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REVISTA

FOOD SERVICE

Nยบ 5 | ANO 1 | 2011

Desafios do

empreendedorismo O MUNDO DO FOOD SERVICE

ENTREVISTA PRESIDENTE SEBRAE

OPERADORES DO FOOD SERVICE


O Cartão BNDES tem a menor taxa de juros do mercado – 0,97% ao mês*–, pagamento em até 48 prestações fixas, isenção de anuidade e crédito rotativo de até 1 milhão de reais para compras no portal de operações. São mais de 160 mil itens disponíveis para equipar, ampliar e modernizar sua empresa, incluindo computadores, móveis comerciais, veículos utilitários e serviços tecnológicos. E você ainda conta com a praticidade do portal para tirar suas dúvidas, simular o valor das prestações e pesquisar fornecedores. Se você já tem o **

Cartão BNDES, acesse www.cartaobndes.gov.br e aproveite. Se ainda não tem, solicite já o seu pelo portal ou procure um banco emissor . *Taxa de juros de 0,97%, vigente em outubro de 2011. **Bancos emissores: Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Itaú. A definição do limite, a concessão do crédito e a cobrança são da responsabilidade do banco emissor.


ÍNDICE

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EDITORIAL/EXPEDIENTE

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ENTREVISTA PRESIDENTE DO SEBRAE

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OPERADORES DO FOOD SERVICE

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A CHAVE PARA NOVOS MERCADOS

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GERENCIAMENTO DE CONFLITOS

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FEIRA INTERNACIONAL - ANUGA 2011

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QUEM É A GERAÇÃO C?

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MERCADO EMPREENDEDOR

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SERVIÇOS TECNOLÓGICOS

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PRODUÇÃO

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PIRÂMIDE ALIMENTAR

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GESTÃO DE PESSOAS

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MOTIVAÇÃO

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JOVENS EMPREENDEDORES

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CURIODIDADES

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CULTURA & ENTRETENIMENTO

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RADAR

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EDITORIAL

Fechamos 2011 com uma edição “um tanto reflexiva”. Na leitura, você se deparará com pelos menos essas palavras: Empreendedor, empreendedorismo, capacidade, gestão de conflitos e complexidade. Vou me deter nas palavras, pois elas são suficientes. Se você já é um operador do Food Service sabe bem o peso que elas tem. Com certeza os ventos da economia, apesar de mais fracos, ainda estão “ a favor”. Mesmo assim você tem sido desafiado na sua capacidade de se manter empreendendo, pois não é só iniciar um negócio. Costumo dizer que é muito pesado para um cantor lançar um DVD, e um segundo DVD com certeza será mais difícil, e um terceiro ainda mais... ou seja, manter uma empresa crescendo é um grande desafio.) A complexidade das operações de

qualquer atividade é grande e, muitas vezes, faz o empreendedor perder o foco. Para completar a lista, temos os conflitos de toda ordem, entre eles o mais clássico, os conflitos com os colaboradores. Nem sempre o nome “colaboradores” se encaixa como eles. Olhando tudo isso trazemos para esta edição a opinião de especialista para ajudá-los na caminhada empresarial. O nosso desafio em 2012 será continuar a dar para todos vocês mais subsídios para a manutenção e o crescimento. Empresário que almeja o sucesso contínuo é, sem dúvida, aquele que se mantém atualizado. Bom 2012 para todos vocês. Boa leitura! Augusto Cezar

EXPEDIENTE Edição 5 - Ano 1 Tiragem 15.000 exemplares Diretor Augusto Cezar de Almeida Neto Conselho Editorial Darcy Mendes Geraldo Dellano Luiz Farias Pery Carvalho Wagner Santana Jumar Pedreira Alexandre Pereira Marcio Rodrigues Coord. Publicidade Cleber Eduardo Affonso publicidade@maxfoods.com.br Executivos de Vendas Karen Ponce marketing@maxfoods.com.br Lídia Álvares lidiaalvares@maxfoods.com.br Karla Galande karla@maxfoods.com.br Edilene Niebuhr edilene@maxfoods.com.br

Atendimento ao Leitor Lídia Araújo sac@maxfoods.com.br Revisão Vivian Navarro Vargas Brandão assineja@maxfoods.com.br Direção de Arte Marusia Saraiva contato@marusia.com.br CTP e Impressão Print Express Fotos Capa: Luis Louro | Dreamstime.com Demais fotos: www.sxc.hu Fale com a redação Rua Teodoro Sampaio, 352 cj 103 - Pinheiros CEP 05406-000 - São Paulo - SP (11) 2507-3916 Os artigos publicados são de direito reservado dos autores. Para a reprodução do todo ou parte consulte sobre pedido de autorização. “Confiai no Senhor perpetuamente, pois o Senhor Deus é uma rocha eterna.” Isaías 26:4

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Presidente Luiz Barretto afirma que ampliação do Supersimples estimulará formalizações e que empresas devem investir em inovação

Bernardo Rebello/ASN/Agência Sebrae

ENTREVISTA

luiz barretto presidente do SEBRAE Sebrae prevê 4 milhões de Empreendedores Individuais

H

á 39 anos atuando no apoio aos micro e pequenos empreendimentos brasileiros, o Sebrae tem como principal missão atualmente levar inovação para dentro das micro e pequenas empresas (MPE). Segundo o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, o objetivo da instituição é

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mostrar aos empreendedores que eles devem adotar uma nova atitude empresarial e incorporar a cultura da capacitação permanente no dia a dia da empresa. “Não é só o funcionário, o trabalhador, que precisa se atualizar; a gestão empresarial, principalmente na MPE, também precisa de atualização constante”, afirma.


Em entrevista à Agência Sebrae de Notícias, o presidente destaca que a inovação é um fator importante para elevar o valor agregado dos produtos e serviços comercializados pelas MPE, o que pode ajudar a aumentar a contribuição dos pequenos negócios à geração de riquezas no País. Responsáveis por mais de 70% dos empregos gerados em 2011, elas contribuem com cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. O Sebrae vai investir mais de R$ 780 milhões em três programas que têm como foco a inovação – Sebraetec, Agente Local de Inovação e Sebrae Mais. A expectativa é aumentar a participação das MPE no PIB, à medida que crescer a produtividade nos pequenos negócios. O presidente comentou ainda a ampliação dos benefícios do Simples Nacional, regime tributário diferenciado para empreendedores individuais, micro e pequenas empresas. Com os novos tetos de faturamento do Supersimples, a expectativa do Sebrae é de estímulo ao crescimento dos pequenos negócios e de aumento das formalizações, principalmente dos Empreendedores Individuais. Desde a criação do programa EI, foram legalizados mais de 1,6 milhão de trabalhadores por conta própria. Segundo Barretto, em 2012, devem ser formalizados mais 700 mil trabalhadores, e, até 2014, o número pode chegar a 4 milhões. Agência Sebrae de Notícias - Quais os principais avanços para as micro e pequenas empresas na modificação do Simples Nacional, aprovada nesta semana pelo Senado? Luiz Barretto - Completamos quatro anos do regime do Supersimples. Temos o que comemorar. Tínhamos 1,3 milhão de empresas no antigo Simples e passamos a ter 5,5 milhões no Supersimples. Isso já é a expressão forte de como ele foi positivo. Aquele temor dos estados e municípios de perda de arrecadação não se confirmou. Os principais impostos cresceram acima de 300% nesses quatro anos. Agora, conseguimos atualizar em 50% as faixas da microempresa e da pequena empresa e elevamos o teto do EI. Esse percentual

corrige a inflação no período em torno de 25% e já projeta até 2014 a inflação. Isso significa um estímulo ao crescimento. Mas, ainda temos questões na área tributária a serem trabalhadas. Precisamos enfrentar a batalha com os estados que, para fazer a substituição tributária, estão tirando os benefícios do Supersimples. A gente tem que fazer esse debate. Não fizemos agora porque queríamos primeiro corrigir o teto, que já era um consenso. Mas há temas que precisamos discutir para continuar melhorando o ambiente. Há ainda uma agenda importante a ser trabalhada no Congresso.

As micro e pequenas empresas precisam criar valor e o tema da inovação é importante, não se trata só de inovação tecnológica, mas de gestão, de busca de mercados, de ampliar o valor agregado de seus produtos. ASN - Temos hoje mais de 1,6 milhão de empreendedores individuais formalizados em menos de dois anos e meio de programa. O que explica o sucesso do programa Empreendedor Individual e qual a meta de formalização do Sebrae para os próximos anos? Luiz Barretto - O EI é o maior programa de formalização do País. Agora estendemos a faixa do EI - o teto de enquadramento passou de R$ 36 mil para R$ 60 mil - o que vai aumentar a formalização. A meta é de 700 mil formalizações para o ano que vem. A gente calcula que possa chegar em 2014 com um volume de 3,5 a 4 milhões de empreendedores individuais formalizados. Você tem um primeiro momento em que há um estoque maior, mas, agora, a gente não quer pensar só no esforço de aumentar o número de formalizados, mas dar sustentabilidade aos negócios dos 1,6 milhão que já se formalizaram. Queremos que estejam preparados para enfrentar o mercado e sobreviver. Para isso, vamos testar se o

SEI – Sebrae Empreendedor Individua l (programa que oferece soluções específicas para esse público) - é de fato uma boa solução para ajudar o empreendedor a ser mais competitivo no mercado e crescer. O EI quer ser microempresa e, quem sabe, uma pequena empresa no futuro. ASN - As micro e pequenas empresas são responsáveis por mais de 70% dos novos empregos criados em 2011. No entanto, respondem por apenas 20% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Como elevar essa baixa contribuição à produção de riquezas? Luiz Barretto - Historicamente esse setor sempre foi gerador de emprego e renda. O exemplo mais claro disso foi durante a crise de 2008 e 2009. Fundamentalmente, foi por causa desse setor que o Brasil superou a crise melhor que outros países. Em relação a aumentar o valor agregado e a participação no PIB, há uma luta permanente nossa. O Brasil está abrindo oportunidades com a Copa e as Olimpíadas e com as grandes intervenções na área de infraestrutura. São esses eventos que vão possibilitar esse crescimento. Mas aposto que, se atualizarmos esse dado - levantado pelo Sebrae em 1991, com referência a 1985 - certamente vamos superar esses 20%. O aumento dessa participação está ligado à intensificação do trabalho do S ebrae em relação à sua clientela, com o tema da inovação. Precisamos ter uma ação coordenada para que esse setor continue crescendo, gerando emprego e renda, mas que possa ter participação no PIB mais significativa. ASN - Qual a importância da inovação para os micro e pequenos negócios e como desmistificar a ideia de que o conceito de inovação está restrito a grandes ações e que demanda investimentos muito elevados? Luiz Barretto - A gente tem que trabalhar fortemente para não ficar só no feijão com arroz. As micro e pequenas empresas precisam criar valor e o tema da inovação é importante, não se trata só

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de inovação tecnológica, mas de gestão, de busca de mercados, de ampliar o valor agregado de seus produtos. Isso vale para toda a cadeia. De um lado há que se trabalhar uma questão da cultura. Não servem mais aqueles paradigmas que serviam para a MPE, de que “meu pai fazia assim, meu avô fazia assim, eu sei fazer na prática”. Isso é importante como atitude empresarial, mas, hoje o mundo está cada vez mais competitivo e com velocidade tecnológica. O empreendedor tem que incorporar uma cultura do conhecimento, do treinamento permanente, da capacitação permanente. Não é só o funcionário, o trabalhador que precisa se atualizar, a gestão empresarial, principalmente na MPE, também precisa se atualizar. O Sebrae vai investir R$ 780 milhões nos próximos três anos com o Sebraetec, o ALI e o Sebrae Mais. Os três programas juntos são mecanismos de distribuição desse tema da inovação. ASN - Qual a importância dos cursos disponibilizados pelo Sebrae e como os empreendedores podem acessá-los? Luiz Barretto - Estamos segmentando todo nosso trabalho de atendimento. O Sebrae agora tem claro que tem cinco grandes públicos (EI, microempresas, pequenas empresas, pequenas propriedades rurais e candidatos a empresários) e que precisa segmentar as soluções para cada um deles. Todos são importantes, mas têm características diferenciadas. O Empreendedor Individual tem um perfil que exige um tipo de atendimento e de soluções. Desenvolvemos soluções para dar uma atenção especial a ele. E temos um segmento hoje que representa de 7% a 10% do total, que é a pequena empresa, e que às vezes não reconhece mais o Sebrae como um grande parceiro e estamos fazendo um trabalho de reaproximação. São aqueles segmentos que já criaram suas empresas há mais de dois anos e necessitam enfrentar dilemas de competição, acessar novos mercados. Mas estamos oferecendo o que o Sebrae faz de melhor. Há hoje uma carteira de programas e soluções disponíveis, até mesmo no site da instituição, que é customizado, sinaliza em

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que categoria o empreen­dedor está. Para cada tipologia do estágio empresarial há um conjunto de soluções. A maioria dos cursos tem um grande subsídio e uma quantidade enorme deles é gratuita. ASN - O Sebrae identificou 930 oportunidades de negócios para as micro e pequenas empresas em função da Copa do Mundo FIFA 2014. Como a instituição vai atuar daqui em diante para ajudar os empreendedores a realmente aproveitarem essas possibilidades de negócios? Luiz Barretto - Agora temos um trabalho regional, depois que fizemos um grande mapeamento nacional. Elencamos nove segmentos que são os mais propícios a ter um desenvolvimento com as oportunidades que devem ser geradas por esse evento esportivo. Há três em especial: o turismo e a produção associada ao turismo, a construção civil, e a tecnologia da informação e comunicação. Agora,

O empreendedor tem que incorporar uma cultura do conhecimento, do treinamento permanente, da capacitação permanente.

não substitui o papel do banco. O Sebrae socializa as informações. Temos alguns mecanismos tradicionais, como o fundo de aval, que auxilia na política de crédito. O fundo ajuda a dar as garantias para que possam ser concedidos empréstimos às micro e pequenas empresas. Quem procurar o Sebrae vai conhecer todas as linhas disponíveis dos bancos públicos e privados. A gente tem auxiliado os bancos a desenvolver políticas de inovação. O trabalho do Sebrae também é no póscrédito, fazer com que a empresa utilize o crédito da melhor maneira possível. E, de outro lado, vamos informar sobre os mecanismos disponíveis no mercado para crédito. Nos últimos dez anos aumentou muito a oferta de crédito e o que precisamos é fazer o crédito chegar ao nosso cliente. ASN - Como o Sebrae pode contribuir para a redução da miséria, principal bandeira do governo da presidente Dilma Rousseff?

ASN - Por que o crédito é tão importante para as micro e pequenas empresas? Como o Sebrae pode ajudá-las a obter o recurso e saber utilizá-lo da melhor maneira?

Luiz Barretto - A responsabilidade de diminuir a miséria no país é uma responsabilidade não só do governo federal, mas de todos os governos estaduais e municipais e do conjunto da sociedade. O Sebrae tem se envolvido nisso. Acabamos de assinar um convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social, que coordena esse grande programa do Brasil Sem Miséria. O nosso tema é o da inclusão produtiva, do desenvolvimento, do empreendedorismo. Nossa ideia é dar uma porta de saída e hoje temos mais de 100 mil bolsistas que já são Empreendedores Individuais. Vamos visitá-los para adaptar o Negócio a Negócio, um programa voltado para a microempresa, a esses empreendedores individuais. Vamos fazer oficinas, procurar as comunidades para gerar emprego e rend a. E nos Territórios da Cidadania, aqueles territórios que têm baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), baixo desenvolvimento e grande nível de pobreza, vamos trabalhar fortemente nos próximos três anos, principalmente no norte e nordeste do País.

Luiz Barretto - O Sebrae não é banco,

Fonte:Agência Sebrae de Notícias

cabe regionalmente ver como esses nove segmentos se desenvolvem em cada uma dessas 12 cidades-sede. Vamos ver o que pode será feito em torno da obra de um aeroporto, por exemplo, ou, na relação com os estádios, que setores podem ser desenvolvidos. Como a gente pode ajudar a desenvolver negócios nesses territórios. Vamos fazer rodadas de n egócios com micro e pequenas empresas e com as grandes empresas. O Sebrae será o elo entre elas. No fundo, o que a gente quer é aumentar os mercados das micro e pequenas empresas.


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Nossas marcas:


FOOD SERVICE

OPERADORES DO FOOD SERVICE

O mundo do Food Service Texto: Augusto Cezar

Tem havido uma evolução positiva nos operadores do Food Service, diante das modificações de hábitos de consumo, onde estes adquiriram maior importância no dia a dia das pessoas como alternativa de alimentação fora do lar. Essa tendência é de crescimento no consumo das pessoas fora das suas residências. Desde o impulso decorrente da proliferação dos cartões-alimentação, que funcionou como um instrumento na expansão do Food Service até a profissionalização e sofisticação das redes de serviços alimentícios.

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m todos os tipos e tamanhos de operadores foram imputados maiores cuidados para com o negócio nos itens: - Atendimento; - Qualidade dos produtos e/ou serviços; - Preço adequado; - Propaganda ética, séria e comprometida; - Responsabilidade social - Compromisso com o meio ambiente; - Monitoração da satisfação dos clientes. Estes atributos se distribuem em maior ou menor grau na realidade dos negócios de Food Service no Brasil. E eles influenciam nas formas: - Imprescindíveis - Agregadores de valor - Diferenciais competitivos

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Os imprescindíveis se referem àquilo que, na visão do cliente, é indispensável que a empresa possua; o segundo acrescenta valor, mas não chega a ser um diferencial diante do que é ofertado no mercado, e, o último, o que realmente é um “plus”, o “algo mais”.Para atingir esses atributos os operadores devem estar muito próximo das duas pontas: fornecedores e consumidores. Os fornecedores As novidades e inovações e mesmo as renovações que ocorrem permanentemente no Food Service, devem ser alvo da atenção dos operadores. É o desafio dos fornecedores de obterem produtos e fazerem o correto abastecimento do mercado. E ainda, construir

os diferenciais em um mercado cada vez mais competitivo, incorporando os aspectos da globalização, levando em conta as características regionais. Toda relação de inovação – novos produtos – reformulação de produtos – mix de produtos x perfil do consumidor devem visar as satisfação dos consumidores. Os consumidores O despertar da percepção do valor de um bom atendimento, da qualidade, ética e compromisso com o meio ambiente, antes do preço simplesmente, mas todos como parte dele. A qualidade dos produtos e serviços apesar de ser obrigatória, pode ser valorizada quando devidamente destacada e divulgada. O


consumidor está cada dia mais consciente de seus direitos e cobra firmemente das empresas. Percebe-se em todo o Brasil que o nível de exigência do consumidor tem aumentado a cada ano. Antes só nos grandes centros havia a preocupação dos empresários com essa questão, porém com o forte fluxo de desenvolvimento que tem alcançado o interior dos estados brasileiros, os consumidores também estão mais firmes na cobrança. A importância que o consumidor dá à monitoração da sua satisfação, também tem crescido. Hoje, o consumidor está muito mais atento às empresas que se preocupam com suas necessidades e anseios e leva isso em consideração na hora das compras. A leitura do consumidor das empresas que tem responsabilidade ambiental e social, atualmente é uma evolução entre os consumidores.

Segmentação A segmentação do mercado, tem sido alvo de análise dos operadores do Food Service. Os consumidores, por exemplo, da “melhor idade” demonstram exigir mais das empresas para que sejam tidas como as que mais os respeita. Em relação à qualidade de produtos e serviços, a grande maioria afirma ser esse um fator muito importante. Aqui podemos abrir espaço para leituras das mulheres, homens, jovens etc. como consumidores, porém, todos os critérios, de uma forma genérica, se aplicam a esses. É claro que ações de estratégicas do marketing podem segmentar as ações diante desses públicos, mas, a operação tem que corresponder, desde o desenvolvimento de novos produtos para esses públicos até a execução dos serviços de vendas dos alimentos. Marketing Todas essas mudanças de hábitos,

novo estilo de vida, segmentações em maior ou menor escala, entre outras necessitam serem monitoradas constantemente. O poder que a alimentação fora do lar tem sobre essas mudanças é muito significativo, mas, para que cada operador tenha sucesso é preciso caminhar de forma empresarial, não havendo espaço para a falta de profissionalismo. As pesquisas são importantes fontes de dados sobre o mercado de consumo. Elas funcionam como ferramenta de marketing para definir as estratégias de atuação, e ajudam a definir estratégias de relacionamento a serem adotadas pelo marketing das empresas. O crescimento O crescimento do Food Service com suas estratégias de expansão e diversificação de negócios, está presente no mercado através de vários operadores. Um dos grandes desafios dos operadores é fidelizar e conquistar novos mercados.

Hoje, o consumidor está muito mais atento às empresas que se preocupam com suas necessidades e anseios

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O que há de comum entre Fast Food e cozinha de Clínicas e Hospitais. Vamos conhecer os principais operadores do Food Service: - Fast food - Cafeterias - Confeitarias - Padarias - Pizzarias - Catering aéreo - Merenda escolar - Posto de saúde - Lojas de conveniências - Delivery - Restaurantes comerciais

- Hotéis - Quick service - Lanchonete - Bares - Rotisserias - Refeições coletivas - Supermercados - Sorveterias - Vending - Clinicas e hospitais

Fast Food: É um tipo de restaurante especializado no preparo rápido (fast). Em geral, o tipo de alimento fornecido é muito padronizado para que se possa introduzir alguns mecanismos de aceleração da preparação ao consumo. O conceito tem sido ampliado, surgindo produtos onde o consumidor pode agregar alguns componentes da refeição, isso permitindo maior diversificação e diminuição das operações dentro da área de preparo do estabelecimento. Outra caraterística do Fast Food, é que os alimentos podem ser consumidos no local ou levados dali. Um dos marcos do conceito é o Mc Donalds, Bob´s, Burguer King, entre outros de ação nacional ou regional. Rotisseria São lugares, normalmente supermercados ou hipermercados, que comercializam comida pronta e que tenham um lugar próprio para que os clientes possam consumi-la dentro da loja. Existem em algumas cidades lojas especializadas que são uma rotisseria, sem estar dentro de outro tipo de negócio. Isso se tornou possível pelo crescimento no mix de produtos ofertados. A praticidade e a versatilidade dos seus pratos, atendem aos consumidores que procuram as rotisserias como fonte de fornecimento de um jantar de última hora ou um almoço de domingo, ou de uma comida regular, do dia a dia. Inicialmente, a oferta era somente de frangos assados, produzidos em “frangueiras”, agora, o sistema de rotisseria oferece variadas opções gastronômicas, tornando-se uma verdadeira loja especializada em refeições, antepastos, frios, saladas, molhos e sobremesas.

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Refeições Coletivas As empresas de refeições coletivas são fornecedoras e prestadoras de serviços de alimentação para coletividades empresas, entidades e aglomerados. Esse tipo de operador do Food Service evoluiu e tem se consolidado, graças à evolução tecnológica e aplicação das normas da segurança alimentar. O referencial tecnológico e profissional da alimentação de coletividade é muito elevado. A disponibilidade de informações, procedimentos e práticas da legislação brasileira se tornaram fato com a entrada de empresas especializadas, principalmente, empresas com experiência internacional. Segundo os diversos institutos, o mercado potencial de refeições está estimado em aproximadamente 24 milhões/dia para empregados de empresas, e em 17 milhões nas escolas, hospitais e Forças Armadas.


Restaurante É um estabelecimento onde se prepara e comercializa refeições. Normalmente, são servidos bebidas, alcoólicas ou não. O espaço de um restaurante “tradicional” consiste em um salão com mesas onde os clientes se sentam, uma área de preparação dos alimentos e outras áreas adjacentes, como administrativa, depósitos etc. Contudo, os tipos de serviços mudaram a definição, pelo menos junto aos consumidores. Antes tinham a comida e a bebida servidas por garçons, hoje as modalidades alteraram esse formato. Tipos de serviços: La Carte É um tipo de serviço, o termo é a-lacarte em que o cliente solicita a refeição escolhendo o prato entre os que estão listados no menu, ou carta. Indica ao garçom que anota o pedido e entrega ao controle da cozinha. O menu apresenta todos os pratos disponíveis, conforme o modelo adotado pela casa. Em geral, segue a ordem da entrada até o prato principal, finalizando com as opções de sobremesas. Algumas casas

têm carta especifica para as sobremesas. Comida no peso: É aquele em que se paga o equivalente ao que foi consumido. Os alimentos são dispostos em um Buffet que são escolhidos e adicionados ao prato. Depois é pesado livre do peso do recipiente, prato ou outras alternativas. Normalmente, os consumidores denominam estes estabelecimentos como “restaurantes no peso”. Bufê ou Buffet É o modo adotado por alguns restaurantes, onde a comida preparada previamente é exposta e disponibilizada. Muitos restaurantes funcionam com esse sistema, outros combinam o bufê com o preço fixo, ao atendimento a “la carte”. Em uma recepção, festa ou evento é o modo mais prático quando o número de convidados é grande. Os bufês são montados em várias estações para permitirem uma variedade maior de pratos. A soma das estações completam uma refeição completa.

Pizzaria É um estabelecimento, um restaurante especializado na preparação e venda de pizzas. Algumas incluem outros tipos de massas e outras incluem os serviços de delivery, entrega a domicílio. A popularidade das pizzarias é muito grande, se destacando em algumas cidades como é o caso da cidade de São Paulo que tem mais de 5000 estabelecimentos. Tipo negócio Consumação – é aquela que atende a clientela no próprio estabelecimento com mesas, muitas vezes decoradas. Balcão – é aquela que atende a sua clientela no próprio estabelecimento para compra e retirada no local e/ou pelo serviço de entrega. Delivery – é a pizzaria com produção exclusiva para entrega.


Padaria Chamada também de panificadora, trata-se de uma empresa de produção e comercialização de produtos panificados, principal-mente: pães, biscoitos e congêneros. As padarias são muito populares no mundo todo. Estes estabelecimentos existem em vários portes, desde empresas pequenas até grandes. As padarias são constituidas de três áreas básicas: vendas, produção e administração. Nos últimos anos, a área de vendas tem adquirido diversas composições: vendas de pães + lanchonete, vendas de pães + lanchonete + cafeteria .... Geralmente, as grandes padarias têm se destacado dentro desse setor por apresentarem o maior número dessa composição. Além de terem uma grande oferta de produtos e serviços. Também funcionam como ponto de encontro e oferecem serviços como: acesso à Wi-Fi, Happy Hour, dentre outros. Partindo da sua característica primeira, que é a produção de pães, estas têm ampliado a variedade de pães com a oferta principalmente de pães integrais, light, diets, multicereais e brioches.

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Confeitaria É um estabelecimento onde se fabrica ou vende produtos doces e ou salgados. Prioritariamente entende-se como local de oferta de doces mas no Brasil as confeitarias atendem outros serviços, como: cafeteria, pastelaria, salão de chá, etc. Variedades de produtos é a grande atração da confeitaria, variando desde bolos, tortas, mousses, flans, docinhos, pavês, e muitas outras. Recentemente um dos avanços de conceito é a confeitaria saudável, onde se usa frutas, cremes para recheio e coberturas mais leves, light e diets e até produtos em porções menores. Outro ponto de destaque da confeitaria é sua atratividade das exposições dos produtos, como elemento auxiliar nas vendas. Catering aéreo As Comissárias ou Caterings Aéreos

são empresas que preparam refeições para as companhias. Estas realizam suas produções em cozinhas industriais para atenderem às peculiaridades do mundo da aviação. Atuam dentro de um sistema complexo de produção e logística, onde a preparação de alimentos tem que ter a garantia da segurança da alimentação servida nas aeronaves e, em muitos casos, propiciar o prazer e até definir as boas relações dos serviços das empresas com os consumidores. Algumas têm em seus quadros de profissionais a participação de chefs internacionais, como forma de manter um elevado nível de produtos. Em São Paulo, operam entre outras empresas, a Gate Gourmet, LSG – Sky Chefs e o Grupo RA. Elas atendem as companhias aéreas com tráfego por esta cidade. A segurança alimentar é tratada com rigor em todos os procedimentos e a alimentação recebe atenção especial. Afinal qualquer problema de intoxicação alimentar nos vôos pode se tornar uma séria situação de emergência. Lojas de conveniências É um estabelecimento comercial de porte pequeno a médio, muitas vezes funcionando em regime de franquia, localizada quase sempre em postos de abastecimento, estações ferroviárias ou de embarque, ou ruas movimentadas. Quando agregado a outros négocios representam uma forma de se criar uma receita adicional e também de atrair novos consumidores para estes lugares. As lojas de conveniência, foram introduzidas no Brasil em 1987. A primeira loja iniciou suas atividades na cidade de


sponsáveis pelas principais marcas no mercado brasileiro, introduziram suas lojas no sistema de franquias, o que impulsionou a expansão destas por novos mercados. No final da década de 90, ocorreu uma forte difusão e interiorização das lojas de conveniência. Cafeteria É um estabelecimento especializado em servir café. A grande maioria também serve outros produtos alimentícios complementares. As cafeterias são geralmente instaladas dentro de livrarias ou hipermercados. A combinação de leitura-café, rende aos seus freqüentadores momentos agradáveis. Em outros pontos, como por exemplo, em um hospital, a cafeteria é ponto de relaxamento e ou de encontro. Nas cafeterias mais especializadas é possível fazer a degustação dos vários tipos de blend´s. O Brasil está entre os maiores consumidores de café do mundo, com tendência a crescer ainda mais. As opções para “tomar um café” tem expandido os estabelecimentos visto a oportunidade de ter ou de trabalhar melhor uma cafeteria, em seu interior, como é o caso das padarias. As cafeterias tem adaptado a sua oferta, além dos tradicionais “expressos” e cafés coados, uma gama de cafés quentes e frios, tais como: Mochas: de fácil preparo, basicamente é adicionado cacau, açúcar, e leite ao café. Há uma série de variedades com adição de outras bebidas. Em todos pode ser adicionado creme. Drinks gelados à base de café: onde se combina café com deliciosos sabores. Pode ser, por exemplo, drink com creme trufado, ou com crocante e sorvetes, ou ainda com sucos refrescantes de maracujá, maça etc. Hot drinks: é a versão de café com sorvete batidos, creme e whisky (ou vodca, ou rum). Essas delícias podem ser acompanhadas com combinações de sorvetes com bolos e tortas de café. Esses produtos são expostos em vitrines refrigeradas e nos cardápios devem ser apresentados junto com os produtos tradicionais da casa, mas com destaque de novo produto, lançamento.. Claro, que as mesas de café da manhã, seja no quilo, colonial etc., são muito bem vindos, afinal, pessoas vão estar de férias e pouco preocupadas em preparar qualquer “coisa em casa”, ou seja, querem acordar e ter diante deles uma café farto, como muitas variedades de frutas, bolos, etc.

São Paulo. De 1987 a 1993, as Lojas de Conveniência eram em número reduzido e se concentravam nas capitais, principalmente nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A partir da década de 90, as empresas do setor de combustível, re-

Outras modalidades de cafeterias: Redes de cafeteria: Algumas redes de cafeteria têm estado presentes no mercado, normalmente estabelecem um padrão de visual e de cardápio. Quiosques: Cafeterias de pequeno porte que podem estar em área de circulação dos Shoppings Center, lojas de departamento e outros estabelecimentos.

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FOOD SERVICE

OPERADORES DO FOOD SERVICE

operadores do food service Yogoothies A Yogoothies é empresa franqueadora especializada em frozen yogurt. Como diferencial, a companhia conta com uma proposta inovadora que alia estilo de vida saudável, alimentação equilibrada e em produtos com sabor especialmente adaptados ao paladar do brasileiro. Com lojas em diversas regiões do País, a empresa é reconhecida por oferecer um alimento 0% de gordura, que reúne as propriedades do iogurte com nutrientes e qualidades probióticas aliadas ao frescor do sorvete. No total, a Yogoothies trabalha com 48 tipos de complementos diferentes como frutas frescas, caldas livres de açúcar, cereais, entre outros. Rede Vanilla Caffè Aberto em julho de 2006, o Vanilla Caffè foi criado por um grupo de empresários que descobriram no mercado de cafeterias gourmet um grande potencial de crescimento. Além do cardápio diversificado, o café diferenciado é uma das marcas da rede: com blend exclusivo 100% arábica, originário do Sul de Minas, o produto recebeu certificações de origem controlada e da ABIC. Reconhecido pela Fundação Getúlio Vargas como uma das melhores franquias de cafeterias do Brasil, o Vanilla Caffè possui 20 lojas em oito estados brasileiros e pretende inaugurar mais 15 lojas até o final de 2011. Giraffas O Giraffas, quarta maior rede de restaurantes do Brasil, conta com mais de 360 pontos-de-venda, distribuídos em 24 estados e no Distrito Federal. A rede oferece um cardápio variado com refeições entre R$ 8,20 e R$ 20,90. São mais de 16 opções de sanduíches, pratos variados, além de saladas e sobremesas como quatro sabores de petit gâteau, avelã, doce de leite, laranja, além do tradicional chocolate. Para as crianças, o cardápio traz como

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diferencial opções balanceadas: pratos com arroz, feijão, um tipo de carne e salada, produzidos na porção adequada, reunindo carboidratos, proteínas, sais minerais, vitaminas e fibras importantes para uma dieta equilibrada e o desenvolvimento das crianças. Viena O Viena é uma das marcas da International Meal Company (IMC) e uma das redes de restaurantes mais tradicionais do País, com mais de 30 anos de mercado, quase 3 mil funcionários e mais de 100 unidades distribuídas em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. O cardápio variado e de qualidade, com cozinha aberta, farto buffet de saladas e receitas caseiras, rodízio de pizzas, salgados e sanduíches, combinado com a decoração moderna e o atendimento eficiente, faz do Viena uma marca referência no segmento de comida rápida. Os restaurantes e cafeterias atendem públicos diferenciados em sete conceitos: Viena Delicatessen, Viena Gourmet, Viena Express, Viena Kasher Express (no hospital Albert Einstein), V.Café, Viena Snacks e Grano. Empada Brasil A trajetória da Empada Brasil começou há 20 anos em Petrópolis (RJ), quando a família do arquiteto Francisco Christovão, acostumada a receber convidados em casa, preparava os quitutes para servir às visitas. O incentivo dos amigos, apreciadores das empadas, levou-os à criação da marca e, posteriormente, da franquia. Atualmente, os mais de 60 pontos de venda espalhados em quase dez estados mantêm o segredo da receita da família do fundador da marca. Assim, um dos diferenciais da Empada Brasil é o cuidado em manter a tradição sem deixar de seguir as tendências do mercado. As lojas da marca só servem empadas quentinhas e feitas

na hora, em um charmoso sousplat. O objeto garante praticidade e conforto ao comer, uma vez que as empadas são famosas pelo recheio caprichado e massa levinha e delicada, ideal para se comer de colher. Os sabores variam do tradicional frango ou camarão, aos sabores mais sofisticados, que levam ingredientes como tomates secos e salmão. Há ainda as versões integrais e com baixíssimas calorias. www.empadabrasil.com.br Outback Steakhouse Com seus cortes de carnes especiais, a rede Outback Steakhouse já está presente em 32 endereços, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Niterói, Campinas, Goiânia, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Ribeirão Preto, Vitória, São José dos Campos e São Bernardo do Campo. Até o fim do ano, serão 34 unidades em todo o Brasil. No mundo está presente em 22 países entre Europa, Américas e Ásia. O primeiro restaurante no país foi inaugurado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, em 1997. O Outback caiu no gosto do brasileiro graças à qualidade, fartura e sabor marcante da culinária oferecida, somada à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Harald Fundada em 1982 em Porto Alegre (RS), a Harald atua em todo o Brasil por meio de seus representantes de venda e exporta os produtos para América Latina, Estados Unidos e Oriente Médio. Em 1991 inaugurou a unidade fabril de Santana de Parnaíba no Estado de São Paulo e, em 2002, transferiu toda sua produção para a atual planta. Atualmente a Harald conta com 11 categorias de produtos entre eles Chocolates de Origem, Inclusões e Confeitos (Flocos de Arroz, Cereal coberto com chocolate e gotas sabor chocolate), Drageados (granulados e miçangas), soluções e ferramentas, entre outros.


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INOVAÇÃO

a chave para novos mercados

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Texto: Paulo Brito*

que já se sabe, é que a tecnologia invade cada vez mais a vida das pessoas. Mas, o que muitos ainda não se deram conta, é que em objetos simples, como aquele forno que comprou para a cozinha, por exemplo, possui alta tecnologia inserida no seu desenvolvimento até que chegue às prateleiras para ser comercializado. Isso também é inovar. E, para atingir novos mercados ou manter-se em destaque, é essencial ter um pensamento inovador e construir tendências. De acordo com pesquisas do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Brasil investiu 24,2 bilhões de dólares em P&D (pesquisa e desenvolvimento) no ano de 2010. Dado correspondente a 1,19% do Produto Interno Bruto, o PIB. É nesse contexto, que podemos perceber o investimento das empresas brasileiras em inovação, embora esse valor seja tímido. A área do food service vem aprimorando cada vez mais suas estratégias para acompanhar o desenvolvimento do país. A alimentação fora do lar cresce em ritmo acelerado, e para atender a demanda, as indústrias de cozinhas profissionais têm se dedicado para oferecer equipamentos que supram o maior número de necessidades possíveis. Tendo como foco não só as cozinhas e estabelecimentos, mas também o consumidor final que irá usufruir das refeições. As inovações tecnológicas para o setor visam desde os produtos até o processo de preparo. Neste momento, as cozinhas profissionais proporcionam algo fundamental para ter-se uma boa refeição: a qualidade de trabalho para quem prepara. As tendências podem ser ditadas pelo mercado. Este caso ocorre quando os consumidores utilizam produtos ou serviços que passam a ser parte de seus hábitos cotidianos. Para as empresas que seguirem, será um pouco mais fácil de inovar, pois, já saberá o que o consumidor quer. Adaptações, ou simples alterações em design e conceito, são consideradas novidades para os consumidores.

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Na situação em que a empresa determina sua própria tendência, há um grande risco, porque terá que investir um alto volume de dinheiro para pesquisas e desenvolvimento. Caso o produto não seja bem aceito, poderá trazer graves conseqüências para a companhia. Ao menos, que a empresa já tenha um preparo e olhar especial para sacar a necessidade do cliente, antes mesmo que ele perceba o quanto precisava. Por que inovar? Hoje para ter uma empresa, é necessário preparação e dinamismo para enfrentar os diversos desafios que surgirão. A competitividade é a engrenagem do mercado, e, aquele que não inovar, poderá desaparecer no mundo dos negócios. No entanto, ele não espera as companhias terem um “start” de inovação, ele simplesmente deixa para trás quem não

acompanhar o ritmo. A utilização de tendências como medidas emergenciais para elevar o número de vendas ou conquistar espaços competitivos, pode causar efeito contrário, pois, o processo de globalização de informações trouxe inúmeros significados e usos para comportamentos do mundo afora. O que exige uma análise sócio-cultural para ter um acompanhamento adequado e não correr riscos ao inovar. Hoje, quase tudo que se refere à cozinha precisa de aquecimento e refrigeração. Por isso, é essencial que as empresas superem as expectativas dos clientes e traga à mesa o impensável. *Paulo Brito é o Gerente Comercial da Cozil, empresa que atua no ramo de cozinhas profissionais, com mais de 26 anos de mercado.


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GESTテグ

gerenciando conflitos Texto: Josテゥ Ruy Alvarez*

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conflito dentro das empresas muitas vezes é visto como um estado de tensão, que gera uma mobilização para operar mudanças e melhores resultados. Nos dias atuais o conflito é normal, às vezes desejável e em alguns casos deveria ser incentivado. As freqüentes modificações que são implementadas nas organizações, com alto grau de complexidade e especialização, fazem com que as situações

conflituosas sejam uma constante no ambiente de trabalho. Lidar com pessoas nem sempre é algo fácil, mas identificar os perfis profissionais e saber se relacionar com cada um deles, com certeza é um dos caminhos de sucesso dos bons gestores. As corporações vivem em constantes modificações, e as melhoras, muitas vezes dependem do grau de aceitabilidade e comprometimento com as mudanças de

cultura, que às vezes são necessárias. Em fases de transição é possível identificar diferentes grupos dentro de uma corporação: o grupo dos COMPROMETIDOS, o grupo dos INDIFERENTES e o grupo dos INCONFORMADOS. Muitas vezes é necessário adotar modelos de gestão distintos com membros dos diferentes grupos:

COMPROMETIDOS

INDIFERENTES

INCONFORMADOS

O relacionamento com os COMPROMETIDOS é construído na troca de informações, de maneira transparente e objetiva, tendo como meta principal o crescimento ou retomada da rentabilidade da empresa (dependendo de cada situação). Este grupo tem consciência plena de que as mudanças muitas vezes são necessárias e apesar das dificuldades sempre estão prontos a experimentar novos caminhos e quebrar antigos paradigmas. Nesse caso o conflito é praticamente inexistente, o objetivo é claro e as discussões se dão em nível técnico. Não existem ressentimentos nem promessas não cumpridas, sempre se busca o melhor para a empresa.

Os INDIFERENTES são aqueles que praticam a ciência do “muddling through”, ou seja, empurrar com a barriga, não estão muito interessados no futuro da empresa, tem baixo comprometimento e querem esticar a permanência na organização por razões meramente pessoais. Esses acabam fazendo política de bastidores e não são totalmente transparentes. O conflito nesse caso existe, é velado, e está baseado na cobrança por resultados com qualidade técnica e comportamento transparente, sempre questionando que caso a decisão fosse deles, qual seria o caminho a ser adotado.

Os INCONFORMADOS muitas vezes deixam claro que entendem a necessidade da mudança, mas que também possuem acesso a alta administração, e que qualquer mudança no “modus operandi” não seria fácil de ser viabilizada sem concordância. Este grupo apresenta certo comprometimento com a empresa, mas, não está disposto a abrir mão da “independência” adquirida. Também faz política de bastidores para manter o “status quo”, ou seja, prefere continuar na mesma situação. Obviamente, o conflito neste caso é declarado e neste contexto a cobrança por resultados palpáveis e de fácil medição torna-se incessante.

A incompetência em administrar os conflitos causaria: Sabotagem - aberta ou mascarada; Deslealdade - com a organização, chefes e colegas; Auto Preservação - não aceitação de ­responsabilidades - omissão ou anonimato; Acomodação - renúncia altruísta em nome do interesse comum; Alienação - desligamento, busca de ou­ tros interesses fora do trabalho, um indivíduo presente em corpo, porém, de “espírito ausente”; Segregação - a pessoa “deixa disso” que

evita contato direto; Polarização Melodramática - aquele que acha que tudo é culpa dos outros e ele está sempre certo. Caso isto acontecesse, de maneira generalizada, os resultados dentro de uma empresa seriam desastrosos. Apesar das dificuldades, que são inerentes a qualquer relação, os conflitos podem criar ótimas oportunidades para mudança de percepção. Ter consciência de que a maioria dos gestores sabe com quem está lidando e que é de costume identificar cada perfil dentro de suas equipes pode propiciar alguns alertas e

até incentivar a adoção de novas posturas, proporcionando cooperação entre as pessoas e, principalmente o estímulo para que exista transparência nas relações interpessoais. *José Ruy Alvarez: Atualmente é CEO na Teikon Tecnologia Industrial; foi Consultor Associado na Magno Consultores Empresariais; COO na Norim, Diretor Financeiro e Controller na PepsiCo; Diretor Finaceiro e Administrativo na Dürr, Diretor Financeiro na Dedini, na Gazeta Mercantil e na Abril, entre outras posições.

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FEIRA INTERNACIONAL - ANUGA 2011

anuga 2011 Texto: Jumar Pedreira

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a 31ª edição da ANUGA, uma das maiores feiras de alimentos do mundo para o setor da alimentação, ocorrida entre os dias 08 e 12 de outubro de 2011, em Colônia (Alemanha), participaram 6.586 expositores procedentes de 100 países. A feira estava dividida em dez pavilhões – 288.000 m2 –, oferecendo aos mais de 150.000 visitantes de 180 países uma divisão objetiva dos diversos segmentos de alimentos e bebidas.

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1. Fine Food 2. Bebidas 3. Alimentos Refrigerados e Frescos 4. Carnes 5. Alimentos Congelados 6. Lacteos 7. Panificação e Bebidas Quentes 8. Orgânicos 9. Tecnologia de Varejo 10. Foodservice


“Os hábitos alimentares constituem um domínio em que a tradição e a inovação têm a mesma importância, em que o presente e o passado se entrelaçam para satisfazer a necessidade do momento, trazer alegria de um instante e convir às circunstâncias.”

Ovo Spray

(A Invenção do Cotidiano: 2. Morar, cozinhar / Michel de Certeau, Luce Gard, Pierre Mayol).

O parágrafo acima pode exemplificar de forma clara a transformação da nossa comida tradicional em mercadoria, para comercialização seja no âmbito doméstico ou para grandes usuários de padarias, confeitarias, restaurantes. Cada vez mais as operações culinárias são simplificadas, facilitando o trabalho dos usuários e reduzindo tempo. Novas tecnologias de alimentos e bebidas buscam a incorporação da tradição culinária em produtos inovadores, como por exemplo, o produto Ovo Spray, lançado por uma empresa de Portugal (www.derovo.com) especializado em ovos, que apresentou três produtos, até então impossível de imaginá-los industrializados: ovo cozido, clara - gema - ovo em formato “linguiça” e ovo spray.

Quando entendemos, do ponto de vista alimentar, que “tradição e a inovação têm a mesma importância“ e “que o presente e o passado se entrelaçam”, abrimos portas, armários, geladeiras, gavetas e fogões das nossas padarias, confeitarias e cozinhas industriais para um mundo de praticidade e inovação, que se bem utilizadas, irão nos permitir a manutenção da nossa tradição culinária, resultando em produtos especiais para nossos consumidores, ávidos na busca de produtos de ”considerável investimento afetivo”. A simplificação das operações culinárias e industriais vem ocorrendo ao

longo da história da alimentação. Já moemos trigo, matamos galinhas para a macarronada de domingo, ralamos coco, embebedamos e matamos perus na véspera de natal. Hoje estes rituais estão apenas presentes nos livros de receitas históricos, e não perdemos nosso afeto, prazer e felicidade em produzir produtos de qualidade e com perfil voltado aos antigos produtos caseiros. Devemos ainda considerar dois importantes pontos nesta discussão provocada pelo ovo spray: 1. Que o tempo que poupamos com várias operações nas áreas de produção, pode ser direcionado para pesquisa de novos produtos, outras invenções alimentícias e treinamento de pessoal; 2. Que o nosso cotidiano em padarias, confeitarias e restaurante reinventa-se na mesma direção da nossa evolução histórica, da nossa evolução cultural, portanto, não temos um cotidiano da produção de alimentos 100% formado, 100% pronto, 100% “inventado”, pois a invenção na cozinha, indústria ou domestica, não tem limite, e se não tem limite não estará totalmente “inventado”.

lançamento: vitamina de abacate Texto: Marcelo Carvalho *

O abacate (avocado em inglês e italiano, avocat em francês, alvocat em catalão, aguacate em espanhol), pseudofruto comestível do abacateiro, cultivado no México e na América do Sul desde 7000 a.C, nas embarcações no século XVII era utilizado como substituto da manteiga, daí também ser chamado de “manteiga de aspirante”, assume várias formas de consumo e preparo em diferentes locais,

sendo ingrediente de receitas doces e salgadas. No Brasil, especialmente no Nordeste, é utilizado em forma de vitaminas ou consumido simplesmente com açúcar. Mais para o Sul o Sudeste do país já encontramos a fruta como ingrediente de saladas e em algumas preparações de patês. O México tem um prato salgado muito famoso e tradicional, preparado desde os

tempos dos Astecas, chamado “guacamole“, feito com abacate e vários temperos, ideal para ser servido com os famosos “tacos” mexicano. Receita de Guacamole Guacamole Mexicano com Tacos Ingredientes • 1 abacate grande e maduro

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• 2 dentes de alho amassados • 2 tomates picados, sem peles e sem sementes • 1/2 cebola roxa picada • 4 colheres de sopa de suco de limão • Coentro e cebolinha picados e a gosto • Pimenta malagueta e sal a gosto Modo de Preparo • O tomate, a cebola, a pimenta malagueta, o coentro e a cebolinha devem ser bem picados; • Amasse bem o abacate; • Misture os demais ingredientes; • Coloque na geladeira por 30 minutos; • Sirva com tacos, torradas ou pãezinhos. Na França é uma especialidade, um prato para ser servido de entrada com variados tipos de ingredientes. Em Londres (Inglaterra) encontramos na rede de fast food EAT (digamos, mais correta e mais saudável – www.eat.co.uk – Oxford St, 68) sanduiches feitos com pedaços de abacate. Esta rede tem um posicionamento muito interessante, pois

trabalha com produtos de época, ou seja, apresenta um cardápio condicionado a produção sazonal de frutas, legumes e verduras. Diferente, entretanto, é encontrar produto industrializado tendo o abacate como matéria prima. Nós brasileiros sempre acreditamos no abacate como uma fruta de convivência doméstica, restrita aos preparos culinários das cozinhas caseiras e restaurantes. O Avocadoil (www. avocad-oil.com) é um azeite de abacate, extra virgem, produzido em Israel, 100% elaborado a partir do abacate. É indicado para ser consumido da mesma forma que o tradicional azeite de oliva. O Avocadoil é muito sedutor do ponto de vista sensorial. Apresenta cor verde intensa, sabor com personalidade própria, enraizado na fruta abacate e levemente mais denso que o azeite de oliva. Nosso abacate foi definitivamente industrializado, rotulado e disponível em larga escala nas gôndolas dos supermercados, uma “característica da nossa sociedade contemporânea em transformar

tudo em mercadoria. Por conseguinte, nesse processo de universalização a nossa experiência alimentar também vai virar mercadoria, o alimento vai virar mercadoria, e então vai surgir a contradição entre mercadoria e cultura”*, onde a simples cultura do consumo da fruta abacate de forma caseira vai assumindo uma identidade industrial a partir da transformação em produtos diversos. Não será surpresa, em breve, outros produtos – biscoitos, massas, doces, geleias – industrializados a partir do abacate, e que não seja surpresa também, crianças de um futuro próximo acharem que abacate é algo envidraçado ou plastificado, assim como, hoje, uma galinha é um cubinho de caldo… “mãe olha uma Knorr”, gritava uma criança para sua mãe diante de uma galinha “de verdade”. *Marcelo Carvalho – Cultura e Alimentação/ Saberes Alimentares e Sabores Culturais – O Alimento: Do espaço provido à mercadoria – Edições SESC/SP – 2007.

tendências e novidades

Bebidas funcionais

A embalagem de Vodka com luz própria, com iluminação

Vinho porcão em embalagem taça

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CONSUMIDOR

quem é a geração C?

Texto: Fernando Arbache

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ara compreender melhor o que o mercado precisa foram desenvolveram-se diversas pesquisas para criar padrões de comportamento, percebeu-se que ao agrupar pessoas com intervalos de idades semelhantes e certa similaridade em seu comportamento, seja ele em seu gosto musical, o modo no qual se vestem, em como comprar ou em sua atitude no trabalho, em seu grupo de amigos, ou mesmo na sua forma de expressar. Ocorrem, a princípio, muitas mudanças devido

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às condições econômicas, sociais e tecnológicas que este grupo de pessoas é inserido. Vamos exemplificar avaliando algumas gerações: Geração Baby Boomer é aquela que compreende as pessoas nascidas entre, 1946 e 1964 – um dos representantes desta geração foi Bill Clinton, nascido em 1946. Esta geração moldou o termo “American Way of Life”, onde o maior desejo era o consumo. Os Boomers compra-

ram bambolês, Frisbees, refrigeradores, carros rabo de peixe, etc. Buscaram inserir em sua cultura, um modo mais fácil de viver usufruindo de tudo que pudesse agregar em relação à qualidade de vida. Podemos então chamar esta geração de “Geração do Consumo”; Geração X é a geração nascida 1964, até final da década de 70. Alguns antropólogos definem o final desta geração em 1982. Os membros dessa geração lutavam pelos seus direitos com busca intensiva da


movido novos recursos de comunicação permitindo a esta geração transladar seus relacionamentos antes locais, passando a serem globais. O acesso a informações em um clique os tornou menos pacientes, fazendo com que o tempo passasse a ter dimensões distintas, com intervalos e cada vez menores. Esta geração inaugurou um novo modo de viver compartilhando tudo, desde sua vida pessoal, até seus conhecimentos.

liberdade, buscaram mais sua individualidade, foram mais criteriosos na escolha de produtos, focando qualidade. Indivíduos do sexo oposto passaram a ser mais valorizado, surgindo à revolução da mulher, a aceitação do divórcio, a possibilidade de tornar-se mãe solteira. O homossexualismo passou a ser tolerado, assim como, a união entre pessoas do mesmo sexo. Geração Y chegou à década de 1980 esta geração cresceu em meios a novos padrões de vidas, onde a liberdade era um dos pilares. Ao somar esta liberdade, surgiram pessoas que passaram a valorizar a interação como meio e consumo por conta do nascimento da internet. Por conta da internet, começou a ser pro-

A pergunta é, qual é a próxima geração? Muito vem se falando em uma nova geração a qual denomino de “C”, esse novo grupo é formado por pessoas após 2003, essa geração poderá gerar um grande impacto no mundo, podendo ser semelhante à ocorrida com o surgimento da Revolução Industrial. A internet passou a ser seu oxigênio, o acesso a internet tornou-se mais fundamental do que a velocidade do próprio computador, quando avaliado em termos de processamento, mais de 95% desta população têm computadores e em sua grande maioria tem perfis em alguma rede social, como o Facebook ou Orkut. Em 2020 esta geração C representará 40% da população dos Estados Unidos, Europa e dos Brics e 10% do resto do mundo. Neste ano, eles já terão se tornado o maior grupo de consumidores em todo globo. A geração C tem como princípio usufruir dos serviços que os aparelhos oferecem, tornando o hardware apenas um meio, podendo ser descartado logo que surgir um novo serviço, que o mesmo não consiga acessar. Estes grupos de pessoas estão conectados em tempo integral, ou seja, sempre conectado, como um celular que tenha acesso e poderá fazer suas comprar, portanto, as empresas necessitarão estar “ligadas” 24 horas por dia e 7 dias por semana. Atualmente, há 4,6 bilhões de usuários de celulares no mundo, 67% da população total, e 1,7 bilhão de usuários de internet. Em 2020, o número de pessoas usando a telefonia móvel alcançará 6 bilhões, quase 80% do globo, e 4,7 bilhões acessarão a web, principalmente por meio de dispositivos móveis. Com a conectividade a todo o momento, as vidas profissionais

e pessoais das pessoas se misturarão As redes sociais possibilitarão maior colaboração entre todos, aumentando intensivamente o universo de relações interpessoais. Os amigos deixarão de ser unicamente o de convívio na escola, ou no local onde se mora, para extrapolar as fronteiras, as culturas, a cor, credo e raça. Atualmente, um indivíduo tem na média, em seus contatos em redes sociais, entre 100 a 200 “amigos” que criticam as fotos, elogiam os pensamentos, sugerem atitudes com seus namorados e interferem em suas escolhas. A privacidade será algo da geração X, que ficou para trás. Hoje todos podem saber quem eu sou, o que gosto, pra onde eu vou e o que eu faço. As redes sociais irão, de modo crescente, determinar os padrões de consumo mais específicos a cada comunidade, sendo necessário criar produtos que atendam, unicamente, aquele grupo de pessoas. Desta forma, será cada vez mais importante deixar que os consumidores criem seus próprios produtos. O marketing viral se tornará essencial para o sucesso comercial de uma marca ou um novo serviço. Esta nova geração diferencia-se das outros por um aspecto totalmente diferente, que é a busca da qualidade de vida acima dos ganhos financeiros. Porém, qual o motivo de chamá-las de C? A maior característica deste grupo de pessoas, que é a CONECTIVIDADE. Connectivity em alemão, Connectivité em francês, Cysylltedd em galês, Connectiviteit em holandês, Connettività em italiano, Conectivitate em romeno, Conectividad em espanhol ou Connectivity em inglês. Se unirmos diversos povos, esta palavra iniciará com a letra C, excluindo, é claro, os idiomas que não usam o nosso alfabeto. Esta é uma nova revolução que podemos ousar em chamar de “Re­ volução da Conexão”. Portanto, podemos jogar fora os padrões até agora seguidos e começar uma nova história, que poderá ser contata nas telas do computador, ou do celular, ou do tablete, ou de qualquer coisa que esteja conectada. Seja bem vindo a geração C!

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PROJETO A

Aqui está a melhor forma para assar pão Bandeja com microfuro

Detalhe do microfuro

Vantagens

• Mais rapidez no cozimento/congelamento devido a maior área aberta. • Economia de energia. • 80% menos utilização de óleo ou desmoldante. • Massa não passa pelos furos, não causa o efeito “rebite”. • Melhor apresentação do produto, pois não deixa resíduo e marca na base do pão. • Limpeza e higienização.

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MERCADO EMPREENDEDOR

complexidade é desafio para o mercado empreendedor

O

aumento da concorrência em todos os tipos de mercado é uma característica básica do mundo globalizado. Dessa maneira, as empresas precisam sistematicamente encontrar fórmulas para aumentar sua produtividade e lucratividade. E o Brasil não foge a essa regra, é claro. Depois de ter amargado décadas de hiperinflação, endividamento e estagnação, o país vive, já há alguns anos, tempos prósperos: um período de estabilidade acompanhado por crescimento econômico sustentado. Esse movimento fez com que nos deparássemos com um cenário de crescente complexidade nos negócios, tanto no que diz respeito à legislação e regulamentação, quanto nas relações entre companhias, países e governos. Tal situação também coloca um novo desafio para as empresas brasileiras. A questão agora não é sobreviver em um ambiente econômico inóspito, mas, sim, desempenhar um papel de destaque em território nacional e internacionalmente. Essa é uma realidade, principalmente, para as empresas do mercado empreen­ dedor, que reúne pequenos, médios e até grandes empreendimentos ainda pouco estruturados, e precisam de ajuda para enfrentar as complexidades da economia moderna, que cresceram em ritmo ace­ lerado. Diversas companhias cresceram com

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Texto: Eduardo Pocetti

a economia de seus países e precisaram adaptar-se para se estabelecer em outro patamar de profissionalização, visibilidade de mercado, gestão e governança corporativa, que é exigido internacionalmente. Este é um momento característico por sua extrema complexidade, pois o nível de exigências é rígido e necessário para que as organizações sejam atraentes a clientes, fornecedores e provedores de crédito. E é nesse mercado que se encontram boas perspectivas de negócios para a cadeia produtiva, mesmo diante das a­tuais turbulências. Para se ter uma ideia do potencial do mercado empreendedor, de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), as pequenas e médias companhias representam 95% das organizações no mundo, sendo de extrema relevância para a economia brasileira e global. Neste panorama, as PMEs representam um nicho de mercado em potencial. No Brasil, uma característica determinante desse segmento é a forte presença de empresas familiares. Esse segmento abriga exemplos promissores de organizações que elegeram a governança corporativa como estratégia de crescimento, e, como resultado, se tornaram alvos estratégicos para grandes conglomerados que buscam a consolidação em setores-chave da economia.

Essas organizações enfrentam desafios específicos, de acordo com a própria área de atuação e com suas metas de negócios. Uma companhia que busca empréstimo no BNDES para financiar seu crescimento terá de cumprir uma série de exigências do banco, em termos de demonstração financeira e governança corporativa. O mesmo acontece com aquelas que pretendem abrir capital na Bolsa ou se internacionalizar. Mas a complexidade dos negócios pode ser vista sob vários aspectos. O Brasil, por exemplo, está realizando a convergência de suas normas contábeis às IFRS (International Financial Reporting Standards). Vivemos uma fase de transição e, naturalmente, nenhuma empresa vai parar seu departamento financeiro por um período para que os funcionários aprendam IFRS. Mas é preciso dar chance ao profissional estudar em algum momento. O e-learning é uma das boas alternativas para superar essa questão. Nesse sentido, não restam dúvidas de que são muitos os desafios que essas empresas têm pela frente. Entretanto, enfrentá-los e sair à frente dos concorrentes certamente é uma grande vantagem competitiva. *Eduardo Pocetti é sócio-líder da área de Mercado Emergente da KPMG no Brasil.


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MERCADO INFORMEEMPREENDEDOR

A

momento especial para o mercado empreendedor

s notícias sobre a capacidade empreendedora do brasileiro têm sido uma constante em nossos meios de comunicação. Desde as menores unidades de negócios, formadas pelo chamado empreendedor individual, até os gigantescos conglomerados de empresas de origem nacional e que estão se expandindo muito além de nossas fronteiras, a constatação tem sido uma só: o brasileiro – com sua criatividade, carisma, impulsividade e destemor – tem muito talento para fazer negócios. Some-se a isso o momento especial vivido por nosso país nos últimos anos, com crescimento significativo e sustentado da economia, inclusão de milhões de cidadãos no mercado consumidor, distribuição mais igualitária da renda, oferta ampliada de crédito e forte integração ao panorama global. Forma-se, portanto, um cenário muito adequado ao sucesso de nossos negócios. Um dos indicadores que demonstram essa tendência de sucesso foi divulgado pela Serasa Experian e aponta que o nível de eficiência empresarial dos pequenos e médios empreendimentos nacionais foi recorde no ano passado. De acordo com os analistas da entidade, o Indicador de Eficiência Empresarial, que atingiu 57,6 pontos, em uma escala de 0 a 100, mostra que a melhora financeira dos segmentos

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Texto: Eduardo Pocetti

de comércio e serviços em 2010 sustentou essa evolução. Conclui-se que boa parte dessas empresas se recuperou dos efeitos negativos notados após a crise internacional de 2008/2009. O bom momento de nossa economia tem impulsionado nossas empresas, mas também é necessário notar outros elementos que têm contribuído para a mudança de panorama no universo corporativo. Mesmo as menores firmas entendem que é necessário investir em uma boa gestão e se adequar ao padrão de qualidade de produtos e serviços exigido pelos consumidores. Ao final, acabam melhorando naturalmente algumas de suas ferramentas de administração, mas sem muita organização. Sabemos que a base empresarial de nosso país – formada pelo que chamamos aqui de mercado empreendedor, e que reúne pequenas, médias e até grandes firmas que ainda não conquistaram visibilidade expressiva, muitas vezes por não disporem do apoio necessário à modernização de sua gestão – é essencial à geração de empregos e renda. Também é assumida por essas organizações a responsabilidade de contribuir para prover os bens e serviços que deem respostas às demandas de nosso mercado consumidor em expansão. É importante perceber que as repre-

sentantes do mercado empreendor possuem um grande potencial de avanço e de crescimento, possivelmente o mais promissor do segmento empresarial, já que é natural que as pequenas almejem sempre se tornar grandes. Para isso, precisam estar preparadas para exigências naturais, pois não é tão simples crescer. É necessário, para isso, planejamento, organização, otimização da gestão, eficiência, melhoria da qualidade, responsabilidade, investimentos na expansão e, até por isso, adoção de princípios de governança corporativa para facilitar a captação de recursos. Muitas vezes, mudanças simples, que permitam que determinada firma ou marca passe a ser reconhecida pelo mercado e pelos agentes financeiros como tendo uma administração mais moderna e responsável, abrem enormes oportunidades para sua expansão e consolidação. Nossas empresas de menor porte já estão no caminho certo, como notamos em resultados de estudos como o aqui citado. Nesse momento, contar com apoio para viabilizar tais mudanças pode fazer a grande diferença. *Eduardo Pocetti é sócio-líder da área de Mercado Empreendedor da KPMG no Brasil.


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ARTIGO

o IPT, com o apoio da SDECT e ABIEPAN, oferece serviços tecnológicos para a cadeia de empresas da indústria de panificação Texto: Mari Tomita Katayama – Diretora do Núcleo de Apoio à Micro e Pequena Empresa do IPT / João Carlos Martins Coelho – Colaborador do IPT e Professor da EEM

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capacidade de uma indústria de panificação competir no mercado atual está relacionada a toda a sua cadeia produtiva. Esse segmento, no País, é composto por cerca de 63.000 panificadoras, sendo a sua grande maioria formada por micro e pequenas empresas, sendo responsável por aproximadamente 800.000 empregos gerados. O Estado de São Paulo concentra cerca de 12.000 desse universo de

empresas que emprega cerca de 200.000 pessoas. As panificadoras envolvem uma extensa cadeia produtiva de fornecimento, e a tecnologia desempenha um papel importante para a sobrevivência e competitividade dessas empresas, principalmente, no que diz respeito a equipamentos, matéria prima, insumos, qualidade de produtos, produtividade, energia, embalagem, além de adoção de boas práticas, exigidas pela legislação brasileira, em


se tratando de alimentos. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo - SDECT, no âmbito de uma política de apoio às micro, pequenas e médias empresas, tem o Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT, como o seu principal braço tecnológico para propor e executar ações tecnológicas para que essas empresas possam enfrentar o mercado globalizado. A Abiepan – Associação Brasileira das Indústrias de E­quipamentos, Ingredientes e Acessórios para Alimentos, como apoiadora do IPT, vem identificando os principais gargalos tecnológicos do setor e divulgando as ferramentas tecnológicas disponíveis para as empresas associadas. O trabalho com essas empresas começa geralmente com prestação de serviços de extensão tecnológica, tornando possível, demonstrar o ganho que a empresa pode ter com a aplicação do conhecimento tecnológico na solução de problemas reais enfrentados na sua produção. A finalidade da extensão tecnológica é proporcionar condições para o aumento da taxa de inovação incremental das empresas, contribuindo, assim, para elevar seu faturamento e produtividade e torná-las mais competitivas nos mercados interno e externo. Atualmente esses serviços de extensão tecnológica estão disponibilizados às empresas, no âmbito do Sibratec – Sistema Brasileiro de Tecnologia, no valor de aproximadamente R$ 6 milhões, cujo convênio foi assinado entre a SDECT e a Finep-Financiadora de Estudos e Projetos, tendo como entidades executoras, além do IPT, a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia - FDTE, o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer – CTI e o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza – CEETEPS. Cabe à empresa atendida uma contrapartida financeira mínima de 10% do valor do atendimento padrão. O custo do atendimento é pago parcialmente com dinheiro não retornável pela SDECT e pela FINEP e o valor da contrapartida a ser pago pelo cliente é avaliado com base no custo do trabalho a ser realizado. As modalidades de atendimentos tec-

nológicos da extensão tecnológica, atualmente em vigor são: PRUMO – Projeto Unidades Móveis, voltado à melhoria de processo e/ou produto; o PROGEX – Programa de Apoio Tecnológico à Exportação, voltado à adequação de produtos para o mercado internacional e o GESPRO - Gestão da Produção, que se ocupa de identificar e resolver gargalos no processo produtivo.

A finalidade da extensão tecnológica é proporcionar condições para o aumento da taxa de inovação incremental das empresas, contribuindo, assim, para elevar seu faturamento e produtividade e torná-las mais competitivas nos mercados interno e externo.

PRUMO – Projeto Unidades Móveis Atendimento realizado em veículos equipados com aparelhos laboratoriais dedicados a setores industriais específicos. Esses veículos são operados por um engenheiro e um técnico que vão até as empresas, para solucionar in loco e durante dois dias, os principais problemas tecnológicos em relação à matéria-prima, processo e produto. Indústrias de emba­ lagem de plástico poderiam, por exemplo, acionar o PRUMO Plástico, dentro da cadeia de fornecimento, uma vez que há e­xigências técnicas a serem atendidas para embalagens em contato com alimentos. Os setores atendidos pelo PRUMO são: transformação de plásticos, da borracha, tratamento de superfícies, couro e calçados, madeira e móveis, cerâmica e confecções. PROGEX - adequação de produtos para exportação O PROGEX tem como objetivo adequar produtos para um determinado mercado externo, quanto ao atendimento às normas técnicas internacionais, qualificação para certificação, às embalagens,

rotulagem, “design”, entre outros aspectos. O mercado internacional vem exigindo cada vez mais de seus fornecedores, produtos certificados que atendam aos regulamentos de obrigatoriedade legal dos países importadores, cujas exigências técnicas estão baseadas principalmente na segurança, saúde e meio ambiente. Um fabricante de equipamentos, por exemplo, pode contar com o apoio do PROGEX, para qualificar o seu produto em atendimento às normas técnicas nacionais e/ou internacionais. Com o apoio do PROGEX, essa empresa pode passar a ter um diferencial na comercialização de seu produto, se preparar para atender a um pedido de exportação e se antecipar à tendência da legislação brasileira, que é a de adotar as exigências técnicas internacionais e tornar obrigatória a certificação. Mesmo ocorre com uma panificadora, caso ela tenha interesse em exportar alimentos processados, uma vez que o PROGEX pode contribuir na adequação do produto quanto ao tempo de vida útil na prateleira, rotulagem, embalagem primária e secundária, com ensaios laboratoriais necessários, entre outras exigências possíveis do mercado alvo. GESPRO - Gestão da Produção O atendimento é direcionado diretamente ao aumento da capacidade competitiva das empresas, por meio de ações que envolvam a gestão do processo produtivo. Assim sendo, esta modalidade de ação de extensão não prioriza ações técnicas de produção, mas os aspectos que envolvem, por exemplo, mudança de “lay-out” visando reduzir custos ou aumentar a produtividade, balanceamento da produção, cumprimento de prazos, entre outros. Conclusão Aliando a criatividade do empresário brasileiro com o apoio tecnológico disponível a baixo custo, torna-se possível criar condições para incorporar, de forma significativa, a participação das micro e pequenas empresas na economia nacional e internacional aumentando seu faturamento e melhorando seu posicionamento estratégico.

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PRODUÇÃO

segurança alimentar

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uidados que devem ser tomados para que a alimentação não se torne um risco à saúde A alimentação está diretamente relacionada à nossa saúde e os alimentos que seguem para o consumo devem receber muita atenção. A qualidade e a higiene nos processos de produção, transporte, manipulação e armazenamento dos alimentos devem ser rigorosas, para que possam garantir a integridade da saúde do consumidor e evitar possíveis contaminações. Quando os cuidados com a manipulação do alimento são insuficientes, há o risco de se adquirir uma intoxicação alimentar, que pode ser provocada pela ingestão de alimentos ou água contaminados por bactérias, parasitas, vírus ou toxinas. A intoxicação pode resultar em problemas graves de saúde e até mesmo levar a óbito. Dentre as bactérias encontradas nos alimentos que causam graves danos à saúde, a Salmonela é a mais comum e uma das mais perigosas. Ela pode ser encontrada na carne vermelha crua ou mal passada, carnes de aves, peixes, leite e ovos. A intoxicação por Salmonela pode provocar dores abdominais, diarreia e febre. Essas manifestações se iniciam de 12 a 72 horas após a ingestão do alimento contaminado e a infecção pode durar de 4 a 7

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dias. Em sua forma mais severa, uma das complicações mais graves é a difusão da infecção para o sangue e para outros tecidos, o que pode levar a óbito, caso a pessoa não receba rapidamente os cuidados médicos adequados. Uma atenção especial deve ser dada aos ovos, pois a Salmonela se aloja na casca do ovo e passa por contato para a gema e clara durante a quebra. Ovos, gemas ou claras são utilizados sem cozimento ou mal cozidos em diversas receitas, o que aumenta o risco de contaminação. Deve-se, portanto, tomar cuidado com o consumo de cremes frescos, mousses, maionese, ovos fritos com gema mole etc, cujas receitas não utilizam ovos devidamente cozidos. Com os cuidados com a segurança alimentar cada vez mais exigidos e em pauta, algumas inovações no mercado alimentício auxiliam para que os riscos de uma contaminação por bactéria diminuam. É o caso dos ovos líquidos pasteurizados e acondicionados em caixas “longa vida”, que surgiram para garantir mais segurança no preparo de receitas que utilizam essa matéria-prima. Empresa como a Itaiquara Alimentos, que atua há 100 anos no mercado, apostou nos ovos líquidos pasteurizados, e lançou o inovador EGGBOX Itaiquara. A nova linha contém ovos inteiros, gemas ou claras em caixinhas Tetra Pak® de 1 kg

cada, prontos para a utilização nas receitas de bolos, pães doces, pão de ló, quindim, suspiro, pão de queijo, marshmallow, creme fresco, maionese e mousse entre muitas outras receitas que utilizam ovos, gemas ou claras. O EGGBOX Itaiquara conta com o mais rígido controle de qualidade das matérias-primas e processa os ovos com o mais sofisticado e moderno pasteurizador do mundo. O sistema de envase da Tetra Pak® permite que EGGBOX Itaiquara tenha uma embalagem “justinha”, sem espaço sobrando. E, por ser hermética, tem ausência de oxigênio, o que evita a oxidação do produto e a proliferação de bactérias. A embalagem contém ainda seis camadas protetoras, que ajudam a promover a conservação do produto. São o sistema de embalagem e selagem, qualidade da matéria-prima, o rigoroso processo de fabricação e o pasteurizador de alta tecnologia que garantem a qualidade e elevam a vida útil de EGGBOX Itaiquara, que tem prazo de validade de 75 dias. Além da segurança alimentar, produtos inovadores como o ovo líquido pasteurizado em caixa “longa vida”, garantem também o fim do desperdício com ovos trincados e estragados, e elimina a necessidade de quebra dos ovos e separação das gemas e claras, aumentando a produtividade.


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ALIMENTAÇÃO

a mudança da pirâmide alimentar

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novo símbolo para estimular a alimentação saudável nos mostra que a nutrição não precisa ser complicada, em lugar da velha pirâmide alimentar. O novo padrão é um prato dividido em quadrantes. Mais da metade do espaço é tomado por frutas e legumes. O restante é reservado para grãos e proteínas. Um círculo menor indica a porção de laticínios ( um copo de leite ou fatias de queijo, por e­xemplo). A indicação clássica da pirâmide ­mostrava o número ideal de porções, com carboidratos na base e gorduras no topo, em menor quantidade. O novo símbolo parece estimular a alimentação saudável, mais que a antiga pirâmide alimentar. Os estímulos do novo ícone são: Equilibrar as calorias - Aproveite o seu alimento, mas coma menos. - Evite porções grandes. Alimentos para aumentar - Faça seu prato metade frutas e produtos hortícolas. - Faça pelo menos metade de seus grãos de cereais integrais. - Mude para leite fat-free ou low-fat (1%). Alimentos para reduzir - Compare sódio em alimentos como sopa, pão e refeições congeladas - e escolher os alimentos com os números mais baixos. - Beba água em vez de bebidas açucaradas. Indicação clássica da pirâmide A pirâmide mostrava o número ideal

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de porções na base, e gorduras no topo e em menor quantidade. Na pirâmide, a base larga indica os alimentos mais necessários e que devem ser mais consumidos, a medida que vai encurtando, vai diminuindo a necessidade de consumir esses tipos de alimentos, chegando até a ponta da pirâmide que indica alimentos que devem ser ingeridos em poucas quantidades. Nela, todos os a­limentos contidos em todos os grupos são importantes, o que muda é a quantidade a ser ingerida. A quantidade é especificada através das porções para cada grupo. Alimentos como açúcar, as gorduras e o sal podem ser encontrados em vários grupos, por já estarem presentes naturalmente nos alimentos. A ingestão particular desses alimentos, como por exemplo: o sal de cozinha e o açúcar de mesa são alvos de atenção, pois o seu excesso pode acarretar vários comprometimentos à saúde. O mesmo vale para as gorduras, principalmente a gordura animal, que é rica em colesterol. Diferenças Referências a açúcares, gorduras e óleos, presentes na antiga pirâmide, foram embora. A categoria antes chamada de “carnes e feijões” agora é só “proteínas” , abrindo espaço para opções vegetarianas, como tofu. A Associação Americana de Panificadores, Fundação de Grãos e Alimentos, Associação Nacional dos Produtores de trigo e a Associação Norte Americana de Moinhos, apoiaram de forma unânime o

novo ícone MyPlate, dizendo que o novo ícone ilustra a importância dos grãos para um estilo de vida saudável. Segundo as opiniões o ícone será uma ferramenta fundamental na educação das crianças para uma alimentação saudável e sensata, pois o novo ícone é capaz de ilustrar as porções e grupos alimentares que compreendem uma refeição saudável. Porções de grãos ocupam um peso importante no prato. Por outro lado as agências estão fazendo uma forte declaração sobre a importância dos grãos e seus derivados, como fundamento de um estilo de vida saudável. RobbMackie, presidente e executivochefe da Associação Americana de Panificadores, disse que é conveniente que os grãos ocupem grande parte do “prato”, chamando-lhe “uma reafirmação de grãos como a fundação de um estilo de vida saudável.” Para os especialistas - Comer de acordo com MyPlate é um bom guia para fazer a melhor nutrição. - Os grãos são provavelmente a melhor companhia que as frutas e os vegetais têm para serem consumidos pelas pessoas, porque elas são um perfeito veículo para levar as pessoas a comerem mais frutas e legumes. - Calorias contam, e precisamos acompanhar o que estes são, para ajustar o tamanho do prato às necessidades de cada pessoa. E por último: “É preciso incentivar as pessoas a comerem a maior variedade possível de cada categoria”.


w w w. b u n g e p ro. co m. b r


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GESTÃO DE PESSOAS

dicas

para o uso eficaz de consultoria

organizacional

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erifique porque a sua empresa quer contratar uma consultoria. Não a chame se você não souber exatamente o que quer. Analise se a sua própria empresa não dispõe de pessoas capacitadas, tempo, informações e recursos para resolver um problema. Apenas contrate uma consultoria se você estiver com um real desejo de mudança, por isso esteja disposto a ouvir o que ela tem a dizer. Procure conhecer o trabalho da consultoria, questione sobre clientes anteriores e resultados obtidos. Verifique o porte, as características e a reputação dos clientes anteriores apresentados como referência, entre em contato com eles. Verifique se há entre as referências, empresas do mesmo segmento, pois indica que o consultor tem experiência no ramo. No caso de consultor independente, preste atenção ao seu tempo de atuação no mercado, analise o risco de ele resol­ver trabalhar como empregado novamente antes do final do projeto. Consultor que está em início de carreira não deixa de ser adequado e competente, mas geralmente tem experiência na área de sua especialidade e ainda não possui outros requisitos da consultoria, como liderança, por exemplo. Talvez você tenha que assumir essa parte.

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Texto: Eduardo Rocha*

Não se deixe influenciar por uma empresa de consultoria de renome, isto nem sempre é sinal de competência específica para a sua situação. Se necessário, verifique se o consultor não trabalha com a concorrência, pois ele poderá ter acesso a documentos sigilosos. Há clientes que exigem esse compromisso, ou o de não divulgação, por escrito. Embora não seja determinante, a estrutura que o consultor possui é um item relevante. Estrutura demais custa caro e pesa no preço dos serviços e estrutura de menos pode não ser adequado para o seu caso. Leia bem a proposta e não tenha medo de pedir detalhes, isto leva ao melhor entendimento do problema. Exija garantias de que após a conclusão do projeto haverá continuidade com autonomia. Assim, não dependerá do consultor, tendo condição de autossustentação. A metodologia para isto deve ser adequada. Verifique qual é o código de ética que a consultoria segue, lembrando que o IBCO Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização www.ibco.org.br possui um, estabelecido por Assembleia de seus associados desde 1990.

Estabeleça o elo com o consultor, coordenando os entendimentos entre as partes. Não abdique do controle de decisões que envolvam sua empresa, pois você e sua equipe são as pessoas que mais entendem do seu negócio. Estabeleça pontos de controle. Defina as fases da consultoria e também como e quando o serviço termina. Acompanhe de perto o andamento dos trabalhos e controle a metodologia e os resultados obtidos. Não fique aguardando que os consultores façam tudo por você, isto é fundamental para o sucesso do projeto. Quando houver treinamento não se esqueça que existem métodos diferentes e curso nem sempre é o melhor. Exija avaliação, além da avaliação de reação, pós-evento. Não tenha medo de elogiar ou de di­ zer o que não está bem, seja assertivo. *Eduardo Rocha Conselheiro do IBCO - Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização e Diretor da dsg Consultoria www.dsgconsult.com.br CMC – Certified Management Consultant


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MOTIVAÇÃO

pérolas de venda

convenção de vendas é um grande barato!

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onvenções oferecem oportunidades de rever e fazer amigos, aprender novos conceitos e técnicas. Convenções de vendas são momentos mágicos, únicos... Mas o que eu mais gosto é de estar nas populares rodinhas em volta das mesas de coffee break, onde posso ouvir e aprender com colegas vendedores. E nesses anos todos, atendendo empresas em seus eventos, colecionei algumas frases que desejo agora compartilhar com você. Eu as chamo de Pérolas de Vendas. Frases fantásticas, algumas de uma simplicidade e verdade tamanhas que chegam a assustar, além de serem muito divertidas. 1. “Se você não faz parte da solução, faz parte do problema!” - Essa é quando o gerente quer dar aquele recadinho de forma indireta aos que não atingem as metas. Pense nesta frase pelo lado positivo. A pergunta que você tem que fazer todos os dias é: Em que eu estou ajudando meu cliente? A reduzir custos, a aumentar a lucratividade, a qualidade ou produtividade? Eu agrego valor à empresa em que trabalho? Esteja sempre do lado da “solução”. 2. “Depois que inventaram o ‘tá ruim’, ninguém mais disse ‘tá bom!” - Quando

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Texto: Paulo Araújo

você visita o cliente e pergunta como andam os negócios, a resposta é quase sempre a mesma: “Tá fraco”, “tá ruim” ou “já esteve melhor”. O impressionante é que o ano após ano as vendas aumentam e eu nunca encontro alguém que diz: “Tá bom demais!” Não pergunte ao seu cliente se seus negócios vão bem, pergunte se gostaria de ajuda para vender mais. 3. “Quem pede recebe, mas quem se desloca tem preferência!” - Dizem que o autor da frase é Gentil Cardoso, ex-técnico de vários clubes cariocas, como Flamengo e Botafogo. Aqui a explicação é simples: seja pró-ativo, não espere e faça acontecer. Inove, prospecte, crie oportunidades. 4. “Sempre fica um pouco de perfume nas mãos de quem entrega flores!” Chegue sempre com um belo sorriso, bem disposto, apresentável e com um interesse genuíno em resolver os problemas do cliente. Esqueça a comissão e pense na solução. Dinheiro sobrando é sempre conseqüência de um bom trabalho realizado. 5. “Para vender bem tem que ter preço e produto bom!” - Essa de tão óbvia chega a doer. Mas este é um dos princípios da competitividade, ou seja, qualidade e

preço compatível com o que o mercado oferece. Pode também ser uma boa desculpa para quem não atinge as metas ou um alerta quando muita gente diz isto para você. O fato maior é que se toda empresa tivesse o melhor produto e o menor preço, não precisava de vendedor, bastava ter um excelente call center e uma boa mídia no mercado, que o produto se vendia sozinho. É para isso que existem os profissionais de vendas. Para mostrar o quanto você, sua empresa e seus produtos podem contribuir com o crescimento do seu cliente. 6. “Fé em Deus e pé na tábua!” - Quem tem fé vai mais longe, levanta com firmeza quantas vezes for necessário e sabe que nunca está sozinho. Agradeça sempre ao Criador pelo trabalho que você tem e pelos clientes que atende. Ao entrar em qualquer lugar, seja para fazer uma venda, pós-venda ou até mesmo no concorrente, peça em silêncio que Ele abençoe a casa e as pessoas que lá estão. Deseje de coração muita saúde, paz e prosperidade ao próximo. Você vai perceber que adquirindo este hábito, receberá sempre em dobro. Afinal, você merece nada menos do que o melhor. É o que eu lhe desejo! Visite o site www.pauloaraujo.com.br


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NOVOS GESTORES

jovens empreendedores

comandam empresas de sucesso

jovens franqueadores mostram que é possível ter marcas de sucesso antes dos 35 anos

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Rafael Biasotto (Uatt?), Reinaldo e Gustavo Zanon (Seguralta) e Felipe Paoletti (Espetíssimo) dirigem suas redes de franquia e mostram que juventude tem tudo a ver com sucesso e responsabilidade

les são jovens, talentosos e muito bem-sucedidos. Trabalham mais de 12 horas por dia, é verdade, mas já estão colhendo frutos do sucesso de suas empresas. Felipe Paoletti – da rede Espetíssimo, de quiosques de espetos prontos para consumo – , Rafael Biasotto – da Uatt?, loja de presentes e itens de decoração descolados – e Reinaldo e Gustavo Zanon – da Seguralta, empresa que atua com seguros – mostram que é totalmente possível ser jovem e levar a sério a responsabilidade de gerir uma franqueadora. Aqui, um pouco da história desses empreendedores: Felipe Paoletti, Espetíssimo – A juventude de Felipe Paoletti como executivo de um grupo de empresas ligadas à fabricação e comércio de espetinhos engana. Aos 32 anos, ele conta com vivência profissional e empresarial de dar inveja a muitos gestores com mais idade. Paoletti representa a terceira geração nos negócios da famí-

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lia – a Churrasquinho Jundiaí, que conta com idênticos 30 anos. No entanto, não é um mero herdeiro, pois assumiu outras responsabilidades e conheceu segmentos distintos antes de se definir por perma­ necer na empresa.

O jovem administrador de empresas, formado pela PUC, cursou também a famosa Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde permaneceu por

um ano e meio. Trabalhou por mais de três anos na Câmara Espanhola de Comércio de São Paulo, na área comercial e, depois, seu interesse e a vivência em marketing o levaram a um MBA em Varejo na FGV-SP, concluído em 2009. Foi nessa época que, estudando o mercado – ele visita pessoalmente os pontos de venda nos supermercados – o jovem formatou uma franquia inédita de espetinhos, a Espetíssimo. A Espetíssimo é uma franquia de espetinhos prontos para ser consumidos. Oferece grande variedade: carne (bovina, suína e de frango), pão de alho, abacaxi e queijo coalho. “Percebo um horizonte positivo para a rede, pois atualmente a alimentação apressada, fora de casa, é hábito cada vez mais frequente, principalmente nas metrópoles”, observa Paoletti. Por um investimento a partir de R$ 63 mil, mais R$ 15 mil de taxa de franquia, a Espetíssimo se encarrega de todo o suporte, como encontrar o ponto – para quiosques


e lojas de 6 m² a 20 m² – treinar o franqueado e seus funcionários a manipular e manter produtos e equipamentos, bem como acompanhar pessoalmente o funcionamento durante os primeiros 15 dias de operação. “Esse período é fundamental para o entrosamento no negócio. Quem quiser investir não precisa ter experiência no ramo alimentício, nem mesmo em negócio próprio. Mas é preciso estar disposto a se dedicar integralmente”, destaca Paoletti.

Rafael Biasotto, Uatt? – Criatividade, co­ lorido vibrante, formatos diferenciados e mensagens alegres e irreverentes. Essas são apenas algumas características dos mais de 4 mil itens da marca Uatt?, que oferece inúmeras opções de presentes para pessoas de todas as idades. Disponíveis em cerca de 5 mil pontos de venda em todo o Brasil, agora os produtos também são encontrados em 14 lojas e quiosques exclusivos, próprios e franqueados. A Uatt? nasceu há nove anos, com o intuito de ter o presente ideal para quem quer ‘espalhar coisas boas por aí’, hoje o slogan da empresa. A marca é comandada pelo jovem empreendedor Rafael Biasotto, 35 anos. Esse catarinense, que trabalha desde a adolescência, iniciou a Uatt? na sala da casa onde morava com a família, com um capital inicial de R$ 18 mil, sendo R$ 8 mil conseguidos por meio de economias de seu salário conquistadas em um emprego quando morou no exterior e mais R$ 10 mil emprestados da avó. Antes da Uatt?, Rafael trabalhou em presas de design gráfico e papel. Formado em Administração de Empresas, ele chegou a prestar consultoria a duas empresas de produtos promocionais, mas logo quis seguir seu caminho de empreende-

dorismo. O projeto de conclusão do curso universitário de Biasotto foi um estudo de caso e desenvolvimento de negócios em franquias de uma empresa de papel reciclado. O projeto ficou no papel, mas os conceitos de franquia já começaram a ser assimilados pelo jovem. Quando a Uatt? estava com dois anos e meio de vida, Biasotto associou-se a Ivan de Oliveira, que tem 20% da empresa e cuida da área operacional. Hoje, passados nove anos, a sala da casa da mãe de Biasotto foi substituída por galpões e escritórios e o faturamento da empresa, em 2010, somou R$ 40 milhões. Nada mal para quem começou lá de baixo. Luís Gustavo e Reinaldo Zanon, Seguralta – Os irmãos Luís Gustavo Zanon e Reinaldo Zanon Jr. têm apenas 26 e 29 anos, respectivamente, e já dirigem a Seguralta Franchising, uma empresa que nasceu a partir da história de mais de 40 anos da Seguralta Seguradora, empresa sediada em São José dos Campos.

Aos 29 anos, Reinaldo Barboza Zanon é o mais velho dos irmãos. Formado em Administração de Empresas – com ênfase em Comércio Exterior – morou e trabalhou no Canadá, onde adquiriu know-how de negócios a partir da experiência em uma multinacional americana – logo depois de trabalhar na corretora entre os 17 e os 22 anos. Ao retornar, aplicou seus conhecimentos na empresa para criar a franquia, que começou efetivamente a operar nesse formato em 2009. Diretor de expansão da Seguralta Franchising – associada à ABF – é responsável pelas vendas de franquias e seleção de franqueados. Assíduo frequentador de palestras e feiras de Franchising e empreendedorismo,

desenvolveu planejamentos estratégicos que permitiram que a rede chegasse a 130 unidades franqueadas em apenas dois anos. A meta é que, nos próximos cinco anos, o número de franquias some 600 unidades. A empresa tem realizado pesquisas in loco objetivando à expansão da franquia em países sul-americanos, como Chile, Colômbia e Argentina.

Luís Gustavo Zanon acaba de completar 27 anos. Já trabalhou em todas os departamentos da Seguralta Corretora – inclusive como vendedor da loja-padrão em São José do Rio Preto. Diretor da Seguralta Franchising, tem larga experiência em corretagem de seguros e na área administrativa, sendo responsável pela gestão financeira, contratação e pagamento de funcionários, treinamento de franqueados e pelo desenvolvimento de planos de marketing de motivação, fidelidade e promoção de franqueados por produção. Por ser um profundo conhecedor de todos os processos operacionais da Seguralta, é o responsável por ‘desenhar’ os sistemas que facilitam o trabalho de todos os colaboradores e franqueados. No momento, dedica-se ao desafio de desenvolver um sistema que ajude a venda de franquias. Informações para a Imprensa: Em Pauta Comunicação (11) 3567-7854 / 3567-7855 / 3451-3258 Simone Valente – (11) 7873-3008 ID: 55*86*233572 simone@empautacomunicacao.com.br Cristina Thomaz – (11) 7754-7386 ID 13*9345 cristina@empautacomunicacao.com.br

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CURIOSIDADES

a carne e o pão Durante toda a Antiguidade, da época dos poemas homéricos ao Império Romano, a civilização mediterrânea é o mundo do pão ou, pelo menos, dos cereais e dos alimentos que servem para preparar as papas, o pão e os bolos . Afirmou-se que a alimentação na é­poca micênica – portanto, pré-homérica – era diferente: os cereais teriam tido, apenas, um papel secundário em uma economia essencialmente pastoril, e a ali-

mentação teria sido mais variada e mais rica em carne. Essa hipótese foi, todavia, abandonada; nenhuma pesquisa recente a confirmou. Assim, com exceção dessa época arcaica e menos conhecida, a alimentação grego-romana era, muito provavelmente, à base de cereais, e a carne tinha um papel secundário. Homero chama os homens de “comedores de pão” e os contrapõe aos deuses, que vivem de néctar e de ambro-

sia, substâncias um tanto misteriosas para nós. O ciclope Polifemo, ser monstruoso e antropófago, alimentava-se de carne e de laticínios e ignora o uso de vinho, a bebida humana por excelência. Essas diferenciações serão encontradas em toda cultura antiga. Fonte: História da Alimentação – direção Jean´Louis Flandrin

terminologias Malha – termo usado por alguns padeiros para indicar a estrutura do miolo do pão. Massa reformada – massa de um determinado tipo de pão, à qual foi acrescentada uma série de outros ingredientes para produzir um outro tipo de pão. Padaria Vuco-Vuco – padaria artesanal, sem estrutura maior quanto à higiene, técnica etc. Termo pejorativo usa-

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do principalmente em Pernambuco. Pães Borboleta – termo usado pelos padeiros para designar os pães que estão estourados. Pano de Dobra – o mesmo que lona de tabuleiro, termo usado na região de Brasilia (DF). Os tabuleiros de madeira já não são mais utilizados nas padarias. Esses tabuleiros (caixas) recebiam o pano. As massas de pães eram colocadas sobre

esse pano, que cresciam e depois eram retirados diante do forno para a ultima etapa de produção – o forneamento. Pão Chinelado – O mesmo que pão achatado, defeito gravíssimo, decorrente principalmente do uso de uma farinha fraca, massa mal desenvolvida, forno muito quente, excesso de fermentação ou de vapor.


CULTURA & ENTRETENIMENTO

livros

Mentes Ansiosas

O Mundo segundo Steve Jobs

Medo e ansiedade além dos limites

As frases mais inspiradoras do visionário líder da Apple

Formato: Livro Autor: SILVA, ANA BEATRIZ BARBOSA Editora: FONTANAR Assunto: PSICOLOGIA

SINOPSE Em Mentes Ansiosas - Medo e ansiedade além dos limites, a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva - autora de Mentes Perigosas, Mentes e Manias, Bullying - Mentes Perigosas na Escola e Mentes Inquietas - fala sobre os transtornos causados pelo medo e a ansiedade. A diferença entre os dois sentimentos e como eles podem dominar a vida das pessoas são algumas das questões pelo livro.

Formato: Livro Autor: BEAHM, GEORGE Tradutor: SERRA, AFONSO CELSO DA CUNHA Editora: CAMPUS Assunto: ADMINISTRAÇÃO - DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

SINOPSE “Você quer passar o resto da vida vendendo água com açúcar ou quer ter a chance de mudar o mundo?” Essa pergunta, feita por Steve Jobs a John Sculley e significou

o ponto da virada para o presidente da Pepsi. Este livro reúne cerca de 200 citações instigantes, que exploram o que Steve Jobs resume, com propriedade, como “essa coisa de visão”. Steve Jobs nunca deixou de expor suas opiniões com franqueza, para o deleite de seus defensores e o desespero de seus detratores. Jobs foi escolhido como “CEO da Década”, pela revista Fortune, o “CEO de melhor desempenho do mundo”, pela Harvard Business Review, e “Pessoa da Década”, pelo Wall Street Journal, além de numerosas outras honrarias, Steve Jobs ocupa posição única e invejável na comunidade de negócios.

dvds Blue Note - A Story of Modern Jazz - DVD

Título: Blue Note - A Story of Modern Jazz EAN: 7798141331307 Artista: Vários Estúdio: Music Brokers O “Blue Note Records”, selo que gravou todos os gigantes do jazz do século 20 e que acaba de completar 70 anos, tem a sua história documentada no DVD “Blue Note: A Story of Modern Jazz”. Lançado na Europa pelo selo Euroarts, a produção chega agora ao Brasil através da Music Brokers. A direção é de Julian Benedikt, diretor especializado em filmes sobre jazz. O documentário conta a história da criação do selo em Nova Iorque, em 1939, pelos imigrantes judeus alemães Alfred Lion e Francis Wolff, relatando desde a entrada de ambos nos Estados Unidos, no

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fim dos anos 30. Por meio de entrevistas com os principais artistas da gravadora, o documentário aponta episódios preciosos da história do jazz. Desde o início da era hard-bop, gênero que se transformou na trilha sonora da America urbana nos anos 50 e 60, à popularidade de artistas como Horace Silver, Miles Davis, John Coltrane, Herbie Hancock, entre outros. O documentário se concentra em Lion e Wolff e no relacionamento deles com os artistas de sua época. O empenho da dupla em gravar os duos de piano boogie-woogie de Albert Ammons e Meade Lux Lewis ou em perseguir o sopranoclarinetista saxista Sidney Bechet, autor do primeiro hit da gravadora (“Summertime”) são alguns dos episódios relatados no filme. Entre os músicos entrevistados estão Tommy Turrentine, Johnny Grif-


fin, Lou Donaldson, Horace Silver, Herbie Hancock e Freddie Hubbard. Iras Gitler, Michael Cuscuna Bob Belden são outros que desempenham importantes papéis no filme.

A produção também retrata a fotografia de Francis Wolff, o trabalho de arte das capas de álbuns criadas por Reid Miles e a importância do padrão estético e cultural criado pela gravadora para o período pós-

guerra. A contextualização artística feita pelo filme e a selecionada seqüencia de shows fazem de “Blue Note - A história do jazz moderno” um documentário agradável e informativo sobre jazz.

do Grupo Galpão convidaram a conterrânea Yara de Novaes para capitanear a montagem batizada de “Tio Vânia (Aos que Vierem Depois de Nós)”. Mais próxima da perspectiva em relação às escolhas da vida do que da falência dos sonhos, a adaptação conserva a carga dramática do original, mas adéqua o sofrimento a um estilo brasileiro raras vezes obtido na revisão de uma obra estrangeira. O personagem-título (o ator Antonio Edson) é um sujeito imerso num amor não correspondido que percebe ter des-

perdiçado os dias lutando por uma causa que ninguém valoriza: a propriedade rural da família. A chegada à fazenda do excunhado, o escritor Serebriákov (Arildo de Barros), ao lado da jovem mulher, Helena (Fernanda Vianna), traz à tona as frustrações de Vânia e as de sua sobrinha, Sônia (Mariana Lima Muniz). Os personagens tomam vodca, queixam-se do inverno intenso, porém seus nomes, principalmente os mais característicos da Rússia, são pouco pronunciados.

teatro Grupo Galpão adapta “Tio Vânia” ao espectador brasileiro Clássico entre as muitas peças do russo Anton Tchecov (1860-1904), o drama “Tio Vânia” foi visto na cidade em pelo menos três versões na última década. Duas delas ganharam a direção do paulistano Celso Frateschi, em 2000 e 2008, e uma outra, de 2003, chegou à cena sob o comando do cearense radicado no Rio de Janeiro Aderbal Freire-Filho. Agora, os mineiros

gastronomia Sete endereços para comer pratos famosos do cinema Do boeuf bourguignon de “Julie & Julia” ao macaron de “Maria Antonieta”, saiba onde saborear receitas que você vê nos filmes É difícil assistir a “Julie & Julia” e não ficar com vontade de saborear um boeuf bourguignon. Ou ver uma sessão do longa nacional “Estômago” e não correr atrás da coxinha de galinha mais próxima. O boeuf bourguignon de “Julie & Julia” O prato é um dos que mais dão trabalho para a personagem Julie Powell (Amy Adams), em sua maratona para reproduzir as receitas da célebre cozinheira Julia Child (Meryl Streep). Em São Paulo, é servido nos almoços de quarta-feira do restaurante de Erick Jacquin. A omelete de “A Grande Noite” Preparada pelo personagem de Stanley Tucci, o prato temperado somente com sal pode ser encontrado no Oh!melete. A

iguaria é apenas uma das muitas do longa, que conta a história de dois imigrantes donos de um restaurante nos Estados Unidos. + Nova casa especializada em omelete traz 14 versões do prato

(Audrey Tautou), é quebrar a fina casca de açúcar caramelizado do doce. Em São Paulo, uma ótima versão está no cardápio do Allez, Allez!. + O chef Luiz Emanuel vendeu o francês Allez, Allez!

A coxinha de “Estômago” Especialidade de Nonato, protagonista do filme vivido pelo ator João Miguel, a coxinha é carro-chefe de muitos bares paulistanos. Um dos destaques é a versão do Veloso. + Receitas de caipirinha do bar Veloso

O tiramisu de “Sem Reservas” Kate (Catherine Zeta Jones) é uma chef de cozinha que precisa criar a sobrinha órfã. Na cena mais romântica do filme, seduz o espectador com um (aparentemente) delicioso tiramisu. Por aqui, o doce pode ser provado no Stuzzi Gelateria Italiana.

O macaron de “Maria Antonieta” A rainha interpretada por Kirsten Dunst na cinebiografia dirigida por Sofia Copolla aparece em várias cenas comendo macarons, iguaria encontrada em São Paulo na Boulangerie Le Fournil. + Empório Santa Maria, Garcia & Rodrigues e Le Fournil servem sorvetes

A codorna de “A Festa de Babette” e de “Como Água para Chocolate” Tanto no mexicano “Como Água Para Chocolate”, vencedor do Globo de Ouro, como no dinamarquês “A Festa de Babette”, vencedor do Oscar, a ave é o grande destaque. No primeiro, ela é preparada em sarcophage e, no segundo, com pétalas de rosas. No Emiliano, a codorna é encontrada recheada com farofa de biju e acompanhada de risoto de pancetta e sálvia.

O creme brûlé de “O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain” Um dos prazeres da protagonista, Amèlie

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FOOD SERVICE

RADAR - RELEASES E NOTÍCIAS

radar Outback Steakhouse realiza a 8ª edição do Bloomin’ Day Todo o dinheiro arrecadado com a renda de Bloomin’ Onion® no dia 11 de novembro será destinado à organização Médicos Sem Fronteiras O Outback Steakhouse realizará no próximo dia 11 a tradicional arrecadação de fundos com a 8ª edição do Bloomin’ Day, quando o valor obtido com a renda das famosas cebolas douradas e servidas com molho bloom, descontados os custos e impostos, é destinado à uma instituição sem fins lucrativos. Neste ano, a rede escolheu a organização Médicos Sem Fronteiras, que utilizará o dinheiro em seus projetos de ajuda humanitária. Na edição de 2011, o Outback estima vender 3.200 cebolas em um único dia e superar em 15% o resultado obtido na última edição da ação beneficente, quando levantou mais de R$ 51 mil destinados a vários projetos distribuídos pelo país. “Cada um dos restaurantes contribui ativamente para a comunidade ao seu redor. Ao realizar uma ação nacional como o Bloomin´ Day, temos a oportunidade de unir esforços para apoiar uma grande organização como os Médicos Sem Fronteiras”, explica Salim Maroun, presidente do Outback Brasil. Os 32 restaurantes da rede localizados no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Niterói, Campinas, Goiânia, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Ribeirão Preto, Vitória, São José dos Campos e São Bernardo do Campo participam da ação. A organização Médicos Sem Fronteiras

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atua em situações de conflitos armados, epidemias, catástrofes naturais, desnutrição e exclusão do acesso à saúde. Em contextos que envolvem conflitos, as equipes de MSF levam assistência médica às pessoas mais vulneráveis, independente de que lado do embate elas estejam. Nas emergências causadas por desastres naturais, quando as estruturas de saúde são atingidas ou ficam sobrecarregadas, profissionais são rapidamente enviados ao local da catástrofe. “Esse tipo de parceria que nós selamos com Outback é muito importante para Médicos Sem Fronteiras. Além do dinheiro arrecadado, fundamental para a manutenção dos nossos projetos, essa iniciativa nos permite levar informações sobre os contextos em que atuamos, para os colaboradores do Outback e para os consumidores”, diz Tyler Fainstat, diretor executivo de Medicos Sem Fronteiras-Brasil.

Sobre os Médicos sem Fronteiras Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva ajuda médica de emergência a vítimas de conflitos armados, epidemias, desastres naturais e exclusão do acesso à saúde. Criada em 1971 por médicos e jornalistas, a organização também tem o compromisso de denunciar o sofrimento das pessoas que atende e os obstáculos encontrados na tentativa de oferecer ajuda. Em 1999, recebeu o prêmio Nobel da Paz. Médicos Sem Fronteiras tem, hoje, escritórios em 22 países, inclusive no Brasil, e projetos de ajuda médica em mais de

65 países.

Vanilla Caffé apresenta modelo de franquia pela primeira vez no Espaço Café Brasil A rede oferece dois formatos de negócios para atrair novos empreendedores A rede de franquias Vanilla Caffè faz sua estreia no “Espaço Café Brasil”, feira que acontece de 6 a 8 de outubro no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo. Visando ampliar sua visibilidade no mercado cafeeiro, a marca irá destacar dois modelos de lojas para atrair novos empreendedores. O modelo tradicional, que tem como referência ambientes de 100m², e as lojas com atendimento express, com espaço em torno de 40m². Este segundo formato de negócio é uma das novidades da cafeteria gourmet, que tem como proposta exigir um menor investimento e atender às vendas em grandes centros comerciais. “Nosso intuito é proporcionar aos interessados no mercado de cafeterias a oportunidade de fazê-lo através de uma franquia como o Vanilla Caffè, que possui grande know-how no segmento. Além disso, acreditamos que a ocasião também é favorável para a troca de experiências entre os principais profissionais do ramo,” afirma Eduardo Pires, gerente de expansão do Vanilla Caffè. O evento cafeeiro está em sua 6º edição e tem como objetivo promover o mercado de cafés de qualidade e toda a cadeia produtiva. Desde o produtor, torrefador, logística, exportação, varejo,


alimentação fora do lar, barista, até o consumidor final. Durante os três dias, os visitantes poderão participar de workshops e palestras que prometem oferecer conteúdo relevante para todos os profissionais do setor.

Yogoothies inaugura loja em Osasco A Yogoothies, empresa franqueadora especializada em frozen yogurt, inaugura neste sábado (22/10) uma nova unidade da marca, desta vez no Osasco Plaza Shopping. A loja faz parte do plano de expansão da rede que conta com 46 franqueados em todo o Brasil. A empresa considera o local, que recebe público médio de 85 mil pessoas por dia, um ponto importante para ampliar os negócios devido também aos consumidores de cidades próximas como Carapicuíba, Jandira e Barueri. Sócio da loja Yogoothies no Shopping Praça da Moça, em Diadema, o empresário Fábio Valente é também franqueado da unidade da marca em Osasco. “O resultado obtido com a primeira loja superou muito minhas expectativas. A satisfação de servir um produto de qualidade e extremamente saudável; e os elogios e comentários que recebemos dos clientes são motivadores”, comenta Valente. Em junho, a Yogoothies foi destaque nacional do segmento de franchising como a primeira marca em satisfação do franqueado, de acordo com a Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Sobre a inauguração Data: 22 de agosto de 2011 (sábado) Local: Osasco Plaza Shopping Endereço: Rua Ten. Avelar Pires de Azevedo, 81 – Centro, Osasco.

Nova GiraSurpresa do Giraffas traz a Turma da Mônica em formato Toy Art Gogo’s A rede de restaurantes Giraffas lança sua nova GiraSurpresa: a Turma da Mônica Gogo’s Crazy Bones. Os personagens foram desenvolvidos em estilo Toy Art Gogo’s e podem ser utilizados não só como brinquedo, mas também como objeto de coleção e decoração por jovens que

cresceram lendo suas historinhas. Além dos personagens principais Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento, estão disponíveis mais 11 modelos, entre eles o Penadinho, Bidu e Horácio. As GiraSurpresas estão disponíveis em diversas cores, além de uma opção em glitter e outra em material especial que brilha no escuro. Os Gogo’s vêm acompanhados de um card de poder, que especifica a habilidade atribuída a cada um, e outro do Giraffas, que contém o check list dos personagens. A campanha de divulgação contará com filmes na TV aberta e fechada, além de material de comunicação nos mais de 360 pontos de venda e nas páginas do Facebook e Twitter da rede Giraffas. A Turma da Mônica Gogo’s pode ser adquirida nos restaurantes da rede Giraffas ainda este mês na compra do GiraPrato, opção que combina arroz, feijão, salada e uma proteína de carne ou de frango.

Makro Atacadista lança Portal Guia do Empreendedor na 5ª ­Edição do Extravaganza Com o intuito de contribuir para o negócio de pequenos e médios empresários do food service e pequeno varejo, o Makro Atacadista lança o Portal do Empreendedor. Trata-se de um espaço virtual para troca de informações e experiências que traz artigos, notícias, cases, vídeos, links e outros meios de compartilhamento de conteúdo disponíveis na internet e nas redes sociais. Os temas abordados são vários: gestão de negócios, empreendedorismo, gastronomia, eventos, entre outros, que podem ser distinguidos por segmento de negócio como Pizzaria, Padaria, Restaurante, Lanchonete, Hotéis e Varejo. Além do material disponibilizado no próprio site (www. makro.com.br/guiadoempreendedor) os internautas também podem contribuir com o conteúdo, ampliando a rede de conhecimento iniciada com a ferramenta. “Estamos levando para a web 2.0 o trabalho de capacitação de pequenos e médios empresários que já realizamos há alguns anos. É um meio eficiente para a troca de informações de qualidade sobre diversos assuntos relacionados ao suces-

so empresarial”, afirma Eric Pell, gerente de Marketing Digital do Makro Atacadista. O Portal do Empreendedor entrou no ar em outubro, e complementará as ações do Makro de incentivo ao crescimento do negócio dos seus clientes. O Makro lançou a campanha de divulgação na 5ª edição do Makro Extravaganza (www.makroextravaganza.com.br), evento com foco na capacitação gratuita de clientes profissionais dos segmentos de food service e pequeno varejo em gestão de negócios e gastronomia que aconteceu em outubro, no Expo Transamérica, em São Paulo.

RESTAURANTE VIENA PROMOVE FESTIVAL DE CHEESECAKES Uma deliciosa novidade dá sabor especial à Primavera/Verão do restaurante Viena. É o Festival de Cheesecakes com três sabores, que vão provocar suspiros nos apaixonados pela sobremesa: Frutas Silvestres, Abacaxi com Hortelã e Morango com Castanha de Caju. A casa já oferece o Cheesecake Romeu e Julieta, que permanece no cardápio. As novas gostosuras serão servidas até o final de fevereiro de 2012 em todas as unidades do Brasil. Cada cheesecake foi elaborado pela chef Camila Prado, do Viena, com a preocupação de oferecer aos consumidores uma sobremesa leve e surpreendente no sabor. A mudança começa na massa, que está mais macia, leve, aerada e saborosa. Em todas, utilizamos ingredientes nobres, selecionados a dedo. Exótico, com a acidez natural do mirtilo, cereja e framboesa contrastando com a delicadeza do cheesecake, o sabor Frutas Silvestres é uma explosão de sensações a cada colherada Já o Morango com Castanha de Caju é inspirado na saudade deixada pelos doces que marcaram a infância: o cheesecake é recoberto por calda de morango, e pedaços da castanha dão um toque especial na lateral do doce. Com toque cítrico, o Cheesecake Abacaxi com Hortelã é totalmente refrescante, ideal para os dias mais quentes da estação. O segredo está na geleia gourmet utilizada na calda, elaborada com pedaços da fruta fresca, por meio da concentração dos abacaxis frescos e maduros, cozidos com a hortelã, o que mantêm as caracter-

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ísticas cítricas do abacaxi aliadas ao aroma e frescor da hortelã. Visite o site: www.viena.com.br Informações para a Imprensa Ketchum (11) 5090-8900 Marisa Amaral – marisa.amaral@ketchum.com.br – (11) 5090-8932 Malu Gonçalves – malu.goncalves@ketchum.com.br – (11) 5090-8931 Willian Fernandes – willian.fernandes@ ketchum.com.br – (11) 5090-8900 R.8540

Casa Grande Hotel Resort & SPA participa do 5º Festival Gastronômico de Guarujá Dois restaurantes do complexo gastronômico do hotel participarão com pratos em preços promocionais escolhidos especialmente para o evento que também será beneficente Para aqueles que apreciam a boa gastronomia, nada melhor que um festival com os melhores menus de uma das cidades mais badaladas do litoral sul paulista, o Guarujá. É neste clima amistoso, que começa hoje (28), a 5ª edição do Festival Gastronômico de Guarujá, que este ano tem um importante papel social para

a cidade, pois, será doado ao menos R$ 1 do valor total das comandas de cada estabelecimento para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Guarujá. O Casa Grande Hotel & SPA apoiador desta ação, participa do evento com dois pratos selecionados pelo chef Wagner Cabanãs. Para a escolha do menu, ele buscou nos cardápios de dois dos noves restaurantes que configuram o complexo de gastronômico do hotel, os pratos mais apreciados por seus frequentadores. No restaurante Atlântico Signature, o prato selecionado, foi o Robalo Grelhado com Sauce de uvas e Zestes de Citronelle, acompanhado por Risottino de arroz negro chinês com peras. Para esta ação especial, o valor é de R$ 83,00*. Para aqueles que apreciam a culinária tailandesa, o chef Cabanãs reservou uma ótima opção para degustação desta exótica cozinha. O restaurante Thai serve aos clientes o Pla Meuk Tod, prato que traz Sauté de lulas com salsão e molho de ostras. O valor do menu especial para esta ação é de R$ 65,00*. *Incluir 10% de taxa de serviço e R$ 3,00 por dia de taxa de turismo. Estacio-

namento a R$ 24,00 por dia e por carro. Sobre o evento: O evento, que conta com o apoio da Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Turismo e segue até o dia 28 de novembro, reunirá 51 participantes do comércio gastronômico em geral, como restaurantes, quiosques, lounges de hotéis e bistrôs. Com objetivo de divulgar e estimular o descobrimento das riquezas e as tradições da culinária local, além de proporcionar um novo roteiro turístico para os visitantes que frequentam o Guarujá. As casas participantes buscam apresentar pelo menos um prato com preço promocional para o público. As receitas comercializadas com a marca do Festival terão um preço entre R$ 3,38 e R$ 140,00. Serviço: Casa Grande Hotel Resort & Spa Avenida Miguel Stéfano, 1.001 - Enseada – Guarujá (SP) www.casagrandehotel. com.br Mais informações: A4 Comunicação: (11) 3897-4122 Josi Campos: josicampos@a4com.com.br Neila Carvalho: neilacarvalho@a4com com.br www.a4com.com.br


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