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Noviembre de 2020 - www.lanotaeconomica.com.co

CONSTRUYENDO La infraestructura está llamada a ser el motor de la recuperación, ¿estará a la altura del reto?

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CREEMOS Y CONSTRUIMOS

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EEMOS CR

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PVP $15.000

Ciudades inteligentes: la mezcla entre tecnología y urbanismo

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ANÁLISIS

Obras civiles y digitalización

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INVITADO ESPECIAL

Andrés Escobar Uribe Gerente general Empresa Metro de Bogotá.

SECCIONES FIJAS

INTERNACIONAL Las ganancias ocultas de la infraestructura TECNOLOGÍA ¿Será posible crear urbanizaciones en otro planeta? FINANZAS Subsidios para vivienda No-Vis, impulso para la reactivación

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TEMA CENTRAL

Infraestructura: la clave de la recuperación

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ESPECIAL

Smart Cities

VISIÓN EMPRESARIAL

MOVIDAS EMPRESARIALES LÍDERES OPINAN Sandra Forero Presidenta Camacol Carlos Ruíz Viceministro de Vivienda

Luis Ángel Guzmán Ingeniero Civil Universidad de los Andes

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E DITORIAL

Rompiendo el techo n o d e lo s t e m o r e s q u e se g e n e ró c o n la p a n d e m ia f u e q u e la p a r á lis is d e la e c o n o m ía t e r m in a r a p o r s u m ir e n la d e p r e s ió n a l sector edificador c o lo m b ia n o . L a s c if r a s d e s d e 2 0 1 8 n o d e ja b a n d e m o s t r a r v a r ia c io n e s n e g a tivas y solo el segmento de la vivienda d e in t e r é s s o c ia l y p r io r it a r io c r e c ía . P o r e s t o , c u a n d o s e im p u s ie r o n la s m e d id a s d e c o n t e n c ió n , u n a id e a q u e g ir ó a lr e d e d o r d e l s e c t o r f u e q u e la r e c u p e r a c ió n ib a a s e r le n t a y t o r t u o s a . A lo s d e p r im id o s in d ic a d o r e s e c o n ó m ic o s d e p r o d u c c ió n y e m p le o , s e le sumaba la descolgada de la confianza d e lo s c o n s u m id o r e s . D e h e c h o , s e g ú n la s c if r a s d e F e d e s a r r o llo , e n a b r il, e l in d ic a d o r d e d is p o s ic ió n a c o m p r a r v iv i e n d a s e s i t u ó e n -6 2 % y e l r e s t o d e l año no parecía muy prometedor. C in c o m e s e s d e s p u é s , la s it u a c ió n , s i b ie n n o d e ja d e s e r p r e o c u p a n t e , d io u n g ir o q u e d a u n a lu z d e e s p e r a n z a . L a r e c u p e r a c ió n d e l e m p le o s e d io d e m a n e r a a c e l e r a d a -a u n q u e h a y u n g r a n c o m p o n e n t e d e in fo r m a lid a d y c iu d a d e s p r in c ip a le s c o m o B o g o t á d e ja n m u c h o q u e d e s e a r f r e n t e a s u t a s a de desocupación y, en septiembre, la d is p o s ic ió n a c o m p r a r v iv ie n d a s e s it u ó e n -1 7 % , l o q u e f u e i n c l u s o u n a m e jo r a d e c a s i 4 p u n t o s p o r c e n t u a le s fre n te a a g o sto . Además, las cifras de Galería nmobiliaria y del Ministerio de Vivienda, dan cuenta de una vertiginosa recuperación d e la c o m e r c ia liz a c ió n d e v iv ie n d a s e n t o d o s lo s s e g m e n t o s . D e h e c h o , e n s e p tiembre, las ventas de V S registraron u n c r e c im ie n t o d e l 4 3 % f r e n t e a l m is m o m e s d e 2 0 1 9 (y d e 2 5 3 % s i s e c o m p a r a c o n a b r il d e e s t e 2 0 2 0 ) , a l a lc a n z a r 1 3 .5 3 4 u n id a d e s v e n d id a s . D e fo r m a s im ila r, la s v e n t a s d e l s e g mento no V S tuvieron un incremento a n u a l d e l 1 6 % , a l lle g a r a 5 .2 6 9 u n id a d e s v e n d id a s . E s t a s c if r a s , q u e in c lu s o en la “antigua normalidad” serían des-

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t a c a b le s , e n m e d io d e u n a p a n d e m ia lu c e n m ila g r o s a s . D e t r á s d e t o d o e s t o e s t á e l im p u ls o d e l G o b ie r n o N a c io n a l m e d ia n t e la a s ig n a c ió n d e c e r c a d e 2 0 .0 0 0 s u b s id io s d e v iv ie n d a d e u n c u p o d e 2 0 0 .0 0 0 q u e s e e s p e r a c o p a r a n te s d e 2 0 2 2 . E s t a s c if r a s s o n p r o m e t e d o r a s , p a r ticularmente para el segmento no V S, p u e s p e r m it e d e s a c u m u la r p a r t e d e lo s in v e n t a r io s q u e s e v e n ía n a g r e g a n do en los últimos años e incentivar la construcción en este segmento. Sin e m b a r g o , h a y q u e m a n t e n e r lo s p ie s en la tierra, si bien el impulso de los s u b s id io s h a s id o f u n d a m e n t a l, t o d a v ía q u e d a la p r e g u n t a d e s i e s t o c o r r ig e e l p r o b le m a e s t r u c t u r a l d e d e m a n d a q u e venía mostrando del segmento no V S d e sd e 2 0 1 8 . L o s m á s p e s im is t a s d ir á n q u e e s t a d e m a n d a im p u ls a d a c o n e s t e r o id e s n o s e r á s o s t e n ib le y q u e u n a v e z s e a g o t e e l c u p o d e s u b s id io s , s e v o lv e r á a u n a d in á m ic a la c ó n ic a . P o r e l c o n t r a r io , la cisión optimista apuesta por que estas a y u d a s g u b e r n a m e n t a le s s o n e l a ir e q u e n e c e s it a b a e l s e c t o r e n m e d io d e la c r is is y q u e u n a v e z s e e m p ie c e a r e c u p e r a r la e c o n o m ía y e l e m p le o se genere la suficiente confianza en los c o n s u m id o r e s p a r a q u e la d is p o s ic ió n a c o m p r a r v iv ie n d a e m p ie c e a c r e c e r. O ja lá , p o r e l b ie n d e l p a ís , la r a z ó n la tengan los primeros pero a partir de la in fo r m a c ió n d is p o n ib le n o e s s e n c illo aventurarse a dar un dictamen definitivo. La prudencia debe primar en los constructores, pues un excesivo optim is m o p o d r ía t e r m in a r e n g r o s a n d o , n u e v a m e n t e , lo s in v e n t a r io s , lo q u e devolvería al sector al punto de partid a p r e v io a la p a n d e m ia .

Una publicación de MUNDO BIZ S.A.S. Bogotá D.C., Colombia Noviembre 2020 - ISSN 0123-3394

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A NÁLISIS

Obras civiles y digitalización Las obras civiles son el lunar de la construcción en Colombia pero no todo está perdido. El avance de los procesos de digitalización da una luz de esperanza para combatir las irregularidades en el sector.

i b ie n e s a m p lia m e n t e r e c o n o c id a la in c id e n c ia d e la c o n s t r u c c ió n d e o b r a s d e in g e n ie r ía c iv il e n e l c r e c im ie n t o y d e s a r r o llo d e u n p a ís , t a m b ié n e s c ie r t o q u e d e s a fo r t u n a d a m e n t e , C o lo m b ia e s u n c la r o e je m p lo d e r e c u r s o s m a lv e r s a d o s e n e s t e c a m p o . D u r a n t e m u c h o s a ñ o s lo s e s c á n d a lo s d e c o r r u p c ió n e n c o n s t r u c c io n e s h a n e s t a d o a la o r d e n d e l d ía d e m a n e r a c a s i g e n e r a liz a d a e n t o d o e l t e r r it o r io . Casos muy mediáticos, como el de la troncal de la calle 2 6 e n B o g o t á o e l t ú n e l d e L a lín e a , e in n u m e r a b le s p u e n t e s y o b r a s c a íd a s a lo la r g o y a n c h o d e l t e r r it o r io , a ú n e s t á n p r e s e n t e s e n la m e m o r ia d e m ile s d e c o lo m b ia n o s , s in e m -

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b a r g o s o n m u c h o s m á s lo s c a s o s q u e n o s a le n a la lu z , p o r lo q u e p a r a e v it a r la p r o life r a c ió n d e ir r e g u la r id a d e s d e e s t e tipo, recientemente la Contraloría General de la República (CGR) puso en marcha el Registro Nacional de Obras Civiles nconclusas, el cual a septiembre de 2 2 ya superaba 1. proyectos con anomalías, los cuales implican invers io n e s d e m á s d e $ 2 5 b illo n e s d e l p r e s u p u e s t o . La Ley del 17 de julio de 2 2 (que crea el mencionado registro), dicta que se deben ubicar e identificar este tipo de obras “con el fin de definir su terminación, demolición

o las acciones requeridas para concretar su destinación definitiva”. L a le g is la c ió n lle g a e n u n m o m e n t o m u y o p o r t u n o p u e s , a lo s p r o b le m a s d e e s t e s e c t o r h is t ó r ic a m e n t e a fe c t a d o s e suma el impacto negativo de la pandemia, lo que llevó a que en el segundo trimestre de 2 2 se presentaran variaciones negativas en el ndicador de nversión en Obras Civiles OC (de 1 , % en los pagos y de 2 , % en obligaciones) según datos del DANE, evidenciando claramente el m a r c a d o d e t e r io r o .

VARIACIÓN IIOC (PAGOS)

15 10 5 0 -5 -10 -15 -20 -25 I

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I

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2018

III 2019

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II 2020

En esta cruzada para que en el país no sigan creciendo los elefantes blancos, todos los entes estatales sujetos de control de la CGR deben reportar ante ésta las obras civiles inconclusas para que sean incluidas en el Registro Nacional. Fuente: DANE

E l im p u ls o q u e s e d a r á a la v ig ila n c ia y c o n t r o l m e d ia n t e el nuevo marco normativo debería, al menos en teoría, favorecer la puesta en cintura de entidades gubernamentales lo c a le s y r e g io n a le s , e n t e m a s r e fe r e n t e s a la c o n s t r u c c ió n de este tipo de obras. Así pues, estas iniciativas caen como a n illo a l d e d o t e n ie n d o e n c u e n t a lo s a p r e t o n e s d e c in t u r ó n que se avecinan en diversos campos con el fin de cuadrar c a ja , p o r lo q u e e v it a r lo s d e r r o c h e s y la c o r r u p c ió n e s m á s n e c e s a r io q u e n u n c a p a r a h a c e r r e n d ir lo s e s c a s o s r e c u r s o s . T e n ie n d o e n c u e n t a e l a lt o n iv e l d e c o r r u p c ió n q u e s e p r e s e n t a e n la s o b r a s e n t o d a la r e g ió n , e l B a n c o d e D e s a rrollo de América Latina (CA ) elaboró una serie de recom e n d a c io n e s p a r a q u e lo s E s t a d o s p u e d a n lib r a r s e d e e s t e agelo. La primera de ellas consiste en establecer reglas y c o n t r o l e n la f u n c ió n p ú b lic a . E s t o s e p u e d e lo g r a r m e d ia n t e protocolos y criterios objetivos para la toma de decisiones. Además se debe fortalecer las instancias de auditoría y fiscalización así como mejorar las capacidades de investigación de los departamentos de justicia. También sugieren combatir la corrupción con mecanismos de entrada a la burocracia política. Aquí tienen q u e v e r lo s s is t e m a s e le c t o r a le s t r a n s p a r e n t e s , la p r o -

fesionalización del servicio civil, y aumentar el atractivo d e la f u n c ió n p ú b lic a . C o m o t e r c e r e le m e n t o s e ñ a la n la im p o r t a n c ia d e la t r a n s p a r e n c ia y m o n it o r e o c iu d a d a n o . P a r a e llo e s c la v e e l a c c e s o a in fo r m a c ió n d e a lt a c a lid a d e implementar prácticas de gobierno abierto en las que las entidades públicas difunden su información sin necesidad d e q u e a lg u ie n la s o lic it e . Por último, la entidad recalca que los controles también d e b e n d ir ig ir s e a l s e c t o r p r iv a d o c o n u n r é g im e n d e c u m p lim ie n t o e s t r ic t o p a r a la s e m p r e s a s . P a r a e llo s e d e b e n r e g u lar las actividades de cabildeo y los con ictos de interés, y r e fo r z a r lo s s e c t o r e s m á s v u ln e r a b le s a s o b o r n o s , c o m o e s la c o n s t r u c c ió n d e in f r a e s t r u c t u r a . P o n e r e n m a r c h a e s t a s r e c o m e n d a c io n e s e n C o lo m b ia s in d u d a s e r á u n a t a r e a a r d u a y q u e t a l v e z t o m e m u c h o s a ñ o s c o n c r e t a r. Recientemente la CGR dio a conocer los registros prelim in a r e s d e lo s d e p a r t a m e n t o s p u n t e r o s e n e l lis t a d o d e e le fa n t e s b la n c o s e n C o lo m b ia . L a d e s h o n r o s a lis t a la e n c a b e z a Tolima con de dichas obras, Antioquia con 2 y Boyacá con . En cuanto a las ciudades, ocupan el podio bagué a l lid e r a r e l lis t a d o c o n 3 9 p r o y e c t o s , s e g u id a d e C a r t a g e n a (3 ) y Arauca (2 ). Noviembre 2020

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ANÁLISIS

Fuente: CGR

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Villavicencio

22

Manizales

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Pasto

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Buenaventura

Arauca

Cartagena

Ibagué

29

Barranquilla

34

Cali

39 66

Arauca

71

Cundinamarca

72

Nariño

81

Valle

82

Meta

83

Bolivar

84

Boyacá

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Antioquia

Tolima

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ELEFANTES BLANCOS EN COLOMBIA CIUDADES

Leticia

ELEFANTES BLANCOS EN COLOMBIA DEPARTAMENTOS

Fuente: CGR

El país se encuentra plagado de obras con sobrecostos, como es el caso del Puente Pumarejo, el cual tenía un valor inicial de 615.000 millones de pesos, pero finalmente terminó costando más de 800.000 millones

Por otra parte, las obras inconclusas identificadas registran un valor de inversión que se aproxima a los 1 billon e s . C a b e a c la r a r q u e e s t o s s o n p r o y e c t o s d e in f r a e s t r u c t u ra en los que las entidades aún tienen la opción de reinvertir r e c u r s o s p a r a s u c u lm in a c ió n o p u e s t a e n f u n c io n a m ie n t o . Los departamentos que más tienen obras inconclusas son Bolívar, Meta, Casanare, Cundinamarca, Boyacá y Arauca. ntensificar la supervisión de los recursos en medio del “Plan Marshall” que se avecina para impulsar la economía, e s c la v e p a r a q u e n o s e r e p it a n la s b o c h o r n o s a s e s c e n a s d e s o b r e c o s t o s y o b r a s n o e n t r e g a d a s . L a im p o r t a n c ia d e la s o b r a s c iv ile s e s r e c o n o c id a t a m b ié n p o r e l M in is t e r io de Hacienda, entidad que estima que por cada 1 pesos q u e s e in v ie r t e e n é s t a s s e g e n e r a n 2 2 9 p e s o s a d ic io n a le s . Además, recalca que el sector es un importante generador de empleo, pues a él correspondieron el , % del total de ocupados del país en 2 1 . La cartera proyecta que obras civiles crecerán un 13,2% d u r a n t e e l p e r io d o d e r e c u p e r a c ió n , e s c e n a r io q u e n o d e ja de ser bastante optimista, teniendo en cuenta la posibilid a d d e r e b r o t e s e n a lg u n a s z o n a s d e l t e r r it o r io y la o p c ió n latente de nuevos confinamientos. En todo caso, hacienda sostiene que será fundamental que para el desarrollo de los 12 proyectos de G en el país, se haga un trabajo de fiscalización de los recursos bastante exhaustivo, pues son más d e $ 1 7 b illo n e s lo s q u e e s t á n e n ju e g o e n la c o n s t r u c c ió n de las mega obras que esperan aportar a la competitividad d e l p a ís .

Digitalización para ayudar a la eficiencia y combatir la corrupción Según lo señala la CA , la transformación digital de las a d m in is t r a c io n e s o f r e c e u n a o p o r t u n id a d ú n ic a p a r a a t a c a r la c o r r u p c ió n e n la s o b r a s . P e r o e llo t a m b ié n r e q u ie r e u n c a m b io c u lt u r a l e n la s a d m in is t r a c io n e s , p o r q u e “ la t r a d i-

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c ió n le g a lis t a h a c e q u e s e p ie n s e q u e t o d o p r o b le m a s e r e suelve a través de una norma”. rente a esta situación, los gobiernos de la región buscan desburocratizarse. En Brasil, la desburocratización es un mandato central d e l m in is t e r io d e e c o n o m ía . E n E c u a d o r s e in ic ió u n a m b icioso programa de simplificación, con una ley en el 2 1 para optimizar los trámites, y en Chile se presentó un plan para lograr un Estado sin papeleo y sin filas. E s im p o r t a n t e a v a n z a r e n e s t e t e m a d a d o q u e , a l r e d u c ir la t r a m it o lo g ía t a m b ié n s e r e d u c e la p o s ib ilid a d d e q u e s e p r e s e n t e n a c t u a c io n e s p o r f u e r a d e la le y , d a d o q u e lo s organismos de control se descongestionan y tienen mayor d is p o n ib ilid a d p a r a c e n t r a r s u s e s f u e r z o s e n la s u p e r v is ió n q u e r e a lm e n t e s e r e q u ie r e , c o m o e s e l c a s o d e l s e c t o r d e o b r a s c iv ile s . Pero digitalizar no basta, hay que simplificar. Por eso, la CA señala que otra batería de reformas se enfoca en racion a liz a r y r e p e n s a r lo s t r á m it e s . “ E x is t e n m u c h a s e s t r a t e g ia s de simplificación, desde las más radicales de guillotina reg u la t o r ia , a e s t r a t e g ia s m á s a c o t a d a s d e d e p u r a c ió n n o r m a tiva y revisiones ex post”. Colombia adoptó en 2 1 una hoja de ruta para racion a liz a r la p r o d u c c ió n r e g u la t o r ia , p e r o s ig u e n e c e s it a n d o iniciativas de limpieza regulatoria como Estado Simple, Colo m b ia Á g il q u e , e n e l p r im e r a ñ o d e l a c t u a l g o b ie r n o in t e r v in o m á s d e m il n o r m a s y t r á m it e s . La voluntad política desde la cúspide del gobierno es imprescindible para fijar el norte, marcar la pauta y bajar la lín e a . S in e llo , la r e g ió n s e g u ir á e n u n e q u ilib r io in e s t a b le e n t r e e l im p u ls o r e g u la t o r io y e l d e s e o d e r a c io n a liz a c ió n , concluye la entidad. Así las cosas, si bien hay que reconocer q u e la s o b r a s c iv ile s s o n e l lu n a r d e la c o n s t r u c c ió n e n C o lo m b ia , t a m b ié n h a y q u e r e c o n o c e r q u e n o t o d o e s t á p e r d id o y a ú n h a y e s p e r a n z a d e m e jo r a g r a c ia s a la in c lu s ió n p r o g r e s iv a d e la d ig it a liz a c ió n y la s p o s ib ilid a d e s la s p o s ib ilidades de mejora a la fiscalización que trae consigo.


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NVITADO ESPECIAL

“El primer pasajero estaría abordando el metro en 2028”

Andrés Escobar Uribe Gerente general Empresa Metro de Bogotá.

A n d r é s E s c o b a r U r ib e e s in g e n ie r o c iv il d e la E s c u e la d e In g e n ie r o s d e Antioquia, magister en Economía de la Universidad de Los Andes. ue gerente de Construcciones Planificadas S.A.S. En cargos públicos, se ha desempeñado como director del Departamento de Planeación Distrital, gerente de Metrovivienda y de la Agencia Nacional nmobiliaria Virgilio Barco Vargas. Desde 2 17, es el gerente general de la Empresa Metro de Bogotá.

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l metro de Bogotá es, quizás, una de las obras más esperadas por los capitalinos. Pasaron casi ocho décadas desde que, en 1 , el entonces alcalde de la ciudad Carlos Sainz Santamaria, propusiera los primeros estudios para hacer la mega obra. Hoy es una realidad gracias al apoyo de cuatro gobiernos, dos distritales y dos nacionales, que desde 2 1 promovieron el proyecto y crearon las Empresa Metro de Bogotá, encargada de obtener y gestionar los recursos, además de responder ante la Nación, el Distrito y la Banca Multilateral por los avances de la construcción.


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La primera línea del metro elevado tendrá una longitud de 23, ilómetros, entre la localidad de Bosa y la calle 72 con Caracas, que contará con 1 estaciones (1 integradas a Transmilenio), un sistema 1 % eléctrico y 2 edificios de acceso. La Empresa Metro decidió adjudicar un contrato único de concesión con el fin de garantizar la total ejecución de la obra y, en 2 1 , anunció que las empresas China Harbour Engineering Company Limited y i An Rail Transportation Group Company Limited, serían las encargadas de ejecutar la mega obra. En diálogo con La Nota Económica, Andrés Escobar explicó las primeras fases y actividades del proyecto, su papel en la reactivación económica y los esfuerzos en los estudios para que el metro no se convierta en una molestia para los ciudadanos. El 0 de octubre se firmó el acta de inicio de las obras, ¿En qué etapas se desarrollará el proyecto? Con la firma del acta de inicio arrancó a correr el cronómetro en todos los plazos. Es así como empezaron las cuatro actividades iniciales que conforman la primera fase, culminada esta, se dará paso a la fase 2, que es de construcción de la infraestructura (una de las más grandes) después viene la fase 3, que son las pruebas de todos los trenes, de las zonas de control, de seguridad y comunicaciones, y, por último, la operación. ¿Cuáles son esas primeras cuatro actividades? La primera es construir el patio taller, ubicado en Bosa, que es el componente más grande y complicado del proyecto. Allí es donde se alistarán y se guardarán los trenes para que puedan estar en completo funcionamiento. Sólo su construcción se demora años, durante los primeros dos se removerán alrededor de 3 millones de metros cúbicos de tierra. La segunda actividad es un parque de prefabricación, donde se realizarán todos los elementos estructurales que serán necesarios para la construcción, como las vigas. El siguiente paso será construir un deprimido en la 72 por debajo de la Caracas, parecido al de la con la N S en este caso, esperamos demorarnos dos años y medio, con el objetivo de mejorar esa intersección y disminuir los atascos viales. Terminada esa obra, se adelantará el viaducto este paso es el único que nos va a obligar a desviar tráfico y alterar la normalidad de las personas. inalmente, el cuarto paso será fabricar los trenes, que de eso se encargará el consorcio. Los primeros 1 vagones que hacen parte del contrato deben llegar en el año 2 2 . ¿Cómo aportará el pro ecto a la reactivación económica y a la nueva normalidad? La expectativa es generar 27. empleos, de los cuales . son directos en las obras y 1 . indirectos, en otros puntos asociados a la producción. Solo entre el 2 2 y el 2 21 esperamos estar generando unos 3.27 empleos directos y 13. 2 indirectos. Creemos, incluso, que vamos a necesitar contratar empresas de otras regiones para servicios en los que seguramente vamos a ocupar toda la oferta

de Bogotá, como en viajes de volqueta o en excavación. El impacto va a ser gradual, pero se espera que el intervalo de tiempo de trabajo más fuerte sea entre 2 22 2 2 . ¿Cuáles fueron los criterios ambientales para el diseño del viaducto? Hicimos un gran esfuerzo por disminuir a largo plazo el impacto ambiental del proyecto. Los metros en viaducto pueden tener efectos ambientales importantes. Lo que planificamos en Bogotá, teniendo en cuenta las experiencias en otras ciudades, es una obra que tendrá una altura de 13 metros, lo que implica que los peatones no van a percibir el ruido. Otro aspecto importante es que los metros deterioran la calidad de vida por el impactante ruido que generan para evitar esto, las vigas del metro no van a estar apoyadas en una columna de concreto sino en bases de caucho y plomo, que amortiguarán y disminuirán las posibles vibraciones del tren. Además, adoptamos el sistema de estaciones descentralizadas, que están en edificios al costado de las vías. De esta manera, la única parte del metro que está por encima del espacio público son las plataformas de embarque. En cuanto al manejo silvicultural, nuestro plan para mitigar los impactos ambientales es sembrar 2. 2 árboles nuevos, conservar 1. y trasladar 3 . Por cada uno que sea talado, se plantarán 2.1 nuevos en total, tendremos un stoc de . 3 . Si todo sale bien, ¿cuándo iniciaría la operación del metro? Es una entrega que se realizará por etapas. En 2 27 se espera hacer los primeros ensayos en la vía férrea, ya que cada tren debe recorrer, mínimo, 1. ilómetros y superar pruebas de velocidad y peso este paso demoraría un año y medio. Superada esta etapa, el metro entraría en función para la ciudadanía en 2 2 y esperamos que, desde el primer día, pueda movilizar . pasajeros. El metro contará con alta tecnología y no tendrá conductores sino operadores que controlarán todo desde el patio taller. A esto suma que se tendrá una unificación de medio de pago, cuando el sistema esté listo para abrir sus puertas se tendrá la discusión sobre la tarifa, se evaluará si hay tarifa de transbordo, eso lo definirá la ciudad en ese momento ¿En qué va el proceso de traslado de redes y la compra de predios? Lo que demora a casi todas las obras públicas son las tuberías que no están reportadas en los planos, eso se debe a que en Bogotá hay un gran desconocimiento de las redes. En ese sentido, creamos, hace un poco más de dos años, un programa de traslado anticipado de redes para conocer dónde están ubicados los puntos importantes y ya estamos trasladando la mayoría de ellas, para poder entregárselas al consorcio. En relación con los predios, tenemos cerca del % y entregaremos los primeros 77 en dos semanas, para que el consorcio ya lo tenga en su stoc . Noviembre 2020

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F INANZAS

Subsidios para vivienda No-Vis, impulso para la reactivación 100 mil subsidios para vivienda No-VIS hacen parte del programa de compra impulsado por el Gobierno Nacional, con el cual se espera fomentar la demanda, el dinamismo del sector y de la economía en su conjunto.

a d o q u e m ile s d e h o g a r e s h a n v is t o d is m in u ir p e lig r o s a m e n t e s u s in g r e s o s , e l a s e g u r a r e l a c c e s o a v iv ie n d a s e h a convertido en una meta que, aunque di cil de cumplir, cent r a la a t e n c ió n d e lo s c o lo m b ia n o s . E s p o r e llo q u e m u c h o s han reafirmado su meta de comprar vivienda, aprovechand o lo s p r o g r a m a s d e s u b s id io s q u e e l G o b ie r n o N a c io n a l h a p u e s t o a d is p o s ic ió n d e m ile s d e in t e r e s a d o s .

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económica. En Argentina, por ejemplo, con una inversión de USD 2 millones el programa Argentina Construye se t r a z ó c o m o m e t a la c o n s t r u c c ió n d e 5 .5 0 0 v iv ie n d a s , 4 2 .9 0 0 mejoramientos y otorgar 2 mil microcréditos para construcción. Por su parte, Arranca Perú fijó la meta en 2 mil viviendas, generando unos mil empleos y destinando U S D 4 2 5 m illo n e s . El México el Programa de Mejoramiento Urbano se prop u s o la e n t r e g a d e 1 6 5 m il s u b s id io s p a r a e l m e jo r a m ie n t o y 2 para regularización de lotes habitacionales, destinando p a r a e llo u n t o t a l d e U S D 1 .1 4 6 m illo n e s y g e n e r a n d o 2 0 6 m il n u e v o s e m p le o s . E n t r e t a n t o , e n e l m a r c o d e l p r o g r a m a Paso a Paso Chile se recupera, esta nación destinó una inv e r s ió n a d ic io n a l d e U S D 1 .3 7 8 m illo n e s p a r a lle g a r a lo s 4 0 0 m il s u b s id io s h a b it a c io n a le s y d e m e jo r a m ie n t o s . Así las cosas, se puede observar que la estrategia de reactivación del sector más ambiciosa, desde el punto de vista de inversión, entre los países de América Latina es la lle v a d a a c a b o p o r C o lo m b ia , y a q u e p a r a e l p r o g r a m a s e destinaron USD3.237 millones, dicho monto es el doble del invertido en Chile, 3 veces más que México y veces más que los programas de Argentina y Perú.

¿Por qué es importante la No VIS para una economía como la colombiana? A d e m á s , e l s e c t o r v iv ie n d a ju e g a u n p a p e l f u n d a m e n t a l en la reactivación económica. Así lo reconoce el Banco nteramericano de Desarrollo, entidad que ha recomendado q u e lo s g o b ie r n o s a p liq u e n m e d id a s d e s d e e l s e c t o r p a r a e v it a r u n a u m e n t o e n e l r e z a g o h a b it a c io n a l y c o m o p a r te de la estrategia contra cíclica ante el menor dinamismo. P o r s u p a r t e , la O C D E s e h a e x p r e s a d o a fa v o r d e lo s s u b s idios de vivienda, pues los consideran mecanismos efectiv o s p a r a a p o y a r a lo s h o g a r e s d e b a jo s in g r e s o s , d a d a s la s v u ln e r a b ilid a d e s d e lo s s is t e m a s d e s e g u r id a d s o c ia l e n lo s países en desarrollo. Siguiendo esta línea, en Colombia se lanzó un programa de subsidios para la compra de vivienda el cual tiene como m e t a e n t r e g a r 2 0 0 m il d e e s t a s a y u d a s h a s t a e l 2 0 2 2 ( 1 0 0 mil para V S y 1 para No V S). La profundidad de éste es e n t r e 2 y 3 v e c e s la d e o t r o s p r o g r a m a s q u e s e h a n p r e s e n tado en la historia del país, y representa un 2 % más que los subsidios asignados por los países de la Alianza Pacífico e n 2 0 1 9 . E n la r e g ió n , d iv e r s a s n a c io n e s le h a n a p o s t a d o a e s t r a tegias para el sector vivienda para impulsar la reactivación

Podría argumentarse que impulsar la compra de vivienda No V S mediante subsidios puede ser una estrategia regresiva, pues estaría ayudando a quienes más recursos tienen. si bien esta es una preocupación que de entrada p u e d e p a r e c e r v á lid a , e s n e c e s a r io a n a liz a r e l t e m a c o n d e t e n im ie n t o . P r im e r o , h a y q u e a c la r a r q u e la v iv ie n d a e s u n b ie n d e p r im e r a n e c e s id a d p a r a t o d a la p o b la c ió n in d e p e n d ie n te m e n te d e s i s e p e rte n e c e a u n e stra to u o tro . P o r o tro la d o , la a y u d a m e d ia n t e e l s u b s id io s e d is e ñ ó p a r a q u e e l monto financiado no sea mayor a medida que aumente el p r e c io d e la v iv ie n d a , p u e s n o e s u n a c o b e r t u r a d e t a s a , s in o u n a c o b e r t u r a p la n a d e 4 3 9 m il p e s o s m e n s u a le s p a r a todos los beneficiarios. C o n e llo s e e v it a la r e g r e s iv id a d , p u e s a m e d id a q u e e l p r e c io d e l in m u e b le e s m a y o r, e s m e n o r p o r c e n t u a lm e n t e la cantidad aportada por la ayuda gubernamental. Así se beneficia más que proporcionalmente a quienes compran v iv ie n d a d e m á s b a jo v a lo r. O t r o p u n t o a r e s a lt a r e s q u e , d e los 1 mil subsidios para No V S al menos mil se destin a n p a r a c o m p r a d e p r im e r a v iv ie n d a , lo q u e fa v o r e c e a q u e la s fa m ilia s p a s e n d e a r r e n d a t a r ia s a p r o p ie t a r ia s . Noviembre 2020

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FINANZAS

INICIACIONES NO-VIS MENSUALES 44% Anual

3.194 2.834

2.689

5.279

4.941 4.525

4,143 Promedio 2019

3.692

3.490

2.424

Sep-20

Ago-20

Jul-20

Jun-20

1.256

May-20

Abr-20

Mar-20

Feb-20

1.091

Ene-20

1.961

Sep-20

Ago-20

Jul-20

Jun-20

May-20

Mar-20

Feb-20

Ene-20

470

Sep-19 4,838 Promedio 2016 -2018

3.958

Sep-19

1.983

1.726

Fuente: Minvivienda

5.475

Fuente: Minvivienda Según datos del DANE a corte del segundo trimestre del 2020, del área total censada para vivienda, 25.739.334 m2, el 74,3% (19.125.491 m2) correspondió a vivienda No-VIS y el 25,7% (6.613.843 m2) a VIS.

Conforme se recupera progresivamente la confianza de los consumidores, también aumentan las iniciaciones. A septiembre se había alcanzado las . 7 unidades habitac io n a le s e n e s t e s e c t o r, lo q u e im p lic a u n c r e c im ie n t o d e l % interanual. Además, se espera que con el impulso dado p o r lo s s u b s id io s a u m e n t e la d e m a n d a , fo m e n t a n d o q u e e n lo s p r ó x im o s m e s e s s e m a n t e n g a u n a t e n d e n c ia c r e c ie n t e e n in ic ia c io n e s .

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4,055 Promedio 2019

3.515

VENTAS NO-VIS MENSUALES (UNIDADES)

16% Anual

4,990 Promedio 2016 -2018

4.076

3.824

Abr-20

Según lo explica el Ministerio de Vivienda, esto también tiene un sentido desde el punto de vista táctico, pues el país cuenta con cerca de 1 . unidades de inventario de vivienda No V S, y de esas entre el 2 % y 2 % está en el s e g m e n t o p o r e n c im a d e 1 7 5 y d e m e n o s d e 2 1 0 s a la r io s mínimos, lo que le da la posibilidad a hogares de medianos in g r e s o s a a c c e d e r a la c o m p r a d e v iv ie n d a q u e , s i b ie n y a no es del segmento V S. La demanda en el sector No V S es sumamente elástica y ello se ha re ejado en las ventas, las cuales, ante una d is m in u c ió n e n lo s m o n t o s a p a g a r g r a c ia s a l s u b s id io , h a visto aumentar la cantidad de unidades vendidas más que proporcionalmente, al punto que en septiembre de este año en el país ya se había superado el promedio de la . u n id a d e s v e n d id a s .

Noviembre 2020

El Gobierno estima un crecimiento del PIB de edificaciones del orden del 6,1% para el periodo 2020-2022 y proyecta que se venderán unas 68 mil unidades No-VIS en dicho lapso de tiempo.

Este repunte en las ventas en los últimos meses es una buena noticia, teniendo en cuenta el mal desempeño que otros indicadores del sector habían experimentado el seg u n d o t r im e s t r e d e l a ñ o , q u e f u e e l m á s a fe c t a d o p o r lo s confinamientos, llevando a la destrucción de miles de emp le o s y p a r á lis is e n o b r a s . En dicho periodo, el área en proceso para No V S cayó un 2 , % respecto al primer trimestre, el área culminada se contrajo un 2 , % y el área paralizada experimentó un aumento del 1, %. Al comparar el desempeño frente al d e l m is m o t r im e s t r e d e 2 0 1 9 , s e o b s e r v a n v a r ia c io n e s t o davía más profundas ( 3 , % en proceso, 37, % culminada y 2, % paralizada). Sin lugar a dudas dentro del segmento, el tipo apartamentos fue el que se llevó la peor parte debido a los confin a m ie n t o s . E l á r e a p a r a liz a d a e n e s t e t u v o u n a v a r ia c ió n d e 17 ,2%, por lo que la ayuda del Gobierno para dinamizar las c o m p r a s lle g a e n e l m o m e n t o q u e m á s s e n e c e s it a . O t r o p u n t o a r e s a lt a r e s q u e la c o m p r a d e v iv ie n d a d in a miza también el consumo de bienes y servicios complementarios, y más aún si esta es del segmento No V S. Al apuntar a u n s e c t o r d e la p o b la c ió n c o n in g r e s o s m o d e r a d o s , e s t o h a c e p r e v e r q u e e l g a s t o e n a d e c u a c ió n d e v iv ie n d a s d e este tipo sea considerable dado el poder adquisitivo de los compradores, el cual se ve también fortalecido por el mont o m á s b a jo d e la s c u o t a s a p a g a r, lo q u e lib e r a r e c u r s o s para la compra de electrodomésticos, muebles y la adquisic ió n d e s e r v ic io s p ú b lic o s .


E

¿Por qué cuidar el patrimonio cultural en Colombia? l c a m in o d e la p r o t e c c ió n y p r e s e r v a c ió n d e l p a t r im o n io c u lt u r a l d e C o lo m b ia h a s id o la r g o . C o n la expedición de la Constitución Política de 1 1 este propósito se convirtió en un elemento fundam e n t a l, p o r q u e p a s ó d e t e n e r u n e s p a c io p r in c ip a lm e n t e m o n u m e n t a l a u n p a p e l m á s in c lu y e n t e y d iv e r s o e n la c o n s t r u c c ió n d e la n a c io n a lid a d c o lo m b ia n a . Y a n o e r a s o lo u n a s u n t o e x c lu s iv o d e u n o s p o c o s expertos, sino que se transformó en un valor de compromiso y r e s p o n s a b ilid a d d e la s p e r s o n a s d e t o d o e l t e r r it o r io . Del patrimonio hacen parte todos aquellos vestigios humanos con características culturales, históricas y arqueológicas que se pueden encontrar en la tierra o sumergidos en el agua. Podemos distinguir dos tipos de patrimonio: materia e inmaterial. El primero hace referencia a todo aquello que se puede tocar, palpar o sentir, por ejemplo, monumentos, edificios, esculturas, pinturas, objetos o documentos. En el segundo est á n la m ú s ic a , la d a n z a , la lit e r a t u r a , e l t e a t r o , la s le n g u a s , lo s conocimientos, las ceremonias religiosas y las manifestaciones tradicionales. En Colombia tenemos ambos tipos de patrimonio: el Parque Arqueológico de San Agus n y el Parque Nacional Natural Serranía de Chiribiquete (entre los primeros) y el Carnaval de Barranquilla o el Pasaje Cultural Cafetero (entre los segundos). L a c o n s e r v a c ió n d e l p a t r im o n io c u lt u r a l in c lu y e e l c u id a d o de los valores ancestrales y la identidad de una sociedad como factor que impacta el desarrollo social, político y económico d e lo s p u e b lo s . L a U n iv e r s id a d E x t e r n a d o d e C o lo m b ia y s u acultad de Estudios del Patrimonio han realizado distintos proyectos de investigación de interés nacional en esta área de las Ciencias Sociales: “Nosotros hemos venido desarrollando desde hace algún tiempo el programa Embajadores del Patrimonio Cultural dirigido a estudiantes de grado noveno, décimo y once, que estén interesados en temas de arqueología y patrimonio cultural y los invitamos a convertirse en los líderes de sus colegios y familias”, manifestó osé Luis Socarrás, director del pregrado en Arqueología. Para fortalecer esta iniciativa, la acultad trabaja junto al Ministerio de Cultura con el programa “Somos Patrimonio”, donde convergen las visiones de diferentes profesionales que no solo trabajan temas relacionados con cultura o arqueología, s in o c o n d e r e c h o , c o m u n ic a c ió n y a d m in is t r a c ió n . E n v ir t u d d e e s t a in t e r a c c ió n s u r g e n n u e v a s id e a s p a r a a c e r c a r a la s p e r s o n a s a e s t e m u n d o , c o n m a t e r ia le s c o m o p o d c a s t , p ie z a s a u d io v is u a le s o c o n p r o y e c t o s q u e o r ie n t a n e l e s t a b le c im ie n t o d e museos en diferentes localidades o municipios del país.

Desde la academia

De esta manera, desde la acultad se están ejecutando dos grandes trabajos: el primero, con el liderazgo de la profesora Diana Carvajal, se desarrolla en la zona costera de Cartagena y e n lo s a lr e d e d o r e s d e l c a n a l d e l D iq u e , p a r a e n t e n d e r c ó m o

la s p o b la c io n e s q u e v iv ie r o n e n e s e t e r r e n o h a c e 6 .0 0 0 a ñ o s s e a d a p t a r o n a l a m b ie n t e c o s t e r o y c ó m o e x p lo t a r o n lo s r e c u r s o s marítimos para ello acude a los archivos arqueológicos de esa fecha y, además, estudia las prácticas de los pescadores ubicados en esa zona hoy día. El otro proyecto está dirigido por el profesor Carlos Del Cairo Hurtado quién, desde hace algunos años, trabaja en la entrada de la bahía de Cartagena en el sector conocido como B o c a c h ic a d o n d e s e e n c u e n t r a n lo s r e s t o s d e u n a e m b a r c a c ió n del siglo V . Su descubrimiento tuvo lugar como consecuencia de los trabajos de dragado que se realizaron en el canal de Bocachica para facilitar el acceso de los barcos al puerto de Cartagena. En ese proceso se descubrió una serie de vestigios q u e d e m a n d a r o n la e s t r u c t u r a c ió n d e u n p la n a r q u e o ló g ic o que incluyó aspectos como la identificación, la recuperación y la preservación. Se trató de un proyecto financiado, en su momento, por el nstituto Nacional de Vías ( NV AS) Para Socarrás es fundamental que las empresas, al moment o d e p r e p a r a r s u s p r o y e c t o s o e x p lo r a c io n e s e n c u a lq u ie r t e r r e n o c o l o m b i a n o , c o n s i d e r e n l o s i m p a c t o s s o c i o -e c o n ó m i c o s , ambientales y culturales que pueden generar en la zona. Sin duda, la mitigación de esos impactos por medio de la investig a c ió n a r q u e o ló g ic a p u e d e c o n t r ib u ir a l d e s a r r o llo d e la s c o m u n id a d e s . L a s e m p r e s a s d e b e n p r e g u n t a r s e s ie m p r e , a n t e s de iniciar una obra, qué efectos negativos genera su proyecto a las poblaciones que están allí, si se pueden afectar los recursos naturales y cuál sería el impacto sobre el patrimonio cultural.


L EGAL

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2030

2040

2050

Las noticias alentadoras del sector de la construcción pese a la pandemia. MARIA PAULA CLAVIJO DÍAZ

Abogada Moncada Abogados p.clavijo@moncadaabogados.com.co

a confianza es una palabra relevante en el mundo de los negocios. No puede existir un buen negocio sin el impulso empresarial que viene precedido por la confianza de inversionistas y empresarios. Ante el escenario de incertidumbre en el que nos encontramos, resulta fundamental conocer las expectativas del mercado que permitan tomar las mejores decisiones beneficiando a todos los agentes involucrados.

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En lo que respecta el sector de la construcción, a pesar del contexto retador (invadido además por noticias desalentadoras) se deben resaltar, entre otras, las cifras compartidas por el Departamento Administrativo Nacional de Estadística DANE a propósito del ndicador de Confianza Empresarial ( CE) emitido el pasado 22 de octubre. Este indicador, dice el informe, fue creado por el DANE con el apoyo del Banco Mundial, el Banco nteramericano de Desarrollo y el Banco de Desarrollo de América Latina, con el objetivo de medir el impacto de la emergencia económica, social y ambiental causada por la COV D 1 en las actividades económicas de las empresas1.

206


60

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% 2070

2080

Las empresas del sector construcción han tenido un CE ascendente desde junio del presente año, el cual a septiembre se ubicaba en , puntos (en junio se encontraba en 3 ,3). El informe analiza, además de la construcción, los sectores manufactureros, de comercio y servicios. Un aspecto para considerar es que, respecto de las unidades económicas estudiadas (y como es lógico), todas se vieron afectadas por la demanda de sus productos y servicios. Sin embargo, fue precisamente la construcción la que presentó la menor contracción, con un ,7% en disminución. De acuerdo con las respuestas de los empresarios, se espera que en los próximos tres meses los ingresos del sector construcción asciendan un 3 , %. Se destaca que desde mayo de 2 2 la curva de normalización de la actividad del sector construcción viene en ascenso, pasando de 12, % en mayo a 1, % en agosto. Lo anterior da cuenta de cómo la adaptación a este nuevo normal por parte de las personas, sumado a la función empresarial, de manera paulatina está generando la recu-

peración del sector. Son noticias alentadoras que permiten entender un poco mejor lo que viene en lo que resta del año y para el 2 21. No obstante, no hay que dejar pasar las cifras en caída del sector que no venía del todo bien y que se agravaron con la pandemia. Solo por ver algunos que llaman la atención y retomando de nuevo las últimas cifras del DANE, de cara al informe de con Bole n Técnico, de indicadores económicos alrededor de la construcción ( EAC) con corte septiembre 7 de 2 2 , desde el lado de la demanda, en el segundo trimestre del 2 2 el valor de los prestamos individuales desembolsados para compra de vivienda nueva y usada tuvo un decrecimiento de ,1% respecto al mismo trimestre de 2 1 . Por el lado de la oferta, las licencias de construcción a junio de 2 2 decrecieron en un 27,7% del área total aprobada con respecto a junio del año anterior. La producción del concreto premezclado a junio de 2 2 también decreció 2 , % con relación a junio de 2 1 2. En tal sentido, si bien los indicadores de confianza tienden a mejorar, la reactivación del sector no solamente debe pasar por superar las afectaciones puntales de esta coyuntura, sino en general por optimizar las condiciones del sector con el propósito de mejorar las cifras de manera sostenida, con una mirada en el mediano y largo plazo. Sobre este punto, si bien la intención del gobierno ha sido buscar la reactivación a través de subsidios de vivienda, acceso al crédito, gasto público en infraestructura, entre otras, es importante buscar la dinamización general de la economía a través de una disminución estructural en la carga impositiva, reducir de manera significativa la intervención estatal y tramitología en los desarrollos constructivos y, en los casos donde intervenga, tener como prioridad la eficiencia y la agilidad, evitando dilaciones absurdas. Se debe tomar nota de las necesidades de los empresarios, de las dificultades en el sector de la construcción y entregar las soluciones que permitan impulsarlo, pues las trabas, la demora, la tramitología y la falta de seguridad jurídica derivan en una economía informal que termina generando más inconvenientes y retrocesos para el desarrollo. La virtualidad que nos ha traído esta coyuntura más que un impedimento, es una oportunidad para facilitar el vínculo que tiene el Estado con el ciudadano y con los empresarios. Es un mecanismo que, más que retrasos, permite inmediatez en la toma de decisiones, el análisis y la comunicación. La perspectiva de robustecer al sector no pasa solamente por ayudas puntuales, sino por un propósito sólido y sustentable que permita fortalecer la economía y de esta manera, tanto por la oferta como por la demanda, el sector alcance los niveles de crecimiento esperados. El Estado debe estar en sintonía con el optimismo de los empresarios y así tomar las decisiones que permitan no solo la recuperación, sino el crecimiento en el mediano y largo plazo.

DANE. Comunicado de prensa 22 de octubre de 2 2 . Pulso Empresarial, uinta ronda agosto septiembre de 2 2 , Bole n de Confianza Empresarial. DANE.Bole n Técnico. ndicadores económicos alrededor de la construcción ( EAC) con corte septiembre 7 de 2 2 .

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I

NTERNACIONAL

Las ganancias ocultas de la infraestructura La construcción de carreteras, puertos, aeropuertos y líneas férreas impacta favorablemente a la economía de los países, traen positivos retornos de las inversiones, generan empleo y adecúan el entorno para que sea más fácil desempeñar actividades productivas.

a finalidad de todos los países, desde el punto de vista económico, es lograr el mayor bienestar posible para sus habitantes, con un conjunto de recursos escasos. Sin duda, la productividad y la eficiencia juegan un papel fundamental para alcanzar este objetivo, y estas están ligadas al nivel de desarrollo de la infraestructura con el que cuentan las naciones. No es coincidencia que aquellas que han estado a la vanguardia a través de la historia en cuanto a construcciones de vías para el transporte de mercancías y personas, así como puertos para movilidad marítima y aérea, sean a su vez las

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que se han logrado posicionar en lo más alto de desarrollo económico en cada época, y hoy ocurre lo mismo. El ndice de Competitividad Global 2 1 , elaborado por el oro Económico Mundial mide los factores que impulsan la productividad y proporcionan las condiciones para lograr alcanzar el progreso social y la agenda de desarrollo sostenible. El año pasado, Colombia ocupó el puesto 7 entre 1 1 economías (siendo el cuarto más competitivo de la región), aumentando 3 posiciones frente al 2 1 . El índice establece cuatro pilares de la competitividad: entorno habitable, capital humano, mercados y ecosistemas de innovación. Entre los componentes del primer pilar se encuentra la infraestructura, la cual toma en cuenta la conectividad y calidad de la red de carreteras, la conectividad y eficiencia de puertos y aeropuertos, la densidad de la red ferroviaria, entre otras variables. En este renglón Colombia se ubica en el décimo lugar en Latinoamérica, mientras que el podio lo ocupan


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Chile, México y Panamá. Cabe resaltar también que los más competitivos en este ítem a nivel mundial son Singapur, Países Bajos y Hong ong mientras que la nación cafetera se ubica en el puesto 1 entre el total de naciones evaluadas. Estos tres países con mejor desempeño también hacen parte del top 1 de los mejores puntajes en el índice de desarrollo humano de las Naciones Unidas ( , 3 , 33 y , 3 respectivamente). Albergan mega obras como el Ae-

ropuerto de Ámsterdam Schiphol, el Puerto de Singapur y vías de primer nivel. Colombia exhibe calificaciones relativamente buenas en cuanto a la calidad de sus puertos y la competitividad de sus aeropuertos (teniendo en cuenta su nivel de desarrollo), pero está ausente de los primeros lugares en lo referente a conectividad y calidad de carreteras frente a sus pares latinoamericanos.

TOP 5 POR COMPONENTE DE COMPETITIVIDAD EN INFRAESTRUCTURA Y PUESTO EN EL RANKING GLOBAL 9

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25

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40

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7

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31

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Conectividad Carreteras

Calidad Carreteras

Conectividad Puertos

Eficiencia Puertos 15

17

Conectividad Aeropuertos 9

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Eficiencia Aeropuertos La ejecución promedio de los proyectos 4G en Colombia actualmente es del 46%. La inversión en infraestructura juega un importante papel en la economía, dado que esta genera un retorno 1,6 por cada peso invertido. Fuente: WEF

PILAR INFRAESTRUCTURA POR SECTOR EN AMÉRICA LATINA (CARRETERAS, PUERTOS Y AEROPUERTOS) 90

Panamá

80 Uruguay

Calidad (100 es mejor)

70

Panamá Ecuador Chile

Uruguay

60

Ecuador

México Colombia Perú

50 40 Nicaragua

30

Paraguay

Chile

Ecuador Argentina Colombia Perú Bolivia

Bolivia Brasil

Venezuela

Venezuela

20

Chile

México México

Brasil Uruguay Colombia Perú

Guatemala

Argentina Brasil

Paraguay

Venezuela

10 0

0

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30

40

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80

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100

Calidad (100 es mejor) En Colombia, si bien se ha avanzado en grandes obras viales en arterias vitales para la movilidad del país, aún queda trabajo por hacer en lo referente a vías segundarias y terciarias, pues en estas se invierte tan solo el 0,01% del PIB. Fuente: WEF

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INTERNACIONAL

No muy bien, pero mejorando A pesar de ser un punto aco en el desempeño, Colombia tiene una senda ascendente en el puntaje de calidad de la infraestructura vial desde el 2 12, y esta tendencia ha ido de la mano con la del desempeño del P B del subsector de construcción de carreteras. En el segundo trimestre de este a pico año 2 2 , el desempeño de la infraestructura tuvo un duro golpe, cayendo 1 , %. Pese a ello, en lo corrido del año, el P B del subsector representó cerca del 1, 2% del P B colombiano. Uno de los principales impulsores es el programa de G, el cual a cierre de septiembre de este año tenía en marcha 2 de los 2 proyectos de este tipo, y contaba con una ejecución promedio del 7%. Para el final del cuatrie-

nio se espera entregar 1 proyectos, los cuales tendrían un efecto dominó en el desarrollo del país. Según lo expone el Ministerio de Transporte, en aquellas regiones donde aumenta el número de vías en buen estado se dinamiza el comercio, el empleo, aumenta la formalidad y se presenta una disminución en los cultivos ilícitos aunque avanzar en la construcción de esta infraestructura resulta di cil en una nación como esta, dada la complejidad de la accidentada geogra a. La inversión en infraestructura como porcentaje del P B es una buena medida de qué tan comprometido se encuentra un Estado para sacar adelante proyectos de este tipo. Sin embargo, no siempre una mayor inversión desemboca en mayor calidad en la infraestructura. Ejemplo de ello es Bolivia, nación que destina casi el % de su inversión anual como porcentaje del P B al sector y tiene muy mala calificación

INVERSIÓN VS DESEMPEÑO DEL SECTOR INFRAESTRUCTURA

Inversión anual en infraestructura (%PIB)

9.0 8.0 7.0 6.0 5.0 4.0 3.0 .20 1.0 0.0

50.0

55.0

60.0

65.0

70.0

75.0

Calidad global infraestructura 2019 Fuente: Fuente: Deloitte

5G justo cuando más se necesitaba El aporte que le da la infraestructura a la eficiencia y la productividad es innegable a través de la historia esta ha contribuido para salir de grandes crisis al canalizar la inversión en la adquisición de activos que tienen la particularidad de generar las condiciones para facilitar el crecimiento económico al dinamizar otros sectores. En esta línea, el país tiene requerimientos en infraestructura que se estiman en 33 billones de pesos a 2 3 , lo que exige importantes esfuerzos fiscales para cubrir, por ejemplo las inversiones en el desarrollo de las obras de G. En este renglón, se proyectan dos olas de concesiones. La

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primera de ellas contempla proyectos de carreteras, 3 de aeropuertos, 2 uviales y 1 férreo, que se espera tengan una inversión cercana a los 1 billones. Para la segunda ola se estiman inversiones de unos 17 billones en carreteras, 3 aeropuertos y 1 puerto. Si bien la inversión es grande, esta sin duda hará que mejoren los indicadores de productividad y eficiencia, además se proyecta que se generen más de 1 mil empleos cada año, muchos de ellos de mano de obra no calificada que tienen mayor dificultad para integrarse al mercado laboral. El reto consistirá entonces en ser eficientes en el gasto y asegurar los recursos, en una época en la que el recaudo puede verse seriamente afectado, y para ello los capitales privados serán de vital importancia para financiar la infraestructura en el mercado de valores.


T ECNOLOGÍA

¿Será posible crear urbanizaciones en otro planeta? Marte es uno de los grandes candidatos a convertirse en la segunda tierra, pero pueden pasar décadas, para que se puedan establecer asentamientos allí. La tentativa idea de crear ecosistemas que puedan ofrecer las condiciones necesarias para los seres humanos, es una disputa constante en la que varias organizaciones se pelean el primer puesto. e d io s ig lo d e s p u é s d e q u e e l h o m b r e p is a r a la L u n a , lo s p la n e s p a r a v o lv e r a e s t a r f u e r a d e ó r b it a s ig u e n v ig e n t e s . E s t o s e d e b e a u n a d e la s g r a n d e s o b s e s io n e s d e la h u m a n id a d p o r e x p lo r a r y c o lo n iz a r M a r t e , a l p a r e c e r lo s g r a n d e s s e c r e t o s q u e e s c o n d e e s e p la n e t a p a r e c e n t e n e r un grado de seducción para los académicos, cien ficos y gobiernos económicamente fuertes. En ese sentido, no sería extraño pensar que instituciones como la NASA diseñ e n c o n c u r s o s p a r a s a b e r a p r o v e c h a r la s p o s ib ilid a d e s d e impresiones 3D de edificaciones e imaginar cómo podrían s e r lo s a s e n t a m ie n t o s e n e s e t e r r it o r io . Para lograr este objetivo, desde 2 1 la agencia espac i a l e s t a d o u n i d e n n s e c r e ó e l c o n c u r s o 3 D -P r i n t e d H a b i t a t C h a lle n g e , q u e h a c e p a r t e d e l p r o g r a m a C e n t e n n ia l C h a lle n g e s , d e la D ir e c c ió n d e M is ió n T e c n o ló g ic a p a r a a t r a e r a in v e r s o r e s d e d iv e r s o s o r íg e n e s y d is c ip lin a s e im p u ls a r

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la tecnología en beneficio de la exploración espacial. El a ñ o p a s a d o , s e t e r m in ó e l p r o c e s o d o n d e e l g r a n g a n a dor fue la compañía neoyorquina Al Space actory, con su p r o p u e s t a M a r s h a , q u e o f r e c e u n a v is ió n d e c ó m o s e r ía e l f u t u r o d e la v id a h u m a n a e n M a r t e . L a a g e n c ia e s p e c ia liz a da en arquitectura y tecnología desarrolló un prototipo en im p r e s ió n 3 D d e t r e s m e t r o s d e a lt u r a c o n t r e s v e n t a n a s durante la fase final de la competencia. De acuerdo con la revista de la National Geographic, M a r s h a fue elogiado por el uso de los materiales que utiliz ó , p u e s s u c o n s t r u c c ió n s e d e s a r r o lló c o n b a s e a u n c o m p u e s t o d e b a s a lt o b io d e g r a d a b le , r e c ic la b le d e r iv a d o d e las rocas marcianas, y un bioplástico procesado a partir de plantas cultivadas en Marte. Luego de pasar las pruebas de presión, humo y el impacto de la NASA, el material sorprend ió s ie n d o c in c o v e c e s m á s d u r a d e r o y f u e r t e q u e lo s r e c u r sos presentados por los otros competidores. Otra de las innovaciones, es que la estructura tiene doble revestimiento, id e a d o p a r a a is la r lo s e s p a c io s h a b it a b le s d e la e x p a n s ió n y c o n t r a c c ió n p r o d u c id a s c o m o c o n s e c u e n c ia d e l b r u s c o cambio de temperatura de la superficie marciana. e rey Montes, uno de los arquitectos espaciales del p r o y e c t o , e x p lic ó e n u n a e n t r e v is t a a l d ia r io e s p a ñ o l E l P a ís , q u e u n o d e lo s g r a n d e s r e t o s f u e a p r o v e c h a r c a d a m e t r o cuadrado, ya que el entorno exterior es hostil y cualquier misión a Marte tendría que compartir muchas horas en la instalación, diseñada con 13,7 metros de altura. Lo más urg e n t e e r a r e c r e a r u n a c o n s t r u c c ió n r e a l a llí, a s í q u e d u r a n t e 3 horas, sin prácticamente intervención humana, un brazo m e c á n ic o f u e le v a n t a n d o u n c ilin d r o c o n u n a m a s a a r c illo sa, formada en un % por plástico creado a partir de bacterias y en un % por piedra volcánica. P a r a s im u la r la e x p e r ie n c ia d e lo s p r ó x im o s r e s id e n t e s d e M a r s h a e n e l e s p a c io , la c o m p a ñ ía d e c id ió c r e a r “ T e r a ” u n a in s t a la c ió n c o n s t r u id a c o n u n a e n o r m e im p r e s o r a 3 D que estará ubicada en un bosque del estado de Nueva or , ju n t o a l r ío H u d s o n , y q u e t e n d r á u n a c a p a c id a d p a r a q u e duerman dos adultos y un niño. Se estima que este espacio podría ser alquilado y el costo por noche sería de US17 . Con este proyecto, A Space actory quiere cerrar el círculo d e M a r s h a , d e m o s t r a n d o q u e s e p u e d e c o n s t r u ir d e fo r m a m u c h o m á s s o s t e n ib le e n la T ie r r a .

Más proyectos en el planeta rojo Sin embargo, no sólo la NASA lidera estos proyectos. En 1 , el doctor Robert ubrin, ingeniero aeroespacial, e s c r it o r y c o n o c id o p o r s u c o n s t a n t e d e fe n s a d e la c o lo n ización de Marte, fundó The Mars Society (La sociedad de m a r t e ) , u n a f u n d a c ió n s in á n im o d e lu c r o q u e e s c o n o c id a por la defensa espacial más grande e in uyente del mund o d e d ic a d a a la e x p lo r a c ió n h u m a n a y e l a s e n t a m ie n t o d e l p la n e t a M a r t e . L a o r g a n iz a c ió n r e ú n e c a d a a ñ o d ife r e n t e s p e r s o n a lid a d e s y e m p re s a s e n e l m u n d o q u e p re s e n ta n p ro y e c to s d e lo q u e p o d ía s e r la p r im e r a c o lo n ia d e l p la n e t a r o jo . L a Convención anual de la nternational Mars Society tiene

como finalidad promover un amplio apoyo internacional para la investigación y exploración de Marte, además de im p u ls a r e l e s t a b le c im ie n t o d e e m p r e s a s e s p a c ia le s c o m e r c ia le s q u e p u e d a n e je c u t a r u n e x it o s o a s e n t a m ie n t o e n e l p la n e t a . Según la información de la página Mars Society, las activid a d e s d e la s o c ie d a d in c lu y e n s im u la c io n e s a n a ló g ic a s e n e l desierto de Utah, en Estados Unidos, y el Ártico canadiense. L o s m ie m b r o s d e la o r g a n iz a c ió n s e h a n e n c a r g a d o d e r e a lizar simulaciones de realidad virtual como MarsVR, así como competencias robóticas con estudiantes universitarios dond e lo s d ife r e n t e s e q u ip o s s e r e t a n p a r a d is e ñ a r y c o n s t r u ir un rover que sea útil para los primeros exploradores en el planeta, a esto le llaman “University Rover Challenge”. La convención de este año presentó en septiembre los finalistas del concurso. Entre ellos se destaca el proyecto “N a”, de un arquitecto español, que cuenta con una solución urbanística y arquitectónica que asegura la producción d e c o m id a , e n e r g ía , m a t e r ia le s d e c o n s t r u c c ió n y t r a n s p o r t e e n e l a m b ie n t e e x t r e m o d e l p la n e t a . P a r a c o n c e b ir e s t a ciudad Estado, The Mars Society pidió a los participantes que definieran desde la forma de excavación del terreno para construir en Marte, hasta el tipo de gobierno que reg ir á a e s a n u e v a s o c ie d a d . P a r a e llo , lo s p r o y e c t o s d e b ie r o n in c lu ir p r o p u e s t a s s o b r e m o d e lo s e c o n ó m ic o s , fo r m a s d e gobierno y sistemas de educación. También se pedía definición sobre el tipo de actividades ar sticas y deportivas que deberían llevarse a cabo en la superficie marciana. Si “N a” saliera ganadora este año en el concurso, acompañaría al proyecto del Massachuse s nstitute of Technology (M T), ganador del año pasado con “Star City”, un c o n c e p t o d e c iu d a d h u m a n a p a r a m il r e s id e n t e s r e c r e a d o por dos hermanos, George y Alexander Lordos. Los cread o r e s p r o p u s ie r o n e n e s t a o c a s ió n c o m e n z a r c o n c in c o pueblos distintos que se construirán alrededor del borde de un cráter. Cada distrito tendrá 2 residentes y tendrán redes de túneles interconectados para así garantizar un crecimiento continuo en los hábitats y en las capacidades de re se rv a s d e re c u rso s. Ambos proyectos se ubicaron dentro de los 1 finalistas elegidos por The Mars Society de al menos 2 que se p r e s e n t a n a n u a lm e n t e . U n o d e lo s lu g a r e s c o m u n e s e n lo s que se concentran estas alternativas es que todas buscan t e n e r u n a s e n t a m ie n t o t e r r íc o la e n M a r t e q u e f u n c io n e d e manera autosuficiente y dependa lo menos posible de la im p o r t a c ió n d e m a t e r ia le s d e la T ie r r a . Si bien es cierto que los planes por colonizar Marte aún están lejanos, varios cien ficos, entre ellos el cosmólogo británico Stephen Ha ing, consideran que es necesario h a c e r e x p lo r a c io n e s e s p a c ia le s p a r a c o n s e g u ir m á s r e c u r sos sicos y expandir la vida humana en el espacio. Sin emb a rg o , h a y g ru p o s q u e e stá n e n c o n tra d e h a c e r p ru e b a s e n e l p la n e t a r o jo y a q u e h a y u n a a lt a p r o b a b ilid a d d e q u e , s i h a y v id a e n e l p la n e t a , lo s e x p lo r a d o r e s h u m a n o s p r o v o quen una extinción de cualquier forma de actividad. Para a m b a s v is io n e s , la ú n ic a s o lu c ió n s e r á n lo s e x p e r im e n t o s q u e p u e d a lo g r a r e l s e r h u m a n o f u e r a d e ó r b it a . Noviembre 2020

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INFRAESTRUCTURA: LA CLAVE DE LA RECUPERACIÓN

o n u n a e c o n o m ía g lo b a l que se estima se contraerá cerca del , % en 2 2 , y u n a n a c io n a l q u e c a e rá entre % y 7 %, todas las luces están enfocadas en la construcción como uno de los sectores clave para impulsar la actividad económica. La razón de esto es que este sector tiene numerosos encadenamientos hacia delante y hacia atrás, lo que incentiva la producción de otros sectores productivos. En el caso colombiano, el sector constructor emplea a más de 1, millones de personas, con lo cual se convierte en un dinamizador importante de la demanda agregada. Sin embargo, el sector tiene segmentos que presentan mejores indica-

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dores que otros. En el caso de las obras civiles, estas han sido el gran salvador de los indicadores agregados de la actividad constructora, pues las edificaciones han estado de capa caída desde hace varios años. El tinte positivo tiene que ver con el hecho de que algunos indicadores líderes dan cuenta de una reactivación de estos segmentos, en parte apoyados por la avalancha de subsidios a la vivienda que puso en marcha el Gobierno Nacional. El futuro para el sector parece más prometedor que hace algunos meses. No obstante, los retos no son pocos y todo está supeditado a que no haya un recrudecimiento del fenómeno que sumió al país y a la economía global en una de las perores contracciones de la historia reciente.


O BRAS CIVILES

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ATERIALES E INSUMOS PARA LA CONSTRUCCIÓN

MATERIALES E INSUMOS PARA LA CONSTRUCCIÓN 34

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V IVIENDA Y EDIFICACIONES

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Vivienda nueva: el momento de comprar es ahora n o d e lo s p r o y e c t o s m á s im p o r t a n t e s d e la s p e r s o n a s e s t e n e r v iv ie n d a n u e v a , p e r o a lc a n z a r este objetivo requiere de tiempo, investigación d e lo s p r o y e c t o s y d e u n e s f u e r z o m o n e t a r io grande de las familias. Sin embargo, muchos colombianos tuvieron que olvidar por un momento este sueño ya que el sector de vivienda fue u n o d e lo s m á s a fe c t a d o s p o r la c r is is s a n it a r ia que provocó el Covid 1 . A pesar de que el sector tuvo una caída significativa entre abril y mayo, también aprovechó la situación y crear diferentes estrategias, y así reactivar sus operaciones. Es así como la emergencia aceleró los procesos de transformación digital y alineo diferentes factores en el mercado para que las empresas y el Gobierno Nacional crearan nuevos subsidios y así ayudar a los colombianos a adquirir una vivienda nueva. ue así como el 1 de septiembre, el Gobierno Nacional expidió el decreto 1233 con el que busca apoyar a los hogares que quieran ser propietarios de una nueva propiedad con 1 . subsidios de vivienda que no es de interés social. Estos inmuebles deben tener un valor superior a 13 salarios mínimos legales mensuales vigentes, y hasta salarios mínimos legales vigentes mensuales. Es decir, que estén por encima de 12 millones de pesos y hasta 2 millones de pesos. Pero el Gobierno no fue el único en crear estos salvavidas. Las cajas de compensación se han convertido en unas grandes aliadas para tener una vivienda nueva. Es así que Compensar decidió activar una nueva estrategia durante los cinco meses de aislamiento obligatorio, otorgando subsidios de arriendo a sus afiliados y así reducir sus cargas económicas, “activamos ese beneficio con dos modalidades, el primero es un subsidio para pagar netamente el arriendo de vivienda nueva o usada sin opción de compra y el segundo la persona podía arrendar el inmueble, tener la opción de compra y abonar a su cuota

inicial”, manifestó Carlos Andrés Rodríguez, gerente de Vivienda y Subsidio de Compensar. Así mismo, los afiliados que deseen solicitar este beneficio, deben cumplir con los siguientes requisitos: no tener vivienda propia y presentar ingresos inferiores a cuatro salarios mínimos. Desde abril, Compensar está entregando mensualmente 3. subsidios de arrendamiento, al que se suma el subsidio familiar monetario con cerca de . cuotas de subsidio al mes, “es una cifra importante, porque este recurso ayuda a alivianar las cargas económicas de las familias, en especial las de menores recursos”, agrega Rodríguez. Según el ejecutivo, este es paradójicamente el mejor momento para comprar vivienda, ya que una persona o familia que genere ingresos de un salario mínimo, tiene derecho no sólo al subsidio de Compensar que rondaría los 2 millones, sino también a los de “Mi casa ya” del Gobierno, con lo que recibiría alrededor de millones en la adquisición de la vivienda. Además, la caja de compensación continúa trabajando junto al Observatorio de Vivienda de la Universidad de los Andes para mejorar el promedio histórico de calidad de los proyectos evaluados, el cual está en %. Uno de esos proyectos es “Porto 13”, ubicado en la calle 13, entre la avenida Boyacá y la Cali, que cuenta con 1.2 unidades y obtuvo 2% como promedio de calidad pues “tiene unas consideraciones diferentes a las que se conoc e n d e n t r o d e la v iv ie n d a d e in t e r é s s o c ia l, c o n a c a b a d o s mínimos entre pisos, cocinas y zonas comunes, además de ofrecer calidad de aire”, agregó Rodríguez. La obra de la urbanización comenzó hace un poco más de dos meses y las asesorías fueron totalmente virtuales a través de la página de Compensar. En cuanto a proyectos sostenibles, el gerente afirmó que están trabajando en incluir energías renovables en las próximas ofertas o en las . unidades que esperan lanzar en 2 21.


C ONSTRUCCIÓN EN EL MUNDO

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LA SEGURIDAD PRIVADA EN LAS OBRAS, UN ALIADO ESTRATÉGICO CLAVE n el contexto actual del país, cuando el G o b ie r n o N a c io n a l a d e la n t a g r a n d e s e s fuerzos para fijar la ruta de la reactivación económica, el sector de la construcción se c o n s o lid a c o m o p r o t a g o n is t a e n la r e c u p e ración de la dinámica productiva y la gener a c ió n d e e m p le o ; t a l c o m o lo m a n ife s t ó la V ic e p r e s id e n t e d e la R e p ú b lic a M a r t a L u cía Ramírez el pasado 1 de septiembre de 2 0 2 0 d u r a n t e e l C o n g r e s o C o lo m b ia n o d e la Construcción organizado por CAMACOL, en el que calificó a la construcción como: “El jalonador por excelencia del compromiso por Colombia, que aporta un 12% al P B y genera, en promedio, un millón 2 mil empleos directos”, en este sentido y bajo los programas de la Presidencia de la R e p ú b lic a c o m o M i C a s a Y a y la e n t r e g a d e s u b s id io s d ir ig id o s a hogares formales e informales, que facilitan la adquisición de vivienda nueva, hacen que el sector de la construcción se enc u e n t r e e n p le n o a u g e y c o n u n a p r o y e c c ió n d e c r e c im ie n t o durante los próximos años que contribuirá significativamente con el P B que en la realidad actual generada por la pandemia del COV D 1 pasa por la contracción mas fuerte de la historia

d e C o lo m b ia s e g ú n c if r a s d e l B a n c o d e la R e p ú b lic a y e l M in is t e r io d e H a c ie n d a . A l s e r e l s e c t o r d e la c o n s t r u c c ió n u n a c t o r f u n d a m e n t a l e n la reactivación económica del país, surge la necesidad de proteger todas las actividades que se desarrollan en sus proyectos contra el también creciente accionar delictivo, ante esta realidad, la seguridad privada entra a desempeñar un papel fundamental en el acompañamiento de la ejecución de las obras, mediante estrategias, protocolos y procedimientos que minimicen hurtos, fraudes y saqueos de materiales, equipos y suministros, así como la protección de la integridad de todos los colaboradores, por lo que es de vital importancia contar con un aliado en seguridad integral con los más altos estándares en la confiabilidad de los procesos de selección, valoración de los riesgos, amenazas y vulnerabilidades, programas de prevención de pérdidas y la mitigación de las acciones de la delincuencia. Dadas las cambiantes condiciones del entorno y la evolución de los agentes generadores de riesgo, la seguridad privada se constituye en un aliado estratégico imprescindible en el é x it o d e lo s p r o y e c t o s .

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E SPECIAL

Smart Cities

E

n los últimos años se ha popularizado el término Smart Cities para designar a aquellas urbes en las que se aplican las tecnologías de la información y de la comunicación (T C) con el objetivo de proveerlas de infraestructuras que garanticen un desarrollo sostenible, el incremento de la calidad de vida de los ciudadanos, una mayor eficacia de los recursos disponibles así como una participación ciudadana más activa. Estas se caracterizan por tener un sistema complejo e interconectado, el cual aplica las nuevas tecnologías para gestionar desde el correcto funcionamiento de los sistemas de transporte público y privado, hasta el uso eficiente de los recursos energéticos o hídricos, pasando por los planos de protección civil o aspectos socio económicos, como la vitalidad de los espacios públicos y del tejido comercial y productivo. Según lo explica BBVA Data Analytics, una ciudad inteligente detecta las necesidades de sus ciudadanos y reacciona a estas demandas transformando las interacciones de éstos con los sistemas y elementos de servicio público. Así, la ciudad basa sus acciones y su gestión en dicho conocimiento, idealmente en tiempo real, o incluso anticipándose a lo que pueda acaecer. Las Smart Cities surgen de la necesidad de mantener una armonía económica, social y medioambiental. Se prevé que en el 2 cerca del % de la población mundial viva en ciudades y esto hace que en las siguientes décadas los núcleos urbanos tengan que afrontar un número creciente de problemas ligados a este hecho, como el abastecimiento energético, las emisiones de CO2, la planificación del tráfico automovilístico, la provisión de bienes y materias primas, la prestación de servicios sanitarios y de seguridad a quienes residan en estos masificados centros poblacionales

Satisfacer necesidades de acuerdo a prioridades Según la firma Gartner, las ciudades inteligentes solo pueden tener éxito si el gobierno local se compromete con los ciudadanos, abriendo un diálogo para satisfacer sus necesidades. Asegura además que, las Smart Cities ya no se tratan solo de patrones de tráfico optimizados, administración de estacionamiento,

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Medellín es la ciudad que mejor desempeño exhibe en Colombia en el índice de Smart Cities 2019. Singapur, Zúrich y Oslo lideran a nivel mundial.

iluminación eficiente o mejoras a las obras públicas, sino que deberían tener un enfoque impulsado por la comunidad para decidir las prioridades. Gartner ha propuesto cuatro estrategias para reorientar los desarrollos de ciudades inteligentes en las necesidades de los ciudadanos. La primera es la comprensión acerca de cuáles problemas afectan directamente a los ciudadanos y con ello aplicar la tecnología para resolverlos. Esto podría incluir alinear los datos recopilados a través de A y plataformas de aprendizaje automático para cumplir con los requisitos específicos de ciudadanos o empresas. En segundo lugar, los directores de sistemas de información deben ser conscientes de la brecha digital y prestar la misma atención a los desa os que enfrentan los ciudadanos con menos habilidades T C. Los asistentes virtuales impulsados por el procesamiento del lenguaje natural podrían ser una forma de lograr esto, creando una forma más intuitiva para que las personas se comuniquen con los servicios inteligentes. Como tercer punto se propone crear una estrategia de datos abiertos. Los portales de este tipo podrían permitir a las empresas, escuelas, colegios, universidades y ciudadanos acceder a datos que antes estaban ocultos. Esto podría ayudarlos a diseñar servicios mejores o más eficientes que se centren en necesidades comprobadas. Por último, se insta utilizar mediciones claras y P para explicar el progreso de los programas de ciudades inteligentes a las partes interesadas. Al cierre de este año, dos tercios de todas las estrategias de ciudades inteligentes incorporarán P para visualizar el impacto de los servicios urbanos centrados en la movilidad.

Las ciudades más inteligentes en 2019 El Smart City ndex 2 1 elaborado por el MD orld Competitiveness Center, clasifica 1 2 ciudades en todo el mundo de acuerdo a una evaluación del rendimiento de ciertos factores. En el top 1 de dicho año se encuentran Singapur, úrich, Oslo, Ginebra, Copenhague, Auc land, Taipéi, Helsin i, Bilbao y Dusseldorf. Por otra parte, Medellín en el puesto 1 y Bogotá en el , aún tienen mucho camino por recorrer.


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Singapur

Salud y Seguridad Los informes en línea de los problemas de mantenimiento de la ciudad proporcionan una solución rápida. Un sitio web o una aplicación permite regalar artículos no deseados a otros residentes de la ciudad. El wifi público gratuito ha mejorado el acceso a los servicios. Las cámaras de circuito cerrado de televisión hacen que los residentes se sientan más seguros. Un sitio web o una aplicación permite un control eficaz de la contaminación del aire. La organización de citas médicas en línea ha mejorado el acceso.

69,89 61,96 72,58 80,11 67,2 78,9

Movilidad Las aplicaciones para compartir vehículos han reducido la congestión.

55,91

Las aplicaciones que lo dirigen a un espacio de estacionamiento disponible reducen el tiempo de viaje.

56,05 45,3

El alquiler de bicicletas ha reducido la congestión. La programación en línea y la venta de billetes facilitan el uso del transporte público.

65,46

Actividades Las aplicaciones para compartir vehículos han reducido la congestión.

85,48

Oportunidades (trabajo y escuela) El acceso en línea a listas de trabajos ha facilitado la búsqueda de trabajo.

82,53

Las habilidades de TI se enseñan bien en las escuelas.

68,82

Los servicios en línea proporcionados por la ciudad han facilitado el inicio de un nuevo negocio.

66,94

Gobernancia

Zúrich

El acceso público en línea a las finanzas de la ciudad ha reducido la corrupción. La votación en línea ha aumentado la participación.

52,69

Una plataforma en línea donde los residentes pueden proponer ideas ha mejorado la vida de la ciudad.

60,08

El procesamiento de documentos de identificación en línea ha reducido los tiempos de espera.

81,59

54,97

Salud y Seguridad Los informes en línea de los problemas de mantenimiento de la ciudad proporcionan una solución rápida. Un sitio web o una aplicación permite regalar artículos no deseados a otros residentes de la ciudad. El wifi público gratuito ha mejorado el acceso a los servicios. Las cámaras de circuito cerrado de televisión hacen que los residentes se sientan más seguros. Un sitio web o una aplicación permite un control eficaz de la contaminación del aire. La organización de citas médicas en línea ha mejorado el acceso.

61,96 61,39 59,53 52,64 50,56 41,67 46,25

Noviembre 2020

65


ESPECIAL

Movilidad Las aplicaciones para compartir vehículos han reducido la congestión.

40,14

Las aplicaciones que lo dirigen a un espacio de estacionamiento disponible reducen el tiempo de viaje.

44,72

El alquiler de bicicletas ha reducido la congestión.

52,78

La programación en línea y la venta de billetes facilitan el uso del transporte público.

75,97

Actividades Las aplicaciones para compartir vehículos han reducido la congestión.

80,28

Oportunidades (trabajo y escuela) El acceso en línea a listas de trabajos ha facilitado la búsqueda de trabajo.

73,33

Las habilidades de TI se enseñan bien en las escuelas.

58,47

Los servicios en línea proporcionados por la ciudad han facilitado el inicio de un nuevo negocio.

55

Gobernancia

Oslo

El acceso público en línea a las finanzas de la ciudad ha reducido la corrupción. La votación en línea ha aumentado la participación.

49,03

Una plataforma en línea donde los residentes pueden proponer ideas ha mejorado la vida de la ciudad.

46,67

El procesamiento de documentos de identificación en línea ha reducido los tiempos de espera.

55,14

48,75

Salud y Seguridad Los informes en línea de los problemas de mantenimiento de la ciudad proporcionan una solución rápida. Un sitio web o una aplicación permite regalar artículos no deseados a otros residentes de la ciudad. El wifi público gratuito ha mejorado el acceso a los servicios. Las cámaras de circuito cerrado de televisión hacen que los residentes se sientan más seguros. Un sitio web o una aplicación permite un control eficaz de la contaminación del aire. La organización de citas médicas en línea ha mejorado el acceso.

58,06 61,39 66,11 55,56 50,14 53,61 70,56

Movilidad Las aplicaciones para compartir vehículos han reducido la congestión.

43,06

Las aplicaciones que lo dirigen a un espacio de estacionamiento disponible reducen el tiempo de viaje.

45,14

El alquiler de bicicletas ha reducido la congestión.

66,39

La programación en línea y la venta de billetes facilitan el uso del transporte público.

73,33

Actividades Las aplicaciones para compartir vehículos han reducido la congestión.

66

Noviembre 2020

78,47


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ESPECIAL

Oportunidades (trabajo y escuela) El acceso en línea a listas de trabajos ha facilitado la búsqueda de trabajo.

71,67

Las habilidades de TI se enseñan bien en las escuelas.

62,92

Los servicios en línea proporcionados por la ciudad han facilitado el inicio de un nuevo negocio.

56,53

Gobernancia El acceso público en línea a las finanzas de la ciudad ha reducido la corrupción. La votación en línea ha aumentado la participación.

Ginebra

50,83 54,72

Una plataforma en línea donde los residentes pueden proponer ideas ha mejorado la vida de la ciudad.

50,56

El procesamiento de documentos de identificación en línea ha reducido los tiempos de espera.

66,11

Salud y Seguridad Los informes en línea de los problemas de mantenimiento de la ciudad proporcionan una solución rápida. Un sitio web o una aplicación permite regalar artículos no deseados a otros residentes de la ciudad. El wifi público gratuito ha mejorado el acceso a los servicios. Las cámaras de circuito cerrado de televisión hacen que los residentes se sientan más seguros. Un sitio web o una aplicación permite un control eficaz de la contaminación del aire. La organización de citas médicas en línea ha mejorado el acceso.

55,01 61,39 63,96 64,63 59,21 49,19 53,79

Movilidad Las aplicaciones para compartir vehículos han reducido la congestión.

38,08

Las aplicaciones que lo dirigen a un espacio de estacionamiento disponible reducen el tiempo de viaje.

40,65

El alquiler de bicicletas ha reducido la congestión.

49,49

La programación en línea y la venta de billetes facilitan el uso del transporte público.

74,53

Actividades Las aplicaciones para compartir vehículos han reducido la congestión.

82,83

Oportunidades (trabajo y escuela) El acceso en línea a listas de trabajos ha facilitado la búsqueda de trabajo.

60,03

Las habilidades de TI se enseñan bien en las escuelas.

65,99

Los servicios en línea proporcionados por la ciudad han facilitado el inicio de un nuevo negocio.

50,54

Gobernancia El acceso público en línea a las finanzas de la ciudad ha reducido la corrupción. La votación en línea ha aumentado la participación.

68

Noviembre 2020

38,89 55,42

Una plataforma en línea donde los residentes pueden proponer ideas ha mejorado la vida de la ciudad.

41,33

El procesamiento de documentos de identificación en línea ha reducido los tiempos de espera.

58,67

Noviembre 2020

68


M OVIDAS EMPRESARIALES UNIANDES Y EL GRUPO ZFB FORMARÁN A LOS GERENTES EN ZONAS FRANCAS DEL PAÍS La Universidad de los Andes en alianza con el Grupo Zona Franca Bogotá y la Asociación de Zonas Francas de las Américas (AZFA), comenzaron la segunda edición del Programa Gerencial en Zonas Francas de Iberoamérica. Este programa, 100% online, está dirigido a directivos, ejecutivos y tomadores de decisión de compañías, de todos los sectores de la economía, de los países de habla hispana. Imagen: cortesía.

TAXIS LIBRES ANUNCIA QUE SE PUEDE PEDIR EL SERVICIO POR WHATSAPP EN COLOMBIA Desde el mes de octubre los colombianos ubicados en las ciudades de Bogotá, Cali, Medellín, Cúcuta, Bucaramanga y Manizales pueden solicitar su taxi por WhatsApp de una manera rápida, fácil y segura. Taxis Libres aseguró que desarrolló esta nueva modalidad, pensando en aquellas personas que no tienen suficientes datos o espacio en sus dispositivos para agregar una app Imagen: cortesía.

KLARZEN INC. Y BBVA LANZAN CENTRO DE DIAGNÓSTICO AUTOMOTRIZ EN COLOMBIA CON ENERGÍA 100% SOLAR Klarzen Inc. y BBVA presentan caso de éxito en CDA La Playa Cali. Este proyecto de energía renovable contribuye a una reducción anual de 18 toneladas de contaminación en C02, una equivalencia anual de 61 árboles sembrados y 12 empleos directos generados en Colombia. Por su parte, BBVA financia este proyecto al 100 % con cero cuota inicial a través de recursos de la línea verde Bancóldex. Imagen: Flickr.

MÁS MOVIDAS EMPRESARIALES EN: https://lanotaeconomica.com.co/movidas-empresariales/ Noviembre 2020

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L ÍDERES OPINAN “La digitalización es clave para la productividad, la reactivación y la nueva normalidad” Cómo está el panorama del sector rente a la reactivación económica? El sector muestra una señal de recuperación contundente y se reafirma como uno de los impulsores de la actividad productiva del país. El mercado de vivienda ha tenido un claro repunte y con señales de mantenerse de manera de sostenible, la recuperación en la mayoría de las regiones evidencia un repunte en forma de “V” a partir del mes de abril. Según Coordenada Urbana, el sistema de información de Camacol, en septiembre de 2 2 se vendieron 1 . unidades de vivienda nueva, lo que representa 13 % más frente a septiembre de 2 1 y 1 % frente al mes anterior. Tenemos más de 1 . viviendas nuevas disponibles en el mercado. La oferta de Vivienda de nterés Social alcanza las . unidades, las del segmento medio 2. 3 y en el segmento alto 1 . unidades. ¿Se debería implementar la digitali ación en el sector? La digitalización es clave para la productividad, la reactivación y la nueva normalidad. La metodología fundamental para integrar la digitalización en los procesos de la actividad edificadora se llama B M (Building nformation Modeling). En Colombia, % de las empresas han implementado B M en los dos últimos años y un % de las empresas se encuentran en etapa avanzada de implementación. Camacol le apuesta a que en la próxima década el 1 % de los proyectos de construcción implementen esta tecnología. ¿Considera que este es un buen momento para invertir en vivienda propia? Por supuesto, estamos en un momento en el que están dadas todas las condiciones para que las familias cumplan su sueño de tener vivienda propia. El conjunto de subsidios disponibles (V S y NO V S) para acceder a la vivienda aplica a de cada 1 viviendas en oferta que están disponibles en el mercado. Eso es una gran noticia para todos los colombianos, pues tiene a su disposición 13 . unidades en 3. proyectos constructivos. A esto se suma la nueva línea de garan as crediticias que ha puesto en marcha el Gobierno Nacional, que permite que cada hogar colombiano que quiera comprar vivienda tendrá al Estado como garante de su obligación hipotecaria.

70

Noviembre 2020

Sandra Forero Presidenta Camacol

¿Cuáles han sido las pérdidas que ha dejado la pandemia en el sector? El confinamiento tuvo efectos que ya vamos superando. Luego de tener 2. proyectos de construcción con cese de actividades, 3. salas de venta cerradas, una reducción mil puestos de trabajo directos y una contracción de 3 ,7 por ciento en el P B del sector edificador al segundo trimestre del año, hoy podemos dar un balance positivo. Gracias a la adopción de estrictos protocolos de bioseguridad, hoy el % de los proyectos están activos en obra, el % de las salas de venta en operación. En septiembre se celebró el Congreso de Camacol, ¿qu re e iones le dejó el encuentro? Una de las re exiones más importantes es que el sector constructor y la vivienda son unos de los pilares fundamentales de la reactivación del país, por su importante impacto en la generación de empleo, su impulso a subsectores que están encadenados a este sector y su aporte al progreso social. Para lograr que el sector aporte de manera notable, Camacol expuso una serie de propuestas orientadas a aumentar la oferta de proyectos y la inversión de las empresas. Por un lado, se propone acelerar la disponibilidad de suelo urbanizable abriendo la posibilidad de incorporar de manera ágil nuevas zonas con potencial de desarrollo por cada hectárea de suelo que los municipios habiliten para el desarrollo urbano formal, se brinda a 12 hogares acceso a vivienda y se crean empleos. ¿Cuáles son las pro ecciones que tiene el gremio para el pró imo a o? Para el 2 21, se espera que la recuperación se consolide, proyectamos un crecimiento de las ventas de vivienda del 7, %, alcanzando 1 . unidades, de las cuales 1 . serán Vivienda nterés Social. En materia de lanzamientos, se proyecta que durante el 2 21 se llegue a 1 .7 2 unidades, registrando un crecimiento anual del ,3 %. La inversión en vivienda tendría un incremento del .1 %, llegando a los 3 . billones de pesos.


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Oportunidades para adquirir vivienda nueva

Carlos Ruíz Viceministro de Vivienda

l s e c t o r d e la v iv ie n d a e s u n o d e lo m á s r e c u p e r a d o s d e s p u é s del freno de actividades que o c a s io n ó la e m e r g e n c ia s a n it a r ia d e l C o v id -1 9 . A s í lo d e m u e s tra las cifras publicadas en septiembre por el Ministerio de Vivienda las cuales revelan que la venta de vivienda de nterés Social (V S) aumentó 3 %, mientras que la no V S subió 1 % frente al mismo periodo de 2 1 . En diálogo con La Nota Económica el viceministro de Vivienda, Carlos Ruíz, explicó cómo los colombianos pueden acceder a un crédito para poder tener casa propia, además de la nueva política pública rural que tiene como objetivo mejorar la calidad de vida de los hogares de zonas rurales que requieren una vivienda nueva o el mejoramiento de una. ¿Cómo cree que el sector se puede ver beneficiado con los subsidios que está otorgando el Gobierno a las viviendas no VIS? El sector va a tener unos beneficios muy importantes. Como sabemos la vivienda no V S es esa que genera una mayor cantidad de empleos y de valor agregado. Los 1 . subsidios para esta vivienda van a permitir una mayor rotación, que las constructoras tengan facilidad a la hora de vender, así mismo generen recursos para iniciar nuevos proyectos y que sean finalizados antes del 2 22. Esa estrategia permite que se genere más empleo, se compren más insumos, porque las empresas deben ejecutar sus labores de la manera más rápida posible y entregar las obras en el tiempo estipulado. En ese sentido, es una muy buena noticia los subsidios que brindamos al segmento medio, ya que permitirá a las familias tener una reducción en la cuota de sus viviendas pero a su vez va a servir como plan de activ a c ió n d e la e c o n o m ía . ¿Cómo pueden acceder las personas a este beneficio? Existen dos requisitos para que los colombianos accedan a este subsidio: el primero no contar con una cobertura previa, es decir, un beneficio de esta naturaleza la segunda, es que el precio de la vivienda sea de máximo 3 mi-

llo n e s d e p e s o s . E n e s t e m o m e n t o lle v a m o s m á s d e 5 .0 0 0 s o lic it u d e s . E l p r o c e s o c o m ie n z a c o n la s o lic it u d , d e s p u é s s e p r o c e d e a l e s t u d io d e c r é d it o , a l r e g is t r o y e s c r it u r a c ió n , finalmente cuando se hace la venta, es que se da el subsidio. Además de esto, llevamos más de 1. desembolsos y creemos que llegaremos a los . que están en proceso. En septiembre se vendieron más de 13.000 viviendas, ¿considera que es el mejor momento para comprar casa propia? Sí, no solamente por los subsidios, también por las tasas d e in t e r é s . A n a liz a m o s , a r a íz d e la e m e r g e n c ia s a n it a r ia , la importancia que tiene la vivienda en las familias y esta oferta de subsidios junto con las propuestas que hay en el mercado, son la combinación perfecta para iniciar este proceso de adquisición. ¿Cuál es el propósito de la política pública de “Vivienda Rural”? E l p r o p ó s it o e s lle g a r a la s z o n a s m á s a p a r t a d a s d e l p a ís . La idea es que desde el Gobierno Nacional pueda llegar a esas zonas donde el Estado debe hacer presencia y a los cuales hay que llegar con ofertas de bienes públicos. a iniciamos la convocatoria con las entidades territoriales, con los departamentos y municipios para hacer ejercicio de cofinanciación y poder iniciar el proceso de construcción de la s v iv ie n d a s . ¿Cómo puede acceder a estos subsidios la población campesina? Hay tres requisitos: las personas deben ser mayores de edad, tener un tulo de propiedad o sana posesión, y un tercer elemento in uyente, es que vamos a coger todas las fuentes de información de entidades del Estado como el Sisben, Red Unidos y el Registro único de Víctimas, para hacer un ejercicio de focalización muy interesante en la asignación de esos subsidios. Noviembre 2020

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LÍDERES OPINAN

Movilidad sostenible en Bogotá: ¿cómo alcanzarla? a Nota económica habló con Luis Ángel Guzmán, ingeniero civil de la Universidad de los Andes, doctor en Planificación de Urbana y de Transporte en la Universidad Politécnica de Madrid y miembro del Grupo de Sostenibilidad Urbana y Regional (SUR), acerca de la sostenibilidad urbana en la ciudad, de los estudios de impacto social y en salud que tienen los sistemas de transporte urbano sostenible. ¿Cómo mejorar la sostenibilidad urbana desde el punto de vista de movilidad y bienestar en Colombia? La sostenibilidad urbana, centrándonos en la movilidad, es un punto bastante polémico, con posiciones ideológicas diferentes. Tenemos grandes problemas, que tiene un efecto negativo a largo plazo en la ciudad porque cuatro años es muy poco tiempo para pensar, gestionar, diseñar ,construir proyectos y, además, conseguir recursos. A pesar de que existen algunos instrumentos que contemplan una planificación a largo plazo, como los Planes de Ordenamiento Territorial o planes Maestro, no han funcionado muy bien. En los últimos años, cada alcalde trae su “paquete” de proyectos y, casi siempre, hay borrón y cuenta nueva. Además, estos temas son cruciales en las campañas. En ese sentido, la participación ciudadana en el proceso de toma de decisiones es cada vez más importante. Es importante tener en cuenta su opinión y necesidades. Hemos visto que llegar a un lugar y establecer unas reglas ha sido un fracaso. Un buen ejemplo de esto, es el Transmicable de Ciudad Bolívar. Hace cuatro años se quería cambiar el proyecto por más vías y pavimentación, así que los habitantes pelearon y lograron quedarse con el proyecto. ¿Qué se debe hacer para mejorar la seguridad vial en Bogotá? Educar a las personas en seguridad vial es fundamental y las campañas son importantes, pero desafortunadamente nunca se mide su efectividad. No sabemos qué tan buena puede ser una campaña en la reducción de siniestros viales. Además, sería muy interesante educar a la gente desde muy jóvenes, por ejemplo, recibir esa enseñanza en el colegio. Otro punto, es el control como un elemento clave: si los infractores tienen la certeza de que serán “castigados” por sus acciones, con seguridad el cumplimiento de las normas de tránsito y el comportamiento en la vía mejorarían mucho. Con esto, existiría una mejoría en la seguridad vial.

72

Noviembre 2020

Luis Ángel Guzmán Ingeniero Civil Universidad de los Andes

¿Por qué considera que el transporte urbano puede ser una herramienta para disminuir la desigualdad social? Esto es una línea de investigación que hemos abordado con varios colegas desde hace algunos años y consiste en ver el transporte público como un servicio más, muy necesario para la ciudad y cuyo fin último debería ser generar calidad de vida, mejorando elementos como seguridad (vial y personal), comodidad, tiempos de viaje aceptables y, también, que sea asequible. Es necesario dejar ver que un buen sistema de transporte público es bueno porque moviliza muchas personas y rápidamente, sin tener en cuenta lo mencionado anteriormente. Vivimos en una ciudad donde las personas de menores recursos, generalmente son las que más gastan en movilidad (respecto a sus ingresos) porque son los que más lejos viven de los centros de empleo. Nosotros tenemos estudios donde identificamos que un hogar pobre en Bogotá invierte hasta una tercera parte de sus ingresos, en promedio el 2 % o 3 %. Esto en parte se debe a que tenemos una ciudad muy segregada y congestionada, pues muchas de las actividades relacionadas con trabajo y estudio (particularmente estudios superiores). ¿En qué proyectos está trabajando actualmente el Grupo de Sostenibilidad Urbana y Regional? El primero es una investigación de algunos factores de siniestralidad en Colombia. Estamos haciendo estudios para medir las velocidades, el uso del caso y cinturón, además de las pruebas de alcoholemia. También, en alianza con la Embajada Británica, somos parte de un equipo multidisciplinario en un proyecto de desarrollo urbano sostenible que está relacionado con el acceso a la ciudad, la mejora del ambiente urbano y del uso del espacio público, construcción sostenible y una mejor gestión del agua y residuos en Ciudad Verde y Lagos de Torca. Así mismo, adelantamos un trabajo con la Secretaria Distrital de Planeación para desarrollar una herramienta de evaluación de los posibles cambios en el territorio a largo plazo en Bogotá y 17 municipios aledaños con relación a intervenciones en transporte, por ejemplo con el Metro y los trenes, o grandes cambios en los usos de suelo, como Lagos de Torca.


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Revista Construyendo  

En esta nueva edición podrán conocer por qué el sector de construcción podría contribuir a la reactivación económica y qué hace un buen mome...

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