Agência Atipico

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Carometro ^


Sumario ´

RESUMO INTRODUÇÃO 1. BRIEFING 1.2 CONCORRENTES 2. APRESENTAÇÃO EMPRESA DO TERCEIRO SETOR 2.1 OBJETIVO 3. FUNDAMENTAÇÃO DA PESQUISA 3.1 PROBLEMA DE PESQUISA 3.2 METODOLOGIA DE PESQUISA 3.3 ANALISE DOS DADOS 3.4 CONCLUSÃO 4. ANALISE AMBIENTAL – MICROAMBIENTE 5. ANALISE AMBIENTAL – MACROAMBIENTE 6. ANALISE SWOT 7. PLANEJAMENTO DE MARKETING 8. OBJETIVO DE MKT 9. OBJETIVO DE COMUNICAÇÃO 10. OBJETIVO DE CAMPANHA 11. AÇÕES 11.1 FESTIVAL “SOMOS UM” 11.2 DIA DO VOLUNTARIO 11.3 INSTITUCIONAL 11.4 PARCERIA COM O APP MONA MIGS 11.5 CONSCIENTIZAÇÃO NAS EMPRESAS 11.6 CASINHA NOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS 12. MIDIA

03 04 05 07 09 10 11 11 11 12 16 17 19 23 26 28 29 30 31 34 38 42 44 46 48 50


Resumo O projeto interdisciplinar a ser desenvolvido pelo 5º e 6º semestre do Curso de Publicidade e Propaganda a Universidade Cruzeiro do Sul será “PRIMEIRO CLIENTE”. O objetivo desse projeto é elaborar uma campanha publicitária. Nesse projeto, as agências experimentais elaborarão uma campanha publicitária para uma empresa do terceiro setor. A sua prospecção será de responsabilidade dos alunos que poderão, caso seja possível, produzir o briefing de acordo com as informações fornecidas pelo cliente. As agências também poderão escolhê-lo sem terem a obrigatoriedade de contatá-lo. Nesse caso, as informações necessárias para o desenvolvimento da campanha serão obtidas em fontes secundárias. Desse modo, as agências produzirão o trabalho de acordo com as informações disponíveis. Foram necessárias diversas reuniões de elaboração de ideias para a campanha, espaço para argumentação e explanação, além de estudos sobre conceitos e técnicas de criação, planejamento, pesquisa, entre outros. O projeto tem como proposta o desenvolvimento de job criativo a partir da coleta de dados de produto/cliente real, adequando estratégias de planejamento integrado. Assim como, aplicação de princípios do design, tipografia e cores para a criação da campanha de forma geral, peças gráficas e digitais. O trabalho também é fundamental, além das técnicas já citadas anteriormente, para a obtenção de postura profissional frente as exigências do mercado

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Introducao s ~

O presente projeto é resultado da proposta de trabalho do interdisciplinar desenvolvido para o 5º e 6º semestre com o objetivo de elaborar uma campanha publicitária para uma empresa do terceiro setor. A ONG escolhida realiza trabalho social voltado ás necessidades não somente do publico LGBT mas de todos aqueles que estiverem em situação de necessidade, além de ser um espaço cultural aberto ao publico em geral. As ONG’s de uma forma geral, são mantidas com poucos recursos financeiros e dependem de parceiros, voluntários e doações da sociedade em geral. Sendo assim, esse projeto foi desenvolvido com o intuito de dar maior visibilidade tanto para a ONG escolhida quanto para comunicar a importância de se voluntariar para projetos que visam o bem da sociedade e procuram tornar a sociedade um ambiente com mais respeito, amor e acolhedor para aqueles que estão em situação de carência. A comunicação se faz de extrema importância para que ONG’s tenham maior visibilidade perante as comunidades e consigam obter os recursos que necessitam para continuar o trabalho que realizam diariamente. Planejamento estratégico, pesquisa e coleta de dados, além de criação, são de extrema importância para desenvolver e aplicar as propostas elaboradas pelo grupo visando alcance do briefing inicialmente implementado pelo grupo em parceria com a ONG selecionada.

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Briefing CLIENTE

NOME FANTASIA

ATIVIDADE

FONE

RAZÃO SOCIAL

CASA 1

CASA 1

29.150.382/0001-11

ALBERGUES ASSISTENCIAIS

(11) 8689-0421

MISSÃO/VISÃO/VALORES

PÚBLICO ALVO

CNPJ

CENTRO DE ACOLHIDA E CULTURA CASA 1

ENDEREÇO

SITE

SEGMENTO

ONG

HTTP://WWW.CASAUM.ORG

R. CONDESSA DE SÃO JOAQUIM, 277 BELA VISTA, SÃO PAULO - SP, 01317-000

CLIENTE OPTOU POR NÃO TER, CARTA DE APRESENTAÇÃO EM ANEXO.

PÚBLICO LGBTQI+, EM SUA MAIORIA, EXPULSOS DE CASA.

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Briefing PRAÇA

PROJETOS

SÃO PAULO, CAPITAL

POSICIONAMENTO

CENTRO DE CULTURA E ACOLHIMENTO LGBTQI+

CLUBE DO LIVRO, SOPÃO, GRUPOS DE TRABALHOS : ASSISTENTES SOCIAIS, MÉDICOS, PSICÓLOGOS E ADVOGADOS (PARA MORADORES DA REGIÃO); ESPAÇO DE APRENDIZAGEM PARA CRIANÇAS (OFICINA E ARTES), PEÇAS DE TEATRO. DOAÇÃO DE ROUPAS E ITENS DE HIGIENE PARA MORADOR DE RUA.

VOLUNTÁRIOS/COLABORADORES

CURSOS MINISTRADOS

EM TORNO DE 140 VOLUNTÁRIOS

INGLÊS, ESPANHOL, TEATRO, CABELEIREIRO, DANÇA, CURSO PREPARATÓRIO PARA O ENEM, MAQUIAGEM, INFORMÁTICA. COSTURA E IOGA

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Briefing CONCORRENTES

TRANVSEST, GRUPO DIGNIDADE, ADEH, SOMOS, CASA NEM

TRANSVEST: É uma ONG que objetiva combater a transfobia e incluir travestis, transexuais e transgêneros na sociedade. Criamos um espaço educativo onde ocorrem: palestras sobre as culturas lgbt, oficinas artísticas, pré-vestibular, supletivo, curso de libras e cursos de línguas (inglês, francês, espanhol e italiano) para a população trans de Belo Horizonte. O projeto não tem nenhum apoio do governo. Todas as atividades – além de gratuitas- são desenvolvidas pelo trabalho voluntário de professores que acreditam no poder transformador da educação. (fonte: http://transvest.org/)

GRUPO DIGNIDADE: O Grupo Dignidade é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Foi fundado em 1992 em Curitiba, sendo pioneiro no Paraná por ser o primeiro grupo organizado no estado a atuar na área da promoção da cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexuais (LGBTI+). (fonte: http://www.grupodignidade.org.br/grupo-dignidade-historia/)

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Briefing CONCORRENTES

TRANVSEST, GRUPO DIGNIDADE, ADEH, SOMOS, CASA NEM

ADEH: A ADEH – Associação em Defesa dos Direitos Humanos com Enfoque na Sexualidade é uma Organização Não-Governamental que atua no sentido da garantia de direitos, da promoçao de saúde e da discussão no campo dos Direitos Humanos e das políticas TLGB (Travestis, Transexuais, Lésbicas, Gays e Bissexuais). Localiza-se em Florianópolis – SC. (fonte: https://adehdireitoshumanos.wordpress.com/sobre/) SOMOS: O SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade é um grupo situado em Porto Alegre (RS) que realiza ações transdisciplinares, tendo como base os direitos humanos, com ênfase em direitos sexuais e direitos reprodutivos, a partir da articulação das áreas de educação, saúde, comunicação e arte. A sua missão é trabalhar por uma sociedade plural e democrática por meio da afirmação de direitos. (fonte: http://somos.org.br/quem-somos) CASA NEM: A Casa Nem, no Rio de Janeiro, é o que podemos chamar de lar. É ali onde transexuais, travestis e transgêneros encontram acolhimento, apoio e até uma nova família para chamar de sua. Por meio de oficinas, debates, festas e shows, o espaço empodera o público LGBTIs em situação de vulnerabilidade social e serve de inspiração para o mundo. (fonte: https://www.hypeness.com.br/2016/08/casa-nem-e-um-exemplo-de-amor-acolhimento-e-apoio-a-transexuais-travestis-e-transgeneros-no-rj/)

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Apresentacao s ~

EMPRESA TERCEIRO SETOR

Breve Histórico Criada pelo jornalista militante Iran Giusti em Outubro 2016, a Casa1 começou após Iran resgatar em seu pequeno apartamento animais com a intenção de desafogar as Ong’s e oferecer carinho e cuidado temporário. Na mesma época Iran se deu conta de que poderia ajudar pessoas da mesma forma. Com o dado de que 37% brasileiros não aceitam um filho gay, lesbica, bissexual e transexual em sua casa e com a experiência de amigos que passaram por situação semelhante, resolveu oferecer o sofá de sua casa para quem precisasse. Após postagem no facebook comunicando que acolheria pessoas, recebeu dezenas de pedidos e após 5 meses conseguiu receber dois jovens para o acolhimento. Isso gerou em Iran um senso de urgência para a comunidade lgbt, e assim, nasceu a Casa1. Com o intuito de acolher e oferecer um teto, apresentar oportunidades, trazer perspectivas e socializar. O nome segundo Iran, é pra dar ideia de “começo”. Juntando todas as necessidades, além de abrigar aqueles que não tinham teto, criou também junto com a casa, um centro cultural LGBT onde são realizadas palestras, workshops para moradores da casa e publico geral. O tempo de permanência na casa é de 3 meses. Atualmente a campanha de financiamento coletivo para sustentar o projeto conta com cerca de 370 assinantes mensais. O financiamento coletivo também conhecido como crowdfound é onde as pessoas colocam dinheiro em um projeto que já existe, fazendo ideias saírem do papel. Esse financiamento acontece através de plataformas que juntam projetos legais e permitem que as pessoas façam contribuições. A casa1 utiliza a plataforma benfeitoria que é uma plataforma de projetos de impacto cultural social econômico e ambiental. O financiamento é uma doação e contribuição, quando você contribui para o projeto ganha algo em troca. A casa1 oferece como recompensa, atividades que ocorrem na casa como palestras, workshops e cursos. Caso você não queira recompensa também pode ajudar a causa. Esses financiamentos já custearam diversas manutenções na casa como alimentação, aluguel, cursos, manutenção, equipe entre outros. O funcionamento da casa1 é 7 dias por semana com 12 horas de programação. Conta com 200 alunos e alunas em cursos e atividades na Casa e dispõem de 20 vagas para LGBT expulsos de casa e 900 atendimentos por/mês para população de rua.

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Apresentacao s ~

EMPRESA TERCEIRO SETOR

Objetivo Tornar a ONG reconhecida não somente pelo publico LGBT mas pela sociedade de uma forma geral. Por meio de divulgação nas mídias, captar novos fornecedores e contribuintes mensais, resultando na verba necessária para o aluguel de um novo espaço que possa acolher mais pessoas além de fornecer uma estrutura cultural maior e melhor, aberto a sociedade.

PERÍODO DE VEICULAÇÃO

12 MESES

TEMA

CONSCIENTIZAÇÃO

PLANEJAMENTO/CRIAÇÃO DE PEÇAS PUBLICITÁRIAS MATERIAL NECESSÁRIO (POSTS PARA REDES SOCIAIS, SPOT DO SPOTIFY, FLYER DIVULGAÇÃO, METRÔ, ANUNCIO YOUTUBE.

BUDGET

R$ 0,00

PROMESSA BÁSICA

SLOGAN

REINSERÇÃO DO ACOLHIDO NA SOCIEDADE

ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO

TIPO DE CAMPANHA

CONSTRUINDO RECOMEÇOS

PUBLICIDADE E SOCIAL MEDIA

CAMPANHA MERCADOLÓGICA/PRODUTO-SERVIÇO

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Fundamentacao s ~

DA PESQUISA

3.1 Problema de pesquisa A Casa1 é uma republica acolhedora LGBT e um centro cultural aberto a todos os tipos de publico. Foi criada em 2016 com o intuito de acolher e transformar a vida dessas pessoas e oferecer uma nova oportunidade inserindo-as novamente na sociedade. A Casa1 porem necessita de voluntários e doadores mensais para arcar com todos os custos e ampliar o espaço. Como captar recursos para desenvolvimento do projeto? Quais mídias utilizar para divulgação da ONG? Como o publico LGBT é tratado na sociedade? Como atrair não somente o publico LGBT mas toda a sociedade em geral? Como tornar a pratica do voluntariado como parte da rotina do cidadão brasileiro? Tais perguntas e questões permeiam a motivação do presente trabalho e servem de estimulo para a pesquisa exploratória e qualitativa. 3.2 Metodologia de pesquisa Inicialmente o método utilizado para a pesquisa foi o quantitativo por meio da coleta de dados primários. Para nortear o estudo foi realizado também uma pesquisa qualitativa em contato com a ONG selecionada através de pesquisa exploratória com o intuito de investigação dos dados para entendimento e desenvolvimento do projeto.

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Fundamentacao s ~

DA PESQUISA

3.3 Analise dos dados Há no Brasil diversas ONG’s e instituições que trabalham com o publico LGBT e batalham pelos direitos dos mesmos. De Norte a Sul do país voluntários se reúnem e lutam por igualdade e por direitos para o publico LGBT. Os LGBT’s representam em torno de 9% da população (18 milhões de pessoas), e esse mercado movimenta R$150 bilhões por ano. O Brasil, apesar de legislação rigorosa contra o preconceito de gênero e homofobia, ainda está longe de representar um cenário ideal para o publico LGBT. Infelizmente esse publico ainda sofre grandemente com o preconceito na sociedade, e principalmente, violência. Segundo a rede Nossa São Paulo, 51% dos paulistanos entrevistados já foram ou viram outra pessoa ser vitima de preconceito de gênero ou orientação sexual em espaços públicos. Elaborado pelo Ministério dos Direitos Humanos (MDH), o Disque 100 serve para denunciar o preconceito e discriminação contra LGBT. Segundo informações fornecidas pelo MDH, em 2017 o estado que mais contabilizou denuncias foi São Paulo (260 denuncias). Outra informação cedida foi a de que a maior parte das denuncias refere-se a casos de violência psicológica (ameaça, humilhação,entre outras), além de, crimes de discriminação ( orientação sexual, por gênero, etc), seguido também por violência física (lesão corporal, homicídio). Todos esses dados fazem do Brasil o país onde o LGBT mais sofre agressão no mundo. A maior parte dos crimes são cometidos por pessoas conhecidas – 60%, e mais de 30% das agressões ocorrem dentro de casa. Como resultado, muitos após sofrerem a agressão, saem de casa e vão para as ruas. Segundo pesquisas, 20 a 30% dos jovens em situação de rua no mundo são LGBT.

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Fundamentacao s ~

DA PESQUISA

A mesma pesquisa mostra que 60,3% dos entrevistados conhecem alguém que já foi expulso de casa por ser LGBT, e 83% do publico LGBT tem medo de ser expulso de casa ou não ser aceito pela família. Em contrapartida, 55% dos entrevistados não teriam problema em acolher um LGBT temporariamente em sua casa. De acordo com a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) do estado de SP, um LGBT que está em situação de rua é muito mais propenso a sofrer violência do que os héteros. A SMADS ainda divulgou uma tabela comparativa entre LGBT e hétero onde é possível ver a porcentagem alta de agressão seja ela verbal, física e/ou psicológica contra o publico LGBT.

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Fundamentacao s ~

DA PESQUISA

No ambiente de trabalho o preconceito não é diferente. O Brasil também lidera o índice de homofobia no mercado de trabalho. Segundo dados fornecidos pela empresa Santo Caos, 41% afirmam ter sofrido discriminação por sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho; 33% das empresas brasileiras não contratariam pessoas LGBT para cargos de chefia; 61% dos funcionários LGBT no Brasil optam por esconder a sexualidade no ambiente de trabalho. Por outro lado, há dados positivos que refletem sobre a diversidade e sobre a atuação do publico LGBT no mercado de trabalho e na sociedade.Um levantamento feito em 2015 pela consultoria McKinsey and Company com 350 grandes empresas da América do Norte, Reino Unido e América Latina mostrou que as instituições com maior diversidade de gênero e raça obtinham 35% a mais de retorno do que suas concorrentes, eram muito mais criativas, produtivas e inovadoras, já que o LGBT ao ser abraçado, respeitado e apoiado pela empresa, se tornava muito mais produtivo e o ambiente muito mais agradável de se trabalhar. A Out Now (empresa de consultoria especializada no segmento LGBT) lançou uma pesquisa chamada Brazil 2017 Report — LGBT 2030 Study. Os dados são extremamente interessantes sobre o publico LGBT e são de 2017, e além disso, mostra como esse mercado movimenta o país – pink money. O publico LGBT é extremamente consumista e segundo pesquisas os gastos anuais em celular, internet, tv e constas a pagar são de R$6,9 bilhões. O gasto com o vestuário é de R$9,5 bilhões, com o calçado é de R$5,5 bilhões, e cultural como concertos, cinemas, shows e teatro é R$3,5 bilhões.

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Fundamentacao s ~

DA PESQUISA

A revista exame divulgou uma matéria em 2018 onde um estudo realizado pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon aponta que o publico LGBT está mais preparado financeiramente, com planos formais e mais estruturados para o futuro do que os heterossexuais. Dentre os entrevistados, 19% afirmam que se sentem preparados para a aposentadoria e 25% tem planos muito bem desenvolvidos. Entre os heterossexuais, o numero é menor, 16% e 21% respectivamente. Referente ao trabalho voluntário os dados são positivos em sua maioria mas apresentam queda. Segundo IBGE, mais de 80% da população quer realizar algum tipo de trabalho voluntário e buscar uma mudança, porem apenas 10% realiza isso. Em 2017, em torno de 7,4 milhões de pessoas se dedicaram a alguma atividade voluntária. No Brasil o numero de brasileiro que realiza trabalho voluntário é de 12,9%. O trabalho voluntário em sua maioria é realizado por mulheres que além de atividades extras, trabalho e afazeres domésticos, conciliam seu tempo com atividades voluntárias, resultando assim a participação das mulheres em 5,1% em comparação aos homens que representam 3,5%. Pelos dados, 79,8% das pessoas realizaram trabalho voluntário em congregação religiosa, condomínio, sindicato, escola, hospital ou asilo; 13% realizaram em ONG’s, grupos de apoio, associação esportiva ou outra organização. Ainda segundo o IBGE, a região sudeste teve queda na participação do trabalho voluntário, comparado ao ano anterior, 2016. Segundo pesquisa da Fundação Itau Social, 12% dos entrevistados não sabem onde obter informações; 18% nunca pensaram em se voluntariar; 29% nunca foram convidados; 40% nunca foram voluntários por falta de tempo e 80% dos jovens de 16 a 24 anos nunca se envolveram com voluntariado. A mesma pesquisa revela que 76% não sabem onde encontrar informações para prática voluntária. Para os que já praticaram ações voluntarias, 51% revelou sensação de bem estar ao fazer o bem; 40% sentiram-se útil; 11% acreditam que se voluntariar desenvolve habilidades.

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Fundamentacao s ~

DA PESQUISA

3.4 CONCLUSÃO Infelizmente ainda há grande carência e disponibilidade de dados exatos sobre o publico LGBT. Entende-se que dando visibilidade a estes números colabora para posicionar este tema tão importante como pauta no debate publico, criando assim mobilização da sociedade para impedir casos de discriminação e preconceito, além de avanços por parte das instituições publicas em apresentar dados mais concretos. Concluímos que apesar de avanços em campanhas publicitarias que ressaltem a conscientização e diversidade, criação de produtos, ainda há a discriminação por grande parte de empresas brasileiras. Ainda há muito a se desenvolver para que o tratamento com o publico LGBT seja natural e inclusivo, pois não há como criar um ambiente inovador se não houver respeito ás diferenças. Deve haver representatividade na sociedade, que é diversa. Se faz ainda necessário, ONG’s que trabalhem com o publico LGBT, apoiem e intensifiquem para a sociedade a necessidade do respeito as diferenças e diversidade. A Casa1 conforme relatado, não trabalha para apoiar somente o publico LGBT mas todos aqueles que necessitam de ajuda, assistência e amparo. A sociedade precisa compreender a importância do trabalho voluntário, do apoio ao próximo, do amparo aos mais necessitados e a transformação que isso causa não somente da vida dos amparados e acolhidos, mas na de quem ajuda e apoia. Há extrema necessidade em divulgar projetos voluntários, principalmente no meio da internet que é por onde mais a sociedade se concentra e busca informações.

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Analise Ambiental ´

MICROAMBIENTE

EMPRESA A ideia de fundar uma casa de acolhimento ao publico LGBT surgiu após um dos fundadores, o jornalista Iran Giusti acomodar em seu pequeno apartamento desconhecidos que foram expulsos por conta da orientação sexual. Não havia espaço suficiente, sendo assim, foi necessário buscar um espaço maior. Iran encontrou um sobrado de dois andares onde antes funcionava um bar e assim por meio de arrecadação online conseguiu transformar o lugar num espaço de acolhimento que passou a funcionar a partir de Janeiro de 2017 em São Paulo na região da Bela Vista. A Casa 1 é um centro de cultura e acolhimento de LGBTs. Promove cursos, palestras e atividades socioculturais para os abrigados e para a população em geral. O nome Casa 1, segundo Iran, é para dar a ideia de "começo". FORNECEDORES A Casa funciona por meio de doações além de, muitos custos serem arcados pelo jornalista Iran Giusti, um dos principais fundadores do projeto. Há a possibilidade de contribuir mensalmente por meio do financiamento recorrente através de um cadastro que pode ser feito no site do projeto. Lá, você pode escolher o valor a ser debitado da sua conta para o projeto. A Casa 1 tambem conta com trabalho voluntário, que além da equipe de coordenação, tem os GTs de línguas, saúde clínica, saúde mental, assistências social, direito, dança, performance e movimento, arquitetura e urbanismo, comunicação, casa aberta para crianças, cineclube e empregabilidade.

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Analise Ambiental ´

MICROAMBIENTE

PÚBLICOS A Casa 1 conta com diversos grupos que possuem interesse real e que influenciam e são influenciados por ações da organização e se relacionam diretamente com a instituição por conta das necessidades , como por exemplo, os voluntários, já que a organização não possui funcionários. Pode-se dividir o publico em: Voluntários diretores: responsáveis pelas questões administrativas da organização. O relacionamento com fornecedores, órgãos públicos, apoiadores, é mediado por esses diretores. Voluntários médicos: responsáveis em atender os acolhidos na casa e cuidar das questões médicas da organização, visando a qualidade de vida desses. A casa conta com médicos responsáveis pela saúde clinica e mental. Patrocinadores/Parceiros: A Casa1 já contou com o apoio da Doritos na parada LGBT em SP, em 2017 e 2018. Já realizou também eventos com a Ben & Jerry e o aplicativo Hornet, ambos com lucro revertido para o projeto. A casa1 já foi divulgada em diversas plataformas como R7, Catraca Livre, Estadão, UOL, Parada do Orgulho LGBT em SP. Comunidade: A Casa 1 funciona por meio de doações e parte dela vem da comunidade. É indispensável a conscientização e conhecimento da comunidade referente ao projeto para que assim exista respeito e acolhimento. Um dos objetivos do projeto é o aumento do numero de participantes e consequentemente, doações para melhoria do projeto.

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Analise Ambiental ´

MACROAMBIENTE

DEMOGRÁFICO: A Casa 1 está localizada na cidade de São Paulo, mais precisamente no bairro da Bela Vista. Segundo fontes do IBGE o estado de São Paulo possui 45,34 milhões de habitantes, sendo 47% mulheres e 53% homens. A área total do estado de SP é de 248.209 km² e sua densidade demográfica é de 177,4 hab./km². Todo esse montante populacional representa 21,6% da população brasileira. A região da Bela Vista onde está localizado o sobrado, é considerada parte do centro de São Paulo, possui fácil acesso e conta com metrôs próximos do local. O sobrado onde atualmente funciona o projeto, antes já foi um bar. A Casa 1 é também um centro cultural e um espaço de palestras, cursos e worshops, tanto para os moradores quanto para o público em geral. Há também na capital paulista o maior centro de cidadania LGBT, que oferece serviço de atendimento a gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis do país. O espaço conta com uma equipe de 20 profissionais, mas funciona apenas 12 horas por dia. SOCIOCULTURAL: Os gays representam por volta de 20 milhões de habitantes, ou 10% da população brasileira, estima-se que as travestis e transexuais não devem ultrapassar 1 milhão de pessoas (infelizmente faltam estatísticas oficiais sobre tais populações). Segundo pesquisa da revista Exame no estado de São Paulo, para 50% dos paulistanos a cidade é totalmente tolerante em relação à população LGBT, enquanto para 23% a cidade é indiferente ao tema, e para iguais 23% a cidade é intolerante com relação a esse segmento da sociedade. Outros 4% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder a essa questão. A percepção de tolerância é maior entre o público com maior nível de instrução, idade e classe social.

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Analise Ambiental ´

MACROAMBIENTE

É possível encontrar diversas ONG’s e projetos LGBTs para conhecer e ajudar, pois iniciativas como a da Casa1 crescem diariamente. Infelizmente existe a falta de tempo como um dos principais motivos e justificativa para a carência de voluntários que apoiem e ajudem projetos como esses. Segundo pesquisas da Fundação Itau Social, mais de 40% da população nunca foram voluntários por falta de tempo.

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Analise Ambiental ´

MACROAMBIENTE

ECONÔMICO: O PIB per capita no estado de São Paulo segundo fontes do IBGE gira em torno de R$54.357,81, já a renda domiciliar per capita gira em torno de R$1.712,00. A Casa1 assim como qualquer outra organização do terceiro setor, funciona por meio de doações e financiamentos e ainda há a possibilidade de parcerias e/ou trocas. A Casa 1 atualmente possui uma meta de R$33.450,00 que envolve manutenção do espaço, alimentação dos acolhidos, programações onde seja necessário contratar profissionais, além do aluguel do sobrado. Até o momento o valor arrecadado está em torno de R$17.000,00 e conta com a ajuda de 371 assinantes mensais. A crise econômica no país pode ser considerada uma ameaça para a ONG já que a mesma depende de recursos e doadores mensais para que possa manter o projeto e não vir a suspender os seus serviços. TECNOLÓGICO: A Casa1 utiliza de algumas redes sociais para divulgação do projeto, entre elas, a página da organização no Facebook e um site próprio para informações do projeto e cadastro para doação, todos voltados para captação de novos colaboradores e parceiros, além de levar conhecimento a todos os que ainda não ouviram falar do projeto.. Atualmente a pagina no Facebook é o que trás mais visibilidade para a ONG, sendo assim, diariamente a organização compartilha posts, publicações e eventos com seus seguidores. Alem disso, é pela pagina do facebook que a ONG recebe mais pedidos de acolhida. Cada vez mais conteúdos dentro do universo LGBT são publicados no Youtube, confirmando a plataforma como uma das redes sociais com mais força para compartilhar conhecimento, histórias e se dizer o que pensa.

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Analise Ambiental ´

MACROAMBIENTE

POLITICO/LEGAL: Lei de 3º setor, lei de incentivo 3º setor. Os fatores que mais afetam as sociedades e empresas são: politica monetária, tributária, fiscal e previdenciária, legislação tributária, comercial, trabalhista e criminalista, politica de relações internacionais, legislação sobre proteção ambiental, politicas de regulamentação, desregulamentação e privatização, legislação federal, estadual e municipal e estrutura de poder. De acordo com os direitos humanos estipulados através da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o direito á igualdade e não discriminação são princípios fundamentais dos direitos humanos. As palavras da abertura da Declaração Universal dos Direitos Humanos são indiscutíveis: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. A garantia de igualdade e não discriminação oferecida pelo direito internacional dos direitos humanos se aplica a todas as pessoas, independentemente de sexo, orientação sexual e identidade de gênero.

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Analise swot ´ Ç

Primeira republica de acolhida LGBT Centro Cultural Crescente número de voluntårios Atendimento social para população Alta procura por parte de empresas

Lenta mas gradativa mudança decomportamento da sociedade em relação a esse público Investimento digital Causa Nobre

S

ÇA

Baixo investimento em mídia Espaço pequeno para atividades e cursos Poucas vagas Escassez de recursos Conhecido principalmente pelo público LGBT

Preconceito Crise EconĂ´mica Falta de tempo das pessoas para se voluntariarem

W

O T 23


Analise swot ´ DIAGNÓSTICO A Casa 1 é a primeira no Brasil, historicamente e em ordem de grandeza, a fazer um trabalho de reinserção do LGBT na sociedade através tanto do oferecimento de moradia e apoio social quanto cultural e educacional, no intuito de acelerar o próprio processo. Isso traz o benefício do apoio da própria comunidade LGBT, assim como gera a demanda. Mas apesar da causa nobre e dos resultados já obtidos nos primeiros 2 anos – dos 140 acolhidos pela ONG, apenas 1 não conseguiu completar o processo – os idealizadores do projeto não têm pressa nem pretensão de expansão. Foi com conhecimento disso que foi constatado que o grande déficit da ONG é a falta de diálogo com a sociedade fora do seu público alvo, já que uma população mais informada e impactada pela causa pode trazer mais benefícios como aumento do número de contribuintes e empresas parceiras. Um ponto fraco que será resolvido com a campanha é a presença no meio digital, pois o projeto vai passar um longo de período investindo em anúncios online, além de repaginar o site e se conectar a parceiros nativos ou inseridos nesse ambiente. Atualmente a Casa 1 já possui forte relação com empresas de médio e grande porte, onde aproveitam isso para alcançar o seu principal objetivo, que é incluir o LGBT acolhido no mercado de trabalho. A ideia da agência é aproveitar essas procuras e parcerias para difundir a marca Casa 1 e seus feitos juntamente com seus resultados.

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Planejamento

DE MARKETING

Perfil Demográfico Cidade de São Paulo A população é de aproximadamente 13,11 milhões de habitantes, que correspondem a 52.65% de mulheres e 47.35% de homens. Composição Étnica: 63,9% brancos, 29,1% pardos,5,5% negros, 1,4% amarelos e 0,1% indígenas. Perfil Geográfico: São Paulo é o município brasileiro com o principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul. A cidade mais populosa do Brasil sendo considerada a 14ª cidade mais globalizada do planeta. Perfil Psicográfico/Comportamental: Segundo pesquisas da Out Now Global (empresa de consultoria especializada no segmento LGBT) lançada no Brasil em 2017, o Brasil abriga uma das maiores e mais dinâmicas comunidades LGBT do mundo representando 9,5 milhões de LGBT no país. Conforme dados fornecidos:

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Planejamento

DE MARKETING

Estão atualmente em um relacionamento – 53% Gostariam de se casar/ entrar em união civil – 73% Gostariam de ter filhos – 55% Se assumem para todos os colegas de trabalho – 36% Testemunharam atos de homofobia no local de trabalho no ultimo ano – 73% Passam pelo menos 12 horas online diariamente – 51% O publico LGBT é extremamente consumista e segundo pesquisas os gastos anuais em celular, internet, tv e constas a pagar são de R$6,9 bilhões. O gasto com o vestuário é de R$9,5 bilhões, com o calçado é de R$5,5 bilhões, e cultural como concertos, cinemas, shows e teatro é R$3,5 bilhões. Em relação aos bens duráveis como por exemplo carro novo, 1.3 milhão já possuem e 1.9 milhão pretendem comprar. Imóvel para investimento, 458 mil já possuem e 973 mil pretendem comprar. 2.1 milhões representa o publico que já possui casa própria, enquanto 2 milhões pretendem comprar.

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Objetivo

DE MARKETING

No intuito de juntar um montante financeiro que supra as necessidades de campanha, o que diz respeito a todo o investimento em mídia e divulgação, mais o aluguel de um novo espaço e reforma do local atual para acolher novas pessoas e oferecer mais estrutura para os cursos ministrados, manutenção e compra de recursos mensais, a meta da campanha é obter o valor mínimo de R$ 990.000,00. Além disso, o ideal é que com toda a divulgação e ações a ONG adquira novos financiadores e parceiros, tanto no ambiente empresarial quanto no civil, que se mantenham fiéis e que cresçam em número e valores também no período pós campanha. Dentro da campanha total, o festival Somos UM é a principal fonte de arrecadação de fundos, já que conta com a venda de ingressos e participação de empresas, como patrocinadores e anunciantes. Somente esse evento isolado possibilita a arrecadação de R$ 760.000,00, considerando o valor do ingresso de R$95,00 para 10.000 pessoas neste festival, calculando que 40% do público pague meia entrada. Considerando a busca por empresas parceiras e possíveis patrocinadoras da Casa 1, tanto em relação ao Festival quanto em relação ao trabalho cotidiano da Casa1, a finalidade é adquirir mais R$ 200.000,00 em fundos. Por isso o investimento na imagem da ONG para torna-la convidativa no ambiente social-profissional para empresas de grande porte que passem a se interessar em fazer parte do projeto por meio de doações periódicas. A Ação Dia do Voluntário gerará um retorno de R$ 8.500,00 graças ao Kit Boné-Camiseta que será vendido para as 270 vagas pelo valor de R$50,00 que gerará R$ 13.500,00 menos R$ 4.500,00 dos custos de produção.

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Objetivo

DE COMUNICAÇÃO

TORNAR A ONG CONHECIDA NA SOCIEDADE EM GERAL

REFORÇAR QUE ALÉM DE CASA DE ACOLHIMENTO TAMBÉM É UM CENTRO CULTURAL ABERTO A COMUNIDADE

PERSUADIR AS PESSOAS A INVESTIR NO PROJETO

INTENSIFICAR A IMPORTÂNCIA DE SE VOLUNTARIAR QUEBRA DE PRECONCEITO NO AMBIENTE DE TRABALHO E INSETIVO À CONTRATAÇÃO

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Objetivo

DE CAMPANHA

INTERAÇÃO COM O SITE DA CASA 1 ATRAIR TORNO DE 15 NOVOS VOLUTÁRIOS GERAR 750 NOVOS CADASTROS PARA INVESTIMENTO ALCANÇAR 100 MIL CURTIDAS DA PÁGINA DO FACEBOOK VENDER 10 MIL INGRESSOS PARA O FESTIVAL 30


AÇÕES FESTIVAL SOMOS UM

O QUE FAZER?

FESTIVAL DE MÚSICA - “SOMOS UM”

POR QUE FAZER?

DIVULGAR O PROJETO CASA1 E CAPTAR RECURSOS PARA ALUGUEL DE UM NOVO ESPAÇO E INVESTIMENTO EM MÍDIA

ONDE FAZER?

GINÁSIO DO IBIRAPUERA EM SP

QUEM FARÁ?

CASA1 EM PARCERIA COM AMBEV E ITAU

QUANDO FAZER?

COMO FAZER?

19 / 01 / 2019 A PARTIR DO 12H

O FESTIVAL REUNIRÁ ATRAÇÕES COMO ARTISTAS PRINCIPAIS: PABLLO VITTAR, IZA E ANITTA, E ABERTURAS DE: PRETA GIL, LIA CLARK, MELIM, JÃO, ANAVITORIA E MATEUS CARRILHO. O INGRESSO CUSTARÁ R$95,00 INTEIRA E R$47,50 A MEIA. O FESTIVAL TERÁ A CAPACIDADE PARA 10MIL PESSOAS. INFLUENCERS GANHARÃO UM CONVITE PARA O FESTIVAL EM TROCA DE DIVULGAÇÃO NO EVENTO EM SUAS REDES SOCIAIS. OS INGRESSOS SERÃO VENDIDOS ONLINE A PARTIR DA DATA DE 01/11/18 NO SITE DA INGRESSO.COM

QUANTO VAI CUSTAR?

R$50.000,00

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AÇÕES

SPOTIFY FLYER

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AÇÕES

PÁGINA FACEBOOK

PÁGINA ITAÚ 33


AÇÕES DIA DO VOLUNTÁRIO

ATIVIDADES VOLUNTÁRIAS PARA COMEMORAR O DIA MUNDIAL DO VOLUNTÁRIO.

O QUE FAZER?

PARA CONSCIENTIZAÇÃO DO PUBLICO EM GERAL

POR QUE FAZER? E REFORÇAR A IMPORTÂNCIA DE SE VOLUNTARIAR EM PROJETOS

PONTOS DISTRIBUÍDOS NO CENTRO DA CIDADE DE SÃO PAULO PRÓXIMOS A CASA1

ONDE FAZER? QUEM FARÁ?

CASA1

QUANDO FAZER?

COMO FAZER?

29, 30 E 31/08/2018

ABRIRÃO INSCRIÇÕES NO PRÓPRIO SITE DA CASA1 COM DIVERSAS ATIVIDADES PARA O PUBLICO SE INSCREVER. DEVERÃO PAGAR UMA TAXA REFERENTE A CAMISETA E O BONÉ QUE IRÃO RECEBER E REALIZAR UM CURSO NA CASA1 SOBRE VOLUNTARIADO UM DIA ANTERIOR AO PROJETO. NOS DIAS DO PROJETO, OS VOLUNTÁRIOS ESTARÃO DIVIDIDOS EM GRUPOS E SAIRÃO PELA CIDADE PRATICANDO A ATIVIDADE CONFORME INSCRIÇÃO E DATAS DAS ATIVIDADES. AS ATIVIDADES SERÃO DIVIDIDAS EM: PINTURA DE MUROS PICHADOS; DISTRIBUIÇÃO DE ROUPAS; DISTRIBUIÇÃO DE BRINQUEDOS; DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS; LIMPEZA DE VIAS PÚBLICA, VISITA A CASA DE REPOUSO; DOAÇÃO DE SANGUE E PLANTIO DE ARVORES EM PARQUES E COLETA DE RECURSOS

QUANTO VAI CUSTAR?

A TAXA PARA INSCRIÇÃO SERÁ DE R$50,00 E CUSTEARÁ O BONÉ E A CAMISETA, ALÉM DOS ITENS A SEREM UTILIZADOS NAS ATIVIDADES. O CUSTO TOTAL DA AÇÃO SERÁ DE R$4.500,00.

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AÇÕES

FLYER

HALFPAGE

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AÇÕES

PÁGINA VEJA

PÁGINA DE INSCRIÇÃO

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AÇÕES BONÉ VOLUNTÁRIO

POST INSTAGRAM

CAMISA VOLUTÁRIO 37


AÇÕES INSTITUCIONAL O QUE FAZER?

DIVULGAÇÃO DE TRABALHOS REALIZADOS PELA CASA1

RECONHECIMENTO DO PUBLICO GERAL EM RELAÇÃO A CASA1

POR QUE FAZER?

ONDE FAZER?

MIDIA (METRÔ, BUSDOOR, OUTDOOR, BANNER NO GOOGLE)

QUEM FARÁ?

AGENCIA ATÍPICO

QUANDO FAZER?

COMO FAZER?

12 MESES ( NOVEMBRO/18 A NOVEMBRO/19)

O INSTITUCIONAL MOSTRARÁ PROJETOS E RESULTADOS DA CASA1 ATRAVÉS DE MÍDIA ESTÁTICA ON E OFF

QUANTO VAI CUSTAR?

R$200.000.00

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AÇÕES

ANÚNCIO G1

ANÚNCIO ESTADÃO

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AÇÕES

OUTDOOR

BUSDOOR

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AÇÕES ANÚNCIO

POST REDES SOCIAIS

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AÇÕES APP MONA MIGS

O QUE FAZER?

PARCERIA COM O APP JÁ EXISTENTE CHAMADO MONA MIGS QUE AJUDA LGBT’S QUE FORAM EXPULSOS DE CASA.

PARA AJUDAR LGBT’S A ENCONTRAREM UM LAR TEMPORÁRIO, DIMINUIR PROVISORIAMENTE A ALTA DEMANDA POR CONTA DE FALTA DE ESPAÇO NA CASA1

POR QUE FAZER?

ONDE FAZER?

SERÁ ONLINE POR MEIO DA PLATAFORMA JÁ EXISTENTE DO APP.

QUEM FARÁ?

CASA1 EM PARCERIA COM MONA MIGS

QUANDO FAZER?

OCORRERÁ DURANTE TODO O PERÍODO DA CAMPANHA QUE SERÁ DE 12 MESES.

COMO FAZER?

JUNTAMENTE COM O APP MONA MIGS, A CASA1 INSCREVERÁ OS LGBT’S EXPULSOS DE CASA A ENCONTRAREM UM LAR TEMPORÁRIO CADASTRANDO-OS NO APP COMO “ACOLHIDOS” E BUSCARÁ UM LAR POR MEIO DOS CADASTROS DAS PESSOAS EM “ACOLHEDOR”, QUE AO SE CADASTRAREM NO APP DISPONIBILIZARÃO UM LAR OU CÔMODO PROVISÓRIO PARA O ACOLHIDO. E JUNTOS VINCULAREMOS O ACOLHIDO AO ACOLHEDOR.

QUANTO VAI CUSTAR?

R$20.000,00.

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AÇÕES APP MONA MIGS

PARCERIA COM CASA1

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AÇÕES CONSCIENTIZAÇÃO NAS EMPRESAS

O QUE FAZER?

PALESTRAS, DEPOIMENTOS E DIVULGAÇÃO DA CASA1 EM EMPRESAS SELECIONADAS PARA A AÇÃO. LEVAR CONSCIENTIZAÇÃO, CONHECIMENTO DO PROJETO E RELATAR IMPORTÂNCIA DA DIVERSIDADE NO TRABALHO PARA O PUBLICO LGBT POIS AINDA HÁ PRECONCEITO NO AMBIENTE DE TRABALHO.

POR QUE FAZER?

ONDE FAZER?

A AÇÃO OCORRERÁ NO AUDITÓRIO DE 7 GRANDES EMPRESAS SELECIONADAS

QUEM FARÁ?

CASA1 EM PARCERIA COM AS EMPRESAS QUE JÁ APOIAM A CAUSA LGBT: AMBEV, BOTICÁRIO, C&A, LEROY MERLIN, CARREFOUR , SKYY VODKA, ITAU

QUANDO FAZER?

COMO FAZER?

A AÇÃO NAS EMPRESAS OCORRERÁ POR 1 MÊS, SENDO CADA EMPRESA EM 1 MÊS DIFERENTE. AMBEV (FEVEREIRO), O BOTICARIO (MARÇO), C&A (ABRIL), LEROY MERLIN (MAIO), CARREFOUR (JUNHO), SKYY VODKA (JULHO), ITAU (AGOSTO).

A DIVULGAÇÃO ACONTECERÁ NAS EMPRESAS SELECIONADAS, COM A PRESENÇA DE BANNERS E FOLDERS SOBRE A CASA1. HAVERÁ DEPOIMENTO DE EX MORADORES DA CASA E PALESTRAS DE FUNDADORES DO PROJETO DURANTE DIAS SELECIONADOS NO AUDITÓRIO DA EMPRESA.

44 QUANTO VAI CUSTAR?

R$10.000,00.


AÇÕES

BANNER

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AÇÕES

FOLDER

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AÇÕES

HANGING BANNER 47


AÇÕES CASINHA NOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS

COLOCAR UMA CAIXA PEQUENA DE ACRÍLICO EM FORMATO DE CASINHA NOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS PRÓXIMOS A CASA1

O QUE FAZER?

POR QUE FAZER?

PARA ARRECADAR VERBA PARA A ONG ALÉM DE FAZE-LA CONHECIDA PRINCIPALMENTE PELO BAIRRO ONDE SE ENCONTRA

ONDE FAZER?

NOS COMÉRCIOS AO REDOR DA CASA1 POR EXEMPLO: SUPERMERCADOS, FARMÁCIAS, PERFUMARIAS, RESTAURANTES, ENTRE OUTROS. TOTALIZANDO 20 COMÉRCIOS COM A CASINHA EM ACRÍLICO.

QUEM FARÁ?

CASA1 EM PARCERIAS COM O COMÉRCIO DA REDONDEZA

QUANDO FAZER?

COMO FAZER?

12 MESES ( NOVEMBRO/18 A NOVEMBRO/19)

SERÁ COLOCADA UMA CASINHA EM ACRÍLICO COM O LOGO DA CASA1 NOS PRINCIPAIS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DA REGIÃO ONDE SE LOCALIZA A CASA 1 PARA ARRECADAR VERBA. FICARÁ POSICIONADO NO BALCÃO DO CAIXA PARA CONTRIBUIÇÃO DOS COMERCIANTES QUE ALI PASSAM,ALÉM DE PRINCIPALMENTE USA-LA PARA CHAMAR A ATENÇÃO PARA A ONG.

QUANTO VAI CUSTAR?

R$600,00

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AÇÕES

CAIXA DE ACRÍLICO

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MEIOS SELECIONADOS MEIOS PRINCIPAIS MEIOS DE APOIO

Midia ´ PRODUTO

INTERNET E RÁDIO

CASA1

PÚBLICO ALVO

METRÔ E SOCIAL MIDIA

AS C 18 -3 5 HOMENS E MULHERES DE 18 A 35 ANOS DA CLASSE A, B E C .

PERÍODO DA CAMPANHA

OBJETIVOS DE MÍDIA COBERTURA

BRIEFING

GRANDE SÃO PAULO E REGIÃO METROPOLITANA

VERBA

NOVEMBRO/2018 A OUTUBRO2019

R$800.000,00 PARA FAZER O EVENTO E AÇÕES

CRITÉRIOS

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Midia ´

INTERNET

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Midia ´

INTERNET

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Midia ´

INTERNET

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Midia ´

RÁDIO

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Midia ´

METRÔ

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Midia ´

SOCIAL MIDIA

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Midia ´

CRONOGRAMA

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Midia ´

FLOWCHART

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Midia ´

CASH FLOW

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CRIAÇÃO


INSTITUCIONAL

GOOGLE ADS 300X600 GOOGLE ADS 300X250 61


INSTITUCIONAL

APLICAÇÃO LINHA 4 AMARELA

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INSTITUCIONAL

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

POST REDES SOCIAIS

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FESTIVAL SOMOS UM

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BANNER NO GINÁSIO 64


FESTIVAL SOMOS UM

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

LAUDA SPOT 65


DIA DO VOLUNTÁRIO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

POST FACEBOOK

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Anexo


A Casa 1 é um punhado de coisas: além de uma república de acolhimento e um Centro Cultural, é também um exercício constante de pensar e promover mudanças estruturais. É ainda um OQNIDSN NQF MHBN PTD RD LNCHƥB@ CD @BNQCN com a necessidade e a diversidade dos seus públicos. Por isso, decidimos não formatar a nossa atuação como a de uma empresa ou instituição comercial, composta de missão, visão e valores: pra gente faz mais sentido pensar no diálogo, no início de uma conversa, e por isso uma carta.

casa de cultura e acolhimento lgbt

carta de apresentação

Nossa atuação é experimental e entendemos que não há nada mais HLONQS@MSD CN PTD NTUHQ N NTSQN CD ENQL@ OKDM@ 3@MSN ƥRHB@LDMSD quanto virtualmente temos constituído uma política de portas abertas, onde todo mundo que tem interesse é recebido da mesma forma respeitosa e inclusiva. A verdade é que não somos os primeiros em nada. O que fazemos é nos colocarmos em constante observação da história e do nosso entorno e, por isso, acreditamos que é possível melhorar o que já foi ou está sendo feito, sempre com a perspectiva de ampliar o diálogo, integrar iniciativas e incentivar a humanização dos processos. Localizada em um sobrado na Bela Vista, região central da cidade de São Paulo, a Casa 1 é uma república de acolhida para LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) expulsos de suas casas por suas orientações sexuais e suas identidades de gênero. É também um centro cultural composto pela sala de atividades Vange Leonel (e que contém também a biblioteca Caio F. Abreu), a sala de exposições Vitor Angelo e o espaço Claudia Wonder, dedicado ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilização social, tanto residentes da casa quanto público externo. Enquanto a república de acolhida tem uma estrutura formal de ONG, o Centro Cultural funciona como uma empresa que, por meio de parcerias públicas e privadas (considerando aqui também as CN@¢°DR D OQNONRS@R CD ƥM@MBH@LDMSN BNKDSHUN FDQ@ RD QDMC@ para a manutenção de todo o projeto e custeio das despesas de moradia, alimentação, saúde e transporte de todas os moradoras e moradores.


Todas as propostas da Casa 1, seja da república de acolhida quanto do centrocultural, prezam por promover a diversidade e a autonomia dos públicos. A gente tem como foco um trabalho interdisciplinar tanto nos conteúdo e na forma das propostas: desde um atendimento humanizado ao exercício continuado de eliminação de barreiras estruturais cotidianas, toda a programação é majoritariamente gratuita, partindo de premissas de inclusão e a troca com a vizinhança. Esse trabalho com o entorno pra gente é bem importante, já que só assim podemospromover um espaço seguro para LGBTs da república de acolhida e pra todo mundo que frequenta o centro cultural. Nesse sentido, a nossa ideia de diversidade vai além das questões de orientação e identidade. Levamos em consideração questões etárias, raciais, de classe, capacidade, origem e tantos outros recortes que podem promover a potência e riqueza das nossas experiências e trocas. No caso da república de acolhida, oferecemos o suporte necessário para garantirque as moradoras e moradores tenham conhecimento e acesso a políticas e direitos que não tiveram contato, por motivos variados, a vida toda. Nesse processo, a liberdade e o respeito são questões centrais. No mais, nos estruturamos para que as pessoas que vivem na casa tenham independência, participem das tomadas de decisão e, principalmente, consigam se organizar para seguir seus desejos da melhor forma possível após os três meses de estadia oferecidos pelo projeto. A grande maioria do trabalho na Casa 1 é voluntário e, conforme parcerias e doações surgem, optamos por contratar pessoas para estabelecer um processo continuado de funcionamento. Nos preocupamos também em manter um salário igual pra todo mundo, independente das atribuições, formação e atuação.

Esperamos que você se sinta tão bem na Casa 1 como nós nos sentimos. Queremos que ela seja cada vez mais um espaço coletivo e acolhedor para mais e mais pessoas: um espaço de e pra todos nós.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS REVISTA GLAMOUR https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/Must-Share/noticia/2016/11/conheca-o-casa1-projeto-de-cultura-e-acolhimento-lgbt-no-centro-de-sao-paulo.html (Acesso em Agosto de 2018) BENFEITORIA https://benfeitoria.com/casa1 (Acesso em Agosto de 2018) PARADA SP http://paradasp.org.br/ajude-o-projeto-casa1-um-centro-de-acolhimento-de-lgbts-idealizado-por-iran-giusti/ (Acesso em Agosto de 2018) GERALDO POST http://www.geraldopost.com/2017/04/conheca-casa-1-ong-que-acolhe-gays-e.html (Acesso em Agosto de 2018) GUIA GAY SÃO PAULO http://www.guiagaysaopaulo.com.br/roteiro/cidadania/casa-1 (Acesso em Agosto de 2018) ESTADÃO https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,apos-vaquinha-casa-para-abrigar-lgbts-expulsos-pela-familia-e-inaugurada,70001640471 (Acesso em Agosto de 2018)


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS G1 GLOBO https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/publico-lgbt-sofre-mais-preconceito-em-espacos-publicos-e-no-transporte-em-sp-diz-rede-nossa-sp.ghtml (Acesso em Agosto de 2018) UOL RAZÕES PARA ACREDITAR http://razoesparaacreditar.com/representatividade-2/lgbts-empresas-chefia/ (Acesso em Agosto de 2018) O POPULAR https://www.opopular.com.br/editorias/infomercial/lgbtq-1.1299389/homofobia-um-crime-que-atinge-todos-n%C3%B3s-1.1300161 (Acesso em Setembro de 2018) DIALOGUS CONSULTORIA https://www.dialogusconsultoria.com.br/caracteristicas-de-consumo-do-publico-lgbt/ (Acesso em Setembro de 2018) NEXO JORNAL https://www.nexojornal.com.br/explicado/2017/06/17/A-trajet%C3%B3ria-e-as-conquistas-do-movimento-LGBT-brasileiro (Acesso em Setembro de 2018) FORUM EMPRESAS LGBT http://www.forumempresaslgbt.com/editorial/a-inclusao-profissional-do-publico-lgbt-um-processo-onde-todos-ganham/ (Acesso em Setembro de 2018)


REFERĂŠNCIAS BIBLIOGRĂ FICAS HOJE EM DIA https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/pink-money-p%C3%BAblico-lgbt-tem-cada-vez-mais-peso-no-mercado-de-consumo-1.594486 (Acesso em Setembro de 2018) JUS BRASIL https://sergioluizbarroso.jusbrasil.com.br/artigos/349032467/quais-sao-os-direitos-do-publico-lgbt (Acesso em Setembro de 2018) G1 GLOBO http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2018/06/negocios-voltados-para-o-publico-gay-fazem-sucesso-e-dinheiro.html (Acesso em Setembro de 2018) ABERJE http://www.aberje.com.br/blogs/post/o-que-e-marketing-lgbt/ (Acesso em Setembro de 2018) EXAME https://exame.abril.com.br/negocios/dino/publico-lgbt-aqui-no-brasil-esta-mais-preparado-financeiramente-para-o-futuro-do-que-heterossexuais/ (Acesso em Setembro de 2018)


REFERĂŠNCIAS BIBLIOGRĂ FICAS O GLOBO https://oglobo.globo.com/sociedade/assassinatos-de-lgbt-crescem-30-entre-2016-2017-segundo-relatorio-22295785 (Acesso em Setembro de 2018) DAPP FGV http://dapp.fgv.br/dados-publicos-sobre-violencia-homofobica-no-brasil-28-anos-de-combate-ao-preconceito/ (Acesso em Setembro de 2018) CATRACA LIVRE https://catracalivre.com.br/cidadania/brasil-mais-mata-lgbts-1-cada-19-horas/ (Acesso em Setembro de 2018) PLATAO PLOMO https://www.plataoplomo.com.br/blog/infografico-sobre-a-comunidade-lgbt-no-mercado-de-trabalho/ (Acesso em Setembro de 2018) ONU BRASIL https://nacoesunidas.org/?post_type=post&s=LGBT (Acesso em Outubro de 2018) UOL https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/09/25/brasil-tem-recorde-de-lgbts-mortos-em-2017-ainda-doi-diz-parente.htm (Acesso em Outubro de 2018)


REFERĂŠNCIAS BIBLIOGRĂ FICAS AGENCIA BRASIL http://agenciabrasil.ebc.com.br/node/1116832 (Acesso em Outubro de 2018) IBOPE http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/no-brasil-apenas-18-da-populacao-pratica-o-trabalho-voluntario.aspx (Acesso em Outubro de 2018) CATRACA LIVRE https://catracalivre.com.br/cidadania/ongs-e-projetos-lgbts-para-voce-ajudar-e-conhecer-em-sua-cidade/ (Acesso em Outubro de 2018) TURISMO EM FOCO http://www.turismoemfoco.com.br/v2017/2017/07/23/potencial-de-consumo-do-segmento-lgbt-no-brasil-gira-em-torno-de-us-133-bilhoes/ (Acesso em Outubro de 2018) SEBRAE http://www.sebraemercados.com.br/oportunidade-de-negocio-consumidor-gay-gasta-3x-mais-que-hetero-e-adora-moda/ (Acesso em Outubro de 2018) REVISTA LADO A https://revistaladoa.com.br/2018/01/consumo/poder-compra-os-direitos-dos-consumidores-lgbt/ (Acesso em Outubro de 2018)