Semiologia Médica

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Sistema Linfático

A

Figura 12.4. Adenopatia supraclavicular visível.

B

fazer-se em duas fases, sempre que a anatomia da região o permita: 1. Com a superfície palmar dos dedos da mão espalmada (Figura 12.5 A) para identificar a existência de gânglios. Desta forma impede-se que os gânglios possam “fugir” adiante da extremidade dos dedos, originando uma palpação “falsamente negativa”.

Figura 12.5. Palpação ganglionar. A – 1º tempo, com a superfície palmar dos dedos espalmados; B – 2° tempo, com as polpas dos dedos.

2. Com a polpa dos dedos (Figura 12.5 B) para a caracterização das características acima enunciadas.

A palpação de cada um dos grupos ganglionares da axila exige uma manobra diferenciada (Figura 12.6 A e B):

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PALPAÇÃO DOS VÁRIOS GRUPOS GANGLIONARES

A palpação ganglionar obedece aos princípios gerais enunciados no capítulo respectivo. No entanto, para alguns grupos ganglionares existem atitudes particulares que passamos a descrever. Em todos os casos presumiremos tratar-se dos gânglios da metade esquerda do corpo. A observação dos gânglios da metade direita faz-se, obviamente, com membros e manobras simétricas aos descritos.

Gânglios centrais: 1. O doente senta-se em frente do observador. 2. A mão direita do observador segura o antebraço esquerdo, flectido, do doente. 3. A mão esquerda do observador é aposta sobre a parede torácica, com os dedos dirigidos para o vértice do escavado axilar, e move-se sobre a parede torácica, penetrando o mais alto possível de forma a atingir o vértice do escavado axilar.

1. Gânglios axilares ■

A palpação dos gânglios axilares é feita, preferencialmente, com o doente sentado, só se efectuando com este deitado quando a posição anterior não é praticável.

Gânglios peitorais: 1 e 2. Idênticos aos descritos. 3. Orientando os dedos para a frente do doente, introduzem-se sob o grande

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