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AGRUPAMENTO

DE ESCOLAS DE CONDEIXA-A-NOVA 1º TRIMESTRE

#25 25 -

JE

Fernando Namora

2011/2012

Nesta

edição:Nesta ção:

edi-

PRIMEIRO PLANO Nesta edição: 14 de setembro PRIMEIRO PLANO

1

DIA DO DIPLOMA

2/3

EDUCAÇÃO ESPECIAL

4/6

MÚSICA

ATL

LA BÛCHE DE NOEL

SESSÃO DE ABERTURA DO ANO LETIVO 2011/2012

7

8/13

14/15

30 de setembro DIA DO DIPLOMA

A NOSSA ÁRVORE DE NATAL

16

13 de outubro CÂMARA MUNICIPAL - ENTREGA DE PRÉMIOS AOS MELHORES ALUNOS DO AGRUPAMENTO

SUPLEMENTO: FOLHA DO CNO


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No Agrupamento de Escolas de Condeixa , com a presença da Senhora Diretora Regional de Educação do Centro, realizou-se a cerimónia do

DIA DO

DIPLOMA, que teve lugar no dia 30 de setembro, 6ª feira, pelas 18:00 horas, no Refeitório da Escola Básica nº 2 de Condeixa-a-Nova. Esta cerimónia visou o reconhecimento público do mérito e do valor dos alunos que, em 2010/2011, se distinguiram pelo seu desempenho e/ou cidadania, nos anos finais de cada um dos ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Eis a fotorreportagem deste momento tão especial para todo o Agrupamento que o

JE realizou para os seus leitores.


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Folha da

Educação Especial

EDUCAÇÃO ESPECIAL

Desde o seu início, esta Unidade já deu resposta a 5 alunos com graves dificulda-

Desde o ano letivo 2006/2007 que na Escola

des, e, pelas boas condições oferecidas

Básica 2,3 de Condeixa-a-Nova, existe uma Uni-

quer em recursos humanos, quer em ape-

dade especializada para a educação de alunos

trechamento, tem ainda apoiado pontual-

com multideficiência. Segundo o Decreto-Lei

mente alunos que embora não apresen-

nº. 3/2008, de 7 de janeiro, as unidades de

tando multideficiência, necessitam de

apoio especializado têm como objetivo assegu-

uma resposta educativa diferenciada.

rar a criação de ambientes estruturados, securizantes e significativos para os alunos, que garantam a sua participação em atividades curriculares e de enriquecimento curricular, junto dos pares da turma a que pertencem, cabendolhes ainda a função de assegurar os apoios específicos ao nível das várias terapias, sendo também responsáveis pela organização do processo de transição para a vida pós-escolar.

Ao longo do ano letivo, os alunos têm oportunidade para experienciar e participar em inúmeras atividades realizadas no contexto Unidade, na sala de aula junto dos colegas, na escola, em atividades proporcionadas pelo CRI (Centro de Recursos para a Inclusão da APPCC). Todas as atividades desenvolvidas têm um cariz funcional, privilegiando a autonomia, a comunicação, a mobilidade e a socialização.


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MULTIDEFICIÊNCIA

O CONCEITO “As

crianças e jovens multideficientes apre-

sentam acentuadas limitações no domínio cognitivo, associadas a limitações acentuadas no domínio motor e/ou no domínio sensorial (visão ou audição) e requerem apoio permanente, podendo ainda necessitar de cuidados de saúde específicos. Estas limitações impedem a interação natural

Características

.Baixo potencial de aprendizagem;

com o ambiente, colocando em grave risco o acesso ao desenvolvimento e à aprendi-

.Compreensão do mundo de forma diferente;

zagem.”

.Limitadas Orelove, Sobsey e Silverman (2004 cit. por Pereira,2008, p.9)

oportunidades de aprendizagem

incidental (sem a intervenção de ninguém);

.Reduzidas oportunidades de experiências e de interações significativas com pessoas e objetos;

.Ausência de meios de comunicação eficientes que permitam transmitir e receber informação;

.Acesso limitado à informação; .Limitadas

capacidades de simbolização e de

acesso ao ambiente;

.Reduzidas

oportunidades de movimento e

exploração.


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Organização das respostas educativas A criança/jovem multideficiente necessita de:

.Uma educação orientada por modelos centrados na atividade e não apenas no desenvolvimento, os quais promovam o desenvolvimento da autonomia pessoal e social nos diversos ambientes onde o aluno se encontra;

.Ambientes organizados e estruturados facilitadores da procura de informação e da compreensão do mundo envolvente;

.Ambientes educativos securizantes, mas estimulantes, com oportunidades de aprendizagem diversificadas;

.Aceder a informação significativa, isto é, a informação que seja útil e corresponda aos seus interesses, motivações e necessidades, bem como aos da sua família;

.Condições para poder interagir com parceiros significativos e envolver-se nessas interações; .Tempo para manipular e explorar os objetos e materiais e dar sentido ao que se passa à sua volta; .Estar envolvida (o) ativamente na totalidade das atividades que realiza.


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GRUPOS MUSICAIS DO AGRUPAMENTO ENCANTAM! ENCANTAM! Neste primeiro período, alguns alunos da opção artística de Música atuaram nas Escolas do Agrupamento, na receção aos alunos e numa audição que foi realizada. No dia da receção aos alunos, na escola Fernando Namora e na Escola Básica nº2, o professor de Música, Mário Alves, e três alunos, Mariana Pedrosa, Pedro Tavares e Ana Rodrigues presentearam a comunidade educativa com quatro músicas inteiramente portuguesas: “Não apagues o amor” – Viviane, “Não há só tangos em Paris” – Cristina Branco; “Fon, fon fon” e “Não tenho mais razões” dos Deolinda. Este mesmo pequeno grupo musical também atuou no lançamento do livro Crónicas da Arte e da Vida, de Ana Paula Mabrouk (Ana Paula Amaro), professora de Línguas na Escola Fernando Namora, realizada na biblioteca Municipal de Condeixa. Posteriormente, no dia 29 de novembro, realizou-se, na Escola Básica nº2, a audição musical de Natal, na qual participaram alunos dos 2º e 3º ciclos. Agora, para terminar o 1ºPeríodo em grande, o concerto do dia 11 de dezembro, domingo, em Bruscos, que contou com a participação da banda do Agrupamento. Este ano, a nossa orquestra BigBand está maior, pois temos alunos da secundária Fernando Namora e ex-alunos que foram para o colégio de Cernache. É de louvar o empenho dos alunos neste tipo de atividade e a sua disponibilidade para ensaiar e atuar e, principalmente, a grande dedicação do pessoal docente e não-docente envolvido. Mariana Pedrosa Nº 12 - 8ºA


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ATL - ACTIVIDADES

por Vera Alves


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Histoire de la bûche de Noël Une histoire qui va vous scier ! Depuis le XIIème siècle, l’histoire de la bûche de Noël se nourrit des traditions. Symbole du foyer, réchauffant la maisonnée dans la rigueur de l’hiver, elle était traditionnellement coupée avant le lever du soleil, de préférence dans un vieil arbre fruitier, puis bénie par les plus anciens avant d’être brûlée. Aucun instrument ne devait la toucher : il fallait donc l’entretenir à mains nues ! Sa taille, la plus importante possible, devait permettre de la laisser brûler pendant la veillée de Noël et le réveillon, dans l’âtre de la cheminée familiale. Les cendres étaient récupérées pour préserver de tous les fléaux menaçant potentiellement la maison.

Des superstitions ancestrales… L’histoire de la bûche de Noël ne s’arrête pas là : les celtes la célébraient en l’honneur du solstice d’hiver ; les chrétiens associèrent que la bûche dans l’âtre représentait l’étable où Jésus était né ; et d’autres, plus superstitieux, confiaient à la bûche la protection de leur maison contre le malheur et les mauvais sorts. Il y a même une version qui raconte que l’on mettait autant de bûches à brûler que d’habitants dans la maison, et que sa façon de brûler annonçait les gros événements de l’année. Le XIXème siècle arriva avec ses gros poêles en fonte, et l’histoire de la bûche de Noël prit un tournant plus décoratif… On plaça alors une bûche en bois plus petite au centre des tables, rehaussée de bougies et de décorations.

Les gourmands ont pris le relais ! Aujourd’hui, la bûche a pris ses lettres de noblesse dans nos assiettes, sous la forme d’une délicieuse pâtisserie que l’on connaît bien ! Un certain pâtissier l’inventa en 1945, et depuis elle trône au dessert et ce n’est pas demain qu’elle cédera sa place !


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Qui dit dessert de Noël, dit bûche de Noël, bien sûr ! Au praliné, au chocolat, aux marrons glacés, aux fruits, au café ou encore à la vanille, vous l’aurez compris, la bûche de Noël se decline à l’infini pour le plus grand plaisir des gourmands. Entre la version glacée et celle à la crème au beurre, on ne sait plus où donner de la tête ! Et si vous souhaitez ajouter une petite touche d’originalité, sachez que c’est possible ! Une bûche à la poire, aux framboises ou avec une mousse, en voilà des idées de recettes de Noël qui illumineront les yeux de vos invités !

NOTRE CHOIX: BÛCHE GLACÉE AUX MARRONS ET AU CHOCOLAT Ingrédients pour Bûche glacée aux marrons et au chocolat • • • • • •

1/2 boîte de 410 g de lait gloria 3 oeufs 1 boîte de 500 g de crème de marrons 2 c. à soupe d'armagnac 100 g de chocolat nestlé dessert 50 g sucre glacé

Préparation pour Bûche glacée aux marrons et au chocolat Placez le lait au congélateur pendant 15 min. Faites fondre le chocolat avec 3 c. à soupe d'eau au bain-marie ou au micro-ondes. Séparez les blancs des jaunes d'oeuf. Réservez les blancs. Mélangez les jaunes d'oeufs avec la crème de marrons et l'armagnac. Fouettez le lait au batteur électrique jusqu'à ce qu'il devienne mousseux et augmente de volume. Incorporez-le à la préparation précedente. Versez une couche de préparation dans un moule, ajoutez un peu de chocolat fondu et remuez très legèrement avec une fourchette pour avoir un aspect marbré. Recommencez jusqu'à épuisement des ingrédients. Faites prendre au congélateur 12 heures.

B O N A P P É T I T

Au moment de servir, préchauffez le four en position gril. Battez les blancs d'oeufs en neige avec une pincée de sel puis ajoutez toujours en fouettant le sucre glacé.

!

Démoulez la bûche sur un plat allant au four, nappez de meringue et passez 5 min sous le gril. Servez tout de suite.

MPS


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FELIZ NATAL E BOM ANO 2012!

FICHA TÉCNICA Colaboração Alunos e Professores Revisão de texto, composição e grafismo Maria Pia Pinto Serra Coordenação Editorial e Redatorial Maria Pia Pinto Serra Sede e Impressão Escola Secundária Fernando Namora Rua Longjumeau - 3150-122 CONDEIXA-A-NOVA Email esfn.jornalescola@gmail.com Edição online www.aecondeixa.pt Periodicidade Trimestral


Jornal nº 25