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A Lona que Nasceu Dentro de Mim - Space Films

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Dirceu MARTINS Em

DIREÇÃO: BAHBEL

produção

space films

apoio

universidade CRUZEIRO DO SUL


Integrantes

Alexandre Paes Djair Santana Fernanda Albuquerque Flávio Sales Gabriela Benigna Gabriela Souza Íris Gonçalves Marlon Oliveira

RGM: 2325758-0 RGM: 2315189-7 RGM: 2646708-9 RGM: 2832333-5 RGM: 2295303-5 RGM: 2300056-2 RGM: 2317059-0 RGM: 2304238-8

Orientadores: Prof. Dr. Patricia Assuf Prof. Me. Luis Carlos

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agradecimentos

Nós, da produtora SPACEFILMS agradecemos primeiramente aos professores que nos proporcionaram todo o escopo necessário para realizar esse trabalho acadêmico nos fazendo chegar até aqui. Um agradecimento especial para o Dirceu Martins, o protagonista do nosso documentário e para o estúdio MARAVILHOSAS POLE & DANÇA que nos disponibilizaram parte do material para cenário. Aos professores Luis Carlos e Patricia Assuf por terem tido paciência e sabedoria para nos orientar da melhor maneira possível. A todos nossos colegas de classe que direta ou indiretamente fizeram parte dessa caminhada. Agradecemos a todos que fizeram parte dessa nossa jornada, obrigado a todos por tudo e até uma próxima.

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sumário 1. A PRODUTORA: SPACE FILMS 1.1 Logo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 1.2 Missão, Visão e Valores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 1.3 Equipe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 1.4 Organograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10

2. DOCUMENTÁRIO: A LONA QUE NASCEU DENTRO DE MIM 2.1 Sinopse . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2 Argumento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.3 Objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.4 Formato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.5 Veiculação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.6 Público Alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.7 Classificação Indicativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.8 Justificativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11 11 12 15 15 15 15 16

3. DIREÇÃO DE ARTE E CENOGRAFIA 3.1 Identidade Visual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2 Planta Baixa .. ................................ 3.3 Cenário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.4 Justificativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.5 Relato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

18 19 20 21 21

4. EDIÇÃO/MONTAGEM 4.1 Tipo de Edição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2 Planejamento De Edição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.3 Método De Montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.4 Utilização Dos Planos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.5 Storyboard e Processo De Edição. . . . . . . . . . . . . .

22 22 22 23 23 3


sumário 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.1 Alexandre Paes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2 Bahbel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.3 Djair Santana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.4 Fernanda Albuquerque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.5 Gabriela Benigna . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.6 Gabriela Souza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.7 Íris Gonçalves . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.8 Marlon Oliveira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

25 26 27 28 29 30 31 32

6. APÊNDICES 6.1 Cronograma De Filmagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.2 Ficha De Classificação Indicativa . . . . . . . . . . . . . . 6.3 Boletim de som . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.4 Ordem Do Dia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.5 Orçamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.6 Roteiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

33 34 36 39 40 44

7. ANEXOS 7.1 Autorização de Imagem e Voz . . . . . . . . . . . . . . . . 50

8. REFERÊNCIAS 8.1 Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52

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1. A PRODUTORA

1.1 LOGO

1.2 MISSÃO, VISÃO E VALORES Missão Nossa missão é inovar os projetos de acordo com o perfil e necessidade de cada cliente. Solicitados por meios de serviços, produções, criação e distribuição de conteúdos audiovisuais e culturais.

Visão Nossa visão é produzir conteúdo criativo e autêntico, sempre prezando pelo bom relacionamento interpessoal entre nossa equipe e clientes. Porquê um ambiente divertido e feliz consequentemente produz mais e melhor. 5


1. A PRODUTORA

Valores A produtora SPACE FILMS, zela pelos princípios éticos e morais, mostrando isso sempre em produções que realiza ou fecha contrato, uma produção audiovisual para que toda família possa consumir. A produtora produz conteúdo sem nenhum tipo de imagem, áudio ou marketing apelativo. Cumprindo com todas obrigações legais, sem desrespeitar autoridades constituídas, sempre entregando conteúdo no prazo. Cautela, com a marca SPACE FILMS livrando dos perigos, reforçando a ética, qualidade, profissionalismo, credibilidade, transparecia e visibilidade. A ética da empresa exalta o trabalho em grupo, comprometimento com a qualidade, o desenvolvimento das produções e da marca com metas na produtora, sempre com ótimas avaliações nas produções e excelência.

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1. A PRODUTORA 1.3 Equipe ALEXANDRE PAES | RGM: 2325758-0 Alexandre Paes, 27 anos, formado em sonoplastia, cursando 5º semestre de RTVI na Universidade Cruzeiro do Sul, aspirante a DJ.

BAHBEL | RGM: 2832333-5 Flavio Sales, vulgo Bahbel, 31 anos, ator, cantor e gerente financeiro. Formado no técnico em administração e arte dramática iniciou sua carreira no teatro no ano de 2008, passou por companhias teatrais como Os Satyros, Pessoal do Faroeste e Cia. Hiato. Iniciou sua carreira músical no ano de 2022 com seu single de estreia.

DJAIR SANTANA | RGM: 2315189-7 Djair, 24 anos, graduando rádio, tv e internet pela universidade Cruzeiro do Sul. Formação básica em fotografia pelo Senac, criação e composição de imagens. Já atuou como produtor, locutor roteirista em projetos acadêmicos. Atualmente estagiário no SBT. 7


1. A PRODUTORA 1.3 Equipe FERNANDA ALBUQUERQUE | RGM: Fernanda Albuquerque, 22 anos, cursando o 8°sem em RTVI. Assistente de produção em documentário, produção/direção de arte para videoclipe, técnica de mesa de som em programa de TV, assistente de produção em programa de rádio, sonoplastia em radionovela, produção e operação de áudio para vídeo institucional, produtora executiva em documentário.

GABRIELA BENIGNA | RGM: 2295303-5 Gabriela Benigna 24 anos, formação técnica em Designer Gráfico. Graduanda em Rádio, TV e Internet pela Universidade Cruzeiro do Sul. Em trabalhos acadêmicos já atuou como coordenadora de produção, assistente de direção, produção, pauteira e direção de arte. Atualmente trabalha como assistente de produção em uma produtora.

GABRIELA SOUZA | RGM: 2300056-2 Gabriela Souza, 22 anos, técnica em locução e produção audiovisual pelo Senac. Graduanda do 5° semestre em RTVI pela Universidade Cruzeiro do Sul. Atualmente atua como apoio de produção do programa Linhas Cruzadas na TV Cultura. 8


1. A PRODUTORA 1.3 Equipe ÍRIS GONÇALVES | RGM: 2509101-8 Íris Gonçalves, 20 anos, experiência com produção de texto, esquetes e programas de TV ao vivo. Graduanda do 4° semestre em Rádio, TV e Internet pela Uniersidade Cruzeiro do Sul. Atualmente trabalha como estagiária na produção do Programa do Ratinho.

MARLON OLIVEIRA | RGM: 2304238-8 Sou Marlon Oliveira, tenho 22 anos e estou cursando Rádio Tv e Internet pela Cruzeiro do Sul, atualmente trabalhando na área do audio visual como fotógrafo e Filmmaker nas horas vagas

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1. A PRODUTORA

1.4 ORGANOGRAMA

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2. DOCUMENTÁRIO

A LONA QUE NASCEU DENTRO DE MIM 2.1 SINOPSE A lona que nasceu dentro de mim tem foco principal em artistas circenses, buscando mostrar a desvalorização dessa arte com o passar dos anos, contando sobre as dificuldades mas enfatizando o amor por essa arte. O documentário acompanha Dirceu Martins, também conhecido como palhaço Tetéo. Um senhor de 62 anos, morador da zona norte de São Paulo, pai de três filhos e que tem paixão pelo circo e por pintar a cara. Com mais de cinco décadas vividas com a arte da palhaçaria, Dirceu é completamente apaixonado pelo circo e vemos isso em seus números, depoimentos e acompanhando recortes do seu dia a dia.

2.2 ARGUMENTO Com músicas temáticas o documentário “A lona que nasceu dentro de mim” se inicia com imagens de produção mostrando como nasce o personagem Tetéo através das mãos do artista Dirceu. Com cortes de cartazes, no camarim a transformação começa realizando a montagem de seu figurino, traçando cada detalhe em sua pele com maquiagem, e trazendo o nariz como sua característica final. Apresentado rapidamente, o logo da produtora para anunciar o inicio do espetáculo. Em direção ao centro do “palco” nosso querido palhaço se posiciona para dar inicio a sua história e em seguida é apresentado o título da obra. 11


2. DOCUMENTÁRIO

2.2 ARGUMENTO Contando um pouco mais sobre o circo, imagens aéreas trazemos um pouco mais sobre a lona e estrutura do circo, com suas formas e aspectos únicos. Voltando para o estúdio Dirceu ainda descaracterizado conta sua história e como surgiu seu interesse em ser presente na área circense e ser palhaço. Entre seus contos de vida, mostramos mais uma vez um pouco da transformação de Dirceu; voltando para o camarim em frente ao espelho ele se prepara para o espetáculo que se aproxima. De volta ao estúdio a história caminha em direção ao primeiro encontro com um palhaço, ainda quando era criança, relembrando então seus primeiros traços na pele e mostrando um pouco mais destes toques, com um lápis ele vai contornando e dando forma ao personagem, em um movimento de câmera podemos ver detalhes de suas vestimentas, um pouco de suas calças, para que possa criar esse clima de suspense para apresentar finalmente nosso querido Tetéo. Enquanto Dirceu conta um pouco mais sobre sua primeira apresentação no fundo do quintal de sua casa quando tinha apenas 7 anos, em uma nova cena podemos vê-lo já com a cara pintada, passando alguns retoques em seu rosto.

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2. DOCUMENTÁRIO

2.2 ARGUMENTO Falando um pouco mais sobre a solidez de sua carreira e dos encontros e amizades que fez ao decorrer de sua trajetória ajeitando seu nariz avermelhado vemos mais uma vez os detalhes, já devidamente caracterizado ele sorri com seus olhos cheio de emoção e nos traz a alegria que sente. Dirceu, ainda no estúdio se emociona ao falar dos filhos e principalmente sobre seu filho mais novo que já pensa em trilhar os passos do pai, algumas fotos e vídeos de apresentações dos palhaços Tetéo e Pedrito. Dissertando sobre as dificuldades da vida de um artista, vemos rapidamente Tetéu de costas em direção ao cenário colocando suas luvas. No momento em que Dirceu diz que ama o que faz, temos um corte para uma apresentação televisiva onde ele canta a musica do palhaço Tetéo e contracena com outros artistas. Em um plano mais fechado vemos seus sapatos enormes e brilhantes enquanto nosso convidado sapateia, sorri e gesticula. Em um momento de gratidão Tetéo começa o seu espetáculo e da inicio a suas brincadeiras e palhaçadas.

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2. DOCUMENTÁRIO

2.3 objetivo O objetivo do documentário é mergulhar no universo dos artistas circenses, construindo a figura do palhaço desde o camarim até o palco. Mostrando suas glórias e desafios pelas lentes de Dirceu Martins, um palhaço com décadas de história no trabalho da palhaçaria. O nosso protagonista não nasceu debaixo de uma lona, nem nasceu no berço artístico, mas sim de apaixonou pelo universo mágico dos palhaços na infância e desenvolveu sua paixão no decorrer da vida. Se apropriando da história do protagonista e da magia do circo, história real e fantasia se fundem em tela explanando os objetivos específicos: Abordar as dificuldades de fomento e marginalização enfrentada pelo artista de circo, passando pela necessidade de incentivo do estado e os obstáculos do artista de rua. Discutir sobre etarismo e a invalidez que a sociedade impõe sobre a figura do indivíduo após os sessenta anos e as dificuldades sobre ser um artista na terceira idade. Retratar a motivação artística que move o indivíduo, os estímulos iniciais que o fazem seguir o universo das artes, mostrando suas obrigações sociais e recompensas.

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2. DOCUMENTÁRIO

2.4 formato Documentário - biográfico

2.5 VEICULAÇÃO A veiculação será feita pelo site, canal no youtube da produtora Space Films e canal do Núcleo de Comunicação (NUCOM). Com ações de divulgação pelas redes sociais da produtora e seus participantes.

2.6 PÚBLICO ALVO O público alvo deste documentário são crianças e adolescentes dos 4 aos 16 anos, pois se trata de um documentário de um artista que atende ao público infanto juvenil. Assim, trazemos um pouco mais além do artista, conhecendo o autor por trás da obra.

2.7 CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA A princípio consideramos que nosso documentário seja indicado livre para todos os públicos. Baseado nas informações presentes no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Por se tratar de um documentário-biográfico, onde iremos contar apenas a história do nosso personagem, com relatos que não apresentam agravantes e pode ser livre para todos os públicos. 15


2. DOCUMENTÁRIO

2.8 JUSTIFICATIVA Desde quando nos foi explicado sobre este trabalho em sala, nos reunimos a fim de decidir qual seria o tema do nosso projeto audiovisual levando em conta o gênero "documentário" e a dinâmica que ele possibilita de se contar uma história. Utilizando os conhecimentos adquiridos ao longo das aulas começamos a planejá-lo e com isso surgiu o primeiro questionamento: Qual história queremos contar? E em meio a várias sugestões que foram discutidas em diversas reuniões chegamos a conclusão que queríamos contar uma história de vida regada de superação e amor pela arte circense. Nosso intuito é contar o que motiva alguém a seguir em frente para levar sua arte para milhões de pessoas, mesmo com todas as dificuldades encontradas no caminho ao longo dos anos. Após isso, por intermédio da internet, conhecemos o Sr. Dirceu (palhaço Tetéo) que desde o início se mostrou interessado em fazer parte desse projeto conosco. Levando em consideração tudo que foi conversado com o Sr. Dirceu através de uma reunião, demos início a criação do roteiro e planejamos como seria executada a filmagem de forma que conseguíssemos trazer a história dele como Dirceu na vida e como Tetéo nos palcos. 16


2. DOCUMENTÁRIO

2.8 JUSTIFICATIVA A importância de criar um documentário com essa temática é mostrar ao espectador o quão difícil é ser artista independente sem apoio financeiro do estado, com tantos julgamentos e com a grande desvalorização, neste caso, do circo nos dias de hoje, mas que mesmo com todos esses empecilhos jamais se perde o brilho, pois, o amor pela arte é muito maior.

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3. DIREÇÃO DE ARTE E CENOGRAFIA 3.1 IDENTIDADE VISUAL Tipografia -Fontes MESTIZO ( LOGO/ TÍTULO) BEBAS NEUE(Subtitulo) LATO (Corpo de texto) ARISTOTELICA PRO DEMIBOLD (Para GC´s) SANCREEK (Para artes e posts em redes sociais) Paleta de cores

#b30d19

#33143f

#0f6e5a

#05374f

#902d2d

#ccb878

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3. DIREÇÃO DE ARTE E CENOGRAFIA 3.1 IDENTIDADE VISUAL Modelos para GC's

Dirceu Martins 3.2 planta baixa

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3. DIREÇÃO DE ARTE E CENOGRAFIA 3.1 cenário

Cenário principal, show do palhaço Tetéo

Camarim do palhaço Tetéo

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3. DIREÇÃO DE ARTE E CENOGRAFIA 3.4 justificativa A direção de arte levou sua maior fonte de inspiração o universo circense, com suas cores tradicionais e objetos que transportam o espectador à atmosfera da lona. O documentário se passa em três locações específicas. A primeira a ser apresentada, o camarim, transporta o público para o momento do nascimento do palhaço, sua preparação e ritual de início. Além do espelho e as luzes de camarim, os objetos cênicos remetem a essa intimidade proposta no local em que o palhaço ganha vida. O segunda o local da entrevista, onde a cortina e as luzes, dois elementos que carregam o circo, transportam a energia da lona para o momento. E por último o palco do circo, com as cortinas azul e vermelha sobrepostas, trazendo o circo de forma real.

3.5 relato Na conceção do cenário partimos da vontade de criar um ambiente circense que nos remetesse ao sentimento nostálgico de quando íamos ao circo com nossos amigos e familiares. As cortinas que tem um grande significado dentro do ambiente circo foram muito utilizadas juntamente com a iluminação; optamos pelas cores azul e vermelha serem predominantes em toda estética do documentário porque a cortina vermelha é muito presente em tendas circenses e o azul por ser presente no conjunto do nosso personagem Tetéu.

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4. edição/ montagem 4.1 tipo de edição Em alguns documentários o tipo de edição são variados, e que podem ser usados durante ou até mesmo após a produção. Nosso método foi não linear, pois tivemos cortes secos e alguns arquivos sobrepostos em outros, tanto áudio como vídeo. Todos os arquivos foram selecionados através do programa de edição Sony Vegas PRO 18.

4.2 PLANEJAMENTO DE EDIÇÃO A edição feita após gravação foi ancorada através do som, ou seja, da fala do nosso convidado que participou do documentário. A narrativa de edição foi pensando diante pontos levantados pelo convidado na hora das gravações do documentário, sendo assim levando para um lado mais melodramático e feliz em alguns momentos. Com isso, os cortes feitos durante o documentário tem como intenção de entreter quem nos assiste, adicionando arquivos que remetem a o trabalho dele com a família.

4.3 MÉTODO DE MONTAGEM A edição do documentário seguiu 3 das 6 regras do corte de Walter Murch: ritmo, emocional e história, com intuito de prender a atenção de quem assiste o documentário com uma história que é tão pouco comentada. A rítmica do documentário não deixa com que fique uma narrativa cansativa, pois o dinamismo para cenas de arquivos que aparecem e somem no decorrer, é constante. 22


4. edição/ montagem 4.4 UTILIZAÇÃO DOS PLANOS A utilização do plano americano e primeiro plano foram escolhidas para que em momentos de emoção ou outro sentimento transparecido pudesse ser capturado com a troca de câmera e para dar ênfase nas partes "importantes".

4.5 STORYBOARD e processo de edição

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4. edição/ montagem 4.5 STORYBOARD e processo de edição

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.1 ALEXANDRE PAES Assim como esperado, a cada projeto um novo desafio, no começo do curso a inexperiência era o maior inimigo, hoje com uma carga maior do curso algumas funções já estão ficando com mais transparência e podemos enxergar com clareza soluções criativas para problemas que anteriormente pareciam ser impossíveis de ter alguma resolução. Participando na produção, cenografia e sonoplastia pude testar meus conhecimentos, paciência e agilidade para conseguir material e mão de obra para este projeto sair do papel e criar corpo.

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.2 BAHBEL Esse semestre foi definitivamente um dos que mais tive aproveitamento por conta da entrega dos trabalhos propostos. No interdisciplinar, optamos por desenvolver a história de uma palhaço na terceira idade, explanando sobre a vida do artista, seus desafios e paixões. Eu fiquei grato quando escolhemos o tema, pois é um assunto que tenho intimidade e identificação. Desempenhei as funções de diretor e direção de arte, sendo um prazer realizar as duas. A direção de arte me trouxe muita satisfação no produto final, trazendo a plasticidade que havia imaginado originalmente para o documentário. Percebi que tenho aptidão para a função e disponibilidade para fazê-la. A direção foi um lindo desafio que me fez de fato perceber de uma vez por todas o papel que quero desempenhar dentro do audiovisual. A direção cinematográfica sempre foi meu alvo, e crescer junto com esse projeto foi a coisa mais incrível que me ocorreu dentro desta universidade até o momento. Daqui levo o amor ao cinema e a certeza de querer transformar com a arte.

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.3 DJAIR SANTANA Iniciamos esse semestre com as expectativas bem altas, uma vez que tivemos a informação que as aulas voltariam em modo presencial e voltou. Através de brainstorming em grupo começamos a jogar possíveis ideias do que poderia ser produzido pela SpaceFilms. Ficamos entre gravar um documentário no casarão Afonso Sardinha ou gravar sobre um artista circense. Decidimos seguir com a arte circense. Após isso realizamos as divisões de funções, e nesse semestre devido à volta presencial das aulas eu gostaria de executar uma função onde eu tenho mais deficiência para poder me aprimorar e conhecer mais a fundo sobre que é técnico de som. Estava tudo certo para executar a função, mas devido à disponibilidade do nosso palhaço protagonista do documentário infelizmente a gravação ocorreu em um horário onde eu não poderia acompanhar desde o início. Com tudo isso fiquei bem triste em não poder colaborar da forma que eu queria executando uma função nova. Fiquei com a parte de produção mais um semestres o que eu imaginei que seria como os outros demais que também realizei a mesma função, mas não, foi muito melhor devido ao retorno presencial eu senti aquele gostinho de correria e de como realmente é um trabalho de produção dentro de um projeto para que desde a pré produção, gravação e pós produção saísse da maneira e resultado que a nossa produtora esperava. Acredito que essa função me agregou muito mais nesse semestre diferente dos demais. 27


5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.4 FERNANDA ALBUQUERQUE Desde quando nos foi passado a proposta deste documentário começamos a expor nossas ideias em grupo e pensar qual seria o melhor tema para a execução. Após muitas reuniões entre o grupo e com o nosso orientador, fomos colocando os prós e contras de cada ideia que tivemos até ali, assim, conseguimos chegar em um acordo geral. A ideia de retratar a vida do artista circense Dirceu foi incrível desde o início pois ele tem histórias muito boas e emocionantes sobre o amor pelo circo e apesar de todas as milhões de dificuldades, nunca se deixou levar e continuou atrás da sua paixão. As gravações foram muito legais e harmoniosas, toda a equipe se esforçou ao máximo para dar o melhor de si e para fazer com que o convidado se sentisse o mais à vontade possível para que ficasse verdadeiro. Fico muito feliz pelo resultado final desse projeto, esperamos que consigamos passar para quem assiste toda a emoção e verdade que gostaríamos e que tínhamos como objetivo desde o início.

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.5 GABRIELA BENIGNA A criação desse documentário foi algo encantador e trabalhoso. A princípio, ouvimos todas as ideias de possíveis temas, e fomos escolhendo de acordo com o que nos daria mais possibilidades de filmagem, e assim chegamos até “A lona que nasceu dentro de mim”. Nesse projeto fiz parte da direção de arte, fui assistente de direção e assistente de câmera. Na direção de arte, cuidamos de todos os detalhes do cenário e do design da bíblia de produção, como não conseguimos um circo para a gravação decidimos montar um picadeiro e um camarim no estúdio da universidade, apesar de trabalhoso foi um processo criativo muito bom, trabalhar desde os esboços até a montagem no estúdio me fez perceber que essa área me interessa muito mais do que imaginava. Para a capa da bíblia, tivemos a ideia de recriar um cartaz de circo, com cores fortes e letreiro, além disso, também ajudei a desenvolver o novo logo da spacefilms, todo processo de concepção da identidade visual do projeto foi incrível de fazer. Como assistente de direção, ficava atenta a todas as ilhas e disposta a auxiliar no que conseguisse e discutia com o diretor todos os detalhes de gravação. Ser assistente de câmera foi uma novidade para mim, apesar de ser pouco familiarizada com o equipamento, foi algo que me interessou, prestar atenção nos planos, deixar a câmera corretamente posicionada. Portanto, o documentário foi um projeto muito interessante de fazer, tinha muita vontade de aprender sobre, pois me interesso pelo tema, e realizar na prática é diferente, cada descoberta e até mesmo os impasses me fizeram aprender mais do assunto durante esse lindo processo.

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.6 GABRIELA souzA Contar a história de alguém que não conhecemos sempre é desafiador, e como fazer isso de forma sensível e respeitosa com nosso personagem? Esta foi a pergunta mais frequente na minha mente durante a concepção desse projeto. Diferente dos projetos anteriores, nesse semestre decidi que iria experimentar outras funções, e assim o fiz. Deixei o roteiro de lado (que é algo que também gosto muito) e decidi me aventurar...como possuo certa facilidade em criação de peças de arte meus colegas e eu decidimos em comum acordo que eu poderia acrescentar muito na direção de arte deste projeto. Como em todos os projetos propostos em grupo houve muita troca, e acredito que tudo isso seja muito enriquecedor nesse processo de aprendizado, pude conhecer outras faces de meus colegas e percebi que a bagagem que cada um traz consigo pode ser muito proveitosa para mim também. Falando da parte de direção artística, houve alguns momentos em que precisamos improvisar com os recursos que tínhamos, porque a ideia na prática não dava muito certo e ver os outros integrantes do grupo trazendo suas soluções e pontos de vista em discussão ampliou muito minha visão em vários aspectos. Gostei muito de fazer este documentário porque tivemos a experiência de trabalhar com alguém de fora do nosso meio, em consequência nos exigiu mais responsabilidade, organização e profissionalismo para lidar com os problemas que surgiram e não fazer feio. 30


5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.7 íris gonçalves Nesse semestre quis mergulhar mais a fundo nos projetos interdisciplinares, tendo mais influência e autonomia dentro da produtora. O que era um processo que já vinha fazendo desde o último semestre. Trouxe algumas ideias para criarmos um documentário de terror sobre o Afonso Sardinha, mas após algumas reuniões com os colegas resolvemos optar por outro caminho. Fiquei ao lado do diretor pontuando os nossos objetivos e como podíamos alcançá-los após uma breve conversa com o Dirceu, o que nos rendeu grandes ideias. Decidi ficar em funções que eu já tinha experiência (roteiro e produção), mas nunca coloquei em prática dentro da minha vida acadêmica por acreditar serem atividades que eu já tinha um “domínio”. Fiquei surpresa ao perceber que a minha arrogância era maior que o meu conhecimento. Com o professor Luís tive a oportunidade de aprender mais sobre o processo de construção do roteiro aberto. Esse trabalho me ensinou a ter mais humildade para aprender com os meus professores. Agradeço pelos ensinamentos e ao Dirceu pela participação.

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.8 marlon oliveira É isso, mais um semestre, mais um projeto interdisciplinar onde cabelos foram arrancados, amizades foram feridas e farpas foram trocadas, e isso seria verdade tudo se a forma como o desenvolvimento do documentário não tivesse sido tão bem organizado, nossas reuniões, entregas de funções etc... Diferente do semestre passado que fiquei como diretor e editor, nesse mudei apenas uma função, fiquei como editor (que é uma baita função) e câmera. Fiquei uns 4/5 dias editando, contando antes e depois do primeiro corte entregue, cansativo, puxado, e entre pausas e pausar por bloqueio criativo, surgiu o resultado final do documentário, que ficou lindo, e eu tenho orgulho de mostrar esse meu trabalho!

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6. APÊNDICES

6.1 cronograma de filmagem Abril DOM

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QUI

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Roteiro finalizado

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3

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Pesquisa finalizada

Base da direção de arte Gravação

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Conversa com o Dirceu

Maio DOM

SEG 1 Identidade

2

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9

visual finalizada

Orçamento fechado

TER

Bíblia finalizada

Edição finalizada

QUA

QUI

SEX

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Entrega do documentário

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6. APÊNDICES

6.2 ficha de classificação indicativa

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6. APÊNDICES

6.2 ficha de classificação indicativa

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6. APÊNDICES

6.2 ficha de classificação indicativa

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6. APÊNDICES

6.3 boletim de som

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6. APÊNDICES

6.3 boletim de som

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6. APÊNDICES

6.4 ordem do dia 20/04 Universidade Cruzeiro do Sul (camarim e palco) 12:30 - MONTAGEM DE CENÁRIO/LUZ/CÂMERA 14:40 - CHEGADA DE DIRCEU 15:30 - ENTREVISTA / PALCO 16:30 - TAKES ESPELHO DIRCEU / CAMARIM 17:00 - MAQUIAGEM E FIGURINO TETÉO / CAMARIM 18:00 - TAKES ESPELHO TETÉO / CAMARIM 18:30 - CENA CAMARIM / CORREDOR 19:30 - SHOW DO TETÉO / PALCO 20:30 - DETALHES TETÉO / PALCO 21:00 - CENA FINAL /PALCO 21:30 - DIRCEU TIRANDO A MAKE / CAMARIM 22:00 - FIM DAS FILMAGENS/DESMONTAGEM DO CENÁRIO 22:30 - ENCERRAMENTO

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6. APÊNDICES

6.5 orçamento O orçamento possui aproximadamente os gastos de produção do documentário A lona que desceu dentro de mim. As pesquisas foram realizadas com base dos sites como Sindicine, Glassdor, Salário.com para os valores da equipe de produção. Sites como Kalunga, Americanas, Rental Facility, Carcará Filmes para os equipamentos de locação e montagem de cenário. Americanas, Extra, Uber, Rappi entre outros para alimentação e transporte. O orçamento ficou no total de R$ 45.849,07 EQUIPE DE PRODUÇÃO

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6. APÊNDICES

6.5 orçamento EQUIPAMENTOS E LOCAÇÃO

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6. APÊNDICES

6.5 orçamento ALIMENTAÇÃO E TRANSPORTE

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6. APÊNDICES

6.5 orçamento PRESTAÇÃO DE CONTAS

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6. APÊNDICES

6.6 roteiro

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6. APÊNDICES

6.6 roteiro

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6. APÊNDICES

6.6 roteiro

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6. APÊNDICES

6.6 roteiro

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6. APÊNDICES

6.6 roteiro

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6. APÊNDICES

6.6 roteiro

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7. ANEXOS

7.1 AUTORIZAÇÃO DE IMAGEM

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7. ANEXOS

7.1 AUTORIZAÇÃO DE IMAGEM

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8. REFERÊNCIAS

8.1 BIBLIOGRAFIA AUTOR desconhecido. "Classificação Indicativa: como funciona?". Disponível em: https:// blog.elsys.com.br/como-funciona-aclassificacao indicativa) . Acesso em 09/04/2022 15:12 RISCADO. Direção: Gustavo Pizzi. Produção: Gustavo Pizzi e Cavi Borges. Local: Brasil. Filmes do estação, 2010. Disponível em: Globoplay 1h 25min O palhaço. Direção: Selton Mello. Produção: Vania Catani e Bananeira Filmes. Local: Brasil. Imagem Filmes, 2011. Disponível em: Globoplay e Telecine 1h 30min FLEE - Nenhum Lugar para chamar de Lar. Direção: Jonas Poher Rasmussen. Produção: Final Cut For Real & ARTE. Local: Dinamarca. Participant Media, Neon, Curzon Artificial Eye, 2021. Disponível em: Claro Video O Ato de Matar. Direção: Joshua Oppenheimer, Christine Cynn, Anônimo. Produção: Werner Herzog. Local: Dinamarca. Dogwoof, 2012. Disponível em: https://youtu.be/ FMzOvxHyBnQ AUTOR desconhecido. "Exemplos de justificativa de TCC". Disponível em: https://biblio.direito.ufmg.br/? p=3503. Acesso em: 20/04/2022 17:30 BLOG do EAD UCS. "Regras ABNT: como formatar trabalhos acadêmicos e dicas". Disponível em: https://ead.ucs.br/blog/regrasabnt. Acesso em: 09/05/2022 20:00

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A LONA QUE NASCEU DENTRO DE MIM

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