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SEMANÁRIO

Director Nuno Pitti Ferreira | 02 de Agosto de 2012 | ed. 218 | 0.50€

D.R.

INALENTEJO contrata 35 milhões de euros

O Melhor Petisco | Rua Catarina Eufémia , 14 Horta das Figueiras | 7005-320 Évora 266771284

Suplemento Mês de Agosto

Investimento O maior montante de investimento contratualizado em

simultâneo e que terá um investimento total de cerca de 35 milhões de euros e um cofinanciamento FEDER de cerca de 24 milhões de Euros é assinado hoje, nas instalações da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo. Arquivo | D.R.

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Pág.07 Se o mundo todo é ainda um palco, como queria Shakespeare (em As you like it), a verdade é que ele é hoje um palco decididamente global e complexo onde, mais do que sermos ‘meramente personagens’, nos confrontamos com o imperativo de sermos actores participantes e activos nos cenários globais. É nessa direcção que é realizada a 9ª edição do Escrita na Paisagem, festival de performance e artes da terra, subordinado ao tema cosmopolítica. D.R.

Seguro em Reguengos Pág.05 O secretário-geral do PS, António José Seguro, afirmou que as previsões da OCDE o “preocupam bastante” e considerou ser natural que os portugueses questionem “porquê tantos sacrifícios”, em declarações durante uma visita ao concelho alentejano de Reguengos de Monsaraz.

D.R.

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ERT promove Parques Temáticos do Alentejo A Turismo do Alentejo, ERT apresentou terça-feira, em Mora, aos parceiros, a imagem e a estratégia de marketing do projecto de Dinamização e Promoção Turística dos Parques Temáticos e de outros pólos de animação turística do Alentejo.

Criar e dinamizar um plano de promoção integrado que, a partir da estruturação de ofertas cruzadas, atraia mais visitantes aos parques e consequentemente contribua para o crescimento turístico da região é um dos principais objectivos do projecto.

Neste contexto, o plano promocional inclui uma forte aposta comunicacional na internet, a realização de campanhas dirigidas às escolas e a criação de parcerias com clubes de futebol, entre outras acções.


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02 Agosto ‘12

A Abrir

Joaquim Fialho

Professor Universitário

Os meses de verão sempre se traduziram no período de excelência para o gozo de férias. Face à atual conjuntura, creio que estes meses sejam desprovidos de algum sentido para um número significativo de portugueses, pelo menos, para os 15,4% de desempregados de acordo com os indicadores estatísticos divulgados esta terça-feira pelo Eurostat. Se a este contexto associarmos o aumento do endividamento dos portugueses e, por outro lado se atendermos que o aumento do número de pessoas singulares decretadas insolventes no primeiro trimestre de 2012 representava mais de metade do total das insolvências em Portugal, são dimensões que nos obrigam a repensar os nossos hábitos de consumo, com reflexo nos nossos comportamentos sociais e culturais. As férias que para muitos foram amarguradas pela ausência do subsídio de férias, ainda que o Tribunal Constitucional tenha declarado a inconstitucionalidade da suspensão do pagamento, refletem a imposição de consumirmos menos e pouparmos mais, reduzir as idas ao restaurante, privarmo-nos da frequência de espaços de lazer, passarmos mais tempo em casa, poupando em tudo o que pudermos. O país vive numa espécie de estado de “depressão coletiva” em que a austeridade se tornou num vírus que aniquila o sentido de viver e de fazer projetos para uma maioria de portugueses. Falar em férias e lazer face a um quadro como este é no mínimo masoquismo na sua essência. Pensar em cortar com a ro-

tina e desfrutar dum momento distante das práticas quotidianas tornou-se, para muitos, um privilégio. Uns dias na praia podem fazer a diferença no orçamento mensal do agregado familiar. Um viagem de lazer, ainda que em território nacional, pode traduzir-se no acentuar das fragilidades de muitas famílias. Uma ida ao restaurante pode vir a ser uma estravagância para não repetir. Mudam-se os tempos, mudam-se as práticas. As férias que nos últimos anos fizeram com que muitos portugueses se endividassem para visitar destinos de sonho, têm hoje um sabor amargo. Os orçamentos familiares, sobretudo da classe média, já não têm a flexibilidade de outrora. Os bancos, já não facilitam nem estimulam o acesso ao crédito. O regresso à vida dentro das possibilidades é uma realidade que veio para ficar. Estas férias terão, para muitos portugueses, um sabor amargo!

Pedro Henriques | Cartoonista www.egoisthedonism.wordpress.com

Férias com sabor amargo

“Escassez fiscalizadora”

“O país vive numa espécie de estado de “depressão coletiva” em que a austeridade se tornou num vírus que aniquila o sentido de viver e de fazer projetos para uma maioria de portugueses”.

Vivemos um tempo (uma sociedade) de protesto(s) !!!.. Marcelo Nuno Gonçalves Pereira Economista

São cada vez mais comuns e frequentes os apelos ao protesto dos cidadãos vindo dos mais diversos sectores. Políticos com responsabilidades, jornalistas, comentadores, autoridades civis e religiosas, figuras mais ou menos públicas, “animadores” de redes sociais, etc… o apelo ao protesto é o “pão nosso de cada dia”! O governo cortou nos subsídios? Malvados!!!... Protestem! O governo aumentou o preço dos transportes? Indecente!!!... Protestemos!!!... O governo cortou regalias sociais? Malformados! Impreparados! Proteste-se! O Estado não tem dinheiro para concluir a obra A, B, C ou D? Vergonhoso! Bandidos! Protestemos!... O país não tem dinheiro? Não aceitemos mais esta manifestação de perigosa agenda política que pretende destruir as conquistas de não sei quantas gerações! É neste clima de protesto variado e instantâneo que alguns esperam despoletar e ali-

mentar convencidos que estão a prestar um grande serviço a si próprios e às suas causas. Ainda não perceberam que o Estado (ao contrario do que nos quiseram fazer crer durante anos a fio!!!...) não tem dinheiro para fazer face a tudo? … Que não pode construir mais estradas, autoestradas, pontes, hospitais, centros de saúde, de emprego e de formação, pavilhões desportivos, estádios de futebol, piscinas, centros recreativos e culturais, e ainda por cima pagar reformas, providenciar saúde de graça para todos, educação sem custos para todos, e toda a parafernália de direitos e garantias que o Estado foi dando a todos (em razão também do medo de protestos e da necessidade de ganhar eleições)…????... Será que ainda não perceberam que o Estado afinal não pode tudo e que da forma como foi gerido não é sequer sustentável…???... Isto é que, o Estado, não tem condições de pagar sequer o elementar (os ordenados dos seus próprios funcionários) e

por isso se recorreu (tardiamente!!!!...) à ajuda externa???? Será que ainda não perceberam que continuar a viver (e a alimentar) nessa ilusão é o pior que se pode fazer, porque é o melhor contributo para continuarmos na mesma deriva de loucura e de alheamento…????... Será que ainda não perceberam que o tipo que protesta contra o aumento dos transportes em Lisboa pede exactamente o oposto do que quer transportes públicos em Coimbra (ou em Guimarães, ou em Faro)???? Será que ainda não perceberam que o tipo que grita na rua em protesto contra as novas regras do mercado laboral, exigindo mais protecção ao seu posto de trabalho, quer exactamente o contrário do jovem que grita porque quer uma oportunidade de emprego e vê fechadas as portas do mercado de trabalho…????... Será que ainda não perceberam que o que uns sentem como um direito inalienável é o oposto do que outros sentem como seu direi-

to também…???... Esquecer isto não é só mais uma mentira e uma conveniente ilusão. É uma tremenda hipocrisia e um erro capital que, enquanto povo, nos preparamos para cometer (de novo!!!...). Não é só acreditar que o Estado tudo pode e a todo o lado chega (e que caro estamos a pagar essa ilusão!!!..), é impedir o confronto natural e salutar de ideias, de perspectivas e opções. Um país que não tem dinheiro para tudo (não tem para quase nada!!!...) tem que saber, PELO MENOS, encontrar o caminho e a forma para definir as suas prioridades. E a única forma transparente e séria de o fazer é colocar em confronto as diferentes opções e ambições dos diferentes grupos que compõem a sociedade de modo a que sejam claras as opções que, enquanto povo (enquanto nação) fazemos. Com os olhos postos no futuro! Com coragem! Mas também com verdade e transparência!

Ficha Técnica SEMANÁRIO

Director Nuno Pitti Ferreira (nuno.pitti@registo.com.pt) Propriedade PUBLICREATIVE - Associação para a Promoção e Desenvolvimento Cultural; Contribuinte 509759815 Sede Rua Werner Von Siemens, n.º16 -7000.639 Évora - Tel: 266 751 179 fax 266 751 179 Direcção Silvino Alhinho; Joaquim Simões; Nuno Pitti Ferreira; Departamento Comercial comercial@registo.com.pt Redacção Luís Godinho; Pedro Galego Fotografia Luís Pardal (editor) Paginação Arte&Design Luis Franjoso Cartoonista Pedro Henriques (pedro.henriques@registo.com.pt); Colaboradores António Serrano; Miguel Sampaio; Luís Pedro Dargent: Carlos Sezões; António Costa da Silva; Marcelo Nuno Pereira; Eduardo Luciano; José Filipe Rodrigues; José Rodrigues dos Santos; José Russo; Figueira Cid Impressão Funchalense – Empresa Gráfica S.A. | www.funchalense.pt | Rua da Capela da Nossa Senhora da Conceição, nº 50 - Morelena | 2715-029 Pêro Pinheiro – Portugal | Telfs. +351 219 677 450 | Fax +351 219 677 459 ERC.ICS 125430 Tiragem 10.000 ex Distribuição Nacional Periodicidade Semanal/Quinta-Feira Nº.Depósito Legal 291523/09 Distribuição PUBLICREATIVE


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Actual

Impulso Jovem, prevê propostas de apoio à empregabilidade jovem e às pequenas e médias empresas.

Impulso Jovem - Passaportes Emprego D.R.

Candidatos com idades entre os 18 35 anos, estágios com a duração de 6 meses O Plano Estratégico de Iniciativas à Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME, designado por Impulso Jovem, prevê um conjunto de propostas de apoio à empregabilidade jovem e às pequenas e médias empresas, onde se incluem novas medidas de estágios, entre as quais o Passaporte Emprego, o Passaporte Emprego Economia Social, o Passaporte Emprego Agricultura e o Passaporte Emprego Associações e Federações Juvenis e Desportivas resultando do trabalho da Comissão Interministerial presidida pelo Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, e composta por 12 Secretários de Estado.

Serão executadas pelo IEFP, IP, que, já ontem abriu o período de candidaturas. Estes 4 passaportes emprego destinam-se a fomentar o acesso, por parte dos empre-

gadores, a detentores de novas formações e competências e, em simultâneo, melhorar o perfil de empregabilidade dos jovens que procuram emprego e promover a sua

inserção ou reconversão profissional. Estes estágios têm a duração de 6 meses. Podem candidatar-se pessoas singulares ou coletivas, de direito privado, com ou sem fins lucrativos, preferencialmente as entidades que operam no setor de bens e serviços transacionáveis, mas também nos setores agrícola, da economia social, e do associativo juvenil e desportivo. Os passaportes destinam-se a jovens das regiões Norte, Centro, Alentejo e Algarve, entre os 18 e os 35 anos, inscritos nos centros de emprego há, pelo menos, 4 meses e permitirá melhorar o perfil de empregabilidade dos jovens que procuram emprego e promover a sua inserção ou reconversão profissional e, em simultâneo, potenciar o desenvolvimento de novas competências junto dos empregadores, de forma a estimular a criação de emprego em novas áreas.

Exploração olímpica Eduardo Luciano Advogado

Entrou ontem em vigor o “novo” Código de Trabalho, celebrado por governo, patronato e seus partidos de mão. Trata- de mais um passo no aprofundamento das condições de exploração dos trabalhadores, baixando o custo do trabalho (como está no prontuário da moda dos comentadores oficiais e oficiosos). Mais dias de trabalho, menos remuneração, alteração das condições de equilíbrio contratual com evidente reforço do lado patronal, são as linhas definidoras das alterações vertidas na legislação laboral por vontade de PSD, CDS e PS no cumprimento do que assinaram com os ocupantes estrangeiros. A campanha em torno destas alterações assume contornos de verdadeiro escândalo, constituindo-se numa vergonhosa operação de convencimento, baseada no argumento de que PUB

assim se combate o desemprego e se aumenta a bendita da competitividade. Fingem desconhecer os que se prestam a esta tarefa que o estabelecido no Código do Trabalho são condições mínimas e que a luta dos trabalhadores de cada sector pode obrigar ao cumprimento de critérios bem mais justos através das convenções colectivas de trabalho. Pretendem criar, a partir da consumação da actividade legislativa, a ideia de que nada se pode fazer, de que se trata de assunto arrumado. Bem sabem que assim não é e que a capacidade de resposta do movimento sindical é determinante para que as condições de trabalham não regridam ao tempo da revolução industrial. O Álvaro (acho que é ministro) apareceu nas televisões a defender a bondade das alterações sustentando a ideia peregrina de que o emba-

ratecimento dos despedimentos seria gerador de emprego, em particular de emprego jovem. É como defender que quanto mais descartáveis forem os trabalhadores, mais trabalhadores haverá para descartar e quando forem todos descartáveis ao nível do “ponha-se na rua”, sem necessidade de mais nada do que a soberana vontade do patrão, então viveremos em pleno emprego. Pretende-se convencer, em particular os mais jovens, que a razão para o seu desemprego reside no facto dos seus pais terem emprego. Se forem eficazes nesta operação ainda teremos uma manifestação convocada via facebook onde os manifestantes reclamarão o despedimento do próprio pai e mãe, para que possam ter emprego. A ideia é verdadeiramente estúpida mas vai

fazendo paulatinamente o seu caminho, com os “Álvaros” a garantirem o acesso ao reino dos céus lá mais para a frente. Entretanto, ainda ontem se confirmou este passo no sentido do retrocesso e já ouvi carpideiras a dizerem que tais medidas poderão não ser suficientes. É a famosa insaciabilidade dos “mercados” que só poderá ser parada quando a violência da resposta for equivalente à violência da ofensiva. Se assim não for chegaremos à aplicação do conceito de trabalho forçado e, embora mantendo a proibição do despedimento sem justa causa, teremos a obrigatoriedade do trabalhador despedido indemnizar o patrão. Aproveitando os tempos desportivos que vivemos estamos a caminhar para níveis olímpicos de exploração dos trabalhadores.


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02 Agosto ‘12

Actual Turismo, cultura, reabilitação urbana, rede escolar e os equipamentos para a coesão local, são áreas apoiadas. Politica

PSD contesta decisão da AM No âmbito da Reforma da Administarção Local, o PSD de Évora apresentou uma proposta em Assembleia Municipal que foi rejeitada pela oposição. A proposta do PSD previa para o Concelho de Évora , com o objectivo da lei ser aplicada, reduzindo o n.º de freguesias a agregar, que no caso de Évora poderia significar a manutenção de mais 1 freguesia rural: - 3 freguesias urbanas, em vez das actuais 7, devendo uma delas corresponder ao território do Centro Histórico e 2 resultantes da agregação das actuais 4 freguesias extra – muros; - 10 freguesias rurais, em vez das actuais 12, devendo a agregação ser efectuada com base em critérios de proximidade, acessibilidades, fluxos económicos, identidade cultural, etc. A rejeição da proposta apresentada pelo PSD, significa: “1) a manutenção de um menor número de freguesias rurais; 2) a impossibilidade das freguesias agregadas verem os seus orçamentos reforçados; 3) que a definição do território será uma decisão administrativa, quando deveria caber, em 1.ª instância, aos responsáveis políticos eleitos democraticamente”. PUB

INALENTEJO apoia 19 entidades Operação Limpeza e reprogramação do QREN permite maiores apoios O maior montante de investimento contratualizado em simultâneo e que terá um investimento total de cerca de 35 milhões de euros e um co-financiamento FEDER de cerca de 24 milhões de Euros é assinado, hoje, pelas 12 horas, nas instalações da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo entre a Autoridade de Gestão do INALENTEJO e dezanove entidades da área abrangida pelo Programa Operacional. Os dezanove contratos de financiamento que vão ser assinados referem-se a áreas como o turismo a energia, a ciência e tecnologia, a cultura, a reabilitação urbana, a rede escolar e os equipamentos para a coesão local. Esta assinatura de contratos de financiamento marca o regresso ao normal funcionamento dos trabalhos da Autoridade de Gestão do INALENTEJO, isto depois de uma paragem motivada pela Operação Limpeza e Reprogramação Estratégica do QREN, após se encontrarem reunidas as necessárias condições neste sentido.

Os contratos que vão ser assinados referem-se a compromissos que tinham sido assumidos pela Autoridade de Gestão do Programa antes da reprogramação do QREN. Com estas assinaturas a Autoridade de Gestão do INALENTEJO não só assinala o regresso ao normal funcionamento do plano traçado, como mostra

D.R.

que com a reprogramação estratégica do INALENTEJO, tem os meios para continuar a apoiar os projectos de investimento existentes, nas suas diversas dimensões: económica, cultural, social, turística, entre outras e que esta Região vai continuar a dispor de mecanismos de apoio e de promoção do desenvolvimento regional.


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Actual

Seguro participou numa sessão no município de Reguengos de Monsaraz e visitou a cooperativa Carmim.

Seguro em Reguengos de Monsaraz D.R.

“Governo não vai sequer cumprir as metas da redução do défice” O secretário-geral do PS, António José Seguro, afirmou que as previsões da OCDE o “preocupam bastante” e considerou ser natural que os portugueses questionem “porquê tantos sacrifícios”. Em declarações durante uma visita ao concelho alentejano de Reguengos de Monsaraz, o líder do PS disse que, apesar dos “sacrifícios” pedidos aos portugueses, “neste momento, nem sequer o objetivo principal, que é a redução do défice, o governo vai conseguir com a sua receita”. António José Seguro reagia ao relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a economia portuguesa divulgado na quinta-feira e que aponta para uma recessão em 2012 e 2013 e que o défice seja superior ao previsto no programa de ajustamento nestes dois anos. Os dados da OCDE, “vêm de acordo com aquilo que eu tenho vindo a dizer já há muitos meses, quando o governo apresentou o orçamento para este ano”, lembrou. “Eu tive oportunidade de dizer que o caminho escolhido pelo governo era um PUB

caminho de austeridade a qualquer custo e que isso iria corresponder a mais desemprego, e nós temos a taxa mais elevada de desempregados que há na nossa história, e a menos economia”, afirmou. “Ainda por cima”, prosseguiu, “neste momento há um grande risco de que a re-

ceita do governo, que pediu tantos sacrifícios aos portugueses, não venha a atingir o seu objetivo fundamental, que é um défice de 4,5 por cento”. Por isso, segundo o líder socialista, “é natural que os portugueses em sua casa perguntem porquê tantos sacrifícios?”.

Quanto ao Orçamento do Estado para 2013, António José Seguro observou que compete ao executivo PSD/CDS-PP apresentar a sua proposta, garantindo que o PS, “com grande sentido de responsabilidade e de alternativa, olhará para a proposta do governo”. O lider do PS considerou ainda que o governo, em particular o primeiro-ministro, “deve concentrar-se em mudar de caminho, em colocar o emprego e o crescimento económico no topo das prioridades e em dar respostas aos problemas dos portugueses”. A função de um primeiro-ministro, segundo Seguro, “é olhar para os elevados sacrifícios que os portugueses estão a passar por sua opção e ajudar os portugueses num momento difícil”. O secretário-geral do PS reiterou que a sua proposta “é colocar Portugal a fazer uma boa consolidação das contas públicas, com rigor e com disciplina orçamental, mas colocando o emprego e o crescimento económico no topo das prioridades”. António José Seguro participou numa sessão solene no município de Reguengos de Monsaraz e visitou a cooperativa Carmim, bem como três das 22 olarias do Centro Oleiro de São Pedro do Corval antes de participar na Gala do Cante Alentejano na vila medieval de Monsaraz.


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02 Agosto ‘12

Actual O plano inclui aposta na internet, campanhas dirigidas às escolas e a criação de parcerias com clubes de futebol. Saúde

HESE e Benguela

D.R.

Imagem e estratégia de marketing dos Parques Temáticos D.R.

Para criar e dinamizar plano de promoção integrado com ofertas múltiplas O Hospital do Espírito Santo de Évora e o Hospital Provincial de Benguela, em Angola, assinaram ontem um protocolo de cooperação, que visa estreitar relações entre as duas entidades na área do ensino dos profissionais de saúde. Este protocolo resulta de uma aproximação crescente entre os dois países, através de intercâmbios na área de enfermagem, que decorreram ao longo dos últimos dois anos, promovidos e financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian. Desta forma, os dois hospitais vão promover relações de intercâmbio nos domínios técnico científicos, através da formação permanente, de colóquios, da investigação e de serviços à comunidade, ou com outros programas nacionais ou internacionais de interesse mútuo. PUB

A Turismo do Alentejo, ERT apresentou terça-feira, em Mora, aos parceiros, a imagem e a estratégia de marketing do projecto de Dinamização e Promoção Turística dos Parques Temáticos e de outros pólos de animação turística do Alentejo. Criar e dinamizar um plano de promoção integrado que, a partir da estruturação de ofertas cruzadas, atraia mais visitantes aos parques e consequentemente contribua para o crescimento turístico da região é um dos principais objectivos do projecto. Neste contexto, o plano promocional inclui uma forte aposta comunicacional na internet, a realização de campanhas dirigidas às escolas e a criação de parcerias com clubes de futebol, entre outras acções. A estratégia integra ainda uma componente de relações públicas e de estimulo à comercialização a ser desenvolvida nos parques e destinada aos opera-

dores. “O Alentejo continua na linha da frente. O projecto cuja imagem hoje analisamos com os parceiros comprova, uma vez mais, que o fortalecimento das sinergias com os agentes privados é fundamental para projectar e dignificar um destino”,

atesta António Ceia da Silva, Presidente da Turismo do Alentejo, ERT. Badoka Park, Fluviário de Mora, Monte Selvagem, Amieira Marina e Centro de Interpretação da Batalha de Atoleiros são os parceiros do projecto desenvolvido pela Entidade Regional de Turismo.


Programação Agosto

COSMOPOLÍTICAS

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02 Agosto ‘12

CINEMA NO LARGO Largo de São Vicente, Évora

22.00h

TODAS AS 3ªs FEIRAS O programa Cinema no Largo convida músicos para tocar, ao vivo e a cores, uma nova banda sonora para filmes que vale a pena (re)descobrir. O cinema projecta imagens de sítios distantes e conta-nos histórias que tanto podem ser ficção como adaptações da realidade. Transporta-nos para outros lugares, habitados por personagens desconhecidas, cujas emoções e experiências passam a fazer parte da nossa vida e das nossas memórias e constroem nosso conhecimento sobre o mundo que nos rodeia. E isto sem que tenhamos de sair do mesmo lugar ou olhar para outra coisa que não uma tela! Essa tela que o Festival Escrita na Paisagem traz, todas as terças-feiras, para o Largo de São Vicente.

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LINGUAGENS SONORAS DE NUNO VEIGA para o filme De manhã à noite (1920)

2pt3

Nuno Veiga aborda De manhã à noite de uma forma peculiar. A história do filme — um caixe de um banco assalta-o e foge desesperado pela cidade — cruza-se, através da banda sonora, com excertos de textos sobre banca, economia, sociedade. De tratados de economia à ficção pessoana do Banqueiro anarquista, a provérbios e outras vozes correntes, esta abordagem propõe uma re-leitura do século XXI deste quase esquecido filme expressionista de 1920.

ÁFRICA MOVE Largo de São Vicente, Évora

22.00h

TODAS AS 4ªs FEIRAS O Festival Escrita na Paisagem apresenta, todas as quartas-feiras, o programa África Move que junta, no mesmo palco, músicos de várias nacionalidades e vários estilos. A música de raízes africanas é o idioma comum desta viagem sonora entre a tradição e a modernidade, as culturas locais e a condição global que estimula as misturas e as novas interpretações. É esse o cruzamento dos sons que vibram no ouvido de toda a gente, compondo na mesma pauta identidades, diferenças e um pezinho de dança. África Move? Então, mexa-se! O projecto África Move acontece todas as quartas-feiras, de Julho a Agosto, no âmbito da parceria entre a Colecção B/ Festival Escrita na Paisagem e o Mural Sonoro.

01 Praça do Giraldo, Évora 22.00h

Selma Uamusse + Cacique '97

2moz/pt3

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MÚSICA DE MORTO 2pt3

Selma Uamusse abre a noite com um concerto de homenagem a Nina Simone. E depois sobe ao palco o colectivo luso-moçambicano Cacique ’97, o afrobeat a tomar conta da noite, com calor e ritmo!

para o filme Empire (1964)

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Na estreia da versão integral de Empire, com 8 horas, de Andy Warhol, espectadores saíram da sala gritando: “Este filme não é divertido! Este filme não se move! Queremos o nosso dinheiro de volta!” Ontem como hoje, este filme não diverte, não se move enquanto capta a imagem do emblemático edifício novaiorquino de 448 metros. Ou move? A música de Morto (alter ego de André Pinto) procura aproximar-nos da imagem, entre o silêncio ensurdecedor e o ruidoso vazio sonoro. E apetece lembrar: e no entanto, move-se…

Djumbai Jazz

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MÚSICA DE CELINA DA PIEDADE e ALEX 2pt3 para o filme A Felicidade (1934)

O filme de 1934, do realizador russo Alexandre Medvekine, narra com sentido de humor a história de um homem que procura a Felicidade. E não a procuramos nós também? Pois não será difícil, já que contamos com a música de Celina da Piedade (concertina) e com o serrote sonoro de Alex, a garantir a mais plena felicidade.

2gnb3

O grupo formado por quatro músicos traz, ao Largo de São Vicente, um concerto intimista cheio de ritmo e da alegre sonoridade da Guiné-Bissau .

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Irmãos Makossa

2it/ago3

O duo Irmãos Makossa, “autodidactas da procura de raridades”, juntam Itália e Moçambique num ambiente sonoro contagiante, cruzando as suas raízes e referências musicais.

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DJ Tiago Angelino

2pt3

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O DJ Tiago Angelino dá som a esta noite com um set em que se misturam sonoridades da “África Lusófona” (Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe) e da ‘África Negra’ (como o Mali).

MÚSICA DE LUÍS ANTERO 2pt3

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para Curtas sobre Agricultura

Luís Antero, músico que se dedica às recolhas fonográficas do ambiente rural e ao arquivo das mesmas, vem ao Largo semear um concerto para várias curtas sobre agricultura. Cabe-lhe a si colher os sons!

Marco Fernandes e Jaime Reis + DJ Tiago Angelino 2pt3

Os percursionistas Marco Fernandes e Jaime Reis apresentam a obra Percussion and tape commissioned by Frankfurt Ballet, dance entitled “Walking Music”. Logo de seguida um DJ set de Tiago Angelino encerra a noite em ambiente de festa.


Agosto Instalação

HENRIQUETA, uma cartografia íntima

3 11 21.30h 3 23.30h

Susana Mourão e Marta Lucas

África Move

Atelier de Bolachas e Biscoitos

(excepto à segunda-feira) 3as e 4as das 19h às 21h

01 22.00h Praça do Giraldo, Évora 03 3 04 18.00h 3 21.00h

DOM FARELO por essa estrada fora

DOMINGO RURAL

Dom Farelo

Commedia dell’arte e cultura popular brasileira Veronica Risatti 2br/it3 e Joice Aglae Brondani 2br3

Curso de danças populares brasileiras

Joice Aglae Brondani 2br3

Música de NUNO VEIGA 2pt3 para o filme De manhã à noite África Move

DJUMBAI JAZZ

05 13.00h

06 3 11

ESCOLA DE VERÃO

Formação

2gnb3

OCCUPY

Igreja de São Vicente, Évora Preço: €5 / €3 estudantes e desempregados

Monte do Quiosque, Azaruja Reserve antecipadamente o seu lugar! N 266704236 N 919306951 Ou colb@escritanapaisagem.net N Preço: €10

Igreja de São Vicente, Évora Preço: €50 geral N €25 estudantes e profissionais das artes

N 10.00h 3 14.00h N 16.00h 3 20.00h

Inscrições até dia 4 de Agosto

Inscrições até dia 4 de Agosto

07 22.00h

Largo de São Vicente, Évora

08 22.00h

Largo de São Vicente, Évora

2 filmes de Oliver Ressler sobre Desobediência

14 19.00h

Música de MORTO 2pt3 para o filme Empire

14 22.00h

Largo de São Vicente, Évora

15 22.00h

Largo de São Vicente, Évora

16 22.00h

Largo de São Vicente, Évora

Práticas Documentais / Práticas Documentadas

Cinema no Largo

Largo de São Vicente nº 8 de São Vicente, Évora

SELMA UAMUSSE + CACIQUE’ 97

Encontro

Cinema no Largo

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IRMÃOS MAKOSSA

África Move

Teatro/Dança

2it/ago3

ZANXÓSSI

Veronica Risatti 2br/it3 e Joice Aglae Brondani 2br3

OFICINA DE PAPEL VERDE

Formação

Os papéis da cultura e a cultura dos papéis

16

Igreja de São Vicente, Évora

Monte do Quiosque, Azaruja Preço: €5 geral N €3 estudantes e profissionais das artes

Ana Martins 2pt3

BABA ANTROPOFÁGICA

17 22.00h

Do it Yourself/Faça Você Mesmo - O Festival

18 18.00h

DOMINGO RURAL

19 13.00h

Performance Multimédia

Universidade Federal Uberlândia2br3 e Colecção B 2pt3

Laboratório de Ideias

Encontro

Veronica Risatti

ESCOLA DE VERÃO

Formação

DIÁRIO DE ADÃO E EVA

21 3 24

Pedro Caeiro 2pt3

Música de CELINA PIEDADE e ALEX 2pt3 para o filme A Felicidade

Cinema no Largo

África Move

Residência Artística

22 22.00h

MARIA STANKOVA

2bg3

23 22.00h

Igreja de São Vicente, Évora Preço: €50 geral N €25 estudantes e profissionais das artes Inscrições até dia 6 de Agosto

Largo de São Vicente, Évora

Largo de São Vicente, Évora Igreja de São Vicente, Évora Preço: €5 geral N €3 estudantes e desempregados

24 22.00h

Igreja de São Vicente, Évora

A QUIMERA DO OURO

25 22.00h

Largo de São Vicente, Évora

28 22.00h

Largo de São Vicente, Évora

José Rodrigues dos Santos e Colecção B 2pt3

Música de LUÍS ANTERO para Curtas sobre Agricultura Performance/Escola de Verão

PANTS!

MMU Cheshire 2uk3 Curso de Teatro Contemporâneo e Performance

Marco Fernandes e Jaime Reis + DJ Tiago Angelino

Teatro de Marionetas

Reserve antecipadamente o seu lugar! N 266704236 N 919306951 Ou colb@escritanapaisagem.net N Preço: €10

DIÁRIO DE ADÃO E EVA - Apresentação Cine-Performance

África Move

21 22.00h

2pt3

Pedro Caeiro 2pt3

Cinema no Largo

Monte do Quiosque, Azaruja

Monte do Quiosque, Azaruja

DJ TIAGO ANGELINO

Concerto/Performance

Igreja de São Vicente, Évora

20 3 21 18.00h 3 21.00h

Maria Stankova 2bg3

Residência Artística

Igreja de São Vicente, Évora

UN BABALAÔ MI HA RACCONTATO CHE...

Bottega Buffa CircoVacanti 2br3 e Burattini di L. Gottardi 2it3

2pt3

28 3 29 2pt3

28 3 23.00 Igreja de São Vicente, Évora 29 3 20.00 Preço: €5 geral N €3 estudantes e desempregados

29 22.00h

Largo de São Vicente, Évora

30 3 31 22.00h

Igreja de São Vicente, Évora Preço: €5 geral N €3 estudantes e desempregados


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ESCOLA DE VERÃO 06 N 11 AGOSTO

Uma andorinha não faz a primavera, mas será que uma Escola pode fazer o seu Verão? Este ano, o Festival Escrita na Paisagem tem 3 cursos abertos à participação de todos os interessados com mais de 15 anos. Se quiser aproveitar as férias para aprender uns passos das danças populares brasileiras ou pisar o palco do teatro de máscaras da Commedia dell’Arte, inscreva-se! Entre 6 e 11 de Agosto, Joice Aglae Brondani e Veronica Risatti, da Cia Buffa de Teatro (Brasil) e da Bottega Buffa CircoVacanti (Itália), respectivamente, vão estar por Évora, na Igreja de São Vicente, para partilharem conhecimentos e técnicas.

O mês de Agosto do Festival Escrita na Paisagem é tradicionalmente dedicado à formação, contexto no qual a Escola de Verão tem ocupado uma posição exemplar. Este ano não quisemos que fosse excepção e as propostas de excelência são abrangentes, destinadas a públicos diversos, garantindo a abertura a comunidades alargadas. Mas nem só de formação se faz a Escola. Prolongando uma colaboração estreita com a Universidade Metropolitana de Manchester, recebemos na Igreja de São Vicente a performance Pants!, um trabalho de alunos do Curso de Teatro Contemporâneo e Performance daquela universidade. Uma oportunidade para re-pensar as formações, numa cidade universitária em que as fronteiras entre o que fica dentro e fora de muros parecem por vezes conduzir a silêncios eloquentes.

Entre 20 e 21 de Agosto, pode ainda participar no workshop de técnicas vocais de Maria Stankova, performer vocal que cruza, na sua prática, poesia sonora e canto numa aliciante multiplicidade de registos.

Igreja de São vicente, évora

COMMEDIA DELL’ARTE

20 N 21 AGOSTO

28 N 29 AGOSTO

CURSO DE DANÇAS POPULARES BRASILEIRAS

WORkShOP DE TéCNICAS vOCAIS

MMU Cheshire 2uk3 Curso de Teatro Contemporâneo e Performace

Joice Aglae Brondani 2br3

Maria Stankova 2bg3

16.00h N 20.00h

16.00h N 21.00h

INSCRIÇÕES ATÉ DIA 4 de AGOSTO

INSCRIÇÕES ATÉ DIA 6 de AGOSTO

Veronica Risatti 2br/it3 e Joice Aglae Brondani 2br3

10.00h N 14.00h INSCRIÇÕES ATÉ DIA 4 de AGOSTO

Igreja de São vicente, évora

Igreja de São vicente, évora

PANTS!

Dia 28 3 23.00h Dia 29 3 20.00h Preço: €5 geral N €3 estudantes e desempregados

FICHA TÉCNICA Direcção Artística e de Programação 3 José Alberto Ferreira Coordenação de Produção 3 Inês Pinelas Voluntariado 3 Ana Saloio, Carla Martins, Joana Palhinha, Nuno Rosmaninho, Marisa Veiga Comunicação e Multimédia 3 Carlos Silva Comunicação 3 Joana Ricardo Produção de Conteúdos 3 Mariana Mata Passos Direcção Técnica 3 Nando Zâmbia Design Gráfico 3 NuvemK Web Design 3 Fernando Gomes & Edoardo Brachetti Escrita na Paisagem - festival de performance e artes da terra é um projecto Colecção B, associação cultural Estrutura Financiada por Governo de Portugal, Secretário de Estado da Cultura, Direcção-Geral das Artes Projecto Associado Divina Commedia — Myllyteatteri, Culture Program of European Union Parcerias Fundação Eugénio de Almeida; CHAIA da Universidade de Évora; Soraia Simões / MURAL SONORO (projecto África Move); Auditório Soror Mariana; Tribunal da Relação de Évora; SOIR - Joaquim António D'Aguiar Apoios Municipais Câmara Municipal de Évora (Festival Terras do Sol, InAlentejo 2007-2013, União Europeia) e Câmara Municipal de Vila Viçosa Apoios Media Semanário O Registo, DianaFm Apoios Comercias Hotel D.Fernando - Grupo Barata; Túnel Restaurante e Bar Agradecimentos: Ana Dias, pela cedência graciosa do Monte do Quiosque

www.escritanapaisagem.net N Siga-nos no Facebook! O Secretário de Estado da Cultura reconhece, no âmbito da lei do Mecenato e do Estatuto dos Benefícios Fiscais, o interesse cultural da programação da Colecção B - Associação Cultural.

ESCRITA NA PAISAGEM - FESTIVAL DE PERFORMANCE E ARTES DA TERRA Em 2012 o tema é COSMOPOLíTICAS, um programa em busca do local e do global, da identidade e da alteridade!

Preço: 50€ geral N 25€ estudantes e profissionais das artes N Inscrições: colb@escritanapaisagem.net ou 266 704 236 N 932 514 80

As três primeiras respostas certas recebem um CD oferecido pelo Festival Escrita na Paisagem! Envie-nos a sua resposta para colb@escritanapaisagem.net Verticais 1 NTema do Festival Escrita na Paisagem 2012 2 N Espectáculo de Joice Aglae Brondani e Veronica Risatti 3 N Que instrumento toca Celina da Piedade? 6 N Nacionalidade de Maria Stankova 7 N A ... do ouro, de Charles Chaplin 8 N Quem anda pela estrada fora? Horizontais 4 N Concerto de 15 de Agosto 5 N Nome da associação cultural que organiza o Festival Escrita na Paisagem 9 N Qual o nome da praça onde tocam os Cacique '97 10 N Programa das quartas-feiras 1

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Radar

Mais de 3 mil voluntários adultos, preparam e executam as atividades, a partir deste fim-de-semana.

17 mil Escuteiros no ACANAC D.R.

Maior evento Escutista da história de Portugal de 4 a 10 em Idanha-a-Nova

Numa área de 79 hectares (o equivalente a 79 campos de futebol), cerca de 14 mil jovens irão estar reunidos a escuteirar (é escuteirando que os Escuteiros crescem e se desenvolvem para a vida), acompanhados por perto de 3 mil voluntários adultos, que preparam e executam as atividades, a partir deste fim-de-semana. A população de Idanha-a-Nova irá crescer 117% durante uma semana, local onde, para além de escuteiros nacionais, serão recebidos mais de uma centena de escuteiros estrangeiros de várias nacionalidades. Em campo, os jovens terão de desempenhar uma série de tarefas, preparadas e planeadas por eles próprios. Irão construir o seu alojamento para esses dias, irão cozinhar, limpar e manter as instalações, participar em inúmeras atividades propostas pela equipa de organização, que passam por caminhadas, jogos, ateliês, tudo isto visando potenciar o seu crescimento em todos os aspetos do seu desenvolvimento individual: físico, afetivo, de carácter, espiritual, intelectual e social. Para tal serão montadas cerca de 3.400 tendas. Durante a semana de acampa-

Com o lema: “Educar para a Vida”, recentemente adotado pela OMME (Organização Mundial do Movimento Escutista – www.scout.org) e que bem responde à questão «que pretende/faz o Escutismo?», tendo sido adotado pelo CNE, que lhe adicionou uma nova palavra – ESCUTEIRAR – que pretende transmitir a alegria e o empenho que são características comuns a todos os escuteiros.

Sobre o CNE- Corpo Nacional de Escutas

mento serão distribuídas 306 mil refeições. Serão também criadas, especificamente para o encontro, infraestruturas próprias para garantir o sucesso da atividade. Entre elas existirá uma central própria de recolha, separação e triagem do lixo, bem como água garantida por captação própria e dois reservatórios de 400 e

350 mil litros. Existirá também um hospital central de campo, acompanhados por 4 enfermarias. Teremos também uma zona central, denominada Ágora, onde irão estar exposições de vários parceiros, bem como de todas as 20 regiões que compõem o Corpo Nacional de Escutas (CNE).

O Corpo Nacional de Escutas é a maior associação juvenil portuguesa, inserida e enquadrada no maior movimento juvenil mundial. Em Portugal conta com um efetivo de cerca de 60 mil jovens e 13 mil adultos. É uma associação de juventude sem fins lucrativos, não política e não-governamental, destinada à formação integral de jovens dos 6 aos 22 anos de idade, baseado na adesão voluntária a um quadro de valores expressos na Promessa e Lei escutistas, através de um método original que permite a cada jovem ser protagonista do seu próprio crescimento, para que se sinta plenamente realizado e desempenhe um papel construtivo na sociedade. Está implantado através de mais de 1100 agrupamentos locais e estruturas intermédias espalhados por todo o continente e regiões autónomas

Cidade integradora Miguel Sampaio Livreiro

Há uma cidade que ocupa um espaço e dentro desse espaço, habitam múltiplas cidades, várias formas de ver e sentir e entender o mundo. São essas cidades que coabitando, dão corpo e sentido à cidade território. Ouvi alguém que prezo, dizer que a polis é como um guarda chuva matricial, algo que confere proteção aos seus habitantes, um espaço identitário que se sobrepõe às diferenças e proporciona segurança. Vejo-a mais como um velho sobretudo que ganha os contornos do corpo que cobre, pelo uso, pela utilização, pela dinâmica do uso. PUB

Gosto da ideia de cidade integradora, de um espaço de acolhimento, onde todas as diferenças desaguam e interagem. Acreditando, como acredito, na premissa da cidade continente de infindas cidades, se calhar tantas, quantos os seus habitantes. Gosto de idealizar um espaço que funcione como um esperanto, uma língua comum a diferentes expressões, um ponto de encontro. Para que tal seja possível, é necessário que o poder político, qualquer que seja, assuma uma gestão transparente, em que as pessoas sejam informadas, em que os cidadãos sejam

chamados a participar de forma ativa na discussão dos rumos que a cidade toma. Transparência gera confiança e participação e, agora que os recursos são cada vez mais escassos, é bom que a população tenha conhecimento do que passa nos gabinetes, é bom que seja chamada a participar e a coresponsabilizar-se pelos escolhas políticas. Não existe uma cidade integradora, com um poder autista, não existe uma cidade sem cidadãos participantes na vida pública. Tomemos por exemplo a oferta turística de Évora. Se a cidade não se virar para os seus

habitantes, se não investir na qualidade de vida dos seus habitantes, se não exigir dos seus habitantes uma participação activa, na vida cultural, económica, da cidade, se esta não for viva… o que nos distinguirá de Conimbriga, ou do jardim zoológico, em que chegam bandos de turistas que tiram fotografias e correm de ruina em ruina e se vão embora… até porque as pedras veem-se e, estão vistas. As cidades não… É importante a discussão aberta a todos sobre a cidade que pretendemos para nós e para os nossos filhos, aqueles que não emigrarem claro está.


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Radar Este ano será estudada e interpretada a “Missa Cantate Domino” a 8 vozes, de Duarte Lobo. 85 Um olhar antropológico José Rodrigues dos Santos* Antropólogo

A causa perdida dos incêndios: 1- O abandono Todos temos sentido a emoção e a revolta perante os desastres que representam os incêndios florestais em Portugal, essa série insuportável de acontecimentos: perdas de áreas cobertas de floresta, de habitações e muitas vezes, perda de vidas. O que mais desespera o cidadão comum é que apesar do aumento de meios, do agravamento dos custos envolvidos, a situação piora constantemente: mais bombeiros, mais equipamento terrestre e aéreo. Unidades especiais foram criadas na GNR para ajudar no combate aos incêndios e o Exército foi chamado a cooperar. O número de incêndios e a sua gravidade (áreas queimadas) não só são insensíveis ao acréscimo de meios, como continuam a aumenta em enormes proporções. Nada se revela capaz de parar a progressão da gravidade dos incêndios. Não faltam estudos que estabelecem a sequência dos factos relacionados com as florestas em Portugal. Em primeiro lugar, a insistência em padrões de plantação altamente sensíveis ao fogo, como as monoculturas de pinheiro bravo e do eucalipto. Em segundo lugar, e sem dúvida mais decisivo, o desmoronamento das sociedades camponesas, com as grandes vagas de emigração dos anos 60-70. As populações que utilizavam e cuidavam dos espaços arborizados exerciam sobre eles uma pressão enorme. Os matos (tojos, fetos, giestas, etc.) eram roçados, utilizados para as camas dos animais, lenha seca era apanhada até ao último pedaço, a caruma e as pinhas serviam para fornos… A pressão sobre o meio vegetal era tal que na segunda metade do século XIX e primeiras décadas do século XX a erosão era dramática e o intenso assoreamento da foz dos rios disso testemunha. Com o desmoronar das sociedades camponesas, levadas pela emigração para as cidades do litoral ou o estrangeiro, a vegetação foi acumulando uma massa enorme de combustíveis que torna os incêndios, quando se produzem, incontroláveis. Pois é esta a segunda “causa perdida” nas nossas memórias: o abandono das zonas rurais. Sendo impossível um regresso ao passado e a um repovoamento rural denso, que soluções existem? José Rodrigues dos Santos Antropólogo, Academia Militar e CIDEHUS, Universidade de Évora 09 de Julho 2012 jsantos@uevora.pt

XV Jornadas Internacionais escola de Música da Sé de Évora D.R.

Contactos e as inscrições podem ser feitas junto da Associação Musical de Évora A Associação Eborae Mvsica promove, entre 4 e 7 de Outubro as XV Jornadas Internacionais “Escola de Música da Sé de Évora”. O programa integra uma Conferência por Paulo Estudante e Concertos, no dia 6, pelo “Officium – Grupo Vocal”, direção de Pedro Teixeira e por “Contrapunctus” (Inglaterra), direção de Owen Rees e, no dia 7, o Concerto de Encerramento pelos participantes. Os ateliers são orientados por: Peter Phillips, Armando Possante e Paulo Lourenço, com acompanhamento ao piano por Nicholas McNair. As inscrições ainda estão abertas. Este ano será estudada e interpretada a “Missa Cantate Domino” a 8 vozes, de Duarte Lobo, numa iniciativa que tem como objetivos divulgar o espólio da Escola de Música da Sé de Évora (sécs. XVI e XVII), (Frei Manuel Cardoso, Duarte Lobo, Diogo Dias Melgaz, Estêvão Lopes Morago, etc…); dar a conhecer formas de abordagem diferentes deste reportório; aprofundar técnicas vocais de interpretação; criar um espaço de intercâmbio de saberes, vivências e culturas; criar um espaço de abertura à participação da Comunidade. Os destinatários são Diretores de Coros, Membros de Coros, Profissionais e Amadores de Canto, Professores de Educação Musical e outros interessados. O programa das XV Jornadas Internacionais inclui a realização de Concertos, na Sé de Évora, no dia 6, às 18h30, pelo “Officium – Grupo Vocal”, direção de Pedro Teixeira e dia 6, às 21h30, por “Contra-

punctus” (Inglaterra), direção de Owen Rees e no dia 7, às 17h00, o Concerto de Encerramento (Coro Polifónico Eborae Mvsica, direção de Pedro Teixeira, e Coro dos Participantes, direção de Peter Phillips, Armando Possante e Paulo Lourenço. No dia 4, às 10h15 realiza-se, no Convento dos Remédios, a Conferência pelo Professor Paulo Estudante “ Vozes e charamelas no seio das igrejas ibéricas dos séculos XVI e XVII”, com entrada livre e, às 14h15, uma Visita guiada pelo Dr. Jorge Raposo ao Museu de Arte Sacra (antigo Colégio dos Moços da Sé de Évora) e obras dos Arquivos da Sé de Évora. Os contactos e as inscrições podem ser feitas para Associação Musical de Évora -

Eborae Mvsica, Convento dos Remédios, Av. S. Sebastião, Apartado 2126, 7001 - 901 Évora, Portugal. E-mail eboraemusica@ mail.evora.net, felef: (+351) 266 746 750, fax: (+351) 266 701, www.eborae-musica. org. A Associação Eborae Mvsica é uma estrutura financiada pela Secretaria de Estado da Cultura (Direcção Regional da Cultura do Alentejo e Direcção Geral das Artes). Tem o Apoio da Câmara Municipal de Évora. Esta iniciativa tem o apoio do Cabido da Sé, Universidade de Évora, Fundação Eugénio de Almeida, Caixa Geral de Depósitos, Cafés Delta, Antena 2, Diário do Sul, Semanário Registo e Rádio Diana.

Conservação do Lince Ibérico Portugal e Espanha cooperam na luta contra a extinção do Lince “A conservação do lince ibérico é uma prioridade”, garantiu nesta segunda-feira o secretário de Estado do Ambiente espanhol, de visita ao centro de reprodução no Parque Nacional de Doñana. Este ano nasceram em cativeiro 44 animais em Portugal e Espanha. O secretário de Estado do Ambiente espanhol sustentou que os resultados da reprodução em cativeiro em 2012 “foram aqueles que mais êxito tiveram até ao momento”: 44 crias nos centros de El Acebuche (Huelva), Zarza de Granadilla (Cáceres), La Olivilla (Jaén) e Silves (Portugal). No centro português sobreviveram 17 animais. Desde o início do programa de reprodução em cativeiro, em 2004, um total de 116 crias foram integradas no programa de reprodução ou libertadas na Serra Morena, pela Junta de Andaluzia. Em 2012, há 122 linces a viver em cativeiro em todos os centros; destes 62 são machos e 60 são fêmeas. Há cerca de um ano a Comissão Euro-

D.R.

peia aprovou o projecto Iberlince (em vigor de 1 de Setembro de 2011 a 31 de Agosto de 2016). Através do programa Life+, este projecto orçado em 34 milhões de euros visa aumentar o número das únicas duas populações reprodutoras do planeta, na Serra Morena e em Doñana.

Além disso, o projecto proposto pela Junta de Andaluzia quer estabelecer quatro novas populações de lince, com cinco fêmeas cada uma, em locais onde a espécie já existiu: Andaluzia, Castilla-La Mancha, Estremadura espanhola e Portugal. O objectivo é identificar áreas com recursos naturais suficientes para a posterior reintrodução da espécie. Desde 2002, o lince-ibérico (Lynx pardinus) está classificado como criticamente em perigo de extinção na Lista Vermelha da UICN. A redução drástica das populações de coelho-bravo, por causa de duas doenças, a mixomatose (surgida na década de 1950) e a febre hemorrágica viral (década 1980), é apontada como a maior ameaça ao lince. Mas não a única. A sua situação é explicada ainda pela destruição do habitat - o matagal mediterrânico -, pela perseguição directa e por atropelamentos. Neste momento, a saída do lince-ibérico da lista das espécies criticamente em perigo de extinção está a ser ponderada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), devido aos esforços de conservação na Andaluzia. Se o estatuto mudar, o lince-ibérico passará para espécie em perigo de extinção.


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Radar

“O projecto tenta desenvolver as aldeias e dar-lhes alguma inovação em várias áreas”, afirma José Manuel Grilo.

Aldeias Ribeirinhas do Grande Lago de Alqueva D.R.

A ideia é tentar inverter a tendência para o despovoamento no interior. Pela primeira vez, licenciados de várias áreas viram os seus conhecimentos serem postos em prática. Para isso, durante nove meses, fizeram uma espécie de “visita de estudo” a Querença, ambientaramse, conheceram os habitantes e as suas tradições. A ideia era desenvolverem a sua própria empresa na aldeia e criarem soluções a longo prazo na dinamização do local. E os resultados superaram as expectativas. “Em Querença houve duas ou três actividades, especialmente na área da agricultura, que agora estão a dar frutos, em que houve uma valorização do potencial daquela aldeia quer em termos comerciais quer no desenvolvimento da população”, afirmou José Manuel Grilo, vice-presidente da Câmara Municipal de Portel, um dos concelhos abrangidos pelo projecto.

Inspirados nessa iniciativa da Universidade do Algarve, da Câmara de Loulé e

Cantor trouxe as mornas e o funaná a Santo André

Foi ao ritmo das “Mornas” e do “Funana”, dois dos géneros mais representativos da música de Cabo Verde, que Tito Paris encantou as centenas de espectadores que assistiram ao concerto que o músico deu em Santo André na noite do passado sábado (28 de julho). Um espetáculo oferecido pela Câmara Municipal de Santiago do Cacém com o apoio da Junta de Freguesia de Santo André, no âmbito das comemorações do Dia da Cidade de Vila Nova de Santo André e do Dia do Município que se comemorou no dia 25 de julho. Tito Paris interagiu com o público, apelando à dança. O público dançou, cantou e divertiu-se durante o concerto. O executivo municipal, assim como o Presidente da Junta de Freguesia de Santo André marcaram presença no concerto. Tito Paris, músico, compositor e cantor

caboverdiano, nascido em 30 de maio de 1963, na cidade do Mindelo, na Ilha de São Vicente está radicado em Lisboa, e é um dos responsáveis pela divulgação da música das ilhas da Morabeza pelo mundo além de ser uma figura de relevo da comunidade africana na capital. Os seus trabalhos encontram-se à venda pelo mundo fora, desde Nova Iorque até Paris, divulgando a música de Cabo Verde e o seu talento como instrumentista e como cantor. Também no sábado, a Junta de Freguesia de Santo André e a Câmara Municipal de Santiago do Cacém promoveram várias atividades desportivas. Foi um “Dia Saudável” com uma mega aula de ginástica e de fitness. Durante a tarde realizou-se um passeio sobre rodas para os mais pequenos pela rede ciclável de carrinhos de bébés, trotinetas, bicicletas e skates.

da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, a EDIA e a Associação Transfronteiriça dos PUB

Municípios das Terras do Grande Lago de Alqueva estão a promover, este ano, um projecto-piloto em parceria com cinco câmaras: Alandroal, Moura, Mourão, Portel e Reguengos de Monsaraz, para 15 estagiários que deverão começar o seu trabalho em Setembro e terminarem em Maio/Junho de 2013. A filosofia do projecto “Aldeias Ribeirinhas do Grande Lago de Alqueva” é dinamizar social, económica e culturalmente cinco povoações: Capelins, Póvoa de São Miguel/Estrela, Luz, Alqueva e Campinho. “É um projecto em que se tenta desenvolver as aldeias e dar-lhes alguma inovação em várias áreas”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Portel. No caso deste município, o propósito da equipa de estagiários é o desenvolvimento florestal, o turismo e a engenharia alimentar. Para isso é preciso que os estagiários vivam na aldeia, interajam com a população, conheçam os seus interesses e criem empresas que potenciem a economia de uma aldeia “cada vez mais vazia”, apela o autarca.


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02 Agosto ‘12

SEMANÁRIO

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Manuela Ferreira Leite

Défice ficará acima de 4,5% Não me espanta [a derrapagem do défice] porque sempre achei que não era possível em dois anos e meio conseguirmos uma consolidação orçamental desta dimensão”, disse Manuela Ferreira Leite à Sic, acrescentando que a “troika” foi demasiado optimista, ao impor um tempo tão curto para a consolidação das contas. “Não é possível atingir-se os 4,5% este ano e os 3% em 2013”, afirma Ferreira Leite. “Mas não há aqui nenhuma desilusão, os sacrifícios valem a pena, esta correcção tem ser feita, pode é demorar um pouco mais”, conclui. O défice orçamental no primeiro trimestre deverá ter sido de 7,4%, estima a Unidade Técnica de Apoio Orçamental. A UTAO sublinha que “o cumprimento da meta para o défice orçamental previsto para 2012 estará fortemente condicionado pelo sucesso das medidas discricionárias de consolidação” e ainda que a estimativa para o défice que apresenta agora “vem confirmar os sinais de alerta que têm vindo a ser referidos pela UTAO em anteriores análises sobre a execução orçamental na óptica da contabilidade pública”. PUB

Crato

Exposição de desenho a Manuel da Fonseca

A Câmara Municipal do Crato promove, de 31 de julho a 21 de setembro de 2012, na Galeria de Exposições Temporárias da Biblioteca Municipal do Crato, a exposição de desenho a Manuel da Fonseca 1911-2011 – 100 anos do Nascimento, da autoria de vários artistas plásticos tais como Ana Galvão, Carlos Mendes, Dominguez, Eduardo Santos Neves, Fernando Leal, Luís Filipe Gomes, Manuel Passinhas, Paulo Barreto, Rui A. Pereira, entre outros. Esta é uma singela homenagem a memória de Manuel da Fonseca, um dos mais significativos poetas do movimento neorrealista, autor de alguns dos melhores contos escritos em língua portuguesa e criador de personagens inesquecíveis ao longo dos séculos. Esta exposição terá uma cerimónia de encerramento, a 21 de setembro de 2012, pelas 18h, na Biblioteca Municipal do Crato.

Cultura

X Festival Internacional de Jazz de Portalegre JazzFest A grande novidade será a gravação dos concertos O programa dos 10 anos do Festival Internacional de Jazz de Portalegre (Portalegre JazzFest), pretende ir de encontro ao modelo de 2003, ano de arranque do JazzFest, como forma de celebração de uma década de boa música por terras alentejanas. A grande novidade será a gravação dos concertos que serão realizados no Grande Auditório do CAEP, para posterior edição pela prestigiada editora Clean Feed. Além dos concertos no Grande Auditório, teremos ainda dois concertos “fora de portas”, na Praça da Republica e no Jardim do Tarro (Isto se as condições atmosféricas o permitirem), indo de encontro ao que aconteceu nas primeiras edições do Festival, em que os concertos “afterhours” ocorriam em diferentes espaços da cidade (Café Alentejano, Café Central, Salão de Chã).

Desta forma, pretende levar-se este género musical para locais onde não é frequente ouvi-lo, celebrando assim a festa do Jazz por toda a Portalegre Para iniciar o JazzFest, na quinta, 27 de Setembro, subirão ao Grande Auditório do CAEP os Lama, projeto português que contará com um convidado especial, Chris Speed, saxofonista e clarinetista norte-americano, num concerto que se espera bastante dinâmico. No espaço do caféconcerto, o “afterhours” será dedicado à Clean Feed DJ Party, que o ano passado alcançou grande sucesso, com uma mescla de décadas e géneros musicais, primando pela qualidade e energia. Na sexta, 28 de Setembro, será a vez do bem conhecido Carlos Bica, no contrabaixo, acompanhado de João Paulo, em piano, subirem ao palco do CAEP, em

formato duo, Para encerrar o ciclo de concertos no Grande Auditório, no sábado, 29 de Setembro, teremos o Harris Eisenstadt September trio, projeto de Eisenstadt com o saxofonista tenor Ellery Eskelin e a pianista Angelica Sanchez, o primeiro já uma estabelecida e notável figura do jazz criativo e Sanchez um especial talento em ascensão. Nos espetáculos “afterhours”, iremos de novo contar com o bem-disposto e carismático Jonas Kullhammar, que será desta feita acompanhado por Aspen Aalberg e Torbjorn Zetterberg, em dois concertos que irá decorrer na Praça da Republica e no Jardim da Avenida da Liberdade Para esta Xª edição do JazzFest, e seguindo a aposta do ano passado, continua a parceria entre o CAEP e a editora Clean Feed.


Registo ed218