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Direcção . Marcos Sá / Hugo Faria

Nº 14 . MAI/JUN 2016 . www.psfaul.com

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XXI Congresso Nacional do Partido Socialista: “Cumprir a Esperança”

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Queremos uma rede escolar à imagem do Serviço Nacional de Saúde! # p.4

Vamos defender o Sector Público da Água

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2 XXI CONGRESSO NACIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA

QUEREMOS FAZER CRESCER A NOSSA ECONOMIA António Costa, Secretário-geral do PS afirmou-se no XXI Congresso do PS um otimista que não desconhece as dificuldades. Para trás ficaram as medidas imediatas com que o governo cavou o fosso para o executivo anterior: a reversão de cortes nos rendimentos, a devolução dos feriados, a adoção por casais homossexuais ou o aumento do salário mínimo.

O líder socialista recuperou os seis pilares do Programa Nacional de Reformas, apresentado no final de abril, como a “nova estratégia” que guiará o governo. E daí ao anúncio de medidas foi um passo: um programa de qualificação de adultos; uma nova prestação para cidadãos com deficiência; e um programa lançado para as empresas startup, para além do programa “Industrialização 4.0”.

Para trás ficou esta agenda de curto prazo. Agora os tempos

A estes anúncios, Costa antecipou que o programa de manuais escolares gratuitos arranca já com o próximo ano letivo - e neste momento elogiou o ministro da Educação. “É por isso que temos um ministro que tem a coragem de enfrentar os lóbis e dizer que o dinheiro tem de ser bem gerido e deve ser aplicado onde é necessário.”O Congresso levantou-se para a maior ovação dos três dias de trabalhos.

“Temos de resolver e responder e superar os bloqueios estruturais”, explicou o secretário-geral do PS

serão outros - o de fazer crescer a economia.

no discurso com que encerrou o 21.º Congresso socialista. Nas palavras de Costa mudou o slogan: a frase “Promete-

mos, cumprimos”, que estava no palco, e deu lugar a “Cumprir a esperança” - e essa é a “principal tarefa” do governo daqui para a frente.


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XXI CONGRESSO NACIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA

O DEBATE NO PS, SEMPRE FOI UMA ALEGRIA! O presidente da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL), Marcos Perestrello, foi ao 21.º Congresso do PS defender a descentralização e competências da Administração Central para as Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto e questionar “até onde” o poder central está disposto a ir no reforço das competências para duas áreas metropolitanas. Na abertura da reunião magna dos socialistas, que decorre no pavilhão da Feira Internacional de Lisboa (FIL), Marcos Perestrello referiu que em matéria de descentralização o Governo vai ter de “derrubar as suas muralhas e as suas resistências”, porque, entende, que só faz sentido descentralizar se houver um reforço a nível de competências. Marcos Perestrello afirmou ainda que “não há medo” no partido, “hoje, como ontem” e é “insultuoso” que alguém o diga. “O debate [no PS] foi sempre uma alegria e não uma agonia. A diversidade tornou-nos mais aptos a representar a sociedade”, disse, classificando o seu partido como “uma casa de liberdade”, “aberto, plural, dialogante e seguro de si”, onde “não há medo, hoje como ontem” e “é até insultuoso para os socialistas que alguém o possa afirmar”. Segundo o presidente da Federação da Área Urbana de Lisboa do PS, pode-se “fazer parte de uma maioria ou minoria, mas ninguém é menos socialista por concordar ou discordar” e “não passa pela cabeça de ninguém abrir a porta de saída” a quem opta por ter uma opinião diferente. Perestrello, atual secretário de Estado da Defesa Nacional, considerou ainda que a reunião magna do PS “é apenas um passo

do longo caminho de afirmação da liderança do PS e do país” por parte de António Costa. “[O PS] foi sempre o grande partido, que alia a liberdade à justiça social, que praticou a democracia interna. É esse o nosso ADN, desde a sua fundação por Mário Soares e outros camaradas”, continuou, referindo-se ao “socialismo democrático” ou à “autêntica social-democracia”. Para Perestrello, o PS não é um partido “dogmático, mas também não é tecnocrático”, “não é populista, mas popular”, “não é de promessas, mas de compromissos honrados” e “conseguiu fazer o que se dizia ser impossível, um Governo credível e abrir um horizonte de esperança”. Sobre as eleições autárquicas de setembro/outubro de 2017, o dirigente do PS desejou “manter municípios e conquistar aqueles” em que os socialistas não governam, “em todos para vencer”. Depois, o coordenador da concelhia de Lisboa do PS, Duarte Cordeiro, disse que o partido está “mais forte e mais confiante”, após os “primeiros seis meses de Governo”, seguindo convictamente “europeísta, mas a respeitar “totalmente a sua Constituição”. “O PS não desistiu de melhorar a vida dos portugueses. Está mais forte porque foi ao encontro da sua base social, mulheres e homens que acreditam no Estado Social”, elogiou, considerando o facto um “voltar a página sobre os que acreditam na austeridade curativa, antes de elencar uma série de medidas tomadas ou em vias de o ser pelo executivo liderado por António Costa, nomeadamente a defesa da escola pública.


CASA CHEIA: PS FAUL APOSTA EM DEBATES TEMÁTICOS! O Secretariado do PS FAUL decidiu apostar em debates temáticos, tendo em vista reforçar a mensagem política Governo junto dos seus militantes.

No passado dia 28 de Abril o Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, teve oportunidade de explicar a reforma do Sector da Água para Portugal garantindo que o Ministério do Ambiente estará disponível para alterar ou reverter algumas situações, tendo como objectivo principal reforçar a importância do Sector da Água como eixo de desenvolvimento do nosso país e garantir um serviço público de excelência aos portugueses.

E no dia 6 de Junho, realizou-se novo debate com o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. Neste debate foi defendida uma Rede de “Serviço Nacional de Educação”, ou seja, uma rede escolar à imagem do SNS. O ministro da Educação traçou esse objetivo para a escola em Portugal, na presença de mais de duas centenas de militantes do PS FAUL.

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Jornal FAUL em Acção nº14  

Federação da Área Urbana de Lisboa do Partido Socialista

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