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Jaú - Ano 12 | Edição 95 | Junho 2021 Distribuição gratuita | Venda proibida

Conectcor Telecom Muito mais perto de você


Editorial

A melhor forma de prever o futuro, é criá-lo! (Peter Drucker)

Ano 12 – Edição 95 – Jaú, Junho de 2021 Tiragem: 10.000 exemplares Revista Energia é uma publicação da Rádio Energia FM Diretora e Jornalista responsável Maria Eugênia Marangoni mariaeugenia@radioenergiafm.com.br MTb. 71286

A Energia se reinventa todos os dias

Diretor artístico: Márcio Rogério rogerio@radioenergiafm.com.br

D

Edição e Revisão de textos Heloiza Helena C. Zanzotti revisao@revistaenergiafm.com.br

Fotografia Moinho Propaganda (14) 3416 7290 Diagramação Moinho Propaganda (14) 3416 7290 Projeto gráfico: Revista Energia Social Club social@revistaenergiafm.com.br Colunistas Alexandre Garcia Evelin Sanches João Baptista Andrade Mariah Guieiro A. R. F. de Almeida Prado Professor Marins Ricardo Izar Wagner Parronchi Comercial Marcelo Mendonça Milene Perez Sérgio Bianchi Silvio Monari Impressão: Grafilar (14) 3812 5700 Distribuição: Panfletos&Cia (14) 3621 1634 Revista Energia Rua Quintino Bocaiúva, 330 | 2º andar CEP: 17201-470 | Jaú - Fone: (14) 3624 1171 www.energianaweb.com.br Elogios, críticas e sugestões leitor@revistaenergiafm.com.br Quero anunciar comercial@revistaenergiafm.com.br Opiniões, avisos e quaisquer outras informações expressas nos editoriais e colunas representam exclusivamente a visão de seus autores, e não refletem necessariamente a posição e/ou opinião da Revista Energia, seus parceiros e patrocinadores. Nesses casos, o conteúdo é de total e exclusiva responsabilidade de seus autores.

Foto: Arquivo pessoal

Criação de anúncios: Moinho Propaganda atendimento@moinhopropaganda.com.br

esde que começou a pandemia, toda semana iniciamos nosso planejamento de trabalho recalculando a rota. Avaliamos o que está sob nosso controle e quais as mudanças necessárias para se adaptar às novas expectativas do mercado, dos clientes, dos consumidores. Em alguns momentos tivemos dificuldade para visualizar uma nova realidade sem precedentes, parecíamos estar em modo “tela azul”, dando “tilt”. Foi necessário dar um “reset” e começar a aprender, reaprender, desaprender e formatar o nosso HD. A boa notícia é que a rotina de todo mundo mudou, e o rádio também se transformou, ganhando ainda mais força. A Energia se reinventou no dial e no online, produzindo Lives, intensificando notícias, diversificando a programação, criando mais conteúdo, tudo para ficar ainda mais perto do seu público. É interessante notar como o conteúdo da Rádio Energia transcendeu as plataformas e os meios de transmissão para se tornar viral na ponta dos dedos dos seus ouvintes. Quem ouviu, leu, viu, também compartilhou, curtiu, comentou e seguiu nossos conteúdos e programas de entretenimento nas multiplataformas. Essa realidade de adaptação do Rádio se confirma ao analisarmos a pesquisa “Impactos da Covid-19 no consumo de rádio no Brasil”, realizada pelo Kantar IBOPE Media durante o mês de agosto de 2020, em que 75% dos ouvintes de rádio afirmaram ouvir o meio com a mesma intensidade ou até mais, após medidas de isolamento social; 17% afirmaram ouvir rádio muito mais após o isolamento. Além de aumentar o número de ouvintes, a pesquisa também mostra que o tempo que as pessoas ficam sintonizadas no rádio também aumentou, na média 4h41 por dia, sendo que 3 em cada 5 ouvintes consomem rádio todos os dias. Houve também um crescimento do consumo do rádio pela internet, indicando sua grande capacidade de adaptação, e levando o rádio para muito além do dial. Aliás, internet se tornou um recurso ainda mais essencial durante a pandemia, e em Jaú e região internet tem nome, Conectcor! Na nossa matéria de capa você vai conhecer um pouco mais dessa empresa que está sempre próxima do seu cliente e da população, seja oferecendo tecnologia de ponta em conexão, seja trabalhando ações sociais. Não foi só em relação ao consumo de rádio que a pandemia mudou os hábitos da população. Segundo a Agência Brasil, a venda de livros aumentou 18% nos últimos meses, as pessoas estão lendo mais. Tem coisa mais envolvente do que uma boa leitura? Se me permite uma sugestão, aqui vai: “Por que fazemos o que fazemos?” do filósofo e escritor Mario Sergio Cortella. Um livro leve, que aborda a importância de ter propósito na vida, a motivação em tempos difíceis, os valores e a lealdade a si mesmo e ao seu emprego. E nesta edição da RE você também vai conhecer o projeto de Lei Tatiane, do Deputado Federal Ricardo Izar, que tem o objetivo de ensinar crianças e jovens sobre a importância da doação de órgãos e como o SIM de uma família pode proporcionar uma segunda chance para muitas pessoas. “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”. (Nelson Mandela) Ótima leitura! 

Maria Eugênia


NESTA EDIÇÃO 8 Radar 9 Seu Próximo Destino 11 Pense Nisso 14 Cyber Dicas 16 Medicina e Saúde 18 Capa 24 Vida Saudável 28 Opinião 34 Look de Artista 38 Social Club 40 Saúde 44 Adote um Pet 48 Legislação 50 Boa Vida

Nossa Capa: Conectcor Telecom Modelo: Carlos Moreira CEO da Conectcor Telecom Jaú - Ano 12 | Edição 95 | Junho 2021 Distribuição gratuita | Venda proibida

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Look de Artista

Conectcor Telecom Muito mais perto de você


Padrão Padrão página página única única Medida Medida total total da da página página com com sangria sangria 20,8x28 20,8x28 cm cm Sangria 2,5 mm para cada lado Sangria 2,5 mm para cada lado

5 SORTEIOS DE 5 SORTEIOS DE

5 500 1 R$ R$

MIL MIL

TODA SEMANA TODA SEMANA

R$ R$

MIL MIL

EM OUTUBRO EM OUTUBRO

R$ R$

MILHÃO MILHÃO

NO SORTEIO FINAL NO SORTEIO FINAL

A cada R$ 100 A cada R$ 100 poupados poupados 1 número da sorte 1 número da sorte para concorrer para concorrer Poupança Poupança Programada Programada Números da Números da sorte em dobro sorte em dobro

Eu Eu vou vou poupar poupar de de montão montão E E juntar juntar o o maior maior dinheirão. dinheirão.

E E você, você, vem vem com com a a gente? gente?

Confira o regulamento em poupancapremiadasicredi.com.br Confira o regulamento em poupancapremiadasicredi.com.br Promoção comercial vinculada a Títulos de Capitalização da modalidade incentivo emitidos pela ICATU CAPITALIZAÇÃO, CNPJ nº 74.267.170/0001-73 e Processo SUSEP nº 15414.619105/2020-02. Período

Promoção comercial vinculada a Títulos Capitalização daserão modalidade incentivo emitidos pela em ICATU CAPITALIZAÇÃO, CNPJsorteios nº 74.267.170/0001-73 e Processo SUSEP 15414.619105/2020-02. de 15/03/2021 até 20/12/2021. Durantedetoda a promoção, sorteados até R$ 2.500.000,00 prêmios, sendo 5 (cinco) semanais de R$ 5.000,00, 1 (um) de R$nº500.000,00 em outubro e 1 Período (um) de de Durante todadea promoção, R$ 2.500.000,00 emvigor. prêmios, sendo 5 (cinco) sorteios semanais de R$ 5.000,00, 1 (um) 08007247220. de R$ 500.000,00 outubro 1 (um) de R$ 15/03/2021 1.000.000,00até ao 20/12/2021. final da promoção, líquidos Imposto deserão Rendasorteados IR (25%), até conforme legislação em Regulamento em poupancapremiadasicredi.com.br. SAC SICREDI SACem ICATU 0800e 2860109 136 Revista Energia R$ 1.000.000,00 ao final promoção, líquidos Renda IR (25%), conformeICATU. legislação em meramente vigor. Regulamento em poupancapremiadasicredi.com.br. SAC SICREDI 08007247220. SAC ICATU 0800 2860109 paradainformações relativasdeaoImposto sorteio de capitalização). Ouvidoria Imagens ilustrativas. (atendimento exclusivo 136 Revista Energia (atendimento exclusivo para informações relativas ao sorteio de capitalização). Ouvidoria ICATU. Imagens meramente ilustrativas.


Radar Por Alexandre Garcia

ALEXANDRE GARCIA Jornalista, apresentador, comentarista de telejornais, colunista político e conferencista. Atuou no Jornal do Brasil, na TV Manchete e na Rede Globo, onde trabalhou por mais de 30 anos. Em março de 2020 foi contratado pelo Canal Rural como comentarista nos programas “Rural Notícias” e “Mercado & Companhia”, e em julho de 2020 passou a integrar o time de comentaristas da CNN Brasil. Atualmente também escreve para o jornal a Gazeta do Povo.

Quem é maioria? No Rio de Janeiro, num domingo, vimos o que talvez tenha sido a maior parada de motocicletas juntas no planeta

N

enhum órgão tradicional de informação

e de governadores se expressa pela maior parte do noticiário

anunciou ou promoveu, ninguém subsi-

que lhes dá cobertura e apoio - e o Presidente, por sua vez, vai

diou, e pousou no asfalto um enxame de

às ruas e às redes sociais para conferir sua força e comparar

motos que fluíram como um rio amazônico

as imagens dos eventos com os números das pesquisas de

pelas estradas e avenidas da cidade, sau-

opinião, que mostram sua popularidade em queda e a vitória de

dadas por bandeiras nacionais agitadas

Lula no ano que vem.

nas calçadas e prédios. Bastou uma convocação do Presidente da República, e milhares foram demonstrar-lhe apoio.

Quem, afinal, tem a força da maioria? Costuma-se considerar que a dúvida sobre quem é maioria numa democracia é sempre

Desde a campanha eleitoral, eventos assim têm sido a forma

decidida nas urnas - a hora da verdade. Mas a urna precisa

de o Presidente ficar próximo de seus eleitores. Por sua vez,

garantir a certeza de que cada voto é recebido e contado com

a nova forma de a oposição se expressar tem sido a CPI da

lisura. A apuração não pode ser um ato em segredo de Justiça.

Pandemia. Em resposta, apoiadores do presidente encheram a

Na verdade, é um ato administrativo, que precisa ser transpa-

Avenida Paulista no 1º de Maio e a Esplanada no 15 de maio.

rente e acessível à compreensão de qualquer eleitor.

No Dia das Mães, o Presidente liderou milhares de motos em

Quando cada um tem a sua verdade, é a soma das verdades

desfile por Brasília. Entre umas e outras, Bolsonaro também res-

de cada um que vai decidir qual maioria exercerá o poder. O

pondeu à oposição de governadores visitando com frequência

voto é secreto; a apuração não pode ser secreta. 

estados do Nordeste, onde não ganhou a eleição, sempre provocando aglomerações, como estabeleceu o bordão. São linguagens diferentes que se opõem e têm se movimentado como ação e reação. A oposição de senadores da CPI

“A urna precisa garantir a certeza de que cada voto é recebido e contado com lisura”


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Pense

nisso

Por Professor Luiz Marins

LUIZ MARINS Antropólogo e escritor. Tem 26 livros publicados e seus programas de televisão estão entre os líderes de audiência em sua categoria. Veja mais em www.marins.com.br

Já tivemos essa ideia antes... Em quase todas as empresas e organizações em que prestamos consultoria vemos ideias e iniciativas excelentes

E

que foram deixadas morrer

las morrem de várias doenças: (a) falta de acompanhamento; (b) falta de continuidade; (c) nem sequer chegaram a ser implementadas; (d) economia boba de recursos; (e) mudança das pessoas que iniciaram o processo e muitas outras razões e explicações para a ideia ter sido deixada morrer. O que me impressiona é que todas as pessoas dessas organi-

zações e empresas afirmam que aquela ideia ou iniciativa era excelente! Muitas delas chegaram a dar resultados espetaculares, mas foram descontinuadas, deixadas morrer. Por que isso acontece? O que nos parece faltar é uma padronização, uma formalização daquela ideia, daquela iniciativa. Sem uma formalização ou uma forma qualquer de padronização, muitas vezes através de um simples manual, a ideia ficará solta, dependerá sempre da boa vontade e da disposição das pessoas e nunca se tornará um padrão dentro da organização. Sem determinação clara de responsáveis e prazos, as ideias e iniciativas não têm continuidade, perdem potência e morrem. O mais triste é que, quando a mesma ideia ou iniciativa que aquela empresa teve no passado é colocada em prática com grande sucesso pela sua maior concorrente, os comentários são sempre: “já tivemos essa ideia antes...”; “aqui nada vai para frente”; “era ótimo, mas acabou...”; e muitas outras justificativas e desculpas. Não deixe isso acontecer na sua empresa. Pense nas ideias que já tiveram e as ressuscite com profissionalismo. Menos ideias, menos iniciativas, mas com continuidade e padrões definidos será sempre melhor que muitas ideias deixadas morrer.  Pense nisso. Sucesso!


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Medicina e Saúde Por Dra Mariah Guieiro Alves dos Reis Ferraz de Almeida Prado  Medicina e Residência Médica em Otorrinolaringologia pela Faculdade Estadual de Medicina de Marília - FAMEMA  Especialização/Fellowship em Rinologia Avançada - Endoscopia Endonasal e de Base de Crânio pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP  Título de Especialista em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico - Facial pela Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial - ABORLCCF  Membro da European Rhinologic Society - ERS e ABORL - CCF

De onde vem esse “ZUM ZUM ZUM”? Você tem escutado um chiado parecido com uma panela de pressão? No silêncio, escuta sons de “abelhas voando” próximo aos ouvidos ou tem a sensação de um “coração batendo” quando se deita?

S

e você se identifica com algumas dessas situ-

hormonais, metabólicas, maus hábitos alimentares, má qualidade

ações, não se apavore. É muito frequente nos

do sono, dentre outras. Ainda, o momento, duração e frequência

consultórios otorrinolaringológicos queixas se-

com que o “chiado” aparece, além dos antecedentes pessoais e

melhantes a essas. O zumbido ou tinnitus, mais

familiares do indivíduo, relacionados com sua personalidade e

popularmente referido como “chiado”, pode apre-

seus hábitos de vida também são importantes para a investigação

sentar-se das mais diversas formas.

do fator - ou fatores - desencadeantes do quadro.

Inicialmente, para entendermos o problema, é importante

Assim, a partir da identificação detalhada do zumbido

termos o conhecimento de que o zumbido é um sintoma e não

aliada a um exame clínico bem realizado, pode-se chegar a

uma doença em si. Há, desse modo, uma percepção sonora

um tratamento, orientação e seguimento adequados para cada

consciente na cabeça ou ouvidos, na ausência de um fator

paciente. Os otorrinolaringologistas estão entre os profissionais

reprodutor externo. Ou seja, o “barulho” é percebido apenas pelo

mais capacitados para a condução desse quadro.

indivíduo que o manifesta e não existe no meio externo. Dentre as possíveis causas associadas a esse incômodo sonoro podem ser identificados problemas auditivos, nasais, alterações

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Por isso, se você ou algum familiar se incomoda com algum “barulho” que não está no meio externo, não deixe de nos consultar. 


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Capa

Muitos

passos à frente Você consegue imaginar como seria a sua vida sem a internet? Texto Heloiza Helena C Zanzotti

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V

iver sem internet hoje é simplesmente impen-

sável e, sem dúvida, esta é uma das maiores invenções do século XX, que permitiu grandes avanços tecnológicos e transformou o modo como vivemos e nos relacionamos. Os aplicativos, as redes sociais e buscadores (como o

Google) mudaram nosso dia a dia de tal forma que não importa onde você esteja, estar conectado é fundamental. Imagine, leitor, se durante este período de pandemia não pudéssemos contar com a tecnologia para trabalhar, comprar, interagir com amigos e familiares, saber das últimas notícias ou simplesmente passar o tempo navegando em redes sociais ou serviços de streaming... Não dá para imaginar, não é? Acontece que atualmente não basta ter internet, é preciso que o serviço oferecido seja da mais alta qualidade e isso não é mais uma questão de luxo ou status, mas um item essencial para pessoas e empresas. SURGE A CONECTCOR Com a missão de oferecer internet de qualidade ao maior número de pessoas possível, em setembro de 2002 a Conectcor iniciou suas atividades na cidade de Dois Córregos, onde fica sua sede. Cientes da necessidade crescente de serviços de conexão de internet com qualidade e estabilidade, a empresa investiu na mais alta tecnologia disponível, buscando superar a demanda por altas velocidades, sendo também pioneira no acesso à internet via rádio na região. Deu certo. A Conectcor vem evoluindo constantemente na prestação de serviços de altíssima disponibilidade e qualidade, conquistando clientes e construindo uma história de sucesso no mercado, mas com prioridade no atendimento diferenciado aos seus consumidores. MUITO MAIS PERTO DE VOCÊ O slogan da Conectcor não podia ser outro, uma vez que desde o primeiro dia a empresa procurou estar muito próxima do consumidor, colocá-lo sempre em primeiro lugar, focar em um atendimento humanizado e enxergar cada cliente não como um número, mas como pessoas e instituições. Esta bandeira sempre foi e ainda é uma missão na história da Conectcor, que preza por valores como respeito, honestidade, comprometimento, sinceridade, dedicação ao cliente. Aliás, ser justo com o cliente, ter coragem para competir com outras empresas mantendo esse atendimento humanizado, prestar serviço confiável, conectar pessoas e instituições é o que move a Conectcor, ainda mais nos dias atuais, com a pandemia da Covid 19, quando seus serviços se tornaram essenciais. Desse modo, a Conectcor vem desenvolvendo um serviço de excelência e sempre procurando inovar, por isso hoje é referência em toda a região no atendimento ao cliente, justificando o “muito mais perto de você”. 20 Revista Energia


ALTA TECNOLOGIA E PIONEIRISMO EM FIBRA ÓTICA Além da rede WireLess (via rádio), desde 2014 a Conectcor conta com a rede via fibra óptica, sendo também pioneira na região nesta altíssima tecnologia, utilizando 100% de fibra óptica nas redes, desde suas centrais até o cliente. Na época, o então diretor Andrey trouxe esta tecnologia da Holanda, onde participou de um congresso e voltou encantado com a fibra ótica, o que resultou em um projeto para implantar internet, TV e telefonia na região com a novidade. Para quem não sabe, a fibra ótica é um modelo de conexão cuja transmissão de dados funciona na velocidade da luz, com benefícios como alta velocidade de transmissão, baixa interferência ou oscilação de sinal, redução do consumo de energia, baixo risco de danos por superaquecimento ou incêndios, maior facilidade de instalação e maior segurança de dados. Com isso, a Conectcor oferece serviços inéditos como internet ultra banda larga, TV a cabo totalmente digital de alta definição, telefonia digital inteligente, entre outros serviços. GOVERNANÇA COORPORATIVA Com o crescimento no Brasil do movimento por boas práticas nas empresas, foi criado o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), que define governança coorporativa como “o sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas” e que apoia-se em quatro pilares: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. Em outras palavras, é uma forma das empresas garantirem aos seus investidores, acionistas e outras partes interessadas a sua boa gestão e transparência nas estratégias e ações.

A Conectcor também buscou neste último ano a governança corporativa, desenvolveu ações voltadas para a questão ecológica e ambiental, e para isso implantou a usina fotovoltaica, o que significa que hoje o que a empresa gasta ela tem a própria usina para compensar e ainda sobram watts, utilizando uma fonte de energia limpa e renovável. RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE Ainda dentro dos princípios da governança corporativa, a responsabilidade social é um dos pilares que sustentam a Conectcor. Além de vários projetos realizados durante todo o ano passado, Lives patrocinadas pela empresa com internet de alta qualidade a custo zero, a fim de conectar instituições, neste ano de 2021 há vários projetos em andamento, sendo o principal a aquisição de um carro que foi doado para as entidades assistenciais de Pederneiras com a finalidade de arrecadar dinheiro para as mesmas, cujo sorteio já está marcado para acontecer no dia 23 de dezembro, reafirmando seu papel de comprometimento e responsabilidade social. Outro ponto forte da governança corporativa na Conectcor é a sustentabilidade, ou seja, a preocupação com o crescimento sustentável e equilibrado. Para o leitor ter uma ideia, a empresa cresceu 40% neste último ano, sem dúvida um crescimento recorde, mas de forma sustentável e consistente.

Revista Energia 21


PARCERIAS FORTES

não se trata simplesmente de querer entrar em um shopping, mas

Patrocinar um clube esportivo pode ajudar bastante no crescimen-

sim de levar um serviço de alta performance para as pessoas que

to e desenvolvimento da modalidade. Sem dúvida, a parceria entre

frequentam o local e há bastante tempo cobravam isso da empresa.

marcas e clubes traz muitos benefícios a ambos os lados. Segundo o

Hoje é realidade.

Linkedin, “não há nenhum fenômeno social e cultural tão forte quanto o esporte. Ele carrega a emoção, a paixão, a torcida, o sentimento,

LOJA CONCEITO EM JAÚ

além de ser, talvez, a principal ferramenta de transformação social“.

Muito mais perto de você. A Conectcor leva isso muito a sério

Dessa forma, a Conectcor também firmou parcerias importantes como o Bauru Basket, que atua no Brasil todo, e o XV de Jaú, cuja popularidade é indiscutível. Para a empresa, estas parcerias são importantes para unir marcas positivas, uma fortalecendo a outra e gerando grandes benefícios sociais.

e com o expressivo crescimento no número de clientes em nossa cidade já está em fase final a implantação de uma loja conceito em Jaú, que deve começar a atuar já no segundo semestre deste ano. Este é mais um projeto para fortalecer a marca na cidade que certamente merece a Conectcor cada vez melhor e mais próxima. “Investimos muito para oferecer serviços de qualidade, estabilidade e altíssima disponibilidade, sem deixar de lado a nossa prin-

JAÚ SHOPPING

cipal razão de existir: servir as pessoas e instituições com respeito,

Estar presente em grandes empreendimentos requer coragem e

buscando a excelência no atendimento”, explica o CEO da empresa,

investimentos em altas tecnologias e para a Conectcor, outro proje-

Carlos Moreira.

to fundamental foi sua entrada no Jaú Shopping. Atualmente, todo

Se a qualidade no atendimento tem sido o grande diferencial da

cliente pode ter internet da melhor qualidade dentro do shopping. E

Conectcor, na hora de fechar seu contrato de serviços de internet pense nisso, afinal, um atendimento personalizado e diferenciado, que atenda as necessidades de cada cliente é o que faz da Conectcor a campeã em fidelização”. Serviços CONECTCOR Internet

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Telefonia

Conect TV


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Por Evelin Sanches Mestrado em Administração Pública e Governo MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Corpo são, mente sã!

É

Nem só na arte a relação mente e corpo precisa estar em sincronia

fato que a pandemia nos trouxe novas visões de mundo, novos planos e prioridades. Somos constantemente bombardeados de informações referentes à saúde e como preservá-la neste momento, porém, muitas acabam contribuindo para uma pandemia de desinformação e ignorância. A falta de convivência com amigos, restrição às visitas familiares, home office, EAD e demais situações que compõem o novo normal, acrescidas de uma avalanche de notícias ruins, aumentaram ainda mais os níveis de ansiedade, depressão, síndrome do pânico e demais doenças de origem psicológica. O medo e a angústia nunca estiveram tão presentes e a ciência nos alerta sobre os riscos do sedentarismo e da obesidade, sejam por fatores físicos ou mentais. De fato, em tempos de isolamento é praticamente impossível manter-se saudável em todos os aspectos. Com o tempo, as comorbidades agravaram doenças como sedentarismo, obesidade, diabetes, hipertensão e tantas outras que decorrem dos maus hábitos, no entanto, tais doenças são altamente tratáveis pela prática de exercício físico. Neste ponto, a importância das academias e centros de treinamento começou a ganhar destaque entre a população e o próprio governo, que passou a autorizar gradativamente a abertura desses estabelecimentos que, assim como hospitais, clínicas ou farmácias, são essenciais para manter a saúde das pessoas. Com os devidos cuidados e seguindo todas as recomendações, muitas pessoas retomaram sua rotina de exercícios, melhorando sua saúde física e mental. Porém, parte da população ainda se sente insegura, afinal, a desinformação e o medo ainda se fazem presentes. Por isso, convidamos você, leitor, a fazer uma breve reflexão: como anda sua saúde? Quantas horas por dia você passa sentado? Seus níveis de estresse e ansiedade estão controlados? Você se sente feliz com seu corpo?

Sente disposição para fazer suas atividades? Se as respostas para essas perguntas forem preocupantes, vamos tranquilizar você com informação pautada em ciência: as academias e centros de treinamento são necessários para a saúde, há total segurança ao frequentar estes locais quando se segue as recomendações e, por fim, não há maneira melhor de se proteger contra a COVID-19 senão mantendo um estilo de vida saudável com a prática regular de exercício físico. Na CF Jahu, você conta com profissionais com mais de seis anos de experiência, ambiente amplo, áreas de treino e equipamentos individuais, com toda segurança para que você desempenhe o seu treinamento de forma eficiente. Contamos com nosso sistema de treinamento convencional e treinos extras para aprimorar alguma deficiência dentro da modalidade, como o LPO Class (Levantamento de Peso Olímpico) e o Cardio Class (condicionamento cardiorrespiratório e exercícios ginásticos). Nosso maior objetivo é o bem-estar de todos, por isso, nos reinventamos a cada dia para trazer o que há de melhor em saúde relacionada ao exercício físico. Somos mais que um centro de treinamento, nos transformamos em uma grande equipe e esperamos que você aceite fazer parte dela!

Horários de treino Horários de treino

Horários de treino 6h | 7h | 8h | 11h | 16h30 | 17h30 | 18h30h | 19h30 | 20h30 6h | 7h | 8h | 11h | 16h30 | 18h30h | 19h30 | 20h30 6h | 7h 8h teste! | 11h || 17h30 16h30 | 17h30 | 18h30h | 19h30 | 20h30 Agende sua| aula Agende sua aula Agende suateste! aula teste!

@ cfjahu @ cfjahu @ cfjahu (14) 99777-1205 fb.com/cfjahu fb.com/cfjahu (14) 99777-1205 fb.com/cfjahu 24 Revista Energia 640, Jaú,/SP Av. Zezinho Magalhães, Av. Zezinho Magalhães, 640, Jaú,/SP 640, Jaú,/SP Av. Zezinho Magalhães,

(14) 99777-1205

Há 6 Há 6 anos anos transformando transformandovidas. vidas. Há 6


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Revista Energia 27


Opinião Por: Wagner Parronchi, colunista wagnerparronchi@hotmail.com

Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. Sua empresa está preparada? A LGPD já está valendo, mas as punições e multas previstas pelo decreto

S

serão aplicadas a partir de agosto de 2021

e você, meu caro leitor, é empresário, é bom estar preparado. A Lei Geral de Proteção de Dados já está valendo e acarretando diversos prejuízos aos menos avisados, como indenizações por danos morais, custas e despesas processuais, bem como honorários advocatícios, mas, em agosto de 2021, outras punições e multas serão acrescentadas a esse rol para quem descumprir a lei. É necessário o alerta, principalmente às empresas, visto que a partir de 1º de agosto deste ano a Lei 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, conhecida popularmente como LGPD, entrará em vigor em sua totalidade, e isso significa dizer que, além das penalidades judiciais que hoje já estão sendo aplicadas, as infrações serão punidas por sanções administrativas, diretamente pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados, por meio de uma fiscalização própria ou a pedido do próprio titular de dados, bastando apenas uma denúncia, por exemplo. Dessa maneira, é possível entender que teremos uma celeridade maior com relação à verificação das adequações com relação às medidas de proteção dos dados pessoais, isso porque o direito do titular não terá que ser subordinado ao Poder Judiciário apenas, mas, sim, diretamente ao órgão fiscalizador, o que condicionará na desburocratização dos processos na busca pelos direitos dos cidadãos. Nessa esteira, as empresas terão que correr contra o tempo na busca por um compliance em proteção de dados, tanto de seus clientes como de seus colaboradores, prestadores de serviços e fornecedores, ou seja, qualquer tratamento de dados estará sujeito às normas da LGPD, garantindo que os direitos dos titulares sejam exercidos sem maiores 28 Revista Energia

complicações e com respaldo de segurança nos processos aplicados, tanto de tecnologia quanto jurídicos. Exemplo de infração à LGPD podemos citar o vazamento de dados por sistemas de informação ou mesmo pelos colaboradores da sua empresa, bem como o uso compartilhado de dados entre empresas parceiras sem a devida autorização do seu titular. A título de exemplo, a primeira condenação de que se tem conhecimento no país com a aplicação direta da Lei Geral de Proteção de Dados, em resumo, acarretou na condenação de uma construtora por ter feito uso indevido dos dados pessoais de seus clientes. A construtora teria compartilhado os dados do seu cliente com empresas estranhas ao contrato (parceiras), sem o consentimento do titular dos dados pessoais. O cliente havia comprado um imóvel por meio de contrato firmado com a construtora e, em seguida, diversas empresas ficaram insistentemente oferecendo serviços, citando a compra feita com a construtora. O juízo fundamentou a decisão embasando-se, expressamente, em dispositivos da LGPD. Por isso o autor requereu e conseguiu indenização por danos morais no valor de 10 mil reais, sendo a empresa condenada por ter descumprido obrigação de não fazer. (Processo nº 0733785-39.2020.8.07.0001). Por essa razão, orienta-se que as empresas busquem protocolo de adequação o quanto antes, pois além da obrigatoriedade imposta pela legislação, há aí uma oportunidade de visibilidade para o negócio, mostrando responsabilidade social e comprometimento com os direitos humanos, e preocupação com a privacidade de seu grupo de apoio. E aí, vai começar quando? 


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Look de artista

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Modelos: Ana Júlia Agostini e Matheus Tesser Cunha Looks: Vestylle Megastore Produção: Jorgin Cabelo e Estética Local: MonaLisa Gastrobar Fotos: Moinho Propaganda


Tel: 14 3622 8364 Av. Frederico Ozanan, 770 - Jaú/SP

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Atendimento Diferenciado Ambiente Climatizado Crediário Próprio Costura Estacionamento

Fale Conosco

Sempre junto com você! 36 Revista Energia


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club

Social

Restaurante Mirante do Pouso Nada melhor que um delicioso almoço de domingo com a melhor comida caipira. Muitas opções de água na boca em um ambiente aconchegante e com aquele atendimento diferenciado, do jeito que você gosta!

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club Música, comida Social

boa e diversão!

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Saúde

A leitura como ponte para o (auto) conhecimento

Foi preciso desacelerar, ficar mais tempo em casa, olhar para a família, vencer o tédio, reinventar a realidade e as nossas habilidades. Numa batalha árdua contra as plataformas de streaming e as redes sociais, os livros preservaram e conquistaram novos territórios, seja como ferramenta para a sobrevivência psíquica, válvula de escape, hábito resgatado ou novo hobbie Texto Flávia Cardoso Fotos Arquivo pessoal 40 Revista Energia


Imagem: internet

Andamos muito doentes porque levamos uma vida fragmentada, estamos dispersos, longe de nós mesmos, longe do outro. Segundo o autor do livro “Literatura como remédio”, Dante Gallian, a Literatura nos coloca juntos. “A leitura de algumas obras nos reintegra. Muitas vezes pensamos, sentimos, enxergamos algo e, de repente, em meio a uma experiência literária, descobrimos que determinado autor conseguiu traduzir o que havíamos percebido e tornou claro o que estava escondido dentro de nós”. Mais do que nunca, devido à realidade atual, estamos muito preocupados com o futuro, que sempre será incerto, e deixamos de viver o presente, alimentando o sentimento de ansiedade. Segundo o canal de comunicação Agência Brasil, a necessidade de cuidar da saúde mental aliada ao ócio fez com que o brasileiro passasse a ler mais. Com menos opções de lazer, recorrer aos livros foi a resposta para muitas pessoas durante o período de isolamento social. Isso porque, no decorrer da leitura, é possível criar uma conexão com a imaginação e visualizar histórias na própria mente e, com este exercício, esvaziá-la, afastando o estresse, o cansaço e a ansiedade. A LEITURA SALVA A respeito dos benefícios da leitura, principalmente em tempos tão difíceis, a RE ouviu a Bibliotecária do Sesi e Mestre em Ciência, Tecnologia e Sociedade, Marcela Antochio, que nos apresenta como grande verdade só conseguir enxergar os pontos positivos da leitura, primeiramente por entretenimento, mas também pela fuga à realidade que nos cerca. “Em um momento histórico mundial que estamos vivendo, a leitura nos traz o benefício de conhecer outros mundos, de nos cercar com diferentes possibilidades e cenários. Pensando em leitura como matéria prima de argumentação, análise crítica e compreensão dos fatos, ela nos proporciona um entendimento do que ocorre no país e no mundo, dando-nos a oportunidade e autonomia para interpretação dos fatos”. A RE conversou também com a jornalista e professora Tamires Frasson, idealizadora do Coletivo Literário e Biblioteca Comunitária “Literocupa”, que defende com veemência as transformações pessoais e sociais que o ato de interpretar códigos linguísticos e

C

conteúdos atemporais pode causar. “Costumo dizer que a leitura

O EFEITO HUMANIZADOR E TERAPÊUTICO DA LEITURA ertamente, mesmo os não leitores (re) conhe-

salva. E realmente salva! Salva do ócio destrutivo, salva do senso comum, salva das falácias, das mentiras às quais estamos expos-

cem os incontáveis benefícios que a leitura pro-

tos diariamente, principalmente neste momento. É uma ferramenta,

porciona, entre eles, sem ordem de importância,

uma arma, um alimento”.

destacamos: o incitamento da imaginação e da

Vale ressaltar que, além de todos os benefícios já sabidos, a ex-

criatividade, a aquisição e o aprimoramento de

periência de ler pode desenvolver algo muito escasso nas relações

conhecimentos, a ampliação do vocabulário e o

humanas: a empatia. Já que, ao mergulhar num universo paralelo e

desenvolvimento da escrita e do pensamento crítico. No entanto,

conhecer outras histórias, lugares e costumes, podemos também

durante o período de isolamento, a prática leitora tem sido também

enxergar de outros inúmeros ângulos, seja pela visão do autor ou

uma experiência terapêutica, uma forma de cuidar da saúde mental

de seus personagens, que podem revelar o quanto a experiência

e um caminho para o fortalecimento de vínculos familiares.

humana é difícil, é trágica, mas é também maravilhosa. Revista Energia 41


Para o empresário, proprietário da Livraria Vamos Ler, Antonio Vendrame Filho, é indissociável manter ou desenvolver o hábito de ler sem visitar periodicamente bibliotecas, livrarias e outros ambientes literários. “Em tais visitas podemos analisar capas, temas e assuntos que podem nos interessar. A melhor técnica para aprender a apreciar um produto é conhecê-lo em seu real ambiente”. Tonico, como é conhecido pelos clientes, acredita que estamos passando por um processo muito importante de mudança do comportamento dos consumidores deste mercado. “Acredito que o futuro das livrarias vai depender de cada empresário, o cenário não é dos piores, mas os livreiros terão que se reinventar, criar um modo diferente de atender seus consumidores, buscando especialização em atendimento e marketing. Será necessário também estudarem a fundo o perfil de seu público, a fim de realizar uma curadoria mais assertiva para quem frequenta seus espaços”. Tonico afirma que o consumidor de livros nunca foi tão valorizado como estamos vendo nos últimos anos. “Um atendimento de excelência é fundamental, seja ele presencial ou virtual”.

VOCÊ TEM FEITO PAUSAS? “Precisamos dar um sentido humano às nossas construções. E, quando o amor ao dinheiro, ao sucesso, nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu” (Érico Veríssimo – “Olhai os lírios do campo”) TRADIÇÃO X INOVAÇÃO A leitura se disseminou neste último ano por todos os formatos, mas os livros digitais, e-books, alcançaram o dobro de vendas. Neste cenário, torna-se preocupante o impacto econômico-financeiro causado às livrarias físicas, que quase não abriram neste período. É possível que, além do fator economia, haja também efeito no hábito leitor, já que a restrição no funcionamento das livrarias físicas impede o convívio, o manuseio dos livros e a socialização entre leitores.

FALTA ACESSIBILIDADE E VALORIZAÇÃO Marcela afirma que, por ser bibliotecária, sempre surge o questionamento sobre o futuro dos livros e dos espaços físicos. “Será que daqui alguns anos teremos livrarias, teremos bibliotecas? Na verdade, reformulo tais perguntas da seguinte forma: teremos tais ambientes no Brasil? Porque tenho certeza que em muitos países, principalmente os desenvolvidos e que possuem uma estrutura de apoio e incentivo à educação realmente forte, essa questão não seria avaliada, pois são ambientes imprescindíveis para a construção do indivíduo e de uma sociedade ativa. Talvez não tenhamos mais livros impressos, já que o meio virtual está cada vez mais próximo e presente em nossas vidas. Mas a existência de espaços de trocas de conhecimento e informações sempre será necessária”. A RE conversou também com o jovem leitor Leonardo Barbosa, que representa a geração dos eletrônicos e, para a grande surpresa, apesar de vivenciar a invasão dos e-books, afirma que, assim como ele, muitos leitores não vivem sem o “bom cheiro” dos livros físicos. “Tenho uma visão muito otimista, acredito que o número de leitores vai crescer exponencialmente, sejam clientes de livrarias ou de e-commerce. Só precisamos que os livros sejam acessíveis. O hábito de ter ainda é visto como uma prática elitista”. Sobre este pensamento, Tamires compartilha da mesma opinião. “São muitos os fatores que afastam as pessoas dos livros. Um deles é a inacessibilidade. Muitas pessoas não têm nem acesso a livros. Acham que leitura é coisa de gente chique, acreditam que é algo distante, longe da realidade”. A professora, que também é idealizadora de uma biblioteca comunitária no município, afirma que tem esperanças de que a leitura possa ser mais valorizada, no quesito de sua importância como instrumento de transformação social. “Mas precisa ser mais acessível, estar ao alcance de todos”. A SOBERANIA NA TECNOLOGIA E SEUS EFEITOS COLATERAIS Por meio de uma análise de perfis de redes sociais, a empresa de tecnologia “DNPontocom” revelou que sete em cada dez brasileiros leem apenas os títulos das notícias. Tal constatação explica a disseminação de fake news e a quantidade de interpretações equivocadas de notícias e informações. Ou seja, o Brasil ainda é um país de poucos leitores. Para Marcela, tal fato está relacionado com a forma com que utilizamos os novos meios de comunicação e entretenimento. “Veja

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bem, não estou dizendo que os grandes vilões são as novas tecnologias, redes sociais, entretenimentos virtuais em geral, mas sim o modo como fazemos uso dessas tecnologias; o que era para servir de apoio, transformou-se, ao meu ver, em uma necessidade imediatista, estamos sempre buscando soluções prontas, observações rápidas e que não exijam talvez muita concentração ou análise profunda. Quando falamos em leitura é exigido de nossos cérebros um nível de interpretação que, muitas vezes em nossas rotinas, não queremos explorar. A leitura atualmente anda na faixa contrária da sociedade imediatista, a construção de um ser pensante é algo que leva tempo e, no momento, tempo é algo que não temos em nossas rotinas”. Um fator muito preocupante com o uso exagerado dos eletrônicos é a falência da imaginação. As pessoas não contam mais histórias, elas mostram histórias. Chegará um tempo em que não conseguiremos mais processar e interpretar as informações que já se encontram prontas. MÃOS À MASSA (OU MELHOR, AOS LIVROS) Ainda precisaremos seguir com marcha lenta à vida que tínhamos antes deste trágico período histórico. Portanto, a leitura - e tantos outros hábitos saudáveis - ainda pode ser uma aliada em nosso cotidiano massacrante e incerto. Segundo o filósofo Montesquieu, o gosto é capaz de ser formado. Comecemos por aquilo que nos apetece, que mais nos corresponde, tendo em vista que a sensação é o ponto de partida para o conhecimento. Leonardo, que decidiu incluir a leitura em sua rotina há três anos, diz que foi uma das melhores escolhas de sua vida. “Eu acredito em um mundo melhor proporcionado pelos livros, posso dizer por experiência própria que a leitura me salvou das grades da ignorância. Reservo de trinta minutos a uma hora por dia para as minhas leituras, pois é preciso manter a constância, mas sugiro que cada pessoa descubra e respeite o seu tempo. Tudo é difícil no começo, mas se temos um motivo para começar, basta não esquecermos dele”.

jovens que buscam pela sua biblioteca comunitária. Em suas ações de incentivo, a educadora sugere irem com calma, assim como acontece quando a gente começa a aprender a andar: um passo por vez. “Se começou a ler algum livro e não gostou, para e procura outro. Não adianta ir até o final não suportando a leitura, só para concluir por concluir. Se não prendeu a atenção e não atingiu o pontinho mágico, começa de novo, com outro. Forçar uma leitura pode criar uma barreira, o que dificulta o hábito, torna a prática chata”. Marcela, que também faz mediações de leitura em sua rotina há mais de sete anos, relembra uma citação constante na área de Biblioteconomia: “Todo leitor tem seu livro! Seja ele com muitas páginas, imagens ou quadros, o que realmente importa é experimentar. É preciso ir a uma livraria, uma biblioteca, deixar os olhos se encantarem pela imensidão de possibilidades”. A bibliotecária ainda afirma que incluir a leitura na rotina é como incluir atividades físicas, momentos em família ou aquela conversa com os amigos. “Precisamos antes de tudo moldar o tempo a nosso favor e definir o que é importante para nossas vidas. A leitura é um momento consigo mesmo, de autoconhecimento, pertencimento e reflexão, ela abrirá portas para muitas transformações pessoais e sociais. É importante enxergar como um momento inspirador, os cinco minutinhos antes de dormir podem ser os mais preciosos do dia”.  INDICAÇÕES DOS ENTREVISTADOS Livros de Poesia – Autora Hilda Hilst “Sobrevivendo no inferno” – Racionais MC´s “A insustentável leveza do ser” – Milan Kundera “Torto arado” – Itamar Vieira Jr. “O Senhor dos anéis”, “Hobbit” e “Silmarillion” – J R R Tolkien Trilogia do “Rei Artur” - Bernard Cornwell “Harry Potter” - J. K. Rolling “Fernão Capelo Gaivota” - Richard Bach “O corpo fala” – Pierre Weil “A bicicleta azul” – Reginé Deforges “O príncipe” – Maquiavel “O que eu sei de verdade” - Oprah Winfrey “A grande saída” – Angus Deaton

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Legislação

Doar é viver Como é sabido por todos, momentos muito difíceis em nossas vidas - uma hora ou outra - acabam sendo experimentados. Eles não são nem serão poucos infelizmente Texto: Deputado Federal Ricardo Izar (Progressistas – SP)

D

entre todos, um deles em particular é de extrema importância: o momento da morte. Apesar de ser bem conhecida a expressão popular “A vida é um sopro”, tal pensamento não parece transitar pela nossa mente - seja como indivíduos, seja como reflexão coletiva. Para ser mais preciso: quando somos confrontados por ela, a surpresa e a perplexidade nos invadem para além da enorme carga de sofrimento que vivenciamos. A morte de alguém que amamos é e sempre será avassaladora. Ponto. Não se discute isso. Agora, pensemos juntos: de que maneira falamos sobre isso com nossos filhos e demais familiares? Encaramos este assunto de frente ou fingimos que ele não existe e nunca nos confrontará? Considero que a reflexão sobre a vida inevitavelmente nos faz pensar sobre sua finitude e, por isso mesmo, em como ela é tão preciosa. Isso faz com ela se torne ainda mais bela e especial. Viver é definitivamente a mais importante de todas as experiências. Mas um dia o inevitável irá acontecer. Para milhares de pessoas neste país, a reflexão sobre a morte é uma atividade diária. No ano de 2019, havia 45 mil pessoas na fila de transplantes no Brasil. Todas à espera de uma oportunidade para continuar vivendo ao lado de seus entes queridos. Para muitos deles, sua única chance de continuarem vivos depende do amor e solidariedade de outras famílias que, acometidos pelo inevitável, queiram praticar o mais belo gesto de todos: o da doação de órgãos. Falar sobre doação de órgãos não é trazer ao debate o tema da morte, mas, sim, discutir sobre a dádiva de viver. A tecnologia nos permite hoje, a depender do caso, considerar uma segunda chance de vida quando da disponibilidade de órgãos para substituir aqueles que por ventura já não trabalhem como deveriam. Este infelizmente não foi o desfecho de Tatiane Penhalosa. Tatiane entrou na fila de transplante aos 30 anos de idade à espera de um novo coração. Ele poderia mudar seu destino e lhe trazer mais qualidade de vida. Após dois longos anos de espera, Tatiane não aguentou mais esperar a oferta de um coração e veio a óbito. Uma jovem de 32 anos não conseguiu mais seguir uma vida próspera e cheia de experiências. Um dos aspectos mais tristes dessa tragédia foi a de que, quando interpeladas pelas equipes médicas, 5.493 famílias disseram não à doação de um coração nesse intervalo de 2 anos de espera. Tudo é trágico nessa história. Lamentavelmente, a família de Tatiane não foi a única a perder um ente querido nessas mesmas condições. Segundo o Registro Brasileiro de Transplantes, nos últimos 4 anos mais de 9 mil pessoas perderam a vida enquanto aguardavam órgãos na fila de transplante. Muitas dessas vidas, inclusive a de Tatiane, poderiam ter sido salvas se a doação de órgãos fosse um assunto bem compreendido e debatido por toda nossa sociedade. Justamente por não terem familiaridade sobre esse tema, muitas famílias, no pior momento de todos, não têm as condições emocionais para processar, entender e concordar com o mais belo gesto de amor que pode ser praticado: o de doar. De acordo com o Registro Brasileiro de Transplantes, estima-se que 37,2% da população brasileira negue-se a participar da doação de órgãos de um familiar recém falecido. Os motivos

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DEPUTADO FEDERAL RICARDO IZAR Economista, coordenador para o Sudeste da Frente Parlamentar em Defesa do Consumidor de Energia Elétrica e membro da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal, Presidente da Frente Parlamentar de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, Membro do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados

são sempre muito pessoais e isso é compreensível. Há contudo, devemos reconhecer, ainda muito desconhecimento sobre o que exatamente é a doação de órgãos a pessoas em estado de necessidade. É importante esclarecer que doar não é um dever, mas um direito. Precisamos que nossos jovens em formação sejam expostos a essa reflexão e, munidos de todas as informações possíveis, façam uma escolha bem informada sobre o tema e comuniquem seus familiares. Um dia, quem sabe, bem lá na frente, todos nós possamos escolher (ou não) continuar de certa forma vivendo em outras vidas. Neste mês de maio de 2021, o Projeto de Lei de minha autoria 2839/2019, popularmente conhecido como #LeiTatiane, foi aprovado por unanimidade na CCSF (Comissão de Seguridade Social e Família) da Câmara dos Deputados. Esta proposta legislativa visa introduzir de forma técnica, pedagógica e profissional o tema da doação de órgãos dentro das escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Enquanto nação, precisamos discutir de forma lúcida e correta o tema da vida e da morte de muitos brasileiros à espera de uma nova chance. Qual é nosso papel diante dessa realidade? São reflexões importantes em termos de humanismo. Este projeto de lei ainda tem um longo caminho pela frente. Ele precisa ser discutido e aprovado na Comissão da Educação e de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados para, aí sim, seguir sua análise de mérito no Senado. Assuntos importantes precisam ser levados ao debate público. Penso que informar, educar com responsabilidade é sempre o melhor caminho para compreendermos o mundo à nossa volta. A conversa sobre ser um doador (ou não) não pode ficar restrita à sala de casa de alguns poucos. Esse debate precisa ir além. Precisa ser levado às escolas, às universidades, afinal, vivemos em sociedade e não sabemos o dia de amanhã. Podemos ser nós. Podem ser eles. Podemos um dia precisar. Podemos um dia ser requisitados a colaborar. O fato é que a vida de todos nós é demasiadamente preciosa para ser perdida por razões desnecessárias. O ensino e conscientização sobre a Doação de Órgãos é uma pauta que acredito ser necessária e saudável para o país. Junto a mim estão certamente milhares de famílias que, hoje, esperam uma oportunidade para continuar vivendo através do amor de quem é infelizmente confrontado com o inevitável. A vida é um sopro. Viver é uma dádiva. Doar é um ato de amor. 


vida

Boa

Por João Baptista Andrade Diretor da Mentor Marketing e AMA Brasil

Comida e Fome Uma pessoa mediana pesando, digamos, uns 70 a 80 kg, precisa

P

ingerir entre 1.500 e 2.500 kg/cal em alimentos todos os dias

ode-se sobreviver com menos do que isso? Sim. Pelo menos nos primeiros 40 a 60 dias dá para encarar, mas as consequências (fisiológicas e emocionais) serão extremamente severas. E, ainda por cima, existe uma condição essencial para tal durabilidade: é preciso ter água disponível o tempo todo. Trocando em miúdos, não é exatamente fácil vir a falecer por conta da fome. Entretanto, além dos parâmetros mencionados acima, isso ainda acontece nos dias de hoje. A atual pandemia de Covid 19, que a todos nós aporrinha e atrapalha (para alguns de nós, apavora), trouxe a fome de volta ao centro das atenções. Em pleno século XXI, algo como 19 milhões de brasileiros passou fome regularmente nos últimos três meses. Não ao ponto de vir a óbito, graças a Deus, mas ao ponto de atravessar vários dias seguidos sem comer. Isso representa aproximadamente quase 10% da população nacional! E a pesquisa de onde extraí o número foi realizada no final de 2020. Duvido muito que a situação tenha melhorado com o passar do tempo. Eu jejuo regularmente. Não faço refeições às segundas-feiras. Muita água. Uma fruta, talvez. Mais nada. E faço isso porque eu abuso do garfo e do copo toda sexta, sábado e domingos. Jejum é agradável? Não. No meu caso é necessário pois, do contrário, a minha barriguinha de chope ficaria do tamanho de um latifúndio. Gente, fome só é bacana no livro homônimo de Knut Hamsun (escritor norueguês, ganhador do prêmio Nobel de literatura de 1920), num texto do Graciliano Ramos ou em um estudo de sociologia política. Em todas as demais situações (não literárias) das quais o leitor puder recordar-se, fome é uma desgraceira

e ponto final. Não. Não foi por acaso que a Bíblia colocou a Fome como um dos quatro cavaleiros do Apocalipse, na companhia da Guerra, da Morte e da Pestilência. Não assisto TV faz tempo, mas sei que aparece nos telejornais diários. Uma cena triste, porém, repetitiva. Um casebre, sem luz ou água encanada... Uma criança dizendo à mãe que tem fome. E a pobre mulher, tentando reconfortar o pimpolho, lhe oferece uma água rala com uns feijões e, com sorte, um pouco de farinha. Muitas vezes, nem esse arremedo de refeição está disponível. O leitor já viu a expressão no rosto de uma pessoa esfomeada? Mas a pandemia exige de nós uma série de comportamentos adaptados. A fome não fica mais restrita aos inúmeros grotões de pobreza extrema que existem nesse Brasil tão desigual, longe dos grandes centros urbanos. A fome chegou na casa do motorista do Uber, da diarista que não consegue mais faxinas porque seu antigo patrão perdeu o emprego ou a renda. Agora, além de jejuar por mim, eu doo a quantia que teria gastado almoçando ou jantando fora no meu dia de jejum. Não faço nada mais do que a minha obrigação mínima e não busco qualquer tipo de recompensa ou reconhecimento. Neste país de milhares de Vossas Excelências, que recebem salários comparáveis aos da Rainha da Inglaterra (e trabalhando tanto quanto ela: um desfile aqui, uma CPI acolá), que comem e bebem feito os abades dos romances antigos, eu brinco de John F. Kennedy: serei um canalha a menos. Vem comigo? Bora doar.  Até a próxima.


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