Pearl Jam Twenty

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SALVADOR TERÇA-FEIRA 20/9/2011

“NÃO SÓ DE TENDÊNCIAS SE FAZ JORNALISMO DE MODA”

Arestides Baptista / Ag. A TARDE / 19.9.2011

A SAGRAÇÃO DA APARÊNCIA: O JORNALISMO DE MODA NA BAHIA / RENATA PITOMBO

MARCEL BANE

Edufba / R$ 25

PEDRO FERNANDES

A Edufba realiza hoje, às 17h30, na reitoria da Universidade Federal da Bahia, o lançamento coletivo de quatorze novos livros que contemplam diversas áreas do conhecimento. Entre os trabalhos está A Sagração da Aparência: o Jornalismo de Moda na Bahia, de Renata Pitombo Cidreira. O livro, que tem origem na dissertação de mestrado da autora, defendida em 1997, analisa como os jornais baianos, especificamente A TARDE e Tribuna da Bahia, tratam do assunto moda nas décadas de 1970, 1980 e 1990. Em entrevista concedida por e-mail, Renata Pitombo fala sobre a surpresa de ter encontrado, durante sua pesquisa, artigos sobre moda desde o ano de 1913, nas páginas de um recém-nascido A TARDE, de como tratou-se das mudanças comportamentais durante os anos 1970 e sobre a mudança da forma de se encarar a moda nas páginas dos periódicos nos últimos 30 anos.

Os discursos jornalísticos sobre moda em nossos dias mudaram em relação às décadas pesquisadas? O que posso dizer é que hoje a moda tem mais espaço no jornalismo. Embora na Bahia essa história seja cheia de idas e vindas, épocas mais densas, outras nem tanto, acredito que, de um modo geral, a compreensão da moda como elemento comunicativo, capaz de traduzir e estimular mudanças comportamentais se disseminou. Assim, não só de tendências se faz o jornalismo de moda, mas também de reflexões sobre os indicadores econômi-

cos que a mesma movimenta, as relações entre a moda e a arte, entre a moda e a cultura. Seu livro vem mostrar que há um jornalismo de moda na Bahia pelo menos desde o início do século passado. Foi uma surpresa achar esse dado? Sim. Foi uma surpresa imensa e foi ela que redirecionou minha pesquisa. Inicialmente pensava em traçar um panorama do jornalismo de moda na Bahia, pressupondo que houvesse muito pouca coisa. Quando comecei a pesquisa nas bibliotecas e no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia constatei a existência de colunas de moda no jornal A TARDE, que datam de 1913. Percebi que diante de tanto material precisava encontrar outro recorte para a dissertação e resolvi investigar os enfoques dados ao fenômeno moda no discurso jornalístico, elegendo a década de 1970 como marco inicial da pesquisa. A Bahia não é um polo de moda. Como isso se reflete no jornalismo sobre o tema feito nas décadas pesquisadas? Aparece com muita referência ao que é produzido lá fora, principalmente na França. A moda parisiense é um tema constante nas matérias. As tentativas de localização procuram enfatizar o modo de se vestir do baiano, apontando para elementos como a originalidade e a mistura. Parte das matérias analisadas

das adesões, a questão é que, na contemporaneidade, essas identificações, como já mostrou Maffesoli e outros autores que refletem sobre a identidade, são pontuais, efêmeras. Como bem observou Merleau-Ponty, a evidência sensível da pessoa é sua atitude corporal, sua dinâmica comportamental, seu modo de estar no mundo. Daí a força da moda, entendida enquanto modo de ser, pois ela é quem oferece ao ser a sua possibilidade concreta de apresentação, aparição encarnada num corpo.

Quando comecei a pesquisa constatei a existência de colunas de moda no jornal A TARDE que datam de 1913

Assistimos hoje a uma necessidade de excesso, de liberação de fantasias no campo de prazer ingênuo

se encontram nos anos 1970, década de mudanças comportamentais importantes para o mundo. Pode-se dizer que o jornalismo de moda nessa época estava antenado com essas transformações? Esta é uma década de muita efervescência cultural e dois movimentos sociais, em particular, influenciam muito a moda: a revitalização de um certo culto à natureza e o impacto cada vez maior do movimento feminista. A pessoas buscam uma vida mais simples, saudável e que promova um certo bem-estar, por um lado; e por outro, a explosão da liberdade de escolha, sobretudo para as mulheres. E, sem dúvida, o jornalismo de moda está totalmente sintonizado com essas questões. Percebemos que a imprensa

de moda baiana, bem como as demais, assumem um papel inovador ao fornecer, ao potencial consumidor, diretrizes de como se apropriar adequadamente do que está na moda. No final da década de 1970, aparecem cadernos especiais dedicados ao tema e o enfoque é ainda mais comportamental. A moda está cada vez mais pulverizada em diferentes estilos. Estes parecem dizer menos sobre as pessoas, que podem adotar a indumentária punk ou hippie, por exemplo, sem compartilhar de suas filosofias. Assim, o que resta da moda como discurso comportamental? A capacidade expressiva da moda é visível. A aparência corporal presentifica certos pertencimentos e determinaDivulgação

MÚSICA

O romantismo de Humberto & Ronaldo em CD e DVD ao vivo CYDA BRITO

Depois do sucesso Vendendo Beijo, que fez parte da trilha sonora da novela Araguaia, na Rede Globo, a dupla Humberto e Ronaldo lança o primeiro DVD e segundo CD da carreira, pela Som Livre. O trabalho, gravado ao vivo em Goiânia, inclui parcerias com outros nomes da música sertaneja, como Bruno & Marrone e Guilherme & Santiago. Revelação do estilo universitário, a dupla já faz parte da programação das rádios de Salvador. As canções Chega Mais Pra Cá, com participação de Gustavo Lima, e Romance, que dá nome ao novo álbum, fazem sucesso, principalmente, entre as jovens apaixonadas. No DVD, a dupla seduz a plateia ao interpretar Aí Que o Amor Acontece (de Júnior Lobo), ao lado da dupla Bruno & Marrone. Outro destaque também é a participação de Gusttavo Lima no hit Chega Mais Pra Cá.

A moda fala do tempo em que vivemos. Mas ela tem olhado bastante para trás em busca de referências. O que isso conta sobre os dias atuais? Após dezenas de experimentações no universo do vestuário, em que até já se chegou a proclamar a morte da moda, em função da ausência de grandes inovações estruturais, assistimos a uma necessidade de excesso, de liberação de fantasias, mas falamos de um excesso, de uma extravagância que repousa num campo de prazer ingênuo, inofensivo, numa dimensão, em última instância, lúdica, que visa consciente ou inconscientemente brincar com a ideia de identidade, e exibir a quem quiser e tiver olhos para enxergar que somos múltiplos, fragmentários e transitórios. E mais, que só se vivencia o presente, olhando para o passado e projetando para o futuro.

Angústia, de Graciliano Ramos, ganha ciclo de debates em SP

RONALDO

AGÊNCIA ESTADO E DA REDAÇÃO São Paulo

CD: 14,90; DVD: 26,90 / SOMLIVRE.COM.BR

O trabalho da dupla inclui parcerias com outros nomes da música sertaneja, como Bruno & Marrone

Já o CD conta com a faixa bônus Sou Brabo (de Vitinho Avassalador), adaptação do funk homônimo dos Avassaladores, com participação especial de Guilherme & Santiago.

Talento

O diferencial do novo trabalho é o fato de grande parte do repertório ter sido composto por

Humberto. Das 27 músicas presentes no DVD, 18 são dele. Suas canções já foram gravadas por outros artistas, como Jorge & Mateus, que emplacou Chove Chove e Amo Noite e Dia, no ano passado.

Referência

Sucesso em todo Brasil, Jorge & Mateus parece servir de inspi-

ração para Humberto & Ronaldo. Além de vozes parecidas, o estilo de apresentação da se gunda dupla não difere muito da primeira, como se percebe na música Romance. Coincidências à parte, a verdade é que o sertanejo universitário agrada cada vez mais aos brasileiros e torna-se um dos ritmos de grande expressão no País.

Se havia alguma dúvida de que este é o ano das efemérides da cena musical conhecida como grunge, eis a prova definitiva. Outrora reclusos e avessos à superexposição, o Pearl Jam dá as caras no Aeroclube (19h30, 22h). Dirigido por Cameron Crowe, o documentário Pearl Jam Twenty estreia hoje e faz parte de uma programação especial de aniversário, que inclui o lançamento de um livro, CD e DVD com os maiores sucessos e um festival realizado nos Estados Unidos, no início do mês. A história da banda começa em março de 1990, após a morte por overdose de heroína do carismático e tresloucado Andy Wood, vocalista da seminal Mother Love Bone. Faziam parte dela Stone Gossard, Mike McCready e Jeff Ament, guitarras e baixo do Pearl Jam, respectivamente. Com a morte de Wood, as portas se abriram para um surfista tímido de São Diego, que recebeu uma fita com temas musicais enviada pelos três. Colocou as letras, a voz e impressionou. Nascia a Mookie Blaylock, que logo viria a se chamar Pearl Jam. A angústia, a passionalidade e o timbre marcante fizeram de Eddie Vedder uma das vozes mais copiadas do rock, vide Creed, Nickelback e todos os subprodutos do grunge tardio. O documentário traz imagens raras, garimpadas nos arquivos da banda e do próprio diretor, fã de longa data. E música, muita música. Cameron participa, ora como narrador, ora como personagem. Amigos como Chris Cornell, do Soundgarden, dão o seu depoimento sobre a banda. Momentos cruciais na trajetória dos músicos são trocados em miúdos ao longo de duas horas de

No filme, além da homenagem a Andy Wood, a suposta rivalidade com a banda Nirvana é desmistificada

projeção: a fama repentina com o sucesso do disco de estreia, Ten, de 1991, a derrota no processo antitruste contra a gigante do entretenimento Ticketmaster, acusada de praticar preços abusivos na venda de ingressos; a tragédia no festival de Roskilde, na Dinamarca, em 2000, quando nove pessoas morreram pisoteadas em um show da banda e o troca-troca de bateristas, encerrado em 1998,

quando Matt Cameron, do Soundgarden, assumiu as baquetas definitivamente. Além de Andy Wood, homenageado no filme, outro fantasma teve papel definitivo nos rumos que a banda tomou. A suposta rivalidade com o Nirvana é desmistificada. As acusações feitas por Kurt Cobain de que o Pearl Jam soava comercial ecoam em tudo o que a banda fez depois. Vedder assume sem-

pre se perguntar o que Cobain pensaria na hora de compor. Os dois até aparecem dançando juntos nos bastidores de um show de Eric Clapton. Imagens raras de uma banda rara.

Cineasta Rock

Cameron Crowe já havia trabalhado com Vedder e cia. no filme Singles – Vida de Solteiro, de 1992, que tinha como pano de fundo a efervescente cena de Danny Clich / Divulgação

A banda, que faz cinco shows no Brasil em novembro, revisita trajetória de sucesso no documentário dirigido pelo amigo Cameron Crowe

Emissoras farão cobertura do Rock in Rio Do rock ao axé, do pop ao heavy metal, não faltam opções nos palcos do Rock in Rio, festival de música que acontece a partir desta sexta-feira, na Zona Oeste do Rio. E se você está triste por não conseguir ficar frente a frente com seus cantores favoritos, o melhor a fazer é aumentar o som e acompanhar tudo pela tela da TV. Durante os sete dias do evento, o Multishow trará uma programação especial, que começa às 16h30m. Diretamente da Ci-

Discografia da banda é marcada por discos coesos e hits à revelia Em 20 anos o Pearl Jam lançou nove discos de estúdio, sem perder o prestígio. A estreia com Ten (1991) alçou a banda ao estrelato e emplacou hits como Alive, Jeremy e Black. Trazia temas como ativismo e resistência à exposição fortuita, com as raivosas Go, e Blood, um libelo contra o sensacionalismo das revistas. Vitalogy (1994) marca o início das experimentações e da incorporação de novas sonoridades. Vide a mântrica Aye Davanita. A experimentação continua com o coeso No Code (1996). Yield (1998) marca o retorno aos videoclipes, com a animação Do the Evolution, dirigida por Todd McFarlane. Binaural (2000) sinaliza uma fase soturna, com a luta de McCready contra a doença de Chron. O politizado Riot Act (2002) tem como saco de pancadas preferencial o então presidente George W. Bush. Pearl Jam (2006) e Backspacer (2009) marcam o retorno do grupo às raizes, com rocks mais crus e diretos.

Multishow / Divulgação

TELEVISÃO

NATALIA CASTRO Agência O Globo

rock da Seattle do início dos 1990. Participam do filme bandas importantes, como o Soundgarden e o Alice in Chains. Como jornalista de música na extinta revista Creem, acompanhou o Led Zeppelin na estrada aos 15 anos e ganhou a bênção do implacável crítico americano Lester Bangs. De jornalista musical a cineasta, sua história ele mesmo contou no filme Quase Famosos, de 2000.

dade do Rock, os repórteres Erika Mader, Luisa Micheletti, Dani Monteiro e Fernando Caruso vão mostrar, ao vivo, os bastidores e a expectativa dos convidados e dos músicos para as performances. Já às 19 horas, Didi Wagner e Beto Lee entram em ação com a transmissão dos shows realizados no palco principal. “Acho muito pertinente o Multishow fazer essa cobertura, já que é um canal voltado para o público adolescente. E o evento, mais do que de música, é uma manifestação jovem”, diz Didi. Quem também já garantiu a

Durante os sete dias do evento, o Multishow trará uma programação especial, que começa às 16h30m

credencial para perambular pela Cidade do Rock é a VJ Marina Santa Helena, da Mix TV. De lá, ela apresenta, ao vivo, o Plantão Mix, a partir das 21 horas, com informações sobre a maratona musical. Marina também vai revelar o que acontece nos bastidores e fará entrevistas com os músicos, além de mostrar histórias curiosas sobre o festival e conversar com o público presente. O canal ainda reserva em sua grade um espaço para flashes do evento: às 13 horas, às 20 horas e às 22h10. A Globo faz uma cobertura especial ao longo da madruga-

da, com a exibição de shows ao vivo e compactos com os melhores momentos do dia. Nesta sexta, a programação começa à 0h50m, após o Jornal da Globo. Já a MTV não vai exibir as apresentações, mas a cobertura do festival estará presente em diversas atrações. Na cola dos shows, o VJ Chuck Hipolitho fará matérias para os programas Acesso (de segunda a sexta, às 17 h), Top 10, (de segunda a sexta, às 19 horas), Furo MTV (de segunda a sexta, às 22 horas), Big audio (sextas, às 21h) e It MTV (quartas, às 23h30m).

Ilê Aiyê promove cursos para jovens

A moda em várias representações

No Multishow, Didi Wagner apresenta ao lado de Beto Lee

Quem também já garantiu a perambulação pela Cidade do Rock é a VJ Marina Santa Helena, da Mix TV

LITERATURA

ROMANCE AO VIVO / HUMBERTO &

Romance, que dá nome ao novo álbum, faz sucesso, principalmente, entre as jovens apaixonadas

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FILME Dirigido por Cameron Crowe, Pearl Jam Twenty é o retrato definitivo de uma das mais coerentes bandas do rock americano

ENTREVISTA Renata Pitombo

A dissertação que deu origem ao livro foi defendida em 1997. Porque só agora ocorre a publicação? Como sabemos, na academia, uma dissertação de mestrado é considerada quase como um trabalho escolar, sem muito reconhecimento. Depois que publiquei, em 2005, parte da pesquisa do meu doutorado, decidi retomar o meu mestrado sobre jornalismo de moda, percebendo a carência de publicações nesta área. Tive um bom incentivo em 2004, através de uma bolsa da Fapesb, para atualizar alguns dados da pesquisa original, além de contar com o apoio da Edufba para a publicação. No momento, estou finalizando meu terceiro livro, com publicação prevista para o ano que vem, desdobrando outros aspectos da tese que ainda não foram publicizados.

2 Pearl Jam comemora 20 anos com documentário SALVADOR TERÇA-FEIRA 20/9/2011

Publicado em 1936, quando Graciliano Ramos (1892-1953) estava preso, Angústia acaba de ganhar pela Record uma edição especial por conta dos 75 anos de lançamento. Narrado em primeira pessoa, o livro acompanha a rotina de Luís da Silva, funcionário público pobre e rancoroso que, por conta disso, torna a escrita nebulosa e delirante. Tais características serão discutidas no ciclo de debates que começa hoje, no prédio de Ciências Sociais e Filosofia da USP, e será aberto com um depoimento do crítico Antonio Candido. O seminário segue depois para outras cidades. Em Salvador, o evento acontece no dia 4 de outubro, no auditório da Faculdade de Comunicação da Ufba, com depoimento de abertura do acadêmico e escritor Hélio Pólvora.

CURTAS O Círculo comemora aniversário na Cultura A banda O Círculo comemora cinco anos nesta sexta-feira na Livraria Cultura (Salvador Shopping). O grupo já participou de diversos festivais pelo Brasil, como o Porão do Rock (Brasília), os Festivais de Inverno de Ilhéus, Lençóis, Vitória da Conquista, além do Festival de Verão Salvador, entre outros. O pop-rock da banda é aliado às diversas influências regionais, nacionais e internacionais. Em cinco anos de existência, a banda tem uma legião de fãs que cresce a cada apresentação. A entrada para o show, que começa às 19h no Teatro Eva Herz,

pode ser trocada por 1 kg de alimento não perecível e o espaço tem capacidade de 204 lugares.

A banda é composta por Roy, Júnior Martins, Daniel Ragoni , Taciano Vasconcelos e Israel Jabar

Jovens entre 18 e 29 anos têm até sexta-feira para se inscrever nos cursos profissionalizantes gratuitos oferecidos pelo Ilê Aiyê. Uma das áreas oferecidas é a de Estética Afro. Basta procurar a sede da entidade (Senzala do Barro Preto), na Rua do Curuzu, na Liberdade, das 14h às 17h (2103-3400/3411). O bloco afro também está com inscrições abertas para a Band’Erê, banda percussiva voltada para crianças e adolescentes (de 9 a 15 anos). Outras informações pelo email ileaiye@ileaiye.org.br.

A IMPRENSA EM DEBATE NA TV EDUCATIVA

Osba interpreta Stravinsky nesta quinta-feira

O TVE Debate de hoje, às 22 horas, reúne os jornalistas Luís Augusto Gomes, Malu Fontes e Luiz Guilherme Pontes Tavares que discutem o tema Passado, Presente e Futuro da Imprensa.

A Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), sob regência de Eduardo Torres, realiza apresentação gratuita com repertório formado por obras do compositor russo Igor Stravinsky nesta quinta, às 20h, na Sala do Coro do TCA.

Stravinsky viveu nos EUA, de 1939 até sua morte, em 1971, e tornou-se o compositor favorito de influentes personalidades. A Osba é mantida pela Secult através da Fundação Cultural do Estado e do TCA.

Exposição Tramas, Tramas e Tramas – Um Diálogo entre Arte e Moda será aberta nesta quinta-feira, às 19h, no Instituto Feminino Tinna Pimentel / Divulgação

Aldinho Mendonça abre mostra hoje A Sala de Arte Contemporânea do Palacete das Artes Rodin Bahia vai abrigar, a partir de hoje, até 23 de outubro, a exposição Aldinho Mendonça. É uma mostra de 48 óleos sobre tela do artista, apresentando temas diversos, fruto de fases variadas, entre elas as séries Anjos Barrocos, Torres de Igrejas de Salvador e Homenagem aos Artistas Pintores Baianos. Baiano de Salvador, o artista dividiu seu amor pela arte com a moda. Nas telas, Aldinho reverencia a Bahia, casarões , portais e vitrais de construções antigas.

“O artista direciona o seu interesse para verdadeiros símbolos coletivos do espaço urbano” MURILO RIBEIRO diretor do Rodin Bahia


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