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Raimundo Rodriguez


Raimundo Rodriguez Em meio a uma iluminação definitivamente Barroca, ao repousar o olhar nas obras do artista plástico Raimundo Rodriguez, somos seduzidos pela singularidade universal de seus trabalhos. A visão rapidamente apreende um imaginário rico em cores que passam por infinitas variações de amarelos ocres e de tons terrosos que refletem a aridez craquelada das terras do nordeste brasileiro. Essa transfiguração do espaço está diretamente ligada às questões atávicas do artista. Há um resgate na tradição do trabalho manual, de um (re)conhecimento ancestral que passa pelo tato. As obras de Raimundo Rodriguez traduzem, desta maneira, um “fazer” primordial, juntamente com uma consciência espontânea de aproveitamento que se manifesta em meio a uma variedade caótica de elementos descartados, objetos errantes, recontextualizando-os e extraindo-os do vasto cenário urbano onde repousam os restos e as sobras do mundo. Esses idílicos fragmentos tornam-se atemporais. Serve para o artista toda matéria-prima que não sirva para mais ninguém. Existe um efeito onírico e hipnotizante que emana da obra de Raimundo Rodriguez, no momento em que transporta o observador para uma realidade inaudita, onde esses objetos mundanos são reunidos conservando seus mais íntimos pensamentos, ruídos e sussurros. Esses objetos – todo tipo de material rejeitado, gasto, descartado, etc. encontram um novo lar, um novo propósito nas obras do artista, que não nega um impulso místico, religioso e missionário ao conferir nova vida através de um processo de ressignificação. Ressignificar, além de ser um método extraído da comunicação e da neurolinguística, nas mãos do artista, transforma-se num artifício poético que ilustra nobremente a extensão do ato criativo, a ponte exata entre dois mundos: o sensível e o inteligível já descrito por Platão. Da matéria bruta, brotam imponentes cavalos e santos guerreiros, ao fundo cenários de uma época de magia e misticismo são moldados a partir da lata, madeira, tinta e betume espalhando-se organicamente pelas paredes e por oratórios que são construídos como molduras, acolhendo as sobras agora já sacralizadas, numa fantástica anunciação.

Renata Gesomino Crítica de arte e curadora independente, doutoranda pelo PPGAV-UFRJ.

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Mar das Ilusões SP ARTE - 2012 Stand 84 - Sérgio Gonçalves Galeria 2


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RR ( p/ Janete Scarani ) Dizem que quando duas mesmas letras aparecem juntas no nome tem magia : Aí tem coisa !!! RR é inteligente, ágil e com uma percepção implacável para o criar, para exercer o trabalho, se ndo ele um artista com as antenas voltadas para a funcionalidade social da arte : o fazer. Ele tá sempre exercitando com seu olhar de lince o sentido profundo da possibilidade transformando o que for no que É. Ele tem o brilho dos criadores e seu instinto agudo de transformação coloca seus trabalhos entre os mais mais instigantes das artes plásticas brasileira contemporânea. RR tem a sorte estampada na cara : um artista no sentido lato da palavra. Jorge Salomão poeta, escritor, compositor etc. 4


Série Latifúndio, 2011 93 x 51 cm, técnica mista 5


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Série Latifúndio, 2011 130 x 105 cm, técnica mista 7


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Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 9


Série Latifúndio, 2011 dimensões variadas, técnica mista 10


Série Latifúndio, 2011 40 x 40 x 19 cm, técnica mista 11


Série Latifúndio, 2011 50 x 30 x 13 cm, técnica mista 12


Série Latifúndio, 2011 93 x 51 cm, técnica mista 13


Série Latifúndio, 2011 93 x 51 cm, técnica mista 14


Série Latifúndio, 2011 82 x 42 cm, técnica mista 15


Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 16


Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 17


Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 18


Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 19


Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 20


Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 21


Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 22


Série Latifúndio, 2011 163 x 92 cm, técnica mista 23


Série Latifúndio, 2011 70 x 70 cm, técnica mista 24


Série Latifúndio, 2011 70 x 70 cm, técnica mista 25


Esculturas Planas - Série Latifúndio, 2011 18 x 18 cm, técnica mista 26


Série Latifúndio, 2011 278 x 180 cm, técnica mista 27


Série Latifúndio, 2011 105 x 130 cm, técnica mista 28


Série Latifúndio, 2011 100 x 155 cm, técnica mista 29


Colagens, 2009 55 x 42 cm, técnica mista sobre cartão 30


Colagens, 2009 57 x 40 cm, técnica mista sobre cartão 31


Colagens, 2009 55 x 40 cm, técnica mista sobre cartão 32


Colagens, 2009 52 x 41 cm, técnica mista sobre cartão 33


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Colagens, 2009 110 x 77 cm, técnica mista sobre cartão 35


Colagens, 2009 110 x 77 cm, técnica mista sobre cartão 36


Colagens, 2009 110 x 77 cm, técnica mista sobre cartão 37


A Justiça - Santa Joana D'Arc Santos Arcanos, 1995 80 x 53 cm, Caixa, técnica mista 38


O Mundo - Nossa Senhora da Gl贸ria Santos Arcanos, 1995 80 x 53 cm, Caixa, t茅cnica mista 39


O Mago - São João Batista Santos Arcanos, 1995 80 x 53 cm, Caixa, técnica mista 40


Os Olhos de Santa Luzia Fabulรกrio da Crenรงa Popular, 1995 41


Andor Fabulรกrio da Crenรงa Popular, 1995 42


Sรฃo Miguel Arcanjo Fabulรกrio da Crenรงa Popular, 1995 43


S達o Jorge Vencedor, 2007 3x3x3m 44


Obra Bancada, 2011 Instalação - Parque das Ruínas 45


Latifúndio, 2011 Exposição, SESC Ramos 46


Latifúndio, 2011 Exposição, SESC Ramos 47


Sonhos, 2011 Exposição, SESC Tijuca 48


Sonhos, 2011 Exposição, SESC Tijuca 49


O Farol e o Mar, 2011 Instalação, SESC Rio Noites Cariocas 50


vídeo: http://youtu.be/9ciiMOJjY-g

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Carrossel: olhos que fitam, mentes que giram. Há um movimento giratório concêntrico que de maneira vertiginosa nos captura para dentro de um universo já extinto. Aprisionados nessa camada intermediária entre devaneio e realidade, somos levados a caminhar por um chão batido onde a poeira fina se levanta rapidamente envelhecendo ainda mais os banquinhos de praça e o caramanchão verde ao fundo. Nesse cenário bucólico, onde árvores de várias espécies juntam-se ao hermetismo da casa branca do século XIX, encontramos a imagem materializada de uma estrutura deslocada do espaço e do tempo. É o que o artista plástico, Raimundo Rodriguez, nos oferta com a instalação “Carrossel”, onde oito cavalinhos de papelão se enfileiram concentricamente em busca de resquícios de infinitas infâncias perdidas, remontando parte de sua íntima memória afetiva. Elemento recorrente e de fortíssimo valor simbólico dentro das poéticas do artista, os cavalos, que estão instalados no quintal do Museu Casa de Benjamin Constant, por ocasião da mais recente edição do evento “Arte de Portas Abertas”, apresentam uma construção dentro da linguagem ímpar do artista, onde materiais recicláveis são dispostos de forma, ora a evocar imagens afetivas, ora a evocar aspectos da contemporaneidade que por meio de uma quase alquimia, converte material frágil em material nobre. Os oito cavalos de papelão, envelhecidos com verniz e betume, aparentam a solidez e o peso da madeira barroca, imagem na qual Raimundo Rodriguez tão fartamente se serve em seus trabalhos, conferindo um tom amarronzado com cores difusas e um odor de coisa antiga. A partir do eixo de ferro que se fixa ao chão, vemos inteiramente a estrutura simples atingir cerca de 4m de diâmetro por 2,5m de altura, de onde as hastes, feitas de madeira reaproveitável, ligamse aos cavalos formando o carrossel. Nos olhos dos oito cavalos vemos um reflexo negro-azulado próprio das bolas-de-gude, um outro elemento que remete a brincadeiras infantis quase que inexistentes nos dias de hoje, ao mesmo tempo em que, nas celas dos cavalos, materiais como os discos compactos – cd´s são incorporados nos trazendo momentaneamente de volta ao espaço-tempo real, num ir e vir constante, moroso. Contemplar a instalação “Carrossel” é ludicamente olhar de soslaio para o passado, reaprendendo a lição tautológica da vida, e ao final de uma volta de 360 graus, retornar suavemente para o presente. Parado ou em movimento é essa imagem atemporal que o artista plástico Raimundo Rodriguez nos presenteia, recompondo os delicados fragmentos de inúmeras e anônimas infâncias perdidas revitalizando, por conseguinte, vivências atuais. Renata Gesomino

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Carrossel, 2010 Instalação, Museu Casa de Benjamin Constant 53


Sonhos, 2007 Exposição, Galeria 90 54


Sonhos, 2007 Exposição, Galeria 90 55


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Sonhos, 2007 Exposição, Galeria 90 57


A fábula de "Capitu"

Minissérie de Luiz Fernando Carvalho baseada em Machado de Assis constrói um universo visual atraente e intrigante (...) Segunda realização do projeto Quadrante, de adaptações literárias dirigidas por Luiz Fernando Carvalho, "Capitu" retoma um tom de fábula único na TV brasileira. Esse mesmo tom caracteriza os dois trabalhos anteriores do diretor: "Hoje é Dia de Maria" e "A Pedra do Reino". Curiosamente, o respeito literal ao texto de cada um desses romances contrasta com a exuberância do tratamento visual, marca indelével da série de trabalhos que evitam o naturalismo fácil que campeia na TV. Mais uma vez, Luiz Fernando e sua equipe constroem um universo ficcional visualmente atraente e intrigante. Na "aproximação" do diretor, para usar as suas próprias palavras, as imagens dominam a cena em detrimento do universo dramático do romance. O texto aparentemente se resolve em uma síntese que destaca trechos literais dos capítulos curtos do livro, citados nos títulos que subdividem cada episódio da microssérie. Como no caso das minisséries anteriores, o resultado é uma bela ilustração do romance. Em cores vivas favorecidas pela tecnologia digital em alta definição, o trabalho da equipe preza a arte. Cenários, figurinos, objetos de cena especialmente confeccionados, compõem atmosferas encantadas, palcos de narrativas que se desenvolvem principalmente em ambientes fechados. O relativo confinamento espacial é compensado por amplos movimentos de câmera em torno de atores que mobilizam intensa expressão corporal em busca de interpretação teatral. Há no realismo cinematográfico, fonte de inspiração da teleficção brasileira, a busca inegável pelo espaço externo, da locação fora do estúdio e, em muitos casos, da vida urbana como lócus privilegiado da experiência contemporânea. Há uma unidade na realização de adaptações de obras tão diversas. Embora Luiz Fernando Carvalho tenha aventado a hipótese de gravar "Capitu" nas ruas do Rio de Janeiro, o resultado final mantém a ênfase em locações fechadas que marca os seus dois outros trabalhos. Cabe lembrar a cidade cenográfica em forma de arena construída em locação, no sertão da Paraíba, na adaptação do romance de Ariano Suassuna, "A Pedra do Reino". O domo de lona, meio tenda, armado em frente ao Projac no trabalho baseado no texto de Sofredini, "Hoje é Dia de Maria".

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O salão do Automóvel Clube do Rio de Janeiro, com seus ares de palacete clássico, serve de palco à montagem operística do romance de Machado de Assis. A unidade dos trabalhos não pára por aí. Os objetos artesanais de Raimundo Rodrigues, artista carioca do coletivo Imaginário Periférico, que participou também da equipe que fez os trabalhos anteriores, mais uma vez merece destaque. Há em "Capitu" elementos que remetem a outros seriados do diretor. Os cavalos sobre rodas confeccionados de acordo com a personalidade de cada um dos cavaleiros em "A Pedra do Reino" ganham versão miniatura e triciclo em "Capitu". Os atributos associados à direção de arte constituem o maior ganho do projeto Quadrante até o momento. É nessa dimensão, mais que na interpretação do texto propriamente dita, que a marca do diretor, arquiteto primoroso das articulações do trabalho de uma equipe cuidadosamente montada, se manifesta. Há na fase de realização dessas produções uma intensa energia coletiva e criativa gerada pela sinergia entre diversos talentos convidados a se esmerar na realização de seu potencial individual. Essa energia produz a exuberância visual e a movimentação coreográfica que marca o resultado final. (...)

Esther Hamburger Antropóloga, professora do departamento de cinema, televisão e rádio da Universidade de São Paulo (USP).

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MinissĂŠrie Capitu, 2008 60


MinissĂŠrie Capitu, 2008 61


MinissĂŠrie Capitu, 2008 62


MinissĂŠrie Capitu, 2008 63


MinissĂŠrie Capitu, 2008 64


MinissĂŠrie A Pedra do Reino, 2007 65


MinissĂŠrie A Pedra do Reino, 2007 66


MinissĂŠrie A Pedra do Reino, 2007 67


MinissĂŠrie A Pedra do Reino, 2007 68


Minissérie Hoje é Dia de Maria - 2.ª Jornada, 2005 69


Minissérie Hoje é Dia de Maria - 2.ª Jornada, 2005 70


Minissérie Hoje é Dia de Maria - 2.ª Jornada, 2005 71


Minissérie Hoje é Dia de Maria - 2.ª Jornada, 2005 72


MinissĂŠrie Hoje ĂŠ Dia de Maria, 2004 73


MinissĂŠrie Hoje ĂŠ Dia de Maria, 2004 74


MinissĂŠrie Hoje ĂŠ Dia de Maria, 2004 75


Beirut e Manacรก, 2009 Cenรกrio do Show, Via Funchal 76


Elza Soares - Beba-me, 2006 Cenário do show de gravação do DVD, SESC Vila Mariana 77


Salve Jorge - O IntrĂŠpido Santo do Povo, 2010 78


vídeo: http://youtu.be/qu3ArTeVmBA 79


Restauração da Casa da Flor, 2000 80


Café Baroni - Edifício Bolsa do Rio, 2012 Restaurante Damasco, 2010 81


Via Light, Murais Urbanos 82


Via Light, Murais Urbanos 83


Arte na Linha, Murais Urbanos 84


Murais Urbanos 85


Currículo 2012 Eu não sou um poeta, eu sou um malabarista Espetáculo de Jorge Salomão - Ambientação. Teatro Parque das Ruínas - Santa Tereza, Rio de Janeiro, RJ Circuito Oriente exposição coletiva. Espaço Eu Vira - Santa Tereza, Rio de Janeiro, RJ Aterro no Flamengo exposição coletiva. Galeria Coleção de Arte, Rio de Janeiro, RJ SP Arte - 2012 Stand 84 - Galeria Sérgio Gonçalves, São Paulo, SP Oração de São Jorge Direção do curta com Jorge Salomão Moto-Contínuo exposição coletiva. Galeria Sérgio Gonçalves, Rio de Janeiro, RJ O que é Quanto custa Onde pode ser encontrado Direção do documentário sobre o grupo Imaginário Periférico Página da Caza Criação e Curadoria da página semanal. Caderno Artes do Jornal do Commercio Pinturas - Coletiva de Verão 2012 Galeria M. Leite Barbosa, Rio de Janeiro, RJ Obras Inéditas Exposição Individual. Galeria Caza Arte Contemporanea, Rio de Janeiro, RJ 2011 Pop e Popular Exposição Coletiva. Parque das Ruínas - Santa Tereza, Rio de Janeiro, RJ Comicom - 2011 Intervenção para Editora Barba Negra. Estação Leopoldina, Rio de Janeiro, RJ Cor Labor Ação Exposição Coletiva. Caza Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, RJ Arte de Portas Abertas - 2011 Artista Convidado. Parque das Ruínas - Santa Tereza, Rio de Janeiro, RJ Latifundio Exposição Individual. SESC Ramos, Rio de Janeiro, RJ Sonhos Exposição Individual. SESC Tijuca, Rio de Janeiro, RJ Superlativos Exposição Individual. SESC Caxias, RJ A Água e seu Papel Direção de Arte do Projeto e Exposição. Caza Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, RJ Caza Arte Contemporânea Criação e curadoria da galeria. Lapa - Rio de Janeiro, RJ O Farol e o Mar Instalação - SESC Rio Noites Cariocas. Rio de Janeiro, RJ


2010 Reciclando o Tempo Exposição Coletiva. SESC Tijuca, Rio de Janeiro, RJ Comicom - 2010 Ambientação do stand da Editora Barba Negra. Estação Leopoldina, Rio de Janeiro, RJ Negra Cor Direção de Arte - Ensaio Fotográfico de Berg Silva. Galeria Espaço Imaginário, Rio de Janeiro, RJ Eterno Labirinto Exposição Individual. Galeria Espaço Imaginário, Rio de Janeiro, RJ Arte de Portas Abertas - 2010 Artista convidado. Museu Casa de Benjamin Constant, Rio de Janeiro, RJ Exposição Individual SESC Niterói, RJ Candomblack Ambientação da festa. Cordão da Bola Preta, Rio de Janeiro, RJ Contemporâneo Popular Exposição Coletiva. SESC São Gonçalo RJ Sa lve Jorge – O Intrépido Santo do Povo Direção de Arte e Figurinos para peça teatral. Nova Iguaçu e Nilópolis, RJ Reciclasa 2 – O Papel e a Água Direção de Arte da exposição. Galeria Espaço Imaginário, Rio de Janeiro, RJ 2009 Reciclasa 2 – O Papel e a Água Direção de Arte do projeto. Oficinas em Nova Iguaçu, Belford Roxo, Magé, Nilópolis e Rio de Janeiro, RJ Embaixada daArte Exposição Coletiva. SESC Nova Iguaçu e Espaço Imaginário, RJ Sh ow das bandas Beirut e Manacá Cenografia do show no Via Funchal. São Paulo, SP Morar Mais por Menos Artista homenageado na mostra de decoração. Lagoa – Rio de Janeiro, RJ Galeria Espaço Imaginário Criação e curadoria da galeria. Lapa - Rio de Janeiro, RJ 2008 Encontro com Capitu Organização de exposição coletiva com 100 artistas. Lapa – Rio de Janeiro, RJ Intervenção Urbana Criação de Murais Artísticos. Praça da Imperatriz, Nova Iguaçu, RJ Capitu Direção de arte e Cenografia da microssérie para Rede Globo. Direção Luiz Fernando Carvalho. Intervenção Urbana – Via Light Via Light em Nova Iguaçu, RJ.


2007 A Pedra do Reino Direção de arte da microssérie para Rede Globo. Direção Luiz Fernando Carvalho. Sonhos Exposição individual. Galeria 90 Arte Contemporânea, Rio de janeiro, RJ 2006 Paixão de Cristo Direção deArte e Figurinos. Direção de Ana Marcia Mixo Elza Soares - Show Beba-me D ireção de Arte e Cenografia do show e gravação do DVD. SESC Vila Mariana, São Paulo, SP Reciclasa – Novos Usos para Antigos Materiais Exposição Itinerante pelo Brasil. Projeto de Renato Kamp para IBM Brasil Marco Antônio e Cleópatra Objetos de cena para a peça teatral. Direção e adaptação de Paulo José. 2005 Coração Contemporâneo Exposição coletiva. Galpão das Artes Urbanas Hélio Pelegrino, Rio de Janeiro, RJ Latifúndio Exposição Individual. Galeria do Poste, Niterói, RJ Território em Trânsito Exposição coletiva. Centre International d'Art Contemporain, Château de Carros, França Hoje é dia de Maria - 2ª jornada Artista Plástico responsável pelo núcleo de arte da microssérie para Rede Globo. Direção Luiz Fernando Carvalho. 2004 Hoje é dia de Maria - 1ª jornada Artista Plástico responsável pelo núcleo de arte da microssérie para Rede Globo. Direção Luiz Fernando Carvalho. Seleta Coletiva Exposição coletiva. Casa de Cultura Nova Iguaçu, RJ Campo de Imantação Exposição coletiva. Galeria UFF, Niterói, RJ Latitudes Exposição coletiva. Galeria Patrícia Costa, Rio de Janeiro, RJ. 2002 Monumento Uma Rua Conta Sua História Largo de Bangu, Rio de Janeiro Imaginário Periférico Fundador do grupo que atua na pesquisa artística no contexto sócio-cultural contemporâneo. 2001 Murais Urbanos C riação e Coordenação do projeto Falando às Claras. Light Serviços Elétricos, Andaraí, Rio de Janeiro 2000 Casa da flor Responsável pela restauração. São Pedro da Aldeia, RJ


Sobras do Mundo Exposição individual. Galeria deArte Toulouse, Rio de janeiro, RJ. Relatório Anual UNIPAR União de Industrias Petroquímicas S.A. 1999 Relatório Anual 30Anos UNIPAR União de Industrias Petroquímicas S.A. Arte na Linha Criação de 18 murais em 18 estações da Supervia Murais Urbanos CEMASI Maria Lima/ FLAMA Escola Municipal Orsina da Fonseca Escola Municipal Martin Luther King 1998 Murais Urbanos C riação do projeto que tem por objetivo humanizar de forma artística e educativa os espaços públicos. Exposição individual Casa de Cultura de Paraty, RJ Lapidário Exposição individual. Galeria deArte Toulouse, Rio de janeiro, RJ. 1996 Exposição individual SESC São Joao de Meriti, RJ Exposição individual SESC Nova Iguaçu, RJ Banquete de Imagens Transcendentais Exposição individual. Sala Candido Portinari, UERJ Rio de Janeiro,RJ 1995 Fabulário de Crença Popular Exposição individual. Maison de France Rio de Janeiro, RJ Santos Arcanos Exposição individual. Bookmakers Rio de Janeiro, RJ Coordenação Regional deAnimação Cultural Secretaria Estadual de Educação, RJ 1994 Coordenação Regional deAnimação Cultural Secretaria Estadual de Educação, RJ C uradoria e Montagem da exposição pedagógica dos aluno dos CIEPs UERJ, Rio de Janeiro Agnus Dei Exposição individual. Bookmakers Rio de Janeiro, RJ Anunciação Exposição individual. Bookmakers Rio de Janeiro, RJ


1992 Embaixada do Lixo Rio 1992 - Celebração da Terra. Rio de Janeiro Exposição individual Biblioteca Pública do Estado Celso Kelly, RJ Expresso 2222 da Central do Brasil Exposição coletiva. Nova Iguaçu, RJ Animador Cultural – 2º Programa Especial de Educação Secretaria Estadual de Educação 1991 Escultura de Pão Performance. Largo da Carioca, Rio de Janeiro, RJ Mostra Povo Arte Central Exposição individual. Central do Brasil, Rio de Janeiro, RJ Exposição individual ECT Galeria de Arte, Distrito Federal 1990 Arte 90 Exposição coletiva. Espaço Cultural BNDES, RJ 1988 Salão de Artes Visuais Correios, Rio de Janeiro, RJ 1987 Exposição coletiva Shopping Cassino Atlantico, Rio de Janeiro, RJ 1986 Exposição Individual Galeria Liana Lunardelli, Rio de Janeiro, RJ Exposição Individual Galeria Itaú, Higienópolis, SP 1985 2º Salão Pirelli de Pintura Jovem MASP, São Paulo 1984 Salão Museu do Telefone, Rio de Janeiro, RJ Exposição coletiva. Arquivo Geral da Cidade, Rio de Janeiro, RJ 1983 Exposição coletiva Arquivo Geral da Cidade, Rio de Janeiro, RJ 1978 Salão do Artista Jovem Planetário da Gavea, Rio de Janeiro, RJ


raimundorodriguez.blogspot.com facebook.com/rraimundorodriguez picasaweb.google.com/raimundorodriguezarte cazaartecontemporanea.blogspot.com Exposições Virtuais: http://raimundorodriguez.blogspot.com.br/search/label/360 Vídeos: Mar das Ilusões http://youtu.be/Co7aYiByPTc Oração de São Jorge http://youtu.be/F5L8UYRwIEQ Salve Jorge o Intrépido Santo do Povo http://youtu.be/qu3ArTeVmBA O Farol e o Mar http://youtu.be/9ciiMOJjY-g A Água e seu Papel http://youtu.be/kCLk47sS_Bw 300 da Glória http://vimeo.com/10657417 Microdocumentário http://youtu.be/IIyNUcu6HBU Almanaque http://youtu.be/UEegzvif04k


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Portfolio Raimundo Rodriguez por Canteiro de Alfaces

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