanto mais aberturas, melhor! No inverno, cores quentes, cortinas pesadas e tapetes grossos ajudam a manter a casa quentinha!

Chaminé solar A ideia é de pesquisadores liderados pelo Prof. Roriz, da UFSCar. E eles disponibilizam um software gratuito que calcula a ventilação em diferentes situações, com dados de mais de 300 cidades do Brasil.

Brises Uma “brise” natural que anda esquecida: árvores! Colocadas em locais estratégicos, podem direcionar a brisa de verão ou formar uma barreira contra o vento frio do inverno. Espécies que perdem as folhas regulam o sol e a sombra nas estações.


Educar • Jan/2013

Já para o conforto térmico, também existem opções. A chaminé solar é uma saída para refrescar a casa sem utilizar ar condicionado ou ventiladores. Nela, os raios solares ficam “presos” dentro de uma placa de vidro que funciona como um regulador térmico: o ar quente preso dentro dela sobe e “puxa” o ar do ambiente da casa, forçando a entrada de ar mais fresco do exterior. Outra boa ideia é fazer uma cobertura verde no teto da casa – o uso de vegetação no telhado controla a entrada e saída de calor, servindo para refrescar no verão e aquecer no inverno. Especialistas devem examinar a laje existente para ver se é adequada ou calcular a construção de uma que seja apropriada para o teto verde. O posicionamento inteligente de portas, janelas e outras aberturas, assim como o uso de brises e toldos retráteis também são ótimas alternativas. Com a ajuda de um arquiteto, é possível pensar em soluções numa reforma ou construção que permitem uma “ventilação seletiva” - mais intensa e refrescante no verão, mais controlada no inverno. Tudo isso sem prejudicar (e muitas vezes até melhorando) a iluminação.

Planeta Água A água própria para beber vem tratada e preparada para isso pelo sistema público. Mas que tal utilizar outras águas para outros fins? O sistema de reuso de águas do chuveiro e lavanderia (chamadas “águas cinzas”) é mais fácil de instalar em novas construções, mas vale uma consulta para uma reforma também. E já existem modelos compactos de captação de água de chuva, que é tratada em tanque próprio e utilizada em limpeza e irrigação. Por falar em chuva, ao construir ou reformar, pense no escoamento dessa nossa amiga tão benéfica, mas perigosa se não tiver para onde ir: árvores apropriadas na calçada, áreas jardinadas com plantas nativas e piso de concreto intertravado são ótimas soluções para ajudar a chuva a seguir o seu caminho – para dentro da terra, mantendo nossas reservas de água no ponto certo!

Casa sustentável é assim: verde por fora e por dentro. E pronta para um belo almoço de domingo!

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Moda

Fique por dentro das novidades do mundo infantil

Férias

Lilica Ripilica

Verão, férias, mar e piscina. Tudo isso pede peças bacanas e coloridas à beira mar, não é mesmo? Então usem a criatividade e misturem tons, cores e estampas na moda praia. Para eles e para elas, a mistura sempre alegra e fica linda!

Calor pede “bodys” para os bebês

Bebê pequeno em casa e esse calorão? Deixem-nos super à vontade com bodys pra lá de fofos! O mercado oferece opções para todos os gostos: lisos, estampados, com fru-frus ou aplicações. O que importa é que eles devem ser em tecido leve e macio, evitando o suor e as temidas alergias ao calor. Fofura em peça única!

Marisol

Mami Canguru

Surfwear é tema para eles Espadrilhes fazem charme no verão Ah, os calçados! Que mulher não se encanta com cada novo par nas vitrines? Pois com as meninas não é diferente. A indústria nacional sabe disso e traz, a cada estação, novos modelos. Uma das apostas para o verão, e que fica um charme, são as alpargatas ou espadrilhes: isso mesmo! Aquelas com solado de corda…uma fofura, não concordam?

M in

Bibi

Praia é sinônimo de surf, nem que seja somente para admirar as ondas. Pois as estampas que fazem alusão ao esporte estão com tudo nesta estação. Os meninos adoram e ficam um charme! Usem e abusem: conjuntos de regata com bermudas em material de fácil secagem.

al er

ds Ki

Aline Magagnin é mãe, advogada

e responsável pelo site Mami Canguru, que aborda assuntos infantis: moda, brinquedos, festas e novidades em geral.


Interação entre pais e filhos

Educar • Jan/2013 11

A mascotinha da Revista Educar

Tema desta edição: Conteúdo Auxiliadora Mesquita Arte Rique Dantas / Cláudia Prates

Brincar de música

A música é tão presente em nossas vidas que para a maioria de nós ela acontece e pronto – ouvimos e nos emocionamos, aprendemos ou dançamos. Fazer música é tão parte de nosso cotidiano que deve estar mesmo em nosso DNA: se seu filho achar uma tampa de lata por aí, pode ter certeza de que vai sair um som! Instrumentos musicais estão por todo o planeta e até

nossos próprios corpos podem servir para fazer música. Deixar uma criança se divertir com essa habilidade, tão humana, é abrir um mundo de experimentação e diversão. E se seu filho ou sua filha mostrar interesse em algum instrumento musical “de verdade”, que tal dar a ele a chance de conhecer e aprender esse instrumento? Pode ser o começo de uma paixão que soa como música aos nossos ouvidos...

É verão. É tempo de combinações irresistíveis.

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Hist贸ria infantil

Pipoca em... Que passarinho 茅 esse?


Curiosidades e sugestões

Educar • Jan/2013 13

Vocês sabiam? Podemos fazer som com quase tudo que existe. Mas chamamos de instrumento musical um objeto feito só para fazer música. Nele é mais fácil controlar o som que queremos fazer. E podemos produzir muitos e variados sons, repetidamente. Os instrumentos musicais existem há muito tempo e foram inventados e tocados em praticamente todo o mundo. A música feita nos instrumentos podia ser usada para dançar, para mostrar se um trabalho deveria ser feito rápido ou devagar, para ter coragem para a guerra e até para orar e rezar. Hoje muita gente usa a música só para se divertir! Existem muitos instrumentos diferentes. Em alguns, a gente faz som se esfregar, bater ou puxar cordas. É o caso do violão, da guitarra e até do piano – se você olhar um por dentro vai ver

Achei pra vocês! Livro Os sons dos instrumentos musicais (Ciranda Cultural) – para os bem pequenos, esse é um livro de pano com cores vivas e que traz o som de 6 instrumentos musicais diferentes que tocam quando pressionamos no lugar indicado.

as cordas escondidas lá! Nos instrumentos de percussão, a gente bate no corpo mesmo do instrumento, e não em cordas. O triângulo do forró, o xilofone e a bateria são instrumentos de percussão. E os instrumentos de sopro são aqueles que o som acontece quando controlamos a entrada e a saída do ar no instrumento. As flautas, o trompete e a gaita são instrumentos de sopro. Hoje em dia existem instrumentos elétricos – como a guitarra elétrica, os teclados e o teremim. E até produzimos sons musicais feitos com computador! Fabricar um instrumento é trabalhoso e tem que ser feito bem direitinho, senão o som sai todo errado! Existem fábricas importantes e famosas de instrumentos musicais. E as pessoas que sabem fazer um instrumento com as próprias mãos são chamadas de “luthier”.

A incrível história da orquestra, de Bruce Koscielniak (Cosac & Naify) – para as crianças maiores ou que já demonstraram interesse pelo assunto, esse livro ricamente ilustrado mostra os instrumentos de uma orquestra, como surgiram e de que maneira o seu aparecimento mudou a maneira de compor música na Europa. Também mostra como surgiram e como são organizadas as orquestras e explica os estilos barroco, clássico, romântico e moderno na música erudita.


Linguagem

Comunica!

Um recomeço Janeiro! Esse é um mês esperado por muita gente. O motivo é simples, natural. Representa o início de um novo ciclo, novos desafios, novas esperanças. Sim, é um novo ano que começa e com ele surgem as expectativas, os sonhos. E sonhar é bom, é uma delícia. É o que move os passos da gente, especialmente das crianças. Por isso, deixe-as sonhar. A infância é o momento no qual mais sonhamos, mais temos vontades inimagináveis, às vezes inalcançáveis e, até mesmo, utópicas, mas temos! Querer “impossíveis” é o melhor! Detalhes Assim como para as crianças, para nós adultos também iniciar uma nova fase da vida, com novos planos e novas metas pessoais e profissionais representa algo desconhecido. Por isso, façam desse desconhecido um velho conhecido para os pimpolhos. Afinal, eles mal sabem as responsabilidades que terão de encarar lá na frente. Cada detalhe é importante e não pode passar despercebido nesse novo processo... Valorizem cada descoberta e lembrem-se: a riqueza sempre está nos detalhes.

Disciplina Depois de curtir as férias, é necessário retomar a rotina e, com ela, os horários, os afazeres da escola, enfim, as obrigações – sim, crianças também têm deveres a cumprir. É preciso explicar a ela que ser criança tem prazeres e tarefas. Que mesmo pequenas, é importante saber como são importantes. Por isso, independentemente da idade do seu filho, estabeleça regras, limites. Disciplina é bom, mas sempre na medida certa, claro! Novidades Fim das férias, hora de voltar ao ambiente escolar. Escolinha nova, creche diferente, novos amiguinhos, novas “tias”... Criar relações novas e estabelecer novos relacionamentos não é tão fácil como parece. Os pequenos podem estranhar, sentir sua falta, fazer manha. Por isso, pais, preparem-se para as “armadilhas” clássicas da fase da adaptação. Tome cuidado para não ceder à “tentação” e aceitar tudo que os pequenos pedirem quando tiverem de ir pra escola. Retomar ou, até mesmo, criar vínculos faz parte do aprendizado. Chorar (ou fazer manha) também. Opinião Se você tem dúvidas ou sugestões sobre a comunicação na educação do seu filho ou aluno, participe da Comunica! Entre em contato comigo (gabrielaqueiroz.jornalista@gmail.com). Sua participação é sempre muito bem-vinda!

Gabriela Queiroz

Jornalista


Disciplina

Educar • Jan/2013 15

Toda pessoa tem medo. Por mais valente que pareça ser, há sempre algo que a faz “tremer nas bases”. Se os adultos têm medo, nada mais normal do que as crianças terem também. No caso dos pequenos, é comum que o medo comece a aparecer perto dos dois anos. O medo do escuro, de personagens folclóricos, de que alguma pessoa ou objeto possa aparecer de uma hora para outra. O “terror noturno” é uma manifestação bem comum nessa idade. O desespero, aparentemente incontrolável, das crianças assusta os pais que muitas vezes não sabem como ajudar seus filhos. Mesmo que a criança esteja aterrorizada, gritando, com muito medo, o adulto não pode absorver seus sentimentos e igualar-se a ela. Desesperar-se tanto ou até mais só vai piorar a situação. As crianças são muito sensíveis e sentem quando o adulto não está bem. Por isso, demonstrar calma e segurança é o melhor a fazer. Acalmar a criança é o primeiro passo. Abrace, dê carinho, mas não sinta pena, diga a ela, mesmo sem falar nada - só sentindo - que ela é capaz de superar aquilo, que vai passar, que está ao seu lado para ajudá-la. Depois que o susto passar, converse com ela, pergunte: “você estava com medo de quê?”, “Por quê?”. Mas não a interrogue, vá com calma. Se a conversa não surtir efeito, deixe para outra hora, sem pressão. Se a criança já consegue desenhar, pode pedir para ela registrar seu medo. Converse com ela sobre o desenho. Às vezes, os adultos conseguem descobrir do quê a criança tem medo e o que o causou, mas, muitas vezes, não. Se a criança for muito pequena, vai ser difícil para ela expressar em palavras o que está sentindo. E então? O que fazer? Nem sempre os pais e cuidadores poderão resolver as dificuldades de seus pequenos e é por isso que é preciso ensinar a criança a lidar sozinha com seus sentimentos. É difícil imaginar que uma criança de dois anos possa fazer isso? Mas ela é capaz, sim! Para os diferentes tipos de medo, há maneiras diferentes de lidar com eles. Se uma criança tem medo de uma pessoa que faz parte de seu meio social, e essa pessoa não oferece risco a ela, uma boa saída é enfrentar esse medo convivendo com a pessoa, não a evitando. Diga à criança que está tudo bem, que a pessoa gosta dela, que ela é legal e que não precisa ter medo. Fique por perto, mas não deixe seu medo falar mais alto. Deixe-a enfrentá-lo, que uma hora passa.

Se a criança demonstra ter medo de personagens folclóricos, invente uma história de super-herói, fadinha, anjinho da guarda que vai estar sempre ao seu lado para protegê-la e, se ela tiver medo, é só pegar a máscara do super-herói ou a varinha mágica da fadinha ou as asas do anjinho e fazer o medo sumir. Construa com ela esses objetos para que ela possa se sentir capaz de lidar com o medo. Procurar um profissional de psicologia, caso nada tenha efeito, pode ser outra opção. Dar à criança ferramentas para que ela possa crescer, pouco a pouco, com segurança e confiança em si é o melhor que o adulto pode fazer para espantar o medo de agora e os que virão pela frente. E com certeza virão! Fernanda M. de Moura Pedagoga e responsável pela Escola Infantil Espaço Crescer (Florianópolis). contato@espacocrescerfloripa.com.br


Livros adultos e infantis

Livros adultos

Por Auxiliadora Mesquita

QUE TAL CONHECER...

Lygia Fagundes Telles Essa escritora paulistana, nascida em 1923, tem um texto sofisticado mas não difícil. E sempre soube descrever situações de uma maneira profunda e singular. É dela o clássico Ciranda de Pedra, que a revelou em 1954 e que já foi adaptado para o teatro e até para a televisão. Excelente contista, você pode experimentar esse talento brasileiro com “Pomba enamorada ou Uma história de amor, e outros contos escolhidos”, uma seleção de contos feita por Léa Massima para a Editora L&PM.

Leitura compartilhada: a partir de 2 anos Leitura independente: a partir de 6 anos

Brinque-Book O GATO XADREZ, de Isa Mara Lando, com ilustração de Tatiana Paiva Como uma grande brincadeira, o gato xadrez fica listrado, quadriculado, colorido, todo enfeitado, mostrando como é gostoso se descobrir e achar seu próprio estilo.

A partir de 7 anos

OS CAÇADORES DE FANTASMAS e a assombração de fogo, de Cornelia Funke Após expulsarem o Fantasma Medianamente Pavoroso Hugo, o menino ex-desajeitado de 9 anos, Tom Tomsky, a experiente caçadora de fantasmas Eva Cidreira, e o próprio Hugo resolvem criar uma agência especializada em expulsar fantasmas de qualquer espécie: a Cidreira & Cia. Nenhum caso os apavora, até o senhor Álvaro de Prestígio, diretor do hotel de luxo Pérola da Praia, os chamarem para uma missão que parecia um tanto quanto inofensiva.

LANÇAMENTO

Agora e sempre

de Diane Keaton (Editora Objetiva) A atriz norte-americana, vencedora do Oscar e do Globo de Ouro, foi musa de Woody Allen. E é capaz de representar os tipos mais variados, sempre com sutileza e verdade. Ela utilizou essa graça e franqueza para escrever um livro sobre sua vida, incluindo sua vida pública de atriz famosa. Mas o texto vai além dessas histórias “hollywoodianas”: Diane fala da infância, de sua mãe e de sua família, de trabalho, hobbies e gostos. E fala também sobre o envelhecimento, a alegria e o amor, colocando em uma perspectiva mais ampla sua trajetória pessoal.

Aline Maciel O livro “Cada um conta de um jeito”, de Aline Maciel, ilustrado por Fabio Dudas, tem como foco principal professores, educadores e mediadores de leitura que querem se utilizar da contação de histórias em seu trabalho em sala de aula, bibliotecas, brinquedotecas ou outros espaços. Também será útil para qualquer leitor que deseje aprender a contar histórias, ou àquele que simplesmente se interesse pelos contos reunidos no livro. Trata-se de um livro objetivo e prático, um pequeno manual para o contador iniciante. CONTATO: www.ciamafagafos.wordpress.com

Fotos Divulgação/Arquivo pessoal


Nutrição e saúde

Educar • Jan/2013 17

CHEGOU O VERÃO! É hora de redobrar os cuidados com a alimentação

Com a chegada do verão e das férias, as crianças tendem a sair da rotina. Muitas vezes a alimentação muda, assim como as horas de sono e o tempo em que passam realizando atividades ao ar livre. Por isso, nessa época algumas doenças tendem a aparecer com mais frequência, como a diarreia e a desidratação. A desidratação, nessa época do ano, está geralmente relacionada ao aumento da atividade física, altas temperaturas, intoxicações alimentares e insolação. Para evitá-la, não espere seu filho sentir sede, ofereça regularmente água, água de coco e suco natural de frutas. Outros indicativos de que seu filho está apresentando um quadro de desidratação são lábios e língua secos, falta de elasticidade da pele e diminuição da urina. Lembre-se: seja na praia, no parque ou em qualquer outro local, tenha sempre uma garrafinha de água com vocês! Além disso, é fundamental oferecer alimentos saudáveis que irão manter o corpo hidratado, fornecerão energia e auxiliarão na preservação do sistema imunológico: • Ofereça frutas e legumes que contenham bastante água (melancia, abacaxi, laranja, melão, tangerina, pepino, tomate e cenoura). • Evite frituras e preparações ricas em gorduras. • Prefira alimentos assados, cozidos, grelhados e ensopados. • Prefira os alimentos integrais aos refinados. A preocupação não deve ser somente com o que seu filho

está comendo, mas também é muito importante saber onde esse alimento foi preparado e em quais condições ficou armazenado. Por isso, evite oferecer alimentos que a criança não está acostumada a consumir ou ir a lugares novos onde a limpeza do ambiente e dos funcionários deixa a desejar. Se for passar o dia na praia ou na piscina, por exemplo, prepare um lanche em casa que não precise ser mantido sob refrigeração ou prefira comprar sorvete à base de frutas de marcas conhecidas e água de coco. A má conservação e higienização no preparo dos alimentos é uma das principais causas das intoxicações alimentares que podem se manifestar com diarreia e/ou vômitos ou, em quadros mais graves, há necessidade de internação hospitalar. Então, para que suas férias não acabem antes do tempo, siga as nossas dicas e divirta-se!

Manoela Menegazzo (CRN 10 1410) e Daniela Muniz (CRN 10 1595) Nutricionistas e proprietárias da Doce Vida - Assessoria em Nutrição


Férias

Por Auxiliadora Mesquita

Naquele verão, ah, naquele verão... Todo mundo tem lembranças maravilhosas do verão. O sol brilha e o céu convida. Temos mais horas no dia para o encontro e a amizade, para a diversão e a risada. E para muitas descobertas: que criança não se lembra da visão – incompreensível – do mar. Ou do primeiro “tombo” da onda, o sal na boca e os olhos ardendo.


Educar • Jan/2013 19

Castelos de areia que não se desmancham jamais. À medida que o tempo passa, vamos acumulando mais lembranças de manhãs iluminadas e tardes compridas. Os verões da adolescência, o primeiro verão longe da família, os verões Brasil afora ou quem sabe até mais longe. E chega um dia em que você inaugura o seu próprio verão: com a família que você formou agora. Um novo ciclo de lembranças queridas vai tomando forma, lentamente. Pequeninos grãos de areia que vão se juntando para formar um castelo de memórias que seus filhos (e vocês pais, claro!) vão guardar para sempre. Esse castelo não se desmancha jamais porque vem com um ingrediente mágico, uma cola perfeita e insuperável: a companhia preciosa dos pais. Horas brincando na areia, pazinhas e baldinhos que não têm fim. O pai já meio cansado, a mãe preocupada com a hora. Mas a diversão dos pequenos? Essa parece não acabar nunca. Picolé na praia é mais gostoso. Correr na praia é mais divertido. Colo dentro d’água é ainda mais carinhoso. O amiguinho que fica olhando nossa bola colorida e chega tímido, incentivado pelos pais, parece o mais incrível acontecimento. Os avós viajam no tempo e revivem verões de outras épocas. Não é à toa que milhares de pessoas (e isso no mundo inteiro) querem dar uma escapadinha para a praia quando chegam as férias. Quando você estiver se preparando para o verão com sua família, lembre-se de todas aquelas coisas importantes: filtro solar, água, chapeuzinho. Toalha, cadeira, guarda-sol. Não pode esquecer o baldinho, a pá, a bola. Para areia quente (ui!) chinelinhos. Para não ter susto, coletinho ou boia! E a máquina fotográfica, que deixa você levar de volta para casa aquele sorriso especial ou o lambuzado do sorvete.

Mas máquina nenhuma consegue arquivar melhor nossos verões do que nossos corações e mentes. E vai ser exatamente isso que seu filhote vai fazer agora – guardar esses verões como um arquivo indestrutível da alegria em família. A memória humana é bastante imperfeita, então é provável que seus filhos troquem datas, cores , nomes. Mas eles jamais vão se esquecer da delícia desses dias. Houve um verão em São Vicente. A casa era grande com pedras na fachada. O telhado era o mais vermelho que eu já tinha visto! E uma parte das persianas da varanda envidraçada estava torta e empenada. Achei um concha enorme e fechada na praia. Lavei a areia e guardei como um tesouro. Em poucas horas, a casa inteira fedia como um esgoto e meu pais, preocupados, já pensavam em chamar o locador. Até que o culpado foi achado: minha linda e enorme concha, cujo interior tinha morrido sem nem ao menos ter virado uma bela mariscada! Não posso garantir nenhum desses detalhes: terá sido São Vicente ou Santos? Será que a concha era mesmo tão grande? Nem me lembro se fiquei triste ou só surpresa com o fato de minha concha ter “morrido”. O que eu lembro – sempre – é que os verões com minha família (em praias ou em outros lugares) foram sempre momentos alegres e inesquecíveis. O melhor do verão é não deixá-lo passar em “branco”. A cor dessas lembranças não desbota nunca. Modelo: Arthur Zimpeck Rezende Roupas: Pouca Idade Fotos: Graciela Lindner


Variedades

Do forno... Férias artísticas

Casinha feliz

Kellie, uma mãe e blogueira americana, teve uma ideia deliciosa e que vale a pena “espalhar” por aí: ela e a família combinaram de fazer 1000 casinhas de origami, em papel bem bonito e colorido, e deixar em lugares para que alguém as achasse. Dentro de cada casinha vai uma mensagem especialmente feita para trazer um sorriso a quem a encontrou. A ideia de Kellie, que posta suas aventuras de mãe em 1000homesofhappiness.com, é levar mesmo um pouquinho de felicidade a outras pessoas. Num gesto simples, criativo e bonito, as pequenas casinhas feitas por Kellie e as filhas são como presentes-surpresa na vida de quem as encontra. Já pensou em fazer algo assim com sua família?

Com as crianças em casa, é preciso se preparar para aqueles momentos de “tédio”. Nessas horas, vale o bom e velho recurso das artes. E não precisa ser nem complicado nem caro. Sugestões de atividades “vapt-vupt”: • Pintar com cotonete: numa velha bandeja de gelo vazia ponha tintas variadas. Traga cotonetes e papéis para o pequeno experimentar à vontade. Objetos que sirvam de “carimbo” também são uma boa pedida. Dê uma olhada em volta e improvise. • Colagem: papéis variados - quanto mais variado, melhor. Vale revista, papel de presente, etc. Tesoura e cola em bastão. Papel sem picar para colar em cima. Pronto – seu pequeno Matisse já pode trabalhar! • Desenho coletivo: esse é uma farra. Peça na papelaria uma folha de papel 40, ou compre uma folha do tamanho que quiser de um rolo de papel kraft. Desenrole numa mesa grande ou no chão. Traga o giz de cera e o lápis de cor. Amigos e irmãos podem ficar em volta do papel, criando, conversando e dando palpites. Você pode sugerir um tema ou não. Dentro de casa, lembre-se de forrar com jornal. Do lado de fora, lembre-os de limpar as mãozinhas antes de entrar. Vale uma musiquinha de fundo. E até um grande banho de mangueira no final!


Bia Mendes e Bellacotton juntinhas “Sans Nicole”, poster de Nicole Griffin

Todo mundo conhece as letrinhas coloridas de EVA ou de plástico, e elas são uma excelente opção de brinquedo educativo para a petizada. Mas que tal variar e oferecer materiais e texturas diferentes (e bem gostosas!) para sua criança? Um alfabeto de crochê é uma ótima ideia para ser reproduzida “ao vivo” e manipulada pelas crianças. Ou que tal encomendar alfabetos de tecido ou feltro? Podem ser simples, só cortados no próprio material. Ou podem ser feitos com enchimento, aumentando a fofice! Garantia de bons momentos de diversão - e o aprendizado das letras!

Unhas com cara de menininha

Alguns pais não ligam e até acham engraçadinho crianças pequenas com as unhas pintadas de cores “adultas”, como vermelho. Mas se você não gosta da ideia e quer deixar sua filha se divertir com esmaltes, uma boa dica é pintar as unhas de cada dedinho com cores diferentes. Com as opções de esmalte disponíveis hoje em dia, a mãozinha pode virar um arco-íris: azul claro, amarelo, verde, rosa e branco. Fica uma combinação delicada e bem moleca – como uma criança! Outra opção graciosa é pintar de uma cor neutra na base – branco, rosinha ou bege – e fazer desenhos em cima. Flores ou um petit-pois deixam tudo com cara de menininha. E vale até fazer uma carinha de menina pintada na própria unha. Lembre-se: o ideal é utilizar esmaltes próprios para crianças (menos tóxicos) e não deixar que vire uma “obrigação” de beleza da criança.

Bia Mendes trabalhava numa das maiores empresas de comunicação do sul, mas o nascimento de seu filho Eduardo mudou tudo: virou uma blogueira imperdível, com dicas e notícias essenciais para grávidas e mamães em www.agorasoumae.com.br. Além disso, Bia criou uma linha de camisetas bonitas, divertidas e criativas, que fazem a alegria de todas as futuras mamães. Agora Bia e a Bellacotton, a tradicional fabricante catarinense de produtos de higiene, estão com uma parceria e tanto: na compra de uma das camisetas Agora Sou Mãe, a cliente ganha dois brindes úteis com a qualidade Bellacotton. Não deixe de aproveitar essa novidade e dê uma passada na loja virtual da Bia! Vá lá - http://loja.agorasoumae.com.br

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Foto Juliana Stringhini

ABC’s fofinhos


Ano Novo, novos passos.

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Vitor e Vinícius

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Ana Luisa e Mariana

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